A RAZÃO DA VIDA - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração [música] a paz dentro de mim que encontra. >> Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito, muito bem-vindos aqueles que já nos conhecem, aqueles que estão nos conhecendo pela primeira vez. Sejam bem-vindos ao grupo de dona Ivone, Dona Infone do Amarel Pereira. Para iniciarmos este momento, eu vou fazer uma pequena leitura de minutos de sabedoria do pastorino, que diz assim: "Assim como os universos foram criados pela palavra de Deus, assim também nossos pequenos mundos individuais são criados por nossas palavras. E as palavras são a manifestação dos pensamentos, a fim de criar um mundo de paz e beleza, de saúde e felicidade, através de palavras amáveis e delicadas, cortezes e animadoras. Lembre-se de que uma vez proferida uma palavra, nada mais a destrói. Eu não podia falar, nunca pensei em falar melhor, só daquelas palavras ao vento, né, que a gente solta o travesseiro, as plumas vão voando e depois não tem como recolher aquilo que a gente já fez. Eu vou sugerir agora que fechemos os olhos e vamos agradecer aquele que chamamos de pai. Deus quer todo amor, todo bondade e misericórdia que nos acalma, nos agasalha no seu coração. Vamos agradecer a Jesus, mestre e amigo, que nos ensinou com o seu modo de proceder, como por não nos amparar o tempo inteiro com seu carinho imenso, como devemos prosseguir a nossa jornada, esse irmão tão amado, tão querido. E vamos agradecer a Dr. de Menezes, mentor desta casa, que nos acalma, que nos traz serenidade e paz. E vamos agradecer aquela senhora linda que dirige os trabalhos neste momento aqui neste salão. Dona Ivone do Amaral Pereira, que transformou cada um dos seus erros em amor, que, como nós,
idade e paz. E vamos agradecer aquela senhora linda que dirige os trabalhos neste momento aqui neste salão. Dona Ivone do Amaral Pereira, que transformou cada um dos seus erros em amor, que, como nós, também houve momentos em que falhou, mas retornou à caminhada, procurando sempre fazer melhor, principalmente a amar. Agradecidos a cada um deles, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu fico com o celular na mão porque eu fico conversando no chat, tá? Eu observando também. Mas então, é por isso que ele tá na minha mão, não é por outro motivo não. E hoje eu vou apresentar a vocês aquela que eu chamo de chefinha, que é muito querida ao meu coração, a Rute Daia, que vai falar com vocês sobre uma coisa, um tema lindíssimo, a razão da vida. Qual a palavra? Bom dia, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja com todos nós aqui do salão de Menezes e aqueles que estão nos ouvindo através dos meios de comunicação da comunhão. É muito bom estar aqui, né, de manhã. Eu, para mim, eu tô tão acostumada a vir às vezes de manhã aqui que quando eu, mas não aqui em cima, né? Quando eu venho, eu acho que a casa tem, parece que reuniu todas as energias para nos eh reabastecer para o dia. E falar da razão da vida é mais prazeroso ainda, porque muitas vezes nós não sabemos qual é a razão de estarmos aqui. E a gente fica perguntando: "O que que eu tô fazendo aqui? Por que que eu vim? E muit e muitas vezes a gente fala, por que que eu vim nessa vida tão difícil, nesse momento tão complicado, com essa família complicada, com tudo complicado e principalmente num país tão difícil. E a gente esquece que nós estamos plantados onde nós devemos estar. Então, não vamos querer estar em outro lugar, porque o outro lugar não tem o material para trabalhar aquilo que eu me propus antes de chegar aqui. Então, a razão da vida tá no bilhetes fraternais, né, que a Valéria eh manda pra gente. Ela que escolhe o tema e sempre escolhe muito bem aquele tema que a gente precisa. E
ropus antes de chegar aqui. Então, a razão da vida tá no bilhetes fraternais, né, que a Valéria eh manda pra gente. Ela que escolhe o tema e sempre escolhe muito bem aquele tema que a gente precisa. E começa o, nesse, nesse, nesse texto que ela passou, que é do Rodrigo, do espírito Rodrigo, a turma de quarta-feira conhece esse irmão, porque eu trago mensagens, fal, gente, é o nosso irmão Rodrigo, então já tô, ele já é, faz parte da quarta-feira que eu coordeno as palestras da 16 e 18. Então ele fala, ele começa falando, né, do evangelho de Mateus, capítulo 12, versículo 34 a 40, que todos nós conhecemos esta passagem. Amarás o Senhor Deus de todo coração e de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo é semelhante este, mas ele é menorzinho. Talvez seja mais difícil para nós esse segundo. Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Quer dizer, porque Deus ele não ofende a gente, ele não briga, ele não faz cara feia, né? Então, amar, mesmo que a gente não conheça ele assim de corpo presente, né? Como eu pensava que ele é, minha mãe falava que ele era uma fumacinha, mas ele não me incomoda, mas o próximo me incomoda. Então, amar, nós temos aquele amor por ele, mesmo sem sem estar presente, mas a gente é um ser que a gente respeita, é o criador que eu falo: "Não, eu tô aqui". Mas a gente entende um tiquinho só, um pouquinho só. Mas o amará o o teu próximo como a ti mesmo. Aí sim é difícil. É difícil porque é aquele que me machuca, é aquele que me ignora, é aquele que faz coisas comigo que eu não gosto, né? Não gosto, entendeu? Então esse é mais é mais difícil. Então esses dois mandamentos contém toda a lei e os profetas, como diz. Agora a gente entra nessa razão da vida, né, que a gente pergunta qual é o objetivo de eu estar aqui nesse planeta? Por que que eu estou, né, num planeta onde que nós temos eh eh lutamos, sofremos, né, muitas vezes sem saber e fazemos, sofremos, somos indignados, eh somos maltratados. E com tudo isso que nós passamos aqui,
que eu estou, né, num planeta onde que nós temos eh eh lutamos, sofremos, né, muitas vezes sem saber e fazemos, sofremos, somos indignados, eh somos maltratados. E com tudo isso que nós passamos aqui, cada um tá numa faixa, tá com idade. Quer dizer, quantas coisas todos nós já passamos e nós nunca eh eh mensuramos a porcentagem do aproveitamento disto que nós passamos, né, do aproveitamento como progresso. Por quê? Qual a finalidade de estarmos aqui, gente? É para aprender a amar. Só para isto. Não é para eu fazer um curso superior, não é para eu ensinar é alguém fazer alguma coisa, é também. Mas o maior o maior objetivo é para que eu aprenda esse amor. Porque através do amor eu sei fazer tudo. Eu sei, porque se eu não souber, eu peço o outro, o outro me ensina. Quer dizer, é uma é um rio que corre tranquilo quando eu amo. Quando eu não amo, tem milhões de galhos na minha frente atrapalhando a minha a minha caminhada. Então, se nessa luta, nessa e nesse existir, eu vou passar por muitas dificuldades e que nós passamos, vocês têm são provas, né? Cada um tá pensando, né? Eu não tenho hoje, eu, Rute, penso por tudo que eu passei até hoje, que tanto eu progredi rumo a a o meu objetivo maior é de um dia estar bem junto do pai, né, ou numa situação melhor. Tanto vocês já pararam e perguntaram cada um no seu tempo hoje, tudo que vocês passaram tem alguma porcentagem de lucro? Vamos dizer assim, já que nós gostamos de ter lucro, né? Mas um lucro é um lucro eh moral pra gente tá chegando, caminhando para para Deus. Vamos dizer primeiro para Jesus, porque ele disse que ninguém vai ao pai se não for por ele. Então eu quero pegar um ônibus ou qualquer coisa ou ir de bicicleta ou de charrete rumo a Jesus. Então, será que nós já pensamos nesse tanto que a gente progrediu ou a gente tá sempre lastimando porque tá tudo difícil, porque tá tudo ruim e não valorizamos esse tanto que eu já cresci. E esse tanto que eu já cresci depende do tanto que eu amei, do tanto que eu fiz bonito para mim, não é pro outro não. O
tudo difícil, porque tá tudo ruim e não valorizamos esse tanto que eu já cresci. E esse tanto que eu já cresci depende do tanto que eu amei, do tanto que eu fiz bonito para mim, não é pro outro não. O tanto que eu amei aquele que tava intolerante comigo, amei aquele que me desprezou, amei aquele que me fere todo momento, mas também amei aquele que me ama, né? Não é a proporção não é a mesma, mas aquele que não me faz tão bem, ele que é o exercício. Eu gosto muito da Valéria. Eu falar de amor é mais difícil, mas vamos botar amor, né? Eu amo muito a Valéria. Fácil, igualzinho comer gelatina tem, não tem dificuldade nenhuma, mas é aquele que atravessa meu caminho todos os dias ou ou quase sempre que é mais difícil. Aquele eu faço um esforço, eu tô num exercício mais ou menos desse, né? Aquele que eu tenho antipatia é mais fácil, a gente fica mais ou menos no nível da gente, é eu tirar essa antipatia e começar a vê-lo sem essa antipatia, porque ele tem qualidades, é filho igualzinho a mim, ele tem erros, tem dificuldades igualzinho a mim. Então este é mais difícil e é esse que nós vamos trabalhar. Não é o que está ganho, não