Jesus e Kardec diante da dor, da ansiedade e da depressão

FEEGO 18/01/2026 33:29

Live 42º Congresso Espírita de Goiás

Transcrição

Boa noite, meus queridos irmãos e irmãs. Nós estamos aqui nessa noite com mais uma live em prol do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Nós estamos com o tema Jesus e Kardec para os tempos atuais. Nessa live de hoje muito especial, nós estamos com um dos nossos palestrantes, nosso querido Gustavo Silveira, que estará conosco pra gente bater um papo hoje sobre a temática dele do congresso e também. Tá me ouvindo, Gustavo? Agora sim, minha amiga. Agora estou ouvindo perfeitamente. >> Então, nós vamos bater um papo sobre a nossa temática do congresso e também a gente vai conversar um pouco também sobre o que a gente trouxe eh para essa live, que é Jesus e Kardec diante da dor, da depressão e da ansiedade. Mas antes a gente vai iniciar com a nossa prece, né, pra gente falar com Jesus nesse instante, com a espiritualidade amiga. e eu passo a palavra para você. >> Combinado? Vamos lá então, amigo e mestre Jesus, nesse instante pedimos-te a presença, a inspiração, a intuição, a fim de que nesse breve encontro que teremos aqui, possa a tua palavra ser sentida, percebida, que saiamos daqui ainda melhores do que quando chegamos. Que possamos nesse momento abrir os nossos corações para que com mais força e mais ânimo possamos levar aquilo que for aprendido nesses instantes para a nossa vida. que o Senhor esteja conosco, abençoando também a equipe que desde muitos meses se dedica na organização deste evento que se realizará no mês que vem. que todos aqueles colaboradores, organizadores do 42º Congresso Espírita de Goiás possam também ser envolvidos, certos de que o trabalho que nos une tem propósitos do mais alto e que se nos dispusermos a realizar de coração, construiremos no coração e na alma os valores da vida eterna. Que assim seja. >> Que assim seja, meu amigo. Eh, então vamos lá, né? Boa noite mais uma vez. Seja bem-vindo à nossa live. Seja bem-vindo daqui uns dias à Goiânia, no nosso congresso. Como é que tá a expectativa? >> Sempre as melhores, né? eh já pude estar

vamos lá, né? Boa noite mais uma vez. Seja bem-vindo à nossa live. Seja bem-vindo daqui uns dias à Goiânia, no nosso congresso. Como é que tá a expectativa? >> Sempre as melhores, né? eh já pude estar em outras ocasiões. Aliás, o Congresso de Goiás foi o primeiro congresso que eu fui fora de Uberlândia, que eu participei como congressista mesmo, né, como eh estando ali na assistindo as palestras, foi o primeiro fora de Uberlândia que tive a oportunidade de ir. Eh, e gostei muito, sempre tive um carinho muito grande e agora podendo retornar eh participando como palestrante, é uma honra, uma alegria muito grande. >> Gustavo, você é da área da tecnologia, né? Mas através da palestra você chega, né, nos corações do do daqueles que estão te ouvindo, né? E eu queria pra gente começar você falar um pouco do que que você eh qual a sua expectativa em relação a essa temática, né, tão importante que é Jesus e Kardec para os tempos atuais, que a gente trouxe mais essa vertente doutrinária para esse congresso desse ano. >> Pois é, achei o tema assim muito bem escolhido, né? sempre os temas sempre são muito inspirados, mas eu eu acredito que a gente cada vez mais se aproxima de uma época em que o evangelho não vai ser uma opção assim, eh será, vamos dizer assim, terá de ser tão rotineiro quanto tomar um copo de água, né? Então, eh, eu acho que a temática vem numa boa hora e porque também eu penso assim, eh, muito às vezes se discute, se fala, né, das obras como se eh tivessem fora do tempo, né, ou às vezes até ultrapassadas, o que é bastante curioso, mas eu, na minha percepção, acredito que o evangelho, tanto o o de Jesus, né, sobretudo o de Jesus, mas também as obras da doutrina espírita, elas Elas não estão nem ultrapassadas e nem atuais, elas estão na frente do tempo ainda, né? Elas seguem à frente do nosso tempo. Então, eh, pensar essas obras, pensar esses ensinos e as aplicações no tempo atual é uma é uma necessidade urgente, né? Então, acho que a temática vem de maneira muito apropriada,

