Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E17 – Cap. 9: Novas Luzes para a Razão – Parte 1

Mansão do Caminho 16/11/2025 (há 4 meses) 1:01:31 1,063 visualizações 190 curtidas

Na primeira parte do Capítulo 9 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert destaca como o esclarecimento espiritual ilumina a razão, favorecendo uma compreensão mais madura da vida e dos conflitos íntimos. O episódio mostra que, ao acessar novas perspectivas de entendimento, o Espírito amplia sua capacidade de discernir, escolher e transformar-se. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: João Korngold 📝 Resumo: Gisele Risso 🔎 Aprofundamentos: João Korngold e Jussara Korngold 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #NovasLuzesParaARazão #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #Discernimento #ReformaÍntima #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos, amigas. Sejam muito bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão. Hoje estamos aqui na companhia dos nossos queridas Gisele Riço, Jusara Cornegold. Alegria grande estar de volta depois de um bastante tempo que nós não estávamos presentes aqui. Eh, hoje vamos estudar o capítulo que tem um título muito bonito, novas luzes para a razão. Mas antes de começarmos, vamos fazer a nossa prece de abertura, pedindo a proteção e o auxílio aos amigos espirituais, que nos inspirem, nos guiem, nos protejam, para que possamos todos juntos aprender os ensinamentos de hoje, que possamos nos beneficiar de tudo que os amigos espirituais vão nos trazer através da psicografia. de Manuel Filomeno de Miranda, da mediunidade do nosso querido Divaldo Franco e sobre a proteção de Sueli Caldas Schuber, fundadora e mentora deste grupo. Pedimos que todos estejam protegidos, assistidos e guiados. Que possamos estar unidos em prece, em vibrações de amor, de fraternidade e que possamos ter um estudo de muita luz e muita paz. Que assim seja. Então nós começamos hoje, como eu mencionei o capítulo nós vamos convidar a nossa querida G para fazer o resumo, apresentar o resumo para nós. Gi, com você. >> Boa noite, queridos amigos, queridas amigas. Ju, João, uma alegria ter vocês aqui conosco. Estávamos com saudades de ouvi-los e é uma alegria estarmos aqui também para apresentarmos o resumo do capítulo intitulado Novas luzes para a razão. Então, neste capítulo, o mentor Filomeno de Miranda vem nos narrando que quando a benfeitora emerenciana terminou o relato, ela convidou o Dr. Bezerra de Menezes, Filomeno de Miranda e um espírito chamado Felinto para conversar e esclarece então a benfeitora. Como de hábito, quando encerrado o atendimento aos que vem a consulta, são necessárias algumas providências para darmos prosseguimento ao primeiro serviço prestado. Não desconhecemos que nos casos de obsessão e vampirização espiritual, estamos lidando com personalidades desencarnadas, psicopatas e portadoras

ara darmos prosseguimento ao primeiro serviço prestado. Não desconhecemos que nos casos de obsessão e vampirização espiritual, estamos lidando com personalidades desencarnadas, psicopatas e portadoras de alta dose, de insensibilidade emocional, que as tornam perversas e inclementes. Hoje teremos, como de outras vezes, que destacar alguns voluntários do nosso grupo de trabalho socorrista para dar assistência a aqueles que nos parecem mais vulneráveis às agressões dos seus exploradores psíquicos. Desse modo, requisitamos a ajuda para Carlos, Lício e Aderson, que prosseguirão recebendo assistência. Sabemos que quando esses obsessores reconhecerem que foram descobertos, eles investem com súbita irrupção de violência num tentame final de desforço ou como medida de apavoramento, impedindo que os pacientes retornem ao socorro que necessitam. explica a mentora que a função dos assistentes que irão acompanhar os três jovens é a de serem vigilantes sem que tomem qualquer providência precipitada em seu favor. Devem inspirar-lhes alento e coragem, bom humor e pensamentos superiores, de modo que possam romper as ligações com os adversários aos quais se acostumaram. Depois, emerenciana nomeou para a tarefa seis entidades que se postavam na primeira fila, destacando-as duas a duas para cada necessitado. Filomeno de Miranda pôde observar que se tratavam de bons espíritos de mediana capacidade, igualmente vinculados às práticas da casa, exteriorizando grande bondade e interesse vivo pelo trabalho para o qual haviam sido designados. Prosseguindo, a benfeitora torna a falar. Já nos é possível compreender que vivemos em campo de vibrações, onde a mente é mais poderosa do que qualquer coisa ou ritual, que apenas tem a finalidade de servir de íã, que atrai a atenção, de motivo para a fixação do pensamento. Enciano explicou que diante do atraso em que muitos espíritos temimam em reter-se, as ocorrências de absorção das forças vivas das oferendas permaneciam em preponderância, exigindo contínua alimentação quando já

licou que diante do atraso em que muitos espíritos temimam em reter-se, as ocorrências de absorção das forças vivas das oferendas permaneciam em preponderância, exigindo contínua alimentação quando já seria possível superar tal necessidade, direcionando o pensamento em sentido superior. em nossa área de ação, dizia, o recurso é a vontade pessoal, com a consequente aceitação da lei do progresso, que a todos propele para o superior e para a liberdade. O silêncio no auditório era geral. Estava ali cerca de 60 entidades desencarnadas que operavam na casa. Eram silvículas brasileiros, antigos escravos e anteriores praticantes do culto afro no Brasil. A mentora, ao largo do tempo, assim fazendo, libertava-os das práticas ancestrais ainda predominantes. "Saímos do eião", disse em Emerenciano, "comenso reconhecimento as provas redentoras que nos lapidaram as arestas. Não foi a cor da pele que nos levou ao delito, mas sim o atraso moral que nos caracterizava naquela experiência carnal. A benfeitora lembrou o auditório que todos somos a soma das experiências adquiridas em várias condições sociais e em países diferentes ao longo dos milênios. Atualmente constituímos um grupo de companheiros de jornada e não mais escravos coagidos ao serviço, como supõe erradamente muitos encarnados que buscam nossos recursos. Emerenciana também lembrou aos que a ouviam que há quem na sua ignorância presunçosa, exija a presença dos protetores e lhes dá ordens expressas, atados à antiga dominação de Senhor, de que ainda não se libertou. É um erro, disse a mentora, que nos cumpre corrigir com bondade, porém com decisão. Terminados os trabalhos, o amigo Felinto permaneceu com Miranda e Dr. Bezerra em palestra edificante. Elinto supervisionava na casa as tarefas da chamada magia branca, aplicada em favor dos que eram vítimas das práticas fetichistas que para ali acorriam, rogando que fossem desmanchados os trabalhos da magia negra. Inquirido por Miranda a respeito da ação dos feitiços, Celinto esclareceu:

que eram vítimas das práticas fetichistas que para ali acorriam, rogando que fossem desmanchados os trabalhos da magia negra. Inquirido por Miranda a respeito da ação dos feitiços, Celinto esclareceu: "A magia é uma ciência arte tão antiga quanto as primeiras conquistas culturais do homem. Reservada à intimidade dos santuários da antiguidade oriental, a magia nada mais é do que o uso do magnetismo que começava a ser descoberto da hipnose e do intercâmbio mediúnico que os próprios imortais desencarnados propiciaram aos homens. A ignorância das leis vestiu essas práticas de rituais e de fórmulas ensinadas pelos espíritos. A maioria deles constituída de presunços e prepotentes que se acreditavam deuses, exigindo sacrifícios humanos, animais ou vegetais, conforme o processo da evolução de cada povo. Conhecendo através do estudo e da repetição das experiências, a exteriorização magnética das chamadas forças vivas da natureza e dos seres, manipulavam-nas com grande aparato para impressionar, colhendo alguns resultados que projetavam os sacerdotes e quanto as praticava. Pela mesma forma, prosseguiu Felinto. Percebeu-se que a aplicação de tais recursos podia ajudar ou entorpecer as criaturas, promovendo-as ou perturbando-as. Daí nascendo as duas correntes referidas, a magia branca e a magia negra. A maioria das criaturas ainda reage mais a uma ação negativa com a qual facilmente sintoniza do que a um gesto ou um ato sutil de afetividade, de gentileza. É disso que decorre que nas práticas da magia negra há sempre aqueles que se fazem receptivos, como por exemplo, abre aspas, a consciência de culpa inata, a insegurança emocional, os desajustes temperamentais, a invigilância moral, a insatisfação pessoal, a ociosidade mental, a conduta irregular, e os débitos passados, que constituem campo vibratório propício à sintonia com as induções mentais dos maus, induções como telepatia e telementalizações perniciosas e também as ondas da magnetização de objetos ofertados para as práticas

m campo vibratório propício à sintonia com as induções mentais dos maus, induções como telepatia e telementalizações perniciosas e também as ondas da magnetização de objetos ofertados para as práticas nefastas e mantações fluídicas. E por fim, a afinidade vibratória com os espíritos perversos e com os encantados que se deixam utilizar na sua ignorância para estes fins ignóbeis ou elevados. Na cultura religiosa do passado e do presente, disse Felim, encontramos esses seres sob a denominação de devas, elementais, fadas, gênios. silfos, elfos, jeans, faunos. Os cabalistas também classificaram os elementais mais evoluídos, encarregados do ar, da terra, do fogo, da água, respectivamente gnomos, sífides, salamandras e ondinas, que está lá na questão 525 a 540 de O livro dos Espíritos. Felinto afirmou então que esses seres se encontram em trânsito evolutivo mediante as reencarnações entre o psiquismo do primata omne e o homo sapins, ainda destituídos de discernimento, ingênuos e simples na sua estrutura espiritual íntima e que são utilizados pelos espíritos encarnados ou não para uma ou outra atividade, conforme tem demonstrado a experiência nesse campo. Lembrando que acima de tudo e comandando todas as ações, está o amor de nosso pai, sempre vigilante. E Felinto então acrescenta: "O determinismo não é absoluto em face dos recursos do livre arbítrio que está sempre alternando o destino e os rumos da vida. A ocorrência nefasta, obsessiva, perturbadora se dará ou não conforme a sintonia e a receptividade do indivíduo. Todavia, não resta dúvida de que, seja qual for o resultado da ação de quem a encaminhou para o mal, ocorrerá o choque de retorno, ou seja, volverá ao agente o efeito da sua realização. Filomeno de Miranda perguntou-lhe como ele atuava para desmanchar o chamado feitiço ou magia negra. Conhecendo as leis dos fluidos, podemos de algum modo manipulá-los conforme a sua constituição. Utilizamos-nos de alguns recursos e materiais que foram objetos da magnetização para atrair os espíritos

Conhecendo as leis dos fluidos, podemos de algum modo manipulá-los conforme a sua constituição. Utilizamos-nos de alguns recursos e materiais que foram objetos da magnetização para atrair os espíritos que se lhesaram, usurpando-lhes energias. em caso de alimentos e plantas, liberando-os da escravidão a que se atém, inclusive quando das grosseiras e macabras absorções de energia animal. Embora não recorramos a expediente idêntico no último caso, aplicamos forças fluídicas que os desconcertam emocionalmente, mudando neles a dependência da forma alimentar, a que subordinam para outras expressões fomentadores fomentadoras de vida conhecidas por todos nós. No passo seguinte, retemo-nos em barreiras magnéticas e passamos à fase da doutrinação, do esclarecimento, pois que o nosso objetivo é a libertação espiritual do ser, não a mudança de lugar ou de forma, mantendo-o aprisionado. Por fim, temos em mente os impositivos do mérito ou demérito de cada paciente, auxiliando-o também no seu progresso, processo de crescimento espiritual. Agora nós voltamos a palavra pro nosso querido João para os aprofundamentos. >> Obrigado, Gi. Então, nós vamos começar então os nossos aprofundamentos. Eu vou passar então a palavra paraa Jusara. Ela vai começar pra gente, tá bom? você, Ju. >> Olá, pessoal. Que alegria. Tô muito grata de poder estar aqui com vocês. Fazia um tempo que eu não tava presente, mas estamos de volta. E realmente esse capítulo, não percam as cenas do próximo capítulo, porque a semana que vem vai ter vamos ter tratado os assuntos muito interessantes que a nossa querida Láia vai trabalhar. Mas nós vamos começar então ah eh dentro desse desse processo, né, que a a mentora espiritual nos fala, né, eh a irmã emerenciana, eh nos lembrando de como deve ser a nossa postura ao nos dirigirmos a uma casa espiritual. Só falando uma casa espiritual, porque nesse caso em particular nós não estamos falando dos centros espíritas tradicionais, estamos falando de um centro de umbanda, mas aonde eles mesmo

