Evangelho no Lar • 05/10/2025
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Olá, meus amigos. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online. Essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita e o Defonso Correa aqui de Curitiba, no Paraná. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná. E transmitimos desde o ano de 2020 essa atividade através do canal SEC, que é o canal do Centro Espírita e o Defonso Correa. Mas aos domingos, como vocês já sabem, temos a alegria de contar também com os amigos da TV Mansão do Caminho, além de outros parceiros de transmissão, como a Rádio e Web Rádio Fraternidade, a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas. Sejam todos então muito bem-vindos para este momento, né? Este momento em que nós oramos juntos, refletimos juntos a respeito de temas do nosso evangelho. Gostaríamos de cumprimentar as pessoas que representam um pouco de vocês, né? alguns nomes a gente sempre separa para dar o boa noite. Então, hoje, por exemplo, a Tatiana lá de Brasília, do Distrito Federal. Seja bem-vinda, Tatiana. Também a Mídia, ela está, olhe lá, em Garibald, Rio Grande do Sul. Seja bem-vinda. Eh, talvez ela já, a Karina acho que separou alguns nomes dos gaúchos que estão sempre aqui conosco, como a Iraci também de Porto Alegre. Talvez todos já tenham percebido que o nosso convidado é do Sul hoje também, né? Janice Tijucas do Sul. É esse daqui mais próximo da gente aqui no Paraná. Seja bem-vinda, Janice. A Mauren, olha que interessante, transbordando o coração de emoção e gratidão. Elas estavam eh no 11º Congresso Espírita Mundial lá no no Uruguai, na cidade de Punta de Leste. Muitos amigos, inclusive do SEI que foram também da da FERGs, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul, aqui do Paraná, muitas pessoas. esse momento certamente muito especial do nosso movimento espírita. A Maurin esteve lá e agora já está aqui. Ó lá, o Paraná esteve no Congresso diz ela. A Rosa da cidade de São Paulo, desejando muita paz a todos. Seja bem-vinda também, Rosa. Meus amigos, hoje eu tenho alegria de receber aqui nosso Vinícius Lousada.
Paraná esteve no Congresso diz ela. A Rosa da cidade de São Paulo, desejando muita paz a todos. Seja bem-vinda também, Rosa. Meus amigos, hoje eu tenho alegria de receber aqui nosso Vinícius Lousada. Vinícius é vice-presidente doutrinário da FERGs, que é a Federação Espírita do Rio Grande do Sul. É também colaborador do Centro Espírita Leonir, é palestrante, é escritor espírita, tem várias obras publicadas pela editora Fergs, que é editora da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Então, meu amigo Vinícius, é uma alegria, né? Uma alegria recebê-lo aqui mais uma vez, já esteve conosco em outros momentos. Seja bem-vindo. >> Obrigado, Adriano. Boa noite, Andreia Jaqueline, aos amigos do SEIK e da mansão do Caminho que nos acompanham nesse momento e dos vários rincões do nosso país que estão aí presentes formando esse elo de fraternidade em torno do Evangelho. Fico muito grato pela oportunidade de estar com vocês. Nós é que agradecemos antecipadamente a tua vinda aí, Vinícius. para recebê-lo, meu amigo. Nós temos aqui duas trabalhadoras da nossa casa espírita, a Jaqueline e a Andreia Martins. Boa noite, Jaque. Boa noite, Adriano, Vinícius, Andreia, Carina, que tá ali nos bastidores e todos que estão reunidos conosco. Que seja um evangelho de muita luz e paz. Andreia, minha amiga querida, tudo bem? Tudo ótimo. Boa noite a todos os companheiros aqui de tela, os companheiros que estão nos ouvindo de casa, que