Bárbara Britto | EQUILÍBRIO NA SOBRECARGA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 11/04/2025 (há 12 meses) 48:46 5,579 visualizações

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Transcrição

mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viverte. Buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor. Muito bom dia a todos e a todas. Sejam muito bem-vindos a Comão Espírita de Brasília, tanto aqueles que nos acompanham de forma presencial aqui no Salão Bezerra de Menezes, mas também aqueles que nos acompanham de forma remota, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado, né? Que a paz de Jesus possa estar conosco neste momento. Saudando também Nelson, a Lene, a Jennifer e a Juliana possam receber todas essas energias, né? eh, positivos. Para ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos e nosso coração, eu vou ler um trecho do livro Agenda Cristã, de autoria de André Luiz, que foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Capítulo 47, rogativas. Na oração, pede você um raio de luz, esquecendo quase sempre que tem ao seu dispor o foco solar para você cumprir os sublimes desígnios. Seu espírito suplica uma réstia de amor e em torno a humanidade aguarda a manifestação da sua capacidade de amar. Roga a você a concessão de encargos que o habilitem a colaborar com a sabedoria divina e ouvida que milhões de seres estão à espera da sua disposição de servir. Em nome do Pai Celestial, seu coração reclama sinais do céu. E enquanto o sábio dos sábios manda colorir flores e horizontes para os seus olhos, você procura vãos entretenimentos

disposição de servir. Em nome do Pai Celestial, seu coração reclama sinais do céu. E enquanto o sábio dos sábios manda colorir flores e horizontes para os seus olhos, você procura vãos entretenimentos e nada a ver. Você exige justiça para seus casos pessoais e diariamente complica situações e problemas, sem reparar que a harmonia suprema retifica sempre ao redor de seus pés, por intermédio da dor e da morte. Você deseja oportunidades de crescimento e ascensão na espiritualidade superior, mas frequentemente foge aos degraus do esforço laborioso e humilde de cada dia, concedidos a você pela infinita bondade, a título de misericórdia. Se está sempre rogando felicidade eterna, recusando os recursos para adquiri-la, que espera você para o caminho? André Luiz trazendo, né, um um pouco de reflexão com relação às nossas rogativas, nossos pedidos ao ao nosso pai, a espiritualidade, fazendo a gente refletir o que que a gente tem feito no nosso dia a dia, né, nossas rogativas, o que que a gente tem feito na nossa vida para conseguir conquistá-las. Nessa reflexão, vamos agradecer ao nosso pai, criador de todas as coisas, referência do infinito amor, da infinita misericórdia, agradecendo por esta oportunidade na presente encarnação, agradecendo esta oportunidade deste dia que se inicia diante de nossos olhos, pedir os humildemente o amparo de toda a espiritualidade, tanto para quem está aqui presencialmente, pronto, tanto para quem nos acompanha de forma virtual. E também que ampare nossa irmã Bárbara, que trará reflexões para nosso espírito e que possamos estar atento para o que iremos ouvir. Que assim seja. Graças a Deus. Tá dando para me ouvir? Ah, agora acho que ficou. Tá bom, show de bola. Então, vamos falar hoje, gente, das eh das sobrecargas da vida, né? Acho que é um tema bacana pro momento que estamos vivendo, em que a gente tem a tecnologia a nosso favor, nos dando acesso a tanta informação com tanta agilidade e as comunicações, as tarefas, o fluxo das coisas acabam acontecendo

