Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E29 – Cap. 15: O passado elucida o presente – Parte 1

Mansão do Caminho 22/02/2026 (há 1 mês) 1:09:07 891 visualizações 177 curtidas

No estudo da primeira parte do Capítulo 15 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert destaca como os acontecimentos pretéritos exercem influência decisiva nas experiências atuais. A reflexão evidencia que muitas situações de conflito e sofrimento encontram raízes em compromissos do passado, convidando à compreensão, ao perdão e à responsabilidade pessoal como caminhos de libertação e equilíbrio espiritual. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Tânia Menezes 📝 Resumo: Vânia Maria de Souza 🔎 Aprofundamentos: Tânia Menezes e Lincoln Barros de Sousa 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #OPassadoElucidaOPresente #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Reencarnacao #ReformaIntima #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, queridos amigos, amigas que nos acompanham nesse estudo do Suelical Calda Schuber. É uma alegria poder compartilhar com vocês neste momento os nossos cumprimentos aos queridos coordenadores que partilharemos hoje desse estudo, a querida Vânia, o querido Lincoln, que tenhamos uma noite de muitas reflexões e aprendizados. Mas antes de iniciarmos, nós vamos convidar todos vocês para a nossa prece, elevando os nossos pensamentos ao querido mestre Jesus, governador do nosso planeta, que nos acolhe nos ampara, direciona as boas energias para que juntos possamos construir um mundo melhor. E através do estudo que hora fazemos, dos benfeitores espirituais que nos acompanham, em especial o autor desta obra, Manuel Filomeno de Miranda. que ele nos inspire e que possamos trazer neste encontro o essencial para vivermos em harmonia, aprendendo sempre com todas as experiências, onde extraímos as melhores lições. para que possamos mais rápido seguir na direção da plenitude. Guarda-nos, querido benfeitor, a querida Sueli Caldas, em tua paz, para que juntos nesta vibração sigamos em paz. Que assim seja. Então, hoje nós vamos iniciar com o resumo que a querida Vânia tão brilhantemente traz para nós todas as vezes que ocupa este lugar. A palavra é com você, querida amiga. >> Muito obrigada. E então, cumprimento a querida amiga Tânia lá de Salvador, o querido amigo Lincol aqui pertinho de F Iguaçu e a todos os amigos, queridos, irmãos que nos acompanham neste capítulo. É interessante porque olha o nome, meus irmãos, o passado elucido presente. Quer dizer, vamos saber o porquê lá remexendo no passado. Então, nós nos lembramos que no capítulo anterior, o tio Nicomedes convida o seu sobrinho Lício para darem uma volta e tal, né, de carro, saem de casa e vão. E aí o tio Nicomedes estaciona o veículo próximo à mãciada e o tio convidacio para irem a um lugar discreto onde eles poderiam ficar a sós. Mas Lício não aceita a proposta. Olha só, o espírito filinto já estava ali com ele, visto que

veículo próximo à mãciada e o tio convidacio para irem a um lugar discreto onde eles poderiam ficar a sós. Mas Lício não aceita a proposta. Olha só, o espírito filinto já estava ali com ele, visto que se encontrava ligado psiquicamente ao benfeitor Bezerra, enquanto o obsessor dominava completamente o tio Nicomedes. Então, sem medir a gravidade do que fazia, Nicomedes agrediu-o sensualmente e o fato atraiu entidades que, movidas pela cena singular, aproximaram-se com insultos e galhofas ensurdecedora. O benfeitor Filimo, Filinto, que ali estava, concentrou-se e pediu ajuda. E de imediato chegaram vários indígenas e africanos da casa. E aí, surpreendidos pela presença dos trabalhadores do bem, as entidades ociosas correram em disparada. Ilício então começou a pedir ajuda por pensamento à irmã emerenciana, porque viu que a coisa estava ficando grave. Era essa a condição que o Dr. Bezerra requeria para interferir com decisão. Filinto pediu a ajuda dos espíritos africanos para que deslindassem Nicomedes do obsessor. E liberando-se então da opressão obsessiva, Nicomedes parou por um momento e o Dr. Bezerra impôs-lhe em pensamento. volte para casa, basta por hoje. E aí eles voltaram para casa e foram cada um pro seu canto, né? Mas logo depois os benfeitores dirigiram-se para os trabalhos da casa. E o Dr. Bezerra sugere à irmã emerenciana que, em razão desses acontecimentos, que fossem antecipadas algumas medidas a benefício de Lício. Lindto e alguns cooperadores foram incumbidos de buscar Lício, né, já de madrugada, e Nicometes para uma reunião especial, uma providência de emergência. Emerenciana recomendou a Felinto que permanecesse imperceptível ao obsessor de Lício, que estava ali junto deles. Eram 2 horas da madrugada quando todos ali se reuniram. Os dois pacientes permaneciam adormecidos, mas o infeliz perturbador agitava-se e esmurrava o ar, porque ele percebeu que havia caído em hábil plano elaborado para o render. Feita então a prece inicial, o Dr. Bezerra assumiu a direção do trabalho.

o infeliz perturbador agitava-se e esmurrava o ar, porque ele percebeu que havia caído em hábil plano elaborado para o render. Feita então a prece inicial, o Dr. Bezerra assumiu a direção do trabalho. Uzindo o espírito vingador à comunicação, ele explodiu em acusação violenta, revelando ser vagundes ribas, a vítima de Lício e Nicomedes. Disse o obsessor: "Sofri-lhes as maldades em outras reencarnações, até que a sorte me permitiu estar aqui enquanto eles se encontram na terra. Tenho sofrido como ninguém pode imaginar. Tenho-os sob controle e ninguém me tomará, porque isso viola os códigos da justiça. Aí o Dr. bezerra, né? Após ouvi-lo, tratou-o com brandura, como era próprio dele, mas também com energia, e disse: "É estranho ouvir-te falar de justiça, meu irmão, quando fomentas o crime e conduzes à sensualidade, induzindo almas doentes a aberrações e loucuras. Não ignoramos as tuas dores, o teu longo calvário, cada dia mais severo em razão da sua atitude de revolta. Ouçamos também aqueles que participam do teu drama. Então eles despertaram Lício e o tio Nicometes. Diz o benfeitor: "Desejas entender a trama dos vossos destinos? Tende tento e observai, aproveitando-vos este magno momento que vos definirá o futuro. São palavras graves, né, meus irmãos? Então, Emerenciana aproxima-se de Lício e aplica-lhe energias no centro cerebral e pede com rigorosa inflexão de voz: Anete, volte à sua realidade. Recorde-se, reviva o matrimônio, lembre-se do seu consórcio com Felipe. Felipe é o atual obsessor, meus irmãos, que diz chamar-se agora Fagundes Ribas, diz ela. Evoque tudo. Anete Barraício cerrou os olhos, mergulhou no passado e com isso a sua forma alterou-se, cedendo lugar a figura de uma jovem adolescente no apogeu da beleza juvenil. E ao vê-la, o perseguidor gritou: "Eis aí a criminosa! O mesmo procedimento teve a benfeitora com Nicometes. Agora é sua vez, Nicometes. Você lá se encontrava. Retorne ao passado a fim de dar novo curso à sua atual existência. Pelo mesmo processo, o tio assumiu a

