Evangelho no Lar • 04/01/2026

Mansão do Caminho 05/01/2026 (há 2 meses) 42:50 2,126 visualizações 403 curtidas

Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, meus irmãos, minhas irmãs. Sejam todos bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida pelo Centro Espírita Ilde Fonso Correa aqui de Curitiba, no Paraná. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná. E como vocês sabem, aos domingos nós também temos que dar as boas-vindas aos nossos amigos que estão conectados através da TV Mansão do Caminho, esse canal no YouTube que é para nós assim muito especial. Diariamente a atividade ela é apresentada através do canal SEIK, que é o canal do Centro Espírita e o Defonso Correa. Mas hoje temos também a mansão aí conosco. Gostaria de cumprimentá-los, os que chegaram cedo, os que estão aí no chat já manifestando suas presenças. Isso é muito legal. Então nós temos aí a Roberta lá de Santos. Tudo bem, Roberta? Seja bem-vinda, muito obrigado pela presença. A Tânia Mara de Cascavel, no Paraná, também queremos aí registrar o nosso abraço. Cristina Germano, ela está em Itupeva, São Paulo. Muito bom. também o Jucélio e a Tânia, que eram lá de Sean Norte, mas agora são de Curitiba. Estão aqui esses amigos queridos que conhecemos aqui. Aproveitamos para mandar um abraço para vocês, Jélio, Tânia, mas também nos recordamos agora a uma relação aí familiar do nosso dos nossos amigos Chau e Danilo Alegrete. Danilo Alegrete, ele está sempre conosco, assiste segundo Achal diariamente o Evangelho. Então, eu queria aproveitar para mandar um abraço pro meu amigo Danilo. Eh, eu vi também ali a Madalouso, companheira nossa aqui, de uma família muito especial aqui da cidade de Ponta Grossa. E, e assim, meus amigos, quando a gente começa a citar nomes, a gente sempre corre o risco de ser injusto, né? Mas se pudéssemos a todos abraçaríamos. É uma alegria estar estarmos aqui com vocês. Olha aí. Ah, mais o Antônio Neri. Olha, gratidão ao seik Salvador Bahia. Mais um nome que que nós queremos cumprimentar. Eu gostaria de apresentar a vocês eh a nossa convidada da noite, em que pese Malena já seja muito conhecida aqui de todos nós, eh, especialmente do SEIK,

ais um nome que que nós queremos cumprimentar. Eu gostaria de apresentar a vocês eh a nossa convidada da noite, em que pese Malena já seja muito conhecida aqui de todos nós, eh, especialmente do SEIK, mas aqui mesmo no Evangelho no Lar, tem estado conosco desde o início das nossas atividades. Mas, Malena, tem algo que merece ser destacado, é muito especial. Dias atrás, eu ficava imaginando, eh, Malena, quantos corações não foram consolados, quantas mentes não foram esclarecidas pelos textos do programa Momento Espírita e também pelos pelo trabalho realizado à frente do jornal Mundo Espírita. Mas para ficarmos apenas no programa Momento Espírita, eh, é um trabalho que é difícil de descrever a grandiosidade e o alcance. E esse trabalho, meus irmãos, está desde o seu início sobre a responsabilidade de Malena, que durante eh décadas está, né, e estará, se Deus quiser, aí por um longo tempo à frente desse trabalho do programa Momento Espírita, que já gerou livros. Houve tempo em que CDs, programas de televisão e temos ainda muitos planos, se Deus quiser, para ampliar ainda mais a divulgação desse programa e desse trabalho maravilhoso. Malena é responsável por isso. diretora da área de comunicação social espírita, trabalhadora da área de comunicação social espírita da Federação Espírita do Paraná, mas já presidiu o SE, nosso centro espírito de Fonso Correia. Tenho a impressão que foram cinco gestões. Se eu errei, a gente aumenta. Eh, então é a Malena que está conosco nessa noite, a nossa convidada. Boa noite, Malena. Seja bem-vindo aqui mais uma vez. Boa noite, Adriano, nossos amigos Lutia e o esposo e todos aqueles que nos acompanham pelo canal SE e pela TV Mansão do Caminho. sempre uma alegria quando somos convidados e podemos atender o convite, porque vemos que este evangelho no lar é algo muito especial para uma imensidade de corações que nós não temos nem ideia até onde vai o alcance dessa transmissão. Então, muita gratidão pelo convite e que Jesus esteja conosco.

