Homenagem a Divaldo Franco - Live Especial de Aniversário
DIVALDO FRANCO O Visionário do Amor Imortal Com: Mário Sérgio, André Peixinho, Jorge Godinho e Jussara Korngold. Poema: A História de um Violino De Maria Dolores, pela psicografia de Chico Xavier Nando Cordel Música inédita: "Gratidão pelo teu amor" Roteiro: André Peixinho Federação Espírita do Estado da Bahia
เฮ เฮ เฮ Parece que Rui Barbosa tinha a razão quando dizia: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a deshonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude. a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto. Preciso ler algo que levante o meu ânimo e me faça acreditar novamente no ser humano. Quem sabe elevo-me com algum exemplo de vida. Vou experimentar esta aqui. Nasceu em 5 de maio de 1927 em Feira de Santana, Bahia, Brasil. 13º filho de Ana e Francisco Franco. Infância e adolescência com várias experiências paranormais. Após a morte de um irmão, adoeceu com paralisia e foi curado por imposição de mãos. Aprendeu com a mãe, sábia, sem formação cultural, a relacionar-se com Deus amor. Formou-se na Escola Normal de Feira de Santana. Transferiu-se para Salvador em 1945. Empregou-se mediante concurso público no Ipaze. Aos 20 anos, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção. Recebeu orientações espirituais de José Pitinga, sua voz, Francisco de Assis, e aceitou a direção de um espírito amigo, Joana de Angeles. Passou a fazer palestras influenciado por Humberto de Campos, Viana de Carvalho e Amélia Rodriguez. Os dias estão passando cada vez mais rápidos, cées. Já estamos no mês de maio. Mês de maio, mês de muitas comemorações, mês das noivas, dia das mães. São diversos efemérides que nos levam a pensar que o mês de maio realmente é muito especial. E para nós do centro espírita caminho da Redenção, da mansão do caminho, é mais especial ainda, porque no dia 5 de maio, Divaldo Franco está de aniversário. São 94 anos. Desde jovem, médium, se dedicou ao espiritismo com todas as suas forças. A sua vida foi uma vida de muitas dificuldades, de muito sofrimento, mas também de muitas alegrias. O espiritismo é a vida de Edivaldo Franco. Nós convivemos com ele, sabemos dos seus sacrifícios, das suas dores, das suas renúncias e da sua dedicação e do seu grande amor. Evaldo Franco é uma pessoa especial,
ismo é a vida de Edivaldo Franco. Nós convivemos com ele, sabemos dos seus sacrifícios, das suas dores, das suas renúncias e da sua dedicação e do seu grande amor. Evaldo Franco é uma pessoa especial, muito especial, um homem, um homem diferente e a convivência com ele nos dá muita alegria, muita satisfação. Então, nesse dia 5 de maio, nós estamos aqui para poder homenageá-lo nos seus 94 anos. Mas a nossa grande, a nossa grande intenção, nosso grande desejo é fazer as comemorações do próximo ano, comemorando seus 95 anos, 75 anos do Centro Espírita Caminho da Redenção, 65 anos da mansão do caminho e nós teremos 75 anos de oratória espírita. Divaldo Franco é uma ave rara neste mundo das sombras em que nós vivemos. Por isso, Divaldo, a nossa grande homenagem a você, o nosso desejo que você permaneça conosco por muitos anos ainda, porque nós somos os seus seguidores. Você caminha à frente e deixa esse rastro de luz iluminando o nosso caminho. E mesmo que você vá em breve, você deixou o caminho para nós seguirmos. Você, assim como Jesus, é o modelo e um guia das nossas ações. Que Jesus o abençoe, que Francisco de Assis o envolva. Joana de Angeles, a mãezinha querida, possa tê-lo sempre no seu coração e os bons espíritos o cerquem dando a você a paz e o carinho que você merece. teve uma visão em estado alterado de consciência em que se via idoso numa obra social de educação com muitas crianças. Será que esta visão se concretizou? Alcançou seus objetivos? La laá laá l laá. Eu tenho andado tão feliz ultimamente quando vejo em minha frente a mansão só florescer. Sinto cada vez mais perto a felicidade. Sinto o sonho da mocidade cada dia mais crescer. Eu quero ter na vida simplesmente um lugar de paz e bem para mãe e acolher. Uma casinha branca de esperança, amando e educando para ver o sol nascer. Pelas lentes da memória, recordo-me que eu o conheci quando experienciava a juventude primavera da vida entre sonhos e decisões. Admirei então o verbo eloquente, a memória em vulgar e,
