Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E2 – Cap. 1: Programação de Novas Tarefas
Dando continuidade à sétima temporada do Estudo da Obra, o Grupo Suely Caldas Schubert inicia o estudo do primeiro capítulo do livro Loucura e Obsessão, ditado pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda e psicografado por Divaldo Franco. Neste episódio, são apresentadas as diretrizes espirituais para uma nova etapa de trabalho da equipe desencarnada liderada pelo Instrutor Dr. Bezerra de Menezes, em sua missão de assistência a irmãos encarnados em sofrimento psíquico e moral. » Host e resumo: Gisele Risso » Aprofundamentos: Laudelino Risso e Vitor Silvestre 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessão #EstudoDaObra #Capítulo1 #ProgramaçãoEspiritual #Espiritismo #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #ObsessãoEspiritual #TVMansãoDoCaminho #GrupoSuelyCaldasSchubert *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite, queridos amigos, queridos irmãos. É com grande alegria que nós estamos aqui mais uma vez reunidos nós do grupo de estudos online Sueli Caldasuber para estudarmos mais uma obra do benfeitor espiritual Manuel Filomeno de Miranda pelas mãos do médium Divaldo Pereira Franco. Hoje, entre os corações, amigos e irmãos do Laud Vítor, vamos iniciar então o primeiro capítulo do livro Loucura e Obsessão. Mas antes de entrarmos no resumo e nos aprofundamentos, convidamos a todos para nossa prece de abertura. um divino amigo, pastor de todos nós. Agradecemos por mais essa oportunidade de estarmos reunidos em seu nome para aprendermos um pouquinho mais a respeito dessas verdades que despertam a nossa consciência, amplificam o nosso entendimento e também nos conectam com o mundo espiritual mais elevado. Sabemos da presença dos amigos espirituais que nos intuem, nos acompanham, nos abraçam e também a eles a nossa gratidão por tanto carinho, por tanto esmero para com todos nós. dessas benesses que h recebemos nesses minutos de estudos. Permaneçam conosco ao longo desta noite. Que possamos nos manter vinculados com a espiritualidade superior e sermos continuamente amparados por ti. Que assim seja, Senhor. Então, nós vamos iniciar com o resumo do primeiro capítulo do livro, então, Loucura e Obsessão. Na aula passada nós tivemos a introdução, né, da obra e e aí o capítulo se intitula Programação de Novas Tarefas, onde o benfeitor Filomeno de Miranda vai anunciar, né, como que ele iniciou todo esse processo de estudo como um verdadeiro jornalista do mundo espiritual para nos relatar aqui os encarnados a respeito da realidade do mundo espírita, do mundo espiritual, dizendo que ele depois da desencarnação ficou um tempo até eh se recuperar, até conseguir iniciar os os labores e sempre muito interessado em estudar os alguns comportamentos alienados das criaturas humanas sob a luz do espiritismo e que também sempre chamaram a atenção dele. as comunicações de entidades que se apresentavam com modos singulares,
ar os alguns comportamentos alienados das criaturas humanas sob a luz do espiritismo e que também sempre chamaram a atenção dele. as comunicações de entidades que se apresentavam com modos singulares, atadas a lembranças do sincretismo religioso que viveram, assumindo posturas que pareciam esquisitas, preservando nos diálogos os vocábulos africanistas e tomando atitudes que eram remanescentes dos atavismos animistas dos quais elas precediam. Então que passado então esse período de adaptação que ele foi submetido na esfera nova, né, na esfera espiritual, reintegrado no serviço da autoiluminação e do auxílio fraternal, ele passa a colher mais informações, anotando as experiências que o capacitavam para que ele tivesse uma cuidadosa apreciação dos mecanismos dos cultos afro-brasileiros, tanto quanto de certas crendices e superstições do gosto de tantas pessoas de todos os países que ainda preservam esses hábitos e que são dedicadas, né, à sua divulgação. E com a doutrina espírita, Filomeno aprendeu que a revelação da verdade é sempre gradativa e que de período em período, missionários do amor e da sabedoria se reencarnam com o objetivo de promover o progresso cultural, científico, social, especialmente religioso dos homens, procurando nos libertar, né, dessas amarras com a retaguarda, com a ignorância. Então ele não se furta a realizar investigações em loco, em variadas escolas da fé religiosa, convicto de que fora da caridade não há salvação, conforme prescreve Allan Kardec. E ele vai concluindo que sempre é o espírito encarnado o agente responsável pelos distúrbios que padece numa contro como noutra área da saúde mental. E porque acompanhasse, né, Filomeno acompanhasse de perto o interesse nesse setor, o Dr. Bezerra de Menezes, né? o benfeitor, vendo que ele tinha esse interesse, sempre que nos seus muitos compromissos permitiam, quando defrontando as tarefas desse eh porte, ele notificava Filomeno de Miranda, oferecendo a ele a oportunidade de estar ao seu lado, observando as técnicas postas em prática
