"QUERO SUMIR" - O QUE SUA ALMA ESTÁ DIZENDO - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando [canto] a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [canto] Estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz [canto] dentro de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [canto] luz, buscando a ti. >> Senhor, [canto] mesmo tão [música] longe de atingir [canto] a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa [canto] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou [canto] aqui para agradecer [música] de coração a paz [canto][música] dentro de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver doando amor. >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comão Espírita de Brasília. Saúdo aqueles que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet. seja agora ao vivo ou posteriormente gravado. Vou pedir desculpas de antemão pessoal que nos acompanha pela internet costumo ler o chat, né, ver as mensagens, mas aí na confusão da manhã meu celular bloqueou e eu não tô conseguindo utilizá-la, mas deixo registrado meu abraço virtual todos aqueles que não puderam estar aqui presencialmente, né, sintam-se acolhidos. Estamos aqui com a nossa irmã Bárbara Brito, né? vai trazer um tema interessante. Antes que a gente queira assumir, vamos eh ler um um capítulo do livro Conselhos úteis, a autoria de Ida Pereira Magalhães, recebida pela média Ida Alonso. Esse pequeno livro foi editado aqui na Comita de Brasília, mas ele é rico de conteúdo, né? Para quem porventura ainda não ouviu falar desse livro, a Pereira Magalhães foram a mãe da Alonso, né? Então são conselhos úteis maternais. É um ótimo livro pra gente ter ali de cabeceira, numa angústia, numa dúvida. A gente pega, faz uma
alar desse livro, a Pereira Magalhães foram a mãe da Alonso, né? Então são conselhos úteis maternais. É um ótimo livro pra gente ter ali de cabeceira, numa angústia, numa dúvida. A gente pega, faz uma oração, abre a casa e vê a mensagem que vai tá cair para nós. E essa leitura que é feita na no início da palestra, o objetivo dela é pra gente acalmar os nossos pensamentos. a gente vem na correria do dia a dia, era mais nesse mundo que é tanto físico quanto digital, a gente tem cada vez mais correndo atrás do relógio, né? Então, quando a gente vem pra palestra, é importante a gente acalmar nossos pensamentos, deixar as coisas que a gente vai resolver depois pra [roncando] gente poder prestar atenção no que a gente vai ouvir. Então, para hoje caiu o título ânimo. Ontem eu te observava e verifiquei o quanto te dedicas à leitura e à meditação. Lê bastante? Reflete sobre aquilo que lês. Chegas até te comover com a beleza da literatura evangélica e muitas vezes te propões a seguir novas diretrizes, mudar tuas reações, melhorar teu comportamento. Mas eis que de repente, em meio aos teus melhores propósitos, ao menor incidente, te deixas surpreender pela impaciência, pela intolerância. pelo descontrole e esqueces que aquilo que tanto te emocionara e te fizera traçar um novo rumo à vida, é então que te sentes sem ânimo, lamentando tuas próprias fraquezas. E eu te digo, não percas o ânimo. Ainda és humilde, mortal, em processo de brilamento. Não alcançaste ainda superioridade alguma que caracteriza os anjos, os iluminados. Vemos que lutas incansavelmente à procura de uma pequena centelha de esclarecimento. Terás muitas oportunidades. Aproveita-as quando chegar. Fase com que o erro, a vacilação de agora seja a experiência proveitosa da próxima vez. Ainda precisas do erro para aprender, mas vê que ele não se repita indefinidamente para que não retardes demasiada demasiado o teu progresso, o teu crescimento interior. Enquanto precisares, estarei contigo, abençoando e incentivando-te na prática do bem.