sa espiritual. Só falando uma casa espiritual, porque nesse caso em particular nós não estamos falando dos centros espíritas tradicionais, estamos falando de um centro de umbanda, mas aonde eles mesmo determinam, estão fazendo o trabalho, né, branco e aonde existe toda a assistência e aonde nós vemos a presença desses mentores auxiliando, porque não importa aonde nós vamos ser atraídos espiritualmente, o que importa porta é o nosso processo mental. Como é que nós vamos nos colocar em relação a esse entendimento, ao entendimento espiritual, o que se passa no nosso ser íntimo? Então nos explica, irmãana, da necessidade que nós temos de nos lembrar de quando nós vamos a uma casa espírita. primeiro, o trabalho que foi realizado para que nós pudéssemos estar lá e tivéssemos assim eh a possibilidade de recebermos todas as bênçãos, todos os o auxílio que vamos receber através dos dos amigos espirituais que lá se encontram, né? É um trabalho muito intenso. Nós diríamos até 24 horas, né? quando às vezes a gente acha, ah, é só uma horinha, duas horinhas, eu vou, entro e saio. Mas nos fala da necessidade de nós nos lembrarmos, principalmente na hora de sairmos, a hora que retornamos ao nosso lar, no momento em que nós vamos nos preparar para o sono, de nós lembrarmos que nós estamos assim numa posição quase como se fosse um pós-operatório. Então, é como se na hora que nós fôssemos na casa ao centro espírita, nós vamos receber assim o tratamento, né, o tratamento que nós necessitamos, é como se fosse uma cirurgia e vamos para casa naquilo que seria um pós-operatório. Como é que a gente age num pós-operatório? com cuidado, com a lembrança. Nesse caso, como nós estamos falando de forças espirituais, dos fluidos, da energia que nós recebemos e como nós temos que estar conectados, é essa questão da mental, é essa questão de sintonia, é nós nos lembrarmos que o tratamento ele às vezes ocorre mais no nosso campo espiritual, no corpo espiritual, que nós chamamos de perespírito, do que depois vai refletir

, é essa questão de sintonia, é nós nos lembrarmos que o tratamento ele às vezes ocorre mais no nosso campo espiritual, no corpo espiritual, que nós chamamos de perespírito, do que depois vai refletir no corpo, mas ele é feito justamente nesse nesse processo. Então eles eles eles eles se desenrolam assim em em camadas profundas que requer o nosso entendimento, né, a nossa compreensão, a nossa responsabilidade tanto como o paciente como inclusive o trabalhador. Aquele que serve é chamado a a uma constância, né, a vi vigilância. ao seu alinhamento moral. Então, vamos nos lembrar que a assistência espiritual ela não se limita ao contato físico, não se limita a essa parte, a esse ao corpo material e muitas vezes ela é muito mais ainda eh expressiva no campo espiritual e no campo emocional, no nosso campo psicológico, no nosso campo de espíritos eternos. Então, nós temos que nos lembrar de termos esses cuidados, de mantermos a nossa mente nessa sintonia. Você veja que eh quando vai começar os trabalhos, né, eles realizam inclusive uma prece que fala, essa prece não é simplesmente um ritual, um protocolo. Ah, todo mundo começa com uma prece. Uma vez até me per falaram: "Ah, eu acho que no espiritismo tem bastante ritual, porque tem começa com pressa, termina com pressa e tem água fluficada". E eu até fiquei pensando, né? Mas nós não fazemos isso com um ritual. o entendimento dessa sintonia mental, dessa harmonização espiritual, para que vibracionalmente tanto a nossa mente quanto o nosso coração possa estar vibrando numa mesma frequência para que os trabalhos possam ser realizados com êxito. Então, cada um que entra numa casa espírita tem a responsabilidade de manter essa frequência, de auxiliar a essa frequência. Mas nós vemos assim, por exemplo, a irmã emerenciana quando ela está, né, eh eh determinando assim dizendo da necessidade de auxiliar, de acompanhar aquelas pessoas e inclusive na cautela de acompanhar, mas sem interferir no livre arbítrio, acompanhar a distância, mas sempre enviando as a as

assim dizendo da necessidade de auxiliar, de acompanhar aquelas pessoas e inclusive na cautela de acompanhar, mas sem interferir no livre arbítrio, acompanhar a distância, mas sempre enviando as a as vibrações, os pensamentos positivos. Então, nós vemos que existe todo um trabalho da parte espiritual de nos proporcionar o o tratamento completo. E ela verificando, né, que não é só aquele momento, esse essas hora, 2 horas que a gente vai passar nessa casa espírita que vai nos assistir naquela nossa necessidade. Nós precisamos desse acompanhamento, desse pós-operatório. E esses espíritos que se prificam, né, porque eles querem crescer também, porque eles querem oportunidade de trabalho, eles vêm, né, e ela nesse nessa nessa lucidez entendendo, né, a urgência que não é só daquele momento, mas de todo um acompanhamento, né? Então, eh, nós vemos, eh, a postura desse espírito como sendo uma pessoa que tem aquela autoridade moral, ela tem capacidade de orientar com firmeza, sem violência, sem ser enérgica, sem dureza, mas sempre com aquela responsabilidade, né, como uma guardiã que ela é, né? Então nós temos que nos lembrar que em qualquer processo de cura, não basta a gente tratar apenas os os sintomas, também tem a questão do da prevenção. Então, nesse processo às vezes de fragilidade, nós podemos estar muito mais vulneráveis às aproximações espirituais negativas. Então, por isso que existe todo esse trabalho de nos sustentar emocionalmente, esse processo de educação moral, para que à medida que nós vamos realizando nosso a nossa transformação interior, nós possamos realizar, auxiliar, né, nesse processo de cura, de cura integral. Então nos fala ainda o capítulo do da forma com que Manuel Filomena nos descreve, que a emerciana assim é aquela líder espírita, né, que é uma pessoa que que antes de tudo é um servidor, que sabe renunciar ao ego, que trabalha pela harmonia coletiva, com humildade, com prudência e com responsabilidade. João, você queria acrescentar alguma coisa, né?

