SEMPRE O EQUILÍBRIO - Tassiane Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]
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[música] que nos serve de base hoje para podermos refletir sobre a nossa conduta diária, sobre o nosso processo iluminativo e de autoconhecimento, de autoamor, para entendermos a importância de mantermos o equilíbrio durante aquilo que Joana nos chama. de batalhas existenciais, conflitos que começam no âmago do nosso ser, as nossas culpas, os pesos reiterados que carregamos, a vontade de atender os anseios sociais e muit das vezes as cobranças que nós mesmos fazemos, sem nos darmos conta que muitas delas são desnecessárias, são pesos excessivos, porque o amor de Jesus não exige, não julga, não nos aparta. O amor do Cristo não tem preconceitos. O amor de Jesus acolhe, nos envolve. E é por isso que Joana o chama na mensagem de o rei solar capaz de manter o equilíbrio quando é recebido no Domingo de Ramos com efusiva festividade em que muitos o acolheram e mantém a serenidade perante o aprisionamento e a crucificação infame. Ele não se deixa levar pelo ódio, pelo descontentamento, porque ele também sabia que viria esta hora, viria ao mundo dar o seu próprio testemunho e nos dijo Joana, que muit das vezes nos enganamos diante da vida quando alimentamos expectativ excessivas. Quando alimentamos em nós aquele pensamento de que nós teremos resultados sempre otimistas ou sempre vantajosos, sempre opimos, ela utiliza essa palavra. Mas a vida constituiário. E nos diz André Luiz, depois de um problema, aguardar outros. Porque quando nós estamos resolvendo uma situação, eis que outra surge ainda mais desafiadora, nos convidando a este exercício de nos mantermos equilibrados, ainda que as circunstâncias não nos sejam favoráveis ou não estejam de acordo com aquilo que tínhamos de expectativa. com aquilo que esperávamos, mas para manter esse equilíbrio que nos é a todos nós difícil, não é fácil, mas para manter isso é essencial cultivarmos a consciência da nossa imortalidade, cultivarmos a consciência de que nós não somos apenas um corpo físico. Mas somos seres em essência espirituais,
fácil, mas para manter isso é essencial cultivarmos a consciência da nossa imortalidade, cultivarmos a consciência de que nós não somos apenas um corpo físico. Mas somos seres em essência espirituais, entendendo cada passo da jornada como um degrau evolutivo, como nos colocam os espíritos benfeitores, Joana também e André Luiz em ação e reação, porque nós estamos em um patamar evolutivo, ascendendo ao próximo, ao próximo degrau. Se nós queremos caminhar de uma maneira autoiluminativa, é essencial recolher os talentos de aprendizado que cada situação tem a nos dizer. Porque todas as vezes que nos colocamos perante a vida em desespero, em revolta, em indignação incontrolável, querendo a todo momento dobrar a vida aos nossos caprichos, sofremos porque nos esquecemos de aceitar aquilo que naquele momento nós não podemos modificar. Mas podemos fazer diferente, porque uma situação não nos pode rotular para sempre. Um erro não pode fazer parte da nossa jornada eternamente. É por isso que o Cristo convidou pessoas que tinham também seus limites, os seus desafios morais, mas podiam sim alcançar o reino dos céus. a partir da vivência deste equilíbrio que deixa para trás os erros aprendendo com eles, mas não carregando nos pés um peso ou nos ombros desproporcional, uma culpa que não conseguimos explicar, uma situação que todo instante nos vem na memória e na mente e nos perturba profundamente. É necessário, ainda que não encontremos com este outro, exercitar o nosso perdão, o nosso processo de autoperdão, para assim nos libertarmos desse peso, orando por aquele que nos feriu. E ao invés de passar recibo, como nos ensina Dr. Bezerra de Menezes, nos libertarmos daquilo que nos faz mal e apenas nos intoxica. O equilíbrio na vivência diária tem a ver com isto. Quando Joana nos diz para nos cobrirmos de humildade e da couraça da fé em Deus, esta fé capaz de nos mover na direção dos nossos sonhos, na direção daquilo que almejamos de digno para nós, também nos mover na direção do nosso aprimoramento moral,