todos sejamos abençoados com essa doutrina que tanto nos ajuda a fazer nossas escolhas nessa jornada que estamos aqui. Um bom evangelho para todos nós. Então vamos lá, vamos ao nosso evangelho, vamos à nossa oração que antecede naturalmente todas as atividades espíritas >> e vamos pedir para a Jaqueline que conduza os nossos pensamentos então nessa prece de abertura. Amado Mestre Jesus, gratidão te damos pela oportunidade de estarmos reunidos em seu nome a esses lares que abrem as suas portas para a sua mensagem. a todos aqueles que talvez ainda não possam estar te ouvindo ou te
sus, gratidão te damos pela oportunidade de estarmos reunidos em seu nome a esses lares que abrem as suas portas para a sua mensagem. a todos aqueles que talvez ainda não possam estar te ouvindo ou te conhecendo, mas que possam sentir o abraço caloroso do teu amor por meio do nosso estudo. Que possamos, Senhor, ter ouvidos vivos de ouvir aquilo que o Vinícius Lousada trouxe para nós. que possamos preencher a nossa alma com o conhecimento desta doutrina que tanto nos abraça, nos encaminha e nos acalenta em momentos tão difíceis. E que se nos for permitido, Senhor, se tivermos capacidade para tal, que a nossa alma se preencha com o conhecimento das tuas mensagens. e se transforme em luz para aqueles países que estão em guerra, para aqueles irmãos que necessitam conhecer-te um pouco melhor, para aqueles que estão nos hospitais, nas ruas, nos asilos e talvez dentro dos seus próprios lares, sentindo-se sozinho e desamparado. Que o nosso evangelho, Senhor, tem a força de iluminar a cada um, fazendo brilhar a nossa fé de acreditarmos que amanhã será um novo dia e uma nova história. Que assim seja. Obrigado, Jaque, pela belíssima prece. O texto de hoje da obra Seifa de Luz, capítulo 20. Vamos pedir a Andreia que faça a leitura para nós. >> Então, é do Seifa de Luz, capítulo 20, prescrições de paz. Mateus, citando Jesus. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã tarará os seus cuidados. Na garantia do próprio equilíbrio, alinhemos algumas indicações de paz destinadas a imunizar-vos contra a influência de aflições e tensões, nas quais, tanta vez imprevidentemente arruinamos tempo e vida, corrigir em nós as deficiências suscetíveis de conserto e aceitar-nos nas falhas. cuja supressão não depende ainda de nós, fazendo de nossa presença o melhor que pudermos no erguimento da felicidade e do progresso de todos. Tolerar os obstáculos com que somos atingidos ante os impositivos do aperfeiçoamento moral e entender que os outros carregam igualmente o deles, os deles.
imento da felicidade e do progresso de todos. Tolerar os obstáculos com que somos atingidos ante os impositivos do aperfeiçoamento moral e entender que os outros carregam igualmente o deles, os deles. Observar ofensas como retratos dos ofensores, sem traçar-nos a obrigação de recolher semelhantes clichês de sombra, abolir inquietações. ao redor de calamidades anunciadas para o futuro, que provavelmente nunca se nunca virão a sobrevir. Admitir os pensamentos de culpa que tenhamos adquirido, mas buscando extinguir-lhes os focos de vibrações em desequilíbrio através de reajustamento e trabalho. nem desprezar os entes queridos, nem prejudicá-los com a chamada superproteção, tendente a escravizá-los ao nosso modo de ser. Não exigir do próximo aquilo que o próximo ainda não consegue fazer. Nada pedir sem dar de nós mesmos. Respeitar os pontos de vista alheios, ainda quando se patenteiam contra nós, convencidos quanto devemos estar de que pontos de vista são maneiras, crenças, opiniões