é o que ainda tá a caminho, né? Então ele continua falando, nosso amigo Rodrigo, por vezes nós até compreendemos que o objetivo da vida é a evolução espiritual pra gente fazer o quê? Para nós obtermos conhecimento e sabedoria para viver. Olha aí. Então o objetivo da vida é eu ter saber que todos nós estamos aqui porque a gente quer ser melhor, a gente quer evoluir, né? Mas para isso eu tenho que ter conhecimento, né? Conhecimento e sabedoria para fazer melhor a tarefa. E a gente esquece que sem trabalho nós não vamos ter esse esse objetivo. Nós não vamos, aliás, perdão, ter essa sabedoria de viver. Tem que abrandar o coração, tem que ter coragem. Eu acho coragem formidável, porque se eu não tiver coragem, eu não vou em lugar nenhum. Eu paro no primeiro degrau, né? Então ele continua falando que o mestre disse: "Amai-vos uns aos outros como eu vos
acho coragem formidável, porque se eu não tiver coragem, eu não vou em lugar nenhum. Eu paro no primeiro degrau, né? Então ele continua falando que o mestre disse: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amo". Tá vendo? Ele já tá mudando lá em cima. Ele falou que é amar a Deus, depois é amar o próximo. Agora amai o outro. Mas como ele agora? Ele se colocou na nossa conversa igual ele nos ama. Aí ficou mais fácil, porque ele, nós sabemos o tanto que ele lutou por nós. Deus, a gente fala, é, tá, ele criou, né? Mas eu também nasci da barriga da minha mãe, né? Não sei não. A gente pode fazer um monte de questionamentos, né? Mas esse a gente sabe bem da história dele. Apesar que de vez em quando a gente fala: "Bom, mas tá tanto tempo, né?" Mas quando a gente vê lê o evangelho, quando a gente vê um palestrante falando do evangelho aqui, né, que tem muitos que falam muito bem, aí a gente fala: "Nossa, ele amou mesmo, tolerou tudo que eu não tolero. Isto ele tolerou porque ele nos amou, porque ele veio para nos ensinar amor e foi teve tanto desamorum dia ele fraquejou. Por quê? Porque essa era a razão da vida dele. A vinda dele foi para isto. E nós ficamos questionando e por que que eu tô aqui? Qual a razão da minha vida aqui, né? É só tomar café da manhã, depois voltar, depois ir pro trabalho, depois almoçar, depois voltar, depois à noite liga a televisão e dorme. Tem, é muito mais. É cada um que passa no nosso caminho, cada um que passa na nossa frente, cada um que olha para nós de cara feia ou cara bonita, é aquele que nos que nos fecha no trânsito, é aquele que nos pede alguma coisa e eu virar a cara para não ver, eu deveria olhar e falar: "Olha, amigo, hoje eu não tenho, mas depois eu passo aqui e te dou, porque aquilo ali é exemplo, é lição para mim. para que eu possa desenvolver aquele olhar amoroso para aquela pessoa. Então, ele disse que amaiv uns aos outros como eu vos vos amo, né? Aí este é a indagação do objetivo supremo da vida. Então, a gente fica só nesse nessa nessa
aquele olhar amoroso para aquela pessoa. Então, ele disse que amaiv uns aos outros como eu vos vos amo, né? Aí este é a indagação do objetivo supremo da vida. Então, a gente fica só nesse nessa nessa fase linhazinha. Eu amo vocês, mas tem alguém lá que me ama também. E aquele é um peso pesado, né? Aquele eu fico feliz da vida, porque aquele vai me aceitar de qualquer jeito. O o outro eu posso falar assim: "Ah, mas ele me me maltratou esses dias, eu já ainda boto umas condições, né?" Agora a gente continua falando, existimos, lutamos, sofremos, vivemos. Gente, isso não é ruim não. Isso é lição de casa. Não fala: "Olha, vocês vão ser bem, vai tá tudo tranquilo". É, daqui a pouco vem a Páscoa, tem muito chocolate, coisa boa. Depois vem dia das mães, depois vem São João e assim depois tem dia dos pais, não posso esquecer, depois tem setembro amarelo. Não, não é isso não. Todo dia tem luta, todo dia tem sofrimento, todos os dias tem vida para ser vivida, né? E todos os dias tem momento que eu vou aprender a amar. Olha, é isto, somente isto, né? Então ele continua falando também que este é o amor que perseguimos. Só porque nós queremos um amor como eu quero comprar um sapato cor de da cor do jambo aqui que tá caindo loucamente. Não é dessa forma. Esse esse amor que eu persigo, ele tá no evangelho. Eu vou ler o evangelho, vou estudar o evangelho e vou ver ele no outro. Porque se eu só olhar pro outro, eu não tenho condições de ter uma pessoa que eu que eu fico mirando, que é Jesus. Porque se eu falar assim: "Ah, eu vou perdoar, vou usar a Valéria, né, que é não tem problema, depois a gente acerta as contas. Eh, eu vou amar Valéria. Poxa, mas mas Valéria, Valéria é tão assim difícil, né? Às vezes não sei o quê. Tã, mas não, eu vou estudar o evangelho para saber o que que Jesus falou, para que eu possa amá-la melhor dentro das minhas condições de ser nesse planeta ainda cheia de de entrar vizinhos, né? Então, é esse amor, né? Esse amor que a gente persegue há milênios, a gente tem tá
