Denizard de Souza | SER VIRTUOSO OU SER SATISFEITO? (PALESTRA ESPÍRITA)
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir A perfeição aqui. Eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz. Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos meus irmãos. Eh, cumprimentamos a todos com maior carinho, acolhendo-os com alegria aqui na nossa comunhão espírita de Brasília. Igualmente nós acolhemos nossos irmãos desencarnados que aqui se encontram. Muitos vieram para o aprendizado, outros para auxiliar nos trabalhos deste horário. Cumprimentamos ainda aqueles que nos assistem, ou melhor, que nos ouvem pela Rádio Comunhão, que nos assistem pela TV Comunhão, pelo YouTube posteriormente e pelos demais recursos disponíveis pela internet. E sejam todos então muito bem-vindos, meus irmãos. Eh, nós agradecemos ao Dr. Bezerra de Menezes, que é um mentor da nossa casa, patrono da comunhão espírita de Brasília. Agradecemos a Jesus, o divino mestre, o pastor de nossas almas, sublime amigo nosso de todos os momentos, que nos conduz amorosamente por nossa jornada evolutiva. E agradecemos ao Senhor Deus, nosso pai de amor e de bondade, Senhor do universo, que a todos nós atende com sua doce e divina providência. Obrigada a todos que citamos e agradecemos muito por este momento nosso aqui de aprendizado e de procurando cada vez mais o conhecimento da nossa maravilhosa doutrina espírita de Brasil, doutora espírita. Meus irmãos, nós vamos eh fazer uma leitura que precede a prece e é do livro Agenda Cristã de André Luiz. E a leitura se intitula: "Lucrará fazendo assim: Reconforte o desesperado. Você não escapará as tentações do desânimo nos círculos de luta. Levante aquele que caiu. Você ignora onde seus pés um dia tropeçarão. Estenda a mão ao que necessita de apoio. chegará seu dia de receber cooperação. Ampare o doente. Sua alma não está usando um corpo invulnerável. Esforce-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de
ita de apoio. chegará seu dia de receber cooperação. Ampare o doente. Sua alma não está usando um corpo invulnerável. Esforce-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de recursos para compreender como é indispensável. Acolha o infortunado. Nem sempre o céu estará inteiramente azul para seus olhos. Tolere o ignorante e ajude-o. Lembre-se de que há espíritos sublimes que nos suportam e socorrem com heróica bondade. Console o triste. Você não pode relacionar as surpresas da própria sorte. Auxilie o ofensor com seus bons pensamentos. Eles, ele nos ensina quão agressivos e desagradáveis somos ao ferir alguém. Seja benéfolo com seus dependentes. Não se esqueça de que o próprio Cristo foi compelido a obedecer. Meus irmãos. Então vamos à prece e quem desejar fechar os olhos para nós nos concentrarmos todos no mesmo tema, faça-o favor. Senhor nosso Deus, derramai sobre todo o planeta Terra a luz divina do vosso inalterável e sublime amor. Iluminai, Senhor, nossos pensamentos, nossas atitudes e nosso entendimento, a fim de que estejamos sempre seguindo as doces recomendações de Jesus. Que jamais nos esqueçamos de que nossa evolução espiritual é nossa grande responsabilidade neste bendito docandário planeta Terra. E que nos lembremos sempre de que esse nosso estágio aqui na Terra é de cunho absolutamente espiritual. Agradecemos a Deus pela família que neste órgu, por todos que nos deram a formação moral, nos revelando a doce presença de Jesus em nossas vidas. Agradecemos também por haver conhecido a bendita doutrina espírita calcada no cristianismo primitivo, puro, sem máculas, sem inserções, sem omissões. Por tudo agradecemos, Senhor nosso Deus, vos louvamos e vos bendizemos. Que assim seja, meus irmãos. Hoje nós temos a palestra do nosso querido irmão, o Denizard de Souza e o tema dele esta noite é satisfação ou virtude. Vamos ouvi-lo, por favor, Denis. Meus amigos, minhas amigas, a todos que partilham conosco a experiência da palestra no auditório Bezerra de