e afirmações peculiares a cada um. Não ignorar as crises do mundo, entretanto, reconhecer que se reequilibrarmos o nosso próprio mundo por dentro, esculpindo-lhe a tranquilidade e a segurança em alicerces de compreensão e atividade, discernimento e serviço, perceberemos de pronto que as crises externas são fenômenos necessários ao burilamento da vida. para que a vida não se desresmalhe da rota que as leis do universo lhe assinalan rumo da perfeição. Em, >> nós comentávamos antes do início aqui a beleza e a profundidade dos textos de Emanuel, não é? E este é de uma eh é de um conteúdo, né, riquíssimo. Então, Vinícius, meu amigo, o desafio agora é teu aí de nos dar essa essa facilitar a nossa compreensão, né, desse texto. >> Certo, meu amigo? Não dá para começar o nosso comentário sem referir alguma gratidão mesmo ao espírito Emanuel, ao trabalho laborioso, incansável, ação de Chico Xavier na tarefa mediúnica, verteu ao nosso coração obras de tamanha profundidade, pertinência e atualidade. E aí a importância também da ação da
nuel, ao trabalho laborioso, incansável, ação de Chico Xavier na tarefa mediúnica, verteu ao nosso coração obras de tamanha profundidade, pertinência e atualidade. E aí a importância também da ação da Federação Espírita Brasileira de garantir que esse esse patrimônio espiritual nos alcance. Eu lia recentemente um uma notícia das Nações Unidas referindo o relatório sobre saúde mental do ano passado. E o registro é que há 1 bilhão de pessoas, 1 bilhão de pessoas vivendo com transtornos mentais no mundo. E os transtornos que preponderam são exatamente a ansiedade e a depressão. com as suas particularidades, com os desafios culturais, mas todos eles não deixam de nos endereçar a necessidade de conquistarmos no nosso cotidiano alguma atitude pacificadora em prol do nosso próprio equilíbrio. E a lição de Emanuel dessa noite nos traz indicativos mesmo. São prescrições que nós podemos trazer para o nosso cotidiano, a fim de que desenvolvamos alguma serenidade, a tão sonhada calma nas relações conosco mesmo, nas relações com o nosso próximo, no ambiente de trabalho, nos desafios cotidianos. Mas é claro que a lição de Emmanuel traz uma perspectiva alicerçada na obra de Allan Kardec, especialmente na perspectiva da vida futura. Então, todo o convite que Emanuel nos faz nesse texto é de um ampliar a visão, considerando a nossa própria natureza espiritual, essa realidade presente em nós mesmos. e que vamos dando a partir da visão da vida futura uma relativa importância a certas circunstâncias, de forma que venhamos assumir uma postura de equilíbrio, sem adotarmos extremos. O nosso mundo, nesses dias tão desafiadores, tem enfrentado posturas dos indivíduos e coletividades extremadas na política, nas questões sociais, nos ambientes religiosos. Isso é identificado nos núcleos domésticos, causando as mais diversas tragédias. E aqui o benfeitor nas suas prescrições de paz nos recomenda exatamente o equilíbrio. E a gente vai lembrando, né, para garantir o próprio equilíbrio, ele começa a dizer a respeito. Ele apresenta