procedimento teve a benfeitora com Nicometes. Agora é sua vez, Nicometes. Você lá se encontrava. Retorne ao passado a fim de dar novo curso à sua atual existência. Pelo mesmo processo, o tio assumiu a personalidade referida. Tratava-se de um homem com aproximadamente 40 anos no fim do século XVI na França. Olha quanto tempo. E sem poder conter-se, o obsessor acusou defronto o infel infelicitador do meu lar, que se uniu à desnaturada para destruir-me. Diz-lhe Bezerra: "Até somente acusaste. Ouçamos os outros o que tem a dizer. E a pedido do mentor, Anete relatou a sua desdita, informando ter sido constrangida por seu pai a casar-se com Felipe, hoje obsessor, sempre lembrando aqui muito nome, né? quando ela contava apenas 14 anos e confessa que não o amava, mas que comprometeu-se ser uma esposa devotada. Na noite nupicial, prossegue a Nete, ele me confessou que esperava de mim uma convivência fraternal, porque era incapaz para a comunhão conjugal. De certo modo, diz ela, senti-me aliviada e prometi-lhe descrição e fidelidade, apesar da frustração que me assaltou. Anete prosseguiu informando que, a princípio, viviam uma cordialidade que não levantava qualquer suspeita a respeito do seu drama. Foi quando Henry, que é o tio de hoje, Nicomedes, que a época era irmão de Felipe, perdeu a esposa e a convite do irmão passou algum tempo junto deles, morando na casa deles, de forma a recompor-se do abalo causado pelo falecimento da mulher. Anete, então diz: "A vida em comum foi se tornando insuportável". passou a dizer-me que notava o meu interesse pelo outro e que certamente já nos preparávamos para o adultério. Felipe, o esposo de antes, tornou-se selvagem, submetendo-me a tormentos morais inimagináveis, enquanto ameaçava-me interromper a sua vida e a minha vida, caso eu me queixasse a Henry, o de hoje, disse Henry a vez, na vez dele, o meu irmão sempre foi atormentado em razão da sua deficiência. Ao nos unirmos num momento por ele facultado e preparado, em face de uma viagem que ele empreendeu, deixando-nos

nry a vez, na vez dele, o meu irmão sempre foi atormentado em razão da sua deficiência. Ao nos unirmos num momento por ele facultado e preparado, em face de uma viagem que ele empreendeu, deixando-nos a sós, é que eu tive a dimensão do sofrimento de Anete e dos suplícios que lhe eram impostos. Quando eu perguntava a Felipe a respeito da tristeza que se refletia no rosto de Anete, ele propunha-me que a distraísse, que passeássemos. Henry contou então que decidiu ir embora, mas os acontecimentos se precipitaram. Quando Felipe voltou da viagem, como se adivinhasse o que havia sucedido na sua ausência, examinou-a sob humilhação terrível e exigiu-lhe a confissão, e depois surrou-a, retendo-a preso presa na alcova, até que desaparecessem as marcas do seu selvagismo. Ignorando a ocorrência, Henry informou seu irmão dos planos de ir embora, retornar à sua casa. Mas Felipe, ciente do caso havido entre ambos, exigiu-lhe que ficasse mais algum tempo, pois que deveria viajar de novo, e receava deixar a esposa sozinha. Logo que Felipe partiu, Henry tomou conhecimento do que havia ocorrido, a surra e tudo mais. E por isso ele propôs fuga à Anete, diz: "Arrumamos-nos as pressas" e disse: "E partimos no dia imediato." Algum tempo depois, ele veio a saber que Felipe, seu irmão, havia planejado um retorno no dia da sua fuga para surpreendê-los e tirar-lhes a vida sob a legação de adultério. Mas como eles já haviam fugido, o seu plano falhou e ele ciente da fuga enfureceu-se. Conta vingativo, mandou me propor um duelo e como o problema veio ao conhecimento público, não tive outra alternativa se não aceitar e ganhar a luta, matando-o. E o fratricídio tornou-se-me um suplício. Recordava-me dele caído, varado pelo projétil, empapado em sangue, ameaçando até no momento extremo, dizendo: "Se houver justiça no lugar para onde vou, hei de ser vingado." A partir daquele momento, Henry foi tomado de tal melancolia que menos de um ano depois ele sucumbiu. Era Felipe em espírito quem lhe inflingia remorços com a ajuda de outros