ue que antes de tudo é um servidor, que sabe renunciar ao ego, que trabalha pela harmonia coletiva, com humildade, com prudência e com responsabilidade. João, você queria acrescentar alguma coisa, né? É importante quando ela fala de eh quando a gente fala do dessas companhias espirituais, eh é importante a gente nos aprofundar nos aprofundarmos um pouco nos processos obsessivos, né? é um uma parte que ela fala, a irmã emerenciana fala do da equipe que vai trabalhar nesse nesse processo de acompanhamento. E e às vezes a gente esquece que o a obsessão é um caminho de duas vias, dois ou mais indivíduos que se harmonizam em vibrações, que se harmonizam em conexões e que começam eh esse processo que normalmente vem de longo tempo. Mas o obsessor, uma das características principais do obsessor é se sentir como vítima. E como vítima, ele é um espírito perturbado que volta ao mundo espiritual com traços de psicopatia e que desenvolve uma frieza, uma insensibilidade até uma crueldade. Então, como eles se desvinculam da da emocionalmente da empatia, eles ficam presos ao quê? a impulsos primários, nossos instintos de ódio, de desejo de vingança, que a gente traz das nossas eh primeiras encarnações, quando no nosso desenvolvimento o nosso processo era de defesa. E quando a gente dava a deixava nossos instintos prevalecerem e trazia essas reações de nos sentirmos vítimas, eh, gerando movimento de resistência. Então, a obsessão é importante a gente lembrar, ela não é uma punição divina, só é simplesmente consequência de desequilíbrios morais e emocionais. dos dois, não só do obsessor, mas também do obsediado. Ninguém fica obsediado se não permitir que o obsessor se conecte. Kardec nos orienta que a obsessão ocorre por afinidade vibratória, não por aritariedade espiritual. Eh, e ele nos descreve nas fases diferentes da obsessão, simples, fascinação e subjção que a intensidade varia de acordo com a profundidade do vínculo e da sintonia. Quando esses laços inferiores começam a se romper, ocorre alguma algo semelhante

obsessão, simples, fascinação e subjção que a intensidade varia de acordo com a profundidade do vínculo e da sintonia. Quando esses laços inferiores começam a se romper, ocorre alguma algo semelhante o processo de abstinência de um vício físico emocional. O espírito perturbado reage agressivamente porque ele não quer perder o domínio que ele tem sobre o obsediado e ele quer restabelecer o domínio perdido. Eh, então isso é importante ressaltar a que a vigilância emocional, a proteção moral dos dos que estão sendo obsediados e a firmeza que eles possam enfrentar essa essa situação. Então, esse cenário de reforça o que? O trabalho de desobsessão, o que que ele exige de dos que participam desse trabalho? serenidade, prudência, sintonia elevada e, acima de tudo, um profundo amor. E entendendo e aceitando que a libertação não acontece de forma abrupta, ela é gradual, cuidadosa e sempre amparada por vibrações superiores. Emmanuel, no livro Encontro Marcado, no capítulo 33, companheiros de experiências, ele nos diz que por mais endividado ou inferior que nasce um espírito no campo terrestre, as leis de Deus jamais o abandonam. E sempre existe a presença do amor, a começar pela ternura do coração materno, que é capaz de auxiliá-lo até as últimas raias do sacrifício. que espírito algum, Emanuel nos diz, por mais detestado ou ignorante na instância física, não voltará ao mundo espiritual pelas leis de Deus, sem a dedicação de alguém que o ame. Então, os chamados protetores e guardiães não transitam apenas entre os lares humanos, sustentando os humanos para que não resvalem nos abismos dos do erro. velam igualmente na sombra, ensuflando esperança e consolação. Aqueles irmãos que despertaram além da morte nos cáusticos do remorço e nas crises da loucura, que são resultado das faltas e transgressões que se a fizeram no curso do estágio físico. Também pela psicografia de Chico Xavier, Alta de Souza nos relembra num versinho muito simples e bonito, que a obsessão desconsola, no entanto, por mais que nos

e a fizeram no curso do estágio físico. Também pela psicografia de Chico Xavier, Alta de Souza nos relembra num versinho muito simples e bonito, que a obsessão desconsola, no entanto, por mais que nos doa, é sempre a bendita escola que nos fere e aperfeiçoa. Então, quando a gente fala eh que a irmãenciana emerenciana cita os cooperadores que vão trabalhar, os assistentes espirituais, né, que estão ali no auditório, que ela apresenta a Manuel Filomeno de Miranda. E ela nos diz que eles são os pilares vibratórios, são firmes, silenciosos e constantes, que oferecem apoio moral e emocional, porém sem interferir ou decidir pelo assistido. Então, que é importante pra gente aqui compreender a diferença entre ajudar e assumir o problema do outro. A verdadeira ajuda não retira da pessoa a oportunidade de desenvolver a autonomia, a força interior, o discernimento. Então, o assistente, seja encarnado ou desencarnado, sempre tem que intervir com serenidade, jamais precipitação, porque uma intervenção apressada enfraquece o processo de aprendizado, gera dependência, inviabiliza a consolidação da reforma íntima. Então, a postura desses cooperadores, ele requer tranquilidade, confiança e, acima de tudo, amor. A presença influencia o campo mental, auxilia na quebra de sintonia com as vibrações inferiores e reforça a disposição do que está sendo obsidiado de se libertar. E o equilíbrio desses assessores atua como antifogo emocional, impedindo então que a perturbação se expanda. Então, seria isso, Ju. Alguma comentário para acrescentar aqui? É, o importante é que nós também dentro de alguns pontos que Manuel Filomeno de Sil Miranda salienta, né, nesse capítulo, eh nós nos lembrarmos do propósito da casa, né, nós começamos a falar a respeito da nossa postura, de nós nos lembrarmos que estamos eh rodeados pelos espíritos. muitas vezes não é porque a gente não vê que eles não estejam lá espíritos de auto teor como estamos falando dessa irmã emerenciana, né, do próprio Manuel Flomena Miranda Bezirra de Menezes que

