Entrevista com Simão Pedro | Congresso Espírita de Juiz de Fora MG
Live de divulgação do livro Paz além das palavras. Autor: Simão Pedro de Lima Editora: Intelítera. Realização do congresso: Conecta Espiritismo Apoio: TV IDEAK-RJ
Muito boa tarde, pessoal. Estamos aqui com mais um podcast do Conecta Espiritismo no Congresso de Juiz de Fora. E hoje nós temos o prazer de falar novamente com Simão Pedro. A gente começou uma conversa ontem, vocês adoraram e pediram mais. E hoje nós vamos estender um pouco mais sobre o tema de ontem, trazendo o livro que o Simão Pedro está lançando aqui no Congresso de Juiz de Fora chamado Paz, além das Palavras, pela editora intelítera. Então, a gente vai falar um pouquinho, né, sobre esse conceito, é, de paz, mas também trazer a formação desse livro, né, é que eu achei muito interessante quando eu li trazer algum desses ensinamentos aqui, é, pro pessoal que tá interessado agora em saber mais. Então, eu começo eh te perguntando eh como é que é organizado esse livro, do que ele se trata e como que você pensou que as pessoas o recebessem. É uma pergunta difícil, porque não é um livro que eu pensei em escrever, é um livro que foi surgindo a partir de circunstâncias, a partir de palestras, de temas que as pessoas pediam para as palestras. E em função disso, eh, me veio a ideia de compilar esses diversos temas pedidos em um conjunto que pudesse representar, digamos que o pano de fundo de todos os pedidos. E o pano de fundo era essa ideia da paz, essa ideia de tentar entender um pouco mais o porquê das nossas ansiedades ou dos nossos temores, das nossas inseguranças e como entender isso dentro de um conceito chamado paz. Até num primeiro momento pensávamos em ter como título do livro Viver em Paz. Eu já havia escrito um outro chamado Viver Melhor e entendemos que talvez daria uma ideia de um eram assuntos sequenciados. Então, por isso a própria editora sugeriu das palavras e estruturamos, quando eu digo estruturamos eu e o pessoal da editora que entende muito mais do que eu sobre livro e a estruturamos em quatro conjuntos. em quatro partes, colocando nessas quatro partes 26 itens, 26 capítulos, a paz, abordandoes, abordando a convivência, sempre indo para a ideia da paz, por
e livro e a estruturamos em quatro conjuntos. em quatro partes, colocando nessas quatro partes 26 itens, 26 capítulos, a paz, abordandoes, abordando a convivência, sempre indo para a ideia da paz, por exemplo, eh, afetividade, convivência e afetividade para uma vida em paz. a lidar com as aflições em busca da paz. Então, o pano de fundo ficou sempre a ideia da paz dentro daquele conceito que nós conversamos no último podcast de entender a paz como um elemento interno, como sendo algo pessoalizado e não algo externalizado necessariamente. Então, essa foi a, digamos, esse foi o mote que e para isso vamos escrevendo, nós vamos escrevendo e depois eh não percebemos que repetimos, que já falamos em outro outro espaço. Então, o trabalho de revisão que foi feito pela Fátima foi muito importante. Então, esse conjunto de pessoas, a Ivana que me incentivou a escrevê-lo esse livro, aliás, o primeiro livro e esse que foram nas mesmas épocas, mas houve um interregno, né, um espaço temporal e esse segundo 2025, né, 9 anos depois, mas ele já estava, por assim dizer, pronto, um ano depois do primeiro, em 2017, mas circunstâncias várias eh não me permitiram dar o acabamento necessário. Então, eu tenho comigo que não era o momento para se lançar o livro. E revisando o texto escrito lá em 2017, eu vi que ele precisava amadurecer mesmo, ele precisava ter mais maturidade. E é o que conseguimos no meio desse ano, início desse ano. Eu reservei 20 dias, 25 dias e durante esses 25 dias me dediquei exclusivamente a dar essa maturidade que o texto precisava, acrescentando algumas coisas que não estavam e não havia não havia pensado nelas e retirando algumas que eram a princípio desnecessárias. E mesmo assim, depois de editado o livro, mais coisas poderia ter pensado em colocar, mas aí já fica para um outro livro, quem sabe daqui a 9 anos de novo. >> Não, nós não vamos esperar esse tempo todo. Nós nós pedimos para que você Que bom que você teve essa compilação de ideias, porque é um conteúdo riquíssimo
