Evangelho no Lar - #161

FEEGO 01/05/2025 1:08:43

Evangelho no Lar - #161 Programado para o dia 30 de abril de 2025, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 19, item 10, do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976

Transcrição

Boa noite, sejam bem-vindos. Iniciamos mais um Evangelho no Lar, um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Mensageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todo o nosso carinho, a nossa gratidão. Bom, gostaria de apresentar os demais trabalhadores que estarão conosco nesta noite, o Vinícius, que é um colaborador da área da comunicação da FEGO. Boa noite, Vinícius, seja bem-vindo. Boa noite, Glácia. Boa noite a todos os nossos amigos. Que bom tê-lo conosco nesta noite. E o Juliano Fagundes, que faz parte da diretoria da Casa Espírita Estudantes do Evangelho, do GES, da Academia Espírita de Letras do Estado de Goiás. Boa noite, Juliano. Seja muito bem-vindo. A nossa gratidão por mais um momento juntos no Evangelho no Lar. Ah, esse convite ele é sempre bem-vindo. É um convite muito, muito bom, né? Encerrar o nosso dia com Jesus é uma oportunidade que a gente não pode perder, né? Boa noite, Glácia, boa noite, Vinícius, boa noite aí aos nossos irmãos que estão nos acompanhando aí pela internet, viu, gente? É um prazerzão estar aqui, viu? Gratidão a nossa. Bom, e o Vinícius, não, antes da gente fazer a leitura inicial, nós vamos dar o nosso boa noite a todos, que nós já temos aqui a Maria Lúcia Barbosa. Boa, boa noite a todos, que Deus nos abençoe. A Iva Alb Siqueira, boa noite. Uma boa noite de paz. A Tamara, Paz e Luz, irmãos de Cotia, São Paulo, a Cléu Mariano, Cleonice Mariano Rodrigues de Três Lagoas. Gente, que que bom, que momento lindo onde nós nos unimos através dessa plataforma, através da internet. Eu peço desculpas porque hoje eu estou um pouco rouca. Eu pido Quirino, ele também está aqui conosco todas as quartas-feiras. Boa noite a todos. Luz e paz de Goiânia. Olha, vamos chegando,

a internet. Eu peço desculpas porque hoje eu estou um pouco rouca. Eu pido Quirino, ele também está aqui conosco todas as quartas-feiras. Boa noite a todos. Luz e paz de Goiânia. Olha, vamos chegando, deixando seu boa noite, a cidade onde estão falando, acompanhando aqui conosco. Vamos unir as nossas vibrações, as nossas energias para que nós possamos sentir e perceber a presença de Jesus em nossos lares, em nossos corações. Eu vou pedir então pro Vinícius fazer a leitura da mensagem do capítulo 161 do livro Vida Feliz, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana de Angel e em seguida ele fará a nossa prece inicial. Então, na obra Vida Feliz, no capítulo 161, todos estamos fadados à felicidade, à perfeição. O caminho percorrer é longo, às vezes assinalado pela urtulhado pelos calhaus. Todavia, o roteiro é igual para todos, porque ninguém existe que seja considerado como exceção. Aqueles que encontram menos dificuldades fazem jus as circunstâncias em razão do seu comportamento em reencarnações passadas. Os mais atribulados, da mesma forma procedem dos seus atos infelizes. Deste modo, ganha a distância evolutiva, passo a passo e alegra-te com o destino feliz que te aguarda e que alcançarás. Queridos irmãos, irmãs e irmãs, devemos nosso pensamento agora ao nosso bom Deus, pai de infinita bondade, nós te agradecemos pela oportunidade sagrada de nos reunirmos nesse momento para aprender, estudar e refletir sobre os ensinamentos de nosso mestre Jesus. Divino Mestre, ilumina, Senhor, nossas mentes e nosso coração. Que possamos acolher a sua mensagem uma vez mais, Senhor, para que ela possa germinar dentro do nosso ser, nos permitindo assim, Senhor, desenvolver todos aqueles dons que o Senhor colocou dentro de nós, colocando-os a favor de toda a nossa humanidade. Rogamos assim sua bção, sua proteção, Senhor, a todos aqueles mais necessitados, a todos aqueles que irão assistir essa gravação, pedindo de paz e serenidade a toda a nossa humanidade. Que assim seja. Assim seja.

m sua bção, sua proteção, Senhor, a todos aqueles mais necessitados, a todos aqueles que irão assistir essa gravação, pedindo de paz e serenidade a toda a nossa humanidade. Que assim seja. Assim seja. Beijo. Obrigada, Vinícius. Bom, eu vou convidar o Julian passar a palavra para ele, para ele trazer as nossas as suas reflexões para todos nós. O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 19, a fé transporta montanha e tem 11, lembrando que é da editora da fé, a tradução de Guilor Ribeiro. Fique à vontade, Julian. Muito bem. Nossa nossa reflexão de hoje, ela vai girar em torno da mediunidade, mas não exatamente da faculdade em si, mas dos dons que produzem frutos. Aí está o grande segredo do estudo de hoje, porque o item 10 do capítulo 19, ele faz parte de um item que se chama a parábola da figueira que secou, que secou. é justamente a reflexão que vem fechar eh este item, eh essa reflexão de Allan Kardec. Então, Allan Kardec, ele nos traz aquele momento em que Jesus saindo de Betânia e com fome, ele vê uma figueira e vai até ela na busca por algum fruto. Imagino que aquela época em que eles estavam, as figueiras deveriam estar dando frutos, né? mas não tinha eh frutos na figueira. E aí Jesus ele ele ele então voltando-se para para a árvore, ela diz: "Que ninguém coma de ti fruto algum". E é narrado por Marcos que os discípulos ouviram Jesus falando isso, hein? E aí no dia seguinte, passando lá pelo mesmo local, eles viram que aquela figueira havia morrido, havia secado, né? É quando Pedro, então, ele vai dizer: "Olha, mestre, a figueira secou. Olha aquela a na qual o Senhor lançou as palavras, né, suas palavras. E aí, então foi que Jesus fala uma das máximas, né? Importante nós termos muita fé, porque a nossa palavra terá poder. E é quando Jesus diz, em verdade, aquele que disserá esta montanha, tira-te daí, lança-te ao mar, sem hesitação, mas com muita fé, acreditando firmemente, aquilo lá acontecerá. É um momento em que Jesus fala sobre o nosso poder da fé, mas também é um momento em

tanha, tira-te daí, lança-te ao mar, sem hesitação, mas com muita fé, acreditando firmemente, aquilo lá acontecerá. É um momento em que Jesus fala sobre o nosso poder da fé, mas também é um momento em que Jesus nos fala muitas outras coisas, né? Uma característica dos espíritos nobres e superiores é justamente essa, falar muita coisa com poucas palavras, a necessidade de que haja frutos em que nós possamos frutificar na terra. De várias maneiras, essa parábola, ela vem nos dizer isso. A figueira que não deu frutos se tornou inútil na Terra, porque ela não cumpre com o seu papel natural, não cumpre ali com o seu desígnio, vamos dizer assim, vamos chamar de desígnio. Allan Kardec, então ele vem explorar no item 10 esse olhar sobre a faculdade mediúnica, porque realmente para o Allan Kardec, sem a mediunidade não haveria os frutos do Espiritismo, porque todas as mensagens que foram eh registradas por Allan Kardec e e através das quais ele ele ele gerou tantas reflexões e fez tantas tantas descobertas, só foram possíveis através da mediunidade, da faculdade mediúnica. Então, quer dizer, Allan Kardec estava acostumado com já uma mediunidade que dava muitos frutos e ele sobra esses frutos o máximo possível. Desses frutos veio a codificação, em especial até o livro dos médiuns, que é um livro onde ele realmente registrou todos os frutos que a mediunidade pôde trazer. Tanto que o livro dos médiuns, ele é um livro de prática mediúnica, onde Allan Kardec só registrou ali o que era possível de ser feito, o que era possível de ser realizado, que ele viu, que ele conseguiu reproduzir, que ele de alguma forma participou, que ele poôde comprovar a existência daquele fenômeno, a sua possibilidade, como ele pode ser realizado, quais as implicações na vida do médium e de quem o cerca, os efeitos positivos ou negativos do uso da mediunidade de um de uma forma ou de outra e e o livro dos médiuns se tornou aquilo. Não quer dizer que não possa haver outros tipos de mediunidade, mas que Ana Kardec só realmente publicou o

