Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E25 – Cap. 13: Revelação libertadora – Parte 1
No estudo do Capítulo 13 de Loucura e Obsessão, esta primeira parte aborda a revelação libertadora como marco decisivo no processo de esclarecimento espiritual. A análise evidencia como a verdade, quando acolhida com humildade e responsabilidade moral, favorece o rompimento dos vínculos obsessivos, amplia a compreensão das causas profundas do sofrimento e inaugura caminhos seguros de renovação interior e libertação da consciência. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Lincoln Barros 📝 Resumo: Vânia Maria 🔎 Aprofundamentos: Lincoln Barros e Vitor Silvestre 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #ConfrontoDeForcas #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #ObsessaoEspiritual #LibertacaoEspiritual #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Queridos amigos, saudamos tratenalmente todos os amigos que nos honram com a sua presença nesse grupo de estudos Calda Schugert. Finalmente nós temos estudado as obras do espírito Manuel de Miranda pela psicografia de Divaldo Pereira Franco que nos tem possibilitado momentos riquíssimos. Hoje daremos continuidade ao estudo do livro Loucura e Obsessão no seu capítulo 13, que tem como título Revelação Libertadora. Vamos abordar uma primeira parte e no próximo encontro outros companheiros darão continuidade na segunda parte. Nós contamos hoje com as presenças dos nossos queridos Vânia e Vittor, já conhecidos de vocês, dedicados trabalhadores a essa tarefa iluminativa e libertadora para todos nós. Mas antes de nós darmos a o início da nossos trabalhos, vamos fazer uma oração para a qual convidamos todos aqueles que nos acompanham. Amigo e mestre Jesus, Senhor das nossas vidas, temos o coração como a terra fértil para que tu coloques as sementes dos conhecimentos que agora buscamos os recursos que os espíritos benfeitores nos entregam nos estudos que estamos levando a efeito neste grupo. inspira-nos, Senhor, a condução desses trabalhos para que possamos refletir maduramente e de forma correta sobre os assuntos que serão tratados. Envolve Jesus os amigos que nos acompanham visitando seus corações, acerenando cada um, pacificando as nossas vidas para podermos receber as sementes do teu evangelho. Abençoa-nos, Senhor, uma vez mais e prossegue conosco, assim como rogamos aos espíritos benfeitores que nos acompanham, que também possam conosco fazer esse estudo, inspirando-nos igualmente. Na paz do Senhor, iniciamos os nossos trabalhos deste momento. Que essa seja. Que assim seja. Então, queridos amigos, nós vamos iniciar o nosso trabalho com o resumo que será apresentado pela nossa querida Vânia, a fim de que possamos com isso ter uma ideia do do daquilo que será realizado. Vânia, a palavra é tua. >> Então, boa noite, querido Lincoln, querido Vittor. Boa noite aos queridos
nossa querida Vânia, a fim de que possamos com isso ter uma ideia do do daquilo que será realizado. Vânia, a palavra é tua. >> Então, boa noite, querido Lincoln, querido Vittor. Boa noite aos queridos amigos e irmãos que nos assistem. Então vamos para o nosso resumo. Este é um capítulo interessantíssimo, cujo nome já diz tudo, né? Revelação libertadora. Vamos ver por Carlos sofre tanto. Filomeno de Miranda inicia o capítulo dizendo que o trabalho prosseguia. E na sala destinada às orientações, foram chegando os companheiros liberados pelo sono físico. A sala estava isolada por uma barreira fluídica impeditiva a qualquer incursão de malfeitores interessados em perturbar a operação que se iria iniciar. haviam sido tomado providências para que os resíduos das idelastias que ali permanecessem fossem queimados, produzindo assim uma psicosfera agradável e renovadora. O relógio marcava 2:30 da madrugada, quando Carlos, conduzido por pelos vigilantes espirituais e pelo seu pai, em desdobramento pelo sono físico, penetraram no recinto. A reunião foi entregue ao venerável Dr. Bezerra, a fim de que ele a conduzisse. Então, emerenciana fez a prece de abertura, tendo ao seu lado um jovem enfermo, cujo pai não ocultava sua emoção por saber o quanto aquele serviço significaria para o seu filho. Dois auxiliares trouxeram a jovem Espombai Gira, que recebeu o tratamento de desimandação em profundo sono, que não lhe atenuava os exteres. Foram-lhe aplicadas forças restauradoras para o seu despertamento. E logo que tal se deu, ela foi encaminhada a incorporação na mesma moça que lhe foram médum horas antes. A infeliz desencarnada olhou em derredor e quando pôde expressou-se com sarcasmo. Como se não bastasse o que me tem me foi feito com impiedade. O que mais se deseja de mim? Auxiliar-te, minha filha", disse o Dr. Bezerra, numa voz suave e doce, portadora de uma vibração penetrante que provocava o relaxamento da tensão e dava paz. No diálogo a entidade com a entidade, o Dr. Bezerra explicou-me que desejava
Dr. Bezerra, numa voz suave e doce, portadora de uma vibração penetrante que provocava o relaxamento da tensão e dava paz. No diálogo a entidade com a entidade, o Dr. Bezerra explicou-me que desejava dela apenas a sua paz e renovação, o que ocorreria para retirá-la do sofrimento em que se encontrava. Esse era o motivo porque estava sendo ajudada. E se eu me recuso a isso? diz ela. Tal não pode acontecer, respondeu o mentor. Porque a terra sofrida pelo arado não se pode recusar as sementes que a abençoarão com o reverdecimento e a fartura. Ele replicou, dizendo, ela replicou, melhor dizendo, que o seu plano era simplesmente vingança e disso não desistiria, ainda que nele se aniquilasse. Bezerra diz: "Não é este um plano de vingança, mas de loucura que te fará ainda mais venturar desventurada, minha filha, cada dia em pior situação, sem jamais aniquilar-te, pois o amor não cria para destruir." Então, Bezerra acrescenta ainda: "Ouve agora, antes que se faça irreversível a decisão. Nesse momento, podes, por tua escolha, programar o futuro, enquanto que a rebeldia te levará a outro futuro, sem outra alternativa, em situação mais lamentável. Ninguém foge ao progresso e agora chega o momento da tua renovação. A obsessora foi no passado escrava de Carlos. Um fato muito importante que não poderemos deixar de dizer aqui acontecia ali, quando o mentor exortava a entidade à meditação e ao raciocínio, a modulação da voz que a envolvia em vibrações de reequilíbrio, eh, era acompanhada de igual exteriorização que se lhe irradiava do plexo cardíaco, vestindo o espírito sofrido com energia salutar. Então ela prorrompeu em pranto de desespero que se misturava revolta enquanto o mentor despertava Carlos, que lentamente recobrou a razão, dando-se conta de estar em uma reunião, embora lhe ignorasse as finalidades. Carlos pediu Dr. Bezirra, desperta para a verdade, meu filho. jovem, logo que viu a sofredora incorporada, que podia identificar, pôs-se a tremer, intentando fugir. Detodo, perguntou apavorado: "O que faz
