Estudo Reflexivo: Nosso Lar - Encontro 11. Mód. 01 | Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual

Feemt Play 10/09/2025 (há 6 meses) 1:32:01 232 visualizações

Encontro 11: Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual - Módulo 01: Nosso Lar 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho ⏰ Horário: 20h às 21h30 (horário de Cuiabá) ⏰ Horário: 21h às 22h30 (horário de Brasília) 📝 Slides: https://espiritizar.feemt.org.br/slides/estudo-reflexivo-as-virtudes-de-alcione-em-renuncia/ 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 📃 --- 🔹 Outros módulos deste programa de estudo disponíveis no YouTube: Módulo 10 | Estudo Reflexivo: As Virtudes de Alcíone em Renúncia Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- 🔹 Nos acompanhe: • Facebook: / feemt.oficial • Instagram: / feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/ 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/

Transcrição

Boa noite, pessoal. Vamos dar início à nossa atividade do livro Vinha de Luz pelo espírito Emanuel, Sapir como convém. E se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber. Paulo, primeiro Coríntios, capítulo 8, versículo 2. A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas em tempo algum soube como convém saber. É por isso que ainda agora o avião bombardeia o rádio, transmite a mentira e a morte, e o combustível alimenta maquinaria de agressão. Assim também na esfera individual, o homem apenas cogita saber, esquecendo que é indispensável saber como convém. Em nossas atividades evangélicas, toda atenção é necessária ao êxito na tarefa que nos foi cometida. Aprendizes do evangelho existem que pretende guardar toda a revelação do céu para impô-la aos vizinhos que se presumem de posse da humildade para tiranizarem os outros e se declaram pacientes, irradiando a quem os ouve e se afirmam crente confundindo a fé alheia que exibem títulos de benverência ouvidando comezinhas obrigações domésticas. Esses amigos, principalmente são aqueles que cuidam saber sem saberem de falto. Os que conhecem espiritualmente as situações ajudam sem ofender, melhoram sem ferir, esclarecem sem perturbar, sabem como convém saber. e aprenderam a ser úteis. us o silêncio e a palavra, localizam o bem e o mal, identificam a sombra e a luz e distribuem com todos os dons do Cristo. forma-se quanto a fonte da eterna sabedoria e ligam-se a ela como lâmpadas perfeitas ao centro de força. Fracassos e triunfos no plano das formas temporárias. Não lhes modifico as energias. Esses sabem porque sabem e utilizam os próprios conhecimentos como convém saber. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, rogar a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, agradecemos, Senhor, por mais esta noite e reflexões que estamos nos oportunizando, que as mensagens dessa obra monumental, que é o livro Nosso Lar, possam esclarecer os nossos dias, nos estimulando a prática das virtudes cristãs em nós mesmos.

eflexões que estamos nos oportunizando, que as mensagens dessa obra monumental, que é o livro Nosso Lar, possam esclarecer os nossos dias, nos estimulando a prática das virtudes cristãs em nós mesmos. Que possamos, Senhor, ter a mente lúcida para bem refletir tudo aquilo que estamos nos propondo. Ser conosco hoje e sempre. Gratidão, Senhor, por tudo. Gratidão pela vida antes de iniciarmos, apenas um recado. Quem tiver problema com a sua imagem ser publicada no YouTube, fecha a câmera para porque o o vídeo vai ser publicado posteriormente no canal Tent Play no YouTube. Primeiramente, vamos fazer a recordação do nosso encontro passado. nosso encontro passado, nós refletimos sobre o capítulo 16, Confidências, no qual a mãe a mãe de André Luiz dá notícia para ele do do pai. E a André Luiz pergunta sobre o pai que já havia desencarnado. E a mãe dá notícia de que o pai estava sofrendo numa zona umbralina. Pai, teu pai, há 12 anos está numa zona de trevas compactas no umbral. Na terra sempre nos parecera fiel às tradições da família, arraigado ao cavalheirismo do Alto Comércio, a cujos quadros pertenceu até o fim da existência e ao fervor do culto externo em matéria religiosa, mas no fundo era fraco e mantinha ligações clandestinas fora do nosso lar. E acontecia com e aconteceu com o pai de André Luiz, foi um processo de mascaramento. Então ele externamente era um homem ligado às questões religiosas, afiel à tradições da família, mas era tudo máscara, porque na intimidade ele vivia exatamente oposto disso. Então, por isso estava numa zona de trevas compactas, como diz a mãe de Adr Luiz, nenhuma máscara subsiste à morte do corpo físico, né? Jesus chamava da morte do corpo físico do dia do juízo. No dia do juízo, nós nos nos encontramos frente à frente com as nossas consciências e nenhuma máscara, nenhum nada que é pseudo virtuoso subsiste após a morte do nosso corpo físico. Foi o que aconteceu com o pai de André Luiz. Ele assim que morreu, foi encontrar com a própria consciência

nhuma máscara, nenhum nada que é pseudo virtuoso subsiste após a morte do nosso corpo físico. Foi o que aconteceu com o pai de André Luiz. Ele assim que morreu, foi encontrar com a própria consciência e com as consequências das ações que realizou ao longo da vida. Então ele mantinha um relacionamento extraconjugal, aliás, mais do que um. E duas dessas mulheres estavam mentalmente ligadas à vasta rede de entidades maléficas. E tão logo desencarnou meu pobre Laert. A passagem no umbral lhe foi muito amarga, porque as desventuradas criaturas, a quem fizera muitas promessas, aguardavam no anciosas, prendendo-o de novo nas teias da ilusão. A princípio, ele quis reagir, esforçando-se por encontrar-me, mas não pôde compreender que após a morte do corpo físico, a alma se encontra tal qual vive intrinsecamente. Então, a o Laert prometia coisas que ele não podia cumprir para essas moças e elas desencarnadas ficaram aguardando para cobrar as promessas. E essa fala da mãe da Andréa Luía é exatamente o que nós estamos refletindo, a morte do corpo físico, né? Eh, após a morte do corpo físico, a alma se encontra tal qual vive intrinsecamente. Nós vamos ter sempre a morte do do jeito como nós tivemos a vida. Então, quem viveu de uma forma nobre, fazendo esforços para desenvolver as virtudes cristãs, cumprindo as leis de Deus que estão na nossa própria consciência, vão ter após a morte o resultado desse esforço. Quem fingiu que cumpriu as leis divinas, como foi o caso do Laert, que apenas mascarou a as suas questões interiores, ele vai encontrar no mundo espiritual aquilo que ele vivenciou intrinsecamente, não aquilo que exrinsecamente na aparência que ele aparentou para os outros, mas aquilo que ele vivenciou dentro de si mesmo. É da lei que as coisas sejam assim, cada um de acordo com as suas obras, como ensina o Cristo. Ater, portanto, não percebeu minha presença espiritual, nem assistência desvelada de outros amigos nossos, tendo gasto muitos anos a fingir, viciar a visão espiritual,