o se repita indefinidamente para que não retardes demasiada demasiado o teu progresso, o teu crescimento interior. Enquanto precisares, estarei contigo, abençoando e incentivando-te na prática do bem. Linda mensagem, né, da nossa irmã Hilda. falando que a gente se anima, né? Também quando a gente sai de algumas palestras também, a gente sai tão animado, tão empolgado, né? Olha, ideia interessante, a reflexão boa e quando a gente vai pro dia a dia, né, pr pra batalha nossa de cada dia, a gente dá umas vaciladas, dá uma desanimada e aí eu tá falando pra gente não perder o o ânimo, né? a gente continuar seguindo em frente, porque o erro faz parte e a gente usar o erro como um aproveitamento da próxima lição, porque a gente tem que tomar cuidado só que esse erro não fica se repetindo sem parar, né? E a gente tá nesse processo, né, de aprendizado. E aí cada um no seu caminho. Após essa breve leitura, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo a Deus, nosso pai. por este lindo dia que se inicia diante de nós, cheio de oportunidades, como uma página em branco diante de nós. Nos dê força, Senhor, para que nesse dia nós possamos ser melhores do que fomos ontem. que nesse dia possamos ter a coragem de fazer o que precisa ser feito. E ainda que tivermos dificuldades, desafios, tenhamos fé que tudo passa, fé que as coisas irão se ajeitar e que já estão sendo encaminhadas. Nesse sentimento de rogativas, também rogamos o amparo à nossa irmã Bárbara. para que ela seja intuída em seus pensamentos, trazendo a mensagem que ela separou para todos nós nesta manhã de sexta-feira. Que possamos ter uma ótima palestra. Que assim seja. Bom dia a todos e a todas. Vamos começar a nossa sexta-feira às 8 da manhã, dando uma desabafada. Como é difícil amar integralmente, né, tudo que a gente se relaciona, que a gente vê, que a gente toca. Como é difícil, porque não sabemos. Olha que mensagem introdutória, linda, né, que a gente recebeu. A espiritualidade sempre nos consola dizendo: "Tá tudo bem, faz parte. Você
te vê, que a gente toca. Como é difícil, porque não sabemos. Olha que mensagem introdutória, linda, né, que a gente recebeu. A espiritualidade sempre nos consola dizendo: "Tá tudo bem, faz parte. Você ainda não sabe", né? Na mensagem traz, você ainda não sabe. A gente precisa aceitar nossas limitações e as nossas ignorâncias, porque são poucas as certezas que a gente tem na vida. Uma certeza que a gente tem é que a gente vai desencarnar. Outra certeza que a gente tem é que a gente não sabe, porque se nós estamos no mundo de provas, expiações, nos falta ainda muita compreensão. E eu começo a palestra trazendo, né, essa essa esse desabafo até em complemento a leitura inicial, porque nós estamos vivenciando os nossos desafios o tempo inteiro. E é interessante que essa passagem também diz assim: "Aproveita as oportunidades, ainda terão muitas oportunidades de você aprender." Acontece que o como é que é o processo de aprendizado? a gente é submetido a uma situação que a gente não sabe lidar pra gente desenvolver a habilidade de lidar. Então, quando vem uma mensagem dizendo: "Olha, fica tranquilo, você vai ter muitas oportunidades de aprender." Isso significa tá vindo muito desafio ainda pela frente, né? Ainda tem, vão vir muitas perguntas sem respostas, vão vir muitas, muitos chamados para que você tenha atitudes que você não vai saber qual a melhor atitude ter, qual a melhor maneira de interpretar. E são esses desafios que exigem da gente o esforço de buscar soluções que a gente desconhece. Quando nós somos convidados a fazer uma viagem ou a gente decide fazer uma viagem para um lugar que a gente não conhece, a nossa conduta nesse lugar é totalmente diferente do nosso dia a dia, porque a gente desconhece o lugar. Então, naturalmente já vem uma insegurança, né? Eh, como eu devo me comportar, para onde eu vou, esse lugar aqui que eu tô eh é perigoso, não é? Eu posso usufruir disso, eu não posso, né? São regras diferentes, principalmente quando a gente vai para fora então do nosso
