Você tem MEDO, RAIVA OU TRAUMA DAS PESSOAS? Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/07/2025 (há 9 meses) 47:56 7,951 visualizações

Cansado(a) de sentir MEDO, RAIVA ou TRAUMA DAS PESSOAS? Descubra por que a DOR nos RELACIONAMENTOS é um convite divino à sua REFORMA ÍNTIMA e LIBERDADE ESPIRITUAL, segundo a DOUTRINA ESPÍRITA. Nesta palestra acolhedora, Bárbara Britto revela como cada desafio na CONVIVÊNCIA SOCIAL te impulsiona à CURA EMOCIONAL. Chega de fugir! Sua PAZ está em aprender a lidar com as aflições. Assista agora e transforme sua vida! Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília, no dia 05/07/2025. 👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja um membro apoiador do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

o tema, né? Você tem medo, tem raiva, tem trauma das pessoas, é difícil alguém não se identificar com algum desses sentimentos, né? Porque o ser humano não é mole, não. Eh, a gente começa aqui lembrando que dentre as pessoas estamos nós. Então, a gente tem ou já vivenciou e ainda vai vivenciar muito esse sentimento do medo de pessoas que possuem comportamentos que podem nos colocar em situações prejudiciais ou de injustiça. raiva de pessoas que já nos colocaram nessa situação e o trauma de pessoas que nos colocaram nessa situação de maneira tão repetitiva e tão profunda que nos destruiu emocionalmente, né? Então, é difícil estarmos aqui e não lembrarmos de termos tido esse tipo de sentimento ou estarmos sentindo isso hoje. O mais interessante é que sim, a gente lembra que sente, sentiu e ainda vai sentir isso por alguém. Mas nesse mundo tem pessoas que também sentiram ou estão sentindo ou vão sentir isso por nós. Porque o que caracteriza a produção desses sentimentos dolorosos uns com os outros é justamente a decepção, a frustração, que é resultante dos equívocos e os equívocos são resultantes da ignorância. Então, como todos nós somos imperfeitos, temos ignorâncias, cometemos equívocos, frustramos e machucamos, magoamos, decepcionamos, então esse sentimento está entre todos nós. E aí, se a gente entra numa discussão de quem está certo e quem tá errado, a gente acaba se desgastando muito, ampliando o conflito, prolongando, inclusive, sem resolução, porque eu sempre vou defender conforme o meu ponto de vista. O meu ponto de vista é coerente com a minha história. Minha história é diferente da sua, portanto, o seu ponto de vista vai ser diferente do meu e a sua opinião vai ser diferente da minha. Então, a gente não consegue sair de um looping conflituoso, né? Por isso é importante a gente refletir sobre isso, porque nós estamos agora vivenciando a fase de transição planetária. Estamos transitando de uma fase de provas e expiações para regeneração. É uma mudança que leva

ortante a gente refletir sobre isso, porque nós estamos agora vivenciando a fase de transição planetária. Estamos transitando de uma fase de provas e expiações para regeneração. É uma mudança que leva bastante tempo, levam muitos anos, né? eh, é transitório. Mas o que que caracteriza essa transição? Nós não somos mais eh próximos da fase primitiva. Nós estamos avançando, somos imperfeitos, mas já temos muita estrada por aqui. Nós temos muita história. Então eu, Bárbara, hoje sinto o resultado do que eu estou vivendo hoje somado às marcas, as memórias de tudo que eu já vivi. Na minha consciência atual, eu lembro do que eu vivi nessa vida, mas eu não lembro do que eu vivi em vidas anteriores. Só que o que eu vivi em vidas anteriores está em mim, no meu inconsciente, que nós chamamos da consciência espiritual. Então eu não lembro, não tenho consciência, mas essas memórias estão motivando as minhas interpretações e as minhas atitudes. E eu estou cansado. Estou citando o meu nome aqui como representante de todos nós. Estamos cansados. Estamos cansados de sofrer, de nos decepcionar, de nos machucar. Por que ainda estamos nesse mundo? Porque ainda não nos aperfeiçoamos. O que significa que nós não aproveitamos todas as oportunidades de desenvolvimento ainda e com certeza utilizamos de bengalas, de justificativas, de fugas para que a gente não avançasse no nosso progresso, porque avançar no progresso significa vivenciar a reforma íntima. E vivenciar reforma íntima significa sentir dor. Então, a nossa tendência é sempre buscar o nosso bem-estar. Portanto, aquilo que me causa dor tende a me motivar a fugir, a não querer por perto. Eu quero eliminar aquilo que me põe em desequilíbrio, em desarmonia, que não me promove o bem-estar e que me faz, inclusive, me sentir ameaçado, porque o meu instinto de sobrevivência faz com que eu busque o meu bem-estar. Inclusive, no livro dos espíritos tem uma passagem que chama lei de conservação. E na lei de conservação, os espíritos nos explicam que nós temos esse instinto