o uso da mediunidade de um de uma forma ou de outra e e o livro dos médiuns se tornou aquilo. Não quer dizer que não possa haver outros tipos de mediunidade, mas que Ana Kardec só realmente publicou o que ele conseguiu abraçar, o que ele conseguiu vivenciar, né, deixando aberta essa possibilidade que nós pudéssemos estudar outras formas de manifestação através dos médiuns, né, pro futuro. E, enfim, essa essa temática chega aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo. Agora, antes de falar um pouquinho mais sobre esse assunto, eu penso que vale muito a pena a gente abrir um parênteses aqui na nossa exposição para falar um pouquinho sobre o caráter do espiritismo, não é? Porque quando a gente fala em frutos, nós estamos falando em resultado. Nós não estamos falando exatamente de ideias, teorias, não. Allan Kardec deixa isso muito claro nessa passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, que para a nossa vida individual, nossa vida social, nossa vida religiosa e os âmbitos que nos cercam, a doutrina espírita, ela deixa muito claro para nós a importância de nós termos ao nosso ao nosso lado, eh, a as situações que elas produzem resultado concreto, né? Nesse ponto é que a gente fala de dois duas características muito importantes da doutrina espírita, né? Aqui a primeira característica é o pragmatismo da doutrina espírita. Ou seja, ela é uma doutrina para ser aplicada. Ela é para ser aplicada. Não é uma doutrina pra gente ficar lendo e achando maravilhoso. Não, não é uma doutrina para ser aplicada. Inclusive Jesus ele ele ele utiliza-se dessas características na na sua na sua pregação ou no seu estilo de vida. Jesus não foi um teórico. Ainda tem gente que ainda pensa em Jesus como um filósofo. Olha só que coisa incrível, né? Mas não, Jesus não foi um filósofo. Por mais que muitas pessoas acreditem que tenha sido um filósofo, etc. Não. Jesus viveu tudo aquilo que ele nos falou. Pode não ter vivido tudo aqui na terra, mas ele viveu isso na sua vida. das suas experiências de vida,

essoas acreditem que tenha sido um filósofo, etc. Não. Jesus viveu tudo aquilo que ele nos falou. Pode não ter vivido tudo aqui na terra, mas ele viveu isso na sua vida. das suas experiências de vida, Jesus montou, não é, todo um campo de conhecimento, de ensinamentos. E ele veio de uma maneira bem simplificada nos nos contar sobre isso quando ele esteve aqui na terra. Então, assim, Jesus veio falar de experiências reais que ele viveu. Então, quando ele tudo que ele fala, todos os exemplos que ele dá, não são exemplos teóricos, mas ele possibilidades que ele que ele viveu. Então, acho isso interessante. O espiritismo segue essa linha também. Então, quer dizer, Alan Kardec, tudo que ele nos coloca na codificação são situações reais. E essa e essa esse item ele é muito forte nisso. Ele traz essa mensagem muito poderosa, essa uma mensagem pragmática de de olha, viva como você quiser viver, mas veja o que dá fruto, que dá resultado concreto e guarde isso para você compreender, porque o que deu o que deu maus resultados irá tender a continuar dando os maus resultados. mas que o dar, o que dá bons resultados irá tender a dar resultados cada vez melhores. Viva a sua vida, veja eh os frutos que você irá acolher e aí guarde os bons para que você possa se concentrar neles, né, e em fazer com que eles voltem a frutificar na sua vida. Então, o pragmatismo da da doutrina espírita tá muito nisso, né, na prática, né, praticamos e e vemos como é que a coisa acontece. Não deu certo não. Então, não vamos seguir. Isso vale do ponto de vista doutrinário para qualquer ideia. que seja uma ideia humana. Nós temos hoje, hoje no mundo, né, vários campos de conhecimento, inclusive muitos muitos campos de conhecimento teórico, até ideológicos, vamos dizer assim, que no papel é uma maravilha, mas quando a gente aplica dá muito errado. Nós já vimos países ao longo da história ruírem porque seguiram essa ou aquela ideologia ou porque quiseram investir nesse nesse nesse tipo de de governo, de sistema,

o a gente aplica dá muito errado. Nós já vimos países ao longo da história ruírem porque seguiram essa ou aquela ideologia ou porque quiseram investir nesse nesse nesse tipo de de governo, de sistema, etc, etc. Deu errado, né? Isso no livro, mas a gente olha, mas no livro aqui tá tão bonito, não é? Como é que não deu certo lá? Porque no livro, quer dizer, tudo que é ideal é perfeito no papel, mas nós não somos perfeitos na nossa vida. Quando vamos praticar e que vem as falhas. E aí que nós temos que corrigir esse caminho. Mas a gente tem que corrigir a teoria também e dizer: "Olha, isso aqui funciona de maneira limitada, porque nós não somos limitados". Mas e e a doutrina espírita ela ela surge na nossa vida com essa intenção, sabe? É por isso que a doutrina espirit às vezes ela vai parecer tão exigente. Não, mas é possível. É, é possível sim. Isso já foi vido, já foi vivido, não é? Um outro aspecto, eu ia falar de dois aspectos, né? Um é esse pragmatismo, ou seja, a gente saber que isso é pode ser aplicado, deve ser aplicado. E o outro caráter da da doutrina espírita é essa, já Allan Kardec já fala muito que é o caráter positivista da doutrina espírita. Allan Kardec usa muita palavra positivo. Isso é positivo. Isso é, mas não é positivo de otimista. Muita gente acha que Kardec fala disso aí por ser uma coisa otimista, uma coisa legal, né? Não é positivo de positivista que se, ou seja, que tem um objetivo que muito claro, que tem uma funcionalidade, que não tem mistificações, coisas sobrenaturais. Por isso que a doutrina espiritual na Kardec fala do caráter positivo da doutrina, né? Quem quiser depois entrar na na internet, conhecer um pouquinho mais do positivismo, né? E é uma doutrina que Augusto Conte, foi um dos pais, um dos pais da teoria positivista Kardecusa muito dessa teoria, não toda, é claro, né? Porque eh o positivismo ele não é uma doutrina nem que aceita muito bem a religião. Por isso que Allan Kardec quis demonstrar de maneira prática como é que as coisas

ssa teoria, não toda, é claro, né? Porque eh o positivismo ele não é uma doutrina nem que aceita muito bem a religião. Por isso que Allan Kardec quis demonstrar de maneira prática como é que as coisas funcionavam. Ah, mas como é que funciona o médium? Enquanto muitas religiões até hoje acreditam eh em em comunicações místicas ou num contato sobrenatural, eh coisas misteriosas, inexplicáveis, Allan Kardec quis trazer isso pro âmbito da prática diária, tentando encontrar o qual é a raiz dos fenômenos, né? A gente retorna agora pro tema da nossa da nossa exposição de hoje, que é justamente tratar disso, né? Quais são os o os os frutos da mediunidade? E aí é um assunto muito abrangente, é claro, porque em tese o que Allan Kardec nos explica é o seguinte: olha, todos nós temos uma mediunidade latente dentro de nós, né? Se nós não tivéssemos mediunidade, não haveria obsessão no mundo, porque ninguém entraria em conexão alguma com nenhum tipo de espírito. E também nós não seríamos inspirados por ninguém. Se não houvesse a mediunidade, seria uma bobagem a gente dizer para: "Ô, Jesus me inspira aqui para mim fazer certas coisas", né? pedir uma ajuda celestial sem a mediunidade, isso aí, né? Não haveria nenhum tipo de conexão espiritual. Então, há uma conexão mínima, ou seja, uma mediunidade que ela ela atende de todo ser humano, né? Agora, Allan Kardec, ele explica muito bem eh que a mediunidade seria abordada na obra espírita, aquela que seria ostensiva, aquela que a pessoa tem certeza que está vivenciando a a conexão espiritual. era a pessoa que veria os espíritos, onde os espíritos eh utilizariam ela como um aparelho de comunicação para falar, para escrever, para ouvir e etc. Aí ele trataria disso, que é a mediunidade ostensiva. Com relação a isso, o nosso item ele vai nos fazer refletir. Se temos a mediunidade de alguma maneira, em algum grau, como é que nós a estamos utilizando? Estou utilizando bem, sabendo que sou médium ou que eu tenho a mediunidade, eu estou usando bem, estou sendo um bom

