Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E27 – Cap. 14: Nefasta planificação desarticulada – parte 1

Mansão do Caminho 08/02/2026 (há 1 mês) 58:37 905 visualizações

No estudo da primeira parte do Capítulo 14 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert analisa os bastidores espirituais das ações obsessivas organizadas, evidenciando como planos cuidadosamente arquitetados no campo da inferioridade moral acabam por se desarticular diante da vigilância, da prece e do amparo da espiritualidade superior. A reflexão convida à lucidez, ao discernimento e à responsabilidade individual como recursos essenciais na prevenção e no enfrentamento das influências perturbadoras. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host e resumo: Andreia Marshall 🔎 Aprofundamentos: Gisele Risso e Laudelino Risso 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #EstudoDaObra #ObsessaoEspiritual #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, caros amigos, caras amigas. Sejam todos muito bem-vindos a mais um estudo da obra Loucura e Obsessão. Hoje nós temos a grande alegria de estarmos compartilhando a telinha com esses dois irmãos. Nós estamos com a Gisele Laudes Riço. Boa noite, queridos. >> Boa noite, Andreia. Boa noite, amigos. >> Boa noite. Boa noite. Bom dia, boa tarde de onde vocês estiverem. Como nós falamos, nós estamos hoje fazendo o 14º capítulo 14, capítulo 14, onde nós vamos continuar fazendo hoje a primeira parte porque o capítulo é bem grande. Nossos queridos Giselados vão aprofundar e eu farei o resumo. Porém, antes de iniciarmos, eu gostaria de pedir ao Lades para fazer a nossa prece inicial. >> Vamos orar, meus amigos. Pedindo ao Pai que nos abençoe a todos a compreensão da mensagem oferecido pelo benfeitor Manuel Filomeno de Miranda nas mãos abençoadas do nosso querido dia, para servir de alavanca propulsora ao nosso progresso. mantenha-nos na paz e que possamos ir compreendendo para cada dia promovermos a nossa melhora íntima na reforma dessa estrutura espiritual que o espiritismo vem nos auxiliar. Mantenha o nosso grupo unido e que todos aqueles que têm acesso à mensagem consigam ter a capacidade de sintonizar a mensagem pura, como propunha o nobre benfeitor. Mantém-nos em paz hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. Muito obrigada, Laudes. Muito obrigada. Boa noite a todos mais uma vez. Quem está entrando agora. Nós tínhamos mencionado no início que vamos dar continuidade à obra Loucura e Obsessão e hoje é o capítulo 14, Nefasta Planificação desasticulada. É um capítulo grande e com certeza as reflexões que virão dos nossos queridos irão ainda mais alimentar aquilo que nós, espero que todos já tivemos a oportunidade de ler e na semana que vem partiremos paraa segunda parte com mais reflexões e mais aprofundamentos. Nós vamos fazer um breve resumo para quem não teve a oportunidade de ler, onde o nosso benfeitor Manual Filomeno de Miranda começa a narrar para nós que houve uma mobilização de benfeitores

ndamentos. Nós vamos fazer um breve resumo para quem não teve a oportunidade de ler, onde o nosso benfeitor Manual Filomeno de Miranda começa a narrar para nós que houve uma mobilização de benfeitores espirituais, ele estando presente e também Dr. Bezerra de Menezes Felinto e a irmã emerenciana para socorrer Lício. início. Se vocês se lembram, no capítulo, o quinto capítulo, nós fomos apresentados para ele, um jovem em profundo desespero emocional nesse capítulo sobre intensa obsessão espiritual e que de fato nos faz nos fez ter que reler o quinto capítulo para lembrar um pouco ainda mais dos detalhes, do porquê desse desespero emocional que ele houvera evocado a presença da benfeitora, a irmã emerenciana. Então eles foram alertados sobre o sofrimento tão profundo que poderia chegar até a um eh suicídio. Então, os benfeitores alertados sobre o sofrimento, eles reconhecem esse risco, esse perigo por conta das armadilha dos obsessores que tentavam ainda levá-lo ao completo domínio psíquico, ou pior ainda, como nós já falamos, eles então t decidem socorrer, passam então a já começarem a auxiliar Lício desde a distância, por meio de uma sintonia mental. Isso é bem legal também, bastante conteúdo paraa gente refletir sobre esse auxílio à distância eh por sintonia mental que a gente pode ver através da oração e da transmissão de coragem, de equilíbrio moral e essa esse eh essa força que eles passavam como também uma lição para que a gente deva sempre lembrar lembrar e socorrer, porque é o fonte de força interior que a gente tem para tentar se conectar com os benfeitores. E Manuel Filomeno de Miranda vai falar que pode até ser que não eh anule as provações, mas nos dá a força e a coragem para enfrentá-las. Assim também como o livro dos espíritos vai falar sobre isso. E ele fala para nós que, ao contrário, o desespero e o pessimismo, ele faz com que a mente fique fragilizada e amplia assim a vulnerabilidade espiritual. Então, no plano material, o que estava ocorrendo, que estava levando tanto,

ontrário, o desespero e o pessimismo, ele faz com que a mente fique fragilizada e amplia assim a vulnerabilidade espiritual. Então, no plano material, o que estava ocorrendo, que estava levando tanto, tanto desequilíbrio emocional do jovem Lício, ocorre com a visita inesperada do tio dele, o Dr. Nicomedes, figura também que foi apresentada para nós no quinto capítulo, figura central do seu trauma passado, pois foi ele quem houvera seduzido na infância. Se vocês não leram o capítulo ou se leram e esqueceram, vale a pena voltar lá atrás. Ele foi alguém que tinha sido seduzido, que tinha, ele tinha sido ao ponto de que o tio conseguiu ter a confiança dele. Ele não sabia discernir entre as carcias, o carinho, o que que era brincadeira, o que que não era. Mas o que aconteceu é que dentro disso, dentro desse conflito, ele como jovem passou a se apaixonar pelo tio. E foi marcado por um sentimento bem profundo lá atrás e contraditório, né? Tanto o ódio quanto o amor, a culpa e a vergonha. Tudo isso que já estudamos ao decorrer desses últimos eh 13 capítulos até esse, né? E esse reencontro, esse esse reencontro causa um conflito muito grande dentro de elícias. É interessante que eh Manuel Filomena de Miranda vai dizer que, embora ele tivesse medo desse reencontro, ele tinha também a curiosidade de saber como que o tio ia reagir, como é que o tio estava. Vamos lembrar que quando ele era jovem, eles tinham uma correspondência entre si, mas aconteceu que o tio se apaixonou por uma moça, se casou, formou uma família e o jovem Lícius. Então, a a apesar da de tudo que tinha acontecido que era errado, ele passou pelo conflito do ódio, do amor, por ter se sentido abandonado, menosprezado e vários outros tipos de sentimentos também. O tio, quando a gente vai ver no capítulo, ele também passa e se dá para se se demonstrar claramente como que ele também estava perturbado e estava sendo influenciado pelas forças obsessivas. E tanto que na hora que tem um lanche se demonstra através do diálogo que ele

