ENTRE A LUZ E AS TREVAS - Bárbara Britto [EXPLORANDO O ESPIRITISMO]

Comunhão Espírita de Brasília 04/01/2026 (há 2 meses) 1:12:45 3,562 visualizações

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Transcrição

Mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. >> Boa noite, amigos, amigas, a todos que nos acompanham aqui no salão Dr. Bezerra de Menezes. A todos que nos acompanham pelas redes sociais, pelo YouTube, pela Rádio TV Comunhão. Sejam todos muito bem-vindos à nossa primeira palestra de janeiro. Hoje nós estamos com a nossa querida Bárbara Brito, substituindo a nossa maíse, que também merece, né, um mês de férias, de folga, nossa querida eh palestrante Mais Braga. E hoje a palestra da nossa querida Bárbara é entre a luz e as trevas. Mas antes vamos ler uma pequena lição e fazer a nossa prece de abertura de do livro Senhor e Mestre, psicografia de Carlos Bacelli, pelo espírito irmão José, lição do Silencioso. Já reparaste que de certa maneira te encontras travando o silencioso duelo mental com as pessoas que te cercam? Recebes e disferes golpes constantemente. Ainda bem que não falas tudo que pensas e nem escutas o que os outros mentalizam. Entre os homens na Terra, os conflitos de natureza mental excedem a violência de todas as guerras e contam-se aos milhares as vítimas que tombam no campo de batalha do pensamento. Quantas vezes, por exemplo, já te terás surpreendido mentalizando com detalhes que impressionam o fracasso de alguém? Quantos dardos mentais disparas por dia na direção de teus desafetos ou daqueles que simplesmente te contrariam? Enquanto a paz não se estabelecer em teu espírito, a paz no mundo será para ti mera utopia. Com essa lição bastante forte para todos nós, vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, nosso mestre amigo, querido, protetor de todos nós, embalados na luz desse salão que a espiritualidade amiga preparou. Te agradecemos, mestre Jesus, nosso querido Dr. Peser Menezes, pela presença amiga desses espíritos queridos. Agradecemos por aqui estarmos ouvindo a tua palavra.

que a espiritualidade amiga preparou. Te agradecemos, mestre Jesus, nosso querido Dr. Peser Menezes, pela presença amiga desses espíritos queridos. Agradecemos por aqui estarmos ouvindo a tua palavra. Enquanto lá fora a sombra se faz tão densa, as guerras assustam os mais fracos. A violência consome alguns corações, mas nós aqui te imploramos que olhe por todos eles, que inspire a palestrante da noite e que daqui unidos entre encarnados e desencarnados possamos amanar a paz, a luz, a esperança onde há tanta dor e tanto sofrimento. Profundamente agradecidos por esse momento. Te pedimos permissão para iniciarmos a palestra da noite de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Querida Bárbara, a palavra está contigo. >> Boa noite a todos. Primeiro encontro que eu tenho aqui com vocês depois de termos iniciado um novo ano. Então eu aproveito para desejar que esse novo ano nós tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir. A gente costuma desejar a bênção de Deus, né, pras pessoas. Que Deus te abençoe, que Deus te ilumine, mas Deus sempre abençoa e sempre ilumina. A gente é que às vezes não tem olhos de ver e ouvidos de ouvir e aí a gente não usufrui desses recursos que o Pai nos dá. E por isso hoje nós vamos falar dessa reflexão entre a luz e as trevas, porque é justamente nessa variação em que quando eu estou em luz, eu consigo ter a percepção da bênção divina na minha vida. E quando eu estou em trevas, eu só consigo sentir emoções primitivas, sentir dor e tendo a não perceber a bênção divina, né? Para começar, eu vou trazer aqui uma base de compreensão pautada no evangelho para que facilite o entendimento que a gente vai navegar eh entre essa variação, tá bom? Da luz e das trevas. Então, no capítulo 3 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que tem o título Há muitas moradas na casa do meu pai, eh tem a passagem que fala das diferentes categorias dos mundos habitados. E aí nessa passagem, no item quatro, eh, diz assim: "Os mundos primitivos destinados às primeiras encarnações da

do meu pai, eh tem a passagem que fala das diferentes categorias dos mundos habitados. E aí nessa passagem, no item quatro, eh, diz assim: "Os mundos primitivos destinados às primeiras encarnações da alma humana é um dos do mundos, né, que está na morada do pai". Então, o título é Muitas Moradas na casa do meu pai, justamente porque explica essa passagem do Evangelho, que em todo o universo há múltiplas moradas eh que recebe espíritos em graus evolutivos diferentes e propõe um desenvolvimento diferente. Então eles explicam, há os mundos primitivos que são destinados às primeiras encarnações da alma humana, há os mundos de expiações e de provas onde o mal domina, os mundos regeneradores, onde as almas que ainda têm que espiar aurem novas forças, repousando das fadigas da luta, os mundos felizes, onde o bem se sobrepõe ao mal, os mundos celestes ou divinos. de moradas dos espíritos depurados, onde o bem reina inteiramente. A Terra pertence à categoria dos mundos de provas e expiações, embora estejamos num período de transição planetária, porque estamos transitando de provas e expiações paraa regeneração. Por que que eu trago essa passagem do evangelho no início da reflexão de hoje? para que a gente lembre onde estamos, né? Nós estamos na morada que recebe espíritos que precisam de um mundo de provas e expiações. E aí, à medida que a gente vai evoluindo na leitura do evangelho, eh, segue aqui uma passagem chamada destinação da Terra, causa das misérias humanas. E no item s diz assim: eh, a Terra se configura como sendo um subúrbio, um hospital, uma penitenciária, uma região malsã, porque ela é ao mesmo tempo tudo isso e se compreenderá porque as aflições sobrepujam as alegrias, pois não se envia a um hospital tal as pessoas sadias, nem as casas de correção, aqueles que não fizeram o mal e nem os hospitais, nem as casas de correção são lugares de prazeres. Então, a gente começa com essa passagem pra gente recuperar a consciência de que somos espíritos que precisam estar numa casa de provas e