ias. E aqui o benfeitor nas suas prescrições de paz nos recomenda exatamente o equilíbrio. E a gente vai lembrando, né, para garantir o próprio equilíbrio, ele começa a dizer a respeito. Ele apresenta algumas indicações que venham a nos imunizar. Olha a expressão que Emanuel utiliza contra a influência de aflições, que aquela situação de perturbação que muitas vezes somos acometidos por conta dos conflitos, dos desafios da vida diária e das tensões. circunstâncias em que tudo parece mais difícil, até mesmo o nosso raciocínio, corpo no enfrentamento de certas lutas da vida nos traz uma certa atenção, uma sobrecarga emocional e que nós precisamos aprender a lidar com algum equilíbrio para que possamos encontrar alguma pacificação no mundo íntimo. E aí, Emmanuel começa propondo já um cuidado com a nossa reforma íntima, que é o alicerce da consciência tranquila, não é? que nós possamos corrigir em nós deficiências, aquelas que são suscetíveis de conserto. É preciso que nós façamos aquilo que Santo Agostinho nos recomenda em o livro dos espíritos, na questão 919. Passemos a conhecer a nós mesmos, indagando-nos a respeito da nossa conduta, das razões das nossas escolhas, para que identifiquemos, como recomenda o benfeitor, aquelas imperfeições que são possíveis de serem corrigidas pelo nosso esforço pessoal, pelo emprego da nossa vontade, pelo exercício da lucidez no estudo da nossa própria natureza moral. E quando nós passamos a ter esse zelo quanto à nossa autoeducação, nós podemos, como lembra Emanuel, fazer com que a nossa presença se torne o melhor em prol da felicidade e do progresso de todos. Numa sociedade de ansios. O que menos nós sabemos fazer é sermos presença. Buda, Sidata Gautama tem uma frase que se populariza no seu meio ou no meio dos nossos irmãos budistas, tanto quanto na nossa seara, que o pensamento é um macaquinho louco. E o pensamento numa sociedade como a nossa, hiperconectada, é um pensamento acelerado e nós perdemos a noção de presença, de estar aqui e agora fazendo o nosso
que o pensamento é um macaquinho louco. E o pensamento numa sociedade como a nossa, hiperconectada, é um pensamento acelerado e nós perdemos a noção de presença, de estar aqui e agora fazendo o nosso melhor em prol da felicidade dos outros e do nosso progresso em comum. Então, tomar as rédias desta presença, estar atento, sem sofrerem demasiado pelo dia de amanhã, como recomenda a lição evangélica lembrada ao início do texto de Emanuel. Nem tampouco nos apegarmos e produzirmos sofrimento ao passado que, como diz o próprio nome, já passou. Nós precisamos assumir o presente como uma dádiva, como uma possibilidade ou como múltiplas possibilidades pro nosso crescimento espiritual. Vamos enfrentar em nosso cotidiano, que são o cotidiano é sempre um fragmento de uma grande jornada que a nossa reencarnação já programada em gênero nas escolhas de provas, na vida espiritual. Nós sempre vamos enfrentar obstáculos que são lições necessárias. Nós precisamos encarar os obstáculos com tranquilidade, encará-los como oportunidades de crescimento, porque eles colocam em ação a nossa inteligência, nos desafiam e pelo trabalho vamos encontrando as oportunidades de superá-los, sem prejudicar a ninguém, sem falir com a própria consciência, nem tampouco nos afastarmos das divinas nas leis. Ainda Emanuel fala das ofensas, os companheiros devem lembrar. E ele sugere que enxerguemos as ofensas dos outros como apenas um retrato da condição dos ofensores, sem nos colocarmos na obrigação de carregarmos essas imagens repletas da sombra projetada pelos nossos companheiros de caminhada. Nós devemos olhar as ofensas como apenas uma simples expressão daquilo que alguém pode apresentar. Lembramos que uva não dá espinheiros, portanto, e nem espinheiros vão dar uva. Então, a gente precisa entender que cada qual apresenta aquilo que é capaz, que pode. E é muito justo lembrarmos de um psicólogo norte-americano, Marshall Rosenberg, que referia que toda a agressão é uma expressão trágica de uma necessidade não atendida.