ente do nosso tempo. Então, eh, pensar essas obras, pensar esses ensinos e as aplicações no tempo atual é uma é uma necessidade urgente, né? Então, acho que a temática vem de maneira muito apropriada, porque é preciso refletir em como viver, né? em como levar a vida e com os desafios que a vida apresenta. E certamente é no evangelho que nós vamos ter as melhores diretrizes, as melhores respostas, né? >> Eh, você falou uma coisa importante que ela entra no na sua temática da sua palestra eh desse ano do congresso, que é o Evangelho e os desafios eh da vida moderna, né? Que a gente, o que que a gente vê hoje? Hoje a gente vê inúmeras situações em que as pessoas têm vivido, né, nessa modernidade, nessa correria, nesse tempo, né, o tempo parece que diminuiu, né, para tantas coisas. E aí, nesse instante, é o momento da gente voltar, né, voltar e buscar a Jesus, buscar nas obras de Kardec que a gente pode fazer para que a gente consiga viver nesse mundo com tantas possibilidades, né? Que que você fala pra gente sobre isso? Pois é, essa essa é muito interessante de fato, né? Acho que do ponto de vista material, exclusivamente material aqui falando, a gente tá na melhor época do da humanidade, né? Eh, acho que nunca foi tão divertido estar encarnado, né? Você tem você tem a você tem a internet, né, que tá quando que isso era possível ser pensado, né, de ser possível. Então, eh, e só que com isso vem as angústias da escolha. Eh, possibilidade de mais, a gente acha que é bom até ter, até ter possibilidade de mais e você perceber que quando você faz uma escolha, você não ganhou um caminho, você perdeu todos os demais que eram possíveis, né? Então você fez uma escolha aqui e aí com a vida moderna do jeito que ela tá, a gente tá tendo essas angústias nas nos mínimos detalhes. Então você vai comprar um celular, aí tem de várias cores, com várias capacidades de armazenamento, de várias marcas e aí você vai ficando aflito porque você queria o melhor, você queria o mais capaz, você e aí você escolhe o

celular, aí tem de várias cores, com várias capacidades de armazenamento, de várias marcas e aí você vai ficando aflito porque você queria o melhor, você queria o mais capaz, você e aí você escolhe o que é mais capaz numa área, mas ele não é em outra. Então, nos mínimos detalhes, a vida moderna tá trazendo angústias, né, que a princípio poderia se ver como coisas boas. E de fato é assim, ter várias possibilidades é bom, não é ruim, mas é preciso saber escolher. E é onde eu acho que o evangelho entra como o grande eh o grande norte, né, a grande luz sob a forma como a gente encara os desafios modernos. Porque olhando pra vida como ela tá, parece que a gente tinha um monte de escolha possível para ser feita. A gente tinha um monte de caminho possível para trilhar e de repente eu tenho que escolher um só e não, eu queria todos de uma vez, né? como se eu fosse capaz de de ter várias vidas numa só. Então, acho que um pouco das nossas angústias, né? Claro que ele não resume, não é esse o único ponto, mas muitas das nossas angústias tá nessa, parece que a gente tem muita possibilidade e tudo é muito interessante. Então eu preciso olhar pro evangelho porque Jesus vai apontar um caminho muito seguro. Assim, olha, simplifica, simplifica a vida, simplifica. E aí é um simplificar do ponto de vista material, né? Eh, porque ele mesmo vai dizer assim, o filho do homem não tem onde recostar a cabeça, né? Ele mesmo vai dizer: "Olha, simplifica do ponto de vista material o máximo que for possível". Os espíritos vão dizer isso de maneira muito direta no livro dos espíritos, né? O que menos necessidade tem, esse é o mais rico. Mas esse simplificar, e aí acho que é um ponto que toca diretamente na nossa na no nosso tema, né, da palestra que será feita. Eh, o simplificar tem muito de simplifica suas brigas, simplifica a sua convivência, né? vamos dizer assim, não é não é perder o interesse, porque a gente poderia acabar incorrendo num problema de interpretação e achar que o simplificar é desinteressar, não é isso.

