CONSTRUINDO O AMOR - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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Aprendi toda a beleza de viver doando amor. >> Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito, muito bem-vindos. tá muito perto a nossa casa, a comunhão espírita de Brasília que nos acalma e como a gente precisa às vezes ser acalmado e essa casa nos acolhe com tanto amor, com tanto carinho. Então, para iniciarmos este momento, eu vou fazer uma pequena leitura de minutos de sabedoria do pastoro. E nesse trecho pequenininho de se o sofrimento bateu à sua porta, não se desespere. São bem-aventurados os que choram porque serão consolados. O sofrimento parece a todos um mal. A dor apavora. Mas quando aprendemos que a dor é uma libertação que nos devolve a paz, ao espírito, passamos a julgá-la menos dolorosa. Para que sua dor doa menos, aprenda a conformar-se com ela, porque ela representa sua libertação. Eu agora, depois dessa, eu vou sugerir que fechemos os olhos e vamos sentir o abraço, o carinho, o ombro amigo do nosso querido mestre Jesus, que nos consola, que nos conforta, mesmo quando as lágrimas resolvem encher os nossos olhos e o nosso coração. Vamos agradecer a Bezer de Menezes, médico de todos nós encarnados e também dos desencarnados, mentor desta casa tão querida. Vamos agradecer a dona Ivone, dona Ivone da Maral Pereira, que como nós também chorou, chorou muito e trouxe para dentro de si o conforto, consolo e o carinho de saber que é amada. Assim, cercado desses luminares e sabendo que cada um de nós é muito, muito querido, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu tô com aquela que eu chamo de chefinha. Muitos já sabem que eu a chamo assim. Ela tem não dizer que é, mas é. E é a Rute Daia que vai conversar conosco sobre um tema muito lindo, construindo o amor. Com a palavra, chefinha. Bom dia, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui no auditório. É aqui no auditório e aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita. Bom, nossa, nosso tema hoje para reflexão é construindo o amor. A gente
s nós aqui no auditório. É aqui no auditório e aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão espírita. Bom, nossa, nosso tema hoje para reflexão é construindo o amor. A gente pensa, será que tem que construir o amor ou ele já chegou, já instalou e tá tudo OK? Fo tirado desse livro aqui, Bilhetes Fraternais. É a terceira lição, parece, desse livro que a chefe daqui, né, que eu eu tô sobre a orientação dela, me passou. Eu andei mudando o o tema, mas ela concordou. Então, a gente começa trazendo é aqui. A produtora poderia ver o que que tá acontecendo, OK? Eh, a no evangelho, no capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo, ela é o amor. Eu vou só pegar um pedacinho. Tá desligado, não tá? Ah, ela acendeu a luz. Vamos aguardar um minutinho. É, tá desligado. O senhor tá ouvindo? O senhor que tá lá atrás? Tá ok. Ah, certo. Bom, vou continuar que acabou. A lei do amor tem um pedacinho que ele fala sim que o amor é o sentimento acima de o amor e é o sentimento que acima de tudo resume de forma completa a doutrina de Jesus. E ele fala que os sentimentos são instintos que se elevam de acordo com o progresso realizado. Então, primeiro nós temos um instinto, né? Então a gente quando veio, a gente tem aquele instinto que é igualzinho dos animais, não é? Às vezes na sua origem, o homem possui instintos. mais avançado e corrompido possui sensações. Eu sinto quando a gente fala, não, eu tô sentindo mas não é um sentimento que a gente define ainda. Só é aquele sentimento mais instruído e purificado, possui sentimento. No ponto mais delicado, evolu seus sentimentos, surge o amor. No ponto mais delicado e evoluído. Então a gente já cresceu, já foi um pouquinho mais. Mas aí a gente pensa, o amor que tá falando na na no quem diz isso foi o Rodrigo, é o espírito Rodrigo desse livro. Ele diz que o amor é uma conquista sublime da alma. Então é uma conquista maior que nós temos. Mas será que o amor, que é essa emoção mais profunda e poderosa, será que ele nasce assim? Eu não tenho