ldade e da couraça da fé em Deus, esta fé capaz de nos mover na direção dos nossos sonhos, na direção daquilo que almejamos de digno para nós, também nos mover na direção do nosso aprimoramento moral, Porque nos ensina Joana de Angeles nesta mensagem dizendo que muitos acreditam que é incompatível se viver o equilíbrio na vida material, na via de na vida de convivência em sociedade com a vida astral, com a vida espiritual. Isto é um engano, porque ao estarmos reencarnados no mundo, temos a oportunidade de evoluir e entregar, a partir do nosso aprimoramento moral o melhor à terra, entregar o melhor à sociedade, a coletividade e vivermos no caminho do meio do equilíbrio entre os nossos compromissos diante do mundo, diante dos homens, dos compromissos materiais e também com os nossos compromissos espirituais, o nosso alimento espiritual, o nosso processo de despertamento da consciência, cada vez mais ativo e nos concitando ao melhor. É possível realizar isto? E isto Joana chama de equilíbrio, porque não há fuga das responsabilidades, não há fuga de quem nós somos. E é a partir do momento que olhamos para dentro e buscamos com amorosidade compreender e aceitar os nossos limites e lançando a eles luz para que possa se fazer a luz interna. Porque diz ela, a luz esparge por toda parte e aquele que se autoilumina proporciona luminosidade à sua volta, na medida em que os conflitos existenciais passam a não nos afetar mais de uma maneira grave, na medida em que tratamos também os nossos transtornos mentais, aceitando que eles se instalaram de alguma forma buscando apoio e auxílio especializado, quando também nós buscamos este processo terapêutico de refletir a cada noite sobre como foi a o nosso dia, o que fizemos de bom, deixamos um gesto de gentileza onde passamos, deixamos uma marca de um bom trabalho, o dever bem cumprido? O dever para além daquilo que as profissões impõem, como nos diz os espíritos benfeitores em um evangelho segundo o espiritismo. O dever é aquele em que não tem
um bom trabalho, o dever bem cumprido? O dever para além daquilo que as profissões impõem, como nos diz os espíritos benfeitores em um evangelho segundo o espiritismo. O dever é aquele em que não tem testemunhas as suas vitórias e não tem juízes à suas derrotas, porque na verdade constitui um dever de consciência. Mesmo quando a nossa volta tudo parece nos empurrar para fazer aquilo que sabemos que é equivocado, que vai ferir corações, que vai causar um prejuízo ou que não vai ser justo. Então, desenvolvermos esta consciência é a oportunidade de construir em nós cada vez mais o equilíbrio, este caminho que nos leva à saúde existencial, à renovação íntima diária e ao alimento de nossas almas. Não é uma marcha nem sempre fácil. E Joana assim nos fala: "Porque o mundo nos cerca de inúmeras iniquidades. E às vezes para nos mantermos equilibrados é extremamente difícil. Mas se tivermos abertos a isso, se estivermos com aquela vontade do homem, da mulher de bem que está colocado no Evangelho Segundo o Espiritismo, se estivermos nesta busca interior de nos renovarmos, alcançaremos sim as forças necessárias para a manutenção do nosso equilíbrio. E todas as vezes que cairmos, todas as vezes que nos desviarmos do caminho, voltar para o prumo mais rapidamente, porque esse também é o convite do exercício do equilíbrio. Às vezes estamos em um dia não tão bom. Já saímos de casa com os pensamentos a 1000, a ansiedade nos acelerando, às vezes antecipando sequer circunstâncias que ocorreram. As situações materiais também, as situações de limitação material, às vezes uma situação profissional em que não conseguimos engrenar naquilo que almejávamos. Tudo isso, situações afetivas que nós vivenciamos e que nós não compreendemos às vezes a reação do outro. Tudo isso nos pressiona intimamente, externamente, ao desequilíbrio, as informações que nos são bombardeadas a todo momento e nos geram uma aflição, porque não sabemos como as coisas serão. Mas é o momento de nos aferrarmos a esta couraça da fé,
