AS MANIFESTAÇÕES DO AMOR - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/01/2026 (há 2 meses) 44:10 809 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a [música] beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de [música] >> Bom dia, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo pela TV Comunhão. Vamos começar esse nosso momento fazendo a nossa prece. Eu não sei se vocês já fizeram agora de manhã, mas se não fez, prece nunca é demais, né? Então vamos fazer a nossa prece para que a gente tenha um dia de muita paz, de boas vibrações, de muita coragem. E nesse momento nós elevamos os nossos pensamentos e o nosso coração a Jesus em agradecimento. Agradecimento por ele tá nos acompanhando nesse belíssimo dia, nessa quinta-feira. que já estamos aproximando o final de janeiro, mas também agradecer a Deus pelo dom da vida, essa vida que ele tem nos dado em abundância, em abundância, em oportunidades de fazermos o melhor. E agradecer a Bezerra de Menezes, o mentor da nossa casa. Mas não esquecendo e a Ivone Pereira do Amaral, que é a mentora desse nosso dia, essa mulher corajosa, batalhadora, que tanto, tanto trouxe ensinamentos para todos nós, mas não deixamos de também pedir, rogar, né, que nos ajude nessa nossa caminhada, que às vezes ela parece árduo, difícil, o caminho muito pedregoso, mas com certeza que se a gente tiver esse amor já brotado em nosso coração, nós vamos observar tudo que acontece. Até aquela pedra do caminho, ela tem uma finalidade amorosa para que a gente possa fazer o melhor. E assim nós começamos esse nosso momento dizendo: "Graças damos por tudo". Bom, amigos, hoje eu tô aqui como dirigente de mim mesma, né? É, a Valéria tá em viagem, só volta daqui duas semanas. Então vocês vão estar comigo semana que vem de novo, não em palestra, mas coordenando ali, dirigindo. Na

ô aqui como dirigente de mim mesma, né? É, a Valéria tá em viagem, só volta daqui duas semanas. Então vocês vão estar comigo semana que vem de novo, não em palestra, mas coordenando ali, dirigindo. Na realidade a gente não dirige nada, né? Deus que nos dirige. Bom, nosso tema de hoje é um tema muito bonito, que é as manifestações do amor. Se fala tanto de amor e nós ainda não sabemos direito que sentimento que é este. Eu acho que quem é mãe tem sabe, não é porque a gente tá embelezando quem é mãe, não. É porque Deus nos deu aqueles filhos pra gente tomar de conta, como diz o nordestino, de conta. E a gente desenvolve esse amor, que é uma coisa assim que não se explica. Amor de mãe não se explica, mas e fora do amor de mãe? Vamos deixar a mãe de lado. Será que a gente sabe quando é que ele manifesta em nossa vida e a gente não tá percebendo? Ou como temos que perceber quando ele manifesta? E aí a gente trouxe uma fala de Chico Xavier que fala assim: "O amor é um sublime impulso de Deus". Olha, Deus em tudo, né? Ele tá ali nos ajudando, nos mostrando. Olha, bota uma pessoa difícil perto da gente. Para quê? pra gente manifestar o amor que nós temos, porque nós somos centelha divina, fomos criado por esse criador. Então ele não ia criar desprovido de amor, mas ele nos criou com aquela sementinha que é o que ele a lição vai trazer, que tá lá no Bilhetes Fraternais no livro. Então ela vai desenvolver de acordo com a minha vontade, com a vontade nossa. Então, Chico Xavier disse assim: "O amor sublime, que é o impulso de Deus, é a energia que move os mundos." Ó, amor é uma energia. Que beleza de energia, né? Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva, palpita em todas as criaturas. Então, não é só em nós, não. Seres racionais, é no irracional. Já viu os animais como que a galinha, por exemplo, que a gente acha que nem tem esse sentimento, já viu quando ela choca e a gente aproxima dos pintinhos? Não sei se vocês já tiveram oportunidade. Ela fica muito brava. A gente vai falar,

