EM TORNO DA FÉ - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/04/2026 (há 4 dias) 673 visualizações

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Transcrição

Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. >> Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito, muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos acalma, nos agasalha, nos traz serenidade e paz. Mas olha, gente, é por acaso. E como acaso não existe, vocês me descul, quer dizer, desculpe a mim, não, porque eu não tenho nada com isso. Eu abriu o evangelho aqui aleatoriamente, veio no capítulo 23, estranha moral, bem no item 16, que diz assim: "Quando Jesus declara: "Não creiais que eu tenha vindo trazer a paz, mas sim a divisão, seu pensamento era este: Não creiais que a minha doutrina se estabeleça pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, tendo por pretexto o meu nome, porque os homens não me terão compreendido ou não me terão querido compreender. Os irmãos separados pelas suas respectivas crenças, desembanharão a espada um contra o outro, e a divisão reinará no seio de uma mesma família, cujos membros não partilhem da mesma crença. Vem lançar fogo à terra para expung-la dos erros e dos preconceitos, do mesmo modo que se põe fogo a um campo para destruir nele as ervas más. e tenho pressa de que o fogo se assenta para que a depuração seja mais rápida, visto que do conflito sairá triunfante a verdade. E eu confio nisso. Eu confio em Jesus. E eu confio no amor que ele nos traz. E eu confio na serenidade que ele nos transmite e peço a vocês que também confiem. Então, vamos agradecer, agradecer a Deus Pai amoroso, que nos traz tanta serenidade, tanta paz, tanto carinho, tanto amor. Vamos agradecer a esse nosso irmão mais velho, Jesus, que de uma forma firme nos conduz, nos conduz a este amor. Porque minha mãe sempre dizia que o amor é exigente, porque ele nos pede para amarmos também.

agradecer a esse nosso irmão mais velho, Jesus, que de uma forma firme nos conduz, nos conduz a este amor. Porque minha mãe sempre dizia que o amor é exigente, porque ele nos pede para amarmos também. Ele nos pede para perdoarmos inclusive a nós mesmos. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, mentor desta casa, que nos acalma, nos agasalha, nos traz serenidade e muita paz. Vamos agradecer a dona Ivore do Amaral Pereira, essa senhora que conduz os trabalhos nesse momento, neste salão e que sempre tá aqui nos olhando e nos pedindo para não nos desviarmos do bom caminho. E também ela é meio brava às vezes. Então, agradecidos a esses que nos trazem amor, serenidade e muita força para prosseguirmos, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, hoje estamos aqui com a Gínia. Houve uma troca nesses dias, porque a Gia precisou se ausentar por uma situação familiar, que ela foi socorrer, né, a família e ela vai nos falar sobre o próximo como instrumento de evolução. Vocês viram que tá tudo ligadinho. Então, com a palavra, Gínia. Bom dia aos corações amigos, as almas queridas que estão também distantes fisicamente, que possam sentir o amor de Deus, da espiritualidade amiga a nos cobrir ao bálsamo, esse fluido divino que alcançam, alcança todos aqueles que estão conectados com a comunhão espírita de Brasília, esse solo sagrado, essa essa casa de oração, esse hospital escola que agasalha muitos corações aqui no Distrito Federal, aqui na capital, mas também pelo resto do mundo. Muitos irmãos estão bem distantes fisicamente, mas estamos todos interligados nessa teia de amor. Essa semana escutei uma frase, talvez vocês tenham escutado, mas pela primeira vez essa frase chegou até mim, muito interessante, que me deixou pensativa, reflexiva. E hoje ao acordar, ela me veio à mente que a sabedoria é um pente que a vida nos dá, nos presenteia quando estamos carecas. É interessante, né? Mas às vezes é isso. A sabedoria é um pente que a vida nos dá

