Evangelho no Lar - #199
Evangelho no Lar - #199 Programado para o dia 21 de janeiro de 2026, às 20h. Um momento de estudo e reflexão para a harmonização do nosso lar. Estudo da semana: Capítulo 25, itens 9, 10 e 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Tradução: Guillon Ribeiro. Transmissão: Youtube FEEGO, TV Goiás Espírita, FEDF, Facebook FEEGO e canais Grupo Espírita Mensageiros da Luz
Boa noiteos. Meu nome é Gláuscia, estou na coordenação da área do atendimento espiritual da fé Ego. Retornamos com o nosso Evangelho no Lar, um momento de estudo e de reflexão para a harmonização do nosso lar. É uma campanha permanente realizada em uma parceria entre a Federação Espírita Brasileira e a Federação Espírita do Estado de Goiás. Estamos felizes com a sua presença. Este momento é transmitido pela FEGO YouTube, Facebook FEGO, TV Goiás Espírita, Grupo Espírita Messageiros da Luz e pela Federação Espírita do Distrito Federal. Enviamos a todos o nosso carinho e a nossa gratidão. Bom, nós já temos aqui na tela o Toninho que hoje está nos auxiliando, participando conosco no Evangelho no Lar, é um trabalhador da unificação da Féo. Boa noite, Toninho, seja bem-vindo. >> Boa noite, Glona, boa noite todo mundo. E nós temos o nosso convidado que é o irmão querido nosso de Tumbiara, Goiás, o qual nós trabalhamos muito tempo no Centro Espírita César Franco Ribeiro. Agradecemos muitíssimo a sua presença, o seu carinho para conosco, Zilmar. É uma honra tê-lo conosco no Evangelho no Mar. Seja bem-vindo. >> Boa noite, Gláuscia. Boa noite, Toninho. Boa noite a todos aqueles que nos assistem, nos ouvem nesse instante. Dizer que é um prazer muito grande estarmos aqui cumprindo o nosso dever de trabalhador. Quando o convite nos é feito, a gente vai com o coração cheio de alegria. >> Que bom. >> Intenção de estarmos fazendo o nosso melhor mesmo. >> Obrigada, seu Mar. Obrigada. Olha, nós temos a Renata que já está conosco. Ela nos acompanha de Belo Horizonte, Minas Gerais. Seja bem-vinda, Renata. Constância também deixando aqui seu boa noite. Seja bem-vinda. A Maria Lúcia também que sempre está aqui conosco. Boa noite, seja bem-vinda. Fernanda Ludmila, deixando também seu boa noite. Olha, coloca seu boa noite e da cidade onde que está nos acompanhando. Será uma alegria para nós sabermos quem está sintonizado conosco. O Eupídio Quirino também deixando o seu boa noite, Luz e paz. Ele
ha, coloca seu boa noite e da cidade onde que está nos acompanhando. Será uma alegria para nós sabermos quem está sintonizado conosco. O Eupídio Quirino também deixando o seu boa noite, Luz e paz. Ele também de Goiânia. Então, para iniciarmos o nosso evangelho no lar desta noite, o Tonin fará a leitura da mensagem 199. Nós já estamos finalizando o livro Vida Feliz, que foi psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco e ditado pelo espírito Joana deângeles. E em seguida ele fará nossa prece inicial. >> Nunca te apoies no pessimismo para deixar de lutar. O que os outros conseguem através do trabalho, obterás também, se tiveres paciência e perseverança. Não pretendas iniciar a vida por onde os outros a estão concluindo. O êxodo depende de muitas tentativas que não deram certos. O fracasso sempre ensina o modo como não se devem fazer as coisas. Insiste no teu serviço com otimismo e avança com vagar na direção da tua vitória. Cada dia vencido são 24 horas que ganhamos. Nesse momento, peço a todos que ele seu pensamento até o nosso mestre querido. Mestre, pedimos apoio a todos aqueles nossos irmãos. que estão nesse momento necessitando de uma voz querida, de uma voz pacífica, que encante os corações que clareia a mente. Pedimos aos nossos palestrantes que estão aqui acompanhando, convidados, que tenham a sabedoria, o discernimento de trazer essa palavra amiga a colenda a todos nós, principalmente aos nossos mentores, que nos indica o caminho a seguir. Com a certeza que seremos guiados é que damos graça por mais esse momento. Que assim seja. Que assim seja, Toninho. Nós estamos no capítulo 25 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Hoje o Z Marco fará suas reflexões nos itens 9, 10 e 11. Eh, não vos afadigais pela prece do ouro. Lembrando, quem quiser acompanhar, nós utilizamos o Evangelho Segundo o Espiritismo da Editora da Feb, tradução de Guilon Ribeiro. Zar, fique à vontade. >> OK. Obrigada. Eu tenho quanto tempo, Glácia? >> Você tem 25, 30 minutos, tempo que você precisar.
