Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 04 | 30.03.25
Estudando com Jesus | 30.03.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 03: Simpatia e bondade Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
برا Olá, queridos irmãos. Um excelente dia a todos que estão nos assistindo aí através dos nossos canais da internet. É uma satisfação muito grande poder estar aqui de volta em mais um episódio onde nós vamos estudar mais uma obra de Emanuel. Nós iniciamos agora o ciclo de estudo da obra espírito verdade. E já quero iniciar aqui a nossa live de hoje, estudando com Jesus, já convidando aqui a minha companheira da vida aqui, que é Eliane. Bom dia. Tá sem som agora. Sim. Bom dia, Juliano. Bom dia aos amigos que nos acompanham. Temos aí o Marcos, a Sheila, o Walter, que todos sejamos aí agraciados por essa obra, né? Uma obra lindíssima de Emanuel. Então, que nós possamos aprender juntos. Muito bom ver nossos amigos conectados aqui conosco hoje. É, inclusive a lição de hoje é uma lição assim bastante poderosa. E Manuel realmente usou palavras fortes aqui eh para poder transmitir pra gente aí eh como ele estava vendo, né? Eh eh essas duas questões que nós vamos avaliar aqui hoje. Mas enfim, antes da gente começar no tema, né? Vamos fazer a nossa prece inicial. Eu faço abertura aqui com a prece e faz a leitura pra gente. Então, vamos convidar os nossos irmãos a fechar os olhos, a silenciarem a mente e o coração. Nesse instante, nossos lares vão se transformando num templo, num templo espírita. Vamos mentalizar muita luz nesse momento para purificação do nosso ambiente doméstico. Esse culto, esse estudo, ele é um culto para nós, né? Então, v agradecer a Jesus. Muito obrigado, mestre, pela oportunidade que nos dá do estudo das tuas lições, desse aprendizado contínuo, a leitura edificante, as reflexões luminosas. Muito obrigado, mestre. Agradecemos e rogamos que o Senhor possa adentrar os nossos lares nesse instante, iluminando a cada um de nós, iluminando os nossos lares, levando aqui os padrões vibratórios do nosso ambiente doméstico e nos fortalecendo para o aprendizado, Senhor, nos auxiliando aqui a abrir as mentes e os corações paraa recepção da palavra evangélica, pra
ndo aqui os padrões vibratórios do nosso ambiente doméstico e nos fortalecendo para o aprendizado, Senhor, nos auxiliando aqui a abrir as mentes e os corações paraa recepção da palavra evangélica, pra palavra de Emmanuel, para que nós compreendamos aí esses valores que Emanuel vem compartilhar conosco aqui hoje. Muito obrigado. E assim damos início a mais um estudo de domingo. Muito obrigado. Que assim seja. Que assim seja. Hoje então nós estamos com a mensagem de número quatro, simpatia e bondade, da obra O Espírito da Verdade e a mensagem de Emanuel. E quem nos escreve então é o Valdo Vieira, que essa obra foi psicografada, né? e os dois médiuns que fizeram todo esse trabalho aqui. Então, hoje a mensagem de Valdo Vieira, simpatia e bondade. No plano infinito da criação, jamais encontraremos alguém que precinda de dois derivados naturais do amor, a simpatia e a bondade. A árvore frondosa e plena de vigor solicita o apoio do sol e a solicitude do vento para conservar-se e estender as suas propriedades vitais. O animal, por mais inferior na escala dos seres, requer o carinho e a ternura da terra, a fim de manter as próprias funções e aperfeiçoar o seu modo de ser no meio em que se desenvolve. A criança e o jovem, a mulher e o homem. tornam-se enfermiços e infelizes se não recebem o calor da bondade e da simpatia por alimento providencial da na sustentação do equilíbrio e da saúde, da esperança e da paz, que lhe são indispensáveis no esforço de cada dia. Procura, pois, revestir as próprias manifestações perante aqueles que te rodeiam, com os recursos da simpatia que ajuda e compreende, e da bondade que concede e perdoa, ampliando a misericórdia no mundo e fortalecendo a fraternidade entre todas as criaturas. Enriquece, com o teu entendimento, o patrimônio afetivo do companheiro e o companheiro retribu retribuir-te a com auxílios originais e incessantes. Envolve em tua generosidade fraterna a alma infeliz e desajustada, e nela descobrirá as imprevistas nuances do amor. Não desprezes a simpatia e a
u retribuir-te a com auxílios originais e incessantes. Envolve em tua generosidade fraterna a alma infeliz e desajustada, e nela descobrirá as imprevistas nuances do amor. Não desprezes a simpatia e a bondade ante as lutas alheias e a bondade e a simpatia nos outros abençoarão toda a vida. Emanuel, uma bela mensagem e extremamente forte. E pelo menos eu eu eu eu entendo dessa forma. Primeira vez que eu li essa mensagem, eu fiquei impressionado assim como como Emanuel se expressou. Emanuel utilizou de expressões assim bastante poderosas. Eu vou dizer assim que Emanuel quis transmitir para nós os valores absolutos de simpatia e bondade na nossa existência. Valores assim definitivos, se for dizer assim dessa forma, não é? Então, o Emanuel usa usa uma usa eh de uma forma de se expressar que não deixa espaço para relativismo. Eu não deixa espaço pra gente relativizar essas mensagens de maneira alguma, né? E esses valores da simpatia e da bondade, dizer: "Ah, que a simpatia é é boa nesse nesse aspecto ou que bondade assim será melhor aqui ou ali dessa forma e aqui nem tanto, talvez não." Então ele já inicia eh marcando eh eh essa concepção. Olha só, vou analisar aqui. Olha só o quanta coisa tem só no na no primeiro parágrafo, né? No plano infinito da criação, jamais encontraremos alguém que precinda de dois derivados naturais do amor, simpatia e bondade. Olha aí no plano infinito da criação, quer dizer, no universo todo, todo o cosmo, todas as galáxias e todos os planetas, ou seja, é uma lei geral para toda a vida no universo, para toda a inteligência no universo. Então, olha só, já a amplidão que ele já nos coloca aqui, que é o plano infinito da criação de vida. Ele diz: "Jamais encontraremos alguém que precind, ou seja, jamais encontraremos alguém que não necessite, que não vá precisar. Jamais encontraremos alguém para o qual não será importante. Ou seja, nunca existirá esse ser, esse ser vivo. Não hipótese nenhuma, em nenhum momento do futuro ou do passado, alguém que possa dispensar a simpatia e a
emos alguém para o qual não será importante. Ou seja, nunca existirá esse ser, esse ser vivo. Não hipótese nenhuma, em nenhum momento do futuro ou do passado, alguém que possa dispensar a simpatia e a bondade. Olha só, interessante is que ele fala. Então, já estabelece bases sólidas pra gente discutir. Ou seja, ele está tratando aqui na sua visão espiritual, na sua visão de espírito evoluído, como valores são inquestionáveis e são imprescindíveis paraa existência da vida. Olha só como é que é interessante isso aqui. Já começa lançando para nós assim essa informação assim com peso muito forte, né? Ele vai falar dois valores são inquestionáveis, valores que são sólidos, são eternos, todos necessitamos deles, exercitá-los, doá-los e recebê-los. e que isso faz parte da nossa vida e não iremos nos desvincular desses dois valores. Então ele diz, um é a simpatia, o outro é a bondade. Ele diz que são expressões de amor, são expressões de amor, expressões naturais do amor, né, que está dentro de cada um de nós. Olha aí. ele já abre dessa forma. Aí para poder reforçar isso, ele faz inclusive uma comparação para para nos deixar mais claro ainda o que ele tá querendo dizer, o quão grave é essa questão. Então ele usa o exemplo da árvore frondosa. A árvore ela é frondosa, ela é bonita, ela é uma árvore fértil, ela é uma árvore que produz frutos, mas ele fala, olha, é um vigor que depende do sol e do vento, ou seja, né, que depende aí dessa dessa sustentação da natureza, da água e etc, para que ele possa se conservar, possa se estender as suas propriedades vitais. Ou seja, aqui deixa ainda mais claro o que ele quis dizer. Então, sem simpatia e sem amor, nós, seres humanos, estamos condenados a definhar e ter uma existência infértil, ter uma existência pobre, ter uma existência triste, ter uma uma resistência seca, vazia, diz ele, né? Porque seria como se fosse a árvore que não recebe nutriente algum. Uma árvore em terreno seco, uma árvore que tá num lugar sem sol, uma árvore que não recebe nutriente
