SOLIDÃO E JESUS - Tassiane Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Aqui é presencialmente no auditório Bezerra de Menezes, nessa casa de oração de prece para nossa palestra das 18 horas hoje com a nossa querida Taciane Nunes, que é a nossa querida Tatá, que vai nos falar do tema solidão e Jesus. E aqueles que estão nos ouvindo através dos nossos canais, sejam também muito bem-vindos. Obrigado pela audiência, obrigado pela companhia. Não esqueçam de ativar as suas notificações, curtir a nossa página, se inscrever, compartilhar para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos. Vamos fazer uma breve leitura de harmonização à nossa prece e passar a palavra para a nossa irmã. Estamos aqui hoje com o livrozinho Vida Feliz, ditado pelo espírito Joana de Angeles, psicografado pelo nosso saudoso Divaldo Franco. Vamos para o item 113, em que a nossa benfeitora vai nos falar do da lei de amor. E ela diz o seguinte: "Nunca percas a esperança, haja o que houver. Permanece confiando. Se tudo estiver contra o Se tudo estiver contra o insucesso te ameaçar com desespero, ainda espera a divina ajuda. Somente nos acontece o que será de melhor para nós. Lei de amor. A lei de Deus é de amor. E o amor tudo pode, tudo faz. Quando pensares que o socorro não te chegará em tempo, se continuares esperando, descobrirás alegre que ele te alcançou minutos antes do desastre. Quem te quem se desespera já perdeu parte da luta, que irá travar, avançando prejudicado. A lei de amor, que é a lei maior de Deus, para que possamos nela exercer a lei de sociedade, de progresso e de consciência. Mas, primeiramente, a lei de amor foi quando Jesus disse: "Amai-vos, eis o primeiro e o segundo instruí-vos. Que possamos fechar os nossos olhos, participar agora da nossa oração, da nossa prece inicial. Aqueles sentirem mais à vontade, podem fechar os olhos, se não podem permanecer de olhos abertos. trabalhar a nossa posição no banco. Aqueles que estiverem nos vendo através dos canais, também
nicial. Aqueles sentirem mais à vontade, podem fechar os olhos, se não podem permanecer de olhos abertos. trabalhar a nossa posição no banco. Aqueles que estiverem nos vendo através dos canais, também convido a participar dessa oração aonde estiverem e puderem fazer no momento, dizendo: Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e benfeitores aqui presente, Dr. de Menezes, diretora espiritual dessa casa, que conduz com muito amor, com muito carinho, com muita paciência conosco. Te pedimos e te agradecemos por mais uma vez ter o bom ânimo de estar aqui nesta casa de oração ou estar conectado assistindo esta palestra pública. que a nossa irmã Taciane possa estar inspirado pelo alto, trazendo o seu evangelho, ó Mestre, à luz da doutrina espírita. que assim possamos aqui extrair aquilo um pouquinho para nós, para sairmos um pouco melhor e sabermos dessa sua proposta de amor, de fraternidade e de justiça. Assim, mestre, pedimos humildemente permissão para dar início aos nossos trabalhos de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Eu peço aqueles todos que puderem colocar o celular no silencioso, no se puderem colocar no modo avião, para que não tenhamos interferência durante a fala de nossa irmã. Boa palestra, minha querida. Queridos irmãos e irmãs, que a paz de Jesus seja em nossos corações. Solidão e Jesus. Quantos de nós não nos sentimos solitários quando o carro das angústias nos alcança, quando as inúmeras aflições parecem sufocar o nosso peito, quando as circunstâncias aparentemente parecem não ter saído, Quando somos visitados pela desilusão, pela decepção, pelas amarguras materiais, pela incompreensão daqueles a quem amamos, por simplesmente sermos como somos, por querermos vivenciar um sonho diferente. Quantas vezes nos defrontamos com esta sensação de soledade em meio à multidão. E nesta mensagem de Joana de Ângeles, ela assim inicia fazendo esse convite, a reflexão, porque Jesus começou a sua jornada nas bodas de Caná,
