Evangelho no Lar - #201

FEEGO 05/02/2026 55:16

Programado para o dia 4 de fevereiro de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 26, itens 3 e 4 do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz

Transcrição

Boa noite, sejam bem-vindos. Meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da fé Ego. Retornamos com o Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente que é realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FE, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, agora gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Toninho, que é um assessor da unificação. Boa noite, Toninho, seja bem-vindo. >> Boa noite, Glausa. Boa noite, pessoal. Tudo bem? Eh, e o Paulo César, que é presidente do Conselho de Administração da FEGO. >> Boa noite, Paulo. Seja bem-vindo, amigo. A nossa gratidão por ter aceito novamente o nosso convite. >> Boa noite. É um prazer, né, participar porque é um momento pra gente refletir e diante disso a gente tem que estudar, né? Então, quem ganha na realidade somos nós que estamos aqui participando. >> Nós temos aprendido bastante aqui. Muito bom. Muito obrigada. Bom, nós vamos pelos nossos participantes, a Patrícia deixando o seu boa noite. Paz, amor e esperança para todos nós. Que assim seja. seja bem-vinda. E nós também já pedimos para os nossos amigos colocarem o lugar de onde está falando, interagirem conosco também. Bom, para iniciarmos o nosso evangelho no lar, nós finalizamos o livro Vida Feliz da Joana de Ângeles, e nós iniciaremos o livro Pão Nosso. O Toninho fará a leitura do capítulo um e em seguida ele fará a nossa prece inicial. Então, eh, capítulo um, mãos à obra. Que farei, pois, meus irmãos, quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para dedicação. Paulo, primeiro Coríntios, capítulo 14,

arei, pois, meus irmãos, quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para dedicação. Paulo, primeiro Coríntios, capítulo 14, versículo 26. A igreja de Corinto lutava com certas dificuldades mais fortes quando Paulo lhe escreveu a observação aqui transcrita. O conteúdo de carta apreciava diversos problemas espirituais dos companheiros do Peloponenso, mas podemos ensular o versículo e aplicá-lo a certas situações dos novos agrupamentos cristãos formados no ambiente do Espiritismo, na relivência. do Evangelho. Quase sempre notamos intensa preocupação nos trabalhadores como novidades em fenomenologia e revelação. Alguns núcleos costumam paralisar atividades quando não dispõem de médiuns adestrados. Por quê? Mé algum solucionará em definitivo o problema fundamental da iluminação dos companheiros. Nossa tarefa espiritual seria absurda se tivesse circunscrita a frequência mecânica de mundos, a um centro qualquer, simplesmente para assinalarem o esforço de alguns poucos. Conven, convençam-se os discípulos de que o trabalho e a realização pertencem a todos e que é imprescindível se movimente cada qual no serviço edificante que lhe compete. Ninguém alegue a ausência de novidades, quando vultosas concessões de esfera superior aguardam a firme decisão do aprendiz de boa vontade, no sentido de conhecer a vida. elevasse quando nos reunirdes, quando vos reunirdes, e a doutrina e a revelação, o poder de falar, de interpretar, de que já sois detentores, e colocai mãos à obra do bem e da luz no appeamento indispensável. Irmãu, nesse momento vamos fechar nossos olhos materiais para tentar uma conexão maior com nossos entes superiores, nossos guias, nossos mestres. Senhor, mais uma vez estamos reunido com propósito de levar os nossos pensamentos até vós para que o nosso coração também vão junto e estejamos sempre unido a vós para que sejamos só uma nação, um só povo. Pedimos nesse momento a bênção para esse povo

de levar os nossos pensamentos até vós para que o nosso coração também vão junto e estejamos sempre unido a vós para que sejamos só uma nação, um só povo. Pedimos nesse momento a bênção para esse povo que está em guerra e que a paz chegue para todos. Nós precisamos de ti tanto hoje quanto foi ontem e precisaremos ainda mais de ti. Assim mestre pedindo que estejais conosco hoje e sempre. Que assim seja. Que >> assim seja. Bom, nós estamos no capítulo 26. Dai gratuitamente o que gratuitamente recebestes. O Paulo trará para nós as suas reflexões dos itens três e quatro, preces págas. Lembrando que o Evangelho Segundo o Espiritismo da Editora da FEB, tradução de Guilon Ribeiro. Amigos, >> bom boa noite a todos, né? Uma alegria poder estar aqui participando novamente. É um momento de aprendizado para todos nós e de muita reflexão, porque nos trata de assuntos que estão presentes em nosso dia a dia. Essas questões são questões vivas, não são questões que nós estamos imaginando como que que seja a outro e mais em torno de nós. Porque esse capítulo ele começa com uma passagem de Jesus onde ele incentiva os discípulos a curar os doentes. Ele incentiva os discípulos a expulsarem os demônios, né? E e ele conclui dizendo: "Dai gratuitamente o que gratuitamente aveis recebido". Então, a partir dessa manifestação que está em São Mateus, né? Eh, Kardec começa a desenvolver todo um raciocínio nos chamando a atenção. Quando pede para que a gente dá, dê gratuitamente o que recebemos, nós estamos levando em consideração uma própria observação que Jesus faz quando ele diz assim: "Disse em seguida aos seus discípulos diante de todo o povo que o escutava, precatai-vos dos escribas que se exibem a passear com longas túnicas, vale a pena a gente pensar em todas essas palavras, porque pode ser que a gente não vista essas longas túnicas de forma textual com do jeito que está aqui, mas podemos vestir uma túnica da vaidade, do orgulho, da prepotência, de achar que pode, né? Recartai-vos dos escribas que se exibe a passear com