momento que estamos vivendo, em que a gente tem a tecnologia a nosso favor, nos dando acesso a tanta informação com tanta agilidade e as comunicações, as tarefas, o fluxo das coisas acabam acontecendo com mais agilidade e isso nos dá a habilidade e a capacidade de lidar com mais coisas ao mesmo tempo, né? E aí a gente se envolve com um compromisso, com uma expectativa, com uma busca, com um sonho, com uma tarefa. Aí quando a gente vê, nós estamos rodando muitos pratinhos ao mesmo tempo e daqui a pouco a gente se sente engolido pelas responsabilidades, né, e por esses afazeres. Por vezes a gente sente até perder o controle da situação e e não sabe como lidar ou vivencia consequentemente uma sobrecarga emocional que acaba nos afetando, nos abalando e agravando até a situação, né? Então, eu comparo muito a sobrecarga, vivenciar a sobrecarga é como usar um sapato novo, porque o sapato novo, por mais confortável que seja e adequado ao tamanho do nosso pé, a gente começa a utilizar, coloca ele de manhã e vai pra rua para cumprir as nossas tarefas, né? E aí a gente vai trabalhar e a gente vai pra rua resolver alguma coisa, vai numa consulta médica e o pé tá estranhando, né? Aquele sapato novo, aquele sapato novo começa a provocar partes da pele, do pé que não está acostumado, não tem ainda um um calozinho, né? Alguma coisa que proteja. E aí a gente continua o nosso dia e a gente vai sai da consulta médica, vai almoçar e aí a gente sai do almoço e e busca alguém e leva alguém e volta pro trabalho e aí depois sai. Aí tem que ir no shopping comprar alguma coisa ou tem que ir ah na casa de alguém ajudar, resolver alguma coisa e e aquele pé vai cada vez sentindo mais o desconforto do sapato, né? A gente saiu de manhã e tava tudo bem. Agora já no final do dia a gente já tá começando a se incomodar com aquele sapato. Partezinhas do pé já começam a doer, mas a gente está comprometido com as tarefas do dia. Não é sempre que a gente tem um sapato no carro para conseguir substituir e a

se incomodar com aquele sapato. Partezinhas do pé já começam a doer, mas a gente está comprometido com as tarefas do dia. Não é sempre que a gente tem um sapato no carro para conseguir substituir e a gente tem que seguir sentindo esse desconforto do sapato. E bom, vou lá resolver isso, vou resolver aquilo, eu começo a andar mais devagar, daqui a pouco eu tô até mancando. E aí finalizo o meu dia indo naquela festa de aniversário que eu combinei de ir ou indo naquele show com amigos ou indo para um evento com a família e aquele sapato começa a ser o meu inimigo, porque eu estou sentindo muita dor, mas eu preciso continuar fazendo as coisas e daqui a pouco eu não consigo mais disfarçar, eu vou andando e as pessoas vêm que eu estou com uma expressão de desconforto e de dor, né? E aí eu começo a mancar e começo a reclamar: "Nossa, esse sapato tá acabando com o meu pé, tá doendo muito." Até que um determinado momento eu consigo chegar em casa, finalmente tirar o sapato. Mas na sobrecarga da nossa vida, em que a gente começa a rodar muitos pratinhos ao mesmo tempo, esse intervalo, né, de desafogar não é tão curto como um dia, né? esse esse sapato machucando o pé prolonga por mais tempo. A sobrecarga eh acaba sendo eh se apresentando na nossa vida justamente quando a gente começa com uma ação, uma atividade e aquilo está, né, eh cabendo nas nossas capacidades e daqui a pouco a gente se envolve com uma outra coisa, mas quando a gente vive uma coisa, essa coisa gera outra coisa. e que exige também de mim. E aí eu eu tenho uma uma conduta frente a isso e aquilo tem uma reação, né? Então, diante dessa frente da vida, eu tenho um compromisso e daqui a pouco eu tenho compromisso com outra frente da vida. E esses movimentos causam outro movimento, um terceiro movimento que me traz esses compromissos também. E sempre que a gente tem um compromisso, a gente tem expectativas, né? Todas as ações que nós estamos vinculados, todas as buscas, cada pratinho que a gente tá rodando na nossa vida nos traz

