T6:E21 • Painéis da Obsessão • Processo Desobsessivo
No capítulo 20, o Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert mergulha na análise do delicado e profundo processo desobsessivo. Acompanhamos os esforços das equipes espirituais na tarefa de libertação de consciências envolvidas em complexas teias de sofrimento e vingança, revelando a importância do amparo fraterno, da oração e do esclarecimento doutrinário. 🎙️ Participações: • Host e resumo: Gisele Risso • Aprofundamentos: Laudelino Risso e Vitor Silvestre 🌟 Um episódio que ilumina os bastidores espirituais do trabalho de desobsessão e evidencia o papel dos encarnados como cooperadores ativos do bem. 🎥 Série: Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert 📅 Temporada 06 | Episódio 21 #Espiritismo #PainéisDaObsessão #Desobsessão #TrabalhoMediúnico #GrupoSuelyCaldasSchubert #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #EstudoEspírita #EvangelhoNoLar #DoutrinaEspírita
Boa noite, queridos amigos. É com grande alegria que nós estamos aqui mais uma vez para estudarmos o capítulo 20 do livro Painéis da Obsessão, psicografado pelo querido médium Divaldo Pereira Franco, pelo espírito do mentor espiritual, Manuel Filomeno de Miranda. Hoje estamos entre os corações amigos de Laudes e Vítor, que irão nos trazer os aprofundamentos. Antes então de entrarmos no estudo do capítulo, convidamos a todos para nos unirmos em oração. Amado mestre Jesus, divino amigo de todos nós, em mais esta noite em que nos reunimos em seu nome, te rogamos que as bênçãos do mais alto estejam conosco, nos envolvendo, asserenando as nossas emoções, nos conectando com as mentes dos mentores espirituais que trabalham na sua seara. para que nos permita absorver todo o conhecimento que os mentores nos trouxeram através dessas páginas luminosas, que nos sirvam de alerta, de exemplo e que possamos aplicar na nossa vida, na nossa vida íntima, na nossa vida social, familiar, que essas energias salutares que chegam até nós alcancem a todos os corações aqui reunidos, em especial ao nosso querido médium Divaldo, que ele também receba a nossa gratidão, o nosso amor, as nossas melhores vibrações para que ele permaneça em paz. Muito obrigada, Senhor. E que assim seja. Então, mais uma vez, sejam todos bem-vindos ao nosso estudo da noite. Nós iremos apresentar o resumo do capítulo 20. É um capítulo curto, mas intitulado processo desobsessivo, mas muito importante, porque nele a mentora espiritual Angélica, vai nos trazer consideráveis eh apontamentos a respeito desta problemática que nos envolve, né, a todos de certa forma, em grau maior ou menor. Então nós vamos pedir licença a todos para que possamos ler, como é o capítulo curto, ler o diálogo dela, na verdade as lições dela que passa para o mentor Filomeno de Miranda para que ele também nos retransmitisse. Então as lições a respeito da obsessão e desobsessão são essas. Diz ela que surgirão graves desafios. aqui ela falando do jovem Maurício, né, que
eno de Miranda para que ele também nos retransmitisse. Então as lições a respeito da obsessão e desobsessão são essas. Diz ela que surgirão graves desafios. aqui ela falando do jovem Maurício, né, que estava passando pelo processo desobsessivo, que mesmo assim diante do avanço que ele atingiu, os mentores conseguiram com ele, que foi estudado no capítulo anterior, ela diz que mesmo assim surgirão graves desafios e embates vigorosos, contínuos, que deverão ser travados, a fim de que a pouco e pouco ele se desenovele do cipoal em que se enroscou através dos tempos. A obsessão é resultado de um demorado convívio psíquico entre dois espíritos afins, seja por amor possessivo que desencadeia as paixões inferiores ou através do ódio que galvaniza os litigantes, emanando-os um ao outro com vigor. Quando são tomadas as primeiras providências pra terapia desalienante, surgem os efeitos mais imediatos como decorrência dessa atitude. Primeiro, a revolta do inimigo que muda a técnica da agressão, reformulando a sua programática perseguidora, mas atacando a presa com o objetivo de desanimá-la. Segundo, enseja uma falsa concessão de liberdade, afrouxa o cerco, permanece em vigília, aguardando a oportunidade para despir assalto fatal, no qual triunfem os seus planos infelizes. Na primeira hipótese, a vítima, não adestrada no conhecimento da desobsessão porque se sente piorar, raciocina erradamente que a medicação lhe está sendo mais prejudicial do que a enfermidade e inspirada pelo compra, planeja abandonar o procedimento novo, o que às vezes se realiza, permitindo a astuta entidade liberá-lo momentaneamente das sensações construtoras para surpreendê-lo mais tarde. quando as suas reservas de forças sejam menores e os recursos de equilíbrio se façam poucos viáveis. No segundo caso, sentindo-se menos opresso, o obsidiado se crê desobrigado dos novos compromissos e volta às atitudes vulgares de antes, tombando posteriormente na urgidura hábil do seu vigilanteiro espiritual, carcereiro espiritual. Jesus
sso, o obsidiado se crê desobrigado dos novos compromissos e volta às atitudes vulgares de antes, tombando posteriormente na urgidura hábil do seu vigilanteiro espiritual, carcereiro espiritual. Jesus afirmou com razão que o espírito imundo, ao sair do homem, anda por lugares áridos, procurando repouso, e não o achando, diz: "Voltarei para minha casa de onde saí." Ao chegar, acha a varrida e adornada. Depois vai e leva consigo mais sete espíritos piores do que ele. Ali entram e habitam. O último estado daquele homem fica sendo pior do que o primeiro. Sempre é conveniente recordar que todo obsidiado de hoje é ao goz de ontem, que passou sem conveniente correção moral, ora tombando na maldade que ele próprio cultivou. O vício mental decorrente da convivência com o hóspede gera ideoplastias perniciosas de que se alimenta psiquicamente o hospedeiro. Mesmo quando afastado o fator obsessivo, permanecem por largo tempo os hábitos negativos, engendrando imagens prejudiciais que constituem a psicosfera doentia, na qual se movimenta o paciente. Um dos mais severos esforços que os enfermos psíquicos, por obsessão, devem movimentar, é o da reeducação mental, adaptando-se às ideias otimistas, aos pensamentos sadios, às construções edificantes. Nesse capítulo, tornam-se imperiosas as leituras iluminativas, a oração inspiradora, o trabalho renovador, até que se criem hábitos morigerados. propiciadores de paisagem mental abençoada pelo reconforto e pelo equilíbrio. Graças a tais fatores, nem sempre a cura da obsessão ocorre quando são afastados os pobres perseguidores, mas somente quando seus companheiros de luta instalam no mundo íntimo as bases do legítimo amor e do trabalho fraternal em favor do próximo, tanto quanto de si mesmos através do reto cumprimento dos deveres. Porque os homens esperem sempre por milagres nos seus cometimentos, quando lhes são impostos os o esforço e a dedicação através do tempo, quase sempre desertam no do compromisso ou relaxam-lo, dizendo se desencadeados, desencantados com outros