. Ele diz que o amor é uma conquista sublime da alma. Então é uma conquista maior que nós temos. Mas será que o amor, que é essa emoção mais profunda e poderosa, será que ele nasce assim? Eu não tenho que fazer nada, eu te amo? Isabel, eu te amo fulano, eu te amo ciclano e e pronto. E ele brota? Não, né? Ele é construído lentamente igual a fé. Nós temos fé, mas a fé pode ser desenvolvida. Então ele fala que o amor é uma das emoções mais profunda e poderosa que nós experimentamos. A gente pode perguntar: "E nós experimentamos esse amor? Será que nós ainda amamos nesse sentido absoluto da palavra, do comportamento? A gente vai começar a dar uma pincelada meio rápida sobre isso, né? Mas e ela é espontânea, não é cobrado. Eu faço se você fizer. Eu te amo se você me amar. Eu te quero bem se você me querer bem. Se não querer também nada feito, não é bem desse jeito, né? Ele é uma construção diária todos os dias. É lá no trânsito, quando a gente vê alguém imprudente, você fala: "Nossa, coitado, né? tão imprudente, não sabe ainda respeitar a lei dos de trânsito. Aí a gente brota aquele sentimento por aquele que não sabe ainda. Engraçado que esses sentimentos assim, essas esses comportamentos absurdos, quando nós a já estamos desenvolvendo diariamente esse amor, nós sentimos mais amor quando aquele que, vamos dizer, entre aspas peca. A gente sente mais amor, porque a gente já não faz isso e ele faz. Ao em vez de condenar, a gente fala: "Nossa, coitado, né? Coitado no sentido assim, não sabe ainda." Então, todas as vezes que a gente vê algo assim, a gente começa a ter essa compaixão pelo outro, né? É um processo contínuo de aprendizado e prática. Então ele constrói diariamente como praticando. Todos os dias que eu faço alguma coisa que eleva o pensamento, o sentimento, tá? Eu tô caminhando pro amor. É como se o amor tivesse no topo da colina e nós não estamos lá mais embaixo porque nós não estamos no instinto, né? Nós já estamos na sensação, estamos subindo e na sensação quando eu vejo alguma coisa
como se o amor tivesse no topo da colina e nós não estamos lá mais embaixo porque nós não estamos no instinto, né? Nós já estamos na sensação, estamos subindo e na sensação quando eu vejo alguma coisa e que me toca, já é o amor se manifestando. Começa a prestar atenção em vocês todos os dias. Como que acontece? É dessa forma. Como podemos, aí a gente entra no tempo, como podemos construir o amor em nossas vidas? Vocês já pensaram como que vocês querem construir esse amor? Como que vai construir, né? O que é necessário para que o amor se torne duradouro e significativo? Porque a gente vê muito, as pessoas estão muito com muito amor, eu te amo, te amo até o infinito, mas basta uma coisinha, não concordou com aquilo, já fala: "Não, olha, não tá dando mais, o amor já foi embora. Amor vai embora. Vocês já pensaram se vai embora? Pergunta para aquela mãe que perdeu o filho, que o filho foi partiu e que tem 20 anos, 30 anos, ou um casamento que estava tão bem, existia amor e tem 36 anos que o outro foi embora e a gente não chora mais, mas a gente ama. Pode aparecer outros amores, pode aparecer. Todos os dias a gente tá conquistando esse amor e a gente conquista amor através no pro outro, no outro, né? E não é a amo o quê? Ah, eu amo a natureza. Se eu amo, eu conservo. Ah, eu amo meu companheiro. Se eu amo, eu conservo. Como que eu conservo? É fazendo todos, fazendo o exercício todos os dias. Que exercício? Exercício da paciência, da tolerância, né? a a fazendo as eh nos doando. E isso é de lá e de cá, porque se eu dou, o outro dá. Claro que eu não vou, só vou amar se o outro me der, mas se eu encontro uma ressonância de sentimento no outro, é fácil. E a gente vai falar sobre isto. Esse amor exige esforço diário. E eu tava pensando, vindo para aqui, apesar de um engarrafamento, mas deu para pensar bem, eh, que é um esforço diário, porque é trabalhoso, não é? É trabalhoso você sair, tirar tudo que tem aqui dentro e ficar só aquilo que Deus criou, que ele criou para amar, tirar aquela