omportar, para onde eu vou, esse lugar aqui que eu tô eh é perigoso, não é? Eu posso usufruir disso, eu não posso, né? São regras diferentes, principalmente quando a gente vai para fora então do nosso país, que as leis são outras, né? a diferença de cultura é uma diferença muito extrema e a gente fica inseguro e fica mais atento tentando perceber e tentando entender, né, os sinais do que a gente vê, do que a gente escuta, para que direcione as nossas atitudes. Como que eu vou me comportar aqui? Isso é estar num ambiente que a gente não domina, que a gente não conhece. Sempre vai exigir da gente um esforço. A depender do que Deus está nos convidando a despertar de virtude, a gente tem várias dessas oportunidades desconfortáveis, né? Então, em um determinado setor da vida, nós estamos sendo exigidos a a se comportar de uma maneira que a gente ainda não sabe, porque a maneira como a gente tá se comportando não resolve, não soluciona, não atende aos nossos desejos. Então, hum, eu vou ter que me esforçar aqui para encontrar a maneira eh de sair dessa situação, né? Eu vou ter que desenvolver a habilidade de fazer. Significa que eu tenho um risco alto de cometer equívocos, como falou a leitura inicial, você vai errar, o erro é necessário pro aprendizado. Então, eu vou cometer equívocos e eu vou ter que lidar com as consequências desses equívocos, né? Quer dizer, além da energia de eu buscar recursos para agir, para ter uma atitude, eu ainda vou ter que ter energia para lidar com as consequências do que eu fiz. E o que é ter essa energia? Não é só estar de pé, é raciocinar sobre o que está acontecendo, buscar informação. E ao buscar informação, refletir, ao refletir, sentir, decidir, vencendo medos. E quando vem a consequência, essa consequência nos gera uma interpretação. A gente vai ter que raciocinar sobre isso. A gente vai sentir, então tem que lidar com esse sentimento. Nós vamos sendo estressados, né, no sentido de eh estarmos sempre sendo levados a extremos para esticar um pouquinho da capacidade
re isso. A gente vai sentir, então tem que lidar com esse sentimento. Nós vamos sendo estressados, né, no sentido de eh estarmos sempre sendo levados a extremos para esticar um pouquinho da capacidade que a gente tem de lidar com as coisas. E é assim que a gente vai aprendendo a ter o que a gente não tem de virtude. É assim que a gente vai despertando habilidades ainda não despertadas. Como uma academia, quando a gente vai para uma academia e faz um exercício, nós levamos o nosso corpo ao estresse orgânico, porque eu estou explorando ele a um pouquinho a mais que ele ainda não está acostumado, mas ele consegue. Então eu começo a fazer um exercício com uma capacidade de tempo, de repetições, de pesos, de batimento cardíaco e daqui a pouco essa capacidade tá maior e daqui a pouco tá maior. Por isso o os exercícios só fazem efeito no organismo quando eles estão esticando um pouquinho a corda. Se a gente fica sempre fazendo o mesmo, a gente só trabalha aquilo que já amadureceu e a outra parte que não está bem ainda continua não estando bem. Então a gente não progride. Assim é o nosso progresso. Deus nos manda para uma escola que o tempo inteiro vai esticar um pouquinho a corda, né? Eu gosto muito da de quando Joana de Angeles com muita sobriedade nos orienta falando, quando ela nos explica dos ciclos evolutivos, os ciclos de desafio que a gente vivencia na vida física. Ela diz assim: "Todo ciclo começa, todo novo ciclo transformador começa de uma fase em que as coisas nos fortalecem, a gente vive prazeres, a gente conhece pessoas bacanas ou a gente satisfaz desejos, coisas harmoniosas, né, que nos causam bem-estar acontecem, que é justamente uma fase pra gente respirar, pra gente sentir esse bem-estar, pra gente se motivar. Tá como a leitura inicial hoje, né, falando alegria, ânimo, né, a gente se anima e aí daqui a pouco [roncando] vai igual uma montanha russa, esse carrinho começa a descer numa velocidade e a gente não, agora ele vai parar e ele continua indo. Eu falo: "Eu tô já no fundo do poço". E