ra que eu possa amá-la melhor dentro das minhas condições de ser nesse planeta ainda cheia de de entrar vizinhos, né? Então, é esse amor, né? Esse amor que a gente persegue há milênios, a gente tem tá vindo de situações de vida quantas e a gente ainda não tá sabendo encontrá-lo. Tá achando que ele está lá fora, mas não tá, ele tá aqui dentro. É porque a gente, como a gente não olha, a gente não vê, a gente não se olha, então a gente fica procurando o amor no outro, o amor nas coisas, o amor na situação, né? O tanto que o outro me ama é o tanto que eu vou amar. Não, mas é aqui dentro. Não importa o outro. É o que vai sair daqui de dentro que é importante, que é a razão do meu viver, né? É a razão da minha vida, né? Então ele fala aqui que esse amor que perseguimos ao longo de milênios com sem conhecê-lo, nem saber onde encontrá-lo, sem conhecer. Alguém conhece o amor aqui? Eu esses dias falei que o amor de mãe, a gente sabe que o amor de mãe ele é bem parecido com esse amor de Jesus, Deus. Mas teve problema que tinha gente lá que não era mãe, só era filha, filho. E não era tão amado assim, não sentia tão amado. Não, mas não é bem desse jeito. Você também tá falando demais. Imagina um amor de mãe ser mais parecido com o amor de Jesus. Eu aí eu tive que ficar calada porque eu vi que não era mãe. Quem não é mãe fica mais difícil porque a mãe ela entra na frente por pelo filho. Não é aquela proteção que não deixa o outro crescer. É aquele cuidado que não deixa o outro sofrer, machucar. sem uma uma bala, uma faca, uma coisa assim, você entra na frente. Não é aquela proteção quando alguém eh chama o seu filhinho paraa briga, você vai lá e tira o seu filho e dá umas broncas no outro. Não é assim que mãe faz, né? Esse é o amor que perseguimos, né? Que queremos. Agora tem um outra versão aqui que não é do Rodrigo, é muito interessante que vai dar tempo da gente passar por ela aqui. Por que estamos aqui? A gente perguntou, né, lá no começo sobre qual a razão de estar aqui. Aí a gente tradu
que não é do Rodrigo, é muito interessante que vai dar tempo da gente passar por ela aqui. Por que estamos aqui? A gente perguntou, né, lá no começo sobre qual a razão de estar aqui. Aí a gente tradu que coisa é essa, que motivo eu tô aqui? Qual a finalidade de eu estar aqui? Qual é a eh o finalidade da razão de eu viver? Tem gente que não tá achando e tá indo embora. Para que que eu tô aqui? Não tem finalidade nenhuma. Sabe por quê? Não aprendeu se amar. Nós estamos falando da amar o outro, mas Jesus falou amar o próximo como a si mesmo. Então, primeiro eu tenho que me amar. Primeiro eu tenho que fazer a experiência comigo o tanto que eu amo. Porque o tanto que eu me amar é o tanto que eu vou amar o outro. Porque para eu me amar, eu preciso de me amar com as dificuldades, com falta de conhecimento, com as minhas derrotas, com as minhas imperfeições. Aí sim, se eu me aceito do jeitinho que eu sou, com a minha intolerância, minha ansiedade ou qualquer outra coisa, o outro, eu não vejo isso no outro. Não, a gente não consegue ver que o outro é desse jeito porque eu aquilo já está pronto dentro de mim. Jesus não via, não ficou magoado quando ele foi traído. Quando ele foi traído dos dois sentidos. Um falou que não conhecia ele, o outro deu, pegou umas moedas e entregou, entregou ele. Ele não sentiu. Sabe por quê? Porque ele não tinha aquilo dentro dele e perdoou. Perdoa. E nos perdoou porque não sabíamos o que fazíamos, né? Então, então meio e o em meio à correria que nós temos, né, desenfreada todo o tempo, as dores, as perdas, mas também as alegrias, muitas vezes vivemos, mas não refletimos sobre porque vivemos. Toda situação nossa a gente tem que refletir por que isso chegou até aqui, já que eu tô vivendo nesse planeta. o que que isso quer me ensinar, o que que eu posso aprender com isto? Eu sei que a gente, vocês vêm aqui, eu também venho, eu me ouço, né, antes porque eu tinha que me ouvir para falar, ouço os outros companheiros em outro momento. E todas as vezes que eu ouço, eu pergunto: "Eu
