INTERAÇÃO PSÍQUICA - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/10/2025 (há 6 meses) 49:01 1,164 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim. que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Sejam bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Que a paz de Jesus seja com cada um de nós aqui e pela internet que nos acompanha em mais um final de tarde, onde cada um, por diferentes motivos aqui se reúne presencial ou virtualmente para buscar um alimento para a alma que nos obrigue, sim, a refletir, a ver a vida e algo que nos acontece de uma forma diferenciada. E é comum muitas vezes ouvirmos aqui um tema que aparentemente não precisamos dele no momento, mas certamente num futuro, às vezes muito próximo, nós iremos precisar desse mínimo conhecimento. Talvez nem para nós, mas nós para auxiliarmos alguém. E assim sendo, hoje nós teremos aqui mais uma vez o nosso querido irmão Mário falando sobre um novo tema, interação psíquica, que ele vai detalhar para nós daqui alguns instantes, preparando-nos então para esse ambiente, né, que é necessário, essa preparação é necessária para que haja uma harmonia psíquica, né, questão Então de isso da isso da marcha até uma aula, uma palestra sobre esse tema. É necessário carregarmos o ambiente com nossas boas emoções, com os nossos bons pensamentos. Isso não é um ritual mágico nem místico. A ciência espírita prova isso. Lembremos então de Jesus, nosso amado mestre, nosso amado bom pastor, guia e modelo da humanidade. Amado Cristo, que a tua paz seja conosco uma vez mais e que nós a valorizemos a ponto de não nos desligarmos de vós, para que essa pacificação seja cada vez mais forte em nosso ser por alimentarmos nossas convicções diante das tuas leis, dos teus ensinos. Que a doutrina espírita a nós deixada pelos teus emissários, como nos prometestes, fique conosco diariamente em nossa mente, em nosso coração, em nossos livros, nas palestras e em todos os processos tecnológicos atuais que repercutem por todo o planeta de forma instantânea até esses teus

conosco diariamente em nossa mente, em nosso coração, em nossos livros, nas palestras e em todos os processos tecnológicos atuais que repercutem por todo o planeta de forma instantânea até esses teus ensinos. Lembrar de de vós, ouvir o teu nome nos traz uma alegria na alma. Uma espécie de calafrio poderoso nos percorre com uma emoção sublime ao falar o teu nome de uma maneira singular, profunda, respeitosa, eivada de fé, de carinho e de amor, reconhecimento de que o Senhor realmente e para sempre é o nosso pastor. Como ovelhas necessitadas do teu aprisco, aqui estamos uma vez mais para ouvir-te por intermédio dos teus emissários, a despertar em nós, mas uma nesga de um conhecimento que precisamos ter para melhor compreender e aceitar o mundo em que vivemos, a vida que temos e sermos instrumentos da tua vontade. para nos aperfeiçoarmos e também auxiliarmos aqueles com quem convivemos. Abençoa nosso palestrante e que todos nós possamos ouvir-te por ele. Assim seja. Com vocês, nosso irmão Mário. >> Olá, pessoal. Boa noite. Eu tava falando para Roberto aqui, o que é que eu vou falar depois dessa prece, né? dá vontade de gente ficar pensando nos processos da vida que tanto às vezes nos deixam aflitos e também que tanto às vezes nos colocam em outras oportunidades. Porque a dinâmica da vida, ela vem nos ensinar, na verdade, nos provocar a nós sairmos da inércia para para procurarmos novas oportunidades. Quero desejar aqui em boa noite paraa Judite que nos acompanha lá da Espanha, paraa Gisaura, paraa Eliana e paraa Isabele e Emiliana que nos acompanham no canal do YouTube. Quero também deixar um abraço para o colega Fernando Gomes, que nos assiste lá de Portugal. O tema de hoje, ele se propõe a refletir a respeito de um assunto que nos é muito característico e às vezes a gente pensa que não, que é uma interação psíquica, a dinâmica do pensamento, como nós podemos modular a neurociência a atividade de evolução espiritual. É muito difícil porque é lógico, é muito difícil porque é sutil.

