A BENEFIÊNCIA - Vânia Ramos [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para [canto] agradecer de coração a paz dentro [canto] de [música] mim que encontrei na [canto] comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando [música] a [canto] ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir [canto] a perfeição, [música] aqui eu entendi [canto] qual [música] o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza [canto] de viver [música] doando amor, vibrando [canto] luz, buscando a ti. >> buscando [música] [canto] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Tenhamos a certeza do amparo da equipe espiritual que aqui já se encontrava nos aguardando, nos envolvendo com a energia do amor que vem do Mestre Jesus e que nos envolve pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa energia de amor e paz chega também aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós vamos falar sobre um tema beneficência, que está lá no capítulo 13, que a vossa mão esquerda não saiba o que dê à direita. E antes, como sempre, fazemos uma leitura. a prece para depois nós desenvolvermos essa reflexão que é de todos nós. Eu vou ler uma mensagem que tá neste livro Recados do meu coração, que é ditado pelo espírito Bezerra de Menezes a José Carlos de Luca. E a mensagem tem por título: Jesus está nos chamando. Não fechemos os olhos para a dor que campeia além do conforto do nosso lar. Enquanto nossos filhos desfrutam de alimentação farta e equilibrada de nutrientes necessários ao seu desenvolvimento sadio, muitas outras crianças, sem teto e sem família buscam saciar a fome, revirando as latas do lixo. Enquanto nos defendemos do frio, utilizando roupas alcochoadas e cobertores que nos protegem das baixas temperaturas, muitos irmãos que vivem nas ruas em condições precárias tentam se esconder do frio em tetos improvisados e vestindo
utilizando roupas alcochoadas e cobertores que nos protegem das baixas temperaturas, muitos irmãos que vivem nas ruas em condições precárias tentam se esconder do frio em tetos improvisados e vestindo farrapos encontrados no lixo. Enquanto dispos assistência médica e medicação variada para as enfermidades que nos agridem, milhares de pessoas não dispõem sequer de um simples analgésico que lhes alivie uma dor qualquer. Filhos, o sofrimento que grita lá fora é um veemente chamado de Jesus para que o nosso coração se expanda em amor. Além dos estreitos limites da nossa família biológica, porquanto, em última razão, pertencemos todos à grande família de Deus e, por isso mesmo, devemos nos amar aos outros como Jesus nos ama. Ninguém poderá dizer que nada tem a ver com o sofrimento dos outros. Ora, filhos, isto é muito fácil de dizer quando o sofrimento não é nosso. Pensemos quando for a nossa hora de padecimentos e vejamos como gostaríamos de ser amparados por mãos amigas e benfeitoras. Façamos ao próximo o que gostaríamos que nos fizessem. Esse é o mandamento divino que uma vez seguido, equacionará todos os nossos problemas. E assim, meus irmãos e irmãs, elevemos o nosso pensamento, trazendo à nossa tela mental a doce e meia figura de Jesus, estendendo as suas mãos e nos convidando a seguir com ele no trabalho do bem. para que sejamos instrumentos do seu amor onde estivermos e com quem estivermos. Mestre Jesus, te agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui reunidos em vosso nome e que a equipe espiritual responsável por este horário, principalmente o mentor que é São Francisco de Assis, que nos inspire e nos intua. Se conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Como eu disse, o título é a beneficência. E o que é beneficência? Beneficência é a verdadeira caridade. É a caridade material, a caridade moral, a caridade que acolhe, que respeita, é a misericórdia, é a compaixão, né? quando nós nos condoemos com o sofrimento do outro, enfim, é toda a o exercício do amor, porque como nós
