Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E37 – Cap. 19: Socorro de libertação – Parte 1

Mansão do Caminho 17/04/2026 (há 1 semana) 704 visualizações

Na primeira parte do Capítulo 19 de Loucura e Obsessão, o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert analisa o socorro espiritual oferecido aos que se encontram em sofrimento, destacando a ação misericordiosa dos benfeitores na condução dos processos de libertação. O estudo evidencia a importância da receptividade, da mudança de atitudes e da confiança no amparo superior como fatores decisivos para a recuperação do equilíbrio. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: João Korngold 📝 Resumo: Vânia Maria de Souza 🔎 Aprofundamentos: João Korngold e Andreia Marshall Netto 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #SocorroEspiritual #EstudoDaObra #ManoelPhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #LibertacaoEspiritual #Desobsessao #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #MansaoDoCaminho #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, amigos, amigas. Muito bem-vindos a mais um estudo do livro Loucura e Obsessão. Hoje estaremos cobrindo o capítulo 19, Socorro de Libertação. Estamos aqui ao lado das nossas queridas Vânia e Andreia. que vão vão trabalhar juntos conosco no estudo desse capítulo. Mas antes de começarmos, vamos fazer a nossa oração elevando nossos pensamentos ao mestre Jesus, pedindo auxílio dos amigos espirituais para que possamos todos usufruir desses trabalhos de hoje, que possamos internalizar os ensinamentos e mais importante colocar no nosso dia a dia tudo que aprendermos. Agradecemos a nossa mentora Sueli Caldas Schuber, por pela criação desse grupo, pelo acompanhamento e inspiração que sempre nos acompanha. ao espírito Manuel Filomeno de Miranda, que nos traz essas palavras tão profundas através da mediunidade de Edivaldo Franco, que também acompanha nossos trabalhos. Estendemos essas vibrações de amor, de paz e fraternidade a todos os nossos irmãos e irmãs que nos acompanham, que vão nos acompanhar, que estão sofrendo pelo mundo, vítimas de guerras, de doenças, de fome, de perseguições, que todos possam encontrar força, resignação e, acima de tudo, fé para superar as dificuldades. Agradecendo mais uma vez ao nosso mestre Jesus, com uma alegria muito grande em nossos corações, pedimos permissão para começar os nossos trabalhos. Que assim seja. Então, vamos começar pedindo a nossa querida Vânia que nos faça o resumo do capítulo 19. É com você, Vânia. Boa noite, querida Andreia, querido João. Boa noite, queridos amigos, irmãos que nos acompanham. Então, neste capítulo, Filomeno de Miranda começa dizendo que ele, juntamente com Dr. Bezerra de Menezes, estavam analisando esta problemática sempre grave e complexa da obsessão. E o benfeitor fala diversas coisas. E por fim ele diz: "O crescimento moral do ser é impositivo, inadiável do seu processo evolutivo." Depois, Dr. Bezerra fala de Ospensk, aquele pensador russo que o Divaldo sempre falava, que dividiu os homens em dois grupos filos fisiológicos e

er é impositivo, inadiável do seu processo evolutivo." Depois, Dr. Bezerra fala de Ospensk, aquele pensador russo que o Divaldo sempre falava, que dividiu os homens em dois grupos filos fisiológicos e psicológicos. para bem os situar na área de suas necessidades e aspirações. Muito bem. Na reunião programada para aquela noite que a irmã emerenciana denominou de socorro de libertação, o médium antenor foi designado para ser intermediário do espírito que se comunicaria em razão de suas amplas possibilidades na psicofonia. seria tratado naquela sessão um paciente da casa, filho do diretor presidente da instituição. Este paciente, vítima de pertin obsessão, infelizmente lhe não grangeou títulos de enobrecimento para que o problema tivesse solução. Seus pais são abnegados trabalhadores do bem e portadores de méritos valiosos. Hoje, então, diz emerenciana, acreditamos que se dará o desfecho da trama que se arrasta por muito tempo, dando a entender que estava em tratamento o rapaz há alguns anos já. O espírito obsessor, logo atraído ao perespírito de Antenor, entrou em extores, transfigurando a face do médium, e exclamou: "Nunca o perdoarei". Um senhor aproximou-se bastante emocionado e aulado de claridade, influenciado por emerenciana, lhe disse: "Não te pedimos que perdoe. Rogamos que lhe dê oportunidade de reparar os males que praticou em relação a ti e aqueles a quem ama". O espírito responde: "Só palavras que em nada modificam a situação. Você tem o direito de interceder por ele. É seu filho, o infame que a mim desgraçou." "Eu sei", disse o dialogador, "e tenho piedade por ambos. Choro por meu filho infeliz e lamento por você. Ele acaba de completar 20 anos. E já se vão 16 anos de dores inomináveis para nós e para ele. Quando se iniciou a doença, ele foi a pouco e pouco perdendo o recurso da fala, da compreensão, enquanto aumentava a agressividade, a par do retardamento mental. Você, meu amigo, fala de dor, todavia, sem desejar relacionar sofrimentos, a mãe de meu filho e eu, desde então, nunca mais

