Divaldo Franco e Lacordaire Faiad - Conversando Sobre Espiritismo - 26/11/2020
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está marchando gloriosamente um notável esperantista e deve lembrar que o esperanto é o idioma hoje consagrado, que foi criado por um homem notável, um polonês judeu que morava numa cidadezinha polonesa que era um encanto. Essa cidade como praticamente o mundo e particularmente a Polônia não falava o idioma local. Ali cada grupo falava seu próprio idioma. Digamos que os alemães que moravam lá somente falavam alemão, era um gueto e assim por diante. Quando jovem estudante de medicina teve ideia de criar um idioma internacional fácil para todos os nível do Oriente, no ocidente. E aí nasce a palavra esperantal, quer dizer esperança. O esperanto nasce e ele viaja a Rússia para fazer oftalmologia. Quando volta seu pai, um judeu intolerante, queimou todo aquele trabalho genial. E ele nobremente diz: "Papai, fez-me um grande favor, porque aquilo era uma tentativa, mas agora eu sou um homem experiente e refez desde as primeiras bases. Imaginemos um idioma cuja gramática tem apenas 16 regras. poderemos memorizá-las em 10 minutos e conhecer toda a gramática esperando que não tem exceção. Todo plural termina com a letra J. Então é uma língua internacional das mais extraordinárias e o seu autor ao nascer para isso está dentro de uma faixa notável. Porque 1875 é a época também da homeopatia. e que o semelhante cura o outro através do semelhante. É a época notável 1870 das grandes descobertas esperando. Ismael Gomes Braga é um grande espírita, esperantista, escritor e escreveu-me a respeito de um amigo seu que era experentista em Tupaiguana. Então, mãe, tive uma correspondência linda com esse jovem. Na época eu estava com 30 anos e ele deveria estar mais ou menos entre 30 e 35. Na segunda carta, ele mandou uma fotografia. Era muito chique mandasse fotografia e pedir-se a outro um retrato. Eu acho a palavra execanda porque retrato faz coisas antigas. E então eu mandei-lhe o meu retrato, mas quando eu vi o do meu amigo Custódio Machado, eu fui tomado de uma grande surpresa. Não uma surpresa
acho a palavra execanda porque retrato faz coisas antigas. E então eu mandei-lhe o meu retrato, mas quando eu vi o do meu amigo Custódio Machado, eu fui tomado de uma grande surpresa. Não uma surpresa decepcionante, uma surpresa encantadora, porque ele era paralítico. Estava numa cadeira de rodas que ele mesmo desenhou e que a família fez através de vergalhões de ferro. Era interessante o seu rosto absolutamente normal, suas mãos, mas o corpo era um tanto retorcido. As pernas ficavam muito altas ao queixo e poderíamos calcular do pé ao queixo uns cinco palmos de tamanho. Agora o rosto normal, uma alegria encantadora, um verbo fluente. E eu fiquei amando espiritualmente a João Custa Machado. Quando ele me convidou para ir a Tupaiguara, porque eu biraba mais ou menos uns 180 km. Então ele ficou esfuziante. Seria a primeira vez que alguém ia falar em um lugar público daquela cidadezinha encantadora, mas muito católica. Estava dirigido por Emanuel Martin Chaves, espírita heróico dos primeiros tempos. Quando os espíritas entendíamos a grandeza de Allan Kardec, não nos atrevíamos a apontar as nossas imperfeições, transferindo-as para o codificador por falta de entendimento nosso. E ao estar no seu carro jubilhosamente, eu me perguntei: "Meu Deus, como é que eu vou me importar com João Custódio? Eu vou demonstrar euforia, ansiedade?" Fiquei preparando mentalmente. Muito bem. Mas na hora em que o carro se adentou pela cidade, um alofalante gritava: "Neste instante, acaba de invadir passara, Satanás, o diabo nos visita esta noite." Eu muito ingênua e estupidamente perguntei ao Dr. Pereira Brasil, o nobre e poeta juiz de direito do Pará, mas como é que ele sabe que o demônio está chegando? Dr. Brasil sorriu e diz: "Marivaldo, o Satanás é você." O anúncio da igreja é este. Eu fiquei encantado. Muito bem. Chegamos à porta da casa de João, estava umas 30 pessoas, comissão de recepção. E eu curioso para verlo. Ele estava sentado na sua cadeirinha lá no fundo. E eu me preparei para não demonstrar a surpresa, mas ele
porta da casa de João, estava umas 30 pessoas, comissão de recepção. E eu curioso para verlo. Ele estava sentado na sua cadeirinha lá no fundo. E eu me preparei para não demonstrar a surpresa, mas ele era tão encantador que eu não tive tempo de me preparar. espontaneamente disse assim: "Joãozinho". E dei-lhe um abraço. Ele não movia muitos braços. Tinha a mão direita paralisada. Colocava a caneta e escrevia com a esquerda, empurrando-a. Aí está. O querer é poder. Ele fazia tudo absolutamente normal, com todos os limites. Muito bem. Conversamos, a família encantada, as pessoas generosas e chegou a hora de nós irmos para a sala pública onde se daria a conferência. Foi muito interessante que era um rapaz de grande valor, anel, que empurrava a cadeirinha. E nós fomos caminhando, cidade pequena e o anãozinho ia empurrando o João, que todos amavam, e ele dizia: "Deixar o João passar, cuidado, não temos buzina". Um