ara se se demonstrar claramente como que ele também estava perturbado e estava sendo influenciado pelas forças obsessivas. E tanto que na hora que tem um lanche se demonstra através do diálogo que ele abre, até mesmo maneira em que ele se dirige ao seu próprio sobrinho, que ele demonstra não ter superado também o passado. E com o auxílio espiritual que Lício tinha evocado, ele então, ao receber essa assistência que veio, que Manuel Filomeno de Miranda fala, que eles vão até lá e eles auxiliam e a irmã então consegue auxiliá-lo através da intuição para saber como agir, para tentar saber o que falar. Ele consegue nesse reencontro, nesse almoço que estava acontecendo, impor certos limites, se posicionar com uma dignidade, apesar da grande fragilidade emocional dentro da qual ele se encontrava, porque ele reconheceu que a fama, ainda a chama ainda estava acesa dentro do tio dele também em relação a ele. E embora ele conseguisse ter mantido esse tipo de posição de dignidade, é, e ter conseguido manter impor os limites, a pelo menos da parte dele se posicionar, mesmo assim os obsessores que estavam presentes, eles tentam fazer com que dentro da mente dele lembranças fossem reativadas e desejos do passado pudessem tomar conta do coração dele mais uma vez e levá-lo à queda, porque quando eles se eles acabam e cada pessoa se se eh vai pro seu quarto para descansar, ele então mergulha num movimento de começar a reviver a lembrança. E é interessante que é nesse momento que a mentora espiritual ela intervém como ele evocou o auxílio dela, porque ela havia prometido esse auxílio para ele nos capítulos anteriores que nós podemos revisitar, ela naquele momento orientava-o a reagir mentalmente. Ou seja, a oração foi forte, foi receptiva, os mentores foram ao ao socorro e ele estava sendo intuído pela irmã, pela benfeitora espiritual. E então é interessante porque a gente vai ver que embora a gente possa acreditar que a gente faça uma prece e a gente não está sendo assistido, nós estamos e muitas

a irmã, pela benfeitora espiritual. E então é interessante porque a gente vai ver que embora a gente possa acreditar que a gente faça uma prece e a gente não está sendo assistido, nós estamos e muitas vezes muitas quedas são evitadas, especialmente porque nós conseguimos captar a intuição, a influenciação dos benfeitores, que é exatamente o que estava acontecendo aqui. Mas nesse momento, embora ela tentava orientar, ele não conseguia reagir. E ela então apela ao nosso amado benfeitor Dr. Bezerra de Menezes. E ele faz então com que através de energias calmantes o passe, ele receba então aquelas energias benfazjas que faz com que ele adormecesse. E em desdopramento espiritual, ele recebe as instruções. Emanuel Filomeno de Miranda vai dizer que mais tarde, ao despertar, ele iria se lembrar das instruções e ficar firme ali na posição de não se permitir passar dos limites em questão aos seus sentimentos e pensamentos e a emoção. Quando termina o almoço é bem interessante porque o próprio pai do de Lício, ele nota que algo estranho tinha ocorrido ali, o diálogo que houvera tanto entre o seu filho como do cunhado para com o filho. E ele, embora ele não consiga ainda entender o que tinha acontecido, na verdade a situação estava começando a se agravar porque os malfeitores estavam conseguindo começar a dominar o próprio pai com impulsos inferiores. Ele então começa a ter esse sentimento, esse pensamento sobre o que talvez estivesse acontecendo ali. Mas ele não fala pra esposa dele, ele não queria deixar ela preocupada. Bom, o menino vai pro quarto, ele consegue adormecer sobantes do do Bezerra de Menezes. Só que o tio, o tio que estava também sobre esses impulsos inferiores, dominados por esses impulsos inferiores, ele decide porque também estava com orgulho ferido, porque o sobrinho durante o almoço, ele tinha conseguido reagir, né, aos comentários que com certeza estavam sendo direcionados ao sobrinho do passado, de rever situações de como o passado tinha sido bom e e de

obrinho durante o almoço, ele tinha conseguido reagir, né, aos comentários que com certeza estavam sendo direcionados ao sobrinho do passado, de rever situações de como o passado tinha sido bom e e de situação assim. Sim. Então, o orgulho dele fica ferido porque ele conseguiu resistir à tentativas de sedução do tio de uma maneira bem indireta e ele fica com orgulho ferido. Então, ele decide ir até o quarto do rapaz e quando ele chega lá, embora a porta estivesse fechada, ele invade o quarto do menino, do jovem. E o jovem que estava adormecido, ele estava sendo amparado ainda. E quando o tio fica contemplando, olhando pro rapaz, eh, tendo já o pensamento de tocar na face dele, a irmã fala para Lício reagir e acordar. Nisso o menino acorda. O amparo espiritual que não cessava, ele desperta, ele toma conta do que está acontecendo, resiste. E não somente resiste, o diálogo é muito longo e a gente não vai trazer aqui, de fato, é só um resumo, ele ainda apela a consciência e a misericórdia do tio, pedindo ajuda para ele, para que ele o auxiliasse a se libertar do passado, evitar com que uma tragédia viesse a ocorrer, especialmente ali na casa dos seus pais. Os malfeitores não somente estavam tentando dominar ali as mentes, as as ações do tio como do pai, como do menino, para que uma trag tragédia acontecesse ali. E o que acontece é mais interessante que o pai ele foi intuído nesse momento a subir. E quando ele sobe pro segundo andar da casa onde estavam os dormitórios, nesse momento o tio sai do quarto de Lício. E o Senhor Âno, que é o nome do pai, ele meio que tem a vontade de perguntar: "Mas o que que você tava fazendo aqui no quarto do meu filho?" Porque no passado teria sido normal. Era um menino, mas agora já não era mais um menino. O que que ele estava fazendo no quarto do meu filho? Mas ele se segura e quando ele entra no quarto do rapaz, ele encontra o filho em profundo sentimento de sofrimento. A postura muda nele. Ele nota ali que da ira daquela daquele sentimento de ter vido visto o tio no