os pediu Dr. Bezirra, desperta para a verdade, meu filho. jovem, logo que viu a sofredora incorporada, que podia identificar, pôs-se a tremer, intentando fugir. Detodo, perguntou apavorado: "O que faz esse monstro aqui? Tenho que fugir. Ninguém foge da consciência culpada, meu filho. Disse-lhe o mentor. Só um minutinho, gente. Disse-lhe o mentor: "Tua a vez porque ela está esculpida igualmente em tua memória?" Carlos explicou então que aquela pessoa o perseguia e desejava matá-lo e, por isso ele lhe tinha horror. Dr. Bezerra replicou: "Sabemos disso, no entanto, ela é o que lhe fizeste. Tu, irmã, converteste-a num monstro pelo que lhe inflingiste. Nem sempre foi assim a sua forma ou a sua maneira de ver. Recorda-te conosco, recua no tempo e a encontrarás. Aplicando-lhe então passes de despertamento da memória, o médico espiritual feo recuário no mergulho interior, a fim de encontrar a razão da destina por ele mesmo provocada. Enquanto isso se dava, ocorria uma metamorfose na sua face, transfiguração, que lhe repetia a estrutura anterior, quando no passado, recebeu um grupo de escravos recém-chegados da África. Uma jovem casada e mãe despertou-lhe a cobiça, a luxúria. Era sua atual adversária. Depois de separá-la do marido, desejou impor-se com o senhor e usuário. Sem entender o idioma do dominador e dilacerada por mil dores. A jovem negou-se a ceder e lutou bravamente, sem medo. que havia sido roubada em tudo, liberdade, família, posses. Esbordoada então pelo alucinado, ela foi tomada de fúria indômita e reagiu, sendo vencida a golpes de chicote que a prostraram, e depois foi levada ao suplício inviedoso, até que a morte lhe adveio. a cena, Carlos gritou justificando a conduta de onda. É minha escrava e como tal é um animal que eu concedo a honra de tratar como gente. A cala para que os outros me respeitem é o mínimo que posso fazer. Sentindo-se diretamente evocada por seu antigo agós, a atormentada deteve o pranto, ergueu a médium, apontando-o com o dedo em rise.
A cala para que os outros me respeitem é o mínimo que posso fazer. Sentindo-se diretamente evocada por seu antigo agós, a atormentada deteve o pranto, ergueu a médium, apontando-o com o dedo em rise. Eis aí o miserável. Estrangulá-lo é o meu direito, irei fazê-lo. Roubou meu marido, afastou-me do filhinho e, por fim, queria abusar de mim como se eu nada fosse. Ei de vingar-me, porque é o ódio que me tem permitido viver para esperar este momento. Carlos não se intimidou e gritou: "Fui e sou o teu senhor. Comprei-te. Pensava que estivesses portas, já que sobrevives, exijo a tua submissão. A exescrava, totalmente transvariada, pôs-se a gargalhar. E Dr. Bezerra, dirigindo-se ao rapaz, ele disse: "Desperta, meu filho. Passaram-se mais de 150 anos desde aqueles dias. voltaste ao corpo, mas ela não escapou de açanha peçonhenta, mas continuando a viver além da carne, qual ocorre com todos nós. O teu poder mentiroso também passou, mudou-se o quadro. Agora é ela quem se utiliza de meios que desconheces para perseguir-te, submetendo-te. O mentor lembrou então em ligeiras palavras os abusos dele Carlos, que cometeu em nessa existência terrestre, quando escravas jovens e suas filhas na adolescência foram-lhe vítimas de serviças sexuais. As que engravidaram de ti, recordou o Dr. Bezerra, abortavam sob a tua chibata pelo crime de haverem concebidos. A consciência culpada não esquece. Assim você traz tormentos e incapacidades sexuais que contribuíam para a tua alienação, pois necessitas resgatar todos os seus dores comportamentos. Carlos, que continuava insensível à dor. A dor que causou a pobre mulher e também as suas vítimas, contou que também matou o esposo dela. Negro nasceu para ser animal de carga e não gente. Enganas-te, meu filho, advertiu o médico dos infortunados. A epiderme é veste transitória sob a qual o ser eterno se oculta durante uma experiência evolutiva. contínuo, voltando-se para a sofredora, esclareceu: "O teu filhinho foi entregue à encarregada do lar, a pedido da
este transitória sob a qual o ser eterno se oculta durante uma experiência evolutiva. contínuo, voltando-se para a sofredora, esclareceu: "O teu filhinho foi entregue à encarregada do lar, a pedido da senhora, que não tinha filhos, e que o que mais atormentava o destitoso Senhor, cujo patrimônio não passaria a um descendente direto." A princípio ele negou-se o pedido, terminando por aqucer. A criança cresceu junto ao assassino dos seus pais, no entanto, não o odiou. O carinho da senhora dulcificou-lhe a ardência do sofrimento. Nesse ínté, a esposa teve um filho e isto auxiliou o esposo a sair da revolta, embora sua impiedade e sua ganância não diminuísse. Escrava perguntou ao mentor porque ela nunca percebeu a presença do filho no lar do seu algóz se tanto o procurou. Dr. Bezerra disse: "Minha filha, o ódio que cega também alucina. Na tua desmedida revolta vias apenas o mal. E na sua crise de dor, perdia o contato com o mundo onde deixou o corpo, só o amor da vida e, portanto, responde à vida. Reflexiona agora e observa como se mudaram os quadros. O teu algóz é hoje vítima de si mesmo, afligido ainda pela tua insânia. Quererás que logo mais voltes à terra, conforme se dará, e ele do nosso lado prossiga revidando em nome do que lhe faz agora? Até quando esqueces que Deus é amor, mas é também justiça que não abona o crime, nem o ouvida? A infeliz ouviu com atenção, mas saudosa do filho que nunca mais tinha visto, perguntou onde ele se encontrava. Nesse ponto, emerenciana acercou-se do irmão em Pédocles, o pai de Carlos, e falou-lhe com doçura: "É sua vez. Recorde-se, mergulhe no oceano do tempo e reviva. O pai de Carlos passou então por uma extraordinária transformação ante os olhos espantados dos presentes e a atenção dos litigantes. Em seguida, viu-se entrar o espírito de uma ex-escrava com uma toalha nas mãos, no momento em que o irmão em Pédocles se transformou em criança negra de poucos meses. Então, a mentora depois a criança sobre a toalha, enquanto a ex-escrava se