aí daqui a pouco [roncando] vai igual uma montanha russa, esse carrinho começa a descer numa velocidade e a gente não, agora ele vai parar e ele continua indo. Eu falo: "Eu tô já no fundo do poço". E ele continua indo e a gente fala: "Meu Deus, onde isso vai parar de tanto desafio que vem?" E aí chega uma hora que aquilo de alguma forma pausa ou porque solucionou ou porque já chegou num no máximo do nosso medo, então a gente não tem mais o que perder, né? E aí a gente passa por uma fase um pouco apática, porque são águas paradas. Eu nem tô mais onde eu tava. As coisas não estão como eram, mas também não estão no novo. Fica uma coisa meio desconstruída. Quem eu sou? O que eu sinto, o que que tá acontecendo, para onde eu vou agora, eu não consigo mais voltar. Eu não sou mais aquilo, mas eu também não sei quem eu sou, o que que eu quero, né? Então, é quando ela diz que a gente tá transitando entre um ciclo de transformação e outro. E essas águas paradas, esse essa desconstrução, é justamente uma fase em que a proposta é de revisão. Então, a gente fica mesmo assim, mas o que eu perdi eu quero. Hum. Não tem coisa que realmente a gente fica olhando, né, como um barco que vai distanciando dos nossos padrões antigos, dos nossos costumes. E a gente fica olhando e sentindo às vezes um luto, né, mas ao mesmo tempo eu não quero voltar, aquilo não faz mais sentido. Aí a gente olha pro outro lado e a gente ainda não vê o ambiente que nós estamos indo para chegar. Então, Joana de Angeles explica que é uma fase realmente de revisão, de digestão de toda aquela turbulência que a gente passou na queda do ciclo, né? É um círculo assim. Então, a gente vai subindo, as coisas vão nos favorecendo, a gente vai nos motivando e de repente começa a vir os desafios e puxa a corda, puxa a corda, puxa a corda e de repente a coisa fica meio, né? E aí Joana diz assim: "Então, como esse é o propósito e o processo de transformação, quando você estiver nessa queda, fica tranquilo porque vai passar".
uxa a corda e de repente a coisa fica meio, né? E aí Joana diz assim: "Então, como esse é o propósito e o processo de transformação, quando você estiver nessa queda, fica tranquilo porque vai passar". E aí ela diz: "Agora, quando as coisas estiverem favorecendo, fique atento, porque vai passar também, porque nós viemos para esticar a corda, para desenvolver habilidade que a gente não tem." E é isso que nos cansa, porque é esforço atrás de esforço. E aí tem hora, quem já teve a oportunidade de ir num mar e que as ondas são altas, né? Tem hora que a gente se vê frente a a uma onda que parece ser muito maior que a minha capacidade de lidar com ela. Quando a gente tá, a gente entra no mar, é muito natural quando vem uma onda muito forte, a nossa tendência é sair correndo para se afastar da onda. Meu Deus do céu, vou levar um caixote. Então, quando vem aquela onda muito, a gente sai correndo. E os mais habilidosos e corajosos já desenvolveram habilidade. Bom, agora é mergulhar, eu vou até o fundo, esperar a onda passar e aí eu volto, recupero o fôlego e aí a gente lida bem. A não ser quando vem uma onda atrás da outra. A gente levanta, respira, afunda de novo. Na próxima onda, levanta, respira. umas quatro dessa ou sete, a gente já tá procurando salvavidas. Meu Deus, eu não vou conseguir sair desse intervalo de onda atrás de onda. E é assim que a gente vivencia alguns momentos da nossa vida. Tem hora que a gente respira e vem outra, respira e vem outra. Tem hora que a gente tem que ficar lá segurando o fôlego muito tempo. O que é isso? Tá esticando a corda. Não é que eu não sou capaz. É, é pelo contrário, eu estou descobrindo a capacidade que em outras condições eu não descobriria. Como a gente tem a tendência de, ih, tá vindo uma onda grande, eu vou sair correndo e tem esse cansaço que é natural do processo estressante mesmo, do desenvolver de novas habilidades, tem momentos que a gente quer sumir. A gente olha para tudo ao redor e diz: "Chega, eu não, eu não quero mais tanto esforço.