a faz com que eu busque o meu bem-estar. Inclusive, no livro dos espíritos tem uma passagem que chama lei de conservação. E na lei de conservação, os espíritos nos explicam que nós temos esse instinto de conservação, justamente porque preservar o próprio bem-estar e a própria vida está inserido na lei de Deus. E nós somos criaturas da lei divina. Então, está na nossa consciência espiritual. Por isso, nós estamos sempre buscando o nosso bem-estar. Só que a gente se equivoca na forma de buscar o bem-estar, porque tudo que me gera desconforto, eu quero eliminar. Então, nós estamos passando por uma era de negação ao ser humano. Estamos intolerantes uns com os outros. Não que não houvesse a intolerância, né, antes. Claro que que há, né, quantas guerras, quantas lutas, quantas injustiças, mas estamos sofisticando essa relação de distanciamento daquilo que me causa desconforto, porque eu não quero sentir mais dor, eu não quero mais me sentir traído, eu não quero mais lidar com mentiras, eu não quero mais ser maltratado, abusado, mal compreendido, não acolhido. Então eu vou buscando me distanciar. E hoje nós temos mais liberdade que antes. Então antes existiu uma lei que nos obrigava, por exemplo, a nos mantermos casados. Hoje a gente tem a liberdade de escolher se vai se manter casado ou não. Antes existia uma lei e uma cultura social que nos eh dava deveres de convivência, de educação, de relacionamento, de comunicação e com a conquista da liberdade que nós fomos adquirindo. Nós fomos vencendo esses essas esses limites que nos algemavam, né? Então, hoje nós somos convidados a fazer, não porque a lei nos obriga, não porque a cultura nos obriga, mas porque nós queremos. Então, a gente tem a liberdade de escolher. E agora com a liberdade de escolher, nós estamos escolhendo nos distanciar uns dos outros, construir relacionamentos superficiais, porque estamos com medo de sentir dor, cansados de tanta estrada, de tanta luta. Então, esse sentimento é legítimo, é verdadeiro, é real e faz parte da

outros, construir relacionamentos superficiais, porque estamos com medo de sentir dor, cansados de tanta estrada, de tanta luta. Então, esse sentimento é legítimo, é verdadeiro, é real e faz parte da nossa história. Sim, nós já nos decepcionamos muito, já fomos muito injustiçados, muito prejudicados e ainda estamos sendo. Só que no livro dos espíritos tem uma passagem que chama lei de sociedade, onde Allan Kardec faz a seguinte pergunta pros espíritos na questão 766. A vida social está na natureza. E aí os espíritos dizem: "Certamente Deus fez o homem para viver em sociedade. A espiritualidade não traz o relacionamento social como opcional. A espiritualidade traz como lei, como regra, como um dever." e continua: "Não lhe deu inutilmente a palavra e todas as outras faculdades necessárias a vida de relação." Então, nós precisamos viver em sociedade. E por quê, né? Porque é tão difícil a convivência com o ser humano. E por que que é difícil a convivência com o ser humano? Porque cada espírito foi criado para sua própria individuação e desenvolvimento e evolução. Quando nós chegarmos no aperfeiçoamento, nós seremos o amor em ação, OK? Mas a minha maneira de amar não vai ser igual à sua, porque teremos a nossa personalidade configurada através das nossas vidas sucessivas, na matéria, das nossas reencarnações, da nossa estrada espiritual. Então, mesmo quando alcancemos a perfeição que Jesus nos nos apresentou ao vir para cá, nós não iremos atuar no mundo na mesma linguagem que Jesus. Iremos sim ter sempre as mesmas escolhas de amor, mas a forma vai ser particular a cada um de nós. Então, Deus não criou robôs que terão a mesma configuração e irão agir igual. Não, cada um de nós está construindo a própria personalidade, a própria individuação. Nós somos criados simples e ignorantes. A gente parte do mesmo princípio, mas com o livre arbítrio nós vamos personalizando a nossa história. Então, eu e você fomos criados ao mesmo tempo, fomos colocados então na estrada de desenvolvimento e diante de uma mesma