compromissos permitiam, quando defrontando as tarefas desse eh porte, ele notificava Filomeno de Miranda, oferecendo a ele a oportunidade de estar ao seu lado, observando as técnicas postas em prática para a libertação dos enfermos, tanto quanto levando Filomeno aos núcleos de fé, onde são praticados os diferentes cultos animas com o respeito e a consideração que todos eles nos merecem, né, toda crença e toda expressão de liberdade humana, particularmente no setor das confissões religiosas. E graças a esse intercâmbio, com objetivos de pesquisa e aprendizado, surgiu excelente ocasião para que seguisse então o nobre mentor e participar por algum tempo dessas atividades socorristas, tendo em vista o drama de um jovem portador de esquizofrenia, cuja mãe era possuidora de expressivos títulos de merecimento, que era então essa senhora, essa mãe, de formação católica de nome Catarina Viana, que após a desencarnação do esposo em em Pédogles, ela viu o filho Carlos mergulhar lentamente em aparente processo de psicose maníaco-depressiva, que foi se agravando com tempo até cair numa terrível situação diagnosticada como catatonia, após ter vivido diversas fases de desequilíbrio mental. sem que os cuidadosos tratamentos psiquiátricos com constantes internações hospitalares houvessem conseguido solucionar ou pelo menos amenizar a situação. O rapaz de 20 anos, oito dos quais ele padecia da enfermidade que o empurrava pelo declive da loucura, aparentemente não tinha possibilidade de retorno ao equilíbrio. Pessoas amigas insistiam com a senhora para que ela fosse buscar socorro espiritual mediante a consulta de um cavalheiro muito conhecido na comunidade em razão de trabalhos de libertação mediúnica a que ele se dedicava, se utilizando de práticas estranhas, mas de resultados positivos. A dama relutou muito em fazer essa busca, essa procura, por conta das suas convicções doutrinárias. No entanto, diante dos inúmeros exemplos que foram trazidos ao seu conhecimento, após ela orar e se entregar a Deus, ela
em fazer essa busca, essa procura, por conta das suas convicções doutrinárias. No entanto, diante dos inúmeros exemplos que foram trazidos ao seu conhecimento, após ela orar e se entregar a Deus, ela se resolve a consultar o médium, acompanhada de uma dedicada amiga que se dizia praticante deste culto, né, por pelo médium desenvolvido. Então, este seria o ponto de partida para os novos estudos que Filomeno estaria se dedicando por sugestão do Dr. Bezerra de Menezes, que se encontrava interessado em auxiliar aquela família que pedia ajuda e cujo problema já era do seu conhecimento e que agora nós estamos aí ansiosos por ler os próximos capítulos para saber, né, o desenrolar dessa desse dessa trama. Então agora nós passamos primeiramente ao nosso querido Víor, que vai iniciar os seus aprofundamentos a respeito desses temas. Boa noite, Víor. Seja bem-vindo. A palavra está com você. >> Boa noite, Gisele. Boa noite, Laudes. Boa noite a todos que nos assistem. eh todas as nossas agradáveis quartas-feiras ou na repetição aos domingos em que essa nova obra é trazida para as nossas reflexões. E hoje, eh, conforme a Gisele no seu resumo, na parte inicial, eh, a linhav, eh, nós vamos encontrar que no prefácio desse livro próprio chamado Loucura e Obsessão, o Manuel Filomeno, ele vai dizer que estava acompanhando alguns casos, né, num núcleo de sincretismo afro-brasileiro, onde onde encontravam a presença de Deus e a abnegação da caridade cristã, conforme os ensinamentos de Jesus. E nesse capítulo de hoje, eh, Manuel Filomenos vai dizer que, eh, a questão que despertava bastante a atenção dele a respeito das comunicações de entidades que se apresentavam com esses modismos, né, eh, que estavam vinculados às lembranças do sincretismo religioso, eh, que viveram em épocas, né, mais passadas, preservando as posturas, diálogos, os vocábulos africanistas, etc. Então, quando se fala assim em sincretismo religioso, e vamos observar que esse livro todo vai abordar essa temática, porque toda a parte em que Dr.
posturas, diálogos, os vocábulos africanistas, etc. Então, quando se fala assim em sincretismo religioso, e vamos observar que esse livro todo vai abordar essa temática, porque toda a parte em que Dr. de Menezes e Manuel Filomeno vão trabalhar, vão se dar numa determinada casa em que essas posturas africanistas se dão, mas de uma forma mais serena, mais suave, né? Então, o que que significa sincretismo, né? Eu estava pegando algumas orientações aqui. Se a gente for perceber no no dicionário de significados, sincretismo significa uma fusão de diferentes doutrinas para eh a formação de uma nova, seja no âmbito filosófico, cultural ou religioso. E sendo que o sincretismo ele vai guardar as características típicas daquelas doutrinas que fizeram ter que formaram a fusão, sejam rituais, eh superstições, processos, ideologias, etc. Isso no sentido lato, né? Agora, no sentido religioso, sincretismo é uma fusão de diferentes cultos ou doutrinas religiosas com reinterpretação de seus elementos, né? Eh, nessa acepção, eh, vai se perceber a fusão de superposição, de crenças, de origens diversas que vão permitir a formação de uma nova, atendendo as bases em suas questões eh individuais. Quando se fala então em sincretismo no Brasil, eh as pessoas acham que eh inicialmente os os escravos foram trazidos, se encontraram com os dominadores, né, no caso os portugueses e com os índios e formaram. Não, mas já o os muitos escravos que chegavam ao Brasil, eles já tinham passado pelo processo da sincretização. Eh, o pesquisador Thorton, ele vai dizer que em determinadas pesquisas eh a antiga penetração de práticas do cristianismo europeu no continente a africano já era percebida a partir da presença eh de missionários portugueses desde o século eh XV, né? principalmente nas áreas que ele denomina aqui de Congo, Angola, Gâmbia, Serra Leoa, Guiné, eh Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, etc. Então, essas práticas eh cristãs que os portugueses traziam eh já sofreram, já propiciaram junto aos africanos uma forma de sincretismo.
