A ANSIEDADE ME DESTROI - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor >> Estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. [música] Muito bom dia a todos e a todas. Sejam todos muito bem-vindos e bem-vindas à Comão Espírita de Brasília. Saúdo todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Também deixo o meu abraço e a saudação paraa Albertina de São Paulo, Manuel Figueiredo, a Inas Ribas e todos que estão forem entrando aqui no no YouTube, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Sintam-se todos abraçados, né, e acolhidos. Hoje estamos com a nossa irmã Bárbara Brito, que vai trazer o tema a ansiedade me destrói. Então, antes que a ansiedade não destrua para ouvir a Bárbara falar sobre ansiedade, inclusive nosso irmão Antônio Lato já tá ansioso também para que a palestra comece. Eh, eu vou ler um trecho do livro Conselhos Úteis da nossa irmã Hilda Pereira Magalhães, recebido pela médio do Alonso. Esse livro que foi aqui editado pela Compírita de Brasília e é uma ótima opção pra gente ter junto de nós na cabeceira aquele momento de aflição, momento que a gente precisa de alguma orientação. A gente pega e abre. Até porque eu gosto sempre de frisar que a Hilda Magalhães foi a mãe da Hilda Alonso, né? Então, esses conselhos úteis aqui são conselhos maternais e quem não precisa de vez em quando de um conselho maternal, né? Vamos abrir aqui o melhor uso da palavra.
hães foi a mãe da Hilda Alonso, né? Então, esses conselhos úteis aqui são conselhos maternais e quem não precisa de vez em quando de um conselho maternal, né? Vamos abrir aqui o melhor uso da palavra. Todas as tuas palavras estão sendo observadas. Há sempre quem as ouça, interprete e julgue. Tuas palavras serão capazes de incentivar, elogiar, esclarecer. alegrar e até modificar pessoas. Elas podem ter uma vibração muito forte e algumas vezes até estar carregadas de magnetismo. Como tens um bom instrumento na palavra que pode servir para transportar as mentes a regiões benditas, se quiseres. Como a conversa fraterna e amiga, quando te dispuseres, serás capaz de consolar, confortar corações delacerados e oprimidos. Aproveita esse veículo que é a tua fala. Faz dela o melhor uso, beneficiando quantos te ouvirem. que ela soe como uma música melodiosa a enternecer corações e desanuviar mentes. Deus te ajude nesse propósito. Nossa irmã Hilda, né, alertando no propósito do melhor uso da palavra, né? Uma vez eu vi que a gente só é dono das palavras que nunca foram ditas. Uma vez que as palavras saem da nossa boca, aí não tem mais volta, né? E ela faz esse alerta, né? Que a palavra tem esse um poder, o poder de estar com vibração e às vezes ela vem até carregadas de magnetismo e aí pode ser tanto bom quanto ruim, né? Então, ela faz esse alerta pra gente tá eh prestando bastante atenção, né, com relação como a gente tá usando a palavra e ela evidencia, né, traz mais força aqui desse poder positivo que a palavra pode fazer, né, para ajudarmos quem está ao nosso redor. Essa após essa pequena reflexão sobre a palavra, com o objetivo da gente internalizar no nosso dia a dia sobre esse ensinamento e ajudar estarmos aqui presentes mentalmente e levemos o nosso pensamento ao alto, fazendo uma respiração profunda, agradecendo a Deus, nosso pai, por estarmos aqui reunidos, agradecendo a Jesus, nosso mestre, por todos os ensinamentos que ele nos deixou, por todo o amparo que ele continua a