ura e quando ele entra no quarto do rapaz, ele encontra o filho em profundo sentimento de sofrimento. A postura muda nele. Ele nota ali que da ira daquela daquele sentimento de ter vido visto o tio no quarto do filho, vendo o sofrimento do filho, o sentimento de ira muda para de acolhimento, de um momento onde ele abriu o espaço para verdadeiramente eh ter um relacionamento paterno para com o filho. Embora o menino não sentisse-se seguro, o menino, o rapaz não se sentisse seguro para falar pro pai o que verdadeiramente estava causando tamanho sofrimento dentro dele e mudança dele também para com o tio, ele sabia que o pai não ia entender. E assim ele aceita aquele amparo que o pai tinha para dar a ele. intuído ainda pela irmã, ele chega a dizer pro pai que não tinha nada nada a ver com ti. O mal-estar que ele tava sentindo era nada a ver com nenhuma situação, é que ele tava sentindo-se um pouco um pouco com febre. Ele não estava tendo um um momento onde ele estava se sentindo saudável. Isso pela intuição da benfeitora. Bemfeitora, perdão. E o pai então ampara-o ainda mais tarde, né? Quando o tio, mais tarde, não, antes disso acontecer, quando o tio invadiu o quarto do menino, ele conseguiu manipular o jovem a aceitar, de uma certa maneira que depois do jantar ele teria o momento sozinho com o rapaz. E vocês imaginam o receio, o medo dele de ter esse encontro com o tio sem saber o que poderia vir a ser, a tragédia que poderia acontecer e se ele teria forças suficientes para resistir ainda mais enquanto sozinho às investidas do tio dele. Depois do jantar, depois daquela tensão que houve, quando o jantar transcorre ali de uma maneira normal, após o jantar, o tio vem então com a ideia, joga ali a isca com a ideia de que ele queria ter um passeio para sentir um pouquinho o aroma do mar. E ele então olha pro sobrinho e pergunta se ele não gostaria de acompanhá-lo, como ele fazia tantas vezes quando ele era mais jovem, quando ela era menor. E embora ele tenta, começa a a gaguejar e

ar. E ele então olha pro sobrinho e pergunta se ele não gostaria de acompanhá-lo, como ele fazia tantas vezes quando ele era mais jovem, quando ela era menor. E embora ele tenta, começa a a gaguejar e dizer que ele ainda não se sente muito bem, a mãe dele e o pai dele insistem em que ele de fato eh aceite o convite do tio e aceitando essa essa ação dos pais, ele cede. Porém, os benfeitores, atentos ao perigo, ao que poderia acontecer, decidem acompanhar a situação bem de perto para poder intervir e proteger o jovem ainda de novos riscos. É um capítulo assim que se for pra gente falar, a gente fica até um pouco assim eh ficamos com ansiedade para ver o que que vai acontecer. que a gente quer proteger o menino a todo o tempo, mas o que a gente pode dizer de um resumo completo é que a assistente do auto não falhou de nenhuma maneira. E é isso exatamente que o Manuel Filomeno de Miranda ele queria trazer para nós. Porque embora os malfeitores quisessem fazer com que essas três personalidades, esses três carácteres do nosso, da nossa história pudesse acontecer uma tragédia, eles não conseguiram e ficaram de fato, eles ficaram com muita raiva dessa situação. Então, é claro que a gente vai continuar a ler na depois daqui a duas semanas o capítulo 15, a gente vai comentar para ver o que que vai suceder, mas tem muita coisa ainda para refletir e por isso eu vou abrir o canal pros nossos queridos G e Laudes que irão trazer as reflexões mais profundas em torno desse 14º capítulo. Queridos >> Andreia, queridos amigos, nossos votos de alegria. Obrigado pelo resumo. A gente vai recordando e revivendo, não é, essa mensagem aí tão profunda que o Manuel Flum de Miranda nos traz com brilhantismo, não é? Esse jornalista do mundo invisível nos trazendo esses tramas. E esse capítulo nos faz pensar muito bem sobre o título da própria obra, né? Então, a loucura e a obsessão a pensar a mente do tio que planeja a viagem, não é? O objetivo da viagem era justamente rever o sobrinho, rever o

az pensar muito bem sobre o título da própria obra, né? Então, a loucura e a obsessão a pensar a mente do tio que planeja a viagem, não é? O objetivo da viagem era justamente rever o sobrinho, rever o trama e a mente enlouquecida, realizando os seus planejamentos junto às entidades inferiores, criando os vínculos, o planejamento, não é? fazendo com que ocorresse um momento para que pudesse estar sozinho, tentando bote, tentando fazer com que tudo que estava sendo planejado acontecesse para que pudesse dar vazão às suas viciações mentais. Mas um termo, um uma parte do capítulo que realmente me chamou muito atenção, foi até onde André fez um destaque, quando o benfeitor coloca da seguinte forma: "Vinculando-nos psiquicamente à sua ansiedade que rogava ajuda, pude percebê-lo inquieto e necessitado, a perceber esses processos dos vínculos para a gente poder avaliar às vezes as influências espirituais que podem estar tendo a proximidade que o espírito podendo vir nos trazer um auxílio nos trazer uma ideia tormentosa, outras vezes, muitas vezes, trazer viciações mentais, mas também estímulos à distâncias, vínculos mentais, vínculos psíquicos. Eu achei interessante que o benfeitor coloca que ele pude ele pode perceber, ou seja, ele espiritualmente consegue trazer nas percepções a ansiedade, a inquietude, não é? as necessidades daquele jovem. Então o vínculo acontece entre os processos mentais psíquicos, fazendo com que a dupla ação agora não só estivesse numa mão de via única, não é do jovem Lício ao benfeitor, mas também do benfeitor agora para Lício. Estavam começando um canal de comunicação. Isso nos faz atentar à nossa realidade. Quantos de nós às vezes estamos durante os nossos dias em atividades? Vamos começar a fazer uma reflexão dos espíritos encarnados, pessoas que nós temos contato, convívio ou de alguma maneira eh trombamos o nosso caminho existencial, ombreamos muitas vezes jornadas ou pequenos ou grandes afazeres, mas no dia a dia, quantas vezes aquela personalidade ou