r o sol nascer. Pelas lentes da memória, recordo-me que eu o conheci quando experienciava a juventude primavera da vida entre sonhos e decisões. Admirei então o verbo eloquente, a memória em vulgar e, principalmente as narrativas evangélicas que se transformavam em filmes em nossas telas mentais. e suas palavras eram acompanhadas de realizações pioneiras no acolhimento dos necessitados de toda a sorte. No verão da minha existência, encontrei o vez e sem conta como partícipe indispensável na realização de eventos inolvidáveis, congressos, simpósios e também nas reuniões semanais, sempre aprendendo com os episódios educativos e suas andanças pelo mundo. Valorizei sumamente sua persistência em desfraudar a bandeira do espiritismo em solos áridos e distantes. Seu acendrado amor pelo Cristo e seus ensinos materializados através de uma incansável vontade de realizar o bem no âmbito da educação, orientado pelos luminares da vida além do véu, que se serviu da sua mediunidade para incentivar o progresso espiritual. Chegado outono da minha peregrinação terrestre, descobriu reinventando-se em ações novas, seja tomando o pacifismo como bandeira e hino, seja ampliando as percepções psicológicas e suas mutações evolucionárias em seminários, encontros fraternos e publicações específicas. Verifiquei jubiloso que a forma era diferente, mas o exemplo era o mesmo em matéria de representação clara do viver evangélico. E hoje, adentrando a senectude, contemplo com os olhos do coração ternamente e percebo que continua a brilhar a luz divina na alma que se fez pioneira, na saga da evolução que nos leva à plenitude. Imagino seus solilóquios luminosos em meio às limitações corporais, algumas vezes interrompidos pelas quereras da humana normalidade. E tomado de alegria genuína em prece, desejo que a presença divina, eterna e absoluta amorosidade seja cada vez mais esplendorosamente espelhada no seu périplo pelo mundo da impermanência. Gratidão sem limites pelo que vi e aprendi nesta convivência. Caro Divaldo.
na, eterna e absoluta amorosidade seja cada vez mais esplendorosamente espelhada no seu périplo pelo mundo da impermanência. Gratidão sem limites pelo que vi e aprendi nesta convivência. Caro Divaldo. Impressionante este trabalho social, sem recursos próprios, envolvido com este espiritismo de tão poucos adeptos em época turbulenta do pós-guerra e avanço da liberdade mal compreendida, é quase inacreditável. levanta o ânimo dos descrentes e o que vem depois me aguça a curiosidade. Médium, que estranha palavra, nem parece língua portuguesa. Conversar com quem já faleceu, isto está mais para a alucinação? A ciência estuda a matéria, usa os sentidos e a razão para produzir conhecimento, e as entidades que a representam nunca aceitaram a existência de vida após a morte. Isto é coisa de religiosos e filósofos que tentam amenizar o medo universal de morrer. De qualquer maneira, se esta crença sustentou esta obra, vale a pena continuar lendo para saber o que é este viver como médium. Cerca de três centenas de livros psicografados traduzidos para mais de uma dezena de idiomas. Mensagens de Rabindraatagori. Romances de Vitor Hugo. Orientações psicológicas de Joana de Angeles. Relatos desobsessivos de Manuel Miranda, Lições Morais de Marco Prisco e Intotos. Escritos evangélicos de Amélia Rodriguez. constatações de sua faculdade mediúnica com fenômenos de psicofonia, psicografia, clarividência, clara audiência, xenoglossia, ectoplasmia, convivência com outros médiuns reconhecidos como Ivone Pereira e Chico Xavier. Recebeu mensagem especular de Leon Denis e todos os direitos autorais, sempre destinados à obra social. Sua faculdade se aprimorou com o tempo, transformando-se num violino tangido por diferentes, operosas e harmônicas mãos. História de um violino, Maria Dolores. Parei, fitando um acervo de sucata que iria arder em fogo breve por um fósforo leve, que a chama pequena incendeia e consome qualquer montão de peças estragadas, mesmo aquelas que trazem doces nomes de pessoas amadas.