s nos seus cometimentos, quando lhes são impostos os o esforço e a dedicação através do tempo, quase sempre desertam no do compromisso ou relaxam-lo, dizendo se desencadeados, desencantados com outros de que de que de quem exigem uma conduta superior que a si próprios não se permitam. Justificam-se sem justificarem os outros, escusam-se mais, tornam-se juízes rigorosos daqueles com os quais convivem ou a quem recorrem, buscando ajuda. Por isso, a saúde mental, que decorre da liberação das alienações obsessivas se faz difícil, porque ela depende sobretudo do enfermo, no máximo do seu esforço e não exclusivamente do seu animoso perturbador. Consideremos ainda que a liberação libertação de uma conjuntura deste tipo não imuniza ninguém em relação ao futuro. Desde que não se erradiquem os fatores propiciadores do desequilíbrio psíquico, a pessoa sintonizará por fenômeno natural com outros espíritos com os quais se afinará por identidade de propósitos, de sentimentos, de ideais. Somos otimista diante desta gleba humana que deverá ser arroteada com o arado do amor e cultivada pelas mãos da caridade. Por esse momento, tudo são planos felizes que se delineiam nas suas construções mentais e isto é lhes favorável, porque persistindo nos pensamentos edificantes, irão produzindo energia positiva que destrói os cascões mentais em que se envolvem, rompendo a carapaça de sombra que os asfixia, ensejando-se aptidões para o trabalho abençoado, gerador de um clima emocional. que se for mantido, favorecer favoros com a paz real. Liberados os inimigos que oram os afligem, à medida que crescerem no bem, defrontarão outros problemas para resolver, que chegarão sucessivamente até o momento da liberdade plena. Ninguém espere repouso e prazer, nem anele de imediato por comodidade e por bem-estar que não merece. A terra é mãe generosa e a existência carnal constitui ensejo reparador, salvadas raras exceções, quando o espírito se encontra em ministério missionário e propulsionador do progresso da
e não merece. A terra é mãe generosa e a existência carnal constitui ensejo reparador, salvadas raras exceções, quando o espírito se encontra em ministério missionário e propulsionador do progresso da humanidade. Mesmo assim, nesses casos, a dor e a soledade, os testemunhos de muitos tipos que lhes ficam à margem, que não lhes ficam à margem. Silenciando, então a mentora se despede, deixando o mentor Filomeno de Miranda imerso nas reflexões demoradas. Começava então dessa forma para Maurício, uma frente de batalha nova, cujas lutas se arrastariam por muito tempo a depender dele próprio. Então, este é o breve resumo. Agora nós passamos a palavra pro Lauds para os aprofundamentos. Boa noite, Laud. Seja bem-vindo. Boa noite, queridos amigos Vittor, todos aqueles que nos acompanham, os nossos votos de alegria de mais uma noite, uma possibilidade de estudos e reflexões muito valiosas. Quando hoje estamos estudando um pouco mais as enfermidades mentais, inclusive já os transtornos obsessivos, compulsivos, eh, de uma maneira muito mais complexa, mas também trazendo já paraa nossa humanidade fatores com maior clareza para o nosso entendimento. Vamos fazer um pouquinho de uma comparação com uma enfermidade um pouco mais tangível do que a enfermidade mental que vamos estudar. Quando temos um diagnóstico porventura oncológico de câncer, dependendo o estilo, a gravidade desse próprio diagnóstico, conforme ele vai sendo relatado ao indivíduo ou ao paciente, a enfermidade pode produzir metástase a depender de como ele interpreta a mensagem, porque muitas vezes o próprio diagnóstico já vem fadado com alguma limitação severa ou mesmo a morte. fisiológica, orgânica, dependendo do tratamento, as múltiplas sobrecargas que o indivíduo vai passar através da químia, através da rádio, muitas vezes o oncologista ou cirurgião começa a optar muitas vezes para estirpar alguma parte de um órgão, de um membro, deixando as cicatrizes, deixando as sequelas da enfermidade primária. mesmo a enfermidade obtendo a
gista ou cirurgião começa a optar muitas vezes para estirpar alguma parte de um órgão, de um membro, deixando as cicatrizes, deixando as sequelas da enfermidade primária. mesmo a enfermidade obtendo a cura, a remissão plena, nós vamos ver que o corpo físico ficou fragilizado. Ele já não é mais o mesmo, apesar da vitória daquela patologia primária. Quando estamos pensando de um espírito imortal que anima aquela matéria, sabemos que toda a condição de sofrimento que aquele corpo físico, todas as limitações, todas as expectativas, todos os tratamentos, os convívios, a resignação são vitórias de aprendizado para a alma, para o espírito que está naquela jornada evolutiva. Mas o corpo físico mantém agora as limitações e as sequelas vividas pela aquela enfermidade. Quando estamos falando de uma enfermidade mental em um processo obsessivo, prolongado ou não, quando ocorre ali esses vínculos mentais, a sobrecarga fisiológica acontece de uma maneira muito intensa. dependendo da intensidade ou do prolongamento, também o espírito faz com que as sobrecargas sistêmicas gerem muitas vezes sequelas. Muitas vezes, quando ocorre um processo desobsessivo, as sequelas fisiológicas também podem se manter em um processo de longo curso, apesar de já ter existido um afastamento daquela entidade obsessora. Quando vamos pensando neste vínculo, acho muito interessante quando a a benfeitora coloca a mensagem de que aonde existe um processo obsessivo, ali está o algó agora iniciando o processo de reequilíbrio perante a lei. Isso é importante porque é a correção moral daquele algoz em débito, ou seja, é uma enfermidade que vem trazer o devido equilíbrio para que o espírito possa aprender novas condições. Mas se compararmos novamente como uma enfermidade física, se nós não descobrirmos as origens primárias das reflexões e o aprendizado que a patologia, a enfermidade nos traz, e não vivermos não só intensamente, mas de forma resignada a compreender quais são a os próximos degraus dessa escada evolutiva, nós muitas vezes podemos