vou, hei de ser vingado." A partir daquele momento, Henry foi tomado de tal melancolia que menos de um ano depois ele sucumbiu. Era Felipe em espírito quem lhe inflingia remorços com a ajuda de outros espíritos comparsos. A Nete conta então que acusada pelo povo e pelos familiares, mudou-se para Paris. Ela ainda não havia completado 16 anos e relata que isso foi a sua ruína, porque inexperiente e sem apoio, degenerou-se na libert libertinagem por largos anos, até que a sífiles encerrou a sua carreira alucinada. Findo o relato, Felipe Bradou: "E isto é suficiente para liberá-los da culpa?" "Não, não é suficiente", disse Bezerra. "Pelo contrário, constitui-lhes uma herança infeliz de que não se liberaram". E diz: "A divina misericórdia trouxe-os para o Brasil em outra existência, onde o clima de resgate cármico era vosançoso. Retornastes com o dever de vos reabilitar." Anete renasceu para consorciar-se novamente contigo, Felipe, na pessoa de Fagundes Ribas, e enfrentar a honra, com honradez a Henry, a quem encontraria depois. Isso se deu em uma fazenda de café no interior do estado de São Paulo. E novamente, sem a anuência dela, o matrimônio foi estabelecido entre os pais dela e ti. Isso Bezerra falando para ele, né? A antipatia que ela conservou nos painéis da memória e a suspeita que te macerava o campo das lembranças amargas foram os ingredientes para que se repetissem os dessores e desajustes. Quando deveriais lutar contra as vicissitudes e crescer na fraternidade, na compreensão a caminho do amor? Henry, que era comprador de café, apareceu na fazenda e o reencontro fê-los desequilibrar-se. E certo dia, ambos fugiram para a capital, tornando rumo, tomando rumo desconhecido. "Sabemos avaliar as tuas humilhações", disse Bezirra. as dores excruciantes que te levaram, homem orgulhoso e prepotente, à tumba antes do tempo. Ele também morreu antes do tempo. Os envolvidos na triste história, então, a ouvirem tudo isso, choravam. Felipe em desespero, Anete com amargura e Henry

rgulhoso e prepotente, à tumba antes do tempo. Ele também morreu antes do tempo. Os envolvidos na triste história, então, a ouvirem tudo isso, choravam. Felipe em desespero, Anete com amargura e Henry com arrependimento. O mentor com tudo prosseguiu. Os fujões chegando à capital instalaram-se. Algum tempo transcorrido, a antiga luxura de Anete conduziu-a à traição com Tomás. foi expulsa do lar pelo companheiro trajado, refugiou-se em outro lar, utilizando-se da aparência para os enganosos triunfos do poder, passando de um para outro lugar. Agora, numa terceira etapa, a luta irresponsável continua. Não obstante a diferença da constituição orgânica em que vos encontrais. Felipe ouviu tudo isso em estado de grande amargura e prometeu vingança. Ei de matá-la. Dr. Bezerra então acercou-se dele e pediu com imensa bondade: "Ouve-me, meu irmão, dói-me o teu sofrimento. Conforme desejamos auxiliar as duas criaturas que sofrem na Terra, interessamos-nos em libertar-te da infelicidade antes que ela te imponha recuperação através de meios mais graves e irreversíveis. Se te parece difícil perdoar, desculpa-os. Deixa-os por conta da consciência pessoal que não libera o culpado algum. Dá-lhe a oportunidade de aspirar a felicidade que te acena e que te aguarda. O mentor falou-lhe com tanta doçura que as resistências antagônicas foram quebradas. Aí, inspirada por emerenciana, Anete se aproximou dele e suplicou: "Perdoa-me a loucura. Não sabes como eu sofro, encarcerada num corpo que não é meu? Traí e cometi deshonra que me pungem, quais punhais afiados! Eu não me recordava de tanta desgraça. Ó Deus, tende piedade de nós. Tão colhido pelo inesperado gesto da antiga esposa, Felipe respondeu: "O tempo me ajudará a desculpar. Pelo menos não a perseguirei caso eu encontre algum apoio em qualquer lugar onde eu possa me acalmar. Diante desse pedido de ajuda, Bezerra confortou-o e disse: "Esta é tua casa, porque é a casa de Jesus. Começarás o tratamento aqui mesmo e, posteriormente a reencarnação te aguardará para o

e acalmar. Diante desse pedido de ajuda, Bezerra confortou-o e disse: "Esta é tua casa, porque é a casa de Jesus. Começarás o tratamento aqui mesmo e, posteriormente a reencarnação te aguardará para o recomeço feliz." Na sequência, o mentor fala a ao tio Nicomedes: "Ele voltará aos teus braços com imensa carência de amor e o receberás com ternura, liberando-te do mal que na tua área genésica, na próstata, está preparando o campo para uma neoplastia maligna. A tua conduta moral apressará ou não o surgimento do câncer ou o impedirá? Serás autor dos teus futuros dias. Por consequência, respeita e ajuda a Nete na forma de sobrinho inquieto. Auxilia a ajustar e a se ajustar e não tornes a viciação. >> Agradecemos, Vânia, pela sua eh explanação. Quem não tem a oportunidade de ler o capítulo traz eh você toda assim com muita clareza. né, os pontos importantes que foram apresentados neste capítulo. Então, nós vamos seguir neste momento para os primeiros aprofundamentos que está comigo mesmo. E eu queria eh iniciar falando exatamente sobre o título que Filomeno nos apresenta, o passado lucida o presente. Aqui nós já encontramos a respeito de princípio básico da doutrina espírita, que é a reencarnação, lei de causa efeito, atuando no momento que eles estão vivendo. Aqui nós temos uma história de Lício, que é sobrinho de Nicomedes. Na verdade eles estiveram juntos porque Nicomedes veio para a casa de Lício estudar e tem um relacionamento afetivo, mas ele segue, né? Então, eh, Vânia, no seu resumo, mostrou as vidas pregressas, onde eles estiveram juntos e exatamente o que vem neste momento desencadear em termos de afeto, da aproximação. E quando nós estamos em nossa existência, que também deparamos com inúmeros desafios, dificuldades, nem sempre nós encontramos os motivos para estarmos fazendo a travessia por essas circunstâncias que são tão atribuladas. Mas se compreendermos que transitamos por outras experiências e que o desafio de agora ele é resultado de ações pregressas, talvez fique mais

