PENSAMENTOS E DECISÕES - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Olá, pessoal. Boa noite a todos aqui presentes e aos que nos assistem de casa para mais um momento de reflexão do Evangelho à luz da doutrina espírita. que possamos nos próximos minutos tentar nos conectar com Deus, com o nosso anjo da guarda e sobretudo consigo no sentido de nos fortalecermos em esperança, em trabalho e sobretudo em fé. Fé em Deus e fé no porvi. Fé em dias melhores que eles chegarão não no nosso tempo, mas no tempo de Deus. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, receba o nosso abraço de boas-vindas. E a reunião pública se divide em três momentos, que é a prece inicial, a palestra propriamente dita e depois a prece final. Depois para quem quiser, para quem quiser, tem o passe que é uma transmissão fluídica de energia e de amor. Então, para esse primeiro momento, vamos fazer a nossa prece inicial. Prece é a mesma coisa que oração. Quem quiser fechar os olhos, fique à vontade. Não há essa obrigatoriedade. Particularmente eu estou de olhos abertos. que tentemos mentalizar Jesus vindo em nossa direção, com os braços abertos, com um sorriso no rosto e, principalmente com brilho no olhar. que o mestre amigo possa efetivamente se fazer presente nos nossos corações, nos dando um sopro de vida, um fôlego de bom ânimo e um fortalecimento na fé. Amado Mestre Jesus, que eu possa, de acordo com a minha limitação, entender as palavras de vida eterna que tu tanto ensina, a construção do reino de Deus que eu preciso edificar em meu coração na certeza de que eu não estou sozinho. na certeza de que eu não estou a deriva e na certeza de que a vida é uma bção. Com essa prece damos por iniciados nos trabalhos da noite de hoje. Deixe me ver se tem alguém no YouTube nos assistindo. Boa noite pra Larissa lá de Belém, Eliana que frequenta aqui a casa,
uma bção. Com essa prece damos por iniciados nos trabalhos da noite de hoje. Deixe me ver se tem alguém no YouTube nos assistindo. Boa noite pra Larissa lá de Belém, Eliana que frequenta aqui a casa, Eliceu, meu grande amigo lá de Natal, a quem eu tanto sou grato, Pedro, quem eu tive alegria de conhecer aqui na comunhão e de que hoje eu me considero Pedro amigo pessoal, Ieda lá de Canoas do Rio Grande do Sul, Miriam e Gevana. O tema de hoje, ele se propõe a fazer uma reflexão sobre pensamentos e decisões. Para quem veio na última palestra que eu fiz num sábado à tarde, é o mesmo tema e a gente tá repetindo porque teve um problema técnico no nosso audiovisual e a palestra não conseguiu ser gravada. Então, a gente tá repetindo o tema, mas certamente em decorrência da dinâmica da vida, da dinâmica do evangelho, não serão ditas aqui as mesmas palavras, porque o espírito no seu progresso, na sua caminhada como eternidade, no seu processo de aprendizado, todo dia ele vai se renovando, vai aprendendo e vai também estabelecendo novas premissas no sentido de se fortalecer, no sentido de reinterpretar a vida diante das adversidades, diante das diversidades e diante dos seus desafios. O livro dos espíritos nos ensina lá na terceira parte, na lei de liberdade, a partir da questão 833, que o nosso raciocínio, a nossa incrível capacidade de pensar e de escolher, ela vai se desenvolvendo por escadas, como se fossem por camadas. Primeiro, nós temos a liberdade de pensamento. Segundo, nós temos a liberdade de consciência. E depois depois a gente começa a exercer aí o nosso livre arbítrio. em relação à liberdade de pensamento, é o canto no qual todos nós temos a nossa maior liberdade, onde a gente se conhece, às vezes é onde nós choramos de uma maneira silenciosa e principalmente é um lugar de pertencimento, é um lugar de identidade e de desenvolvimento, que é o nosso íntimo. o nosso íntimo, que às vezes a gente pensa que ninguém sabe, mas o Espiritismo vem nos ensinar que várias
m lugar de pertencimento, é um lugar de identidade e de desenvolvimento, que é o nosso íntimo. o nosso íntimo, que às vezes a gente pensa que ninguém sabe, mas o Espiritismo vem nos ensinar que várias pessoas, uma legião de pessoas desencarnadas sabem o que a gente pensa. E tem uma pessoa que sabe de uma maneira bem íntima, de uma maneira bem presente e de uma maneira bem sutil, tudo, tudo que a gente passa, que é Jesus. Jesus sonda os nossos pensamentos, acolhe os nossos sentimentos e, principalmente se propõe a nos acolher, a nos socorrer e a nos intuir. Em relação à liberdade de pensamento, nós temos também o nosso glorioso ou a nossa gloriosa anjo da guarda, que é um espírito protetor que nunca, absolutamente nunca se cansa de nos amparar e nos socorrer. Na questão 495 o livro dos espíritos, por exemplo, Allan Kardec faz o seguinte questionamento: como a gente pode entender a interação do anjo da guarda com quem tá reencarnado? Realmente, realmente, num papo reto aqui, o anjo da guarda efetivamente ele não nos abandona? Aí vem um texto maestral que dá para ler até o final da reencarnação. Eu espero que a gente viva aí no mínimo, no mínimo a expectativa de vida, que são 75 anos. E vem uma lição de Santo Agostinho, de São Luís, no sentido de que a gente não se preocupe se o anjo da guarda tá cansado, não se preocupe se o anjo da guarda tá ocupado, não se preocupe se o anjo da guarda está disponível. Apenas confiemos. E tem um grande porquê nessa resposta, que quando a gente trabalha o conceito de anjo da guarda, o livro dos espíritos nos ensina que o nosso anjo da guarda não é um espírito que gravita no mesmo patamar do nosso conhecimento, tanto científico como sobretudo moral/ra cristão. O nosso anjo da guarda vai muito além, é o espírito mais experiente e é o espírito mais experimentado. E exatamente por isso ele se propõe lá na nossa fase de planejamento reencarnatório a cuidar da gente. Ele sabe que a jornada reencarnatória não é fácil e ele sabe que nós estamos em um