izado que a patologia, a enfermidade nos traz, e não vivermos não só intensamente, mas de forma resignada a compreender quais são a os próximos degraus dessa escada evolutiva, nós muitas vezes podemos continuar ar com o espírito doente, apesar do corpo físico estar vivendo um momento de saúde, está vivendo aquele momento saudável. A enfermidade foi curada, mas o espírito continua adoecido. Por pouco ou mais tempo que passe, nova enfermidade pode bater na minha porta, atrapalhando ainda mais a minha jornada com o corpo físico fragilizado da primeira etapa. Surgem novas possibilidades para o meu aperfeiçoamento, novas doenças, novas enfermidades, novas limitações, porque em verdade o espírito continuava ainda adoecido. As suas correções morais, ética, não conseguiram vencer, apesar daquelas grandes enfermidades. Quando vemos sobre as lentes do processo obsessivo, isso também se dá de uma maneira muito complexa, porque os vínculos sobrecarregam, especialmente, de uma maneira muito direta, o sistema nervoso central. Então, o sistema nervoso vai gerar inúmeras inquietações, projeções de pensamento, alterações com relação à parte de desejos que podem estar começando as produções hormonais, ligado nas questões da própria glândula pitoritária ou da hipófise, mais de 50 hormônios recebendo estímulos que muitas vezes não são próprios de um organismo, mas vivendo um desequilíbrio justamente porque uma entidade obsessora mantém estímulos fazendo com que o corpo físico gerem sensações e muitas vezes tormentos fisiológicos para aquele indivíduo que deveria estar mantendo minutos muitas vezes de paz ou de equilíbrio. A depender do tempo prolongado, um outro sistema afetado que é o sistema chamado autônomo, que se subdivide em dois sistemas, simpático e parassimpático, responsáveis para a manutenção da homeostasia do nosso corpo físico, fazendo com que momentos de peristal intestinal, momentos de aceleramento, controles cardiológicos, controles das funções pulmonares, todos os órgãos
a manutenção da homeostasia do nosso corpo físico, fazendo com que momentos de peristal intestinal, momentos de aceleramento, controles cardiológicos, controles das funções pulmonares, todos os órgãos mantém um grau de homeostasia controlado por esse sistema. E o processo obsessivo quando instalado pode estimular um processo já gerando o que cientificamente chamamos de parassimpáticotonia ou simpáticotonia, estimulando um sistema mais do que o outro e fazendo com que aonde deveria estar vivendo um momento de relaxamento, o indivíduo está vivendo como se estivesse naquela alerta de fuga ou de ataque. Os pensamentos começam a ficar mais acelerados. A inquietude vai ganhando o corpo, a ansiedade, o pânico e muitos outros sentimentos íntimos o indivíduo está vivendo, bastando que o obsessor hilmente consiga descobrir quais são os gatilhos mentais que ele precisa impor para que o indivíduo gerequilíbrio fisiológico. estimulado isso a médio a longo prazo, mesmo quando ocorra o afastamento, a debilidade fisiológica deverá muitas vezes levar médio ou longo prazo também para o seu reequilíbrio pleno. Mas a benfeitora no capítulo traz para nós junto com Manuel Flamino de Miranda, uma grande receita para atingirmos em todos nós que sofremos essas interferências diárias. Porque quando Allan Kardec nos afirma que na grande maioria das vezes são os espíritos que nos dirigem, ou seja, estamos recebendo essas interferências diárias, é importante estarmos atentos quais são as condições mentais que eu necessito para iniciar o processo habitual ou hum construir um novo hábito que antes estava ligado a um processo vicioso para que agora eu desenvolva um processo virtuoso. A proposta está ali, reeducação mental. E como que eu posso reeducar a minha mente dentro dessas propostas do dia que nós estamos vivendo num nível de pensamento muitas vezes acelerados? Não conseguimos atentar quais são os fluxos principais que fluem da minha mente. E como eu vou reeducar se eu não sei muitas vezes as questões
vivendo num nível de pensamento muitas vezes acelerados? Não conseguimos atentar quais são os fluxos principais que fluem da minha mente. E como eu vou reeducar se eu não sei muitas vezes as questões primárias que exalam fluidicamente nesse fluido mental que verte das minhas questões encefálicas. Traz ali a benfeitora construir as ideias otimistas, o pensamento sério, sadi, construções edificantes mentais. começarmos a desenvolver o hábito de leituras edificantes, orações inspiradoras, um trabalho renovador. Quanta proposta bela e ferramentas nós temos para fazer com que a nossa mente possa iniciar o processo da reeducação. Quanto mais acelerado eu percebo que está a mente, quanto mais os efeitos fisiológicos aparecem, comecei com uma taquicardia, um processo de transpiração, uma sudorese, uma inquietude, uma agressividade, uma raiva, algo dentro de mim está diferente. Calma, o que se passou? Qual foi o pensamento que invade a minha mente? E se não for identificado, sei que algo não está bem. Muito bem. natural dentro do processo evolutivo num mundo de provas e expiações que estamos habitando. Mas qual é a estratégia que utilizo para retornar ao equilíbrio? Porque retornar a gravitar perante a esse centro que é o elo do amor que nós estamos vivendo no psiquismo divino, é exatamente utilizar as ferramentas para voltar a uma harmonia na ressonância vibratória para oferecer as condições para que eu também sinta a mesma paz, o mesmo equilíbrio e a mesma harmonia. poderia realizar a prece, poderia realizar uma pequena leitura, poderia realizar um trabalho edificante, como propõe a benfeitora. Mas será que eu tenho feito isso de uma maneira corriqueira? Hoje os cientistas já trazem inúmeras comprovações. um grande estudioso da mente que desencarnou em 2022 chamado Herbert Bens, um estudioso que mantinha estudos com os monges tibetanos desde a década de 80. Ele fez um estudo que trouxe a a ao meio acadêmico intitulado resposta ao relaxamento, propondo exercícios respiratórios, condições de controles