ão, que é uma interação psíquica, a dinâmica do pensamento, como nós podemos modular a neurociência a atividade de evolução espiritual. É muito difícil porque é lógico, é muito difícil porque é sutil. E a respeito do tema, nós podemos nos socorrer à arte enquanto música, por exemplo. E aqui eu quero fazer uma referência a uma colega de movimento espírita aqui de Brasília chamada Bárbara Brito, que ela apresenta um programa incrível intitulado Explorando o Espiritismo, que no último, na última edição, salvo me engano, ela abordou a questão da arte. E a arte é um instrumento pedagógico. Pela arte, por exemplo, nós podemos trabalhar a ludicidade, podemos fomentar imaginações e construir pensamentos. Em relação à arte, sobretudo à arte musical, nós temos um conjunto, na verdade, uma dupla chamada Tam Vanessense, que se propõe a musicalizar o evangelho com viés com a leitura espírita, que é uma dupla muito lúcida, que nos ajuda aí no nosso processo de interação psíquica, no fortalecimento do lado espiritual. Em relação à música, temos um conjunto chamado Cidade Negra, que tem uma música chamada Pensamento, que também tem um recorte temático com a intervenção de hoje, que na primeira estrofe diz: "Você precisa saber o que passa aqui dentro. Eu vou falar para você, você vai entender a força do pensamento para nunca mais esquecer. Essa música na transversalidade com o pensamento espírita, nós podemos, por exemplo, refletir a respeito da questão 872 de O livro dos Espíritos, onde Allan Kardec nos presenteia com um texto maestral, com um texto colossal, com texto que nós podemos dizer que é clássico, intitulado Ensaio teórico sobre móvel das ações humanas, onde o codificador vem tentar construir para nós uma perspectiva de lógica da estrutura do pensamento. Pela lei de liberdade escrita na terceira parte do livro dos espíritos, nós temos três ferramentas de evolução cognitiva. Liberdade de pensamento, liberdade correlata a crença e liberdade ao livre arbítrio propriamente dito. Cada um no

rceira parte do livro dos espíritos, nós temos três ferramentas de evolução cognitiva. Liberdade de pensamento, liberdade correlata a crença e liberdade ao livre arbítrio propriamente dito. Cada um no seu tempo. Nós temos a liberdade de pensar em uma perspectiva mais intuitiva, em uma perspectiva mais primitiva. Nós temos a liberdade de consciência, que é quando nós começamos a nos, começamos a construir um conhecimento dentro da gente e a partir disso nós fazemos as nossas escolhas, nós estabelecemos as nossas premissas, nós começamos a formatar o nosso livre arbítrio, que é como se fosse a nossa identidade espiritual. Cada um de nós tem um núcleo de pensamento, que é a construção individual e psíquica do ser. Enquanto seres divinos, nós fomos criados por amor e para o amor. Mas até nós atingirmos a perfeição, a categoria moral de um espírito crístico, nós vamos percorrendo os nossos próprios caminhos. as nossas próprias escolhas. E nas nossas próprias escolhas, algo nos trouxe até aqui, 30 de setembro de 2025, 6 horas da noite. Talvez seja para assistir uma palestra, talvez seja para tomar um passe, talvez seja para o tratamento espiritual ou até mesmo para uma perspectiva de movimento espírita, como estou aqui com Roberto e a colega Marta, que no final da intervenção vai nos chamar para tomar o passe. colega Ana, que é a colega de movimento espírita do ESG, do estudo sistematizado da doutrina espírita, que tá está aqui presente, provavelmente tenha chegado mais cedo pro estudo que é às 8, para ir aí tentando se harmonizar com a equipe espiritual da casa. Cada um de nós tem o seu próprio propósito. Cada um de nós tem a sua própria história. E no texto da questão 872 de Livro dos Espíritos, Allan Kardec, ele vem fazer um registro sobre isso. O que é que nos move? Qual é, por exemplo, o nosso pensamento central que nos leva aos nossos movimentos periféricos? Como funciona a nossa vontade? Quais são as nossas premissas? Porque todos nós somos compostos por fluidos, que no jargão