princípio, mas com o livre arbítrio nós vamos personalizando a nossa história. Então, eu e você fomos criados ao mesmo tempo, fomos colocados então na estrada de desenvolvimento e diante de uma mesma situação, eu escolhi lidar de uma forma diferente de você. Então, as minhas consequências foram diferentes das suas e aí eu tive que lidar com as minhas consequências e você com as suas e fizemos as nossas escolhas gerando outras consequências. Percebem? Então assim, a gente foi personalizando a nossa história. Meu caminho já começou a ser diferente do seu. Como fomos criados para nós mesmos no sentido de vivenciar a individuação, compreender a lei de amor e amar da nossa forma em harmonia com a lei de Deus? Você está aqui encarnado vivendo as suas necessidades de aprendizado. E as suas necessidades de aprendizado são compatíveis com a sua história até aqui. Você cometeu erros que eu não cometi. Você teve acertos que eu não tive. Então, as nossas necessidades e experiências se diferenciam mesmo. E diante disso, você possui desejos. interesses, sonhos, vontades e eu possuo também. Só que os seus desejos estão voltados aos seus interesses e os meus desejos voltados aos meus interesses. Agora vamos pegar isso que eu tô dando exemplo de duas pessoas e multiplicar em cada um de nós. Aqui são muitos interesses porque cada espírito tem o seu. São muitas histórias, são muitas necessidades diferenciadas. Como colocar tudo isso junto e dar certo? Porque eu vou defender os meus interesses e às vezes as suas ações em busca dos seus interesses ferem os meus interesses e é aí que a gente começa a se frustrar. Você tem uma atitude bem intencionado em se realizar, mas essa atitude me põe em prejuízo e fere os meus interesses, atrapalha o meu caminho e vice-versa. Ora, você está vindo me tirar o bem-estar, me tirar a realização. Você vira uma ameaça, então eu quero te eliminar. Quando é um relacionamento que não tem vínculo, é mais fácil. A gente acaba promovendo o distanciamento. Mas quando

bem-estar, me tirar a realização. Você vira uma ameaça, então eu quero te eliminar. Quando é um relacionamento que não tem vínculo, é mais fácil. A gente acaba promovendo o distanciamento. Mas quando tem um vínculo, é mais difícil. Eu não consigo me distanciar de você. Então o que que eu faço? Eu brigo, eu ataco, eu critico. E Joana deângeles nos explica o seguinte. Na infância todo mundo se mobiliza para resolver as nossas necessidades. Então, quando eu choro, todo mundo se mobiliza para entender o que que tá acontecendo. Se eu tô com fome, todo mundo se mobiliza para conseguir o meu alimento. Se eu tô com frio, me agasalham e assim vai. Então, eu começo a achar que as pessoas ao meu redor estão aqui para me servir. Aí eu levo essa infantilidade pra vida adulta. E eu continuo esperando que as pessoas parem as suas vidas e se mobilizem para atender as minhas necessidades ou aos meus desejos, ignorando que essas pessoas também possuem seus desejos e também estão buscando serem atendidas. E aí a gente começa a falar mal um do outro, porque você não me atende, eu não te atendo, ninguém atende ninguém, tá todo mundo falando mal de todo mundo. Veio Jesus e falou: "Gente, cegos guiando cegos, tire o olhar do outro e volte para si, porque o processo de amadurecimento está na reforma íntima. É autoconhecimento. Eu reformo aqui dentro. Para eu reformar aqui dentro, eu tenho que saber o que precisa ser reformado. Por isso o autoconhecimento. Eu preciso conhecer minhas fortalezas e minhas fragilidades. Então, quando eu estou lidando com o outro, eu tenho que entender que ele não é um servo meu. Ele é um espírito como eu, que possui uma história e desejos. O que que nos une? Sintonia de interesses. Eu tenho os meus desejos, você tem os seus. Se os nossos desejos, as nossas buscas se sintonizam, a gente se aproxima, a gente quer estar um ao lado do outro, porque a gente se sente fortalecido com um aliado, a gente se ajuda. O que que é que nos distancia? Justamente o distanciamento dos

onizam, a gente se aproxima, a gente quer estar um ao lado do outro, porque a gente se sente fortalecido com um aliado, a gente se ajuda. O que que é que nos distancia? Justamente o distanciamento dos interesses também. Hum. O que eu tô buscando é totalmente diferente do que eu tá buscando. Aí a gente não tem motivo para se buscar, a gente não se fortalece, né? Então, nós precisamos adultizar a maneira de lidarmos com a vida. Lembrando que ter pessoas se mobilizando para atender as nossas necessidades é um contexto de infância em que por causa dos meus limites o outro serve a mim. Então, sim, o bebê vai chorar e todo mundo precisa se mobilizar. Não porque nós somos servos desse bebê, mas por causa da condição dele de incapacidade de resolver as suas próprias necessidades. Ele não consegue produzir o próprio leite. Então eu preciso fazer. Assim como eu não sou serva do outro, o outro também não é um servo meu. Estamos todos buscando a própria realização. Só que a gente vive, né? A gente vive as nossas histórias. Então, uma coisa é saber disso no na teoria, outra coisa é conviver. Por quê? Porque quando o outro me frustra, eu sinto a raiva, eu sinto a tristeza, eu sinto a dor. Por mais que eu tenha o evangelho inteiro decorado, por mais que eu tenha toda a compreensão intelectual sobre o que é a vida, sobre o que é o amor, o sentido de estarmos aqui, quando o outro faz algo que mexe comigo, impactando negativamente, eu sinto esse sentimento é real. pode me dizer: "Ame o próximo". OK, mas eu continuo sentindo. Eu não consigo não sentir. Esse é o nosso conflito. É o sentimento que nos traz essa dor, essa agonia, essa angústia e nos leva a ter as ações conflituosas. Porque eu rejo a esse sentimento. Por que que a vida em sociedade é uma lei? Porque eu só vou conseguir desenvolver a habilidade de lidar com a vida precisando agir. O que me faz agir? O outro. Quando o outro faz algo que me provoca um sentimento, esse sentimento me ensina sobre como eu interpreto o que ele fez.