ngelho no lar é algo muito especial para uma imensidade de corações que nós não temos nem ideia até onde vai o alcance dessa transmissão. Então, muita gratidão pelo convite e que Jesus esteja conosco. >> Eu disse eh, que teríamos aqui também a nossa trabalhadores do Centro Espírito de Afonso Correa, a Lutia e Jorge Tavares. Boa noite, Lutia, seja bem-vinda. >> Obrigada. Boa noite, Adriano, Malena, Jorge e todos os que nos ouvem hoje nesse primeiro domingo de um novo ano, né, que seja de muito boas reflexões durante o transcurso de todo o ano. É uma gratidão e uma alegria muito grande poder estar aqui. Que Jesus nos ilumine a Malena, né, nessa noite. >> Especialmente, >> especialmente. >> Jorge, você, meu amigo, tudo bem? Tudo bem, Adriano? Tudo joia, graças a Deus. Boa noite aí a nossa querida Malena, que através da sua fala assertiva e sempre com essa amorosidade que tem, nos mantém firmes na na na doutrina espírita. Eu sou um cantor do coral e aqueles que são mais sensitivos quando cantamos em algum local dizem: "Olha, eu ouvi mais de um couro e tal". Então, hoje também o nosso abraço aos amigos da Mansão do Caminho que fazem o nosso as nossas transição chegar ainda a mais corações e mais lares, né? >> Isso aí. Olha, eu tô observando aqui, Malena, você começou amanhã trabalhando e vai encerrar o domingo trabalhando, né? Depois quem quiser prestigiar, conhecer o canal FEP, é o canal da Federação Espírita do Paraná, um canal no YouTube, um acervo riquíssimo, valiosíssimo, que além das palestras de domingo tem materiais das conferências, materiais dos grandes oradores de todos os tempos, muito material mesmo ali à nossa disposição. Nós vamos então iniciando o nosso evangelho e para isso lembramos sempre desta possibilidade de termos a água ao nosso lado para fluidificação. também essa importância de deixarmos o ambiente um pouco mais silencioso e realmente hum acompanharmos os pensamentos que hoje serão conduzidos pelo Jorge, que fará a prece de abertura. Então, Jorge, por favor,

a importância de deixarmos o ambiente um pouco mais silencioso e realmente hum acompanharmos os pensamentos que hoje serão conduzidos pelo Jorge, que fará a prece de abertura. Então, Jorge, por favor, caríssimos companheiros do Ideal Espírita, acalmando o nosso coração, elevando o nosso pensamento, vamos orar. Agradecendo a Deus, nosso pai, criador de tudo e de todos, por mais este ano que se abre a cada um de nós que estamos encarnados para podermos refazer caminhos, compreendendo o ensino de nosso irmão mais velho, Jesus. E quando se inicia o ano, se faz comum fazermos planos. Então, que sejam planos onde busquemos modificar a nós mesmos, onde busquemos ser melhores hoje do que fomos ontem, onde busquemos compreender mais, amar mais, onde busquemos trazer Jesus, nosso mestre de todos os momentos, de todas as horas. horas para mais perto de nossos corações. Certamente desta forma, muito menos equívocos ocorrerão. Os acertos e as vitórias certamente virão. Então, que neste ano que se inicia tenhamos Jesus em nosso coração. E assim seja. Voltamos hoje ao Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 10, o item 16, a indulgência. pedir a Lutia que faça a leitura para nós. >> Espíritas, queremos falar-vos hoje da indulgência, sentimento doce e fraternal que todo homem deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso. A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou se os vê, evita falar deles, divulgá-los. Ao contrário, oculta-os a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente. E se a malevolência os descobre, tem sempre pronta uma escusa para eles. Escusa plausível, séria, não das que com aparências de atenuar a falta, mas a evidenciam com pérfida intenção. A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem. a menos que seja para prestar um serviço. Mas mesmo neste caso, tem o cuidado de os etenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras, apenas conselhos e as mais das vezes velados. Quando criticais, que consequências se