e ao acordar, ela me veio à mente que a sabedoria é um pente que a vida nos dá, nos presenteia quando estamos carecas. É interessante, né? Mas às vezes é isso. A sabedoria é um pente que a vida nos dá ou nos presenteia quando estamos careca. E às vezes a gente fala: "Ah, se eu soubesse, ah, se eu soubesse tudo que eu sei hoje, aos 30, aos 40, aos 50, aos 90, aos 100 anos, lá quando eu era jovem ou mais jovem, às vezes a gente se questiona com a vida: que isso me chegou somente agora." A gente tá sempre a reclamar, a questionar ou a pedir, né? poucas vezes a gente agradece. E com a vida também é assim. Pedimos a Deus crescimento. Pedimos ao Pai, à vida, ao criador, ao Cristo, ao nosso mentor, ao universo, como cada um se define, define a sua espiritualidade, o divino em si mesmo. Então, pedimos ao mais alto crescimento, sabedoria, paz, conhecimento, paciência, evolução. Mas a vida nos dá, a vida nos responde, mas raramente percebemos essas respostas, porque a vida nos dá o instrumento que Deus mais usa para isso, é o próximo. Aí a gente não entende, né? A gente pega um ser pequeno nas mãos, olha para ele e fala: "Senhor, e agora que é que eu faço?", né? Quem é esse ser? Quando a vida nos dá o instrumento, o próximo como instrumento, muitas vezes como um filho, o irmão, o pai, a mãe, o cônjuge ou irmãos do caminho, a gente se questiona quem é esse ser que está me pedindo ou exigindo de mim algo que eu ainda não tenho. Por isso que é instrumento, instrumento de evolução que vem como filhos, como parentela, algum tipo de parentela, mas aparece no nosso caminho como instrumento. E é bom que passamos, se ainda não temos esta percepção, passamos a desenvolvê-la, porque temos ferramentas para a nossa evolução. Mas às vezes essa ferramenta espiritual está como uma ferramenta que temos em casa e não sabemos utilizá-la. Às vezes a gente ganha de presente no Natal ou no nosso aniversário presentes que a gente nunca utilizou, ou porque a gente não precisa, ou porque a gente não sabe.

s em casa e não sabemos utilizá-la. Às vezes a gente ganha de presente no Natal ou no nosso aniversário presentes que a gente nunca utilizou, ou porque a gente não precisa, ou porque a gente não sabe. Tem um manual, mas a gente não está muito aim procurar entender. Ou é apenas ver um vídeo de utilizar aquele instrumento e a gente engaveta aquele presente. um dia vou usar, deixa ele aí ou a gente passa adiante. Então o próximo está em nossa vida como instrumento de evolução, que nós pedimos a Deus paciência, sabedoria, conhecimento, amor. Nós pedimos de alguma forma e ele nos dá o próximo. E a gente fica sem entender como te ele usá-lo para o nosso crescer e para a nossa alegria. Porque ninguém evolui sozinho. Jesus escolheu 12 irmãos, os apóstolos, os discípulos, para justamente nos mostrar isso. Ele poderia trabalhar aqui pela sua evolução, pelo seu crescimento, pelo seu amor. Ele poderia andar a pregar o reino de Deus, a nos instruir, a nos evangelizar sozinho, mas ele escolhe 12 pescadores, 12 homens simples e comuns para aquela época, para nos mostrar. Paulo de Tarso, ele precisou com a sua grandeza, ainda sendo Saulo, ele precisa de instrumentos na sua transformação para Paulo de Tarso. Ele não seria o que seria sem Estevão. Estev foi um instrumento. e Prisca no caminho. Esse casal abençoado, cheio de amor e de ensinamentos para Paulo, foram instrumentos na vida dele. Não sabe quem é Aquila e Prisca ou Priscila? Leiam Paulo e Estevon, né? o livro Paulo e Estevão. E aí desse convívio de Paulo com Áquila e Prisca no deserto, nessa convivência que Paulo lia ali os manuscritos e teava tapetes, ele tecia ali sentimentos e aprendendo com aquele casal que ao mesmo tempo falava de um Saulo, que eles vieram ali para aquele local que estavam também com medo de um homem que matava, mandava apedrejar aqueles que creiam, aqueles que acreditavam, aqueles que amavam Jesus. E Paulo ali naquele sentimento, recolhe o seu momento ali, sabendo que estava falando sobre ele, porque ele já estava