ia, Serra Leoa, Guiné, eh Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, etc. Então, essas práticas eh cristãs que os portugueses traziam eh já sofreram, já propiciaram junto aos africanos uma forma de sincretismo. E essas práticas cristãs também foram traduzidas eh por determinados missionários também espanhóis e italianos, reforçando a a situação de um sincretismo, né? Então eles já chegavam, os escravos, vamos dizer, entre aspas, batizados e cristianizados, muitos deles, né? Eh, e quando isso acontecia, os próprios eh nativos já catequizados, eles também propagavam, vamos dizer assim, essa formação cristã fazendo a base de um primeiro passo do sincretismo, né? Agora, eh, da África para o Brasil, essa a escravidão se inicia em 1550, eh, mas os registros eh, vamos dizer históricos remetiam a à década seguinte, de 1560, porque os escravos eh africanos, eles eram uma alternativa, né, considerados como alternativa aos indígenas escravizados e que já estavam diminuindo a oferta, vamos dizer assim, né, em termos comerciais, da possibilidade do índio. Eh, então houve essa proposta de trazer eh os escravos africanos para o Brasil e eles chegavam, né, em situações bastante dolorosas, eh, naqueles navios negreiros, né, ou tumbeiros, como é que eles chamavam aqui. Nessa situação, existe um mapa que relaciona a origem e destino desses escravos. Eh, quem veio os escravos trazidos de Guiné Bissal? Eles eram encaminhados para Belém e para São Luís. Quem estava na costa do Moria ou da Mina, aliás, vinham para Belém, eh, Salvador e quem estava em São Tomé, Príncipe, Luanda e Benguela iam pro Rio de Janeiro, Salvador e Recife. e existiria uma eh um prolongamento assim da escravidão do Rio de Janeiro e Santos para Buenos Aires, a região mais ao sul. Isso é interessante porque esse esse contexto ele veio fazer com que essas três raças agora, né, o negro, o o indígena e o o branco, vamos dizer assim, o eles traziam a a as suas contribuições para que, no caso da religião afro, é a forte eh manifestação da mediunidade
essas três raças agora, né, o negro, o o indígena e o o branco, vamos dizer assim, o eles traziam a a as suas contribuições para que, no caso da religião afro, é a forte eh manifestação da mediunidade ade, principalmente de efeitos físicos. A doutrina cristã veio trazer a as contribuições com relação às aos pecados, né, vamos dizer assim, as dores, a a própria figuração do Evangelho de Jesus numa outra perspectiva. e os índios indígenas vieram trazer bastante eh contribuição na questão das forças da natureza, inclusive na na questão até de uma medicina bastante primária, o chamanismo ou os pajestes, etc. Então esse é o terreno bastante facetado, né, multifacetado, aonde as lições espíritas vão ser semeadas, nãoé? Eh, é interessante. Então, só pra gente eh eh mensurar aqui, quando se fala em espiritismo, a gente tá baseando Kardec, livro dos espíritos, abril de 1858. eh foca o espiritismo na natureza dos espíritos, suas relações com o mundo material, falando sobre a reencarnação, evolução espiritual, etc. Pratica a mediunidade o espiritismo em um ambiente organizado como centros espíritas para comunicação de espíritos e estudos. não utiliza imagens, rituais específicos ou símbolos cabalísticos, focando mais na moral e na caridade. Então, essa base do espiritismo é interessante ser dita logo no início pra gente fazer algumas derivações do sincretismo religioso no Brasil. Eh, por exemplo, a Umbanda. A Umbanda, quando se vai falar em Umbanda, eh, inicialmente, na época da escravidão, não existia Umbanda no termo que ela é considerada hoje, porque a Umbanda ela ocorre oficialmente no Rio de Janeiro em 1908, ou seja, bem depois da doutrina espírita. É quando um jovem médium Zélio, eh, de Morais, Fernandino de Moraes, que foi acometido por uma paralisia, ele recebe visita de espíritos que se manifestam através dele, eh, fazendo e e à frente desses espíritos surge o chamado cabôclo das sete encruzilhadas, né, que essa entidade vai anunciar a fundação de um novo culto, A Umbanda, caracterizada
ifestam através dele, eh, fazendo e e à frente desses espíritos surge o chamado cabôclo das sete encruzilhadas, né, que essa entidade vai anunciar a fundação de um novo culto, A Umbanda, caracterizada pela prática da caridade, a incorporação de cabocos e peretud velho e petos velhos e a busca da cura espiritual. Então, a Umbanda como religião organizada, ela vai se dar em 1908, mas a época da escravidão já existiam outras eh situações ligadas ao mediunismo, eh, que foram trazidas pelos próprios escravos africanos, né? eh que nós vamos falar daqui a pouco, seriam mais o Andomblé e outras eh vertentes. O culto, eh, vamos dizer, espiritualista, que foi sincretizado por elementos afro-brasileiros e cristão e do medionismo, conforme a gente relatou no início, difere muito quanto a prática da e a doutrina com que ela é exposta, né? Porque os umbandistas são baseados no animismo e na mediunidade e são praticados inclusive também com a a construção de um processo de cura, do equilíbrio espiritual também, da caridade evangélica, orientação moral e etc., né? Então, eh, fazendo o resumo da Umbanda, é uma religião sincrética brasileira, com influências do espiritismo, candomblé, catolicismo e religiões indígenas. a gente vai falar influências do do espiritismo, porque no próprio estudo da casa em que, vamos dizer Manuel Filomeno junto com o Dr. Bezerra de Menezes coloca como ponto de apoio das suas atividades, eles estudam Allan Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Então, por isso que tem influência do espiritismo. Eh, o Umbanda acredita na comunicação com os espíritos, principalmente através dos guias espirituais que se manifestam em terreiros. Eles cultuam os orixás, as divindades africanas que representam as forças da natureza. Utiliza rituais, altares, símbolos como pontos riscados em seu culpos. Isso vai ser mais observado no capítulo dois desse livro, né, quando Manel Filomeno vai descer a comentários bastante interessantes. E a prática da Umbanda envolve a incorporação de entidades pelos médiuns