uas obras, como ensina o Cristo. Ater, portanto, não percebeu minha presença espiritual, nem assistência desvelada de outros amigos nossos, tendo gasto muitos anos a fingir, viciar a visão espiritual, restringir o padrão vibratório e o resultado foi achar-se tão só na companhia das relações que cultivara irrefletidamente pela mente e pelo coração. Os princípios da família e o amor ao nosso meu nome ocuparam algum tempo o seu espírito. De algum modo lutou repelindo as tentações, mas caiu afinal novamenteado na sombra por falta de perseverança no bom e reto pensamento. que aconteceu com o Laert foi exatamente essa esse movimento de fingimento, né? gastou muitos anos a fingir. Então, quando nós temos esse movimento não da autidade, mas do fingimento da pseudov, nós viciamos as nossas próprias percepções, a própria visão espiritual, restringindo o patrão vibratório. Então, a pessoa restringe a capacidade de percepção da própria realidade, seja a realidade enquanto está no corpo físico, seja da realidade espiritual. Então, ele vai se encontrar frente à frente com aquilo que cultuou durante a existência. Então, eh, como ela, como ela diz, ele viciou a visão espiritual, restringiu para o padrão vibratório e o resultado foi achar-se tão só na companhia das relações que cultivaram irrefletidamente pela mente e pelo coração. Nós sempre vamos ter após a morte aquilo que nós cultivamos. Não tem como a pessoa eh depois da morte encontrar flores, se cultivou apenas espinhos. Foi o que aconteceu com o La. Ele não exercitou virtudes. Ele fingiu que era virtuosa. Venho trabalhando intensamente anos a fio solicitei o amparo de amigos em síncronúcleos diversos de atividade espiritual mais elevada, inclusive aqui em nosso lar. Certa vez, Clarêncio quase conseguiu atraí-lo ao ministério da regeneração. Mas Deal, não é possível acender luz em cadeia sem óleo e sem pavio. Precisamos da decisão mental de Laertá-lo e abrir-lhe a visão espiritual. No entanto, o pobrezinho permanece inativo

a regeneração. Mas Deal, não é possível acender luz em cadeia sem óleo e sem pavio. Precisamos da decisão mental de Laertá-lo e abrir-lhe a visão espiritual. No entanto, o pobrezinho permanece inativo em si mesmo entre a indiferença e a revolta. Diferentemente de André Luiz, que chegou um momento que ele humildou orgulho, amçou a rebeldia e orou. Laert, que era um religioso eh formal, a André Luiz nem religioso era, simplesmente ateu e vivia a vida como materialista. O Laer de um um falso religioso que nem oração conseguia fazê-lo. Não há, porém, meios de subtraído a tais objeções? Ah, meu filho, elucidou a palavra materna. Eu visito frequentemente, ele, porém, não me percebe. Seu potencial vibratório é ainda muito baixo. Tento atraí-lo ao bom caminho pela inspiração, mas apenas consigo arrancar-lhe algumas lágrimas de arrependimento de quando em quando, sem obter resoluções sérias. As infelizes das quais se tornou prisioneiro, retiram-no das as minhas sugestões. Então, psiquicamente, ele vivia em na subjulgado por essas mulheres que ele mesmo atraiu e eh com promessas falsas subjulgou elas a a ele mesmo. Ele sentia culpa, mas não se libertou das causas profundas do problema. O capítulo 17, um capítulo mais descritivo em casa de Lízias, nós, a única questão assim mais digna e assim mais eh eh reflexiva é a respeito da informação sobre os livros que existe eh na colônia. eh nas colônias intermediárias as elevadas, o que acontece de os livros serem todos edificantes. E a a irmã de Lísias e Ololanda fala por quê? Temos em nosso lar, no que concerne a literatura, o menor de vantagens. Vantagem é que os escritores de Mafé, os que estimam o veneno psicológico, são conduzidos imediatamente para as zonas obscuras do umbral. Por aqui não se equilibram nem mesmo no ministério da regeneração, enquanto perseverem semelhante estado de arro. são aqueles escritores que eh focados em sexualismo, focados em eh a extrair a ideia de Deus, do espírito, de todas as questões profundas da vida,

ração, enquanto perseverem semelhante estado de arro. são aqueles escritores que eh focados em sexualismo, focados em eh a extrair a ideia de Deus, do espírito, de todas as questões profundas da vida, eles ficam nas no umbral ou pior ainda nas trevas. somente escritores de mentalidade elevada que acende as colônias espirituais mais evoluídas. Então, esses foram os dois capítulos que nós vimos o nosso encontro passado e hoje nós vamos para o capítulo 18, amor, alimento das almas. Alírio, posso fazer uma pergunta? Boa noite. Sim, pode, pode sim. >> Alírio, no caso do resgate da da do pai dele e das duas mulheres, foi o resgate compulsório, direto? do pai dele é compulsório. >> Não, não, não. O e a a mãe dele e ia receber, ia de novo receber tanto ela como as duas as duas mulheres. >> Aham. >> Foi compulsório direto. >> Não é compulsório nesse eh no sentido de que ele é obrigado a fazer isso. É, na verdade é lei de misericórdia em ação, tá? Por quê? Se ele continuasse na nas regiões inferiores, ele iria sofrer indefinidamente. Então, a lei de misericórdia, mesmo sem nenhum mérito, nos traz. Então, a claro que isso acontece quando existe alguém que interceda. E no caso da mãe de André Luía, o espírito já, ela emprestou os créditos dela para trazer e reencarnar novamente. Iria receber o Laertoso, apesar da infidelidade de tudo que ele praticou, e as duas mulheres como filha. é um espírito de autoenvergadura que tem a possibilidade de ser instrumento da lei de misericórdia para eh atender a necessidade de um ente querido, né? Não é que ele seja obrigado a fazer isso. As a o a a evolução dela permitiu que ela pudesse ser instrumento da lei de misericórdia para ajudá-la. Então, uma reencarnação cabe que vai ser uma reencarnação expiatória, provacional, né? No caso dela, uma reencarnação numa missão muito trabalhosa, muito desafiadora, porque resgataram o espírito nessa condição da para levá-lo a uma prática de virtudes reais. É muito trabalhoso. Possível, possível, mas muito trabalhoso, muito

ão muito trabalhosa, muito desafiadora, porque resgataram o espírito nessa condição da para levá-lo a uma prática de virtudes reais. É muito trabalhoso. Possível, possível, mas muito trabalhoso, muito desafiador para ela. Mas ela se ela se colocou, né, disponível para isso. Nós vamos ver o capítulo que trata disso, né, eh, que é sacrifício de mulher lá já no quase final do livro. E e essas reencarnações desse nível não são compulsórias como a gente não. Ele é obrigado a ver. Não é, não foi obrigado. Nem ela foi obrigada, né? Mas é um espírito que tem condições de se sacrificar em função de outros espíritos. Muitas encarnações acontecem assim, acontece dessa forma. que o a o espírito com maior evolução reencarne para resgatar um de menor evolução pelos laços de amor. Muito provavelmente o amor que a provavelmente não é certeza pela a mãe de André Luiz tinha por pelo Laert, né, é muito grande um amor incondicional suples, que foram amantes do marido na última existência. é a uma evolução que faz com que ela seja realmente um grande instrumento da lei de misericórdia. Ficou claro, Ro? >> Sim, Elío. Sim, sim. É porque quando você na na no começo estava falando que a o Clarino foi até ele, ele não conseguiu ainda por causa por causa da sua rejeição dele que ele não estava preparado. Por isso que eu falei como que é feito este se ele tá nessa situação tão dura, tão assim resistente, >> porque ele está numa subconsciência, né? Esperar o espírito se tornar consciência muitas vezes demora muito. Então, uma das formas de de ação é um espírito mais evoluído vir para resgatar o menos evoluído. É a própria lei divina que propicia isso. é justo, é amoroso, é caridoso que o espírito mais evoluído seja instrumento de auxílio de um outro menos esclarecido. Então, Deus age, as leis de Deus agem por meio dos próprios espíritos. Nós mesmos somos a agentes, né? Então, cada um de nós podemos ser agente da lei de misericórdia no nível evolutivo que estamos. Um espírito de alta envergadura como a mãe de Ad Luiz é