ritos. muitas vezes não é porque a gente não vê que eles não estejam lá espíritos de auto teor como estamos falando dessa irmã emerenciana, né, do próprio Manuel Flomena Miranda Bezirra de Menezes que acompanha esse trabalho. Então, a o o centro espírita, a casa espírita para todos nós, porque às vezes nós vamos só na necessidade, só na no querer receber, mas na realidade ele acaba se transformando numa escola oficina. O que seria essa escola, oficina? Porque à medida que nós continuamos nessa frequência, que nós abrimos a nossa mente para o aprendizado, para a vivência espiritual, então acaba se transformando numa oportunidade de uma educação contínua, né, dentro desse processo psicológico da nossa análise, do nosso comportamento, de como nós estamos nos comportando. Além desse estudo, dessa reflexão, também nos convida à vivência, porque no final é a vivência. Então, a oficina aqui representa a experiência, a oportunidade de trabalho. Aí vocês podem falar: "Puxa, mas eu eu ainda sou muito pequena, não tenho nada para fazer no centro espírita". Não tem nada. aquilo que nós falamos no começo. Lembre-se que ao entrar lá a sua vibração, o seu pensamento faz diferença, a sua mente faz diferença. E a forma verdadeira de nós usarmos a nossa mente, de nos conectarmos a Deus, é através dessa mente e coração, né? Então, a Santa Teresa Dávida lá, né, falava que a oração, por exemplo, é o caminho de nós nos tornarmos amigos de Deus. Vejam só, amigos de Deus através dessa oração. O que que é essa oração? Ela é um ritual? Ela é uma repetição simplesmente daquelas palavras que nós conhecemos? Não. Ela é nossa conversa íntima com Deus. Não tem nada, não tem problema nenhum se a gente fizer as repetições, se a gente falar aquelas preces que a gente conhece, isso não é nenhum problema. Desde que o nosso, o nosso coração, a nossa mente estejam conectadas com essas palavras. Então, qual o seu trabalho numa casa espírita? É de se lembrar da responsabilidade que você tem de ser também um foco de

o nosso, o nosso coração, a nossa mente estejam conectadas com essas palavras. Então, qual o seu trabalho numa casa espírita? É de se lembrar da responsabilidade que você tem de ser também um foco de luz. Esse foco pode ser pequeno, não importa. desde que a gente não esteja sintonizando com as com as forças negativas, com as sombras. Então, muitas vezes, né, e nesse questionamento e aqui como nós estamos falando até da do de um centro de umbanda, às vezes as pessoas ainda estão muito ligadas a determinados rituais, né? Mas não tem problema também esses rituais. Esses rituais às vezes vou lá acender uma vela para orar. Eu não preciso da vela. O espírito não precisa da vela, mas de repente o fato de eu ficar olhando para a vela faz com que a minha mente concentre naquele momento de oração. Então ela serve como um apoio pedagógico, mas é secundário, porque o essencial é justamente isso, essa pureza íntima, é a moralidade, né? Então, essas essas práticas culturais, essas tradições, simbolismos, eles são respeitáveis, desde que eles não se tornem prisões psicológicas. Tipo assim, ai eu não trouxe meu santinho favorito, então não posso orar, que que eu vou fazer? Não, o o santinho vai tá lá, vai tá te ouvindo se você falar com coração. A vela, você não precisa do recurso da vela ou outros recursos, lembrando sempre dessa sintonia mental. Então nós não precisamos, à medida que nós vamos nos elevando, à medida que nós vamos tendo esse conhecimento, nós vamos saindo desses processos, processos que inclusive são muito tristes para nós mesmo após o desencarne. que nós vemos, como como João tava aqui nos falando, né, que nós vemos no capítulo, o processo e a dificuldade que é desses espíritos que ainda se creem dependentes e que que é para eles necessário essa vampirização energética e essas práticas inferiores. Então eles ficam presos ao que seria essas oferendas, a esses condicionamentos mens mental, emocional, vibração inferior. E essa essa dependência, como nos nos explica, a

e essas práticas inferiores. Então eles ficam presos ao que seria essas oferendas, a esses condicionamentos mens mental, emocional, vibração inferior. E essa essa dependência, como nos nos explica, a gente vê no capítulo, ela não é muito diferente de um vício da matéria, porque é como a gente sabe que existe uma troca que não é que nós somos energia, então existe essa troca de energia, como nós estamos falando, né? o nosso pensamento, a nossa sintonia, ela vai ajudar, né, num num trabalho todo que vai ser realizado pro pro bem ou não, dependendo de como nós estamos nos conectando. Mas existe essa troca e existem espíritos que se creem que eles eles como eles ainda querem viver muito na materialidade ou ou acham muito necessário aquilo que eles estavam acostumados na materialidade, que eles necessitam dessas eh oferendas, que eles necessitam então de determinadas pessoas para poderem, de uma certa forma eh vamos dizer assim, aspirar a energia, né? Nós lemos, lembramos no livro do de André Luiz, num momento em que eles vão até visitar o matadouro e que eles vêm eh espíritos de um grau assim mais dependente, vamos dizer, mais materializado, que ficam lá para para eh eh se alimentar dos fluídos vitais, né, da do do das dos daqueles animais que foram a acabaram apenas de ser morto. Então, eh, o mentor explica para André Luiz, né, que existe dentro do ainda aquela aquele fluído vital, né, que é o que que nos mantém aqui, né, nós temos esse fluído vital e logo no momento do da morte, né, nesse caso da morte do animal, eles conseguem ainda aspirar essa energia para sentir mais a materialidade. Então, é é muito triste quando nós ainda nos colocamos nessas faixas, né? Ah, nessas nessa sintonia com esses espíritos, nos lembrando sempre, como João bem colocou aqui, esses essa energia toda existe ao nosso redor, mas existe energias, existem energias variadas, né? Existem as energias que são aquelas sublimes que muito bem ocasionalmente nós conseguimos assim eh conectar quando esses espíritos