al, a caridade moral, a caridade que acolhe, que respeita, é a misericórdia, é a compaixão, né? quando nós nos condoemos com o sofrimento do outro, enfim, é toda a o exercício do amor, porque como nós sabemos, né, a gente sempre fala isso, a caridade é o amor em ação. Eu só vou exercer a verdadeira caridade quando eu também agir com amorosidade com o meu irmão, que nós muitas vezes doamos sim. né? Eh, itens materiais. E é extremamente necessário nesse planeta nosso, onde nós estamos vendo tanto sofrimento, tanta miséria, é necessário, sim. Mas como eu estou doando este alimento, esta roupa, eu estou só lá como um depósito, coloco lá, não tenho a amorosidade de lembrar como essa mensagem vem nos recordar. Bezerra de Menezes, né, que nós temos que abrir a nossa visão, expandir para perceber o sofrimento dos outros e que nós muitas vezes nos fechamos num determinado ambiente ou de família ou de amigos, muitas vezes até numa comunidade feito aqui um centro espírita, mas nós temos que expandir a nossa visão em todos os sentidos. E lembremos da caridade moral, que é a mais difícil, que nós temos a dificuldade de praticar benevolência com o outro, a indulgência com as falhas alheias, não para concordar, mas para que sejamos eh pessoas que não julguemos, que nós muitas vezes até ajudamos, mas estamos sempre julgando, colocando o irmão como um irresponsável. Muitas vezes você ajuda um um irmão em situação de rua, mas muitas vezes colocamos certos títulos nele, né? Preguiçoso, não quer trabalhar. Nós conhecemos a experiência, o que que ele tá passando, o que ele passou. Eu lembro que o Chico, né, Chico Xavier dizia que quando nós tenhamos essa vontade de ajudar o outro e ajudemos sem exigir que haja reconhecimento, gratidão, [limpando a garganta] ou que ele trate a gente numa condição como a gente fosse melhor do que ele. E é como aqui a mensagem vem nos dizer, nos coloquemos no lugar dele, como eu gostaria que me tratassem, como eu gostaria que agissem comigo. Isso tudo é
condição como a gente fosse melhor do que ele. E é como aqui a mensagem vem nos dizer, nos coloquemos no lugar dele, como eu gostaria que me tratassem, como eu gostaria que agissem comigo. Isso tudo é a beneficência. E é interessante o capítulo 13, onde tá esse item, eh, já entra exatamente na instrução dos espíritos. E são espírito categorizados. Por quê? Porque quando eles tiveram aqui encarnados, eles praticaram a verdadeira beneficência. Então, a primeira mensagem é do bispo Adolfo de Argel. Depois vem São Vicente de Paulo, que acredito que muitos conheçam, na Igreja Católica, tem um trabalho muito lindo que foi instituído e que é um movimento de não só de ajuda material, mas de acolhimento, de respeito ao necessitado. Vem falar mensagens de Cáritas, que é um espírito iluminado. Ela foi martirizada no século lá 300, eu não me lembro exatamente, lá em Roma. E ela faz um trabalho lindo. E a mensagem dela aqui também é muito linda. Tem um espírito protetor que não se identifica e tem um espírito também chamado João. Então são mensagens lindas que infelizmente aqui o tempo é curto, nem tem como nós comentarmos uma por uma, mas quem tiver vontade lê em casa, porque cada mensagem é mais linda do que a outra. Mas nós vamos nos ater na mensagem, um trecho da mensagem de São Vicente de Paulo, que ele fala o seguinte: "Sede bons e caridosos, essa chave dos céus, chave que tendes em vossas mãos". Ou seja, a chave está em nossa mão, depende só de cada um de nós, da nossa vontade, e nos transformarmos nesse sentido de auxiliar o outro. E esse auxílio ao outro tá implícito à oração, a paciência, a tolerância, saber silenciar muitas vezes para não criar um clima de animosidade. Então é um aspecto muito amplo essa questão da beneficência. E ele diz: "Toda a eterna felicidade contém neste preceito: Amai-vos uns aos outros. Como nós temos conhecimento disso, né? Independe da religião. E muitas vezes até pessoas que não têm religião conhece esse mandamento, porque esse mandamento
m neste preceito: Amai-vos uns aos outros. Como nós temos conhecimento disso, né? Independe da religião. E muitas vezes até pessoas que não têm religião conhece esse mandamento, porque esse mandamento vem desde lá de Moisés. E nós muitas vezes esquecemos desse mandamento. Nós amamos só aqueles que nos amam. Nós só amamos aqueles que pensam como nós e nós discriminamos muitos por não pensar em agir. Será que eu sou a dona da verdade? Será que eu que sou a certa? E mesmo que eu tenha um embasamento em leis divinas, né? Porque a lei divina nós não podemos contrariar. Eu não posso criticar aquele irmão e julgá-lo e nem condená-lo e nem excluí-lo, porque ele não age como eu ajo ou como não pensa como eu penso. E ele vem dizer: "Não pode a alma elevar-se às altas regiões espirituais senão pelo devotamento ao próximo? Eu só vou me elevar espiritualmente à medida que eu me renovo, a minha renovação íntima, a minha transformação moral. Mas a minha transformação moral está implícito nesse movimento de auxiliar, de amparar, de acolher o meu irmão. Eu não vou evoluir se eu fico voltada, como