er a habilidade de lidar com a vida precisando agir. O que me faz agir? O outro. Quando o outro faz algo que me provoca um sentimento, esse sentimento me ensina sobre como eu interpreto o que ele fez. Entende? coisas simples do cotidiano. Ã, quando eu cuidava do meu avô, tava doente, eh, já na nos seus últimos anos de vida, eu lavava louça na casa dele e sempre me preocupava em botar a faca com a ponta virada para baixo, porque a pele dele tava tão, tão sensível que qualquer coisa pontuda que ele encostava rasgava a pele. Então eu tinha toda essa preocupação, mas quando ele recebia visita da família, era um dia que eu era vestida em ódio pela família, as pessoas que eu mais amava, porque eles iam lavar louça para ajudar, mas deixavam a faca para cima, com a ponta para cima. Percebem? É um detalhe, é uma bobagem que promove um sentimento em nós. É uma atitude bem intencionada do outro. Porque pro outro ele está fazendo certo, ele está ajudando. Mas a minha maneira de interpretar é que faz com que eu sinta a raiva. Ai, não custa nada botar a ponta da faca para baixo, porque eu exijo que as pessoas tenham a mesma mentalidade que eu, tenham o mesmo ponto de vista que eu. E já evangelizada, né? Eh, sempre tive a vigilância de isso que eu estou sentindo. Sempre que eu digo na nesse contexto que eu tô trazendo, né? Eh, tenho consciência de que isso que eu tô sentindo é a minha maneira de interpretar. Então, eu não preciso pegar minha raiva e jogar nas pessoas. Eu posso dialogar com elas. Pessoal, vamos combinar uma coisa. A pele do vovô tá tá muito frágil. Então, quando lavar a louça, vamos botar a ponta para baixo, pronto, né? Fizemos um acordo legal, vamos fazer assim. Mas eu poderia ter agido diferente. Eu poderia ter ido lá, poxa, vocês não se preocupam, vocês não estão pensando no outro, percebem? O sentimento é o mesmo, mas a forma de lidar com o sentimento é que a gente escolhe. Pode favorecer ou pode agravar. E nós estamos vivendo histórias, convivendo com pessoas que escolhem agir

percebem? O sentimento é o mesmo, mas a forma de lidar com o sentimento é que a gente escolhe. Pode favorecer ou pode agravar. E nós estamos vivendo histórias, convivendo com pessoas que escolhem agir de maneira que nos machuca mesmo. É verdade. Muitas das raivas que nós temos, dos traumas, dos medos, são legítimos, são lógicos, são reais. Eu estou lidando com pessoas que realmente me colocaram em prejuízo. Por que que Deus permite isso? Por que que Deus cria uma lei que me impõe me relacionar com pessoas que vão me causar dor e prejuízo? Aí eu vou trazer para vocês uma passagem de do livro chamado Vida, desafios e soluções de Divaldo, eh, através de Joana de Angeles, né, que quando tá falando da no primeiro capítulo da vida, diz assim: "Na imensa gama dos conflitos perturbadores, o indivíduo se dissocia convívio social, a princípio, através de uma fragmentação da personalidade que se sente destroçada, derrapando em atitudes de auto comiseração ou de agressividade, a depender do próprio arcabolso psicológico. Ou seja, cada um vai reagindo conforme a sua idade moral, a sua condição psíquica e emocional. É inevitável que nessa conjuntura aflitiva o convívio social seja insuportável ou exerça um tipo de pressão emocional angustiante que empurra no rumo da alienação. Então, já não, a gente não precisa se preocupar em achar que nós estamos errados em sentir isso. Esse sentimento é natural, é um sentimento consequente da dor que nós temos nessas relações. Faz parte. Aí segue dizendo assim: "Em grande número de vezes, eh, não, às vezes o grupo social é fechado, impeditivo de crescimento, evitando que novos membros se lhe associem. Apesar disso, em grande número de vezes, é ele próprio inseguro, atormentado, que rejeita a sociedade, refugiando-se em excusas de que não seria aceito. Há sempre presente no mecanismo de autopreservação quando se trata da personalidade conflituosa, evitando o grupo e acusando de rejeição. Ou seja, eu tenho uma experiência, vivo uma dor e aí eu tiro como conclusão que