para pensar bem, eh, que é um esforço diário, porque é trabalhoso, não é? É trabalhoso você sair, tirar tudo que tem aqui dentro e ficar só aquilo que Deus criou, que ele criou para amar, tirar aquela intolerância, aquele desrespeito, aquela chatiça, aquela tristeza e assim vamos tirando, não é? A gente às vezes vê alguns desenhos assim, esses tirando tudo que não tudo que é ruim e nós tiramos aquilo que não nos pertence, mas que nós trouxemos para dentro de nós para ficar só o ser integral, só aquilo que Deus criou. Aí nós tem o amor. A criancinha quando ela chega, né? Olha, ela olha paraa mãe com um amor tão grande, ela olha para aquele avô, aquela avó, aquela, aquela pessoa que tá ali cuidando, porque ela não tem nada ainda dentro dela que não que dá, que ultrapassa esse amor, que é as nossas vontades, aquilo que eu quero, aquilo que eu o que é material, o que está lá fora, nós esquecemos do que está aqui dentro. O que está aqui dentro é que é amor, né? Então ele exige esforço diário. Não é algo que se constrói de uma vez só. Não é. A gente vê, fala, eu vejo muito assim, nossa, eu conheci fulano de tal, a gente agora tá falando de relação, né? Conheci fulando, mas tô extremamente apaixonada. O paixão dela, da pessoa, é amor. Amo demais. Nem sei que eu nem conseguiria viver sem. gente, só conheceu, está naquela fase da conquista, do olhar, do ver, só isso, mas não fez algumas coisas que nós vamos falar ainda, né? Eh, mas sim um processo que se fortalece com a dedicação de ambos ao lado de uma relação. Dedicação de ambos, dedicação de pai para filho, dedicação de amigo para amigo, de dedicação de companheiro para companheira, dedicação de vizinho para vizinho. Porque às vezes a gente fala assim: "Ah, eu amo meu vizinho. Eu eu amei meu vizinho. Ele morou com perto de mim uns 4 meses, 5 meses e desencarnou. Amei aquela aquela energia que ele trazia. Amei aquela postura dele. Até o carro dele que eu brincava que ele era muito gordo, que tava tomando espaço para eu abrir a porta. Ele ria, fala:
esencarnou. Amei aquela aquela energia que ele trazia. Amei aquela postura dele. Até o carro dele que eu brincava que ele era muito gordo, que tava tomando espaço para eu abrir a porta. Ele ria, fala: "Ru de carro gordo". Eu falei: "É, o seu é mais gordo do que o meu". E desencarnou, teve um infarto, ficou três dias no apartamento dele morto. Eu fiquei num sentimento tão grande, eu fiquei, olha, quase um ano, sabia? cheguei tomar assim um rescoizzinho, porque tinha hora que o coração doía. Quer dizer, porque foi uma conquista de ambos os lados. E ele me deixou um presente depois, porque ele disse que era uma vizinha alegre, era uma vizinha que ele gostou e tava feliz com a vizinha. Gente, nós conversamos tão pouco, mas houve aquela troca de energia, houve aquele respeito, aquele silêncio, porque morávamos pertinho, entendeu? Houve aquele bom dia, houve aquela preocupação. Não tô vendo o carro do vizinho. Cadê o, aliás, não tô vendo o vizinho, só tô vendo o carro. Não sai da garagem. E ele também. Então era aquela troca, sabe? Vizinha, você sai muito cedo. Eu falei: "É, mas você chega muito tarde". Quer dizer, a gente ficava, sabe, uma comunicação rápido, mas ouve aquele respeito, aquele querer bem. É uma pessoa que eu não sei o sobrenome. Não sei o sobrenome, né? Muitas vezes a gente, o medo de sofrer e de se magoar impede as pessoas de se amar de maneira plena. É, de amar. Às vezes, eh, a gente não recebe o outro porque a gente fala assim: "Ah, não, por exemplo, esse vizinho: "Bom, ele comprou o apartamento, eu tenho o meu, então é mais difícil mudar". Mas eu poderia falar, não vou me relacionar mesmo rapidinho ali de cumprimento, porque uma hora ele saia, aí eu vou sofrer. Quando meu marido desencarnou, depois de um do anos, o cachorro também foi embora. Eu falei: "Eu não quero mais ninguém na minha vida". Olha aí que exagero. Mas ninguém é marido e cachorro, né? Porque eu não quero mais sofrer uma partida, quer dizer, não quero mais ser magoada com partida. Depois falei assim: "Bom,