a apedrejar aqueles que creiam, aqueles que acreditavam, aqueles que amavam Jesus. E Paulo ali naquele sentimento, recolhe o seu momento ali, sabendo que estava falando sobre ele, porque ele já estava ali como Paulo e os irmãos temiam o Saulo. Então, todos nós precisamos do outro para crescer. Ninguém evolui sozinho. E dali Paulo sai da convivência de Áila e Prisca para nunca mais ser o mesmo, para pregar, para falar de Jesus, para se imolar, para doar sua vida até os últimos segundos no corpo ali, sendo fiel ao Cristo. Mas para ele chegar a isso, ele teve instrumentos, o próximo, e soube aproveitá-lo, aproveitar cada convívio do momento de dor que Estevão foi um instrumento ali de dor para ele, chamativo de um cristão que não deixou-se vencer pelo poderio de Roma e dos sacerdotes. Paulo vai trazer essa convivência espiritual com Estevão também, porque o próximo como instrumento não é só o físico, não. Não é só esse que a gente abraça, o próximo que a gente tem em casa ou no lar como filho ou parentela, mas é o próximo também desencarnado. Estamos numa casa espírita. O espiritismo vem desvendar a morte, vem matar a morte, dizer que ela não existe. Há a desencarnação, o desenlace com um corpo físico que morre. Somos espíritos imortais. Então, o próximo como instrumento não é só o encarnado, não é só o que está no corpo, que a gente vê com os olhos da carne e toca com as mãos físicas, mas é o próximo desencarnado também. que nós damos o nome muitas vezes de obsessor, que é aquele irmão que persiste em nos fazer o mal ou nos induzir ao mal. é a influência de um ser desencarnado em nossa mente, mas que se conecta porque sente que somos iguais a ele. Só induz aquilo que já temos em nós, a prática de algo que nós achamos comum, real ou necessária. Se o meu coração não há espaço para vingança, ele não vai conseguir induzir a vingança. Se não há espaço para o ódio, ele não consegue induzir ao ódio. Por isso que muitas vezes essa relação se encaixa perfeitamente. E mesmo os irmãos vindo à casa espírita

i conseguir induzir a vingança. Se não há espaço para o ódio, ele não consegue induzir ao ódio. Por isso que muitas vezes essa relação se encaixa perfeitamente. E mesmo os irmãos vindo à casa espírita para o trabalho ou tratamento da desobsessão se torna trabalhoso. Porque ali, ó, se tornou algo muito forte, muito unido, porque as mentes do encarnado, do desencarnado estão uníssona, estão no mesmo caminho pensando os as mesmas emoções, os mesmos pensamentos, os mesmos gostos. Então, quando a espiritualidade permite isso, é porque o outro revela quem somos. O outro como instrumento também é revelação. Ele está ali em nossas vidas para vermos como espelho, a nos revelar o que somos, mas por falta de autoconhecermos, né, de autoconhecimento, a gente não percebeu que ele traz muito de nós para nos revelar. Então, a resposta de Deus para nossa vida, para tudo que pedimos, vem como o próximo, como evolução, e ele tem nome. Essa resposta tem nome, tem rosto e tem convivência. Por isso que às vezes a gente quer mudar de família, de casa, de lá, de cidade, de país para ver se corre, se foge das responsabilidades. E mesmo aqueles que mudaram de lar, de parceiros e parceiras, mudaram de famílias, de cidades, de país, encontraram em outro país algo parecido com que deixou aqui. É comum a gente atender isso no atendimento fraterno, porque graças a Deus essa casa também tem atendimento fraterno à distância de irmãos que foram pro outro lado, para outros continentes, do outro lado do mundo, lá na Austrália, encontraram um novo lar, refizeram suas vidas estando com nova parceira, com novo parceiro, com filhos, mas com as problemátic igualzinha a que estavam aqui com as famílias que deixaram. E por que isso? Que sorte é essa, né? Que às vezes a gente fala ou dedo, né? Ou mão. Que sorte. Não é sorte. São os instrumentos de evolução que Deus coloca em nosso caminho amorosamente, que nós atraímos pela nossa forma de ver e de viver que nós necessitamos. Então, o outro caminho de transformação