ravessia por essas circunstâncias que são tão atribuladas. Mas se compreendermos que transitamos por outras experiências e que o desafio de agora ele é resultado de ações pregressas, talvez fique mais fácil de lidar com o momento que para alguns pode ser um momento muito difícil, uma dor muito intensa, mas que tudo tem uma razão de ser. E é justamente neste capítulo que nós, conhecendo o passado, vamos compreender o que neste presente ocasiona esta aproximação, esta vinculação e a ação do obsessor. Então, é neste ponto que nós vamos estar trazendo algumas considerações do próprio Manuel Filomeno de Miranda nesta obra, em outras obras, mas sem nos esquecermos do nosso codificador, Allan Kardec. E o primeiro ponto eu trago onde ele em a Gênese, no capítulo 14º que é intitulado Os fluidos, ele vai trazer dos itens 45 a 49 o tópico obsessões e e possessões. E neste neste tópico inclusive eh nós temos Manuel Filomeno de Miranda trazendo e nos bastidores da obsessão também essa assertiva de Kardec no exórdio, ele vai dizer que pulam em torno da Terra os maus espíritos em razão da inferioridade moral dos seus habitantes. Porque Kardec, ele vai falar muito em o livro dos médiuns, por exemplo, sobre essa questão moral, a moral que atravessa a nossa existência, esta movimentação do nosso fazer que cada vez mais precisamos estar direcionando no caminho do bem. Porque a lei de Deus, que é uma lei de justiça, de amor e de caridade, nos abre este leque para as ações no bem. O nosso o aspecto moral, nós precisamos entender como o fio condutor de Jesus, governador do nosso planeta. Então, é a ele que nós devemos remeter todas as nossas ações como exemplo, como exemplo que esteve há tanto tempo, mas que este exemplo ele continua atualizado em nossa existência e para as existências que irão se suceder, porque Jesus, passado 21 séculos, continua sendo Jesus. Mas ainda aqui em a Gênese, Kardec vai trazer uma definição da obsessão como aquela ação persistente que um espírito mal vai estar exercendo sobre um

e Jesus, passado 21 séculos, continua sendo Jesus. Mas ainda aqui em a Gênese, Kardec vai trazer uma definição da obsessão como aquela ação persistente que um espírito mal vai estar exercendo sobre um indivíduo com caracteres diferentes, porque aí nós vamos ver a própria grada que Kardec vai apresentar para nós no capítulo 23º de O livro dos médiuns. Então, vai desde a simples influência moral, quando nós nem percebemos sinais exteriores até a perturbação completa do organismo das suas faculdades mentais. E aí é que a gente percebe a importância desta assertiva quando Kardec, quando Filomeno vai lembrar a Allan Kardec nesse exórdio de nos bastidores da obsessão. E aí, lembrando que sendo a primeira obra, temos 16 capítulos nesta obra, mas é nela que Miranda vai trazer três introduções. E as introduções elas vão estar relacionadas à questão da obsessão. E aí a gente pode se questionar, o que será que Miranda na sua primeira obra ele traz três introduções relativas ao tema obsessão, talvez ano de 1970, quando chegou esta obra. Então, talvez aquela época e hoje atravessando mais de 40, 50, 50 anos, digamos, né? Eh, está tão atual este tema que o próprio Filomeno, em outra obra, vai dizer que a obsessão ela tem um caráter pandêmico, ou seja, atinge a todos os continentes, a tantas pessoas e por isso há necessidade de estarmos trazendo sempre uma abordagem sobre este tópico. Talvez vocês possam até estar e levantando a consideração, mas se fala tanto a respeito disso, mas será que nós estamos cuidando para que não sejamos influenciados desta maneira por estes por estes espíritos que só desejam nos comprometer, nos perturbar? E aí pensamos, né, que eh está presente em toda parte e convida, aí vem o convite de Filomeno por estar presente, a obsessão nos convida a sérios estudos. Mas que estudo será este que pelo meno nos faz o convite para pensarmos neste tema da obsessão? É claro que o convite a estudar o tema de maneira doutrinária é fundamental. Mas será que não tem um outro estudo que

o será este que pelo meno nos faz o convite para pensarmos neste tema da obsessão? É claro que o convite a estudar o tema de maneira doutrinária é fundamental. Mas será que não tem um outro estudo que nós precisamos fazer para poder melhor burilar este tema? Sim. Aí nós diríamos que é o estudo de si mesmo. Como o estudo de si mesmo pode nos auxiliar na prevenção ou no próprio tratamento das obsessões. E aí vamos pensar na medida que nós conhecemos quem nós somos, quais são as nossas potencialidades, mas também as nossas fragilidades, nós vamos estar direcionando o nosso trabalho para poder domar, para poder vencer as nossas más inclinações e daí seguir para a nossa renovação. íntima. E aqui no capítulo nós vamos ver o tio Dr. Nicole Medes, que se envolve emocionalmente, amorosamente com o sobrinho Lício na presente existência, mas eles estão vinculados em existências anteriores também por este envolvimento amoroso. E aí o que é que acontece? O Dr. Nicol Medes, ele casa, ele ele termina os seus estudos, ele volta paraa sua cidade, ele vai casar, ele vai ter filhos, mas ele continua vinculado à aquele envolvimento. E aí nós eh buscamos, né, eh em obreiros da vida eterna um momento em que André Luiz, ele está eh em diálogo com o Dr. Marcelos, que havia sido eh médico da saúde mental quando encarnado. E no mundo espiritual ele segue eh ainda estudando essas alienações mentais. E aí ele vai dizer aqui no livro assim, eh, isso está no segundo capítulo do livro, Obreiros da Vida Eterna, no círculo das recordações imprecisas, a se traduzirem por simpatia e antipatia, vemos a paisagem das obsessões transferida ao campo carnal, onde em obediência as lembranças vagas e inatas. Os homens e as mulheres, jungidos uns aos outros pelos laços da consanguinidade ou dos compromissos morais, se transformam em perseguidores e verdugos inconscientes entre si. Os antagonismos domésticos, os temperamentos aparentemente irreconciliáveis entre pais e filhos, esposos e esposas, parentes e irmãos, resultam dos choques