a sua convivência, né? vamos dizer assim, não é não é perder o interesse, porque a gente poderia acabar incorrendo num problema de interpretação e achar que o simplificar é desinteressar, não é isso. O simplificar é respeita a opinião do outro, respeita que o outro vai ter uma opinião divergente, respeita que o outro vai fazer uma escolha diferente. E aí a gente vai entendendo que dos vários caminhos que a vida vai apresentando, eu não tenho que tomar todos. Eu vou tomar um, outra pessoa vai tomar outro, outra pessoa vai tomar um outro ainda, porque no final das contas nós estamos aqui para viver as experiências que a vida traz. E toda experiência é válida, todo o caminho é todo o caminho pode ser bom. Depende do caminho que depende como a gente vai trilhar esse caminho, né? Eu posso ser um exímio estudioso da doutrina espírita e fazer disso um inferno pra vida dos outros. Não tá sendo um bom caminho, né? Eu posso pegar a mensagem maravilhosa do Cristo e usar ela para manipular pessoas. Não tá sendo, eu não tô fazendo o melhor uso, né? Então, das várias angústias que a gente vai tendo, a gente entende que o evangelho do Cristo à luz da doutrina espírita, tá trazendo um caminho de olha, simplifica, tenta, tenta focar no que é essencial, né? Porque aí os desafios da vida moderna não é que eles deixam de existir, eles só não vão ter mais o peso que a gente dá para eles. Uhum. >> Porque eu coloco um peso maior nos desafios a partir do momento que eu quero fazer tudo a todo tempo, da melhor maneira possível, custe o que custar. Aí fica aí fica pesado demais. Aí já tem o desafio e tem o peso que eu tô adicionando. Então o evangelho ele é um um caminho para tirar peso, né? Por isso que Jesus falava que o o fardo dele é leve. É porque ele tira o que o que não é necessário, né? >> Quando você fala desse peso, a gente pensa exatamente nessas circunstâncias que são trazidas também na temática de hoje, que é a ansiedade e a depressão, né? Porque é justamente esse peso, né? E

é? >> Quando você fala desse peso, a gente pensa exatamente nessas circunstâncias que são trazidas também na temática de hoje, que é a ansiedade e a depressão, né? Porque é justamente esse peso, né? E aí o que que você falou? Uma coisa fundamental. O que que a gente precisa é do foco, né? A gente focar naquilo que é essencial e necessário. E aí as eh o que eu tenho visto, né? Eu sou mãe, né? Você também já é pai. E aí eh a o que que eu tenho visto é que as crianças quanto mais cedo elas estão tendo essa dificuldade já do foco, né? Por causa dessa dessa correria, dessa loucura que a gente vive. E aí nós, como que a gente pode oferecer esse foco também paraas nossas crianças, para aqueles que nos pedem ajuda, né? >> Eh, com a gente tá tá tendo aqui a experiência com o bebezinho, né? Com o pequeno estrelo. E e é muito interessante observar, né? quando eu eu sento assim para brincar com ele e aí coloco vários brinquedos perto, um livro aqui, um chucalho ali, um um mordedor outro ali e aí ele fica assim, né? Aí ele pega aí ele pega o chupalho, aí depois ele pega o livro, aí depois e aí eu percebo que ele mesmo, né? É é tão instintivo falar: "Eu queria tudo, né?" Aí ele pega, põe na boca, parece que a vontade dele era de pôr tudo na boca assim, né? para poder saciar e uma uma sede que não vai saciar aqui, né? Então, e aí eu falo assim: "Ah, então vou pôr um". Aí ele explora, olha, põe na boca, né? Amassa e tudo. Aí depois passa para outro. E eu acho que eh de certa forma a gente vive hoje uma construção social, espiritual, eh, social, espiritual, né? que incentiva essa essa ânsia, né, que que vai adoecer e causar ansiedade. Então, essa parece que nada supre, parece que nada nunca tá bom o suficiente. E aí parece que a gente tá numa numa corrida que nunca acaba, né? E e aí eu acredito que esse é o momento percebendo que é uma construção social também, porque você vê que com o bebezinho a gente pode sem querer incentivar uma uma aflição, né, de nossa, eu tenho isso, não, mas eu tenho