mpreensão, enquanto aumentava a agressividade, a par do retardamento mental. Você, meu amigo, fala de dor, todavia, sem desejar relacionar sofrimentos, a mãe de meu filho e eu, desde então, nunca mais podemos repousar à noite, pois é quando mais ele se excita e se desespera. Acostumamos-nos a quase não dormir. Ali está ela chorando conosco. Olha, desfigurada e triste, sofrida e exenuada. Quantas vezes, meu irmão, ele nos bateu na face? Quantas outras você lhe tomou as mãos e nos agrediu também? A princípio, não sabíamos o de que se tratava. O diagnóstico médico afirmava ser um incurável distúrbio neurológico. Quando a fé em Deus e na sua justiça nos clareou a noite das dores, ante a certeza da reencarnação e da sobrevivência do espírito, passamos a amá-lo e a ter mais coragem. E o espírito interrompe e diz: "Não tente me sensibilizar, pois que isto mais me revolta". Ele é seu filho querido, porém traiu-me, roubando-me o lar. a filha amada a quem ele corrompeu e desgraçou, levando-a ao suicídio. E ele se passava como meu amigo, a quem abria a minha casa e lhe concedia a honra de conviver com a minha família. Cada um de nós agora zela e luta por seu próprio filho. Nunca mais eu soube dela, a minha filha, a quem ele destruiu. Então, ao referiu-se referir-se à causa da sua desventura, um choro convulsivo dominou o comunicante. Com ouvido, o doutrinador prosseguiu. nosso não é o desejo de inocentar o criminoso. E nada obstante, queremos impedir que o irmão venha a tombar em erro equivalente. E continua dizendo, fala do suicídio da filhinha, que teve os sonhos de menina trucidad pela ignorância do sedutor. No entanto, conforme não desconhece, ele também sucumbiu, interrompendo anos mais tarde a existência corporal, varando o cérebro com uma bala destruidora. Com aquela atitude, originou-se a paralisia em que se amarra até hoje. Porém, com a tua vingança, ele sofre mais amplos limites mentais. Não é assim", replicou o espírito. "A sua limitação é resultado do tiro que lhe afetou a razão, destruindo o órgão

se amarra até hoje. Porém, com a tua vingança, ele sofre mais amplos limites mentais. Não é assim", replicou o espírito. "A sua limitação é resultado do tiro que lhe afetou a razão, destruindo o órgão dela encarregado." E o doutrinador lhe diz: "Comprazo-me em descobrir que conhece a lei de causa e efeito, mas surpreendo-me por constatar que, não obstante, a identifique a lei de causa e efeito." permaneça desafiando-a hoje, a fim de sofrê-la amanhã. Esta observação oportuna colheu o espírito com grande impacto e o doutrinador, contudo, prosseguiu. É certo que o cérebro atingido face ao suicídio deixou impressões no perespírito. Apesar disso, porque o irmão o aflige espírito a espírito, o enlouquece e em razão da tua presença ameaçadora, ele se debilita, o que te permite tomá-lo e agredir-nos, arrojando-o contra a parede, contra o solo. Se tiver misericórdia e o deixar um pouco, ele prosseguirá encarcerado nas grades do suicídio, porém menos destitoso. Aproveite este momento. Nós te pedimos por Jesus Cristo, o assassinado sem culpa, que perdoou e retornou para amparar os que o negaram, os que o traíram, e lhe esqueceram todos os benefícios. E o espírito diz: "Não o farei". Então eu te rogo em nome da mãe dele, a mãe santíssima. Pedimos-te em nome dela e em homenagem a esta mãe que está aqui, também crucificada na agonia. O apelo causou um grande choque no perseguidor, que Titubiol, ele era um espírito lúcido que agia conscientemente e conhecia a realidade na qual se encontrava. A irmã Anita, o espírito, agora conduz uma entidade adormecida que se encontrava na faixa dos 16 anos, reencarnada e portadora de suave beleza, embora assinalada por profunda melancolia, era a mesma filha do perseguidor que reencarnou-se e na condição de surda muda, resgatava no silêncio o engano da alucinação suicida. Anita aproximou-se do médium antenor e apresentou a jovem, que foi então carinhosamente despertada. Ela olhou em volta, mas não compreendeu o que se passava. O pai dela, no entanto, reconheceu-a imediatamente

roximou-se do médium antenor e apresentou a jovem, que foi então carinhosamente despertada. Ela olhou em volta, mas não compreendeu o que se passava. O pai dela, no entanto, reconheceu-a imediatamente e, vencido por emoções, ajoelhou-se e, chorando muito, lhe diz: "Perdoa-me, filha querida, perdoa-me. Quanta dor e saudade, ó Deus, quanta dor ainda." [suspirando] As lágrimas não permitiram que ele continuasse. doutrinador então esclareceu: Deus é amor e traz a filhinha de volta, embora reencarnada, poderá agora acompanhá-la, ajudá-la [limpando a garganta] e reparar também os teus erros. Não terá ela saído do lar a fim de liberar-se um pouco da tua pressão? Medita. O espírito da jovem foi lentamente recobrando a lucidez e envolvido pelas vibrações do antigo genitor e pelas forças psíquicas de Anita, pabuciou. Papai, onde estou? Os dois então se abraçaram, sustentados pelos benfeitores, em meio à alegria que se estampava nos rostos dos familiares e amigos presentes. O doutrinador apelou então para o perseguidor do seu filho, dizendo: "Agradece, meu irmão, este momento. Liberta a quem te fez infeliz. Se fez um silêncio demorado na sala e em seguida o comunicante respondeu: "Você pede-me que o liberte e não tem ideia do que solicita". A palavra liberte terá um significado muito profundo, quase terrível para você e para ele e também para a família, caso eu concorde com o apelo. Estamos tão intimamente ligados quanto a planta parasita na árvore que a hospeda. Com o tempo, as raízes enxertadas penetram na seiva da outra, gerando tremenda simbiose. Ambos nos necessitamos para viver. Embora eu aqui me encontre, estou vinculado a ele. Se eu arrancar-me do seu convívio físico e mental, eu me desequilibrarei muito e o corpo dele morrerá. Esta frase produziu um choque. A mentora manteve, porém, o apoio sobre o doutrinador, que se abalou, mas recompôs-se e prosseguiu. Faça tua parte e o restante é como Pai Celestial. O perseguidor ouviu-o, mas reiterou o que disse antes. Seu filho morrerá,