o livro, quem sabe daqui a 9 anos de novo. >> Não, nós não vamos esperar esse tempo todo. Nós nós pedimos para que você Que bom que você teve essa compilação de ideias, porque é um conteúdo riquíssimo que tá aqui. Eu queria começar fazendo uma pergunta que é muito solicitada por todos, que é: ah, na busca da paz, nós temos muita dificuldade com os relacionamentos interpessoais. talvez seja uma das maiores dificuldades, né, no relacionamento conosco mesmo e nos relacionamentos interpessoais, justamente porque não temos a previsibilidade, né, do outro, né, e ou não não pretendemos ter, mas é muito falado a busca da paz quando você tem que lidar com o outro. Qual que é a sua visão sobre isso? Veja, o relacionamento interpessoal é uma das formas de nos conhecer. Se nós olharmos a resposta que Santo Agostinho nos dá, quando Kardec pergunta a ele, a questão 919A do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta eh como nos conhecer, né? Kardec faz a primeira pergunta, 919, que falamos dela no último podcast e no desdobramento ele questiona como nos conhecer. E Santo Agostinho dando uma resposta, ele fala da autoanálise, que conversamos no último podcast, mas ele fala também da convivência com semelhante, da convivência com semelhante que se transforma numa escola. Por que isso? Por meio da convivência, nós podemos nos conhecer olhando as nossas reações ante as ações das pessoas, observando por nós temos certos incômodos com pessoas e não com outras. e tentando entender os porquês desse incômodo, tentando perceber quais os motivos me levaram a agir, percebendo porque que com algumas pessoas eu sou afável, com outras não. E uma pergunta que precisamos nos fazer nesse aspecto da convivência, porque quanto mais íntimos nós somos, mais distante nós nos tratamos. É fácil entender isso. Como é que nós somos na rua com os estranhos? Vejamos as palavras. Por favor, com licença, você primeiro. Muito obrigado. Não seja por isso. E como é que nós somos com os de Cala, sai. Por que que com o estranho eu sou
os na rua com os estranhos? Vejamos as palavras. Por favor, com licença, você primeiro. Muito obrigado. Não seja por isso. E como é que nós somos com os de Cala, sai. Por que que com o estranho eu sou educado? Com de casa eu sou ríspido? As pessoas se encontram, cruzam na rua e uma não vê a outra e uma delas diz assim: "Você não vai me cumprimentar? Você dormiu comigo?" Quer dizer, quem dorme junto não se cumprimenta. Então, quanto mais junto nós estamos, mais indiferentes nós ficamos. E muitas pessoas trazem essa ideia como sendo fruto da rotina. Ah, mas é porque é uma rotina. Todo dia nós nos encontramos, vamos convivendo e aí vamos ficando, ficando nós mesmos. Porque quanto mais íntimos, mais nós nos mostramos como nós somos. Com os estranhos, eu quero me mostrar como eu gostaria que me vissem. E em casa eu me mostro como eu sou. Então a pergunta é: eu sou de casa ou o de fora? Eu sou de casa porque é onde eu não tenho eh elementos sociais para exercer. Então, a convivência com a família nos permite nos conhecer. A convivência com os mais próximos nos permite eh mostrarmo-nos a nós mesmos em que nível nós estamos. Ser educado com os estranhos é pro forma. ser educado com os íntimos, aí determinará se realmente nós estamos um passo no campo da paz, da paz interior. E é outro aspecto que é importante nós entendermos nessa relação interpessoal, só existem duas regras. A primeira regra, todo mundo tem razão. Todo mundo se acha com a razão. Eu tenho razão, você tem razão. E a segunda regra é todo mundo tem razão. Ou seja, todos nós achamos que nós somos os únicos certos numa relação interpessoal. Nós não cogitamos da possibilidade de estarmos errados. E isso cria uma barreira. Cria uma barreira para a afetividade, que é a natural decorrência de um processo de convivência. Por isso, convivência e afetividade, desenvolver o afeto. Nós somos seres idiossincráticos, ou seja, embora semelhantes, nós não reagimos da meira mesma maneira a um mesmo estímulo. Várias pessoas em um mesmo lugar,