experimentado. E exatamente por isso ele se propõe lá na nossa fase de planejamento reencarnatório a cuidar da gente. Ele sabe que a jornada reencarnatória não é fácil e ele sabe que nós estamos em um processo de aprendizado. Nós estamos num processo de quedas, de recomeços e de continuidades. E mesmo sabendo, mesmo sabendo que nós ainda somos falhos, ele se propõe a nos ajudar, ele se propõe a nos intuir. Ele é o grande conselheiro que nós temos. Nós temos outra grande conselheira também, que é a nossa consciência. E trabalhando um pouco a transversalidade entre a lei de liberdade no viés da liberdade de consciência, na perspectiva da espiritualização do pensamento, a questão 621 de o livro dos espíritos traz o registro que a lei de Deus está escrita na nossa consciência. Patrícia pode ter um próprio conceito sobre Deus. Eu posso ter o meu próprio conceito sobre Deus. Mesmo nessa perspectiva, nós temos uma uma visão neurossensorial, uma construção psíquica da divindade. E o nosso sagrado é algo muito íntimo. O nosso sagrado é algo muito individual. De todas as obras que nós temos, pelo menos até onde eu tenho conhecimento, o que mais se aproxima a respeito do conceito de Deus é uma carta de João Evangelista que diz que Deus é amor, é o que mais se aproxima. Amor na mais sublime perspectiva, no amor ágape, no amor cristão, no amor que não se representa no tomalá da cá, no amor que não quer ser correspondido, que não quer ser validado, que não quer ser nem representado de uma maneira linguística. É uma doação que nós temos, porque nós, enquanto seres divinos, temos uma centelha de Deus nos nossos corações. E é exatamente essa centelha que é um instrumento de aproximação, que é um instrumento de religação, que é o instrumento de fortalecimento, porque Deus não nos deixa desamparados. sobretudo nos pensamentos mais tristes que porventura nós tenhamos, sobretudo nos nossos processos de vulnerabilidade, de fragilidade, em que a gente fica sem fôlego, sem ânimo, pensando a respeito do que
etudo nos pensamentos mais tristes que porventura nós tenhamos, sobretudo nos nossos processos de vulnerabilidade, de fragilidade, em que a gente fica sem fôlego, sem ânimo, pensando a respeito do que será da vida. Mas a leitura da vida trazida pela doutrina espírita, ela se dá de uma maneira muito mais ampla. se dá, por exemplo, no viés da reencarnação, da pluralidade das reencarnações, no sentido de que esse corpo em que a gente habita vai muito além, muito além dessa abre aspas prisão, fecha aspas temporária na qual nós estamos imersos. registra a questão 257 livro dos espíritos num texto maestral de Kardec, ensaio teórico sobre a sensação dos espíritos, que o corpo é um instrumento de trabalho, que muito embora nós estejamos em uma perspectiva interna, nós vamos muito além do que nós falamos, nós vamos muito além do que nós vemos, nós vamos muito, muito além do que nós ouvimos. O corpo é tão limitado, por exemplo, que alguém que porventura tenha uma deficiência visual, uma deficiência auditiva, que não consiga eventualmente nos ver ou nos escutar, não está à margem da obra de Deus, não está a quem? do propósito da vida, do propósito da reencarnação, que é aprender. O que isso quer dizer com isso? É que nós somos responsáveis pelo que nós pensamos. Todos nós, sem exceção, temos inúmeros processos de bastidores. Ou em uma perspectiva de sutileza de linguagem, até porque a ludicidade também é uma ferramenta de ensino e aprendizagem. Todos nós temos momentos vídeos, momentos de bastidores que as pessoas que nos julgam não sabem. E quando nós julgamos as pessoas, nós também não sabemos. O ser humano é um universo em particular que vai muito, muito além do que a gente consegue entender, perceber e principalmente, principalmente imaginar a força do pensamento. O espírito de Emanuel escreve no livro Pensamento e Vida, logo no primeiro capítulo, é muito criadora, tem muitos cômodos. E nós, nessa perspectiva matricial, nessa perspectiva de usina de força, nós vamos direcionando as nossas vidas, as