ma respiração profunda, agradecendo a Deus, nosso pai, por estarmos aqui reunidos, agradecendo a Jesus, nosso mestre, por todos os ensinamentos que ele nos deixou, por todo o amparo que ele continua a fazer, sendo o nosso pastor. Agradecendo também toda a espiritualidade que se faz presente e rogando intercessão para renovar nossas energias, renovarm nosso íntimo e ajudarmos a refletirmos nas palavras que iremos ouvir nesta manhã. E também que ampare nossa irmã Bárbara nos seus pensamentos, na condução da palestra que teremos agora. Que assim seja. Bom dia a todos. Então vamos lá. Para matar a sua ansiedade, Antônio, vamos começar com a nossa reflexão, né, falando de que a a ansiedade nos destrói. Eh, e lembrando aqui que quando a gente fala da ansiedade é justamente essa natureza que a gente tem de tentar prever, né, as coisas que vão acontecer, tentando antecipá-las na nossa mente. E aí a gente começa a viver a reação de algo que a gente não pode fazer nada porque não está acontecendo. Mas ao prevermos o que pode acontecer, a gente sente medo. Medo de não dar certo, medo de eh dos caminhos mudarem ou medo do que aquilo vai significar na nossa vida, as consequências do que vai do que vai acontecer, né? Então, tudo isso vai nos gerando medo. Temos um instinto de preservação, de conservação. Inclusive, no livro dos espíritos tem uma passagem que fala lei de conservação, eh, que nos ensina que nós temos por natureza o instinto de lutar pela vida, pela, pela nossa sobrevivência, pelo nosso bem-estar, né? E aí na quando a gente fala dos animais, eh, que são as energias que estão compondo, né, os corpos dos animais, o princípio vital, ele eles lutam somente pela sobrevivência, né? O sentido da vida pro animal é sobreviver. Simples assim. Então, o animal vive buscando ameaças. O olhar do animal é sempre focando no que está presente que possa colocar a vida dele em risco ou a vida do bando, né, da a depender da eh do animal e do seu papel, né, na no reino animal, ainda existe isso. ele busca o que o ameaça ou
no que está presente que possa colocar a vida dele em risco ou a vida do bando, né, da a depender da eh do animal e do seu papel, né, na no reino animal, ainda existe isso. ele busca o que o ameaça ou ameaça o bando ou a sua espécie. E nós habitamos, né, não enquanto indivíduo, mas quando nós nos tornamos espíritos, nós passamos a existir, na verdade enquanto espírito, com a consciência da existência e começamos a habitar o reino hominal, né, que a gente diz que é justamente encarnar no corpo de de humano. Nós éramos o resultado das experiências desse princípio vital que passou pelo reino mineral, vegetal e animal. Então, nós chegamos primitivos nas nossas primeiras encarnações com esse instinto da sobrevivência e com essa natureza de seguir a vida observando o que nos ameaça. Por isso é muito comum ainda hoje nós valorizarmos mais o que nos causa desconforto do que valorizarmos o que nos faz bem, né? Então, se a gente perceber, é mais natural reclamarmos dos problemas e desabafarmos sobre os nossos medos, do que ficarmos explanando sobre gratidão, sobre o reconhecimento das coisas boas que nós temos, do conforto, do bem-estar ou da saúde ou das pessoas especiais que nos rodeiam. Porque sim, nós temos problema de saúde, nós temos desafios com a matéria, desafios com as pessoas, mas não é só desafio, né? Nós temos muitos privilégios em determinadas áreas da nossa vida quando a gente se compara com outras pessoas que não possuem bem-estar nesses setores que a gente tem, né? Então, a às vezes a gente se depara com notícias na nas mídias que que fazem a gente perceber isso, né? Poxa, tem gente vivendo isso, que situação difícil. Será que eu daria conta de viver essa experiência? Quer dizer, então já há aqui algo a termos gratidão, né? Existem setores na nossa vida que a gente deveria agradecer e verbalizar que é gostoso, que é legal, que a gente usufrui. Mas a gente ainda traz essa natureza animalizada de estar sempre focando no que põe em ameaça o nosso bem-estar. E hoje nós não somos mais primitivos,