por exemplo, que a gente acha que nem tem esse sentimento, já viu quando ela choca e a gente aproxima dos pintinhos? Não sei se vocês já tiveram oportunidade. Ela fica muito brava. A gente vai falar, ela vira um bicho, né? Já é galinha. Ela avança, as corujas, quer dizer, fora que eu tô, não vou falar do leão que já é, já tem mais uma percepção diferente, né? Então, palpita em todas as criaturas, alimenta todas as ações. Olha, então a gente tem que começar a pensar, alimenta todas as ações. Então, tudo que eu fizer, tudo que nós fizermos, vamos fazer nós, vamos botar todo mundo, né? Tudo que nós fizermos, a gente já sabe que nós, o Deus nos alimenta com tá nos alimentando naquele momento. Mas eu tenho que ter percepção para para ver, percepção para sentir, para sentir, melhor dizendo, né? para sentir, porque senão eu posso ser aquele brutamonte que acontece, tem alguma coisa e eu venho com meu instinto tão primitivo. Vou fazer ter uma ação, vou eh tá uma ação naquele momento que eu tenho, tô participando. Pensa um pouquinho, às vezes é uma coisa que eu possa sair do controle. Pensa um pouquinho, fala assim: Deus colocou uma sementinha de amor, então é para que eu em todas as situações, eu uso essa sementinha. É como se fosse um um um remedinho quando eu tô mal, que é uma ação, é um impasse que eu vou ter, é uma discussão, ele coloca, dá um remedinho mais forte. Então, mas eu preciso de perceber isto. E aí ele vem e essa mensagem é do Rodrigo, do espírito Rodrigo. Ele vem falando que nós podemos comparar as manifestações do amor como uma germinação de uma semente depositada numa terra que não tá tão boazinha, que somos nós. Ele fala assim: inculta. É uma é uma terra que ainda não tem a se tratando de nós que nós não temos ainda a distinção daquilo que é muito bom que eu posso fazer, que é bom porque eu tô agindo com amor ou daquilo que eu tô agindo com o racional, com o irracional. é aquela pessoa que ainda tá mais no instinto de agredir quando acontece alguma coisa ou de botar

, que é bom porque eu tô agindo com amor ou daquilo que eu tô agindo com o racional, com o irracional. é aquela pessoa que ainda tá mais no instinto de agredir quando acontece alguma coisa ou de botar o amor para que aquilo se desbroche numa numa situação favorável. Aí ele fala que o amor é uma semente divina, né? É porque foi dada por Deus, né? É colocada pelo criador na nossa essência espiritual. Quando nós nascemos, ele já tinha ali aquela sementinha, mas não tinha desabrochado. Por quê? Porque não tinha ainda ação. A criança, vamos, vamos imaginar, a criança quando nasce é quietinha, ela come, dorme e chora, não é? Chora por quê? Porque a melhor é a forma que ela tem de comunicar. Olha, tô tô mal, tô mal, tô molhada, tô com fome, tá incomodada, a roupa tá difícil. por alguma coisa ela fala, mas ela não tem ação para demonstrar o amor. Ela reconhece a mãe. A mãe é protetora. A mãe já tem o amor porque tem uma ação de ter aquele filho. Mas o filho não. Ficou 9 meses ali. Então ele sabe do som, ele reconhece a mãe pelo cheiro. Então ainda é uma uma um ser em evolução. Então é uma semente divina. colocada pelo criador na essência espiritual, destinada ao quê? A um progresso. E esse progresso, amigos, é infinito. Se nós progredimos hoje, vai ser pro resto. Não tem resto, né? É para infinitamente. E aí ele fala que de princípio, aí ele vai falar dessa terra, dessa semente, como que germina? De princípio a terra é inculta. Vamos dizer que é aquele bebezinho, né? Tem o germezinho lá, tem a sementinha, mas tá quieta, tá com a terra ainda que não é favorável a progredir. Por quê? Porque precisa de uma ação. A ação é o crescimento dela, é o entendimento dela, né? Por quê? Ele fala porque o espírito recém-crido não consegue ainda propiciar condições necessárias à germinação desse sentimento sublime dentro dela. Foi o que eu acabei de de falar para vocês, né? Eh, não tem condições ainda de germinar. Olha como que como que esse espírito Rodrigo trouxe as coisas tão fácil pra gente pensar, não é?

