Estudo Reflexivo | Módulo 01: Nosso Lar - #2

Feemt Play 18/06/2025 (há 9 meses) 1:33:12 479 visualizações

✨ Neste vídeo, participe do Estudo Reflexivo da Feemt (Federação Espírita do Estado de Mato Grosso) e aprofunde seus conhecimentos sobre os ensinamentos de André Luiz. 📚 Tema: “Série André Luiz: A Vida no Mundo Espiritual” 📖 Módulo 01: Nosso Lar 👥 Encontro 2 🗓 O estudo acontece todas as terças-feiras, exceto a primeira do mês. ⏰ Horários: • 20h às 21h30 (Cuiabá) • 21h às 22h30 (Brasília) 🎙 Facilitação: Alírio de Cerqueira Filho 👉 Inscreva-se e participe ao vivo pelo link: http://linklist.bio/inscricao-estudo-reflexivo 🔗 Mais detalhes e gravações: www.feemt.org.br

Transcrição

e nos foram emprestados pelo Senhor. A ideia de destruição assalta-nos a mente em ocasiões incontáveis, associações de forças menos esclarecidas no bem e na verdade somos tentados a movimentar processos de aniquilamento. companheiros menos desejáveis nos trabalhos de cada dia, intentamos abandoná-los de vez. Cooperadores endurecidos, deixá-los ao desaparo. Manifestações apaixonadas em desacordo com os imperativos da prudência evangélica. Nossos ímpetos iniciais resumem-se a propósitos de sufocação violenta. nos contrarie as ideias e os programas pessoais. Nossa intolerância cristalizada reclama destruição. Entretanto, qual a finalidade dos poderes que repousa em nossas mãos em nome do divino doador? Responde-nos Paulo de Tars por muita propriedade, esclare esclarecendo-nos que recebeu faculdades do Senhor para edificar e não para destruir. Não estamos na obra do mundo para aniquilar o que é imperfeito, mas para completar o que se encontra inacabado. Renovemos para o bem, transformemos para a luz. O supremo pai não nos concede poderes para disseminarmos a morte. Nossa missão é de amor infaticável para a vida abundante. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, solicitando a ele que nos abençoe a todos. Mestre amigo, agradecemos, Senhor, por mais esta noite damos continuidade aos nossos estudos dessa obra monumental que é univa o nosso lar. Para-nos para que possamos refletir os ensinamentos diretos. e aqueles que se encontram nas entrelinhas da hora, o qual André Luiz traz a sua experiência para que possamos aprender com ela. conosco, Senhor, nesse ideal, que possamos cada vez mais tomar consciência de que só há um caminho para a libertação de nós mesmos, caminho de da prática das virtudes para cumprirmos as leis e trazermos na nossa consciência. Gratidão, Senhor, por mais esta oportunidade. Todos nós para que possamos bem refletir os conteúdos que trabalhar, ser conosco hoje, sim. Gratidão por tudo, gratidão pela vida. Inicialmente só temos um recado da da empresa que assessora a federação,

os nós para que possamos bem refletir os conteúdos que trabalhar, ser conosco hoje, sim. Gratidão por tudo, gratidão pela vida. Inicialmente só temos um recado da da empresa que assessora a federação, o nosso nosso estudo está sendo gravado e vai ser colocado depois no Zoom. no Zoom, não, no YouTube, está sendo gravado no Zoom e vai ser ser disponibilizado no YouTube de forma pública. Então, aqueles que ficam incomodados com a sua imagem, eh, e não querem aparecer, desliguem a câmera. Solicitação da empresa. Quem não se importa em estar com a sua presença no YouTube, fique à vontade para manter a câmera ligada. No na e no encontro um nós falamos que estávamos gravando, mas não falamos desse detalhe da câmera, tá? se vão se sentir à vontade parecendo numa sala de aula pública que vai ficar para o mundo todo. Então é só desligar a câmera. OK? Primeiramente, nós vamos fazer uma recordação do nosso encontro um e depois continuaremos com o restante da obra. Nós estamos estudando a série de André Luiz, A vida no mundo espiritual. Primeira obra do autor nosso lar. Já no prefácio, nós temos uma reflexão muito profunda do espírito emânio que apresenta não só André Luiz, mas a o próprio livro nosso lar. E aí ele dá essa orientação aqui. Guarde a experiência dele no livro da alma. Ela diz bem alto que não basta a criatura apegar-se à existência humana, mas precisa saber aproveitá-la dignamente. que os passos do cristão em qualquer escola religiosa devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo e que nosso campo doutrinário precisamos em verdade do espiritismo e do espiritualismo, mas muito mais de espiritualidade. Então aqui, Emo, nós já refletimos bastante no primeiro encontro. Quem não assistiu, já está disponível no YouTube. Ele fala de diferença do do espiritismo, do espiritualismo e de espiritualidade. Espiritualidade diz respeito às virtudes que nós somos convidados a exercitar, cumprindo as leis. Espiritismo é uma doutrina, assim como espiritualismo, são várias são as várias doutrinas espiritualistas.

ritualidade diz respeito às virtudes que nós somos convidados a exercitar, cumprindo as leis. Espiritismo é uma doutrina, assim como espiritualismo, são várias são as várias doutrinas espiritualistas. Se nós tivermos a uma religião como espiritismo, mas não trabalharmos a espiritualidade, vai adiantar muito pouco para o nosso processo evolutivo. A questão não se trata de doutrinas, mas de transformação interior daquele que está diante daquela doutrina. Então a doutrina espírita, né, o auxilia muito na nossa eh transformação interior. Só que na transformação não acontece eh de uma forma passiva, mas sim de uma forma eminentemente proativa. Isso a orientação do mentor aqui para se trabalhar espiritualidade. Ainda no prefácio, diz: "André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos o purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal. Vem lembrar que a Terra é oficina sagrada e que ninguém a menosprezará sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração. Então, a orientação ah sobre esse simbolismo da do céu, do purgatório e do inferno, né? O inferno enquanto eh eternidade, ele não existe, mas existe as regiões trebosas da Terra que corresponde a à visão eh teológica do inferno. Existe umbral onde André Luiz está, nós estamos já lemos o primeiro capítulo, ele descreve o umbral, que seria esse esse purgatório dentro da visão teológica. e o céu, que são as colônias espirituais edificantes que nós temos na própria terra, que nós somos convidados a trabalhar na nossa intimidade, só estará em condições de ir para colônias espirituais elevadas aqueles que edificarem o céu dentro de si mesmo, ou seja, desenvolverem as virtudes que todos nós somos convidados a desenvolver. Depois nós temos algumas reflexões do próprio André Luiz. E a o André Luiz, ele fala de de uma tormenta que ele estava vivendo, vivenciando na consciência. Atormentava minha consciência.