e no mecanismo de autopreservação quando se trata da personalidade conflituosa, evitando o grupo e acusando de rejeição. Ou seja, eu tenho uma experiência, vivo uma dor e aí eu tiro como conclusão que eu tenho que evitar essa experiência. Só que Deus nos põe em sociedade como um dever, porque eu estou aqui para me libertar, para desenvolver a habilidade de lidar com tudo. Deus enviou Jesus ao mundo porque Jesus já tinha maturidade moral para lidar com qualquer situação nesse mundo e com qualquer personalidade. Então, como que eu vou aprender a lidar com um injusto se eu não vivenciar a experiência de conviver com o injusto? Então, por que Deus permite que o injusto venha fazer parte das minhas relações? Porque quando o injusto agir sobre a minha vida e eu vivenciar o efeito da injustiça, os meus sentimentos vão me provocar uma atitude. Essa atitude vai gerar um efeito e esse efeito me ensina. Amanhã eu vivo outra injustiça. Eu já não vou lidar da mesma forma. Eu vou tentar de outra forma. E essa outra forma vai trazer um outro efeito que também me ensina. E aí eu vou repetindo e daqui a pouco eu não caio mais nesse tipo de ilusão, de ingenuidade que me levou à situação de injustiça. Entende? Eu preciso lidar com a situação para desenvolver a habilidade de não ser vítima dela. Só que se eu coloco o outro como algós, ele foi injusto. Eu sou vítima e eu deitar em posição fetal, chorar e esperar que venha um herói, alguém, fazer o outro sofrer para se vingar, para trazer justiça pro outro. O outro vai sofrer, vamos supor, nessa hipótese, OK? O outro vai sofrer. Aí eu vou dizer: "Pronto, justiça foi feita, me levanto e sigo em frente. Amanhã o outro vai ser injusto comigo de novo. Eu vou saber lidar?" Não vou saber lidar porque eu não desenvolvi a habilidade de lidar. Agora eu vou pra sociedade, como dito aqui no no livro, eu vou pra sociedade e vou evitar pessoas injustas. Mas aí amanhã no trabalho eu sou obrigada a conviver com uma pessoa que é injusta. Eu tenho um chefe que é

ra sociedade, como dito aqui no no livro, eu vou pra sociedade e vou evitar pessoas injustas. Mas aí amanhã no trabalho eu sou obrigada a conviver com uma pessoa que é injusta. Eu tenho um chefe que é injusto. Eu sou obrigado. Não dá para eu fugir. E eu não sei lhe dar. Porque todas as oportunidades que eu teria de desenvolver a habilidade de lhe dar, eu fugi. Por isso, a vida em isolamento não é saudável para nenhum espírito e paralisa a nossa evolução. Porque a contradição das nossas ideias é que nos provoca o desenvolvimento da inteligência em lidar com as coisas. Então, você teve um relacionamento e essa pessoa te maltratou, tirou tudo de você, a sua sanidade, a sua saúde, seu bem-estar, a sua dignidade, a sua autoconfiança. Essa pessoa tirou tudo isso de você e você está no auge da sua dor. Uma dor profunda, uma dor real. O que que você tende a fazer? Desacreditar nos relacionamentos. Eu não quero mais um outro relacionamento porque eu não quero mais passar por isso de novo. É uma escolha. Você pode realmente nunca mais se relacionar, mas isso não te liberta, porque você nunca vai aprender a lidar com uma pessoa abusiva. Você nunca vai aprender a lidar com uma pessoa deseducada, desrespeitosa. Você nunca vai saber se posicionar com resistência moral, que é o que a gente veio desenvolver. Então, eu preciso confiar na vida. O que significa confiar na vida? Saber que Deus providencia as experiências que me são necessárias. Doeu muito, machucou muito. Então, realmente você precisa de um tempo para se curar. Não é ter a insanidade de em estado de desequilíbrio e desorganização mental, você já se envolver num outro relacionamento sem ter revisado os aprendizados, sem ter curado as dores, porque senão você só transfere, você tá com esse problema, você pega esse problema e leva para um outro relacionamento. E o objetivo não é só viver por viver o relacionamento, é usar o relacionamento como recurso de aprendizado. Então eu preciso me curar. Se tá doendo, eu preciso me curar.