e dentro dela. Foi o que eu acabei de de falar para vocês, né? Eh, não tem condições ainda de germinar. Olha como que como que esse espírito Rodrigo trouxe as coisas tão fácil pra gente pensar, não é? O pai celeste, com tudo, Deus, esse poderoso, com tudo, como prestimoso jardineiro, o Rodrigo botou como prestimoso jardineiro. O que que ele faz para adubar? Ele lança experiências. A criança tá pequenininha, quando ela começa a interagir com outro, ela já tem, começa a experiência. A princípio tem uma experiência meio egoísta, né? Pega dela, ela toma. Ela não quer entregar. É dela, não é isso? Tudo é dela. Ela não tem ainda a condição de favorecer o outro com aquilo que ela tem, de interagir, de mostrar eu gosto. Tanto é que a criança quando ela gosta de outra, ela dá tudo, não é? Às vezes, de repente ela toma tudo, né? Mas tudo é experiência de amor. Paraa mãe, ela dá tudo. Pro outro e mais estranho, ela refuga. Ainda fala: "É meu, é meu, né?" Mas tem gente que ainda tá criança, não tá? Porque é tudo dela, né? Então ela, ele lança esse adubo da experiência na terra ainda hostil. A terra ainda não tá preparada, tá começando a preparar. Olha, aí a gente começa a ver a questão da educação. E não é só da criança. Às vezes nós temos alguém em nossa casa que age como uma criança. Então a gente tem que começar muito lentamente, muito amorosamente, porque nós já temos a a começar a ensinar. Olha, tá vendo isso aqui? Faça desse jeito. Olha, vamos dividir as coisas. Eu lembro que eh tudo que me dão, que é é passa do excesso meu, eu dou. Eu não consigo ter assim e não é não consigo ter nem sobrando um pouquinho. Meu marido já falava isso. Você dá tudo. É porque eu tiro só o que preciso. O que eu não preciso eu passo. Mas tem gente que não tem e se perde porque não distribuiu. Às vezes nós temos alguém em nosso redor que tá dessa forma. A gente vai punir, a gente vai criticar. Não, a gente começa a ensinar. Ó, vamos vamos tirar esse pouquinho, vamos falar dessa forma, vamos agir

zes nós temos alguém em nosso redor que tá dessa forma. A gente vai punir, a gente vai criticar. Não, a gente começa a ensinar. Ó, vamos vamos tirar esse pouquinho, vamos falar dessa forma, vamos agir desse jeito, né? Então ele fala que a semente do amor passa a germinar quando nós começamos fazer isso conosco. A gente pode ajudar o outro, mas vamos falar só de nós, né? quando passa a germinar, quando eu começo a ver que eu nas minhas ações, eu posso desenvolver primeiro talvez um bemquer eu não consiga ainda amar, talvez uma gentileza, talvez uma educação. Então eu já começo assim por sentimentos que ainda esses sentimentos todos vai formar um amor, mas eu não dou conta ainda. Então eu vou fazendo devagarzinho aquilo que eu dou conta. Então aí a semente que é essa semente do amor, ela já fala: "Espera aí, já botaram alguma coisinha aqui no nesse nessa centelha divina. Lembra que nós falamos da centelha divina, né? já botou alguma coisinha e assim vai crescendo, de repente eu tô amando até aquele que me ofende. Eu não sei porê. Foi essa germinação, né? inicia o processo de manifestação. Primeiro ele comparou quando a gente começa a trabalhar pela sou gentil, eh, devido pela educação, pela obrigação. E assim a gente vai, aí eu tô falando, é, vocês podem colocar dentro, raciocinar dentro daquilo que vocês vivenciam, a paciência, a tolerância. Então, a gente vai devagarzinho e os primeiros resultados são as folhas. A germinação não é assim? As abriu ali, germinou, aparece e sempre é duas folhinhas, né? Uma de cá, outra de cá, não é? E a gente fica maravilhado com aquilo. Então vamos maravilhar quando nós sentirmos que eu fiz alguma coisa para alguém. N f ah, só isso que eu fiz, né? Ou o outro fala: "Mas é só isto?" Não, não, não, não se preocupa porque ela vai crescendo, porque cada vez que eu faço um ten essa, essa eu tenho esse comportamento, né, generoso que vai chegar o amor, a germina, a planta vai crescendo e ela chega a um ponto de tá florida. Vocês já viram quando aparece a primeira