sorte. São os instrumentos de evolução que Deus coloca em nosso caminho amorosamente, que nós atraímos pela nossa forma de ver e de viver que nós necessitamos. Então, o outro caminho de transformação interior. Ninguém desenvolve paciência sozinho, ninguém exercita o perdão, o amor, a misericórdia, a compaixão. Sozinhos no isolamento, no deserto, né? Ninguém aprende fraternidade sem conviver. Relacionar-se com o próximo é um campo profundo. É um campo abençoado, é um campo fecundo de muitas sementes. É um campo de evolução, é um campo cheio de oportunidades que aqueles que se afastaram do convívio com os mais próximos, e às vezes os próximos não são de sangue, são amigos, são irmãos do caminho que nos estende a mão pedindo algo, algo de nós que não é material somente, é o tempo, é o momento de ouvir o outro, de analisar o outro, ou melhor, de agarrar agasalhar o outro sem julgar do que ele tá vivendo e falando. Mas isso não é fácil do outro que nos chega, que se apresenta em nossas vidas, a gente olhar o outro sem analisar, sem julgar. Primeiro, a gente ainda tem essa essa falta de educação e de amor, de olhar o outro sem analisá-lo, sem julgá-lo. Primeiro a gente ainda julga. Aí a consciência nos chama a atenção. O mentor espiritual, a mentora fala: "Não faça isso, meu filho. Ouça atentamente. Por isso que temos dois ouvidos. Ouça a dor do outro. Agasalhe! Se chegou até você porque você tem condição. Tudo que a espiritualidade que Deus coloca em nossa vida, que chega no nosso caminho, é porque nós já temos condição. A nossa falta de de paciência e de sabedoria ainda é que nos faz fugir daquele convívio, daquele irmão, daquele ser que Deus colocou em nosso caminho como instrumento para evoluirmos. Mas se tivermos paciência, sabedoria de pedir a Deus: "Senhor, o que quer de mim nesse momento? O que é que eu posso fazer por essa alma que está aqui na minha frente ou por esse espírito que está aqui no meu campo vibracional?" As respostas sempre vêm. Mas porque já fugimos tanto, meus

momento? O que é que eu posso fazer por essa alma que está aqui na minha frente ou por esse espírito que está aqui no meu campo vibracional?" As respostas sempre vêm. Mas porque já fugimos tanto, meus irmãos? Já fugimos tantos da tanto da responsabilidade em outras vidas que nesta a gente quer fazer o mesmo caminho que fizemos no passado. E aí a vida fala: "Meu filho, não dá mais para postergar, não dá mais para fugir, não tem como deixar pra próxima. É nesta mesmo, para o seu bem, para a sua evolução. Gostamos de pensar que nos conhecemos. Às vezes a gente se sente sabedores de tudo porque lemos uma página, um livro, ou porque estamos como médiuns na doutrina espírita, médiuns da vida, né? A gente pensa que se conhece o suficiente até alguém nos contrariar, até alguém ser diferente ou pensar diferente ou viver diferente de nós. E aí a vida coloca esse ser como instrumento em nosso caminho. Aí descobrimos, nos autodescobrimos impaciente, sem paciência. virmos o nosso orgulho, aí vamos nos ver orgulhosos. Vimos também, passamos a ver a nossa falta de controle quanto às nossas palavras e pensamentos e atos. O outro nos mostra, nos revela quem somos. Por isso que a espiritualidade coloca em nosso caminho, né? E é nesse momento que o outro aparece na nossa vida. até alguém nos contrariar, que a gente se conhece e se vê com a falta ou vê a nossa carência, carência de tudo, espiritual, de algo psicológico também, que a gente se conhece também intolerante. Tudo isso que a gente não vinha, não via em nós, o outro chega para nos mostrar. E ali a gente se autoconhece, há um encontro de nós mesmos, conosco mesmos, com a presença do próximo em nossa vida. Isso é uma riqueza. É uma riqueza porque a auto, no autoconhecimento, no autocontrole que a gente vai tendo, na convivência com o outro, a gente evolui, a gente cresce. nos dá um poder, não um poder de usar contra o outro, mas um poder para dirigir a nossa vida e olharmos para trás e ver quanto a gente era muito criança, criança espiritual, criança