Pensamento e Vida, logo no primeiro capítulo, é muito criadora, tem muitos cômodos. E nós, nessa perspectiva matricial, nessa perspectiva de usina de força, nós vamos direcionando as nossas vidas, as nossas escolhas e tomando as nossas decisões. E nenhuma, nenhuma decisão que nós tomamos é à toa. Todo processo de decisão, ele tem uma reflexão prévia. Porque o espírito ele não volta à reencarnação de uma maneira formatada, de uma maneira zerada. E nós na fase adulta temos a nossa própria história da nossa atual reencarnação. Temos os nossos processos de construção cognitiva, temos as nossas dores da alma, temos a ferida do espírito ou numa perspectiva mais técnica, nós temos os traumas que carregamos aí da vida. A estrutura do pensamento, ela é tão complexa que existem inúmeras teorias que objetivam explicá-las. E pra noite de hoje eu trouxe um pensamento da psicanálise. Na verdade eu fui induzido a trazer, bom corrigir, um pensamento da psicanálise lá da teoria de Freud, do ID, do ego e do superego. É uma perspectiva tridimensional que a nossa caixa, digamos assim, encefálica vai calibrando ao longo do tempo. O ID ele diz respeito a uma perspectiva mais instintiva do espírito. É o que a gente tenta controlar e não consegue um grosso modo falando. Já o ego é quando a gente tem a consciência de quem nós somos. Quando a gente consegue perceber em um processo de autoconhecimento, conforme registra, por exemplo, a questão 919A de o livro dos espíritos, uma perspectiva de reflexão íntima de quem nós somos. E por último, segundo a teoria de Freud, nós temos o superego, que é como se fosse um controlador, que é como se fosse uma autoridade moral. regulando esse embate que nós temos entre o ID e o ego. Isso significa, meus amigos, isso significa, minhas amigas, que nós somos muito, muito complicados. Então, da próxima vez que numa discussão que o outro se desagradar em relação ao nosso comportamento e nos diga: "Você é uma pessoa muito complicada", a gente pode questionar à luz da psiquiatria,
os. Então, da próxima vez que numa discussão que o outro se desagradar em relação ao nosso comportamento e nos diga: "Você é uma pessoa muito complicada", a gente pode questionar à luz da psiquiatria, da psicologia ou do espiritismo. Vou te apresentar três perspectivas paraa escolha. Porque no nosso processo de pensamentos e decisões tem uma estrutura de pensamento chamada programação neurolinguística, PNL, que a PNL sempre faculta que quando a gente for tomar uma decisão, a gente tenha outras em relação ao poder de escolha. Então, quando alguém for nos chamar de complicado, a gente pode apresentar esse raciocínio. A gente pode dizer também que nós somos seres imortais, que todo mundo tem os seus questionamentos, que não vão se exaurir na atual reencarnação. Aí a depender, se a pessoa não for espírita, ela vai se assustar. Se ela for espírita, ela pode despertar a consciência e dizer: "Rapaz, é mesmo, eu também sou". E a gente pode problematizar e dizer: "Você é tão complicado, tão complicado, que tá me julgando sem saber dos meus bastidores". Então, nós somos, como a gente fala lá no Nordeste, uma pareia, uma dupla de complicação que se a gente não se regular, a gente vai ter um atrito, a gente vai ter um conflito. O espírito de André Luiz, pela psicografia de Chico Xavier tem um livro muito bom chamado No Mundo Maior. No capítulo 3, ele vem trazer uma lição intitulada A casa mental, que tem a seguinte, o seguinte ensinamento do benfeitor Calderário. Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos um que, porém, se divide em três regiões distintas. Tomemo-lo como se for um castelo de três andares. No primeiro, situamos a residência dos nossos impulsos automáticos, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados. No segundo, localizamos o domicílio das conquistas atuais, da atual reencarnação, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando. No terceiro, no terceiro andar, temos a casa das nações superiores, indicando as eminências que
uais, da atual reencarnação, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando. No terceiro, no terceiro andar, temos a casa das nações superiores, indicando as eminências que nos cumprem atingir. É para onde nós queremos chegar. Num deles moram o hábito e automatismo. No outro residem o esforço e a vontade. E no último demoram o ideal e a meta superior a ser alcançado. Distribuímos deste modo nos três andares, o subconsciente, o consciente e o superconsciente. Como vemos, possuímos em nós mesmos o passado, o presente e o futuro. O que é que se quer dizer com isso? Associando esses dois textos, a teoria de Freud no livro O ID e Ogo é de 1923. O livro no Mundo Maior é de 1947 ou é 48? Então, nós temos aqui um viés do conhecimento científico e do conhecimento espiritual, que se complementam, conforme Allan Kardec registra no capítulo primeiro, item oito, do Evangelho Segundo Espiritismo, aliança entre a ciência e a religião, onde nós podemos encontrar nessas interfaces que só a matéria proporciona uma perspectiva de fortalecimento da psique, de fortalecimento de todo o nosso componente, tanto corpóreo como principalmente espiritual. Se viver fosse fácil, nós não teríamos inúmeras, inúmeras reencarnações para nós aprendermos. Se viver fosse fácil, Deus não nos proporcionaria novas oportunidades e novos recomeços. Então, muito cuidado, por exemplo, quando por uma decisão a gente cai na culpa, cai na vergonha, cai no arrependimento. Esses três sentimentos, eles são necessários à evolução do espírito. O que não dá é para nós ficarmos refém deles. Viver não é fácil. E a gente não chega, a gente não chega a um processo de amadurecimento sem errar. Não chega. Se nós fizermos um juízo de valor, olharmos para dentro de si os nossos maiores processos de disrupção, os nossos melhores momentos disruptivos em que nós crescemos, em que nós evoluímos, dizem respeito aos nossos erros. É quando a gente observa, realmente eu errei e não falar da boca para fora. É