s túnicas de forma textual com do jeito que está aqui, mas podemos vestir uma túnica da vaidade, do orgulho, da prepotência, de achar que pode, né? Recartai-vos dos escribas que se exibe a passear com as longas túnicas, que gostam de ser saudados nas praças públicas e de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos festins que a pretexto de extensas preces devoram as casas das viúvas. Essas pessoas receberão condenação mais rigorosa. Então, firme essa passagem porque ela está em três evangelistas. Lucas escreve, Marcos escreve e Mateus também. Então, é para nos chamar bem a atenção dessa questão. Quando Jesus faz essa observação, ele tá usando um momento, uma questão que acontecia na época, que podemos transferir tranquilamente para agora, porque continua eh sendo feito da mesma forma. O que que ele tá chamando atenção? que esses escribas, né, que conheciam das leis e conheci, eles exploravam as pessoas, tirando essa parte de prece, de cura, de orientação. Essa questão, nós podemos ver nos dias de hoje claramente pessoas que usam o seu saber nas questão de área jurídica, por exemplo, e limpam as pessoas que não têm esclarecimento e que muitas vezes confiam. Então, não podemos exclusivamente nos prender a essas a essa única questão. Então, tem muitas outras maneiras que a gente pode usá-lo o nosso conhecimento, a nossa capacidade para explorar as pessoas. Mas nesse caso específico que ele tá falando que aí, né, as viúvas sozinhas, né, com dificuldades que passou a não ter ninguém, porque naquela época tinha de ter um homem à frente, né? Figura masculina era a que dominava e mandava, né? Então eles aproveitavam e exploravam as essas viúvas, né? Mas aqui é só em sentido figurado, porque nós podemos passar essa questão para todos os tipos de exploração que a gente vê na nossa vida. Mas nesse caso específico, é muito bom a gente pensar também dessa forma que foi colocado em relação a usar os recursos que a gente tá tem, né? E aqui ele tá falando que temos, né? porque ele pede

da. Mas nesse caso específico, é muito bom a gente pensar também dessa forma que foi colocado em relação a usar os recursos que a gente tá tem, né? E aqui ele tá falando que temos, né? porque ele pede para que a gente dê de graça o que de graça a gente recebeu. E dentro dessa questão, a gente volta lá no conhecimento espírita para entender uma série de questões, porque a doutrina espírita, através do uso da mediunidade disponibiliza a todos nós os recursos que a gente pode, né, utilizar para ajudar o próximo através do magnetismo pessoal. através de um processo de efeito físico com ectoplasmia, do processo de desobsessão, conhecendo o mundo espiritual e podendo, dialogando com os espíritos, ajudar nesse todos esses processos. Então, dentro da doutrina, com esse conhecimento, a gente pode fazer muito. E aí nos vem a recomendação que nos é passada na primeira passagem lá desse capítulo. Dai de graça o que de graças recebeste. Então, esses dons ou esses recursos, eles vieram para nós e tá colocado gratuitamente, mas nós nos preparamos lá para usá-lo da forma onde como Jesus recomenda. Porque se eu venho com uma disposição para usar esses recursos e tenho essa disposição física, orgânica, para fazer isso, eu assumi um compromisso no plano espiritual ou para cobrir erros do passado, utilizando a mediunidade agora, ou para ser um missionário e ajudar, dando exemplo que as pessoas possam seguir. A questão da mediunidade, ela é muito séria, porque nós às vezes desconhecemos esse mecanismo e não percebemos o quão é importante. O Divaldo eh costuma fazer algumas observações muito interessantes a esse respeito, né? Porque todo mundo quando percebe a existência de alguém ao seu lado ou fora mesmo e que busca com recursos de ordem mediúnica, né, e que pode ajudar muitas pessoas, curar mesmo, porque tem essa possibilidade, se a pessoa merecer, é em Deus a pessoa acha que a pessoa é o máximo, né, porque tem uma sensibilidade. Na realidade, o que as pessoas que têm essa sensibilidade