tem aqueles casos daqueles irmãos que se isolam, ficam só meditando. Será que ele está evoluindo espiritualmente? Ele não compartilha, ele não convive, ele não divide, ele não convive com o outro para entender o outro. Então essa é como ele diz aqui, senão pelo devotamento ao próximo. Somente nos arroubos da caridade, a alma encontra ventura e consolação. E ele fala, o bispo de Adolfo fala no início, é interessante que ele diz assim: "A beneficência, meus amigos, dar-vos há nesse mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorço nem a indiferença perturbam." Todos aqui já devem ter tido oportunidade quando faz o bem a alguém, não com o intuito de ser reconhecido ou ser divulgado. Quando você faz espontaneamente, você sente uma paz, você sente bem com sigo mesmo, porque você fala: "Poxa, consegui". Ou até aquele irmão que nos agride, né? que tá sempre nos cutucando, como diz,
. Quando você faz espontaneamente, você sente uma paz, você sente bem com sigo mesmo, porque você fala: "Poxa, consegui". Ou até aquele irmão que nos agride, né? que tá sempre nos cutucando, como diz, com a vara curta, e você aprende a silenciar, a fazer uma prece mentalmente por aquele irmão. Isso é uma caridade que a gente não tem noção da dimensão, porque você tá se vencendo e você tá acolhendo aquele irmão, mesmo que ele venha te perturbar, te caluniar, te agredir moralmente, né? É complicado, é, mas é um exercício, é uma oportunidade que nós temos que exercitar a beneficência. E São Vicente de Paulo continua: "Sede bons, amparai os vossos irmãos, deixai de lado a horrenda chaga egoísmo. O que mais nos impede exercitar a beneficência, a caridade moral e material, é o egoísmo, como a mensagem nos diz, que nós ficamos atento à nossa vida, dos nossos filhos, dos amigos e não estendemos o olhar para aqueles realmente necessitados, tanto de auxílio material como espiritual. E ele diz: "Não vos disse Jesus tudo que concerne às virtudes da caridade, do amor, que é uma coisa só, né? Como eu disse, a caridade é o amor em ação. Por que desprezar os seus ensinamentos divinos?" E ele nos convida a ler e absorver o evangelho de Jesus. Porque nós muitas vezes lemos, mas lemos um como se tivesse lendo um texto sem fundamento, não nos eh atentamos a os ensinamentos que ali estão contido. E você fala assim: "Ah, eu já li isso." Lê de novo, lê de novo, que a cada vez que você vai lendo, você vai, sua mente vai se abrindo e expandindo. Eu lembro do Divaldo, né, que ele já tinha lido o livro dos espíritos. cinco vezes e falou paraa sua mentora Jan: "Não, eu já sei tudo". J falou: "Não, ela falou para ele: "Não, volte, lê e estude, reflita sobre o que você está lendo." E é assim que a gente deve fazer com o evangelho. O evangelho é o nosso norte. São as lições que Jesus nos deixou e que nós nos dizemos cristãos e como temos ainda dificuldade de exercitar. A lei de amor que Jesus veio [roncando]
zer com o evangelho. O evangelho é o nosso norte. São as lições que Jesus nos deixou e que nós nos dizemos cristãos e como temos ainda dificuldade de exercitar. A lei de amor que Jesus veio [roncando] nos trazer no sentido de explicar o que era o verdadeiro amor, que Deus é amor, é justiça, é misericórdia, que Deus não pune, Deus nos dá oportunidade. E isso Jesus vem nos mostrar o que é o verdadeiro amor. E ele ainda diz: "Por que fechar o ouvido à suas divinas palavras? deixar o coração a todos os seus bondosos preceitos. Ou seja, nós muitas vezes nos fechamos, ficamos focados em determinadas situações e não expandimos esse conhecimento que o evangelho nos proporciona. que a gente começa lá desde a introdução, desde o primeiro capítulo que vai uma sequência e tem toda uma razão de ser o porquê dessa sequência que o Kardec fez orientado pelos espíritos superiores tutelados pelo espírito de verdade e que nós muitas vezes temos essa dificuldade. E sobre essa questão de Jesus, o exemplo que ele nos deu, tem uma mensagem do Emanuel no livro Palavras de Vida Eterna, caridade e riqueza. Olha que lindo. Eu vem nos lembrar da verdadeira caridade, que é mais a caridade moral, né? Se acreditas que que apenas o ouro é base, corrente da caridade, lembra-te de Jesus, que enriqueceu a terra sem possuir uma pedra onde repousar a cabeça. E quanto Jesus praticou a lei de amor, a beneficência, a caridade. E aí, Emanu fala, descerrando o próprio coração, elo a espalhar os bens imarcí, ou seja, duradouros do espírito. medida que nós desenvolvemos a virtude da humildade, da paciência, da tolerância, sermos misericordiosos, compassivos, indulgentes, nós vamos adquirindo esses bens que ladrão não roubam, as traças não roem, nem dá ferrugem, que são os bens imperecíveis. que nós vamos levar quando desencarnarmos. Não vão ser os bens materiais, porque como nós sabemos, quando partimos pro mundo espiritual, não levamos nada de material, levamos o bom exercício do bem, o trabalho que nós tivemos em relação aos outros, aos