aso, tem o cuidado de os etenuar tanto quanto possível. Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras, apenas conselhos e as mais das vezes velados. Quando criticais, que consequências se há de tirar das vossas palavras? Há de que não tereis feito o que reprovais, visto que estais a censurar, que valeis mais do que o culpado. Ó homens, quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o que fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos? Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros. Lembrai-vos daquele que julga em última instância, que vê os pensamentos íntimos de cada coração e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevis, porque conhece o móvel de todos os atos. Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes, anátema, tereis quissá cometido faltas mais graves. Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue, ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita. José, espírito protetor em Bordô, 1863. Obrigado, Lutia. Malena, a palavra é sua. >> Muito obrigada. Eu gostaria de começar propondo um exercício de memória. Pensemos em um momento recente em que alguém cometeu um erro que nos afetou. Pode ser alguma coisa simples, talvez um fechamento no trânsito, o atraso de um colega ou uma resposta ríspida de quem amamos. Qual foi o nosso primeiro impulso? provavelmente foi o julgamento. Por isso que a indulgência é essa lição para a noite de hoje se faz de tanta importância. Muitas vezes a palavra indulgência soa como algo passivo, como se nós estivéssemos sendo bobos, tolos ou permitindo o erro. Nós precisamos mudar essa perspectiva. A indulgência não é cegueira, pelo contrário, é uma visão ampliada. É a capacidade de olhar para a falha do outro ou para a nossa mesma. Isso também é importante. E enxergar o contexto, o cansaço, a ignorância. ou simplesmente considerar a nossa

é uma visão ampliada. É a capacidade de olhar para a falha do outro ou para a nossa mesma. Isso também é importante. E enxergar o contexto, o cansaço, a ignorância. ou simplesmente considerar a nossa fragilidade humana. Lembramos daquele diálogo de Jesus com Pedro, em que Jesus diz: "Pedro, o homem erra muito mais pela sua fragilidade do que pela sua maldade. Então, serindo urgente é essencialmente ser generoso com a imperfeição." Se nós formos ao dicionário, nós vamos encontrar indurgência como a facilidade em perdoar. Vejam que coisa interessante. Na vida prática, ela é a inteligência emocional em sua forma mais pura. Enquanto a tolerância diz assim: "Eu suporto você, não tenho outra coisa a fazer". A indulgência diz: "Eu entendo você". Vejamos como é diferente, como isso muda tudo no nosso dia a dia. Pensemos em um líder de uma empresa. Quando um funcionário comete um erro, o líder rígido foca na culpa, na punição. E isso faz o quê? gera medo. O líder indulgente, por outro lado, entende que aquele erro pode ser fruto de um processo mal desenhado ou de um dia ele corrige, porque indulgência nunca é omissão, mas corrige com urbanidade, com humanidade. Ele não destrói a autoestima do outro paraar que ele está certo. De um modo geral, aquele que é corrigido não aprecia muito, que sempre vai considerar que é uma chamada de atenção, que o outro não foi suficientemente cortês, educado e etc. Isso diz muito da do nosso orgulho, né? Sempre que somos chamados a atenção, por mais que digamos: "Ai, está tudo bem, pois é, gostei, não gostei." Essa intimamente não gostei. E às vezes levamos isso como algo pessoal. Mas vejamos, se nós olharmos para dentro de nossa casa agora, que é onde nós vivemos tanto, a indulgência é o óleo que lubrifica as engrenagens da convivência. Olha que conceito bom. O óleo que lubrifica as engrenagens da convivência. Quando nós percebemos que o cônjuge, o filho, enfim, aquele que convide conosco, ele foi grosseiro, nós devemos considerar que não foi porque ele deixou