s hospitais, nem as casas de correção são lugares de prazeres. Então, a gente começa com essa passagem pra gente recuperar a consciência de que somos espíritos que precisam estar numa casa de provas e expiações. Nós não somos mais primitivos, mas ainda não somos amadurecidos moralmente, por isso somos imperfeitos. Só o fato de estarmos encarnados aqui significa que tudo que esse mundo nos oferece nos é necessário pro nosso desenvolvimento, pro nosso amadurecimento. Por isso Jesus disse que a felicidade não é desse mundo. Ele quis dizer que esse mundo, essa morada, o planeta Terra, é um hospital que recebe pessoas que não estão sães. É uma escola para alguns, uma penitenciária, né? Eles fazem aqui essa comparação, porque a gente também precisa reparar os nossos erros. Nós somos submetidos a disciplinas, a limitações, porque não temos maturidade moral para usufruir da liberdade. Aí a gente faz mau uso da liberdade à medida que a liberdade vai sendo entregue pra gente pela providência divina. Então, estejamos lúcidos de que todos nós somos imperfeitos, carregamos em nós chagas, traumas, dores, equívocos. E aí, quando a gente vai assistir uma palestra espírita, a gente vai ler livros, a gente vai refletir sobre o que o Espiritismo nos ensina, sobre o que Jesus nos ensinou, nós sempre somos orientados a manter a nossa elevação, né? Eh, sempre somos orientados a vigiar a nossa vibração, porque quando a gente baixa a vibração, a gente se sintoniza com todas as energias que estão nessa baixa vibração. E quando a gente eleva a vibração, a gente sintoniza com essas energias elevadas. Então, nós somos orientados a amar, a perdoar, a compreender, acolher, a ser generoso, caridoso, mas estamos no mundo de provas. expiações. O que significa que eu ainda não sei fazer isso com naturalidade. Eu, nos meus degraus evolutivos, ainda não estou integrada à lei de amor. Por isso o planeta Terra é um grande presente no nosso processo evolutivo, porque o planeta Terra nos coloca o tempo todo

ade. Eu, nos meus degraus evolutivos, ainda não estou integrada à lei de amor. Por isso o planeta Terra é um grande presente no nosso processo evolutivo, porque o planeta Terra nos coloca o tempo todo no confronto com o que viemos curar, o que viemos desenvolver, o que viemos aprender. Porque eu vim para isso. A gente não veio aqui para adquirir diploma, carro, casa, casar, ter filhos e dizer: "Esse foi o sucesso da vida". Não. Tudo isso são recursos, movimentos que a gente utiliza para confrontar as nossas verdades, as maturidades que nós já adquirimos e as imaturidades que nós ainda temos. Por isso nós estamos sempre vivendo ciclos de desafios. O que que são esses desafios? É o pai nos educando na escola apropriada para isso, que é o planeta Terra. Então, Deus me coloca sempre em situações que eu encontro a minha fragilidade. Por quê? Porque Deus quer me ver frágil. Não, porque eu não fui criada para ser frágil. Eu fui criada para ser o amor em ação, para ser liberdade, para ser construção, para ser tudo que Jesus nos ensinou. Jesus veio dizer isso: "Eu represento o destino de vocês." Então, ao invés de ficarem se distraindo com bobagem, coloquem o olhar onde realmente precisa se importar. O sucesso da vida está no nosso amadurecimento. Tudo que a Terra nos oferece, nós temos que enxergar como propostas de desenvolvimento, sejam situações que nos levam a emoções gostosas, prazerosas e sejam situações que nos colocam emoções desconfortáveis. Quando nós vivemos situações que nos fortalecem e que e que nós encontramos as nossas virtudes, é justamente para que a gente perceba como a gente já cresceu, como nós já temos qualidades, nós já temos virtudes. E aí a gente se sente seguro em pôr tudo isso em prática. Se eu já aprendi a fazer o bem a alguém, eu posso fazer o bem, eu devo fazer o bem, mesmo que eu seja criticada, não seja compreendida. Eu preciso pôr em prática as minhas maturidades. Mas quais são as minhas maturidades? Aí vem a vida provocando situações que faz com que fazem com que

smo que eu seja criticada, não seja compreendida. Eu preciso pôr em prática as minhas maturidades. Mas quais são as minhas maturidades? Aí vem a vida provocando situações que faz com que fazem com que eu encontre essas minhas fortalezas. Eu falo: "Nossa, olha, amadureci nisso, que legal, que gostoso ter essa maturidade, que gostoso ter essa tranquilidade". Mas se eu ficar vivendo somente as experiências que me colocam em contato com a minha fortaleza, como ficam as chagas que eu vim curar? Como ficam os equívocos que eu vim amadurecer? Eu não conseguiria conquistar a liberdade de espírito. Porque para um espírito ser livre, ele tem que ter condição de viver em conformidade com a lei da vida, que se resume na lei de amor. Quando Deus elegeu Jesus para vir à Terra, cumprir com a missão que Jesus veio, cumprir. Ele elegeu exatamente um espírito que já tinha grandeza moral, resistência moral suficiente para ter a liberdade de vir num ambiente extremamente desequilibrado. E ele não sofreria influências, ele não iria titubiar nas suas ações porque ele já tinha essa moral integrada a ele. Jesus já estava integrado à lei de amor. Então, quando a gente escuta palestras, vê livros e e tem reflexões que dizem assim: "Olha, você tem que perdoar, você tem que amar, você tem que, você não pode sentir raiva, a gente tem que tomar cuidado na hora de interpretar isso, porque senão, querendo muito ser o bem, a gente se torna hipócrita, porque eu não aceito as verdades que existem em mim. Eu não aceito sentir raiva porque me disseram que quando eu sinto raiva baixa a minha frequência e eu me conecto com as trevas. Aí é que a gente se equivoca. Quando a gente quer dançar, a gente escolhe ir para um lugar que possibilita a dança, certo? Quando a gente quer ouvir um rock, a gente escolhe um lugar que possibilita que a gente escute um rock. Quando a gente quer brigar, a gente sabe para onde ir ou para quem ligar. Quando a gente quer falar mal de alguém ou quando a gente quer se equilibrar, a gente também sabe

que a gente escute um rock. Quando a gente quer brigar, a gente sabe para onde ir ou para quem ligar. Quando a gente quer falar mal de alguém ou quando a gente quer se equilibrar, a gente também sabe para onde ir. Olha as muitas moradas na casa do pai, mesmo no planeta Terra, muitas moradas. A gente escolhe para onde a gente vai, o que nós vamos fazer, com quem nós vamos estar a partir do que nós desejamos. Joana deângeles, através da dos seus da sua literatura, né, que ela traz com Divaldo Branco, eh ensina que o problema nosso, o que nos desequilibra, o que nos conecta com frequências baixas, não é o que a gente sente, é o que a gente faz com o que a gente sente. Então, se eu sinto uma raiva e eu quero brigar, eu vou agir para brigar. Eu estou escolhendo para onde eu vou. Aí sim, aí eu tô me sintonizando com esse lugar. Mas eu sinto raiva e reconheço, olha, olha a vida me colocando em contato com uma fragilidade minha. Eu preciso de ajuda. Eu vou buscar recursos que me esclareçam, que me tragam sanidade, que me tragam equilíbrio, onde eu vou tentar exercitar a melhor conduta para lidar com isso, para não agravar a situação. Por quê? Embora eu esteja sentindo raiva, eu não desejo alimentar e me comprometer com ações raivosas que vão me trazer consequências piores. Então, eu busco recursos que me acalmam. Pronto, eu já escolhi com o que eu quero me conectar, entende? Eu posso estar confortável, feliz e bem, mas a depender do que eu escolho fazer com isso, eu posso transformar esse prazer e esse bem-estar em doenças, em desequilíbrios, em outros problemas, porque eu não faço um bom uso desse prazer. Todos nós iremos oscilar nas nossas emoções, porque todos nós que estamos no planeta Terra carregamos chagas e ignorâncias e viemos para confrontá-las no sentido de reconhecer a existência para que eu cure. Eu só curo a doença que eu reconheço existir. Então, se eu não quero aceitar que eu tenho uma doença, eu não busco a cura e ela se agrava. Por isso Deus nos coloca sim em