a mediunidade de alguma maneira, em algum grau, como é que nós a estamos utilizando? Estou utilizando bem, sabendo que sou médium ou que eu tenho a mediunidade, eu estou usando bem, estou sendo um bom porta-voz dos espíritos, um bom porta-voz das pessoas que querem transmitir um bom recado aqui para nós, não é? Muitos aqui trabalhamos em casas espíritas. Será que nós estamos sendo bons porta-vozes dentro da casa espírita enquanto médiuns? no sentido de que eh uma atividade espírita eu me deixo inspirar para poder buscar uma melhor solução para para aquele trâmite diário ou eu ainda tô muito assim, eu eu faço, eu preciso, eu acredito que isso é melhor, né? E eu evito a inspiração nesses momentos. Sabemos que estamos o tempo inteiro cercado por espíritos. É o tempo inteiro. Então Kardec vai nos colocar sempre para poder refletir sobre essa nível de conexão que nós temos com a espiritualidade que nos cerca, essa espiritualidade que nos cerca. E Allen Kardec vem dizer: "Olha, existem conexões muito boas, existem conexões que são ruins, existem conexões que são nulas". Ou seja, nós, eu estou ignorando essas as conexões espirituais que que me cercam. E Allan Kardec vem dizer: "Olha, esses dons eles têm que ser bem utilizados". Eu penso que essa parábola aí da figueira que secou, ela faz um paralelo bacana também com a parábola dos talentos. Eu gosto muito de falar da parábola dos talentos, né? Todos recebemos talentos divinos, uns mais, outro menos, menos. E podem ser talentos os mais diversos possíveis, né? Inteligência, força física, beleza e etc., né? Os mais diversos talentos. E que Jesus quer dizer o seguinte: "Olha, não importa o seu grau de de de talento, o tamanho do seu dom, não importa. Importa é o que você fará com o que você tem." De modo que ao tempo inteiro nós estamos sendo convidados por Deus a reavaliar os nossos passos nessa compreensão de que nós não somos criaturas que estão sozinhas no mundo. Muito pelo contrário, né? Somos seres que estamos um tempo

estamos sendo convidados por Deus a reavaliar os nossos passos nessa compreensão de que nós não somos criaturas que estão sozinhas no mundo. Muito pelo contrário, né? Somos seres que estamos um tempo inteiro em contato, não apenas uns com os outros encarnados, mas os desencarnados também. Então, como intérpretes do mundo espiritual, quem é médium, quem estiver aqui nos acompanhando pelos canais da internet, né, e tem uma vivência mediúnica, mas se não tiver a vivência mediúnica, percepções mediúnicas, né, como é que está avaliando isso na na sua na sua existência, na sua vida? Como isso tá sendo útil pro dia- a dia? E eu falo útil pro dia a dia, justamente buscando uma característica que Kardec no livro dos médiuns. Nós vamos estudar o livro dos médiuns e ali nós não vamos ver Allan Kardec falando de mediunidade para instituição espírita. Ele não fala disso lá. Allan Kardec fala de mediunidade para o médium. Você é médium. Essa faculdade ela existe, ela é sua. Como é que você está administrando ela para a utilidade pública, vamos dizer assim, que é a casa espírita, entre aspas, mas como é que você está administrando essa mediunidade para você mesmo? Como é que você tem recebido as comunicações dos espíritos para você? A sua inspiração, a sua psicofonia, a sua psicografia? Como é que você tá administrando isso para você mesmo? O que que você tá, não é, eh, absorvendo para você? Como é que você tá usando isso no seu dia a dia? Quando alguém te pede um conselho, você se sente inspirado a dar um conselho? Você já sentiu essa inspiração para isso? Porque ela vem, ela vem a inspiração para um conselho, para uma tomada de decisão. Nossa, preciso tomar uma decisão difícil aqui. E a mediunidade tá sendo assim um um meio para te facilitar isso, porque nós temos muito hábito de perguntar. Às vezes quando nós estamos com dúvidas, a gente pergunta para um amigo, pergunta para um parente, pra esposa, né, pro marido, a gente pergunta. Tô com uma dúvida aqui, gostaria tanto de fazer, mas a gente

zes quando nós estamos com dúvidas, a gente pergunta para um amigo, pergunta para um parente, pra esposa, né, pro marido, a gente pergunta. Tô com uma dúvida aqui, gostaria tanto de fazer, mas a gente pode perguntar para um amigo invisível, por que não? Ô, meu amigo invisível, meu mentor, meu guia, não é? Tô com uma dúvida aqui, estou com problema. Façamos assim uma um, né, um um um clima um pouco mais elevado, uma oração pra gente poder pedir essa ajuda para ela vir. Então, são isso, são os bons frutos que nós estamos querendo colher aí do mundo espiritual pra nossa vida, pra nossa existência. Então eu acho que essa lição ela é um bom convite à reflexão, um bom convite a essa meditação íntima para tentar nos deixar um pouco mais próximos do mundo espiritual para tentar nos espiritualizar um pouco mais. Porque se eu sou uma pessoa que eu tenho uma personalidade muito difícil, eu posso estar traindo, atraindo para mim companhias difíceis. Se eu sou uma pessoa raivosa, sem paciência, se eu sou uma pessoa muito gananciosa, eu vou estar atraindo pessoas que vão me ajudar na minha ganância, que vão me vão me instigar mais raiva ainda. Você tá chateado? Fica mesmo, porque aquela pessoa lá, ela não merece sua paz, não é? É isso que os espíritos ao nosso redor podem fazer. Da mesma forma que eu tô dizendo assim: "Nossa, eu queria tanto fazer o bem, queria tanto fazer o bem". Alguém pode nos olhar e dizer: "Nossa, vamos ajudar ele a fazer o bem porque tem pessoas que estão precisando." Da mesma forma que nós encontramos isso no nosso dia a dia, não é? Nossas atitudes são altamente inspiradoras para todo mundo que nos cercam. E os espíritos também podem nos acompanhar aí nas nossas atitudes e com certeza irão nos acompanhar, né? N. Então, acho que eu fico essa reflexão pra gente aqui hoje. Eu acho que parece que essa essa lição traz mais perguntas do que respostas, mas eu penso que é uma provocação muito boa, porque quando Allan Kardec vai nos falar sobre essa questão dos frutos, eu acho que ficam

parece que essa essa lição traz mais perguntas do que respostas, mas eu penso que é uma provocação muito boa, porque quando Allan Kardec vai nos falar sobre essa questão dos frutos, eu acho que ficam essas perguntas. Por quê? Porque nem sempre nós teremos de de imediata a resposta. Allan Kardec vai falar: "Como é que devemos produzir bons frutos?" E aí a pergunta é automática. Pera aí, mas que frutos que eu tô produzindo aqui? Eu acho que é uma, ela acho que finaliza bem, Kardec finaliza bem esse item justamente por isso, né? Porque ele nos abre as portas das perguntas para que a gente possa perguntar pra gente mesmo, né? Para que a gente possa perguntar pro outro: "O que que você acha dos meus frutos? Será que eu tô produzindo?" Eu acho que nós podemos passar pras pras questões, né? Clá, não sei. Olha, foi tão claro, foi tão, eu acho que lá no item 10, eh, ele definido, né, como médiuns, como árvores destinadas a fornecer alimento espiral, espiritual aos seus irmãos, né? médicos são árvores destinados a oferecer alimento espiritual para os seus irmãos. Aqui a gente pode falar especificamente quem tem a medidade ostensiva. Você quer comentar um pouco? É exatamente o quer dizer Allan Kardec ele deixa deixa deixa deixa esse ponto aqui. Eu penso que tá claro assim, né? Quer dizer, nós enquanto intérpretes, né? enquanto intérpretes conscientes disso e dentro de de todo esse cabedal de atividades que nós temos dentro da nossa vida pessoal, eh como é que nós estamos eh transmitindo esse esse essa água viva de Jesus? Como é que nós estamos transmitindo esse esse alimento, né? o pão do Cristo, essa palavra eh de fé, eh os ensinamentos, como é que a gente tá transmitindo o que vem do alto para todo mundo que nos cerca, né? Eh, eu acho bacana isso aqui. Quer dizer, é algo que nos une. É engraçado porque a gente ouve no evangelho dizer, né? Quer dizer que a dor nos une, a dor nos nivela. O evangelho ele traz isso para nós. Da mesma forma, Kardec vem com esse outro âmbito. Hoje ele fala de lição. A

que a gente ouve no evangelho dizer, né? Quer dizer que a dor nos une, a dor nos nivela. O evangelho ele traz isso para nós. Da mesma forma, Kardec vem com esse outro âmbito. Hoje ele fala de lição. A mediunidade também nos nivela, ela nos une, porque não tem o o médium, ele não tem nada a ver com ser rico ou ser pobre. Não tem nada a ver o médico ser homem ou ser mulher. Não é ele ser mais alto, mais baixo, né? Ser mais magro, ser mais pesa. Não tem. e mediunidade não depende disso. E aí, justamente por isso, ela é uma faculdade que é distribuída aí livremente e qualquer pessoa pode ter essa mediunidade. E agora, como utilizá-la adequadamente, né? Quer dizer, o espiritismo ele nos ensina atualmente dentro do toda essa evolução que houve, dentro do do que o movimento federativo tem feito em todo o Brasil com muita propriedade, é transformar a mediunidade em algo útil, te ensinar a utilizar essa mediunidade de maneira produtiva. Eu acho isso bacana quando a pessoa diz assim: "Nossa, eu descobri que tem mediunidade". Essa pessoa vai imediatamente buscar o ESD, buscar o EAD, não é? buscar a e essa uma assistência espiritual ou atendimento espiritual numa casa espírita e já se se interar de como ela pode promover um desenvolvimento e promover uma utilidade disso. Isso é fantástico. Fantástico quando isso acontece, porque aí o que acontece na casa espírita é justamente isso, dar produtividade para que a pessoa possa utilizar de maneira adequada e não apenas para bom, a Langardia que fala aqui do ganho pessoal, do ganho pessoal com mediunidade e que isso pode amehar muitos problemas pra pessoa, né? Ainda hoje nós conhecemos muita gente e que tem a mediunidade e que ganha muito dinheiro com isso, não é? Nó quando às vezes nós vamos na livraria, na livraria da FEG, é um exemplo disso. Quantos livros que chegam lá que são bons, mas ao mesmo tempo quantos livros mediúnicos chegam lá que são horríveis, são ruins. Você vê que o médium não tá bem intencionado, as mensagens não são boas,