prios espíritos. Nós mesmos somos a agentes, né? Então, cada um de nós podemos ser agente da lei de misericórdia no nível evolutivo que estamos. Um espírito de alta envergadura como a mãe de Ad Luiz é um grande agente. Nós podemos ser um pequeno agente da lei de misericórdia, mas é a lei de misericórdia que propicia isso. Veja que ele não tinha mérito algum. Ele tinha uma necessidade, a necessidade de ser socorrido. As mulheres também tinham necessidade de ser socorrido. Então, a lei de misericórdia é essa lei que, mesmo sem mérito, nos acolhe, nos oferece todos os recursos, oferece um espírito dessa categoria para conduzir o grupo familiar, mesmo sem mérito nenhum, para que as pessoas possam reparar os erros passados, no caso Laert e as próprias mulheres, que seriam educadas pela por essa mulher, né? E uma educação completamente diferente daquela que elas devem ter recebido na existência anterior. E as chances delas se renovarem seriam grandes. >> A chance de renovação existe. Por isso que a lei de misericórdia nos atende dessa forma. Então são é uma reencarnação não compulsória por ação da misericórdia na própria lei divina. Silvana, então eu tenho uma pergunta também com esse relacionado também com o pais quando fala do desse potencial vibratório dele que era muito baixo, >> então ele já tinha esse potencial vibratório baixo quando ele estava encarnado. >> Só que ele viveu assim com máscaras, né? E era isso que que não auxiliava então ele não se conectar com ela enquanto esposa. >> Isso. Porque ele fingia, né? Veja, uma pessoa que eu amava profundamente e ele praticamente dá desprezar para ficar com mulheres eh de baixa categoria espiritual, simplesmente por prazer sexual. Então veja o a o nível de desprezo, veja que ele também tinha uma ligação com ela afetiva. Tanto é que ele buscou eh após a a morte, mas não ele como ele viciou a mente com o fingimento >> Uhum. e com a prática eh eh do sensualismo pura e simplesmente em detrimento do dever das virtudes e tudo mais. Que que aconteceu? Veja a

morte, mas não ele como ele viciou a mente com o fingimento >> Uhum. e com a prática eh eh do sensualismo pura e simplesmente em detrimento do dever das virtudes e tudo mais. Que que aconteceu? Veja a própria os próprios chakra quinto, sexto e sétimo chakra por causa da exacervação das energias, principalmente do do primeiro, do segundo e do terceiro, né, que são chakras fisiológicos, que que vai acontecer? Os três chakras superiores eles ficam extremamente reduzidos pelo fingimento, pela mascaramento, as pseudoves. Então, cria um psiquismo falso em si mesmo. Como ele cria um psiquismo falso em si mesmo enquanto tá encarnado, desencarnado, ele continua a mesma forma. Então ele não conseguia nem ver a esposa, nem sentir a energia dela naquelas condições >> e não realizou os esforços necessários para para crescer, para se desenvolver, né, para evoluir minimamente. É isso. >> Sim. É. >> É. Então eu a minha pergunta foi porque realmente eu me veio assim, foi trazendo eh paraa vida de hoje de encarnado e que a gente vê muito hoje nos relacionamentos, né? relacionamento conjugal, principalmente >> não só homem, mas também mulheres que talvez não conseguem se conectar com o próprio esposo >> e é justamente por essa baixa vibração. Isso. >> Então, >> entendi. >> Por por um processo de eh de não desenvolver o amor incondicional. exatamente o capítulo que nós vamos ver agora, né, que é e eh esse amor no que, como ela o capítulo diz, amor, alimento das almas, é esse amor que alimenta a relação de afetividade real e profunda, né, que é muito vai transcende a questões puramente biológicas de sexo, de prazer pura amente eh material, né? É aquela questão do prazer espiritual dessa conexão. No caso do Laert, ele não valorizou minimamente a companhia da esposa, né? tinha várias amant que era pelo que se diz o ter pelo que deduzse do texto, não eram, não foram só essas duas, foram várias das várias duas que >> é >> se ligaram mais intensamente a ele por uma desvalorização dessa dessa companhia que ele teve E dá

pelo que deduzse do texto, não eram, não foram só essas duas, foram várias das várias duas que >> é >> se ligaram mais intensamente a ele por uma desvalorização dessa dessa companhia que ele teve E dá para perceber, né, que a mãe da Luía, ela mais evoluída que todos os o restante da família. nem nem o filho, nem as filhas, nem o esposo. Só que tinha desencarnado mais cedo que a seguiu eh no na questão das virtudes. Ela muito já provavelmente reencarnou para reerguer esse grupo familiar, >> mas é é aquilo que nós falou é imagina a próxima existência que ela que ela programou e que provavelmente está em curso, né? O quão desafiador é no espírito dessa envergadura conseguir resgatar outros espíritos menos evoluindo, né? É uma é uma tentativa. A a a lei pede exatamente isso, que seja feito todos os esforços possíveis para ajudar aquela pessoa, né? Se, claro, se ela não se autoajuda, é que ela usa a metáfora, né, da candeia sem combustível e sem pavio. Esse é o processo da autoajuda. Ninguém consegue ser ajudado se a pessoa não se ajuda nesse processo. Então, o mundo físico, da forma como o o nosso mundo se comporta, os valores espirituais, virtudes, esforço, dedicação é ainda colocada em segundo plano. A grande maioria das pessoas querem ter um prazer imediato viver no mundo mesmo pessoas que têm conhecimento espiritual. O LER tinha conhecimento espiritual, é católico, mas tinha, mas não vivia de acordo com a religião, como foi falado no comungava todo domingo, provavelmente confessava, mentia pro padre e comungava, né? E foi assim a vida inteira. Muitos de nós espíritas temos a mesma prática, né? com mais responsabilidade ainda do que um católico, porque temos conhecimento da verdade de uma forma muito mais clara, como com obras como o nosso lar, que mostra a realidade nua e crua, né? A realidade como ela é, seja a realidade no corpo físico, seja a realidade no mundo espiritual. Então, o que nos convida eh a realmente viver uma vida de autênticidade, não de mascaramento.

crua, né? A realidade como ela é, seja a realidade no corpo físico, seja a realidade no mundo espiritual. Então, o que nos convida eh a realmente viver uma vida de autênticidade, não de mascaramento. Que isso, Van? >> Obrigada, Lí. >> Ângela. >> Eh, então, Dra. quando fala assim, tendo gasto muitos anos a fingir, viciar a visão espiritual, restringindo o padrão vibratório. Então, eh, me veio que aquela frase de Jesus que a candeia é a luz do corpo, alguma coisa assim, eh, que tem a ver com a visão clara da realidade. Oi. >> Isso, isso mesmo. A candeia, a a candeia do corpo são os olhos. Olhos >> se os olhos forem Se os olhos forem maus, eh, se os olhos forem bons, você terá luz. Se os olhos forem maus, todo o seu corpo será, >> será ma. >> É a fala de Jesus. Ele tá falando das máscaras do E. >> Sim. que tem a ver que o Laert viveu. >> Exato. >> É uma pú >> Sim. >> Viveu numa pseudo luz. >> Parecia virtuoso Manuel. >> Sim. E essa viciação se deu pelo eh, eu não sei qual é a ordem, mas essa viciação se deu por tanto autoengano, por tanto fingimento em relação à à realidade. >> Nesse n caso dele não se não dá nem para falar que era autoengano, ele enganava os outros, enganou a própria esposa. >> Não era autoengano. Ele sabia muito bem que ele tava fazendo. Ele ele tinha uma vida dupla, né? Era um bom moço para a sociedade e clandestinamente, de forma escondida, ele fazia, vivia uma vida sensualista. Então, não é, não é autoengano. Nesse caso, é que engano dos outros. tentava enganar os outros, mas na verdade quando nós tentamos fazer isso só aos outros, nesse aspecto, sim, aí é o autoengano. >> O autoengano. É, nesse aspecto, >> ele pensou que tava enganando a esposa, >> mas na verdade ele tava enganando a a ele mesmo, mas não de uma forma deliberada, né? A que tem gente que que se autoengana colocando uma uma virtude que não tem para si mesmo. Ela mesma acha que ela tem a virtude. No caso dele, provavelmente ele sabia muito bem que ele era o santo do Paulo. OK. Então vamos ver. Amor, alimento das