pção, os nossos melhores momentos disruptivos em que nós crescemos, em que nós evoluímos, dizem respeito aos nossos erros. É quando a gente observa, realmente eu errei e não falar da boca para fora. É termos na liberdade de consciência, que é a nossa segunda camada, a perspectiva de nos reinventarmos. E durante muito tempo na minha vida, na minha atual reencarnação, como na minha vida imortal, provavelmente eu pensava: "Erei, agora eu vou recomeçar. Meu Deus! Como eu falei isso? Como eu falei isso? Mas ninguém recomeça, porque todos nós temos uma história linda de lutas, de batalhas, de lágrimas, de insônia, de dores, mais de redenção. Então, a filosofia espírita nos propõe o ressignificado dessa estrutura de pensamento. o lugar de recomeço, continuidade. Porque o espírito criado simples e ignorante, conforme registra a questão 115 de o livro dos espíritos, ele é criado para eternidade. Ele é um viajante do tempo que vai sempre aprendendo e sempre, conforme registra a lei do progresso, evoluindo. E o grande porquê dessa proposta do pensamento espírita é para que nós não nos martirizemos. Já basta o que passou. E todos os nossos erros, eles são advindos das nossas prioridades, das nossas convicções. E ninguém, por incrível que pareça, ninguém erra porque quer. Mesmo naqueles processos que nós temos, Rute, não sei se você me escuta, um beijo. Nós temos nos nossos processos de erros, de equívocos, uma oportunidade de refletirmos sobre as nossas convicções. Porque às vezes a gente se vê, na verdade, a gente se antevê num equívoco, a gente observa, vai dar errado, mas mesmo assim a gente faz na nossa convicção. E tem um porquê? Porque o espírito imperfeito, ainda na imperfeição, conforme registra a questão 101 de O livro dos Espíritos, é teimoso. E o pior, meu amigo, o pior, minha amiga, é que tem alguns espíritos que são mais teimosos ainda. Eles vão ali naquela convicção errada até que a vida ensina. Pelo menos para quem quer aprender, a vida ensina. Porque até onde nós não conseguimos
ue tem alguns espíritos que são mais teimosos ainda. Eles vão ali naquela convicção errada até que a vida ensina. Pelo menos para quem quer aprender, a vida ensina. Porque até onde nós não conseguimos aprender, a vida vai nos apresentando situações semelhantes. As situações nunca são iguais. É o que a gente fala no jargão popular, os ciclos da vida. Às vezes a gente vai, comete um erro, aí passa um tempo, passa anos, aí vem a vida funilando várias situações. Aí é como se a vida tivesse nos encorralando. E a gente para para pensar: "Meu Deus, eu já vivi isso aqui alguma vez, tá acontecendo tudo de novo." Por quê? É a famosa pergunta. Por isso sempre acontece comigo? Porque nós temos padrões de pensamento e os nossos padrões de pensamento constrói referências decisórias. E a gente vai criando assim o nosso conceito, a nossa identidade. Quem é Mário? Quem é Flávio? Quem é Pedro que nos assiste? Quem é Dora? Não sei se ela tá assistindo também. É toda uma construção que nós fazemos ao longo do tempo. E muito cuidado quando a gente se equivoca que vem um grande peso que a gente fica assim corcumbo de tanto peso que tem na consciência pra gente não criar uma culpa de estimação, porque aí a gente precisa acender o sinal amarelo e não tem nada melhor do que nós aprendermos com o erro dos outros. E se tem algo que a história do pensamento cristão traz são os erros dos outros. Paulo até então, Saulo, um rabino inteligentíssimo, criado e educado por Gamaliel, um camarada assim que na linguagem de hoje tinha PhD em Deus. E Paulo, na verdade, Saulo não entendia a amplitude do pensamento do Cristo. E pelas suas convicções, ele começou a perseguir os cristãos. E lá era assim. Naquela época, meu amigo, só um parênteses aqui, minha amiga, os primeiros cristãos passaram um perrengue. Um perrengue que a gente não consegue nem imaginar. Aí vem emana no livro há 2000 anos nos ensinar que eles eram jogado na cova dos leões, no coliseu, e para desencarnar eles entoavam cânticos cristãos
m perrengue que a gente não consegue nem imaginar. Aí vem emana no livro há 2000 anos nos ensinar que eles eram jogado na cova dos leões, no coliseu, e para desencarnar eles entoavam cânticos cristãos de tanta fé que tinha. Deixa parênteses. E Saulo naquela época perseguia as pessoas. Naquela época não era a questão de hoje que a depender da pessoa quando não gosta de alguém, quando discorda de alguém, quando tem uma desavença com alguém, bloqueia no WhatsApp. Naquela época não era assim. Naquela época era uma pedrada vivo. A gente ficava assim parado, aí tinha as pedras. E a depender do julgador, conforme a gente fala lá em Natal, era um cheo de pedra, que é uma pedra bem grande. E Saulo apedrejava as pessoas na sua convicção sobre a lei de Deus. Aí um belo dia indo apedrejar mais um