m, o apoio sobre o doutrinador, que se abalou, mas recompôs-se e prosseguiu. Faça tua parte e o restante é como Pai Celestial. O perseguidor ouviu-o, mas reiterou o que disse antes. Seu filho morrerá, infelizmente, sem mim, ele não sobreviverá. Escolha tê-lo comigo ou sem mim e perdê-lo. A mãe do jovem obsidiado estava a ponto de desequilibrar-se. E o Dr. Bezerra aproximou-se dela, tocou-lhe a fronte, dizendo-lhe mente a mente: "Confia em Deus! Nossos filhos são filhos da vida, quanto o somos também. ocorrerá o melhor, o que seja mais edificante para ti, para o filhinho e para o esposo. A mulher registrou as palavras amorosas do mentor e foi dominada pela energia refazente. A decisão seria do pai, que prosseguindo telentalizado pela mentora, dirigiu o olhar interrogativo a esposa nublado de pranto, e ela, reencorajada, meneou a cabeça balbuciando. Seja feita a vontade de Deus. Ele então diz mais reanimado, Abraão não tergiversou em levar o filho ao altar do sacrifício. Submisso a Deus, eu darei a minha vida pela do meu filho, dependendo da vontade do Senhor. Assim, meu irmão, haja o que houver, eu te suplico, tem misericórdia, misericórdia dele e de ti mesmo. Profundamente sensibilizado, o comunicante aqueceu, dizendo: "Perdoai-me, os pais e vocês outros, por tanta desgraça. Reconheço que sou o mais infeliz de todos. A minha insistência na perseguição gerará mais infortúnio. Todavia, a minha renúncia produzirá a amargura entre as duas conjunturas. Elejo a que menos mal irá causar-vos. Desse modo, rogando a Deus que tenha misericórdia de todos nós, eu me despeço e prometo que liberarei aquele que me fez o mal, a quem tentarei perdoar de todo coração. Deus te abençoe e te guarde", concluiu o doutrinador. Em seguida, a sessão foi encerrada. Seria isso, meus queridos irmãos. Obrigado, Vânia. Excelente resumo, um capítulo realmente muito profundo, muito interessante. Vamos então convidar a nossa querida Andreia para iniciar os aprofundamentos. É com você, Andreia. >> Obrigada, João. Obrigada, Vânia, por

mo, um capítulo realmente muito profundo, muito interessante. Vamos então convidar a nossa querida Andreia para iniciar os aprofundamentos. É com você, Andreia. >> Obrigada, João. Obrigada, Vânia, por esse resumo. Ela é o que nós gostamos de brincar. Ela é a rainha dos resumos. Ninguém faz igual a Vânia, com todo o carinho e respeito aos nossos companheiros. Ela realmente faz um resumo maravilhoso. Obrigada, minha querida. Nós gostaríamos de entrar, aprofundar um pouquinho na fala do obsessor, quando ele diz: "Estamos tão intimamente ligados quanto a planta parasita na árvore que é hospeda e ali em diante." Porém, antes de entrar nela, nós gostaríamos de narrar uma história que se encontra na obra Contos e Apólogos do Irmão X Humberto Campos, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, capítulo 11, que se intitula Seara de Ódio e a história vai mais ou menos assim. Não, não te quero a meus braços", dizia a jovem mãe, a quem a lei do Senhor conferira a doce missão da maternidade para o filho que lhe desabrochava do seio. Não me furtarás a beleza. Significas trabalho, renunciação, sofrimento. Mas mãe, deixe-me viver, suplicava a criancinha no santuário da consciência. estão juntos. Dá-me a bênção do corpo. Devo lutar, regenerar-me. Sorverei contigo a taça de suor e lágrimas, procurando redimir-me, contemplarnos emos. Dá-me a rimo, dar-te ei alegria. Serei o rebento do teu amor, tanto quanto serás para mim a árvore de luz, em cujos ramos eu ter tecerei o ninho, o meu ninho de paz e de esperança. Não, não, dizia a mãe. Mas mãezinha, não me abandones. Expulsar-te. Ei, piedade, mãe. Não vês que procedemos de longe, de muito tempo, alma com a alma, coração a coração? Quem importa o passado? Dizia ela. Vejo em ti tão somente o intruso, cuja presença eu não pedi. Esquece-tes, mãe, de que Deus nos reúne? Não me cerres a porta. Sou mulher e sou livre. suforcateei antes do berço. E o diálogo assim ocorre, de criança a mãe nessa área da consciência de ambos, até que ela então diz:

de que Deus nos reúne? Não me cerres a porta. Sou mulher e sou livre. suforcateei antes do berço. E o diálogo assim ocorre, de criança a mãe nessa área da consciência de ambos, até que ela então diz: "Aux se lhe tirei, seria cortar em minha própria carne. puto a minha felicidade, a minha leveza feminil, mas eu te rogo, minha mãe, procuro o serviço da minha restauração. Dia a dia, o diálogo se renovava sem palavras, até que eventualmente ela vai e diz: "Torna a sombra de onde vens. Morre! morre enquanto faz com que a criança bebesse ali o veneno que a levaria a padecer. A criança. Então, naquele momento, o filhinho cai e caindo nas trevas da revolta e no anseio desesperado de preservar o corpo terro, agarrou-se ao coração dela, que ao mesmo tempo, destrambelhou a maneira de um relógio desconsertado. Ambos então, ao invés de continuarem na graça da vida, precipitaram-se no despenhadeiro da morte. Os dois, desprovidos do invóloco carnal, desencarnados, projetaram-se no espaço, gritando acusações recíprocas. Achavam-se, porém, emanandoam-se um ao outros pelas cadeias magnéticas de pesados compromissos, arrastando-se por muito e muito tempo, destestando-se e recriminando-se mutualmente. Prestem atenção que o texto vai falar. Emanando-se um ao outro por cadeias magnéticas de pesados compromissos que se arrastavam por muito tempo. A sementeira da crueldade atraíra a seara de ódio, e a seara de ódio les impunha então nefasto desequilíbrio. Anos e anos desdobraram-se sombrios, inquietantes para os dois. Até que então um dia, um espírito caridoso de uma mulher recordou-se deles em préstos de carinho e piedade, como que ao oferecer a eles o próprio seio, ambos foram então encaminhados a ela, famintos de consolo, de renovação e reparação, aceitando o generoso abrigo. Envolvidos então pela carícia maternal repousaram em fim. Um brando sono pacífico tomou a mente dolorida de ambos. Todavia, quando despertaram de novo na terra, no corpo físico, traziam a estigma do clamoroso débito em que se

ícia maternal repousaram em fim. Um brando sono pacífico tomou a mente dolorida de ambos. Todavia, quando despertaram de novo na terra, no corpo físico, traziam a estigma do clamoroso débito em que se haviam reunido, reaparecendo entre os homens como duas almas. apaixonadas pela carne, disputando o mesmo vaso físico no triste fenômeno de um corpo único sustentando duas cabeças. O que que nós acabamos de narrar, a não ser o caso da reencarnação de dois espíritos que se comprometeram gravamente e anos após anos naquela cadeia magnética de acusações, de ódio, emantando-os uns aos outros a ponto de serem se tornado um, reencarnam-se na condição de gêmeos siameses. O que são gêmeos idênticos, como já sabemos, que nascem ligados fisicamente em alguma parte do corpo, podendo compartilhar órgãos, muitas vezes na cabeça, no tórax, muitas vezes no quadril e na medicina são também chamados de gêmeos chifópagos. perdoe a pronúncia se eu não estiver falando correto, porque os primeiros casos lá atrás foram estudados a partir daqueles que estavam reunidos na área do tórax perto do osso chamado chifoide, que ajuda na ligação entre as costelas. E hoje, mesmo existindo a diferente tipo de união entre os corpos, o nome ainda ficou, ele ainda continua sendo usado. Dentro da visão espírita, nós sabemos que são casos que estariam ligados a processos espirituais muito antigos, envolvendo conflitos profundos entre o espírito que mantém sentimentos de ódio e de vingança por muitos e muitos tempos. E a reencarnação, nesse caso, seria uma oportunidade de reparação e, por que não dizer, o socorro do início de libertação, que é, na verdade, o título do capítulo 19 que nós estamos estudando, o socorro para a libertação. espíritos que tiveram grande desentendimentos no passado voltariam ao plano físico para aprender a perdoar, para aprender a conviver, a se reconciliar, muitas vezes numa ligação física inevitável. Tanto é que há muitos casos que são impossíveis de se operar, por operando-se, um dos dois acaba por

a perdoar, para aprender a conviver, a se reconciliar, muitas vezes numa ligação física inevitável. Tanto é que há muitos casos que são impossíveis de se operar, por operando-se, um dos dois acaba por desencarnar. E essa fala do obsessor me lembrou muito esse caso dos gêmeoses, especialmente por causa disso, porque ele vai dizer: "Estamos tão intimamente ligados quanto a planta parasita na árvore que a hospeda. Com o tempo, as raízes da naturalmente enxertada penetraram na seiva da outra, gerando tremenda simbiose. Ambos nos necessitamos para viver. Embora eu aqui me encontre o obsessor falando, desencarnado, estou vinculado a ele que está encarnado. Ou seja, se você me arranca do seu convívio físico e mental, eu me desequilibrarei muito, mas o corpo dele morrerá. Então, a simbiose tamanha que nós vemos a fala do obsessor, que não é a única, nós vamos a ver também na obra da benfeitora Sueli Calder Schubert, obsessão e desobsessão e outras obras de André Luiz com Francisco Cândido Xavier, que trata exatamente deste nível de obsessão tão severa, que sim causa desequilíbrio no espírito desencarnado e morte No outro, muitas vezes, quando se há a ruptura da ligação de um para com o outro, a seara de ódio, ela não é em contra lugar nos planos divinos de Deus. Então, quando nós vemos a fala desse obsessor e ao se encontrar com a sua filha tão amada, reconhece-se quão equivocado estava e opta, dá a oportunidade para o pai do filho que estava sendo obsidiado, ou eu fico com ele e continua na situação em que se encontra, ou abres mão dessa ligação e perderá o teu filho. É a tua escolha. Imaginemos como estava a mente daquele pai presente, o doutrinador na reunião mediúnica e a mãezinha que chorava encarnada também ali acompanhando a conversa e o tamanho da fé. Porque quando o Dr. Bezerra eh eh se encontra ao redor deles e fala ao seu coração materno para ter fé e confiança em Deus, ela então olha para o esposo, faz assim com a cabeça, como que dando então a ele a autorização de quitar a vida do filho