o uma uma virtude que não tem para si mesmo. Ela mesma acha que ela tem a virtude. No caso dele, provavelmente ele sabia muito bem que ele era o santo do Paulo. OK. Então vamos ver. Amor, alimento das almas. Terminada a oração, chamou-nos à mesa a dona da casa, servindo caldo reconfortante e frutas perfumadas que mais pareciam concentrados de fluidos deliciosos. Eminentemente surpreendido, ouvi a senora Laura observar com graça. Afinal, nossas refeições aqui são muito mais agradáveis que na terra. Há residências em nosso lar que as dispens quase por completo, mas nas zonas do Ministério do auxílio não podemos prescindir dos concentrados fluídicos, tendo em vista os serviços pesados que as circunstâncias impõem. Despendemos grande quantidade de energias. É necessário renovar provisões de força. Isso, porém, ponderou uma das jovens. Não quer dizer que somente nós, os funcionários do auxílio e da regeneração, vivamos a depender de alimentos. Todos os ministérios, inclusive da união divina, não os dispensam, diferindo apenas a feição substancial. Na comunicação e no esclarecimento há enorme dispêndios de frutos. Na elevação, o consumo de sucos e concentrados não é reduzido. E na união divina, os fenômenos de alimentação atinge o inimaginável. Meu olhar indagador e adelízias para a senhora Laura, ansioso de explicações imediatas. Sorriam todos da minha natural perplexidade, mas a mãe de Lízias veio o encontro dos meus desejos, explicando. Nosso irmão talvez ainda ignore uma que o maior sustentáculo das criaturas é justamente o amor. que quando em quando recebemos em nosso lar grandes comissões de instrutores que ministram ensinamentos relativos à nutrição espiritual. Todo o sistema de alimentação nas variadas esferas da vida tem no amor a base profunda. O alimento físico, mesmo aqui propriamente considerado, é simples problema de materialidade transitória, como nos casos dos veículos terrestres, necessitando de colaboração da gracha e do óleo. A alma em si apenas se nutre de

aqui propriamente considerado, é simples problema de materialidade transitória, como nos casos dos veículos terrestres, necessitando de colaboração da gracha e do óleo. A alma em si apenas se nutre de amor. Quanto mais nos elevarmos no plano evolutivo da criação, mais extensamente conheceremos essa verdade. Não lhe parece que o amor divino seja o cíbo do universo? Tais elucidações confortavam-me sobre maneira. Percebendo a satisfação íntima, Lísias interveiam acentuando: "Tudo se equilibra no amor infinito de Deus. E quanto mais envolvido ser criado, mais o sutil processo de alimentação. O verme no subsolo do planeta nutre-se essencialmente de Terra. O grande animal colhe da na planta os elementos de manutenção, a exemplo da criança sugando o seio materno. O homemcolhe o fruto do vegetal, transforma-o segundo a exigência do paladar que lhe é próprio e serve-se dela dele à mesa do do lar. Nós, outros criaturas desencarnadas necessitamos de substâncias suculentas pendentes a condição fluídica e o processo será cada vez mais delicado à medida que se intensifique a ascensão espiritual. Não, não esqueçamos, todavia, a questão dos veículos acrescentou a senora Laura. Porque no fundo o verme, o animal, o homem, nós dependemos absolutamente do amor. Todos nos movemos nele e sem ele não teríamos existência. É extraordinário aduzir comovido. Não se lembra do ensino evangélico do amai-vos uns aos outros, prosseguiu a mãe de Lízias. atenciosa. Jesus não preceituou esses princípios objetivando tão somente os casos de caridade, nos quais todos aprenderemos mais dia, menos dia, que a prática do bem constitui simples dever, aconselhava-nos igualmente a nos alimentarmos uns aos outros no campo da fraternidade e da simpatia. O homem encarnado saberá mais tarde que a conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal, patrimônios que se derivam naturalmente do amor profundo, constituem sólidos alimentos para a vida

gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal, patrimônios que se derivam naturalmente do amor profundo, constituem sólidos alimentos para a vida em si. Reencarnados na Terra, experimentamos grandes limitações. Voltando para cá, entretanto, reconhecemos que toda a estabilidade da alegria é problema de alimentação puramente espiritual. formam-se lares, vilas, cidades e nações em obediência a imperativos tais. Muito interessante, né, tudo isso que tá sendo colocado neste capítulo. Eu me lembrei de uma eh num livro A vida secreta da criança antes de nascer. fala de uma um um fato ocorrido na Alemanha logo após a Segunda Guerra Mundial. Muitas crianças ficaram órfas e a crianças muitas recém-nascidas, outras eh por por questões da morte do pai, da mãe. E eles fizeram uma pesquisa num num orfanato em que as enfermeiras só davam eh alimentação física para as crianças. Então elas davam o alimento na hora certa, de três em três horas, a mamadeira e tal, mas não tinham afeto algum pelas crianças. O fato dela delas não terem afeto, mesmo tendo uma alimentação regular, todas as crianças desse orfanato tinha baixo peso. Exatamente isso que a mãe de Andra Luiz fala, que a dona Laura fala, mãe de André Luiz, não, dona Laura, mãe do Lises, a questão do afeto ser um alimento inclusive para o corpo físico, no caso do do do nosso lar, como eles estão no corpo fluídico, né, o corpo eh perespiritual precisa de menos alimentos, de alimentos menos sólidos que o nosso. Não se come feijoada no no nosso lar, nas colônias, nada de alimentação, eh, que nós temos aqui no no mundo físico. Mas já essa é uma das pesquisas que já foram feitas, mas tem várias outras que quando não se dá afeto para uma criança, mesmo com a alimentação normal, é o crescimento não é o mesmo. Então o que que significa? Que a nutrição ela não é apenas fisiológica, ela é profundamente psicológica. Quando ela coloca aqui, eh, quando ela lembra do do preceito evangélico,