de Souza e o tema dele esta noite é satisfação ou virtude. Vamos ouvi-lo, por favor, Denis. Meus amigos, minhas amigas, a todos que partilham conosco a experiência da palestra no auditório Bezerra de Menezes. Nossa gratidão pela presença, nossa alegria de partilhar esse momento de estudo significativo de um tema que está na ordem do dia, por assim dizer, né? satisfação ou virtude, aqueles que da mesma maneira estão acompanhando a programação da palestra, das palestras, pelo canal YouTube da Comunão Espírita de Brasília, a todos a nossa acolhida fraternal, a todos os nossos nossos melhores votos de muita paz. Nós vamos trazer para vocês uma breve leitura eh do livro Cartas Vivas, um livro nosso de caráter psicográfico que nós trouxemos para vocês o livro. O livro está à disposição na livraria Mário Carvalho, no primeiro andar. Aqueles que se interessarem poderão adquiri-lo depois da palestra. No capítulo 96, nós recebemos esta psicografia do Espírito Samuel de Latur e ele nos ensina com o título Sonhando com a felicidade. No prosênio evolutivo, a alma humana sonha com o lugar perfeito da felicidade plena. Nossa busca do paraíso perdido. Perdão. Nessa busca do paraíso perdido, os homens edificaram impérios de glória e poder. Construíram monumentos, a cultura, a arte e a beleza. No entanto, esta busca do lugar da perfeição é uma recordação arquetípica, sublime, daquilo que nas origens do espírito era a sua própria essência, a glória perfeita quando ainda estava em Deus. Eis a busca evolutiva mais profunda da inteireza, da completude, da perfeição. Agora, quando os homens já sonham com as viagens interplanetárias, já estamos sonhando com a viagem a Marte, né? quando já conhecem a estrutura das galáxias e sabem das leis que regem o micro e a macrorrealidade cósmica, que busquem a glória divina em seu próprio coração. Porquanto, por maiores que sejam as conquistas humanas e terrenas no campo da ciência, do conhecimento e da tecnologia, não há glória maior e felicidade mais completa que amar a tudo
próprio coração. Porquanto, por maiores que sejam as conquistas humanas e terrenas no campo da ciência, do conhecimento e da tecnologia, não há glória maior e felicidade mais completa que amar a tudo e a todos. Que a felicidade verdadeira nasça no templo do coração pelo ato de amor incondicional ao próximo. Nenhuma conquista tecnológica e nenhum festejo externo terão o poder de de trazer plenitude interior. Somente o homem que descobre a divindade em si mesmo. Importante isso. Somente o homem que descobre a divindade em si mesmo, alcança as culminâncias da plenitude e da felicidade. Meditai sobre o reino dos céus, que permanece um tesouro oculto dentro de vós. Lembrando que é trecho do Evangelho, né? Ficai sabendo que o reino dos céus está dentro de vós, porém ele é o tesouro oculto que deveis descobri-lo. Palavras de Jesus que o espírito cita. Samuel delator é o espírito que traz a mensagem. Sacerdote francês, cuja última existência conhecida se deu nas hostas da Igreja Católica na primeira metade do século XIX. Vou pedir a máxima compreensão de vocês, porque estou um pouco resfriado e vamos estar aqui enfrentando essa pequena dificuldade que não será óbice à palestra. Eh, quando nós pensamos sobre o tema da satisfação em outro nível da felicidade, né? O conceito de felicidade é muito amplo. É um conceito que a gente chama um macroconceito, um conceito complexo, que é ser feliz. Quando nós pensamos em um conceito mais específico, satisfação, e depois a gente se pergunta, não é satisfeitos ou virtuosos? Satisfação ou virtude? Vamos enfrentar agora essa dualidade. Satisfação ou virtude? Nós estamos diante de uma questão do nosso cotidiano extremamente desafiadora. Por quê? Porque nem sempre a virtude é capaz de andar lado a lado com a satisfação. Se nós imaginássemos a existência humana reduzida à satisfação, nós teríamos que admitir que tudo quanto desejássemos deveria ser objeto de satisfação. Isso é que valeria a recuar a nossa mente, o eu, a infância, né? Só a