a ao redor deles e fala ao seu coração materno para ter fé e confiança em Deus, ela então olha para o esposo, faz assim com a cabeça, como que dando então a ele a autorização de quitar a vida do filho tão amado. A vida ela não se instingue com a morte. E nós vamos ver nesse caso quão belo de fato o tema o tema o o nome do capítulo é o socorro de libertação. Porque o que para muitos de nós, se tivéssemos a visão materialistas, para nós seria é o fim daquela criatura. Para nós que temos o entendimento, porém, reconheceríamos que o a desencarnação, perdão, do filho surgiria como a libertação e o início da recuperação, porque o obsessor já se encontrava o seu caminho, da sua reparação, para que ele pudesse ali naquele seu processo de entendimento da ocasião que levou até aquela aquela situação tão triste, ele já se encontrava no seu caminho para reparação. Agora era a vez do filhinho daquele casal que o amparara com tanto amor. Na reunião, aquela noite estava programada para a tarefa que a irmã emerenciana denominara então como esse tipo de socorro libertativo. É interessante porque o início da libertação, ela se dá quando há um esforço de reconciliação. A libertação, ela não acontece de forma mágica ou instantânea. Ela vai depender da aceitação, do arrependimento, da mudança de atitude de todos os que estão envolvidos. E aí nós gostaríamos de explicar um pouquinho mais sobre como se deu essa simbiose. A medida que a obsessão ela se fez mais profunda, o fenômeno dessa simbiose, que é a interdependência entre obsessor e obsediado, o explorador psíquico, nas palavras de Manuel Filomeno de Miranda e o explorado se torna mais terrível. Então, chega o momento em que o obsessor ele acaba se confundindo nos fluidos, energeticamente falando, de tal maneira que as duas personalidades, obsediado e obsessor, se confundem. A ingerência do agente perturbador no cosmo orgânico, na questão fluídica do paciente, presa, se a gente pode assim dizer, ele começa como a julgulá-lo nas aos

des, obsediado e obsessor, se confundem. A ingerência do agente perturbador no cosmo orgânico, na questão fluídica do paciente, presa, se a gente pode assim dizer, ele começa como a julgulá-lo nas aos condimentos, às emanações da presa, tornando-se igualmente vítima da situação, impossibilitando-se o afastamento. Por isso que ele fala, eu também irei me desequilibrar, porque ele estava muito acostumado com as energias, os fluidos da quem ele considerava como a presa dele, aquele que houvera feito tão mal a ele no passado. Por outro lado, a magnetização, a intoxificação fluídica do obsessor sobre aquele que era o que hospedava, transformava-se em alimento próprio para a sua organização celular, que se não a recebe de maneira assim, de repente, ela desajusta a tal ponto que causa o desequilíbrio. do princípio começa a gerar uma distonia, uma desarticulação para depois ir se adaptando e aceitando assim a energia deletéria sem maiores choques nos elementos que constituem o universo celular no seu todo. E a gente vai ver que, embora essa situação seja muito grave, a doutrina espírita, a literatura se faz presente para que a gente entenda que ninguém fica sem o amparo, ninguém fica desamparado do amor de Deus. Tanto a vítima que ali se encontrava na presença do filho do doutrinador, o próprio obsessor também tornara-se vítima da situação. E ele também tinha o direito ao amparo do pai amado que vela por todos nós. Assim, se nós fôssemos colocar em síntese esse capítulo, especificamente a parte da questão da simbiose, a gente vai entender que ninguém está desamparado, que tanto obsidiado quanto obsessores precisam de esclarecimento e de cura. E a verdadeira libertação existe transformação íntima, perdão e renovação moral. E mais do que nunca, fica aqui o chamado do mestre para que nós nunca nos esqueçamos da necessidade do orai e do vigiai como a solução para os problemas, para que orando nós tem tenhamos abrimos as forças para resistir às tentações de nos rendermos. E vigiando, nós acabamos

esqueçamos da necessidade do orai e do vigiai como a solução para os problemas, para que orando nós tem tenhamos abrimos as forças para resistir às tentações de nos rendermos. E vigiando, nós acabamos por nos policionarmos preventivamente para evitarmos chegar ao estado de dependência, tal como nós vemos nos casos de obsessões que passam de simples para da fascinação e da subjgação. Sim. Então, nós passamos de volta a palavra para o nosso querido eh mestre de cerimônias para que ele possa trazer o seus esclarecimentos em torno deste mesmo capítulo tão magnífico. E leiam, se não leram, leiam e lei o próximo também, porque é realmente de se emocionar. Obrigada a todos pela atenção. >> Obrigado, Andreia. Excelente estudo, realmente um tema tão profundo, tão complexo, você trouxe de uma maneira que nos ajuda a entender melhor esse processo de simbiose, né? E nós vamos então cobrir um outro aspecto. Quando ele fala, a Bezerra de Menezes fala de Pensk, um pensador russo que é que era um discípulo de Gurev. Eh, ele fala da sua obra mais famosa, O Quarto Caminho. Essa obra não é um texto escrito pelo Ospensk, mas sim uma compilação das suas palestras e reuniões que ocorrem entre 1921 e 1946, onde ele ensinava as ideias de Gurchiev, um místico armênio que trouxe para o ocidente um sistema de autodesenvolvimento que ele chamava de o quarto caminho. São ideias complexas, mas que giram em torno de uma ideia central. O ser humano estaria dormindo, vivendo como uma máquina e precisa de um esforço extraordinário para despertar. Então, os pilares fundamentais do pensamento de Gurdiev são: o homem máquina, ou seja, o ser humano comum não tem vontade própria. Ele é uma máquina reativa. Tudo que o ser humano faz, pensa ou sente, acontece com ele. Da mesma forma que a chuva cai. Então, somos movidos por influências externas e associações automáticas. Não possuímos consciência real. vivíamos, vivemos num estado de sono acordado. E ele nos dizia, nos ensinava que o ser humano possui três