faço um ten essa, essa eu tenho esse comportamento, né, generoso que vai chegar o amor, a germina, a planta vai crescendo e ela chega a um ponto de tá florida. Vocês já viram quando aparece a primeira flor em alguma árvore que vocês estão de olho nela? É tão lindo, tão lindo, né? E depois e finalmente é o fruto. O fruto é o final de tudo. O fruto é quando eu faço, não é por aquele que tá lá dentro de casa que eu amo, não. Eu faço por um outro que eu nem conheço e o outro reconhece e traz para mim aquele agradecimento. Aí que eu vi que eu fiz com amor para quem eu não tenho intimidade, eu não sei de onde que é. Às vezes eu não sei nem o nome, aí a gente sente um bem-estar muito grande dentro de nós. Já é o amor já em processo de um bom desenvolvimento. Claro que é pra vida toda. A vida toda é pela eternidade, né? Aí ele continua falando que pode-se dizer que as manifestações do amor vão se ampliando, vão se ampliando à medida que nós vamos fazendo cada vez mais. E o amor, a gente até fala amor por si só, né? Que eu vou depois falar aqui, acho que vai dar amar a si mesmo, né? Porque às vezes a gente não dá conta nem de se amar. Mas com essa com essa plantação que nós fizemos agora, nós vamos começar. Às vezes eu preciso é de mim mesma, reconhecer que os meus atos, por menor que seja, eu porque quando eu penso muito em mim, eu não penso no outro, mas só em mim é perigoso, é um egoísmo. Mas quando eu penso também não pensar em mim, também é um desprezo que eu tenho por essa criação de Deus. Mas quando eu acho que eu não mereço, mas de repente eu vou vendo que eu sou uma pessoa boa, boa para comigo, eu me respeito, eu coloco limites, né? Eu tenho uma aceitação, eu já tô passando por outra parte, né? Eu tenho um cuidado com o meu corpo, porque esse corpo é onde o espírito manifesta, né? Eu tenho um cuidado com o espírito. Quando eu estudei aqui para trazer para vocês, quando eu tô nessa casa trabalhando, quando eu tô em outro lugar, lá no meu serviço, eu tô desenvolvendo esse ser

né? Eu tenho um cuidado com o espírito. Quando eu estudei aqui para trazer para vocês, quando eu tô nessa casa trabalhando, quando eu tô em outro lugar, lá no meu serviço, eu tô desenvolvendo esse ser cristão que eu sou, né? Então, quando eu boto limites, né, e aprendo a respeitar o limite do outro, né? Então, é amar-se, é condição para amar verdadeiramente o outro. Não consigam amar o outro quando eu não me amo. E olha, não adianta falar assim: "Eh, ah, eu faço tudo pelo outro, mas não tem feito por mim". Não, não é, não é amor. Eu só sei fazer pro outro quando eu sei fazer por mim. É igualzinho. Eu não sei ler pro outro quando eu não aprendi ler. Eu aprendi ler. Como que eu vou? Eh, eu posso dar um palpite dentro de uma psicologia. Se eu não fiz um curso de psicologia, eu vou fazer um monte de coisas que não deveria, falar um monte de coisas que não deveria. Em tudo nós temos que aprender primeiro. E amar, nós temos que aprender nos amar. A gente se ama muito pouco. A