vangelho Segundo o Espiritismo da Editora da Feb, tradução de Guilon Ribeiro. Zar, fique à vontade. >> OK. Obrigada. Eu tenho quanto tempo, Glácia? >> Você tem 25, 30 minutos, tempo que você precisar. >> Tá bom. OK. Obrigada. Muito bem. Nós quando pensamos no evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo e traduzido pelo nosso querido Allan Kardec, que vem nos tirar por de cima da letra o véu, para que nós possamos entender melhor a substância exata que está por dentro dessas palavras a nutrir a nossa alma tão carente, tão necessitada, o nosso espírito tão carente e tão necessitado ainda. Nesse capítulo 25 não é diferente dos demais, porque também traz valioso ensinamento. Eh, como toda a doutrina espírita nos coloca a responsabilidade de ser, de existir em nossas mãos. O ser inacabado que ainda somos, temos muito que caminhar. Antropologicamente no corpo. Nós somos o suprassumo da biologia, mas ainda em nível conscienciais, espirituais, nós temos muito que caminhar. Ou seja, isso nos cataloga na condição de cocriadores ao lado de Deus. Deus, nosso pai misericordioso, que quer receber-nos a todos numa grande festa, como a do filho pródigo, à medida em que cada um faça a sua reflexão, saia da desobediência, saia do processo insistado em que vivemos e possamos assim voltar, ou melhor, sairmos da nossa rebeldia e caminharmos um pouco mais. Rebeldia, ela está ligado muito à juventude num processo jovial, ou seja, nós ainda estamos no nível consciencial na condição de jovens espirituais, não pela idade cronológica do espírito, porque como espíritos somos espíritos velhos já, mas pouco desenvolvemos porque ainda bate muito forte, pulsa muito forte no nosso coração a nossa rebeldia. Assim diznos lá nas partes finais do livro dos médiuns, que a medida em que nós melhoramos é nos facilitado as nossas companhias espirituais. E enquanto estamos na rebeldia, afasta-se de nós os bons e aproximam aqueles que vem não de forma contributiva, positiva, mas negativa, mas porque nós vibramos nesse mesmo
ssas companhias espirituais. E enquanto estamos na rebeldia, afasta-se de nós os bons e aproximam aqueles que vem não de forma contributiva, positiva, mas negativa, mas porque nós vibramos nesse mesmo diapazão. Então, quando a gente sabe de tudo isso, e uma vez aqui o Evangelho vem falar, para que nós não nos cansemos pela posse do ouro, não nos afadigueis pela posse do ouro, não vos canseis pela posse do ouro, significa que ele tá dizendo no sentido de que assim como anteriormente já foi aqui estudado por aqueles que nos antecederam nas partes iniciais desse capítulo, onde eh de uma forma imperativa ele tem o nome, né? Buscai e achareis. Ou seja, sem o meu movimento não haverá o autoencontro. Sem o meu movimento, não cairá no meu quintal as bênçãos que eu desejo sem o meu movimento. É uma questão de proatividade espiritual. Agora, por isso que a gente precisa sacudir esse corpo espiritual, essa consciência espiritual que está adormecida para melhor entendermos o que de fato os espíritos estão querendo de nós, especialmente. Então, a gente estudou aí, né? Ajuda-te a ti mesmo, que o Senhor te ajudará. Observai os passos do céu. E hoje esse item que é não vos canseis, eh, não vos afadigueis pela poso do ouro. A lei do trabalho é a nossa salvação. Além do trabalho braçal, físico, ela é uma bênção que Deus envia a cada um de nós para que nós não nos atrofiemos os braços, não nos atrofiemos as pernas, não nos atrofiemos as mãos. E que possamos que colocamos a mão, as mãos na charua e fazermos valer, porque a terra é grande, espera para ser trabalhada. Então, não vos fadigueis pela posse do ouro ou prata qualquer outra moeda que em que vossos bolsos. Não preparei sacos para viagem em dois fatos, nem calçados. Quando ele tá tratando desse assunto aqui, nós precisamos atualizar a conversa, não é? Porque ficar parecendo que Jesus era imprevidente, não. Mas é os costumes da época de onde você chegava, onde você abordava, aportava, você tinha a as condições de alimentar, de permanecer.