ue a gente, vocês vêm aqui, eu também venho, eu me ouço, né, antes porque eu tinha que me ouvir para falar, ouço os outros companheiros em outro momento. E todas as vezes que eu ouço, eu pergunto: "Eu tô dentro desse disso que tá falando?" Ou quando eu venho, sento aqui, eu falo assim: "Por que que eu tô sentada aqui para ouvir? Melhorar um tiquinho, 2% já é grande coisa, né? Então, a vida não é acaso. Ah, por acaso eu nasci e daqui uns dias eu tô fazendo mais aniversário, né? Daqui uns dias, né? A vida não é acaso. A luz do Espiritismo, ele diz que a vida não é fruto do acaso. Nós estamos aqui por um acaso, não. Cada um tem um objetivo de estar aqui. Eu tô aqui para pedir para minha mãe, para pedir meu pedir paraa minha amiga, para pedir para não sei o que tem e para pedir por mim. Ou às vezes a gente põe a gente primeiro, né, e depois a gente pede pros outros, né? Não começa no berço, nem termina no túmulo. Por quê? Porque a vida não é só esse momento que nós estamos vivendo na terra. Aqui é uma passagem. Vamos supor que a gente queira ir pro sul ou pro sul ou pro norte, né? O que for, a gente vai passar por uma cidade, vai passar por outra cidade, vai passar por outra cidade até eu chegar na ilha do Marajó, né? E cada cidade que eu passar é um momento de vida. Então ninguém fala assim: "Ah, eu tô vivendo essa vida. Não, tô vivendo o momento da minha vida que é eterna, né? Então, não começa na hora que eu nasço e não vai terminar na hora que eu vou morrer. Quando eu tô nasci é o momento da vida para que eu tô aprendendo. Terminei esse momento, eu vou embora, porque o corpo não interessa. Eu vou, porque eu posso ser que depois eu vou vem de João, de Júlio, né, de Carlos, aí eu vou embora para voltar de novo com outra proposta. Posso estar aqui no Brasil ou posso ir pro Japão ou paraa Coreia ou paraa África, onde que for melhor pro meu desenvolvimento, pro meu para meu pro meu crescimento dentro dessa vida. Então é uma oportunidade divina de aprendizado e crescimento.
apão ou paraa Coreia ou paraa África, onde que for melhor pro meu desenvolvimento, pro meu para meu pro meu crescimento dentro dessa vida. Então é uma oportunidade divina de aprendizado e crescimento. Então isso que o Espiritismo traz todas as vezes, que o nosso momento aqui é de aprendizado e de crescimento. Cada existência no corpo é uma aula. Eu achei isso tão lindo. Por isso eu eu tô seguindo aqui cada momento. Nós estamos em aula, né? Nós estamos numa aula. A vida é uma aula. E cada desafio dentro dessa vida é uma lição. Ah, mas eu não posso, não posso ver desse jeito. Eu acho que é uma injustiça ou não. É uma oportunidade às vezes, né? E cada encontro é um convite ao amor ou a reparação. É um convite para eu amar mais ou é um convite para eu reparar? Eu acho que nós estamos bem mais uma porcentagem maior na reparação, né? Mas quando eu reparo, eu fui injusta com vocês, porque eu cheguei aqui, falei uns desaforos muito grande e vocês estavam tão quietinho, só me ouvindo, né? Eu tenho que reparar isto e eu só posso reparar quando eu senti que aquilo não foi bom e que senti um querer bem para aqueles que estavam lá me ouvindo. Aí, tá vendo como a reparação ela dá um começa a dar um sal, uma uma caminhada, uma viagem pro amor, né? E aí ele no segundo tópico é falar: "A razão da vida é evoluir." Isso nós já falamos. Aí a Allan Kardec, né, que a gente conhece também, diz que a finalidade da encarnação dos espíritos é fazê-lo chegar à perfeição. Isso também nós sabemos, não sabemos? Que a gente tá aqui para ser mais perfeito, para ser melhor, para ser mais bonitinho, para fazer as coisas mais direito, né? Ou seja, a razão da vida é desenvolver virtudes. Quando nós fomos criados, nós fomos criados com virtudes, com talentos, mas a gente esquece disto. E aí a gente fica fazendo as coisas que nos leva à imperfeição. E tá na hora de parar de fazer as coisas que nos leva à imperfeição, tá? Na é amar o próximo, tá vendo? nos amar, amar a Deus, ser generoso pro outro, ser generoso comigo. Sempre que