a existência humana reduzida à satisfação, nós teríamos que admitir que tudo quanto desejássemos deveria ser objeto de satisfação. Isso é que valeria a recuar a nossa mente, o eu, a infância, né? Só a infância em sentido psicológico, psicanalítico, em sentido fenomenológico. Só a infância imagina possível desejar e se satisfazer. Aí a criança, se nós pensarmos o cérebro humano antes do primeiro ano que a criança atravessa 12 meses, no primeiro ano de vida, a criança chora porque precisa amamentar-se, a criança chora porque precisa alimentar-se, a criança chora porque está com sede, desidratada ou porque algum motivo a está atrapalhando. O sono. Chorou, alguém socorre e lhe põe em regime de satisfação. A criança cresce e conforme o estímulo que ela recebe, ela vai reforçando a resposta que eu desejo e sou satisfeito. seja menino ou menina, eu desejo um brinquedo, eu desejo um passeio, eu desejo realizar uma vontade, sou satisfeita ou satisfeito na no meu desejo. Isso equivaleria mais ou menos aquilo que nem psicanálise nós diríamos que seria eh abandonar a função sobreegóica, não é? O eu é constituído de ID, desejo, busca de autosatisfação, sobre eu ou supereu. A expressão em alemão é uberic, sobre eu ou supereu, a função superegóica. E finalmente o eu que fica no meio do id e do sobreeu. Seria o mesmo que admitirmos que a satisfação estivesse disponível a quem tivesse qualquer desejo. Já vimos que isso é da ordem do impossível, do irrealizável, notadamente na relação com o outro, não é? Imagine vocês que na relação com o outro, esse outro pode ser na vida conjugal, pode ser o casal, pode ser aquele que partilha a intimidade afetiva sexual, nem sempre há uma sincronicidade dos desejos. Alguém deseja a satisfação sexual, outrem deseja dormir. Alguém deseja falar, outrem não deseja escutar. alguém deseja uma determinado nível de negociação na área financeira dos negócios e outra se nega à negociação. Então, a satisfação na relação com o outro, na relação com a sociedade, na relação com
. alguém deseja uma determinado nível de negociação na área financeira dos negócios e outra se nega à negociação. Então, a satisfação na relação com o outro, na relação com a sociedade, na relação com a cultura, na relação com grupos humanos, no convívio humano, é sempre uma relação de satisfação, adiamento, satisfação, negociação, satisfação, diálogo, satisfação, parceria dialógica, para que a satisfação se dê na forma adequada, na hora certa, do modo correto. E quando a gente fala da de adiar os desejos, nós falamos de algo central em vida humana, porque a psique humana é movida por desejos e quem nega desejos decola para a fantasia ou para a sublimação. Nós podemos ser capazes de sublimar desejos. E a criança aprende a sublimar desde cedo o adolescente, o educando, o infante, o estudante. O cidadão aprende que ele precisa sublimar desejos. Seja porque aquele desejo é absolutamente irrealizável, seja porque aquele desejo não é realizável naquele momento, naquela circunstância, naquele contexto. Mas o desejo é sempre premente e nós estamos sempre buscando satisfação. E a satisfação às vezes ela é adiada indefinidamente. Vamos falar agora, por exemplo, de um casamento em que uma das partes está muito infeliz no casamento, porque descobriu que o modo de funcionar subjetivo do outro na relação conjugal, coisa que não houve tempo para conhecer antes, coisa que se conheceu na condição do enamorado, do noivo, seja lá do que for, mais não, do casamento. Alguém se descobre extremamente feliz, mas agora mãe, agora com filhos pequenos, agora com família constituída. E a pessoa começa, aquele sujeito feminino ou masculino, começa a viver um permanente adiar da sua satisfação, porque o elo conjugal foi quebrado, porque não há mais a possibilidade de partilhar a intimidade afetivo sexual, porque não há mais partilha interubjetiva, porque, digamos assim, o amor que se acreditava romântico, desapareceu e parece não comparecer mais. E a pessoa trabalha agora a sua insatisfação, o oposto da