sa, não é? Porque ficar parecendo que Jesus era imprevidente, não. Mas é os costumes da época de onde você chegava, onde você abordava, aportava, você tinha a as condições de alimentar, de permanecer. Hoje tá dizendo, hoje o Espiritismo traz uma proposta do trabalho, do meu trabalho pessoal. Ele como cidadão do mundo, como cidadão encarnado, pertencente a uma sociedade humana que tem o móvel das leis que regulariza. Então, o trabalho nos mantém nessa situação e nos oferece condições de nos sustentar no nosso trabalho, mas que nós não percamos pelo nosso trabalho no intuito de ajuntar em volta de nós, em volta de nós, os excessos de que nós não usamos, não necessitamos o que nós não usamos e assim a gente poder contribuir. servir de forma equilibrada a Deus e a Mamon. Servimos ao mundo, sermos homens no mundo, sermos homens no mundo, como está no Evangelho, mas ao mesmo tempo entendermos que esse projeto espiritual para cada um de nós é o que vai nos alavancar para o amanhã. como espírito. Cada vez que penso nisso, cada vez que penso existo, cada vez que lembro que sou um ser inacabado e que o progresso espiritual está nas minhas mãos, no entendimento e das minhas escolhas, como é que eu estou usando o meu livre arbítrio. E nesse sentido, a reencarnação que tem uma conexão uma com a outra, são solidárias as nossas reencarnações. E as reencarnações vão nos colocando numa condição de graduar no nosso na nossa consciência. Eu preciso, é como se eu tivesse um botão onde eu colocasse ele para girar, que é assim que geramos os botões para dar movimento no sentido horário. E cada vez que eu dou um tom nesse botão, eu estou melhorando o meu nível consciencial para mim. Cada vez que eu quero dar o tom para o meu semelhante, desrespeitando a sua própria vontade, o seu tempo, o seu nível consciencial, eu estou perdendo a minha oportunidade. Então, trabalhar no sentido de obter o necessário, no sentido de obter eh aquilo que não nos fará falta, mas também não no sentido do excesso, porque o excesso
eu estou perdendo a minha oportunidade. Então, trabalhar no sentido de obter o necessário, no sentido de obter eh aquilo que não nos fará falta, mas também não no sentido do excesso, porque o excesso pode afastar-nos da nossa missão espiritual, do nosso compromisso espiritual, do nosso planejamento reencarnatório. Então, o que que a gente observa nisto que é um projeto de ação e reação. A proposta desse título Buscai e acharás nesse capítulo é um projeto de ação e e consequência. Sou eu quem posso, sou eu quem vou. E eu preciso agora atribuir esse projeto. E o projeto espiritual, meus irmãos, minhas irmãs, meus amigos, minhas amigas, ele é de foro íntimo. Cada um de nós promove a sua autoescultura. Cada um de nós promove a sua autoescultura. Isso que nós precisamos pensar. Veja que esse ajuda-te que o céu te ajudará. Olhai as aves do céu, não vos cansei pelo ouro. Há uma conexão tão profunda nessa fala de Jesus para nós, para pensarmos da nossa importância, da nossa significância e da nossa adesão ao trabalho moral e físico, porque estamos encarnado. o nosso contributo com a sociedade do mundo em que nós estamos, mas o nosso contributo com aquilo que os espíritos querem que desenvolvamos aqui em nós mesmos e para aqueles que estão em nosso derredor. Então, se nós formos pegar lá no Evangelho, desculpa, do livro dos espíritos, e formos entendermos lei de trabalho, lei de progresso, nós vai nos ficar muito claro que, de fato, aqui nós estamos para isto. E a gente precisa pensar mais aonde? No meu lar, onde mais no meu trabalho, onde mais na sociedade? Onde mais no centro espírita, onde mais? E a gente coloca na reticência, porque as oportunidades de realmente eh darmos o testemunho cristão num mundo translocado como esse que nós vivemos hoje, não nos falta a oportunidade. Talvez nos acovardamos por medo ou por qualquer outra coisa e temos dificuldades de testemunharmos Jesus. Quantas vezes nesse mundo translocado e cheio de ilusões que nós vivemos, temos esse medo. Então, ajuda-te, o Senhor te
r medo ou por qualquer outra coisa e temos dificuldades de testemunharmos Jesus. Quantas vezes nesse mundo translocado e cheio de ilusões que nós vivemos, temos esse medo. Então, ajuda-te, o Senhor te ajudará. É o princípio da lei de trabalho que está lá no começo. Depois, olhai os lá, olhai os pássaros no céu. Será que os pássaros contribuem com a sua cota de trabalho na harmonia do universo? Será? Então são pontos que eu preciso agora estar pensando comigo. Será que eu também trabalho numa harmonia de para uma harmonia de contributo do dessa harmonização do universo? Será? Será que a minha mente, e olha que agora o espiritismo veio nos colocar numa condição muito justa, numa saia muito justa, porque quando pensamos, nós já aprendemos que irradiamos matéria e que ela pode ser nociva, mas bem como saudável. Então, quantas vezes hoje o meu contributo foi de matéria nociva e quantas vezes hoje o meu contributo foi de matéria saudável. Temos uma informação que o umbral ele é resultante da nosso, do nosso pensamento. Há uma sustentação vibratória para que ele exista nos seus níveis de dificuldades. Será que eu já posso entender isso e educar o meu pensamento, educar a minha fala? educar a minha audição, os meus olhos que vem, os meus ouvidos que ouvem, a minha boca que fala, as minhas mãos. Será que eu já posso olhar para mim mesmo num grande espelho e observar que, de fato, assim estou fazendo o meu trabalho espiritual? Nós não estamos indo mais a distâncias longínquas. pregar, porque os espaços agora estão em nossos derredores. Quer um espaço mais importante para a vivência do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, que é o nosso lar? Junto àqueles que temos a oportunidade do trabalho 8 horas dia, é uma grande convivência. Então, o que nós podemos pensar afinal dessa proposta, desse assunto de hoje, desse assunto de hoje que nos chama uma reflexão do existir, do saber de interpretar, de estar no mundo sem ser do mundo, na fala de Paulo, da responsabilidade do contributo