ue esse é o momento percebendo que é uma construção social também, porque você vê que com o bebezinho a gente pode sem querer incentivar uma uma aflição, né, de nossa, eu tenho isso, não, mas eu tenho esse aqui também, mas eu tenho aquele ali. E então a gente tem que perceber que nós fomos criados nesse contexto, talvez, né, de de muita muita possibilidade e tudo. É, e aí eu acredito que o caminho é sempre, primeiramente, identificar que do jeito que tá não tá bom, porque eu eu fico olhando assim, né? Claro, pegar um outro caso extremo aqui, não tem nenhuma relação direta, mas a gente, só para só para ilustrar, uma pessoa que tá com algum vício de droga, por exemplo, ela tá definhando, defino, ela tá acabando, mas ela não larga, ela não consegue. É difícil, é difícil mesmo. O que que a gente nota, assim dos casos de depoimentos que eu vejo, né, é quando a pessoa fala assim: "Não, eu percebi que eu tava no fundo do poço, assim, eu percebi que eu tava destruindo a minha família, eu tava". Então, parece que a gente precisa, para mudar, a gente precisa perceber que do jeito que tá não tá bom, né? A fim de falar assim: "Não, eu preciso mudar desse jeito aqui não tá legal". E aí acho que um caminho é perceber o quanto as aflições são desnecessárias, o quanto elas são e essas angústias, o quanto elas não precisavam ser desse tamanho, pelo menos, né? né? Não tô dizendo que não precisavam existir, porque acho que aí é muito individual, mas elas não precisavam tomar a proporção que toma. E e aí acho que o caminho, como a doutrina espírita vai apresentar de uma maneira muito clara, é um autoconhecimento. Por que que eu estou dando tanta importância para algo que talvez não seja tão importante assim? Ou por que que eu tô dando tanta carga para algo que talvez não seja tão pesado assim ou que não precise ser, né? E e esse é um caminho muito difícil, eu acredito, porque ele vai exigir não só uma maturidade de observador, de me observar para poder tomar decisões, mas também uma coragem de perceber que

e ser, né? E e esse é um caminho muito difícil, eu acredito, porque ele vai exigir não só uma maturidade de observador, de me observar para poder tomar decisões, mas também uma coragem de perceber que eh de perceber que as coisas talvez não precisavam tomar o rumo que a gente tá dando. E por isso que eu falo que é coragem, que é perceber, fala assim: "Poxa, eu não precisava ter ido nesse caminho". Aqui, só fazendo um parênteses, não há não há ponto da doença, tá? Assim, acho que se a gente tiver falando da doença, ansiedade, da doença depressão, aí tem muitas outras coisas a serem adicionadas. Tô falando daquilo que a gente causa pra gente mesmo, do do que a gente vai amontoando assim de de aflição pra gente mesmo, que aí pode pesar um pouco mais, né, em cada contexto. >> E nesse sentido a gente pensa assim que a gente vê muito eh nas obras que a dor acaba sendo uma forma de educar, né? você até trouxe aí que é uma forma da gente, quando a gente sente a dor, a gente enxerga, né, que aquilo ali não está legal, que aquilo ali não está bom, né? Então a gente pode enxergar realmente que a dor em alguns momentos, ela é assim, eh, um formato de educação, um formato de rever o que a gente vem fazendo. >> É, é, com certeza, né? Assim, acho que é muito muito interessante eh que Kardec no no céu e inferno, isso foi uma coisa que sempre me chamou muita atenção, eh ele faz aquela divisão clássica entre dor e sofrimento, né? E e ele e ele vai apresentar >> dor como uma coisa que, olha, a gente vai passar, dor é dor, né? Não tem a obra inteira de Kardec vai falar isso, né? Eh, até aquela mensagem de Lázaro no no Evangelho Segundo Espiritismo, o dever, ele fala assim: "A dor iguala a todo mundo". Por quê? Porque dói. A dor é dor. Ponto, né? Só que Kardec no céu e inferno vai tratar sobre o o sofrimento lá no no Código Penal da Vida Futura. E ele vai dizer que o sofrimento tem a ver com a imperfeição, porque eh aí agora já é uma interpretação pessoal, né? É, é como se ele tivesse dizendo assim, o sofrimento