ontato, convívio ou de alguma maneira eh trombamos o nosso caminho existencial, ombreamos muitas vezes jornadas ou pequenos ou grandes afazeres, mas no dia a dia, quantas vezes aquela personalidade ou talvez aquele amigo tenha invadido a nossa mente com alguma recordação ou talvez com algum estímulo de saudade ou de percepção de como poderia estar vínculos que são chamamentos também de uma dupla mão. Porque como nós sabemos que o pensamento não é vai voar pelo fluido cósmico universal de acordo com a vontade e a energia que nós poderemos impulsionar da mesma maneira que a prece, nós vamos ver que esses laços afetivos também podem manter-nos vinculados uns aos outros. Agora, para ocorrer o laço, normalmente vai ocorrer algo que tenha percebido, sentido de uma maneira a impactar o nosso espírito numa questão existencial. Então, para isso, é importante nós estarmos cada vez mais alerta com aquilo que nós podemos estar assistindo, nos vinculando muitas vezes, como depois também o benfeitor vai falando de algumas viciações e as dificuldades para vencermos os vícios, às vezes estamos colocando a nossa mente vinculada a muitas vezes estímulos, seja na parte de filme, seja na parte da sexualidade, seja na parte dos jogos, seja na parte que possa estimular um sistema doparmégérgico, criando vínculos mentais, aonde esse sentimento vai se retroalimentando um ao outro, como se nós estivéssemos nos obsediando de uma maneira de encarnado a encarnado, vínculos. E quando ocorre uma mudança que nós começamos a vibrar de uma maneira diferente daquela sintonia, de uma maneira muito clara, nós vamos percebendo que gradativamente é como se o grupo começasse a se afastar ou nós não estivéssemos mais tão à vontade numa sintonia daquele grupo. Pensemos em qualquer vício, pensemos em qualquer vínculo e vamos percebendo que os pontos que haviam em comum já estão ficando de uma maneira cada vez mais afastada, de uma maneira vibratória. E vamos rompendo aqueles laços que estavam sendo feitos

vínculo e vamos percebendo que os pontos que haviam em comum já estão ficando de uma maneira cada vez mais afastada, de uma maneira vibratória. E vamos rompendo aqueles laços que estavam sendo feitos através de telas mentais viciadas. Porém, voltemos ao benfeitor, voltemos a um processo pra gente poder avaliar a influência espiritual positiva que o benfeitor mantinha na tela mental de Lício. E vendo que conforme o problema se agravou, que a benfeitura tentou também atuar nas suas influências diretas, não já tão agora à distância, mas de uma maneira muito presente, acompanhando os fatos, não se viu capaz de fazer com que os seus pensamentos mudassem o caminho das projeções aonde ela já conseguia antever. O próprio benfeitor, então, Bezerra de Menezes, ele coloca fluidos bem fazejidos para que ele adormecesse e nesse desprendimento do sono lhe trouxesse a tela mental captada pelo espírito que estava desprendido pelo sono, todas as preocupações decorrentes dos atos que poderiam estar por vir e as grandes preocupações para que ele pudesse manter a firmeza mental, mesmo em suas fragilidades, mesmo considerando as fragilidades dos complexos do passado, mas que seria agora o momento das provas que estariam acontecendo. Quando o tio vem e o desperta, as lembranças que estavam já impregnadas, mesmo que pudessem ser lembranças fragmentadas, lhe fizeram pedir justamente ao tio aquela ajuda para que pudesse despertar naquela intimidade também de um espírito mais velho, que poderia estar na posição de auxílio às suas próprias responsabilidades, o que uma mente ainda mais atormentada não estava conseguindo perceber, ao ponto que o pai vai mudando as suas percepções por ver a fragilidade do filho. Agora, quando nós pensamos em um trama como se fosse uma teia, nós vamos percebendo que a composição que estávamos envolvidos ali pensando num grupo familiar, aonde segundo a lei do amor, que nós vamos pegar no capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que a segunda palavra do alfabeto divino nos

e estávamos envolvidos ali pensando num grupo familiar, aonde segundo a lei do amor, que nós vamos pegar no capítulo 11 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que a segunda palavra do alfabeto divino nos traz a reencarnação, esses vínculos que nós vamos podendo atestar, que não acontecem em uma primeira jornada, mas que estamos aqui tentando fazer o reparo, fazendo com em que a prova possa ser ultrapassada e saíamos dela vitoriosos com o aprendizado que muitas vezes as dores, os sofrimentos nos fazem resgatar aqueles males do passado. Nós podemos perceber que o trama familiar, a múltipla influência estava acontecendo de uma maneira constante para que aquele momento chegasse ao cume, para que a aprovação viesse e logo pudessem fazer a reparação, ou seja, indo para um ato ainda mais criminoso, fazendo com que cada um assumisse as suas mais graves dependências do ato ou não, a defender de decisões diretas, como nos traz a benfeitora, do livre arbítrio, que não poderia ser rom rompido, mas as influências, a partir do momento que nós começarmos a ter a capacidade para nos colocar a antena de percepções, ao ouvir o chamamento de Jesus, do atentai, vigiai e orai nas ações que estamos todos nós vinculados nas nossas problemáticas familiares ou problemáticas do dia a dia em que todos nós vamos enfrentando. Nós vamos percebendo que a partir do momento que um acontecimento já mude o nosso campo vibratório, parece que uma sequência de fatos vão fazendo com que culmine a um ponto de decisão, porque os tormentos vão começando gradativo para que logo à frente chegue aquela verdadeira pedra que nós possamos ultrapassar ou começarmos a nos entregar, a reclamação, a lamúria ou muitas vezes as viciações que já estavam anteriormente mente na nossa tela mental e nos deixamos novamente sujeitar aqueles falsos prazeres, porque pequenos acontecimentos foram levando aquela culminância de uma mente que já estava viciada. Mas percebemos que às vezes aquele primeiro fato foi uma pequena influência e