ta, desse assunto de hoje, desse assunto de hoje que nos chama uma reflexão do existir, do saber de interpretar, de estar no mundo sem ser do mundo, na fala de Paulo, da responsabilidade do contributo material. e do contributo agora espiritual. Que nós possamos entender isto, meus queridos, minhas queridas, para que a gente não malbarate a existência. Será que o meu nível consciencial já me permite pensar que não devo mais malbaratar a minha existência? e que o tempo urge. É bem verdade que temos a próxima, mas sabe lá em quais condições, em quais oportunidades e em que lugares. Mas enquanto não eh estamos aqui, pensamos na nossa atual existência. Como é que nós vamos fazer? O que é que nós vamos levar para o outro lado da vida? no nosso passaporte, quando a gente for chamado de volta à dimensão espiritual. Então, através de suas buscas, a inteligência cresce, a sua moral se depura, as necessidades do corpo sucedem, necessidade do espírito, a alma gradualmente passa da barbária à civilização material e dessa para a civilização moral. Isso está sendo colocado para nós aqui lá do Evangelho no capítulo 24, no item dois. Então que nós possamos estar pensando dessa maneira, é uma reflexão diária, não é? Não vos canseis, não é? Não vos canseis pela pela eh pela posse do ouro. Não vos canseis pela posse do ouro. Quantos horta quanto tempo da minha vida semanal eu dou ao meu trabalho? Quanto tempo da minha vida espiritual eu dedico à causa espírita? Será que eu posso fazer esse movimento de espírita que sou? dentro do meu trabalho. Será que eu preciso estar tão somente dentro do Centro Espírita naquele naquele naquela atmosfera psíquica totalmente esterilizada, mobilizada para o meu tratamento espiritual, para que eu fique mais sensível à escuta, a audição, a percepção, eh a orientação espiritual ou ao tratamento espiritual. Será que eu sou lá? Que é a minha oportunidade? Não, não. Toda hora, todo momento, nós temos essas oportunidades. Será que de fato eu estou fazendo bom
ientação espiritual ou ao tratamento espiritual. Será que eu sou lá? Que é a minha oportunidade? Não, não. Toda hora, todo momento, nós temos essas oportunidades. Será que de fato eu estou fazendo bom uso dessas oportunidades? Será que eu estou aproveitando? Quantas vezes hoje o meu depoimento, o meu testemunho foi de cristão e quantas vezes hoje eu neguei Jesus. Que a gente possa pensar nisso, que a gente possa quando a gente nega o próximo, agride ao próximo, nós estamos negando Jesus. Quando nós falamos da vida alheia, nós estamos negando Jesus. Quando nós condenamos, quando nós censuramos, nós estamos negando Jesus. É mais amplo e mais profundo o entendimento de tudo isso para as nossas vidas. Porque o evangelho, esse esse manacial terapêutico que nos chama a voltar para dentro de nós mesmos numa reflexão profunda, uma reção profunda para interpretarmos o que é estar no mundo sem ser do mundo. E que nós possamos trabalhar para Jesus sem nos cansarmos pela posse do ouro. Que ele nos abençoe, a todos aqueles que estão aqui nesse momento nos ouvindo, nos assistindo, abrace carinhosamente a cada um e que só em Jesus e através de Jesus, com o nosso movimento interior no trabalho e no progresso, nós podemos libertar de nós mesmos e assim ganharmos um nível consciencial mais profundo e sairmos dessa encarnação numa condição melhor, que é o grande objetivo de aqui estarmos. Que Deus nos abençoe a todos. >> Muito obrigada, Zilmar. Você fez um apanhado nesse capítulo. É um capítulo muito especial, porque ele vem muito ao encontro do atendimento espiritual, né? Porque é uma proposta que nós precisamos apresentar para toda aquele ou aquela que busca o atendimento espiritual no centro espírita. Jesus nos nos dá todas as oportunidades, né? Deus pai eh supre todo tudo que nós precisamos para o crescimento. Mas será que a gente já tem essa consciência de fazer a nossa parte? você trouxe muito bem a questão da lei de trabalho, a lei de progresso, que é natural. Ou seja, nós precisamos dar um primeiro
nto. Mas será que a gente já tem essa consciência de fazer a nossa parte? você trouxe muito bem a questão da lei de trabalho, a lei de progresso, que é natural. Ou seja, nós precisamos dar um primeiro passo, né? Interessante que hoje é dia da diversidade religiosa, Zmar. E olha só o que que esse final de capítulo nos traz. Não violenteis nenhuma consciência, né? E eu eu sei que você eh tem essa essa relação muito fraterna com as outras religiões. Eu queria que você falasse mais um pouquinho a respeito. >> Muito bem. [risadas] Eu acho que isso é uma questão de vidas passadas. São reminiscências e encontros de amigos, não é? Então, a gente tem realmente muito trabalhos já realizados eh com irmãos de outras crenças religiosas, católicas, evangélicas e e isso, eh, como é que eu diria, assim como nós respeitamos a todos eles, eles também nos respeitam por demais como espírita. eh ao ponto de já termos participado tantas vezes de trabalhos ecumênicos, eh, com drogadição, em trabalho de reabilitação da família, eh, com trabalhos de crianças, de crianças, eh, quando meus filhos estudavam em colégio de freiras aqui em Tumbiara, Eh, a irmã me convidou para coordenar um trabalho de saída com as crianças no horário que elas saíam para voltar para casa, ao invés de almoçar, visitar lares que não tinham o que comer. E a [risadas] e a gente fez, era um horário difícil, né? E a gente fez esse trabalho por um bom tempo, eh, onde elas chegavam e aí já não tinham mais vontade de escolher, quero aquilo, quero isso, quero aquilo em casa, porque tinha chegado lá e visto algumas crianças comendo arroz branco, arroz com mandioca, às vezes arroz com peixe frito, pego aqui nas na na nas águas do Trindade, do Água Suja aqui em Itumbiara. E isso acho que foi dando crédito para que a gente eh eh estiver. Então o movimento espírito de Tumbiara é muito respeitado pelas outras religiões, assim como ele respeita as outras religiões. Essa é uma parte, não sei se era isso que você queria, mas essa é uma partezinha aí.