Quantos livros que chegam lá que são bons, mas ao mesmo tempo quantos livros mediúnicos chegam lá que são horríveis, são ruins. Você vê que o médium não tá bem intencionado, as mensagens não são boas, tem muito livro mediúnico. E tem um livro também e tem livro que vende muito. Nossa editora, nossa editora, nossa livraria, ela é bem seletiva, né? Às vezes a pessoa vai lá buscando, né? Mas o que que tem aqui de interessante? Mas cadê o livro do fulano do cicl? Não, esse livro aí você não vai encontrar Jesus neles lá, não, irmão. Vamos vender aqui não. Acontece, né? Isso é uma maneira dear a mediunidade, né, para um ganho pessoal que não é muito bom. E da mesma forma a gente ainda vê nas ruas de todas as cidades, né, as pessoas que ainda jogam cartas, que trabalham com buzos, que trabalham com com adivinhações na da vida alheia, isso é muito comum no Brasil ainda. E isso que Allan Kardec coloca aqui, quer dizer, qual que é o objetivo, que fruto você tá buscando com isso, porque se for o fruto financeiro, você tá comprometido já com o aspecto financeiro e não com o espiritual. Isso é uma questão que volta com ela várias vezes em um livro dos médiuns, né? Ele fala muito sobre isso lá. Se o médico está ganhando alguma coisa além de conhecimento, além da prática da caridade, com o trabalho mediúnico, cuidado. Esse trabalho já tá corrompido, já tá comprometido. Pode vir coisas boas dele, mas também virão coisas que não são de confiança, né? Então, desses frutos aí que nós estamos falando, eu penso que hoje o caminho paraa Casa Espírita é o melhor caminho, sabe? o caminho dos cursos, o caminho eh nós nos envolvermos realmente aí com as casas espíritas, com com as federativas espíritas, eu acho que é um caminho excelente hoje, que tem dado frutos excepcionais pro Brasil, né? Não precisamos nem ir muito longe. É só de falar do quanto que Chico Xavier foi um grande parceiro do movimento federativo, né, Gláus? Grande parceiro da Federação Espírita. Chico Xavier, gente, ele foi o

precisamos nem ir muito longe. É só de falar do quanto que Chico Xavier foi um grande parceiro do movimento federativo, né, Gláus? Grande parceiro da Federação Espírita. Chico Xavier, gente, ele foi o maior exemplo de parceria com a Federação Espírita, né? E Divaldo Pereira Franco também. Valdo Franco aí nós temos na mensagem dele hoje aí também um grande amigo das federativas espíritas do Brasil e fora vários outros. A gente fala tanto de outros médiuns que são conhecidos como Ivone do Amaral. Ivone do Amaral publicou Memória de Suicida. Mas, ó, só se fosse pela Federação Espírita, não por outra não. Então, são exemplos de médiuns que tentaram errar o mínimo possível e foram criar parcerias com justamente com a entidade nossa, que é a nossa casa Matter, para poder trazer pra gente o conteúdo de qualidade, material revisadinho, material que foi lido e relo, que foi comparado com outras obras para que pudesse chegar de maneira idônea. Eu penso que nós, enquanto médiuns, nós nunca podemos nos julgar sozinhos. ou dizer: "Não, eu vou fazer uma coisa aqui por minha conta. Não, vamos buscar os grupos espíritas para que possamos ser bem orientados, para que possamos ser úteis à caridade." Inclusive, Glá, só fechando esse último comentário, eh o quanto de caridade que é produzido numa reunião mediúnica, a maioria das pessoas ignora completamente quantas famílias estão sendo auxiliadas ali numa reunião mediúnica. Você tem ali espíritos que t uma raiva tão grande, que uma tristeza tão profunda, que estão incomodando muitas famílias. uma reunião mediúnica, você pode estar ali livrando quantas casas, quantas pessoas, né, de de uma obsessão, 100 pessoas, até mais às vezes ali atendendo um único espírito. Então assim, é uma é uma caridade que você tá evitando suicídios, evitando abortos, você tá evitando divórcios quando você atende um espírito uma reunião mediúnica, né, tá evitando assassinatos. E é é algo que vem muito em contribuir com com de maneira muito poderosa e com a nossa sociedade, né?

ando divórcios quando você atende um espírito uma reunião mediúnica, né, tá evitando assassinatos. E é é algo que vem muito em contribuir com com de maneira muito poderosa e com a nossa sociedade, né? Hoje as reuniões mediúnicas, eu tenho muito orgulho de dizer que que elas têm elas tão tão com um papel excelente, um papel cada vez melhor, não é? As as reuniões mediúnicas hoje que nós temos são reuniões muito mais equilibradas do que eram há 50 anos atrás ou 30 anos atrás, né? A as equipes mediúnicas cada vez mais bem preparadas. É tão engraçado quando às vezes a gente lê um livro antigo, né? Igual eh há poucos há poucos meses nós estudamos aquele livro Diálogo com as Sombras do Hermío Miranda, né? E aí você vê lá os comentários que ele fazia a respeito, por exemplo, de um doutrinador que era fumante. E aí às vezes o espírito falava isso para ele. Ah, você vem falar coisas para mim, você não larga o cigarro. Hoje nós nós já não temos e, né, nas reuniões mediúnicas, eu pelo menos nunca frequentei uma reunião mediúnica que tivesse uma pessoa que fosse que fosse um fumante ou que se fosse um adepto de bebidas alcoólicas. E a época de Kardec ainda tinha ainda tinha não da de Kardec não, desculpa, do Hermírio Miranda tinha muitos, né? A gente lê quando aquele lê a gente aquele a gente lê aquele livro Missionários da Luz e a gente vê o Alexandre com aquela dificuldade de fazer uma terelaçãozinha, né? Ah, um dos médiuns tinha tomado ali uma bebida alcoólica ali um pouco antes, né? Hoje a gente praticamente não tem isso mais no Brasil, né, Glósia? Isso mostra o quanto a gente tá evoluindo e o trabalho tá cada vez melhor. Quem frequentou a reunião mediúnica há 10 anos atrás, de repente parou por algum motivo, se voltar hoje vai ficar assustado, né? O quanto coisa boa, né? Que que se modificou. Então, eh eh para nós, nós estamos vivendo um momento muito bonito, um momento muito especial, né, nesse nesse ponto. Que bom, muito boas reflexões. E acho que uma uma questão vai levando a outra. Juliana, você

eh para nós, nós estamos vivendo um momento muito bonito, um momento muito especial, né, nesse nesse ponto. Que bom, muito boas reflexões. E acho que uma uma questão vai levando a outra. Juliana, você trouxe o exemplo aí do atendimento espiritual no centro espírita. as pessoas que chegam, que adentram o centro espírita, necessitadas, buscando ali um amparo, um acolhimento, uma orientação. Eh, e o esclarecimento, a gente nunca pode orientar que, eh, até afirme que a pessoa está obsidiada o que ela tem mediunidade. A pessoa precisa fazer uma autoavaliação através de estudos. Por isso que é tão importante, né? Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. E olha só o tanto que Deus ele é maravilhoso, amoroso, pai. Ele nos dá várias oportunidades para que a gente possa eh aprender essa autopercepção e auxiliando a outras pessoas também, porque se a pessoa não tem uma faculdade ostensiva, como você mesmo trouxe, todos nós estamos aí, né, de ordinário, são eles que nos dirigem, né, Seus espíritos influenciam na nossa vida de ordinários eles que nos dirigem. E é através da nossa sintonia, pensamentos, sentimentos, ações. Se a gente quer observar o resultado dos frutos, a gente não precisa ir longe e olhar pro outro. Não é tão complicado assim ter uma percepção, porque nós somos criados para sermos felizes nesse processo de encontrar essa felicidade que não pertence ainda a esse mundo, mas que nós também como espíritos imortais não pertencemos a este mundo. Como é que a gente vai começar a ter esses raios, né, esses lantejos de felicidade, né, notícia tranquila, de paz interior, como você trouxe bem claro para nós, como é que nós estamos fazendo o uso das nossas faculdades, que a gente pode traduzir também de talentos, lembrando da parábola dos talentos. Eh, você foi falando aí, eu fui lembrando de dois personagens que Emanuel nos trouxe, né? Um um personagens muito famosos, acho que todo mundo já conhece, né? Uma é o lá, né, do livro renúncia e o outro é o quinto varro lá do avev Cristo, né? Dois