s também. E sempre que a gente tem um compromisso, a gente tem expectativas, né? Todas as ações que nós estamos vinculados, todas as buscas, cada pratinho que a gente tá rodando na nossa vida nos traz expectativas. A gente faz buscando um resultado. Então, se existe a expectativa, existe o risco, existe o medo da frustração, né? Então eu começo não só a buscar o cumprimento da expectativa, mas eu também começo a vivenciar o emocional de lidar com os riscos e tenho que canalizar meus pensamentos, meus a minha inteligência para buscar soluções, para buscar os melhores caminhos. Então, existe uma exigência intelectual frente às minhas responsabilidades, porque o tempo todo eu preciso vivenciar, interpretar o que está acontecendo, buscar soluções, agir, interpretar o que está acontecendo, buscar soluções, né? Então, existe uma exigência intelectual e como eu sou um espírito, eu sinto, né? né? Então não é só uma relação intelectualizada, existe o emocional envolvido ali. Então eu tenho uma ação, isso gera um resultado e eu interpreto de uma forma e a maneira maneira como eu interpreto esse resultado me gera sentimentos e emoções. Então, além de eu ter que raciocinar e buscar uma solução através do intelecto, eu sou influenciada pelo pelas minhas emoções. E a depender da emoção que eu tô sentindo, modifica meus pensamentos e as minhas atitudes. E de novo, a vida não para. Então, eu estou interagindo e gerando efeitos e resultados e isso não para. Mas eu tô aqui trazendo a o relato de um dos pratinhos que eu estou rodando, né? Mas enquanto eu estou rodando esse pratinho, tem um outro pratinho que também está me exigindo o mesmo e também provocando as minhas emoções, né? É por isso a a comparação com o sapato começa a doer um ossinho aqui, uma partezinha ali e outra partezinha ali. Mas quando a gente pega o sapato, o atrito, né, do tecido do sapato no mesmo lugar, vai causando também uma dor diferente. Então, no início, era só um desconforto. Hum, tô sentindo que tá pegando aqui. Daqui a

o a gente pega o sapato, o atrito, né, do tecido do sapato no mesmo lugar, vai causando também uma dor diferente. Então, no início, era só um desconforto. Hum, tô sentindo que tá pegando aqui. Daqui a pouco eu já não suporto mais. A dor é muito forte, porque esse tecido começa a provocar uma ferida que já tá se formando, né? Então é diferente um tecido eh provocar a pele que está bem, está boa ou provocar um machucado, né? Dói mais. Então, quanto mais eu me envolvo nessa missão, nessas tarefas que eu tenho, nessas obrigações que eu tenho, eh mais sensível eu vou ficando. Porque eu não tô vivendo só uma emoção, eu tô vivendo a emoção resultante de outra emoção que resultou em outra emoção. E isso tudo vai exigindo muito de mim, né? E nós estamos vivendo em sociedade. Então, todos esses pratinhos envolvem outras pessoas que também possuem suas expectativas, as suas ações, as suas reações e o que elas fazem trazem efeitos, né? Então, as coisas fogem mesmo do meu controle. Não é algo que depende só de mim. depende de mim, depende de outros fatores, né, pessoas, contextos, cenários. E aí eu começo a ter que lidar com o que eu não previ. O que exige uma criatividade em como que eu vou lidar com isso? Eu não sei como lidar. Não tinha imaginado isso. Me preparei para uma coisa, mudou o rumo, agora eu vou ter que mudar tudo. Então, mais esforço. É esforço intelectual, emocional e físico, né? E orgânico. Então, de novo, com o tempo, a minha capacidade de de ser criativo reduz. A minha paciência reduz porque a minha energia reduz. Eu não tenho energia, né? Então, eu busco respostas mais rápidas, eu busco um raciocínio mais rápido para eu resolver logo. Então, eu acabo às vezes não tomando a decisão mais acertada, porque eu não digeri aquilo, eu não dei tempo de digerir, né? eu fui com a emoção, aí aquilo gera um outro problema às vezes ou abre um outro caminho que eu vou ter que dar atenção. E além disso tudo, os 500 WhatsApps que a gente tem que responder, as mensagens, as ligações que hoje o essa tecnologia