vência e afetividade, desenvolver o afeto. Nós somos seres idiossincráticos, ou seja, embora semelhantes, nós não reagimos da meira mesma maneira a um mesmo estímulo. Várias pessoas em um mesmo lugar, ouvindo uma mesma pessoa no mesmo momento, têm percepções diferentes. Então, quando nós percebemos que o que nos assemelha é justamente o fato de sermos diferentes, nós desenvolveremos a alteridade. O que que é a alteridade? Aprender a conviver com as diferenças. E nesse sentido, então, não passa mais a nos incomodar a atitude alheia. Por quê? Porque entendemos que somos seres diferentes, que estamos em momentos diferentes, em ritmos diferentes, buscando talvez as mesmas coisas, mas por caminhos diferentes. Então, quando nós percebemos isso, a convivência fica melhor. A convivência sai da ideia da igualização das pessoas, porque nós não somos eh nós não somos uniformizados. Nós podemos estar unificados, mas não uniformizados, porque feriria a individualidade. Então, é importante que eu respeite a individualidade. E nesse conjunto, muitas vezes, nós tentamos algo impossível, mudar o comportamento do outro sem antes mudar o nosso. E a relação ela sempre precisa partir dess desse conceito. Se é uma relação de duas vias, não adianta uma mudar. É preciso que as duas repensem e é preciso que parta de mim. Porque eu digo, que nós entendamos isso para transformar a convivência aí sim numa escola bendita. Escola bendita, cuja disciplina, cujo conteúdo é o autoconhecimento, me permite olhar para mim. E eu posso começar a dizer, pela minha reação, eu não estou no nível que eu achava que eu estava. Eu preciso repensar minhas atitudes e não querer que o outro se modifique, que o outro se transforme. Na relação interpessoal, não sei se comentamos isso ontem, há um elemento muito comum, muito presente, a mágoa. É muito comum as pessoas dizerem assim: "Ah, mas é difícil me relacionar porque ele me magoou, ela me magoou". E o que que é a mágoa? Se nós olharmos o verbo magoar, o verbo magoar, ele é um verbo
oa. É muito comum as pessoas dizerem assim: "Ah, mas é difícil me relacionar porque ele me magoou, ela me magoou". E o que que é a mágoa? Se nós olharmos o verbo magoar, o verbo magoar, ele é um verbo pronominal. Que que é verbo pronominal? Para eu conjugá-lo, eu preciso de um pronome. Não dá para conjugar somente assim: eu magou, tu magoas, eu preciso um pronome. Só que desse pronome ele precisa ser reflexivo, é um verbo pronominalo. O que que é verbo pronominal? us um pronome. Esse pronome tem que remeter ao conjugador. Como se o verbo magoar? Eu me Tu te magoas. Ele se magoa. Veja os magoamos. Vós vos magoais. Ele se magoou. Não é ele me magoou. Eu me mago com ele. Então, não foi a pessoa que me magoou, fui eu que me magoei com ela. E por que me magoei com ela? Porque eu queria que ela me desse o aquilo que ela não pôde me dar. nasce de um egoísmo, de exigir conduta para o alheio, sem saber se ele está no nível dessa conduta. Então, é importante nós percebermos isso, que somos nós os responsáveis pelo processo de de melhor ou não relacionamento. E aí volto a dizer, a convivência é uma escola bendita, que precisamos olhar para ela como sendo um mecanismo para o nosso melhoramento e não para consertar a conduta alheia. Perfeitamente. E a gente se lembra muito, né, do que nós tratamos ontem, que é uma uma continuação, uma explanação. Eh, quando você diz que a gente tem que perguntar por fizemos aquilo? Porque aí nós temos bem essa diferença do quando eu faço para que tenha uma imagem externa de mim ou quando eu faço porque realmente é aquilo que eu sou. Então, quando eu, no exemplo que trazido por você, quando eu trato alguém bem fora de casa, é porque eu quero que me vejam como educada. E se eu trato alguém dentro de casa de maneira ruim, é porque eu sou daquela maneira e estou tentando fazer com que a pessoa faça o que eu quero e não aquilo que ela que ela tem para entregar. Então, a gente vê que esses dois podcasts podem ser assistidos em sequência. Se você não