a aquilo que é capaz, que pode. E é muito justo lembrarmos de um psicólogo norte-americano, Marshall Rosenberg, que referia que toda a agressão é uma expressão trágica de uma necessidade não atendida. Quem ofende, quem agride, está gritando por socorro, ignorando as suas verdadeiras necessidades e os caminhos mais adequados para atendê-las, sem ferir a ninguém, sem cometer ultrages para com a lei de Deus. Também o espírito de Emanuel recomenda que nós venhamos a abolir as inquietações por conta das calamidades anunciadas para o futuro. Nós vemos nas redes sociais um alarmismo sobre uma série de temas nos grupos de WhatsApp. a pessoas que criam grupos para praticamente obsediar de encarnado para encarnado, porque vão apontando todas as tragédias anunciadas, sem jamais apresentar uma perspectiva de esperança, uma sugestão de pacificação, um convite inclusive para a superação da desordem, das tragédias. Nós precisamos, para ter alguma paz por dentro, não nos inquietarmos pelo dia de amanhã. Como disse o nosso mestre Jesus, a cada dia basta o seu mal, a cada dia as suas lutas, os seus desafios. Não estamos com isso, propondo que sejamos imprevidentes, descuidados com os noticiários, venhamos a nos alienar. das circunstâncias mais graves do momento presente, como conflitos entre nações ou a respeito até mesmo da emergência, da emergência climática que nós enfrentamos, que nos convoca um cuidado com a mãe terra. Mas se bebemos da fonte das lições de Emanas, o que ele está sugerindo é que nós não nos inquietemos com tudo isso. Saibamos receber essas informações sem nos apegarmos a elas, sem nos colocarmos em desespero, sem nos desequilibrarmos. Há uma parábola de um monge vietnamita já falecido, Ditnatan, que ombreou com Martin Luther King Júnior em busca dos direitos civis, das oportunidades aos mais sofridos em pé de igualdade no campo do direito, que nós vivemos no mundo como quem atravessa em uma embarcação com outras pessoas, um mar tempestuoso e uma noite difícil para chegar até a
es aos mais sofridos em pé de igualdade no campo do direito, que nós vivemos no mundo como quem atravessa em uma embarcação com outras pessoas, um mar tempestuoso e uma noite difícil para chegar até a outra margem ou para alcançar um porto seguro. e que a conduta que a vida nos pede nesses momentos, uma bela metáfora pra transição planetária, é que tenhamos que manter paz interior. Porque se nós nos desesperarmos, afligirmos, revoltarmos, nós criamos circunstâncias para os outros de maior desespero. Plantamos o caos a partir de nós mesmos, projetando o caos que produzimos por dentro por invigilância, por ausência de fé no futuro, pelo descuido com a ferramenta da prece, que é o verdadeiro bálsamo nas horas de grandes desafios. Então, nós precisamos tirar da nossa mente essas inquietações pelas calamidades anunciadas e assumirmos uma postura mais proativa de contribuir com o bem da coletividade, seja através da prece, seja nos associando a alguma ação voluntária para dirimir o sofrimento dos nossos irmãos que enfrentam lutas acerbas ou provas terríveis. E aí nós vamos nos educando, acalmando o coração, como se diz popularmente, e cultivando a serenidade como um estado de espírito. Porque o mundo não precisa de gente mais nervosa, revoltada, brigona. O mundo precisa de homens e mulheres que sintonizados com Cristo, possam apacentar as ovelhas, possam propor a paz aonde estejam transitando. Mas como um dia anotou o espírito Camilo, numa bela análise que ele faz da oração de Francisco de Assis ou oração atribuída a Francisco de Assis, ninguém pode ofertar paz ao mundo se não tiver paz por dentro. Então, conquistemos alguma paz. E aí nós precisamos também nas anotações de Emanuel aceitar que muitas vezes nós erramos. Então, precisamos admitir a culpa que às vezes temos diante de alguma situação infeliz que nós produzimos por imprevidência, por desatenção. Mas assumir a culpa não é cultivar a condição de culpado e desmerecer-se nas suas possibilidades de reparação. Nós precisamos assumir uma maturidade