natural do processo estressante mesmo, do desenvolver de novas habilidades, tem momentos que a gente quer sumir. A gente olha para tudo ao redor e diz: "Chega, eu não, eu não quero mais tanto esforço. Eu quero descansar, eu quero respirar, eu quero sorrir, eu quero sentir prazer. Como a condi aí eu olho ao redor, vou buscando às vezes, né? Porque às vezes tem, às vezes a gente é estressado num setor da vida e em outros a gente consegue desopilar. Mas tem hora que é isso, em vários setores vem uma onda. E quando eu olho ao redor, buscando esse lugar de repouso, de descanso, de sorriso, de bem-estar, eu não vejo. Eu quero fechar as portas desse cenário para respirar. Tem fase na vida que a gente até consegue fazer isso, principalmente quando a gente é jovem, porque a gente tem os nossos tutores ali para ajudar. A gente tem muito mais pessoas ao nosso redor, a gente tem mais tempo. Então a gente consegue utilizar mais de recursos que nos favorecem, que nos ajudam. O amigo vem, faz por nós ou tá ali ao nosso lado tornando aquele momento engraçado ou legal ou interessante ou que seja para eu reclamar. Eu tenho alguém para eu ficar reclamando, aí eu fico dissipando, né, minha minhas dores enquanto eu tô aqui dando mais de mim. Eu tenho a mãe por perto, o pai e de repente na vida adulta, na fase adulta, quando eu olho pro lado para pedir ajuda, tem alguém pedindo ajuda para mim, né? Esses dias eu fiz uma viagem ao ao Rio de Janeiro e aí um me diverti com um colega meu que foi entrar no mar e o mar tava muito agitado. E aí nós ficamos ali sentados e na na areia e esse colega no mar e onda atrás de onda e correnteza, uma confusão, umas crianças brincando na beira do mar e ele foi com tudo, foi, não importa as regras do mar, porque existem regras, a gente tem que saber lidar com o mar, não é? Não é assim não. E ele foi com tudo e se jogava e mergulhava. Uma beleza. Cada vez eu via menos a cabeça dele de fora, né? O gente, ele tá cada vez ficando mais tempo embaixo da água, mas vamos
não é? Não é assim não. E ele foi com tudo e se jogava e mergulhava. Uma beleza. Cada vez eu via menos a cabeça dele de fora, né? O gente, ele tá cada vez ficando mais tempo embaixo da água, mas vamos lá. A onda vai trazer ele para cá. E aí daqui a pouco ele some. Aí eu fico contando o tempo, né, para para decidir se eu dou um grito. Vamos ou [risadas] se quando ele levanta, ele levanta todo atrapalhado com uma criança encaixada no colo dele assim. e os dois apavorados, mas eles conseguiram sair do mar. E aí eu rindo muito da situação, brinquei com ele, eu falei: "Gente, que que aconteceu? Você mergulhou e de repente saiu com uma criança?" Aí ele contando que ele ele tava perdendo o fôlego e aí ele olhou pra criança e falou assim: "Eu vou pedir ajuda para ela". E quando ele foi em direção à criança, a criança disse: "Tio, me ajuda!" Ele falou: "Agora eu vou agarrar essa criança e seja o que Deus quiser." E graças a Deus os dois saíram do mar. Então, tem hora que é isso, tem hora que a gente busca ajuda ao lado e quanto mais ajuda a gente busca, mais serviço nos aparece. É mais a gente vê que as pessoas estão bem, estão sofrendo, estão precisando de ajuda. A gente tem, a gente mal tá conseguindo respirar para fazer o nosso exercício. E impressionantemente, a depender de quem está nesse contexto de pedir ajuda, a gente consegue ainda ajudar. A motivação, a depender do cenário, do que tá acontecendo e quem é, nos motiva de uma forma que vem uma capacidade, a gente vai lá e consegue. O que que é isso? É a corda esticando e mostrando, viu? Você consegue mais. Você tem isso para dar. Você só não tá acostumado. É a leitura de hoje. Você não sabe, mas fica tranquilo. Vão vir muitas oportunidades para você aprender o que fazer quando vem esse sentimento, né? Quando a gente quer sumir. O que significa quando eu quero sumir? Quando eu quero sumir, significa cansaço, exaustão, que é da natureza da vida, é o cansaço físico, porque essas emoções manipulam nossos fluidos, nossa energia. Nós somos espíritos