desenvolver. Depois nós temos algumas reflexões do próprio André Luiz. E a o André Luiz, ele fala de de uma tormenta que ele estava vivendo, vivenciando na consciência. Atormentava minha consciência. preferiria a ausência total da razão ou não ser. Nós refletimos no nosso encontro passado sobre o processo da subconsciência, do conflito de consciência e da autoconsciência, né? Quando a pessoa eh vive eh na subconsciência, ela a consciência está anestesiada. É o que aconteceu quando ele estava encarnado. Ele vivia numa anestesia da consciência, como se ele fosse apenas um corpo de carne e não um espírito imortal momentaneamente encarnado. Ao adentrar na dimensão espiritual, a partir daquilo que se chama o dia do juízo, o dia da morte corporal, ele entra num conflito de consciência, porque ele percebeu que a vida não se limitava ao corpo físico, mas, né, eh, ele, entre todos nós somos espíritos imortais e que a vida dele era para que ele desenvolvesse a autoconsciência. a prática de virtudes eh do coração, a virtudes cristã que ele se recusou a a fazer, né, a praticar. E aí entrou no conflito de consciência, por isso que ele fala que a consciência atormentava, né? Na verdade, é o conflito de consciência que gera culpa, gera o remorço do espírito que não aproveita a vida para evoluir e crescer. Refletimos bastante também sobre isso. Depois ele ele ele termina o capítulo que nós estudamos ah nas zonas inferiores, dizendo: "Ó amigos da terra, quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com o preparo dos campos interiores do coração? Acendei vossas luzes antes de atravessar a grande sombra. Buscai a verdade antes que a verdade vos surpreenda. Sulgai agora para não chorardes depois. Então, uma orientação, né, uma um uma advertência de alguém que eh realmente tá passando aquilo que ele vivenciou. Ele não buscou a verdade antes que a verdade da vida no mundo, na vida espiritual o surpreendesse. Ele não fez esse trabalho de suar agora, ou seja, de fazer todos os esforços

quilo que ele vivenciou. Ele não buscou a verdade antes que a verdade da vida no mundo, na vida espiritual o surpreendesse. Ele não fez esse trabalho de suar agora, ou seja, de fazer todos os esforços necessários para evoluir e crescer. E agora ele estava chorando, né? Estava numa situação de menos valia. Então, foi no resumo, foi isso que nós refletimos no nosso encontro passado. Vamos agora dar continuidade. Todos se quiserem pode pegar o livro e vamos para o segundo capítulo. Clarcio. Suicida. suicida, criminoso, infame. Gritos assim cercavam-me de todos os lados, onde os sicários de coração impedernido, por vezes enxergava-os de relance, escorregadios na treve espessa, e quando meu desespero atingia o auge, atacava-os, mobilizando extremas energias. Em vão, porém, esmurrava o aros para sismos de da cólera. Gargalhadas sarcásticas teriam-me os ouvidos, enquanto os vultos negros desapareciam na sombra. Que ele tá descrevendo ao movimento dele, né, perambulando pelas regiões inferiores do planeta. eh pelas regiões umbraninas e nesse desespero sendo taxado de suicida, de criminoso, de infame por outros espíritos, né? eh nesse nesse ambiente do da das sombras, né, do do no caso aqui do do umbral, um espírito por despeito, por eh por uma questão de de projeção das próprias limitações, das próprias dificuldades, acaba acusando o outro daquilo que ele mesmo também eh foi Eh, passou, né? Porque ninguém vai para uma situação dessa, para um ambiente desse, se não deve nada para a própria consciência. Para quem apelar torturava minha fome, a sede me escaldava. Como os fenômenos da experiência material, patenteavam-se aos olhos. Cresceram-me a barba. A roupa começava a romper-se com os esforços da resistência na região desconhecida. A circunstância mais dolorosa, no entanto, não é o terrível abandono de que me sentia votar, mas o assédio incessante, mas o assédio incessante de forças perversas que me assomavam nos caminhos ermos e obscuros. Irritavam-me, aniquilavam-me a possibilidade de concatenar ideias.

sentia votar, mas o assédio incessante, mas o assédio incessante de forças perversas que me assomavam nos caminhos ermos e obscuros. Irritavam-me, aniquilavam-me a possibilidade de concatenar ideias. desejava ponderar maduramente a situação, esquadrinhar razões, estabelecer novas diretrizes ao pensamento. Mas aquelas vozes, aqueles lamentos misturados de acusações dois desnorteavam irremediavelmente. buscas infeliz, aonde vais suicida. Então aqui eh eh André Luiz fala de materiais. Vamos refletir um pouco sobre isso. O espírito não é eh imaterial porque ele sente fome, sede, mais paraa frente ele vai falar de frio. Por quê? No em o livro dos espíritos, Allan Kardec tem uma questão que ele faz eh eh uma dissertação de de pelo menos acho que umas três páginas de O Livro dos Espíritos, que ele fala da necessidade dos espíritos da dimensão espiritual. E ele fala dos espíritos sensualistas, que é a categoria do André Luiz nessa situação. Viveram cultuando o sensualismo físico, corporal, o sexo, drogas. No caso da André Luí, ele usava principalmente o al sexo desde da da juventude. Ele contraiu sífiles, inclusive, apesar de ser médico, eh, e toda uma série de ações que ele vivenciava de forma sensualista. Qual que foi o resultado disso? O sensualismo gera uma ligação muito forte com o corpo físico e aí o espírito morre, mas não desencarna. Nós temos um seminário aqui no no Fint Play, morte de desencarnação, duas faces de um mesmo fenômeno. Morrer é biológico. Desencarnar é eminentemente espiritual. Nem sempre a pessoa desencarna no mesmo momento em que morre. Então, André Luiz morreu, mas ainda não tinha desencarnado, por isso as necessidades materiais de sede, fome, né? Toda as necessidades fisiológicas, a barba crescida, a roupa, a roupa em frangalhos, por quê? O próprio espírito pelo psiquismo que ele plasma isso em torno de si. Então ele estava vivenciando tudo aquilo que ele vivenciou como espírito, como encarnado. Ele estava vivenciando agora como espírito imortal.

spírito pelo psiquismo que ele plasma isso em torno de si. Então ele estava vivenciando tudo aquilo que ele vivenciou como espírito, como encarnado. Ele estava vivenciando agora como espírito imortal. Então, por isso essas descrições que fala da fome, da sede de e outras situações puramente fisiológicas, mas que são do perespírito. O perespírito ainda é extremamente eh psiquicamente ligado ao corpo. André Luiz ficou 8 anos umbral. O corpo dele provavelmente só tinha eh por nessa situação aqui poderia estar só em ossos, mas mesmo assim o espírito fica ligado psiquicamente ao corpo que teve. não tem mais aquele corpo físico, mas tem o o corpo perespiritual com todos os órgãos que existem no corpo físico. No caso dele, todos eh vários órgãos doentes, né? Inclusive, quando ele é, nós vamos ver o capítulo é que ele é resgatado, é atendido por um médico e mostra as doenças que eles tinham no corpo físico e que estava também manifestado no corpo eh fluídico, no perespírico. Que buscas, infeliz, aonde vais, suicida? Tas objurgatórias incessantemente repetidas perturbavam-me o coração. Infeliz, sim, mas suicida, nunca. Essas imprecações, a meu ver, não eram procedentes. Eu havia deixado o corpo físico a contragosta. Recordava meu meu porfiado duelo com a morte. ainda julgava ouvir os últimos pareceres médicos enunciados na casa de saúde. Lembrava a assistência desvelada que tivera, os curativos dolorosos que experimentara nos dias longos que se seguiram a delicada operação dos intestinos. Sentia no curso dessas emisicências o contato do termômetro. O pique desagradável da agulha de injeções. E por fim, a última cena que precederam o grande sono. Minha esposa ainda jovem e os três filhos contemplando-me no terror da eterna separação. depois o despertar na paisagem úmida e escura e a grande caminhada que parecia sem fim. Então, André Luiz estranha esse título de suicida, porque ele não se sente suicida, porque o suicídio dele não foi direto, foi um suicídio indireto por meio das