imento espírito de Tumbiara é muito respeitado pelas outras religiões, assim como ele respeita as outras religiões. Essa é uma parte, não sei se era isso que você queria, mas essa é uma partezinha aí. >> Sim, Zomar, eu acho precioso esse exemplo que você trouxe. >> Certa vez, Glácia Divaldo esteve aqui em Tumbiara. Eu nunca tinha contado isso. Vou contar hoje. [risadas] As pessoas mais íntimas sabem, mas assim não tinha contado. E e nós tivemos o primeiro bispo que já tinha desencarnado há um tempo e ele veio ter a noite com o Divaldo em espírito. Dom José Verciano Veloso ve se apresentou como o primeiro bispo de Itumbiara e colocou para o Divaldo esse nosso trabalho eh que a gente tinha realizado, estava realizando e que isso foi motivo de integralizar as as crenças religiosas de Tumbiara no movimento ecumênico. No outro dia de volta me falou: "Quem é Dom Veloso levantou pro café?" Foi o nosso primeiro bispo. Ele tem uma estátua na porta da igreja. Eu quero ver. E nós fomos lá ver a data do Dom Veloso e ele nos contou essa história. Aí ele relatou esse fato do colégioesano para ele. Ele relatou esse fato que nós havíamos aberto mão do almoço para poder trabalhar com as crianças do colégio, porque naquela época eu trabalhava muito e os meus horários de almoço eram muito curtinhos, né? Então eu sou muito feliz e grato por isso. >> Fiquei muito emocionada agora porque eu lembrei, né, do quanto nós tivemos a presença do Divaldo através de você, da Consuelo. Sou muito grata por isso também, né? Eram momentos de muita alegria e de muita gratidão também. É justamente isso, tentando passar aqui a emoção, [risadas] eh, a caridade. Eh, muitas pessoas falam: "Nossa, vocês espíritas são diferentes porque vocês são caridosos. O que representa e o que é essa caridade eh neste neste conceito, nessa proposta espírita, Zomar? Você trouxe uma vivência maravilhosa. >> Eu fico meio acanhado e esperto quando alguém fala que o espírito é caridoso, porque eu fico pensando se de fato o é
conceito, nessa proposta espírita, Zomar? Você trouxe uma vivência maravilhosa. >> Eu fico meio acanhado e esperto quando alguém fala que o espírito é caridoso, porque eu fico pensando se de fato o é fico pensando se isso não é intriga obsessiva para que eu entre num processo fascinado e me veja caridoso. E aí eu passo a negar o processo em mim mesmo. Mas o evangelho coloca isso de uma forma muito forte, porque a irmã Rosário, ela trabalha os dois tipos de caridade que nós precisamos aprender a ter, mas ao mesmo tempo diz, né, que a gente tem que dar sem que uma outra mão perceba o que a outra fez. A direita sem que a esquerda, a esquerda sem que a direita. Esse processo ele é dever. A medida em que cada um de nós atinge um nível consciencial melhor, o meu dever é contribuir para a vida do outro. Eu preciso ser o serineu na vida do meu semelhante. Eu sei que eu não vou ombrear a cruz dele, mas eu posso segurar um pouquinho para ele respirar. Então, quando a gente pensa dessa maneira, Gláuscia, eu fico pensando que ainda estamos distantes dessa grande verdade e desse olhar que a sociedade dá para eh o espírita em si. espírita precisa aprender colocar a mão no bolso, dar de si mesmo, saber dividir, até porque nós temos uma experiência do óbulo da viúva. E a moeda que teve maior valor espiritual no gasofilácio foi o da viúva. Precisamos refletir essas coisas e ver até quando, até que ponto de fato eu estou aproveitando essas oportunidades. Falava agora há pouco sobre as oportunidades que temos o dia inteiro no lar, na família, no trabalho, na sociedade, de sermos espíritas. Acho que nesse sentido que nós vamos interpretar. Então, não importa onde é que nós estejamos e que tipo de caridade há necessidade naquele momento. Aquele momento pede uma ou pede a outra. E é preciso que eu entenda e faça a que for melhor da melhor maneira, a que for mais desejada, oportuna e da melhor maneira. >> Excelente, Zelmar. Temara, a gente tocou também aqui na questão da paz, né? O os itens também traz essa questão