ira e estou tentando fazer com que a pessoa faça o que eu quero e não aquilo que ela que ela tem para entregar. Então, a gente vê que esses dois podcasts podem ser assistidos em sequência. Se você não assistiu o primeiro, você pode voltar e assistir, porque a gente tá falando do mesmo assunto, mas como esse livro aqui, que tem capítulos separados, eh, capítulos que sempre conversam um com o outro, mas podem ser lidos separados, esses podcasts também. E aqui na proposta do livro, adentrando um pouco mais, nós temos um conceito que eu acho que é interessante perguntar para você, que é a o que nós podemos entender como a paz de Cristo. O que é a paz de Cristo? Jesus, ele trouxe duas frases em momentos diferentes que nos permitem refletir sobre isso. Primeiramente, ele diz: "Eu vos dou a paz, a minha paz. Eu vos deixo a minha paz, mas não vola dou como o mundo a dá". Então, com essa frase, nós percebemos que existe a paz que o mundo interpreta e a paz efetivamente que Jesus oferece. Num outro momento, num outro contexto, ele diz: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo. Então, dois momentos mostrando que há uma ideia de paz que dissemos no último podcast, que é a ideia de que é a ausência de problemas, que paz seria a ausência de conflitos, a ausência de dificuldades, de problemas, de ansiedade, quaisquer coisas. E Jesus vem dizer que essa é a paz do mundo. E ele diz que não nos deixa a paz como o mundo nos dá com esse conceito, porque ele nos traz um elemento reflexivo para que entendamos que a paz é um estado de espírito. A paz é uma essência da própria pessoa. É como a pessoa lê os os acontecimentos. como a pessoa interpreta os acontecimentos. E ele deixa claro que o mundo sempre ou no mundo sempre nós teremos aflições, porque faz parte da do nosso nível evolutivo gerar situações de aflições. E é natural que no mundo de provas e expiações como o que nós vivemos, a Terra, haja, digamos que uma
re nós teremos aflições, porque faz parte da do nosso nível evolutivo gerar situações de aflições. E é natural que no mundo de provas e expiações como o que nós vivemos, a Terra, haja, digamos que uma efervescência aflitiva. E Jesus diz o quê? Tende bom ânimo. Eu venci o mundo. Se nós olharmos a palavra ânimo, nós veremos que ela advém etimologicamente de uma palavra latina que é ânimos ou anima. Essas duas palavras significam alma. Quando dizemos tenha bom ânimo, estamos falando não é mais de humor, estamos falando de alma, de um sentido mais amplo, de um sentido mais profundo que nos leva à ideia da imortalidade. Se nós olharmos no livro dos espíritos, Kardec faz uma pergunta, a questão 134. Ele pergunta: "O que é alma?" E os espíritos respondem, o espírito encarnado. Então nós imaginamos, ah, não, alma, é um espírito encarnado. Não, é muito mais profundo do que simplesmente isso. Por que que há essa didática? O espírito não corporificado no mundo como a Terra, ele tem mais liberdade em termos de percepção do todo. Uma vez encarnados, primeira coisa, já esquecemos do nosso passado, o passado reencarnatório. Então é outra realidade. e sofremos influência da própria estrutura matéria, do próprio corpo, das funções hormonais do corpo que afetam a estrutura mental do espírito. Então, quando os espíritos disserem isso a Kardec, é para dizer: "Olha, esse olho é por minha