acervo de sucata que iria arder em fogo breve por um fósforo leve, que a chama pequena incendeia e consome qualquer montão de peças estragadas, mesmo aquelas que trazem doces nomes de pessoas amadas. Dentre as centenas de objetos, vasos, portões e móveis incompletos, cuja destruição era o destino, encontrei um violino que mais me parecia uma relíquia em agonia no resto de instrumento que ele fora. "De onde procederia?", perguntei a mim mesma intrigada. "Aquela peça desprezada, sobrenovadora teria sido um dia perfeitamente manejada?" Então aquele traste em rude de desconforto falou-me ao coração: "Não lastimes a sorte que me espera quanto a notas no mundo, desde o campo relvoso ao deserto infecundo, tudo é renovação. Eu fui um tronco verde, o mais belo de um orto que mais brilhava o sol da primavera. Era visto de longe nos caminhos em que passasse alguém que amasse os pássaros e os ninhos. Minhas flores vermelhas eram a adoração de enxames de abelhas. Orgulhava-me sim de ser forte e robusto. Veio um dia, porém, um homem frio e armado de serrote e machado, e esfacelou meus pés, agindo a custo. Depois, tombei, vencido sobre a terra. Fui logo após levado serra em serra em terrível viagem, largado muito tempo ao desprezo e a secagem. Certa feita, um artesão de tato delicado, estranho e fino transformou-me em violino e fui vendido a um moço artista que me deu cordas, vida e coração. A princípio, chorei com saudades do chão em que subia o firmamento, na viva emanação do meu próprio perfume. entre flores bailando ante flautas do vento. Recordava a chorar a presença das aves que falavam comigo em cânticos suaves, agradecendo a Deus cada manhã a beleza e a alegria da alvorada que mais nos parecia uma festa dourada, a luz do sol nascente. Mas o artista abraçava-me docente e, manejando as cordas que me dera, fez-me sentir, por fim um instrumento que eu era. Muita gente me ouvia, embargava de pranto, sem que fizesse algo para tanto. Mães que houvessem perdido algum filhinho ante o poder da morte, choravam
fez-me sentir, por fim um instrumento que eu era. Muita gente me ouvia, embargava de pranto, sem que fizesse algo para tanto. Mães que houvessem perdido algum filhinho ante o poder da morte, choravam com saudade e carinho, pondo-se a relembrar os sonhos de outro tempo e as canções de Niná. muito doente, em prece me achava, sem que eu mesmo soubesse explicar a razão. Notando que tornava as almas que sofriam mais consoladas e felizes, não mais me lamentei de me haver afastado do bosque bem amado em que deixara as últimas raízes. Depois de muitos anos, vi muita desventura e muita dor transformando-se em preces ao Senhor. Vendo, enfim, que servia e consolava, o artista mais me quis quanto mais me tocava. Até que um dia o moço enfermo, trêmulo e alquebrado, foi coberto num túmulo fechado. Então, alguém me achou inútil para a vida e me guardou aqui numa cova escondida à espera da fogueira, em que eu possa também encontrar minha hora derradeira. Nesse justo momento, alguém atiou o fogo ao montouro opulento e vi outro alguém descer das imensas alturas, um moço belo e forte que arrancou de improviso a forma do instrumento à labareda e a morte. E ao colocar no braço o violino refeito em matéria de luz, dele extraía sons. Era um mino perfeito que o fazia esquecer a cinza transitória na música de vida, esperança e vitória. Então eu me lembrei de vós, médiuns amigos. Entregai-vos à mãos dos artistas do bem, que eles façam em vós a música do além. E um dia, qual se fôsseis despregados por trastes relegados ao frio dos museus, braços de amor virão para traçar convosco o novo dia que trará para os homens o caminho de luz da perfeita alegria entre a bênção de paz e a proteção de Deus. Momento singular que não poderia passar sem o registro. Completar 94 anos com equilíbrio, mente, corpo, expressando jovialidade, alegria, gratidão, mas sobretudo a esperança no futuro. É uma bênção resultante da conquista alicerçada na fidelidade a Deus, a Jesus e a Kardec. Sabemos todos que os pensamentos, os