outro problema às vezes ou abre um outro caminho que eu vou ter que dar atenção. E além disso tudo, os 500 WhatsApps que a gente tem que responder, as mensagens, as ligações que hoje o essa tecnologia vem nos aproximar e nos facilitar e contribui muito com a sobrecarga, né? Então, se antigamente pra gente conversar com alguém por telefone, as pessoas tinham que esperar a gente chegar em casa para ligar, né? Ou a gente tinha que esperar chegar em casa para ligar e mesmo no trabalho se ligassem na nossa mesa e a gente não tivesse, a gente não atendia. Hoje não. Hoje a gente tá na rua fazendo um monte de coisa e ai da gente se não atender, né? Tá? E da gente a gente ainda é criticado e questionado e julgado. Então é uma fase que a gente precisa aprender a lidar com isso, porque essa realidade do mundo não vai modificar porque eu estou cansado, porque eu estou eh sentindo uma incapacidade, uma impotência ou até uma vontade de existir, né? O mundo tá aí, as coisas estão acontecendo e nós estamos participando dessa realidade. Então, como lidar com isso? Já que existe, já que a sobrecarga existe, como que eu lido com isso sem por tudo a perder? Como que eu lido com isso sem perder o meu equilíbrio, né? Porque se eu perco o equilíbrio, eu posso agravar a situação tomando decisões ou tendo atitudes que vão gerar prejuízos. Eh, aí a gente precisa resgatar aqui que nós somos responsáveis por nós mesmos, OK? Deus criou o espírito para ser livre. Claro que como a gente ainda não tá integrado totalmente a lei da vida, a lei de amor, é aquilo, né? Quanto maior o conhecimento, maior a liberdade. Então, como eu não tenho ainda todo o conhecimento que me leva à perfeição, que Jesus nos convidou, eu não, eu tenho muita proteção, eu tenho muita providência divina tomando decisões sobre a minha vida, porque eu não tenho condição de sozinha tomar todas as decisões. Eu ainda não alcancei toda essa liberdade, tá certo? Então, sim, eu tenho eh Deus sempre cuidando de mim. Ele é o criador, ele é que nos conduz,

não tenho condição de sozinha tomar todas as decisões. Eu ainda não alcancei toda essa liberdade, tá certo? Então, sim, eu tenho eh Deus sempre cuidando de mim. Ele é o criador, ele é que nos conduz, ele que aplica sua providência em nossas vidas e tem o meu livre arbítrio. E eu tenho livre arbítrio porque eu sou responsável por mim, entende? Eu, o livre arbítrio não é dado a mim para que eu tome decisão pelo outro. O livre arbítrio é dado a mim para que eu tome decisão na minha vida. A decisão é minha para mim, então eu sou responsável por mim. OK? Logicamente estamos falando da fase da vida já adulta, né? Em que nós temos essa condição eh psíquica de fazer escolhas das nossas vidas. Então, o primeiro passo que a gente tem que ter é lembrar disso, que nós somos responsáveis por nós mesmos, OK? Por que que é importante a gente lembrar disso? Porque às vezes, quando a gente tá sentindo essa dor no sapato, eh, o que que a gente deseja? A, eu queria tanto eh ter um outro sapato agora, né? Eu quero fugir do desconforto. Queria trocar imediatamente esse sapato. Gente, alguém tem um sapato, um chinelo, me empresta um chinelo, né, eh, da nossa natureza ou eu fico descalo. Eh, então, diante da sobrecarga e das nossas dificuldades de lidar, o cansaço e tudo mais, nós tendemos a desejar um superherói. a gente deseja que algo aconteça, que alguém apareça e torne tudo mais fácil. Então, sem perceber, por vezes, a gente começa até a exigir daqueles que fazem parte da nossa vida que eles nos favoreçam, né? Porque eu começo a querer esse heroísmo. Alguém vem aqui e resolve para mim, eu não tô dando conta. Então, sem perceber, a gente se vitimiza, a gente se rotula como incapaz, a gente eh aceita a condição de não não conseguir, não suportar, não dar conta dessa cruz, né, que a gente tá carregando, o peso dessa dessas sobrecargas. E aí a gente fica desejando uma mágica, né? Então, ai, eh, tá exigindo tanto de mim eu fazer conta financeira, eu podia ganhar logo na Mega Cena que eu não eu não ia ter esse