ência seca, vazia, diz ele, né? Porque seria como se fosse a árvore que não recebe nutriente algum. Uma árvore em terreno seco, uma árvore que tá num lugar sem sol, uma árvore que não recebe nutriente porque o solo ele é infértil, é árido. Então ele diz essa comparação, ou seja, o ser humano sem a simpatia, sem amor, sem amor é um ser humano que vai ter uma vida árida, uma vida escassa, uma vida pobre, onde ela não vai, onde esse espírito não vai se desenvolver. não vai se desenvolver. Interessante isso aqui que diz, né? Então, já faço esses os meus comentários iniciais aqui para vocês compreenderem a força dessa mensagem, né? Acho uma mensagem especialíssima. Realmente é raro a gente encontrar Emanuel eh utilizando isso dessa força assim para transmitir suas ideias, né? Passar para Eliane aí. Vamos lá. Eh, a gente fica pensando assim, né, como Emanuel fala, que todo mundo precisa de bondade e de simpatia para viver, né, para ter paz. E ele fala assim que em todas as áreas de nossas vidas, nós vamos precisar dessa bondade para conosco. E a bondade, ela é esse equilíbrio, né, a simpatia. né? Quando a gente trata alguém bem, mas a simpatia ela pode ser de forma voluntária, ou seja, a pessoa é antipática comigo, nem fiz nada com essa pessoa, né? Mas eu pode ser algo mesmo provocado. Mas é imaginemos nós vivermos num mundo com pessoas antipáticas, né? Porque o contrário da bondade, né? É o mal. Imaginemos então num lar onde no lugar da bondade exista o mal, a malquerença, né, como se fala, então a maldade, a crueldade, né, as implicâncias do dia, né? E a Emanuel traz isso pro nosso dia a dia. Se nós vamos a uma loja, imagina um vendedor antipático, a gente já nem resolve o nosso problema ali que nós viemos tentar, né, resolver, porque nós estamos no mundo, nós estamos atrás de resoluções, de crescimento, de desenvolvimento. É por isso que o tempo todo nós precisamos desse ambiente de equilíbrio, de paz. Não vou falar a bondade como Deus espera que nós tenhamos, né? Porque a bondade
es, de crescimento, de desenvolvimento. É por isso que o tempo todo nós precisamos desse ambiente de equilíbrio, de paz. Não vou falar a bondade como Deus espera que nós tenhamos, né? Porque a bondade do amor. Mas você vê que eu coloca bondade e simpatia. Às vezes nós não podemos ter esse esse coração bondoso que ainda que nós não desenvolvemos, mas nós podemos ser simpáticos. ou melhor, nós devemos ser simpáticos para nos tornarmos pessoas sociáveis, para termos um lugar, né, de equilíbrio, de paz. A gente pensa em Jesus, né, quando ele é chamado de eh bom, né, o o rapaz fala para ele, né, mestre, que ele que ele seria bom, né? Você é o bom mestre, é o bom. Jesus fala bom somente Deus. Só Deus o é. Aí a gente pensa, gente, mas Jesus não era bom. Por que que ele não fala que ele é bom? Mas é porque Jesus queria diferenciar a bondade de Deus da bondade dos homens. Ou seja, nós não vamos encontrar a bondade que nós buscamos ou que nós queremos nas pessoas, porque nós ainda somos seres falhos, né? Nós estamos ainda em construção. Então, nós vamos ter esse coração bondoso, mas é dever nosso pelo menos sermos simpáticos. Nós temos visto muito isso nas empresas, nessa necessidade, né, da simpatia uns com os outros, né? do equilíbrio, do respeito, de podermos conviver uns com os outros, né? que fala é: "Você tem condições de conviver em equipe. Olha só, hoje a gente vai buscar um trabalho, um emprego numa empresa, não é só o nosso currículo profissional que está sendo analisado, nosso comportamento. E aí a gente já escutou empresa falar: "Olha, muitas vezes contratamos a pessoa pela sua capacidade profissional, mas às vezes ela é demitida pelo seu comportamento. mais do que pelo comportamento do que pelas suas atribuições, capacidades desenvolvidas, né, diplomas. Então, de que adianta, né, nós termos aí tantos estudos, né, termos tanto desenvolvimento intelectual, mas no trato com o outro nós não temos ainda esse desenvolvimento, né? É só nós irmos num consultório médico
ue adianta, né, nós termos aí tantos estudos, né, termos tanto desenvolvimento intelectual, mas no trato com o outro nós não temos ainda esse desenvolvimento, né? É só nós irmos num consultório médico hoje, quantos relatos, né, de pessoas falaram: "Olha, eu fui ao médico doente, o médico nem me olhou". antipatia. Se não é bondade, é o quê? Aí a gente começa a olhar. Será que nós temos condições de olhar isso em nós? Toda vez que nós não somos bondosos, nós somos o quê? Maus. E toda vez que nós não somos simpáticos, nós estamos sendo antipáticos, que é também trazido como maldade. Olha só. Então isso é muito sério, né? como você tinha falado. Eu acho interessante quando Paulo em Romanos ele fala assim: "Tratar as pessoas do de modo bondoso pode fazer com que até aqueles que nos tratam mal mudem de ideia. Olha só, porque não adianta, não é uma mágica, mas é como se fosse contagiar o outro. Se nós contaminamos o outro com o mal, né, porque nós vamos passando, né, essa ideia, né, de que ah, se me faz o mal, eu também faço. E o bem também tem esse poder, né, de fazer com que todos em a sua volta, né, modifiquem por conta da sua atitude. E a gente vai percebendo que tem muito de nós nessas relações que a gente tem, né, dentro do nosso lar, né? E mais à frente Emmanuel vai falar sobre isso, né? Se nós queremos ter eh pessoas bondosas, pessoas simpáticas ao nosso redor, que nós sejamos também simpáticos. É a atração. Como que é? Que que a gente pode dizer sobre isso? Nós podemos dizer que é porque o outro vai nos copiar, né? É porque não tem lugar, né, para o mal. Quando tem o bem não tem lugar para o mal, até mesmo para que nós não sejamos atingidos, né? Porque o bom não vê o mal. Então hoje nós vamos tratar dessa forma, né? Toda essa mensagem aqui do de Emanuel, né? Quando ele fala que desenvolvimento, né? da árvore frondosa, precisou ter uma bondade ali, né? Precisou ter um apoio. O sol é a luz. Então, onde tem a luz, né, que é a ausência das trevas, tem que ter aí, né, essa essa
e desenvolvimento, né? da árvore frondosa, precisou ter uma bondade ali, né? Precisou ter um apoio. O sol é a luz. Então, onde tem a luz, né, que é a ausência das trevas, tem que ter aí, né, essa essa participação de alguém, né? Então, Emmanuel vai trazer depois aqui também a criança e o jovem, a mulher e o homem tornam-se enfermos e infelizes. Olha, com a ausência da bondade. Quantos lares, né, com problemas, com discórdias, com problemas graves mesmo, nos comportamentos na maldade. E a criança ela vai crescendo, ela vai observando, né, tudo aquilo que é feito. E é difícil, né, uma criança se desenvolver num ambiente que não tenha nada disso, que as escolas hoje vão falar para nós assim: "Olha, a criança é o reflexo dos pais. Vemos uma criança agressiva, nós já sabemos como que é o lar dessa criança. Olha, tanto que isso é sério, né? Nós já vemos a criança e já identificamos o pai e a mãe, como também hoje nós estamos desenvolvendo essa bondade nos animais. Olha só, o animal, por mais inferior ele precisa de carinho, precisa de ternura aqui na terra. Antigamente era tão comum a gente ver as crianças matarem os animais, matava os gatos, matava os os pombos. Era uma coisa terrível. Hoje Deus me livre fazer isso e tá certo. Aí a gente fica assim achando que tá desenfreado. Estamos cuidando muito dos animais e não cuidando das pessoas. Tudo é importante. Os animais são importantes e muitas vezes tem que vir uma lei severa para poder falar assim: "Olha, quem maltratar os animais vai ser um criminoso e vai ter que pagar por isso, vai ter que responder por isso." Olha só que coisa mais interessante nós termos que ouvir, que é um crime matar um animal. Aí eu me lembro daquela daquela obra, né, de Chico Xavier, que é a mensagem do Pequeno Morto, que é aquele rapazinho que escreve, né, toda a obra com 14 anos ele desencarna e ele fala: "Olha, no mundo espiritual nós tivemos aula de que não pode maltratar os animais. Chega no mundo espiritual, coisas simples que ele vivenciava aqui,
toda a obra com 14 anos ele desencarna e ele fala: "Olha, no mundo espiritual nós tivemos aula de que não pode maltratar os animais. Chega no mundo espiritual, coisas simples que ele vivenciava aqui, que ele achou: "Meu Deus, e agora? Olha o que eu fazia. matava os gatos, matava os animais. E depois o professor desse mesmo, né, professor espiritual, né, de Carlos, né, ele fala: "Se os pais soubessem a responsabilidade de moralizar as suas crianças, não chegariam tantos espíritos rebeldes, né, com problemas no mundo espiritual, ou seja, para nós resolvermos. A coisa mais mínima de não distratar um animal, não sermos maldosos, não sermos antipáticos, não sermos pessoas desagradáveis, é dever, né, nós não sermos assim. Vou passar para você um pouco agora, Juliana. É isso mesmo. Concordo plenamente. Eu acho bacana eh quando o Emanuel cria, cria, vai criando essas relações. Eliane falou uma coisa muito importante que é essa correlação entre a simpatia e a bondade. Na na questão de que a simpatia ela é um primeiro passo para que a bondade ela possa ser realizada por nós. Primeiramente, porque a simpatia é é justamente essa relação de afinidade que nós temos com o outro, ou seja, quando nós identificamos no outro algo que também tem na gente e isso nos afiniza porque nós reconhecemos ali algo similar. Nós sabemos que várias situações elas nos colocam eh numa relação com o outro, não é? Por exemplo, quando a gente identifica no outro uma dor, que nós já vivemos essa dor, nós entendemos, ah, ali, eu sei o que que tá acontecendo. Ou uma dor, ou um prazer, ou uma situação corriqueira do dia a dia. É muito comum, não é? Acho que todos aqui que são pais sabem, né? Quando nós às vezes encontramos pessoas desconhecidas, também são pais e são mães, nós temos muitos assuntos que são assuntos correlatos, nos identificamos ali em várias situações, né? assim como pessoas que, por exemplo, trabalham na mesma profissão, consegue conversar e consegue identificar ali eh padrões, situações muito similares.