conta. Eh, na terra, uma vez encarnado, há uma circunstância que faz com que o espírito mergulhe em um íntimo que não dá a ele a mesma expansividade quando ele está fora do corpo. Então, quando fala ânimo, é justamente para que num encarnados nós valorizemos mais essa questão de sermos seres interdimensionais, que não estamos só aqui e não estamos lá, estamos aqui e lá num processo, digamos, simbiótico, mundo espiritual, mundo material, que é o que vemos na questão 84, 85, 86 do livro dos espíritos, a interrelação entre os mundos. Então, quando diz tende bom ânimo, é para que enxerguemos mais do que o limite material que nós
aterial, que é o que vemos na questão 84, 85, 86 do livro dos espíritos, a interrelação entre os mundos. Então, quando diz tende bom ânimo, é para que enxerguemos mais do que o limite material que nós estabelecemos. Por quê? Quando nós temos noção clara da imortalidade, nós teremos uma outra ética existencial. Uma coisa é eu achar que tudo termina no túmulo. Outra coisa eu perceber que todas as minhas ações reverberarão a de infinito. Por quê? Porque somos imortais. Então esse venci o mundo é justamente ele dizendo que foi além das barreiras materiais, além do limite que o mundo estabeleceu, o túmulo, dizendo que o túmulo não é o fim, há uma sequência e que a paz vai além dos elementos materiais, vai além dos elementos, digamos, inconstantes, impermanentes da vida material. Se nós observarmos na vida material, há uma impermanência latente e a gente quer uma permanência nessa impermanência. Então isso gera situação conflituosa. E ele vem dizer que não é assim. Ele vem dizer que há elementos que vão além do que nós achamos que é o fim. Então vem o Cristo mostrando-nos a imortalidade quando ele dizia: "Eu vim para que todos tenham vida". e a tenham em abundância. Não é abundância na vida, é vida em abundância. E ele e ele arremata essa ideia num outro diálogo que ele tem com Pilatos, quando ele diz assim: "Meu reino não é deste mundo". Essa é a grande fala do Cristo que abriu-nos esse essa tela para dizer: "Não termina a vida no túmulo". Então eu preciso mudar o meu comportamento, preciso mudar a visão de mundo. E ao mudar a visão de mundo que vai além do túmulo e que com a ideia espírita vem antes do berço, a paz passa a ser a compreensão de tudo isso. Então, aí sim nós entendemos que a paz do mundo não é a paz que Jesus preconizou, porque a paz do mundo termina com o mundo. A paz que ele preconiza permanece. E com essa ideia, com essa fala, nós podemos inferir que não podemos colocar como sinônimas as palavras encarnação e vida. Muitos de nós achamos que do berço ao
ndo. A paz que ele preconiza permanece. E com essa ideia, com essa fala, nós podemos inferir que não podemos colocar como sinônimas as palavras encarnação e vida. Muitos de nós achamos que do berço ao túmulo é a vida e na verdade é a encarnação. A vida é mais do que isso. E nos leva a também a perceber que nós só temos uma vida porque somos imortais. Se tivermos mais de uma vida, nós seremos mortais. Morre numa vida, começa outra vida. Então, nós só temos uma vida. Por quê? Porque estar encarnado, estar desencarnado, são momentos na mesma vida. Desde que eu fui criado, sou eu. Quando Deus me criou, está lá este espírito que eu sou. Ora eu estou encarnado, ora estou desencarnado, ora encarnado, ora desencarnado. Então, encarnação não é sinônimo de vida. Encarnação é uma etapa da vida. E assim sendo, aliás, quem diz isso é Kardec, está lá na no item 9 do capítulo 7 do livro Céu e Inferno, quando ele diz que uma falta será sanada na encarnação, na outra encarnação ou outras encarnações. E ele acrescenta pois as reencarnações são solidárias entre si, porque pertencem ao mesmo espírito. Então isso mostra claramente que o conceito de vida sendo ampliado, as ansiedades das encarnações são melhor compreendidas. E aí sim vem muito claro Jesus dizendo: "Eu venci o