dessa dessas sobrecargas. E aí a gente fica desejando uma mágica, né? Então, ai, eh, tá exigindo tanto de mim eu fazer conta financeira, eu podia ganhar logo na Mega Cena que eu não eu não ia ter esse esforço. Tá exigindo tanto de mim eu ter que cuidar do meu corpo, porque eu tô com um problema de saúde, que tudo que eu queria era que eh trouxessem uma solução, um remédio, alguma coisa que cessasse isso, né? É tanta tarefa, é tanta coisa, que tudo que eu queria era que o meu companheiro, a minha companheira resolvesse para mim, me ajudasse, tornasse mais fácil, ou eu queria encontrar um companheiro ou uma companheira que tornasse mais fácil. E aí qualquer palavra mais, qualquer exigência mais que me tragam, eu expano, né? Eu eh surto porque eu não tenho mais nada para dar. Então não me dá mais demanda, não exija mais de mim, né? Por isso que eh era é é muito natural o instinto, né, da mãe que que sobrecarregada das exigências da criança, do filho ali na fase de dependência, eh dê os gritos, né, dá os berros do nada, né, porque é uma não aguento mais, eu não não dá, eu não tenho mais nada para dar. E por que que Deus permite que a gente vivencie essas sobrecargas? Esse é o ponto que a gente precisa considerar, né? Deus permite e tem fases que a coisa se acumula mais, tudo acontece ao mesmo tempo. Aquilo poderia ser diluído num intervalo maior de tempo, mas não. Tudo tá acontecendo ao mesmo tempo. É um momento que me exige sabedoria, me exige inteligência emocional, me exige paciência e também exige dos que estão ao redor. Deus nos convidando ao progresso, né? Quando eu tô com as coisas mais controladas e dentro da minha habilidade de lidar, eu tenho mais facilidade de utilizar das virtudes já conquistadas. Então, eu sorrio mais, eu estou mais bem com a vida, eu favoreço as coisas. Mas quando eu começo a lidar com essa sobrecarga de expectativas, tarefas, frustrações, pessoas, conflitos, eu começo a ser levada ao desconforto. E é no desconforto que eu estou sendo chamada a exercitar as

ndo eu começo a lidar com essa sobrecarga de expectativas, tarefas, frustrações, pessoas, conflitos, eu começo a ser levada ao desconforto. E é no desconforto que eu estou sendo chamada a exercitar as virtudes, porque senão eu não consigo me libertar enquanto espírito. Eu não consigo ter paz quando as coisas ao redor não estiverem me favorecendo. Eu não consigo servir ao outro quando as coisas ao redor não estiverem me favorecendo. Eu não consigo perdoar, eu não consigo ter paciência. Então eu meio que me dou o direito. Ah não, gente, agora tá tudo difícil. Então, deixa eu guardar aqui na caixinha minha paciência, minha amorosidade, a minha habilidade, meu desejo de servir. Deixa eu guardar umas coisas aqui. Agora eu posso gritar, agora eu posso tratar mal, agora eu posso quebrar tudo porque eu sou vítima, né? E Deus tá dizendo: "Não, filho, pega essas virtudes, porque o exercício é esse, é você aprender a utilizar das virtudes nos momentos extremos. Porque se você aprender a ser virtuoso quando as coisas nos favorecem, você se liberta. Você pode estar aqui, ali, ali. Você não se põe em risco. Por que que eu não estou aqui, ó, protegendo tudo? Porque você precisa aprender a se proteger. Você precisa aprender a resolver. Você precisa aprender a ser virtuoso em qualquer condição, porque a lei de amor não está condicionada um cenário específico. A lei de amor nos chama ao servir, ao amor em ação, em qualquer circunstância. Então, quando a gente tá falando assim: "Poxa, pai, por que que o senhor está permitindo que isso aconteça?" Ele está dizendo: "Meu filho, eh eh você precisa. Não é que eu tô permitindo, ah, deixa injustiçar em meu filho, não. Estamos exercitando juntos. Eu tô contigo, né? E aí, que que eu preciso fazer? Eu preciso ter lucidez sobre o que está acontecendo. Então, vigiemos, porque a nossa natureza hoje é, enquanto tudo isso tá acontecendo, entre o intervalo de um espaço e outro, eu ligo o som, eu ligo a TV, eu converso com as pessoas bobagem, eu me sobrecarrego ainda mais