for melhor da melhor maneira, a que for mais desejada, oportuna e da melhor maneira. >> Excelente, Zelmar. Temara, a gente tocou também aqui na questão da paz, né? O os itens também traz essa questão e e olha só que contraditório, porque o mundo, infelizmente, ele está em guerra, né? Eh, a gente traz a a definição de saúde, não é ausência de doença que a Organização Mundial de Saúde define, né? Como é que nós podemos definir essa paz? já que a gente vê eh externamente, né, socialmente, mundialmente, essa questão de de guerras, de violências, de disputas, porque aqui, olha, ela termina o item: outrora, o céu era tomado com violência, hoje o é pela brandura. >> É uma interpretação de Deus, né? >> Uhum. de Deus, como viam Deus e como vimos vemos Deus no hoje. Em relação à paz, o que eu sempre penso é que enquanto eu não ser um grande contributo pela paz, ela não caminhará. enquanto eu estiver emitindo os dardos, porque nos nossos dardos eles têm valor daqueles projéteis inteligentes que vão destruir massas. Então, enquanto eu estou fazendo uma análise da guerra lá no Oriente, lá na Europa, eh em outros países, porque há guerras menores aí, eh, enquanto eu estou olhando para aquela guerra, os absurdos dela, que realmente são, mas eu não olho para os absurdos do meu olhar, os absurdos da minha boca. boca, os absurdos do meu ouvido, a minha maledicência, sabe? Eh, eh o meu, a minha maneira ainda de não interpretar Deus Jesus na minha vida, que ele coloca de uma forma muito tranquila Jesus, não é? amar a Deus todas as coisas, é o próximo a si mesmo. Então, se eu não me amo ao ponto de irradiar de mim mesmo paz, como é que eu vou querer ter um mundo de paz? Então, essa guerra é muito mais comigo do que aquela guerra que está acontecendo lá, porque ali é poderio, não é? É ganância. Eh, eh, eh, e eh é tudo aquilo que ainda carregamos. Eles estão na direção das grandes nações, mas eu estou na direção da minha grande nação, que sou eu mesmo. E como é que eu tenho feito isso? Como é
Eh, eh, eh, e eh é tudo aquilo que ainda carregamos. Eles estão na direção das grandes nações, mas eu estou na direção da minha grande nação, que sou eu mesmo. E como é que eu tenho feito isso? Como é que eu tenho trabalhado? Falei um pouco da rebeldia. Como é que eu tenho trabalhado a minha rebeldia? São momentos assim para nós pensarmos o macro, mas o micro e a gente precisa imaginar com aquela informação também dita agora a pouco de André Luiz nosso lar, que as nossas mentes, a chaminé das nossas mentes sustentam o umbral, é porque a energia é ruim. já tinha transformado umbral. Ainda exalamos energias ruins e a nossa energia ruim, ela vai lá alimentar a guerra. Não tem como, mas a minha ação, o meu pensamento e uma ação de Divaldo, exemplo, Maria Madre Teresa, um Chico. E a gente começa, nãoé, irmã Dulce, eh, a gente começa a pensar nessas pessoas, o quanto elas tinham doce nos seus corações e o quanto irradiavam doçura na sua fala, no seu comportamento, no seu abraço. Então, essas pessoas viveram no mundo perturbado paz interior, chorando pela dor do outro. Mas elas viviam em paz. Mas é pouco, precisa de mais. Somos, precisamos de um batalhão para poder fazer esse movimento. Até porque está uma guerra muito forte entre Cristo e o o anticristo. De que lado eu tô? Quantas vezes eu fui hoje anticristo? De que lado eu estou? Quando eu nego junto dos meus pais, junto da minha família, junto dos meus amigos. Quando eu, ui, eu estou sendo anticristo. Então, a paz no mundo, ela começa em mim. O dia em que a gente tiver esse nível consciencial maior, por isso nós estamos aí na madrugada, não é, do mundo deação. Não tenhamos pressa, porque não vai adiantar ter pressa. Ela é devagar e ela vai instalar, mas de forma devagarinho, com a minha ansiedade ou sem a minha ansiedade, comigo ou sem migo. Mas vai acontecer. Agora é melhor que eu participe e que eu contribua. O meu contributo tem um valor extraordinário no meu passaporte. >> Sim. Olha, o comentário que vem ao encontro,