ente, ao desequilíbrio, as informações que nos são bombardeadas a todo momento e nos geram uma aflição, porque não sabemos como as coisas serão. Mas é o momento de nos aferrarmos a esta couraça da fé, a qual se refere Joana de E deixar de lado aquilo que não controlamos, deixar os pesos desnecessários e entender que de nada adianta eu tentar salvar o mundo inteiro e perder a mim mesmo. Então, existem situações e circunstâncias que sim nos flagelam, nos geram desconforto existencial e moral, mas o que estamos abraçando para além das nossas capacidades e que sequer estão no nosso controle? O que eu posso fazer perante uma situação que me é informada está do outro lado do orbe, senão orar? Ao invés de me afligir, orar, desejar que o melhor ocorra. Então, nós passamos a nos desfazer das batalhas desnecessárias, das lutas graves que não são nossas. e passamos a focar naquilo que necessitamos fazer, naquilo que é necessário ao nosso aprimoramento íntimo. E aí passamos a nos fortalecer mais, porque deixamos de olhar apenas para fora e olhamos para fora com mais compaixão, compreensão, serenidade daquilo que eu posso fazer como cristão, realizando meu melhor. e passo a olhar para dentro. Passo a olhar com mais amorosidade aqueles que me cercam. Passo a verificar as oportunidades que tenho e a ouvir assim, me abrindo a oração e a sintonia e ao pensamento elevado às boas intuições, na direção das soluções necessárias, na direção daquilo que me fortalecerá intimamente e que me concitará o equilíbrio. Assim nós vamos tornando o julgo e o fardo mais leves e brandos, porque caminhando com amor e esse amor nos inclui e não é um amor egoísta, não é um amor que desconsidera o outro, mas é nessa construção de respeito mútuo que conseguimos edificar o nosso equilíbrio com coragem. Entendendo a importância dos limites, entendendo até onde podemos nos desenvolver cada vez mais e nos promovendo a este processo saudável de autoconhecimento. E é assim que a vida vem a nos ensinar. E o convite do Mestre é todo este,
tes, entendendo até onde podemos nos desenvolver cada vez mais e nos promovendo a este processo saudável de autoconhecimento. E é assim que a vida vem a nos ensinar. E o convite do Mestre é todo este, porque ele entrou no alto do monte sobre as bem-aventuranças, porque nos deu o caminho para que sejamos bem-aventurados. E é por isso que não devemos nos deixar levar pelas circunstâncias e perder por completo o nosso equilíbrio. Às vezes somos surpreendidos no lar com situações graves. Somos surpreendidos pelo enlutamento de entes queridos que não esperávamos partir. Às vezes somos surpreendidos pela ocorrência da doença. Todos nós, de alguma forma podemos ser afetados por isso. Então, diante dessas conjunturas, entender que o amor divino nos ampara e nos acolhe. Acolhe aquele que partiu, acolhe os irmãos que foram antes de nós. Nos acolhe também diante dessas circunstâncias que nos surpreendem e nos alcança. É a partir deste instante que eu construo a minha estrada de equilíbrio diante destas situações de desafio e que demoram a passar e que são um processo de aprendizado na caminhada e que nos convidam a manter a fé. Ainda que as lágrimas sejam quentes, que as dores sejam duras, mas nós conseguimos paulatinamente e com esta amorosidade, com esse autoreseito, ir pensando estas feridas e cicatrizando-as ao longo do tempo e superando esses momentos. Nós nos damos conta da nossa capacidade de equilíbrio, da nossa capacidade de nos renovarmos e de recomeçarmos, da nossa capacidade de nos reinventarmos diante de determinadas situações. E a caridade é um manancial de bênçãos, porque diante de uma dor que nós temos também dificuldade de superar, podemos nos propor a realizar uma atividade no bem que estenda as mãos aqueles que passam por dores semelhantes à nossa. E diante desta situação desafio, encontramos sentido existencial. Diante de um recomeço profissional ou mesmo material, podemos encontrar novamente propósito e talentos que havíamos deixado guardado nos escaninhos