orque a nossa natureza hoje é, enquanto tudo isso tá acontecendo, entre o intervalo de um espaço e outro, eu ligo o som, eu ligo a TV, eu converso com as pessoas bobagem, eu me sobrecarrego ainda mais com temas, com coisas que não são necessárias ao momento. Eu faço questão de ir, ah, porque eu tinha planejado ir em tal lugar, mas as coisas saíram do controle, aconteceram fatores externos que eu não estava prevendo. Será que eu realmente preciso ir nesse lugar? Eu não posso adiar? Então, começa a misturar as reais necessidades com os nossos, a nossa busca de de prazer pelo prazer, sem considerar o preço que a gente vai pagar disso, o preço que eu vou pagar. Então, por exemplo, quando a gente tem uma um filho, né, uma criança sobre a nossa responsabilidade e ela fica doente, a gente fica ali em cima, repousa, não exagera, muda, isso é um período, eu tenho que fazer isso comigo porque eu sou responsável por mim, entende? Então eu tenho que também me atentar, por exemplo, eu estou lidando com uma situação e tem pessoas envolvidas e a atitude delas mexe com o meu emocional. É um momento que Deus está me chamando para trabalhar a virtude da compreensão, da aceitação de que o outro não é como eu gostaria que ele fosse, de que o outro não tem a maturidade que tornaria mais fácil para mim, tornaria mais fácil, mas ele não tem. Então, ao invés de eu me revoltar, de eu criticar ele, eu deveria tentar compreender. Ele não teve ainda a oportunidade de desenvolver a sabedoria frente a essa situação. Então, Deus está me chamando para exercitar a compreensão e aceitação sobre o outro. Aí frente a outra outro pratinho que eu estou rodando, acontece algo que me frustra e eu vivencio o fracasso daquela empreitada, né? Então eu posso diante desse fracasso me revoltar e achar que Deus é injusto e que ele privilegia outros e não aceitar. E aí, olha o que que eu tô fazendo. Eu tô movimentando emoções de dor. Eu tô também me sobrecarregando com fluido de baixa vibração. Ou eu posso, mesmo

justo e que ele privilegia outros e não aceitar. E aí, olha o que que eu tô fazendo. Eu tô movimentando emoções de dor. Eu tô também me sobrecarregando com fluido de baixa vibração. Ou eu posso, mesmo sentindo a dor da frustração, né? Não sejamos hipócritas, nem iludidos, ingênuos, né? A frustração causa dor. Então, mesmo eu sentindo a dor da frustração, eu posso exercitar, né, o raciocínio de que, bom, Deus é bom. Então, se ele permitiu que houvesse o fracasso nessa empreitada, é porque tem um benefício que eu, por ser ainda ignorante, não consigo enxergar. Então eu vou tentar cooperar, vou refletir sobre, vou tentar lidar com essa situação de da maneira mais generosa possível comigo e com o próximo da maneira mais respeitosa possível. Eu vou tentar colaborar mesmo sentindo dor, porque é isso que eu como espírito estou aqui para aprender. Lembremos, nós não estamos encarnados para realizar prazeres. Nós estamos encarnados para despertarmos as virtudes, para desenvolvermos a habilidade de utilizar da virtude. Momento da sobrecarga é o momento em que Deus está te ensinando a ser autorresponsável e a fazer escolhas mais honestas com você, mais generosas com você. Será que não tem alguns pratinhos que você pode parar de rodar agora e priorizar outros? Ah, mas aí o outro pode ficar chateado, né? Tô tão cansado. Aí tem um um encontro do dos amigos. Poxa, se eu não for, vão ficar chateado comigo, né? Como você faria com seu filho? É, filho, você está doente, você está péssimo, com pneumonia, vai para essa festa na chuva, porque senão seus amigos vão ficar chateados. Não, você diria, filho, e seus amigos vão ter que te compreender. Se não te compreenderem, se não te perdoarem, não são seus amigos. Você tem que cuidar de você. Não é isso que você faria. Faça isso com você. Seja responsável com você mesmo. Se o outro vai me julgar, se o outro não vai compreender, isso é sobre ele, sobre a incapacidade dele de ser virtuoso. Mas eu não posso me abandonar, eu não posso me pôr em risco, eu não