mesmo, porque tem essa possibilidade, se a pessoa merecer, é em Deus a pessoa acha que a pessoa é o máximo, né, porque tem uma sensibilidade. Na realidade, o que as pessoas que têm essa sensibilidade e que não são missionários e missionários são muito poucos, eu vi um estudo certa vez de alguns amigos, né? Estou vendo essas questões. Eles colocam com exceção feita, né, de missionários anônimos, pessoas anônimas, que são verdadeiros anjos e que não ficam expostos aí no no movimento espírita mesmo ou na mídia, mas são verdadeiros anjos, missionários do bem. Mas esses que têm eh condição de ser exposto, eles colocam que teve o Peixotinho do Rio de Janeiro, que fez um trabalho na área, exatamente nessa área, área de efeitos físicos, colocam como missionário. E olha só quantos médiuns de efeito físicos nós conhecemos através da própria mídia aí. E eles relatam que como missionário só existiu um até agora. Exceção feita. Pessoas de horas de tempos remotos aí que a gente não conviveu como agora. Ivone Pereira, né? Chico Xavier, Divaldo Franco. Eles relatam que seriam quatro missionários assim conhecidos. Então, nem todos são e muitos vêm com essa possibilidade de auxiliar, com a predisposição do organismo para doar esses recursos e também com a sua capacidade de magnetismo, que é e que o conhecimento aí ajuda muito a fazer nesse trabalho. Então, não são não vieram muitos de nós, né, como missionários. Nós viemos na realidade para cobrir coisas que nós cometemos lá atrás de erros. O Divaldo conta essa história, é muito interessante. Ele fala assim: "Nós estamos lá no plano espiritual e estamos preparando para reencarnar". Aí os espíritos trazem para nós, né, a nossa ficha lá, como é que tá? Como é que foi essa pessoa? Como é que foi o Paulo? Olha o Paulo, olha Paulo, olha aqui essas questões aqui, isso, aquilo, aquilo, outro. E o Paulo fica assustado. Gente, quanta coisa eu fiz. Eu vou precisar de umas 30 encarnação só para corrigir essas aí que eu tô sabendo aí. Não tem outro jeito de abreviar

isso, aquilo, aquilo, outro. E o Paulo fica assustado. Gente, quanta coisa eu fiz. Eu vou precisar de umas 30 encarnação só para corrigir essas aí que eu tô sabendo aí. Não tem outro jeito de abreviar isso, né? Ele pergunta. Aí os espíritos falam assim: "Olha, pode se você aceitar um trabalho mediúnico, onde você vai renunciar muitas coisas, né, para poder se dedicar a isso, você pode, quem sabe, né, no exercício do amor, abreviar ou corrigir uma série de erros que você cometeu." Ele fala até assim: "Você vai pagar, né, do no atacado os erros que você cometeu no varejo." Então vai com a sensibilidade, se dedica, porque aí você vai estar ajudando o próximo, quem sabe ajudando pessoas que você prejudicou e criando todo um processo, né, de reparação dos erros. Aí, quem sabe, né, você pode, né, com acessibilidade mediúnica e em atuação, diminuir essa responsabilidade grande que você assumiu ao longo da vida. Então, a pessoa vem como médium. Aí nós inadvertidamente massageamos o ego dele, né? Achamos que ele é extraordinário, maravilhoso e começamos a fazer com que ele se envaideça e jogue por terra todo esse compromisso. Isso não precisa procurar muito. Nós vamos ver muitos médiuns que escorregaram na vaidade, no orgulho. Então, nós não temos que endeusar ninguém. Nesses casos, a gente tem que ter dó e rezar por ele, né? Rezar para que ele possa vencer essa etapa difícil na sua vida, porque é uma etapa difícil. Então acontece dessa forma, quando a gente vem com essa capacidade de fazer esse tipo de doação. Aí os espíritos ou o próprio Kardec faz uns comentários, né, em relação a essa questão de preço paga. Às vezes a gente espírita pode estranhar isso, mas existem até hoje tem países que as pessoas cobram atendimento espiritual, né? Então ele tá cobrando por algo que ele recebeu de graça, mas independente dessa questão de traficar, né, com as graças ali do de Deus, fazer um comércio ilícito, né, com esses bens soberanos que foi disponibilizados, nós temos uma série de questões,