er os bens materiais, porque como nós sabemos, quando partimos pro mundo espiritual, não levamos nada de material, levamos o bom exercício do bem, o trabalho que nós tivemos em relação aos outros, aos nossos familiares, tudo de bom. Agora, o mal nós vamos levar também em termos de sentimento. E é isso que nós temos que procurar cada vez mais eliminar em nós esses mau sentimentos de mágoa, de ressentimento, de desejo, de vingança, de intolerância. cabe a cada um de nós. E aí, Emânio vem dizer: "E Jesus fez Luzia a estrela da humildade à frente dos poderosos. Acentuou alegria nas bodas tigelas de Caná. ensinou aos discípulos a verdade sem afetação. Olha só a questão da arrogância, da prepotência, que muitas vezes a pessoa por ter um pouco mais de conhecimento que o outro, ela se sobrepõe ao outro de uma forma arrogante, humilhando. Jesus em momento nenhum agiu dessa forma, deu assistência aos enfermos. Quantas curas Jesus fez sem cobrar um centavo em termos do da moeda antiga que não era essa, né? Agora me esqueci. E também não exigiu reconhecimento, gratidão de ninguém e que nós exigimos demais. Forneceu coragem aos desalentados. É o que nós temos que fazer. Se eu não tenho condições de ajudar o meu irmão que está numa penúria materialmente, eu posso acalentar seu coração com palavras de incentivo, de estímulo, de ânimo, de esperança. Imprimiu visão nova aos olhos de Madalena. Tem um diálogo que eu acho que eu já falei aqui algumas vezes de Jesus com Maria de Magdala lá em Cafarnaum, na casa de Simão Pedro, e ela vai procurá-lo porque ela ouviu falar sobre o amor e ela quis saber dele que amor era era esse. Não era o amor que ela tinha noção que ela era uma mulher de vida, né, desviada. E Jesus foi conversando com ela e ela percebeu que era aquilo que ela precisava e se transformou, que ela no final da sua vida foi ajudar os nossos irmãos que antigamente chamava leprosos, né? hoje é mal de Hansen. E ela foi conviver com eles, ensinar o evangelho de Jesus, acabou se contaminando, mas cumpriu a
nal da sua vida foi ajudar os nossos irmãos que antigamente chamava leprosos, né? hoje é mal de Hansen. E ela foi conviver com eles, ensinar o evangelho de Jesus, acabou se contaminando, mas cumpriu a sua missão a partir do momento que ela abraçou a causa de Jesus. Acendeu súbita a claridade no ânimo de Zaqueu. Todos nós conhecemos a história de Zaqueu, que ele era de porte pequeno. Ele teve que subir numa árvore alta, o cicômano, para ver Jesus. E até um sentido figurado, né? Para nós vermos Jesus, nós também temos que nos elevar espiritualmente. Esse sentido figurado que Zaqueu para que Jesus o visse. Ele subiu ao cicômaro e Jesus o percebeu e notou a sua vontade de renovação, de transformação. E Jesus, ele era um publicano, cobrador de imposto. E Jesus disse a ele: "Essa noite irei jantar em sua casa". quer dizer, Jesus e foi criticado, mas e tinha isso, é um ensinamento para nós. Nós muitas vezes não nos aproximamos de determinadas pessoas para ajudar com o receio da crítica dos outros. Olha com quem ela tá falando. Jesus não se preocupou porque ele sabia que é íntimo do Zaquel. E é tem um exemplo do Chico, né? Até no filme que sobre a vida dele, ele foi a um prostíbolo, né? E Emanuel disse a ele, você tem que ver como você vai sair de lá. Então, você ir a um local para ajudar, passar uma mensagem de esperança ou levar algo material, não é por isso que você vai se contaminar com o defeito do outro. Você tá indo com amor, por amor. E esse cuidado que a gente tem ter que muitar, ah, não vou ali porque claro que tem determinado lugar que eu não posso ir sozinho, mas tem trabalhos, tem ONGs que tem, tem gente que não quer vincular a religião e a gente tem que respeitar. Aqui em Brasília tem várias onas que fazem trabalhos maravilhosos. É só querer. E aqui diz: "Cercou de bondade o esmorecimento de Simão Pedro". Que Simão Pedro era no início irracível, eh, impaciente, né? E Jesus teve uma paciência com ele e foi transformando. Tanto que Jesus confiou a ele a ser o guia dos demais discípulos.