e ao nosso redor, mas existe energias, existem energias variadas, né? Existem as energias que são aquelas sublimes que muito bem ocasionalmente nós conseguimos assim eh conectar quando esses espíritos querem muito estar conosco e nós também queremos muito estar com eles, né? Até num momento desse em que nós estamos numa frequência da casa espírita, existe aqueles que são os medianos, mas que também já estão aspirando pelo bem, que querem também fazer alguma coisa para se melhorarem, auxiliar, como no caso desses espíritos que a irmã emerenciana envia para poder eh estar lá dando assistência àqueles aquelas pessoas que estão necessitadas. Mas existem também entre esses outros que querem nos levar a a nos entregarmos as paixões, a materialidade, para que eles possam aspirar essa energia que agora lhes fazem falta pelo fato de não terem mais o corpo físico. E como é que a gente faz para evitar tudo isso ou para sintonizar com o beijo? fala pra gente da vontade. >> O instrumento de progresso que nós temos, o principal instrumento da nossa evolução é vontade. Tanto Emanuel como Joana de Angeles falam que a vontade é a força diretora da mente, porque a vontade governa a emoção, organiza o impulso, disciplina os hábitos e torna possível a reforma íntima. Sem vontade, o conhecimento permanece parado, inerte, sem transformar-se em ação. Então, a gente tá aprendendo, a gente vai ao centro espírita, estuda, lê, mas se não tem a vontade de colocar em prática no nosso dia a dia tudo que aprendemos, o progresso é muito lento ou é quase não existente, porque a vontade é o motor da mudança. É, mas muito importante, vontade não é desejo, é decisão. Ela exige força interior, exige disciplina, exige autodeterminação. Às vezes a gente eh quer atingir coisas eh que nos parecem impossíveis e a gente desanima. Então, o a receita são pequenas metas diárias, é a vigilância dos pensamentos, é persistência nos esforços escolhidos e a capacidade de superar as recaídas, porque nós não somos perfeitos, nós vamos cometer

o a receita são pequenas metas diárias, é a vigilância dos pensamentos, é persistência nos esforços escolhidos e a capacidade de superar as recaídas, porque nós não somos perfeitos, nós vamos cometer erros, nós vamos ter recaídas, vamos falhar nas nossas tentativas, mas as recaídas são exercícios práticos. de fortalecimento da vontade. É importante lembrar que a evolução espiritual é voluntária. Ninguém pode evoluir por nós. É um caminho individual. Nós crescemos, aprendemos eh em grupo, mas a evolução espiritual é individual. Eh, André Luiz no livro Mecanismos da Mediunidade, no capítulo 11, onda mental, ele nos fala que a vontade de prazer e a vontade de domínio no curso de largos séculos convertem-se em prazer de aperfeiçoar e servir, acompanhados de autodomínio. Então, a gente precisa aprender a usar a nossa vontade, porque vontade todos temos muitas vezes para coisas que não são construtivas, eh, para ajudar no nosso crescimento. E Emanuel nos fala no livro Momentos de Paz, no capítulo 13, ele nos faz uma comparação muito interessante aqui. Ele fala: "Se não acreditas no poder da própria vontade, observa um barco e movimento. Não é o vento que lhe assegura direção, sim o critério do remador. Ou seja, nós direcionamos a nossa vontade para onde desejamos, a nossa necessidade de progredir e de utilizar a nossa vontade para os caminhos do bem, para os caminhos do aprendizado, os caminhos da evolução. E falando em caminhos do bem, eh, ela nos lembra que o bem, irmã emerenciana, que o bem não se impõe. O bem não utiliza os métodos do mal. O bem não age com violência, com agressividade ou com imposição. Então, quando a gente está utilizando a nossa vontade para a nossa evolução, nós não vamos agir com violência, nós não vamos ser agressivos ou impor as nossas vontades, os nossos desejos e as nossas crenças. Porque a terapia espiritual opera com energias sutis, delicadas e elevadas, mas são profundamente transformadoras. Então, a calma e a mansidão é força e a caridade é poder.

esejos e as nossas crenças. Porque a terapia espiritual opera com energias sutis, delicadas e elevadas, mas são profundamente transformadoras. Então, a calma e a mansidão é força e a caridade é poder. As energias superiores equilibram, serenam, esclarecem e libertam. Elas não combatem o mal com o mesmo tipo de vibração, porque isso apenas perpetuaria a desordem. O bem transforma pelo exemplo, pela luz, pela vontade, pela verdade, como diz, dizia Francisco de Assis, pratique o evangelho e, se precisar use palavras. É o exemplo, é o bem que se transforma pelo exemplo. Como nos recorda o Evangelho, bem-aventurados os mansos, pois apenas os mansos têm força moral para transformar realidades sem violência. A gente tem um exemplo de Gand violência libertou um país com um trabalho incessante. Esse seria o o que a gente teria para falar aqui, Ju. Algum comentário aqui? >> É, foi o que é interessante, né, que quando a gente pensa assim, eh, ia ser tão bom, né, dentro do nosso no nosso entendimento espiritual, ainda se a gente pudesse dar uma crença para uma pessoa por decreto, né? Então, a gente vê que a gente tem os filhos, os irmãos, os pais às vezes que não querem nem saber, não querem saber de espiritualidade. Você pega aquelas criancinhas desde pequeno, vai lá e fala: "Não, é decreto, você vai ter essa espiritualidade". Não tem, não tem jeito. Então, é por isso que não adianta essa violência, não adianta essa existência. Às vezes a gente tem aquelas aquelas pessoas que a gente quer levar paraa casa espírita, pro centro e falar: "Mas é tão bom lá?" Mas é bom pra gente, porque você entra naquela sintonia, você abre para receber aquelas, né? Eh, esses benefícios que são que nos são ofertados lá, mas tem pessoas que vão fechadas, elas não ainda precisam de tempo para amadurecer. Não adianta eu botar sementinha na terra hoje e falar para ela: "Cresce que eu quero te ver, orquídea amanhã". Não cresce, não tem jeito, tudo tem o tempo. Mas aí a gente pode perguntar, né? Por que que essa