graça, mas independente dessa questão de traficar, né, com as graças ali do de Deus, fazer um comércio ilícito, né, com esses bens soberanos que foi disponibilizados, nós temos uma série de questões, né? Nós temos o dom da vida, nós temos um corpo perfeito, nós enxergamos, ouvimos, nós podemos estar usando esses dons que a gente tem cobrando, quando a gente pode muito bem ter momentos disponibilizados para um trabalho desse. Os atendimentos fraternos que existem na casa espírita é um exercício extraordinário. As pessoas estudam para saber como fazer e vão se dedicar a ouvir as pessoas, não como um psicólogo, como alguém que vai dar alguma orientação, porque muitas vezes a solução de uma dificuldade alheia se resolve só na escuta. pessoal tá tão cheio que alguém ajuda eles esvaziar toda aquela angústia, ela se sente aliviado. E outra coisa, tirando esse aspecto, né, que não é essa de ordem espiritual, nós temos possibilidades mil de fazer o bem, de ajudar gratuitamente, porque nós recebemos muito. O conhecimento que a gente tem sobre a doutrina espírita que nos leva a compreender Jesus é algo que não dá para pensar como vamos pagar isso. É a maneira que a gente pode começar a ressarcir isso, levando essas bênçãos do conhecimento também para outras pessoas. Então, dentro dessa questão mediúnica, nós temos possibilidades mil, seja através da orientação e essa orientação dentro de um de um momento de prece, porque nesse momento de prece nós recebemos intuição. E se eu não tenho a capacidade de captar essas informações, vai chegar a outra pessoa com a indicação de um livro, de uma palestra, de uma fala, abertura ao acaso do evangelho. Essa abertura ao casa do evangelho já virou até brincadeira, porque conosco acontece isso todas as vezes. Posso dizer 100% das vezes, pedimos uma lição, a lição vem, né? Vem nas nossas mãos. Então, nós temos dons inimagináveis que podemos usar. E aí, se nós fizermos o uso bem feito dentro dessa estrutura orientada por Jesus, nós vamos angarear a simpatia dos bons

né? Vem nas nossas mãos. Então, nós temos dons inimagináveis que podemos usar. E aí, se nós fizermos o uso bem feito dentro dessa estrutura orientada por Jesus, nós vamos angarear a simpatia dos bons espíritos que vão estar nos acompanhando para passo. E aí você nem imagina, nossa, eu tava tão angustiado com qual coisa. Olha a solução que apareceu que você nem imaginava suje na sua cabeça. Quantas vezes a gente fala assim: "Olha só o que que eu pensei em fazer, né? Mas na realidade não foi você que pensou, foi um desses amigos que tão simpáticos a você em função da sua ação no bem. que vem está ao seu lado. É algum amigo daquele outro que tá te pedindo ajuda, que vem estar ao seu lado e te ajudar a fazer as colocações que vão desenvolver no no outro uma tensão para aspectos que muitas vezes ele não pensou. Então essa ação espiritual ela é uma ação constante em nossa vida. E quanto mais a gente faz, exercita, mais nós recebemos amparo, apoio, simpatia e muita amizade. Os amigos espirituais são muito gratos pel aquilo que a gente faz por eles. Quantos espíritos a gente liberta através de uma orientação, através de um diálogo amigo? e que depois se tornam amigos nossos e vem nos proteger, acompanhar, auxiliar. E às vezes a gente nem vê o tanto de coisas que são tirados do nosso caminho em função daquilo que a gente fez. Eu recordo, eu já falei isso aqui, mas eu mas eu Mas vale a pena. Eh, quando a minha mãe desencarnou, a gente vinha do hospital que identificou que ela tava com câncer e tava no carro eu, a minha sobrinha que é médica, nós tínhamos acabado de pegar o diagnóstico no hospital e a minha mãe. E diante do diagnóstico, porque existia uma possibilidade grande dela sentir muita dor, eu peguei e vim falando assim: "Isso era uma terça-feira, eu não esqueço, Senhor, se for permitido, quer dizer, eu já não vou pedir coisa que não é permitido, Senhor. for permitido ajude para que ela não sinta dor. Aí na reunião mediúnica, no centro que que a minha mãe fundou e que a minha

ermitido, quer dizer, eu já não vou pedir coisa que não é permitido, Senhor. for permitido ajude para que ela não sinta dor. Aí na reunião mediúnica, no centro que que a minha mãe fundou e que a minha irmã dirige até hoje, manifestou um espírito lá e no dia seguinte a minha irmã ligou para mim: "Uai, Paulo, que que tá acontecendo?" Falei: "Que?" Não, não sei que que foi. Não é porque um espírito manifestou aqui e falou assim: "Fala pro seu irmão que do lado de cá tem uma fila imensa de espíritos que a sua mãe ajudou e que tá pedindo para sentir dor no lugar dela. Olha que coisa quando a gente fala que cria amizades no plano hospital, a gente não tem noção disso. Mas é isso. E se você levar em consideração que a proporção aqui, isso tá no livro roteiro, a lição número nove, o grande educandário escrito por Emanuel, que nós tínhamos 22 milhões de espíritos em 1940, devemos ter mais ou menos a mesma coisa porque tem imigração e emigração sai e entra, né? Então podemos ter o mesmo tanto de espírito. Então nessa proporção, como temos 8 e meio bilhões de espíritos encarnados, nós temos três vezes o número de espírito no plano espiritual. Então eu tenho três vezes o número de amigos e posso posso ter muito mais se eu trabalho para conquistar amizade fazendo bem. Então, a questão da do uso desses recursos e no caso nós estamos falando agora, não só dos dons da das questões de ordem material, mas essas questões espirituais, eu jamais posso imaginar em ter alguma vantagem por ter esses recursos. Eu recordo bem que eu convivi com um médum de efeito físico, médico muito expoente aí e as pessoas chegavam dando presentes. Então, às vezes o presente é um pagamento. E eu lembro bem que uma vez na fila lá, uma mulher insistiu tanto para que o Chico pegasse um relógio, que ela ia ficar, né, até chateada se o Chico não pegasse o relógio. E o Chico, para não deixar ela chateada, pegou o relógio, põe no bolso, mas logo a seguir veio uma mulher falar e ela tava com a receita que tinha que