para um outro relacionamento. E o objetivo não é só viver por viver o relacionamento, é usar o relacionamento como recurso de aprendizado. Então eu preciso me curar. Se tá doendo, eu preciso me curar. Aí eu começo a canalizar esforços para me curar. Eu começo a buscar recursos que vão me ajudar a entender meu sentimento, porque que eu tô sentindo aquilo, porque tem outras pessoas que lidando com a mesma situação sentem diferente. Já perceberam isso? A mesma situação. O outro sente uma coisa, eu sinto outra. Ele lida de uma forma, eu lido com de outra. Então, por que que eu sinto o que eu sinto? Por que que eu interpreto dessa forma? Por que que eu lido desse jeito? Aí eu começo a buscar recursos de esclarecimento, eu começo a tentar alguns comportamentos para ir me curando. Aí eu vou me curando, vou compreendendo melhor a situação, vou refletindo, aprendendo e agora eu tô pronta para um próximo desafio. E aí, se vier uma outra pessoa com a mesma personalidade, eu já vou chegar num relacionamento diferente. Posso ainda de novo me machucar, mas a história não vai ser a mesma, porque eu já trouxe algumas mudanças, mas eu preciso exercitar de novo. Aí vou exercitar de novo. Ih, mas e se doer de novo? Vamos lidar. Vamos lidar. Esses dias eu tava vendo uma série super bacana que que eh mostra a vida mais primitiva, né? A sobrevivência. que o pessoal tinha quando não tinha a ciência que a gente tem, a medicina que a gente tem. E aí o rapaz, o menino, quebrou a perna, quebrou o osso, né, da perna, uma criança. E aí o o homem eh brutão, já acostumado com aquela vida, né, de sobrevivência, foi lá tentar botar a perna no lugar, o osso no lugar. E não tinha anestesia, remédio, não tinha nada disso. É na dor, vamos lá. E aí ele vai lá arrumar o osso e no que ele vai justamente reposicionar o osso, imagina, né? A criança grita, grita, grita, mas ela já tava gritando há horas só de ver aquele osso quebrado. Ela tava gritando muito. E aí ele vai e arruma e a criança grita, grita, grita. E ele tentando ter

né? A criança grita, grita, grita, mas ela já tava gritando há horas só de ver aquele osso quebrado. Ela tava gritando muito. E aí ele vai e arruma e a criança grita, grita, grita. E ele tentando ter paciência. Chegou uma hora que ele grita com a criança, ele diz assim: "Para de gritar, é só dor, é só dor". Aí a criança para porque ela tava reagindo mais a ao pavor, ao medo, né, do que aquilo significava, do que realmente a dor. E como nós já vencemos essa fase primitiva e hoje a gente tem muitos recursos que nos ajudam a não sentir dor, né, muitas medicações, muitas terapêuticas, que a gente tá esquecendo como que é sentir dor. E aí a gente tá reduzindo a resistência de sentir dor. Então, quando a gente precisa viver uma experiência que exige a dor, exige o esforço, a gente quer fugir dela, a gente quer, a gente não quer sentir. Mas Joana deângeles nos ensina que não tem como vivenciar reforma íntima sem sentir a dor. Porque o que é dor? A dor é uma expressão emocional do desconforto. Tá desconfortável. Aí eu sinto a dor, né? O corpo tá me sinalizando. Tem algo que que tá fora do normal, não tá legal, temos que agir. Então a dor é muito importante na nossa vida, porque se eu não sinto dor, eu fico fazendo a mesma coisa. Aí a dor me sinaliza, preciso agir, preciso fazer alguma coisa. Então, a dor é uma grande aliada no nosso desenvolvimento. Que o outro fez comigo, que me causou dor, é aprendizado. Mas às vezes eu foco mais na raiva do outro e eu quero que o outro sofra, eu quero punir o outro, eu quero me vingar, que eu esqueço que a proposta está na minha reforma. Então, eu já tava com a dor da raiva por ter sido injustiçado ou da tristeza e eu agravo ela porque ao invés de eu buscar recursos de me curar, eu alimento a ira do outro e eu começo a ter atitudes de vingança. Eu falo mal, eu tento fazer influenciar os outros a a quererem prejudicar o outro. Então eu começo a me comprometer com situações que vão trazer mais desequilíbrios. E eu agravo a situação e eu deixo chegar a um ponto que um dia

influenciar os outros a a quererem prejudicar o outro. Então eu começo a me comprometer com situações que vão trazer mais desequilíbrios. E eu agravo a situação e eu deixo chegar a um ponto que um dia eu desisto da humanidade. Não dá. Eu descobri que ninguém vai me servir, ninguém vai se sacrificar por mim. Então eu não gosto mais do ser humano. Ser humano não me serve. Aí eu me isolo numa atitude egoísta de achar que o outro é um recurso de satisfação dos meus prazeres. Os nossos conflitos no relacionamento é justamente por isso, porque eu imponho ao outro a satisfação dos meus prazeres. E se você não faz, então você é decepcionante, é intragável. E agora tá na moda dizer que as pessoas são tóxicas. Então, todo mundo que nos gera um desconforto, hum, é tóxico. Na ilusão, na fantasia de acharmos que nós viemos para cá para sentar de uma poltrona, comer uvas e ser abanado pelas pessoas. Eu não aceito a diferença de opinião. Eu quero impor a você a minha opinião. Eu quero impor a você a minha forma. Você joga fora a casca de banana de um jeito e eu de outro. Eu quero que você faça do meu jeito. Você arruma o lixo da cozinha de um jeito, eu arrumo de outro. Eu quero que você faça do meu jeito. Percebe o que que eu tô fazendo? Eu tô pedindo para um outro espírito jogar fora toda a história dele, abrir mão de todos os desejos dele, deixar de viver a individuação dele para ele viver a minha. Eu quero que ele deixe de realizar seus desejos para realizar os meus. E ele é tóxico. Percebe? Nós estamos banalizando os comportamentos conflituosos, colocando tudo numa categoria só. A espiritualidade não reduz a legitimidade da nossa dor. Eles reconhecem, a dor existe e é compatível com o nosso modo como a gente interpreta. Então, aproveite as relações para aprimorar a maneira de interpretar a vida, de interpretar o outro. Aí eu trago uma outra passagem do livro O Homem Integral, em que Joana deângeles diz assim: "O homem amargurado que se faz vítima dos conflitos deve aprender a resolver