que é gostoso, que é legal, que a gente usufrui. Mas a gente ainda traz essa natureza animalizada de estar sempre focando no que põe em ameaça o nosso bem-estar. E hoje nós não somos mais primitivos, então nós somos resultados de uma série de encarnações em que vivenciamos muitas experiências de amor, de glórias, de conquistas e de dores, de torturas, de frustrações. Todas essas memórias estão registradas em nós, na nossa memória espiritual, e elas se materializam no perespírito, né? Só lembrando para quem não não se recorda do que é perespírito, é esse corpo, essa roupagem fluídica semimaterial que une o espírito ao corpo físico. Então, a memória é minha enquanto espírito, mas eu transmito ao meu perespírito, né, toda a sensação e sentimento das experiências que eu tenho. E o perespírito vai carregando essas cicatrizes, essas memórias, tanto as gostosas quanto as que foram tormentosas. Então, quando a gente reencarna hoje, olha o contexto que nós estamos vivendo. Estamos vivendo a transição planetária. O que significa isso? Significa que essa escola deixa de utilizar de educativas expiatórias, que são aquelas que nos colocam nos nossos extremos emocionais, onde o mal se sobrepõe e passaremos a viver provações no mundo de regeneração em que o mal se constrange porque o bem começa a nos inspirar mais e a fazer mais sentido pra gente. Mas é uma transição, é um processo. E nessa transição nós estamos ansiando fazer parte dessa nova era. Por quê? Porque nós estamos cansados de viver esse tipo de experiência dolorosa em que o mal predomina, que é característico de um mundo de provas e expiações, né? Nós estamos cansados de precisar dessa educativa. Isso é importante a gente lembrar. Quando a gente vive traições, quando a gente vive frustrações, abandonos, desrespeito do outro, a injustiça do outro, a gente vive porque essas experiências são linguagens que nos educam. Então, se eu estou vivendo isso, é porque eu preciso disso. E essa consciência a gente precisa ter. Eu não sou vítima.
a do outro, a gente vive porque essas experiências são linguagens que nos educam. Então, se eu estou vivendo isso, é porque eu preciso disso. E essa consciência a gente precisa ter. Eu não sou vítima. Se eu estou vivendo essa experiência, é porque essa experiência é a linguagem educativa que eu necessito. Porque o que Deus quer é que a gente cresça, evolua, que a gente alcance a sabedoria que nós fomos criados para alcançar. E ele procura nos conduzir pelos caminhos menos dolorosos, mas a dor é inevitável porque ela é a expressão do desconforto de termos que lidar com algo que a gente não conhece, que a gente não sabe lidar, de ter que se frustrar. Então, a gente segue a vida eh enxergando ela de uma maneira extremamente equivocada, porque a gente acha que a encarnação é uma página de um livro em que nós vamos escrever uma história de final feliz. E isso é muito infantil da nossa parte, porque há mais de 2000 anos Jesus nos disse que a felicidade não é desse mundo, porque esse mundo é uma escola que desenvolve virtudes em nós. Nós só conseguiremos ser felizes com as virtudes conquistadas, porque é uma questão de ação e reação. vou agir em virtude, eu vou viver as consequências dessa ação. Mas para que eu desperte essas virtudes em mim, eu preciso exercitar a vivência e a experiência em diversos cenários diferentes. pelo meu instinto de preservação, eu sempre vou fazer planos em que eu conquisto o bem-estar, em que eu conquisto a constância e que eu conquisto o conforto. Meu plano sempre vai ser esse. É natural, é meu instinto de conservação. Acontece que se eu venho para um mundo de provas e expiações que vai me submeter a experiências, onde o mal por vezes vai prevalecer, por mais que eu faça planos para ficar bem, é fato que eu vou vivenciar frustrações, dores, injustiças, abandonos, traições. É fato isso. Não tem como fugirmos disso. E essa é a parte talvez dura da vida de aprendermos. Por quê? Só é dura porque nós criamos a expectativa de construir uma estrada que a gente não