é, até chateada se o Chico não pegasse o relógio. E o Chico, para não deixar ela chateada, pegou o relógio, põe no bolso, mas logo a seguir veio uma mulher falar e ela tava com a receita que tinha que tomar um remédio de tantas e tantas horas. Aí ela falou: "Tica, eu não tenho relógio". Eu tenho sim, minha filha. tirou o relógio, passou para ela. Então, esses médiuns, né, que promovem fenômenos, são muito endeusados e os próprias pessoas que estão ao lado levam ao envaidecimento, leva a paga, uma série de questões. Isso sem contar de pessoas que utilizam, né, de estruturas e se organizam para também ter recurso. Agora, o que que eu disse? Se eu faço bem dentro desses princípios de Jesus, que eu tô conquistando um monte de amigos, que amigos eu vou conquistar vendendo esses recursos? Quais? Será que eu vou conquistar a amizade do Euripos Barçanoverra? Bezerra tirou o anel de formatura e deu pra mulher comprar o remédio porque ela não tinha dinheiro, né? E eu tô usando a minha capacidade, minha disposição orgânica de usar para ajudar alguém ou para processo desobcessivo. Estou oferindo recurso disso. Esses espíritos de luz vão estar comigo. Então é uma uma recomendação muito séria para nós. Não só nós médiuns ou não somos nós espíritas, mas para todo o uso da nossa vida, porque esses benefício que são concedidos a nós é para nós utilizarmos bem. E nós temos uma capacidade incrível. Ontem, ontem uma pessoa pediu para mim um amparo. Olha, eu sei que você vai no hospital, visita as pessoas e a gente tem um crachazinho de para poder fazer visita religiosa. E vez por outro a gente vai, não tem, vai visitar pessoas que a gente tem acesso no hospital. Aí a pessoa falou para mim: "Olha, Paulo, a família tá sofrendo muito porque a o rapaz ele tem um transtorno e ele nunca ficou sozinho. E ele tá sozinho agora na UTI, tá todo mundo angustiado do sofrimento que ele deve est passando de estar sozinho, que ele sempre teve alguém do lado dele. Como o caso dele é muito grave, o médico

nho. E ele tá sozinho agora na UTI, tá todo mundo angustiado do sofrimento que ele deve est passando de estar sozinho, que ele sempre teve alguém do lado dele. Como o caso dele é muito grave, o médico falou que não há reversão do quadro, o processo é por desencarne. Quem sabe sendo lá ajuda ou a aliviar a atenção das questões ou até mesmo se for permitido, né, que ele possa se libertar da matéria, né? Bom, não é fanatismo, não é também pegar as coisas e ficar levantando pro lado espiritual. Nós fomos dormir, normalmente quem me acompanha é minha esposa. Eu falei: "Olha, amanhã nós vamos cedo na UTI de um hospital aqui perto, tá bom? Tá bom. orar para pessoa assim, assim, assim, pra gente já tá sintonizado. E hoje cedinho de madrugada ela manda mensagem: "Obrigado Paulo, ele desencarnou". Quer dizer, não, não, eu sei que houve uma intercessão espiritual para ajudar, porque a família pediu, que precisamos da ajuda e não tem pedido sem resposta. né? Eu sei que muitos podem dizer, mas que fanatismo é esse? Mas acontece com tanta frequência casos similares, não só de desencarno, mas de recuperação, que não tem por a gente descartar nessa ação espiritual. Então, se nós queremos ter boas companhias, boas amizades no plano espiritual, usar bem os nossos dons, que ele seja feita dessa forma, né? gratuito, com intenção mesmo de ajudar, de deixar >> o evangelho no lar, >> o bom sentimento, né, pras pessoas, é isso que a gente tem que fazer. E Jesus advertiu e ele fala em relação a a a essa a esses escribas, né? Ele fala assim: "Estas pessoas receberão condenação mais rigorosa". Isso é Jesus que tá falando. Então, se a gente faz obtendo recurso, nós vamos receber uma condenação rigorosa. Se eu faço sem muita intenção de nada, é uma outra situação. Se eu faço, querendo mesmo, me dispondo a ajudar, vamos conquistar grandes amizades nos dois planos, porque a família fica muito agradecida também dos que estão encarnados. Eu tô com um pouco de dificuldade por causa de tosse, mas eu