existência para que eu cure. Eu só curo a doença que eu reconheço existir. Então, se eu não quero aceitar que eu tenho uma doença, eu não busco a cura e ela se agrava. Por isso Deus nos coloca sim em situações desconfortáveis, na companhia de pessoas que nos provocam essas emoções. Não é porque ele quer que a gente auxilhe, é porque Deus nos conhece. Então ele diz assim: "Bárbara, eu preciso que você perceba uma fragilidade sua, que eu já sei que você tem, mas agora você tá pronta para saber que você tem e curar isso e trabalhar isso, tá? Então eu vou mandar fulano passar aí pela sua vida e aí as características desse espírito que vai passar pela sua vida vai te provocar nesse lugar. Então, vigia, Bárbara, sempre que você sentir esse lugar tocado, busque recursos de refazimento, de amadurecimento e de cura, porque o objetivo é esse. Se você ficar ali só remoendo o desconforto, reclamando, falando mal, sofrendo, a gente vai desperdiçar essa experiência. Então essa oscilação emocional é a representação das maturidades que eu já adquiri com as minhas encarnações e das imaturidades que eu ainda tenho e que eu preciso curar, amadurecer, acolher, direcionar e resolver. Então, tomemos cuidado com essa hipocrisia de querer te sentir elevado, superior, maduro, você veio para o planeta Terra. Esteja lúcido disso. Por incrível que pareça, você precisa da mesma escola que outros espíritos que estão fazendo coisas que você acha absurdo estão fazendo. Estamos juntos na mesma escola. Então tem coisas aqui que a gente precisa conhecer, que existem, mas não é pra gente se reduzir, é pra gente trabalhar e amadurecer. E nós estamos submersos a toda uma teia magnética que preenche o universo, que nós chamamos de fluido cósmico universal, né? E nós somos espíritos, somos inteligência. Esse corpo aqui tá emprestado paraa gente viver essas experiências materiais que nos colocam em contato, né, com quem somos. Mas nós somos a inteligência. Então, a mente, né, movimenta as ideias que eu tenho, os

aqui tá emprestado paraa gente viver essas experiências materiais que nos colocam em contato, né, com quem somos. Mas nós somos a inteligência. Então, a mente, né, movimenta as ideias que eu tenho, os meus pensamentos. E olha como Deus é bom, né? ele criou um mecanismo físico que separa a o funcionamento mental, né, da ação. Então, eu consigo pensar antes de agir justamente para que eu tenha um lugar laboratorial, para que eu, opa, olha, eu estou sentindo isso. O que isso significa? Por que que eu estou sentindo? o que a vida tá pedindo de comportamento meu ou de reflexão, ó, tudo aqui. Então, nem tudo que eu sinto eu já preciso imprimir num verbo ou numa ação. É por isso que eu penso para que eu vá digerindo essa emoção. E a depender do meu desejo, ah, eu desejo pacificar, eu desejo resolver ou não agravar ou solucionar com tal consequência. Aí eu vou escolhendo como eu vou agir. Portanto, estar aqui não significa só ter contato com quem somos, com as nossas verdades. Significa experimentar novas ações, o que é um grande risco de cometermos erros. Sim, é. E estamos com o medo. Fazemos parte de uma geração de espíritos que quer transitar para a regeneração, porque estamos cansados de vivenciar a consequência do mal como soberano, como foi explicado aqui no Evangelho, que é característico de um mundo de provas e expiações. Nós estamos aqui encarnados porque tivemos a coragem de topar, vivenciar a transformação. Ou seja, eu topei vir pra Terra, viver desafios que me colocariam em contato com as minhas fragilidades e com as minhas fortalezas. E eu topei na terra imprimir nas minhas ações as minhas fortalezas e as minhas tentativas de cura e de amadurecimento. Então, é claro que eu vou me equivocar. Como todo novo conteúdo, todo novo aprendizado que a gente traz paraa nossa vida, é natural que a gente cometa erros na primeira experiência. Se você for pegar uma receita da culinária nova para fazer, há uma probabilidade grande de você cometer erros, porque você não tem

ssa vida, é natural que a gente cometa erros na primeira experiência. Se você for pegar uma receita da culinária nova para fazer, há uma probabilidade grande de você cometer erros, porque você não tem a experiência. Agora, se você não quiser sujar a cozinha, não quiser correr o risco de eh de cometer erro, de não ficar legal e aquele tempo, ai, nossa, vou desperdiçar meu tempo, vai que não fica legal, é melhor eu não pedir, eu não fazer, é melhor eu pedir, né? Vou pedir a comida, não vou, não vou me aventurar não, porque dá preguiça. Então é uma escolha, mas aí você nunca vai aprender a fazer. E nós estamos com tanto medo de errar, estamos ansiando tanto pela regeneração que nós estamos maquiando as nossas maturidades e estamos com medo de experimentar. A gente tem medo, a gente tem medo de tentar de novo, de tentar um comportamento e errar. Mas a gente veio para isso, não para, para tentar. O erro faz parte do processo, desde que eu aprenda com o efeito. Então, por exemplo, vou fazer um bolo que eu nunca fiz, deu problema ali, não ficou legal. Eu posso nunca mais tentar fazer esse bolo ou eu posso tentar entender o que que foi que eu fiz que causou esse problema no bolo. Aí eu vou tentar de novo. Hum, ficou melhor, mas ainda não acertou. O que será que é? Ah, eu vou tentar de novo. Essa é a proposta da vida. A gente veio para agir na construção do nosso novo degrau evolutivo. Foi para isso que a gente veio. Esse é o sucesso de uma encarnação. O resto são recursos, cenários, simulações, experimentos que nos levam essas múltiplas emoções. Então, a gente já começa a reflexão de hoje, trabalhando no encorajamento de enfrentar, sim, as nossas verdades. E não só enfrentar as nossas verdades, não só reconhecer as nossas verdades emocionais. Que que eu falo das verdades? do que eu realmente sinto. Eu posso não te dizer que eu tô com raiva, mas eu preciso reconhecer quando eu estou, como eu vou reagir a isso. Aí eu vou raciocinar, vou buscar a melhor maneira. Eu preciso reconhecer quando eu tô