gente se desvaloriza muito e tenta diz que valoriza o outro. Não valorizamos enquanto nós não sabemos que é isso, né? Então esse vão se ampliando, esse amor vai se ampliando à medida que eu vou trabalhando, né? E isso faz a gente crescer. Não é crescer só para que não. Crescer paraa imortalidade. Eu vou sair daqui já com esse amor já. Talvez tenha só duas folhinhas, mas eu vou ter uma eternidade, mas eu também não posso perder tempo, né? E ele fala: "Não despreze o amor em qualquer das suas manifestações." Às vezes é uma coisa tão pequena, é um olhar, às vezes é um dar licença, deixar o outro passar. Mesmo que você vê que o outro tá forçando para passar na frente, mas você não faça, ah, que imprudência, não. Você fala, por favor, passe assim, de coração tranquilo, de coração livre. Eu tô citando exemplos bem pobres, bem pequenos, para vocês poderem, cada um de nós, podermos eh depois dar uma revisão naquilo que a gente disse aqui, né? Então, não vamos desprezar qualquer das manifestações pequenininhas, pois todos

bem pequenos, para vocês poderem, cada um de nós, podermos eh depois dar uma revisão naquilo que a gente disse aqui, né? Então, não vamos desprezar qualquer das manifestações pequenininhas, pois todos sabemos as dificuldades para germinar essa semente divina dentro de nós. Quem não sabe, né? Não é difícil amar, gente? Ter uma atitude amorosa? Muito difícil, porque nós julgamos, nós julgamos, nós e temos o egoísmo. Não, eu não vou fazer porque não dá certo. É porque eu quero, é para mim. Primeiro eu vou fazer para mim. A gente tem um monte de coisas que nós botamos na frente disto, mesmo na nossa situação. Não, eu não faço. É porque olha, eh, eu não sei ainda, sabe? Mas é preferível falar que não sabe e ficar livre, porque tem medo da germinação não ser boa, ter medo dessa planta ser não germinar bem ou talvez não germinar. Nós temos muito medo, né, da do do crescimento. E o crescimento não é estatura física, não é é emocional. E dentro desse amor nós temos medo, porque é difícil, porque nós ainda somos, estamos nesse planeta de provas e expiações, é porque não sabemos ainda. Mas vamos aproveitar para passar para um outro momento, um outro momento melhor. Todos nós vamos sair desse planeta. Talvez fique, mas numa condição mais evoluída, não mais rica de em dinheiro, mas mais rico em sentimento. O amor material, o amor é é o amor egoísta são manifestações indecisas do amor. Eu gostei muito quando ele falou, quer dizer, quando eu amo o meu sapato, amo o meu carro, tem gente, uma vez eu vi um moço e não fusca. Hoje quem tem Fusca desenvolve um amor muito grande, né? Porque quem tem Fusca é quem é apaixonado por Fusca. Ele tava na porta de um banco, eu desci, ele tava cuspindo no sujeirinha e passando o paninho. Eu achei aquele assim tão lindo. Não tinha água, mas tinha saliva, né? Tinha saliva. É aquele querer bem por aquele bem material, tudo bem. Se ele é assim em todos os setores, tá ótimo. Mas se for só no carro fica meio complicado, né? É aquele amor que eu me amo muito,