o Código Penal da Vida Futura. E ele vai dizer que o sofrimento tem a ver com a imperfeição, porque eh aí agora já é uma interpretação pessoal, né? É, é como se ele tivesse dizendo assim, o sofrimento é o que um imperfeito elabora a partir da dor. Então, alguém imperfeito passando pela dor, quando ele vai elaborar essa dor internamente, ele vai pro caminho do sofrimento. E não precisava ser assim. É aqui o momento. Esse é o momento que a gente eh pode entender da dor como igual o espírito amigo coloca no evangelho. A dor é uma bênção que Deus envia aos seus violentos. Porque para muitas pessoas dor e sofrimento é sinônimo. No espiritismo, a gente tá entendendo que a dor vem e ela só vira sofrimento por causa da imperfeição. Então a dor ela é pedagógica. Por quê? Porque ela tá me despertando para uma imperfeição que tá dentro de mim e que eu preciso tratar. Então a dor não tinha que virar sofrimento. Por exemplo, Jesus está na cruz. Eu acho que doeu para caramba. E no consolador, o Emano fala uma coisa que também acho super importante de ser pensada, né? Quando perguntam pro Emanu fal: "Ah, e a dor física de Jesus?" Aí o Eu fala assim: "Olha, até teve dor física, mas a dor moral foi muito maior, porque a dor física passou lá 3 horas depois, já tinha desencarnado, não tinha dor física mais. Mas a dor moral de ver o evangelho renegado até hoje acontece. Até hoje tem pessoas que renegam o evangelho, né? Então isso é a dor, entre aspas, moral, né? Que que tá trazendo. Tem dor. Agora Jesus tava sofrendo. Acho que não. Acho que não. Tava doendo, né? tava pregado, tava vendo os companheiros com conviveu anos com todos ali, a maior parte desandou, um tinha suicidado, então tava tava doendo, mas não vemos Jesus desesperado, não vemos Jesus aflito, não vemos Jesus em sofrimento. Então, é, tô dizendo isso porque é na sua fala, quando você traça a questão da dor como é uma pedagogia, é porque pra gente dor e sofrimento são coisas distintas. Esse é o esse é o ponto essencial. A dor ela é um ela é e é interessante

na sua fala, quando você traça a questão da dor como é uma pedagogia, é porque pra gente dor e sofrimento são coisas distintas. Esse é o esse é o ponto essencial. A dor ela é um ela é e é interessante que Leon vai tratar a dor como uma potência da alma, né? como uma força da alma. Porque Deus poderia ter nos criado sem a capacidade de sentir dor. Poderia. Ele poderia ter feito um espírito que não sente dor, mas seria caótico. Por quê? Porque através da dor eu consigo perceber mensagens que a vida tá trazendo para mim como convites, dizendo assim: "Olha, tem coisas dentro de você que precisam ser mudadas, tem coisas dentro de você que precisam ser provadas." ou no caso do Cristo, você vai passar pela dor para inspirar as pessoas à sua volta, né? AOR, ela tem sempre um objetivo divino, seja de, pode ser de expiação, pode ser de provação e pode ser de de missão, mas é sempre o objetivo divino. Quem dá a direção posterior a dor somos nós. E aí por isso que Kardec fala da imperfeição, porque aí o imperfeito quando tá sentindo dor, ele toma o caminho da do sofrimento. E qual é esse caminho? às vezes da revolta, às vezes de dizer que não devia est acontecendo com ele, às vezes dizer que eh foi a pessoa que errou, isso é uma injustiça, é um caminho, né? A gente segue esses caminhos várias vezes, mas o convite era outro. O convite é assim, olha, olha como você tá apegado nessa coisa aqui. Olha como você tá tá nutrindo sentimentos não tão felizes. Se você perder esse dinheiro aqui, olha só como como você tava eh focado demais nessa nessa questão, entende? Assim, a dor é sempre um convite divino. Cabe a nós ouvir ou recusar, né? E você falou uma coisa muito bacana, porque a dor ela gera na gente o que que a gente, o que que a gente tem que buscar a melhoria. E aí, quais que são as ferramentas que a gente pode utilizar pra gente poder enxergar o que que a gente tem que melhorar a partir daquela dor? Eu digo, não só a dor física, né, como você mencionou, mas a dor moral também, que eu acho que ela talvez seja