s, traições. É fato isso. Não tem como fugirmos disso. E essa é a parte talvez dura da vida de aprendermos. Por quê? Só é dura porque nós criamos a expectativa de construir uma estrada que a gente não vai precisar viver isso. A nossa cultura nos ensina isso. Os livros, os filmes, os as peças teatrais são sempre histórias de luta que chega a uma vitória final. E aí o filme acaba ali, mas se o filme continuasse, já apareceria uma nova luta. Tanto que alguns filmes trazem o dois, trazem o três, trazem o quatro, porque essa é a verdade da vida. Joana deângeles diz: "Nós viemos para viver ciclos de transformação." Em cada ciclo de transformação, há a fase do bem-estar, né? do gozo daquilo que nos faz bem, do prazer, da alegria e a fase da dor. Todos os ciclos de transformação trazem essa proposta, a fase da dor, porque é ela que me faz confrontar meu conhecimento, minhas virtudes, meus defeitos, minha conduta. fase gostosa, porque é nela que eu me refazo, me refaço, reviso os meus aprendizados e transformo meus painéis conceituais. amadureço, visto, né, a nova conduta, vivo o efeito dessa nova conduta, aí daqui a pouco vem uma um novo ciclo. Então, Joana diz assim: "Quando você tiver passando pelos seus extremos emocionais, lembra que ele é só um ciclo e a vida na Terra é composta por diversos ciclos. Portanto, esse ciclo vai passar, essa dor vai passar. Aí ela diz assim: "Quando passar e você tiver vivendo experiências gostosas, prazerosas, eh, a paz, o bem-estar, a tranquilidade, lembra que vai passar também, porque nós viemos viver múltiplos ciclos de transformação. Se eu ficar só no bem-estar, eu não aprendo, eu não evoluo. Se eu ficar só na dor, eu vou perder a capacidade de suportar e de aprender com ela. Então, Deus criou um mecanismo de desenvolvimento onde ora vem a dor, ora vem o alívio. Há dores que duram uma encarnação, mas é um ciclo, né? a gente vem com doenças ou deficiências ou eh dificuldades de mudança comportamental que a gente leva o desafio uma encarnação inteira. Mas eu
o. Há dores que duram uma encarnação, mas é um ciclo, né? a gente vem com doenças ou deficiências ou eh dificuldades de mudança comportamental que a gente leva o desafio uma encarnação inteira. Mas eu preciso lembrar que eu não tô nas minhas primeiras encarnações. Então, às vezes, eu preciso de uma encarnação inteira para resolver vícios de comportamento que eu construí durante várias encarnações. Então, o que é uma encarnação dentro de uma eternidade? OK. Então, como lidar com isso? Se eu tenho um instinto de conservação e de preservação, eu não gosto da dor, eu quero bem-estar, como lidar com essa realidade? Aí é a proposta do verdadeiro significado da fé em Deus. Nós fomos ensinados que ter fé em Deus é acreditar que Deus fará a nossa vontade. Isso não se chama fé. O evangelho nos ensina que isso se chama orgulho. Eu quero impor a Deus que ele faça a minha vontade. Ué, mas se eu sou um aprendiz, eu tô numa escola, eu preciso ainda entender a lei de Deus, a lei de amor. Eu preciso despertar ainda as minhas virtudes e desenvolver a habilidade de lidar com a vida em amor. É fato que eu não sei tudo. Aliás, se eu estou precisando de uma escola de provas e expiações, eu não sei quase nada, porque a fase é assim, né? A gente habita um mundo primitivo, porque a gente tem, a gente a gente vive a experiência com atitudes ainda animalizadas, né? a gente luta só pela sobrevivência. Aí a gente vai desenvolvendo a intelectualidade através da manipulação da matéria para sobreviver. Aí a gente passa a encarnar em mundos de provas e expiações. Esse mundo de provas e expiações é que vem nos ensinar sobre o bem e o mal, sobre o efeito da ação no bem e o efeito da ação no mal. Por isso, as provações acabam trazendo experiências em que o mal ainda prevalece, porque como a gente veio de uma fase que a gente só se importava com a sobrevivência, quando a gente chega no mundo de provas e expiações, a gente sai tomando decisão pela nossa sobrevivência. Então não importa o que vai acontecer com você, o que importa é