eguidores e verdugos inconscientes entre si. Os antagonismos domésticos, os temperamentos aparentemente irreconciliáveis entre pais e filhos, esposos e esposas, parentes e irmãos, resultam dos choques sucessivos da subconsciência conduzida a recapitulações retificadoras do pretérito distante. congregados de novo na luta expiatória ou reparadora, as personagens dos dramas que se foram passam a sentir e ver na tela mental dentro de si mesmas situações complicadas e escabrosas de outra época, malgrado os contornos obscuros da reminiscência, carregando consigo fardos pesados de incompreensão, atualmente definidos por complexos de inferioridade. Então, vejam que nós estamos a todo instante eh juntos para poder refazer caminhos e as situações podem se apresentar em algumas circunstâncias com os familiares, com os parentes que estão próximos, justamente para podermos nós nesse refazer o caminho aparar as arestas. daquilo que não conseguimos resolver em existências anteriores. E aí vamos para as causas da obsessão, porque aqui nós temos um caso clássico que Miranda nos apresenta e que vem à interferência espiritual para poder amenizar a situação. Mas o que é que causa mesmo? A obsessão. Aí vai dizer Kardec lá no capítulo 23 de o livro dos médiuns, que ela vai variar de acordo com o caráter do espírito. Para uns pode ser uma vingança, que é exatamente o que nós estamos encontrando aqui. E algumas vezes não há desejo de fazer o mal. O espírito como sofre, entende que os outros sofram, mas isso só vai acontecer mediante o quê? Uma sintonia. Então, olha a importância de nós cuidarmos dos nossos pensamentos, porque ao nosso redor vão estar estes espíritos não necessariamente são os nossos perseguidores, são os nossos desafetos, mas numa queda vibratória nossa. Aqueles que estão no nosso entorno, eles vão estar sintonizando, sintonizando conosco. E aí vem, é uma espécie de gozo que eles sentem aqueles que estão ao nosso redor, porque estão sofrendo a vamos fazer com que ela também sofra,

orno, eles vão estar sintonizando, sintonizando conosco. E aí vem, é uma espécie de gozo que eles sentem aqueles que estão ao nosso redor, porque estão sofrendo a vamos fazer com que ela também sofra, porque eu estou em sofrimento. Então, vejam que os dois, eles, o o tio e o sobrinho, naquele momento eles estão dialogando e eh conforme Vânia trouxe aí no resumo, o Dr. Nicon Medes, ele não se conteve e ele vai agredir sensualmente Lício. Mas o que é que acontece com Lício? Lício tem uma conexão porque ele busca anteriormente o auxílio espiritual e neste momento ele vai através de uma conexão mudar aquele aquele panorama. Mas não podemos esquecer de algo que Filomeno vai nos dizer que os os obsidiados sempre houve em todas as épocas da humanidade. E por que existem os obsidiados? Aí é Kardec que vai nos afirmar por conta das imperfeições morais, olha a necessidade do estudo de si mesmo para poder trabalharmos estas imperfeições. E o próprio Kardec também vai estar afirmando em a gênese que a obsessão ela vai decorrer desta imperfeição moral. E aí vamos pensar em nós que estamos transitando nesta existência do quanto carregamos ainda de imperfeições. E aí surge o momento desafiador que talvez nós pudéssemos afirmar. é o nosso sinalizador, é o nosso sonorizador para que diante do desafio, as nossas antenas psíquicas, o nosso pensamento possa parar e refletir que é que está, por que que está acontecendo isso comigo, o que eu posso fazer para poder melhorar esta minha condição. E aí, eh, Miranda também vai dizer para nós que a obsessão em qualquer modalidade é uma enfermidade de longo curso e que vai requerer uma terapia especializada. E aí a gente volta para o nosso estudo em tela, quando ele busca o socorro, a ajuda irmã emereciana. Então este plug mental que naquele momento do assédio ele se sente porque na verdade ele tinha um envolvimento afetivo, mas a busca pela solução fez com que ele pudesse de fato estar recebendo o auxílio naquele momento. E aí nós vamos encontrar,

assédio ele se sente porque na verdade ele tinha um envolvimento afetivo, mas a busca pela solução fez com que ele pudesse de fato estar recebendo o auxílio naquele momento. E aí nós vamos encontrar, Miranda dizer, lá nos bastidores da obsessão também no examinando a obsessão que está no prefácio, que é a oração que vai conseguir lenir as úlceras morais dos assistidos, conduzindo a um estado de harmonia que pode nos reacender aquilo que nós chamamos de paz. Mas aí a gente não pode esquecer que no livro Grilhões Partidos também Miranda vai falar sobre o obsessor, sobre o obsidiado. E aí ele afirma que somente há obsidiados e obsessões, porque há endividados espirituais. Nós sabemos que trazemos o nosso passado culposo, que criamos laços de desafetos e que precisamos trabalhar para poder refazer estes caminhos. Todo problema de obsessão é um problema de moralidade. Assim fala o nosso querido Miranda. E aí a gente sabe que quando nós somos encaminhados para a reencarnação, nós vamos trazer nas na nossa forma as matrizes no perespírito impressas conforme a nossa necessidade evolutiva. Então, é preciso entender que tudo na criação tem a sua perfeição e que nós precisamos melhor lidar com aquilo que foi projetado para nós, compreendendo que faz parte de uma estrutura e que nós vamos eh nesta compreensão melhor lidar com as intemperes, com os desafios. para poder avançar em nossa marcha. Então o trabalho ele vai se tornar mais fácil quando o obsidiado compreendendo a sua situação, vai concorrer para que a sua vontade, essa grande potência da alma, ela possa estar eh agindo em em paralelo com o nosso psiquismo, com a nossa oração, para que junto isso concorra para o nosso acesso a esse deslindar destes desafetos daquele que porventura está enviando neste plug que foi estabelecido as energias para o nosso insucesso. Isso depende de quem? De cada um de nós, daquilo que vibramos, daquilo que estamos fazendo e construir a partir de agora. Porque o passado ele já aconteceu, mas nós podemos mudar o