spondo a ajudar, vamos conquistar grandes amizades nos dois planos, porque a família fica muito agradecida também dos que estão encarnados. Eu tô com um pouco de dificuldade por causa de tosse, mas eu vou deixar aberto aqui que a gente vai conversando. Se alguém tiver alguma pergunta, alguma questão. >> Muito obrigada, Paulo. Excelentes reflexões. Enquanto você falava, eu tava pensando na oportunidade que nós espíritas temos eh no trabalho, no trabalho na seara de Jesus. E será que nós já temos essa esse despertar de consciência de utilizar os nossos dons concedidos por Deus para conduzir essas tarefas como você trouxe no atendimento espiritual, na a escuta amorosa, a escuta, o acolhimento com o coração de um esclarecimento numa explanação do evangelho. Eh, o que ainda nós precisamos aprender enquanto trabalhadores para canalizar esses dons e aproveitar essa oportunidade? Paulo? Eh, veja bem, não tem problema no primeiro momento de meu aprendizado eu fazer todas essas ações, porque eu sei que eu vou adquirir boas amizades, que eu vou conseguir conquistar a simpatia de espíritos e de encarnados. que eu utilize isso até pensando nisso. Sabe por quê? Porque quando você vai repetindo essas questões, esse interesse vai desaparecendo. No fim é um prazer você ir e você nunca pensa que você tá recebendo até mesmo essa questão de simpatia pela sua ação. Não passa pela cabeça isso mais. Então a gente é simples. Por que que eu estou fazendo? Ah, porque eu gosto, porque eu sinto bem ajudar. Beleza. Por que que eu tô fazendo? Ah, porque eu preciso de conquistar amizades e tal, tal, tal. Tudo bem, eu ainda tô nessa fase. Pior é se eu estivesse usando isso e usufruindo de recurso ou se não tivesse usando de jeito nenhum. Então, começar passo a passo, né, devagarzinho. E todos nós estamos caminhando sim, porque não existe retrocesso, né? que nós estamos aí com uma terceira revelação. Certamente participamos da primeira, participamos da segunda, né? E estamos crescendo, estamos evoluindo agora já

sim, porque não existe retrocesso, né? que nós estamos aí com uma terceira revelação. Certamente participamos da primeira, participamos da segunda, né? E estamos crescendo, estamos evoluindo agora já compreendendo o porquê das questões que Jesus trouxe para nós, entendendo como elas se dão. A importância do estudo vai despertando esse esse conhecimento, esse desinteresse, esse desapego, né, Paulo? Porque quando a gente conhece, é mais fácil para que a gente possa vir a ter a compreensão e realizar melhor as nossas atividades. O grande, a nossa grande conquista é a caridade >> para o nosso aperfeiçoamento, porque através da caridade nós vamos desenvolvendo todas as virtudes, né? E há uma forma de realizar esse evangelho não mais dentro de um campo de razão, mas a gente precisa trazer para emoção. >> E nessa emoção nós conquistamos o que você falou, fazer o trabalho com desinteresse, né? Você gostaria de acrescentar algo mais, Toninho? Pode colocar nós três na telinha. como estava no início. >> Olha, olha, o conhecimento é um recurso que nós colocamos para ser utilizado pelos espíritos. Se eu tenho conhecimento, toda a minha ação é feita com mais confiança. Eu sei que assim é a a tal da fé raciocinada. Eu sei que é assim, olha, eu quero ajudar fulano que tá com um processo de tal enfermidade, tá trazendo para coisa agora da cura física. Se eu tenho conhecimento do organismo, eu posso mentalizar toda esses recursos para onde eu sei que está precisando de ajuda. Mas independente disso, os próprios espíritos fazem esse trabalho. Mas o conhecimento é um instrumento que eu tenho, por exemplo, para receber a intuição. Eu vou fazer uma palestra, eu vou fazer um um estudo desses é por aí pra frente. Aí eu vou pensar, nossa, que que eu posso falar sobre tal coisa? Se eu não tenho nada de arquivo, né? Se eu não tenho uma biblioteca, né, dentro de mim, vai ser muito limitado para mim poder buscar algo dentro de mim para mim falar. Vou ter que pegar as coisas e pesquisar e anotar para poder falar, que