e nós produzimos por imprevidência, por desatenção. Mas assumir a culpa não é cultivar a condição de culpado e desmerecer-se nas suas possibilidades de reparação. Nós precisamos assumir uma maturidade espiritual que diz respeito a ter responsabilidade sobre os nossos atos e ao lado disso trabalharmos no dizer de Emmanuel para extinguir os focos de vibrações em desequilíbrio. E a recomendação do nobre benfeitor é que façamos isso através do trabalho. essa lei divina que está ao alcance de todos nós. Porque, segundo registra Allan Kardec, trabalho é toda ocupação útil. É o que encontramos em o livro dos espíritos, quando o nobre codificador registra entre as leis morais a lei do trabalho. Precisamos ser operosos no cumprimento do nosso dever, na construção do bem, especialmente do bem comum, superando esse tanto de egoísmo que vigora em nossa sociedade planetária por conta do estágio evolutivo que nós nos encontramos, mas passarmos a exercitar algum altruísmo, que, aliás, é a chave para a felicidade, para o bem. estado da coletividade, alicçarmos as nossas relações na tão decantada caridade. Allan Kardec, num pequeno opúsculo, o espiritismo, em sua expressão mais simples, teve oportunidade de propor algo muito interessante, oportuno ao tema dessa noite. Ele diz que na caridade os homens viverão em paz, no egoísmo viverão em guerra. Quando nós vemos as atitudes belicosas de nações contra nações, de grupos terroristas contra estados, de estados contra populações, nós nos lembramos o quanto o egoísmo determina comportamentos que produz tanta desesperança, tanta dor, especialmente junto aos mais vulneráveis. crianças, idosos e mulheres nessas zonas de conflito onde não se fez sentir ainda o estado de civilização completa, aquela alicerçada na mais profunda compaixão e no respeito dos direitos fundamentais do próximo. Mas Emanuel traz igualmente nas prescrições de paz que nós venhamos a manter o equilíbrio nas relações familiares, nem ser indiferente aos familiares, nem
espeito dos direitos fundamentais do próximo. Mas Emanuel traz igualmente nas prescrições de paz que nós venhamos a manter o equilíbrio nas relações familiares, nem ser indiferente aos familiares, nem tampouco sermos superprotetores. É bom que nós pensemos sobre isso. como temos sido com os nossos filhos, por exemplo, temos um tempo para com eles conviver, dialogar, orientar, ouvir. Vi uma notícia no GZH desse final de semana sobre a solidão, o quanto o número de solitários tem crescido e que tem favorecido, portanto, a situação dos graves transtornos mentais que a nossa sociedade planetária atravessa. É preciso desligar um pouco o aparelho do celular, perder um tanto de desatenção e passar a ocupar o nosso tempo com os nossos amores, mas sem exageros, sem assumir as suas responsabilidades, sem impedir que eles aprendam com as próprias experiências, sem obstar a possibilidade de desenvolverem o juízo acertado sobre a vida, o viver, sobre a morte. partiu morrer. E nesse quesito não nos cabe exigir dos outros o que eles ainda não são capazes de fazer. Nós precisamos dar a pedagogia do exemplo e no convívio social não pedir nada. Isso é um golpe no egoísmo quando Emanuel sugere nada pedir sem dar de nós mesmos. Então, em vez de solicitar, de exigir, oferecer-nos, apresentar-nos ao serviço ao próximo, na escuta, na conversa prazenteira, na oração, no auxílio, utilizando a nossa inteligência para descobrir como podemos chegar às misérias ocultas do nosso próximo e ajudá-lo a superar aquela circunstância de sof sofrimento dentro do que naturalmente a providência divina permite. E em dias de intolerância, em que algumas pessoas se tornaram hábeis em agredir pelas redes sociais, em magoar, ferir, em apresentar opiniões extremadas, em não aceitar as visões de mundo diferente, criando rupturas às vezes no templo religioso. às vezes no ambiente doméstico, no local de trabalho, o tal sectarismo, que é uma herança do farisaísmo do nosso passado religioso, recomenda-nos que aprendamos a respeitar