a estudos com os monges tibetanos desde a década de 80. Ele fez um estudo que trouxe a a ao meio acadêmico intitulado resposta ao relaxamento, propondo exercícios respiratórios, condições de controles mentais e fazendo algumas avaliações fisiológicas. nos indivíduos estudados, centenas, para não dizer milhares de indivíduos estudados ligados em aparelhos, eletroencéfalograma para verificar quais são as condições físicas quando o indivíduo realiza um processo de meditação e controle mental orientado. ele relatava para poder iniciar o controle do próprio corpo físico, iniciando como um momento para parar e controlar as suas funções respiratórias. Ou seja, eu vou precisar ficar sentado em uma posição por 15 minutos. Isso já é um controle de um espírito que está mandando o corpo ficar parado por 15 minutos. Ou seja, o piloto central, o grande comandante e o o espírito que comanda o corpo físico, vai manter o corpo físico parado por 15 minutos. Ou seja, a ordem mental foi dada. Agora, nessa ordem mental, construir um ritmo respiratório, controlando os fluxos respiratórios para que possamos manter uma harmonia, um fluxo. Quando o organismo está em desequilíbrio de uma hiperatividade ou muitas vezes em processos melancólicos ou em processos depressivos, o fluxo também se altera, seja de hiperventilações ou hipoventilações. O corpo não vai ter as trocas gasosas necessárias para um equilíbrio à harmonia e a homeostasia física. Então, controlar os fluxos respiratórios, fazer com que essa bomba respiratória, que faz seus movimentos de 20 a 23.000 1000 vezes por dia. Controle e equilibre os fluidos e a dinâmica desses fluidos ativamente, porque agora eu estou controlando algo que até o momento que eu estivesse agora ativo estava funcionando de uma maneira automática. são os automatismos. E esse automatismo estava mantendo o meu corpo físico em desequilíbrio. Eu assumi o controle e vou colocar o dinamismo respiratório sobre o meu controle agora em harmonia, em equilíbrio. E eu vou
mos. E esse automatismo estava mantendo o meu corpo físico em desequilíbrio. Eu assumi o controle e vou colocar o dinamismo respiratório sobre o meu controle agora em harmonia, em equilíbrio. E eu vou começando a controlar fluxos respiratórios. Mas o cientista Herbert Benson coloca uma proposta ainda mais. coloca que durante os fluxos respiratórios, criar um pequeno padrão de pensamento para que possamos cortar os pensamentos invasores e realizar um padrão. Ele mesmo sugeria em múltiplas das suas palestras que as pessoas pudessem criar uma frase que pudesse religá-lo ao criador, uma prece, uma frase que tivesse uma lembrança a Deus, ao amor, ao psiquismo divino, como a pessoa quisesse, mas que pudesse aumentar essa intensidade agora nos fluxos respiratórios e mentais, bastando uma frase como: "Eu confio em Deus". e mantendo o fluxo mental sobre um controle ativo do próprio indivíduo. E fazendo ciclos, a chegar um ponto entre o sexto ao oitavo minuto, o corpo físico atinge o que ele intitulou resposta ao relaxamento. É como se o corpo físico parasse, a respiração para, os fluxos cardiológicos reduzem, o fluxo da parte da corrente sanguína se modifica em muitos caracteres. O organismo em muitos marcadores que são avaliados se modificam para uma regeneração tecidual celular, mantendo um equilíbrio, uma homeostasia plena. Ou seja, o corpo físico está voltando a manter-se em equilíbrio, porque o piloto, o grande comandante, o espírito, começou a agir sobre o controle dessas ações que são automáticas em grande parte. Agora, mesmo esses automatismos, nós temos a potencialidade de conseguir obter os controles e, mais importante, o próprio equilíbrio. Então, quando nós vamos lincando a questão da ciência para podermos entender esses processos que nos causam tormento das funções obsessivas, nós começamos a receber a completa responsabilidade e a autoridade para começarmos a buscar a disciplina para colocarmos ordem na nossa vida fisiológica. Estamos num mundo aonde a enfermidade,
ssivas, nós começamos a receber a completa responsabilidade e a autoridade para começarmos a buscar a disciplina para colocarmos ordem na nossa vida fisiológica. Estamos num mundo aonde a enfermidade, as dificuldades de que o o corpo físico nos apresente no dia a dia são realidades de um mundo que está vinculado à gravidade e as múltiplas fragilidades da do próprio sistema. Agora, cada enfermidade que me gereimo, dor, sofrimento, vai fazer com que o meu espírito se desenvolva em um progresso. Quando eu começo a identificar que os processos obsessivos ou os tormentos vão ganhando formas habituais ou rotineiras, eu posso perceber que talvez a minha conduta necessite uma reforma. Algo brilhante que consta no capítulo é que não existe a cura de nenhuma enfermidade moral sem mudanças físicas ou psíquicas. Ou seja, se eu tenho uma enfermidade gástrica e eu não mude o meu hábito alimentar, logo a enfermidade não vai me deixar por tantas pastilhas que eu tome. Se eu tenho qualquer outro distúrbio que envolve as questões de uma enfermidade mental ou moral, se eu não mudar as minhas condutas éticas ou morais, eu não vou sair daquela enfermidade em plenitude. por mais que eu possa tomar pastilhas para fazer as recaptações das moléculas de serotonina e manter a minha mente agora voltando à suas produções, mas não é uma questão que ela não estava produzindo. As queimas estavam inadequadas porque são uma, duas, sete mentes estimulando um único captor. Ou seja, a produção vai faltar porque os estímulos externos vinculados a um processo obsessivo são gigantes. Agora, começar a sua reforma e vencer as condições habituais para nos manter na preguiça, no conforto, nos pensamentos obsessivos para tentar fazer com que a existência mantenha-se naquele vínculo vicioso, é uma ruptura. E a ruptura normalmente é traumática, porque a nossa vida ela é realizada de múltiplos traumas e muitas vezes não estamos dispostos a enfrentar um novo trauma. nos habituamos a manter aquele período morno das nossas vidas,