coleguinha, mais um coleguinha chamado Ananias. Ele se depara com Jesus. Essa historinha tá lá no capítulo 9 do Atos dos Apóstolos e no livro Paulo Estevo. Saulo, Saulo, por me persegue. Aí quando Saulo se vê, Senhor, o que queres que eu faça? Mas não vou entrar nesse mérito porque é muito repetitivo em tribuna espírita, né? A ideia aqui é traçar todo aquele padrão de pensamento do rabino, do rabino não, é do Dr. Lei Saulo. E quando ele se encontra com Cristo, que tem o seu processo de redenção, a convicção passa a ser a outra. E do apedrejador passa a ser o fundador das igrejas. Mas qual o porquê dessa passagem pro tema de hoje? Pensamentos e decisões. Sobretudo nessa parte que nós estamos transversalizando com culpa, com arrependimento e com vergonha. O coleguinha Saulo no seu processo de redenção passou 3 anos no deserto. Não foram cinco sessões de tratamento espiritual, não. Não foi uma palestra de 40 minutos seguida, não passe, não. 3 anos. 1 2 3 Pensando na vida. Quando ele volta a Tarso, Paulo de Tarso, Saulo de Tarso, ele sai da região muito respeitado e quando volta, todo mundo apontando, chamando de doido, ou, conforme dizia minha avó antigamente, ficou abilolado do juízo.
a Tarso, Paulo de Tarso, Saulo de Tarso, ele sai da região muito respeitado e quando volta, todo mundo apontando, chamando de doido, ou, conforme dizia minha avó antigamente, ficou abilolado do juízo. E mesmo assim, com toda a sociedade na qual ele era aceito, então refutado, diante de um novo padrão de pensamento, diante de uma nova escolha, diante de uma nova decisão, ele continuou o seu propósito e tem uma uma bem-aventurança linda, linda, que dá pra gente associar. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. A fome e a sede de justiça do então Saulo era ainda um viés incompreensivo da construção do reino de Deus que Jesus nos traz, no sentido que todos nós somos um único componente familiar. Ele não entendia e diante das suas convicções apedrejava as pessoas. Porém, quando desperta a consciência para Jesus, ou num jargão popular, quando acorda para Jesus, acorda para Jesus, menino, ele passa a ter um processo de reencontro com a sua consciência divina. É mais um exemplo na história do pensamento cristão, a respeito de pensamentos, a respeito de decisões, que nós podemos quebrar paradigmas de acordo com a nossa vontade. E se tem algo que ajuda o espírito nos seus processos, se tem uma estratégia que todos nós podemos utilizar é a vontade. Quando Kardec vem traçar, finalizando a terceira parte do livro dos espíritos, as paixões e os vícios, ele vai falar, começa na questão 873, qual é a mais meritória de todas as virtudes? Conversa é essa. Olhe, a gente tem inúmeras virtudes, mas qual é a mais meritória? Qual é a realmente a que Deus aqui ou dá um realce? A equipe do espírito de verdade deve ter plasmado assim uma paciência de Jó, lembrando o Antigo Testamento. Aí responde o texto é longo, a gente abrevia. A mais meritória de todas as virtudes é aquela na qual nós conseguimos evitar o mal. E todos nós aqui no nosso processo de construção temos uma ideia do que é bem e uma ideia do que é mal. Vai muito aí de cada um lá pela questão 631 do livro
quela na qual nós conseguimos evitar o mal. E todos nós aqui no nosso processo de construção temos uma ideia do que é bem e uma ideia do que é mal. Vai muito aí de cada um lá pela questão 631 do livro dos espíritos. Bem é tudo aquilo que está de acordo com a lei de Deus. Mal é tudo que aquilo mal é tudo aquilo que está contra. Quando eu li essa questão, eu lembrei de uma gíria que a gente utilizava lá no ensino médio, não sei se meu amigo Marcos tá assistindo, lá na época do coléio salesiano. Ohó, quando é coisa muito lógica, ele falava: "Ó, descobriu o Brasil." Aí quando eu li essa questão aí eu li de novo, tá aqui quem descobriu o Brasil. Sendo que o livro dos espíritos, na verdade, toda a obra espírita, ela deve ser ampliada para nós pensarmos. Mal é tudo aquilo que está de acordo com a lei de Deus. Tudo aquilo que está contra a lei de Deus. Bem é tudo aquilo que está contra a favor. >> Espírito imperfeito, quase 9 horas da noite de uma quinta, mas não justifica. Então vamos rebobinar ou praticando o que eu falei, caminhar paraa frente. Bem é tudo aquilo que está conforme a lei de Deus. Mal é tudo aquilo que está contra. Não nos comprometamos com o erro, mesmo diante de uma vergonha, de um auditório presencial e virtual. Se tem uma coisa que o espiritismo ensina, somos nós, nos corrigimos. Mas como é que a gente pensa a lei de Deus? Quando Cristo fala: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim". Lá no capítulo 14, versículo 6 do Evangelho de João. Que que a gente pensa efetivamente sobre isso? Quando Jesus fala: "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas". O que é que a gente faz com essa passagem nos nossos momentos de tristeza, nos nossos momentos de desilusão? Quando o espiritismo vem relativizar essa questão de bem e de mal, não é algo de cotômico, não é algo de cotômico. É uma perspectiva pra gente pensar e calibrarmos a espiritualização do pensamento. Porque ao final e ao cabo, esta atual reencarnação, ela é muito temporária.