, nos identificamos ali em várias situações, né? assim como pessoas que, por exemplo, trabalham na mesma profissão, consegue conversar e consegue identificar ali eh padrões, situações muito similares. Então, a simpatia esse primeiro passo para que aí a gente identificando essa similaridade, compreendendo o que que o outro está vivendo, essa situação, aí sim nós vamos eh poder praticar essa bondade com mais propriedade, sentimos essa necessidade de contribuir de alguma forma, porque nós sabemos o quanto que é uma situação pode ser penosa para o para o outro e o quanto esse outro pode estar precisando desse ou aquele apoio. Então, achei, achei que a Eliane foi feliz nessa observação que me fez lembrar eh o quanto que Emanuel ele traz nas suas mensagens essas correlações com o Evangelho Segundo o Espiritismo. Então, assim como a simpatia, ela é um primeiro passo para que a bondade ela possa ser realizada, para que a gente possa despertar pra necessidade da bondade, o evangelho traz relações assim muito próximas. O evangelho, por exemplo, ele vai dizer em uma das suas mensagens lá, que a fé é mãe da esperança e da caridade. Olha aí como é que é isso quer dizer o quê? que quando a pessoa tem fé, ela vai despertando esperança dentro dela, ela vai despertando para necessidade de fazer a caridade. Aí o evangelho traz uma outra lição, essa que eu gosto muito lá do capítulo 13, que a piedade ela é irmã da caridade. Piedade, irmã mais velha da caridade. Olha interessante o evangelho disso, capítulo 13. Então, quer dizer o quê? Que a pessoa então, primeiramente ela sente essa piedade dentro de si. Ou seja, simpatia, né? A pessoa que ela que ela é piedosa, ela é uma pessoa simpática e essa piedade vai fazer dentro dela que surja a a vontade de fazer caridade, ou seja, a vontade de fazer a bondade. Olha aí, Emanuel tá dizendo a mesma coisa que o Evangelho capítulo 13 está dizendo, só que Emanuel tá dizendo com outras palavras, utilizando-se de outras qualidades, outras virtudes humanas que são
. Olha aí, Emanuel tá dizendo a mesma coisa que o Evangelho capítulo 13 está dizendo, só que Emanuel tá dizendo com outras palavras, utilizando-se de outras qualidades, outras virtudes humanas que são correlatas. Então, essas correlações são muito importantes. Ah, como fazer a caridade, que é uma questão que está no espiritismo desde sempre. Então, tem vários os caminhos. Olha aí, utilizando-se de palavra da língua portuguesa para que possa se encaixar melhor na nossa forma de ver o mundo, na nossa visão de mundo. Então, falar assim da simpatia é um caminho para caridade. A simpatia é um caminho para caridade. Assim como a piedade é um caminho para a caridade, assim como a fé, como eu falei aqui agora a pouco, a fé é um caminho para a caridade. Então, são vários os caminhos que nos levam à caridade. Nós temos que entender agora como despertá-la dentro de nós. Nós sabemos que a caridade ela é uma questão que que às vezes é confusa para muitos espíritos, né? Muitos espíritas, né? Quer dizer, o que que é a caridade? A gente lembra muito eh de uma questão que é a questão 886 do livro dos espíritos. Quer dizer, como é que Jesus entendia a palavra caridade? Nós que somos cristãos e dentro do cristianismo espíritas, como é que que Jesus entendia o que que era caridade? benevolência, indulgência e perdão. As três palavras que refletem o que que é a caridade ou o que deveria ser a caridade. Ah, caridade é me dar uma sexta base. Caridade é aprender a ouvir. Caridade, tudo bem, nós podemos multiplicar essas expressões da caridade em em ações, pequenas ações, mas de maneira geral a caridade, ela é entendida dessa forma: benevolência, indulgência e perdão. E isso reflete a caridade. Então, eh eh são esses os caminhos hoje que a Eu tá nos mostrando, dois caminhos. Um deles é, primeiramente a simpatia, nos tornarmos simpáticos as pessoas para que assim possamos desenvolver a a bondade dentro de nós, né? Então acho que foi que que é bem legal isso. E Emanu vem dizer o quê a partir desse desse
mpatia, nos tornarmos simpáticos as pessoas para que assim possamos desenvolver a a bondade dentro de nós, né? Então acho que foi que que é bem legal isso. E Emanu vem dizer o quê a partir desse desse momento? Não importa qual que seja a idade da pessoa, criança, jovem, mulher ou homem, etc. Todos nos tornaremos seres enfermiços e seres infelizes. Olha aí. enfermidade. Mas essa enfermidade que Emmanuel tá dizendo não é só enfermidade física. Dizer que nós nós vamos nos abalar eh nas questões da saúde física, não é? Em questão de saúde mental também, enfermidade mental. Isso tá ligado ao quê? Quando nós vemos eh fala da infelicidade, da enfermidade, nós automaticamente nós já vamos nos vincular a esses processos que a gente vê tanto na atualidade, os processos de ansiedade, os processos depressivos, esses processos aí de irritabilidade que as pessoas estão vivendo uma com a outra. Então, nós vamos nos tornando pessoas eh intratáveis com o tempo e que nós nossa vida, ela vai definir. Olha o que que tá falando. É interessante isso aí, não é? Ainda é uma questão que a psicologia ela ainda tem que amadurecer, não é? A importância da simpatia e a bondade para saúde mental. e você manifestar simpatia em bondade ou você eh receber a simpatia e a bondade. É muito interessante isso. Tão importante isso é que aí nós vamos encontrar Kardec lidando com isso lá no livro dos espíritos. Eu marquei a questão aqui 387, onde Allan Kardec pergunta sobre simpatia pros espíritos superiores. Olha que interessante isso aqui. Allan Kardec, ele então quer saber de onde vem a simpatia. Se a simpatia ela é algo que é da natureza humana, é que tanto Emanuel Kant quanto C Gustav, C Gustav chamava de a priori, ou seja, alguma coisa que nasce com a gente, que não é aprendido. Posteriormente essa questão da Pripriori, ele eh ganha campo. Na época de Kardec, ela não existia ainda. Então ele quer saber isso aí é uma coisa que a gente aprende na educação e na cultura ou é uma coisa que já nasce conosco como um dos nossos instintos
campo. Na época de Kardec, ela não existia ainda. Então ele quer saber isso aí é uma coisa que a gente aprende na educação e na cultura ou é uma coisa que já nasce conosco como um dos nossos instintos primários? E aí os espíritos respondem de maneira muito clara: "Olha, eh, é da natureza os", aí ele, ol como ele diz, "Os espíritos se ligam naturalmente, não tendo anterior conhecimento nenhum sobre isso." Então, já é uma tendência natural a simpatia. A pessoa que é simpática está exercitando um uma das um dos seus instintos naturais. Olha que interessante. Isso aí é da nossa natureza. Então, a pessoa antipática, como diz Eliane aí, se a pessoa é antipática, ela tá contrariando a própria natureza. Porque nós a intenção é que nós pudéssemos a cada instante da nossa vida irmos nos conectando cada vez mais com as pessoas. Nós vamos vivendo, vamos compreendendo as dificuldades humanas, as experiências humanas e isso vai nos auxiliando a nos conectar como seres humanos, essas vivências comuns. Olha que interessante. De tal forma que depois, na próxima questão a 388, eh, Allan Kardec quer aprofundar isso mais, quer saber assim o então são as formas de simpatia que nos unem, que nos que nos que nos agregam pessoas. então que nunca se viram, que se encontram pela primeira vez, de repente se identificam ali, ou vão se tornar amigos ou vão se tornar ali eh eh casais no futuro. Eh, são as relações simpáticas que nos unem, que nos atraem. Allan Cardec quer entender um pouquinho mais disso? Como é que é isso? É a simpatia que nos une, mas em que momento da nossa vida? Que nos une inconscientemente antes de nós nos encontrarmos ou só ou só depois que nós nos encontramos? Cardequ saber a extensão da simpatia. E os espíritos dizem que o seguinte, o seu modo de pensar, olha aí a a talvez aqui uma grande resposta que os espíritos dão para Allan Kardec. Se você tem um tipo de pensamento, se você tem um tipo de vida, tem um tipo de crença, desejos e vontades, isso vai criando um campo magnético em torno de