i, a gente cresce. nos dá um poder, não um poder de usar contra o outro, mas um poder para dirigir a nossa vida e olharmos para trás e ver quanto a gente era muito criança, criança espiritual, criança psicológica quando a gente corria do convívio com aqueles que Deus colocou em nosso caminho. O outro revela parte de nós que estavam escondidas, que estavam ali pela sombra, estavam na sombra, o nosso lado sombra, que temíamos, que tínhamos medo, né? Isso funciona como um espelho. Então, se a gente pensar assim que muitos irmãos que aparecem em nosso convívio não aparecem para nos ferir, para nos ofuscar, aparece para nos mostrar onde dói, aonde ainda é sombra e que precisa de luz, aonde tá ali machucado, tá ferido e precisa ser curado. É por isso que Deus coloca certas pessoas em no nosso caminho. Emanuel tem uma orientação dele que fala assim: Ele nos orienta amorosamente, o mentor espiritual do Chico. Se o teu próximo não pode alçar plano ao plano espiritual em que te encontras, podes ir ao encontro dele para o bom serviço da fraternidade, da iluminação. Então tem irmãos que nós precisamos ir lá e aonde ele está nas sombras da ignorância. E precisamos alçar e sar, né, esse irmão de lá também e trazê-los para luz. Se nós nos encontramos no momento de luz, então tem momentos que vai precisar, precisaremos sair de nós e até o outro. É por isso que a gente fala assim: "Para que que eu fui buscar esse problema? Por que que eu fui atrás? Tava lá quieto, eu fui atrás. A pessoa tava lá no cantinho dela e eu trouxe para minha vida. A falta de conhecimento às vezes faz a gente pensar que a gente errou em buscar o outro, tirar lá do cantinho dele do momento de sombras, do mergulho que ele tava lá afogado nas suas dores. E aí foi a espiritualidade nos guiando, nos iluminando para chegarmos até ele. É uma lição sublime, né? Nem sempre o outro consegue subir aonde estamos, mas a gente já tirou ele de um momento que ele estava para outro. Tiramos da lama para o sol, tiramos da sombra para a luz, tiramos do baixo para

, né? Nem sempre o outro consegue subir aonde estamos, mas a gente já tirou ele de um momento que ele estava para outro. Tiramos da lama para o sol, tiramos da sombra para a luz, tiramos do baixo para o alto, tiramos do momento do mergulho da dor profunda para ele ver a luz. É assim que a gente faz nos resgates também espirituais. os irmãos que estavam lá mergulhados na sua dor, que não entendeu, que continuam vivos, só o corpo morreram. E a gente traz esse irmão para luz. São os irmãos que nos acompanham dos nossos lares, dos nossos locais de trabalho e a gente traz para um momento como este. A plateia tá lotada de irmãos desencarnados em súplicas, suplicando luz para sua vida, suplicando entendimento para entender o que foi que aconteceu, aonde foi que eles desviaram do caminho. irmãos que estão suplicando medicamento espiritual em suas almas, em seus espíritos que estão em dor, em extremo sofrimento. E nós trouxemos eles aqui sem saber, porque nós andamos acompanhados de luz e de sombras ainda, porque nós somos ainda luz e sombra. Estamos a caminho da luz. Então, que alegria. Então, meus irmãos, o amor nos convida a descer sem orgulho, a auxiliar sem orgulho, auxiliar sem humilhar aquele que que está um degrau abaixo de nós ou que tem menos que nós. O amor nos convida porque Jesus veio ensinar-nos esse amor a auxiliar sem humilhar, auxiliar sem orgulho, a ajudar sem ferir. Por isso que o outro está em nosso caminho. Jesus nos pede para amar o próximo. Amai o próximo como a ti mesmo. E esse próximo, né, esse amor inclui amar o próximo lento, o próximo que é resmungão, o próximo que é orgulhoso, o próximo que muitas vezes é agressivo, mas só tá querendo ser agasalhado, tá querendo amor, ainda tá parecendo aquele animalzinho ali com medo, ferido, que a gente busca para ajudar e aquele animal nos morde. nos agride, nos arranha. Às vezes esse próximo é dramático. Aí eu lembro sempre o amigo falando, é aquele próximo que nos manda áudio de 8, 10 minutos e mesmo colocando no