is personagens que Emanuel nos trouxe, né? Um um personagens muito famosos, acho que todo mundo já conhece, né? Uma é o lá, né, do livro renúncia e o outro é o quinto varro lá do avev Cristo, né? Dois espíritos de uma elevação incomparável. Eu acho que da literatura espírita raras vezes trouxe espíritos assim tão iluminados para nós, né? e nos mostrar esses eh um pouco dessa vivência deles. E ali é uma mensagem muito forte que eles nos deixam e que eu acho que faz todo sentido com o que você acabou de falar. O evangelho deixa muito claro, a felicidade não é deste mundo. Mas qual o caminho então para que a gente possa alcançar o máximo possível dela, né? Né? a completa não tá aqui, porque a gente tem momento que a gente tem um desafio, momento que tem outro. Então a a nosso nosso emocional é a montanha russa, né? A mesma hora que ele tá sorrindo, é a hora que a gente bate o bate o dedinho do pé na na quina da cadeira e a gente fica chateado, né? desse jeito. E aí esses personagens vem nos dizer o seguinte: "Olha, não existe felicidade enquanto você não conseguir fazer o outro sorrir." Olha que engraçado isso, porque a felicidade da da ver a o pessoal dela bem, né? A família dela, o amado dela, né? O pol, né? Era ver eles bem, era ver eles sem as inferioridades, né? Que estavam massacrando eles aqui na terra, né? Então, eh eh isso deixava ela feliz. Então, ela estava lá num planeta, lá na estrela de Sírios, num lugar muito longe, mas ela não tava feliz lá. Nossa, mas ela era um espírito iluminado, era espírito de luz, não precisava reencarnar, já tava em outra esfera, outra galáxia. Mas não, mas ela não tava feliz. Não tava feliz, mas com conhecimento que nem o ser humano não tem, não, não tava feliz. O quinto varro, da mesma forma, o quinto varro tava nas esferas espirituais, um espírito iluminado daquele jeito. Ele, olha, eu preciso voltar pra terra, eu preciso voltar pra terra porque o meu filho ainda não é cristão. Ele não é cristão. Não tô feliz, eu não posso ir para lugar nenhum

iluminado daquele jeito. Ele, olha, eu preciso voltar pra terra, eu preciso voltar pra terra porque o meu filho ainda não é cristão. Ele não é cristão. Não tô feliz, eu não posso ir para lugar nenhum mais. Eu não tenho como. Ele tá lá, ele tá sofrendo porque ele é ignorante e ele não sossega. Enquanto o filho dele não reza, o primeiro Pai Nosso, ele não sossega. A obra toda é essa. Chegar no olha contei o final do livro, né? Mas tudo bem, né? E aí por aí vai, né? Bezerra de Menezes, que é o nosso exemplo mais próximo, né? Quer dizer, Bezerra de Mes tá lá na nossa casa, o a Federação Espírita, né? Que de vez em quando aparece nas reuniões mediúnicas até hoje lá, né? Por falar um dar um oi pra gente lá. Podia ir embora, não podia ir embora? Não. Não quis. Por quê? Porque o brasileiro tá chorando. O brasileiro ainda tá chorando ainda. O espírita ainda tá apanhando ainda das lições, né? Então acho que é isso, né, Gláuscia? Eh, é a gente entender que olha, não, não, feliz não sou eu sorrindo. Feliz é quando eu consigo sorrir e porque outros ao meu redor também estão sorrindo. Sorrir junto é sorrir junto, né? Felicidade não é sorrir sozinho. Felicidade é sorrir junto. Acho que acho que essa que é a dica, né? Quem quem mais tá sorrindo junto com outros, não é? Mais próximo da felicidade está. Agora, quem tá rindo sozinho, né? Tá iludido. Tá iludido, né? É preciosa a sua observação, Juliano, porque nós eh Jesus veio para servir, né? Ele não veio para E ele foi ele. Nós falamos no atendimento espiritual que ele é o nosso atendente fraterno por excelência. Na questão 625, ele é o nosso guia, o nosso modelo. Isso é muito claro. Então, nós precisamos reportar a ele a todos os instantes. É um, é, é o nosso fim destinado ter esse amor, compreender cada vez mais essas lições que ele nos trouxe. Nós ainda estamos muito distantes. Sim, estamos muito distantes. Mas se nós não começarmos agora a refletir nestas questões, nós vamos demorar muito mais a encontrar esse caminho que ele mesmo nos

xe. Nós ainda estamos muito distantes. Sim, estamos muito distantes. Mas se nós não começarmos agora a refletir nestas questões, nós vamos demorar muito mais a encontrar esse caminho que ele mesmo nos sinalizou. Ele trouxe a bússola para que a gente pudesse encontrar esse caminho de volta ao Pai. Então, às vezes a gente fala, estamos falando do ideal, então nós estamos falando do que é possível, porque na simplicidade o sorriso, né? Quanto um sorriso, um sorriso resolve tantos problemas, às vezes não precisa dizer nada. Um olhar afetuoso, não é isso? Pensar um pouquinho mais no outro. São coisas simples que por que as guerras, né, elas explodem? Porque não houve uma comunicação, não houve um diálogo, ninguém conseguiu ouvir verdadeiramente o outro. E é o que nos falta. Nos falta dentro do lar, nos falta dentro do centro espírita. Você falando aqui que hoje não se tem mais essas situações, Deus queira que não tenha mesmo, né? Deus queira que não tenha mesmo. Mas nós precisamos fazer desse movimento de refletirmos, né, em torno desse evangelho, né, que que traz tantas lições de Jesus à luz do Espiritismo, para que a cada dia a gente possa ampliar o nosso olhar, o nosso coração, né, ir em ao encontro dessa auto, né, essa autopercepção, esse autoconhecimento. ainda, né? Forma íntima. Bem interessante, Juliana, que eu enxergo no outro aquilo que eu tenho dentro de mim. Então, quando eu estou enxergando muito defeito, muito egocentrismo, a gente pode pensar um pouquinho que isso, na verdade, está dentro de mão. É. E o contrário também é verdade. É, é engraçado isso. Engraçado que eu falo assim, curioso isso que você apontou, né, GL? Porque você Eu compreendi. É porque você citou isso aí. Isso é de uma grande sabedoria, né? Você foi falando aí, foi lembrando, né? A Yung, né? Chegou chegou numa conclusão muito semelhante a essa, né? Estou vendo algo que está em mim, né? Mas se a gente for observar Jesus, Jesus falou disso de uma outra maneira que também é genial se a gente sabe interpretar, porque se

muito semelhante a essa, né? Estou vendo algo que está em mim, né? Mas se a gente for observar Jesus, Jesus falou disso de uma outra maneira que também é genial se a gente sabe interpretar, porque se quando Jesus fala assim, olha, você tá ali enxergando e o argueiro no olho do outro lá, mas você não tá enxergando a trave no no seu olho. É, mas assim, se a gente for pensar, o argueiro e a trave eles meio que são a mesma coisa, só que muda o tamanho, né? Quer dizer, então assim, no outro eu estou vendo uma coisa lá, mas eu tenho essa coisa em mim muito maior. É engraçado a gente olhar por esse âmbito, né? Porque assim, uma coisa que depois só foi descoberta pela psicanálise ou por outros campos de conhecimento só do século XX, né? Jesus já tava falando disso. A gente é que não pegou no ar, né? A a lição. É porque, infelizmente, assim, o evangelho não veio com manual de instruções, né? São lições que foram lançadas que nem mesmo os apóstolos entenderam de imediato. Jesus não pôde explicar isso com muita clareza, né? Inclusive o comentário quando ele vai anunciar o consolador prometido é esse, né? Calma, depois vai vir o consolador, né? Um outro consolador, ele vai explicar melhor. Mas para nós que temos um conhecimento hoje, a gente consegue atualizar algumas lições de Jesus que são incríveis, né? A atualização fica fica impressionante. Quantas lições de Jesus ainda vão ser atualizadas de uma outra forma lá na frente? fica assim, gente, olha, Jesus já tava falando disso há tanto tempo atrás, né? E e é bacana demais eu quando a gente vai aprofundando no no evangelho, aprofundando na lição de Jesus, uma frase, uma frase dessa e que traz um conhecimento de compêndios, né, de de psicanálise, de psicologia, né, uma frase Jesus já já tava falando disso já naquela época. Eh, olha, é impressionante, né? É bonito demais. Eu acho bonito demais isso. Sim, estávamos comentando nos bastidores agora a pouco a respeito. Você falou quanto tempo a gente estuda o evangelho. Nós já estamos há mais de 4 anos aqui.