vai ser mais observado no capítulo dois desse livro, né, quando Manel Filomeno vai descer a comentários bastante interessantes. E a prática da Umbanda envolve a incorporação de entidades pelos médiuns que podem ser cabocos, pretos velhos, etc. E algum e indígenas também, não é? Já agora, o candomblé eh era uma prática religiosa observada durante a a escravidão, eh em que os escravizados mantiveram muitas vezes em segredo as origens, né, deles, eh, trazidas da África e que para poderem expressar o seu culto faziam o sincretismo com elementos do cristianismo, né? Aí misturaavam santos, né, na prática devocional, mas na realidade queriam relembrar e não perder de vista as suas origens, né? O candomblé eh foi de origem africana trazida pelos escravos, principalmente das religiões eh iorubás, banto e geg. As divindades são os orixás que representam as forças da natureza. Aí tem o Yamanjá que é do mar, né? O chum que é rios e cachoeiras e Xangô da justiça. As práticas do candomblé também tem rituais com danças, cantos, oferendas. Alguns têm sacrifícios de animais e comunicações com os orixás através de médiuns, né? E o conceito da da do candomblé se foca mais na ancestralidade, eh, com relação à sua natureza e a sua, o seu processo de iniciação e participação de rituais. Uma outra derivação que se encontra eh nos estudos é a quimbanda. A quimbanda, muitas vezes ela é associada frequentemente a práticas consideradas negativas ou malignas por algumas pessoas, mas ela não se limita exclusivamente ao trabalho para o mal. A quimbanda, como religião afro-brasileira, ela lida com energias eh e entidades espirituais, chamar os exus, pomba giras, que são os intermediários entre o mundo material e espiritual, que podem atuar tanto em situações positivas quanto negativas, dependendo da intenção e do contexto contexto dos trabalhos, né? Eh, uma coisa que se nota quando se estuda as questão do sincretismo é que em alguns casos esses espíritos ancestrais podem ser recebidos com preconceitos,
ão e do contexto contexto dos trabalhos, né? Eh, uma coisa que se nota quando se estuda as questão do sincretismo é que em alguns casos esses espíritos ancestrais podem ser recebidos com preconceitos, muitas vezes sendo marginalizados ou visto como entidades primitivas. No entanto, vai dizer que o texto que aquelas criaturas que se dedicam a estudo e prática séria do espiritismo reconhecem a importância e a sabedoria dessas entidades. O livro que estamos estudando é prova disso. Ou seja, no decorrer a gente vai perceber logo de cara o o no capítulo dois, a emergenciana, né, que vai ser o espírito guia do médium e como que é a cultura dela. E para isso eu peguei alguns trechos aqui do livro eh do Herculano Pires, chamado Ciência Espírita, no capítulo a respeito dos trabalhos em que essas entidades realizam, eh, muitas vezes em reuniões mediúnicas espíritas ou mesmo nos terreiros, né? Então, tem um caso aqui em que o o Herculano fala assim, ó: "E também não se espante com a presença de índios pretos, velhos e cabocos, que eles costumam ter, além da sabedoria própria de suas origens, outros conhecimentos médicos mesmo." Ele vai falar aqui, lembre-se que o grande Caiba Schutel, espírita de todos os méritos, passou por essa experiência quando ele resistiu à manifestação de um preto velho, mas no final da reunião ele teve que confessar a um amigo dele, urbano de Assis Xavier. Nunca gostei dessas manifestações de negros e índios, mas o seu pai, Jacó encheu-me as medidas, revelando um conhecimento doutrinário que me assombrou, né? Esse pai Jacó, eh, no livro Ciência Espírita que eu mencionei, ele eh ele havia sido um médico holandês numa reencarnação interior, mas ele preferiu eh mostrar ou manter a forma dele na última como Preto Velho, onde ele aprendeu a desenvolver um pouco a sua humildade. E tem o caso do próprio Arigó também, que o Herculano Pires na vida Arigó, no livro Arigó, vida e mediunidade, martírio, vai falar que tinha um chefe pigmeu africano de nome Pacudo, que ele comandava um
tem o caso do próprio Arigó também, que o Herculano Pires na vida Arigó, no livro Arigó, vida e mediunidade, martírio, vai falar que tinha um chefe pigmeu africano de nome Pacudo, que ele comandava um exército, vamos dizer assim, bastante numeroso, o cuja função desse exército era guardar o recinto, impedindo a invasão de espíritos perturbadores, etc. durante o trabalho do Arigó. E também Von Pereira passou por uma situação dessa, pelo livro pelos caminhos da mediunidade, em que ela diz que tava num num processo e de exteriorização durante a sua o seu sono, né? E ela utilizou a palavra meu espírito. No caso era ela mesmo. Eh, meu espírito foi salvo pelo Charles, mas ele não podia lá naquele local me retirar daquele antro. Então, o que que o Charles fez? Serviu-se da linha de umbanda, useram uma corda por onde desciam os espíritos. É por isso que eu respeito a Umbanda. Eu vi. Quem falou isso foi eh Ivone Pereira, né? E vamos