a grande caminhada que parecia sem fim. Então, André Luiz estranha esse título de suicida, porque ele não se sente suicida, porque o suicídio dele não foi direto, foi um suicídio indireto por meio das próprias doenças que ele desenvolveu, tá? Quem tiver perguntas, pessoal, é só levantar a mão aqui. Bem aqui embaixo tem um coraçãozinho chamado reagir. Aqui tem a uma mão, levantar a mão, é só clicar aqui e você pode interromper para fazer perguntas, tá? caso tenha o nosso estudo, como nós falamos no primeiro encontro, nós não temos pressa para terminar, então qualquer dúvida que tiverem é só eh perguntar aqui por a suicida quando fora compelido abandonar a casa, a família e O doce convívio dos meus. O homem mais forte conhecerá limite a resistência emocional. firme e resoluto. A princípio, comecei por entregar-me a longos períodos de desânimo. E, longe de prosseguir na fortaleza moral por ignorar o próprio fim, senti que as lágrimas longadas visitavam-me com mais frequência, extravazando do coração. Então, vejamos que aqui começa a acontecer alguma coisa diferente em André Luiz. Antes ele ficava com raiva, eh, se contrapunha as aos outros espíritos que tentavam e, eh, o recriminavam. E ele começa a ele primeiro ele entra num estado mais depressivo e começa a chorar. com mais frequência está acontecendo na intimidade desse espírito, está acontecendo aquele fenômeno que a dor gera, né? a dor e o sofrimento. Eh, Deus permite que haja a dor e o sofrimento como efeito da causa, das das causas. o orgulho, a rebeldia, a revolta em relação à vida e tudo vai gradualmente sendo eh diminuído, porque ninguém gosta de sofrer. E aí o espírito endurecido vai amolecendo. O espírito impedernido no mal vai gradualmente se voltando ao bem. André Luiz não era um espírito empedernido no mal, no sentido de que ele não fez o mal deliberado para os outros, ele fez para ele mesmo, que é diferente dos espíritos extremamente empedernidos de umbal, que nem paraas trev para o umbral vão, eles vão paraas

ido de que ele não fez o mal deliberado para os outros, ele fez para ele mesmo, que é diferente dos espíritos extremamente empedernidos de umbal, que nem paraas trev para o umbral vão, eles vão paraas trevas, né? Situações muito mais graves do que a as umbralas. a quem recorrer, por maior que fosse a cultura intelectual trazida do mundo, não poderia alterar agora a realidade da vida. Meus conhecimentos ante o infinito semelhavam-se a bolhas de sabão levadas ao vento impetuoso que transforma as paisagens. Eu era alguma coisa que o tofão da verdade carregava para muito longe. Entretanto, a situação não modificava outra realidade do meu ser essencial. Perguntado a mim mesmo se não enlouquecera, encontrava a consciência vigilante, esclarecendo-me que continuava a ser eu mesmo, com o sentimento e a cultura colhidos na experiência material. persistiu as necessidades fisiológicas sem modificação. Castigava minha fome todas as fibras e nada obstante o abatimento progressivo não me fazia cair definitivamente absoluta exaustão. De quando em quando deparava-se verduras que me pareciam agrestes em torno de humildes quiletes d'água a que me atirava sequioso. Devorava as folhas desconhecidas, olava os lábios à nascente turva, enquanto me permitiam as forças irresistíveis a impelirem-me para a frente. Muitas, muita vez suguei a lama da estrada. Recordei o antigo pão de cada dia, vertendo copioso frango. Não raro, era imprescindível das enormes manadas de seres animalescos que passavam em bandos embando com as teras insaciáveis. Eram quadros de estarrecer. Accentuava-se o acentuava-se o desalento. Foi quando comecei a recordar que deveria existir um autor da vida. fosse onde fosse. Essa ideia confortou-me. Eu, que detestar as religiões do mundo, experimentava agora a necessidade de conforto místico. Médico, extremamente arraigado ao negativismo da minha geração. Impunha-se minha atitude renovadora. tornava-se imprescindível começar eh confessar a falência do amor próprio a que me consagrara

tico. Médico, extremamente arraigado ao negativismo da minha geração. Impunha-se minha atitude renovadora. tornava-se imprescindível começar eh confessar a falência do amor próprio a que me consagrara orgulhoso. Então aqui ele está, né, ele tá gradualmente migrando da revolta para uma aceitação da realidade que ele estava vivenciando. Exatamente esse o movimento, né? As leis elas, a lei de a dimensão justiça da lei maior, a lei de causa efeito, trazem os efeitos das causas que nós praticamos para que nós possamos transformar sentimentos como orgulho, como ele reconhece aqui, né? o amor próprio, o orgulho, a rebeldia frente à vida em mansidão e humildade. Então, gradualmente ele começa a pensar na possibilidade de um criador da vida, né? Vejamos que era um espírito que mesmo não tendes tendo feito mal, agiu de forma profundamente rebelde frente à vida com essa eh eh como ele diz, detestara as religiões do mundo. Então ele nunca se ocupou das questões espirituais da vida. Então, não é por acaso que ele estava passando por toda essa experiência que e estava vivenciando. Jéssica, você tem pergunta? Pode falar. Tenho. Eh, Al, você pode falar um pouco desses seres animalescos que ele se refere aqui? Sim. Os seres animalescos são espíritos que que tomam formas animais. um fenômeno chamado de licantropia e de zoantropia. Licantropia é quando eles tomam forma de lobos, zoantropia qualquer tipo de animal. Então são espíritos que que por questão de culpa ou às vezes hipnotizado por outros espíritos, tomam a forma de animais. No livro, nós vamos estudar esse livro, Libertação, tem uma uma mulher que foi transformada numa loba por um processo hipnótico num julgamento feito nas regiões tregosas. Ela ela tinha uma culpa muito grande, porque ela foi causadora da morte do próprio filho, né? o eh foi calçar, o filho foi calçar um sapato e tinha senti alguma coisa ficando o pé dele. Ela de forma grosseira não eh empurrou o pé do menino no sapato e era um escorpião e o menino acabou

ho, né? o eh foi calçar, o filho foi calçar um sapato e tinha senti alguma coisa ficando o pé dele. Ela de forma grosseira não eh empurrou o pé do menino no sapato e era um escorpião e o menino acabou morrendo. E ela entrou num sentimento de culpa muito grande, acabou indo pras trevas e lá os espíritos têm eh muitas vezes fazem esses julgamentos como se eles fossem donos da verdade e a a sentença dela foi transformar numa lra, né? Mas esse essa tá todo descrito lá no livro eh libertação, que é uma das obras que nós vamos estudar nessa série agora, mas são espíritos humanos em formato de animais. Mas aí seria só no processo de subjulação ou também para atormentar outras pessoas? pode acontecer deles voluntariamente tomarem a forma de animais para atormentarem, para perseguir, não só animais, mas também a forma de diabos. A a André Luiz fala de seres demoníacos, eles tomam a forma do diabo mitológico com chifre, rabo, trivente na mão também, que é o chamado de exuantropia. eles se tornam eh toma forma desses seres mitológicos da teologia eh chamada cristã, que na verdade surgiu do lado do do judaísmo e que o catolicismo também assumiu chamados diabos, que na verdade são espíritos, que tomam essa forma para amedrontar. muitas, muitos deles são subjugados e se tornam animais eh assim transitoriamente devido a esse fenômeno hipnótico. Outros voluntariamente usam do da capacidade psíquica para alterar o o perespírito e tomar a forma de animais. Nesse caso aqui era exatamente utilizado para por outros espíritos para amedrontar os outros que estão ali, porque existe aqueles que são mais maus e outros menos maus. Os menos maus acaba sofrendo na mão desses eh mais impedernível no mal. Cláudi ficou assim. Obrigada. Eu quero fazer uma pergunta. Boa noite. Tem a ver com esses com esses com essas pessoas que estão se manifestando agora, eh, se autodominando terian ter que se identificam com animais e até fazem n só transformações que que tiveram eh eh estavam como animais no mundo espiritual