encanto. Aquilo para minha mentalidade juvenil foi uma bênção encontrada ingenuidade. Os puros de coração que são misericordiosos, os simples de alma, tão exaltados por Jesus. Que maravilha. Nós que vivemos numa sociedade de aparência que é necessário o ego para podermos ter avan, a ilusão de que a vida tem um sentido especial para nós e não para os outros. A verdade é que chegamos ao lugar. Estava totalmente lotado. Fui até a mesa e Joãozinho, que era meu apresentador, ele era tão esperantista que ele escrevia com a tinta verde, porque esperanto tem como símbolo uma estrela esperanto, uma estrela verde, a esperança. E então disse, todos aqui me conhecem. Mas quero apresentar meu irmão Divaldo Franco. Ele veio nos falar a respeito do espiritismo e então entceu breve consideração sobre o espiritismo, passou-me a palavra e eu proferi uma mensagem de natureza evangélica fundamentada nas interpretações gloriosas do codificador da doutrina Allan Kardec. Quando terminamos, fomos para casa, era hábito ir um grande número de pessoas, o pós, reunião, o lanche, os contactos,
undamentada nas interpretações gloriosas do codificador da doutrina Allan Kardec. Quando terminamos, fomos para casa, era hábito ir um grande número de pessoas, o pós, reunião, o lanche, os contactos, conversas, até a madrugada. Depois todos saíram, ficamos a mãezinha do João. Ele tinha 10 irmãos, alguns irmãos e ele era primeiras horas da madrugada. Emanuel, que havia dirigido, foi de Tácio, o Dr. Brasil, que era um grande poeta, um notável pintor, falava sobre questõ de direitos com outro advogado e eu fiquei a sós com João e João me disse assim: "Divaldo, eu nasci marcado para a felicidade e aquilo me pareceu estranho, mas eu soube respeitar o silêncio que ele fez. Porque Deus me amputou os membros e me diz a tua alma: "Eu sou perfeitamente normal e aquilo que eu não posso fazer, eu contrato pessoas para fazerem por mim. Não sou indigente. Minha mãe nunca permitiu que eu dependesse de ninguém, nem dela. Ele abriu o palitó e eu pude ver algumas das marcas, das características do seu corpo, algo retorcido. Ele tinha 32 pequenos travesseiros das curvas da pele e entre os ossos, alguns do tórax, parecendo quase cravse um no outro. E então a mãezinha colocava travesseiro para evitar o atrito. E quando ele estava dormindo, cada 20 minutos, essa mulher missionária mudava o filhinho de posição para evitar qualquer proido, qualquer ferida, qualquer coisa. E ele estava com 30 e tantos anos. O semblante belo, o olhar cheio de luz e a alma rica de esperança. Eu fiquei deslumbrado e quando eu estou assim, eu fico excitado como qualquer pessoa. Não pude dormir. dia seguinte pela manhã, mais ou menos às 7 horas, eu já estava pronto para o lanche, porque ele me havia dito que ia me levar a conhecer pessoas mais sofridas do que ele, a quem ele dava a proteção afável da fraternidade. No dia seguinte, às 9 horas, nós fomos visitar uma criança, nunca me esquecerei, chamado Biro, o menino louro de 12 anos. Ele estava por debaixo de lençóis e uma colcha pesada. Eu via cabeça, os cabelos louros
guinte, às 9 horas, nós fomos visitar uma criança, nunca me esquecerei, chamado Biro, o menino louro de 12 anos. Ele estava por debaixo de lençóis e uma colcha pesada. Eu via cabeça, os cabelos louros partidos ao meio, como se usava a época, e um rosto angelical. Então, João, que era muito amado, sorriu. Olá, Bio. Olá, tio João. Quando é que você vai me dar notícia? Chegou o momento da minha partida. Eu estranhei. Ele estava se referindo à morte. Uma criança de 12 anos com esta naturalidade. João me olhou e disse: "Pois é, Edivaldo, aqui nós abordamos o espiritismo na sua linguagem real. Nada de tapeio, ele vai morrer. Eu vou morrer. Todos nós vamos morrer." E então eu tenho preparado para a desencarnação dele, que é breve, como também a minha, porque nós estamos na linha de frente dos problemas humanos, das doenças. E ele tem uma enfermidade muito grave. Nós não sabemos exatamente o que é. Somos uma cidadezinha do interior aqui perdido no Triângulo Mineiro, mas os médicos não dão esperança. Ele então tirou o lençol e eu fiquei estar porque o resto do corpo era todo deformado, o braço apresentava nódulos e era menor um do que o outro. Mas eu demonstrei nenhuma surpresa. Digo assim, mas que curioso. E João me disse, ele tem uma doença que qualquer movimento brusco o osso quebra, os ossos não o aguentam. Se ele respira com muita força, ele quebra algumas costelas ou vértebras. Então o corpinho dele é todo remendado e mostrou-me. Era um pouco deformado, mas eu peguei o lençol de mas eu não vim aqui para olhar a forma dele. Eu vim para ver a alma, não é B? E ele me disse assim: "Tio Di, eu soube que o senhor gosta de contar histórias. Tem alguma história para mim?" Eu digo, eu tenho, eu tenho de um homem louro o cabelo na tonalidade mel partido ao meio, 1,78 m de altura, 70 kg aproximadamente, que mudou a estrutura da terra. Você consegue saber o nome dele? Diz assim, quem era Yeshua, Bem e Josef? Eles não entendi. Jesus, filho de José. E até de contei uma das lindas lendas.