eo que lubrifica as engrenagens da convivência. Quando nós percebemos que o cônjuge, o filho, enfim, aquele que convide conosco, ele foi grosseiro, nós devemos considerar que não foi porque ele deixou de nos amar, mas porque ele está carregando um peso que por vezes nós não estamos vendo. Então, ser indulgente nessas horas é decidir primeiro não entrar na briga. É oferecer o silêncio quando o outro só tem barulho para dar, porque é o momento em que ele não está bem. E talvez o exemplo mais urgente de indulgência seja aquele que devemos praticar diante do espelho. Nós mesmos frequentemente somos os nossos juízes mais cruéis. Então, a autoindulgência saudável é entender que não vamos dar conta de tudo o tempo todo, que haverá dias de cansaço, dias de pouca produtividade, dias de falhas. Quando nós somos indulgentes com nós mesmos, não estamos nos tornando preguiçosos, estamos preservando nossa saúde mental. Na cultura oriental há um culto à imperfeição. É bem interessante. Inclusive um texto do momento espírita aborda exatamente isto, a arte da imperfeição. Alguém que faz toda a beleza do jardim e depois solta algumas folhas para que não fique aquilo impecável. A arte da imperfeição, porque a imperfeição também nos permite que nós possamos observar aquilo que é perfeito. É bem interessante. Então, os benefícios da indulgência são imensos. Quem cultiva a indulgência vive com menos cortisol no sangue. O stress diminui porque paramos de tentar controlar o comportamento alheio. as nossas relações se tornam mais seguras, porque as pessoas sentem que em nossa presença elas não precisam fingir, elas podem ser autênticas, elas podem ser ao nosso lado, na nossa presença, exatamente como elas são, sem medo de que o chicote do julgamento imediato elas recebam. A indulgência nos traz paz. É o que o texto do Evangelho nos propõe. E ela desmancha os nós que o orgulho amarra. E aí nós lembramos daquela mensagem de Joana de Angeles através do nosso querido Divaldo, exatamente com esse

paz. É o que o texto do Evangelho nos propõe. E ela desmancha os nós que o orgulho amarra. E aí nós lembramos daquela mensagem de Joana de Angeles através do nosso querido Divaldo, exatamente com esse título, desatando nós. Em síntese, o que ela nos propõe é que nós sejamos mais leves. é um alerta para nós sermos mais leves, porque a vida já é suficientemente dura para todos nós. O mundo é crítico, exigente demais. Que possamos então nós sermos o porto seguro uns dos outros. Na próxima vez que estivermos com o dedo apontado, para alguém, para algum equívoco, tentemos abrir a mão num gesto de compreensão. A indulgência é a caridade do pensamento. E acreditemos, o mundo realmente ficará mais leve quando nos decidirmos a não ser o juiz de tudo que acontece. Vamos recordar que nas nossas orações nós sempre pedimos a Deus que seja misericordioso com as nossas faltas. Que é que Jesus nos ensinou no Pai Nosso, Pai? perdoa as nossas dívidas, as nossas faltas, assim como perdoamos aos que nos ofendem, as faltas dos outros. Então, como é que nós podemos ser implacáveis com os erros do próximo? Essa é a o pensamento, a reflexão que nos devemos propor nesta noite. E enquanto esse trecho do Evangelho segundo o Espiritismo era lido, nós lembramos igualmente da parábola do servo impiedoso que Jesus apresenta exatamente quando Pedro lhe pergunta: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar aquele que me ofende?" sete vezes. Veja que ele tava estava assim até disposto sete vezes. Mas Jesus lhe diz 70 vezes sete vezes. E Chico Xavier vai mais além. Existe aquele momento em que a mulher vai e lhe pergunta se ela pode abandonar o marido porque ela não aguenta mais. Ela já perdoou. Olha, eu já perdoei 70 vezes, sete vezes. Então, o que é que você me diz, Chico? Posso deixá-lo porque eu não aguento mais? Chico parou um momento, voltou-se e disse: "Minha filha, Jesus disse perdoar 70 vezes, sete vezes cada ofensa." Aí a mulher, "Não tem jeito." E foi embora. Mas Jesus, então, quando Pedro lhe faz essa indagação, lhe