anta eu botar sementinha na terra hoje e falar para ela: "Cresce que eu quero te ver, orquídea amanhã". Não cresce, não tem jeito, tudo tem o tempo. Mas aí a gente pode perguntar, né? Por que que essa evolução espiritual é tão lenta? Gente, por que que é tão lenta? A resposta triste é o seguinte, é por nossa causa, porque nós ainda trazemos hábitos, né? aqueles hábitos, aqueles condicionamentos profundos do que a gente tinha o entendimento daquela daquela prisão na matéria, daquela das dos preconceitos, né? os preconceitos de raça, os preconceitos de religião, os preconceitos de nação. E isso tudo nós temos que ver que à medida que nós vamos compreendendo, né, a imortalidade do espírito, nós vamos nos libertando. Mas não é uma coisa que acontece do dia paraa noite. Iss eu gosto sempre de lembrar para todo mundo. Não adianta, não vai ser por decreto, tipo hoje resolução de ano novo, vou acordar uma pessoa nova. Só só se você mudar a cor do cabelo, né? Mesmo assim vai ser externo, não vai ser interno. E aqui nós estamos falando de mudanças internas, né? Isso tudo requer aquilo que às vezes a gente tem menos ainda. Paciência. Eu falo: "Não, eu quero ser bom. Eu sei que ser bom é bom. Paciência. Gente, eu há pouco tempo estava ouvindo a vida de Teresa Dávila, né, de Santa Teresa. E ai me fez tão bem ouvir a vida de Santa Teresa, porque a gente sempre escuta falar de Santa Teresa, que é aquela, né, que foi uma freira carmelista, uma mística, uma escritora, reformadora lá do do do convento, da ordem do Carmo e que inclusive foi chamada de doutora da igreja em 1970, a primeira mulher a receber esse título por causa da sua sabedoria espiritual, da sua influência duradora. E aí eu fui lá escutar a vida de Santa Teresa. E aí a gente olha e fala: "Mas Santa Teresa é é outra categoria, né? Não dá para eu me comparar com Santa Teresa." Aí fala que desde pequenininha, vou contar muito rapidamente para vocês, que desde pequena ela tinha assim essa inclinação religiosa, mas ela foi crescendo, entrou na

eu me comparar com Santa Teresa." Aí fala que desde pequenininha, vou contar muito rapidamente para vocês, que desde pequena ela tinha assim essa inclinação religiosa, mas ela foi crescendo, entrou na adolescência e começou a se notar como mulher. inclusive uma mulher que é, conforme eles falam, uma mulher bastante bela e começou, ela tinha ela, ela era vinha de uma família proeminente lá da de Ávila. Então ela tinha acesso a essas festas, né, aos encontros com os outros jovens e tudo. E ela começou a ficar meio fascinada por essa outra vida, por esse outro lado da vida, sem deixar o lado que aproximava de Jesus, mas já com uma tendência, uma inclinação também pra vida da materialidade. Até que com 19 anos ela tem uma doença muito grave. que foi o momento assim, né, de às vezes o céu tem que interferir através de ações que vão nos dar assim aquele tapa na cara, né, aquela despertada, né, tipo, acorda agora, fica aí deitado na cama e aprende. E aí quando ela conseguiu se recuperar de algo que era até miraculoso ela se recuperar, ela decidiu ir para o convento. Mas aí ela foi pro vento e aí você pensa o quê? Que imediatamente ela ficou falou: "Não vou pensar mais que eu sou jovem e que tem essa vida social e o interesse lá pelos meninos e aquela coisa. Não. Então diz, né, conforme esse esse biógrafo da da da vida Santa Teresa narra que ela teve que grande parte da sua vida lutar com esta pendência e também lhe dava a vontade de eh seguir uma vida que a gente não vai falar que é uma vida mundana, uma vida errada, mas ela tinha feito um uma escolha, ela tinha feito um compromisso. Veja só o compromisso dela e até se torna a primeira doutora da igreja. Então, ela tinha um caminho que não era aquele caminho de de repente encontrar alguém, se casar, me seguir assim, que ela ia viver uma vida meio religiosa. Mas aí ela chega no convento também e tem que lidar com essas com essas inclinações, com essas contradições. E o convento é todo assim, era como disse que fosse uma festa social. Aí que

eio religiosa. Mas aí ela chega no convento também e tem que lidar com essas com essas inclinações, com essas contradições. E o convento é todo assim, era como disse que fosse uma festa social. Aí que ela vem e transforma tudo isso, né? Então vejam, gente, mesmo essas pessoas, esses grandes vultos que nós olhamos e falamos: "Não, mas para eles foi fácil, porque a gente já vê só o produto final". Mas aí, então eu fiquei contente de saber, poxa, Teresa Dávida tinha as suas questões, tinha suas contradições. Nós temos as nossas questões, as nossas contradições, mas a gente tem que saber que isso vai ser transformado na realidade, no dia a dia, no esforço, no esforço pessoal. É por isso que Kardec fala lá no capítulo 17 de quarto, né, que reconhece o verdadeiro espírita para sua transformação moral e pelo esforço que faz para domar suas inclinações. Mas então ele fala, tem uns que se limitam com nos aquele fica naquele horizonte limitado, mas tem outros que que falam: "Não, eu sei que tem algo melhor, mas eu tenho que manter o quê? o ideal, a vontade firme. Então, dizer sim, eu aceito, eu tenho as contradições, eu tenho ainda aquelas inclinações que se referem a esses meus atavismos de passado, mas agora eu quero ser melhor. Então é isso, esse progresso, né? Ah, até como o capítulo fala, uma nova luz para razão, ele é feito de forma racional de entender que a gente não vai fazer essa mudança simplesmente porque eu a gente decidiu agora. Não, eu agora quero ser que nem Joana de Angeles, não vai dar. Joana deângeles levou não sei quantas encarnações para ser Joana de Angeles. Nós também vamos levar provavelmente muito mais porque ela foi por um caminho mais reto, foi e aproveitou essas encarnações. A gente descuidou um pouco mais o nosso futuro é uma fatalidade. O nosso futuro é de nos tornarmos espíritos aperfeiçoados a modelo e semelhança de de Deus. Então, a a a nos lembrando, né, Teresa de Áfila, ela falava o seguinte: "Não te perturbe, não te espante, tudo passa". Deus não muda.