ando jovialidade, alegria, gratidão, mas sobretudo a esperança no futuro. É uma bênção resultante da conquista alicerçada na fidelidade a Deus, a Jesus e a Kardec. Sabemos todos que os pensamentos, os atos, as atitudes, os sentimentos, as emoções são indutores. E a tua vida, querido Divaldo, na expressão mais íntima, querido amigo e irmão de é uma indução à prática do bem e da caridade. Neste dia em que temos a oportunidade de cumprimentar-te pelo aniversário, faço com muita alegria e júbilo em nome da nossa querida Federação Espírita Brasileira, de seus gestores, frequentadores, colaboradores, mas também em nome do movimento espírita brasileiro, exorando ao alto forças, resiliência, saúde para continuar trabalhando na vinha do Senhor, pacificando os corações aflitos como medianeiro de ambos os planos da vida. Que Jesus te abençoe sempre, querido amigo, e que a veneranda Joana continue te abençoando para que tu possas estar sempre sendo este amigo querido que através do teu mediunato vem nos trazendo as palavras de conforto e a esperança neste futuro tão promissor que é o da regeneração. Que Jesus te ampare, que Ismael te fortaleça. Querido amigo e irmão em Cristo. Uma história com marcas do incrível, alentadora. Pelo menos podemos acreditar em algum ser humano, ainda que seja paranormal, exceção, exótico, um ponto fora da curva. Paz do mundo começa em mim. Se eu tenho amor, com certeza sou feliz. Se eu faço bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração. Chegou a hora da gente construir a paz. Ninguém suporta mais o desamor. Paz pela paz pelas crianças. Paz pela paz pela floresta. Paz pela paz pela coragem de mudar. Mas pela paz, as flores do campo parecem você. A felicidade nasceu em você. A luta diária é sua razão, a benevolência e o perdão. A fé no futuro te faz caminhar, semeando estrelas em todo lugar. Um grande amigo na hora da dor, um coração de amor. Obrigado, Senhor, pelo pão. Obrigado, Senhor, pelo ar. Obrigado, Senhor, por meus olhos que fitam a terra, o céu e o mar.
do estrelas em todo lugar. Um grande amigo na hora da dor, um coração de amor. Obrigado, Senhor, pelo pão. Obrigado, Senhor, pelo ar. Obrigado, Senhor, por meus olhos que fitam a terra, o céu e o mar. Obrigado porque eu nasci. Obrigado, Senhor, porque creio em ti. Obrigado pelo que me dás. Obrigado, enfim, pela paz. As flores do campo parecem você. A felicidade nasceu em você. A luta diária é sua razão. A benevolência, o perdão. A fé no futuro te faz caminhar, semeando estrelas em todo lugar. Um grande amigo na hora da dor, um coração de amor. Obrigado, Senhor, pelo pão. Obrigado, Senhor, pelo ar. Obrigado, Senhor, por meus olhos que fitam a terra, o céu e o mar. Obrigado porque eu nasci. Obrigado, Senhor, porque creio em ti. Obrigado pelo que me dás. Obrigado, enfim, pela paz. Obrigado, Senhor pelo pão. Pelo pão. Obrigado, Senhor pelo pelo ar. Obrigado pelas minhas mãos. Minhas mãos os ouvidos, porque posso cantar. Obrigado porque eu nasci. Eu nasci. Obrigado, Senhor porque creio em ti. Obrigado pelo que me dais. Que me dais. Obrigado. Enfim, pela paz. Querido Edivaldo, estamos aqui hoje para celebrar junto com você mais essa data tão querida, o seu aniversário, representando o Movimento Espírita Internacional, nós então conversamos com todas as federações que fazem parte do Conselho Espí Espírito Internacional e perguntamos a eles o que eles gostariam de falar para você nesse dia. Qual seria aquela palavra que vem à mente quando nós pensamos em você, querido Divaldo. E o que nós recebemos foi o seguinte: semeador, gratidão, bondoso, homem integral, exemplo de amor, humanista, pastor, exemplar, ou monoéticos, o exemplo, pacificador, esperança, paz, orientador, Perseverança, fraternidade, amor livre e pai. Recebe então de todos nós da comunidade espírita internacional, a quem você vem ajudando já há tantas décadas, essas singelas estrofes que representam apenas um eco de nossa mais profunda gratidão. Ó alma querida, gravitamos ao teu redor. Tu que és luz em nossa vida.