. Eu posso não te dizer que eu tô com raiva, mas eu preciso reconhecer quando eu estou, como eu vou reagir a isso. Aí eu vou raciocinar, vou buscar a melhor maneira. Eu preciso reconhecer quando eu tô triste, quando uma coisa me frustrou, quando eu tô com medo, porque senão eu não resolvo essas coisas em mim. Isso vai somatizando. Eu preciso então me encorajar a viver esse processo para que eu consiga honrar com o que eu vim fazer aqui, que é agir na construção de uma nova conduta. Agora, como eu estou conectada a essa teia magnética? Sim, quando eu elevo meus pensamentos, eu vou para lá. Quando eu rebaixo os meus pensamentos, eu vou para cá. e eu vou vivendo as consequências disso. Então, se eu elevo as vibrações, eu começo a vivenciar eh influências, né? Influências de espíritos e de energias fluidos que estão nessa atmosfera fluídica elevada. E esses fluidos vão penetrando no meu perespírito, ajudam a dissipar os fluidos de baixa frequência, é um processo de cura contínua. Eu nem preciso vir aqui tomar um passo. Quando eu elevo as minhas vibrações, eu já começo a ter esses fluidos sendo penetrados no meu perespírito e fazendo uma higienização fluídica. Mas somos espíritos de um mundo de provas e expiações. Então a nossa tendência é muito mais descer a nossa vibração do que elevar e sustentar, porque a gente ainda não desenvolveu a resistência moral. Por isso a frase vigiai e orai. Vigiai porque se você consegue elevar a vibração, vigia no sentido de procurar se manter nela. Agora você vai tombar, vai ter essa oscilação, não tem jeito. Ao tombar ora, porque ao orar você está buscando recursos da onde? do alto aí, olha a sua vibração, se eleva mesmo que você esteja com muita raiva. Olha que gostoso poder dizer pro pai: "Pai, eu estou com muita raiva. Eu agora estou desejando bater, quebrar o prato, gritar, desistir. Só de dizer isso ao pai, eu já estou experimentando a atitude de humildade, de reconhecer a minha fragilidade moral, mas não só reconhecer, buscar nele a

ando bater, quebrar o prato, gritar, desistir. Só de dizer isso ao pai, eu já estou experimentando a atitude de humildade, de reconhecer a minha fragilidade moral, mas não só reconhecer, buscar nele a ajuda, buscar nele o recurso. Eu reconheço a grandeza dele e esse ato de humildade me eleva. Não é só a dor, é a minha vontade frente à dor. Pai, me ajuda. Eu não sei lidar com esse sentimento. A minha natureza é reagir. A minha natureza é agravar. O que eu faço, pai? Aí eu evito companhias que normalmente alimentam esse comportamento padrão que eu não quero mais. é à vontade, eu reconheço, eu não estou bem. Se eu estiver com determinadas pessoas ao meu lado, elas vão alimentar esse padrão que eu não quero mais. Eu evito determinados lugares. É só por um período, é um momento, é como uma gripe. No período da gripe eu tenho que evitar friagem, eu tenho que evitar dormir com cabelo molhado, eu tenho que essas práticas que a gente vai tendo para não agravar. É um período, a gente muda um pouquinho buscando recursos que nos ajudem. Então, por mais que no momento da raiva os meus pensamentos raivosos e encolerizados vão levando a minha vibração para baixo, quando eu busco recursos elevados, eu vou com a minha vontade manipulando os fluidos em minha volta e me elevando novamente. Mas não é simples assim. Somos espíritos de um mundo de provas e expiações. Então, mesmo que numa prece eu consiga me elevar, daqui a pouco eu vou ser visitada de novo e eu vou descer. Essa vibração faz parte. Por isso Jesus disse, a felicidade não é desse mundo, porque esse mundo é o mundo da cura. Você vai ter que sentir o amargo da medicação. Vai ter o momento do repouso, vai ter o momento do sorriso, dos prazeres, do fortalecimento e vai ter o momento da travessia daquela cura e daquela transformação. Aí quando a gente estuda a doutrina espírita com com mais profundidade, né, normalmente a gente faz isso através do estudo sistematizado da doutrina espírita, que eu aproveito inclusive para convidar aqueles que não fizeram a

a doutrina espírita com com mais profundidade, né, normalmente a gente faz isso através do estudo sistematizado da doutrina espírita, que eu aproveito inclusive para convidar aqueles que não fizeram a se matricular, que a a matrícula começa 25 de janeiro, não é isso? 20, a partir de 25 de janeiro abrem as matrículas para quem quiser fazer o estudo presencial e 26 abre a matrícula para quem quer fazer o estudo online. É um estudo para quem não conhece, em que uma vez na semana a gente tem uma aula que dura 1 hora30 e cada semestre a gente aprofunda uma camada da doutrina espírita, tá certo? E aí, então, voltando, a gente quando faz o estudo da doutrina espírita, a gente entra num depois numa fase que a gente estuda mediunidade e obsessão. E quando a gente estuda obsessão é muito interessante a quebra de paradigma, porque a gente acha que que ter um obsessor me torna vítima, né? Então, a gente busca a casa pedindo ajuda. Olha, eu tô obsidiado. Por quê? Porque o obsessor sempre é mal intencionado mesmo e tá me prejudicando. Então eu sou a vítima e ele é quem eh tá perturbando a situação aqui, né? Então ajuda ele, né? E aí e me liberta, a gente busca casa, me liberta disso daí, né? E aí a gente aprende que, na verdade, o processo obsessivo começa através da gente. Por quê? Porque eu alimento pensamentos de baixa frequência. Eu escolho picar na baixa frequência. Eu adoto atitudes prejudiciais. Eu é que me conecto com essa energia. Um espírito mal intencionado está em perturbação. Então ele só consegue se aproximar de mim se a nossa frequência estiver compatível. Aí quando eu venho para cá, os que querem me prejudicar falam: "Opa, olha quem chegou, Bárbara, seja bem-vinda". E começam a conversar comigo através de reflexões que eu concordo, através das reflexões que me trouxeram para cá. Então, por exemplo, ah, eu fiquei muito chateada com alguém do meu trabalho que me decepcionou muito, me traiu, foi injusto. Aí eu tô lá lavando louça e pensando nisso. Ah, fulano não merece