ornarmos espíritos aperfeiçoados a modelo e semelhança de de Deus. Então, a a a nos lembrando, né, Teresa de Áfila, ela falava o seguinte: "Não te perturbe, não te espante, tudo passa". Deus não muda. A paciência tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta, só Deus basta. Então é o que nós precisamos nos lembrar que para nós só Deus basta, porque nós somos o fruto desse sopro divino, desse amor divino. Então, com todas as questões, com todas as dificuldades, vamos nos lembrar da nossa responsabilidade agora como espíritos imortais. Vamos cada vez mais procurar a sintonia com o bem, cada vez mais procurar nos lembrar dessa figura paterna, materna de Deus, que nos abraça e que nos oferece as oportunidades que são necessárias para o nosso aprendizado. às vezes não vem da forma como a gente quer, porque às vezes a gente precisa, como Teresa Dávila, ficar, levar um susto, refletir, ficar lá para poder despertar a paciência, para poder realizar o que é verdadeiramente bom e durador em nossa vida de espírito imortal. Então, vamos lembrar que quando nós temos Deus, nada nos falta, só Deus nos basta. E nós não precisamos de mais nada do que o amor. E o amor de Deus é o que nos proporciona a possibilidade de termos espíritos como Manuel Filomena de Miranda, como Divaldo Pereira Franco, que trouxeram para nós, que materializaram para nós esses conhecimentos, esse entendimento e nos lembrarmos até também dos nossos irmãos que se encontram nessas faixas ainda de espíritos, eh, com esses desvios mentais, psicológicos e que precisam não do nosso julgamento, mas do nosso amor, da nossa tolerância, da mesma forma que nós ainda precisamos do amor e da tolerância de Deus. Então, ficamos aqui. Os outros assuntos do capítulo vão ser tratados na semana que vem pela nossa querida Eulária, assuntos interessantíssimos, muito importantes para o nosso conhecimento e entendimento também. E agradecemos a presença de todos vocês que estão conosco e que já nos acompanham já há tanto tempo nesse

ssuntos interessantíssimos, muito importantes para o nosso conhecimento e entendimento também. E agradecemos a presença de todos vocês que estão conosco e que já nos acompanham já há tanto tempo nesse estudo da e começamos a realizar graças à Suical da Silva. >> Então perguntando onde é que você ouviu essa história de Santa Teresa de Ávila. >> Ah, gente, eu eu vi no no no YouTube, eu fui lá escutar a vida de Santa Teresa de Ávila e fiquei impressionadíssima, né? Porque a gente só escuta isso. A gente escuta só a parte do que ela fez, de ser doutora, dos livros que ela escreveu, da sua influência de um espírito extremamente nobre, que se eu não estou enganada, Gi, me corrige. Divaldo recebia mensagem delas através de intermediário, porque até para ela dar mensagem direta ainda precisa, difícil até para um próprio Divaldo dado grau de, né, de de desse espírito grandioso. E aí quando eu falei: "Meu Deus!" Eh, porque eu que saber o que que tornou essa pessoa santa, apesar de que a gente tem essa, né, esse esse produto dos livros, aí eu vi, né, e ela ter essa contradição, ela ter essas tendências, ela lutar contra isso. Por quê? Que que é aquilo que a gente faz, gente? De repente a gente tem vontade de ir por um caminho e por uma inclinação, mas a gente sabe que esse caminho não é bom. Que nem o Paulo de Tar falava: "Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém". Então não me convém. Então ela para para mim, então como exemplo, ela teve essa firmeza de caráter de saber o que que era melhor para ela, mas não que ela não tenha passado pelas suas dificuldades, né, pelas suas contradições, lutando com essas bestas, né, como fala, interiores que a gente tem, que não são mais na arena do circo, mas é na arena de nós mesmos. Então eu eh eu achei muito interessante, quis compartilhar porque é justamente o nosso processo. Agora também vamos estar diariamente na vigilância, na paciência e de acreditar em nós, porque olha, nós já fizemos um longo caminho, né? Se a gente andava atrás, não era bom. Agora a gente tá

ocesso. Agora também vamos estar diariamente na vigilância, na paciência e de acreditar em nós, porque olha, nós já fizemos um longo caminho, né? Se a gente andava atrás, não era bom. Agora a gente tá melhorzinho, então vai e vai ser melhor ainda, né? >> Você ia falar alguma coisa, Gi? Eu só queria mencionar, Ju, que hã a Malha Domingo Soler no livro Perdoa-te, né, através do espírito? >> Eh, vai dizendo, vai dando dicas assim que talvez Santa eh Teresa teria sido a reencarnação de Maria de Magdala, né? >> Ah, >> então a gente observa que realmente a natureza não dá saltos. >> Nós vamos evoluindo através das reencarnações, né? através de muito esforço, muita renúncia, muito sacrifício. Isso. >> E tem uma mensagem no livro novo do Divaldo, que a gente tava conversando chamado Fografia de Joana, né? Eh, renúncia e abnegação, se eu não me engano. Essa é a mensagem que que ela vai trazer justamente isso que você falou, Ju, que tudo, na verdade, faz com que a gente seja convidado a voltar para Deus, né? Deus é basta, né? Dizia Clara de Assis. Muito lindo os aprofundamentos de vocês, viu? Obrigada. >> Obrigada. Obrigado vocês. Eh, eu tenho um comentário aqui dizendo que a Sandra Borba fala bastante sobre Santa Teresa de Ávila, né? e que tem até uma uma você consegue achar no YouTube uma live dela falando sobre Santa Teresa de Á da Sandra Béo no Lar. >> Oi? >> No evangelho no Lar do Seik que eles fazem aos domingos, quer dizer, todos os dias, mas aos domingos com esses convidados. >> OK? Então, gostaríamos então de agradecer a todos pela participação, agradecer a Ju e a GI pela pela por abrilhantar o nosso estudo. Eh, que possamos ter uma semana de muita luz, muita paz e que possamos estar aqui de volta na próxima semana para o segundo, a segunda parte do estudo desse capítulo nove. onde a Ju mencionou Eulia, mas é importante dizer que vai ser Eulália e o Lincoln que vão estar aqui eh aprofundando mais a segunda parte desse capítulo com a nossa querida GI como host, como eh então fica aí o o convite

Eulia, mas é importante dizer que vai ser Eulália e o Lincoln que vão estar aqui eh aprofundando mais a segunda parte desse capítulo com a nossa querida GI como host, como eh então fica aí o o convite para a próxima semana estarmos todos juntos, tá bom? Até lá, então. Obrigado,

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