lo, o nosso pensamento central que nos leva aos nossos movimentos periféricos? Como funciona a nossa vontade? Quais são as nossas premissas? Porque todos nós somos compostos por fluidos, que no jargão popular significa energia. A doutrina espírita no livro a Gênese, lá no capítulo 14, vem nos ensinar a respeito dessa composição psíquica do ser imortal, tanto na perspectiva reencarnatória como na perspectiva imortal, que antes de começar a palestra, no momento de video show, Roberto estava conversando comigo sobre essa dimensão, tava perguntando para Roberto, um dos sonhos da minha reencarnação é saber onde hoje está Allan Kardec, onde está Fênelo, onde está São Luís, onde está Pedro, onde está Paulo que tanto nos ensinam sobre fé e a ponderação de Roberto foi Mário. provavelmente eles estejam trabalhando, nos ensinando, porque em uma perspectiva espírita, em uma perspectiva cristã, nada melhor do que a autoridade moral do ser para nos ensinar. Nada melhor do que a autoridade moral desses espíritos de grande escol para nos ensinar o caminho que devemos percorrer depois das nossas quedas. Qual é a estratégia para nós nos recuperarmos de uma aflição hoje, de uma angústia hoje, de uma aflição hoje? Como nos recompor diante de uma insatisfação, diante de uma frustração? Porque no íntimo, no íntimo, a gente sabe que é ruim sofrer. E no íntimo, no íntimo, nós sabemos que nós não fomos criados pro sofrimento. Talvez por isso que as nossas dores nos provoquem lágrimas de resignir nação. É como se a gente dissesse assim: "Ô, meu Deus, eu sei que eu não fui criado para sofrer. E por que isso tá acontecendo comigo? Porque logo comigo". E a gente cai em uma grande miragem em relação ao pensamento, que é comparar a nossa vida, a nossa história com a história do outro. Porque o outro faz tanta coisa errada e é feliz. Porque eu vou ao centro espírita. toda terça assistir uma palestra, tomar um passe, faço estudo sistematizado da doutrina espírita, faço o evangelho no lar, faço o estudo das obras de André

e é feliz. Porque eu vou ao centro espírita. toda terça assistir uma palestra, tomar um passe, faço estudo sistematizado da doutrina espírita, faço o evangelho no lar, faço o estudo das obras de André Luiz, de Joana de Angeles e ainda estou em sofrimento porque primeiro cada um tem o seu tempo, seu tempo de aprendizado, seu tempo de conhecimento. informação é muito diferente de conhecimento. A título de exemplificação, neste livro que é o livro dos espíritos, nós temos informação. A partir da sua leitura e a partir da vivência social por intermédio dessa informação, nós vamos construindo conhecimento. Isso quer dizer que o conhecimento cristão, o conhecimento do evangelho é palatável, é concreto, passa longe de ser um discurso estático, passa longe de ser uma palestra, passa longe de ser um passe, passa longe de ser um tratamento espiritual. Alguém aqui já fez um tratamento espiritual? Alguém aqui já repetiu? Se tiver com a vergonha, bota a mão na cabeça. Eu tenho PhD em repetência em tratamento espiritual, porque são os processos do espírito imperfeito. Porque o espírito imperfeito erra, o espírito imperfeito se precipita, o espírito imperfeito se engana. E se tem uma característica do espírito imperfeito, além das trazidas na questão 101 de o livro dos espíritos, é a incrível capacidade em relação à neuroplasticidade. É a incrível capacidade que o espírito imperfeito tem de se ressignificar e de se remendar. Alguns de nós, assim como eu, gente fala da gente, tá todo remendado com duro epoxi, mas está aqui aos trancos e aos barrancos, porque a vida precisa ser vivida. Nós precisamos nos deparar com os nossos próprios obstáculos para conviver com eles. Durante muito tempo na minha vida, eu utilizava a expressão de superar uma imperfeição. Mas a minha imperfeição, ela não compete comigo. A minha imperfeição diz respeito aos meus processos de interações psíquicas, aos meus desejos, as minhas vontades, as minhas vulnerabilidades a ser quem eu sou. E nós somos, esse pensamento é de Joana de Ângeles, um ser