uém na minha vida". Olha aí que exagero. Mas ninguém é marido e cachorro, né? Porque eu não quero mais sofrer uma partida, quer dizer, não quero mais ser magoada com partida. Depois falei assim: "Bom, mas todo mundo vai embora, né? O marido vai embora, o cachorro vai embora. Foi o tempo deles." Aí depois eu tive um peixinho que também foi embora. Aí eu falei: "Também não quero peixinho mais que eu". Aí foi uma coisa bem pequenininha, né? Mas o sentimento foi do mesmo jeito, porque todos os dias conversava com o peixinho. Quando ele não comeu mais, aí eu fiquei sentida, a gente desenvolve esse amor eh de uma forma diferente para cada um, né? Agora a gente pergunta assim, eh, como constru continuar construindo o amor? Como continuar, né? Eh, eu, porque às vezes a gente tem um sentimento, é, por pessoas, como eu falei, de várias formas, é, não tá dando não. Sono, opa, diz que o sono. Opa, agora sim, agora sim. Espera aí. Não sei o que que tá acontecendo. Ficou bom, gente? Ficou, ficou ótimo, né? O como vamos continuar construindo este amor? Primeiro praticando a gratidão. Todas as vezes que nós somos grato, todas as vezes que nós reconhecemos coisas boas que o outro no traz para nossa vida, a gente tá construindo o amor. É um tijolinho. É um tijolinho, né? todas as vezes. E gratidão não é porque ele me deu alguma coisa, não é gratidão porque ele foi gentil, ele me cumprimentou, ele sobe no elevador. Tô já lembrando do vizinho, sobe no elevador, preocupa, você sai muito cedo, né? Você tá fazendo exercício, eu também brincava com eles. Você também faz exercício à noite. E a gente trocava informações, amigos, curtas, curtas, curtas, mas construímos algo, né? Eu vi o que eu tinha bom nele e ele tinha bom em mim. E eu só soube disso depois que ele partiu. Ainda com mandar mandou um presente para mim. Olha, parecia que já ia embora. tá lá pendurado na minha parede, né? Isto alegra a gente que eu vi que foram seis meses de janeiro a junho. 6 meses, mas foi construído amorosamente um
esente para mim. Olha, parecia que já ia embora. tá lá pendurado na minha parede, né? Isto alegra a gente que eu vi que foram seis meses de janeiro a junho. 6 meses, mas foi construído amorosamente um relacionamento de vizinhos que falava muito pouco. Eu acho que eu posso contar às vezes, mas porque o amor ele expressa também no nosso sorriso, no nosso olhar, no nosso falar gentil. entendeu? No nosso brincar amorosamente, não brincadeira que denegre, né? Denigre, né? Dedicar tempo de qualidade às relações, relações de filhos, de marido, de de companheiros, relações de amigos. A gente tem que ter tempo para ter uma qualidade de tempo de qualidade as relações nossa. Isso faz parte da construção do amor, não é? Trabalhar o autoconhecimento, é trabalhar o amor aqui dentro que começa dentro de nós. Às vezes a gente sente tanto assim sem ninguém, sabe? Eh, não dando atenção para ninguém, não, eu sou sozinha, eu me basto. Eu já ouvi muito isto, né? O será que eu me basto ou eu fico até hora eu fico cheia de mim? Porque nós somos feitos para nos confraternizarmos com o outro. Deus nos criou para isso, não criou pra gente ficar em casa eh só adquirindo as coisas para nós, sem não incomodar o outro. Pedir um um ovo emprestado, né? uma tesoura de vez em quando. É assim, você mal conhece, você olha, eu precisava de um ovo só. Aí depois ele te dá uma caixa de ovos. Quer dizer, isso tudo faz uma relação boa. E esse trabalhar o autoconhecimento dentre nós é a gente sair daqui para o outro, porque só eu não saindo daqui para o outro, isso aqui não vai. Ele vai ficar andando assim, ó. Só eu, eu, eu, eu, eu, eu. Mas quando eu olho o outro, eu tenho que pegar o que tem bom aqui e levar pro outro. O outro faz a mesma coisa, né? Estar presente e atento às necessidades do outro. Ah, o outro que se vire, o outro que se dane, como eles falam, né? Ó, não tem não tem nada a ver com ele. Eu poderia ter falado, não tem nada a ver com ele. E já pensou o dia que chegasse a cor bombeiro, IML, perícia,