proximadamente, que mudou a estrutura da terra. Você consegue saber o nome dele? Diz assim, quem era Yeshua, Bem e Josef? Eles não entendi. Jesus, filho de José. E até de contei uma das lindas lendas. da tradição gnóstica a respeito de Jesus, o amor da humanidade. E a medida que eu fui contando, me entusiasmei, como ele também comooveu. Sermos poucos, comovemo-nos. Porque Jesus é uma figura dúida, cujo nome e memória sensibiliz sensibiliza até mesmo as pessoas mais toscas ou menos afáveis. À medida que entra em contacto com ele, nunca mais eu mesmo ou ama ou detesta. Aliás, esta frase não é minha, é de Scholen Ash, um grande biógrafo judeu de Jesus Cristo. Então, falei muito sobre ele e ele me diz assim: "Tio, quando eu desencarnar, porque eu tô resgatando uma encarnação recente que eu tive na Arábia Saudita, menino de 12 anos. Eu disse: "Mas como você sabe?" Tio João que me contou. Não sabia que tio João é médium? Eu disse: "Não, mas eu tinha uma ideia. Então, João sorriu matreiro como todo mineiro. E então ele me disse: "Eu nunca mais esqueci de bio. Eu estou sofrendo porque eu fui mal, mas eu agora acabo de resgatar e voltarei. Mas eu voltarei saudável para estudar na escola que João vai criar aqui em Tumbiara, uma escola chamada Esperanto. E que você, tio, é que vai fundar. Eu disse: "Mas como não estou sabendo de nada?" E disse: "É, você não está sabendo, mas tá escrito, você vai fundar". Ficamos ali umas duas horas e João disse: "Bom, agora vamos à rua. Despedimo-nos. O menino desencarnou poucos meses após numa grande crise e fomos ver um outro caso terrível. Era um quarto construído numa área de plantação de milho e feijão, apenas um quarto, uma cama e um homem enorme sobre a cama. Na sua posição, ele só engordar, alimentava-se, engordava, não se movia. E então João me disse assim: "Este é o meu outro filho. Você quer contar sua história, Antônio?" Ele disse assim: "Eu sou assassino. Eu sou assassino de aluguel". Ou melhor, eu era assassino de aluguel e fui
João me disse assim: "Este é o meu outro filho. Você quer contar sua história, Antônio?" Ele disse assim: "Eu sou assassino. Eu sou assassino de aluguel". Ou melhor, eu era assassino de aluguel e fui contratado para vir a Tupaciguara para matar um cavalheiro. Então eu recebi metade do salário antes e ia receber a metade depois. Então eu vim antes do prazo para conhecer o indivíduo, conhecer os seus hábitos. E então eu fiquei aqui na cidade organizando tudo, preparando e esperando o dia que estava determinado. Nesse dia eu me levantei, pus o revólver no coldar, a cintura, e parti o centro da cidade para matá-lo no momento em que estivesse abrindo a loja e estivesse de costas. Era muito cedo pela manhã e então eu podia ir caminhando, ninguém via, uma cidade algo morta. Mas imagine que na hora em que eu pisei no passeio a menos de 10 m dedo, eu escorreguei, escorreguei no passeio e bati aqui a base do crânio do cérebro. Bati e fiquei mobilizado. Fiquei ali vivo, morto, as coisas correram. Ele também veio ver o que era. E eu ali paralisado fui levado para a Santa Casa e aí descobriu que eu estava tetraplégico. Eu era do norte, do norte lá de Minas. E então não tinha ninguém. Depois de algum tempo me jogaram na rua. Eu fiquei abandono como animal misturado a degetas esfimado, lodenta apodrecendo. Quando um dia me aparece o tio João na sua locomotiva. E tio João me olhou muito e me disse: "Você gostaria de ter um amigo? É tudo que eu posso lhe oferecer é amizade. Eu tinha muita dificuldade também para falar, mas não movia e não movo nada do pescoço para baixo. Então ele mandou construir este quarto em minha casa, colocou essa cama de madeira sobre latas de leite condensado. E aqui eu estou para morrer, esperando chegar à morte que não chega. Ele me alimenta, paga uma senhora que vem para fazer a limpeza, para me ajudar num banho com uma toalha úmida ou qualquer coisa assim. Mas eu estou muito feliz. Eu olhei para aquela vida, eu disse, você disse ao homem a quem ia matar?