diz respeito aos meus processos de interações psíquicas, aos meus desejos, as minhas vontades, as minhas vulnerabilidades a ser quem eu sou. E nós somos, esse pensamento é de Joana de Ângeles, um ser integral. Nós não conseguimos nos dissociar. Quem é o Mário que erra? Quem é o Mário que acerta? Quem é o Mário que tenta? Ó o dedinho. Mário é Mário. Roberto é Roberto com toda a sua história, com toda a sua construção, com todos os seus desafios e com todas as suas potencialidades. E o espírito de Emanuel no livro Pensamento e Vontade, no capítulo 2, traz um texto incrível a respeito da vontade. E se tem algo, é muito sério isso. E tem algo que a gente pode tirar assim, como se fosse uma carta da manga nossos processos de lutas, nos nossos processos de dores, nos nossos processos de lágrimas, é a vontade. A vontade que temos de sermos felizes. vontade que temos de aproveitarmos essa linda oportunidade que nos foi dada, que é a reencarnação, problematizando mais ainda a linda oportunidade que é a reencarnação e uma época de transição, saindo de um mundo de provas, expiações, indo para um mundo de regeneração. que Allan Kardec nos dá uma dica. No último capítulo do livro A Gênesis, são chegados os tempos que a transição começou há muito tempo. No movimento espírita, muito se fala em época de transição. O que é que época de transição para quem porventura não seja espírita? O espiritismo acredita no progresso. É uma doutrina eminentemente progressista. Progresso moral, progresso científico, progresso do espírito e progresso dos mundos. Sim, o espiritismo, assim como a NASA, acredita em vida inteligente em outros mundos. E nós, no escala de cinco, ainda estamos no segundo em termos de progresso moral. A gente tá saindo de um estado primitivo e chegando aqui no estado de provas e expiações. Alguns espíritos, alguns espíritos, como é o caso de Bezerra de Menezes, o nosso padroeiro, nosso mentor espiritual da comunhão espírita, já é um espírito de uma de um mundo de regeneração.

expiações. Alguns espíritos, alguns espíritos, como é o caso de Bezerra de Menezes, o nosso padroeiro, nosso mentor espiritual da comunhão espírita, já é um espírito de uma de um mundo de regeneração. Mas quando ele teve uma conversa com a equipe de Jesus, ele disse o seguinte: "Não, vamos fazer um seguinte, vamos fazer um combinado: "Eu sei que eu tenho a oportunidade, o direito e o merecimento espiritual de ir para um mundo melhor. Porém, contudo, entretanto, mas todavia, a minha interação psíquica ainda está nesse mundo de provas, expiações. E vamos fazer um combinado, Jesus. Vamos fazer o seguinte combinado. Enquanto tiver lágrima nesse mundo, eu não quero ir pro outro. Porque o progresso ele se dá de uma maneira solidária. O progresso se dá de uma maneira em que espíritos mais amadurecidos do que a gente vem nos ajudar, vem nos socorrer. Funciona mais ou menos assim para quem tem filho, para quem é avô, para quem é avô. A criança começa a aprender a andar. cai aí, começa a chorar, às vezes não sabe nem porque tá chorando. Aí a gente chega, meu filho, meu neto, não se preocupe. A depender do processo pedagógico, se a gente for mais assertivo, a gente trabalha uma perspectiva lúdica paraa criança não estar tanto se envolvendo psicamente com aquela dor, com aquela frustração. A gente pode falar assim: "Levanta para cair de novo, mas em uma perspectiva de acolhimento." Eu quero utilizar essa analogia paraa perspectiva dos espíritos mais experimentados que nos ensinam o que é fé, que é acreditar no porv, que é acreditar na vida futura. E a vida futura, ela se revela através do processo de fortalecimento da fé que nós devemos e não podemos, devemos ter, porque a fé é um sentimento que nos é inato, é um sentimento que nos é de fábrica. Estava falando aqui com Roberto a respeito do livro Há 2000 anos, que é o primeiro romance de Emmanuel por Chico Xavier, que tem a história de Flávia e tem a história de Lívia, que nos ensinam muito sobre fé. E se tem alguém, se tem alguém que pode nos ensinar o que