s pessoas que estão se manifestando agora, eh, se autodominando terian ter que se identificam com animais e até fazem n só transformações que que tiveram eh eh estavam como animais no mundo espiritual reencarnam e eles continuam se sentindo animais. né? Porque muitos espíritos desses que estavam nas regiões umbralinas, tanto as regiões das trevas quanto as umbralinas estão sendo esvaziadas, esvaziadas por causa da transição planetária e da do início da regeneração do planeta. Então, muitos desses piscos são sendo trazidos a reencarnação como uma última oportunidade para continuarem na Terra. E muitos deles acabam não aproveitando essa oportunidade e principalmente esse que se denomina unitérium, que na verdade são fenômenos de zoantropia na dimensão física. Tem muitos hoje em dia eles estão formando verdadeiras tribos, né, de é porque já estavam assim no mundo espiritual e continua no mundo físico como animais. Tem gente tem espíritos que se sente cobra, outros que se sentem eh dragão, ah, cabra, outro cachorro, é, né? Tem vários espíritos nessas condições encarnados, né? Uhum. Angela, seu áudio tá desligado, eu acho. Não tô te ouvindo. Ele tá ligado, mas não tô te ouvindo. Depois você fala então ou então digita aí, ó. E quando as energias me faltaram de todo, quando me senti absolutamente colado ao louro da terra, sem forças para reerguer-me, pedi ao supremo autor da natureza me estendesse em mãos paternais, em tão amargurosa emergência. Quanto tempo durou a rogativa? Quantas horas consagrei a súplica de mãos postas, imitando a criança aflita? Apenas sei que a chuva das lágrimas me lavou o rosto. Todos os meus sentimentos se concentraram na prece dolorosa. Estaria então completamente esquecido. não era igualmente filho de Deus, embora não cogitasse de conhecer-lhe a atividade sublime quando engolfado nas vaidades da experiência humana, por não me perdoaria o eterno pai quando providenciava ninho as aves inconscientes e protegia bondoso a flor terra dos campos agrestes?

ade sublime quando engolfado nas vaidades da experiência humana, por não me perdoaria o eterno pai quando providenciava ninho as aves inconscientes e protegia bondoso a flor terra dos campos agrestes? Ah, é preciso haver sofrido muito para entender todas as misteriosas belezas, misteriosas belezas da oração. É necessário haver conhecido o remorço, a humilhação, a extrema desventura para tomar com eficácia o sublime elixir de esperança. Foi nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu emissário dos céus, um velhinho simpático e sorriu paternalmente. Inclinou-se, fixou nos meus os grandes olhos lúcidos e falou: "Coragem, meu filho, o Senhor não te desampara. belíssimo, né? Que que aconteceu aqui, né? O médico orgulhoso que eh desdenhava de Deus, né, que se achava eh superior, né, humilda o próprio orgulho, amans a própria rebeldia. É como ele diz aqui, como se fosse uma criança, eh, em busca do Pai. Todos os espíritos sem sessão vão vão ter esse momento aqui que a Drauz teve. Para ele levou 8 anos, para outros pode levar centenas de anos, milhares de anos, bilhões de anos. O que vai acontecer é a certeza desse momento da criatura se curvar diante do Criador e tomar consciência de que nós somos filhos de Deus e que o Pai não abandona nenhum dos seus filhos. Deus é onipresente, onisciente, onipotente, não abandona nenhum nenhum dos seus filhos, mas nós podemos abandoná-lo. Porque o que André Luiz fez durante a existência corporal, abandonou Deus. 8 anos ele passou se sentindo abandonado por ter abandonado o criador. Passou pelas consequências de se sentir abandonado, esquecido. Mas quando ele humiu do globo, quando ele amça a rebeldia, o pai tá presente porque sempre esteve presente. Então, Deus sempre está presente nas nossas vidas e ele nos socorre por meio dos próprios espíritos. Nós vamos ver mais paraa frente no livro que a mãe dele visitava várias vezes, chegou visitá-lo várias vezes n na região clarência também visitava várias vezes a pedido da mãe

dos próprios espíritos. Nós vamos ver mais paraa frente no livro que a mãe dele visitava várias vezes, chegou visitá-lo várias vezes n na região clarência também visitava várias vezes a pedido da mãe eh de um do André Luiz. Mas ele não percebia porque estava num outro nível de consciência. A revolta, o orgulho, né? Eh, o medo, no caso, ele sentia muito medo aqui, gera um um padrão energético vibratório muito baixo. Então, ele não consegue perceber eh a dimensão daqueles que estão numa outra faixa eh de vibração. Mesmo com a presença da mãe, ele não enxergava a mãe. Com a presença de Clarêncio, ele só conseguiu ver o Clarêncio quando ele humildo, orgulho e a mansa rebeldia. Elis é, você acabou falando um pouquinho que o que eu ia falar era isso assim, né? Que quando a gente quando o livro dos espíritos traz que as leis estão na nossa consciência, essa conexão com Deus já tá em nós, né? A gente acessa, né? né? Deus nunca tá longe. Então aqui eu fiquei, me chamou atenção isso, porque mesmo ele sem pensar em Deus, sem ter religião, sem nada, quando ele se humiltou, ele mesmo já refletiu, né, que será que ele não era igualmente filho de Deus, que se os pássaros, né, as aves tinham essa ajuda, por que que ele não seria auxiliado, né? Então me chamou atenção isso, né? Porque ele ele fala que ele conhecia o evangelho. Então esse aqui tá tem a ver com a a fala de Jesus, o sermão do monte, né? Olhai os pássaros dos céus que não te plantam nem colhem. olhar os lídeos do campo tem a ver com essa orientação do relacionado a a a providência divina que ele conhecia teoricamente, mas ele nunca se aprofundou nesses valores para trazer esses valores para dentro da própria vida. Amargurado pranto banhava a minha alma toda. Emocionado, quis traduzir meu júbilo, comentar a consolação que me chegava, mas reunindo todas as forças que me rvam, pude apenas inquirer: "Quem sois, generoso emissário de Deus?" O inesperado benfeitor sorriu bondoso e respondeu: "Chama-me Clarêncio, sou apenas teu irmão". E percebendo o meu

as forças que me rvam, pude apenas inquirer: "Quem sois, generoso emissário de Deus?" O inesperado benfeitor sorriu bondoso e respondeu: "Chama-me Clarêncio, sou apenas teu irmão". E percebendo o meu esgotamento, acrescentou: "Agora permanece calmo e silencioso. É preciso descansar para reaver energias". Em seguida, chamou dois companheiros que guardavam atitude de servos desvelados e ordenou: "Prestemos ao nosso amigo socorro de emergência". Álv lençal foi estendido ali mesmo a guisa de marca improvisada, aprestando-se a ambos os cooperadores a transportarem-me generosamente. Quando me alçavam cuidadosos, Clarcio meditou um instante e esclareceu como quem recorda a inadável obrigação. Vamos sem demora. Preciso atingir nosso lar com a presteza possível. Capítulo 3. A oração coletiva. Embora transportado a maneira de ferido comum, dobriguei o quadro confortante que se desdobra a minha vista. Clarêncio, que se apoiava num cajado de substância luminosa, deteve-se à frente de grande porta encravada em altos muros, cobertos de trepadeiras floridas e graciosas. Pateando o ponto da muralha, tese longa abertura pela qual penetramos silenciosos. Branda claridade inundava ali todas as coisas. Ao longe, gracioso foco de luz, dava a ideia de um pô do sol em tardes primaver. À medida que avançávamos, consegui identificar preciosas construções situadas em extensos jardins. Ao sinal de clarêncio, os condutores depuseram devagarinho a máquina improvisada. A meus olhos surgiu então a porta acolhedora de alto edifício, a feição de grande hospital terreno. Dois jovens, envergando túnicas de nível limorreram pressurosos ao chamado de meu benfeitor. E quando me acomodavam num leito de emergência para me conduzirem cuidadosamente ao interior, euouv o generoso ancião recomendar carinhosamente: "Guardem nosso tutelado no pavilhão da direita. Esperam agora por mim. Amanhã cedo voltarei a vê-lo. Enderecei-lhe um olhar de gratidão, ao mesmo tempo que era conduzido a confortável aposento de ambas de amplas