que vem para fazer a limpeza, para me ajudar num banho com uma toalha úmida ou qualquer coisa assim. Mas eu estou muito feliz. Eu olhei para aquela vida, eu disse, você disse ao homem a quem ia matar? Contou-lhe. Contei- sim, senhor. Contei e ele, ao invés de ter compaixão, ele me odiou. me odiou e sorriu de Deus me haver castigado. Mas tio João me contou de reencarnação e me falou que eu tive a felicidade ímpar de pagar o meu crime programado, porque eu já tinha assassinado a outros através da paralisia total. Eu fiquei olhando para aquele homem e para a minha juventude, um corpo saudável, jovem, alegria de viver, esperança, a beleza da doutrina dentro da minha alma. Muito bem. Então me veio uma ideia, eu disse: "Antônio, qual é o maior problema para você?" A maior dor, o desespero de não se movimentar? E ele me disse: "Ninguém pode acreditar. É quando uma mosca senta na minha pele e começa a andar. Eu tenho a sensibilidade, não tenho movimento. É como se fosse um trem de carga. E eu quero me mover porque qualquer coisa que pôs em nós, automaticamente nos movemos para espantar, mas eu não posso mover. E então aquele caminhão, aquele trem caminha por mim e eu grito, mas a empregada vem uma vez que outra, uma hora que outra e aí eu carrego e eu sou uma palavra que é porque eu não sabia, o meu fadário, o meu fado, a minha dor e aqui estou nas mãos de nosso Senhor Jesus Cristo. Então o meu querido Custódio Bchado disse: "Pois é, fez, tem que recuperar, tem que retificar ou tem que ampliar quando se trata do bem". Saímos e eu levei na minha alma ao sair dali a imagem de Joãozinho na sua cadeira de rodas, de Bill e de Antônio. Desse interi Joãozinho me falou que gostaria de construir uma escola. Ele sabia que estava perto da desencarnação. Como se eu iria à prefeitura fazer um pedido ao prefeito? Eu disse que sim, podemos ir agora antes da viagem. Fomos e conseguimos o terreno. No ano seguinte, voltamos e inauguramos a pedra fundamental num grande milharal. Mas desta vez a coisa foi muito difícil
disse que sim, podemos ir agora antes da viagem. Fomos e conseguimos o terreno. No ano seguinte, voltamos e inauguramos a pedra fundamental num grande milharal. Mas desta vez a coisa foi muito difícil porque João Custó de Machado estava muito doente. Ele havia contraído uma gripe e depois da gripe ele apareceu com uma sintomatologia desconhecida. O serviço de lépara, ao examiná-lo, constatou Ranceníase. E foi uma luta para deixarem que ele ficasse em casa. Ele ficou em casa. A mãe se empenhou, mandou construir um apartamentozinho no fundo da casa e se trancou dentro para tomar conta de João. Então, a história se alonga porque 3 anos depois ele estava absolutamente curado, totalmente curado. A escola estava sendo construída e curioso, ele teve a gripe asiática que estava na moda e desencarnou. com a gripe, eu voltei, criamos agora, fizemos a inauguração e passaramse muitos anos. No ano anterior, no ano passado, eu voltei a Tupacara e pude ver a escola transformada no edifício público, porque ela serviu de ginásio, conforme ele havia planejado. Mais tarde a prefeitura adquiriu, transformou numa outra escola num outro lugar e ele que havia desencarnado e havia prometido que voltaria saudável para dirigir a escola. Pasmen, estava um jovem de 10 anos que me disse se da reencarnação de João. Claro que ele não sabia do que nós havíamos conversado. Isso fazia aproximadamente 40 e poucos anos. Uhum. E eu disse, agora estou reencarnada, Divalda, para dentro em breve transformar a nossa escola de grau no ginásio e educar o meu povo e colocar a luz do evangelho dentro. Há poucos dias ele me escreveu e por isso hoje eu quis brindar os meus irmãos e amigos com esta história de uma vida extraordinária para que não tenhamos de que nos queixarmos. Porque a luz da doutrina espírita é o farol, além do túnel, que são as tentativas de sofrimento que experimentamos e pegamos o archote e saímos diante de um céu pleno a falar da grandeza da vida. Então agora fazemos nossa pausa e vamos para o nosso
m do túnel, que são as tentativas de sofrimento que experimentamos e pegamos o archote e saímos diante de um céu pleno a falar da grandeza da vida. Então agora fazemos nossa pausa e vamos para o nosso encontro de perguntas. E aviso, nós vamos prolongar um pouquinho porque vamos manter o tempo a fim de dialogarmos com os nossos irmãos. Depois da pausa, estaremos com La Corder respondendo as perguntas. A mansão do Caminho está lançando a campanha Natal sem Fome 2020. Sua doação é muito importante, principalmente em tempos de pandemia. Acesse o site www.mo Todos nós estamos expectantes porque desejamos [música] oferecer 10.000 cestas natalinas. E para que não haja [música] fome real, gostaríamos de apelar para todos para dar-lhes uma oportunidade não só da alegria da alimentação, a certeza de que fazemos parte da família de Jesus através dos atos e não das promessas e palavras. Contamos com você. A você que nos ouve com muito carinho, nós estamos acessando ao seu coração para que você possa acessar também o Espiritismo Play, que é essa plataforma que tem por finalidade levar ao movimento espírita em geral, todo o histórico da grande atividade dessa caminhada deste Paulo de Tarso dos nossos dias, [música] que é Divaldo do Pereira Franco e ao mesmo tempo enriquecer a sua alma com este alimento tão importante e fundamental que são as abordagens trazidas por este companheiro e mensageiro do amor, nosso Divaldo, para aquecer o seu coração e trazendo uma diretriz mais feliz, mais assertiva para o nosso dia a dia. Acesse Espiritismo Play, a plataforma que estará auxiliando a manutenção [música] da nossa querida mansão do caminho. Muita paz. Jesus nos abençoe e guarde sempre no seu amor. Diante da bela diante da bela exposição que o Divaldo fez. sobre João Custódio Machado. Vamos agora paraa parte das nossas perguntas e das respostas. Fiquem à vontade, podem enviar que as perguntas por enquanto são poucas. Estamos aguardando que cheguem mais. Então a primeira pergunta vai para