cimento não é o mesmo. Então o que que significa? Que a nutrição ela não é apenas fisiológica, ela é profundamente psicológica. Quando ela coloca aqui, eh, quando ela lembra do do preceito evangélico, amai-vos uns aos outros. E e como ela diz, Jesus não preceituou esses princípios, objetivando tão somente os casos de caridade, nos quais todos aprenderemos, mas dia menos dia, que a prática do bem constitui simples dever, né? É a lei do dever que o espírito Lázaro fala no Evangelho Segundo o Espiritismo, a lei do dever, eh, e, e a virtude do dever conceal que todos nós somos convidados a desenvolver. E aí ela fala: "Aconselhava-nos igualmente a nos alimentarmos uns aos outros no campo da fraternidade e da simpatia. O homem encarnado saberá mais tarde que a conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal, patrimônio que se derivam naturalmente do amor profundo, constituem sólidos alimentos para a vida em si. Olha que bonito isso, né? Então são práticas eminentes espirituais que nos alimentam mesmo, né? nos alimentam nesse nível profundo. Isso não são apenas crianças que eh que ficam subnutridas com falta de afeto. qualquer ser humano, se não houver afetividade, se não houver eh aí esse interesse fraternal ou o o a o o mínimo afeto que venha, né, que seja a troca, a esse essa questão de de faltar de de não ter a nutrição, inclusive para o corpo físico. Terezinho, pode falar. Seu áudio tá desligado. Pronto. Até a comida que nós preparamos no dia a dia. >> Uhum. a forma como você trata os vegetais ou que você tiver fazendo, se você trata com amor, o sabor da comida se modifica. Uma pessoa que cozinha com prazer de cozinhar, dando amor, dando alegria, não é? É, para nós, a gente sente a diferença do sabor da comida, de uma comida que vem que vem paraa mesa por por obrigação. Eu vou cozinhar porque tenho que fazer e e boto aquilo. É completamente diferente. >> Como o abraço, como o olhar, não é? Quando você dá um abraço a uma pessoa, é

que vem paraa mesa por por obrigação. Eu vou cozinhar porque tenho que fazer e e boto aquilo. É completamente diferente. >> Como o abraço, como o olhar, não é? Quando você dá um abraço a uma pessoa, é diferente o abraço de simplesmente dar um abraço porque tem que dar um abraço. Tô chegando. Não é diferente. É tudo que é >> feito com amor, alegria, com os sentimentos positivos, com delicadeza, não é? Com suavidade. É, é é saudável. É como a gente adquire maior equilíbrio e saúde em nossas vidas. É isso mesmo. >> Sim, verdade. Eh, lembrando daquela experimento do Dr. Emoto, né, que nós já falamos aqui, que o não existe alimento que você faça sem colocar água. Então, na própria água dos alimentos, os próprios, se você, por exemplo, uma pessoa que pozinha com raiva, eh, aquela coisa da da obrigação de ter que fazer com com raiva do que está fazendo, ela coloca veneno no alimento. Já quem cozinha com amor, que sente prazer de da da do do afeto >> que você passa no alimento, né, para >> é >> seja para si mesmo, seja para outra pessoa, ela eh transforma o alimento num remédio, né, e o mesmo alimento físico, né, o a própria afetividade vai alimentar a pessoa, né, impregnar naquela naquele alimento todo. toda uma energia salutar enquanto claro também verdadeiro. >> A energia mental tóxica da raiva do do eh ou da indiferença. No caso dessas enfermeiras alemães, elas eram indiferentes. Não tinha nem apor nem nem ódio pelas crianças. Simplesmente d meu filho, não tô nem aí. E era uma diferença enorme e eh gerou subnutrição das crianças. É, >> gratidão. >> Olírio, pegando o teu raciocínio, então pode, eu posso estar imaginando que o número de suicídio venha de crianças vem nesse caso. É a falta de afetividade que muitas vezes o pai e a mãe não tem. É trocado. Isso pode ser raciocinando assim? >> Pode ser uma das causas, né? Aí, eh, não necessariamente que seja a questão do pai e da mãe, mas às vezes é uma questão da criança. Cada caso é um caso, mas pode ser uma das falsas. Mais alguma reflexão, pessoal, do

s causas, né? Aí, eh, não necessariamente que seja a questão do pai e da mãe, mas às vezes é uma questão da criança. Cada caso é um caso, mas pode ser uma das falsas. Mais alguma reflexão, pessoal, do conteúdo aqui? Vamos continuar aqui. Recordei instintivamente as teorias do sexo largamente divulgadas no mundo, mas adivinhando-me talvez os pensamentos a senora Laura sentenciou. E ninguém diga que o fenômeno é simplesmente sexual. O sexo é manifestação sagrada desse amor universal e divino, mas é apenas uma expressão isolada do potencial infinito. Entre os casais mais espiritualizados, o carinho e a confiança, a dedicação e o entendimento múos permanecem muito acima da união física, reduzida entre eles a realização transitória. A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação da harmonia para que se alimente a aventura. Basta a presença e às vezes apenas a compreensão. Valendo-se da pausa, Judit acrescentou: "Aprendemos em nosso lar que a vida terrestre se equilibra no amor, sem que a maior parte dos homens se apercebam. Almas gêmeas, almas irmãs, almas afins, constituem pares e grupos numerosos, unindo-se umas às outras, amparando-se mutuamente, consegue equilíbrio no plano da de redenção. Quando, porém, falta companheiros, a criatura menos forte costuma sucumbir em meio da jornada. Como vê, meu amigo objetou Lisas contente, ainda que é possível relembrar o evangelho do Cristo. Nem só de pão vive o homem. Antes, porém, de se alinhar em novas considerações, tiu a companhia fortemente. Levantou-se o enfermeiro para atender. Dois rapazes de fino trato entraram na sala. Aqui tem de Sinícias, dirigindo-se a mim gentilmente, nossos irmãos Polidório e Estáo, companheiros do ser de serviço no ministério do esclarecimento. Saudações, abraços, alegria. Decorrido momentos, a senora Laura falou sorridente: "Todos vocês trabalharam muito hoje, utilizar o dia com proveito. Não estrague o programa afetivo por nossa causa. Não esqueça a excursão ao campo

Decorrido momentos, a senora Laura falou sorridente: "Todos vocês trabalharam muito hoje, utilizar o dia com proveito. Não estrague o programa afetivo por nossa causa. Não esqueça a excursão ao campo da música." Notando a preocupação de Lísias, advertiu a palavra materna: "Vai, meu filho, não faça lacínia esperar tanto. Nosso irmão ficará em minha companhia até te até que te possa acompanhar nesses entretenimentos. Não se incomode por mim", reclamei incintivamente. A senora Laura, porém, esboçou amarel sorriso e que respondeu: "Não poderei compartilhar das alegrias do campo ainda hoje. Temos em casa minha neta convalescente que voltou da terra há poucos dias. Sairá todos, saíram todos em meio do júbilo do geral. A dona da casa, fechando a porta, voltou-se para mim e explicou sorridente: "Vão em busca do alimento a que nos referíamos. Os laços afetivos aqui são mais belos e mais fortes. O amor, meu amigo, é o pão divino das alma das almas. O páo, Pábulo sublime dos corações. Que lindo, né? Eh, veja que ela diz, né, o os laços afetivos aqui são mais belos e mais fortes porque é de espírito para espírito, né? Não tem convenções sociais na dimensão espiritual, no a na a autenticidade é o que impera no mundo físico, né? Por que que aquela pergunta que por que que nós evoluímos comprovando que estamos desenvolvendo virtudes no mundo físico? Que no mundo físico ainda existe muita falsidade, ainda existe muitas conversões sociais em que as pessoas estão juntas, mas não estão trocando afetividade, não estão realmente construindo laços. É, verdadeiros estão por estar simplesmente pela pela conjuntura, né? Já no mundo espiritual é diferente. Agora, antes ela, a questão sexual, né, que é um complemento do amor, mas não é o principal numa relação conjugal, numa relação entre casais. Ela coloca que carinho, a confiança, a dedicação e o entendimento multos permanece muito acima da união física, reduzida entre eles a realização transitória. Foi o que o pai de André Luiz não soube aproveitar