o nosso insucesso. Isso depende de quem? De cada um de nós, daquilo que vibramos, daquilo que estamos fazendo e construir a partir de agora. Porque o passado ele já aconteceu, mas nós podemos mudar o presente e o futuro se reconhecemos que a partir deste momento a nossa vontade ela vai agir de forma mais efetiva para que eh sejamos pessoas melhores e atuemos no combate às nossas más inclinações. Então, essas são as nossas considerações nos primeiros aprofundamentos. Eu vou passar ao querido Lincoln a palavra agora para que ele possa seguir. >> Obrigado, querida Tânia. Saudamos fraternalmente a você, querida amiga, assim como Vânia, que nos acompanha também, já realizando aí o resumo sempre fantástico, né, Jônia, que nos traz aí elucidando os pontos principais do capítulo para a nossa aprendizagem. Naturalmente abraçamos também fraternalmente aqueles que nos acompanham agora nesta edição ao vivo e os demais que de futuro poderão nos acompanhar também pelos canais que vão divulgar este nosso encontro de estudos. Eh, muit temos muitas lições neste capítulo, como em todo o livro. De resto, Manuel Fermo de Mirandra traz em cada frase ensinamentos ou motivações para as nossas reflexões mais profundas a respeito das temáticas da vida em geral, envolvendo aí as experiências como encarnados ou desencarnados. Também verificamos aqui que o reencontro de Lício e Nicomedes, sendo espíritos afins já de outras encarnações, não lograram vencer naturalmente a polaridade masculina que ambos tinham nesta encarnação e deixaram se levar pelas atrações próprias eh da sua afetividade e na juventude já contraíram esses compromissos afetivos. Posteriormente, agora no reencontro, vamos encontrar ali eh Lício, como bem disse eh Tânia em sua em suas explicações, já buscando esse socorro deerenciana eh para vencer aquela aquele impulso que ele sentia desta vinculação e sentindo ali os perigos aos quais eh ele estaria submetido, dando continuidade àquela aquela aquele relacionamento tanto em relação aos seus

cer aquela aquele impulso que ele sentia desta vinculação e sentindo ali os perigos aos quais eh ele estaria submetido, dando continuidade àquela aquela aquele relacionamento tanto em relação aos seus valores íntimos, quanto também em respeito aí a esposa e filhos, né, que o Dr. Nicoledes eh possuía, no caso aí na na narrativa. Então, verificamos que naquele momento em que ele confessa ao Dr. Comedes, que ele buscou auxílio, eh, e que estava e que recebeu nesse auxílio eh orientação, amizade, segurança para conduzir e emocionalmente a sua existência. A, o Dr. Nices eh colocou ali uma frase que vamos ler, porque é com base nela que vamos desenvolver aqui o nosso pensamento. Quando ele disse então a respeito desse socorro que buscou de caráter espiritual, o Dr. Comédio disse a ele: "A vida é apenas o corpo que se transforma quando ocorre a anoxia cerebral, a ausência de oxigênio nos neurônios e demais tecidos. Morrer é consumir-se. Não se envolva com essas superstições. Do contrário, a sua lucidez mental estará com os dias contados." Temos aqui então uma observação que caracteriza exatamente um posicionamento materialista do Dr. Nico Medes, que ao adotar essa postura também critica a posição de Lício quando ele busca este apoio eh espiritual, no caso, um apoio psicológico, dizendo que aquilo era a superstição que o levaria de alguma maneira a um afet a afetar a sua lucidez mental. eh e prejudicaria ele. Então, vemos aqui uma observação que parece eh solta assim dentro do do contexto da dessa história que nós estamos lendo. Mas se nós passamos esta ideia para o contexto social nos dias de hoje, vamos encontrar muitas pessoas pensando dessa forma. E Allan Kardec procurou na em toda sua obra colocar justamente os elementos próprios que pudessem conduzir as pessoas a compreenderem a espiritualidade e a nossa imortalidade, justamente para não nos iludirmos com as coisas e os arrastamentos próprios da matéria. Já na introdução de o livro dos espíritos, ele nos fala que o

eenderem a espiritualidade e a nossa imortalidade, justamente para não nos iludirmos com as coisas e os arrastamentos próprios da matéria. Já na introdução de o livro dos espíritos, ele nos fala que o espiritismo é o oposto do materialismo. Então, esses dois elementos, eles são inconciliáveis com relação a uma visão ético-moral da vida, embora possa caminhar junto dentro dos interesses próprios da matéria, que são importantes, mas no contexto do nosso progresso espiritual existe um conflito muito grande em relação a essas duas linhas de pensamento. Inclusive, vamos ter uma pergunta. 799, quando Kardec aborda sobre a lei de progresso, ele pergunta aos espíritos: "De que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso?" E a resposta dos espíritos é claríssima. destruindo o materialismo, que é uma chaga da sociedade. O Espiritismo faz com que o homem compreenda onde se encontram os seus verdadeiros interesses. Continua ele, continua os espíritos dizendo na resposta que deixando a vida futura de estar velada pela dúvida, o homem perceberá melhor que por meio do presente lhe é dado preparar o seu futuro. Abolindo os prejuízos de seitas, castas e cores, ensina aos homens a grande solidariedade que os há de unir como irmãos. Então, vemos aqui a clareza com que os espíritos nos colocam eh a questão do materialismo dominante em muitos aspectos em vários países, em várias sociedades, orientando as vidas. E Kardec vai então colocar em sua obra várias observações a respeito do materialismo. Então, soua forte naturalmente quando os espíritos respondem que a forma do espiritismo contribuir para o progresso é destruindo o materialismo. E aqui temos que fazer um parênteses para colocar que é destruir o materialismo e não os materialistas. Porque jamais a doutrina espírita se colocará frontalmente contra o pensamento livre de cada pessoa, respeitando aquilo que cada um tem como valores na sua existência. Então, nós vemos no mundo de hoje certas polarizações, sejam elas de caráter eh

rontalmente contra o pensamento livre de cada pessoa, respeitando aquilo que cada um tem como valores na sua existência. Então, nós vemos no mundo de hoje certas polarizações, sejam elas de caráter eh filosófico, político ou sociológico. E naturalmente cada pessoa encarnada terá a sua liberdade de pensar o que quer, sem dúvida, alimentar-se das ideias que aceita como corretas. Mas aos espíritas nos cabe levantar uma bandeira muito especial, que aliás é a bandeira da nossa doutrina, que fora da caridade não há salvação. O que nos coloca diante da condição de que respeitaremos sobre qualquer aspecto os pensamento, as ações, os comportamentos de qualquer pessoa, porque nós temos como orientação doutrinária que Jesus é o nosso guia e exemplo e nosso guia e modelo. E, portanto, vamos caminhar com Jesus sobre qualquer aspecto de abordagem das questões sociais que se levantam do dos conflitos que acontecem nesta convivência social. Então, nós vemos que só por este início aqui já teríamos condições de fixar uma posição muito clara com relação à distância que medeia aí o pensamento eh materialista e o espiritualista do qual a doutrina espírita participa. Quem quiser buscar um pouco mais a respeito do assunto, vamos indicar aí que na parte do livro dos espíritos, nas questões 147 e 148, Allan Kardec criou ali um tópico denominado justamente materialismo, onde ele menciona a o posicionamento adotado por anatomistas ou fisiologistas que consideram que o corpo é tudo. através do corpo é que se projetam as ações dos homens e nada existe em relação a esta parte espiritual, portanto, negando assim a existência da alma. Há uma corrente materialista que admite a existência da alma, mas ela é também considerada como elemento material, está estando eh contida no corpo, porém morre junto com o corpo, ou seja, o pensamento se aniquila quando morre aquele corpo. Não, nada existindo após a, no caso, a morte física. Então vemos que eh o nada amedronta, diz Allan Kardec, essas pessoas, porque na sua maioria esses