ma ex-escrava com uma toalha nas mãos, no momento em que o irmão em Pédocles se transformou em criança negra de poucos meses. Então, a mentora depois a criança sobre a toalha, enquanto a ex-escrava se acercou da antiga mãe e lhe disse, né, que ela que tinha cuidado essa ex-es escrava. Então, quando Carlos viu que o pai se transformou naquele menino, ele não se conformava e rogou a Deus. Dr. Bezerra então falou à mãezinha de face transformada pela angústia: "Vês, minha filha, como se manifestam os desígnios de Deus? O teu filhinho encontrou uma outra mulher que o adotou por amor e o encaminhou à felicidade. Reconhecido, quando ele voltou à pátria espiritual, buscou-te muito. Tu estavas em outras faixas e ele não te pôde resgatar, amando-te e também amando aquele que tanto mal praticou, mas algum bem igualmente realizou, rogou e conseguiu reencarnar-se para ser-lhe pai. Hoje a mulher que foi a esposa, outrora a esposa de Carlos, reencarnou logo depois para tornar-se a esposa de hoje e receber o ex-marido Carlos agora na condição de filho. A entidade não podia dizer coisa alguma, apenas fitava o antigo filhinho com profundo enternecimento. Perenciana ergueu Carlos e disse-lhe bondosamente: "A vez agora é tua jovem trêmulo, refletindo no rosto os conflitos que o maceravam, aproximou-se da antiga vítima e gaguejou: "Perdoa-me, eu estava e prossigo louco, louco". A palavra enunciada com grande sinceridade fê-lo desequilibrar-se. Dr. Bezerra se dirigiu a interlocutora e então ele te pede perdão. Deus lhe restituiu o filho de ontem, que hoje é pai. Como desejavas a felicidade para o teu filho transitoriamente? Este pai, igualmente, estando nos teus braços, espera a felicidade para o transitório filho dele. O que dizes? Então, ao ouvir tais palavras, a entidade dominada por grande emoção, ergueu o adversário que lhe rogava perdão e acrescentou: "Que Deus no nos perdoe a ambos, os infelizes". O mentor então abraçou os dois e orou igualmente comovou. Encerrando a reunião, Carlos
emoção, ergueu o adversário que lhe rogava perdão e acrescentou: "Que Deus no nos perdoe a ambos, os infelizes". O mentor então abraçou os dois e orou igualmente comovou. Encerrando a reunião, Carlos foi restituído ao seu lar. Empéduclis retomou a forma atual e acompanhou sua antiga mãezinha, a ex Pombagira, que foi conduzida a outro recinto da casa para refazimento espiritual. Ela permanecerá aqui? Pergunta então Miranda. Ou será levada às nossas enfermarias para tratamento? Por enquanto, disse o benfeitor, a nossa irmã repousará neste reduto de ação cristã, pois que ainda será convidada a contribuir em favor da própria paz e da paz do próximo em sofrimento. Aguardemos e confiemos. E antes de despedir-se dos dois benfeitores, Emerenciana avisou: "Proseguiremos posteriormente com o atendimento aos demais adversários do nosso pupilo Carlos. Deus seja louvado. Então, no retorno aos seus afazeres, Filomeno de Miranda e Bezerra de Menezes discorrem muito profundamente sobre a bênção da reencarnação. Muito obrigada. >> Agradecemos a Vanga pelo resumo que nos apresentou e vamos nesse capítulo emocionante, pode se dizer, não é, Vanessa? onde você discordinou aí cenas que realmente sensibilizam a todos nós de sofrimentos e dores, mas também de redenção e socorro da divindade. Vamos dar então agora a palavra ao Víor, por favor, Víor, para fazer os comentários a respeito desse tema. Muito obrigado, Lincoln. o nosso abraço carinhoso e fraternal a todos que nos assistem nesta oportunidade. E eu vou usar do trabalho que a nossa Vânia fez no resumo, quando naquela reunião a vida no plano espiritual, né, para facilitar a harmonização entre Carlos e a Pomba Gira, né, a a a ex, vamos dizer, escrava daquele momento. E vamos lembrar também que naquela reunião a qual a nossa Vânia aludiu, estava ali o o Impédis, realmente o pai do Carlos, né? Eh, bem como a a antiga esposa do fazendeiro, hoje a mãe de Carlos. Também estava Manuel Filomeno, Felindo Mereciana e Dr. bezerra, mais dois médiuns em
ali o o Impédis, realmente o pai do Carlos, né? Eh, bem como a a antiga esposa do fazendeiro, hoje a mãe de Carlos. Também estava Manuel Filomeno, Felindo Mereciana e Dr. bezerra, mais dois médiuns em desdobramento pelo sono físico que estava ali naquela ocasião e que, conforme ainda disse a Vânia, que o o plano daquela eh exescrava era eh realmente se vingar da de Carlos. Era se vingar de Carlos. e na sua eh consideração, no diálogo de Bezerra de Menezes com a ex-escrava, ele vai tocar num ponto que eu vou eh extrair mais alguma coisa dele em que Dr. Bezerra fala o seguinte: "Olha, ouve agora, antes que se faça irreversível a decisão, pois neste momento você pode, por tua escolha programar o futuro, porque senão a rebeldia vai te levar a este futuro numa situação bem mais lamentável, porque ninguém foge ao progresso." Então, a gente percebe aqui que Dr. Bezerra tá falando a respeito do uso do livre arbítrio naquela ocasião que ela poderia fazer a escolha para programar o seu futuro. É dizendo o seguinte, pela repensar e adotar uma nova posição mental. E vamos lembrar aqui que não há uma imposição de Dr. Bezerra, né? Não, você tem que fazer isso, não. A a sensibilização da criatura eh ela é necessária porque quem vai decidir é a própria criatura. Ninguém pode decidir pelo outro. É o uso do livre arbítrio, né? mas eh que repense e para adotar uma nova posição. Há uma sugestão de Dr. Bezerra e não uma imposição da vontade do benfeitor, porque o os espíritos respeitam o nosso nivel. Eles podem nos eh sugestionar, podem nos sensibilizar, mas em linhas gerais a definição é nossa, né? Por isso que eh Allan Kardec vai trabalhar a questão do livre arbítrio e ele vai perguntar na questão 843 do livro dos espíritos se o homem tem o livre arbítrio nos seus atos. E a resposta tem que ser clara, né? Porque se nós somos energias pensantes, né? E se o homem tem essa possibilidade de pensar, logicamente ele tenha de agir, porque, né, sem essa disponibilidade de pensar, reagir, o homem seria uma