ca que carinho, a confiança, a dedicação e o entendimento multos permanece muito acima da união física, reduzida entre eles a realização transitória. Foi o que o pai de André Luiz não soube aproveitar com a esposa, né? Então, havia afeto dele, dela, principalmente dela para ele e algum afeto dele para ela, mas ele foi buscar fora do lar a relacionamentos sexuais, puramente físicos, materiais nessa realidade transitória, sem considerar, né, a presença da esposa Eh, com essa questão mais do carinho, da confiança, da dedicação, do entendimento de luto. Ela diz: "A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação da harmonia. Para que se alimente aventura, basta a presença e às vezes apenas a compreensão. É o que falta em muitos lares e na maioria dos relacionamentos com judais na terra. E a fala da Judito também é muito interessante. Aprendemos em nosso lar que a vida terrestre se equilíbra no amor sem que a maior parte dos homens se aperceba. Almas gêmeas, almas irmãs, almas afins, constitui pares e grupos numerosos, unindo-se umas às outras, amparando-se mutuamente, consegue equilíbrio no plano de redenção. Quando, porém, falta companheiros, as criatura menos forte costuma sucumbir em meio do jornal da jornada. Joana de Angel que tem uma uma fala que ela diz assim: "Quem é solitário nunca será solitário". Porque a pessoa solidária, ela está sempre eh buscando auxiliar alguém. E quando ela nós auxiliamos alguém, quando nós servimos de ajuda para alguém, nós estamos criando esse esse esses grupos de almas irmãs, almas afins que evoluem em conjunto. a pessoa egoísta, egocêntrica, eh, que não exercita a solidariedade, ela acaba, eh, sozinha, sozinha mesmo. Eh, e aí, como ela diz, costuma sucumbir em meio da jornada porque falta de expressividade do próprio amor. É a questão também que o Lí lembrando lembra, né? Nem só de pão vive o homem. Então, a questão do do da do afeto é o grande exercício para todos nós. Se quiser se quisermos realmente ampliar

rio amor. É a questão também que o Lí lembrando lembra, né? Nem só de pão vive o homem. Então, a questão do do da do afeto é o grande exercício para todos nós. Se quiser se quisermos realmente ampliar a nossa o nosso campo de afetividade, o o convite é esse, né? o amor impulcional, o amor desinteressado em forma de afeto, de carinho, de eh de atenção, né, de cuidado eh do outro, de realmente de se importar, né, com a a nós, cada um consigo mesmo e com o outro, né? Alguma reflexão mais pessoal desse capítulo? Perguntas? >> Pode falar. >> Essa questão que você trouxe das convenções eh do interrelacionamento, muitas vezes a a ah nós podemos confundir, né? Então, a a tem bastante apelo com relação à gentileza pra gente ser gentil, mas numa dessa a gente acaba eh entrando numa não seria fingimento, mas como se fosse uma norma. Eu não sei se eu tô me fazendo entender. E aí >> verniz social você fala >> o verniz social. Nossa, é isso. Então, é muito, às vezes é bem disfarçado e no fundo a pessoa não tá sentindo aquilo, mas de acordo com o ambiente ela se vê nessa situação, porque senão ela tem ô por conta disso. >> Na verdade, é o que o o pai do Adão Luiz fazia, né? O fingimento. Verniz social é o fingimento. A virtude da autenticidade não quer dizer que a pessoa ela vá ser vá ser rude em situações que ela não está confortável, mas ela não vai fingir também nem rudeza, nem fingimento. Ela pode até expressar: "Olha, não tô satisfeita com isso. Ah, isso não me agrada, né? Numa num relacionamento social, eh, agradar todo mundo é fingimento. É aquilo que o Cristo coloca, autenticidade é seja o seu dizer sim, sim, e o não, não. O que passa disso é de procedência maligna. Então, o fingimento é falar sim o tempo todo. A rudeza é falar não o tempo todo. Então, quando você está numa relação social, o convite é de autenticidade, é de delicadeza, de fazer esforços, né? Por é aquilo que nós a nós sempre refletimos no nosso nível evolutivo, nas relações sociais. Nós somos convidados a ser

ão social, o convite é de autenticidade, é de delicadeza, de fazer esforços, né? Por é aquilo que nós a nós sempre refletimos no nosso nível evolutivo, nas relações sociais. Nós somos convidados a ser esforçadamente virtuosos. Por que esforçadamente? Porque nós ainda não temos a espontaneidade das virtudes em nós. Então, as relações sociais, quando a a dona Laura fala das várias situações em que nós podemos falar da conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal são formas de exercício do amor. E para nós, no nosso nível evolutivo, isso tudo é feito por meio de esforços. Muitas vezes você não tá não não está de com disposição de uma conversa, mas você sente na outra pessoa uma necessidade de uma conversa e você se esforça para conversar. Isso não é fingo, isso é esforço, né? Eu ficaria melhor se não tivesse esse momento com essa pessoa. Mas eh como eu senti, né? E aí é um intuição, sentimento que a pessoa está necessitando, por que não, em fazer um esforço para estar ali inteiro com a pessoa. Tem pessoas que fazem isso fingidamente, finge que estão, mas não tá nem prestando atenção no outro. Agora, quando nós estamos nesse movimento do esforço para desenvolver virtudes, você transmuta o seu desejo egóico às vezes de sossego, de de estar na na sua sem interagindo para fazer um esforço da de ouvir aquela pessoa naquele momento, que é diferente de uma pessoa que já é evoluída com a mãe da do Luís não precisava nem fazer esforços para ser virtuosa, ela já é espontaneamente virtuosa, né? Então, a quem já é espontaneamente virtuoso é porque já desenvolveu a virtude ao longo do do tempo. Quem ainda não é convidado a fazer esforços. Então, no nosso nível evolutivo, o amor com todas as virtudes filhas do amor, como carinho, afeto, solidariedade, afetividade, são fruto, né? O exercício dessas virtudes é será sempre fruto do esforço. E as relações sociais é um instrumento para que nós exercitemos isso

o amor, como carinho, afeto, solidariedade, afetividade, são fruto, né? O exercício dessas virtudes é será sempre fruto do esforço. E as relações sociais é um instrumento para que nós exercitemos isso com verdade, né? Não com fingimento, né? Porque o fingimento é apenas pseudovirtudes que não não vão nos nos elevar a lugar algum, né? mas com a a um movimento de esforçarmos para praticar a virtude do amor. Então, quanto mais esforço, maior vai ser a espontaneidade que nós vamos conquistando. Todo, toda a espontaneidade de hoje foi fruto de um esforço um dia. Por isso que ela coloca essa as várias ações que nós podemos praticar no para desenvolver o afeto. E é o último parágrafo, ela volta novamente falar disso. Eh, vão em busca do alimento a que nos referimos, em um relacionamento interpessoal, porque existe o auto amor, que é o amor que somente nós podemos nos dar. e o amor ao próximo que somos convidados a exercitar cada um no seu livro. >> Você falando, conforme você foi falando, me veio seja o seu sim, sim, não, não, né? >> Uhum. >> Eh, essa autenticidade que gera espontaneidade. >> Sim. Autenticidade, né? Vamos ver o capítulo 19. A jovem Nesené Carl. Sua neta não vem à mesa para as refeições? Perguntei a dona da casa ensaiando palestra mais íntima. Por enquanto alimenta-se a sós escreveu dona Laura. A tolinha continua nervosa, abatida. Aqui não trazemos à mesa qualquer pessoa que se manifeste perturbada ou desgostosa. A neurastinia e a inquietação emitem fluidos pesados e venenosos que se misturam automaticamente as substâncias alimentares. Minha neta demorou-se num umbral 15 dias em forte sonolência assistida por nós. Deveria ingressar nos pavilhões hospitalares, mas afinal veio submeter-se aos meus cuidados diretos. Então aqui a fala direta da dona Laura, né? A neurastemia, inquietação emite fluidos pesados e venenosos. Isso aqui não é só para desencarnado. Nós encarnados também emitimos esses fluidos que se misturam à substâncias alimentares. Então, fazer uma comida com