agora paraa parte das nossas perguntas e das respostas. Fiquem à vontade, podem enviar que as perguntas por enquanto são poucas. Estamos aguardando que cheguem mais. Então a primeira pergunta vai para você, Faiad. Os filhos adotivos são nossos compromissos ou é um ato de caridade? O Emanuel nos coloca que diante da vida não aperto de mão é por acaso. e a família. este laboratório moral de reencontro de almas com quais nós já convivemos outra, como ele diz também, Emmanuel diz, o caminho verdade e vida, que normalmente nós reencarnamos em grupos e esses reencontros se dão das formas mais diversas e uma delas é a adoção. Então, é realmente um compromisso que assumimos antes de reencarnarmos dentro do nosso programa Reencarnatório, que é um reencontro de almas para a grande viagem da nossa elevação espiritual. Por sua resposta. Agora para Divaldo, a pergunta de Mônica Amurim. Os casais que se amam de forma verdadeira quando encarnados serão irmãos um dia no mundo espiritual ou permanecerão como um casal? Serão irmãos, serão casal? Porque o amor, o amor de Joana de um círculo que tem um epicentro. Deste epicentro parte um raio e nós vamos fatiando o círculo. Amor fraterno, amor sensual, amor materno e assim por diante. Na síntese é o amor. O amor de um casal é tão santo quanto o amor de um pai ou de uma mãe. O inconsciente nosso, ao colocar no casal a presença do sexo, traz a herança da maldição contra o sexo. O apóstolo Paulo teve o cuidado de dizer da necessidade de que uma coisa só é imunda para quem tem a mente imunda. Romanos 14:1. O matrimônio, a união sexual deste com aquele masculina feminina, dentro da intimidade doméstica, o amor preside bem alto, a ponto de renunciar à necessidade sexual, se for o caso, como muitos indivíduos que conheço na literatura, na arte, na poesia, consorciaram-se para ajudar sem ter nenhum vínculo de natureza sexual e outros indivíduos comprou profundo vínculo de natureza sexual sem outro ideal. Então é necessário termos muito cuidado. Ser
sia, consorciaram-se para ajudar sem ter nenhum vínculo de natureza sexual e outros indivíduos comprou profundo vínculo de natureza sexual sem outro ideal. Então é necessário termos muito cuidado. Ser irmão não implica e não ter afetividade profunda. Se nós não coabitamos pais, irmãos e filhos que algumas mentes torpes do momento desejam tornar legal, é por uma questão de princípio ético. É um princípio ético. E porque geneticamente a proliferação dentro do mesmo clã sempre traz problemas de natureza genética. Daí evitasse e termos nas grandes famílias, como na família de Espanha, verdadeiros monstros resultados da união de uma tradição genética e exclusivamente daqueles genes que apresentaram deformidades. Então, no além, essas almas queridas serão nossos pais, nossas mães, nossos afetos, o doce carinho, o calor da afetividade, será o que nós sentirmos de melhor. Portanto, com certeza, se o indivíduo tem um bom lar, um bom casamento, vai ter tudo isto. E se não tem no sexo como uma formação biológica, tem sexualidade, que é algo maior do que o sexo. O sexo é o órgão. A sexualidade é este a prove que nos permite sentir atraído um pelo outro sem sabermos de qualquer necessidade de natureza física. Portanto, depois da vida de um casal feliz, a existência de almas felizes. La Corder, uma pergunta de uma pergunta de Gace. Gostaria de saber se os mentores espirituais de uma mesma família se comunicam entre si e agem para beneficiar um membro dessa família. Sim, com certeza. Deus é amor, como diz João, amor função de um dos corações. Deus não cria ninguémonado, coitadinho, nem capaz. E na nossa programação reencarnatória, nós somos tutelados por almas muito nobres que já alcançaram esse do amor e que muitas vezes até investem crédito deles para que nós possamos reencarnar. E esta busca deste amparo, dessa proteção ao tutelado, ela dá e os benfeitores espirituais entre si se entrelaçam nessa busca amorosa de estar ajudando aqueles que estão so tutela. É o que colocou Jesus. O que pai quer é a
aro, dessa proteção ao tutelado, ela dá e os benfeitores espirituais entre si se entrelaçam nessa busca amorosa de estar ajudando aqueles que estão so tutela. É o que colocou Jesus. O que pai quer é a morte do pecado, não do pecador, a morte da nossa ignorância. Então, todos nós estamos sob a tutela desses benfeitores espirituais e antes de reencarnarmos, nós já temos uma percepção, uma noção do que nós iremos passar. Então, ninguém é colocado diante de uma prova sem que a J chegue na frente, como diz Emanuel. Então, nós estamos sobre a tutela amorosa desses benfeitores que se entrelaçam os corações em busca de ajudar os seus tutelados. Divaldo, uma pergunta de Karina Novi. Qual o limite da caridade para as pessoas? Digo, quando materialmente podemos ajudar sem criar a dependência? Nós deveremos promover o indivíduo e não sustentar o indivíduo. É natural que uma pessoa doente nós vamos dar um medicamento da alimentação, da assistência compatível. Mas desde um instante em que ele pode trabalhar, ele pode viver ao esforço pessoal, nós deveremos estimular para que ele faça o seu trabalho, a fim de a caridade não ser um gesto pieguista e que estimula a preguiça e a indolência. Há uma tradição chamada a vara de pescar. É uma tradição chinesa. Alguém está com fome, pesque dele um peixe. Após estar nutrido, dele a vara para ele próprio pescar. Então, a caridade não tem limite, depende muito, mas nós devemos estimular o indivíduo a sair da necessidade para poder ser útil. E nós podemos ser úteis de mil formas, não apenas doando coisas, mas também doando-nos. participando de qualquer coisa. Aqui na moção do caminho havia uma senhora que periodicamente ela me aparecia e enquanto não podia falar comigo, ela ficava varrendo embaixo da mangueira, recolhendo folhas, isso e aquilo. E um dia eu lhe perguntei: "Mas dona Fulana, a senhora aproveite para me esperar. Eu estou ocupada na hora que eu vou lhe atender." El dis: "Mas enquanto eu espero o senhor eu limpo o lugar para que a casa esteja sempre bonita". Eis aí