né? Porque se nós somos energias pensantes, né? E se o homem tem essa possibilidade de pensar, logicamente ele tenha de agir, porque, né, sem essa disponibilidade de pensar, reagir, o homem seria uma máquina. Logo depois ele vai perguntar Allan Kardec se as nossas tendências, né, as predisposições instintivas que nós trazemos ao nascer não seria um obstáculo ao exercício do livre arbítrio. E os benfeitores vão dizer que a disposição e ou as disposições instintivas que trazemos são aquelas nossas armazenadas no nosso psiquismo em função das nossas vivências e experiências do passado, né? Mas ele diz o seguinte, dizem os espíritos, né, que essas predisposições podem nos encaminhar para atos repreensíveis em função do nosso acervo de valores, né, mas que não há rastamento irresistível quando se tem a vontade de resistir, né, porque lembram os benfeitores que quererem poder. Então, aquela desculpa, não, eu eu optei nisso numa situação e que eu não tava conseguindo eh me dar conta disso. Não, não há arrastamento irresistível. O o que há são as nossas tendências, mas as nossas tendências não podem eh sobreparar sobre o nosso querer, o nosso poder e que nós somos fadados ao progresso, né? Outra coisa é que se essas alterações das faculdades pode tirar do homem o livre arbítrio, né? Então ele vai falar uma coisa interessante, que quando a pessoa está perturbada por uma causa qualquer, essa criatura perde o domínio do seu pensamento. Então, nessa condição de não dominar o seu pensamento, ela já não tem mais a liberdade, porque ela não tem elementos para sopesar, eh analisar, comparar em adotar uma situação ou outra, porque naquele momento ela está dominada pela emoção. Então o livre arbítrio fica um pouco impactado porque a pessoa não vai utilizar a livre escolha e sim submetida a uma determinação do seu psiquismo, as suas tendências inatas, etc, o seu instinto, seu primarismo, etc., né? igual ele fala aqui, ó, dizem os espíritos, né, que eh o espírito pode ter sido eh orgulhoso e
determinação do seu psiquismo, as suas tendências inatas, etc, o seu instinto, seu primarismo, etc., né? igual ele fala aqui, ó, dizem os espíritos, né, que eh o espírito pode ter sido eh orgulhoso e fazer e ter feito o mau uso das suas faculdades. Ele pode nascer como um idiota, né? E e na na nessa situação, o idiota e eh ele não tem condição de eh estabelecer parâmetros de escolha. Então ele ele não é repreendido, vamos dizer assim, pelo uso do seu livre arbítrio, porque ele não tem o livre arbítrio. O o cérebro dele não não dá condição dele exercer o livre arbítrio, ele não tem essa possibilidade. E com a criança, como a criança ela não é responsável, ela tem eh eh a sua idade mental ali, mas se ela fizer algo eh perturbador, etc. ela não vai ser punida, não vai ser execrada, porque ela ainda não tem o o raciocínio, ela não tem a consciência, né? Então, eh existem certas limitações para o exercício do livre arbítrio, né? Então, eh, como nós em todos os momentos da nossa vida, nós somos defrontados por escolhas e decisões a tomar. E fruto disso é que nós temos a nossa vida atual, a nossa existência hoje é fruto do uso do nosso livre arbítrio no passado e durante esse período que nós estamos eh reencarnados. Então, é por isso que o Dr. Bezerra fala que a gente pode eh programar o nosso futuro, porque dia a dia nós estamos programando o nosso futuro em função do que nós fazemos hoje. Então, o livre arbítrio é essa faculdade que nós temos de fazer escolhas eh conscientes, desde que a gente tenha a a capacidade de raciocinar, de fazer comparações entre o que é certo, o que é errado e para que a gente possa progredir espiritualmente em função das consequências das nossas ações, né? Então essa capacidade de escolha está toda realizada ou calcada em cima de um conjunto de situações que a gente amealhou no passado e que fazem parte do nosso conjunto de crenças e valores, porque ninguém vai optar por alguma coisa em função do que o outro fala e sim daquilo que a gente traz como
es que a gente amealhou no passado e que fazem parte do nosso conjunto de crenças e valores, porque ninguém vai optar por alguma coisa em função do que o outro fala e sim daquilo que a gente traz como tendências e como autoconhecimento nas situações que a gente consegue eh perceber, né? Então, na doutrina espírita não há destino préfixado, não há uma prédeterminação, não há sorte ou azar, porque isso tudo é construído pela livre escolha, por essa capacidade fabulosa que a divindade nos dá de poder programar o nosso futuro eh colimando essas eh eh observações com a as coisas nobres, né, com o as condições do bem, etc. Em função do quê? dos nossos conhecimentos, seja no sentido técnico, afetivo, emocional, moral, filosófico, científico, religioso, à medida que a gente vai tendo possibilidade de aambarcar mais esses conhecimentos, maior vai ser a possibilidade de utilização do do livre arbítrio. o livre ábito cresce ou ele se expande à medida que a gente vai se conhecendo e a gente vai tendo possibilidades de escolher com melhor proficiência, né? Porque nós adquirimos conhecimentos novos através dessas experiências que foram vivenciadas com novas convivências e que a gente vai aprendendo. Por exemplo, na atual encarnação, esse conjunto fabuloso que a doutrina espírita nos oferece é de uma responsabilidade muito grande para nós, porque a gente já sabe de coisas que antigamente a gente não sabia. Então nós temos um mecanismo de optar, de decidir, de livrearbitrar as nossas ações. Então isso também gera responsabilidade, né? Então, esse conjunto de crenças e valores que vai facilitar que as nossas decisões sejam aquelas melhores para nós, que à medida que a gente vai tendo mais conhecimento, o nosso primarismo vai diminuindo. que a tendência do processo evolutivo, não mais ficando preso a esses instintos e sim trabalhando novas virtudes, né, saindo fora do orgulho e do egoísmo, eh é que vão possibilitar eh essa condição da gente fazer boas escolhas, né? Então o que que é o livre arbítrio? é ação do