momento, voltou-se e disse: "Minha filha, Jesus disse perdoar 70 vezes, sete vezes cada ofensa." Aí a mulher, "Não tem jeito." E foi embora. Mas Jesus, então, quando Pedro lhe faz essa indagação, lhe conta a parábola do servo impiedoso. Ele diz que o reino dos céus é semelhante a um rei que em determinado dia resolveu pedir as contas aos seus servos. Qualquer referência a nós não é mera coincidência. Ele começou a tomar as contas e então chegou um dos servos que devia 10.000 talentos. Para nós termos ideia do talento, talento é a moeda mais preciosa. Nós vamos encontrar nos Evangelhos Jesus se referindo a Adenário, a dracma, a Seitil, a talento. E aqui ele se refere a uma dívida imensa, 10.000 talentos. O talento era uma peça em barra de ouro, cujo valor equivalia a 6.000 denários. Denário é o salário de um dia do trabalhador. Estamos falando naquela época. No testamento, as informações que a gente encontra é que o talento pesava em torno de 58,9 kg. Ouro era uma unidade de massa e o seu significado se confundia com moedas porque era usado para designar grandes quantidades de ouro de prata. Para a gente ter uma ideia da riqueza dos aristocratas romanos naquela época, nós podemos citar os dotes que eram atribuídas às jovens, que variavam entre 50 a 300 talentos. Ouro, ouro simplesmente. Então, era uma moeda muito preciosa, a mais preciosa. Se ele devia 10.000 1 talentos, consideremos o valor. Mas não tendo com que pagar, o Senhor, o rei, mandou que ele, a sua mulher e seus filhos fossem todos aprisionados, fossem vendidos, porque com isso pagaria a dívida. Mas o servo se jogou na frente do rei e pediu: "Senhor, ser generoso para comigo, eu te pagarei". E o Senhor teve compaixão do servo e lhe perdoou a dívida. Não somente disse: "Você vai pagar mais tarde". Perdoou a dívida, 10.000 talentos. Aquele servo saiu dali e logo adiante ele encontrou um companheiro. Era um companheiro que lhe devia 100 dinheiros. Vejam a diferença. 10.000 talentos para 100 dinheiros. Vamos lembrar então que

ntos. Aquele servo saiu dali e logo adiante ele encontrou um companheiro. Era um companheiro que lhe devia 100 dinheiros. Vejam a diferença. 10.000 talentos para 100 dinheiros. Vamos lembrar então que em algumas traduções nós lemos no Evangelho dinheiros, em outras denário. De toda forma era uma pequena moeda de prata que era a de maior circulação no império romano na época de Jesus, no fim da República e até o início do principado. E correspondia, como falamos há pouco, ao salário diário de um trabalhador. permitia naquela época a aquisição de 8 kg de pão. Mas esse companheiro que devia os 100 dinheiros disse: "Eu não tenho com que te pagar. Você me dá um tempo, eu vou pagar." Mas o outro impiedoso, ele mandou que o recolhessem a prisão e de lá você não vai sair enquanto não pagar a dívida. Mas aconteceu que sempre tem alguém que nos vê, não é? E outros companheiros viram o que aquele servo fez e sabia o que o Senhor tinha feito a esse. E o que que fizeram? Imediatamente foram contar ao rei. E o rei então chamou de volta o servo impiedoso e aí ele lhe dá a lição. Eu perdoei aquela dívida enorme porque você me pediu, mas você não teve compaixão com o seu companheiro. Eu tive misericórdia de você. Por que você não fez o mesmo? E indignado então o entregou, diz o Evangelho, a usar atormentadores, até que ele pagasse tudo que devia. Isso nos diz que nós devemos ser indurgentes para com os nossos companheiros, porque Deus, nosso pai, é infinitamente indulgente para conosco. Basta sabermos quantas reencarnações já viemos e quantas ainda retornaremos, porque nós vamos pagando os nossos 10.000 talentos. dinheirinho por dinheirinho, pouquinho por pouquinho. Então, a indulgência é essa virtude silenciosa, muitas vezes esquecida, e faz exatamente a ponte entre o nosso desejo de perfeição e a nossa realidade humana, porque nós somos muito imperfeitos e os grandes benefícios da indulgência são espirituais e físicos. Já falamos de alguns até físicos, né, citamos. Mas a indulgência liberta o coração do veneno