e é traumática, porque a nossa vida ela é realizada de múltiplos traumas e muitas vezes não estamos dispostos a enfrentar um novo trauma. nos habituamos a manter aquele período morno das nossas vidas, como se estivéssemos agora, então, já acostumados com aquilo. E não estamos tendo a força de vontade ou o esforço, o mínimo esforço, como nos coloca Kardec no livro dos espíritos, para darmos um passo à frente e recomeçarmos, tentarmos novamente a vencermos mais uma etapa sobre nós próprios. E esse trauma exige exatamente as construções mentais. A benfeitora Joana de Angeles traz dois pontos que podemos considerar como primordial paraa criatura humana iniciar esse processo para romper-se desse hábito e como se de um trauma, de uma de um nascimento de romper aquela aquela aquela camada uterina para uma nova possibilidade, iniciando as projeções mentais, pensando que aonde eu estou e aonde eu gostaria de chegar, quais são as múltiplas possibilidades que eu posso projetar a minha existência? Qual é o objetivo da minha existência naquela questão específica ou mesmo que seja da minha vida como um todo, colocar de uma maneira mental que eu consiga visualizar, deixar tangível muitas vezes na ideação plasmática que a minha mente começa agora a modificar. São fluidos, são ondas, mas são ondas que começam a chocar com ondas vibratórias. antigas que a minha mente estava viciosamente vinculada. E o segundo ponto que a benfeitora traz é a identificação com Deus, a capacidade do indivíduo iniciar a identificação com a divindade, não só naquele mergulho íntimo para encontrar a realidade divina dentro de nós, mas de poder sentar e poder sentir um pouquinho a brisa da natureza e perceber a realidade divina muito próximo de nós. ver a exclusividade de uma pétala, de uma flor, de uma rosa ou nas múltiplas cores da natureza, avaliando o seu processo regenerativo, frutífero e tantas outras possibilidades de olhar para um céu estrelado, de olhar para um amanhecer ou para um pô do sol ou para
nas múltiplas cores da natureza, avaliando o seu processo regenerativo, frutífero e tantas outras possibilidades de olhar para um céu estrelado, de olhar para um amanhecer ou para um pô do sol ou para uma noite que possa trazer múltiplas nuvens, eu não enxergue nada, mas tenho a certeza que atrás dela tem uma imensidão de galáxias na infinidade. dos múltiplos mundos habitados, conseguir compreender essa realidade e começar a me identificar como parte dessa criação, como um ser criado, mas sendo também agora cocriador da obra divina, como mãos que podem atuar a serviço do próximo e ver os benefícios que a minha alma vai se beneficiar destas construções, verificar quantas renúncias eu posso fazer a benefício do reino dos céus. céus e ver quantas benéces a minha alma colhe ainda nessa existência, vai deixando muito mais claro o objetivo real das nossas existências, que é um processo de grande aprendizado da vitória de nós perante nós próprios, mas nós nas limitações que estamos nos impondo para a conquista do homem pleno, a conquista da vida plena como uma das grandes obras que Joana deângeles psicograf psicografa pelas mãos abençoadas dealdo. Estamos falando de um processo desobsessivo, mas estamos falando de um processo de mudança real para que tenha sentido a todos nós que estamos estudando e vivendo num mundo que necessita de tais terapêuticas. Estamos aqui expurgando, mas também aprendendo nas nossas múltiplas limitações, infantilidades e ignorâncias. O evangelho vai ter realmente sentido quando estivermos sentindo na nossa intimidade as mudanças reais da prática desse evangelho no nosso dia a dia. É o convite do benfeitor que entendo para projetar na própria vida e das reflexões que gostaria de compartilhar com os irmãos. Essas seriam as reflexões de Zé Víor e amigos. Muito obrigado. Obrigada a você, Laud, pelas informações, pela por nos relembrar essas lições tão valiosas que nos servem de estímulo para que a gente possa cuidar mais da nossa mente. Vittor, boa noite, seja bem-vindo. Agora
a você, Laud, pelas informações, pela por nos relembrar essas lições tão valiosas que nos servem de estímulo para que a gente possa cuidar mais da nossa mente. Vittor, boa noite, seja bem-vindo. Agora a palavra está contigo. Muito obrigado, Gisele. Meu, boa noite ao Laudes e a todos que nos assistem nessa oportunidade de comentarmos alguma coisa a respeito desse capítulo falando sobre o processo eh desobsessivo. A minha fala de hoje, eh, pegando o gancho do Laudes e da, do próprio resumo que a Gisele falou, vai, a gente percebe que existem diversas recomendações, o próprio Laudes abordou aí algumas para o tratamento deles obsessivo e que a principal diretriz é a participação obsidiado no seu próprio curso de melhoramento desse processo. E para isso ele precisa da mudança de comportamento moral, já que o próprio Kardec vai falar que as imperfeições morais é que dão aso, é que dão oportunidade à instalação de processos obsessivos e que essa mudança comportamental, moral exige um esforço, um bastante dedicação ao longo do tempo, porque o processo da modificação moral, da percepção do si, é um ato, é um projeto do espírito que demanda tempo, que demanda eh reflexão, que demanda análise. Isso vai de encontro muitas vezes às nossas crenças e valores que são estruturados em nós como condicionamento. Então essa modificação até o o o Laud estava falando aí do da ruptura, é uma ruptura com o vivido. E a gente tem que trabalhar no porvir, né? Mas nesse capítulo, Manuel Filomeno vai falar que a saúde mental do enfermo depende da sua participação eh nesse processo liberatório, né, dessa constiva. Mas em em que medida isso vai acontecer? ele vai dizer que é no máximo do seu esforço e não exclusivamente do seu obsessor, porque há um um um senso um pouco ingênuo de que afastar do obsessor tá tudo bem, afastar da causa tá tudo bem. Não, né? A gente percebe que esse processo ele precisa de amadurecimento não só da pessoa que sofre o assédio, como também da clarificação do do companheiro que se
o bem, afastar da causa tá tudo bem. Não, né? A gente percebe que esse processo ele precisa de amadurecimento não só da pessoa que sofre o assédio, como também da clarificação do do companheiro que se encontra amargurado, que se encontra prejudicado e tenta, da forma que ele entende mais correta, através da vingança que para ele é uma necessidade e e ele precisa fazer algo que traga uma paz, não a paz, né, mas trazer para ele uma quitação daquilo que a pessoa deve a ele. Então, o o nosso benfeitor, ele vai dizer que todo o processo de liberação da desobsessão não imuniza ninguém, porque não adianta eh trabalhar de uma forma incompleta, porque se afastar o obsessor e o encarnado continua naquela sua trajetória sem mudança alguma. outros espíritos, né, vão se colocar, já que o canal eh existe de atração, outros espíritos vão se eh manifestar por identidade de propósito que ele tá falando, né? Bom, e isso corrobora isso que a gente tá falando. E Kardec afirma que a pessoa obsidiada precisa trabalhar para o seu melhoramento. E ele diz, o o nosso Allan Kardec que a cura de quase todos os casos de obsessão tem solução através desse esforço por parte do encarnado. Mas aí eu vou pegar um gancho aqui que eu fiquei pensando muito ao longo da semana. Isso ocorre na faixa do adulto, que pode ter reflexão, pode fazer análise, mas e na infância. Como pode uma criança ou mesmo um pré-adolescente trabalhar o seu comportamento moral se ainda sofrendo o processo obsessivo, aquelas influenciações constritoras até mentais, como que pode uma criança ou um jovem eh fazer esse tipo de análise ou ou reflexão se ele não tem condições para isso? isso para fazer esse processo, né? Como é que fica isso? Então, por isso que eu como extensão do raciocínio, eu vou pensar em trabalhar alguma coisa assim sobre o processo obsessivo na infância. Por quê? Porque muita gente procura a casa espírita. Agora são contingentes de de crianças que trazem processos de transtornos mentais com vaiada classificação, né, que buscam o