lembrar também aqui no próprio Ivone Pereira, nos dramas da obsessão, ela fala claramente aqui que eu, né, eh, quem tá falando aqui é Bezerra. Eu levava, no entanto, em nossa comitiva, o indígena brasileiro da raça Tamoio, espírito hábio, honesto e obediente, e que se voluntariamente associara à nossa falange. Ele era, exercia uma chefia militar, porque ele antes havia sido antigo chefe de hordas guerreiras da Arábia e agora como cacique da tribo dos tamores, né? Vamos lembrar aqui pra gente não perder o próprio Divaldo, né, quando criança ainda, ele vinha brincar com com Jaguara Sul, né, Jaguaraçu, se não me engano, no quintal, tinha uns 5 anos mais ou menos, né? Agora eu eu relatar a experiência lá no Joana de Angeles, aqui em J de Fora, né? Eu nós tivemos a oportunidade nas reuniões de ser auxiliados em determinados atendimentos bastante assim, vamos dizer, eh, condensados, bastante fortes, por entidades que se mostraram espiritualmente, como pretos velhos, indígenas, retirando, entre aspas, trabalhos deixados por obsessores eh nas residências das pessoas. pessoas cujos
bastante fortes, por entidades que se mostraram espiritualmente, como pretos velhos, indígenas, retirando, entre aspas, trabalhos deixados por obsessores eh nas residências das pessoas. pessoas cujos nomes estavam sendo ventilados na hora da reunião, né? Então, é eh eh é muito interessante a gente abordar esse eh essa situação, porque o próprio Deolindo Amori, nesse livro Espiritismo, as doutrinas eh espiritualistas vai dizer que cada um interprete o evangelho segundo suas luzes. Nem todos têm suas mesmas crenças, mesmas inclinações e a mesma receptividade, né? E então ele vai falando que em matéria religiosa, por mais forte que seja a persuasão dos dirigentes espirituais, eh não se pode deixar de respeitar as propensão de foro íntimo, né? Ele vai dizendo coisas assim. E eu peguei um texto eh aqui ainda com o Herculano Pires dizendo que o sincretismo preparou a sensibilização dos brasileiros para a recepção do espiritismo, né? Isso é interessante a gente observar. E eu peguei um trecho aqui do Raul do livro Diretrizes e Segurança, questão 59. Por que é que comumente não vemos comunicações de pretos velhos ou de cabocos nas sessões mediúnicas espíritas? Isso se deve a algum tipo de procedimento? Raul fala. A expressão da pergunta está bem atalhar. Realmente, a maioria dos participantes não vê os espíritos que se comunicam, mas eles se comunicam. O espiritismo não tem compromisso de destacar essa ou aquela entidade em particular. Se as sessões mediúnicas espíritas são abertas para o atendimento de todos os tipos de espíritos, por que não viriam os que ainda se apresentam como pretos, velhos ou novos, brancos, amarelos, vermelhos, índios ou cabôclos e esquimósos? O que ocorre é que tais espíritos devem se ajustar às disciplinas sugeridas pelo espiritismo e só não as atendem quando os seus médiuns igualmente não as acatam. É interessante observar isso. Muitos espíritos que se mostram no além como antigos escravos africanos ou como indígenas falam normalmente sem três jeitos, né? Então,
médiuns igualmente não as acatam. É interessante observar isso. Muitos espíritos que se mostram no além como antigos escravos africanos ou como indígenas falam normalmente sem três jeitos, né? Então, eh eh dizendo ele que se o o idioma do passado reencarnatório da pessoa tá ali, por que não falar o médium em português? Porque o médium capta o pensamento da entidade e o reveste com palavras, né? Então não há preconceito nas sessões espíritas. eh, procura se manter o respeito à entidade, tal, tal, buscando assim a coerência com novas propostas para não entrar naquilo que o Manuel Filomeno fala de modismos, de vocábulos, etc., né? Então, eh, eu acho que essas seriam as considerações a respeito desse tema sincretismo religioso. E eu passo a palavra aí para Gisele. >> Obrigada, Vittor. Foi uma aula muito interessante, né, como a alguns comentaram ali no nosso chat, um tema peculiar, né, e que nos interessa a todos, que você abordou com muita clareza. Então, muito obrigada. Agora nós vamos passar a palavra pro Laudes, que vai então dar continuidade aos aprofundamentos. Laudo, boa noite. A palavra tá com você. >> Boa noite, Vittor. Boa noite, queridos amigos que nos acompanham. Nossos votos de muita alegria e quantas curiosidades, né, sobre a temática que Víor vem nos trazendo para reflexões e estudos. Lembrava-me de Chico quando tava respondendo pergunta similar do pingafogo e trazendo um carinho respeito aos irmãos de outras doutrinas religiosas, incluindo a Umbanda, Candomblé e outras, e trazendo as suas narrativas e explicações. para as reflexões que eu havia programado paraa noite, eh, venho trazendo para que possamos atentar que quando Manuel Filomeno de Miranda estava alindo o caso de Catarina e o seu filho Carlos, ele estava avaliando um caso de esquizofrenia. Então, num livro de loucura e obsessão, Carlos estava sendo acometido de esquizofrenia, uma classificação da esquizofrenia, avançando no processo depressivo e levando depois a um estado catacônico. E esse estado mais profundo que pode