migo ou sem migo. Mas vai acontecer. Agora é melhor que eu participe e que eu contribua. O meu contributo tem um valor extraordinário no meu passaporte. >> Sim. Olha, o comentário que vem ao encontro, eh, eu acho que é esse da questão do duelo, >> sim, >> que o evangelho nos traz, porqueou muito bem, que pode ser interno, não é isso? Sim, que é o duelo interno. É o duelo interno. Nós vivemos o duelo interno. É santo esse duelo. Duelar internamente é santo. Só que nós precisamos eh cuidar de nós mesmos para não nos adoecermos. Porque aí a gente entra num processo de conflitos existenciais, de conflitos espirituais, de perturbações espirituais. Quando eu vejo em mim que tá na minha mente, no meu consciente e na minha ação, no meu comportamento não está. Então isso gera um conflito emocional e automaticamente gera um adoecimento também. Preciso que eu veja isso. Até onde eu posso sustentar essa minha luta interna para mudar a mim mesmo sem ficar adoecido? Mas também preciso lembrar que se eu ficar dessa maneira também eu vou estar adoecido. Então que eu vá devagar conforme o meu tempo. Eu vejo as pessoas falando do tempo de Deus. O tempo que Deus é o tempo que ele nos dá. E o meu tempo precisa ser respeitado. Porque se não for respeitado por mim mesmo, pode ser que eu não consiga. Aí eu adoeço mais. Olha só que vem ao encontro da mensagem da Joana de Angeles inicial. É, não tenta ser ou fazer aquilo que os outros já estão no final, né? a gente tem que começar mesmo, é devagar, respeitando. Realmente eu estou assim te fazendo essas perguntas porque você é terapeuta também, né, profissionalmente. Então, eu acho bom a gente aproveitar e conversar a respeito disso. você tocou numa questão que ela é fundamental para cada um de nós. Porque quantas pessoas não se deixam levar por tristezas e caem em depressão, eh, se sentem sozinhas, eh, como a gente enxergar as possibilidades, como a gente ter essa sinceridade consigo mesmo em relação a esse avanço, porque nós temos um processo eh de
s e caem em depressão, eh, se sentem sozinhas, eh, como a gente enxergar as possibilidades, como a gente ter essa sinceridade consigo mesmo em relação a esse avanço, porque nós temos um processo eh de autoconhecimento. reforma íntima. O, a evolução ela é individual, ela é intransferível, mas nós podemos auxiliar uns aos outros, né? Como é que eu posso perceber quando eu tenho que me acolher, mas que eu também não posso deixar passar as oportunidades? Interessante, muito interessante essa observação, eh, porque na realidade não há nenhuma outra maneira de nos fazermos crescer se não for para o olhar interno, o mergulho em nós mesmos, uma consciência do ser que sou, na reencarnação que estou. E o que que eu trago isso num olhar eh transpessoal espiritista, não é? No olhar em que eu vou me vendo agora como uma criatura viandante de encarnações a encarnações, de mergulho e mergulho. Então eu tenho níveis no meu inconsciente que precisam ser respeitados. O meu inconsciente não dá para eu fazer um mergulho nas águas profundas do meu inconsciente. Talvez não dê para fazer nas medianas águas, porque faço com dificuldade as águas rasas desse inconsciente. Mas eu preciso ter uma consciência assim de que eu posso cuidar de mim. Não que eu não deva procurar outras pessoas profissionais, claro que devo. Uma vez que eu sinto necessidade, eu vou ao encontro do médico, do psicólogo, do psiquiatra, do terapeuta. Vou tomar passe, água fluidificada, ouvir evangelho, tudo isso. Mas tudo isso são recursos, recursos que eu tenho dentro de mim, um curador interno, porque esse curador interno é aquele Deus que Jesus colocava. Vós sois Deus, podeis fazer muito mais que eu. É conosco mesmo, é no meu processo íntimo. Então, qualquer sutileza de alguma dor emocional, qualquer sutileza de uma distonia, eu tenho que ir em busca, fazer o reconhecimento e ver o que é que eu preciso logo. Se eu tiver uma condição de fazer uma perguntinha assim quando algo me acontece, Senhor, o que tu queras que eu aprenda?