a Fulana, a senhora aproveite para me esperar. Eu estou ocupada na hora que eu vou lhe atender." El dis: "Mas enquanto eu espero o senhor eu limpo o lugar para que a casa esteja sempre bonita". Eis aí uma forma de dar. Ela dava das suas forças e ele dava do que a instituição tem para oferecer aos nossos irmãos. Acorder uma pergunta bastante interessante aqui de Abraão Barros. Tenho dificuldade em lidar com as pessoas por causa de suas energias, porque ele se diz um médium esponja. Como lidar com essa modernidade, Abraão, meu irmão, essa terminologia não existe no livro dos médiuns. E o que é da gente não vai pra porta do vizinho, como diz o espírito André Luiz. E a nossa dificuldade de lidar com o outro está ligado diretamente à nossa dificuldade de lidar conosco. O Emanuel no livro Pensamento e Vida, ele coloca da importância que tem o outro na nossa vida. É como se o oleiro e o barro, que seria do oleiro se não tivesse o barro? Que seria do escultor se não tivesse a madeira? Conforme Allan Kardec Gênesis, ele coloca que a vida em sociedade é a pedra de toque do espírito. Então essa nossa dificuldade de lidar com essas energias na verdade não é dos ambientes ou não são das pessoas. são um convite para que nós possamos mergulhar conosco mesmo e trabalhar os nossos conflitos internos. Conforme a questão 459 do livro dos espíritos, quando Allan Kardec, o pedagogo por excelência, ele interroga os benfeitores da humanidade, se interfere os espíritos da nossa vida em nossos pensamentos e eles colocam muito mais que imaginamos a tal ponto que de originário são eles quem vos dirigem. Mas é um popular, um ditado popular, diz assim: "Diga-me com quem tu andas, que lhe direi: "Quem tu és?" Parafraseando esse ditado, nós poderíamos dizer assim: "Diga-me como tu pensas, te direi com quem tu andas". Então tudo eh no tocante à nossa autoajuda é muito importante que nós tenhamos o cuidado de nunca colocar nem nos outros, nem nas situações a responsabilidade pelo que nós sentimos.
om quem tu andas". Então tudo eh no tocante à nossa autoajuda é muito importante que nós tenhamos o cuidado de nunca colocar nem nos outros, nem nas situações a responsabilidade pelo que nós sentimos. O que vem de fora desperta o que está dentro. E é um convite amoroso para que nós possamos desenvolver o autoencontro, o autoamor, o autocuidado para conosco mesmo. Muito bem. Divaldo, uma pergunta de Juliana, ela pergunta: "Qual é o limite do livre arbítrio?" O limite do livre arbítrio é o respeito ao livre arbítrio do outro. A minha liberdade para na fronteira da liberdade do meu irmão. Eu não tenho direito de invadir a sua área em nome da minha liberdade. Então, nós deveremos considerar que o outro somos nós na representação de uma outra característica. Então, façamos do nosso livre arbítrio uma inspiração para atitudes sensatas e não atitudes de abuso daquilo que nos é um direito, permitindo que nós transformemos numa libertinagem. A liberdade é a facilidade de escolha, o direito de comunicar-se, de não ter obstáculos nem impedimentos, de não estar limitado a determinadas circunstâncias, mas que nós saibamos dentro deste círculo ser livre infinitamente, como diz a tradição folclórica. No pensamento nós somos livres. A todo o universo está a nosso alcance, mas no relacionamento ao direito que o outro tem de ser livre também. Lá corder uma pergunta de Silmara. Como ajudar as mães que são totalmente desprezadas pelos filhos? O que Silmara? ajudar todos nós podemos, principalmente com a oração, porque conforme nos coloca também Emanuel, que a oração é o remédio que o doente recebe em silêncio, uma vez que ninguém tem como mudar o outro. E muitas vezes nós, aqueles pais e mães que hoje estão vivenciando essa relação com os nossos filhos de desafios, de aparente desamparo ou abandono, porque perante Deus não há ninguém abandonado. Onde nós estivermos e como estivermos, estamos no coração de Deus. Então, como nós vamos perceber, os nossos filhos são os empréstimos que a vida e a divindade nos
ante Deus não há ninguém abandonado. Onde nós estivermos e como estivermos, estamos no coração de Deus. Então, como nós vamos perceber, os nossos filhos são os empréstimos que a vida e a divindade nos concedeu. Como diz Gibran, Caro Gibrã no livro profeta. Teu filho não é teu filho, não é patrimônio, é filho da ânsia da vida por si mesmo. Vem através de você, mas não de você. Então, nossos filhos têm suas personalidades próprias. Muitas vezes nós, enquanto pais e mães, demos o melhor que nós podíamos, mas muitas vezes esse melhor que nós podíamos não vem a atendê-los. Isso é da personalidade de cada um. Então, neste momento, é importante que nós busquemos nos refugiar através da oração, através da meditação, para estar nos ajudando a superar esses momentos de aparentes abandonos, porque conforme mesmo colocou Jesus, o pai não coloca fto pesado em ombros frágeis. Então, ninguém está passando o que está passando, que é por acaso, porque isso da lei, da lei de justiça, amor e caridade. Então, ninguém vai passar nada daquilo que não esteja, que ele não dê conta de superar. Então, na verdade, perante Deus não há ninguém abandono. E a melhor forma que nós podemos ajudar alguém primeiro é estar nos ajudando. O caso de ajudar essas mães, é nós estarmos passando uma orientação de autoconfiança, de autorespeito, de autovalorização, para que a própria pessoa saia dessa relação muitas vezes de codependência, em que às vezes nós nos colocamos para estarmos numa relação de interdependência, onde nós temos a percepção primeiro de quem nós somos perante nós mesmos, enquanto a nossa autoidentidade e quem nós somos nos nossos nossos diversos papéis enquanto espíritos imortais, estamos sempre sob a tutela amorosa de Jesus. Muitas vezes essa ingratidão dos filhos, conforme está no Evangelho, é um momento de prova ou de expiação daqueles pais ou de nós enquanto educadores que passamos por essas situações. Divaldo, uma pergunta de Lucas Mendes. Nascer cego é um processo de disciplina?