obsessivo na infância. Por quê? Porque muita gente procura a casa espírita. Agora são contingentes de de crianças que trazem processos de transtornos mentais com vaiada classificação, né, que buscam o apoio espiritual, cujos pais se mostram perdidos e sem esperanças, sem saber a quem recorrer, mesmo após percorrerem os consultórios médicos e de psicólogos de forma infrutífera, porque isso é um fato constatado. Quem trabalha em atendimento fraterno sabe do que a gente está falando aqui. Então eu procurei algum embasamento eh no livro da nossa querida Sueli, que fala sobre mediunidade e obsessão, que já aquela época, quando ela escreve esse livro, ela menciona algo a respeito do seguinte: pequeninos seres que se nos apresentam torturados, inquietos, padecentes de enfermidades impossíveis, de serem diagnosticadas, cujo choro aflito ou nervoso nos condó e impere a prece imediata em seu benefício, são muitas vezes obsidiados de berço. Quando ela fala assim, a questão de obsidiados de berço, eu me lembrei de um texto que eu li revista Alta de Souza. É, é uma coisa interessante. E ela fala que durante muito tempo havia uma ideia de que a criança não sofria obsessão, porque isso seria desumano, tal. Eh, então havia esse jargão que criança não tinha processo obsessivo, mas a prática mostra uma outra realidade, né? Então, muitos problemas, doenças, e ela até aqui diz a autora, né, no do aques, né, na faixa infantil, foram sendo identificados como presença de espíritos perseguidores que dão a evidência de que esses processos atingem também as crianças, né? E por isso a ação dessas entidades, elas ocorrem de diversas formas, eh, desde as perturbações do sono, causando pesadelos que infundem o terror noturno, tanto quanto provocando inquietação, irritação, medo, agressividade, mudança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos. os perturbações de aprendizado, eh ideação suicida, eh sensibilidade ao processo, eh, da do ódio. São muitas vezes crianças que têm uma
dança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos. os perturbações de aprendizado, eh ideação suicida, eh sensibilidade ao processo, eh, da do ódio. São muitas vezes crianças que têm uma ferocidade bastante precoce. Enfim, tudo isso é um panorama, é um cenário que ocorre eh eh no atendimento fraterno de cujos pais dessas crianças se encontram nessa situação de não saber a quem recorrer por causa e porque a gente tem que entender que nem todo pai é espírita ou a mãe e quando levam as suas crianças para um tratamento, porque alguém comentou porque um médico amigo indica, essas criaturas não têm esses conhecimentos que a doutrina espírita nos oferece, né? Então eu peguei um trecho do André Luiz aqui também do Evolução em Dois Mundos a respeito da obsessão na infância, que a mulher no período isso tá em evolução. É. O quando a mulher está no período da gravidez assim instalada, eh, a mulher sofre o assédio de forças obscuras, que forças essas que vão influenciar o feto em gestação e estabelecendo desde esse essa vinculação ligações fluídicas pelas quais a entidade reencarnante, a partir da infância continua enlaçada ao companheiro ou companheiros menos felizes que integram ela toda uma equipe de almas culpadas em resgate. Então, não há eh uma época própria para a haver ocorrer, acontecer o processo obsessivo, porque se já tem essa problemática da infância, da criança apresentar todas essas características que a gente colocou aqui, né, eh, esses registros que os pais nos falam, é que os espíritos a ele a ou ela, aquela criança vinculada já não sofreu processo de interrupção, já continua ali. Então, mesmo na faixa infantil, mesmo durante a gravidez, mesmo durante a gravidez, existem muitas situações em que a mãe odeia o filho, né, que ainda está por nascer ou o pai, etc. já é um prenúncio de uma relação conflituosa naquela situação. Mas alguém pode perguntar, mas como que há permissão divina para que tais situações ocorram com a criança? Um ser indefeso que não tem capacidade de
núncio de uma relação conflituosa naquela situação. Mas alguém pode perguntar, mas como que há permissão divina para que tais situações ocorram com a criança? Um ser indefeso que não tem capacidade de reagir, como é que há essa permissão? Allan Kardec vai trazer para nós aqui a uma situação que tá lá na questão 199. Ele vai falar assim, ó, nos comentários a essa questão 199. Não é racional considerar a infância como um estado normal de inocência. Aquela criança que tá nascendo ali, ela tem a aparência inocente, muitas vezes angelical. Bom, mas isso não quer dizer inocência no contexto da da trajetória de um espírito, né? E ele vai dizer: "Não se vem crianças dotadas dos piores instintos numa idade em que a educação não pôde ainda influenciá-las?" Não se vê que algumas parecem trazer de nascença a astúcia, a falsidade, a perfídia, o próprio instinto do roubo e do assassino. Isso, apesar dos bons exemplos de que estão rodeadas, de onde vem a perversidade precoce, a não ser da inferioridade do espírito, já que a educação parece em nada influir. Os que são viciosos o são porque seu espírito progrediu menos. E então eles sofrem as consequências não dos seus atos de criança, porque já não houve tempo deles serem eh feitos, né? Mas dos de suas existências anteriores. E dessa forma a lei é a mesma e todos são atingidos pela justiça de Deus. No livro Trilhas da libertação, Manuel Filomeno de Miranda já falava alguma coisa, que a visão do espiritismo em relação à criança obsidiada é holística, pois que não a dissocia atual, do adulto de ontem, quando contrai o débito. Além disso, propõe que se cuide não só da saúde imediata, mas sobretudo da disposição para toda uma existência saudável, que proporcionará uma existência vitoriosa, rica de experiências iluminativas e libertadoras. E por sinal também nesse mesmo livro Trilhas da Libertação, Dr. Carneiro de Campos fala o seguinte: "Não desconhecemos que a obsessão na infância tem um caráter expiatório como efeito de ações danosas