? Tinha saliva. É aquele querer bem por aquele bem material, tudo bem. Se ele é assim em todos os setores, tá ótimo. Mas se for só no carro fica meio complicado, né? É aquele amor que eu me amo muito, eu quero tudo para mim, primeiro para mim, segundo para mim, terceiro para mim, se sobrar fica pro outro, né? Então são a são manifestações indecisas do amor, porque eu ainda não sei ele, né? Mas vai ampliando, vai ampliando e à medida que eu vou trocando, substituindo, eh, eu gosto meu Fusca, mas eu também aprecio aquele outro carro, é última, o último modelo do outro, quer dizer, eu já não tenho aquele egoísmo, aí eu vou crescendo. E aí quando a gente tem um um ato de mínimo de amor, isso aí já parece que é um adubo que joga ali rapidinho, tem uma proporção muito grande. Porque por quê? Porque nós somos assessorados por um guia protetor, um anjo da guarda que falou: "Não, eu cuido, eu ajudo." Nós temos Jesus que veio aqui e temos muitos outros espíritos ou santos, né? aqueles que pedem, que tá ali vinculado aqueles santos, né? Então, lembra, vamos lembrar que a folha e a flor possui belezas específicas. Não é essa dúvida. Quem tem planta vê quando nasce uma folhinha, nossa, é um bemquer já é um desenvolvimento do amor. E quando tem a flor, a gente fica mais alarmada de tanta beleza es, mas somente o fruto é capaz de satisfazer a fome do espírito carente de luz. Então, só o amor é capaz. Então, a gente pode estar com as folhinhas, ótimo. É sinal que germinamos, teve a flor, é sinal que estamos crescendo, mas só o fruto é capaz de nos satisfazer, de nos trazer alegria da alma, né? Então vamos trabalhar, no entanto, para ajudar o celeste criador. Ele criou e nós não tomamos atitude. Se ele criou, ó, criei. Deu, nos deu o raciocínio, nos deu os talentos, nos deu tudo que é preciso pra gente germinar. E quando a gente germina, ele ainda vem botando adubo. São as coisas que eles ele coloca nas nossas vidas. para que a gente possa desenvolver esse amor. Às vezes é um filho muito difícil.

te germinar. E quando a gente germina, ele ainda vem botando adubo. São as coisas que eles ele coloca nas nossas vidas. para que a gente possa desenvolver esse amor. Às vezes é um filho muito difícil. Ah, por que que me deu um filho tão difícil? Por que que me deu uma irmã complicada? Por que que me deu um patrão chato, né? é exigente demais, que meu Deus não precisa de tanto. Isto é amor que o Pai tem por nós, porque eu não consigo desenvolver se não for através dessas pessoas. Porque Jesus, ele não faz por nós assim, ele ele põe as pessoas para fazer por nós. Então eles colocam essas pessoas pra gente desenvolver esse amor que na princípio é respeito, tolerância, mas vai desenvolvendo. Pode ver quando a gente tem uma relação de qualquer situação, de com qualquer pessoa que a gente fica cansada, né? porque não tá não não sai do lugar, mas ele entra, a pessoa entra de férias, faz uma falta, não faz? Até as coisas difíceis faz falta. E aí a gente vê que já existia alguma coisa ali, porque senão a gente fala graças a Deus. A princípio a gente fala graças a Deus, mas quando o tempo passa, a gente começa a sentir falta. Então tudo que é nos colocado na é colocado na nossa vida é para o nosso crescimento. Então ele fala: "Trabalhemos no para ajudar o celeste jardineiro contribuindo com o adubo dos nossos esforços no sentido do bem". É esse isso que eu tô falando, a gente lutar para vencer as nossas dificuldades do dia a dia, porque ela nos leva a ao amor. E a nossa dificuldade, ela tá sempre relacionada com o outro, com a situação do outro. Às vezes é uma dificuldade minha que eu falo: "Ah, mas ninguém me ajuda nessa dificuldade, todo mundo me ignora". Tem o outro no meio. Toda a nossa vida tem um outro no meio. O outro é para nos ajudar, né? eu reconhecer que o outro fez o tanto que ele tinha que fazer, né? Para que a as terras incultas do nosso coração, ainda presas emoções da personalidade inferior, transforma em terrenas, terras fértiles. Isso tudo para que o nosso terreno seja adubado