a vida, de interpretar o outro. Aí eu trago uma outra passagem do livro O Homem Integral, em que Joana deângeles diz assim: "O homem amargurado que se faz vítima dos conflitos deve aprender a resolver os desafios do momento. Então, além da gente ter que viver em sociedade, a gente tem que aprender a resolver os desafios do momento, despreocupando-se das ocorrências traumáticas e gerando novas oportunidades. Então eu tenho que me dispor a novos relacionamentos, sim, no trabalho, com amigos, na família, afetivos, todo tipo de relacionamento, porque é através do relacionamento que a gente desenvolve a nossa inteligência. Se eu não me relacionar, eu paraliso o desenvolvimento da minha inteligência. Eu estaciono, eu não me desenvolvo. Eu vou ficar só na teoria cheio de discurso. O que é um bom parceiro? O que é uma boa parceira? Mas você é parceiro de alguém? Não. Mas você é parceira de alguém? Não. O que é uma boa mãe? O que é um bom pai? Mas você é pai ou mãe? Não, eu não, eu achei melhor não ter filho porque dá muito trabalho, né? Então a gente fica discursando, discursando, discursando, falando do comportamento do outro, o que deveria ser, o que não é. Ainda termina a frase dizendo assim: "Mas quem sou eu para julgar?" Não é assim? Então, a gente tem que viver, viver, pôr a mão na massa, se relacionar, não é ficar no discurso, porque o discurso não nos modifica. Aí ela continua: "As suas propostas para amanhã começam agora, não aguardando que o tempo chegue, porque é ele quem passará pelas horas e chegará àela dimensão a que domina o futuro." Então, nós viemos para desenvolver a inteligência intelectual e consequentemente e principalmente moral. Como que eu vou desenvolver inteligência moral? Me relacionando. Porque através do relacionamento, o outro vai me pôr em contato com quem eu sou. O outro vai me pôr em contato com o sentimento de bem-estar. Aí eu vou dizer: "Olha, eu gosto disso, isso me faz bem, gosto desse caminho." É o autoconhecimento, mas ele também vai me

com quem eu sou. O outro vai me pôr em contato com o sentimento de bem-estar. Aí eu vou dizer: "Olha, eu gosto disso, isso me faz bem, gosto desse caminho." É o autoconhecimento, mas ele também vai me pôr em contato com sentimentos que não são bons, que são desconfortáveis. Eu vou sentir dor e a dor vai me sinalizar. Hum, tenho algo a desenvolver aqui. Não tô sabendo lidar com isso. Se está doendo, é porque eu não sei lidar. Porque Jesus no meu lugar não estaria sentindo dor. Por que não estaria sentindo dor? Porque ele já tinha resistência moral. Ele já tinha desenvolvido todas as habilidades de lidar com todas as nossas chagas. Eu ainda não. Então, cada vez que no relacionamento eu senti dor, eu tenho que ressignificar minha relação com a dor. A dor é minha aliada. Ela está dizendo, precisamos agir. Preciso desenvolver a habilidade de lidar com isso. Ah, mas doeu, doeu muito, doeu mesmo, tá doendo. Procure recursos de cura. A cura não está em negar a experiência. A cura está em compreender, resolver. é você com você mesmo. Aí resolvido, vamos tentar de novo. Então, podem perceber que vira e mexe, Deus nos dá uma trégua e depois ele repete a mesma experiência. Aí, às vezes, a gente eh tá cansado dos conflitos da família, que que a gente faz? a gente se muda para outra cidade, para outro país, arruma outros projetos para não precisar conviver com a família. E aí o nosso vizinho lá é a nossa mãe inteirinha, não é? Porque Deus não tá apegado às pessoas, Deus está apegado à educação que a gente precisa. Então, se você está fugindo de uma pessoa que sempre grita com você porque você não consegue lidar com grito, com desequilíbrio alheio, você vai distanciar, daqui a pouco vai aparecer na sua vida outra pessoa gritando. Pode perceber, gente, se repete. Porque a questão não é a pessoa, é você ter que desenvolver a habilidade de lidar. Deus está fazendo isso com você por amor. Por amor, meu filho, você precisa se libertar. dessa dessa eh desse estado de sofrimento que você fica diante dessa