mportava com a sobrevivência, quando a gente chega no mundo de provas e expiações, a gente sai tomando decisão pela nossa sobrevivência. Então não importa o que vai acontecer com você, o que importa é que me faça bem. Aí eu sou injusta com você. Aí eu te coloco em prejuízo. Então a natureza do mundo de provas e expiações é sim que o mal tenha muito espaço, porque a gente tá direcionando a inteligência intelectual somente pro bem individual. Por isso o mundo de provas e e expiações, a injustiça prevalece. Mas como a injustiça causa dor, a gente começa a lutar para que isso mude. E aí a gente tem séculos e séculos e séculos e séculos, né, para transformar essa mentalidade em busca pela justiça de todos. Então, o nosso senso de justiça vai amadurecendo, as nossas leis humanas vão mudando e aí a gente consegue conquistar um uma outra escola que é de regeneração, onde a gente se regenera enquanto espírito, moralmente falando, a gente leva os nossos aprendizados e a gente luta pelo bem. Então, as provações continuam, mas o mal se constrange, ele começa a se tornar menoria. E aí a justiça se impõe mais com respeito, com benevolência para com todos. E aí depois da fase da dos mundos de regeneração, é que a gente vai habitando mundos eh felizes, mundos puros, celestes, enfim. Nó se nós estamos no mundo de provas e expiações, é porque precisamos dessa educativa. Então a gente, veja bem, por isso que eu digo, a gente não é vítima, sabe? que os outros agem ainda no mal. Nós agimos, nós agimos no mal porque nós nos equivocamos porque ainda não dominamos a lei de amor. Então, tem hora que eu estou fazendo algo que eu acho que é certo e lá na frente eu descubro que é errado. E por que que eu tô dizendo isso? Porque é assim que nós vamos acumulando as experiências e nós trazemos de vidas passadas medo de errar de novo, memórias inconscientes de insucessos, de dores que a gente não quer reviver. E a gente projeta isso na vida atual. Então, a gente começa a querer que as coisas sejam do nosso jeito,
de errar de novo, memórias inconscientes de insucessos, de dores que a gente não quer reviver. E a gente projeta isso na vida atual. Então, a gente começa a querer que as coisas sejam do nosso jeito, porque a gente não quer sofrer, mas a dor é inevitável. na fase de desenvolvimento em que estamos. Adorei inevitável. Um dia não será mais necessário, mas hoje é necessário, é educativo. Então, a fé não é impor a Deus a nossa vontade, confiar que Deus vai fazer a nossa vontade. A fé é confiar na decisão de Deus, porque ele sabe da minha história, ele sabe das minhas marcas, das minhas memórias, do que eu não quero e do que eu quero. Seja qual for a decisão de Deus, ela é justa e ela é boa, porque Deus é justo e bom. Quando eu começo a exercitar a mentalidade nesse lugar, eu começo a confiar no fluxo da vida, porque eu sei que, por mais que eu não queira, vamos supor, ah, eu vou ter uma entrevista de emprego daqui a duas semanas. Eu quero muito esse trabalho. Eu tenho medo de não dar certo, porque se não der certo, eu vou viver feitos colaterais dolorosos. E aí eu começo a trazer esse futuro para cá. Duas semanas além começa a vir pra minha mente e eu começo a exercitar na minha mente como é que vai ser. E eu fico repetindo aquilo numa neurose desesperadora, porque eu saio do planejamento. Uma coisa é: "Ah, eu vou fazer uma entrevista de emprego, então eu preciso me preparar. Eu quero me posicionar assim, assim, assim, planejei, pronto, tô pronto, agora é esperar". Mas não, a gente planeja e fica remoendo, mas isso, isso, mas isso, isso. Aí a gente começa a sentir medo. Se não der certo, aí vai acontecer isso, aí vai acontecer aquilo. Aí eu preciso trazer aqui eh na nessa reflexão de agora o que a espiritualidade já nos ensinou tem tempo, o que Jesus nos ensinou quando ele se submeteu à crucificação. Decisão de Deus é uma decisão, não tá em negociação. Então, se for para você não conseguir esse emprego, você não vai conseguir, porque Deus é justo e é bom contigo. E ele vai fazer você passar pelo que é