sso tutelado no pavilhão da direita. Esperam agora por mim. Amanhã cedo voltarei a vê-lo. Enderecei-lhe um olhar de gratidão, ao mesmo tempo que era conduzido a confortável aposento de ambas de amplas proporções, ricamente mobiliado, onde eu me oferecer um leito acolhedor. Envolvendo os dois enfermeiros na vibração do meu reconhecimento, esforcei-me por lhes dirigir a palavra, conseguindo dizer por fim: Amigos, por quem sois? Explicai-me em que novo mundo me encontro? De que estrela me vem agora esta luz confortadora e brilhante? Um deles afagou minha fronte como se fora conhecido o pessoal de longo tempo e acentuou. Estamos nas esferas espirituais vizinhas da Terra e o sol que nos ilumina neste momento é o mesmo que nos vivificava o corpo físico. Aqui, entretanto, nossa percepção visual é muito mais rica. A estrela que o Senhor acendeu para os nossos trabalhos terrestres é mais preciosa e bela do que supomos quando no círculo carnal. Nosso sol é a divina matriz da vida. É a claridade que irradia e a claridade que irradia provém do autor da criação. Que bela a descrição do sol, né? Eh, nós, enquanto estamos encarnados, não atinamos na na perfeição do universo, né, de tudo que Deus oferece na sua providência para que nós possamos viver, né? Então, nós temos a que o sol é como se ele fosse tão banal, né? Mas se não fosse o sol, não haveria vida no planeta. E na dimensão espiritual agora ele já está na colônia nosso lar, que é uma colônia de transição entre a as regiões umbralinas e as regiões mais superiores do planeta. A a visão do sol é bem diferente daquela que nós vemos aqui, porque na verdade, segundo André Luiz, nosso lar fica assim correspondendo em termos de altitude à nossa ionosfera. A ionosfera é a uma camada da Terra, é a camada mais eh alta da Terra. Então, já é no espaço, seria já no espaço entre a já sem a atmosfera do mundo físico, né? Mas espiritual são muitas outras esferas que nós temos na Terra com em diferentes eh níveis de energia. Nós vamos ver tudo

no espaço, seria já no espaço entre a já sem a atmosfera do mundo físico, né? Mas espiritual são muitas outras esferas que nós temos na Terra com em diferentes eh níveis de energia. Nós vamos ver tudo isso ao longo da da coleção do dos estudos das obras de de André Luiz. Meu ego, como que absorvido em onda de infinito respeito, fixou a luz branda que invadiu o quarto através das janelas e perdi-me no curso das de profundas cogitações. Recordei então que nunca fixar o sol nos dias terrestres, meditando na inurável bondade daquele que noolo concede para o caminho eterno da vida. Semelhava-me assim ao cego venturoso, que abre os olhos para a natureza sublime depois de longos séculos de escuridão. A essa altura, serviram-me caldo reconfortante, seguido de água muito fresca que me pareceu portadora de fríos divinos. Aquela reduzida porção de líquido reanimava-me inesperadamente. Não saberia dizer que espécie de sopa era aquela. Se alimentação sedativa, se remédio salutar. Novas energias amparavam-me a alma. Profundas como vibravam-me no espírito. Muita gente questiona, né? Mas se existe comida no mundo espiritual, eh, falta de reflexão, né? Um espírito de desse da como André Luiz estava faminto e sedento no na nas regiões inferiores. Ele é acolhido no hospital, não vão dar alimento para ele, não vão dar água para ele. Seria uma verdadeira tortura estar sendo atendidos. por enfermeiros dedicados ainda com fome e com sede. Não faz sentido nenhum. É aquela ideia que hoje existe muitas muitos grupos na internet que criticam as obras de André Luiz exatamente por causa dessa questão de de do espírito comer, o espírito passar fome, espit são pessoas que não refletiram as obras básicas. e que e as obras básicas são básicas. Detalhes de funcionamento da vida no mundo espiritual veria depois, inclusive coincide com o a outra obra da e já do outro espírito que é o Camilo Castelo Branco, que Ivone Pereira só publicou essa obra depois que apareceu o nosso lar, porque tinha informações

depois, inclusive coincide com o a outra obra da e já do outro espírito que é o Camilo Castelo Branco, que Ivone Pereira só publicou essa obra depois que apareceu o nosso lar, porque tinha informações muito semelhantes, né, o eh ao espírito tudo. Eh, suicida, quando é acolhido, ele recebe no hospital esse caldo que é muito mais um um remédio do que alimento. que a eh, inclusive o Camilos, ele diz que cada espírito ele, ele, eh, o, o gosto era diferente, era um um sabor semelhante ao a comida preferida do espírito. É o o caldo que ele mais gostava. Então, eh, são as bênçãos que existem no mundo espiritual para gerar conforto para o espírito que está em transição eh evolutiva, né? Claro que nenhum espírito é morrer de fome, mas a fome existe exatamente por essas questões que nós eh já refletimos. Agora a existe a fome e existe os recursos para saciar essa fome. Emíliam, boa noite a todos. Dr. Alírio, eh, pelo relato do livro, eh, me parece que André Luiz nunca esteve na na colônia. É como se tivesse visto pela primeira vez e é como se ele não tivesse sido uma experiência parecida. Será que ele só tinha conhecimento do do umbral? Como é isso? A questão da memória, ela para muitos espíritos que estão numa numa situação muito material, como de André Luiz, ele não recorda imediatamente a a nem as existências anteriores, a não ser a a que ele acabou de ter, nem a outras experiências no mundo espiritual, devido a esse próprio materialidade do espírito ligado ainda ao corpo. Então, a aquela ideia de que o espírito ele morreu, ele vai se lembrar de tudo, todas as encarnações da da sua vida enquanto espírito não é real. Exatamente por causa dessa ignorância. Veja que ele não sabia, ele ficou 8 anos no Brau, ele não sabia. Provavelmente ele já deve ter, já devia ter tido várias outras experiências no BRAL, só que para do espírito, aquela experiência é como se fosse a primeira vez. da mesma forma que as regiões um urbalinas, as regiões eh uma região como o nosso lar pode ser para ele a primeira

no BRAL, só que para do espírito, aquela experiência é como se fosse a primeira vez. da mesma forma que as regiões um urbalinas, as regiões eh uma região como o nosso lar pode ser para ele a primeira vez, mesmo que ele já pudesse já ter conhecido essa colônia, ou muitas vezes não. Muitas vezes era a primeira vez mesmo dele na colônia nosso lar, né? Mas eh provavelmente ele já conhecia outros. Só que a memória não tem, ela fica eh a ela fica bloqueada como se ele tivesse encarnado, porque é na prática é como se ele estivesse encarnado, né? Em termos eh psíquicos, fisiológicos, é como se ele tivesse encarnado. Ficou claro, entendi. Ficou claro, sim. Entendi. Obrigada. Elis, Alío, ainda com relação ao que a Emília perguntou, isso também acontece na no momento do sono, por exemplo, quando a gente aqui encarnado dorme, mesmo que a gente se eh eh vá para lugares, a gente não tem recordações. Enfim, sim, a mesma coisa. Poucos de nós assim voltamos pro corpo e temos plena consciência do que aconteceu durante o período do sono por causa dessa do próprio bloqueio que a matéria, né, o corpo físico gera para o espírito. E a e por exemplo, eh, porque eu já ouvi, por exemplo, um conhecido meu falar assim: "Ah, mas enquanto eu tiver na hora que eu tiver com corpo físico dormindo, eu me desconectar dele ali, eu não vou sair para fazer coisa errada, porque quando eu tô em e ali em espírito, com meu corpo dormindo, eu tenho consciência de que eu sou de verdade, das coisas que são certas e erradas. Eu não vou sair fazendo coisa errada. E aí me remeteu isso, porque não é um passe de mágica, né? A gente não dorme o corpo físico, a gente tem essa lucidez das coisas, né? A gente ainda tá atrelado aos nossos movimentos egóicos. Faz sentido, tá certo? Faz sentido. Agora pode ser o contrário que você tá falando, né? No corpo físico a gente reprime muitos processos e fora do corpo, hora que desdobra do corpo, eh, muitas vezes nós fazemos coisas que não faríamos eh no corpo, porque tem a toda