pensamento se aniquila quando morre aquele corpo. Não, nada existindo após a, no caso, a morte física. Então vemos que eh o nada amedronta, diz Allan Kardec, essas pessoas, porque na sua maioria esses materialistas, eles não têm como encher o vazio no abismo que se coloca diante deles frente ao nada que prevê após a sua morte. E nessas questões aí da que ele que ele colocou no livro dos espíritos, Kardec faz um longo comentário sobre essa questão que vale a pena buscarmos ali, mas ele fala em determinado momento que é uma certa aberração da inteligência as pessoas atribuírem a ação somente a ação da matéria todos os nossos atos. Mas como os cientistas com a morte do corpo, diz ele, não encontram a alma nesse momento porque não identificam esta alma que dizem existir ali, eles simplesmente aniquila este pensamento e não admitem a continuidade de um ser. Claro, diz Allan Kardec, triste consequência este pensamento se fosse real, porque então o bem e o mal nada significaria para as pessoas. O homem teria razão para só pensar em si e não e se colocar acima de tudo, colocar os seus apetites acima de qualquer valor ético eh voltado para suas prisões em relação à matéria. E isso quebraria inclusive os laços sociais e as afeições também não teriam aquela fortaleza que poderiam ter sendo fragilizadas de alguma forma. Então, Allan Kardec fala que uma sociedade que se fundasse sobre tais ideias traria já em germe a sua dissolução e os seus membros eles se entreevorariam como animais ferozes. Nós vemos muitos desses quadros hoje na nossa sociedade, em vários países, quando temos o interesse pessoal voltado para os apegos materiais, eh, predominando sobre a racionalidade na condução das coisas, especialmente eh, com relação aos direitos, às liberdades devidas às massas populares especialmente. Então, nós vamos encontrar a predominância das ideias materialistas, conduzindo estruturações de sociedades com base em elementos corcitivos, violência, cerceamentos, porque a visão que se tem ali naquele

o, nós vamos encontrar a predominância das ideias materialistas, conduzindo estruturações de sociedades com base em elementos corcitivos, violência, cerceamentos, porque a visão que se tem ali naquele aspecto é de que aproveita-se de imediato o dinheiro, aproveita-se o poder, aproveitam-se dasciosidades da sexualidade como elementos próprios do indivíduo que manifesta ali todo o seu egoísmo ou seu egocentrismo, portanto, em prejuízo das outras pessoas. Allan Kardec vai trabalhar também em o livro dos médiuns, esses aspectos relacionado relacionados aí a ao materialismo, onde ele coloca dois tipos de materialistas. são aqueles por sistema que acreditam naquilo que acreditam, eh, e negam-se a aceitar qualquer variação em relação a isso, mas também os materialistas por indiferença, porque não tem coisa melhor. E aí que nós colocamos e que devemos colocar a doutrina espírita como esta coisa melhor que a pessoa pode optar por ela. Ao invés de ser indiferente aos grandes valores de uma experiência transitória aqui na Terra, que é a nossa encarnação. buscar os elementos que possam explicar o contexto social difícil que nós vivemos, as diferenciações sociais, as questões de enfermidades, os problemas de nascimentos com eh limitações eh físicas, motoras ou mentais, enfim, uma série de situações que a reencarnação justamente vai explicar a todos nós. E além desse grupo de materialistas, também Allan Kardec menciona um outro grupo que são espiritualistas, mas de alguma forma incrédulos. Eh, primeiramente ele está aqui trabalhando. Isso está no no capítulo três lá do meio do da primeira parte do livro dos médiuns, onde ele fala do método. Ele menciona então que aquelas pessoas que eventualmente discordam da doutrina espírita e da sua proposta, ele coloca ali que alguns seriam incrédulos de má vontade, porque a crença nas ideias espiritualistas e em particular as espiritistas tirariam eles da sua quietude e dos gozos materiais, então espiritualistas, mas vivendo como presos aos interesses mais materialistas. Um

nça nas ideias espiritualistas e em particular as espiritistas tirariam eles da sua quietude e dos gozos materiais, então espiritualistas, mas vivendo como presos aos interesses mais materialistas. Um segundo grupo seria aqueles que são incrédulos por uma fé. Eles condenam as propostas espíritas porque ferem o seu interesse pessoal. E o interesse pessoal é movido pelas questões também do egoísmo, como nós vemos também no livro dos espíritos. Outro grupo seria aquele que eles chamam de pusilanimidade, aquelas pessoas assim que são mais eh eh ele chama, poderia se dizer, até covardes em relação à tomada de uma decisão, acompanha os grupos materialistas até que dê tudo certo. O dia que não der certo, ele salta fora também. E uma questão voltada para os espiritualistas e que Allan Kardec levanta também e que está na questão 19 do livro dos espíritos, é aqueles espiritualistas que de alguma forma, por acreditarem eh em determinados pensamentos ou dogmas religiosos, eh negam-se de alguma forma a aceitar novas ideias. Mas uma ideia que é aceita como natural, mas não atende aos anseios íntimos de cada um de nós, que é tratado justamente na quarta parte do livro dos espíritos, quando se fala das da das recompensas e gozos futuros, é a questão das das da eternidade das penas. Quando o indivíduo pensa a respeito dessa eternidade das penas, dos castigos eternos no inferno, nessa figura em que Deus coloca ali os seus filhos numa eternidade de sofrimentos, fere a razão de qualquer indivíduo. E este pensamento tem levado muitas pessoas a à incredulidade, como consta ali na resposta eh do livro dos espíritos, na questão 1009, a incredulidade, ao materialismo, a indiferença pelos valores da vida. Porque as pessoas instintivamente sentem que existe algo de irracional nesse tipo de ideia. Quem apresenta essa argumentação é Santo Agostinho na questão 9. Sugerimos aos irmãos que possam também compulsar esses elementos. E finalmente vamos colocar aqui rapidamente só um posicionamento eh de Leon Deni. Ele publicou uma obra