são de Deus é uma decisão, não tá em negociação. Então, se for para você não conseguir esse emprego, você não vai conseguir, porque Deus é justo e é bom contigo. E ele vai fazer você passar pelo que é necessário pro seu desenvolvimento. Nós é que nos algemamos em regras. Tem que ser assim. Isso é o melhor. Não aceito não ser assim. Aí a gente começa a criar condições. Nós fazemos isso pelo medo, pelo medo de não viver a experiência do outro, pelo medo de ser julgado, pelo medo de Isso é falta de fé, isso é falta de confiança. Como lidar então com a vida sem alimentar essa ansiedade que me faz querer antecipar as coisas e administrar aquilo que não tem como eu agir agora. Não tem como eu agir. Então eu fico repetindo aquilo na minha mente o tempo todo. E às vezes para fugir daquilo eu não penso, mas o medo vem. Como é que eu faço para não lidar com isso? Exercita a mentalidade de confiar em Deus. Por que que eu tô falando exercita? Porque nós estamos em desenvolvimento moral. Então é muito fácil a gente falar: confia em Deus. Mas quem tenta confiar em Deus frente aos desafios sabe que é muito difícil. A gente não sabe ainda. Então tem setores da vida que a gente já consegue confiar e ok, e tem outros que não, porque a gente traz marcas do passado, a gente traz medos. Então, é exercitar aquilo que eu não sei, eu só vou saber exercitando. Então, eu tenho que tentar, eu tenho que buscar conhecimento, estudos, ideias que vão me ajudando a exercitar na mente a mentalidade de deixar Deus ser Deus. Ué, mas onde fica meu desejo? Então eu venho e não tenho desejo, não tenho sonhos, não tenho. Pelo contrário, o desejo é que nos faz nos motivarmos a nos levantar e viver a vida e ir atrás das coisas que a gente quer. Então o desejo em cada um de nós é provocado de maneira diferente. A característica da sua família é que provocou alguns desejos na sua vida. E a minha família tem outras características. E aí eu fui provocada de outra forma em outros desejos. Por isso nossos desejos são diferentes e
da sua família é que provocou alguns desejos na sua vida. E a minha família tem outras características. E aí eu fui provocada de outra forma em outros desejos. Por isso nossos desejos são diferentes e tudo faz parte da arquitetura divina, porque Deus é justo, Deus é bom. Mas qual é o papel do desejo na nossa vida? É justamente me fazer agir. Eu me levanto e vou atrás daquilo que eu quero. E Deus utiliza do caminho para me ensinar. Então, em busca da satisfação do desejo, é certo, é fato que eu vou viver meus ciclos de transformação. Portanto, eu preciso desejar. É a natureza do meu desejo que está a Deus. O meu desejo é a mãe que tá ali na frente da criança ou o pai que tá na frente da criança pequenininha dizendo: "Vem, você consegue andar". Aí a criança vai indo, aí ela segura, cai, tá tudo bem. Aí vem a mãe e o pai de novo, vem, você consegue andar. Esse é o papel do desejo na nossa vida. Deus tá lá dizendo, venha. É para você se levantar, é para você agir, é para você ir. E aí indo, a gente vai vivendo prazeres e desprazeres que nos ensinam. Portanto, deixa Deus ser Deus. Quando você tiver na profundidade do seu medo, lembra que a decisão dele é a decisão dele. Então, não adianta você querer controlar algo que não está na sua decisão. Você não é Deus e você não é ainda o espírito perfeito. Você precisa da decisão desse pai. Então, compartilha com ele seus desejos através da prece. compartilha com ele seus medos, desabafa, fala dos seus sentimentos reais que ele já conhece, mas nesse diálogo você abre a mente para receber intuições e elementos que vão te ajudar a ter ideias para lidar agora com a situação, porque o agora é a única coisa que você tem e é no agora que precisamos viver. E aqueles que trazem a ansiedade como um padrão, né, de sentimentos, de emoções e até de distúrbio mesmo, lembra que você está vivenciando extremos de emoções que estão te libertando de marcas que você traz, memórias que você traz de vidas anteriores. Vai passar. E aí, para finalizar, eh, só lembrar que