ontamos com esta sensação de soledade em meio à multidão. E nesta mensagem de Joana de Ângeles, ela assim inicia fazendo esse convite, a reflexão, porque Jesus começou a sua jornada nas bodas de Caná, lá em Canaã, e terminou a sua jornada terrestre, porque ele continua em espírito e verdade. a nos acolher e veio nos ensinar sobre a imortalidade, mas ele encerra numa cruz e cada um de nós vive a sua marcha evolutiva e o seu próprio testemunho diário. Ele, no entanto, que havia curado inúmeros. Sou erguido a samaritana, aconselhado à cananeéia, curado a aflita emorroíça sírio fenícia. Ele que havia oferecido a cura a Haná, sogra de Pedro. Inúmeros testemunhos diante dos amigos, aqueles que partilhavam com ele nos mesmos pratos. Ele que havia levantado o cego e feito ele ver novamente e também curado o obsidiado de Gadara no momento extremo, quando inclusive o mestre pede para que vigie com ele. Orem com ele. Ele vê que os discípulos adormecem de cansaço. Às vezes nós vamos fazer o nosso Pai Nosso antes de dormir e antes de terminar a gente já tá dormindo de cansaço. E ele ali, diante do momento mais grave na Terra, ele estava em profunda soledade, aquela solidão, mas que ele sabia amparado pelo amor divino e também tinha consciência da necessidade de cumprimento daquele instante. Quando Joana nos convoca a refletir sobre a solidão que Jesus vivenciou naquele instante de angústia, é para nos fortalecer intimamente e para que entendamos que muit das vezes aqueles a quem oferecemos o nosso melhor não estarão do nosso lado, porque a vida segue em momentos muit das vezes vezes cruciais para nós. E não devemos amar menos esses irmãos, que por um motivo ou outro não nos compreendam as circunstâncias, que por qualquer motivo não esteja com as mãos estendidas no momento que necessitamos, que às vezes precisamos dar uma ligação, falar com alguém, desabafar. E aí não encontramos ainda alguém disponível para nos ouvir alguns minutos. E devemos ter cuidado quando assim estamos também
mos, que às vezes precisamos dar uma ligação, falar com alguém, desabafar. E aí não encontramos ainda alguém disponível para nos ouvir alguns minutos. E devemos ter cuidado quando assim estamos também intensa correria do dia a dia, quando estamos sendo levados pela vida de tal forma automática que não temos tempo de presença, não temos tempo de olhar nos olhos, é um sinal de alerta para nós. Porque às vezes a pessoa amada que conviva conosco ou que esteja no nosso círculo social está precisando de um apoio, de um auxílio, de um momento pequeno de escuta sem julgamento, ou os nossos filhos, entes queridos, Mas Jesus enfrentou o Calvário em profunda solidão. A solidão que ele sentia da presença de Deus, mas estava ali no momento derradeiro com ele mesmo. de Joana, serás a única pessoa com quem contarás do encarne ao desencarne. Olha a importância de nos tratarmos bem, a importância de cuidarmos com amor de nós mesmos, de no momento da aflição não nos entregarmos ao desespero, mas entendermos que isto constitui a marcha do progresso. Porque se já enfrentamos testemunhos e desafios, é porque Deus confia de tal forma em nós que nos encontra preparados para que enfrentemos estes momentos. E é por isso que Joana nos convoca, dizendo: "Não ame menos aquele que eventualmente não te compreendeu ou não lhe deu a atenção. Aquele que foi só erguido por suas mãos. Aquele que recebeu de ti o carinho, a gratidão, o conselho amigo, um apoio necessário num momento de indefinição, um apoio material. E às vezes aquele irmão, aquela irmã não se recorda ou não tem tempo ou não pode. E aí a gente fica ansioso aguardando a retribuição. A gente aguarda que todos aqueles que foram sorguidos por nossas mãos, que foram auxiliados na empresa em que trabalhamos ou no órgão público, reconheçam o nosso valor. E aí nos esquecemos de nos valorizar, de nos amar e não colocar na mão do outro aquilo que compete a nós mesmos. E entendendo que estas circunstâncias nos alcançam como necessário burilamento para a alma,
nos esquecemos de nos valorizar, de nos amar e não colocar na mão do outro aquilo que compete a nós mesmos. E entendendo que estas circunstâncias nos alcançam como necessário burilamento para a alma, para nos mantermos firmes na nossa posição cristã, de perdoar, de fazer o bem sem olhar a quem, de não esperar absolutamente nada em troca. como nos é difícil muit das vezes. E aí, neste momento de solidão em que estamos, às vezes nos revoltamos. Uma revolta que pode não ser expressa verbalmente, mas uma revolta surda que vai nos minando o dia a dia, nos cansando a mente, nos sobrecarregando energeticamente e nos levando ao cultivo da mágoa que não leva a lugar nenhum e apenas nos adoece. Então nos diz Joana de Angeles que em se encontrando em solidão, recorda Jesus quando ele enfrentou os testemunhos até