E por sinal também nesse mesmo livro Trilhas da Libertação, Dr. Carneiro de Campos fala o seguinte: "Não desconhecemos que a obsessão na infância tem um caráter expiatório como efeito de ações danosas de curso mais grave. Então ali ele o Dr. Carneiro já coloca ali que há um caráter muito claro, né? que a pessoa, a criança desde o processo da infância já tem essas construições, essas influências espirituais patentes, é sinal de efeito de ações danosas numa vida anterior. Então, eh, que que se pretende com o caso da obsessão infantil, né? é tentar conduzi-la eh para o caminho da renovação ou da auto renovação, já que não compete a ela, ela não é competência dela, porque ela não consegue fazer esse tipo de análise. O que que eu tenho feito, qual a minha situação, etc. Mas é da responsabilidade dos pais. os pais, mesmo não sendo espíritas e terão na fase na fase do atendimento fraterno, esse tipo de orientação, né? Porque os pais têm que se inteirar dos deveres que eles têm eh com relação aos seus filhos. Por isso tem que lembrar a cada pai, a cada mãe, o que que a gente tem feito do filho confiado à nossa guarda e e não deixar que as coisas ocorram naturalmente eh por questão do do médico, do psicólogo trabalhar, porque tem situações que esses próprios profissionais vão estancar ali, eles não têm condições. né? E isso não quer dizer que o nenhuma criatura não deva levar o seu filho, ao contrário, né? Mas há um componente espiritual que não é tratado no consultório médico e nem no consultório do psicólogo. Isso tem que ser tratado numa situação condizente. E no nosso caso de espíritas, a gente já tem noção dessa influenciação, porque Kardec nos fala dessas influências eh diariamente, que que ordinariamente são os espíritos que nos dirigem, né? Então, a gente tem que informar os responsáveis que o renascimento de uma criança numa família é indicativo que tem um um compromisso espiritual de proteger essa criança, de educá-la, de encaminhar para um reequilíbrio existencial, eh dando-lhe amor,
e o renascimento de uma criança numa família é indicativo que tem um um compromisso espiritual de proteger essa criança, de educá-la, de encaminhar para um reequilíbrio existencial, eh dando-lhe amor, serenidade, harmonia, eh para que ela se sustente, se sinta protegida ali. Então, a família é responsável por realizar esse trabalho cotidiano de encaminhamento da criança para que haja possibilidade da sua libertação. Então, temos que falar porque a as criaturas, né, os pais muitas vezes eh estão tão ansiosos porque a problemática de quem tá fora vendo essa problemática da família, eh, a gente não entende, a gente muitas vezes não tem empatia, mas para uma mãe e para um pai que tem que guardar a faca, trancar tudo, fechar a janela paraa criança não pular ou pra criança não se automilar ou então para não ferir o irmãozinho. Eh, eh, é complicado. Então, que que tem que ter um apoio por trás dessa família estruturada nas casas espíritas para que essa família possa ter aonde falar? Porque e é certo que há possibilidade de internação e tudo, mas o o componente espiritual vai continuar, né? Então, eh, o pai tem que saber que ali não está aquela criança. Ali tem uma outra mente, uma outra situação influenciando aquela criança em função das matrizes que ambos se conectam para que aquela situação de agressividade ou de ideiação suicida ou de violência ocorra. Então ele tem que ser não convencido, mas tem que ser clarificado a respeito dessa dinâmica, porque tem que orientar a família a conduzir esse processo de reforma íntima. E nesse caso não é só da criança, tem que ser dos pais. Aí que entra aquele processo, né, da doutrina espírita, aqueles preceitos de implantação do evangelho, se puder, de ter um momento da família eh reler, fazer uma situação, comentar algo relativo à harmonia no lar, a prática da oração, conduzir a criança, porque isso vai ser oferecido para através do atendente para que a criança seja levado para uma escolinha de evangelização e que o pai assista uma palestra ou então
tica da oração, conduzir a criança, porque isso vai ser oferecido para através do atendente para que a criança seja levado para uma escolinha de evangelização e que o pai assista uma palestra ou então a terapêutica do passe da água fluidificada, porque é o processo através do pó, aquela família começa a ter apoio e se sinta segura para voltar para falar como que está acontecendo, eh o que que está melhorando. Ou então, naturalmente, eh, conforme a própria Gisele falou no seu resumo, a tática dos espíritos e é interessante, né? Aqueles dois casos, né? Eh, realmente um pode dar o afastamento do espírito e a o espírito continua de tot e a criança, a família passa um tempo, descuida e de repente ele volta com tudo. Ou então ele ele entra de chofra ali para que a família pense o seguinte: "Ah, quando eu fui naquela casa espírita, fui lá, parece que tudo piorou, então eu não vou voltar mais lá". E era isso justamente que eles estavam querendo para que a situação fique sobre o seu próprio domínio, né? Então, eh, a questão, eu tô até lembrando aqui, eu fiz um gráfico a respeito do que a Sueli fala também, né? Eh, o trabalho do do desobsessivo é a cura das almas, é o reajuste das das criaturas que estão endividados ou comprometidos, né? E não somente afastar os obsessores, os parceiros, né? Não, não é isso. E muitas vezes a pessoa que tá tá procurando a casa espírita com a sua criança, etc. problematizada, acha que levando lá, afastando os espíritos, tal, para ela tá tudo bem. Não, tem que ter essa dinâmica que ela vai continuar, porque esse trabalho é longo, mesmo porque o que está ocorrendo foi plantado há muito tempo atrás em outras situações das existências entre as pessoas vinculadas, né? Então, por isso que o atendimento a essa família tem que ser continuada para que ela seja amparada, para que ela tenha um um ponto de firmeza ali no seu processo, né? E muitas vezes se observa que os pais na ansiedade de querer eh resolver o problema entrem no processo de punir os filhos pelos desvios de conduta que eles