os movidos por influências externas e associações automáticas. Não possuímos consciência real. vivíamos, vivemos num estado de sono acordado. E ele nos dizia, nos ensinava que o ser humano possui três cérebros. Quando vocês vêm falar de três cérebros, imediatamente remete André Luiz no mundo maior dos três níveis do do cérebro, que a gente vai falar mais tarde. Ele fala então Gev do centro intelectual onde ficam os pensamentos e teorias, o centro emocional onde ficam sentimentos e paixões e o centro motor e instintivo que que rege movimentos, funções físicas e instintos e que a maioria das pessoas é dominada por um desses centros, o que gera uma percepção distorcida da realidade. E então ele distingue no seu método do quarto caminho três caminhos tradicionais da evolução. O primeiro ele chama o caminho do faquir, que foca o domínio no corpo físico. O segundo, o caminho do monge, que foca no domínio das emoções e da fé. E o terceiro, o caminho do Yog, que foca no domínio da mente e de do intelecto. O quarto caminho propõe trabalhar os três centros simultaneamente enquanto a gente está vivendo. Não exige que ninguém se retire para um mosteiro ou uma caverna. O trabalho acontece no dia a dia, no escritório, na família, enfrentando as dificuldades do dia a dia. É uma teoria prática fundamental. Gurdev observou que quase nunca estamos conscientes de nós mesmos enquanto agimos, que geralmente estamos identificados com o que estamos fazendo, com raiva, como um filme, com uma conversa. E então o exercício é tentar manter uma divisão de atenção, ficar consciente do que está fazendo e ao mesmo tempo consciente de quem está fazendo sentir a própria presença. Ele afirmava então que o despertar exigia energia e que essa energia é gerada através de esforços que não são automáticos, como a autoobservação, e um sofrimento intencional, que não se trata de buscar a dor, mas de suportar o sofrimento desagradável, de ver as próprias falhas e fraquezas sem fugir delas ou se justificar.

como a autoobservação, e um sofrimento intencional, que não se trata de buscar a dor, mas de suportar o sofrimento desagradável, de ver as próprias falhas e fraquezas sem fugir delas ou se justificar. Então, o objetivo final de Gurdev era a criação de um corpo astral que sobrevivesse à morte física. Você vê algumas relações também com o espiritismo. Então, é fácil ver porque que a literatura espírita, como no texto de Bezer de Menezes, utiliza essas ideias. Ambas concordam que a mecanicidade e automatismo são prisões da alma, quanto o esforço individual é única chave para a libertação. O Spensk descreve então a humanidade através de uma escala de sete tipos de seres humanos. Os três primeiros tipos formam o grupo que o no livro Manuel Filomeno de Miranda chama de seres fisiológicos, aqueles que vivem mecanicamente. Então, o ser humano número um seria o centro de gravidade nas funções motoras e instintivas. É o ser humano do corpo físico e do trabalho manual. O número dois, o fisiológico emocional, centro de gravidade está nas emoções. É o ser humano de sentimentos instáveis das paixões e das reações emocionais mecânicas. E o terceiro é o ser humano fisiológico intelectual, cujo centro de gravidade está no intelecto, mas de forma teórica e literal. é o ser humano das palavras e das teorias lógicas, mas ainda sem consciência real. Então, para os Pensk, assim como para a proposta de desobsessão, a solução pro sofrimento humano reside no despertar da consciência, parar de ser um robô dos instintos e passar a ser um ser psicológico consciente. Então, eh, a transição do ser humano número três, o último nível da humanidade mecânica para o ser humano número quatro representa o início do desenvolvimento real. Quanto os primeiros três primeiros níveis nascem prontos, ou seja, quando a gente o espírito vem com eles e é o produto da vida comum, os níveis quatro a sete só poderiam ser alcançados através de um esforço consciente ou de uma escola ou ensinamento. O quarto caminho que ele

gente o espírito vem com eles e é o produto da vida comum, os níveis quatro a sete só poderiam ser alcançados através de um esforço consciente ou de uma escola ou ensinamento. O quarto caminho que ele chama, né? Então, o ser humano número quatro é o ser humano equilibrado, é o estágio de transição. Ele se torna como resultado de um trabalho consciente. Começa a equilibrar os seus centros, intelectual, emocional e motor instintivo. Nenhum centro domina o outro de forma absoluto. Absoluta. Ele desenvolve a consciência, um centro de gravidade permanente. Não é mais uma sucessão de eus contraditórios. tem uma direção e um propósito de despertar. Ele entende que é uma máquina. O que é? Ele entende que é uma máquina e está tentando parar de ser uma uma máquina. No livro, nesse livro, Loucura e Obsessão, seria o homem que começou a reforma íntima. E aí o ser humano número cinco seria o que possui unidade, o que alcançou a consciência de si. é o terceiro estado de consciência e se lembra de si mesmo constantemente. É um, ele possui então um eu único indivisível, indivisível. Todas as funções integradas e possui um tipo de crescimento não apenas teórico, mas na percepção direta da realidade. Aí o ser humano número seis, com consciência objetiva, já muito próximo da perfeição total. Ele possui propriedades e faculdades muito além do homem comum. Ele o os pens que chama de centro emocional superior. Começa a ver as coisas como elas são, sem as distorções das subjetividades humanas. A diferença entre o cinco e o seis é que o seis possui todas as novas faculdades de forma permanente e estabilizada. E aí chegamos ao ser humano número sete, que os pentes que afirma ser o que alcançou a imortalidade dentro dos limites do sistema solar. Ele tem um eu permanente e uma vontade livre. Vive permanentemente no quarto estado de consciência, consciência objetiva, e não é mais afetado pelas influências planetárias ou mecânicas que governam a humanidade comum. ele é no sentido mais pleno um indivíduo.