tilizar pra gente poder enxergar o que que a gente tem que melhorar a partir daquela dor? Eu digo, não só a dor física, né, como você mencionou, mas a dor moral também, que eu acho que ela talvez seja até maior hoje, nesses nos dias atuais, na modernidade, ela é até maior do que a dor física, né? Quais que são as ferramentas que a gente pode utilizar pra gente poder vencer esses obstáculos? >> É, com certeza, né? Eu acho que eu gosto muito de pensar no autoconhecimento, eh, porque o autoconhecimento, ele não vai apenas eh me ajudar a perceber quais são as minhas reações à aquilo que acontece. Não é só isso. É também isso, mas não é só isso. Porque, vamos dizer assim, né? Eh, tem uma uma interpretação bíblica que eu acho fabulosa assim, que é eh quando é falado do azeite, do vinho e do pão, como coisas que serão ofertadas na ceia, né? Como coisas que serão ofertadas eh pras pessoas. E por que isso? Porque como é que o pão é feito? É triturando o trigo. Como é que o vinho é feito? É pisoteando a uva. Como é que o azeite é feito? Espremendo a azeitona. E por que que essa mensagem é é bonita? Porque quando você tritura o trigo, ele não vira fé, ele vira farinha. Quando você tritura a uva, ela não azeda, ela ela não se corrompe. Ela vira depois nos processos, né? vai virar o vinho. Quando você pressiona a azeitona, ela não vira um um berço de espinhos, não. Ela dá a sua essência. Então, o autoconhecimento começa a me mostrar que aquela situação que me pressionou e revelou um caos dentro de mim é porque o caos tava ali já. Porque quando a situação que me tritura, ela revela o que tá dentro de mim. Então você imagina quando Jesus é atacado, o que que sai dele? Sai perdão, sai misericórdia. Por quê? Porque é o que tá dentro dele. É, é, é o fluxo. É o fluxo da natureza. A coisa que te espreme, que te aperta, revela aquilo que tá dentro de você. Aí o autoconhecimento começa, a partir do autoconhecimento, eu começo a falar assim: "Hum, eu realmente tô eh com muita raiva dentro de mim. Eu realmente

e aperta, revela aquilo que tá dentro de você. Aí o autoconhecimento começa, a partir do autoconhecimento, eu começo a falar assim: "Hum, eu realmente tô eh com muita raiva dentro de mim. Eu realmente tô com muita angústia dentro de mim. E a partir daí, aí as ferramentas acho que hoje em dia são mais diversas ainda, né? Porque nós temos eh ajuda do ponto de vista psicológico, do ponto de vista psiquiátrico, do ponto de vista espiritual, eh do ponto de vista social, né? Porque isso é uma coisa que eu acho muito bonita na doutrina espírita. Em nenhum momento nós vamos ver dizendo Kardec dizendo assim: "Olha, se você tiver com problema, é só o espiritismo que vai te ajudar". Porque o que a doutrina espírita trouxe como mensagem é que Deus tá atuando em todos os ramos, todos os lugares, a todo tempo, né? Então vai ser a medicina, tem hora que vai ser a medicina, tem hora que vai ser o centro espírita, tem hora que para resolver o problema eu vou ter que ir lá tomar um passe, eu vou ter que fazer uma oração, vou ter que Só que eh tudo isso precisa ser precedido pelo autoconhecimento, porque eu preciso entender que os processos que eu tô vivendo têm a ver com o que eu tô nutrindo dentro de mim, senão eu não vou conseguir entender que tem a ver comigo. que é uma é um convite para mim, né? Então eu eu sempre falo do autoconhecimento nesse momento e claro, né, acho que eh tem um outro uma outra eh ferramenta que eu gosto muito de lembrar, que é o estudo. A fala assim, mas por que o estudo? Porque eh a gente não tá meramente dizendo que você tem que acumular informação, mas é uma premissa muito simples, que é assim, qual a chance de você ser a primeira pessoa que tá passando pelo que você tá passando? Zero. Tem zero chances. Muitas pessoas passaram pelo que a gente tá passando. Então, no livro, na leitura edificante, eu vou encontrar conselhos, orientações de pessoas que já passaram inúmeras vezes pelo que eu que eu tô passando agora. Ou você acha que a Joana de Angeles, o Emanuel nunca