ndo eu quero sumir? Quando eu quero sumir, significa cansaço, exaustão, que é da natureza da vida, é o cansaço físico, porque essas emoções manipulam nossos fluidos, nossa energia. Nós somos espíritos vinculados a um corpo físico através de fluido, que é o perespírito, formado pelo fluido cósmico universal. Então, tudo que eu penso me gera emoções que movimenta esses fluidos que estão aqui nos meus centros de força. E como eu quero me erguer, quero vencer, quero fazer de novo, quero continuar, eu vou, como uma usina que produz energia, eu vou manipulando esses fluidos para ter mais vitalidade, para reequilibrar, né? Então, podem perceber na na nossa natureza comportamental, a gente lida com uma situação que acelera o nosso coração, a gente tem a natureza de respirar para reequilibrar. Nós estamos buscando a o reequilíbrio. Isso tem um desgaste fluídico, tem um desgaste orgânico. E aí eu já durmo menos. A depender da situação, eu perco vitaminas, que às vezes eu como menos, não consigo comer tanto por causa da da correria ou da situação ou da falta de prazer, ou eu como demais e exige também mais do meu corpo para ficar ali digerindo aquilo e tentando recuperar o equilíbrio. Então, existe um desgaste fluídico, existe um desgaste orgânico e existe um desgaste mental. Quando eu estou lidando com situação de, ah, não, eu quero sumir, eu estou nessa minha natureza de conservação. É um instinto de conservação. Eu quero me preservar. E isso tudo é que tá causando o estado que eu tô. Então, o que que eu vou fazer? Eu vou fugir. O que que o animal faz como direcionamento de vida identifica ameaças? O animal abre o olho procurando ameaça pelo instinto de conservação. O onde tá tudo bem, tá tudo bem. Onde tem qualquer barulho, qualquer cheiro, qualquer movimento que está fora do que ele já domina e controla no eh no bem-estar, [tosse] ele já reage, né? Depender do dos animais. reagem mais ou menos, né? Quando a gente fala, por exemplo, de cachorro, acho que quanto menor o cachorro, mais ele mais ele ele
no eh no bem-estar, [tosse] ele já reage, né? Depender do dos animais. reagem mais ou menos, né? Quando a gente fala, por exemplo, de cachorro, acho que quanto menor o cachorro, mais ele mais ele ele reage porque se sente mais ameaçado, né? É pequenininho. Então a gente faz isso também. A gente a gente é o resultado de um desenvolvimento que veio do reino animal. Então a gente tem esse esse instinto. É natural querer sumir, tá tudo bem. Querer, tá tudo bem, faz parte. Mas a gente não precisa decidir por isso, porque decidir por sumir significa negar essa oportunidade de desenvolver algo mais. Então, eu abandono a minha trajetória evolutiva. Qual o problema de abandonar a trajetória evolutiva? Eu fico vivendo mais no mesmo. Onde eu tenho já maduro, eu continuo botando em prática. Onde eu tenho ignorância, eu continuo me equivocando. O problema é que os equívocos trazem efeitos, então eles começam a somatizar, porque eu repito o erro, eu repito as consequências negativas. Cada vez mais esse lado de problemas vai se ampliando e eu cada vez menos tenho recursos para lidar, porque eu não desenvolvi, eu parei meu desenvolvimento, eu não sei lidar com isso. Então, quanto mais eu tô sendo estressada aqui nesses problemas, nesse somatório de problemas, mas eu uso do recurso das minhas fortalezas, né? É respirada, eu preciso respirar. Aí eu fico lidando com problema. Só que tem hora que esses recursos não vão ser mais