emente no quarto estado de consciência, consciência objetiva, e não é mais afetado pelas influências planetárias ou mecânicas que governam a humanidade comum. ele é no sentido mais pleno um indivíduo. Então, eh, quando a gente traz isso pro espiritismo, paraa obra eh de Manuel Filomeno de Miranda, ele, Bezerra de Menezes, eh, simplifica essa escala para focar na transição do instinto para razão, o espírito. Eh, o objetivo então seria tirar o indivíduo do do nível 1, 2 e 3, onde a obsessão é comum devido devido a falta de vontade própria e a hipnose dos sentidos e dar aos mei dar ao ser humano os meios de se tornar pelo menos um ser humano número quatro, alguém que possui um centro de gravidade moral e não é mais um joguete das influências externas encarnadas ou desencarnadas. Então, no livro dos espíritos, na questão 100, Allan Kardec estabelece uma hierarquia que se alinha quase perfeitamente aos níveis de Ospensk. A terceira ordem, os espíritos imperfeitos, corresponde aos seres humanos 1, 2 e 3, onde a matéria predomina sobre o espírito. São movidos por instintos, paixões e inteligência limitada ao ego. A segunda ordem de Kardec, os bons espíritos equivale ao início do ser humano quatro e ao ser humano cinco, onde o espírito predomina sobre a matéria ao desejo do bem, consciência do dever, mas ainda existem provas a enfrentar. E a primeira ordem, os espíritos puros, corresponderia aos seres humanos seis e sete de Uspensk, que são aqueles que percorreram todos os degraus da escala e atingiram a perfeição, agindo com consciência objetiva e a plena vontade em sintonia com as leis divinas. Então, a gente mencionou, né, do o livro eh No mundo maior de André Luiz pela psicografia de Chico Xavier, da série A vida no mundo espiritual. André Luiz detalha a estrutura da mente humana também de uma forma muito similar à divisão dos centros de de Ospensk. Esse é o capítulo três em que que ele ele fala no cérebro triuno, no qual o instrutor calderaro explica que a mente se divide em três andares: o

orma muito similar à divisão dos centros de de Ospensk. Esse é o capítulo três em que que ele ele fala no cérebro triuno, no qual o instrutor calderaro explica que a mente se divide em três andares: o subconsciente, que é o cérebro primitivo dos instintos, onde residem os automatismos e os impulsos, ou seja, seres humanos um e dois. O córtex motor, onde se reside a consciência atual, a razão, e onde se processa o esforço presente e a vontade. Ser humano três e início do quatro e o superconsciente, os ideais superiores, onde residem as faculdades espirituais e a intuição. Seriam seres humanos 5, 6 e 7. >> E e essa abordagem é fascinante porque ela une a neurociência clássica, que na verdade é baseada nos estudos de Paul Mcin, com a visão médicoespírita, explorando como o espírito utiliza o cérebro físico como ferramenta de evolução. Temos uma obra baseada nesse capítulo chamada eh O cérebro triuno de Sérgio Lopes, Irvênia Prada e Décio Iandândol, em no qual eles se aprofundam no estudo, não tratando não como uma divisão anatômica, mas uma hierarquia funcional da alma. Então eles nos dizem que o cérebro reptiliano ou também chamado de arquipálio, o cérebro primitivo localizado no tronco encefálico e no cerebelo, é a nossa herança mais antiga. É o porão da individualidade. Eles destacam que aqui residem os automatismos biológicos que adquirimos através da nossa evolução por todos os reinos e os instintos de sobrevivência, que seriam a luta ou a fuga. E é onde então o espírito coordena as funções vitais sem precisar necessariamente da consciência. é o reduto das experiências primárias da alma sua jornada pelos reinos inferiores. Teríamos então no segundo, que é o córtex motor, a consciência atual, razão, o cérebro límbico, também chamado de paleopálio, que é o sistema das emoções comum aos mamíferos. O o Dio Iandândole enfatiza que esse sistema límbico é o andar intermediário da casa mental, processa afetividade, mas ainda de forma muito ligada ao prazer e à dor. É nessa área que as impressões do corpo