que fazer, né? Para que a as terras incultas do nosso coração, ainda presas emoções da personalidade inferior, transforma em terrenas, terras fértiles. Isso tudo para que o nosso terreno seja adubado com essas coisas que acontecem. Isso é a dubação. Olha, eh, se vocês, eu entendo bem de adubação, se você não que seja minha profissão, não, mas é porque eu já tive uma casa com quintal muito grande, tinha que adubar. Se você bota um 10, 10, 4, 14, 8, que são adubos pra planta, se não se botar e não chover, o adubo mata, precisa da água. Então, eh, vamos supor que nós ainda somos um 10 e 10, 4, 18 e 8 4 148 sem água. Aí vem a água ali, mistura com aquele adubo, com aquele adubo e fortalece. Então, sempre o 4148 é a pessoa difícil na nossa vida, mas ela tem potencial para nos ajudar. Mas vem o meu querer, o querer, a tolerância. Olha a água. que eu ponho ali, aí de repente se aduba. Tá vendo como que é tão bonito quando vem tudo tudo assim, eh, tudo tem explicação com a natureza, porque nós somos natureza. Acho que não vai dar para falar uma segunda parte que é enorme, viu? Mas eh é são as manifestações do amor eh em toda a nossa vida. Eu vou vou pegar mais uns 3 minutos que eu botei aqui. Eh, deixa eu ver. Amar a si mesmo. Eu já disse, né? Amor da família, que é uma manifestação. A família como campo de aprendizagem espiritual. A família, por mais difícil, ela é um campo de aprendizado pro meu crescimento. Por isso que Deus botou todos nós ali juntos na mesma casa. Nós temos pessoas que vai nos fortalecer, pessoas que vai dar trabalho demais para nós. Essa fortalece mais ainda, porque o o amigo, o bonzinho, ele é bom porque ele nos sustenta na nossa batalha. Mas o outro que nos atormenta, que que é o terror, esse que nós vamos aprender. Esse é aquele adubo 4 14 8 10 e 10. E mas que a gente tem que ter a paciência, a tolerância, que é a água que vai fazer com que fortaleça. Quando nós enfrentamos essas situações do outro na nossa vida, que é de complicado, nós somos prontos para

a gente tem que ter a paciência, a tolerância, que é a água que vai fazer com que fortaleça. Quando nós enfrentamos essas situações do outro na nossa vida, que é de complicado, nós somos prontos para qualquer coisa, né? Eh, espíritos afins e espíritos em reajuste, reunidos pelo amor. Foi o que nós falamos, espíritos afins. Nossa, como é bom, né? Mas o que que eu aprendo? Tudo é igual. Tudo é igual. Eu falo uma coisa, é mesmo. Eu concordo. Tá tudo muito bom. Tudo é ótimo. Vai viajar com eles. Eu viajo muito. E com aqueles que eu tenho afinidade, que beleza. Mas quando aparece, segundo um amigo meu, é um psiquiatra de Goiânia, um espírito de porco. Eu eu gosto muito quando ele fala isso, né? Quando é um espírito em reajuste, dá um trabalho. Esse que vai me despertar. Paciência, diálogo, renúncia e perdão são expressões de amor em ação, né? Eh, ele fala, é tão tudo é bom aqui, viu? Tudo é bom, né? Ele fala amor como caminho de cura, o amor como força que consola, fortalece e cura feridas da alma, né? O amor como caminho de cura. Aqui tá falando muito da cura emocional, né? Apesar que mesmo a física é, a gente vê muito as pessoas que estão passando por uma doença física muito grande e que ela não ela fica no abandono, que ninguém tem tempo, ninguém tem paciência, porque é difícil mesmo, mas quanto amor você der para aquela pessoa, mais ela se imune de resistência para que a doença não se propaga. Às vezes demora: "Ah, fulano