e você tá falando, né? No corpo físico a gente reprime muitos processos e fora do corpo, hora que desdobra do corpo, eh, muitas vezes nós fazemos coisas que não faríamos eh no corpo, porque tem a toda uma questão de pressão social, de eh a máscaras que se usam, né, na no próprio nas próprias obras de Luiz tem exemplos desse tipo. A pessoa era de um jeito no no corpo, desdobrava no corpo, ia para orgia, para coisas. Tem um caso no livro eh Missionários da Luz, que um dos era um dos tutelados do espírito Alexandre, que se desdobra do corpo e duas mulheres do que eram prostitutas do mundo espiritual estavam logo guardando para uma noite de sexo. E e ele era espírita, fazia parte de um grupo espírita com toda eh com toda, entre aspas, perfeição que existe no nas pessoas que mascaram a realidade. E existe as duas possibilidades. A pessoa que realmente é fiel à consciência no ao se desdobrar vai continuar agindo no bem e outras aproveita aquele momento, ninguém tá vendo, ninguém lembra de nada e vai fazer coisas que não faria no corpo físico. Onde está, inclusive foi a Jesus diz, né? Onde está o tesouro, está teu tesouro estará o teu coração. Então depende de cada pessoa. É, inclusive isso que você trouxe foi exatamente um caso desse, porque a pessoa tinha sonhado com alguma questão sexual, mesmo assim num ambiente que jamais ele se viria frequentando, né, palavras dele. Então não faz sentido eu tá lá se eu nunca ia entrar num lugar desse, né? Então é isso, né? nas aparências do corpo físico nunca faria, mas dobrado a maioria dos sonhos sexuais não são não são imaginação, não é o espírito desdobrado fazendo os sexos com outro encarnado ou com desencarnado. O desencarnado tem como fazer sexo com o encarnado por causa do fluído vital que o o encarnado emana. Dois desencarnados não fazem, não tem como fazer sexo. Eh, só eles precisa da energia do encarnado. Aí, tendo a energia do encarnado, fazem festa. Continuando aqui, minha maior emoção, todavia, reservava-se para instantes depois.

não tem como fazer sexo. Eh, só eles precisa da energia do encarnado. Aí, tendo a energia do encarnado, fazem festa. Continuando aqui, minha maior emoção, todavia, reservava-se para instantes depois. Mal não saíra da consoladora surpresa, divina melodia penetrou o quarto adentro, parecendo suave com meia de sons a caminho desde as esferas superiores. Aquelas notas de maravilhosa harmonia atravessavam meu coração. Ante meu olhar indagador, enfermeiro, que permanecia ao lado, esclareceu bondoso. É chegado o crepúsculo em nosso lar, em todos os núcleos desta colônia de trabalho consagrada ao Cristo, a ligação direta com as preces da governadoria. Enquanto a música embalsamava o ambiente, despediu-se atencioso. Agora fique em paz. Voltarei logo após a oração. Empolgou-me a ansiedade súbita. Não poderei acompanhar-vos? Perguntei suplicante. Está ainda fraco, esclareceu gentil. Todavia, caso sinta-se disposto, aquela melodia renovava-me as energias profundas. Levantei-me, vencendo dificuldades, e agarrei-me ao braço fraternal que se me estendia. Seguindo vacilante, cheguei a enorme salão, onde numerosa assembleia meditava em silêncio, profundamente recolhida. da abórboda cheia de claridade brilhante, pendiam delicadas e flórias irlandas que vinham do teto à base, formando radiosas radiosos símbolos de espiritualidade superior. Ninguém parecia dar conta da minha presença, ao passo que mal dissimulava eu a surpresa inescidível. Todos os circunstantes atentos pareciam guardar alguma coisa. Contendo a custo numerosas indagações que me enfervilhavam na mente, notei que ao fundo, em téresca desenhava-se prodigioso quadro de luz quase feérica. Obedecendo a processos adiantados de televisão, surgiu o cenário de templo maravilhoso. Sentado em lugar de destaque, um ancião coroado de luz fixava o alvo em atitude depressa, envergando alva túnica de radiações resplandescentes. em plano inferior, 72 figuras, parece acompanhá-lo em respeitoso silêncio. Altarmente surpreendido, reparei

luz fixava o alvo em atitude depressa, envergando alva túnica de radiações resplandescentes. em plano inferior, 72 figuras, parece acompanhá-lo em respeitoso silêncio. Altarmente surpreendido, reparei clarêncio participando da assembleia entre os que cercavam o velhinho refugente. Apertei o braço do enfermeiro amigo e, compreendendo ele que minhas perguntas não se fariam esperar, esclareceu em voz baixa e mais se assemelhava leve e sofro. Conserve-se tranquila. Todas as residências e instituições de nosso lar estão orando com o governador por meio da audição e visão à distância. Louvemos o coração invisível do céu. Mal terminar a explicação, as 72 figuras começaram a encantar harmonioso hino repleto de indefinível beleza. A fisionomia de Clarêncio no círculo dos veneráveis companheiros, figurou-se me tocada de mais intensa luz. O cântico celeste constituía-se de notas angelicais. de sublimado reconhecimento, paivam no recinto misteriosas vibrações de paz e de alegria. E quando as notas argentinas fizeram delicioso estacape, desenhou-se ao longe em plano elevado, um coração maravilhosamente azul, com estrias douradas. cariciosa música em seguida respondia aos louvores procedente talvez de esferas distantes. Foi aí que abundante chuva de flores azuis se derramou sobre nós. Mas se fixávamos a a os miozotes celestes, não conseguíamos detê-los das mãos. As corolas minúsculas desfaziam-se de leve ao tocar-los à fronte, experimentando eu, por minha vez, singular renovação de energias ao contato das pétalas fluídicas que me balsamizavam o coração. Aqui a nota do autor, imagem simbólica formada pelas vibrações mentais dos habitantes da colônia, né? O coração azul. Terminava terminada a sublime oração, regressei ao aposento do enfermo, amparado pelo amigo que me atendia de perto. Entretanto, não era mais o doente grave de horas antes. A primeira prece coletiva em nosso lar completa transformação. Forto inesperado envolvia minha alma. Pela primeira vez depois de anos consecutivos de sofrimento.

ra mais o doente grave de horas antes. A primeira prece coletiva em nosso lar completa transformação. Forto inesperado envolvia minha alma. Pela primeira vez depois de anos consecutivos de sofrimento. O pobre coração saudoso e atormentado, a maneira de cálice, muito tempo vazio, enchera-se de novo das gotas generosas do licor da esperança. Belíssimo relato, né? essa esse relato da oração, dessa oração coletiva. Vejamos que no mundo espiritual é muito diferente do mundo físico, né? A certeza do criador da vida, a certeza da comunicação direta com o Criador, eh, possibilita que todos estejam eh em conexão com Deus. né, pela prece e a prece coletiva acaba produzindo, né, como André Luiz eh descreve aqui, esse coração maravilhosamente azul com estrias douradas e as chuvas de flores azuis sobre as pessoas, né, que eh médiuns eh eles descrevem que isso também acontece no mundo físico. Quando nós estamos em oração coletiva, em eventos, encontros, as pétalas de flores caem sobre nós e se desfazem quando encontra o nosso corpo. Mas é belíssimo a forma como no mundo espiritual eh a as colônias já voltadas a a Deus e ao Cristo, como ele o benfetou colocou anteriormente, o que era a colônia eh voltadas ao Cristo, né? É chegado o crefúcio no nosso lar, em todos os núcleos desta colônia de trabalho consagrada ao Cristo, a ligação direta com as preces da governadura. Então, a colônia inteira é consagrada ao Cristo para atender as necessidades dos espíritos, no caso desencarnados e também encarnados. Sia, boa noite a todos. Dr. Alírio, senhor me corrija se eu tiver enganada. Num outro momento, o senhor colocou que a gente não evolui no mundo espiritual porque estamos entre os iguais. Eu falei, eu falei exatamente o contrário. E nós evoluímos no mundo espiritual, só que a evolução ela é mais na horizontal, né? e que no mundo físico nós evoluímos na vertical quando tomamos consciência de que mesmo num mundo em que existe mais mal do que bem, nós escolhemos o bem. Aí a evolução se dá na vertical.