va à imperfeição. E tá na hora de parar de fazer as coisas que nos leva à imperfeição, tá? Na é amar o próximo, tá vendo? nos amar, amar a Deus, ser generoso pro outro, ser generoso comigo. Sempre que eu fizer pro outro, eu tenho que ter feito por para mim primeiro, né? Eh, desenvolver virtudes, superar imperfeições, aprender a amar de forma mais ampla e consciente. Amar por amar, né? Porque eu não sei, eu porque eu a gente quando começa a interessar por alguém a gente desenvolve, fala: "Nossa, eu tô apaixonada, eu tô amando, eu tô". Fala, faz uma mistura dessas, desses sentimentos, né? Desde que não começa a aparecer o primeiro sinalzinho que tá difícil, aí a gente já fala: "Ah, mas eu pensei que fosse diferente, ah, não sei se é desse jeito". Por isso que a gente se separa tão rápido, porque não quer passar pelas imperfeições do outro, que às vezes é minha imperfeição e a gente acha que é do outro. Então ele fala mais amplo e consciente, né? Não estamos aqui para sofrer, mas para aprender com a as experiências, inclusive com a dor. Eu não preciso sofrer na dor. Eu pego a dor e vou fazer dela o melhor prato que eu posso com os ingredientes que eu tenho. Às vezes não é, não vai ser perfeito como Deus faz, como Jesus faz, como os bons espíritos faz, como nosso guia protetor faz, mas já é uma coisinha melhor. Então, quando eu queixo do sofrimento, eu tô sendo injusta. Injusta, porque eu tive uma vida em abundância, mas eu mudei o o rumo do caminho e aí eu sofri. Mas a dor, a dor não, ela é uma experiência que eu tenho. Aí terceiro item, ele fala como a dor como mestra, não como castigo. Que a dor para nós ela é inimiga. Nossa inimiga, né? Quando dói, a gente fica numa raiva dela terrível, terrível, né? Mas ela não é inimiga, né? Ela é uma professora. Muito. Aí ele fala que muitos de nós perguntamos se a vida a tem uma se a vida a tem um uma razão, por dói tanto? Se a dor é essa mestra, por que que dói tanto? Por que que eu fico tão indignada? Porque a dor não é punição.
muitos de nós perguntamos se a vida a tem uma se a vida a tem um uma razão, por dói tanto? Se a dor é essa mestra, por que que dói tanto? Por que que eu fico tão indignada? Porque a dor não é punição. Por mais que seja uma coisa muito difícil que aconteceu na nossa vida, muito difícil a gente como atendente fraterno, a gente vê essas situações que às vezes eu saio daqui, falo: "Mas como que pode acontecer uma coisa dessa tão grave, tão difícil?" E às vezes a pessoa tá ali chorando, falando, mas ela tá tá dentro dela, ela não tem a revolta. Ela tá querendo só entender e eu fico assim maravilhada, sabe? É um exemplo para mim porque eu nunca passei por aquilo e fica até com medo de passar e não saber agir como aquela pessoa. Então ela não é não é punição, é instrumento de despertar. Doeu meu dente. A dor, dor de dente é horrível, né? Doeu. O que que eu faço? Fico com a dor, fica reclamando. Ah, esse dente porque não sei o quê. dentista é muito caro, podia ser uma coisa mais barata. T não veio a dor do dente. É uma é um exemplo simples, banal, para me despertar. Ixi, tá, faz meses que eu não vou no dentista, deixa eu ir lá no dentista. Aí chega o dentista, às vezes até dá uma bronca, mas agora que o senhor apareceu, agora tem que fazer canal e tal, entendeu? Mas ela me despertou para eu cuidar, né? Não é por isão é despertar, é convite a transformação interior. Vamos ficar na dor que eu falei que é pobre, mas despertar para a transformação interior. Rute cuida mais de você. Não deixa isso chegar ao final. Aqui nós estamos aqui por quê? Nós estamos aqui nos transformando interiormente. Quando eu saio da minha casa e não vou ficar ouvindo aquelas notícias, mas eu ponho uma música, eu tô fazendo transformação interior porque eu estou me harmonizando, né? Ela nos tira da ilusão, quebra o orgulho, amplia a sensibilidade e nos aproxima do outro. Ela dá uma limpeza geral, tira tudo que que não tá bem, todo o chão escorregadinho para que eu chego no próximo com mais facilidade, né? A gente
rgulho, amplia a sensibilidade e nos aproxima do outro. Ela dá uma limpeza geral, tira tudo que que não tá bem, todo o chão escorregadinho para que eu chego no próximo com mais facilidade, né? A gente já tá terminando. Eu já estamos em cima de uma hora. A razão da vida é se revela no amor, que já falamos, né? Amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo como a si mesmo, né? A razão da vida não está no ter, no poder, no stato. E a gente acha, eu estou muito infeliz. Olha, eu vim nesse mundo, olha, nem consegui um cargo melhor. Aquele outro conseguiu, né? Eh, não tenho isso, não tenho aquilo outro, eu sou isso, eu sou aquilo. Tudo a gente reclama, mas essa vida não está nesse problema, ela está no servir. Quanto eu servi, melhor para mim. Quanto eu servi, mais status eu tenho para mim, não pro outro. Eu fico, nossa, mas