ueles falsos prazeres, porque pequenos acontecimentos foram levando aquela culminância de uma mente que já estava viciada. Mas percebemos que às vezes aquele primeiro fato foi uma pequena influência e devagarinho eu não tive a atenção de me desconectar e fui me levando. Agora o capítulo deixa tão claro que a influência dos benfeitores se torna de uma maneira cada vez mais intensa a ponto de fazer o jovem adormecer. Quantos recados, quantas tentativas, quanto plano vibratório, mesmo à distância, vinculados psiquicamente, estava sendo emanado aquele jovem que não conseguia. Imaginemos um tio que também estava recebendo seus auxílios incapaz de poder perceber como o estudo vem para que nós possamos atentar sobre as nossas existências num processo modelar, para que nós possamos avaliar as nossas dores, os nossos sofrimentos dentro do nosso complexo familiar em que vivemos. A grande mensagem é sobre as questões, não somente dessas influências positivas e negativas, mas também do mundo aonde estamos vivendo, desses vínculos entre as mensagens dos encarnados, como hoje nós podemos estar seguindo, acompanhando o dia a dia de diversas almas que estão vivendo na Terra, projetando a sua intimidade, nos apresentando seus relatos, muitas vezes exaltando a sua personalidade com fatos reais e reais criados, mas que de uma maneira impactam a minha existência, eu começo a me criar vínculos de uma forma que eu me mantenho vinculado a essas personalidades psiquicamente, fazendo com que eu também usufrua dessas ansiedades. eu também crie desejos e necessidades paraa minha existência graças aos vínculos que eu começo a formatar na minha vida. Isso cada vez mais vai estimulando justamente os problemas que todos nós temos do passado, dos problemas que viemos justamente reencarnar para o nosso progresso individual, aonde essas entidades que podem estar causando algum tipo de vibração deletéria para nos estimular a queda, encontre a brecha, encontre um caminho vibratório, não somente agora percebendo as nossas

l, aonde essas entidades que podem estar causando algum tipo de vibração deletéria para nos estimular a queda, encontre a brecha, encontre um caminho vibratório, não somente agora percebendo as nossas energias e desejos, mas ganhando corpo para justamente conseguir penetrar formas pensamento, estimulando planejamentos como se fossem daí pequenas desculpas. Racionalizamos um processo para criar uma desculpa de algo que nós acreditamos justamente para mergulharmos novamente naquela água dos prazeres imediatistas que sabemos que podem levar a nossa queda futura. Sabemos, mas criamos as desculpas para tentar justamente se sentir, eu trabalho tanto, eu tô tão cansado, realmente e vamos criando mecanismos para acreditar naquele desvio de conduta, porque perdemos a capacidade de manter a campainha alerta e naquele momento grave recorrermos ao recurso infalível, como nos coloca o benfeitor, que é a nossa prensa, que é a oração, para podermos atentar É um processo de voltar um chamamento e recorrer ao bálsamo das influências positivas para rompermos os padrões mentais, reconectarmos em um processo existencial dos deveres, da ética, da moral. Nós que estamos despertando no processo aonde a religiosidade nos liga ao criador, o conhecimento que a doutrina espírita nos gera na asa da intelectualidade para avançarmos a nossa moralidade, sustentarmos através de uma fé firme, racional, a enfrentar essas percepções, a enfrentar esses tormentos e poder, conforme os prazeres começarem a estremecer a carne, caímos de joelhos, a orarmos de uma maneira ainda mais intensa, A entendermos a mensagem de Paulo quando afirmava que mesmo com os joelhos desconjuntados, mesmo que os prazeres, mesmo que a carne seja exigente, mesmo que as fraquezas da carne, como Jesus dizia no Getsemman, vir bater na nossa existência, que possamos ter o espírito forte no momento decisivo para que a nossa existência não caia novamente nas mesmas pedras de tropeço que iniciamos a nossa jornada. quando identificado o problema como

ia, que possamos ter o espírito forte no momento decisivo para que a nossa existência não caia novamente nas mesmas pedras de tropeço que iniciamos a nossa jornada. quando identificado o problema como jovem já sabia dos seus tormentos, da sua fragilidade, das questões da sua sexualidade, dos tormentos que o tio havia engendrado em sua mente, as fragilidades do convívio familiar, de poder ter a sinceridade, uma conversa fraterna com o pai, com a mãe, para poder trazer a sua realidade íntima e encontrar ali um seio fraterno para poder a a não somente ah sar, curar, mas trazer para fora. o tormento poder ter o auxílio necessário daquele colo materno ou paterno para poder auxiliar a sua jornada, que possamos fazer com que a nossa existência desperta desses tormentos da nossa própria vida possa ser identificada e gradativamente colocando agora os mecanismos necessários para que possamos ultrapassar. Jamais poderemos apagar. Não existe. Porque mesmo tendo um problema que possa acabar com a nossa memória, nós teremos marcado o nosso espírito. E se agora temos essa recordação, porque a reencarnação nos faz relembrar desses processos, que possamos avançá-los e torná-los em cicatrizes, feridas cicatrizadas, marcas da nossa jornada, porque senão, sim, nós iremos esquecer, porque nova reencarnação segue os nossos passos e a reencarnação vai afetar aquela memória, vai trazer as marcas espirituais, mas a recordação pode não estar tão nítida. como nós a temos hoje. Então, justamente por estarmos recordando hoje, aproveitemos os fatos aonde as nossas fragilidades, os nossos vícios possamos gradativamente pedindo auxílio, conforme as vibrações nos fizerem novamente o convite de desviar a casa do Pai e possamos seguir o caminho reto já de volta à casa do pai, porque nós já caímos em si, nós já reconhecemos o evangelho de Jesus na boa nova de alegria. Nós já sabemos quais são os compromissos da nossa existência, então é necessário que possamos manter o nosso vínculo mental orando, agradecendo, pedindo, mas também fazendo