a situação desafio, encontramos sentido existencial. Diante de um recomeço profissional ou mesmo material, podemos encontrar novamente propósito e talentos que havíamos deixado guardado nos escaninhos internos de nós mesmos. E podemos reencontrar a alegria de trabalhar e de viver. Podemos buscar apoio e auxílio, nos reencontrar com entes queridos, amigos, pessoas fraternas, a família que escolhemos, aqueles espíritos que nos são afins para sim nos auxiliar nessa reconstrução do reequilíbrio. Então, jamais desistir de nós mesmos, nos diz Joana, perseverando neste caminho de autoconfiança, ela nos diz: "Permaneça confiante, porque podes edificar o seu equilíbrio a cada dia da existência. E realizar o bem é uma forma de nos preenchermos de propósito e alimento espiritual. de vermos também que aquele outro também sofre, que é nosso irmão, e muit das vezes se encontra em uma situação ainda mais difícil do que a nossa. E ao defrontarmos com isso, nós desenvolvemos a gratidão. A gratidão por termos um lar, a gratidão por termos o alimento. A gratidão de podermos caminhar, abraçar, de podermos viver, de termos desenvolvido a inteligência, a gratidão de termos familiares próximos, que velam por nós, que querem o nosso melhor. desenvolvemos na nossa vida esse processo autoiluminativo e de equilíbrio. E é o convite de Jesus a todos nós. Assim como Joana, Jesus vivenciou seus testemunhos, como dissemos no início. E naquela hora, naquele instante em que a época regurgitava de dores e após ser recebido em Jerusalém em plena festividade, o sumo sacerdote, que é uma autoridade concedida desde a linhagem de Eésar e Arão, Como está colocado no Antigo Testamento, a continuidade do sacerdócio. O sumo sacerdote era alguém capaz de ter todos os poderes possíveis em mãos, políticos e na época acreditava-se também espirituais. O nome dele era Caipaz. E ele sabia que Jesus com seu amor imenso atraía as multidões. Mas junto dele existia também um aprendiz chamado Malco, que aprendera a ascender na vida por
também espirituais. O nome dele era Caipaz. E ele sabia que Jesus com seu amor imenso atraía as multidões. Mas junto dele existia também um aprendiz chamado Malco, que aprendera a ascender na vida por meio da bajulação, da crítica mordais e da maledicência. E assim fazia continuamente, porque, infelizmente, havia compreendido que a vida era assim, que deveria ser por um caminho tortuoso de violação da própria consciência. Jesus, após o domingo de Ramos, foi ter com o Pai em oração e rogou aos discípulos que vigiassem por ele. Jesus roga todos os dias a todos nós para vigiarmos com ele as nascentes dos nossos corações, a nossa casa mental, a nossa consciência nesta manutenção do nosso equilíbrio, da nossa renovação íntima. Mas às vezes, perante o cansaço que o mundo nos impõe, dormimos moralmente, adormecemos. ou diante das facilidades que a vida promove, esquecemos do mestre, mas ele manteve-se acolhedor e compassivo como sempre. E orando naquela hora, ele já sabia o que aconteceria com ele. Quando no Jardim das oliveiras Jesus está a orar ao Pai, eis que surge no meio da noite luzes flamejantes de archotes. Ele se ergue porque vem em fila indiana aqueles soldados romanos armados para lhe prender, lhe custodiar. A acusação muito bem arquitetada na calúnia, na revolta e no ódio de que ele havia se designado como filho de Deus. Feita acusação pelo sumo sacerdote, Jesus se ergue perante aqueles acusadores e quem o perseguia. E diz aqueles homens, sem perder o equilíbrio. Às vezes somos acusados de coisas, muit das vezes nos julgam por determinadas escolhas ou simplesmente não compreendem aquela jornada de vida existencial que nós estamos tomando no nosso autoaprimoramento, na nossa melhoria íntima. E nós somos acusados porque estamos indo por um caminho diferente daquilo que o mundo prega como sendo o melhor, o sucesso, o mais fácil. E aí Joana nos ensina que nós devemos calar a calúnia. Não é nos defendendo, é pela nossa postura voltada ao bem. É pela postura com Jesus.