um ponto de firmeza ali no seu processo, né? E muitas vezes se observa que os pais na ansiedade de querer eh resolver o problema entrem no processo de punir os filhos pelos desvios de conduta que eles apresentam, porque eles chegam a hora que eles perdem, né, perdem a serenidade, se deixam levar, porque é uma forma também desse processo obsessivo atingir os pais que não estão fora do quadro obsessivo, eh, eles estão fazem parte muitas vezes desse processo. Então ali o núcleo familiar tem que ser trabalhado. Então, punir os filhos, bater e castigar, isso não vai adiantar nada, porque o o agente causador, ele vai gostar mais, é disso, porque ele vai influenciar mais pesadamente aquele lar que entra num processo de conturbação vibratória, né? Então, nunca deixar de falar que ele não pode eh descurar do tratamento médico psicológico, achando que só a vinda da família tomar passe, assistir uma palestra, uma aula de evangelização aqui, tá tudo bem. Não, isso em hipótese alguma deve ser comentado. E se isso tiver acontecendo, ele tem que ser alertado. Ou ele ou a ou a mãe, né? eh tem que ser alertados para essa situação. Então, eh outra uma coisa que a gente sempre fala no nosso caso lá do João deângeles aqui em Ju de fora, é que conversar com a criança durante o sono físico, a criança dorme, a mãe ou o pai conversa, conversa com a criança. Sei que isso tá difícil, tal, mas nós estamos juntos agora para tentar uma reaproximação que, né, conversa com porque o obsessor vai ouvir o espírito infantil que está em desdobramento, vai perceber que ele é amado eh por muitas vezes que ele se deixa levar pelas influenciações pesadas, mas vai se formando na sua mente que ele é é uma criatura amada. Então, conversar naturalmente, já que na faixa da vigilância, né, ou seja, da área da vigilância, enquanto durante o dia ele não vai ouvir, mas durante o sono ele vai ouvir. Fala do amor, fala da vontade que ele melhora e tal, nesse sentido, né? Então, Dr. Carneiro de Campos ainda vai falar uma coisa
uanto durante o dia ele não vai ouvir, mas durante o sono ele vai ouvir. Fala do amor, fala da vontade que ele melhora e tal, nesse sentido, né? Então, Dr. Carneiro de Campos ainda vai falar uma coisa interessante. Os recursos terapeuticos ministrados ao adulto serão aplicados também na enfermagem infantil com mais intensa contribuição dos passes e água fluidificada, bem como proteção amorosa e paciente. com a criança, usando-se a oração e a doutrinação indireta ao agente agressor. Por fim, através do atendimento desobsessivo, mediante o concurso psicofônico, né? Isso aí já seria nas reuniões de desobsessão propriamente dita, onde esses casos são levados para tratamento. No nosso caso lá do Joana, a mesma equipe que funciona no trabalho desobsessivo é a mesma equipe quase que trabalha no tratamento infantil da criança. Então, a criança é atendida, passa por uma conversa através do atendimento fraterno. A criança toma o passe, a família é orientada e esses casos são levados a reunião, é discutido ali e tranquilamente ocorrem comunicações referente àqueles casos que espantam a gente, porque eh são casos que remontam há séculos e séculos. Então a gente tem que ter essa percepção que já que o processo de instalação da obsessão demora muito, que dirá o trabalho desobsessivo. É o caso que a gente tá estudando do Maurício, da da do Argos e todo de onde começou isso? Desde os ritas, desde lá de trás. Agora que através do do livro que a gente tá estudando, painéis da obsessão, a gente tá vendo o o o ápice de um trabalho, quanto tempo se levou, quantas vezes quem a gente não tem informação como é que era o o Argos na infância, né? Ou a a áurea, a gente não tem informações, né? Mas podem ser aquelas que já vê trazendo lá de trás com processos graves, né? A gente ainda vai estudar sobre isso. Então, comentar, né? A gente sabe que o trabalho desobsessivo ele não tem previsibilidade, não tem prazo, data de término, porque é inerente a cada um dos envolvidos, né? Então, eh, só um detalhe aqui que a hora
ntar, né? A gente sabe que o trabalho desobsessivo ele não tem previsibilidade, não tem prazo, data de término, porque é inerente a cada um dos envolvidos, né? Então, eh, só um detalhe aqui que a hora tá chegando. Eh, a gente atende, por exemplo, uma pessoa, né, um jovenzinho, apresentava picos de ansiedade desde pequeno, durante a Covid, desenvolveu tic nervosos, pensamentos ruins que assomavam a cabeça, né? Esse pensamento intrusivos são de teor contra a doutrina espírita. nem tinha 13 anos. E contra Jesus teve melhora, mas ainda imagina a criança de 13 anos, detesta falar de Jesus, não aceita falar sobre esse nome. Eh, e por aí vai, né? Então, meus queridos irmãos e irmãs, esse assunto é vastíssimo. Ele é ele é até instigante em certas situações. Agora, para quem vive é uma dor constante, porque não sabe como é que vai ser hoje, amanhã. Então, mas a gente tem que ter ligeiras noções de como tratar esses casos. Então, agradeço a atenção a todos. Seriam essas as também as minhas considerações a respeito desse assunto. Um assunto muito interessante, Vittor. Eu penso que pouco ainda explorado no nosso meio, apesar de termos aí a obra da Fueli e outras, né? Mas assim, muito oportuna a sua fala, muito esclarecedora. Realmente a gente percebe ainda a falta de conhecimento, o quanto prejudica a cura, né, esse processo, esse enquanto você falava, eu pensava muito a respeito da demora, né? E aí você trouxe isso também no final da sua fala, porque às vezes a gente tem a pressa paraa cura, né? Muitas vezes a gente só tem o olhar para o o obsidiado, nos esquecendo do obsessor, que como a mentora disse no capítulo, foi vítima, né, que é um reajuste, que é já uma expiação quando já nasce com a obsessão. Essa informação é extremamente importante, né? e saber que às vezes vão demorar assim décadas da reencarnação para que haja esse despertamento. Quando você falou assim, conversar com a criança enquanto ela tá dormindo, né? Eh, a gente fica pensando: "Ah, eu vou conversar uma semana e
m décadas da reencarnação para que haja esse despertamento. Quando você falou assim, conversar com a criança enquanto ela tá dormindo, né? Eh, a gente fica pensando: "Ah, eu vou conversar uma semana e pronto, vai resolver." Não, né? Vai ter que ser um trabalho de dedicação, de paciência, porque também é, como você mencionou, essa prova ou essa expiação para os pais. Então, acho que vale a pena, eh, quem chegou atrasado rever, né? Nós podemos retomar a fala do Vítor, buscar também aprofundar eh nas obras que ele cita, porque é realmente um tema muito interessante. Mais uma vez, muito obrigada a todos aqueles que estiveram conosco nesses minutos. Desejamos muita paz e até a semana que vem. Até mais.
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