sus na boa nova de alegria. Nós já sabemos quais são os compromissos da nossa existência, então é necessário que possamos manter o nosso vínculo mental orando, agradecendo, pedindo, mas também fazendo a prece a oração estar em ação na atividade verdadeira que coloca um sentido na nossa vida obrando, fazendo com que as horas vazias não encontre, que possamos manter as nossas horas úteis para que não os canais de comunicação das múltiplas influências deletérias que o planeta de provas e expiações nos induz a um pensamento. Mas sabendo que temos uma fonte inesgotável de energias salutares, benfaz, amorosas, à nossa disposição em qualquer momento da nossa vida, principalmente nos momentos de dores e sofrimento. Pois então, se estamos passando por algum tipo de dificuldade a nossa vida, é momento para levantar a nossa fronte ao céu e rogar ao Pai o auxílio necessário à nossa existência. Como nos diz o Evangelho, se o socorro não está vindo de nenhum dos lados, chegou o momento para que possamos olhar para os céus e pedir que o auxílio está chegando no momento oportuno e necessário ao nosso aprendizado. Essas seriam as nossas reflexões e passo a palavra com a São Gisele. >> Obrigada, Lauds. Também agradecemos a nossa querida Andreia pelo excelente resumo. já também ao Laudes pelas eh reflexões iniciais desse capítulo emocionante, né, muito intenso e dando assim continuidade naquilo que o Laudos vem trazendo. Quando nós estamos passando pelos momentos de dificuldade, pelos desafios, pelos testemunhos que são, somos testados 24 horas por dia em todos em todos os setores da nossa vida, seja o pessoal, seja o profissional, o social, como é importante que nós nos lembremos desse precioso recurso da oração da prece. Nós sabemos que esse é um tema já muito estudado por nós aqui nesse grupo Sueli Caldas Schuber, desde a primeira obra, porque o benfeitor não se cansa de nos trazer a respeito da importância da oração. E como ele repete, nós também vamos repetir a lição, porque a gente

rupo Sueli Caldas Schuber, desde a primeira obra, porque o benfeitor não se cansa de nos trazer a respeito da importância da oração. E como ele repete, nós também vamos repetir a lição, porque a gente também sabe que através da repetição nós vamos ampliando a compreensão, o nosso conhecimento, despertando cada vez mais para essa realidade, despertando a nossa consciência para, enfim, de fato, adquirirmos esse hábito salutar e lutarmos contra essas investidas que chegam de fora. porque nos eh acessam através das brechas, como o Laus já nos trouxe, das brechas mentais que nós próprios abrimos. Como como todos somos ainda de barro, né, ainda somos muito frágeis, caímos muitas vezes. O importante é que possamos nos reerguer a cada queda e recomeçar. Então o capítulo 14, Filomeno de Miranda, vai já iniciando a respeito dessa prece, né, que Lício faz de grande desespero e endereça então esse pedido de socorro para a irmã emerenciana, que envia então Felinto e em seu lugar para socorrê-lo. E aí ele vai, né, em busca de Filomeno de Miranda, Dr. de Menezes, como Andreia muito bem já colocou no resumo. E aí então nós vamos eh vendo na doutrina espírita, nos livros da codificação, nos livros também de André Luiz, de Filomeno de Miranda, de Amélia Rodrigues, a nossa querida benfeitora, a respeito da prece como esse mecanismo de captação e de socorro, onde a espiritualidade superior, por possuir estruturas organizadas para processar esses apelos que partem da terra, tomam as devidas providências de acordo, claro, com o merecimento de cada um de nós. Lembrando que a misericórdia divina é antes de tudo, amor, né? Não é justiça. A lei é justiça, amor e caridade. Então, existem esses registros especiais que captam as rogativas nossas dos encarnados e também dos desencarnados da terra. e que as transformam em respostas de socorro celeste. E nenhum apelo no universo fica sem resposta, desde que seja um apelo sentido verdadeiramente com as fibras íntimas da alma, do coração, né? A oração é a a a forma como

m respostas de socorro celeste. E nenhum apelo no universo fica sem resposta, desde que seja um apelo sentido verdadeiramente com as fibras íntimas da alma, do coração, né? A oração é a a a forma como nós falamos com a divindade. Então, falamos com o nosso coração, com sinceridade. Mentes vigilantes que nos observam, que escutam atentamente a serviço desse bem que é ilimitado, vão atuando então quando a misericórdia é solicitada. A prece também intercessora, como nós vimos nesse capítulo, vai funcionar como um telefone com os avançados centros do amor divino, estabelecendo esse intercâmbio contínuo de energias, porque não há limite de distância para o pensamento que nós irradiamos com força, com vontade, com intensidade. Quantos e quantos foram e somos ajudados, auxiliados por pessoas que fazem preces a nosso favor? Então, não duvidemos desse poder que nos alcança, dessas energias, desses fluidos que estão em todos os lugares. E como Deus é amor, ele manda os seus emissários para socorrer a nós todos aqueles que precisamos. Então, é através da prece que nós vamos conseguindo suportar essas cargas dessas agonias, desses sofrimentos, das dores. Vamos tendo força e coragem para resistir a essas situações alucinantes sem que desfaleçamos, aurindo vitalidade através dessa resposta divina que jamais chega atrasada. Muitas vezes a gente pensa: "Deus não me ouve, Deus não me atende, eu estou aqui sofrendo". Mas na verdade, se pararmos para pensar, talvez não estejamos enxergando, não estejamos sendo capazes de sentir a presença amiga dos mentores, mas com certeza se eles não estivessem ao nosso lado, a queda já teria sido muito pior, porque ainda estamos nesse processo de dor e sofrimento por necessidade nossa, por resgate, por questão evolutiva, porque ainda não nos resolvemos para amar verdadeiramente. E nós vamos nos lembrar que André Luiz traz no livro Nosso Lar a respeito do ministério da oração e o trabalho espiritual. Na verdade, no livro ele vai descobrir que a colônia nosso lar é