vezes no templo religioso. às vezes no ambiente doméstico, no local de trabalho, o tal sectarismo, que é uma herança do farisaísmo do nosso passado religioso, recomenda-nos que aprendamos a respeitar o ponto de vista dos outros, ainda que esses pontos de vista se coloquem contra nós mesmos, porque eles dizem respeito às condições que os indivíduos desenvolv ao seu aracaboço intelectual e moral constituído ao longo de muitas vidas. E por fim, se nós não podemos ignorar, como recomenda o benfeitor espiritual, evangelizador de todos nós, as crises do mundo que nós vivemos, e a mais grave de todas é a crise moral que vija, porque a criatura tem perdido o vínculo com a espiritualidade, com as divinas leis, Apesar de tantas expressões religiosas, parece que o materialismo tem encontrado espaço demasiado, inclusive na nossa relação com a fé, iludindo-nos ou distraindo-nos. E nós necessitamos reconhecer as crises que todos enfrentamos, mas enfrentar a crise moral pela educação, constituindo os alicerces de uma sociedade feliz pela compreensão, pela atividade, pelo discernimento, pelo serviço, que vão apresentar tranquilidade e segurança na vida para todos. As crises, como diz o benfeitor, são inerentes ao estágio evolutivo que nós os encontramos. Há maneiras variadas de enfrentar uma crise. Nós podemos enfrentar uma crise com desespero, com impaciência, com rebeldia, com nilismo ou discrença. Ou nós podemos enfrentar as crises do tempo presente com irrestrita confiança em Deus. com fé raciocinada e com disposição de servir e transformar as paisagens humanas em um lugar em que não seja tão difícil amar e conviver. É isso que eu gostaria de dizer nessa noite. Muito obrigado. >> Puxa, tá dito, tá dito, Vinícius, muito obrigado pelas pela assim, eu diria a interpretação tão completa aí com relação a esse texto, né, do capítulo 20 lá da eh vale registrar aqui para quem desejar rever. Ceifa de luz, capítulo 20, as prescrições de paz que Embâel nos nos fala. E você lá no início falou, né, da
lação a esse texto, né, do capítulo 20 lá da eh vale registrar aqui para quem desejar rever. Ceifa de luz, capítulo 20, as prescrições de paz que Embâel nos nos fala. E você lá no início falou, né, da atualidade, né? É impressionante, né? É impressionante essa obra, Vinícius, você tá com ela na mão, você tem a data ali de publicação, você tem a quando que Chico psicografou? >> Vamos ver aqui. O prefácio de Emanuel é de 1972. 1972, né? E ela, como você mesmo disse lá no início, parece eh que foi escrita para os tempos presentes, né? Meus amigos, vamos aproveitar esse clima de reflexão. Eh, faremos a nossa prece de encerramento, depois a gente volta para para nos despedirmos, tá bom? Então, vamos orar. Senhor e Mestre Jesus, querido amigo de todas as nossas nossas horas, nossos momentos. Nós aqui estamos para te agradecer, Senhor, por estas pausas que damos nas nossas vidas para refletirmos em sobre lições tão importantes que nos chegam através do teu evangelho, destas mensagens de Emanuel. Ficamos a imaginar nós que as temos estes tesouros das nossas vidas, aqueles que não as conhecem, como caminham. Por outro lado, também nos lembramos de como somos agraciados, porque hoje, por exemplo, recebemos as prescrições de paz, convidando-nos ao equilíbrio e queremos trazer paraas nossas vidas essa possibilidade de tolerar obstáculos, de não passar recibo à ofensas. de trabalharmos e extinguirmos a culpa, de compreendermos os pontos de vista alheios de lidarmos bem com os nossos entes queridos, tantas lições, de lembrarmos que o mundo passa por momentos difíceis já de há tanto tempo, mas que o Senhor prossegue no leme, prossegue amparando-nos, orientando-nos, cuidando de cada um de nós. Então, juntos rogamos, Senhor, dai-nos esta capacidade de perseverarmos no bem, de trabalharmos o nosso autoconhecimento, de refletirmos mais sobre essas lições preciosas para que a nossa vida seja eh uma jornada em que sai possamos sair vitoriosos. Queremos por fim pedir-te, Senhor, abençoa-nos