para cá. Então, por exemplo, ah, eu fiquei muito chateada com alguém do meu trabalho que me decepcionou muito, me traiu, foi injusto. Aí eu tô lá lavando louça e pensando nisso. Ah, fulano não merece isso. Essa pessoa tem que viver muita desgraça mesmo. Eu eu não merecia passar por isso. Aí vem, né? Baixei, né? Tô desejando até a desgraça do outro. É claro que eu baixei, né? Aí vem o obsessor, fala: "Bárbara, você lembra daquela vez que fulano fez isso, isso, isso, aquilo e aí vem a memória e eu lavando a louça, quase quebrando já os copos de tanta raiva, falando, eu lembro daquela vez, eu penso, eu começo a pensar, aquela vez que fulano fez, eu não deveria ter permitido, eu não deveria ter perdoado, aí o espírito fica." Exatamente. Então você é sempre boba, Bárbara, você percebe, você não pode ser tão boa assim. Aí eu fico pensando, ai não, mas eu sou muito bobo, boba. Eu não posso ser tão boa assim. Eu acho que tudo é pensamento meu, mas não, já estão misturados. Mas por que que ele vem com tanta facilidade? Porque tudo que ele tá falando para mim, ele fala num momento que eu estou concordando. Então, eu não recebo isso como como obsessão. O início de um processo obsessivo é muito difícil a gente identificar. Porque ele inicia na frequência que eu tô, nos pensamentos que eu concordo. Normalmente a gente só começa a perceber que tá num processo obsessivo quando ele já está avançado, está em outro nível de obsessão e eu começo a ter comportamentos que depois eu me envergonho, que depois eu falo: "Gente, essa não sou eu, porque ele já tá me influenciando tanto que ele já consegue ter uma manipulação maior mental e aí ele vai assumindo os comandos e me influ influenciando a comportamentos. E aí eu tenho muita dificuldade de sair dessa situação porque nós estamos conectados fluídicamente. Aí é onde eu preciso da ajuda da casa, que aí eu faço um tratamento, onde quando a gente entra na sala de tratamento vem os médiuns fazer o quê? Dissipar. Eles começam fazendo um passe

fluídicamente. Aí é onde eu preciso da ajuda da casa, que aí eu faço um tratamento, onde quando a gente entra na sala de tratamento vem os médiuns fazer o quê? Dissipar. Eles começam fazendo um passe que dissipa esses fluidos de baixa frequência. E os espíritos começam a dialogar com os obsessores que estão em sofrimento. Qualquer espírito encarnado ou desencarnado que esteja mal intencionado com alguém, está mal intencionado porque está em dor. Quem está bem consigo mesmo não tem mal má intenção sobre o outro, né? Então aí os espíritos começam a acolher esse irmão, a dialogar com ele para entender por tanta raiva. Ele é ajudado e eu sou ajudado. Na verdade, quando a gente tá num processo obsessivo, nós precisamos de ajuda. São sintonias que eu vinculei através da minha vontade. E tá tudo bem. Deus permite. Por que que Deus permite? Porque eu preciso para conquistar a minha liberdade aprender a desenvolver a minha resistência moral. O que que é a resistência moral? É eu ter segurança de de valores, de princípios, de visão, ter tanta segurança que a opinião de quem está em volta me trazer dúvidas. Mas a resistência moral não está só nisso. Ela também está na capacidade que eu tenho de me salvar, de me recuperar, de me curar. Percebem como a gente fala assim pras pessoas quando a gente tá em sofrimento ou passando por dificuldade, a gente fala assim: "Ô fulano, reza por mim. Não tem lógica. Sabe por que não tem lógica? Porque o que é rezar? é você dialogar com Deus. Por que que eu tô pedindo pro outro fazer isso? Sabe, é igual quando a gente briga com alguém, fala assim, ó, fala para ele aqui. Aí a gente não fala pra pessoa, né? Fala para ele aqui que não, não, não, não. Quer dizer, Deus tá aqui, eu não preciso pedir pro outro. Mas tem hora que a gente tá tão lá embaixo, conectado com tantos fluidos de baixa frequência que a gente não consegue fazer. A gente não consegue rezar até pegar um livro para ler é difícil. Aí, nesse caso, vamos pedir ajuda mesmo, porque o a prece do outro manipula

luidos de baixa frequência que a gente não consegue fazer. A gente não consegue rezar até pegar um livro para ler é difícil. Aí, nesse caso, vamos pedir ajuda mesmo, porque o a prece do outro manipula fluidos que através da vontade dele me beneficiam e ajudam a dissipar esses fluidos de baixa frequência. Então, quando a gente tá rezando pelo outro, nós estamos praticamente dando um passe nele, mas é mental, porque eu estou direcionando a ele fluidos elevados. E aí a espiritualidade vai utilizando dos meus fluídos elevados para ajudá-lo. Então, no mundo de provas e expiações, a gente pedir pro outro rezar por nós tem faz tem uma coerência, né, a depender do que nós estamos vivenciando. Mas fica uma reflexão. Por que você tá pedindo pro outro? Você está alimentando pensamentos negativos, você tá tendo atitudes que te prejudicam? Porque se você ficar alimentando essa frequência baixa, não adianta. Há muitas pessoas que vêm à Casa Espírita, passam pelo tratamento desobsessivo, mas quem já passou pela pela pelo atendimento fraterno, com certeza já ouviu que olha, vai depender do mérito, vai depender de você, porque não adianta você entrar numa sala de passe, aí essas energias são dissipadas, abrem espaço no perespírito. Aí o o médium que está dando passe também doa fluidos elevados. Então não é só feita a dissipação da baixa frequência, você é alimentado de energias elevadas e aí você sai daqui mais higienizado. Mas se ao sair daqui você continuar trazendo cólera para você, alimentando pensamentos negativos e atraindo o os irmãos que estão em perturbação, bom, aqueles que foram assistidos e aceitaram a ajuda foram. Mas aí você vai virar um ônibus. Porque você vai lá para fora, aí você vem, galera, comigo de novo, vamos nos encolerizar, aí daqui a pouco traz pra comunhão. Ó, eu trouxe essa galera aqui, me ajuda. E aí a gente fica continuamente nesse processo e tá tudo bem, porque Deus permite. Você vai fazer isso quantas vezes você quiser. Você tem eternidade pela frente.