hoje eu consegui juntar aquelas roupas e trazer para xerifado ou dar em qualquer outro lugar? Olha, eu já consegui. Quando eu entrei no mercado, eu vi aquela criança lá com aquela mãe, vou levar um biscoito. Olha aí. E são coisas. Quando eu vi aquele dormindo no ponto de ônibus ou dormindo debaixo de um de um de uma construção lá em andamento, eu vou faço um Pai Nosso, uma Ave Maria e falo: "Maria, olha por aquele que tá lá". Essa é a razão da vida, né? eh compreender, amar quando é difícil, né? Cada gesto amor dá sentido à nossa existência. Por isso que nós estamos aqui só para isso, né? E quando perdemos o sentido, quando perdemos, quando alguém perde a razão de viver, geralmente perde por quê? não tem essa conexão espiritual com a esperança, com sentimento de utilidade. É como uma um uma pessoa, um espírito bem jovem me falou como perde, quando perde o sentido de viver. Ela falou para mim um dia no grupo, porque eu atendi a mãe dela num sofrimento e fiquei muito assim pensando muito nela por uns dois meses ou mais, não sei como que alguém que lutou bravamente para passar no no vestibular para medicina, bravamente estudou, porque é um curso difícil que
i muito assim pensando muito nela por uns dois meses ou mais, não sei como que alguém que lutou bravamente para passar no no vestibular para medicina, bravamente estudou, porque é um curso difícil que exige muito, até chegar faltando 6 meses pra sua formatura e saiu dessa vida. perdeu a razão de viver. E eu fico assim pensando como que desconecta desse amor por ela, né? E ela apareceu, ela foi eh apareceu, parece que é fantasma, né, gente? E ela veio e falou para mim: "Você que queria saber por que a gente perde a razão de viver, o sentido de viver." Eu assustei porque eu não não conhecia, não sabia que era aquela pessoa, mas ela tava pegando umas pétalazinhas de flor. Eu imaginei que ela me conhecia bem porque eu gosto de flor. Ela falou: "Quando o sal não salga, o açúcar não adossa". o e falou várias outras coisas. A a os olhos não enxerga mais a claridade e o caminho não tem fim. E muitas vezes no sofrimento o caminho não tem fim para nós. Ah, eu não sei, eu não sei como vai ser minha vida de agora pra frente. Então a gente não pode deixar chegar até isto. A gente tem que provar o sal não tem não salga não. Espera aí. Tem alguma coisa ruim. Eu nem tô sentindo o gosto dessa comida. Alguém fez para mim ou eu fiz para mim. Então deixa eu sentir esse sal. Porque eu fiz porque eu me amo. Alguém fez porque ama, nos ama e tá ali a comida para eu comer, entendeu? Então aí eu comecei a entender que eu não posso deixar de sentir o sal, de sentir o açúcar, de ver a claridade ou de ver a chuva ou de apreciar a noite e se o caminho ele não tem fim, mas vai ter fim uma hora sim. É porque eu não andei nele todo. Eu não fui apreciando as laterais dele para ir me incorporando esse bem querer, né? Então, a razão da vida não está pronta do lado de fora. A gente não compra, eu não posso fazer propaganda, né? Não pode comprar ali, não pode comprar aqui. Eu costumo subitar as coisas, né? Então não pode. Até no Sams Clube que a gente acha que tem tudo até importado, nacional não tá lá também não. Lá a gente gasta o
e comprar ali, não pode comprar aqui. Eu costumo subitar as coisas, né? Então não pode. Até no Sams Clube que a gente acha que tem tudo até importado, nacional não tá lá também não. Lá a gente gasta o dinheiro da gente, então tenha cuidado, né? Então, não está pronta do lado de fora. Ela ela se constrói dentro de nós todos os dias. Constrói, gente, ela não chega de graça, ela constrói todos os dias. E vivemos para quê? para aprender amar, servir, evoluir. E quando ao final da jornada olhamos para trás, que nós podemos olhar para trás, que possamos dizer: "A vida valeu a pena porque eu me tornei alguém melhor." Olha que coisa boa. Mas Valéria, vai me dar licença só para ir e iré lá da produtora, só para eu ler uma uma mensaginha final para vocês, tá certo? A razão da vida muitas vezes não se revela nos dias fáceis, mas na forma como atravessamos os dias difíceis. Ela aparece quando mesmo cansados escolhemos não desistir. Quando mesmo feridos optamos por não ferir. Quando mesmo em lágrimas conseguimos confiando. Viver é mais do que existir. Viver é transformar-se. Cada amanhecer é um convite renovado que Deus de Deus para recomeçar, para aprender um pouco mais, para amar um pouco melhor, para perdoar com mais leveza. Se hoje a vida