os e sim trabalhando novas virtudes, né, saindo fora do orgulho e do egoísmo, eh é que vão possibilitar eh essa condição da gente fazer boas escolhas, né? Então o que que é o livre arbítrio? é ação do espírito no limite do seu conhecimento e aí tendo a devida responsabilidade em função do seu entendimento das coisas, né? Então o livre arbítrio na realidade é uma das potências nossas como espírito, porque dentro do livre arbítrio está a vontade, né? A vontade é preponderante, porque se eh como não há arrastamento irresistível para as tendências inferiores, quando a gente tem a vontade e querer resolver, a nossa capacidade eh aumentar essa através dos exercícios, essa condição de melhorar, porque sendo querer é poder, é o que Jesus falava, vocês podem fazer tudo tudo que eu faço e muito mais se eu quiserdes. Ou seja, eh nessa condição de eh ter como consequência o uso do nosso livre arbítrio, é que a gente pode, a partir da atual encarnação, já programar em função de coisas que a gente já pode eh trabalharemente em função da do nosso próximo exercício, vamos dizer assim, eh reencarnatório, né? Existe alguma fórmula para escolhas corretas? Existe aquela eh eh que é condizente com o que é bem. Que que é o bem? É tudo aquilo conforme a lei de Deus. ou todas as decisões que eu me baseio nas leis divinas ou ou lei natural, eu eu tento sair mais de mim e procurar ver o entorno, eu vou aumentando os caminhos múltiplos que vão sendo ofertados na existência do meu dia a dia. Então, o critério para identificar a resposta mais adequada é sempre individual, porque os livros estão aqui, os evangelhos estão eh eh já trazendo para nós as diversas circunstâncias que Jesus falava, né, da compaixão, da atitude de não julgamento e do perdão, da brandura, da docilidade, tudo tá ali. a gente não consegue, por enquanto, adotar essas virtudes, porque o nosso orgulho muitas vezes a a sombra, né, a nossa vaidade eh eh também coloca interferência, mas cada um é por isso que o processo evolutivo é individual,
or enquanto, adotar essas virtudes, porque o nosso orgulho muitas vezes a a sombra, né, a nossa vaidade eh eh também coloca interferência, mas cada um é por isso que o processo evolutivo é individual, porque cada um vai responder por aquilo que decidiu a cada um segundo suas obras, né? Então, quanto maior seria o número de oportunidades que eu tenho alojado em mim no no sistema de crenças e valores? E se essas crenças e valores me tendem ao progresso, mais assim fácil eu posso decidir eh fazer aquilo que é melhor para mim. Evidentemente que eu vou depender da vontade para prosseguir nessa meta. Uma coisa eu pensar, a outra eu traduzir esse pensamento em atos, porque muitas vezes a gente vai voltar a ter algumas recidivas, né? No entanto, o aviso do Dr. Bezerra foi, claro, sensibilizando aquela ex-escrava para as condições que ela teria eh no seu porvir. Isso tudo ficou alinhavado no quando a Vânia eh no seu resumo conta a respeito daquela reunião do apaziguamento entre um e o outro, do Impéocles, né, na condição de filho se mostrando para ela. houve uma sensibilização e ali houve uma oportunidade, um prosseguimento. Então, eh eh o autoconhecimento que empurra para nós a questão do livre arbítrio é uma coisa espetacular. Só que o livre arbítrio, ele tem um círculo de possibilidades, porque nem tudo que eu quero tem que sobrepujar o livre arbítrio do outro. Então, eh eh essa extensão do uso do meu livre arbítrio é limitada pelas leis da natureza. Às vezes eu não tenho condição, eu estou na condição eh de um transtorno mental, eu não vou exercer o meu arbítrio porque o meu pensamento está alterado. Então, pela biologia, pelo comportamento social, pela psicologia de cada um de nós, interfere no uso do livre arbítrio, né? Então, a liberdade é quando você tem a capacidade de agir de acordo com essa vontade. Por isso que o limite do livre arbítrio está assim: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Essas limitações muitas vezes são derivadas dos instintos. O caso da ex e eh escrava, né? ela estava
de. Por isso que o limite do livre arbítrio está assim: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Essas limitações muitas vezes são derivadas dos instintos. O caso da ex e eh escrava, né? ela estava eh ainda no modo emocional. Ela queria se vingar, evidentemente, por tudo que ela passou. Ela tava vibrando na na faixa do instinto, da emoção. Então, ela não racionalizava porque ela queria eh fazer o seu plano de vingança em função daquilo que ela sofrera, né? Quando a nossa emoção sobrepõe a razão, a gente volta aos instintos primários. Então, por isso que a gente tem que fazer novas construções mentais para diminuir ou minimizar o impacto emocional. Nós também temos limites no liv arbítrio. Quando a gente tem uma Constituição, um código de trânsito, você, se você ultrapassar esse limite, eh, você pode, mas você vai ter consequência, vai ter uma muda, vai ser preso, você eh eh tirou a vida de alguém, você teve condição de tirar, mas você vai responder por isso. tem essas limitações da lei, né, punição legal, tem essa restrição do uso da vontade, né, nessa condição. Então, tem também a a os traumas mentais, a saúde, né, o inconsciente, o medo, as motivações inconscientes pode influenciar o comportamento do livre arbítrio, né? Então, eu vou só lembrar aqui um trecho, eh, que todo momento para nós tem que ser momento de decisão. Numa página de Marco Prisco, em que ele vai, eh, eh, estabelecer uma coisa interessante. Ele vai falar que num momento de amor, Jesus libertou o obsesso de Gadara. Num momento de desequilíbrio, Judas traiu Cristo. Num momento de fraqueza moral, Pedro negou o amigo. Mas em um momento de grande fortaleza íntima, Pedro se entregou ao martírio em nome do amor. E no momento de covardia, Pilatos lavou as mãos e perdeu a maior bênção da vida. E ele vai falando que no momento de loucura coletiva, os homens crucificaram Jesus. Então, paraa nossa reflexão, a gente tem que pensar o seguinte: cada gesto nosso tem que sair do nosso processo de instinto e do primarismo