vro, na leitura edificante, eu vou encontrar conselhos, orientações de pessoas que já passaram inúmeras vezes pelo que eu que eu tô passando agora. Ou você acha que a Joana de Angeles, o Emanuel nunca tiveram experiências como as nossas? Com certeza eles tiveram. E muitas, né? E muitas. Então, quando a gente abre um caminho verdade e vida, quando a gente abre um fonte viva, quando a gente abre um Evangelho Segundo Espiritismo, a gente tá tendo acesso a pensamento de espíritos que estão milênios na nossa frente. Então, é claro que eles vão saber orientar, é claro que eles vão ter alguma coisa de útil para dizer pra gente, claro, né? Então o estudo é muito por isso, assim, a gente sempre fala do estudo também, não para acumular informação e saber a pergunta, saber a página, saber o capítulo, não. É para, é porque eu preciso tomar contato com alguém que sabe mais do que eu, para que nos meus problemas eu possa alcançar ideias superiores, né? Então, autoconhecimento, estudo, oração, eh, evangelho sempre, né? Eu acho que é um caminho muito seguro para que a gente possa não só tomar contato com essas dores, com esses sofrimentos, mas também saber o que fazer depois, que é mais importante ainda, talvez, né? >> E você falando tudo isso, a gente vê como Jesus e Kardec são muito atuais, né? E são modernos, né? não são atuais, mas são modernos também e estão presentes aí nessa construção, na nossa construção, de sermos melhores a cada dia. >> Com certeza, minha amiga, com certeza. Sempre eh como como a gente tava dizendo, né? Eh, nem ultrapassados e talvez não exatamente no nosso tempo, eles ainda estão à frente do nosso tempo, né? ainda. Então, são muito, são cada vez mais necessários no nosso tempo porque ainda estão à frente, ainda trazem ideias que a gente não consegue eh que a gente ainda não consegue viver, o que demonstra, portanto, que estão à frente do nosso tempo. >> Exatamente. E a gente vai poder conversar um pouco mais e falar um pouco mais de Jesus e Kardec lá no congresso,

da não consegue viver, o que demonstra, portanto, que estão à frente do nosso tempo. >> Exatamente. E a gente vai poder conversar um pouco mais e falar um pouco mais de Jesus e Kardec lá no congresso, né, Gustavo? Convida o pessoal estar com a gente, >> com certeza. Deixando aí, meus amigos, o convite a estarem conosco. Terão palestras, momentos de música, vai ter roda de conversa e a gente sabe, né, o congresso de Goiás é sempre organizado com muito carinho, com muita dedicação, é um evento muito bonito. Então, para ele ficar mais bonito ainda, né, para ficar mais especial ainda, certamente é preciso a presença de todos para que o evento possa cumprir o seu papel, né, de transmitir a mensagem espírita, mas sobretudo ofertar um lugar, um ambiente em que a mensagem possa ser percebida, sentida, né? Então, eh, fiquem todos convidados, que estejamos lá juntos daqui um mês, não é isso? Pouco menos mo, >> 28 dias. [risadas] Gustavinho, infelizmente o tempo é muito pequenininho, né, no na noite de hoje, mas a gente vai te ouvir mais um pouquinho lá no congresso. Então eu convido também nossos irmãos e irmãs que não fizeram sua inscrição, que façam sua inscrição pro nosso congresso. Quem tá fazendo inscrição agora, eh, vão adquirir, vão ganhar um livro da nossa editora lá da FEC. Pode ir lá na na editora da FEECO e pegar o seu livro. E o congresso assim tá recheado de coisas maravilhosas, de momentos lindos, de confraternização. E a gente vai encontrar o Gustavo lá e outros palestrantes também de muita luz. E muito, muito obrigado mesmo, Gustavo, pela sua presença aqui com a gente e a gente se vê daqui uns dias. >> Eu que agradeço, minha amiga. Até lá. >> Até lá. Grande abraço. Muito obrigada a todos que nos assistiram e até mais. Ciao. Ciao. Isso aí. >> Partiu. Ah, eu tava dando tchau aqui. >> Ô, ficou com muito bom. Tá certo, Gustavo. Excelente. Tá certo. Acho que o pessoal >> adorou pelos comentários que deram aqui, tá certo? tem muitas visualizações. Tá certo, >> amigo. Já já encerrou.

> Ô, ficou com muito bom. Tá certo, Gustavo. Excelente. Tá certo. Acho que o pessoal >> adorou pelos comentários que deram aqui, tá certo? tem muitas visualizações. Tá certo, >> amigo. Já já encerrou.

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