ssão, Carlos estava sendo acometido de esquizofrenia, uma classificação da esquizofrenia, avançando no processo depressivo e levando depois a um estado catacônico. E esse estado mais profundo que pode trazer às vezes paralisias motoras ou distúrbios motores e outras consequências secundárias a esse processo. Manuel Filomena de Miranda vai começar agora no decorrer do livro as verificações, os estudos para encontrar as raízes, as matrizes desses processos aonde estaria o sofrimento da mãezinha. mas também do seu filho Carlos. E um parágrafo do livro me chama e me despertou realmente procura atenção. Não é nada novo com relação aos estudos que estamos tendo nos livros de Manuel Fomeno de Miranda, porém da forma apresentada me chama atenção. Manuel coloca assim: "O espírito é encarnado, o agente responsável pelos distúrbios que padecem numa como noutra área da saúde mental. Ou seja, o espírito encarnado é o agente responsável pelos distúrbios. Então, quando nós pensamos que mesmo em processos que hoje, se nós pegarmos a etiologia do processo esquizofrênico ou mesmo catacônico, vamos avaliar que os distúrbios neurológicos, psiquiátricos ou de psicoses, aonde a mente começa a mandar estímulos para as produções hormonais inadequadas, fazendo com que o sistema sobrecarregue, as matrizes principais, está deixando de uma maneira muito clara Já na apresentação de Manuel Filomeno de Miranda que as raízes estão no espírito encarnado, ou seja, antes de estar atuando na carne, o espírito já traz consigo essas fragilidades para um novo reajustamento. Porém, quando nós vamos estudar dois livros em especial para complementar os nossos estudos, dois principais que pude me aprofundar nesse processo dos departamentos reencarnatórios. Um é o missionário da luz de Chico e André Luiz e o outro em memórias de um suicida, Vivon do Amaral Pereira e também apoiada por Leão Deni e o nosso espírito Camil Castelo Branco, Cândido Botelho, né? eh para trazermos a respeito dessas reflexões do programa onde o espírito
suicida, Vivon do Amaral Pereira e também apoiada por Leão Deni e o nosso espírito Camil Castelo Branco, Cândido Botelho, né? eh para trazermos a respeito dessas reflexões do programa onde o espírito traz consigo as programações para a sua jornada evolutiva. Quando ocorre as fragilidades fisiológicas, Ivone do Amaral Pereira define no departamento reencarnatório em um capítulo intitulado Prelúdios da Reencarnação. Ali ela vai trazer o departamento, dividindo o departamento em seis setores. O que desses setores quando Demetro e Rosália estão fazendo a apresentação aos visitantes, coloca que alguns departamentos os visitantes não poderiam adentrar, mas nesse departamento reencarnatório estariam ali colocando as programações para o corpo físico em suas limitações, mas também as condições emocionais, as condições que o espírito estaria disposto agora a conviver com os familiares, amigos e programações de contato que poderiam as sensações gerar distúrbios ou gerar condições para que o espírito agora na carne pudesse enfrentar aquelas condições. Ou seja, a presença da mãezinha, a presença de um irmão, a presença de um amigo, uma condição da existência é o suficiente para movimentar as questões hormonais do meu corpo físico, fazendo com que ele padeça uma crise de ansiedades mais profundas ou mesmo estados catacônicos, esquizofrênicos ou outros, a depender justamente de condições externas, mas já préprogram amadas para que o espírito endividado pudesse começar o seu avanço no processo reencarnatório. Ou seja, tudo está acontecendo num nível de programação. Quando nós vamos avaliar no estudo do capítulo da reencarnação dos missionários, no missionário da luz, aonde estamos vendo ali justamente também parte do Carlos fazendo todo o processo do acompanhamento, o Sigismundo, né, fazendo o processo do acompanhamento com relação a ao departamento reencarnatório. André Luiz vem nos apresentar a surpresa quando os instrutores espirituais estão estudando os mapas cromossomiais para projetar agora na futura jornada
to com relação a ao departamento reencarnatório. André Luiz vem nos apresentar a surpresa quando os instrutores espirituais estão estudando os mapas cromossomiais para projetar agora na futura jornada reencarnatória, exatamente as movimentações capazes para fazer com que aquele espírito de Carlos no processo reencarnatório pudesse ultrapassar especialmente os primeiros 7 anos. Vem destacando os primeiros 7 anos, aonde todo o sistema sanguíneo, a importância desse sistema vascular circulatório para que a as funções celulares pudessem justamente entendendo as questões do perespírito para o corpo, trazendo a alta relevância desses 7 anos, aonde o perespírito conseguiria formatar no corpo físico exatamente as programações que estavam destin adas naquela nova jornada reencarnatória. Não quer dizer que o espírito já não possa mandar as suas condições ao corpo físico já em primeiro momento, em meses de existência, mas até os 7 anos, o perespírito tende a modelar as questões celulares para os devidos e novos enfrentamentos, considerando esquecimento do passado, mas trazendo consigo toda uma memória perespiritual nas funções celulares para que o espírito ultrapassa a jornada. Não estamos falando de questões que envolvam deficiências expiatórias físicas, mas estamos falando aqui de um processo obsessivo ou da loucura e obsessão. Aqui, Manuel Filomeno de Miranda começa a avaliar o estado esquizofrênico que Carlos começa a desenvolver em um processo patológico grave, aonde a mãezinha com presses, já bezerra de Menezes sabendo do caso, faz com que então Manuel comece agora a aprofundar os seus estudos. Mas para nós que estamos aqui agora iniciando essa nova obra, vale a pena ressaltarmos que o espírito é o agente. Então, para que nós possamos trazer o estudo para fazer uma reflexão nas nossas próprias existências, para que possamos pegar o conhecimento e aplicar na nossa rotina, vale muito a pena atentarmos em quais são os momentos, condições ou agentes externos que podem modificar o meu