elho, é um momento de prova ou de expiação daqueles pais ou de nós enquanto educadores que passamos por essas situações. Divaldo, uma pergunta de Lucas Mendes. Nascer cego é um processo de disciplina? Qual o sentido da vida de um cego? Aprender a enxergar com a alma. Em o Evangelho Segundo Espiritismo, há uma linda página que foi transmitida pelo Curadar. Haviam levado à sessão mediúnica uma jovem cega. E ele que havia sido um grande curador na cidade de Ar, na França, quando encarnado, vem e lamenta: "Eu não te posso garantir qualquer cura, minha filha, porque essas curas são dadas por Deus. A cegueira, como outras problemáticas orgânicas, emocionais, morais, sociais, são decorrências de atos que praticamos ontem e tem a finalidade de nos disciplinar. de nos educar e de nos fazer respeitar os dons da vida, que não podem ser malbaratados pelo nosso prazer, pelo nosso egoísmo. Invariavelmente, não é, portanto, sem exceção, invariavelmente, a segueira é uma provação redentora. Eh, La Cordeiro, a pergunta de João. Existem espíritos mais evoluídos do que o Cristo? Existem espíritos em categorias das mais diversas. Por exemplo, o Cristo é um mestre por excelência. Agora, dois espíritos da mesma categoria, cada um passou por histórias e experiências diferentes. Então, exit existem outros espíritos, porque a evolução ela é contínua. Então, existe outros espíritos de elevação maiores nas categorias correspondentes à sua elevação espiritual. Então, vamos perceber que nós podemos ter dois mestres, mas cada um passou por uma um um caminho do processo da evolução, cada um na sua forma particular, porque Deus é amante da diversidade. Por isso que não há ninguém igual a ninguém. Então, nós somos seres únicos, não somos os únicos, mas somos seres únicos. Existem espíritos em maiores espirituais que chega na categoria de mestre. Muito bem, Divaldo. Uma pergunta de Marcela. Qual é a melhor forma de se aproximar de Deus e do nosso anjo da guarda? através do pensamento, transformar a nossa casa mental numa
a categoria de mestre. Muito bem, Divaldo. Uma pergunta de Marcela. Qual é a melhor forma de se aproximar de Deus e do nosso anjo da guarda? através do pensamento, transformar a nossa casa mental numa gleba de abençoadas flores. Procurar estar em sintonia com a vida em todas e quaisquer expressões. Não é através do isolamento, do abandono da sociedade para libertar-se de perigo ou tentação. pelo contrário, e na batalha rude e na luta diária, na boa conduta diante das comodidades que nós sintonizamos com Deus é tornar desafios em oportunidades e dores em bênçãos de aprimoramento. Mas temos outros métodos, a caridade, porque nos leva sempre ao pensamento divino, a fraternidade, o perdão, o amor nas suas várias facetas e para coroá-los a oração. Como sendo um momento de comunhão com a divindade. Aproximamos-nos através da retidão do caráter, dos nossos esforços e coroamos esta aproximação com a prece que pode ser apresentada sobre três aspectos. A prece que pede, a prece que louva e a prece que agradece. Orar é arar no solo que a divindade nos dá para trabalhar. Acordei uma pergunta de Henri. Qual a a como posso fazer para ser um bom espírita? Qual a sua recomendação? Nós buscamos neste momento o Espírito Santo, Agostinho que Allan Kardec pensando desta forma como você está perguntando, ele buscou perguntar aos benfeitores espirituais qual a forma, o meio prático para que possamos restir ao mal e desenvolver o bem. E é o Espírito Santo Agostinho, um desses pais da igreja que vem, que colaborou com a codificação cartequiana, a codificação espírita, ele vem justamente colocar um saio da antiguidade já volou disse: "Conheça a ti mesmo." Eis a grande chave. é o nosso grande desafio. E ao mesmo tempo, na questão 919, nós vamos encontrar o Espírito Santo Agostinho nos colocando de forma muito prática e factível, porque às vezes nós ouvimos dizer: "Olha, isso é muito bonito na teoria, queremos ver na prática". Doutrina espírita é prática. A doutrina espírita veio reviver o
do de forma muito prática e factível, porque às vezes nós ouvimos dizer: "Olha, isso é muito bonito na teoria, queremos ver na prática". Doutrina espírita é prática. A doutrina espírita veio reviver o evangelho Jesus em espírito e verdade. Então, todo e qualquer desenvolvimento de virtude é exercício. E é o que Santo Agostinho coloca nessa questão 919 aí. Ele diz assim: "Fazei como eu fazia". Olha aí o exemplo moral, um fenômeno moral. O que que é um fenômeno moral? Esse ser que aliado o que ele tem enquanto pensamento, o seu discurso é a sua prática. Por isso que Allan Kardec coloca o Evangelho segundo o Espiritismo, reconhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço em dominar as suas más inclinações. E Santo Agostinho nessa questão 919a, ele nos dá uma técnica, ele nos dá o passo a passo de como