io Iandândole enfatiza que esse sistema límbico é o andar intermediário da casa mental, processa afetividade, mas ainda de forma muito ligada ao prazer e à dor. É nessa área que as impressões do corpo perespiritual costumam se refletir com mais força, gerando então as respostas emocionais que muitas vezes não conseguimos explicar logicamente. é o campo onde se manifestam as paixões e os desejos. E a camada mais externa, o onde se concentram os ideais superiores, o superconsciente, é chamado de neocórtex, o ou neopálio, que é a camada mais externa, responsável pelo pensamento abstrato, pela lógica e pela linguagem. é o andar superior onde se desenvolve a razão e a vontade. Os autores então dão um destaque especial ao lobo pré-frontal como posto de comando do espírito. É ali que exercemos o livre arbítrio e a capacidade de frear os impulsos dos dois outros cérebros, o reptiliano e o límbico. Então, quais seriam os pontos chaves da visão médicoespírita desses autores? O Sérgio Lopes, quando nos fala da psicoterapia, luz do espiritismo, usa esse modelo para explicar que muitos dos nossos conflitos surgem porque o andar de baixo, os instintos e emoções ainda domina o andar de cima, a razão. O processo de evolução seria o neocórtex iluminado pela consciência, aprendendo a educar e integrar as funções límbicas e instintivas. A Dra. Virvênia Prado, sendo veterinária e neuroanatomista, traz uma contribuição ao mostrar que a evolução da forma física, dos animais ao homem seguiu um planejamento espiritual. O cérebro foi se tornando mais complexo para permitir que o espírito se manifestasse em faculdades mais elevadas, como a moralidade e a caridade. E o Dr. Yandoli conecta esses conceitos à física quântica, dizendo que o pensamento vibrado pelo pelo espírito como energia atua como um campo organizador que instrui esses três níveis cerebrais e a produzirem neurotransmissores e respostas fisiológicas. Então, para esses três autores, o cérebro triuno é a prova biológica do processo de evolução da alma. O passado,

esses três níveis cerebrais e a produzirem neurotransmissores e respostas fisiológicas. Então, para esses três autores, o cérebro triuno é a prova biológica do processo de evolução da alma. O passado, automatismo, reptiliano, o presente, emoção e conflito no límbico e o futuro, consciência e amor no neocórtex e frontal. E então, finalizando com Joana de Angeles no livro O homem integral, a Joana de Angeles foca exatamente na transição citada nesse capítulo, a passagem do ser biológico para o ser consciente, o a o ego contra o self. Ela explica então que o homem fisiológico ou o ser humano fisiológico vive escravizado pelo ego, que seriam os interesses imediatos, sombras e instintos. Processo de iluminação ou individuação é o esforço para atingir o selfie, o espírito desperto, o que significa caminhar em direção ao nível do ser humano. Número sete. E a Joana frequentemente cita sobre a mecanicidade que vivemos em estado de sono ou hipnose social, o termo que ospensk e GDEF usavam constantemente para descrever a humanidade mecânica. Então, eh, se a gente for fazer uma analogia, diríamos que o ser humano 1, dois e três de Pens na literatura espírita seria o ser humano velho, a animalidade ou um estado de inconsciência, reação instintiva e sono espiritual. O ser humano quatro seria o ser humano de bem, informação e o despertar da consciência, o início da reforma íntima. e da autovigilância. O ser humano cinco e se seria o espírito regenerado, o estado de consciência de si, dom, domínio sobre as paixões e vontade firme. E o ser humano número sete seria o espírito puro, o espírito crístico, a plena união com o pensamento divino através de uma consciência objetiva. É, então essa semelhança toda explica porque que Bezerra de Menezes utiliza os Pensk para ilustrar o ponto. Eles concordam que o sofrimento e a obsessão decorre de vivermos como máquinas biológicas. E a cura disso tudo está em nos tornarmos seres psicológicos e espirituais. Também é interessante que Leonardo da Vin se vocês lembram daquela

a obsessão decorre de vivermos como máquinas biológicas. E a cura disso tudo está em nos tornarmos seres psicológicos e espirituais. Também é interessante que Leonardo da Vin se vocês lembram daquela figura do homem ah, no num círculo, ele o que ele tentava dizer é que o homem ele situava o homem ou o ser humano como uma ponte entre dois mundos, o que ele chama de o homem vitruviano, que tem uma relação profunda e simbólica com esses temas, porque analisa a transição do homem máquina para o homem espírita espírito. Então, se vocês lembram da figura, eh, o quadrado que que em qual a figura está situada simboliza a Terra, o mundo material, as limitações e a base fisiológica, o homem preso às leis da matéria. E o círculo simboliza o céu, o infinito, a divindade e o mundo espiritual. E o fato de oigo ser o centro do círculo e a parte e genética, o centro do quadrado, mostra o o ser humano em equilíbrio entre suas funções biológicas e a aspiração espiritual. Esse então seria o mais uma representação visual do ser humano número quatro Pensk, aquele que começa a se equilibrar para sair da mecanicidade. Então, eh, basicamente seria esse o nosso aprofundamento nessa parte complexa, mas que explica o nosso esforço de eh crescimento em direção a à nossa evolução moral e intelectual, para que nos tornemos espíritos livres das paixões materiais, do que nos prende ao mundo físico encarnado e nos tornamos cada vez mais espíritos eternos em direção a Deus, nosso pai e sob a proteção de Jesus, nosso guia. Agradeço. Então, agradecemos a participação de Andreia Vânia, muito obrigado. Agradecemos a participação de todos vocês e convidamos vocês para estarem conosco na próxima semana, onde continuaremos o aprofundamento deste capítulo número 19. Tem muita coisa ainda para ser discutida sobre o capítulo. É um capítulo muito rico, como Andreia sugeriu, leiam o capítulo porque vale a pena. Se já leram, releiam, porque realmente é um capítulo que vale a pena. Então, muito obrigado. Fiquem com Deus, ten uma

um capítulo muito rico, como Andreia sugeriu, leiam o capítulo porque vale a pena. Se já leram, releiam, porque realmente é um capítulo que vale a pena. Então, muito obrigado. Fiquem com Deus, ten uma semana de luz, de paz e até a próxima semana.

Vídeos relacionados