umana, porque nós somos muito imperfeitos e os grandes benefícios da indulgência são espirituais e físicos. Já falamos de alguns até físicos, né, citamos. Mas a indulgência liberta o coração do veneno da mágoa. Ela traz uma paz que o mundo não pode dar. Porque quem é indulgente não perde tempo carregando o fardo de ser o juiz do próximo. Quando nós cultivamos a indulgência, nós vamos tornar também nossas casas espíritas verdadeiros hospitais para a alma e não tribunais de julgamento. Nós vamos criar um ambiente onde aquele que erra vai se sentir amado. por ser amado, vai encontrar forças para mudar. Lembremos que é muito comum nas nossas casas espíritas nós termos o atendimento espiritual para os outros. Entre nós trabalhadores, isso não é comum. Por quê? Já se já se ouviu relatos de companheiros que buscam o atendimento espiritual, o atendimento fraterno. E aí, porque são os trabalhadores de muito tempo ouvem, mas você não sabe das coisas, você não sabe que é assim mesmo, você não sabe que se está passando por essa dificuldade, é porque você está num processo de expiação do que é que você reclama. Quer dizer, a pessoa vai buscar consolo e ela não recebe o consolo porque ela sabe. Saber é uma coisa, eu viver a problemática. Porque eu sei o que acontece quando alguém se suicida, mas quando o meu filho foge da vida, como eu enfrento isso? Eu tenho toda a energia para absorver isso, para passar por isso. Quando o meu ser querido está num processo de uma enfermidade que o atormenta, como eu vivo isso? Então, antes de condenar, temos que procurar compreender. Antes de falar, vamos orar por aquele que errou ou por aquele que está passando por uma grande problemática. Afinal, a indulgência é o perfume que a alma exhala quando decide amar como o criador nos ama. que não sejamos, portanto, de forma alguma como o servo impiedoso. Lembremos quantas faltas nós temos. Se nós analisarmos a nossa própria vida olhando uns anos para trás, quantas tolices já fizemos. Hoje a gente tem a consciência espírita

guma como o servo impiedoso. Lembremos quantas faltas nós temos. Se nós analisarmos a nossa própria vida olhando uns anos para trás, quantas tolices já fizemos. Hoje a gente tem a consciência espírita e reconhece mais ainda as nossas falhas, não é verdade? Tanto que às vezes alguns de nós espíritas fazemos o nosso exame de consciência, como o Santo Agostinho recomenda, e a gente diz assim: "Meu Deus, eu estou cada vez pior, hoje estou pior do que ontem fui". Não é? Porque como a nossa consciência vai ficando mais lúcida, nós vamos percebendo que muitas das falhas que nós dizíamos assim: "Ah, isso não é nada, isso é meu jeito de ser. Ah, você tem que considerar. Eu sou assim um pouco ríspido no responder, mas é porque eu sou assim. Você tem que me aceitar como eu sou." Aceitarmos as diferenças, sim. Mas não há má educação. Então a gente quando vai tomando mais consciência como espírita, vai reconhecendo mais falhas em nós, mas aí sirvamos-nos também para nós da autoindulgência. Precisamos disso também. Por quê? Para nós nos ajustarmos, para mudarmos o nosso proceder, para termos forças para amanhã sermos melhores do que hoje precisamos ser indulgentes conosco mesmo, reconhecer que nós temos muitas imperfeições e que sim, os companheiros poderão nos chamar atenção, o chefe poderá nos chamar atenção, quem convive conosco, poderá dizer: "Olhe lá". E os que somos espíritas já somos muito acostumados a ouvir: "Nossa, você faz isso, você é espírita e faz isso." Eu costumo dizer assim: "O mundo agradeça ao bom Deus por eu ter nascido e ter podido conhecer a doutrina espírita. Que seria eu sem a doutrina? com certeza alguém muito mais difícil do que sou. Então, que Deus nos ampare, que o Senhor Jesus nos fortaleça, que aprendamos a nos amar mais uns aos outros, sermos realmente mais indulgentes uns com os outros e vivamos em paz no lar, na empresa, na escola, na sociedade em geral. Amémon-nos. Muita paz. Que Jesus fique conosco. >> Obrigado, Malena. Quase dispensável a oração, mas