algo de cotômico, não é algo de cotômico. É uma perspectiva pra gente pensar e calibrarmos a espiritualização do pensamento. Porque ao final e ao cabo, esta atual reencarnação, ela é muito temporária. Em tem um texto no livro Pão Nosso que ele associa a reencarnação como se fosse há um minuto. O próprio Emmanuel, que no livro há 2000 anos, vem traçar a história do senador Públio Lentulos, lá do império romano, que pôde interceder a favor do Cristo e não o fez e se arrependeu. E para quem se arrepende, nada melhor do que o tempo. Aí, Emanu na introdução do livro diz assim: "Chico, se um dia, se um dia a misericórdia divina me permitir, contar-lhe ei a história do senador Públoentulos". Aí Chico disse: "Quem?" Públoentulos. Um senador romano muito presunçoso, muito vaidoso, muito orgulhoso, que era assim, ó, coladinho com poder. Coladinho com o poder. Pôde intervir a favor do Cristo perante Pilatos e não fez e se arrependeu. Aí Chico parou de escrever sério, sério. E passa o tempo. Nada melhor para quem tá arrependido do que o tempo. E Deus permite a Emanuel contar a história do senador Públul, que foi uma das suas reencarnação. Aí em veio fazer uma prece linda. São duas páginas, mas eu quero chamar atenção pro começo da oração. Senhor, o que são 2000 anos diante da eternidade do tempo. E ele vem dear ali um dos seus inúmeros processos. Porque aquela época, naquela reencarnação, perante as suas convicções, ele não interviu, mas depois ele viu que podia fazer diferente e não tinha mais o tempo para voltar. E ninguém tem o tempo para voltar. A gente tem um tempo de desperta, de aprender e de continuar a nossa caminhada. E certa vez, já no meio do seu medunato, Chico perguntou a Emanuel, Emânel, por que tu se apresenta com essas vestes, com essas túnicas, com essa roupa? Como assim, Chico? Por quê? Porque você conta aqui várias reencarnações que você teve de todas elas. Por que essa? Aí vem dizer: "Chico, é para me lembrar do quanto eu sou orgulhoso". Aí quando eu soube disso,
m, Chico? Por quê? Porque você conta aqui várias reencarnações que você teve de todas elas. Por que essa? Aí vem dizer: "Chico, é para me lembrar do quanto eu sou orgulhoso". Aí quando eu soube disso, aí eu pera aí, se manânuel pensar isso, eu não sou mais, eu não sou mais a partir de hoje o alecrim do campo de humildade que eu pensava. E qual é o termômetro para nós sabermos? A nossa consciência, a presença de Jesus nos nossos corações, quando a gente tem a oportunidade de observar o outro em erro, no sentido de compreendê-lo, no sentido de perdoá-lo. Na verdade, quem somos nós para perdoar alguém? E ainda no seu medinho nato, nas conversas de compadre que tinha com Emanuel, uma vez Chico perguntou: "Emâno, me diz uma coisa, qual é qual é a diferença entre a gente e um criminoso?" Aí Emanuel Rio. Chico, pergunta de novo. Qual é a diferença entre a gente e o criminoso? Ô Chico, o criminoso foi descoberto. Essa é a única diferença. Porque nos nossos processos é natural que a gente julgue o outro. Nós somos seres gregários. Tem esse recorde da psicologia. O ser humano é tão difícil, é tão difícil que ele não se aguenta. Aí ele precisa conviver em sociedade. É outro argumento para quando alguém nos chamar de complicado. Eu sou, você também é. Inclusive nós somos seres gregários. A gente precisa conviver em sociedade. Ah, você tá vendo muita coisa no espiritismo. Ó, isso não é nada de espiritismo. Isso é um conceito lá da psicologia. Então, o grande norte da gente somos nós relativizarmos os nossos pensamentos e as nossas decisões no sentido que Jesus é o nosso modelo e guia. Tá lá na questão 625 de livro dos espíritos. Então, o modelo guia não é um coleguinha da rede social, não é uma coleguinha que é influenciadora. O grande modelo guia da humanidade é o influenciador espiritual que é Jesus, cuja obra atravessa do Oriente para o ocidente ao longo dos tempos. Naquela época não tinha rede social e mesmo assim Jesus viralizou. Tem um autor belga, ele tem um livro chamado Introdução