e vire, o outro que se dane, como eles falam, né? Ó, não tem não tem nada a ver com ele. Eu poderia ter falado, não tem nada a ver com ele. E já pensou o dia que chegasse a cor bombeiro, IML, perícia, tá tã, eu ia falar: "Meu Deus, eu nunca compr comprometei o vizinho, nem sei como que ele era direito hoje não." Eu falei, "Eu sei como ele era." O pouco que tivemos foi o pouco de qualidade amorosa, não é isto? Então, a gente tem que começar a pensar, tem uma coisa muito importante aqui, hoje eu tô com tempo, né, graças. Eh, nós precisamos conhecer, né, para discernir. No amor a gente não pode amar, amar, sair amando. A gente vê quantas desilusões por não conhecer as pessoas e a gente apaixona e ama e entrega a vida e morremos pela pessoa. Não aguentamos. Claro que já é um processo adoentio, né? Então, eh, conhecer para discernir, conhecer para eu saber quem é o outro, que jeito que é o outro, né? Perceber a diferença entre eu e o outro que existe. Mas será que essa diferença vai me agradar? Eu posso trabalhar essa diferença? Tem coisas tão diferente. Eu tenho uma amiga que ela é ela era espírita, eu vou usar um termo que eles usam de berço espírita. Parece que o berço espírita é melhor do que berço católico e berço evangélico, né? Mas se fala muito. E apaixonou, amou o pastor da igreja evangélica. Olha aí. Ela nunca tinha entrado na igreja católica, nem sabia como funcionava, nem evangélica, mas se conheceram e se apaixonaram e casaram. Casaram. Aí a gente pergunta, tinha amor e como fica ele com teve uma resistência muito grande dela ir pro espiritismo, mas existia amor. Mas sabe, a gente não é perfeito. A gente tem o amor, mas tem aquela aquelas coisinhas e, né, presa. E ela resolveu deixar o espiritismo, deixar a frequência dela dentro do centro espírita, que ela nunca deixou de ser espírita, para conviver com aquele amor grande e foi pra igreja dele evangelizar as crianças. Olha que que doação. Eu um dia perguntei: "E aí, como que era?" "Puxa, eu evangelizei igualzinho
ou de ser espírita, para conviver com aquele amor grande e foi pra igreja dele evangelizar as crianças. Olha que que doação. Eu um dia perguntei: "E aí, como que era?" "Puxa, eu evangelizei igualzinho dentro do espiritismo." Claro que não ia falar de espiritismo, né? de reencarnação, que é o problema. Mas e os pais encantaram com o amor que ela dedicou às crianças a através das respostas que as crianças estavam dando dentro de casa no comportamento. Aí os pais quiseram que aquela evangelização, eu falei alfabetização. É, então falei certo, aquela a evangelização fosse estendida aos adultos e ela foi eh eh evangelizar os adultos também e ficou muitos anos na igreja, transformou aquela igreja, não podia, era forte, eu não podia falar que não sentía, eu copiava e colava e dava certo. Mas as coisas mudam. Um dia ele saiu, não foi mais pastor, a situação ficou difícil, ele foi chamado para trabalhar no escritório da irmã dela, que é espírita, que o marido é espírita, que os funcionários são espíritas. E ele viu um comportamento diferente. E aí no casamento da filha da dona do escritório, ela convidou o coral da igreja dele para cantar no casamento. Olha, gestos de amor. E o coral foi, entendeu? Claro que ali tinha católico, evangélico, não é um casamento, não só não é não é só casamento de espírita, né? E como ele ficou sem eh com a dificuldade financeira, ele foi trabalhar lá e foi dando certo, foi dando certo. Ele não vai ao centro, mas ele leva ela toda as duas vezes na semana, busca e já frequenta o evangelho da família toda. Quer dizer, foi o amor que venceu as dificuldades de um espírita e um e um pastor evangélico. Olha aí que que coisa mais bonita. Ele impôs que ela largasse, não é? Dá mais quem tem mais amor ou quem está mais disponível, né? Então isto é muito importante. Então conhecer para discernir. E discernir, bom, eu conheci, eu discerni, né? Eu sei as diferenças que existe entre eu e a outra pessoa, entre eu e o companheiro, entre eu e a amiga, entre eu e o