izontal, né? e que no mundo físico nós evoluímos na vertical quando tomamos consciência de que mesmo num mundo em que existe mais mal do que bem, nós escolhemos o bem. Aí a evolução se dá na vertical. Quando você, por exemplo, não é não é mais fácil eh pensar em Deus e e no espírito numa numa colônia como o nosso lar, com esse todas essas características que nós acabamos de ver. Sim. Então, então ele evoluiu no sentido mesmo no mundo assim, ele ele evoluiu e chegou nesse plano dentro do do nosso Mas acabamos de ver a evolução do André Luiz nos 8 anos no Umbral, que saiu de uma revolta, de um orgulho exacerbado para humildar o seu orgulho e amançar a sua rebeldia. Isso é evolução. Só que levou 8 anos para ele fazer isso, sofrendo as consequências da das atitudes dele, né? O que aconte o que acontece se o espírito ficar só no mundo espiritual? Vamos supor que alguém ficasse na na colônia nosso lar 1000, 2000, 1 milhão de anos uma colônia como o nosso lar, ele vai ficar praticamente quase que na mesmo nível evolutivo. A arencarnação no mundo físico é necessária para que nós, diante dos contrastes que temos no mundo físico, nós possamos eh evoluir por uma vontade enorme de ser de de seguir o bem, né? Porque entendi, fazer o bem numa condição dessa é muito fácil. Agora, naquilo na no como nós vivemos, no mundo que nós vivemos, é bastante trabalhoso. É. Tá bom. Obrigada, doutor. O médico espiritual vai dar tempo da gente ver mais um pedaço do mais um capítulo no dia imediato, após epador e profundo repouso, experimentei a bênção radiosa do sol amigo, qual suave mensagem ao coração. Claridade reconfortante atravessava a ampla janela, inundando o recinto de cariaciosa luz. Sentia-me outo. Energias novas tocavam-me no íntimo. Tinha impressão de sorver a alegria da vida a longos astos. Na alma apenas um ponto sombrio, a saudade do lar, o apego à família que ficara distante. Numerosas interrogações pairavam-me na mente, mas tão grande era a sensação de alívio que eu sossegava o

stos. Na alma apenas um ponto sombrio, a saudade do lar, o apego à família que ficara distante. Numerosas interrogações pairavam-me na mente, mas tão grande era a sensação de alívio que eu sossegava o espírito longe de qualquer interpelação. Quis levantar-me, gozar o espetáculo da natureza cheia de brisas e de luz, mas não o consegui. e concluí que sem a cooperação magnética do enfermeiro, tornava-se impossível deixar o leito, não voltar a mim das surpresas consecutivas, quando se abriu a porta e vi entrar canarêncio acompanhado por simpático desconhecido. Cumprimentaram-me atenciosos, desejando-me paz. Meu benfeitor na véspera indagou do meu estado geral a correr enfermeiro prestando informações. Sorridente, o velhinho amigo apresentou meu companheiro. Tratava-se de disse do irmão Henrique de Luna, do serviço de assistência médica da colônia espiritual. Trajado de branco, traços fisionômicos irradiando enorme simpatia. Henrique escutou-me demoradamente, sorriu e explicou: "É de lamentar que tenha vindo pelo suicídio. Enquanto Clarêncio permanecia sereno, senti que singular assomo de revolta meulhava no índio. Olha o velho homem ainda falando alto mesmo, né? Vamos ver o que que ele diz. Suicídio. Recordei as acusações dos seres perversos das sombras. Não obstante, o capital de gratidão que começava com o lar não calei impriminação. Creio aumederei melindrado. Meu regresso do mundo não teve essa causa. Lutei mais de 40 dias na casa de saúde, tentando vencer a morte. Sofri duas operações graves devido ao cruzão intestinal. Sim, esclareceu o médico, demonstrando a mesma serenidade superior. Mas a oclusão radicava sem causas profundas. Talvez o amigo não tenha ponderado bastante. O organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo. Inclinando-se atencioso, indicava determinados pontos do meu corpo. "Vejamos a zona intestinal", exclamou. A oclusão derivava de elementos cancerosos e estes, por sua vez, de algumas lviandades do meu estimado irmão no

cioso, indicava determinados pontos do meu corpo. "Vejamos a zona intestinal", exclamou. A oclusão derivava de elementos cancerosos e estes, por sua vez, de algumas lviandades do meu estimado irmão no campo da sífiles. A moléstia talvez não assumisse características tão graves se o seu procedimento mental no planeta estivesse enquadrado nos princípios da fraternidade e da temperança. Entretanto, seu modo especial de conviver, muitas vezes exasperado e sombrio, captava destruidoras vibrações daqueles que o ouviam. Nunca imaginou que a cólera fosse manancial de forças negativas para nós mesmos. Ausência de autodomínio, a inadvertência no trato com os semelhantes, aos quais muitas vezes ofendeu sem refletir, conduziu-no frequentemente à esfera dos seres doentes e inferiores. Tal circunstância agravou de muito o seu estado físico. Vejamos aqui as a descrição do médico, né? Ah. Ah. Nós trabalhamos com saúde mental e nós sempre dizemos, ah, existem doenças que ainda não são catalogadas como doenças. Orgulho é doença, eh, raiva, raiva, cólera é doença, né? Ódio é doença. São doenças do espírito que geram isso que o médico tá falando para André Luí. Ele se impolerizava com muita facilidade. Ele não trabalhava o autodomínio e ofendia outras pessoas que o envolviam numa energia mental tóxica e ele próprio era envolvido numa energia mental tóxica. Isso agravou o problema da sífiles que acabou gerando a obsolinal que o levou à morte. Vamos continuar aqui que é muito interessante a a reflexão que o médico vai fazendo, né, com ele depois de longa pausa em que se examinava atentamente, continuou. Já observou, meu amigo, que seu fígado foi maltratado-se pela sua própria ação, que os rins foram esquecidos com terrível menosprepreso às dádivas sagradas, né? Como que ele maltratava o fígado com bebida alcoólica, o fígado e o gin singular desapontamento invadiram meu coração. Parecendo desconhecer a angústia que me oprimia, continuava o médico esclarecendo. Os órgãos do corpo somático possuem

bebida alcoólica, o fígado e o gin singular desapontamento invadiram meu coração. Parecendo desconhecer a angústia que me oprimia, continuava o médico esclarecendo. Os órgãos do corpo somático possuem incalculáveis reservas segundo os desígnios do Senhor. O meu amigo, no entanto, iludiu excelentes oportunidades, desperdiçando patrimônios preciosos da experiência física. A longa tarefa que lhe foi confiada pelos maiores da espiritualidade superior foi reduzida a meras tentativas de trabalho que não se consumou. Todo o aparelho gasto foi destruído a custa de excesso de alimentação e bebidas alcoólicas. aparentemente sem importância, devorou-lhe a sífiles energias essenciais, como ver o suicídio é incontestável. Então, a a tudo que ele fez acabou afetando, né, psíquica e fisicamente afetou o corpo, f o o perespírito, né, que acabou gerando a doença no corpo físico e tava tudo ali. Por quê? A a doença começa no espírito, do espírito que ela vai para o corpo físico, né? No caso de de sífiles, sífiles é é criado por um uma bactéria, só que ela afeta não apenas o corpo físico, ela afeta também o o perespír e bebida alcoólica, ela destrói o fígado, os gins. E aí, continuando aqui, né, meditei nos problemas dos caminhos humanos, refletindo das oportunidades perdidas. Na vida humana, consegui ajustar numerosas máscaras ao rosto, talhando-as conforme as situações. Aliás, não poderia supor noutro tempo que me seriam pedidas contas de episódios simples e costumava considerar como fatos sem maior significação. Conceituar até ali os erros humanos, segundo os preceitos da criminologia. Todo acontecimento insignificante, estranho aos códigos, entraria na relação de fenômenos naturais. Deparava-se, porém, agora, outro sistema de verificação das faltas cometidas. Não me defrontavam tribunais de tortura, nem me surpreendiam abismos infernais. Contudo, os benfeitores sorridentes comentavam minhas fraquezas como quem cuida de uma criança desorientada, longe das vistas paternas. Aquele interesse espontâneo, no entanto,