orque não há mais partilha interubjetiva, porque, digamos assim, o amor que se acreditava romântico, desapareceu e parece não comparecer mais. E a pessoa trabalha agora a sua insatisfação, o oposto da satisfação. E nesses contextos, é no contexto da privação, da insatisfação, da falta que nós nos recordamos do valor de virtudes. Porque o oposto dialético da satisfação é uma função psicológica chamada sobreego, uma poderosa e importante função que vai falhar completamente no psicopata, que vai carecer essa função num adolescente rebelde e vai comparecer em nossa existência sempre que nós somos levados a uma situação de insatisfação. E precisamos recorrer a virtudes que na atualidade carecem e muito. Temos sido pouco treinados, por exemplo, na virtude da abnegação. Vamos entender o que era a abnegação para resolver o problema da insatisfação. O livro dos espíritos, quando Kardec perguntou qual a forma mais eficaz de combater as paixões, digamos que tenhamos uma paixão desesperadora, uma paixão enseguecedora, uma paixão que nos enloquece como é da característica da paixão. A palavra paixão deriva de patos, que grego vai gerar paixão, emoção e doença mental. Daí psicopatologia, patos do grego vem de patologia, vem de patos, paixão que enlouquece. Aí o livro Kadec pergunta: "Qual a forma mais eficaz de combater as paixões?" Uma paixão alucinada por alguém que nos é inacessível ou impossível, uma pessoa, uma paixão exagerada por um tipo de esporte ou um tipo de vício ou um tipo de relação que é ilegal, como por exemplo a condição perturbadora da pedofilia, que muita gente se afoga nessa área do comportamento criminoso. pensa e faz a passagem ao ato e pratica o crime. A pessoa tem paixões que são avaçaladoras. Aí o Kadec pergunta: "Qual a forma prática? Qual a melhor forma de combater as paixões?" Os espíritos sábios respondem: Abnegarse é a menor resposta do livro dos espíritos em termos de quantidade de vocábulos. É uma palavra apenas. Pode procurar. Qual a forma mais eficaz de combater as
?" Os espíritos sábios respondem: Abnegarse é a menor resposta do livro dos espíritos em termos de quantidade de vocábulos. É uma palavra apenas. Pode procurar. Qual a forma mais eficaz de combater as paixões? É uma palavrinha só que tá lá, abnegar-se. E se nós pensarmos sobre a força poderosa da abnegação, veremos que ela resolve muita coisa. Porque abnegar-se é ter a capacidade de não realizar um desejo, não preencher uma satisfação, não cumprir um itinerário e um destino que naquele momento é completamente irrealizável e inadequado, seja pela faixa etária dos sujeitos envolvidos, seja porque o desejo envolve um tipo de relação completamente legal, seja porque o desejo que se tem vai destruir outras vidas e o sujeito agora vai viver um balance, um equilíbrio, uma balança entre o desejo, busca de satisfação e a abnegação. E quando a potência da virtude, olha de onde vem a palavra virtude, gente, é muito bom a gente ir atrás da etimologia das palavras. A palavra virtude, coisa que a gente usa muito, pessoa virtuosa, vida virtuosa, prática virtuosa, ser virtuoso. A palavra virtude vem do latim, virtos. V I r o s. Virtus é a palavra no latim que vai gerar virtude virtual e curiosamente gera virtude no nossos idiomas latinos, inglês, francês, eh, português, italiano, espanhol, os que vem do latim, porque o alemão e o russo vem de uma outra derivação. O latim vai gerar virtus, que vai gerar virtude, que vai gerar virtual. O, a virtude no virtos, na origem da palavra, é uma potência. Ser virtuoso é ser potente. A palavra virtus quer dizer potência. E por que é que estamos vivendo uma sociedade tão sofrida e uma civilização tão decadente? Porque tá escassando o vírtus, potência, a potência da virtude. Imagina o que era a potência virtuosa de todas as mães que começaram a abnegação na gestação. Muitas mulheres dizem assim: "Não quero ter filhos porque não quero enfrentar 36 semanas ou aproximadamente 9 meses, exatamente 9 meses, em torno dos sacrifícios da gestação." Não, não quero ser mãe porque envolve