enho que ir em busca, fazer o reconhecimento e ver o que é que eu preciso logo. Se eu tiver uma condição de fazer uma perguntinha assim quando algo me acontece, Senhor, o que tu queras que eu aprenda? O que tu queres que eu aprenda com isto? Eu vou estar ativando a minha humildade e deixando a minha antena psíquica aberta para que o Senhor da vida fale na minha consciência o que é que ele quer que eu aprenda. Mas quando diante da minha indignação, por comigo eu estou exaltando o meu orgulho e eu não vou receber nenhuma resposta, porque a resposta já foi dada, é o meu orgulho. Então o que nós precisamos agora é observarmos assim: Eu adoeci, vou dar a mim o meu tempo de tratar e de restabelecer. Feito isso, proatividade, eu vou correr atrás do prejuízo. E é isso que eu preciso fazer de uma forma muito amável comigo mesmo, doce comigo mesmo, mas de uma forma assim certeira. Então isso eu preciso fazer, nós precisamos fazer. Eu penso que é por aí, Gláuscia. Muito bom, Zmar. Muito bom. Eu lembrei da obediência e resignação. >> Pronto. Pronto, >> né? >> É, é o oposto da rebeldia. >> Uhum. Obediência e resignação >> é o oposto da rebeldia. >> Isso. Muito bom. Olha, o evangelho hoje trouxe muitas emoções, muitas reflexões, >> como sempre. [risadas] nos possibilitou assim aprofundar mais um pouquinho, né, o evangelho segundo limpo evangelho, né, >> é um roteiro. Não acaba >> não, não acaba. E o interessante é que nós vamos lendo, refletindo, quando a gente retornar aquela mesma lição, nós já estamos com um olhar diferente e conseguimos >> nível consciencial mudado, nível consciencial que mudou e que me permitiu agora tirar mais um pouquinho daquela daquele vé sobre aquelas letras. >> Uhum. >> Então esse vé tem camadas. Isso. E nos lembra sempre, né, da questão da orientação da auxí no livro Renúncia, né? >> Uhum. >> Que o evangelho de Jesus ele precisa ser conhecido, meditado, sentido e vivenciado. >> Exatamente, >> né? É a gente ir extraindo esse espírito da letra, essa compreensão,
vro Renúncia, né? >> Uhum. >> Que o evangelho de Jesus ele precisa ser conhecido, meditado, sentido e vivenciado. >> Exatamente, >> né? É a gente ir extraindo esse espírito da letra, essa compreensão, né? E quanto tempo mais ainda nós precisamos nos debruçar, né, Dilmar? >> Opa, >> muito tempo. >> É um tempo bom. >> É um tempo bom. >> Você viu que você viu que eu disse, nós estamos na juventude, na rebeldia ainda. Então, >> sim. Olha, mas eu fiquei até um pouquinho animada porque eu ainda estava pensando, nós estamos ainda na fase da infância, não? Aí você trouxe a juventude. >> A rebeldia, a juventude, né? >> É a rebeldia. É, infelizmente é associado assim, né? Se bem que nós temos alguns jovens já bem preparados, né? >> Não, mas a gente a gente tá falando no geral, né? >> Sim, é do geral, sim. >> É só para fazer uma pequena observação para isso. Ah, isso é só isso. >> É isso mesmo, Zmar. Que alegria tê-lo conosco. Nossa gratidão. Prazer. >> E eu gostaria que você fizesse as suas considerações finais. Sim, eu quero agradecer a oportunidade e deixando a cada um o meu abraço, o meu carinho e a lembrança de que Jesus é o maior terapeuta que a humanidade já conheceu. Nele nós podemos abrir, falar, mostrar para ele as dores que talvez não tenhamos coragem de dizer a ninguém e possamos abrir para Jesus em voz alta, para que eu e ele ouçamos juntos. E ele tem um propósito para cada um de nós. Certeza absoluta. Fale com Jesus. Abra com Jesus. Conte para Jesus as suas dores e aguarde que ele te retornará em paz, em saúde, em equilíbrio. Absolutamente certeza. >> Muito bom. Nós já vamos finalizando o nosso evangelho no lar. O tempo passa muito rápido. Com certeza, Zimar, nós estaremos muitas vezes juntos aqui, tendo oportunidade de matar a saudade do movimento espírita de Tumbiara e também trazendo essas belas reflexões. A nossa proposta, >> a nossa proposta é de levar os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo para acolher, para consolar, amparar, esclarecer, trazer uma uma boa orientação
do essas belas reflexões. A nossa proposta, >> a nossa proposta é de levar os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo para acolher, para consolar, amparar, esclarecer, trazer uma uma boa orientação segundo os nossos preceitos espíritas. Muito obrigada. Obrigada a todos que estão conosco. Obrigada ao Toninho que está aqui conosco. Eh, na próxima quarta-feira nós continuaremos com o nosso evangelho no lar. Estão todos convidados. Fiquem com Deus. muita paz aos nossos corações. Que Jesus permaneça no nosso lar, nos nossos pensamentos, nos nossos sentimentos, traduzindo para nossa vivência diária. Eu peço pro Toninho colocar a nossa poesia para encerrarmos o nosso evangelho que foi escrito especialmente para esse momento. Fiquem com Deus. Evangelho no lar. Na singela casa de Simão Pedro, Jesus reuniu a família terrena, mudando a psicosfera mental, semeando a boa nova, fortalecendo os laços para a prática das leis imortais. Evangelho no lar é a paz sublime de Jesus. a conduzir as famílias na harmonia da luz. Sigamos o Cristo amado pela estrada da redenção, unidos em amor na construção do sentimento bendito de que somos todos irmãos. A boa nova é esperança, a boa nova é fé redentora. A boa nova é luz a irradiar os caminhos, florescendo o amor. О. >> M.