bonito demais. Eu acho bonito demais isso. Sim, estávamos comentando nos bastidores agora a pouco a respeito. Você falou quanto tempo a gente estuda o evangelho. Nós já estamos há mais de 4 anos aqui. Estamos no capítulo 19. E quando a gente retornar, né, tomara que a gente tenha um outro olhar e consiga perceber o que a gente não percebeu antes. É, exatamente. E eu penso que é muito necessário a gente sempre retornar, retornar e retornar, sabe? As lições elas são elas vão se renovando com os nossos conhecimentos. Você falou muito bem, Glá. É isso mesmo, sabe? Esses dias eu me peguei fazendo um um um descoberta que eu falei assim: "Gente, eu fiquei encabulado porque é claro que isso vende agora porque eu tenho uma formação universitária melhor, né, e outros conhecimentos e aí coisas que se fosse assim 5 anos eu não tinha percebido e esses dias eu percebi, sabe? Um exemplo só, né, de coisas que ficam veladas que de repente você fica assim, gente, que coisa impressionante, né? A gente falava até antes aqui um pouquinho sobre Sócrates e Platão, né? e as referências que Kardec eh eh cita sobre eles lá no Evangelho, né? Esses dias atrás eu eu fui estudar um pouquinho alguma coisa de história, eu me peguei na filosofia grega, né? Aí fui dando uma olhadinha e em como as coisas elas foram historicamente caminhando e eu fiquei assim: "Meu Deus, gente, Jesus é inteligente demais. Porque olha o que que a história nos fala. O Kardec vem falar pra gente da importância da doutrina de Sócrates e Platão. Tá aí? Então vamos lá na história aí. Sócrates, ele é o professor de Platão. Platão, ele se torna depois professor de Aristóteles e Aristóteles vai se torna professor de Alexandre Grande. Olha onde é que chegou a língua grega e a filosofia grega. Alexandre Grande depois domina grande parte do mundo civilizado, né, inclusive Oriente Médio, né, onde fica lá, né, Jerusalém e etc. Aí passando esse tudo isso aí vem Jesus, né? As lições de Jesus são registradas pelos apóstolos e logo que o

te do mundo civilizado, né, inclusive Oriente Médio, né, onde fica lá, né, Jerusalém e etc. Aí passando esse tudo isso aí vem Jesus, né? As lições de Jesus são registradas pelos apóstolos e logo que o evangelho começa a fazer sucesso, é traduzido para que língua? O grego. Aí de repente essa história começa a fazer um caminho inverso lá do Oriente Médio. Vem voltando para o mundo ocidental, paraa Europa, os ensinamentos de Jesus em grego. Quando isso chega na Grécia, na mão dos gregos, eles olham os textos evangélicos e falam assim: "Nossa, isso aqui faz mau sentido". Tem tudo a ver com o que falava o Sócrates, Platão. Olha como tem coisa a ver. De repente, a Europa virou centro do do do cristianismo no mundo, né? O Vaticano fica lá hoje, mas muito antes, né? Eh, eh, eh, já o cristianesmo começou lá e aí Roma abraçou com toda força essa causa cristã, não é? E tudo isso começou lá com o Sócrates, né? Né? Então, ex, quando a gente fala precursor, não é só precursor de ideia, mas o modo como essa ideia transitou fisicamente, né, na materialidade cultural, é que impressiona, impressiona imensamente, né? Eh, vê que coisa, né, Gláus? Eu acho assim, é uma genialidade, é uma profundidade que tá por trás das coisas, dos acontecimentos históricos e a gente fica, a gente fica bobo, né? É quando a gente começa a fazer essas, essas correlações. E olha onde veio parar a árvore de Jesus. Olha a nossa responsabilidade, o nosso compromisso, não é? Eu quero só dar boa noite pra Eliane Fagundes. Boa noite, meus irmãos. Que Jesus nos ilumine. Será que você conhece? É, minha esposa aí, tá ligadinha aí na nossa live. Seja bem-vinda, Eliane. Seja bem-vinda. Eu quero passar pro Vinícius agora também. É interessante essa reflexão que a gente faz, né? Porque o nosso estudo fala sobre a figueira, né? Produzir frutos e a gente vê como que as ações do homem elas podem, onde que elas podem chegar, né? as ações boas ou as ações ruins, né? E é isso que a gente tava refletindo, né? Eu acho esse capítulo assim muito

tos e a gente vê como que as ações do homem elas podem, onde que elas podem chegar, né? as ações boas ou as ações ruins, né? E é isso que a gente tava refletindo, né? Eu acho esse capítulo assim muito importante, porque esse item, né, é importante, né? Porque a gente reflete, a gente percebe que a doutrina espírita ela não criou eh a mediunidade, né? A mediunidade era algo que já existia na humanidade desde sempre, né? Mas Kardec ele vai juntamente com Jesus nos mostrar o que que é essa mediunidade com Jesus, né? que é essa mediunidade que vem para atender o próximo, para nos trazer a renovação. E ela tem um papel tão importante, né, que nós temos que estar muito atentos a como que nós temos utilizado essa mediunidade, né, seja ela ostensiva ou não ostensiva, né, porque de alguma maneira nós estamos sendo influenciados, nós estamos sendo instrumentos, né, da espiritualidade, seja para levar o bem ou se for muito ruim mal, né, ao nosso próximo, né? Então fica a reflexão desse capítulo, né? para que a gente possa estar atento à nossa responsabilidade, né, eh, enquanto encarnados, principalmente com esse dom, né, que até também um dom que Deus nos deu, né, mas um dom que vem para nos auxiliar no trabalho de Jesus, né, da renovação do nosso ser e também da humanidade, né? Com certeza. Eu acho que é uma lição diária, né? Eh, ao encontro do que ele falou também, fez recordar o seguinte, Juliano. Ó Deus lhe retirará o dom que se tornou inútil, a semente que não sabe fazer que frutifique e consentirá que se tornem presas dos espíritos maus. Eh, Kardec finaliza essa reflexão com com essa frase, é o quanto é grave, né? Quando a gente lê lê a parábola do dos talentos, né, a gente vê lá a que o servo, que não foi o servo obediente, né, que foi o servo preguiçoso, servo preguiçoso e mal, né, o o senhor lá ele fica bravo, né, lança ele as trevas exteriores. Olha lá, ele cai nas trevas exteriores, as trevas. E a mesma coisa a figueira aqui, né? A figueira seca até a raiz, né? Ela morre.

né, o o senhor lá ele fica bravo, né, lança ele as trevas exteriores. Olha lá, ele cai nas trevas exteriores, as trevas. E a mesma coisa a figueira aqui, né? A figueira seca até a raiz, né? Ela morre. Então assim, há um destino que ele não é um destino que é aleatório, né? Nem um azar, ele é um um reflexo realmente das nossas ações. Então, eh se eu não tô usando uma coisa pro bem, eu não não sou uma pessoa neutra. Significa que eu tô deixando de fazer o bem. Então, automaticamente eu não estou contribuindo pro bem. Eu caí no no maligno. Eu caí no maligno. Por isso, a reflexão que Santo Agostinho fez na vida dele foi justamente essa, sabe? Santo Gostinho dizia o seguinte: "Olha, interessante, falar devagar aqui. Santo Agostinho em complementa isso, ele dizia o seguinte: "Olha, Santo Agostinho não acreditava que existisse o mal. Santo Agostinho acreditava que existia o bem e a ausência do bem". Não, não tem meios termos assim, não. Se você está fazendo bem, você está bom. Mas se você não está fazendo o bem, falta o bem na sua vida. Então não tem um caráter de neutralidade aí. E é o car penso que é o que Kardec aqui também retoma isso aí, embora não tenha citado o nome de Santo Agostinho, mas é uma reflexão muito semelhante. Você está usando seus recursos para o bem? Não. Ah, então cuidado, porque se você não está produzindo coisas boas, você está produzindo coisas ruins. Porque produzindo todos nós estamos o tempo inteiro. 24 horas por dia nós produzíamos, levantamos de manhã, trabalhamos, conversamos, estamos sendo produtivos para, né, uma uma causa boa, senão será uma causa egoística, será uma causa de que interessa outras forças, né, outras forças aí que nos cercam, né? E Kardec deixa muito claro aí, ou seja, tô me filiando sem querer, entre aspas, né? Sem consciência. Estou me filiando sem consciência. E aí nós nos tornamos instrumentos do maligno, né? Porque eu vou ceder às minhas paixões, vou ceder aos meus impulsos egoísticos, vou cender aos meus impulsos financeiros ou