, lembra que você está vivenciando extremos de emoções que estão te libertando de marcas que você traz, memórias que você traz de vidas anteriores. Vai passar. E aí, para finalizar, eh, só lembrar que a doença é a dissipação do desequilíbrio que está no perespírito. E o desequilíbrio que está no perespírito é o reflexo de um desequilíbrio espiritual meu. Eu, espírito, inteligência, tenho desequilíbrios e eu imprimo isso no meu perespírito. Aí quando a gente está na matéria, o perespírito expulsa isso para que a gente recupere a saúde. Então a doença é um processo de recuperação da saúde espiritual. Então, se você vivencia esses distúrbios de desequilíbrio, eh, tenha a lucidez de que é um processo, você está no meio de uma travessia de dissipação. O seu corpo está dissipando, botando para fora essas marcas acumuladas de medos, de anseios que você traz por causa de de insucessos que você teve em vidas passadas e que você não quer vivenciar de novo. Então, como lidar com isso? Suportando a dor do desequilíbrio e buscando recurso que traga novas ideias à mente para que você desenvolva uma nova conduta e aprenda a lidar com o agora. Vai passar. Então, estamos aqui numa sexta-feira, vindo o fim de semana pela frente, todo mundo cheio de planos, cheio de desejos. Vivam seus desejos, vão atrás dos seus planos, mas com a humildade de reconhecer que tudo pode acontecer a depender da decisão de Deus. Então, alimentemos a fé e a confiança de que Deus é justo e bom. E seja lá o que acontecer, é só a gente viver, porque é vivendo a experiência que nós vamos aprender o que Deus quer que a gente aprenda. E aprendendo, a gente se liberta das algemas da ignorância e segue adiante, conquistando os novos degraus da vida. E aí você vai aprender a não se destruir com medos e anseios, porque você vai se perceber um construtor do futuro, cumprindo com a obra que é uma decisão de Deus. Tenham todos um excelente fim de semana, um excelente feriado que vem pela frente e que nós saibamos aproveitar desses
perceber um construtor do futuro, cumprindo com a obra que é uma decisão de Deus. Tenham todos um excelente fim de semana, um excelente feriado que vem pela frente e que nós saibamos aproveitar desses próximos dias pro nosso fortalecimento e enriquecimento evolutivo. Afinal, viemos ao mundo para isso, né? Então, vamos viver. Bom dia a todos. >> Obrigada, Bárbara. as reflexões, né, nesta manhã sobre ansiedade. Ela foi falando ali, eu lembrei de um jargão que é muito falado, né, Deus está no comando, né? Então, quando tá tudo bagunçado, a gente sempre pensar nessa frase, né? Deus tá no comando e aceitar, porque nem sempre as coisas vão acontecer do jeito que a gente gosta, gostaria. Enfim, agradecer também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Saúdo todos que estão aqui também virtualmente. Tem bastante mensagem aqui, eu não vou conseguir falar o nome de todo mundo, mas eu gostaria de fazer um agradecimento especial a uma pessoa aqui que eu não sei o nome, né? Mas a o login é é Abacui 1976. Ele teve bastante mensagem aqui, mas ele também se tornou membro do canal da Comunão Espírita de Brasília. é uma forma da gente tá também colaborando, né, com a obra da casa. Então eu deixo aqui meu agradecimento público, fica o convite para quem não for inscrito se inscrever, ativar as notificações, deixar o seu chamado joinha, né? E nessa perspectiva de refletirmos, né, sobre Jesus e o Espiritismo, eu gostaria de de falar que eh a gente tá com as matrículas abertas pros estudos doutrinários aqui na Comita de Brasília e as inscrições para as turmas online vão até hoje. Para as turmas presenciais, as inscrições vão até o dia 23 de fevereiro, que é o dia que começam as aulas. Eh, eu gosto às vezes de de tocar, né, na questão que não necessariamente você precisa ser eh espírita para estudar o espiritismo. Eh, quando termina os ciclos de estudo, a gente não se torna espírita, não é uma faculdade que sai com um diploma, até porque Kardec falou que reconhece o