uem você vem ajudando já há tantas décadas, essas singelas estrofes que representam apenas um eco de nossa mais profunda gratidão. Ó alma querida, gravitamos ao teu redor. Tu que és luz em nossa vida. Nosso amado irmão maior, tu nos consolastes nos deabores, chorastes conosco nossas dores, já celebrastes nossos amores e em nossas terras áridas fizestes brotar flores. Teus passos queremos seguir. Necessitamos de teus exemplos para prosseguir. Paz e serviço queremos em nosso porvir. E a consciência tranquila na hora de partir. Guia-nos ao mundo de regeneração para o encontro da alma e do coração. Mas neste dia de celebração, recebe nosso sincero abraço, ó querido irmão, sempre fideles, querido pai, amigo de todas as horas, nosso querido Divaldo. Confesso para mim mesmo que meu desencanto em relação ao destino humano ficou abalado. Esvaiu-se minha descrença. Flores no caminho do progresso humano. Dias venturosos poderão ser vividos. Esta biografia é a mensagem do amor imortal que deve orientar a humanidade até o fim dos tempos. Ele, vivendo com Jesus, a luz do mundo, exemplificou o que é ser trigo de Deus, trazendo para perto de nós as primícias do reino. Quando voltar a primavera da vida centrada no evangelho e eu andar pelos caminhos de Jesus, serei também o vencedor de mim mesmo e o semeador de bem-aventuranças. Sou eu que me prometo que aceitarei os convites da vida para ampliar as messes de amor, ouvindo as clarinadas do despertar do espírito. Alcançarei a condição do homem integral, ser consciente de suas responsabilidades na evolução humana e poderei me sentir em momentos de consciência elevada minha condição de filho de Deus. Seguirei as leis morais da vida e como os pássaros livres usufruirei das filigranas de luz do sol de esperança, promovendo estesia em busca da verdade. Será meu triunfo pessoal e em depoimentos vivos falarei do amor, imbatível ao amor e assim saberei por experiência o que é a vida feliz. Lendo esta biografia, só me resta desejar que este visionário do amor
eu triunfo pessoal e em depoimentos vivos falarei do amor, imbatível ao amor e assim saberei por experiência o que é a vida feliz. Lendo esta biografia, só me resta desejar que este visionário do amor imortal continue abrindo caminhos para todos nós. Hum. Eu te desejo vida longa vida. Te desejo a sorte de tudo que é bom, de toda alegria ter a companhia colorindo a estrada em seu mais belo tom. Eu te desejo a chuva na varanda molhando a rozeira para desabrochar e dias de sol para fazer os seus planos nas coisas mais simples que se imaginar. E dias de sol para fazer os teus planos. Nas coisas mais simples que se imaginar, eu te desejo a paz de uma dorinha num voo perfeito, contemplando o mar. E que a fé movedora de qualquer montanha te renove e sempre te faça sonhar. Mas se vier as horas de melancolia, que a lua tão mega venha te apagar e que a mais doce estrela seja a tua guia. Como mãe singela a te orientar, eu te desejo mais que mil amigos. A poesia que todo poeta esperou. Coração de menino cheio de esperança, voz de pai, amigo e olhar de avô. Coração de menino cheio de esperança, voz de pai, amigo e olhar de avó. Parabéns para você nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Parabéns para você nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vi.
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