adeiramente. E nós vamos nos lembrar que André Luiz traz no livro Nosso Lar a respeito do ministério da oração e o trabalho espiritual. Na verdade, no livro ele vai descobrir que a colônia nosso lar é dividida em seis ministérios. E aí que nós ficamos maravilhados quando é é eh passado no filme nosso lar, que nós conseguimos vislumbrar mais ou menos como seriam esses ministérios. E lá está então o ministério do auxílio, que é o que mantém o contato mais direto com o o umbral e a terra, e é o responsável por recolher os apelos que chegam e que as preces não se perdem no ar. elas vão chegando como vibrações que são captadas e registradas. Se nós temos aqui esses aparelhos que captam as ondas a da internet, as ondas da do rádio, enfim, dos satélites, imaginemos quão isso é maior e mais avançado no mundo espiritual superior. E aí no Ministério do Auxílio existem esses esses servidores que filtram esses apelos, vão identificando aqueles que possuem o coeficiente de sinceridade que é necessário para que haja esse socorro imediato. Então, Lízias, o mentor, vai explicar a André Luiz que muitas preces são apenas gritos de pavor, mas quando tem um pinho de fé ou de arrependimento, a prece brilha como se fosse um sinal luminoso, capaz de identificar aquele coração. E aí ele é facilmente localizado no umbral pelos socorristas, a importância da nossa sinceridade. E também ele vai destacar no capítulo 3 do livro a respeito da importância das preces coletivas. Nós também que temos como hábito nas casas espíritas fazemos as irradiações, nos reunimos em conjunto para orar por aqueles que pedem. E um dos momentos mais emocionantes do nosso lar é justamente a descrição dessa prece coletiva que é realizada pelo governador da colônia. E André Luiz vai descrever que no momento da prece, toda a colônia se liga mentalmente e através dessas telas gigantescas com sistemas de som, os milhares de habitantes da colônia oram juntos. E essa oração é como se uma chuva de luz e de fluidos revigorantes que não apenas sustentam a

e através dessas telas gigantescas com sistemas de som, os milhares de habitantes da colônia oram juntos. E essa oração é como se uma chuva de luz e de fluidos revigorantes que não apenas sustentam a colônia, são projetados para as zonas de sofrimento aqui do nossos umbrais e também pra terra, servindo para todos nós como alimento espiritual. Quando estamos em agonia, nunca estamos desamparados. Há também um trecho muito interessante em que André Luiz quer ajudar a sua família. e aqui na terra que ficou. E ele aprende então que existem as preces intercessórias, que orar uns pelos outros funciona como um depósito de energia. Quando nós oramos para alguém, por alguém, nós criamos um campo de força ao redor dessa pessoa que os mentores então utilizam como uma massa fluídica para realizar o trabalho da proteção e da cura ou da cura. E aí nós nos lembramos de uma história que o nosso querido Divaldo sempre contava em suas palestras quando ele falava sobre a oração. Poderíamos chamar talvez a história de o depósito de orações. Ele contava que havia então um casal que tinha um filho pequeno e a mãe era uma mulher de muita fé. Todas as noites ela orava com o filho ao pé da cama, mas o pai era cético, era materialista. não acreditava naquilo. Ele não apenas não acreditava, como também zombava da esposa, dizendo que ela estava perdendo tempo, falando pras paredes. Certo dia, ao ver a sua esposa orando, o marido pergunta ironicamente: "Para onde você acha que vão essas palavras que você joga no ar?" E a esposa, com muita sabedoria e paciência, respondeu que as orações eram como economias. Se Deus não as usa agora, dizia ela, ele as guarda em um depósito para quando os nossos filhos mais precisarem. Anos depois, o filho, já jovem sofre um gravíssimo acidente e é hospitalizado em estado crítico. O pai, desesperado do corredor do hospital e percebendo que a ciência humana havia chegado ao seu limite, já sem esperança, ele sente um vazio absoluto. Nesse momento de angústia total, o pai entra na capela do

esperado do corredor do hospital e percebendo que a ciência humana havia chegado ao seu limite, já sem esperança, ele sente um vazio absoluto. Nesse momento de angústia total, o pai entra na capela do hospital, senta-se ao lado do leito mais tarde e tenta orar, mas não consegue. Não tem o hábito, não sabe como fazer, como começar, a quem pedir, se pedir ou implorar, o que fazer. E aí ele percebe que não sabia orar. A sua conta espiritual estava vazia. E aí então que que ele se lembra da frase da esposa décadas atrás em um momento de profunda humildade por amor ao filho, ele diz algo assim: "Como assim mais ou menos? Meu Deus, eu não tenho nada a oferecer e não sei falar contigo, mas minha esposa disse que havia um depósito. Se houver algo guardado lá das orações dela e do meu filho, por favor, use agora para salvá-la. Na narrativa do nosso querido Divaldo, esse momento marca a transformação espiritual do pai. O filho sobrevive, mas a lição central não é apenas o milagre físico, mas a compreensão de que o amor e a prece criam um patrimônio espiritual. Nós somos seres espirituais. O ceticismo do pai se dissolve ao perceber que o depósito estava lá, guardando o momento em que a família mais precisaria de sustento. E aí nós vamos aprendendo que para que uma prece de socorro seja atendida com a vinda de um mentor, num benfeitor espiritual, é preciso que haja essa sintonia. sem a vontade de melhorar, de resistir, de ser fortalecido de quem pede o benfeitor, como encontra neste capítulo, muitas vezes dificuldades em penetrar nessa barreira vibratória da pessoa. Quando o L está lá no quarto lembrando do passado, eles não conseguem acessar a a o seu seus pensamentos, não conseguem induzi-lo a tomar uma decisão mais consciente, porque ele está lá preso nas memórias do passado. Não havia sintonia naquele momento. E aí então a recorremos também à lembrança de que a o templo espírita, a nossa casa espírita, ela nunca está inativa. Podemos fechar as portas, apagar as luzes, mas os benfeitores