o momento de loucura coletiva, os homens crucificaram Jesus. Então, paraa nossa reflexão, a gente tem que pensar o seguinte: cada gesto nosso tem que sair do nosso processo de instinto e do primarismo para algo racional, para algo que nos leve ao prosseguimento do nosso caminhar evolutivo dentro das possibilidades, porque momento a momento a gente vive ora como Pedro. negando Jesus e outra hora falando que Jesus é o filho de Deus. Então a gente tá oscilando, né? Ver como Judas num momento de infelicidade, de invigilância, ele traz Jesus. Então para nós, nós temos que viver o seguinte, a cada situação, eh fechar a boca, não revidar, não eh procurar procurar minimizar, ter mais compaixão, etc., né? É mais ou menos nesse sentido que eu queria trazer paraa nossa reflexão que pudéssemos utilizar essa questão do livre arbítrio. Eu agradeço e passo agora para o nosso querido Lim. Muito bem, Víor. Eu creio que amadurecemos um pouco mais hoje na análise do próprio livre arbítrio. Efetivamente, este é o farol decisivo da nossa vitória sobre nós mesmos. Mas analisando nossa parte aqui esse capítulo, vamos tomar alguns pontos para comentários a respeito. Eh, mas bem do trabalho que os espíritos fazem, né, nesse capítulo e nos outros capítulos desse livro também, nós verificamos como o mundo espiritual é misericordioso conosco, não apenas os encarnados, mas também os desencarnados, procurando promover este esta reconciliação de os corações para a felicidade de todos, sem dúvida, para a libertação de todos. Vemos aí um capítulo que inicia eh produzindo uma reunião que se realiza após a reunião mediúnica da casa espírita. Então, os dois médiuns que trabalharam antes no corpo físico ali presentes na naquele naquele templo onde se realizava os trabalhos sobre a coordenação da irmã emerenciana, os dois foram trazidos em desdobramento para aquele trabalho. Da mesma forma, Carlos ali também eh foi colocado naquele ambiente e esse desdobramento. Então a gente pode considerar, mas sempre os espíritos falam disso, parece
desdobramento para aquele trabalho. Da mesma forma, Carlos ali também eh foi colocado naquele ambiente e esse desdobramento. Então a gente pode considerar, mas sempre os espíritos falam disso, parece uma coisa muito usual. E na verdade é tão usual que nós deveríamos guardar uma certa preocupação sobre como se realiza o nosso próprio desdobramento, porque a cada noite quando entregamos o corpo ao sono, nós também fazemos este mesmo processo de deixar o corpo ali eh no repouso dele e vamos para ambientes onde nossa mente está focada, ou seja, O espaço mental que nós carregamos, ele vai dizer também do ambiente eh de convivência espiritual que nós vamos ter durante o sono do corpo físico. É muito interessante que nós estudemos em o livro dos espíritos, na na parte segunda, o capítulo oito, que fala sobre a emancipação da alma. Vamos tirar somente uma pergunta aqui que Galã Kardec fez aos espíritos. Durante o sono, a alma repousa como o corpo? A resposta é objetiva não. O espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prende ao corto. E não precisando este então da sua presença, ele se lança ao espaço e entra em relação mais direta com outros espíritos. Então naturalmente, como vamos avaliar que outros espíritos são esses que nós podemos manter contato com eles durante a noite? de sono, será exatamente aquela companhia que buscaremos segundo a sintonia que mantemos com esses espíritos que nos rodeiam. Se nós estivermos numa condição mental mais viciosa, naturalmente estaremos mentalizando na frequência de outros espíritos que comuns ao nosso procedimento. Vamos então nos juntar a eles. várias obras apresentam eh relatos a respeito disso, de pessoas, por exemplo, que no desdobramento vão procurar o ambiente de um de um barseguir ali eh o convívio com aquelas aquele sabor do álcool. Eh, outros eh vão procurar os ambientes de de alguma forma passional ou de desgaste sexual, enfim, de vinculações com vícios sexuais. Então nós iremos para o ambiente segundo
s aquele sabor do álcool. Eh, outros eh vão procurar os ambientes de de alguma forma passional ou de desgaste sexual, enfim, de vinculações com vícios sexuais. Então nós iremos para o ambiente segundo aquilo que nós estamos carregando dentro de nós. Eh, por isso merece a nossa atenção buscarmos analisar, porque todas as noites nós temos a vivência deste fenômeno que é o desdobramento. Então, vamos nos perguntar o que fazemos quando dormimos. Nesse capítulo que mencionamos, vários aspectos relativos aos sonhos podem ali ser eh estudados, que nós vamos trazer aqui no momento, né? Mas é importante compreender a diferença entre aquilo que sonhamos em relação ao ao aos assuntos que nos afetam na relação do dia a diaquo. Que sonhos po podem representar alguma reminiscência de encarnações anteriores que podem nos chegar também como avisas? Não, muitas vezes e que e e sonhos que podem ser também o contato espírito a espírito com outras entidades. Naturalmente, o desejável é que ao buscarmos o nosso repouso numa oração ungida, possamos evocar ali o socorro da nossa guia espiritual para que ele nos ajude e nos conduza para ambientes onde possamos prosseguir a nossa aprendizagem. E outro aspecto interessante que vemos aí neste ambiente eh mencionado por, eh por fenomeno, é a proteção eh daqui fluídica do ambiente onde se realiza aquela reunião mediúnica no plano espiritual. Eh, por que falamos isso? Isso não se realiza somente nesses ambientes da prática mediúnica, na sala mediúnica, seja ela no centro espírita ou no centro de trabalho umbandista, como vemos aqui, eh esse trabalho realizado de uma forma maravilhosa sobre a coordenação da irmã emerenciana, mas também nas reuniões públicas. Então, quando nós vamos a uma núcleo de prática religiosa, um centro espírita, um centro de umbanda, uma igreja, um templo evangélico, eh a forma como nós nos nos conduzimos ali, a seriedade como são tratados os assuntos evangélicos, a vivência efetiva das mensagens do Cristo, produzem também