nte. Então conhecer para discernir. E discernir, bom, eu conheci, eu discerni, né? Eu sei as diferenças que existe entre eu e a outra pessoa, entre eu e o companheiro, entre eu e a amiga, entre eu e o vizinho, entre eu e aquele que eu tô eh que eu vou me relacionar. Discernir para bem escolher. Se eu não conheço a diferença que tem, como que eu posso escolher? Pode ser que eu escolha errado. Se eu peguei essa diferença, é diferente, mas eu posso escolher sim. Ela fez isso. Ela sabia que era pastor, conheceu, né, a que existia uma diferença, que existia uma diferença, mas ela escolheu, escolheu escolher o que convém aos interesses espirituais. Talvez aquele momento ela achou que ela iria crescer muito mais indo para aquela religião, tendo todo conceito espírita dentro do seu coração, ela ia crescer muito mais do que se ela ficasse no centro espírita. E às vezes nós ficamos, viu? É, às vezes nós saímos e temos um resultado muito melhor do que a gente sentar aqui, assistir a palestra ou a gente tá aqui e fazendo uma reflexão. Eu trabalhei com um grupo que não era espírita, trabalhei por 7 meses e eu aprendi muito e eles também aprenderam muito. Eu não podia falar que eu era espírita e levava o evangelho só porque eu tirava tudo que era falava de espiritismo, entendeu? E eles achavam um encanto, que eles nunca tinha visto isso na Bíblia. Eles falavam para mim, eu falei: "Não, tá lá no Novo Testamento, vai lá". Ah, Rute, mas tá meio diferente o que você traz. O que você traz tá mais fácil de entender. Ficamos 7 meses e eles não sabiam que eu era espírita, né? Então, eh, escolher o que convém aos nossos interesses espirituais para que haja esperança em dias melhores, né? E esperança. E também temos que esperar. esperar para fortalecer pela confiança as leis do universo. Quando eu espero, eu me fortaleço, né, pela confiança de que tem um Deus maior, que tem leis do universo que tá me regendo, que tá me ajudando, que se eu seguir, eu vou melhorar o o padrão vibratório, o padrão
espero, eu me fortaleço, né, pela confiança de que tem um Deus maior, que tem leis do universo que tá me regendo, que tá me ajudando, que se eu seguir, eu vou melhorar o o padrão vibratório, o padrão amoroso, o padrão de esperança, o padrão de tolerância em mim, né, que dão sempre e entendendo que se eu fizer tudo isto, eu tenho uma uma resposta segundo aquilo que eu estou fazendo, que é segundo suas obras, né? Nós queremos ter tudo sem fazer nada e não vamos ter. Se eu não faço, tem sofrimento. Se eu não faço, tem alfab analfabetismo. Se eu não faço, eu não tenho conhecimento daquilo. E se eu não faço, não me dado o que eu quero, porque só é dado segundo as minhas obras. Então, por se eu tenho alguém que não me simpatiza, tem dissonância comigo e se eu vou devagarzinho trabalhando, porque eu quero chegar no amor para com ele, bem devagarzinho, com tolerância, um mês, 2 meses, tr meses, 1 ano, 2 anos, 3 anos, 4 anos, o universo vai me dando eh condições, munição para que eu chegue lá, porque eu me propus a chegar a amá-lo. E segundo minhas obras, se eu tô fazendo esse trabalho, Deus tá me ajudando através dessas leis. Confiar com perseverança, né? Tendo a certeza, alimentando dentro de mim, dentro do meu coração, a fé de que eu vou conseguir amar, né? ter fé para alcançar a autolibertação. Quando eu chego lá que eu amei, gente, eu tô liberta. É porque eu tô fazendo esse exercício, viu? Por isso que eu tô tô já comecei com oração diária com a pessoa, tem uma dissonância do outro lado, não é deste, mas não interessa, né? Eu quero é uma conquista e eu tenho pouco tempo para poder fazer esse trabalho. Pouco tempo não, porque talvez eu não encontre muito rápido para eu me libertar. Fal assim: "Olha, deu tudo certo". Mas eu já vejo que quando eu tô ali harmônica e com esse intuito, eu já tô vendo que outro me olha com uma certa curiosidade. É porque ele tá recebendo o que eu tô querendo, tá? Tá recebendo. E isso é tão importante, né? Libertar para quê? Para eu ter paz, né? A fim de que esse amor