e eu não tenho uma biblioteca, né, dentro de mim, vai ser muito limitado para mim poder buscar algo dentro de mim para mim falar. Vou ter que pegar as coisas e pesquisar e anotar para poder falar, que eu não vou ter dentro de mim. Agora, se eu tenho, eu já venho na minha cabeça. E pode ser o o meu subconsciente, mas pode ser por intuição também. Olha, aborda tal coisa e tal coisa ele tá pedindo para mim abordar porque eu já tenho conhecimento sobre isso, porque se eu não tenho, vou ter que estudar. Então, o conhecimento tanto para o desenvolvimento de ações dentro da doutrina espírita, mesmo que não seja mediúnica, é fundamental. Porque se eu tô num programa social e eu achar que eu tô eh salvando as pessoas das suas dificuldades financeiras, é porque eu não tenho conhecimento. Eu porque aquele exercício ele é para mim, né? e tá demonstrando o meu desprendimento, o meu amor ao próximo. Então é uma coisa para mim. Agora, se eu penso que eu tô fazendo isso, é porque eu vou tirar a fome da pessoa, né? já é uma limitação. Aí eu trabalho sabendo que é para ajudar a comunidade é outra história. E se eu conheço a mediunidade e sei como usá-la, eu sei todo o processo, esse mecanismo de uso, eu vou fazer as coisas com muito mais confiança, com muito mais segurança, sabendo o que tá acontecendo. Se eu não sei, eu vou ficar ali eh só a a fazendo a posição das mãos. simplesmente não tem nem não sei o que eu tô fazendo. Então, quando você propõe alguma ação, por exemplo, olha, nós não precisamos de botar o paciente deitado para dar o passe, aí a pessoa dizito nenhum, porque no hospital é deitado. Então você vai, não, mas olha, ação é espiritual, então vai para tirar esses vícios que muitos entes espíritas têm, se as pessoas não têm conhecimento, não vai tirar. Então são questões assim, eu aí você vai, mas eu preciso de lá e pôr a mão na pessoa, mas você não faz o trabalho também a longa distância? Eu conheço n casos de cura, inclusive de de enfermidades físicas detectadas à distância.

aí você vai, mas eu preciso de lá e pôr a mão na pessoa, mas você não faz o trabalho também a longa distância? Eu conheço n casos de cura, inclusive de de enfermidades físicas detectadas à distância. Foi feita a distância. Então são conhecimentos que dão para nós segurança no que estávamos fazendo. Aí vem a ferro raciocinada. Eu sei o que é. Por que que é isso? Aí no isso em relação às questões de ordem mediúnica, margina nas questões de ordem doutrinária, onde muitas pessoas ainda se sentem presas a uma estrutura de filosófica que por receio, por causa do medo, por causa da ameaça, né, de ir pro céu ou pro inferno. Então, são questões básicas essas que só o conhecimento nos traz. Eu fiz questão de tocar nessa questão porque deu redundância agora, né? Mas nós lembramos dos documentos orientadores das áreas funcionais, a importância de estudarmos com as equipes de trabalho em qualquer área de família, atendimento espiritual, área de estudo, juventude, infância, né? Todas. para que a gente justamente faça o que você colocou. Muito bem, Paula, nós possamos realizar as tarefas no centro espírita, eh, com mais clareza e confiança, né? Um ponto importante que nós precisamos aprender é o acolhimento. E isso para todo o centro espírita. Nós temos uma ideia equivocada do acolhimento. Nós queremos sempre receber o outro de acordo com as nossas perspectivas, o nosso ponto de vista e e quase nunca aproximar para ter essa escuta amorosa do coração, eh, para saber o que, qual é a necessidade do outro, né? Por que ele está aí? Nós temos aprendido muito no atendimento espiritual essa questão, até mesmo pelos pelos fatos, né, da atividade, atendimento fraterno pelo diálogo. Eh, e aproveito que você trouxe pra gente reforçar a importância da gente estudar o Evangelho Segundo o Espiritismo, porque ele contém ali tudo, toda a proposta do atendimento espiritual, que é acolher, consolar, amparar, esclarecer e orientar, nunca no campo do achismo, sempre com uma fundamentação doutrinária. É importante a gente