posta que os espíritos dão para Allan Kardec. Se você tem um tipo de pensamento, se você tem um tipo de vida, tem um tipo de crença, desejos e vontades, isso vai criando um campo magnético em torno de em torno de nós, que isso vai atrair pessoas que também pensam como nós. Então, quer dizer, antes de nós manifestarmos a nossa opinião para uma pessoa, para uma pessoa ser simpática a nós, os espíritos dizem que só o nosso pensamento já atrai a presença de outra pessoa de formas que nós não conseguimos nem imaginar. É como se diz, é como dizer o seguinte, eh, vamos supor que tem uma multidão de pessoas aqui, conhece ninguém, ninguém não nos conhece. E de repente as pessoas vão se colocando próximas umas às outras por afinidades. De repente fica uma pessoa separada do seu lado, de repente emite uma opinião, você fala assim: "Pô, eu penso parecido com você". A tu fala assim: "Ah, que bom, quem é você? Quem é você?" E aí nós vamos nos nos aproximando de determinadas atividades, determinados momentos que que os espíritos dizem o seguinte: "Olha, não é por acaso que as pessoas vão se encontrando e se afinizando, não. Existe um magnetismo que às vezes nos coloca até para ir algum lugar e nos posicionar de maneira que nós fiquemos próximas pessoas simpáticas a nós." Então é um magnetismo muito forte que tá ligado aí à simpatia. é algo que transcende, né, a a nossa compreensão. Acho muito interessante a gente ver a força, a força da simpatia. Então, não é à toa que a mana tá falando isso aí, que é algo que é imprescindível, que é algo que todo mundo vai ter. Os espíritos já estão falando isso lá no livro dos espíritos, né? Então, eh, essa questão 388, ela ela é muito forte nisso. Então, ela realmente afirma o que Emanuel também afirmou aqui nessa questão, né? o que Emanuel diz, a questão 388 a respeito dessa dessa a dessa questão ser absoluta, ser uma questão definitiva. Afinidade, sim, é uma relação que extrapola a educação. Ele manda eh Elean falou muito bem sobre isso, né? Quer
tão 388 a respeito dessa dessa a dessa questão ser absoluta, ser uma questão definitiva. Afinidade, sim, é uma relação que extrapola a educação. Ele manda eh Elean falou muito bem sobre isso, né? Quer dizer, a simpatia é uma questão de educação, mas começa aí, mas ela é uma uma conexão energética, magnética, muito mais poderosa do que a gente imagina. Por isso que a humano usou essas palavras com essa força, né? Falou de absoluto, de definitivo, que toda criatura tem, não é? desenvolvido é divino, né? Tá dentro do nosso cerne, né, espiritual, nossa essência. É interessante isso, né? Porque olha só, na questão 932 do livro dos espíritos, por neste mundo os maus exercem geralmente maior influência sobre os bons? Aí os espíritos respondem: "Pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos. Os bons são tímidos. Estes, quando o quiserem assumirão a preponderância." Coisa séria isso, né? Porque só existe o mal porque o bem não se manifesta. Aí é a coragem. Tem que ter a coragem de se pronunciar. e de fazer, mas não é uma justiça a qualquer custo, não é isso. Mas é, por exemplo, o bem não se omitir, né? Mas antes disso, a gente podia dar um oi aqui, né? Conversar com o pessoal, dar boas-vindas aí a Cirlei, nossa amiga Claudina Souza Pena, né? É muito bom ter todos aqui conosco e podem falar, gente, falar o que que vocês estão achando da opinião, porque esse tema é um tema que nós vivenciamos, né, diariamente, tá no nosso cotidiano. Nós vemos o mal o tempo todo, o mal na desonestidade, que a gente às vezes o mal quer nos alcançar. A gente trabalha honestamente, chega uma pessoa, não tem como você fazer isso não, ninguém tá vendo, né? Que que tem? Ninguém viu. É só burlar a lei, seja lá o que for. Não, não. O bem vai fazer o quê? Não, eu não, eu não entro, né? Então o bem ele está em todo lugar, né? E Allan Kardec lá naquela obra Viagem Espírita, que é uma obra assim excelente para nós conhecermos o que que foi que Kardec passou para poder chegarmos onde nós estamos, né? foi no início do
gar, né? E Allan Kardec lá naquela obra Viagem Espírita, que é uma obra assim excelente para nós conhecermos o que que foi que Kardec passou para poder chegarmos onde nós estamos, né? foi no início do espiritismo. Ele fala lá nessa obra que ele começa então a visitar os centros espíritas, convidam para que ele pudesse conhecê-los, né? E ele vai observando todas as assim os comportamentos, as como se diz, a as ideias, né, do dos espíritas, o que eles haviam transformado e transformado na sua própria essência, que é isso que a doutrina espírita é, né? É transformar a nossa essência. Allan Kardec, ele fala que o que mais admirou ele era a coragem desenvolvida dos espíritas. Olha só, os espíritas têm desenvolvido a coragem de falar, por exemplo, falar que eu sou espírita. Kardec fala que é uma é coragem, porque nem todo mundo tem essa condição de falar: "Não, eu não vou falar não, porque pode ter problema". Ó, mas por que não, né? Por que que alguém vai me fazer o mal? Porque essa pessoa tem um direito de me fazer o mal, porque eu vou falar que eu sou espírita. é um direito meu de ser espírito. Então, nós tivemos que enfrentar isso, até a coragem de dizer que nós somos espíritas, coragem de falar não. É Jesus nos ensina isso, né? Seja o seu falar sim, sim e não não. N para que isso não passe a ser uma obra do maligno. Ou seja, a gente vai ser mentiroso, né? Não é dar nossa opinião à torta direita, mas quando nos perguntarem, nós temos a coragem de dizer aquilo que nós pensamos. Se formos convidados, porque ficar aí dando opinião demais, né? A gente pode se enrolar, mas ter essa coragem de falar o que é certo e o que é errado, então isso é a coragem, né? Isso também faz parte do bem. Aquele bem que fala, vamos deixar na mão dos espíritos que eles vão resolver, né? O a pessoa não se compromete, né? Não se compromete a fazer o que precisa fazer. Mas uma coisa que me chamou muita atenção também é a é quando Emanuel fala que sem a bondade, né, ou seja, no na maldade, vamos falar assim, tô falando o
Não se compromete a fazer o que precisa fazer. Mas uma coisa que me chamou muita atenção também é a é quando Emanuel fala que sem a bondade, né, ou seja, no na maldade, vamos falar assim, tô falando o contrário, né, na antipatia, na na discórdia, na confusão, no problema, nós nos tornamos pessoas doentes. Isso nós temos visto muitos, né, casos, né, em nós mesmo. Por que que nós buscamos um médico com problema físico, com problema emocional? Porque estão nas nossas relações, porque nós somos pessoas convivendo o tempo todo uns com os outros. Então, onde que a gente arruma uma doença? É do nada. É provocado no quê? Então, nós estamos hoje adoecendo alguém ou sermos adoecidos por alguém? Então, olha só a responsabilidade nossa de não sermos esse tropeço, né, na vida do outro, olha, não seja a causa da doença de alguém, de um filho, de um pai, da que que nós estamos desenvolvendo no outro. Ele vai falar aqui eh do companheiro aqui, como é que enriquece com o teu entendimento o patrimônio afetivo do companheiro. Olha só. E o companheiro te retribuir, te retribuirá, né, com auxílios originais incessantes. Ou seja, aquilo que a gente dá, a gente recebe, porque como Jesus nos fala, não tem como nós colhermos uvas dos espinheiros. Tem gente que não vai dar mesmo, tem gente que não tem mesa, não é anti, não é simpático mesmo, não é bondoso mesmo, mas alguém tem que começar, né, a traçar esses traços da bondade. É isso que eu quer falar. Nenhum momento ele falou do que não nos faz, né, a bondade, mas ele quer dizer, faça você. Porque quando nós já temos conhecimento, nós vamos ser mais cobrados, né? Jesus fala isso, né? Lá no capítulo 18, né? Do Evangelho Segundo Espiritismo. Ele fala que muitos chamados, poucos escolhidos, né? Ele fala que muito será cobrado de quem recebeu, ou seja, quem é mais abastado, porque quem faz o mal ainda não recebeu esse chamado ou ainda não entendeu. E aí ele faz o quê? Fica na ignorância. Então, quem tem mais tem que doar mais. Aí eu entendi, Juliana, por