o suficiente, porque isso aqui cresce e o que eu tenho de habilidade, de conhecimento, eu já não consigo mais me reerguer. Aí eu vou me envolvendo em cada vez em pensamentos mais destrutivos, mais repetitivos. Cada vez é mais difícil eu ter pensamento positivo. Cada vez é mais difícil eu ter paciência. Isso começa a afetar o meu organismo. Eu começo a desenvolver desequilíbrios orgânicos, doenças que não precisava ter. Tem uma música do Gilberto Gil que diz assim, eh, eu não não lembro agora a letra exata, mas tem uma parte que fala, eh, como como lidar com problemas. Ter problema é
s, doenças que não precisava ter. Tem uma música do Gilberto Gil que diz assim, eh, eu não não lembro agora a letra exata, mas tem uma parte que fala, eh, como como lidar com problemas. Ter problema é tê-los e não ter é tê-los, né? Quer dizer, se eu assumo que eu tenho esses problemas, eu tenho os problemas, eu vou resolver. Se eu não assumo e eu fujo, eu continuo tendo, né? Então não tem outro caminho, é resolver cansado e reconhecendo que a gente ainda não sabe. Aí a gente tem que também sofrer menos nesse porque a gente se revolta com as nossas falhas, a gente se revolta com as nossas ignorâncias, mas a gente precisa ter aceitação. Vou continuar não sabendo. É igual você malhar sozinho e malhar com personal treino é totalmente diferente. Quando você malha sozinho, você faz a bobagem que você quiser fazer e você tá ali se achando. Quando você vai com personal treino, você se sente humilhado mesmo, porque ele fala: "Ajeita o joelho, arruma, arruma isso." Quando você termina as repetições, você tem a sensação de que fez tudo errado, né? A gente tem que ter a humildade de aceitar. Olha, eu não sei mesmo. Tem que arrumar, tem que ajeitar. Deixa eu tentar de novo. E depois de um tempo vai tá já com exercício aperfeiçoado. O que que o maravilhoso do personal faz? Muda o exercício, né? É assim que nós vamos puxando a corda. Então, meus irmãos, a proposta da reflexão hoje é para que a gente se encoraje em assumir a vida como ela é, principalmente na fase adulta, em que somos responsáveis pelos nossos ciclos de transformação. O milagre não existe. Quando a gente estuda o evangelho sobre a luz da doutrina espírita, a gente aprende que tudo o que Jesus fez, que nós chamamos de milagre, não é nada diferente da lei natural da vida, que cada vez a ciência nos apresenta mais. Como que isso acontece? Embora a espiritualidade já tenha nos nos trazido o esclarecimento através de uma vasta literatura explicativa. Então, não existe o superherói que vai chegar e resolver. Não existe aquela parceira que você tá
espiritualidade já tenha nos nos trazido o esclarecimento através de uma vasta literatura explicativa. Então, não existe o superherói que vai chegar e resolver. Não existe aquela parceira que você tá desejando que vai vir te revigorar ou parceiro. Pelo contrário, cada vez as pessoas estão vindo e derramando mais na gente seus destroços, seus desequilíbrios, suas dores, porque estamos todos vivendo a transição planetária, estamos todos tendo a nossa corda esticada. Não terceirize a responsabilidade do seu equilíbrio e das suas resoluções. Vamos, quando der, vamos dormir. Reduz um pouco as experiências que te perturbam. Aqueles lugares que são agitados, evita um pouco mais. As pessoas que te agitam, evita um pouco mais. Só nesse período em que você está tendo vontade de sumir, reduz aquilo que te enfraquece para você manter somente o que você realmente precisa lidar. Daqui a pouco você tá bem de novo. Aí você volta a essas questões que exigem mais de você, mas que quando você tá bem, você consegue lidar bem, né? Senão você vai est sempre sendo consumido e onde você pode se revigorar, você não se revigora. Procure