inquietação emite fluidos pesados e venenosos. Isso aqui não é só para desencarnado. Nós encarnados também emitimos esses fluidos que se misturam à substâncias alimentares. Então, fazer uma comida com raiva, eh, ou com angústia, com ansiedade, com inquietude, toda essa energia mental fica impregnada no alimento. E aí as pessoas que se alimentam vão e a se alimentar de fluidos pesados e venenosos. No ambiente tem famílias que discutem um, brigam uns com os outros na hora do do alimento, na hora que estão se alimentando, né? Toda essa energia de discussão, de raiva, de eh acusações vão pros alimentos. Depois a pessoa fala: "Passei mal, ah, o que que foi?" "Ah, foi a fritura, foi o óleo, foi isso, foi aquilo." Muitas vezes não é nada e se é eh orgânico, físico, né? Foram os fluidos eh da energia mental tóxica que foi eh impregnada nos alimentos. é muito mais mais comum, principalmente a água, né? O os líquidos eles absorvem essa energia mental tóxica muito facilmente e também e absorve a energia mental salutar também. Manifestei desejo de visitar a recente chegada do planeta. Seria muito interessante ouvi-la. Há quanto tempo estava sem notícias diretas da existência comum? A senora Laura não se fez jogada quando lhe dei a conhecer meu desejo. Levantamos um quarto confortável e muito amplo. Uma jovem muito pálida repousava com o cômodo da poltrona. surpreendeu-se vivamente ao ver-lo. Este amigo Eloí explicou a genitora de Lízias, indicando. É um irmão nosso que voltou da esfera física há pouco tempo. A moça fitou-me curiosa, embora os olhos perdidos das fundas olheiras traduzissem grande esforço para concentrar a atenção. cumprimentou-me esboçando o vago sorriso, dando-me eu a conhecer por minha vez. "Deve estar cansado," observei." Antes, porém, que ela respondesse, adiantou-se a senora Laura, procurando subtraí-la esforços sobre sobreposse e fatigante. Eloía tem estado inquieta, aflita. Em parte justifica-se. A tuberculose foi longa, deixou-lhe traços profundos. Entretanto, não se pode prescindir a

o subtraí-la esforços sobre sobreposse e fatigante. Eloía tem estado inquieta, aflita. Em parte justifica-se. A tuberculose foi longa, deixou-lhe traços profundos. Entretanto, não se pode prescindir a tempo algum do otimismo e da coragem. Vi a jovem argalar os olhos muito negros como a reter o pranto mais em vão. O tórax começou a a a farlhe violentamente e colando o lenço ao rosto, não conseguia conter os soluços angustiosos. Tolinha, disse a mea, senhora abraçandoa. É necessário reagir contra isso. Essas impressões são resultado da educação religiosa deficiente, nada mais. Sabes que tua mãe não se demorará e que não podes contar com a fidelidade do noivo, que de modo algum está preparado a te oferecer uma sincera dedicação espiritual na Terra. Ele ainda está longe do espírito sublime e do amor iluminado. Naturalmente desposará outra e deves habituar-te a essa convicção. Nem seria justo exigir-lhe a vinda brusca. Sorrindo maternal maternalmente, a senhora Laura acrescentou: Admitamos que viesse forçando a lei. Não será, não seria mais duro o sofrimento? Não pagarias caro a cooperação que houvesses desenvolvido nesse particular. Não te faltarão amizades carinhosas, nem colaboração fraternal para que te equilibres aqui. E se amas de fato o rapaz, deves preocupar, deves procurar a harmonia para beneficiá-lo mais tarde. Além disso, tua mãe não tarda a chegar. Penalizou-me o pranto e copiou o da jovem. Procurei estabelecer novo rumo à conversação, tentando subtraí-la à crise de Lágos. que a a Eloía, né, estava uma desencarnou jovem, estava noiva e a dificuldade dela foi deixar o noivo na terra e desejava a presença dele. E a senora Laura coloca aqui a eh a impossibilidade daquilo, né? E o importante não era a o casamento que ela desejava, a união, mas a colaboração fraternal, eh, beneficiando o rapaz, o o o ex-noif, posteriormente, De onde vem você, Luiz Enterrog? A mãe de Lízias, agora calada, parecia igualmente desejada de vez vê-la desemparaçis. Após longos instantes em que enxugava os

o rapaz, o o o ex-noif, posteriormente, De onde vem você, Luiz Enterrog? A mãe de Lízias, agora calada, parecia igualmente desejada de vez vê-la desemparaçis. Após longos instantes em que enxugava os olhos lacrimosos, a moça respondeu: "No Rio de Janeiro, mas não deve chorar assim", objetei. "Você é muito feliz. desencarnou há poucos dias estar com seus parentes e não conheceu tempestades na grande viagem. Ela pareceu reanimar-se, falando mais calma. Não imagina, porém, quanto tenho sofrido. Oito meses de luta com a tuberculose. Não obstante os tratamentos, a mágoa de haver transmitido a moléstia a minha carinhosa mãe. Além disso, o que o pobre noivo padeceu por minha causa é inenarrável. Ora, ora, não diga isso, observou a senhora Laura a sorrir. Na terra temos sempre a ilusão de que não há dor maior que a nossa. Pura cegueira, há milhões de criaturas afrontando situações verdadeiramente cruéis comparadas às nossas experiências. Arnaldo, porém, vovó, ficou sem consolo, desesperado. Tudo isso dá que pensar. Assentou contrafeito. Assentuou contrafeito. E acreditas sinceramente nessa impressão? perguntou a matrona com infecção de carinho. Observei teu ex-noivo diversas vezes no curso da tua enfermidade. Era natural que ele se comovesse tanto vendo o teu corpo reduzido a frangalhos, mas não está preparado para compreender o sentimento puro. Reconfortar-se muito depressa. Amor iluminado não é para qualquer criatura humana. Conserva, portanto, o teu otimismo. Poderás auxiliá-lo, sem dúvida, muitas vezes. Mas no que concerne a união conjugal, quando puderes excursionar as esferas do planeta em nossa companhia, já o encontrarás casado com outra. Então, a realidade para ela era muito diferente, né? Admirado por minha vez, notei a surpresa dolorosa de Eloía. Não sabia convalescente como portar-se ante a serenidade o bom senso da avó. Será possível? A genitora de Lízia esboçou um gesto extremamente carinhoso e falou: "Não sejas teimosa, nem tentes desmentir-me. Vendo que a enferma parecia tomar