filiando sem consciência. E aí nós nos tornamos instrumentos do maligno, né? Porque eu vou ceder às minhas paixões, vou ceder aos meus impulsos egoísticos, vou cender aos meus impulsos financeiros ou qualquer outro vício que eu tenho, vícios materiais, né? Vou me vincular dos aspectos morais da minha existência, né? E automaticamente eu vou ser presa, presa de espíritos que têm outras intenções, né? Tanto encarnados quanto desencarnados, né? Desencarnados, né? Tem, eu não consigo lembrar a questão, mas talvez você lembre que não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem, porque nós vamos responder pelo mal que resultou do bem que eu negligenciei. É, exatamente. É, é a questão 642. Eh, façamos o bem no limite das nossas forças, porque todos responderemos pelo mal que acontecer por causa do bem que deixamos de fazer. Então, essa questão fala sobre essa questão, sobre isso, né? Se deixei de fazer o bem, algo mal acontecerá, porque deixei de atender uma necessidade, deixei de aconselhar quando eu pude, deixei de dar a mão quando alguém pediu e por aí vai, né? Fazer o bem é justamente isso, né? Deixei de dar um exemplo, um sorriso, que poderia ter animado o dia de alguém, né? E por aí vai. Então, acho que é muito sobre isso mesmo, sabe? Eu acho que muita muitas pessoas estão ficam em cima do muro às vezes, né? Conheço pessoas, eu já tive amigos de longa data que eles não não vou me filiar a esse essa ideia, não vou me filhar essa religião, eu não vou me filiar a isso. Tudo é questionável, tudo é relativo. E vivia nessa vida relativística e hoje não tem nada na vida, porque como tudo é relativo, não não abraçaram nenhuma causa e ficaram sem sem nada, né, assim, né, se foram foram amigos que não conseguiu sustentar um casamento, não conseguiu manter relação com filhos. que não conseguiram profissionalmente nada. E sabe, acho, acho que tudo tudo tem relação na nossa vida, né? Abraçamos uma causa para que a gente possa ter um uma fortaleza maior na nossa na nossa vida,

ue não conseguiram profissionalmente nada. E sabe, acho, acho que tudo tudo tem relação na nossa vida, né? Abraçamos uma causa para que a gente possa ter um uma fortaleza maior na nossa na nossa vida, né? Para que isso possa nos sustentar. Causa maior que a de Jesus não teve, porque a causa do nosso desenvolvimento espiritual, da nossa felicidade suprema, né? Da nossa do nosso desenvolvimento. Para onde a gente vai, o nosso futuro, né? pro nosso futuro. Então, quer dizer, a maior causa é essa. É por isso que eh Allan Kardec falava tantos cuidados que a gente tem pra gente não ser proselitista. Que que é proselitista? É ativista. É a mesma coisa. Ah, não, não façamos prosélito, ou seja, não sejamos ativistas para ficar formando seguidores. Hoje a gente tem que tomar muito cuidado pra gente ser cristão e colocar o cristão como a nossa maior causa. E para mim tomar cuidado quando eu fui fazer uma coisa para ela não ser uma coisa anticristã. ser antiético nisso ou ou manter um uma coisa que não seja cristão, pelo menos o máximo possível, né? O máximo possível nessas relações, né? E ao mesmo tempo saber que qualquer outro tipo de engajamento tem que ter cuidado, né? Para mim não ser ativista, não sejamos ativistas. Ela é um dos recados forte de Ana Kardec, né? Pra gente evitar qualquer tipo de proselitismo, né? Na nossa existência. Eu acho que é um grande recado de Ana Kardec, né? Porque senão a gente vai começar a nos nos desvirtuar, né? naquilo que nos cabe. Você falou muito bem, né, Gláus, a gente aprender a olhar para nós mesmos, o autoconhecimento, né, quem eu sou, para onde é que eu vou, o que que eu tenho que fazer, quais são as minhas prioridades. Então, eu acho que o espiritismo ele é um bom caminho para isso. Eu recomendo até sobre isso, o autoconhecimento, entender as nossas bases. As leis morais são ótimas para isso, né? As leis morais são ótimas para isso. Acho que a lei natural, ela é incrível, né? Quer dizer, a natureza está te ensinando. Quer dizer, qual que

s nossas bases. As leis morais são ótimas para isso, né? As leis morais são ótimas para isso. Acho que a lei natural, ela é incrível, né? Quer dizer, a natureza está te ensinando. Quer dizer, qual que é a sua natureza humana? Não, pera aí. Começa por onde? Minha natureza. Começa pelo meu corpo físico, começa pelos meus sentidos, não é? A antropologia. Eu sou, eu tenho uma formação em antropologia, então sempre tô falando vez ou outra nisso, né? Mas nós sabemos que a antropologia é um instinto humano natural. Nós já temos já n pesquisas e n comprovações de de de cientistas sobre isso, né? Malinovski, eh Mercelade e e tantos outros, né? Que trouxeram pesquisas tão intensas. A religião é um instinto natural do ser humano. Se você não não não tá não tem uma religião, você tá contrariando um instinto básico seu, como instinto de comer e de dormir, né? Olha que coisa impressionante, né? N e talvez por isso a antropologia anda meio fora de moda, né? Porque vem trazendo essas pesquisas muito intensas que tem grupos aí que, né, de ateus que não gostam muito de religião, né? Então fica confrontando essas essas coisas, né? Mas a gente já sabe. Então eu acho Elen Natural fantástico. Eu acho que a gente deveria, né? deveria eh ler, né? Vamos ler, vamos estudar, vamos aprender. O autoconhecimento passa por tentar entender primeiramente o que é, o que é ser um ser humano, né? O que é relações humanas, o que que é para que que existe uma sociedade, que é um relacionamento, né? Um relacionamento romântico, por exemplo, né? Tudo isso é autoconhecimento, né? Tudo faz parte, né? A gente entender quem nós somos, que tipo de relações que nós temos que ter entre nós, né? para existir. Eu acho que as leis morais falam muito disso. Lá tem lei de sociedade, lei de reprodução, lei de igualdade que trata muito de relação interpessoal, os nossos valores, né, que nós temos que ser um pro outro, qual o meu papel, qual o meu papel. Então, eu acho que se a gente não tá muito claro nessas graças a Deus tem lá as leis

elação interpessoal, os nossos valores, né, que nós temos que ser um pro outro, qual o meu papel, qual o meu papel. Então, eu acho que se a gente não tá muito claro nessas graças a Deus tem lá as leis morais do livro dos espíritos para nos ensinar, né? E onde buscar não falta. É onde buscar não falta. Falta a gente estudar e como você trouxe debruçar nesse propósito. O próprio, a própria doutrina espírita já não traz propósitos de vida já. Não é? Olha a lição do homem de bem no capítulo 17. Sede perfeito. Sede perfeitos no item três e que é o homem de bem. É, é isso mesmo. Olha, eu acho assim, a gente, Deus já dá muito, muito, já dá muita dica quando a gente nasce, né? Eu, eu eu dirijo uma reunião mediúnica lá na, na, na, na, na na, nesse est do Evangelho, né? E às vezes tem médium que fala assim: "Ah, eu vou faltar reunião porque eu vou eu vou dar palestra". Sabe? Falou assim: "Ah, mas aí você tá furando seu primeiro dever que já a natureza já te impôs, que é o dever mediúnico, né? Já nasceu de berço, né? É, às vezes eu brinco assim, né? É claro, né? Quer dizer, a gente é tão cheio de atividade espírita que a gente acaba faltando mesmo, né? Eu sei, né? Mas assim, mas eu gosto de brincar desse jeito porque é a nossa realidade, né? Ah, eu o que que eu vou fazer no no no movimento espírita ou o que que eu podia fazer para ajudar? É médio, né? Então você já sabe. É médio. Então não tem para onde correr. Primeiro esse, depois vê o que que dá para fazer quando sobra tempo, depois da mediunidade, né? Deus já dá algumas dicas, né? Assim, tem várias outras, né? Gló você ia até falar sobre isso, né? Agora, né? Sim, mas fique à vontade, podeum, né? E assim, eu vejo que eh as casas espírit, eu trabalhei numa casa espírita, sabe? O dirigente lá eh eu lembro quando eu comecei lá, foi a primeira casa espírita que eu trabalhei lá, quando eu conheci minha esposa atual, né, Eliane, né, ela me levou lá e lá eu gostei demais, fui trabalhar. Aí um dia eu perguntei pro dirigente assim:

oi a primeira casa espírita que eu trabalhei lá, quando eu conheci minha esposa atual, né, Eliane, né, ela me levou lá e lá eu gostei demais, fui trabalhar. Aí um dia eu perguntei pro dirigente assim: "Olha, eu queria doar aqui, eu queria fazer alguma coisa a mais aqui, né? lá, porque eu na época lá eu tava fazendo coisa muito simples, porque eu conhecia pouco de espiritismo, né? E ele falou assim: "Não, não, é o seguinte, aqui você vai vivendo aqui, viva aqui na casa espírita, algo vai te chamar atenção e aí você vai poder contribuir, porque você vai descobrir ali a sua optidão e aí nisso que você tem que investir." E foi ótimo porque lá eu fazia sopa, né? Picava verdura. Aí depois lá um dia antes da sopa, onde eu fazia uma pequena leitura do livro Busca e acharás, né? E aí ele me viu lendo o livro e falou assim: "Nossa, você tá lendo bem, você não quer dar uma palestra pra gente aqui não". Aí foi minha primeira palestra espírita. Aí lá eu descobri a Libras, né? Língua de sinais. E eu vi que eu era bom no língua de sinais, gente. E né? Você vê, eu tenho 14 anos que eu trabalho como inérprete em Libras no congresso espírita, né? Do estado de Goiás. 14 anos. Descobrir isso lá, mas por um conselho muito simples. Não, não quero vir aqui doando, fazendo isso e aquilo. Não, calma. Vai pro banco, assiste, sente, participe. O que te chamar atenção, você levanta e vai. Olha aí que conselho lindo para nós que somos eh espíritas e às vezes nós ficamos um pouco perdidos na casa espírita, queremos isso, queremos aquilo, a gente vê o outro fazer e quer fazer também. Calma, esse conselho é o que eu dou pro pessoal. Ah, eu tô conhecendo a casa agora, queria trabalhar. Fale, não, não. Senta aqui, assiste a palestra, vê os passistas, vamos ver o que que tem aqui na casa, né, para você conhecer. Entra num estudo, logo você vai est cheio de serviço. Logo já vai estar cheio de serviço, vai aparecer naturalmente. Muito muito que bom. Eu vou passar pro Vinícius e depois eu retorno com você para você deixar suas

o, logo você vai est cheio de serviço. Logo já vai estar cheio de serviço, vai aparecer naturalmente. Muito muito que bom. Eu vou passar pro Vinícius e depois eu retorno com você para você deixar suas considerações finais. já te agradecendo muitíssimo por esse momento. É, é interessante isso que o Julian nos falou, né, que a gente vai se situando no ambiente, né, e tem uma fala que diz que quando o trabalhador está pronto, o trabalho aparece, né? E aí assim é a gente tá atento, né, porque a espiritualidade vai nos guiando, né, onde a gente pode ser útil, né? Eu acho isso importante a gente ter essa serenidade para se colocar à disposição da espiritualidade, né? Como Paulo de Tarson nos exemplificou também, né? Mestre, do que quer que eu queres que eu faça, né? Não é o nosso ego, não é aquilo que dessa agitação, né? Mas é, vai surgir o trabalho que a gente tá pode se encaixar e pode contribuir mais, né? É, eu concordo, Vinícius. É isso mesmo. Essa frase é linda, né? falar de André Luiz e eu acho que ela é uma grande referência pra gente. Olha, vamos vivendo, vamos vivendo que as situações vão aparecendo. Não adianta a gente apressar, né? Tudo que é apressado é ruim. Tudo bem, na nossa evolução espiritual, ela ela é urgente, mas não é apressada, né? Assim como a nossa nossa filiação à a à doutrina espírita, filiação à casa espírita, nossa reforma moral, não adianta a gente apressar, não é? Violar consciências não vai ser uma solução para nada. Vamos vivendo, não tem ninguém perfeito. Olha, Jesus tem uma frase que eu acho ela genial quando ele fala assim: "Olha, sãos, não precisam de de médico, gente. É a melhor frase, eu acho assim, da vida da gente, porque acaba com esse puritanismo que há muitos espíritas têm, acaba muito com essa ideia de perfeição, de nossa, perfeccionismo sistemático, acaba porque olha, né? Ah, tem gente que fala assim: "Olha, mas eu não me sinto preparado para tá aqui". Olha a a resposta que a gente dá ali. Mas se você tivesse preparado, talvez você não estivesse

acaba porque olha, né? Ah, tem gente que fala assim: "Olha, mas eu não me sinto preparado para tá aqui". Olha a a resposta que a gente dá ali. Mas se você tivesse preparado, talvez você não estivesse aqui. Assim para quê, né? Quem tá preparado não tá aqui na terra. Os preparados não estão aqui, né? Aqui somos aqueles que estão tentando, né? Que estão tentando. Eh, então acho isso muito bom porque isso nos dá um consolo, né? GL. É um consolo que isso traz que é impressionante. Impressionante. Tem espíritos que às vezes a gente conversa nas reuniões mediunas que falam assim: "Ah, mas e eu sou muito mal, eu não, vocês não vão me querer aqui." A gente diz: "Não, mas é por isso que a gente quer." É o contrário, meu irmão. É o contrário. Olha, nós estamos aqui do teu lado. Nós não somos melhores, não. Somos melhores, não. Jesus tá querendo é a gente. Segunda-feira mesmo apareceu um espírito lá. Eu falei assim: "Olha, você não se sente digno aqui porque você fez isso ou aquilo, não é? com fulano ciclando e tal. Mas olha lá, se a gente fosse olhar por esse lado, se Jesus fosse olhar por esse lado, Jesus não tinha convidado Pedro, não é? Pedro era um homem bruto daquela época, né? O homem daqu daqueles tempos, né? Chamou, não teria chamado Levi para se tornar Mateus, um homem que era odiado daquele tanto, servia aos romanos, não é? Não é que ali ali te fal ter sido preconceito danado ali, né? Ele no meio daqueles apóstolos, né? Até que daquela série de Josemen fala um pouco disso, né? E Judas, Jesus teria chamado Judas para estar do lado dele, se souber, né? Se ele fosse ficar avaliando, sei que ah, que ele não era perfeito, que ele tá muito preocupado com outras coisas. Nós somos esses aí, sabe? É, um é o Pedro, o outro é o Judas, o outro o outro é o Tomé, que não acredita em nada, né? Que mesmo Jesus tendo retornado, ele ainda se assustou e duvidou. Então, cada um de nós é um desses aí, né? São 12 tipos humanos que vão encaixar cada um de nós, né? Quer dizer, somos esses aí. Então, o

e mesmo Jesus tendo retornado, ele ainda se assustou e duvidou. Então, cada um de nós é um desses aí, né? São 12 tipos humanos que vão encaixar cada um de nós, né? Quer dizer, somos esses aí. Então, o importante é não parar. Eles não pararam porque não se sentiram preparados. Continuaram do jeito que eles podiam, né? Então, assim, somos nós. É importante a gente não parar. Ah, não tô preparado, me sinto bem, acho que eu tô pequeno demais. Não, não para, não. Vamos, segue, continue estudando, fazendo culto, continue trabalhando, que as coisas vão se ajeitando. É isso aí mesmo. É no caminho mesmo. De repente a gente toma consciência, né? E aí a gente discutindo aí. E é verdade, você trouxe a questão dos apóstolos, mas Jesus fez questão deles serem desse jeito para que a gente pudesse identificar. Olha, podem podem sim. Se quiser se movimentar à vontade, vocês conseguem muito mais, porque a trajetória de Pedro, Pedro depois ainda negou. E olha no que que ele transformou. Ele foi o líder do colégio apostólico, né? É lindo, muito lindo. Juliano Vinícius, muitíssimo obrigada por essa noite de estudo, de aprendizado, de reflexões, que nós possamos trazer, né, paraa nossa vida diária pelo menos um pouquinho a cada dia. Tomar como exemplo de Santo Agostin 919, do livro dos espíritos, né? buscar refletir no nosso dia. São situações assim, são questões que ao final eu acho que a gente pode perceber um avanço. Eu não percebia isso, agora eu já percebo aquilo. Então, como você trouxe é devagar, devagar e sempre, né? A constância é muito importante, a vontade como fator determinante e a constância. E assim nós iremos. E por isso que nós estamos todos juntos, porque um vai fortalecendo o outro, né? um vai influenciando o outro e nesse propósito positivamente. Muito obrigada, Juliana, muito obrigada, Vinícius, muito obrigada a todos que estiveram até o momento conosco e todos que irão acessar posteriormente. Semana que vem nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Estão todos convidados. Eu falei o

s, muito obrigada a todos que estiveram até o momento conosco e todos que irão acessar posteriormente. Semana que vem nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Estão todos convidados. Eu falei o item trocado hoje, né, Vinícius? É o 10. Semana que vem será ontem. Eu peço então pro Vinícius colocar a nossa poesia para encerrarmos esse momento de Evangelho. Beijo no coração. Muita paz. Evangelho no Lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança. A boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. เฮ

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