r e aquele animal nos morde. nos agride, nos arranha. Às vezes esse próximo é dramático. Aí eu lembro sempre o amigo falando, é aquele próximo que nos manda áudio de 8, 10 minutos e mesmo colocando no acelerado, aquilo não termina nunca. Então a espiritualidade vai nos mandar o próximo como instrumento e a gente só vai poder dar o que a gente tem. A vida não tá exigindo a gente dar mais do que tem ou dar o que não tem. Por isso que a espiritualidade só coloca aquela pessoa no nosso caminho no momento que nós temos como auxiliar. Às vezes chegou agora um filho, por que que esse filho não veio quando a gente tinha 15, 20 anos e chegou no auge da maturidade. Quantos de nós somos mães aos 30? Quantas mulheres são mães aos 40? Até mais. Hoje a tecnologia e a ciência permite ser mãe depois dos 50 de uma forma natural. Por quê? Às vezes a pessoa casa 10 vezes e tá casando sempre com as mesmas pessoas em corpos diferentes, com o mesmo comportamento. Por quê? São instrumentos. Se fugirmos, vai crescer, vai voltar em outra fase que talvez a gente não tenha a mesma força psicológica, física, para atender aquele irmão que está batendo ali, né? Então, o porquer amar os agradáveis. Amar os agradáveis é fácil, é simpatia, é, é, né? A gente tá se colocando, eu sou simpático com quem é simpático. Eu amo quem me ama. E o desafio ali não há aprendizado, né? Amar os difíceis é crescimento espiritual. Então, se nós pudéssemos ver, ninguém cresce sozinho. As há mãos, existem mãos invisíveis e mãos humanas nos sustentando nessa jornada de buscar o próximo, de aceitar o próximo como instrumento divino. E à medida que a alma amadurece, né, a medida que a gente vai amadurecendo, a gente vai ver que certas afinidades deixam de caber em nossas vidas, que todo instrumento que Deus, nem todo instrumento que Deus envia, ele permanece na nossa vida. Tem irmãos que são pontes, vieram, fizeram o seu trabalho e foram como pais, avós, filhos, vieram, nos ensinaram e foram nos mostrando que nada é permanente, nem

us envia, ele permanece na nossa vida. Tem irmãos que são pontes, vieram, fizeram o seu trabalho e foram como pais, avós, filhos, vieram, nos ensinaram e foram nos mostrando que nada é permanente, nem as pessoas em nossas vidas. Vieram como instrumento, nos ensinaram e foram. Passamos por essa experiência. Afinidades que deixam de caber em nossa vida. ambientes que mudam, hábitos que mudam, companhias que mudam. Nem todos aqueles que nos fizeram amar ou que nos ensinaram a amar, nos ensinaram a crescer, continua em nossas vidas. A gente também aprender que o outro precisa ir, soltar. Devemos soltar, seja ir porque estar com outras pessoas ou ir porque estão agora no mundo espiritual, em outro plano da vida. Estão aqui conosco ligados a nós. Ciclos cumpriram, as pessoas cumpriram a sua função. Então, a gente não tem como amar pessoas se não a conhecemos. Não posso amar pessoas que não conheço. Por isso o convívio. Hoje o filho amado, o ser amado em nossas vidas, a mãe amorosa, talvez um dia já foi alguém muito difícil para nós amarmos. E aí volta como instrumento dentro do lar para aprendermos. Hoje, quem você mais ama na vida, talvez já foi um ser muito difícil, mas pelo convívio, pela prática, pela observação, porque você observou ao redor, porque você saiu de si, você se doou, você entendeu e você passou a amar e ser amado por aquele ser. entender isso que nem todos vieram para ficar, mas vieram para nos dar, nos trazer, nos ensinar uma lição de amor, de paciência, de paz, de convívio. Todos vieram para nos ensinar. O próximo não aparece por acaso em nossa estrada. E como é bom, como é feliz quando a gente entende que o outro é instrumento escolhido por Deus para lapidar a nossa alma. Então, que tenhamos olhos de ver, ouvidos de ouvir, braços para agasalharmos esses irmãos que a vida coloca em nosso caminho. Votos de muita paz, de paz para aprendermos que Deus sempre nos responde às nossas preces, as nossas rogativas e muitas vezes vai mandar o outro como resposta, como instrumento. Muita paz,