ser só erguido no alto da cruz. Onde estavam os obsidiados curados? Onde estavam os amigos? Aqueles que diriam que morreriam com ele? Não estavam ao lado. O último amigo de Jesus naquele instante derradeiro foi um desconhecido. E isso também nos surpreende no dia a dia, porque há pessoas que a gente não aguarda nada e elas nos surpreendem. com algo positivo, com uma palavra, com um gesto, com a caridade, com a atenção que não esperávamos, com um elogio. O Cirineu, que foi com o mestre carregar a cruz, foi colocado ali pelos soldados e não se deteve, não hesitou em buscar auxiliar aquele que era inocente e justo e partia do mundo condenado perante a galhofa e o orgulho que não se mantiveram de pé. Porque não sobrou pedra sobre pedra, mas a palavra de Jesus jamais passou. Tanto que até hoje estamos aqui a emorá-la. E é por isso que Joana nos convida a entender que no momento de solidão, recordai que estais na presença de Jesus, que ele está caminhando ao nosso lado nestes momentos de angústia, de testemunho, em que nós estamos chorando por dentro e tentando sorrir por fora. em que nós estamos nos fazendo de forte o tempo inteiro, sem nos entregarmos a vulnerabilidade
s momentos de angústia, de testemunho, em que nós estamos chorando por dentro e tentando sorrir por fora. em que nós estamos nos fazendo de forte o tempo inteiro, sem nos entregarmos a vulnerabilidade emocional e queremos dar conta de tudo e orgulhar quem nos cerca, porque as cobranças sociais são inúmeras. Recorda que quando te sentires só, quando as angústias parecerem sufocar, é o mestre que está ali na tua jornada, na tua caminhada com ele e amando do jeito que és, olhando para ti com imenso amor. sem nenhum julgamento, sem qualquer diferença. Porque Jesus veio nos ensinar isto, a amar incondicionalmente, a desenvolvermos essa chama interna que faz com que caminhemos com leveza perante a vida. E assim nos diz Lázaro em o Evangelho Segundo o Espiritismo, na lei de amor, caminhar com tal leveza e iluminação íntima que despertamos esse sol interior, o ponto mais delicado do sentimento, o amor. É por isso que Jesus estava junto aos mendigos e abençoava a casa do rico Zaqueu. Era por isso que ele sóergia o fariseu enganado e choroso. E debatia com Nicodemos falando sobre a reencarnação e com as autoridades do templo, convocando-as ao despertamento. e almoçava com os pescadores humildes nas praias belíssimas da Galileia. Era por isso que ele estava junto às mulheres, dignificando cada uma delas, soerguendo aquela que era acusada injustamente perante a turba, quando queriam apedrejá-la. E andava também com os homens enganados e endurecidos, convocando-os ao amor. Abraçava as crianças, dizendo do reino dos céus. E também a todos aqueles que estavam idosos, convocava-os ao exercício do ministério do bem. Seu colégio era diversificado e não tinha os doutores, os poderosos do mundo, mas tinha os o publicano, aquele que era considerado de má vida. Tinham aqueles que não eram letrados, mas que tinham muito a dar de seus corações. Por isso que é impossível enquadrar Jesus. ou mantê-lo preso entre paredes, porque ele sai pelas portas e janelas, ele sai pelas fronteiras e abraça o
dos, mas que tinham muito a dar de seus corações. Por isso que é impossível enquadrar Jesus. ou mantê-lo preso entre paredes, porque ele sai pelas portas e janelas, ele sai pelas fronteiras e abraça o mundo inteiro. Esse é o amor ensinado pelo mestre, o amor por todos. E é por isso que na nossa jornada evolutiva, na nossa caminhada, quando estivermos em soledade, com esse travo na garganta que ninguém vê, quando a gente estaciona o carro, quando a gente já não quer ir para determinados ambientes mais, quando inclusive estamos a ponto de desistir da vida, da existência encarnada. Recordar que Jesus está ali conosco, nos olhando e nos amando e nos amparando, esperando de nós esta conexão mais elevada, seja pela oração, seja pela busca da espiritualidade, seja buscando devagar e a cada dia fazer um pouco melhor e se cuidar, cuidar de si com muito carinho, com muita gratidão por cada pequena conquista que alcançarmos, seja em que área da vida for, por cada instante em que somos convidados a um erro, a um equívoco maior e superamos e não damos vazão aqui. Por cada momento em que nos soergemos das nossas mazelas íntimas, em que perdoamos, em que nos esforçamos na direção do melhor, é o momento de valorizarmos