pesa, lembremos, nenhuma dor é eterna, nenhuma lágrima é desperdiçada, nenhum esforço no bem fica sem resposta. A razão da vida está em seguir, em crescer por dentro, em deixar por onde passarmos mais esperança do que encontramos. E quando o sentido parecer perdido, ergamos os olhos ao alto e escutemos em silêncio, alguém vai falar: "Deus ainda confia em você. que saiamos daqui hoje, daqui desse salão e vocês das suas casas, onde vocês forem, com a certeza serena de que viver vale a pena, porque cada passo dado no amor é um passo a mais rumo à luz. Que Deus nos proteja, nos ilumina e um beijo no coração de cada um de vocês aqui do salão e de vocês em casa. Uma bom dia. Sentindo o coração cheio desse amor que nos trouxe essas palavras em que nós aprendemos a nos perdoar,
ilumina e um beijo no coração de cada um de vocês aqui do salão e de vocês em casa. Uma bom dia. Sentindo o coração cheio desse amor que nos trouxe essas palavras em que nós aprendemos a nos perdoar, a nos olhar com mais carinho, com mais sentido pela vida. Vamos agradecer a esse pai amoroso que nos deu essa oportunidade. Vamos agradecer a Jesus, mestre, amigo, irmão, que nos acalma, que nos agasalha. agradecer a Dr. Bezerde Menezes, que também preferiu ficar ao nosso lado, insistindo para conosco, para que nós nos melhoremos, para que nós aprendamos a nos amar. Vamos agradecer a dona Ivone, dona Ivone do Amaral Pereira, que também muitos momentos escorregou e caiu, mas que transformou cada um dessas dessas quedas em amor, em aprendizado e que refez seus passos, nos trazendo serenidade e paz. Então, é com muito, muito carinho que nós pedirmos licença para encerrarmos este momento. Mando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, antes de vocês desistirem, temos só alguns recadinhos. A casa oferece a R citou alguns momentos o atendimento fraterno. Nós funcionamos todos os dias de segunda a sexta, de 8:30, 10:30, sexto sexta-feira, que é até que começa mais cedo, porque nos outros dias começa 15:30 e vai até 21. Na sexta começa 13:30 e temos ainda no sábado pela manhã, sábado à tarde e domingo à tarde. Então, se vocês precisarem conversar, fiquem à vontade, venham. Além disso, temos o atendimento virtual. É só mandar um e-mail paraa comunhão que chega na que é a diretoria de assistência e orientação. E lá no site da comunhão tem um e-mail direitinho, se eu não me engano é dal@comunhãoespiríatudojo.org.br. Além disso, ela falou com muito carinho de um grupo, um grupo de quarta-feira. É um grupo que nós chamamos o grupo viver, que nos ajuda a reconstruirmos a nós mesmos ou nos reconstruir depois de uma perda muito difícil que funciona na sala 14 às 19 horas. É só chegar, não precisa passar por lugar nenhum. Na segunda e na terça nós temos os grupos de dependentes químicos.
reconstruir depois de uma perda muito difícil que funciona na sala 14 às 19 horas. É só chegar, não precisa passar por lugar nenhum. Na segunda e na terça nós temos os grupos de dependentes químicos. Segunda e quarta. >> É segunda e quarta, desculpa. É segunda e quarta no grupo. Esse grupo ajuda não só os próprios dependentes, como aos seus familiares. Na sala 13, também na sala 13 nós temos o grupo de quinta e sexta, que é o grupo acolher. Sabe quando a gente tá um pouquinho ansioso além do que a gente gostaria? Pois é. Esse grupo ele acolhe e nesse acolhimento ele nos traz serenidade e paz para prosseguirmos a nossa jornada. Então, sintam-se muito bem-vindos. E agora a nossa querida Denise vai convidá-los para ir tomar esse fluído de amor que aqueles que nos assistem pelos meios de comunicação vão receber online, que temos o passe virtual. Mas aqueles que aqui se encontram, eu vou pedir licença e a e desculpas, pedindo para que aqueles que precisam retornar correndo para o trabalho sejam os primeiros a serem atendidos. E posteriormente aqueles que, como tiveram muita coragem, vieram para essa encarnação para servir de exemplo, ou seja, são os mais velhos, né? e depois os outros, os jovenzinhos que vieram seguindo esse exemplo. Então, sejam todos muito bem-vindos à nossa casa. A comunhão espírita agradece a cada um. Que a paz de Jesus nos abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que
elecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de [música] maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. [música] E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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