eu trouxe essa galera aqui, me ajuda. E aí a gente fica continuamente nesse processo e tá tudo bem, porque Deus permite. Você vai fazer isso quantas vezes você quiser. Você tem eternidade pela frente. Acontece que nós viemos para cá para nos libertar disso. Então, eu só vou aprender a não me colocar nessas trevas quando eu exercitar sair delas, quando eu entrar ou exercitar não ficar nelas. Os espíritos pergun Allan Kardec pergunta pros espíritos no livro dos espíritos, por que que Deus permite que a gente sofra a influência do invisível? Porque, poxa, vem como pensamentos, as coisas se misturam, por que que eu não posso saber que eu tô sendo influenciado? E aí os espíritos explicam que não haveria mérito nas minhas escolhas se eu tivesse escolhendo só porque eu sei que é influência ou não. Eu tenho que escolher o bem pelo bem, não é porque fulano tá me dizendo ou o outro tá dizendo, entende? Ah, não. Quando Jesus me influenciar, eu eu vou seguir, mas quando for o capeta, eu não quero não, né? Quando for meu obsessor, quando for meu espírito em sofrimento, eu não, eu não vou seguir. Ué, então não tem mérito. Você não vai ganhar liberdade, você não sabe se comportar em determinados lugares, você se prejudica. Jesus veio para um mundo totalmente atrasado com em comparação a ele moralmente. E ele não desencarnou com uma galera das trevas, né, dizendo: "Aí, pai, cheguei com a galera trevosa aqui, toda encolerizada, desequilibrada e aí tiveram que dar um passe em Jesus". Não, [risadas] não foi assim. Ele se manteve o tempo todo no na resistência moral que ele tem. Agora ele já tinha, a gente ainda não tem. A gente veio para desenvolver. Como é que a gente vai desenvolver? Agindo, tentando, testando. Então, vamos parar de sentir medo. Vamos parar de evitar. Estamos com medo de viver, estamos com medo das relações, das pessoas, dos trabalhos, dos lugares. A gente quer nosso ambiente seguro. Quanto menos gente, melhor. Quanto menos tarefa, melhor. Quanto menos coisa melhor, porque eu corro menos risco.

relações, das pessoas, dos trabalhos, dos lugares. A gente quer nosso ambiente seguro. Quanto menos gente, melhor. Quanto menos tarefa, melhor. Quanto menos coisa melhor, porque eu corro menos risco. Ora, mas aí você não se liberta, você sempre vai estar vulnerável. É tão gostoso você estar em lugares, pode visitar a sua memória, pega, pode pegar na sua história, com certeza tem lugares ou pessoas que há 10 anos, há 20 anos atrás te desequilibravam e hoje você não se desequilibra desses lugares ou com essas pessoas. Determinados comportamentos que te desequilibravam e hoje você não não se desequilibra. E isso é tão gostoso, porque você vê pessoas se desequilibrando e aí você fala: "Nossa, eu não me desequilibrei". Cresci, cresci. Que legal. Agora eu posso ir e vir sem sofrer, porque eu sei me proteger, eu sei me curar, eu sei me fazer bem. É isso que Deus tá ensinando a gente, a sermos teu filho, a sermos fortes no sentido da resistência moral, da fortaleza que nos traz a sabedoria de agir, de falar, de interpretar os sentimentos e as emoções e de curar. Então, ora, você vai estar na luz porque você vai estar em contato com as suas virtudes, você vai usufruir disso, você vai sentir isso. Ora, você vai se sentir nas trevas, mas as trevas eh são um estado emocional. Então eu vou trazer ainda desse capítulo que eu li no início uma parte aqui que das instruções dos espíritos que explica sobre os mundos inferiores e mundos superiores. E aí no item oito ele finaliza dizendo assim: "Nos espíritos puros, desmaterializados e resplandescentes de glória, se tem dificuldade de reconhecer aqueles que animaram esses seres primitivos. Ou seja, quando a gente vê um espírito puro, a gente não consegue imaginar que ele já foi primitivo. Quando a gente vê a história de Jesus, a gente não consegue imaginar Jesus fazendo as coisas que a gente faz, né? Não, não é possível. Ele deu saltos, ele com certeza fez escolhas melhores. Mas para Jesus ser a maturidade que ele é, gente, ele passou pelo mundo

maginar Jesus fazendo as coisas que a gente faz, né? Não, não é possível. Ele deu saltos, ele com certeza fez escolhas melhores. Mas para Jesus ser a maturidade que ele é, gente, ele passou pelo mundo primitivo, pelos mundos primitivos, pelos mundos de provas e expiações, pelos mundos de regeneração. Se vocês forem no livro dos espíritos, lei de progresso, vocês vão ver lá. O progresso se dá um passo por vez. Isso é lei. Não tem como ter salto. Não tem escolha que nenhum livre arbítrio nos leve. a dar salto não tem, porque a maturidade é conquistada, então é uma escadaria para eu para eu pisar em um degrau, eu tenho que ter pisado no anterior antes. Aí ele tá, eles estão dizendo isso, é é natural que a gente veja espíritos mais maduros e não consiga imaginar que um dia ele não foi. Da mesma forma que no homem adulto se tem dificuldade em reconhecer o embrião. Por que que é importante a gente considerar isso? Porque a gente tá sempre vivenciando os desafios que nos colocam em contato com as nossas fragilidades. E isso nos leva às vezes a valorizarmos demais as nossas ignorâncias e as nossas imperfeições. E a gente esquece de valorizar as fortalezas já conquistadas. A gente precisa lembrar que não somos mais primitivos, que temos muitas encarnações na nossa história. Sim, teremos muitas outras. Porque há muitos outros degraus que a gente precisa subir, mas a gente não pode sentir insegurança com os degraus que a gente já subiu. Mesmo que não aplaudam, mesmo que achem estranho, mesmo que critiquem, por isso a porta é estreita. A gente não evolui com uma galera. Pelo contrário, a evolução traz muita eh solidão nesse lugar de a cada passo que você dá, tem um grupo que não vai junto. E aí, se você não respeitar em permanência, né, ficar nesses apegos, você não consegue ir, você pai ali porque você tá esperando a galera, né? Mas cada um tem seu tempo, seu com seu livre arbítrio, cada um vai escolhendo como fazer, quando fazer. Então, gente, a gente não precisa ter medo das trevas.