é mais abastado, porque quem faz o mal ainda não recebeu esse chamado ou ainda não entendeu. E aí ele faz o quê? Fica na ignorância. Então, quem tem mais tem que doar mais. Aí eu entendi, Juliana, por que tem a referência da paciência? Nós estávamos falando da referência da mensagem lá do Evangelho, porque toda mensagem aqui dessa obra, ela traz uma referência. E aí a gente encontra então na mensagem, a paciência que nós devemos agir, né? Como que nós devemos agir quando nós temos pessoas difíceis ao nosso redor, porque não é fácil convivermos uns com os outros e pessoas terríveis. né? E aí eu eu quero ler aqui rapidinho que é a mensagem um espírito amigo, né, que a gente tem aí, né, que ela é a Joana de Angeles que ela fala: "A caridade que consiste na esmola dadas aos pobres é a mais fácil de todas, ou seja, a caridade material que a gente pega, passa, né, o a a o a caridade material, ela é fácil, mas aí ela coloca assim que A mais meritória de todas é a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem serem instrumentos do nosso sofrer e para nos pôrem à prova a paciência, que é a caridade espiritual, né? A caridade moral. Essa é a mais difícil, conviver, aceitar, tolerar. E eu gosto tanto da de uma frase que ela coloca aqui que é assim: "A vida é difícil e ela se compõe de mil nada". que são outras tantas picadas de alfinete, mas que acabam por ferir. É a convivência. Hoje você ouve isso aí, amanhã você ouve de novo, aí você ouve de novo, aí a pessoa faz outra coisa. A picada de alfinete, ela não nos fere, né, muito forte, mas todo dia uma picada de alfinete no mesmo lugar. Imagina batendo no mesmo lugar, batendo no mesmo lugar. uma hora vai ferir, uma hora vai sangrar. Aí entra então, né, a ideia da coragem, né, de falar, porque nós precisamos também entender o que que é essa caridade, né? O que que é esse bem que a gente tem que fazer, porque o bem é a gente aceitar tudo. A gente ser bondoso é a gente aceitar tudo, porque agora nós somos caridosos, nós temos que entender que
idade, né? O que que é esse bem que a gente tem que fazer, porque o bem é a gente aceitar tudo. A gente ser bondoso é a gente aceitar tudo, porque agora nós somos caridosos, nós temos que entender que nós temos que tolerar. Então é tudo isso o tempo todo, o tempo todo não, porque o bem ele vai instruir. Porque se o bem é para melhorar e corrigir o mal, o bem tem que saber falar, ele tem que saber se impor, né? Que olha só, e resolução dos bons, garantia dos maus. Enquanto isso aqui é a mensagem lá do livro Estude Viva, que nós já até estudamos aqui, né, de Emanuel. Porque enquanto o bem não se resolve, o mal continua. Que é o que Jesus nos propõe, né? Que ele não veio trazer a paz, mas a espada. A espada que separa o bem do mal. É por isso que tem que ter coragem. Então, se nós temos um lar que está passando por essa enfermidade moral, que tem problemas, quando nós colocamos o evangelho no lar, nós começamos a separar o que que é bem, o que que é o mal, o que que é o certo, o que que é o errado. Aí sim começamos a trabalhar o evangelho de Jesus, que ele veio passar aqui em vão, né? Ele combateu muitas coisas erradas falando do bem. Mas a diferença é porque Jesus falou com amor. Aí sim ele tinha propriedade. Fala, ele era amoroso. Não é essa verdade que que maltrata, que ofende, que agride, não é a verdade dentro do exemplo, né? a verdade dentro do amor e da bondade. E aqui para encerrar para te passar, Juliana, que é o que Paulo lá em Coríntios 2, ele fala assim, ó: "Não colocamos pedra de tropeço no caminho de ninguém para que o nosso ministério não seja desacreditado." É todo aquele que acha que já tem o evangelho, que já tem acha não, que tem a tarefa, né, de divulgar o evangelho de Jesus, se ele começa então a prejudicar os outros e até mesmo nessas pequenas coisas, né, na maldade, né, na intemperança, ele começa a prejudicar, então começa a fazer com que as pessoas desacreditem, né, no evangelho de Jesus. Nós podemos dizer que nós somos representantes do evangelho somente se nós tivermos essas
nça, ele começa a prejudicar, então começa a fazer com que as pessoas desacreditem, né, no evangelho de Jesus. Nós podemos dizer que nós somos representantes do evangelho somente se nós tivermos essas características, né, do bem, característica da caridade, que é o que Kardec lá nessa obra Viagem Espírita, ele falava assim que a senha, né, para que a gente possa identificar um ao outro como espírita é a caridade. Aí quando a gente vê um espírita fazendo mal, fala: "Meu Deus, que que essa pessoa tá estudando?" né, que tá diferente. Então nós vamos descobrir quem que é o verdadeiro cristão, né? O verdadeiro espírita. É nessa característica da bondade, né? Eu fazer o bem quando puder, né? Sempre que tiver oportunidade. Eh, gostei muito, é, do que Eliane falou. Eh, inclusive eu tinha até separado mais uma questão do livro dos espíritos e acho que encaixou muito bem. em algum momento aqui do livro dos espíritos, eh, na questão 918, olha só, raciocínio, o raciocínio de Allan Kardec é o seguinte, né? O codificador quer saber o seguinte: como é que a gente vai reconhecer uma pessoa que está progredindo espiritualmente? Vamos lá. Ah, eu quero, conheço uma pessoa, mas aí será que ela está num progresso espiritual ou será que ela está num progresso à minha frente? tinha alguma questão, como é que podemos compreender essa evolução espiritual e entender, ver uma pessoa identificar o progresso espiritual nela, né, ou eleva ação espiritual nela. E é justamente isso aí que ele falou. Aí os espíritos vão dizer o quê na questão 918? Que o homem que essa pessoa que já está num caminho de evolução espiritual, tá indo aí bem na sua evolução, é chamado de homem de bem. Quer di assim, gente, o que que é homem de bem? É o homem bom, é a pessoa boa, que ela tá voltada ao bem. Não é isso? Isso que é um ser homem de bem, né? Ou seja, é uma pessoa boa. E essa pessoa boa vai apresentar algumas características. Olha aí como é que a coisa vai vai se encaixando. Então, primeiramente, os espíritos vão
é um ser homem de bem, né? Ou seja, é uma pessoa boa. E essa pessoa boa vai apresentar algumas características. Olha aí como é que a coisa vai vai se encaixando. Então, primeiramente, os espíritos vão dizer o seguinte: "Olha, uma pessoa boa, que é o que é o ser humano de bem, o homem de bem, que tem bondade, ele pratica a lei de justiça, amor e caridade." Primeiro ponto, que que os espíritos vão falar? Lei de justiça, amor e caridade. Olha, vamos raciocinando aqui. Lei de justiça, amor e caridade. A gente vai encontrar ela como uma das leis morais. Ela é a penúltima lei moral, lei moral número 11, lei de justiça, amor e caridade, que é uma lei de tríplice aspecto. Os espíritos vem nos contar que não existe justiça sem amorosidade e sem ser caridosa. A justiça, ela é amorosa e caridosa. O amor ele é justo e caridoso. E a caridade ela é justa e amorosa. Olha aí. caridade justa e amorosa, né? E aí, enfim, ele fala do que a pessoa boa cumpre, cumpre a lei de justiça e amor e caridade. E como é que ele cumpre isso? Aí aqui entra que falou, sendo bondoso, sendo humanitário, sendo benevolente. Olha que interessante aí, não é? A força da bondade na nossa evolução espiritual. Ser bom será ser justo e será ser caridoso. É interessante a gente observar isso aí, porque os espíritos eles batem de frente com as concepções que nós temos no mundo hoje. Quer dizer, todos nós crescemos ouvindo assim: "Ah, a justiça, a justiça ela tem que ser cega, ela não pode olhar as particularidades dos indivíduos. A justiça ela está escrita e tem que ser cumprida a risca, não é? De maneira fria em pessoal. a gente não ouve isso aí, inclusive a justiça não está sendo praticada dessa forma aí, né? A gente vê no Brasil às vezes como a justiça tem agido aqui de forma ferrenha, muito endurecida, a gente fica até assustado, né? Não só aqui, mas no mundo, em vários países, a gente fica sabendo, né, que das decisões da justiça, a gente fica até assustado. Mas então os espíritos vem dizer: "Não, não, não, não. Tem que