é Jesus, cuja obra atravessa do Oriente para o ocidente ao longo dos tempos. Naquela época não tinha rede social e mesmo assim Jesus viralizou. Tem um autor belga, ele tem um livro chamado Introdução do Estudo da História do Direito, que ele vem traçar no seu livro como foi o processo de construção de leis da humanidade. Aí ele vai passando pelas civilizações mais antigas, vai, vai. Aí ele chega no império romano que teve um código lá de um coleguinha chamado Justiniano, que ele compilou as leis aí chama código de Justiniano. É um grande legado do Império Romano pra humanidade. Aí esse autor, quando ele passa pelo Império Romano, ele fala: "Mas pera aí, naquela época lá em Roma, chegou um pensamento de uma pessoa chamada Jesus, que revolucionou o código de Justiniano em relação ao julgamento das pessoas". Ele fala isso em quatro parágrafos. Aí ele vai falar: "Olhe, o coleguinha Jesus, ele falava muito em ponderação, ele falava muito em empatia. Não faça ao outro aquilo que não queres que faça com você". É um conceito embrionário do que a justiça. Jesus nos ensinou. Aí ele vem dizer: "E o pensamento dessa pessoa de Jesus mudou a estrutura do direito romano". E pelo estudo da história, muitas civilizações bebem do pensamento da legislação romana, como é a brasileira, por exemplo. Então, o pensamento do Cristo, ele vai muito além do que nós conseguimos imaginar. Porque Jesus, ele vem nos ensinar com propriedade de causa, com propriedade do espírito mais perfeito que habitou o planeta, governador espiritual da Terra, conforme registra Emmanuel no livro A caminho da Luz. E nos nossos pensamentos e decisões, se a gente ainda não consegue, e é difícil, se a gente ainda não consegue internalizar os pensamentos do Cristo, nós temos outras perspectivas de referência. E muito cuidado com a estrutura do pensamento, porque registra a questão 459 de O Livro dos Espíritos. que os espíritos influenciam muito nos nossos pensamentos. Kardec questiona o seguinte: "Olhe, estão falando aí de espírito,
tura do pensamento, porque registra a questão 459 de O Livro dos Espíritos. que os espíritos influenciam muito nos nossos pensamentos. Kardec questiona o seguinte: "Olhe, estão falando aí de espírito, de assombração, de vida no além, de reencarnação? Mas como é, como é esse negócio do lado de lá com o lado de cá?" Aí ele pergunta: "Os espíritos influenciam nos nossos pensamentos?" Aí vem a resposta: Muito mais do que imaginais. Muitas vezes são eles que vos conduzem. Vamos fazer um pouco aqui da filosofia espírita pra gente abstrair. Os espíritos influenciam nos nossos pensamentos muito mais do que imaginais. Pela leitura que eu tenho visto do auditório, nós não temos deficiente visual. Então, se tá todo mundo olhando pro púlpito, tá vendo uma pessoa com a camisa preta e listrada de branco. Tá vendo? Tá imaginando que a pessoa tá falando sobre espiritismo? É algo assim concreto. Aí vem a resposta. Se os espíritos influenciam nos nossos pensamentos muito mais do que imagina mais. muitas vezes eles que vos conduzem. A interação espiritual, ela vai desaguar numa construção psíquica do ser. E nós temos numa leitura a respeito da obra de Deus como qualificar os nossos pensamentos no sentido de fazermos uma triagem daquilo do que efetivamente queremos alimentar o coração. No livro Ação e Reação, o benfeitor Silas tem uma história com um espírito chamado Leonel. Leonel era um coleguinha que trabalhava pras trevas. Foi meu primeiro livre espírita a sua irração. Aí um belo dia, Sila estava conversando com Leonel, dizendo mais ou menos assim: "Rapaz, como essa questão aí da obsessão que é uma uma influência negativa do espírito com a gente?" Aí Leonel dá uma senhora lição. Dá até para desdobrar em outra palestra. até pensar sobre isso. Olhe, do lado de cá, no mundo espiritual, nós temos uma escola. Do mesmo jeito que vocês têm o ESD aí, o estudo sistematizado da doutrina espírita, do lado de cá nós temos a escola dos vingadores, as como é a escola do vingador e como é que isso
temos uma escola. Do mesmo jeito que vocês têm o ESD aí, o estudo sistematizado da doutrina espírita, do lado de cá nós temos a escola dos vingadores, as como é a escola do vingador e como é que isso funciona? A paz é assim. Todos nós, sem exceção, temos um pensamento central. A gente pensa várias coisas. A depender da pessoa numa linguagem mais antiga da década de 90, é tipo Fantástico Mundo de Bob, que era um desenho animado. Atualizando para hoje são vários popups, mas muito embora nós tenhamos várias janelinhas, nós temos uma coluna cervical em relação à estrutura do pensamento, que é o pensamento central. E ele vem dizer que nos nossos pensamentos ruins, nós nos alimentamos também. A mágoa