li porque você tá esperando a galera, né? Mas cada um tem seu tempo, seu com seu livre arbítrio, cada um vai escolhendo como fazer, quando fazer. Então, gente, a gente não precisa ter medo das trevas. As trevas são a representação das nossas ignoranças e dos nossos equívocos. Os lugares são compostos pelas nossas ações. A comunhão espírita não se tornou uma casa tranquila e silenciosa e depois nós chegamos para habitar. Foram as pessoas que construíram uma casa de acolhimento, de amor e uma casa silenciosa a partir de dona Irene e de Seu Mário, que foram os fundadores da casa. Num lugar que não tem que as pessoas agem sem respeito umas pelas outras, aquele lugar físico não era assim. As pessoas que foram para lá é que construíram práticas assim. Os lugares eh que são tranquilos foram construídos pelas pessoas que chegaram lá com a intenção de tranquilizar. Os lugares agitados assim, o restaurante não era um lugar que tinha comida e aí os cozinheiros chegaram e o empresário chegou. Não era um lugar em que as pessoas criaram o ambiente. Entendem? As trevas são lugares emocionais. O umbral são eh eh representa camadas espirituais das múltiplas moradas na casa do pai. Então tem as camadas, né, de colônias espirituais, casas espirituais, em que os espíritos que se sentem confortáveis lá são espíritos ainda presos à matéria. Quando a gente estuda a faz o estudo da aprofundada doutrina espírita, a gente entende isso que a gente aprende isso, né? Eh, em volta do planeta Terra tem várias camadas fluídicas. Então, quanto mais distante do planeta Terra, mais purificado o ambiente espiritual, que são as colônias espirituais mais purificadas, mais elevadas. Quanto mais próximo da Terra, menos purificada é, porque ainda está nessa atmosfera da materialidade, né, do materialismo, da das nossas emoções ainda eh eg egoicas e orgulhosas. Então, quando o espírito desencarna e vai pro umbral, ele vai para lá, porque a frequência que ele quer ficar, ele se sente confortável. Se eu gosto de briga, ao desencarnar, eu

egoicas e orgulhosas. Então, quando o espírito desencarna e vai pro umbral, ele vai para lá, porque a frequência que ele quer ficar, ele se sente confortável. Se eu gosto de briga, ao desencarnar, eu não deixo de gostar. Eu continuo gostando do que eu gosto. Eu busco as mesmas práticas, entende? Então, se eu não gosto de de paz, se eu não gosto de silêncio, se eu não gosto de equilíbrio, se eu não gosto de respeito, ao desencarnar, eu não vou pras camadas que tem essa prática. Eu não gosto. Aí eu vou pras camadas do umbral que tem essa prática, entende? Então, a gente não precisa ter medo das trevas. As trevas são somente a representação das nossas intenções. O que você tem que vigiar são seus sentimentos e seus pensamentos que te apresentam para você mesmo. Não é para você se julgar, para você se punir, não é para você curar. para você buscar outros meios, outros métodos, porque você veio crescer. Ah, mas eu queria ter tá 10 passos lá na frente, mas você não tá. Você tá onde você tá. Então você precisa desenvolver esse autoconhecimento. Onde você tá? Quais são as suas fortalezas? O que que você já tem maduro? E o que que você hoje tá sentindo falta de maturidade na sua vida? Aí a gente começa a vigiar nesse sentido de, opa, estou vivendo uma experiência que tá me dando oportunidade de eu exercitar uma outra conduta. O nosso lar é uma colônia espiritual que está em uma das camadas do umbral, só que é uma das camadas mais distantes, que se aproxima mais das outras camadas mais elevadas. Aí a gente fica com esse pensamento lá primitivo do céu, do inferno. E aí o medo da punição, o medo. Há muitas moradas na casa do pai. O universo é do pai e o pai está presente em todos os lugares, inclusive nas trevas. Sabe aquele amigo que vai com você para um para um lugar e aí você tem uma atitude e ali você tem uma atitude assim instintiva e aí você cai em lucidez e hum que vergonha, não quero continuar isso. Aí você fala assim pro amigo: "Vamos embora, me tira daqui?" Aí o amigo tira.

atitude e ali você tem uma atitude assim instintiva e aí você cai em lucidez e hum que vergonha, não quero continuar isso. Aí você fala assim pro amigo: "Vamos embora, me tira daqui?" Aí o amigo tira. Se a gente sabe fazer isso, como é que Deus não faria? Deus está em todos os lugares. Exatamente. Em todos, independente de ser treva, de ser luz. E é importante a gente saber disso, porque às vezes a gente se abandona porque a gente olha ao redor e fala assim: "Eu estou na escuridão, eu não mereço luz". A gente recebe muitos, muitos irmãos nesse sofrimento, nos grupos mediúnicos. Eles não aceitam a ajuda porque eles não se sentem merecedores. Todos nós somos merecedores de amor e luz. Porque fomos criados do amor e da luz. Fomos derivados do amor e da luz e fomos criados para sermos amor e luz. Agora, somos espíritos que precisam de um planeta de provas e expiações, porque temos ignorâncias, temos vícios, temos marcas, temos equívocos. Vamos cuidar. Deus não está esperando de você nenhum passo além do próximo que você está pronto para dar. Então não se não se se cobre o que você não tem condição. Agora se ame. Faça por você o que você precisa para parar de sentir tanta dor, tanta tristeza, tanta raiva. Tem pessoas que estão vivendo o que você tá vivendo e não sentem o que você está sentindo, entende? Não é a situação, é você. E Deus está te colocando nesse lugar emocional. É justamente para você curar, para você se amar. O que nos salva é esse exercício do amor. A gente ainda não tem a natureza de perdoar tudo e todos com tanta grandeza. Então, a gente consegue aqui, a gente consegue ali. Aí Deus nos coloca numa situação mais difícil, porque ele diz: "Meu filho, legal, você deu esse passo, você deu esse, mas ainda tem um outro mais profundo. A gente consegue ter paciência aqui, a gente ter consegue ter paciência ali, aí ali, a gente já não consegue. E tudo isso é compatível com o que somos. O pai que cobra de uma criança de 5 anos um comportamento de 10 é um pai que não

qui, a gente ter consegue ter paciência ali, aí ali, a gente já não consegue. E tudo isso é compatível com o que somos. O pai que cobra de uma criança de 5 anos um comportamento de 10 é um pai que não está são. Mas Deus é perfeito. Ele não tá cobrando da gente o que a gente não é e o que a gente não tá pronto para ser. Ele tá cobrando o exercício do novo passo. Ele tá cobrando esse autoconhecimento. Então, a a ideia de interagirmos com a luz e com as trevas não tem a ver com o julgamento de você estar acima ou abaixo, de você ser melhor ou pior, de você merecer o céu ou o inferno. A nossa relação com a luz e com as trevas é uma relação contínua, de causa e efeito a partir da minha vontade diante do que eu sinto e do que eu penso. Então, de novo, o que eu sinto e o que eu penso expressam quem eu sou. Tá tudo bem. Deus já sabe que você é assim. Você pode estar tentando acreditar que não é, pode estar tentando enganar o outro, mas Deus sabe que você é assim. Então, ele faz você ver. Ele te coloca em situações para você ver. Ó, filho, você é assim. Então, tá tudo bem nesse sentido. Você não precisa se envergonhar, você não precisa se culpar, você precisa se inquietar no sentimento de querer sair desse lugar. É isso que vai te encorajar a viver, a se relacionar, a sentir, a tentar. É isso que vai te dar libido de vida para você aproveitar toda a trajetória que você está tendo aqui e desencarnar com uma bagagem muito maior, com muito mais segurança, com muito mais liberdade e com muito mais habilidade de amar, de ser generoso, consigo mesmo. E eu foco nesse amar a si, porque Jesus disse que o foco maior tem que ser em amar a Deus sobre todas as coisas, porque a gente precisa aceitar, né, a providência divina sobre as nossas vidas, ao nosso criador e amar ao próximo. Como? Como assim? Porque quando eu vou aprendendo a enxergar minhas chagas e buscar recursos para curá-las, quando eu vou aprendendo a enxergar minhas ignorâncias e buscar recursos para desenvolvê-las, eu desenvolvo a habilidade de amar, de