tado, né? Não só aqui, mas no mundo, em vários países, a gente fica sabendo, né, que das decisões da justiça, a gente fica até assustado. Mas então os espíritos vem dizer: "Não, não, não, não. Tem que olhar se essa justiça ela tá sendo boa, tá sendo bondosa, tá sendo caridosa, ou seja, tá servindo ao propósito, não de punir e massacrar, mas tá na tá sendo a cumprida esse o seu objetivo de educar, né, de ensinar, de transformar, né, de forma auxiliar, a auxiliar, porque se você é bom e você criou, você está auxiliando. A justiça está auxiliando a pessoa que ela condena. está auxiliando ela ou tá só punindo e massacrando, né? Então, eh o o as concepções da da lição, elas vem nos falar sobre isso. Enquanto pessoa, como é que nós estamos nos relacionando com o outro? Estamos auxiliando o outro com bondade, ou seja, com caridade. Caridade auxilia, ela sustenta. Não é assim que a caridade funciona? Então, é é são formas da gente interpretar as nossas atitudes frente ao mundo, não é? Quer dizer, qual que é a utilidade das minhas ações? É isso que a bondade vai nos trazer. A pessoa boa, a as ações dela, elas são ações úteis, justas e caridosas. Justa por quê? Porque sabe pesar o certo e errado. E é caridosa por quê? Porque ajuda, auxilia, sustenta, eleva. É isso que a caridade faz, não é verdade? A caridade, ela é um ponto que você auxilia o outro a se erguer, né? É caridade é aquela que dá a mão, não? Vamos nos levantar para poder fazer melhor. Isso que a Caridade faz, né? Isso que a Caridade faz. Então, eh, eu acho que a Eliane foi muito profunda na observação dela. Eu acho que essas questões do livro dos espíritos, né, essa última questão que eu trouxe aqui é 918, lá já chegando ao final do da obra. Então é nós pensarmos nas nossas ações dentro desse viés, a bondade, a sermos humanitários e a benevolência, que é também uma expressão da bondade, que também será uma expressão do amor. Isso vai nos colocar sim para nos identificarmos com o outro, né? Não essa identificação externa, mas
os e a benevolência, que é também uma expressão da bondade, que também será uma expressão do amor. Isso vai nos colocar sim para nos identificarmos com o outro, né? Não essa identificação externa, mas uma identificação interna, né? Identificações como seres humanos. Faz parte de nós. Isso faz parte de nós. Não tem como nós nos nos livrarmos dizer o seguinte: "Ah, eu sou antipático porque eu sou a pessoa ciência assim". Bom, você tá contrariando sua própria natureza, porque a natureza é de simpatia. É interessante a gente observar essas questões, porque do ponto de vista de Santo Agostinho, Santo Agostinho ele não qualifica o mal com nomes, ele só diz o seguinte, que há uma ausência de bem. Interessante o raciocínio de Santo Agostinho, né? Então, aprofundando mais a questão, Santo Agostino vai dizer o seguinte: "Não, a pessoa ela é antipática". Usando Santo Agostinho a pessoa não é antipática, ela é só uma pessoa que falta simpatia. Então, é algo que a ser construído, que está na pessoa, mas ela ainda não desenvolveu. Ela não desenvolveu o contrário, ela só não desenvolveu o que deveria ter se desenvolvido. Então, quando você pensasse: "Nossa, eu estou sendo antipático". ou alguém que eu conheço tá sendo antipático. Na visão do Santo Agostinho falta estímulo ali. Estímulo não é dizer que eu não tenho essa faculdade dentro de mim. Ah, eu não tenho, tipo, eu não tenho simpatia, eu não tenho bondade. Fulano não tem bondade, não tem simpatia. Não, não é isso. Não é que não é que não tem, não foi desenvolvido ainda, mas tem. E Emânuel, ele ele ele categoriza isso nessa mensagem para nós hoje, nos estimula a a puxar isso do nosso íntimo. Então, Hermano, na lição dele, ele ele trata ele trata muito bem disso. Primeiramente, olha o que que ele fala aqui, ó, no no nos parágrafos. Procura revestir as suas manifestações com simpatia e bondade. Procura revestir. Olha o que que a maneu fala. procura revestir. Ou seja, vou fazer uma coisa, vou conversar com alguém, vou tomar uma decisão, deixa
stir as suas manifestações com simpatia e bondade. Procura revestir. Olha o que que a maneu fala. procura revestir. Ou seja, vou fazer uma coisa, vou conversar com alguém, vou tomar uma decisão, deixa eu colocar um verniz aqui em cima. Eu acho o artifício interessante, porque vamos supor que eu ainda sou um espírito, não é, que tenho dificuldades em ser simpático em certas situações e e ser bondoso em outras, porque isso é natural, a gente ter essa dificuldade, né? Que que a Emânio diz? Então, pelo menos tenta ser de forma educada, simpático, se você não é, mas tenta ser, exercita para que você possa ser um dia. É o virá ser. Exercita agora para ser daqui um pouco, né? Aja de maneira simpática. Ah, mas eu não sou simpático, eu sou um uma pessoa difícil. Não, seja. Então, pelo menos, tente agir com simpatia até você se tornar simpático. Tente agir com bondade até se tornar bom. É disso que Emmanuel fala, né? Dá o primeiro passo para que a gente possa depois eh eh nos transformar intimamente, né? E a gente exercitar até nos transformar. Interessante, né? Eu gosto muito do dessa forma que eu falo porque é uma forma muito muito humana de tratar o assunto, né? aqui assim nós vamos nos fortalecendo porque à medida que eu for revertindo minhas atitudes com simpatia, manoel diz, as pessoas também serão simpáticas, isso terá o retorno para nós também de alguma forma. Primeiramente eu dou o primeiro passo, não, deixa eu ser simpático aqui. Ah, mas a pessoa é antipática. Não, mas eu vou ser tentar ser educado sempre, porque daí pelo menos em algum momento essa pessoa pode pensar assim, nossa, né, pessoa tá sendo simpática comigo. Acho que posso também ser simpático, né? Então, a mana vem dizer isso, né? Aliane comentou muito bem, né, que as ações contagiam, ações boas e massas contagiam. Então, a ideia de Emanuia da gente contagiar o outro com as nossas atitudes, mesmo a gente não sendo ainda que a gente faça o esforço para revestir, para cobrir de verniz as nossas ações, né, para que isso possa se
de Emanuia da gente contagiar o outro com as nossas atitudes, mesmo a gente não sendo ainda que a gente faça o esforço para revestir, para cobrir de verniz as nossas ações, né, para que isso possa se transformar depois e transformar num ambiente que não cerca. É o primeiro passo. A gente tem que dar esse primeiro passo. É isso mesmo, Juliana. Nós temos algumas perguntas aqui. Já tá quase acabando aqui nosso estudo, né? Tico Teco 3, né? Nos deu bom dia, né? Bom dia. Seja muito bem-vindo aqui conosco. Porque devemos nos preocupar com a situação do outro com relação à sua fé, se ele é ou não verdadeiro espírita. Será que não somos demasiado exigentes com o próximo? É, eu acho que o evangelho é para todos, né? Se nós estivermos preocupados com o que o outro está fazendo, nós não avançamos. Nós poderemos fazer o quê? Perder tempo. Que é o que Jesus lá no Boa Nova fala aos seus discípulos. Porque se nós ficarmos observando o comportamento do outro, nós vamos perder tempo na nossa tarefa, né? Qual que é a nossa verdadeira tarefa, que é a nossa própria corrigenda, né? André Luiz fala isso lá na na no obra Buscai e achareis. O que que é que nós estamos fazendo no mundo? Eu em particular, Juliano e todos os outros buscando a sua própria corrigenda. Nós não vamos sair ensinando a ninguém, né, através da própria doutrina espírita, porque a doutrina espírita ela é uma essência divina para nós. Ela vem trazer através dos espíritos, que é a voz do mundo espiritual, como eles têm falhado, como nós encontramos aí na nas reuniões mediúnicas, né, a quantidade de de comunicações de espíritos que já falharam e nos ensinando a traçar um caminho diferente, né? Então, Allan Kardec, lá no capítulo 5, Bem-aventurados Aflitos, ele vai falar sobre a justiça das aflições aqui na terra. Ele fala: "Jesus é o porta-voz, né? A voz de Deus. O espiritismo é a voz dos espíritos. Quem são esses espíritos que já passaram pelo que nós estamos passando? Eles já foram pessoas que falharam e que lutaram para dominar aí