para o espírito imperfeito é similar, é similar ao açúcar para o diabético. Come sabendo que faz mal, mas achando um bem danado. Mas são os nossos processos de evolução. São os nossos processos de qualificação do pensamento. Estamos chegando ao final. Deixa eu ver se tem alguma pergunta aqui no YouTube do estilo. Quem sabe faz ao vivo, quem não sabe reza para ver se a resposta vem do céu. Então deixa pra próxima. Feliz Páscoa para Emiliana lá do Ceará. Pode vir. Eles Emanuele. Muito obrigado. Rubens, grande Rubens do ESD, que legal que se transformou trabalhador da casa. Leciane, obrigado. Cátia, Vanderson, Urbano, amigo meu que eu tenho muita saudade. Ele mandou um coração para mim aqui maior do que eu. Eu vou ligar depois da palestra. Marcos lá de Natal e Eliana. Finalizando, eu quero finalizar com duas reflexões. Uma sobre esperança, verberando uma música de um conjunto chamado Paralamas do Sucesso, Lanterna dos Afogados. Quando tá escuro e ninguém te ouve, quando chega a noite e você pode chorar, porque é na noite que a gente chora. A mãe chora no banho. Há uma luz no túnel dos desesperados. Há um cai de porto para quem precisa chegar. Aí tem uma estrofe, uma noite longa para uma vida curta, que é um recorte que a gente tenta fazer na perspectiva dos nossos processos de sofrimento
erados. Há um cai de porto para quem precisa chegar. Aí tem uma estrofe, uma noite longa para uma vida curta, que é um recorte que a gente tenta fazer na perspectiva dos nossos processos de sofrimento que nos tiram um sono, em que a gente fica agitado, bolando para um lado e pro outro da cama, querendo resolver os bastidores da noite. da vida, na verdade, os bastidores da vida na calada da noite. Às vezes entende, mas nem lá, tá cansado e não consegue dormir. É um grande momento de nós clamarmos por Jesus, porque tem uma passagem no finalzinho do sermão do monte. Vinde a mim os que estão cansados e sobrecarregados. Não são os que estão felizes, não são os que receberam alta do tratamento espiritual, não são. São os cansados e sobrecarregados. E por último, finalizando pensamentos e decisões, que nós tenhamos a lucidez de aprender com outro. a lucidez de aprender na diversidade e na adversidade. Hoje, por exemplo, 2 de abril, é uma data mundial a respeito da conscientização sobre o autismo, que tem muito, muito para nos ensinar. São espíritos que reencarnam para nos ensinar o amor pleno, a empatia cristã, um reencontro, porque o amor ele não é visto numa caixa hermética. Não é. O amor é visto, ele é vivenciado onde nós regarmos essa linda flor que nós temos no coração, que é o amor de Deus. Então, que celebremos, que respeitemos, que aprendamos com a diversidade, porque ela tem muito, muito a nos ensinar e vai bem além, bem além dessa atual reencarnação. É uma oportunidade que nós temos de refletirmos sobre a grandeza que é o pensamento espírita, a respeito da imortalidade da alma, a respeito da pluralidade das reencarnações, a respeito dos porquês que às vezes a gente não consegue encontrar respostas. Mas conforme Paulo nos ensina carta aos Tessalonicenses, onde nós estivermos, lembremos sempre de Jesus Cristo, que é o nosso único Salvador. O próprio Paulo, que vem nos ensinar a amplitude do conceito de amor na carta aos Coríntios, que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta.
de Jesus Cristo, que é o nosso único Salvador. O próprio Paulo, que vem nos ensinar a amplitude do conceito de amor na carta aos Coríntios, que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. que possamos voltar para os nossos lares fortalecidos na certeza de que não estamos sozinhos e na certeza de que a vida tem inúmeros porquês que a gente ainda não consegue entender e que o grande propósito dela é amar, é conviver, é respeitar e sobretudo acolher. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Pai, criador da olhos nesse momento conectados como já estamos com Deus, nosso pai, com Jesus nosso guia. Vamos pensar em todas as decisões, todas as as nossas situações atuais da vida. E antes de mais nada, antes de qualquer pensamento, vamos agradecer. Eu sempre inicio as minhas preces agradecendo, porque quando agradecemos, nós trazemos para consciência a certeza de que há muito mais agradecer do que a se pedir. Então vamos começar agradecendo pela vida, pela oportun
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