ndulgentes uns com os outros e vivamos em paz no lar, na empresa, na escola, na sociedade em geral. Amémon-nos. Muita paz. Que Jesus fique conosco. >> Obrigado, Malena. Quase dispensável a oração, mas como temos a a este essa esse hábito, não é? melhor esse sempre é feito. Nós vamos repetir, vamos refazer, perdão, vamos fazer a prece de encerramento agora para nos mantermos ainda nesse clima de reflexão. Depois voltamos para as nossas despedidas. Então vamos orarmos irmãos. Amado Jesus, depois de tão importantes reflexões que a doutrina espírita tem nos oportunizado e que nos convida a olharmos para nós mesmos, para como temos temos nos comportado em relação às ações equivocadas ainda dos outros, mas ante a necessidade de nos percebermos também espíritos imperfeitos nesse processo de aprendizado constante, ajuda-nos a ouvirmos esta mensagem e que possamos, como nos disse a Malena ao final, amarmos mais, especialmente aqueles que caminham conosco, compreendendo as imperfeições alheias e agindo com indulgência, porque estamos em oração e em família. Aproveitamos para rogar pelos nossos lares, pelos nossos familiares, pelos nossos amigos. São tantos que se vem às voltas com dificuldades de toda ordem no campo da saúde. Outros enfrentam as perdas dos entes amados, as chamadas perdas. outros as dificuldades do âmbito profissional, estes nossos irmãos e amigos. Por eles rogamos hoje, Senhor, pelos nossos familiares mais próximos, às vezes no outro ambiente da mesma casa, por eles rogamos, ou por estes que estão mais distantes. coisas tão comuns hoje em que pais estão tão distantes dos seus filhos, dos seus próprios pais e mães, ou mesmo em relação à aqueles que já partiram, que na sua misericórdia infinita o Senhor possa a todos abençoar, levando até eles agora as nossas vibrações de amor que possam envolvê-los onde quer que eles se encontrem. Assim, Senhor, neste clima de evangelho, de família, nós te agradecemos e rogamos mais uma vez, permanece conosco nesse momento em que nos preparamos

ossam envolvê-los onde quer que eles se encontrem. Assim, Senhor, neste clima de evangelho, de família, nós te agradecemos e rogamos mais uma vez, permanece conosco nesse momento em que nos preparamos para o repouso do corpo. Possamos, de nossa parte, fazemos tudo para estarmos e prosseguirmos ao teu lado. Que assim seja. Obrigado, Jorge Lutia pela participação. Tá OK. A todos que estão aí no chat manifestando e bastante gente, vários amigos, né? Eu eh Sus César Lousada agora, Clarice, Fraporte, que bom que já está por aí, Marlene, todos vocês que vem aí manifestando a sua gratidão. Muito obrigado pela presença. E a você, Malena, muito especialmente. Eh, muito obrigado por ter estado conosco mais uma vez. pode dar o seu tchauzinho aí que o povo tá esperando. >> Como sempre dissemos, nossa, é sempre a gratidão por essa oportunidade. Ah, achamos que esse momento de nós nos reunirmos no evangelho no lar é algo assim que está se tornando sagrado nos nossos lares. Esses esses reencontros virtuais fazem muito bem a alma. Uma boa noite a todos e muitos domingos novamente haveremos de nos encontrar e nos outros dias da semana também.Émém. >> Muita paz, >> se Deus quiser. Fazendo minhas as palavras da Malena. Fiquem todos com Deus. Ten um excelente final de domingo, uma ótima semana, um ano maravilhoso, né? Estamos aí há 4 dias de janeiro, já estamos em 2026 e o ano promete muitas realizações. Paz e bem para todos. Fiquem com Deus. Ciao. Ciao.

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