Santo Agostinho na questão 9. Sugerimos aos irmãos que possam também compulsar esses elementos. E finalmente vamos colocar aqui rapidamente só um posicionamento eh de Leon Deni. Ele publicou uma obra justamente no pós-guerra, socialismo e espiritismo, fazendo uma análise sobre as correntes socialistas predominantes daquele momento e que e que continuam até o presente momento também ainda permanecem, fazendo uma comparação a respeito da condução do que seria cada pensamento desse em relação à vida das pessoas, à organização social em geral. Primeiro, ele define o socialismo como a busca de uma melhor condição material, intelectual e especialmente moral. E dentro dessa visão moral, ele chegou a classificar que muitas muitas correntes socialistas são materialistas, portanto não levam em conta os aspectos espirituais e morais que decorreriam de uma convivência em estrutura familiar adequada no sistema de educação do espírito enquanto dentro de uma um núcleo familiar, eh, sem esse elemento que colocaria os espíritos, as crianças, jovens dentro de uma visão futura, de uma expectativa de espiritualidade. Seria então um tipo de socialismo materialista. em contraposição, ele coloca a doutrina espírita como a proposta de um socialismo espiritualista, no caso também alimentado aí pela proposta espírita, que traduz para todos nós aí os elementos de segurança na condução das nossas vidas, porque prova a sobrevivência do espírito, prova a existência da reencarnação, traz para nós aí as leis de causa e efeito e procura compatibilizar toda essa eh esse esses elementos de conhecimento com as ciências ao lado das quais o espiritismo está caminhando também. Então vemos que existe uma solidariedade aí entre os seres quando analisam a vida sobre esse aspecto da espiritualidade, eh, limitando inclusive o egoísmo acendrado que muitas vezes atacam a todos nós. Estamos em um planeta de expiações e provas. Somos seres ainda imperfeitos, espíritos em processo de de aperfeiçoamento, de na evolução

clusive o egoísmo acendrado que muitas vezes atacam a todos nós. Estamos em um planeta de expiações e provas. Somos seres ainda imperfeitos, espíritos em processo de de aperfeiçoamento, de na evolução espiritual nossa, no nosso progresso espiritual. Portanto, eh todos nós, ao encontrarmos este horizonte de segurança colocado pela doutrina espírita, vamos então buscar as correntes de pensamento que possam consolidar esta nossa segurança afetiva, emocional, social, familiar, fugindo dessas ilusões mais imediatistas propostas pelo materialismo. parece algo assim, eh, que pode soar assim meio estranho falarmos disso, mas o materialismo tem influenciado muitas sociedades em todo o mundo, em vários países, através da diluição de valores que são tradicionais conquistas da civilização. por exemplo, a família, que é uma estrutura que foi edificada aí ao longo da história e que sofre o seu perigo nos dias de hoje pela relativização do seu valor como elemento de consolidação de afetividade, experiências emocionais mais positivas, um centro de educação ético moral, de espiritualidade, coisas que a escola lá fora não vai oferecer. A escola instrui, educa sobre as ciências em geral, mas a responsabilidade da educação ético moral e da espiritualização dos espíritos corresponde a um dever que se realiza dentro dos lages, no ambiente da família. Então, temos que analisar exatamente qual dessas doutrinas é mais interessante para nós. A doutrina espírita tem a sua proposta e Allan Kardec vai falar a respeito disso na conclusão do livro dos espíritos também lá no item número três. Ele vai dizer então que duas doutrinas se confrontam aqui. Uma que nega o futuro, a outra que lhe proclama a e prova a existência, uma que nada explica, outra que explica tudo e que, por isso mesmo, se dirige à razão. é uma é um pensamento eh ético, religioso ou de espiritualidade racional, uma que é a sanção do egoísmo, porque o materialismo estimula efetivamente as coisas materiais e o o egoísmo. E a outra que oferece base a

ensamento eh ético, religioso ou de espiritualidade racional, uma que é a sanção do egoísmo, porque o materialismo estimula efetivamente as coisas materiais e o o egoísmo. E a outra que oferece base a uma justiça, a caridade e ao amor do próximo. Então, a primeira que a proposta materialista somente mostra o presente e aniquila a experiência futura. A segunda, que é a proposta espiritualista e aqui colocamos nós a proposta espírita, consola e desvenda o vasto campo do futuro. Então, Kardec pergunta: "Qual a mais preciosa?" E esta pergunta, e com esta pergunta podemos concluir aqui os nossos comentários. Permaneçamos, meus irmãos, nos estudos. Carreguemos esta bandeira da doutrina espírita nos exemplos que possamos oferecer a todos aqueles com os quais convivemos no ambiente familiar, no trabalho, na sociedade em geral, porque a ideia espírita, ela vai se colocar na razão de todas as pessoas e gerar pensamento comum um dia, como nós vemos já escrito por Kardec. Mas são os nossos exemplos de correção, de vivência no bem, de respeito às pessoas, de amor a Jesus e da e a demonstração viva de Jesus em tudo aquilo que nós fizermos, falarmos e pensarmos e pensarmos que teremos o reconhecimento do valor da doutrina espírita em nós. provará finalmente que doutrina espírita, nós estamos na doutrina espírita, mas que ela está efetivamente em nós. E a doutrina espírita estando em nós, Jesus está em nós. Sigamos nós com ele. Portanto, um grande abraço a todos. Muita paz. Excelente Lincol, eh deve ser refletido por cada um de nós, a maneira como nós estamos eh vivenciando esses postulados da doutrina e do nosso querido mestre Jesus. Agradecemos então a presença de todos vocês que estiveram conosco neste momento. Fazemos o convite para que na próxima semana possamos dar seguimento à parte dois deste capítulo. O passado elucida o presente. Paz de Jesus em nossos corações.

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