demora a morrer, tá com aquele câncer, fulano outro já foi muito mais tempo." Vê a diferença. É porque naquela casa quem cuida daquele cuida com muito amor, com muito carinho e ela nem e ela não desgasta. Mas aquele que tá doente fisicamente, tem um abandono, ele ele vai mais embora mais rápido, né? Muitas dores persistem pela ausência do amor vivido. Muitas dores são as doenças emocionais. Quando numa casa, eu sei que a depressão, ansiedade, quando a gente tem alguém dentro de nossa casa com essa com essas distúrbios, é muito difícil, porque é uma energia muito

ão as doenças emocionais. Quando numa casa, eu sei que a depressão, ansiedade, quando a gente tem alguém dentro de nossa casa com essa com essas distúrbios, é muito difícil, porque é uma energia muito densa. Mas se nós botarmos o evangelho no lar, se nós botarmos sempre uma música bem gostosa, suave, bem harmônica, se nós eh tivermos uma palestra, bota lá na televisão, vai melhorando. Tá vendo esse amor? e tô fazendo por mim, mas tô fazendo por ele, porque ele tá ouvindo o ambiente tá melhorando, ele vai melhorar muito mais rápido, muito mais rápido, né? Amar libertar-se do orgulho, ressentimento e indiferença. Orgulho, ressentimento, indiferença, adoece. Adoece. Mas se eu amo, se eu procuro fazer esse esse trabalho de amor, ele resiste. Nosso tempo terminou. O o Té já ligou lá o nosso a luz vermelha falando para mim que eu já tenho que despedir de vocês, mas eu vou despedir com uma coisa que eu achei. Eu quando eu vou fazer uma palestra, eu fico segundo os goianos, fuçando, né? fuçando para ver alguma coisa que eu gosto e o que eu gosto o outro gosta. Isso é amor, sabe? Porque tudo que eu fizer, eu vou fazer um trabalho, eu penso, eu vou, bom, eu vou fazer um trabalho, eu vou esmerar porque é meu trabalho, mas eu vou fazer pro outro gostar também. É o amor que você põe no trabalho para que o outro se aproveite. Olha como é lindo. Quando tudo parece confuso, quando as palavras faltam e a dor insiste em permanecer, o amor continua sendo a resposta silenciosa de Deus em mim. O amor não se impõe, não grita, não exige. Ele se manifesta no olhar que acolhe, na escuta que não julga, no perdão que liberta, na mão estendida quando o outro já perdeu as forças. Muitas vezes buscamos o amor fora, esperando que ele venha pronto, perfeito, sem esforço. Mas o amor verdadeiro, ele nasce dentro, cresce no íntimo da alma e se revela nas pequenas escolhas do dia a dia, pequenas. Amar é compreender que cada ser caminha no seu tempo. É aceitar imperfeições sem desistir das pessoas. É aprender a servir mesmo quando o

alma e se revela nas pequenas escolhas do dia a dia, pequenas. Amar é compreender que cada ser caminha no seu tempo. É aceitar imperfeições sem desistir das pessoas. É aprender a servir mesmo quando o orgulho pede distância. Jesus nos ensinou que amar é doar-se, é permanecer quando seria mais fácil partir, é acender luz onde ainda existe sombra. que saiamos daqui hoje possamos levar conosco um compromisso simples e profundo. Manifestar o amor, ainda que em gestos pequenos, porque são eles que transformam o mundo e cura o coração. Que o amor seja nossa linguagem, nossa escolha diária, nossa forma sincera de servir a Deus. E que assim seja, amigos. Um bom dia para vocês, um beijo no coração. Vocês que estão nos ouvindo também, um bom dia, um beijo no coração e até quinta-feira que vem. Tchau. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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