palestras, leituras edificantes, músicas que elevatória. Procure estar ao lado de pessoas que te trazem bem-estar. Se elas não existem nesse momento, aceita, respeita, mas também não fica buscando quem te desorganiza mais. Se concentra na experiência, vai passar. fugir não é escolha, não é opção, porque eu quando eu escolho fugir, eu sou aposto. E a lei do progresso me impõe ter que confrontar. Então, alguma hora eu vou ter que confrontar. É melhor que seja agora que não tá acumulado. Imagina eu ter que confrontar lá na frente o tanto de acúmulo que, né, vai exigir muito mais, tá certo? coragem, disposição de levantar e lidar com essas ondas, com essas situações, porque isso tudo faz com que a gente perceba como nós somos grandes, como nós somos sábios, habilidosos, como nós somos luz. E se hoje nós sentimos dificuldade de vivenciar o amor na sua totalidade,
, porque isso tudo faz com que a gente perceba como nós somos grandes, como nós somos sábios, habilidosos, como nós somos luz. E se hoje nós sentimos dificuldade de vivenciar o amor na sua totalidade, lá na frente fica mais fácil, lá na frente mais fácil ainda. E lá na frente mais fácil ainda. E um dia a gente, opa, olha, eu virei Jesus. Como disse a mensagem, tem muita oportunidade pela frente até que a gente chegue lá. Então, vamos nos conciliar com a vida, amar essa experiência, viver o que tiver que ser vivido, nos transformar naquilo que para o qual nós fomos criados, que é o amor e ação, a inteligência expandida e integrada com a lei da verdadeira vida, que é a lei de Deus. Bom dia a todos, bom fim de semana. Vamos em frente com fé e coragem que vai passar e vão vir ainda outras oportunidades pela frente. Até mais. >> Obrigada Bárbara pelas reflexões desta manhã. Agradecer também todos que estão aqui presencialmente e também aqueles que nos acompanham pela internet. Então, vindo esse sentimento aí de querer assumir, também não hesitemos em pedir ajuda, né? Nós temos no plano material profissionais que se especializam, né, na questão da mente e nos centros espíritas e e a comunhão, inclusive nós temos o atendimento fraterno, né? Aqui na comunhão acontece todos os dias. Hoje começou agora às 8:30, vai até às 10:30, retomando às 13:30 até às 21 horas. quem tiver interesse eh nos outros dias e horários e também atendimento online, mas informações no site da comunhão, né? Todos nós precisamos de ajuda em algum determinado momento. Então, quando vier esse sentimento de abafamento, pensamentos intrusivos que não estão saindo da nossa cabeça, peçamos ajuda. Então, eu volto a agradecer a presença de todos que estão aqui presencialmente e virtualmente e em especial a Bárbara pelas ricas reflexões, né, dando até saudade do mar pra gente que eh enfim, nesse sentimento de gratidão. agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e acolhendo,
a pelas ricas reflexões, né, dando até saudade do mar pra gente que eh enfim, nesse sentimento de gratidão. agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e acolhendo, fortalecendo as nossas energias, renovando nossos campos de força, retirando os miasmas dos maus pensamentos que possamos ter cultivado nos últimos dias. retirar da nossa psicosfera essas energias negativas que a gente acaba absorvendo pelas notícias, pelas conversas que não levam a lugar nenhum. Nos ajude, ó amigos espirituais, a nos renovarmos, que a gente possa sair desta forma. fortalecidos deste momento, saindo melhor do que é que chegamos e que possamos levar daqui muito amor, que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária
sários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus [música] em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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