e outro me olha com uma certa curiosidade. É porque ele tá recebendo o que eu tô querendo, tá? Tá recebendo. E isso é tão importante, né? Libertar para quê? Para eu ter paz, né? A fim de que esse amor se se multiplique, se espalha, se espalha. Aí é uma uma conquista na minha vida, eu acho que é uma coisa muito grande, né? Então a gente vai terminando porque o nosso tempo também terminou, né, Valéria? Eh, sempre pensando que o amor é construído. A gente já vive, por exemplo, tem casal aqui que parece que já tem muito tempo, né? Então vai deixar não, a gente já ama, já tá assim, ó, no nível bom, o que o nível aceitável pela sociedade de amor. Não, mas o amor ele é imenso, imenso. Já pensou se Deus falass, ó, criei aquelas criaturinhas lá, amo demais, acabou agora, fechei a porta, agora vai ser outras criações. Ele ama cada dia, ele ama cada erro nosso, ele ama cada acerto. cada vontade nossa de nos amarmos e amar o outro, né? Então ele não é o amor, não é um sentimento passageiro, não é uma prática contínua que exige comprometimento, respeito e dedicação. Então é uma tarefa meio difícil, não é? Ele se constrói em ações semelhantes, diárias, né? Ações de todos os dias que já falamos. né? Então, a o Martin Luther King disse assim: "O amor é a única força capaz de transformar o inimigo em amigo". Aí eu lembrei de mim, não é inimigo, mas tem uma dissonância. O que que é? Eu não aguento a Rute, né? Eu não aguento. É esse essa dissonância, aquela antipatiazinha que você não sabe de onde veio, né? Então, aprender a construir o amor dentro de nós é o objetivo da vida. E apenas nos sentiremos satisfeitos com nós mesmos quando elegermos por objetivo da nossa existência. Então, qual é o objetivo da nossa existência? Aprender a construir esse amor dentro de nós. Não vamos falar que já tá construído. A construção nunca acaba. Sabe aquela construção que você fala: "Nossa, fulano, você ainda tá construindo? Tem 10 anos que você tá construindo sua casa. Tem 10 anos você tá construindo
tá construído. A construção nunca acaba. Sabe aquela construção que você fala: "Nossa, fulano, você ainda tá construindo? Tem 10 anos que você tá construindo sua casa. Tem 10 anos você tá construindo alguma coisa". O amor nós temos uma a eternidade, então ele nunca tá pronto. Então vamos ficar nessa doce paz, né? Nessa construção. Não é de tijolo, não é de argamassa, não é de telha, mas é de paciência. paciência para que um dia nós quando tivermos lá de frente com o criador, nósamos te agradecemos por ternos criado com todo o seu amor e nós estamos aqui lutando para que cheguemos perto do Senhor com o amor que o Senhor nos criou. Então, que a doce paz de Jesus esteja com cada um de nós. Um abraço grande e até a próxima. Agradeço a vocês pelo carinho, pela paciência. Acontece, né? E eu demorei só um pouquinho para ter essa ideia de levar pra chefinha para todo mundo ouvir com mais tranquilidade, porque valia a pena muito ouvir. Por isso que eu falei, senão tem que dar um jeito. Tadinha da Fernanda Pena. Mas agora que nós já estamos a serenados, estamos mais tranquilos, com coração cheio de carinho, de amor, porque estamos também aprendendo a dar esses passos rumo ao aprendizado de muito, muito carinho. Eu vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos sentir todo esse afago no nosso coração e agradecer a Jesus, nosso mestre, nosso amigo de todas as horas. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, que resolveu ficar ao nosso lado, que não desistiu de nós. Ao invés de prosseguir, onde ele estaria mais sereno, mais tranquilo, onde as pessoas, onde os espíritos já te já aprenderam a amar mais, ele optou por ficar conosco, que ainda estamos nesse processo de de aprendizagem, aprendizagem do amor. e agradecer a dona Ivone, a dona Ivone, que não só aprendeu muito, muito mesmo amar, mas que nos oferece a mão, o coração e o exemplo, um exemplo de puro amor. Sim, Senhor. Agradecidos também a cada um que nos cerca, que nos acompanha os passos, aqueles que nós deixamos em casa, aqueles que estão ao nosso lado,