que é o primeiro romance de Emmanuel por Chico Xavier, que tem a história de Flávia e tem a história de Lívia, que nos ensinam muito sobre fé. E se tem alguém, se tem alguém que pode nos ensinar o que é fé, são os primeiros cristãos. cristão. Para quem porventura não sabe, até onde eu li, essa nomenclatura foi criada pelo evangelista Lucas, cristão seguidor do Cristo. os primeiros cristãos por professarem a sua fé, por professarem a sua interação psíquica em relação a perdão, em relação à misericórdia, em relação à resiliência, não eram tão bem entendidos pela sociedade na época. E naquela época, como não era a perspectiva que nós temos hoje, que é, por exemplo, apagar um número de uma agenda, parar de seguir uma rede social, bloqueado o telefone. Antigamente os primeiros cristãos eram arremessados aos leões. E no livro há 2000 anos, traz alguns relatos que desencarnavam num processo de fé sem nem sentir dor. Porque quando a gente trai, tem fé, a gente pode perceber, não que vá conseguir, que a fé remove as montanhas. Mas as montanhas não é uma montanha, não. Kardec vem ensinar no Evangelho Segundo Espiritismo que a fé remove as montanhas da matéria em que a gente pensa que não vai acreditar, em que a gente pensa que vai sucumbir. Nós temos no poder do pensamento uma perspectiva de trabalhar uma interação psíquica, porque nós somos muito mais, muito mais do que esse corpite que nós temos. O corpo padece e o espírito continua enfrentando as suas lutas, continua amadurecendo o seu processo de conhecimento divino. E o conhecimento divino, para nós efetivamente termos acesso, precisamos estudar Jesus. o maior influenciador que existe, que existiu e que existirá. O pensamento do Cristo se propagou e ressignificou a história da humanidade. Porque Jesus nos coloca em uma posição de protagonismo. Jesus diz assim: "Mário, deixa eu te falar uma coisa. Tu tá julgando aí, mas amanhã quem vai errar é você. Porque o processo de fortalecimento, de crescimento, de desenvolvimento

ição de protagonismo. Jesus diz assim: "Mário, deixa eu te falar uma coisa. Tu tá julgando aí, mas amanhã quem vai errar é você. Porque o processo de fortalecimento, de crescimento, de desenvolvimento demanda tempo, demanda amadurecimento e ninguém aprende trancado dentro de casa. Por isso que nós enfrentamos as nossas provas, por isso que nós resgatamos as nossas expiações. Qual a diferença de prova para expiação? Em traz no livro Consolador. Prova é quando eu penso que estou experimentado para vivenciar alguma situação. Eu consigo, conforme a gente tá conversando aqui, correr 2,5 k. Então eu quero, já que eu consigo correr 2,5 k, eu quero uma prova para ver se eu consigo correr 2,m 600, porque é algo que eu já estou amadurecido. Expiação, por outro lado, são os nossos resgates. É mais ou menos assim, quando a gente matou alguém em outra reencarnação, aí a pessoa tá num processo de um pouco de incompreensão conosco. Como assim você me matou? Não consigo perdoar. Aí a justiça divina vem e traz aquela pessoa como um filho, como um irmão, coloca no núcleo familiar para nós aprendermos a conviver, aprendermos a amar. e o nosso processo de fortalecimento. E aqui eu quero fazer uma referência a outro colega de movimento espírita que é Anderson Portugal. Deixa eu só pegar o nome da palestra. Anderson fez uma palestra aqui monumental na última sexta-feira de manhã. Anderson faz palestra sexta, 8 da manhã. Faça as pazes com os seus desejos. E ele vem falar na palestra dele que o nosso processo de amadurecimento envolve um processo de autoconhecimento, de autocontrole, em que a gente se observe e não fuja de si. Nas nossas interações psíquicas, reflitamos a respeito como é a modulação dos nossos desejos, como é a modulação das nossas vontades. A diferença de um para outro se dá na perspectiva da própria intenção. O desejo é algo mais latente. desejo é algo mais gász já a vontade não. A vontade é algo incipiente que a gente vem trabalhando ao longo do tempo. Leia-se, leia, quer dizer, escute-se,