esse instante e entender que Jesus caminha conosco, caminha conosco como caminhou naquela tarde. crepúsculo. Naquela tarde, já quase noite, quando dois apóstolos caminhavam saindo de Jerusalém e indo na direção de Emaú ou Nicópolis, como era conhecida, uma cidade que tinha termais e águas quente, ainda que pequenina na sua comunidade. Lá estavam os dois caminhando depois das angústias passadas em Jerusalém, da imensa saudade que a presença de Jesus deixou nos corações dada a crucificação. Eles conversavam entre eles baixinho, mas se emocionavam a cada instante da conversa, mas se sentiam ali sozinhos. Porque o que fazer? Jesus se foi. Jesus já não está mais tão perto. Eles sentiam assim. E ali naquela caminhada quase que silenciosa, eles traziam uma tristeza no olhar e no
s se sentiam ali sozinhos. Porque o que fazer? Jesus se foi. Jesus já não está mais tão perto. Eles sentiam assim. E ali naquela caminhada quase que silenciosa, eles traziam uma tristeza no olhar e no rosto quase taciturna, porque imaginavam que não teriam mais acesso ao mestre, aquele amor, aquela doçura, aquele acolhimento incondicional. E quantas das vezes nós não sentimos também essa necessidade de acolhimento e às vezes também ficamos desconcertados em como acolher alguém em um instante de dor e de sofrimento. Muit das vezes não é necessário palavras, mas um olhar, um abraço sincero. é muito também e é um gesto de caridade, de soergimento daquele que se encontra em dor. Então eles caminhavam na direção da pequenina cidade até que se aproximou um estranho que eles consideravam um estrangeiro. Aquele homem se aproximou da dupla e a dupla fitando, olhou e perguntou se ele sabia o que tinha acontecido em Jerusalém. Ele disse: "Sim, eu sei". Condenaram o inocente e deixaram ele seguir a sós no calvário. E aquilo tocou. Era verdade. Mas ali eles seguiram conversando e rememorando os episódios felizes de Jesus. E disse esse homem que chegou a conversar com eles e eles seguiam estrada andando, dizendo: "Mas não estava nas Sagradas Escrituras, não estava previsto que veria o Messias. E ele se sacrificaria pela humanidade inteira e viria em paz, porque ele não seria alguém para promover a guerra, a revolta ou a revolução. A revolução seria íntima e não com armas. Mas o povo de Israel não entendeu a mensagem do Cristo, mas aqueles que conviveram com ele na época não entendiam. E eles conversavam sobre isto e eles diziam os dois discípulos: "O mestre nos ensinou a amar aqueles que estão desvalidos. Ele sempre optava ficar com os infelizes. Todos nós em algum momento. Por isso que ele veio, não para os que são sãos, mas para aqueles que necessitam de médico. Então o apóstolo disse que ele lamentava os dominadores transitórios que se mantinham atados às próprias paixões e não compreendiam a mensagem de amor
sãos, mas para aqueles que necessitam de médico. Então o apóstolo disse que ele lamentava os dominadores transitórios que se mantinham atados às próprias paixões e não compreendiam a mensagem de amor que ele trazia, a mensagem do sacrifício mais agradável a Deus, que é o do nosso orgulho, da nossa vaidade, das nossas mazelas íntimas. não um sacrifício exterior de aparência. Então, os apóstolos lamentavam que os homens vivessem em ilusões, mas a noite caía. E quando eles chegaram à hospedaria em Emaús, sentindo o acolhimento daquele senhor que os acompanhava, pitou e disse: "Senhor, fica conosco? Será que estamos abrindo a porta da nossa casa mental, do nosso coração, da nossa residência? Seja lendo o evangelho, praticando o evangelho no lar ou lendo a Bíblia ou buscando a espiritualidade. Na doutrina espírita temos o evangelho no lar que tanto nos balsamiza a alma. Estamos dizendo para Jesus, estamos dizendo: "Senhor, fica conosco". Então, naquele instante que a noite caía e a noite às vezes se abate sobre as nossas vidas, ele resolveu ficar e no momento da partilha do pão, eles viram as chagas nas mãos. É Jesus. Às vezes não temos olhos de ver e ouvidos de ouvir para a singeleza do amor de Deus por nós e do guia maior da humanidade, Jesus em seus sinais redentores, em seus sinais de misericórdia, palmilhando ao nosso lado na vida. São pessoas que aparecem oportunidades, um pássaro que canta, um sonho, uma intuição, a vivência de uma oportunidade, de um, de uma circunstância benéfica. Um médico, um especialista que nos orienta, uma pessoa amiga, é Jesus. E ao se darem conta, quando olharam para ele novamente, ele desapareceu. O espírito estava presente em Emaús. Então, meus irmãos, todas as vezes que estejam se sentindo só na sua caminhada em direção a Emaús, a sua Emaú interna, ao seu autoencontro, recordem que Jesus caminha. Jesus caminha conosco aonde quer que estejamos e que podemos sim encontrar o nosso equilíbrio e superar esse momento, não mais permanecendo em