ante a serenidade o bom senso da avó. Será possível? A genitora de Lízia esboçou um gesto extremamente carinhoso e falou: "Não sejas teimosa, nem tentes desmentir-me. Vendo que a enferma parecia tomar atitude íntima de quem deseja provas, a senora Laura insistiu muito meiga. Não te recordas a Maria da Luz, a colega que levava flores todos os domingos? Pois nota, quando o médico anunciou em caráter confidencial a impossibilidade de restabelecerte o corpo físico, Arnaldo, embora muito magoado, começou a envolvê-la em vibrações mentais diferentes. Agora que aqui estás, não demorarão muito as resoluções novas. Ah, que horror, vovó. Horror, por quê? É preciso te habituares a considerar as necessidades alheias. Teu noivo é homem comum, não está alertado para as belezas sublimes do amor espiritual. Não podes operar milagres nele, por muito que o ames. A descoberta de si mesmo é panágil de cada um. Arnaldo conhecerá mais tarde a beleza do teu induvialismo, mas por agora é preciso entregá-lo as experiências em que necessita. Não me conformo", clamou a jovem chorando. Justamente Maria da Luz, amiga que sempre julguei, fidelíssima. A senora Laura, todavia, sorriu e falou cautelosa: "Não será, porém, mais agradável confiá-la aos cuidados de uma criatura e irmã? Maria da Luz será sempre tua amigo espiritual, a passo que ao passo que outra mulher talvez se dificultasse mais tarde o acesso ao coração dele. Eu estava em surpreendida." Eloí a prorromper em soluços. A bondosa senhora percebeu-me em tranquilidade e no propósito, talvez, de orientar tanto a neta quanto a mim, esclareceu sensatamente. Sei a causa do teu pranto, filhinha. Nasce da terra impulta do nosso milenário egoísmo, da nossa remitente vaidade humana. Entretanto, a vovó não te fala para ferir, mas para acordar. Enquanto Eloía chorava, a mãe de Lízias convidou-me novamente à sala de estar, considerando que a doente necessitava de repoar, nos falou em tom. Minha neta chegou profundamente fatigada, prendeu o coração demaisadamente nas

a mãe de Lízias convidou-me novamente à sala de estar, considerando que a doente necessitava de repoar, nos falou em tom. Minha neta chegou profundamente fatigada, prendeu o coração demaisadamente nas teias do amor próprio. A rigor, o lugar dela seria em qualquer dos nossos hospitais. Entretanto, o assistenteiro julgou melhor situá-la junto ao nosso carinho. Isso, aliás, é muito do meu agrado, porque minha querida Teresa, sua mãe, está a chegar. Um pouco de paciência atingiremos a solução justa, questão de tempo e serenidade. Muito interessante as falas da dona Laura para neta, né? Porque no mundo físico o que que acontece, como que nós tratamos essas questões? uma tendência do nossa, de dourar a pílula, de disfarçar a realidade, de colocar as coisas não como elas são, mas como nós gostaríamos que fosse. Já a dona Laura na conversa com a neta coloca a realidade nu crua para ela. Parece que é descalidoso. Se se nós olharmos os olhos como quando estamos encarnados, dá impressão que ela está sendo rude, colocando de forma descalidosa para a neta uma realidade eh que não deveria ser assim, mas é porque nós estamos acostumados a conversões sociais e a dizer eh sim na hora que é para dizer não de eh de disfarçar as situações, de dourar a pílula e não de colocar sim na hora que dizer sim, não, na hora que dizer não. Vejamos que a a a Eloía estava eh desconsolada por ter desencarnado e deixado um noivo. No e que provavelmente havia há laços de aferta entre os dois, mas que não estava preparado para ficar esperando desencarnar para encontrá-la. Então, antes da morte dela, ele já estava se engraçando pro lado da Maria da Luz. E quando ela coloca a realidade, né, ela fica, ela fica horrorizada porque estava acostumada às mentiras sociais, né? E a dona Laura muito sabiamente coloca a realidade pura e nula e crua, com afeto, com carinho, mas muito claramente. E fala a causa do problema, né? A causa era o egoísmo dela estar querendo fidelidade, desencarnada, querendo fidelidade tanto

ealidade pura e nula e crua, com afeto, com carinho, mas muito claramente. E fala a causa do problema, né? A causa era o egoísmo dela estar querendo fidelidade, desencarnada, querendo fidelidade tanto da amiga quanto do noivo, considerando uma infidelidade dos dois ou o relacionamento. É o que acontece que na viúvez também, né, a o viúvo que ou a viúva que permanece começa outro relacionamento e o desencarnado fica com ciúme, né? No o próprio André Luiz no último nos últimos capítulos não vamos ver isso. Ele quando vai visitar a família encontra uma mulher casada com outro e fica no ciúme tremendo do do novo esposo da da esposa. E ele faz um esforço gigantesco para exercitar as virtudes, né, superando o egoísmo, a o orgulho e tudo mais. Então, a a esse esse capítulo nos ensina essa questão da autenticidade. Importante agir com autenticidade, falar com autenticidade, com carinho, com afeto, como a dona Laura falou com a com a neta, mas com verdade, a com autenticidade em verdade, porque fingir coisas diferentes, dourar a pírlula passar mão na cabeça, não ajuda em nada. E é dessa forma que ela tratou a neta. Muito, muito interessante a forma, né, de agir, uma profunda verdade e autenticidade. Perguntas, pessoal, desse capítulo. Silvio pode falar. É, eu não sei se eu perdi alguma fala sua, mas há há um há algum mal em quem fica em dar continuidade? >> Não, o contrário, né? >> Ah, tá. Ah, entendi. É, é, é a questão de quem está, de quem >> quem desencarna que esperar fidelidade eh na terra >> eh é egoísmo de quem desencarnou. Ah, tá. Sim. >> Porque imagina esse rapaz ficando solteiro o resto da vida porque a noiva desencarnou de tuberculose, né? Como diz a a dona Laura, só espíritos altamente evoluídos que possuem essa fidelidade nesse nível. Então, não é o mal. O mal é a o egoísmo da sobrinha da da neta dela que queria que ele permanecesse fiel. >> É, é que como a fala dela, da senhora, né, é firme, é aquilo que você falou, a gente tem impressão que ela tá sendo rude.

o egoísmo da sobrinha da da neta dela que queria que ele permanecesse fiel. >> É, é que como a fala dela, da senhora, né, é firme, é aquilo que você falou, a gente tem impressão que ela tá sendo rude. >> É, mas não tá, >> porque culturalmente a gente quer agradar, né? É, >> até na hora da fala a gente tem, >> se ela falasse qualquer coisa diferente paraa neta, ela estaria ilindo a neta. >> Sim, >> quando ela visitasse, quando ela viesse à fritar o ex-noivo, encontraria casado, seria um choque muito maior. Então ela já de antemão já colocou a realidade no crua. Ele já estava antes da morte dela, ele já estava olhando a Maria da Luz, a amiga dela de forma diferente. >> Uhum. >> E iria provavelmente casar com ela, né? Claro que essa aqui, essas essa história, tudo se passa década de 20, 30 do século passado, né? Hoje as coisas estão um bem diferente. Hoje fica-se e relacionamentos mais profundos são até mais raros de que nessa nessa fase da humanidade. É, o nosso tempo já foi, né? Estamos por aqui. Diva você faz a prece agradecendo nosso faço sim. Então, nesse momento, elevando os nossos pensamentos até Jesus, nosso mestre de amor e de misericórdia, e agradecer a ele pela oportunidade do estudo, pela oportunidade de conhecer a doutrina consoladora que vem de encontro às nossas necessidades, acalmando os nossos corações, dando-nos respaldo para continuar a trajetória evolutiva. Agradecemos, Jesus por tudo que tem nos ofertado e te rogamos que estejas sempre conosco, auxiliando-nos no nossa caminhada evolutiva, dando-nos as necessidades básicas para que possamos vencer os desafios. nos despedimos contando que essa noite possamos continuar o estudo no plano espiritual. Que o Senhor nos abençoe sempre e que assim seja. >> Uma boa noite para todos nós, muita paz e até a semana que vem. >> Tchau. >> Boa noite, pessoal. Boa noite. >> Boa noite. >> Tchau, amor. Tchau. Boa noite. >> Tchau. Uma boa noite. >> Boa noite. >> Bom descanso a todos. Boa noite. >> Boa noite.

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