ter que desenvolver a habilidade de lidar. Deus está fazendo isso com você por amor. Por amor, meu filho, você precisa se libertar. dessa dessa eh desse estado de sofrimento que você fica diante dessa situação. Aprende a lidar com ela, senão você não vai ser um espírito livre. Você sempre vai ter que ficar ali protegido por um berço. Oh, coitado, não vou deixar esse meu filho estar com essas personalidades porque vai causar dor. Precisamos adultizar a nossa forma de viver. Entendendo que a nossa fortaleza, os nossos instrumentos não estão no outro, está em nós. Não é o outro que vai me salvar, sou eu mesmo. O outro possui o desafio dele, da própria reforma íntima. Você quer que ele resolva os desafios dele e os seus? Aí você tá invertendo, ao invés de você impor ele que trabalhe, né, assim, te servindo, você e que, ao invés de você querer que ele abandone a própria vida para viver a sua, você está abandonando a sua, pedindo para que ele viva. Aí você quer se escorar nele, você quer que ele resolva todos os problemas da sua vida. você quer que ele diga tudo que você tem que fazer. Por isso, Deus também faz com que a gente seja obrigado a se distanciar daqueles que mais nos ajudam. Porque é quando Deus diz assim: "Tá na hora de tirar a rodinha da bicicleta". E aí a gente diz: "Eu não vou conseguir, é impossível. Não sei viver sem essa pessoa". Você foi criado sem essa pessoa. Você foi criado para ser livre. Você não depende de ninguém, meu filho, a não ser a mim que sou o criador. Então, o que eu vou te ensinar é perceber que tudo que você precisa está em você. E quando precisar vir por intermédio do outro, eu vou providenciar o outro na sua vida. Podem perceber que nós não temos só histórias de pessoas que nos causaram dor. Nós temos muitas histórias das pessoas que nos causaram bem-estar, fortalecimento, esperança, fé, coragem. Mas e se aquela pessoa tivesse escolhido não fazer, teria aparecido outra. Porque Deus não se apega às pessoas, ele se apega ao instrumento que eu preciso

star, fortalecimento, esperança, fé, coragem. Mas e se aquela pessoa tivesse escolhido não fazer, teria aparecido outra. Porque Deus não se apega às pessoas, ele se apega ao instrumento que eu preciso para me desenvolver. Então, não acuse o outro porque o outro não te ajudou, porque o outro não foi grato, porque o outro não te amou. Ele não sabe fazer isso. Ele está buscando o próprio autodesenvolvimento. Ele está tentando vencer as próprias dores, as próprias dúvidas e realizar os próprios desejos. Precisamos nos conciliar com a verdade das relações. E qual é a verdade das relações? As relações não estão aqui para nos servir. As relações estão aqui para nos pôr frente às nossas necessidades de amadurecimento. As relações estão aqui para desenvolvermos a habilidade de lidar com tudo e nos tornarmos espíritos livres. Então, se hoje você está em dor por causa de algum tipo de relacionamento, seja ele qual for o setor da vida, te acalma em saber que é transitório. Essa dor é só dor, é instrumento, é um aliado dizendo: "Tenta fazer diferente, desenvolva uma nova habilidade." E como eu vou fazer isso? Busque em você os instrumentos. Deus não pede que a gente carregue a cruz do outro. Ele quer que a gente carregue a própria cruz. Ele não disse: "Pegue a cruz do outro e caminhe". Ele disse: "Pegue a própria cruz". Para concluir, resgato aqui a letra de uma música bem conhecida por nós, para nos ajudar a alimentar a esperança, fazendo lembrar que tudo que a gente vive é a expressão da misericórdia divina nos chamando para crescer. É o pai dizendo: "Meu filho, eu tirei a rodinha da bicicleta. Você vai cair, vai ralar o joelho, mas eu estou aqui. A gente vai curar esse joelho ralado e vai tentar de novo. Porque no dia que a gente pega essa bicicleta e anda sem rodinha e firma, é uma grande comemoração do pai que nos ama, que nos educa para sermos maduros e livres. E a música diz, né? Mas é claro que o sol vai voltar amanhã mais uma vez. Eu sei escuridão já vi de có deidecer

é uma grande comemoração do pai que nos ama, que nos educa para sermos maduros e livres. E a música diz, né? Mas é claro que o sol vai voltar amanhã mais uma vez. Eu sei escuridão já vi de có deidecer genteção. Espera que o sol já vem. Tem gente que está do mesmo lado que você, mas deveria estar do lado de lá. Tem gente que machuca os outros. Tem gente que não sabe amar. Tem gente enganando a gente. Veja a nossa vida como está. Mas eu sei que um dia a gente aprende. Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita sempre alcança. Boa noite a todos. Muito obrigada. Até a próxima. M.

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