s próprias existências, para que possamos pegar o conhecimento e aplicar na nossa rotina, vale muito a pena atentarmos em quais são os momentos, condições ou agentes externos que podem modificar o meu padrão vibratório. Não digam que nós entraremos em um estado esquizofrênico, catapilético, catacônico ou outros mais graves momentaneamente. Mas muitos de nós podemos sofrer de distúrbios somotromocionais ou muitas vezes alterações fisiológicas mais intensas no nosso sistema neurovegetativo com a presença de um indivíduo, com talvez uma formatação verbal que se apresente externo. Eu acompanho uma conversa em três, quatro mesas distante de mim, uma fila que acontece e de repente uma ação me gera um impacto que faz com que o meu corpo físico sinta algo diferente. Por quê? Por que que ele está sentindo tais sensações? Qual é a onda vibratória que me afeta e me afeta de tal forma? Porque por quais condições? Sabendo que se o espírito é o grande responsável, as vibrações estão fazendo com que o meu espírito apresente a somatização ao corpo somático, porque o corpo é o agente agora com o efeito das reações espirituais. O corpo físico, ele vai trazer as suas vias aperentes e referentes em um sistema nervoso central, o neurovegetativo fazendo os processos de homeostasia e controle. Mas quando nós estamos falando que um espírito traz consigo os seus débitos, mas também os seus créditos entre virtudes e vícios, estamos destacando que o comentário do benfeitor vale para nós atentarmos as condições patológicas simples ou mais graves que estamos vivenciando para tentarmos quais são as condições que estamos trazendo do débito do passado, porque aí muito mais fácil fica, não para o enfrentamento dos desafios, mas para um planejamento do enfrentamento. Porque agora com maturidade eu consigo planejar sabendo as raízes primárias de tal fragilidade. Isso quando estamos sendo os o os artícipes, os principais acometidos de tal sensação. Porém, não podemos desconsiderar que a mãezinha Catarina tá
nejar sabendo as raízes primárias de tal fragilidade. Isso quando estamos sendo os o os artícipes, os principais acometidos de tal sensação. Porém, não podemos desconsiderar que a mãezinha Catarina tá com tanto sofrimento quanto não os físicos, mas o sofrimento de ver o filho em tal condição lhe faz clamar em oração ungida realmente de uma fé verdadeira para atrair esses espíritos para que pudesse iniciar o processo de socorro, não somente de estudo, mas de socorro que está iniciando agora no decorrer correr da obra para que possamos entender os mecanismos. Então, a mãe em posição que nós podemos nos colocar também na existência daqueles seres que estão convivendo conosco, sejam de amizades mais próximas, mas também de familiares que possam estar passando por problemáticas similares e entender por essa condição nos afeta de tal forma. e o que essa afetação pode promover ao meu progresso e quais são as condições que eu preciso amadurecer, talvez para auxiliar o envolvido ou também para que eu possa projetar o meu autocrescimento, porque às vezes a ação não é direta. Catarina, a mãezinha, não tem os recursos necessários para fazer com que ocorra o reequilíbrio físico do seu filho Car, mas está utilizando de técnicas de uma maneira muito profunda trazer as suas evocações e pedidos, fazendo com que os espíritos sequalificados para tais tarefas chegassem no auxílio. Será que nós estamos tendo o hábito ou estamos tendo a o conhecimento de utilizar desses recursos? Será que sabemos realmente o valor da prece da fé ou como realizarmos tais condições de pedidos aqueles que estão nos cercando? Porque nós podemos sim ser aqueles que estão colaborando para o início desses recursos para fazer com que o processo desobsessivo e com isso a melhoria física aconteça. Porém, não há uma melhora passiva. Não há como o paciente obter a melhora somente do sintoma, quando estamos falando de um processo aonde o espírito é o grande responsável. Então, a responsabilidade do espírito precisa fazer com que ele
ão há como o paciente obter a melhora somente do sintoma, quando estamos falando de um processo aonde o espírito é o grande responsável. Então, a responsabilidade do espírito precisa fazer com que ele aprenda e desenvolva num processo de uma lei do progresso tais condições que a vida que agora está sendo promovida com os tais sofrimentos lhe apresentam. Por mais que haja todas as condições e um ambiente favorável para que ocorra toda esse processo do da desobsessão ou do processo do refazimento físico, fundamental é que o espírito comece a entrar em mudanças de ações, pensamentos, mas principalmente fazendo com que o vínculo direto das suas condições mentais com O psiquismo divino faça com que as recargas atômicas celulares aconteçam para que a harmonia possa fazer com que o perespírito possa regenerar as futuras células. Porque estamos modificando nas mitoses em que o nosso corpo físico vai se refazendo naturalmente no processo existencial. As mitoses podem regenerar em um processo saudável ou patológico, mantendo a patologia no processo mitótico ou não, ou às vezes entrando em agravantes e agravando o quadro conforme as suas regenerações, uma regeneração não saudável, mas se acontece de tal forma, pode ocorrer da forma inversa. E quando a regeneração aconteça e a mente já goze de equilíbrio mental de tais condições, a regeneração vai fazendo-se cada vez em processo saudável, aonde o refazimento físico reflete a conquista mental. para que possamos somente fechar o parêntese em relação à responsabilidade do espírito para com as questões dos sofrimentos. é fundamental na nossa existência criarmos o hábito na disciplina para refletirmos as nossas sensações, sentimentos e as condições ambientais em que estamos vivendo. Hoje os estudos da epigenética sabemos que os ambientes podem alterar as questões hormonais e as monoaminas das nossas células. Sabemos que os estudos estão aprofundando e os ambientes sim podem nos transformar as sensações e também fazer com que o corpo físico padeça. Mas sabendo disso,