o coração e o exemplo, um exemplo de puro amor. Sim, Senhor. Agradecidos também a cada um que nos cerca, que nos acompanha os passos, aqueles que nós deixamos em casa, aqueles que estão ao nosso lado, os que são difíceis e os que já estão difíceis na nossa ótica. Nós vamos dizer: "Obrigada, Pai. Obrigada por tudo que tem nos oferecido. E neste momento dizemos que a oportunidade de amar está em nosso coração. Assim pedimos licença para encerrar, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meninos, eu antes de passar o passe aí no virtual também e antes de vocês irem para o passe aqui no presencial, nós temos alguns recadinhos, é rápido. Primeiro, atendimento fraterno. Nossa casa oferece esse acolhimento de segunda a sexta, de 8:30 às 10:30, de 15:30 às 21, sendo que na sexta tem um plus, começa na tarde às 13:30, olha que presente. E sábado de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30. E no domingo de 17:30 às 19:30. Se porventura você não está aqui, também não fique triste. Se tiver dificuldade de vir, também não fique triste. Nós temos o atendimento online, é só mandar um e-mail para dar o @comunhãoespíritudo junto. Eh, comunhão e eh pon é ah tal comunhãoespírita.org.br que e pediu atendimento, mas senão vocês vão no site da comunhão que tudo isso tá lá também. Além disso, nós temos aqueles atendimentos especiais. Que são atendimentos especiais? Na segunda e na quarta nós temos o acolhimento a aos familiares e aqueles que ainda têm dependência ou que tiveram dependência química, porque eh a gente precisa dar as mãos e nos socorrer, né? Então, a gente aqui oferece às 19 horas na sala 13. É só chegar, não precisa passar por lugar nenhum, só perguntar onde que é a sala 13 e vai lá. E na terça feira, nós temos um grupo, aliás, na terça, não, desculpa, na quarta-feira nós temos um grupo muito lindo chamado grupo viver. Que que esse grupo traz? Ele traz o conforto e o carinho para aqueles que estão pensando em desistir desta encarnação ou que tenham familiares que, infelizmente desistiram
o lindo chamado grupo viver. Que que esse grupo traz? Ele traz o conforto e o carinho para aqueles que estão pensando em desistir desta encarnação ou que tenham familiares que, infelizmente desistiram ou que estão pensando em desistir. Então, venham, vocês serão aconchegados ao coração. E na quinta e na sexta nós temos um grupo, grupos lindos chamado acolher, o nome já diz tudo, né? Nós acolher também na sala 13, o grupo viver na sala 14. E na quinta e na sexta, esse grupo acolher, ele traz na realidade o conforto, o carinho daqueles que estão ansiosos. E essa ansiedade, ela quando trabalhada com outros que estão num processo semelhante, ela ameniza. Você, eu me sinto melhor e eu só aconselho aquilo que eu faço, tá? Então tô aconselhando. Eu já fiz também, é muito bom. E aqueles que podem nos socorrer, gente, nós socorremos a mais de 300 famílias. Então, nós temos, pedimos ajuda. Se você tiver alguma coisa em casa sobrando ou que não usa mais algum tempo, traga. Nós agradecemos para socorrer essas 300 famílias. Há mais de 40 eh moradores de rua, infelizmente, que estão passando por esse processo difícil e além disso, nós socorremos outros centros espíritas. Então, se vocês puderem nos ajudar também, agradecemos e dizer a vocês, muito obrigada pelo carinho, pela paciência, que sejam todos muito, muito bem-vindos, que a paz de Jesus vos acompanhe. E agora a Denise linda, maravilhosa, vai convidar vocês para irem pro passe e peço a gentileza de deixarem primeiro aqueles que têm que retornar correndo pro trabalho, porque eles têm que voltar correndo, tiveram um tempinho para vir aqui e depois os outros como eu que tiveram assim a coragem de vir pra encarnação primeiro, que deram exemplo, né? Aqueles os mais antigos, vamos dizer dessa forma. Depois os jovens e a minha princesinha não voltou ainda. A princesinha que eu falo é uma uma criança pequenininha, lindinha demais, que fica lá no cantinho, mas hoje ela não está. Então, sejam todos bem-vindos, um bom passe, uma boa energia de amor.
ainda. A princesinha que eu falo é uma uma criança pequenininha, lindinha demais, que fica lá no cantinho, mas hoje ela não está. Então, sejam todos bem-vindos, um bom passe, uma boa energia de amor. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.
colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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