mbanda, uma igreja, um templo evangélico, eh a forma como nós nos nos conduzimos ali, a seriedade como são tratados os assuntos evangélicos, a vivência efetiva das mensagens do Cristo, produzem também o convite ou a adesão de espíritos benfeitores que protegem esse ambiente. Então, durante uma reunião, vamos lembrar aqui o que nos fala eh a nossa querida Sonicalda Schubert no livro Dimensões Espirituais do Centro Espírita. Nós temos ali no capítulo 4ro que vale a pena reler que fala sobre a reunião pública, onde ela nos lembra que este recinto recebe da espiritualidade o cuidado compatível com a importância das tarefas que ali são desenvolvidas. Então, quanto mais seriedade entregarmos a essas reuniões, quanto mais zelarmos pela pureza doutrinária a os ensinamentos do evangelho, a evangelização, como se faz, mas teremos então a presença de espíritos. Então, Solicda Schuv informa que espíritos especializados magnetizam o ambiente e preservam e renovam constantemente, propiciando uma psicosfera salutar. É por isso que quando nós nos sentamos numa casa espírita para ouvir uma palestra, o ambiente nosso, o bem-estar que recebemos aqui naquele ambiente é eh é notado de imediato, porque ali durante os trabalhos os espíritos, aproveitando esta vibração produzida pela mensagem que tá sendo transmitida, as reflexões que nós fazemos sobre aquele assunto que tá sendo analisado, eles aproveitam essas vibrações para socorrer a nós individualmente também eh muitas vezes aproveitam essas energias que estão sendo geradas ali para socorrer outras pessoas sofredoras. Então, neste ambiente onde temos ali pessoas sofredores, pessoas aflitas, muitos perturbados, eh inclusive com ideias suicidas, muitas vezes procuram os núcleos espíritas e a na nessa reunião já inicia o trabalho de tratamento desses corações em sofrimento. E eles fazem também os bons espíritos, uma triagem das companhias espirituais que eventualmente chegam junto com os encarnados do centro. Eh, e muitos deles são convidados a
es corações em sofrimento. E eles fazem também os bons espíritos, uma triagem das companhias espirituais que eventualmente chegam junto com os encarnados do centro. Eh, e muitos deles são convidados a permanecerem ali esses espíritos para prosseguimento de alguma orientação. Eles recebem um atendimento espiritual durante a palestra, os encarnados e desencarnados e os desencarnados que permaneçam ali prosseguem também após a saída do público. Esses espíritos então prosseguem sendo atendidos. Então, nós vemos um trabalho grandioso que os espíritos fazem para nos ajudar. E nessa reunião da irmã emerenciana chamou atenção também no registro que vemos nesse capítulo, a beleza da oração que ela dirige a Jesus. Não vamos aqui repetir, mas aquele que puder tomar do livro posteriormente, leia esta oração ungida de um amor e de uma uma humildade dessa desse espírito, rogando a Jesus eh o socorro para os trabalhos que se realizar. reconhecendo a sua pequenez, mas ao mesmo tempo pedindo forças para socorrer aqueles que sofrem mais do que ela ou aqueles que estavam ali. Porque na verdade estamos todos nós em um planeta de expiações e provas e todos sofremos de alguma forma. Então, todos temos eh as nossas dores, mas existem sempre aqueles que têm dores superiores às nossas. E aqueles de nós que pudermos ser um canalizador ou uma ponte entre o socorro divino e as necessidades humanas, naturalmente deveremos cumprir esse nosso papel. Então, muitos de nós, naturalmente, procuramos às vezes o núcleo espírita com um frequentador de uma reunião pública, vamos ali assimilando aquele ambiente, os conhecimentos, mas somos potenciais servidores do bem na causa do Cristo. Primeiramente ali aparecemos como aprendizes do evangelho para depois na formação espiritual que vamos adquirindo, segundo aquilo que vamos conduzindo em nossas vidas. E aí, tomando a as as os comentários do Víor falando sobre o livre arbítrio, né? Vamos também amadurecendo essa nossa percepção das leis divinas, o entendimento e interpretação,
zindo em nossas vidas. E aí, tomando a as as os comentários do Víor falando sobre o livre arbítrio, né? Vamos também amadurecendo essa nossa percepção das leis divinas, o entendimento e interpretação, eh, vamos amadurecendo a nossa capacidade de tomar decisões mais acertadas. Então esta oração da irmã merece merece ser lida por todos nós e meditada profundamente. Na sequência nós vemos o Dr. Bezerra eh abrindo um diálogo com aqueles espíritos em sofrimento, iniciando pela pela nossa irmã, a ex-escrava. E um fato interessante que registramos aqui, que todos notaram no livro, é que ela fala no idioma de origem dela, eh, um dialeto banto que o bantu da que tem na África, ele não é um dialeto somente. Segundo pesquisa que fizemos, existem mais de 400 dialetos que podem podem estar dentro deste ambiente das expressões de comunicação bancu, mas ela falava no no dialeto dela e os demais entendiam em português. Pensavamos ali no ambiente onde se ouvia o idioma português transmitido pelo médium que estava ali eh vinculado eh pelo espírito a pel espírito com aquele espírito que se comunicava. Então, nós vemos um fato interessante aonde temos eh o o idioma de transmissão e um de recepção diferentes e se realiza tomando eh os registros mentais do médium. Ele fala português, então transforma-se aquela aquele idioma, no caso Bantu no idioma português para entendimento de quem estava do lado. Vejam que coisa interessante. São aquelas aqueles segredos, vamos dizer, que os espíritos estão nos trazendo aqui de alguma forma para compreendermos a grandeza da lei divina que trabalha todos nós com os recursos que nós podemos de alguma forma catalogar. Uma outra frase também interessante que foi dito durante o diálogo de Bezerra com aquela irmã é quando ele assevera que o amor não cria para destruir. Vejam que muitas vezes o amor adoece em nossos corações e nós criamos, como criou a nossa irmã aí, um processo de vingança contra pessoas. ou, se não nos vingamos diretamente, este amor e descontrole ou que se transforma