ais e as monoaminas das nossas células. Sabemos que os estudos estão aprofundando e os ambientes sim podem nos transformar as sensações e também fazer com que o corpo físico padeça. Mas sabendo disso, quais são os ambientes que eu estou escolhendo? Quais são os pensamentos que eu estou irradiando? Porque se estamos estudando, não é somente para que possamos armazenar as obras em título de conhecimento, para podermos expor a obra para um estudo íntimo ou direto da obra. Mas a ideia é que possamos pegar essas pérolas para as nossas próprias saúdes mentais e físicas e fazendo com que a doutrina espírita possa estar avançando na nossa melhoria individual. Já que a jornada é intransferível individual e cada um de nós temos os nossos próprios compromissos, é valioso que os estudos nos aprofundem reflexões. Então, que possamos no decorrer da semana organizarmos a nossa rotina em um tempo mental para avaliarmos as condições que estamos fazendo da nossa existência, para aproveitarmos os desafios, os desafios que podem estar associados como esse trama que estamos iniciando ou às vezes singularidades diferentes, mas dentro das projeções que os recursos que estão sendo atuados aqui, seja num processo de pedido de socorro Ou seja, nos processos para libertação desse sofrimento são os mesmos que poderemos utilizar nas nossas vidas. Então, o espírito é o grande responsável, ou seja, nós próprios somos os grandes responsáveis dos frutos que estarão sendo germinados no decorrer das sementes que estamos plantando hoje. Mas também estamos agora colhendo as sementes plantadas em existências passadas. E entender quais foram as sementes do passado nos faz criar agora consciência e responsabilidade para plantarmos semente em solo, talvez mais preparado. Mas as sementes agora não mais da discórdia, não mais da inveja, não mais da disputa, mas talvez agora a semente da caridade, do perdão, da indulgência, da benevolência, do amor, da justiça. ações que não somente para suar de uma maneira bonita, mas que para poder
não mais da disputa, mas talvez agora a semente da caridade, do perdão, da indulgência, da benevolência, do amor, da justiça. ações que não somente para suar de uma maneira bonita, mas que para poder trazer sentido verdadeiro pra nossa vida, definições concretas que não virão sem reflexões profundas. E a reflexão é aquele espírito comandando o corpo físico e fazendo com que a máquina pare por um período e nessa parada possa definir programas e futuros passos para o seu próprio crescimento. Então, acredito que a obra pode agora nos trazer grandes ensinamentos para aprofundarmos um pouco mais nesse drama da loucura e obsessão, que, sem dúvida, traremos para a nossa existência ferramentas necessárias para o nosso avanço, o nosso progresso e, sem dúvida com passinho à frente na nossa vitória do autodescobrimento. Esses seriam os comentários que gostaria de compartilhar com os irmos. Muito obrigado. >> Obrigada, Laudes. Eu acompanho e compartilho ali da do comentário da Edit, que são explicações profundas, complicadas, um assunto difícil que a gente consegue só algumas pinceladas aqui no estudo, né? Importante que a gente possa se aprofundar buscando essas bibliografias que o Laud e o Víor nos trouxeram para que o conhecimento se amplie ainda mais. Muito obrigada. E também gostaria de compartilhar aqui, lembrei do livro que a nossa querida Sueli escreve a respeito de Divaldo, uma vida com os espíritos. No final deste, ao final do livro, nos capítulos finais, ela vai trazer então uma narrativa de Divaldo de uma experiência de uma palestra que ele foi fazer em na Guatemala, que ele vai se referir ao palácio de Cristal e ao deus Huracã. Então, eh, ela inclusive escreve um artigo a respeito desse fato e vai desdobrando, eh, minodcências sobre a mediunidade, né? Como que pode, o Víor também falou um pouco sobre isso, como que pode essa acontecer essa comunicação entre entre espíritos encarnado e desencarnado que não falam a mesma língua, né, digamos assim. Então essa captação da ideia, da
alou um pouco sobre isso, como que pode essa acontecer essa comunicação entre entre espíritos encarnado e desencarnado que não falam a mesma língua, né, digamos assim. Então essa captação da ideia, da mente, então vale a pena a gente procurar no Google a respeito desse artigo que a nossa querida Suel escreve e também fazer a leitura eh dessa passagem no livro, porque é muito emocionante, muito rico para todos nós. Então, mais uma vez agradecemos a todos aqueles que estiveram conosco nesta noite. Deixamos aí já o convite para a semana que vem, porque como sempre os livros de Filomeno de Miranda são emocionantes, né? Cada capítulo um aprendizado profundo, uma surpresa, uma emoção diferente. Então, nosso abraço a todos. Fotos de alegria e de muita paz. Até semana que vem.
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