de Simão Pedro". Que Simão Pedro era no início irracível, eh, impaciente, né? E Jesus teve uma paciência com ele e foi transformando. Tanto que Jesus confiou a ele a ser o guia dos demais discípulos. E Jesus brindou o mundo com esquecimento do mal, retomando-lhe o convívo, ou seja, conosco após o túmulo. Jesus está presente em todos nós. Só depende de nós aproximarmos dele nessas ações do bem, da benevolência, da indulgência, do perdão. E nós temos uma mensagem que é muito interessante, tá lá no livro, eh, agora eu esqueço o nome do livro, eh, mas eu vou falar sobre a história. Ele fala a caridade desconhecida. Ah, é Jesus no Lar. Agora lembrei o livro Jesus no Lar. fala sobre a caridade desconhecida, que aquele irmão na condição muito pobre, mal, o que ele ganhava dava para alimentar seus filhos e esposa. E ele tinha um sentimento, eu não posso dar um prato de sopa para alguém. Que que ele fez? Ele resolveu combater o mal com o bem. Então, se vinha alguém falar mal do outro, ele silenciava. Não. Ou se ele tivesse condições, ele destacava algo de bom naquele irmão a que estava sendo criticado. Se alguém viesse com agressividade, ele usa até um exemplo, o eh o espírito e o Lúcio, psicografia do Chico, [limpando a garganta] que ele recebia como calhar, era como calhas, pedras, né, caindo em potes de mel. Olha só, quando uma pedra cai num pote de mel, ela desce, ela não fica eh acima. Então a o exemplo a interessante isso, quando vem aquele impacto, eu deixe aquilo acontecer sem reagir, sem ter essa agressividade que muitas vezes nós temos, né? Porque a gente acha que não, eu vou dar o troco, eu não vou ficar calado. E olha só o que ele achei aqui, gente, o o a mensagem. E aí diz o seguinte: quando se alguém diante dele dava vazão à cólera, considerava a ira como enfermidade digna de tratamento e recolhia-se a quietude. Uma pessoa irada, agressiva, ela tá doente da alma porque ela tá fora do equilíbrio dela. eu olhar para essa irmão, essa irmã com caridade. Aí ele diz,
de digna de tratamento e recolhia-se a quietude. Uma pessoa irada, agressiva, ela tá doente da alma porque ela tá fora do equilíbrio dela. eu olhar para essa irmão, essa irmã com caridade. Aí ele diz, reparando ameaça sobre a tranquilidade de alguém, tentava desfazer as nuvens da incompreensão, sem alarde, antes que assumisse infeição tempestuosa. Seu zelo contra a incursão e extensão do mal era tão expressivo que ele chegava a catar pedras, galhos da passagem onde tinha pedestre para evitar que as pessoas viessem machucar, cair. E eu só lembro de uma situação que eu vi uma senhora idosa caminhando na trecho aqui. Nós temos, né, os passeios para pedestre e tinha um galho e ela porque falei assim: "Ah, mas tirar galhos porque ela pisou, o galho era torto, veio assim, bateu na perna dela e feriu." E toda vez que eu leio essa mensagem, eu lembro disso. Olha, nós fazendo caminhada, se a gente vê um galho ali, dá uma empurradinha, joga pra grama, né? porque pode passar um idoso e machucar pequenas coisas que ele tinha esse cuidado de fazer o bem combatendo o mal. E assim, adotando essas diretrizes, chegou ao termo da sua jornada humana, incapaz de atender as sugestões da beneficência que o mundo conhece, ou seja, aquela beneficência só no aspecto material. Jamais puder estender uma tigela de sopa. ofertar uma pele de carneiro aos irmãos necessitados. Nessa posição, o servidor humilde, após o seu desencarne, achou que ia ter um julgamento, que a gente sabe que não há julgamento, é diante da nossa consciência, né? E ele foi surpreendido. Chegou os anjos e o lhe deu uma coroa de luz. E ele ficou espantado, não entendeu e falou: "Mas eu não fiz nada, fiz tão pouco". E ele foi informado que a sublime recompensa se referia à sua triunfante posição na guerra contra o mal em que se fizera. valoroso emprenteiro. Olha só, se eu não posso ajudar meu irmão de outra forma, vamos combater o mal aqui, o mal que há em nós também, porque o autoconhecimento que a doutrina tanto nos fala é para