es o amor adoece em nossos corações e nós criamos, como criou a nossa irmã aí, um processo de vingança contra pessoas. ou, se não nos vingamos diretamente, este amor e descontrole ou que se transforma numa paixão possessiva e procura uma certa dominação. Inclusive temos aí um um exemplo muito comum das da dos relacionamentos onde o ciúme prepondera sobre uma das pessoas da relação afetiva, onde procura se nominar o outro eh de alguma forma eh prejudicar a sua liberdade de ação em relação àilo que todos nós temos direito eh de exercer. Então é um amor que está doente. Mas a frase é lapidar. O amor não cria para construir. Todos somos criados para o amor e a edificação do amor. Na sequência, eh, o nosso querido Benfeitor Bezerra fala a respeito de que ninguém foge da consciência de culpa. Efetivamente, eh, o Vítor falou muito bem aí que nós trazemos reminiscências de outras encarnações que traduzem em forma de estímulos que nós temos de alguma maneira, tanto aqueles positivos que já trazemos também dos avanços na área das aquisições de virtudes que nós avançamos, como também trazemos aqueles impulsos de alguma forma em desequilíbrio ainda ou em desarmonia que nos fazem pessoas eh que produzimos de alguma forma na relação com os outros algo que que desrespeita ou prejudica, seja eh o a intolerância excessiva ou a negação de um perdão que não nos permitimos, a impaciência constante no tratamento da relação com as pessoas. Eh, todos esses elementos são heranças que trazemos no passado como eh alarmes que tocam em nossa consciência, chamando-nos a que procuremos buscar uma racionalização do nosso comportamento para termos, então, nesse discernimento que vamos a adquirindo, pelos conhecimentos que estamos buscando, eh, analisar tudo que nós realizamos em termos de do que que nós produzimos. Então, o nosso coração transita por que ambientes? De tal forma isto nos ajuda a reedificar a nossa própria consciência perante a lei divina, que cada conquista que realizamos no sentido deste bem que
Então, o nosso coração transita por que ambientes? De tal forma isto nos ajuda a reedificar a nossa própria consciência perante a lei divina, que cada conquista que realizamos no sentido deste bem que fazemos a nós mesmos, nós nos fortalecemos cada vez mais, assim como tem muitas pessoas que pelo mal que pratica tanto mais muitas vezes mergulham no mal, no mal mais aprofundado do que a mente viciá e os sentimentos envolvidos naquele desequilo. íbio chamo para eh de alguma forma entrar nesse poço da do mal mais profundamente ainda, mas chegará o dia naturalmente que todos nós seremos resgatados para uma vida mais dignificada, uma consciência mais liberta e sermos efetivamente mais felizes. Então, a culpa, essa consciência culpada, eh nós trazemos de outras vidas, sem dúvida, certos complexos que se manifestam de alguma forma na nossa personalidade atual e que vão provocar, sem dúvida, muitas inimições. Nós vimos aí no capítulo que foi mencionado que o próprio Carlos trouxe certas inibições provenientes das culpas que ele já trazia no passado. Então, a culpa, como diz André Luiz na no livro Entre a Terra e o Céu, ela é um colapso da consciência. E como é um colapso, nós precisamos buscar tratamento para isso, buscar o socorro de um atendimento psicológico, psiquiátrico, as leituras edificantes, eh a vigilância dos pensamentos, a a educação da palavra, eh o discernimento em nossas decisões. Todos esses elementos, nós temos oportunidades de praticá-los no dia a dia da nossa convivência com as pessoas, para que resgatemos a nós mesmos. Ninguém cuidará de nós melhor do que nós, embora tenhamos um socorro de muitos encarnados e também dos desencarnados, sem dúvida, né? E também sabendo que ao buscarmos o Cristo, temos nele uma referência de libertação, que uma vez que prosseguamos com ele, temos a certeza da vitória. Por mais que ela possa tardar, nós seremos vitoriosos sobre tudo aquilo que nos domina hoje ou que de alguma forma nos escraviza na retaguarda do processo evolutivo. Então, meus irmãos, cada
vitória. Por mais que ela possa tardar, nós seremos vitoriosos sobre tudo aquilo que nos domina hoje ou que de alguma forma nos escraviza na retaguarda do processo evolutivo. Então, meus irmãos, cada estudo que fazemos, cada leitura de um livro é repositório de referências que tomamos para analisar a nossa própria realidade. E ao fazermos este confronto, tomados como estímulos todo o bem que observamos aquelas pessoas, espíritos encarnados ou desencarnados que já exemplificam o bem, são referenciais para todos nós. Mas também temos os referenciais da dor que observamos na história desses personagens, que nos trazem alertas muito importantes, chamando-nos a atenção para os riscos de continuarmos em certos caminhos de desvio do bem que podem conduzir-nos a sofrimentos futuros. é buscarmos onde semear tudo aquilo que nós quisermos colher no futuro. Deixamos estas mensagens para as nossas reflexões. Cada capítulo traz eh ensinamentos profundos. Chegamos até este ponto aqui. A segunda parte do trabalho será apresentado na próxima no nosso próximo encontro e aí sim serão desvendados, como disse a Vânia, né, aquelas situações que já foi apresentado no resumo, que vão nos dizer exatamente a grandeza da misericórdia divina. Agradecemos a nossa querida Vânia, ao nosso querido Víor, agradecemos a presença de todos que nos acompanham. deste momento e aqueles que estarão conosco também enquanto esta este esta reunião esteja nas redes sociais à disposição daqueles que desejarem eh prosseguir os seus estudos conosco. Então, o que Jesus a todos nos sustente em nossas lutas diárias, colocando-nos na dimensão da nossa imortalidade, tendo consciência de que mesmo transitoriamente aqui estamos trabalhando por este caminho infinito da nossa imortalidade. Muita paz a todos. Obrigado pela companhia de vocês.
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