o mundo prega como sendo o melhor, o sucesso, o mais fácil. E aí Joana nos ensina que nós devemos calar a calúnia. Não é nos defendendo, é pela nossa postura voltada ao bem. É pela postura com Jesus. É pela confiança na jornada escolhida de alimento espiritual, de reequilíbrio e de confiança. Não é necessário nos defender. E Jesus naquele momento fez isso porque perguntam: "Que vierem? Que vieram fazer? Viemos atrás de Jesus de Nazaré. E ele responde simplesmente: "Sou eu." Ele não foge, ele não se amedronta porque ele não tem culpa. Ele não cometeu nenhum crime. E geralmente a consciência culpada daquele irmão que fere, daquele irmão que esteja em desequilíbrio, ele mesmo acaba por cair em contradição. Ele mesmo acaba se contradizendo quando traz em si alguma mácula, mas não se reconhece nela. e carrega por muito tempo a culpa íncita na consciência sem se dar conta e por isso se apavora, se desequilibra. Jesus diz simplesmente: "Sou eu". E eles não acreditam, porque a postura do prisioneiro não é esta. E aí repetem novamente para saber até que é confirmado. Sim. Sou eu. É Jesus. Sou Jesus. E os apóstolos despertam. Os apóstolos que estavam adormecidos acordam em desespero. Às vezes precisamos ser sacudidos pela vida, cair em um momento de desequilíbrio para enxergarmos aquilo que não queremos mais para nós, para enxergarmos o quão valioso é a nossa paz, ainda que estejamos aparentemente porque nunca estamos sozinhos. o quão importante é a nossa saúde mental. Então eles acordam diante de um sofrimento, o mestre seria preso, seria levado. E no auge do sofrimento e do desequilíbrio, Pedro se levanta e num impulso com a espada fere malco. o servidor de Caifás, que estava ali naquela hora e buscava em verdade acusar ainda mais o mestre. E Jesus volta-se para Pedro e diz: "Embainha a tua espada, porque quem com o ferro fere, com o ferro será ferido." Um momento de desequilíbrio de Pedro. Jesus o convida à misericórdia e ao reequilíbrio. Nós também um impulso de indignação,
ainha a tua espada, porque quem com o ferro fere, com o ferro será ferido." Um momento de desequilíbrio de Pedro. Jesus o convida à misericórdia e ao reequilíbrio. Nós também um impulso de indignação, um impulso por justiça, podemos cometer atos equivocados. Então, naquele momento, Jesus estava também ensinando sobre o equilíbrio e o mestre é levado e mantém a serenidade e o equilíbrio até o Calvário e o retorno junto aos discípulos. Malco que havia sido ferido naquela oportunidade o rou de dor. Jesus, ao invés de criar qualquer resistência, o curou, envolveu em compaixão e o perdoou, envolvendo em misericórdia profunda e seguiu para o seu destino que ele sabia que iria enfrentar. Malcol continuou seu caminho realizando a maldade, maldizendo e ainda guardando revolta, mesmo tendo a cura de Jesus junto à orelha que foi decepada. E já no reinado de Nero, quando o Império Romano vivia soldado por corrupção e toda dose de iniquidades e loucuras, ele queria se aproximar do governante de toda forma e resolveu ir atrás dos cristãos. A perseguição atroz aos cristãos primitivos naquela era. Hoje nós temos o holocausto do nosso egoísmo, do nosso orgulho, o sacrifício do nosso egoísmo, do nosso orgulho. O sacrifício espiritualizado para evoluirmos e nos mantermos equilibrados. E naquela oportunidade, Malcol termina por reencontrar Pedro e ele mostra a ferida a Pedro. Mesmo curada, ficou a marca. E Pedro se ajoelha diante dele e dos soldados que lhe vieram prender. Me perdoe. Eu o feria. Diante da humildade, da consciência de Pedro plena com Cristo, ele se ajoelhou e Malco continuou agredindo verbalmente. Os soldados romanos olharam para Pedro e olharam para Malco e disseram: "Se ele, que é um dos mais importantes representantes, conhece o carpinteiro, o crucificado, se ajoelhou perante você, então você é mais importante do que ele, levaremos você também". Malco foi crucificado e desencarnou de uma maneira brutal. Pedro ascendeu na cruz. Malco escolheu a espada e encontrou o sofrimento e a dor.
você é mais importante do que ele, levaremos você também". Malco foi crucificado e desencarnou de uma maneira brutal. Pedro ascendeu na cruz. Malco escolheu a espada e encontrou o sofrimento e a dor. Essa história narrada por Amélia Rodrigues nos ensina que o que vale mais a pena é mantermos o nosso equilíbrio diante de qualquer ofensa, porque em verdade a ofensa pertence ao ofensor. que possamos sair daqui hoje renovados e nos concentrarmos agora para a breve oração que iremos fazer. Agradecemos, Jesus por estarmos aqui hoje e entendermos um pouco mais do teu evangelho de amor a nos fortalecer no equilíbrio e na bondade. Auxilia-nos, Senhor, a nos levantarmos de nossas quedas, [roncando] agradecermos ainda que as injunções sejam desafiadoras. Auxilia-nos, Jesus a manter o amor, a manter o equilíbrio e assim permitimos, Senhor, que tu faças morada em nosso peito, em nosso coração, para que possamos dizer amanhã, como disse Paulo de Tarso, Já não sou eu quem vivo, mas o Cristo que vive em mim. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Muito obrigada a todos. que possamos seguir para a semana santa, para sexta-feira santa, para esse período de reflexões com relação à nossa, ao nosso equilíbrio, a nossa melhoria íntima. Muito obrigada a todas. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música]
até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como
tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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