m você mesmo. Se o outro vai me julgar, se o outro não vai compreender, isso é sobre ele, sobre a incapacidade dele de ser virtuoso. Mas eu não posso me abandonar, eu não posso me pôr em risco, eu não posso me pôr em prejuízo só para agradar, porque existem alguns pratinhos que estão aqui que eu não posso soltar. Mas tem outros que eu até consigo. E a gente tá tão viciado nessa movimentação agitada e sendo cobrado que se a gente não vigiar a gente surta. E muitos casos de burnout que estão acontecendo, estão acontecendo por escolhas individuais das pessoas quererem dar conta de tudo e controlar tudo. Por quê? Quando eu tenho uma expectativa, eu tenho medo dessa expectativa não ser atendida. Que que esse medo me provoca? Eu vou agir. Eu vou tentar controlar o máximo possível, porque eu quero muito que isso aconteça. E eu começo a tentar controlar o que não é controlável por mim. Conclusão. Eu não deixo Deus ser Deus. Eu quero ser o Deus. Eu quero controlar a escolha do outro, a reação do outro, fatores externos, o cenário, o contexto e eu não consigo. E eu sofro com isso. Eu sofro porque as coisas não estão acontecendo como eu queria que acontecesse. E Deus está dizendo, "Tá vendo, meu filho? Olha, você está tendo contato com seu orgulho, que quer que seja da sua forma? Você está tendo contato com a sua ausência de fé porque você não está confiando em mim. Vamos trabalhar isso, meu filho. E eu estou lá esperneando, chorando, desesperada, com raiva, porque as coisas não estão acontecendo. Ao invés de eu parar e ter um diálogo profundo com Deus, ao invés de eu buscar recursos que me acalmem, leituras edificantes, leituras que tenham conhecimentos que me ajudem a ter criatividade para lidar com a situação, eu não repouso. E aí a coisa vai agravando porque eu estou escolhendo lidar dessa forma. E para encerrar, no final das contas, o que Deus está nos convidando a fazer frente à sobrecarga? A confiar. a confiar na providência divina, a ter a autorresponsabilidade de escolher lidar