a. valoroso emprenteiro. Olha só, se eu não posso ajudar meu irmão de outra forma, vamos combater o mal aqui, o mal que há em nós também, porque o autoconhecimento que a doutrina tanto nos fala é para isso, para nós nos percebermos, observarmos e termos a humildade e reconhecer ainda as nossas imperfeições. é uma caridade conosco mesmo e que podemos fazer isso constantemente. Então, o que mostra aqui é que a beneficência em qualquer circunstância, em qualquer situação, nós podemos exercitá-la. E Jesus, então isso era, eu quando eu comentei essa história, é um diálogo que Jesus tem com seus discípulos, porque eles questionavam como fazer a beneficência sem recursos monetários. E Jesus então encerra essa história do irmão que combateu o mal com bem e diz assim: "Distribuamos o pão e a coberta. Acendamos luz para ignorância. e intensifiquemos a fraternidade, aniquilando a discórdia. Mas não nos esqueçamos do combate metódico e sereno contra o mal, em esforço diário, convictos de que nessa batalha santificante conquistaremos a divina coroa da caridade desconhecida. Ou seja, façamos o bem sem olhar a quem e sem querer reconhecimento, sem querer louros aqui. Porque quando desencarnarmos, a espiritualidade, Jesus, Deus sabe das nossas ações. E é lá que nós vamos responder pelas boas e más ações que cometermos aqui encarnado. Não depende só de cada um de nós. Vamos nos esforçar, vamos ser perseverante. Lembrando, o Emânio nos fala que a vontade é a mola que nos aciona para fazer o bem ou mal. Só depende de nós. Que fortaleçamos a nossa vontade no evangelho de Jesus, que com certeza dia a dia nos tornaremos um pouco melhores do que hoje somos. todos nós, que todos nós aqui estamos na condição de aprendiz e vamos aceitar o convite de São Vicente de Paulo, buscar mais o conhecimento das leis de Deus, buscar mais o conhecimento dos ensinamentos do Cristo, mas de forma a absorvê-los e colocá-los em prática. Que Jesus nos abençoe e nos proteja hoje e sempre. E para encerrar, vamos fazer uma prece e
, buscar mais o conhecimento dos ensinamentos do Cristo, mas de forma a absorvê-los e colocá-los em prática. Que Jesus nos abençoe e nos proteja hoje e sempre. E para encerrar, vamos fazer uma prece e eu vou convidar todos aqueles que queiram acompanhar em voz alta e que muitos talvez conheçam a prece de Cárita que eu falei que é um espírito iluminado e uma das tem três mensagens delas sobre a benepicência. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai a força aqueles que passam pela provação. Dai a luz à aquele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito à verdade, a criança o guia, o guia, ao órfão, o pai. Senhor, que vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes. Piedade, Senhor, para aqueles que vos não conhecem. Esperança para aqueles que sofrem. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos nas fontes dessa bondade fecunda e infinita. E todas as lágrimas secarão, todas as dores se acalmarão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. E queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade, dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa doce imagem. Graças a Deus e graças a Jesus. Tenhamos uma feliz Páscoa, lembrando que a Páscoa é Jesus, é renovação, é vontade de nos tornarmos melhores. Fique em paz, que Jesus nos abençoe e aguardem, por favor, nosso irmão para a chamada para o passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de
rnarmos melhores. Fique em paz, que Jesus nos abençoe e aguardem, por favor, nosso irmão para a chamada para o passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se [música] coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música]
cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais [música] de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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