so caminho. Votos de muita paz, de paz para aprendermos que Deus sempre nos responde às nossas preces, as nossas rogativas e muitas vezes vai mandar o outro como resposta, como instrumento. Muita paz, meus irmãos. Desculpa, eu digo, eh, sempre eu fico também olhando o chat, tá? Então, eu faço as duas coisas. E tem uma tinha uma mãe lutada que eu tava recomendando quando a Jinia falou a situação. Eu tenho um livro que eu indico nesses casos. É um livro que me tirou do fundo do poço. Foi o único que conseguiu me resgatar, que se chama Na Maior das Dores, a Divina Consolação de Réges de Morais. Eu vou sugerir agora que fechemos os olhos e vamos lembrar da figura amorosa de Maria, a nossa mãe, mãe de cada um de nós, mãe de Jesus, que verteu lágrimas, mas que não reclamou, que trouxe para si um amor imenso e que transmitiu esse amor no seu caminhar. Vamos agradecer pela sua presença, pelo seu carinho e vamos agradecer pelas suas lágrimas. Vamos agradecer a Jesus. por ter-nos emprestado, sua mãe, por ter-nos trazido tanto ensinamento e tanta paz, por ter nos abençoado com o seu carinho. Vamos agradecer a Bezer de Menezes, que também perdeu nove, se eu não me engano, filhos. Vamos agradecer ao mentor desta casa que abre seus braços e nos recebe a todos como filhos do coração. Vamos agradecer a dona Ivone que transformou sua vida em um ódio de amor para nos acalmar as dores e vamos dizer: "Senhor, estou aqui para cada um que de mim se aproximar para acolher, para aprender a amar. E assim, Senhor, me transformando em amor, peço licença para encerrar este momento, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, e me permitam chamá-los desta forma. Nós temos o atendimento fraterno, presencial e online. Eu até coloquei no chat o online também. online é só mandar um e-mail para @comunhãoespíritatud eh porg.br. br. E no presencial é só vir aqui de segunda a sexta de manhã e à tarde e à noite e sábado de manhã e de tarde e à noite e domingo no final da tarde. Tem os horários todos no site da comunhão.

org.br. br. E no presencial é só vir aqui de segunda a sexta de manhã e à tarde e à noite e sábado de manhã e de tarde e à noite e domingo no final da tarde. Tem os horários todos no site da comunhão. E agora a nossa querida Denise vai chamar vocês para tomar o passe, que é essa energia de amor também. E peço a vocês encarecidamente que permitam que aqueles que têm que retornar correndo para o trabalho, que sejam os primeiros na fila e na sequência aqueles como eu que tiveram a coragem de vir primeiro para essa encarnação, ou seja, os mais antigos e depois os mais jovinhos, os jovens, né, que seguiram o nosso exemplo. Tá bom? Muito obrigada a todos. Sejam todos sempre muito bem-vindos e os que nos assistem pelos meios de comunicação tem o passe virtual. Fiquem conosco. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do

íritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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