diam abismos infernais. Contudo, os benfeitores sorridentes comentavam minhas fraquezas como quem cuida de uma criança desorientada, longe das vistas paternas. Aquele interesse espontâneo, no entanto, queria-me a vaidade de homem. Talvez visitados por figuras diabólicas a me torturarem de tridente nas mãos, encontrasse forças para tornar a derrota menos amarga. Todavia, bondade exuberante de clarêncio, a inflexão de ternura do médico, a calma fraternal do enfermeiro penetrava-me fundo espírito. Não mecerava o desejo de reação. Doía minha vergonha e chorei, rosto entre as mãos com menino contrariado e infeliz. Hoje vem a soluçar com a dor que me parecia reliado. Não havia como discordar. Henrique de Luna falava com sobejasões. Por fim, abafando os impulsos vaidosos, reconheci a extensão de minhas liviandades de outros tempos. A falsa noção da dignidade pessoal seria terreno na justiça perante minha visão espiritual. Só existia agora uma realidade torturante. Era verdadeiramente um suicida. Perder o ensejo precioso da experiência humana. não passava de náufrago a quem se recolhia por caridade. Foi então que o generoso claro, sentando-se no leito ao meu lado, afagou-se paternalmente os cabelos e falou comovido: "Ó meu filho, não te lastti instante. Busquei-te atendendo à intercessão dos que te amam dos planos mais altos. Tuas lágrimas atingeem seus corações. Não deseja ser grato, mantendo-te tranquilo no exame das próprias fas? Na verdade, tua posição é do suicídio inconsciente, mas é necessário reconhecer que centenas de criaturas se ausentam diariamente da terra nas mesmas condições. Acalma-te, pois, aproveita os tesouros do arrependimento, guarda a bênção do remorço, embora tardio, sem esquecer que aflição não resolve problemas. Confia no Senhor em nossa dedicação fraternal. Sossega a alma perturbada, porque muitos de nós, outros já perambulamos igualmente nos teus caminhos. Ante a generosidade que transbordava dessas palavras, mergulhei a cabeça em seu colo paternal

nal. Sossega a alma perturbada, porque muitos de nós, outros já perambulamos igualmente nos teus caminhos. Ante a generosidade que transbordava dessas palavras, mergulhei a cabeça em seu colo paternal e chorei longamente. É forte o orgulho, a vaidade, né? Depois de de se humildar orando, ele recebe o a as administrações do médico com orgulho. O orgulho manifesto, depois se torna o orgulho ferido, que é a vergonha, a vergonha de ter questionado algo que ele não estava em condição de questionar. Mas a vaidade, o orgulho fala muitas vezes muito alto ainda em nós, mas é aquela questão que o próprio Clarêncio, todos estamos aqui para humildar o nosso orgulho, mansar a nossa rebeldia, tomar consciência da realidade da vida para podermos verdadeiramente eh viver ver com mais equilíbrio, né? Alguma pergunta, alguma dúvida? Alírio Elise, me veio também a questão da do se acolher-se com a compaixão, né, que a gente vem falando tanto aí nos estudos de quarta também, porque a gente não tem esse hábito, né? O hábito nosso hoje ainda é o do se julgar, da culpa, né? Então esse processo que o Clarence traz para ele no final me veio muito essa lei da misericórdia aí nos acolhendo, né? É, é fundamental, né? Porque veja que Clarêncio o estava o acolhendo com compaixão, o médico, o enfermeiro e todos sentindo compaixão dele e ele com vergonha se julgando, se condenando e se punindo. Clarocio frisa até a questão do arrependimento. O arrependimento para que ele pudesse, a partir do arrependimento daquilo que eh tomar consciência daquilo que fez. se arrepender e buscar reparar. E é e é esse é o o grande objetivo da vida, né? Angângela, sei alguma questão. Já conseguiu a seu álbum não tá funcionando hoje. Não. Ô, Lírio. Oi. Uhum. Boa noite. Boa noite a todos. Olheiro, esse essa e essa essa orientação que ele dá, ser essa grande dificuldade que a humanidade no momento do juízo final que a gente tem dá de encontro com essa realidade nossa e se envergonhamos, se envergonhamos realmente por aquilo

ção que ele dá, ser essa grande dificuldade que a humanidade no momento do juízo final que a gente tem dá de encontro com essa realidade nossa e se envergonhamos, se envergonhamos realmente por aquilo que fizemos. Não tem como hoje ser eh escapar dessa verdade. É, e muitos se contém no orgulho. É, é aquilo que André Luiz fala, né? Tudo está na consciência, então não tem como fugir da consciência. Por isso que todos nós somos convidados a viver como espíritos imortais ainda no corpo para não ter surpresas quando tivermos fora do corpo. Porque se nós vivermos como se não houvesse amanhã, mesmo sabendo, porque muitos de nós já sabemos que somos espíritos imortais, mas ainda não sentimos para viver como espíritos imortais. Sentir e viver como espíritos mortais é trabalhoso, né? requer não apenas informação sobre espiritualidade, mas sobretudo trazer para o nosso coração, para a nossa intimidade, eh, orientações como essas que nós acabamos de de estudar aqui no nosso Então, as obras de André Luiz, elas são muito ricas nesse sentido de nos trazer a dimensão espiritual para aqui agora, para dentro das nossas vidas. Porque nós, ninguém precisa passar por aquilo que André Luiz passou. Eh, e vejamos, ele não tinha, ele desenhava o as questões espirituais. Agora, para nós espíritas, viver algo semelhante é muito pior, porque nós já temos o conhecimento e muitas vezes não colocamos esse conhecimento nas nossas próprias vidas. Aí a situação é muito mais grave. porque em vez de ele tinha tendo antes da ignorância, claro que foi uma ignorância eh proposital, mas nós temos eh a agravante do conhecimento e da ignorância proposital de sentir e viver aquilo que nós sabemos. nesse o convite, né, de viver como espíritos imortais momentaneamente no corpo. Nós vamos fazer o encerramento. Alguém se candidata para press? Você falou por último, faz aí a Vamos acompanhar Ronil. Obrigado, Jesus por esse momento tão sublime, aonde a todo momento vó nos convida nesse banquete maravilhoso que aprendemos, mestre, a sentir a ti

cê falou por último, faz aí a Vamos acompanhar Ronil. Obrigado, Jesus por esse momento tão sublime, aonde a todo momento vó nos convida nesse banquete maravilhoso que aprendemos, mestre, a sentir a ti esse teu amor. Obrigado, mestre, por essa ajuda constante. Obrigado os benfeitores que nos intui. Os nossos anjos da guarda, os nossos amigos, a tantos irmãos que nos amparam. Obrigado, Senhor. Gratidão. Que essa energia toda positiva que nós sentimos nesse grupo possa expandir, expandir longe para todos aqueles que se encontram em aflição, principalmente esses irmãos que se encontram em guerra, Senhor, que se encontra embebecido no orgulho e na vaidade. Por isso, Senhor, nos agradecemos por essa noite e por essa oportunidade mais uma vez estarmos aqui reunidos em torno de um propósito de ti. Gratidão. Uma boa noite todos nós. Lembrando que o a o encontro um já está disponível no YouTube e esse esse encontro deve ser colocado amanhã ou depois de amanhã. OK? Uma boa noite para todos nós e até a próxima terça.

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