ta-voz, né? A voz de Deus. O espiritismo é a voz dos espíritos. Quem são esses espíritos que já passaram pelo que nós estamos passando? Eles já foram pessoas que falharam e que lutaram para dominar aí suas domar suas próprias, né, eh, mas tendências e venceram. Por quê? através da bondade, através da simpatia, através aí da sua própria vontade, força de vontade e esforços para vencer a si mesmo. Então nós não temos mesmo o direito de corrigir a ninguém, de buscar corrigir ninguém, mas nós, como Emmanuel, nos propõe que a simpatia e a bondade vai nos trazer paz no mundo em que nós vivemos, no nosso lar, com as nossas crianças, no nosso ambiente de trabalho, porque nós vivemos no mundo, né? o homem no mundo, que é o cristão que vive no mundo. Em todos os lugares que nós formos, nós vamos levar a nossa característica de cristão, que é o que o Juliano trouxe aí, né? A característica do homem de bem. Para quê? Pra gente viver em paz. Tá lá no sede perfeitos. Olha a proposta de Jesus. Sede perfeitos como Deus, nosso pai é. Então, nós estamos buscando essa perfeição, porque nós somos capazes de nos aperfeiçoarmos, de melhorarmos. Então, Kardec nos traz essa proposta, né? Então, o ser de perfeitos é isso. Eu vivo num mundo onde eu preciso e eh desenvolver essas características de boa pessoa. Então, mas no mundo nós temos um monte de impecíos, mas mesmo assim vamos tentar, vamos nos esforçar para conseguirmos manter essa postura de pessoas boas. Então, para que a gente possa ter uma paz, né? Não para sermos melhores que ninguém, mas para que sermos para sermos melhores do que nós mesmos somos, né? Podemos com isso esquecermos de nós mesmos. Isso. Então, nós vamos eh buscar é trazer para nós, né, toda essa esse aprendizado. Agora, quando nós vamos trabalhando, quando nós vamos eh melhorando a nossa postura, né, como nós viemos falando aqui no estudo, que nós vamos, vamos falar contaminar, mas contagiar a todos, né? Porque o exemplo arrasta. A palavra edifica, mas o exemplo arrasta. somente
nossa postura, né, como nós viemos falando aqui no estudo, que nós vamos, vamos falar contaminar, mas contagiar a todos, né? Porque o exemplo arrasta. A palavra edifica, mas o exemplo arrasta. somente através do exemplo. Nós temos aí, né, a a grande lição dentro do nosso próprio lar. Hoje em dia, quem quiser melhorar é só ter um filho, porque o filho nos obriga a sermos melhores. Como é que nós vamos ser um eh corrigir um filho se nós não temos exemplo? Isso está dentro da nossa vida diária. Que André Luiz fala que a criança é o o como é que ele fala? Eh, a criança é aquele que nos cobra, que nos exige. Então, se nós são são os nossos fiscais rigorosos, quem que está nos fiscalizando hoje? Os nossos filhos, aqueles também que são para nós a oportunidade de nos elevarmos, né? Então, no nosso dia a dia, nós vamos encontrando aí eh oportunidades de crescermos. Agora, quem tem o, não vou falar poder, mas a condição de fala, de ensinar, a oportunidade de ensinar o outro, tem mais condições e mais débito para poder, né, ter essa exigência de si mesmo, que é o que Jesus vai falar sobre a árvore que não dá frutos, né? É por isso que nós não vamos observar o outro, mas nós vamos observar nós mesmos. Mas não faz de nós, né, observadores. Nós estamos sim observando e sendo observados o tempo todo. Então, se nós estamos com o livro na mão, estamos falando, estamos ensinando, nós vamos observar. E aí, sem julgamentos, porque nós também estamos passando por esse aprendizado. Eh, eu quero inclusive sobre isso, em complemento que Eliane falou, né, apenas sugerir a leitura do capítulo 10 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Lá tem uma série de mensagens que Allan Kardec trocou com o Espírito São Luís. Eles conversaram no ano de 1860 sobre esse assunto, justamente esse assunto que que foi trazido aí, né, sobre essa questão de nós frente ao outro. nossa visão do outro, né? Vemos que o outro não está bem, não está empreendendo num bom caminho, por isso sofre, por isso talvez faça outros
trazido aí, né, sobre essa questão de nós frente ao outro. nossa visão do outro, né? Vemos que o outro não está bem, não está empreendendo num bom caminho, por isso sofre, por isso talvez faça outros sofrerem. Não, pessoa não está sendo boa na fé, na sua religião, talvez na sua vida pessoal. N motivos pelos quais uma pessoa pode estar pode est num caminho ruim, né? E a Lancardia questiona sobre isso assim com o Espírito de São Luís, né? essa a nossa interferência na vida alheia, como é que nós podemos interferir na vida alheia ou não se não é necessário isso? Acho interessante esse diálogo. Depois aí eu recomendo que se estude o capítulo 10. E aí eu só em resumo aqui um pouquinho do do diálogo deles. O que que acontece? A o Espírito de São Luís responde para Allan Kardecinte: "Olha, eh se nós vemos a necessidade de de repreender outro, conversar com outro, dialogar, que que o Espírito Santo Luiz fala? Deveis fazê-lo com moderação e para um fim útil e não uma crítica direta. Então você não vai chegar com a pessoa e dizer o seguinte: "Olha, você é um irresponsável. Olha o que você está fazendo". Não, isso é a crítica destrutiva. São Luís pede para nós agir com simpatia e com bondade. Aí, como diz a lição de hoje, olha, eh, vá falar com essa pessoa com moderação. Não a chame de responsável, mas você pode dizer o seguinte: "Olha, será que não seria melhor você agir dessa ou daquela forma? Não seria assim um pouco mais justo? Não seria assim um pouco mais eh não é ideal você fazer isso ou aquilo no título de conselho, de aconselhamento, né? No entanto, São Luís diz o seguinte: "Olha, a vida de cada um, ela é uma vida individual. A gente também não deve interferir por causa disso, a gente agredir a pessoa verbalmente ou a gente tentar obrigar essa pessoa a agir como ela tá, né, de outra forma, tá? Não, não é por aí". Então, São Luiz diz isso. Agora chegar, vai chegar algum momento onde a gente tem que fazer uma interferência na vida alheia? Kardec questiona São Luís. São Luís diz: "Sim,
ma, tá? Não, não é por aí". Então, São Luiz diz isso. Agora chegar, vai chegar algum momento onde a gente tem que fazer uma interferência na vida alheia? Kardec questiona São Luís. São Luís diz: "Sim, tem uma situação que vai que vai carecer de uma de uma atitude talvez mais enfática. É quando essa pessoa está prejudicando outros". Aí sim. Então Luiz diz: "Aí sim é necessário que se divulgue esse mal, é necessário que se exponha esse acontecimento para que possamos em grupo com outras pessoas tomarmos uma atitude para que essa pessoa aí que está prejudicando, não apenas ela mesma, mas prejudicando os outros, essa pessoa possa ser contida, possa ser tratada, não é? Porque aí já é uma atitude que extrapola o mundo íntimo, não é? Extrapola o mundo íntimo." Então aí sim, nessa questão, sim. Então assim, a vida do outro é do outro. Acho que Eliane falou muito bem. A gente não pode também querer viver a vida alheia, porque isso nos impede de viver nossa própria vida. Nos trará sofrimentos que não são nossos. Esses dias uma pessoa chegou para mim muito tempo atrás, falou assim: "Nossa, minha vida, Juliana, tá tão ruim, minha vida tá péssima, porque a minha filha tá vivendo isso e isso e isso tá acontecendo isso e isso com com meu neto, tá vivendo isso e isso". Eu falei assim: "Oi, mas então você não tem problema nenhum, né? Sua filha, seus netos que tem que estão tendo problema, você mesmo tem problema nenhum." Aí a pessoa me olhou com o olho estranho porque ela julgava que os problemas que extrapolava o lar dela, o lar alheio, né? Por ser filhos e netos, ela entendia que era o problema dela pessoal que ela tinha que resolver. Depois desse dia, a pessoa passou a encarar a situação de uma maneira um pouco diferente, né? e disse assim: "Ah, não, minha vida é boa, realmente eu não tenho problemas e assim eu posso, né, se eu conseguir, eu posso dar uma mão ali para aqueles que precisam". E a pessoa tem uma visão um pouco mais positiva das situações, né? Embora tivesse cercada de