estarmos nos autoconhecendo. Então ele diz: "Fazei como eu fazia, passava em revista todas as minhas ações ao término de cada dia." Passar em revista não é autocensura, não é autocrítica. É como se você estivesse vendo o WhatsApp, um álbum de fotografia, de repente você percebe em várias fotografias você tem um padrão de comportamento e está lhe indicando como você está te ajudando. E dentro dessa questão há cinco passos muito interessantes. Primeiro é a percepção amorosa. Você faz uma percepção amorosa das suas atitudes sem censura. sem crítica e ao mesmo tempo você passa agora fazendo um trabalho de autoaceitação, de autorespeito, sabendo quem você é um espírito imortal, um filho de Deus, um aprendiz da vida, herdeiro do universo, como nos diz o espírito Joana adiante no livro Filho de Deus. Você também nesta autoaceitação você vai separar o que você fez de quem você é. Porque muitas vezes nós confundimos o que nós temos, fazemos, estamos com quem nós somos. Por isso que nós entramos no movimento da culpa, do autojulgamento. Depois da autopercepção, agora da percepção amorosa, da autoaceitação incondicional, você faz agora uma reflexão. Por que que eu estou nessa situação? O
ramos no movimento da culpa, do autojulgamento. Depois da autopercepção, agora da percepção amorosa, da autoaceitação incondicional, você faz agora uma reflexão. Por que que eu estou nessa situação? O que essa situação quer me dizer e como posso agir para mudar? Aí eu tomo as decisões. Então eu agora uma decisão. A partir de hoje eu vou agora implementar uma nova conduta da minha postura, onde eu percebo que eu estou deixando a desejar. Começo também a desenvolver desenvolver ações amorosas reparadoras. Porque no livro Momentos de Saúde, a nossa benfeitora espiritual da humanidade, que é Joana de Angeles, ela nos coloca todos os nossos hábitos. Ninguém vive sem hábitos. Nós temos hábitos saudáveis e nós temos hábitos menos felizes. E como que eu posso substituir este hábitos menos felizes, aqueles hábitos que não agregam valor na nossa vida, desenvolvendo hábitos saudáveis. Agora, para que eu possa saber quais são os que eu vou desenvolver, eu preciso conhecer as minhas situações, os me as minhas viciações, os meus hábitos que estão me levando muitas vezes a resultados que deixa desejar. Então, qual é o melhor caminho? Estar justamente desenvolvendo conosco autoor, o autoreseito, autovalorização. E é o que realmente Jesus veio nos dizer. Amar o próximo como a si mesmo. Só possa alguém se eu estiver me amando. Divaldo, uma pergunta de Tatiana. Como identificar se a angústia e a irritabilidade que sentimos são uma influência espiritual? E assim sendo, como agir para adquirir o equilíbrio? Mesmo sendo uma influência espiritual, as raízes estão no espírito que traz do passado a culpa. Muitas vezes uma culpa não programada, mas a reminiscência de algo que ficou por realizar e não o fez. Então ela vai se transformando numa espécie de nostalgia, de melancolia, de angústia e atrai espíritos do mesmo nível. Então é um caso. Outras vezes, entidades perturbadoras e infelizes acercam-se e transmitem-nos essas sensações. Elas são transitórias, são momentâneas, elas chegam. Se nós agasalharmos e
mesmo nível. Então é um caso. Outras vezes, entidades perturbadoras e infelizes acercam-se e transmitem-nos essas sensações. Elas são transitórias, são momentâneas, elas chegam. Se nós agasalharmos e mentalmente nos vincularmos, elas prosseguem e então o nosso organismo se adapta e surge uma obsessão dessa natureza dependente, angustiante, que vai exigir muito esforço do paciente para libertar-se orando, amando e trabalhando do bem para afastar o espírito perturbador. Muito bem, meus amigos, chegamos ao final da nosso Conversando sobre o Espiritismo da noite de hoje e convidamos o nosso amigo Lacord para fazer a sua despedida de todos nós. Queremos agradecer com muito carinho ternura a você, Marri, ao nosso Divaldo, e a toda a equipe da TV Mansão do Caminho. E deixar aqui o abraço fraterno e amigo da nossa querida presidente Luía Leontina. e de todo o movimento espírito do Mato Grosso. Um abraço permeado, de muita gratidão ao nosso querido Divaldo, pelas inúmeras vezes em que ele tem eh adentrado ao nosso Mato Grosso e deixado a sua energia amorosa colaborando conosco hoje nessa qualidade do movimento espírita que desfrutamos. Quea Jesus, o amigo incondicional das nossas vidas, adentrar os nossos lares neste momento de tamanha pandemia. onde há muita dor e sofrimento lá fora que possam ser as nossas mãos amigas a colaborar com Jesus neste momento. Muita paz e a nossa profunda gratidão. Muita paz. Muito obrigado, La Corder. Tenhamos uma boa noite. Agradecemos também a nossa tradutora de Libras, IS. Muito obrigado, viu? Uma boa noite a todos. Sigamos em paz.
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