mundo". Então é esse o conceito pra gente lidar com a paz, essa paz do mundo que Emanuel chama de preguiça rançosa. E a paz que o Cristo nos indicou, que é essa paz enxergando a vida em abundância. o outro mundo, a nossa sequência dentro da imortalidade. >> Perfeitamente. Nós eh estamos aqui novamente com o Simão Pedro porque foi muito pedido, mas infelizmente a gente vai ter que encerrar o nosso bate-papo, mas não acaba aqui porque vocês podem continuar vendo essas mesmos mesmos conceitos aqui no livro Paz, Além das Palavras, que é da editora intelítera e que foi lançado nesse congresso de Juiz de Fora. Mas você pode comprar através das redes sociais também você pode adquirir esse livro aqui. Mas aqui especificamente, né, o Simão Pedro está
ntelítera e que foi lançado nesse congresso de Juiz de Fora. Mas você pode comprar através das redes sociais também você pode adquirir esse livro aqui. Mas aqui especificamente, né, o Simão Pedro está autografando. Então todas as vezes que nós tivermos congressos é sempre interessante a participação por conta desses momentos únicos que vão trazendo essas histórias para nós. Eh, nós agradecemos muito. Faço um adendo. Claro, você me permite, o livro eh ele foi por mim escrito, editado pela editora, mas é importante nós entendermos a finalidade, eh, trabalhar a ideia da paz, mas ele também tem um uma outra finalidade. Todos os direitos autorais foram cedidos para fraternidade sem fronteiras. Esse é um livro que sendo adquirido, tudo aquilo que caberia ao autor será dirigido automaticamente pela editora para a organização Fraternidade Sem Fronteiras, que se vocês não conhecem, entrem no site www.faternidadesfronteiras.org.br, br que presta um serviço, uma uma uma ONG seríssima, que prestam um serviço a no Brasil, na África e tem diversos projetos que buscam padrinhos, madrinhas. E o livro faz parte da contribuição voluntária para essa causa, a causa das do sorguimento, a causa do respeito, da solidariedade. humana. Então, na próprio no próprio livro, quando tem a ficha catalográfica lá, fica bem claro e bem expresso que os direitos autorais foram cedidos na integralidade à fraternidade sem fronteiras. E aqui no nosso evento a gente tá com vários stands da Fraternidade Sem Fronteira, mostrando os projetos que são feitos por eles. E nós estamos aqui sempre com o projeto de ter mais padrinhos, né, mais madrinhas desse desse projeto que é tão importante. Eh, nós estamos aqui com um objetivo de ter mais 300 padrinhos, eh, trazendo sempre, eh, novas pessoas para esses projetos que são tão importantes, que estão ali, tem as suas finalidades no site. Se você clicar aqui embaixo, você vai ver que tá escrito www.faternidade.org. Você vai poder entender um pouco mais sobre esses projetos. Cada um tem a sua
estão ali, tem as suas finalidades no site. Se você clicar aqui embaixo, você vai ver que tá escrito www.faternidade.org. Você vai poder entender um pouco mais sobre esses projetos. Cada um tem a sua finalidade, tem a sua transparência e como o Simão Pedro disse, é uma organização seríssima que faz um trabalho único e que se você conhecer, você nunca mais vai conseguir eh se desfazer, né, desse desse eh desse amor que nós sentimos quando a gente vê as pessoas em trabalho fraterno. Pra gente finalizar, a gente entende que a minha nossa paz é nossa, né? Ninguém nos tira, porque a nós ela é dado. Mas quando a gente pode eh amar ao outro, amando a si mesmo e praticando a fraternidade, como o Simão Pedro fez, eh doando os direitos para para uma causa como essa, nós somos espíritos muito mais em Cristo. Então eu agradeço a vocês e, por favor, sigam nas redes sociais, Simão Pedro, leem, leiam sobre paz e entrem no site do Fraternidade Sem Fronteiras. O Conecta tá aqui para fazer essa ligação com todo mundo e trazer o espiritismo cada vez mais cristianizado. Muito boa tarde,
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