ali tudo, toda a proposta do atendimento espiritual, que é acolher, consolar, amparar, esclarecer e orientar, nunca no campo do achismo, sempre com uma fundamentação doutrinária. É importante a gente lembrar a da necessidade que nós precisamos de estudar. Eh, tudo muda, né? Os ensinamentos eles são mesmos, mas o nosso olhar, a o contexto eh da sociedade nos pede mais. >> É essa é fundamental. Eu estava ouvindo hoje uma palestra que o Aroldo fez no céu para falar sobre Jesus. Aí ele começa reportando antes de Moisés pra gente chegar em Jesus. E quando faz todo esse desenrolar com com todos aqueles profetas, todos aqueles ex, fica muito mais fácil de compreender. E agora a doutrina com os esclarecimentos que Kardec nos traz, especialmente dessa do Evangelho, que é o consolo mesmo para nós, né? as outra parte filosófica, científica, muito importante, mas o consolo tá aqui, né, no evangelho, onde a gente vai aprender a perdoar, a ser indulgente, a saber lidar com as pessoas, a ter toda um uma proposta de acolhimento, né? E é isso que você falou. Às vezes eu quero ajudar do meu jeito. Nós estamos tendo muitas questões de transtorno dentro do lar. Aí eu dirijo o lar, criando todo um mecanismo de treinamento de pescar, mas a gente tá participando. Ah, você não precisa, você não precisa, você não tem ação lá com as crianças. Eu não preciso, mas o meu conhecimento vai facultar aos espíritos me intuir a tomar alguma decisão em relação a algum caso, porque eu já sei do caso e aí já sei como se processa isso. Então, a a o conhecimento é fundamental e o evangelho tá aí para nos orientar com maior segurança, porque essa escolha desses temas não foi Kardec que escolheu, foram os espíritos, né? Isso a gente tem que ter consciência e certeza disso. >> Muito bom, Toninho. >> Oi. Aqui calado, só aprendendo. >> Fica à vontade, amigo. Alguma observação? >> Não, nenhuma. Aqui eu não tô aprendendo ainda. Tem um mestro como Paulo, tá? E vocês tá aqui. Eu tô peixe pequeno. Deixa eu ficar só ouvindo por enquanto.

Fica à vontade, amigo. Alguma observação? >> Não, nenhuma. Aqui eu não tô aprendendo ainda. Tem um mestro como Paulo, tá? E vocês tá aqui. Eu tô peixe pequeno. Deixa eu ficar só ouvindo por enquanto. >> Nós estamos aprendendo, Toninho, né? E é importante a gente falar a respeito, porque o que eu estou fazendo com a minha fé, o que eu estou fazendo com esse conhecimento todo eu já adquiri, como que eu eh posso canalizar isso? A gente pensa no atendimento espiritual, Paulo atua também no atendimento espiritual. E a gente na formação e atualização do trabalhador, nós buscamos orientar justamente o que você trouxe, Paulo. O conhecimento facilita a atuação ali da espiritualidade. Nós não fazemos nenhuma atividade no centro espírita sem o acompanhamento espiritual. E no atendimento espiritual, nós somos mediadores. Nós não precisamos ser da da área da medicina, mas se a gente tem oportunidade para estudar justamente o que você trouxe agora, os transtornos, né, estudar, o que se passa pela cabeça de uma pessoa que está com uma depressão, né, severa, com idea deção ao suicídio, eu terei mais recursos até íntimos, né, para fortalecer aquela pessoa, auxiliar, nem que seja somente com a prece, com o pensamento. Muito bom. E eu já te passo, então, para você fazer as considerações que eu sei que você tem uma tarefa logo em seguida. Não, só agradecer, né, pela oportunidade e a gente aprende muito nesse momento, né, de diálogo, de revisitar o evangelho em questões específicas como esta. E só reafirmar que a mediunidade, sendo um orgânica, todos nós temos em determinado grau, podemos ampliá-la com o exercício. E é o dom que nós temos à nossa disposição para fazer essa ajuda. E a ajuda não é só na questão do curar, de aliviar problemas, é de aprender a ouvir, de colocar no lugar da pessoa. E tem aquela questão que sempre se fala que que Jesus faria no meu lugar, né? Como é que Jesus acolheria essa pessoa? Jesus iria curá-la, como é que é isso, né? E se a gente conhece o evangelho, olha, teve

aquela questão que sempre se fala que que Jesus faria no meu lugar, né? Como é que Jesus acolheria essa pessoa? Jesus iria curá-la, como é que é isso, né? E se a gente conhece o evangelho, olha, teve uma passagem de Jesus que ele agiu assim, né? E aí vai nos esclarecendo e nos dando plena segurança, né? Para poder fazer o trabalho dentro dos princípios que ele nos traz. Obrigado, viu, pela atenção de todos. Nós aqui temos de agradecer, Paulo, por tanta por tanto conhecimento, pela reflexão, eh pela amorosidade, né? E é um convite a ao estudo e ao trabalho, a vivência diária do evangelho de Jesus. Nós te agradecemos mais uma vez. Agradeço também ao Toninho que está conosco. Muito obrigada também pela presença pelo auxílio por estar aqui. Agradecemos a todos que estão conosco e os que acessarão o nosso evangelho no lar. E já deixo o convite para estarem conosco na próxima semana. Então fiquem com Deus. Até a próxima quarta-feira e nós encerramos com a nossa poesia que foi escrita especialmente para esse momento de evangelho no lar. Muita paz. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova. Fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О.

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