tenho problemas e assim eu posso, né, se eu conseguir, eu posso dar uma mão ali para aqueles que precisam". E a pessoa tem uma visão um pouco mais positiva das situações, né? Embora tivesse cercada de situações às vezes que eram situações, né, difíceis, ela entendia que não era um problema dela, especialmente dela, né, mas que ela poderia contribuir, mas sem dizer que o problema era dela, não era a vida dela que estava difícil, né? Era era o entorno dela que estava difícil, mas a vida dela em si não estava muito ruim. Então eu acho que às vezes a gente confunde isso. Às vezes a gente vê problemas que não cercam, né? Às vezes no trabalho, às vezes em casa, com os filhos ou com esposa, marido ou com a mãe, com pai, etc., né? As várias pessoas que não ser que às vezes a gente acha que isso é é algo que torna a nossa vida ruim. Não, não necessariamente. Às vezes a sua vida mesmo não tem problema nenhum. É cuidar do entorno como o entorno precisa ser cuidado. Porque se você traz os problemas para dentro da sua vida, aí você se torna parte do problema. Porque você começa a ficar aflito, você começa a achar que tem que brigar com esse, com aquele, com aquele outro. Não, não. Todos nós temos nossa vivência, nosso resgate. A lei de causa e efeito, ela é individual, né? Ela é individual. Os resgates das pessoas que nos cercam são resgates individuais. Nosso dever é estender a mão, mas sem dizer que não, se a pessoa tá passando fome, eu também tô com fome junto. Pessoa está doente, vou adoecer junto. Ser simpático não é adoecer junto. É a simpatia de entender o seguinte, né? Não, ela tem uma dor, eu tenho uma dor, podemos caminhar para solucionar essa dor e não eu trazer para mim as infelicidades alheias, né? Eu acho que é que é isso. Então, acho bom, eu vou deixar aqui então encerrar minha fala deixando aqui o capítulo 10 para estudo, né, de quem quiser. Traz uma questão muito bonita, né, esse diálogo de Allan Cardé com São Luís para poder nos auxiliar a lidar com essas relacionamentos interpessoais nos, né?
apítulo 10 para estudo, né, de quem quiser. Traz uma questão muito bonita, né, esse diálogo de Allan Cardé com São Luís para poder nos auxiliar a lidar com essas relacionamentos interpessoais nos, né? Acho que é isso, viu? Já acho que já podemos encerrar, Eliane, se que você quiser falar aí alguma coisinha, né? Só trazendo aqui o que você falou, que lá na 642 do livro dos espíritos, Allan Kardec pergunta que para agradarmos a Deus, só não fazendo o mal já está bom, já estamos agradando? E aí os espíritos respondem que não, mas cumpre-nos a fazer o bem dentro do nosso limite, ou seja, dentro das nossas limitações. Foi o que você falou, né? E ele complementa aqui, porquanto responderá por todo o mal que haja, resultado de não haver praticado bem. Então, não basta nós também não sermos somente, né, não fazermos o mal, mas o é necessário, é dever de todo aquele que já conhece as leis de Deus, conhece o evangelho de Jesus, praticar o bem. E em todas as circunstâncias nós podemos praticar o bem, nem que seja no silêncio, né? nem que seja a abstenção de algumas situações, nem que seja na tolerância, na caridade, que é aí a maior caridade de todas, né? A paciência. Então, nós podemos auxiliar a todo instante. Nós somos convidados, né? Então, que nós possamos aí aprender um pouco mais, né? Com essa doutrina espírita que vem nos clarear as mentes, né? E nos fazer entender todo esse processo, né? que é nosso, é particular, não é do outro, é nosso. Então nós vamos aprendendo aí com amor, né, que o amor é o sacrifício que nos eleva, né, aos céus, né? Então nós vamos pedindo a Jesus para que nos fortaleça diante de todas as situações que nos acometem, onde nós poderíamos fazer o mal, mas aí a gente pensa, reflete e fala. Vamos então dar outra resposta, né? É o que Jesus fala, né? Né? dá uma outra versão, né, para aqueles que nos ferem, né, vamos fazer diferente, né? Assim que Jesus fala, né? Fez o mal para nós, vamos fazer diferente. É esse, esse que é o cristão, né? E sempre olhar para
outra versão, né, para aqueles que nos ferem, né, vamos fazer diferente, né? Assim que Jesus fala, né? Fez o mal para nós, vamos fazer diferente. É esse, esse que é o cristão, né? E sempre olhar para nós, porque nós estamos a caminho disso. Aqueles que que são os nossos companheiros estão juntos, mas às vezes nem sempre vai chegar no mesmo lugar que nós, nem no mesmo momento. Ou nós também vamos chegar mais atrasados que outros. Mas tá tudo certo. A medida que nós vamos auxiliando, nós somos auxiliados para que nós possamos vencer aí todas essas, vou falar dificuldades, mas desafios que nós enfrentamos em particular. Então nós vamos agradecendo, né, a oportunidade de estarmos aqui, agradecer a presença de todos, buscando assim a presença amorosa de Jesus, que é o nosso mestre, para encerrarmos com a nossa prece. Amado mestre Jesus, graças te damos, Senhor, pelo teu evangelho que nos auxilia, nos orienta. Esse evangelho que é o nosso roteiro seguro, porque nos ensina o porquemos chegar diante das nossas atitudes. Senhor, rogamos que o Senhor possa abençoar, envolver a cada um de nós aqui presente, agradecer, Senhor, a oportunidade de aprender com essa doutrina espírita que nos esclarece e nos fortalece através dessa fé raciocinada. que possamos ser seus representantes através das nossas boas ações e que possamos aprender todos os dias, mestre, que somente o teu amor, a tua paz e a tua bondade que pode ser instalada os nossos corações e trazer a paz que nós tanto almejamos. Envolva os nossos lares. Envolva aqueles, Senhor, que ainda não conhece o Teu santo nome, levando a paz, o amor, levando, Senhor, o alívio necessário para todas as dores, aquelas que nós nunca nem conhecemos, Jesus. Que acalme, que alivie, retirando assim os desesperos, Senhor, de onde quer que eles estejam. E assim, mestre, no teu amor infinito, na tua bondade, nós queremos encerrar o nosso estudo com muita gratidão. Que o Senhor abençoe a nossa semana que se iniciará e para que em todos os momentos
jam. E assim, mestre, no teu amor infinito, na tua bondade, nós queremos encerrar o nosso estudo com muita gratidão. Que o Senhor abençoe a nossa semana que se iniciará e para que em todos os momentos oportunos nós possamos nos lembrar das tuas palavras de força, de fé, de ânimo, de coragem, nos levantando, nos reerguendo, Senhor, para que consigamos vencer a nós mesmos, que é essa a nossa verdadeira tarefa. Muito obrigada ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Que nós possamos estar aqui reunidos na semana que vem com outra dupla, né, outros amigos nossos. Um abraço a Tico e Teco, Sheila, Marcos e todos os outros que não que não apareceram aí, mas que devem estar nos escutando. Que Jesus nos envolva com muita paz, muita serenidade. Uma boa semana. É isso, gente. Até mais, tá? E hoje às 18 horas Eliane tem a live aí, né? Então vocês aí, quem quiser interessar, né, e assistir, tá lá no YouTube, tá? Vai ser transmitido às 18 horas. Então aguardamos vocês aí também, né, desse momento, nesse encontro, gente. Muito obrigado. Boa semana e domingo e outra dupla está de volta, viu, gente? Até mais. Ciao.
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