a ser eh espírita para estudar o espiritismo. Eh, quando termina os ciclos de estudo, a gente não se torna espírita, não é uma faculdade que sai com um diploma, até porque Kardec falou que reconhece o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz em domar as suas mais inclinações, né? Esse esforço que é necessário a gente fazer a todos os dias. Então é um estudo aberto para todo mundo. Então eu tô fazendo esse registro porque as inscrições vão até hoje, né, as que são online e também temos a a de forma presencial. E essa reflexão, esses estudos nunca param, né? Então as palestras contribuem com isso. A comunhão também tem um outro canal no YouTube chamado TV Comunhão, que lá também a gente faz diversos outros estudos. A Bárbara faz o Explorando Espiritismo uma vez por semana. Eu conduzo um outro programa chamado Páginas espíritas, que a gente tá fazendo a leitura e reflexões do livro Boa Nova do Humberto de Campos. E assim são várias frentes que vão, né, eh, fazendo a gente refletir sobre todos os temas, abordando ali o que Jesus nos ensinou e que os espíritos vêm também nos apresentar. Agora falando de estudo, né, pegando esse gancho, eh, esse fim de semana, no feriado, né, vai ter um congresso espírita lá em Goiânia, né, todo carnaval eles fazem esse congresso. Eu acho que as inscrições já estão preenchidas, mas também aqui no DF tem o Congresso Espírita que vai acontecer em abril. Então, mais informações só entrar no site da Federação Espírita do Distrito Federal. As inscrições do da aqui do Distrito Federal estão abertas de Goiânia. Não sei mais dizer porque começa amanhã, né? Mas eh falando isso que são formas da gente tá ali refletindo e vai a gente vai internalizando, porque o que a Bárbara falou aqui a gente ouviu e reflete. Aí depois a gente vai ouvir ouvir de novo em outra situação, em outro estudo e assim facilita, né, a gente colocar em prática nossas vidas. Eu volto a agradecer então todos aqui estão presencialmente, virtualmente, em especial a Bárbara, né, por nos
a situação, em outro estudo e assim facilita, né, a gente colocar em prática nossas vidas. Eu volto a agradecer então todos aqui estão presencialmente, virtualmente, em especial a Bárbara, né, por nos abrilhantar com a sua presença e reflexão nesta manhã de sexta-feira. E aí, nesse sentimento de agradecimento, também agradecemos com muito carinho a toda espiritualidade que se faz presente, acompanhando a cada um de nós, colocando sobre as nossas cabeças uma energia com uma tonalidade um pouco diferente, uma tonalidade de lil para roxa com o propósito de renovar o nosso íntimo, de retirar todas as energias negativas que porventura esteja conosco, ajudar a gente deixar os pensamentos negativos, os pensamentos de pessimismo, deixar que eles levem, que a gente substitui nossas mentes por pensamentos positivos, por pensamentos de que existe algo maior do que nós, algo que conduz as nossas vidas, que possamos internalizar dessa mensagem que Deus está no comando. Então, as dificuldades que eu esteja passando, tanto de cunho material, de cunho da saúde, os desafios morais também fazem parte desta trajetória. E a gente não tá sozinho nesta luta. Deus está no comando. Deus está no comando em todo ato que acontece ao nosso redor, por mais difícil que possa aparecer. Então, pedimos a Jesus que nos ajude a compreender isso, nos ajude a fortalecer a nossa fé e a nossa coragem para seguirmos em frente e que possamos ter em mente que tu disseste que nenhuma ovelha seria perdida. Nesse sentimento, agradecemos então todas as bênçãos que aqui recebemos e as bênçãos que irão continuarão no momento do passe, seja agora ao vivo presencialmente ou posteriormente de forma virtual. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e
nalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o [música] amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da
erenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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