nia naquele momento. E aí então a recorremos também à lembrança de que a o templo espírita, a nossa casa espírita, ela nunca está inativa. Podemos fechar as portas, apagar as luzes, mas os benfeitores permanecem lá trabalhando como um verdadeiro hospital, reunindo lá os fluidos, os mentores, as almas que precisam de socorro, fazem um verdadeiro laboratório fluídico, porque a espiritualidade se utiliza das vibrações, das orações para neutralizar esses miasmas que estão ali envolvendo a cada um que chega. chega pedindo auxílio e através da oração, então, os encarnados se convertem nesse canal de socorro divino. Porque nós então telefonamos, né, não tem até uma musiquinha da evangelização que fala que eh o número de telefone de Jesus é uma prece. Nós então telefonamos paraa espiritualidade amiga e os arquitetos espirituais podem para que eles possam então com a permissão de Deus, de acordo com a nossa o nosso merecimento, virem eh ao nosso auxílio. E então para encerrarmos, indo ao encerramento da dos nossos aprofundamentos, gostaríamos de trazer aqui uma passagem contida no livro Trigo de Deus da Benfeitora Amélia Rodrigues, por Divaldo Franco, no capítulo 17, em que nós vamos eh estudar a respeito da necessidade vital da oração, conforme recomenda o próprio Jesus. Nesse capítulo, um dos discípulos diz a mentora que essa passagem ela deve ter ocorrido logo depois do sermão do monte e que estariam então reunidos depois daquela maravilhosa apresentação de Jesus. E um dos apóstolos, um dos discípulos questiona o Mestre sobre o porquê dele, sendo o Messias, sendo o filho do homem, o filho de Deus. tinha necessidade de buscar o silêncio e a oração após as tarefas. Ele observava que Jesus sempre se recolhia para orar e para ele aquilo não fazia sentido, porque já que ele já é, já que Jesus era, né, e é o Salvador, por que que até ele precisaria orar? E a resposta de Jesus, resumidamente é uma analogia perfeita, porque Jesus vai afirmar que a alma tem necessidade de pão, de oração, tanto quanto ou mais

Salvador, por que que até ele precisaria orar? E a resposta de Jesus, resumidamente é uma analogia perfeita, porque Jesus vai afirmar que a alma tem necessidade de pão, de oração, tanto quanto ou mais do que o corpo tem necessidade de pão. E aí eu quando li essa passagem me perguntei: "Nossa, eu eu como mais vezes por dia do que oro. Eu alimento mais o meu corpo do que a minha alma. Isso gera para nós uma reflexão, um convite para mudança de hábito. Então, assim como o corpo físico defino, a alma perde a vitalidade sem a conexão com a fonte divina. Ele explica, Jesus explica então ao discípulo que a chama que ilumina gasta o combustível que a sustenta. E ele como sendo a luz do mundo também em contato conosco enquanto humanidade de de sofredor obsidiada, também gastava a sua fonte de energia e precisava então reabastecer-se junto ao Pai mediante a oração. E através desse recolhimento da prece, ele então conseguia novamente o combustível para que a sua chama permanecesse acesa. Então Jesus ensina que orar é buscar Deus para absorver as resistências em seus recursos que são divinos. e que a prece não vai mudar a vontade de Deus, mas a nossa capacidade de resistir às investidas da das trevas. Dias atrás, nós estávamos fazendo a prece em casa, lendo a mensagem e aí o nosso filho fazendo comentário a respeito da prece, ele a gente perguntou para ele: "Você entendeu a mensagem?" Ele disse sim, que a gente tem que fazer oração para nada de ruim acontecer com a gente. Então esse é o primeiro entendimento que a gente tem. Quando vamos estudando a doutrina a fundo, vamos compreendendo que Deus não vai tirar do nosso caminho a dor e o sofrimento, mas vai trazer muito alívio, muita força, muita sustentação, vai sim também nos tirar de muita fria, como nós estamos vendo aqui neste capítulo 14. Então, a prece ela vai funcionar como a chuva que irriga o solo e retorna à nuvem. É um ciclo de intercâmbio energético onde nós vamos dando o nosso pensamento e vamos recebendo a força do alto.

o 14. Então, a prece ela vai funcionar como a chuva que irriga o solo e retorna à nuvem. É um ciclo de intercâmbio energético onde nós vamos dando o nosso pensamento e vamos recebendo a força do alto. E ao fim desse capítulo do livro Trigo de Deus, então quando Jesus vai falando sobre as explicações da necessidade da oração como um dever nosso, né? Não como algo que nós devemos escolher se vamos ou não orar, mas deve ser um dever nosso. Ele também vai falar a respeito do Ministério da Oração, dizendo que é um dos mais delicados setores, exigindo ABS servidores que se encarregam de registrar as solicitações em preces, selecioná-las e cuidar do seu atendimento conforme a procedência de cada emissão da onda mental. não é da palavra que sai mais do fluido que nós irradiamos, do sentimento que sai do nosso coração. E aí depois que ele dá toda essa explicação, então um dos apóstolos lhe pede: "Senhor, então ensina-nos a orar." E é aí que ele nos deixa, o Pai nosso, começando, Pai nosso que estais nos céus e até hoje permanece como sendo a oração dominical, a oração que Jesus nos deixa e que Allan Kardec vai colocar lá no final do Evangelho Segundo Espiritismo, a explicação, o aprofundamento de cada frase, o que que Jesus quis nos ensinar, nos trazer a respeito de cada frase contida no Pai Nosso. Então, a prece é a ferramenta que permite aos mentores intuírem aquele que precisa, aquele que pede, aquele que roga, fortalecendo a sua resistência moral contra as investidas da treva. Não temos como falar de desobsessão sem aliarmos ao tratamento desobsessivo, a prece, a fluidoterapia, o evangelho no lar, a água fluidificada. Então, se o próprio Cristo buscava o silêncio para orar e sustentar a sua luz, quanto mais nós que estamos em processo de libertação espiritual. E assim nós agradecemos a todos e devolvemos a palavra pra nossa querida Andreia. Maravilha. Muito obrigada, Laudes e Gi. Foram contribuições riquíssimas e mensagem belíssima. As histórias que você trouxe também, Gi. A gente

a todos e devolvemos a palavra pra nossa querida Andreia. Maravilha. Muito obrigada, Laudes e Gi. Foram contribuições riquíssimas e mensagem belíssima. As histórias que você trouxe também, Gi. A gente realmente recomenda a leitura. E ficamos até a próxima semana, quando haverá ainda mais duas, haverá duas reflexões em torno desse capítulo. Se você não teve oportunidade de ler o capítulo 14. Rogamos a todos uma noite de muita paz e que o mestre Jesus possa nos abençoar a todos. Muita paz.

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