prendendo a enxergar minhas chagas e buscar recursos para curá-las, quando eu vou aprendendo a enxergar minhas ignorâncias e buscar recursos para desenvolvê-las, eu desenvolvo a habilidade de amar, de servir. Então, é aprendendo a fazer comigo que eu aprendo a fazer com o outro. Eu passo a me sensibilizar com o outro quando eu compreendo o que ele sente. E eu só compreendo o que ele sente porque eu já passei por sentimentos semelhantes. Eu posso não ter passado por esses sentimentos na mesma experiência, na mesma forma, mas eu já tive esses sentimentos, então eu consigo compreender. Então, se ame, se cuide, se conheça e tente outra vez. Tenta quantas vezes precisar, mas sempre que for tentar de novo, olha para as consequências e pensa: "Como pode tentar fazer diferente? Qual aprendizado pode ter tido disso? Se você fizer isso, você já vai cuidar de uma ovelha de Deus. Deus te criou para ser luz, para ser amor, para ser livre, para ser feliz. Essa liberdade que eu tô falando não é a liberdade que não tem compromisso, a libertinagem, não. É a liberdade de espírito de poder amar, porque quer amar. porque sabe amar tendo aplaudido, elogiado ou não. É a liberdade do espírito que escolhe seguir o caminho do bem, do justo, mesmo que seja abandonado, porque ele não tem dependências, ele não tem escravidão. é a liberdade do espírito viver uma injustiça e não se destruir diante dela, continuar com eh lidando com autoamor e com resolução. Você é filho da perfeição. Você é amor. Você só ainda não sabe como fazer isso. Você tem todas as virtudes da divindade. Você só não as conhece ainda e não domina todas as habilidades de colocar em prática. Então vamos, vamos, vamos vivendo e as consequências dos nossos atos vão nos ensinando, vamos sentindo e vamos pensando e tudo isso vai nos apresentando pra gente. E aí, diante disso tudo, vamos buscando ajuda, vamos buscando recursos, vamos buscando tudo, qualquer mecanismo que nos faça levantar. que nos faça pacificar a interpretação das coisas sobre nós.

nte. E aí, diante disso tudo, vamos buscando ajuda, vamos buscando recursos, vamos buscando tudo, qualquer mecanismo que nos faça levantar. que nos faça pacificar a interpretação das coisas sobre nós. E tome muito cuidado, porque no anseio de entender o que tá acontecendo ou de saber onde isso vai chegar ou de se libertar da dor, é muito comum a gente buscar na religião o milagre que iria tirar o problema, tirar a dor e e nos colocar no caminho do prazer. Toma cuidado em fazer isso, porque ao fazer isso, você está fugindo da própria mecânica evolutiva da vida, que que não tem jeito, é só sentindo, vivendo e aprendendo. Não tem jeito. O amor não é aliado às suas vontades de ficar na estrev. O amor é sóbrio, é responsável, é leal, é franco. O amor sempre vai te fazer enxergar os equívocos para que você tenha uma conduta de te que que te salva, que te tira desse lugar de dor. Então, pega as suas virtudes, imprime elas nas suas ações e nos seus verbos. Não se envergonha de amar, não se envergonha de ajudar. É permitido, é a lei. E os padrões que já não te cabem mais, vigia, reconhecendo e buscando os mecanismos de se libertar. É assim que você vai entender o que é amar. E aí quando você perceber, você vai estar mais seguro, vai estar mais sábio, mais habilidoso em lidar com lugares, com pessoas e com situações diferentes. Porque como um verdadeiro filho de Deus, você se libertou por você, por amor. E esse é o convite do Pai contigo. Quando estiver se sentindo em luz, diga: "Pai, obrigada. Me sustenta nesse lugar. Quando estiver se sentindo nas trevas, pai, me ajuda, porque é da minha vontade me recuperar. Por isso eu desejo que tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir, porque ele está sempre com a gente. É a nossa vontade que vai determinar essa relação e as nossas emoções. Coragem, fé, confiança. E eu sempre torço para que a gente se encontre lá na frente mais maduro, mais liberto e dizendo que tudo valeu a pena. Boa noite a todos. Então, com essa belíssima palestra,

s. Coragem, fé, confiança. E eu sempre torço para que a gente se encontre lá na frente mais maduro, mais liberto e dizendo que tudo valeu a pena. Boa noite a todos. Então, com essa belíssima palestra, vamos fazer a nossa prece de encerramento, elevando a Deus o nosso pensamento novamente em profunda gratidão. Profunda gratidão pelas palavras da noite. profunda gratidão pelas bênçãos que recebemos, que estamos recebendo ainda de saúde emocional, de saúde espiritual, de saúde psíquica, saúde física. Obrigada, Senhor, por tantas bênçãos, pelo teu amor, pela tua compaixão, pela tua misericórdia por todos nós. Que possamos retornar aos nossos lares com alegria, com harmonia, com esperança, levando essa energia a todos aqueles com quem convivemos. e que possamos fortalecer os nossos pensamentos no bem, na vontade crescente de sermos melhores. E assim, Jesus amado, querido mestre, te pedimos permissão para encerrarmos a palestra da noite de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, só reforçando aqui o ESD é maravilhoso. Quem quiser aprofundar, conhecer um pouco mais sobre a doutrina espírita que a nossa querida Bárbara falou, as inscrições reforçando começam dia 23 de janeiro, vão até dia 23 de fevereiro aqui na secretaria, na sala 100. as inscrições online no site da comunhão de 26 de janeiro a 13 de fevereiro. Então, estão todos convidados a aprofundar os conhecimentos na doutrina. Que Jesus abençoe a todos nós. Excelente final de semana. Tenhamos todos uma bela noite de sono reparador. >> Obrigada, querida. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia

oca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu,

ontinuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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