ópria intenção. O desejo é algo mais latente. desejo é algo mais gász já a vontade não. A vontade é algo incipiente que a gente vem trabalhando ao longo do tempo. Leia-se, leia, quer dizer, escute-se, escute-se ao longo de milênios. E nós temos inúmeras paixões porque estamos em um estado de imperfeição. Orgulho, vaidade, egoísmo, rancor, mágoa, ainda ainda nos são características. Por outro lado, amor, misericórdia, perdão, reencontro, reconciliação, ponderação também nos são. Quando Kardec vem escrever isso nas leis morais, na questão 908, deixa eu colar aqui para não dar informação imprecisa. 908, ele vem escrever sobre as paixões. Aí ele pergunta o seguinte: Como se poderá determinar o limite em que as paixões deixam de ser boas para se tornarem má? Em outras palavras, Kardec pergunta o seguinte: "Olhe, como é que funciona o pêndulo? Como é que eu sei que eu tô começando a cair?" Aí os espíritos vem nos responder a respeito da nossa vontade íntima. E eles dizem mais ou menos assim, a resposta é longa, a gente abrevia. Olhe, a questão das paixões, elas funcionam como se fosse um Corsel, não aquele carro da década de 80, mas como se fosse um Corsel, um cavalo, um cavalo selvagem que sem comando, que se sem racionalidade, ele vai onde quer. Sabe a gente diante das nossas escolhas, diante das nossas vontades, domar? Não em uma perspectiva pejorativa, mas domar em uma perspectiva educativa. O espírito. E cada um aqui, cada um aqui sabe como se educa. Se a gente, utilizando o exemplo que Roberto tava conversando comigo, só consegue correr 2,5 K, não tentemos correr três, não tentemos correr 10, 20, 30. Não atribuamos uma capacidade que a gente sabe que não tem. O nome disso é autoresonsilidade. Jesus nos ensina no Evangelho de Mateus que a cada dia basta o seu mal. No processo de evolução do espírito, em relação à interação fluídica que nós temos, lembremos das sugestões que nos sondam. Tem várias, tem várias. Tem a do espírito obsessor que não tem nada de vilão. Ó o dedinho.

evolução do espírito, em relação à interação fluídica que nós temos, lembremos das sugestões que nos sondam. Tem várias, tem várias. Tem a do espírito obsessor que não tem nada de vilão. Ó o dedinho. É um grande amigo que não nos entende ou que nos entende. Nós temos o nosso anjo da guarda. Nós temos espíritos que nos estão familiares e nós temos a nossa capacidade de escolher. O espiritismo fala muito num conceito vibração mental. Vamos aumentar o padrão, vamos subir o padrão. E quando a gente não consegue, imaginemos Jesus. Nos meus processos, por exemplo, eu imagino esse, tem muita coisa para imaginar para se fortalecer. Eu imagino esse auditório. Eu imagino o auditório Eurípedes Barsanfo. Eu imagino a sala do estudo mediúnico. Eu imagino a sala do ESD. Eu imagino todo esse prédio. O que não falta, o que não falta é porta paraa interação psíquica. Para finalizar que a luz vermelha acendeu, a luz vermelha é um controle que a gente tem ali visual quando o tempo acaba, um dever de casa pro resto da reencarnação. E há 15 dias ou ao mês sai um estudo que a pessoa que vai desencarnar com 150 anos já nasceu. Espero que seja eu. Se não for eu, que seja. um de vocês presencialmente que nos assista porventura no YouTube para ler esse texto chamado sugestão, em que o espírito do Emânel vem falar a respeito da nossa ressonância mental. É o capítulo 8 e lá do livro Pensamento e Vontade, capítulo 9. Para finalizar, deixame ver se tem alguma pergunta aqui no YouTube. Vamos ver aqui rapidinho. Boa noite, Tânia. Elivânia que foi do, um abraço, meu amigo. Daqui a pouco tu tá aqui. Vittor lá do Jardim Mangueiral. Silmara lá da Espanha também. Juliana que nos assiste lá do episódio diário. Fabiana, Sandra, Simone Dirce do Rio de Janeiro, Reinaldo lá de Belém, olha só, terra de Larissa, Ieda lá do Rio Grande do Sul, Lorena de Porto Alegre, Gilmar e Jorge de Brasília. Para finalizar, baseado no programa de Bárbara, no último episódio de Explorando Espiritismo, que ela vai falar sobre a arte, fiz uma poesia, eu