ssa forma. E para encerrar, no final das contas, o que Deus está nos convidando a fazer frente à sobrecarga? A confiar. a confiar na providência divina, a ter a autorresponsabilidade de escolher lidar com o que nos compete e soltar a mão dos volantes que não são nossos. Isso significa fé. A fé não é acreditar que Deus vai fazer a minha vontade. A fé é acreditar que a vontade de Deus, mesmo que me fruste, é melhor. Então eu não vou temer. Eu vou ficar atenta para lidar com o que acontecer. Eu vou prever riscos. Eu vou pensar em quais ações eu vou ter no plano A, no plano B, no plano C. Vou fazer a minha parte e o resto é com Deus. Aí eu vou conseguir deitar a cabeça no travesseiro e dormir, porque eu sei que não vai adiantar eu ficar elocobrando o que vai acontecer. Eu sei que não vai adiantar eu ficar firmando nos pensamentos a mesma coisa. Eu sossego, pai. Hoje eu fiz tudo que competia a mim ou eu fiz tudo que eu consegui. Se eu faltei com algo, me ensine a desenvolver a habilidade de lidar com isso. E agora eu vou deitar e entrego a minha vida a ti. Enquanto eu repouso, eu peço que o Senhor então cuide. Aí quando eu acordo, o diálogo é o mesmo. Pai, vou pro mundo, vou agir, vou fazer o que me compete, sabendo que o Senhor está comigo fazendo e cuidando daquilo que não compete a mim. Eu confio em ti e seja lá o que for acontecer, vai ser o melhor. Aí eu consigo viver o agora. Eu relaxo, eu vivo agora. eu vivo o prazer do momento, eu o exercício das virtudes do momento, aí eu coopero, tá certo? Então fica o convite da reflexão de hoje para que a gente vigie, para que a gente avalie dentro dessa sobrecarga quais pratinhos a gente pode soltar. A gente tá apegado, mas não precisa. Quais são as nossas responsabilidades? Como nós podemos nos comprometer com essas frentes da vida e o que nós podemos entregar a Deus. Confiemos no Pai. Ele é justo e ele é bom. E nós somos aprendizes. Tá bom? Bom dia a todos, bom fim de semana, uma boa sexta-feira e até nosso próximo encontro. Obrigada.

nós podemos entregar a Deus. Confiemos no Pai. Ele é justo e ele é bom. E nós somos aprendizes. Tá bom? Bom dia a todos, bom fim de semana, uma boa sexta-feira e até nosso próximo encontro. Obrigada. Obrigado também a Bárbara pelas reflexões desta manhã nessa palavrachave do equilíbrio, né? Um esforço que cabe a cada um de nós. Agradecer tanto todos também que estão aqui no salão Bezerra de Menezes, os que nos acompanham pela internet, saudamos todos aqui que estão no chat. Tem bastante mensagem, então não vai dar tempo de falar com todos. Mas fica o convite tanto para quem tá aqui presencial quanto para quem tá online que na no amanhã, né, dia 12 de abril, sábado 19 horas, nós vamos ter o programa Cantando a Dutrina com o coral irmão Saulo Urias, né? Então, o primeiro sábado aqui na comunhão, à noite de 19 horas, nós temos a palestra da Maí e Braga e no segundo sábado, né, do mês, nós temos esse programa Cantando a Dutrina. Então fica o convite para a gente tá prestigiando o coral e também harmonizando, né? Uma forma diferente de refletirmos o ensinamento de Jesus e também os ensinamentos da doutrina espírita. Então, agradecer todos mais uma vez pela presença, a Bárbara pelas reflexões e elevamos elevemos novamente o nosso pensamento a Deus, nosso Pai, agradecendo a palestra, as palavras que aqui foram ditas, nessa metáfora do equilíbrio dos dos pratos, que a gente possa ter a sabedoria de escolher quais pratos é essencial que a mantenha o equilíbrio e quais pratos podemos deixar para depois. que a gente possa ter essa reflexão de que também não estamos sozinhos nesse processo. A cada um é confiado naquilo que é possível carregar e que ainda carregando o que for necessário na sua vida, como foi refletido na palestra, Deus está amparando todos nós. que a gente possa também ter essa conexão por meio da oração de reflexão com o Pai, pedindo orientação e sabedoria para mantermos nossa vida em equilíbrio. E estando em equilíbrio, nossa vida fique mais suave. Pedimos a

ambém ter essa conexão por meio da oração de reflexão com o Pai, pedindo orientação e sabedoria para mantermos nossa vida em equilíbrio. E estando em equilíbrio, nossa vida fique mais suave. Pedimos a espiritualidade que acompanhe cada um de nós ao sair dessa dessa palestra, acompanhe nós no trabalho, nos acompanhe nos nossos estudos e principalmente nos acompanhe em nossos lares. Que cada lugar que a gente estiver presente possa estar recebendo todas as bênçãos que estamos recebendo neste momento. Que a gente possa ir em paz. com a energia renovada e com essa fé que não estamos sozinho. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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