interna, ao seu autoencontro, recordem que Jesus caminha. Jesus caminha conosco aonde quer que estejamos e que podemos sim encontrar o nosso equilíbrio e superar esse momento, não mais permanecendo em solidão, mas em solidariedade com os nossos semelhantes, na busca do exercício da caridade, da compaixão e também solitude e auto amor. valorizando também a nossa própria companhia e equilíbrio íntimo. Recordando o que Jesus nos ensinou nesta passagem, porque ali eles se deram conta quando foram dar a notícia aos demais apóstolos. Ei que eis que o mestre havia surgido também para eles. O amor não tem distância. Então, todos nós podemos alcançar o amparo espiritual necessário às nossas vidas e conviver sim com o meigo a vida da Galileia. Eu agradeço a atenção de todos e que possamos nos concentrar para a oração de encerramento. Jesus, divino amigo, Senhor, aonde estiver dois ou mais reunidos em teu nome, sabemos que ali estarias entre eles. Sabemos, Senhor, que o teu amor nos acolhe em qualquer instante, seja na alegria ou na tristeza, nas angústias e nas provas, nos momentos de superação. Tu estás ao nosso lado, Senhor. E quantas vezes com as mãos estendidas a nos ofertar a água da vida para que não tenhamos mais sede, Jesus nos abraça, nos ofertando refrigério para o recomeço, a coragem e o bom ânimo para sacudirmos a poeira dos pés e seguirmos resolutos com dignidade. Auxilia-nos, Senhor, para que, defrontando com iniquidades na terra, a nossa caridade jamais esfrie, que o nosso amor também nos acolha e que entendamos, Senhor, que estamos aqui para evoluir. Permite, pois Jesus que com a coragem de segui-lo, permaneçamos fiéis aos teus desígnios, amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Muito obrigado, Senhor. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Peço perdão só pela extensão do tempo, mas agradeço a compreensão e a atenção de todos. Que tenhamos uma ótima semana de muita paz e da presença de Jesus em nossas vidas. Muito obrigada.
aças a Jesus. Peço perdão só pela extensão do tempo, mas agradeço a compreensão e a atenção de todos. Que tenhamos uma ótima semana de muita paz e da presença de Jesus em nossas vidas. Muito obrigada. Obrigado a todos. Vamos nos preparar para o passe, dar uns breves avisos. A comunhão espírita de Brasília tem um atendimento fraterno. E no atendimento fraterno nós temos as segundas, a quinta, sexta, sábado e agora domingo. As das 17:30 às 19. Os demais horários dos dias estão no painel que nós temos ali na entrada com todas as informações. Temos também o grupo, os grupos de apoios fraterno, o grupo acolher as quinta-feiras, o grupo Viver e o grupo Dependência Química. São grupos para ansiedade, grupos para depressão. E os horários nós temos ali também no nosso painel. É tudo gratuitamente. Eh, convidamos a todos também a seguir os nossos canais. Temos ali também no nosso painel de entrada um QR code, aonde você coloca a lente do seu celular e você passa a seguir o receber mensagens, eh, a programação do canal da comunhão pelo WhatsApp e seguir os nossos canais no YouTube, aonde lá tem vários, temos vários programas, palestras públicas para este momento, que possamos abrir o nosso coração e as portas da nossa alma, como disse a nossa irmã. Agradecemos a todos, pedimos que permanecemos em silêncio, permaneçamos em silêncio com os celulares ainda no modo silencioso para o nosso irmão quando chamar pro passe e entrar na cabine e não haver nenhuma interferência. Agradeço a Taciane por mais uma linda explanação e reflexão sobre Jesus. Pois estar na casa espírita é falar de Jesus. É viver Jesus, é sentir Jesus em nossa vida. Que possamos ser o testemunho do seu evangelho nas nossas ações. Uma boa semana a todos, um bom início de semana, um bom retorno à sua casa. Aqueles que vão para os os ainda as atividades aqui na casa. Uma boa atividade a todos, um grande abraço. É o que a família Comunão Espírita deseja a todos.
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