ul, Lorena de Porto Alegre, Gilmar e Jorge de Brasília. Para finalizar, baseado no programa de Bárbara, no último episódio de Explorando Espiritismo, que ela vai falar sobre a arte, fiz uma poesia, eu gosto de escrever poesia, é de bloco de nota, não tem nada rebuscado. O nome da poesia é interação psíquica. Aqui eu termino com ela. Interação psíquica. Somos fluidos. Fluido é diferente de ideias. Ideias são podem ser fixas. Fluidos são essência. Quem somos nós perante a existência? Não a desta jornada, mas a imortal. O que fazemos daquilo que nos faz mal? Ressignificação psíquica. Não nos apegamos, não nos apeguemos às críticas. Se o comentário foi uma ofensa, tenhamos ponderação e paciência. Muito cuidado com os processos de rancores. Eles podem nos trazer ainda mais dores. É o caso da da obsessão espiritual, um vínculo que se reverera a vida imortal. Perdoemos. Perdoemos com Jesus Cristo. É o seu amor que nos tira do perigo. Que o imediatismo da carne não seja miragem. Lembramos que o mestre é perdão e bondade. Que o espiritismo seja também modelo e guia. Ele se propõe a ser uma diretriz para a vida. Reflitamos a respeito do que alimentamos. que o pensamento não seja a porta para o engano. Uma boa noite, que voltemos fortalecidos para os nossos lares. Então, vamos concluir o nosso encontro de hoje. E enquanto o nosso irmão falava, parece que a gente ficou meia hora aqui conversando antes, não foi nada disso, né? Foi só uma tempestade de ideias. E enquanto ele falava, e as temáticas do nosso irmão Mário sempre são bastante reflexivas, me ver a ideia que a doutrina espírita e as palestras, já repararam que ela nunca fala em nunca fala em pecado, em salvação, em algo proibido, mas sempre num caminho de construção individual. O esforço individual. Nosso irmão falou muito bem do conhecimento, conhecimento. E tem um filósofo Kant, Emanuel Kant, que ele tinha uma, ele acreditava muito nisso. Ele tem uma frase que tem um texto que diz assim: "O saber, ouse saber. Nós quando estamos numa religião, temos

to. E tem um filósofo Kant, Emanuel Kant, que ele tinha uma, ele acreditava muito nisso. Ele tem uma frase que tem um texto que diz assim: "O saber, ouse saber. Nós quando estamos numa religião, temos que estudar para sabermos e nos transformarmos. Assim, então, chegamos a ao final de mais uma reflexão, que ela nos enriqueça, seja um instrumento da nossa mudança, daqueles 2600 m que o nosso irmão falou, um pouquinho só, mas esse pouquinho pode significar muito na nossa atual encarnação. Uma vez mais lembremos de Jesus, nosso amado guia e modelo da humanidade, o nosso amado bom pastor, que aqui, amado Cristo, reunidos nesse aprisco sagrado, neste templo religioso de amor, em que atendemos sempre que podemos ao teu chamado do vinde a mim, quando ressa Hoje deste aprisco para os nossos lares, que possamos continuar no esforço de transformar aquele pequeno espaço num outro aprisco. que a sua imagem, seu evangelho, o estudo dele, as reflexões dessas palestras possam nos permitir criar naquele reduto doméstico um novo aprisco e que cada um de nós possa multiplicar de forma incontável esses apriscos, disseminando a tua verdade, o teu amor, os teus ensinos, para que a nossa humanidade melhore a cada dia em amor e fraternidade, em fé, em coragem e no conhecimento pessoal, no autoconhecimento, como o nosso irmão também chamou-nos a atenção. Não podemos então deixar este ambiente sem levarmos o pensamento até ti com a oração que nos ensinastes. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentações, livrai-nos do mal. Que teu amor e tuas bênçãos nos acompanhem até nossos lares. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,

companhem até nossos lares. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.

nidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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