o nosso autoconhecimento, de refletirmos mais sobre essas lições preciosas para que a nossa vida seja eh uma jornada em que sai possamos sair vitoriosos. Queremos por fim pedir-te, Senhor, abençoa-nos aos nossos lares, aos nossos familiares, aos nossos amigos. Fica conosco nessa noite e por todo sempre. É o que te rogamos, Senhor. Que assim seja. Nós queremos agradecer a todos vocês que participaram conosco. O chat estava bastante animado, muita participação. Eh, também queremos agradecer a você, Jaqueline. Obrigado pela presença. >> Eu que agradeço. Pena que acabou, porque tava muito bom ouvirus. >> É, >> e é, foi um texto maravilhoso. Agradeço o convite da Fernanda e obrigada a todos. >> Dá vontade de ficar batendo papo aqui, né, Jaquelina? Participa do evangelho aqui >> sempre e a gente conversa muito. Andreia, obrigado, querida. E eu que tenho é que agradecer por poder participar desse momento tão afetuoso e tão reflexivo, né? O Vinícius vai puxando na memória tantas coisas que a gente precisa fazer nas nossas vidas, mas saber que a gente está no caminho, né? Estamos buscando esse melhoramento. Então, que todos tenhamos uma ótima semana, com muitas reflexões, muitos aprendizados, muita alegria pela vida e pela oportunidade de estarmos aqui. Obrigada. Nós que agradecemos, André Vinícius, meu amigo, queremos te agradecer, mas também queremos te pedir que você seja portadora e leve aos amigos da Fergs, nosso querido Antônio, presidente, toda sua equipe, o nosso abraço. Estaremos em breve juntos porque temos além do congresso, o que eu estou ainda me ajeitando, vamos ver se eu consigo prestigiá-los lá, mas também teremos a reunião do Conselho Federativo Nacional. em breve a gente vai poder se encontrar, mas leve antecipadamente o nosso abraço. Somos para os que estão nos ouvindo, Fergs, FEP, a FEC, que é Santa Catarina, US de São Paulo, aqui na na região sul, ah, eh um movimento muito unido e que tem produzido bons frutos para o nosso movimento espírita. Então, eh, somos aqui instituições coirmãs,
e é Santa Catarina, US de São Paulo, aqui na na região sul, ah, eh um movimento muito unido e que tem produzido bons frutos para o nosso movimento espírita. Então, eh, somos aqui instituições coirmãs, então é muita, é com muita alegria mesmo que a gente recebe você aqui, meu amigo, rogando que leve esse abraço aí aos amigos da Fergs, tá bom? >> Pode deixar, meu amigo, eu agradeço mais uma vez a oportunidade. Deixo o nosso abraço à FEP, aos irmãos do Seik e aqueles todos que nos acompanharam nessa noite. Que Jesus siga a iluminar os passos de todos. Muito obrigado, viu? >> Então, meus irmãos, fiquemos em paz, aproveitemos este restinho de domingo, a semana que se inicia, que ela seja assim, eh, em que que a gente possa observar as prescrições de paz que recebemos hoje, né? Anotem ali esse capítulo 20 do livro Ceifa de Luz, porque ele é muito bom para para que a gente passe a semana atentos às estas prescrições, viu? Porque o intermediário que nos trouxe merece ser ouvido. Tá bom? Lá, ó, Karina já colocou esse texto, está na descrição do vídeo aqui mais abaixo. Fiquem com Deus, meus amigos. Eh, tudo de bom para todos vocês. Fiquem em paz e até amanhã. Se, porque no canal sei que tem evangelho todos os dias 21:50, ou senão até a semana que vem, aos domingos aqui paraa TV Manão do Caminho, os nossos parceiros e aqui do canal Seik. Fiquem com Deus. Ciao. Ciao.
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