es dizem assim: "Não quero ter filhos porque não quero enfrentar 36 semanas ou aproximadamente 9 meses, exatamente 9 meses, em torno dos sacrifícios da gestação." Não, não quero ser mãe porque envolve muito trabalho, responsabilidade e sabe-se lá o que é que essa criança vai ser no futuro. E a pessoa faz uma conta conta do direito subjetivo dela e diz: "Maternagem, maternidade, não é para mim". Observe, ela fez uma conta racional entre satisfação e abnegação. É claro que para ser mãe é necessário arrostar consequências. da gestação, da amamentação, dos cuidados na terra e idade e da dependência total da criança na terra e idade com a mãe, ainda mais se o pai foi embora. E na equação moderna, as mulheres levam isso em consideração. Mas observe o que seria da espécie humana se não houvesse a abnegação da mãe. Mas a gente pode falar da abnegação, portanto, da capacidade de negociar com o nosso próprio desejo em outras situações. Quantas vidas seriam poupadas se nós soubéssemos abnegar, se nós soubéssemos fazer a renúncia e adiar o desejo de falar simplesmente as pessoas não conversam, elas repetem o que o outro diz na versão delas, mas elas não escutam. E por que a nossa capacidade de escuta está prejudicada? Porque a nossa capacidade de abnegar do desejo de falar está prejudicada. Os psicólogos que somos psicanalistas e profissional de saúde mental somos treinados de fato à escuta, né? E escutar é adiar o desejo de falar. E nos debates acolorados, nas conversas, nós percebemos como esse desejo oral, a satisfação de falar é tão poderosa em nossa vida. A oralidade da fala. Quem adia a hora de falar escuta, quem escuta aprende. Quem escuta entende melhor o outro. E por que é que há tanta confusão nas conversas humanas? Porque ninguém escuta ninguém. Porque as pessoas não se escutam. Elas não se dão ao trabalho de observar atentamente o que o outro estar a dizer, por estar a dizer e naquele momento porque formula aquela eloquência toda. Então, a falta de escuta é satisfação do desejo de falar,
ão ao trabalho de observar atentamente o que o outro estar a dizer, por estar a dizer e naquele momento porque formula aquela eloquência toda. Então, a falta de escuta é satisfação do desejo de falar, abnegar a palavra é escutar o outro. E quantas vidas seriam poupadas quando a pessoa em um sequestro emocional no trânsito? ou em um restaurante ou dentro de casa, ela começa a soltar a verborragia agressiva e alguém com maior sabedoria, com maior experiência de vida, começa a escutar o que o outro estar a falar em um momento de sequestro emocional e a pessoa fala bobagens e outras tantas agressividades verbais e o outro só escuta. E logo mais, quem falou demais está meio envergonhado pelo que falou. Quem escutou percebeu como é ruim passar por um sequestro emocional e não quer passar por aquilo. Quem falou demais está na pulsão falatória. Quem escutou já está na sabedoria do diálogo. Mas a nossa incapacidade de abnegar um gesto tão básico como este, falar e escutar, autorizar-se que a palavra circule. sem que ela precise terminar no nosso polo egóico. O nosso desejo é tão grande e a nossa incapacidade da abnegação tão pequena que nós achamos que nós temos que dizer a última palavra. E as pessoas discutem assuntos acalorados e se elas não não não lacam o diálogo, se elas não dão a última palavra, elas se sentem muito mal e voltam a fazê-lo. Eu tenho alertado meus pacientes e a todas as pessoas dizendo o seguinte: "Cuidado para não enviar áudios pelo famoso zap. As pessoas usam o áudio, que é a forma pela qual a voz segue, a emoção segue, a raiva segue, o equívoco segue e o casamento se acaba porque o áudio foi. Se fosse pelo menos um texto, o texto nos obrigaria a uma racionalização na comunicação que evitaria aquela catástrofe imediata. Hoje é assim, pensei, senti, mandei o zap no áudio, terminei o casamento, terminei a amizade, terminei a relação terapêutica, seja porque eu sou profissional equivocado ou o paciente que exagerou no áudio e o profissional não deu conta
o zap no áudio, terminei o casamento, terminei a amizade, terminei a relação terapêutica, seja porque eu sou profissional equivocado ou o paciente que exagerou no áudio e o profissional não deu conta daquilo que ele falou, coisas da comunicação. de mandar o texto, vai haver um delay, um time entre pensamento, escrever, corrigir, eventualmente observar o que escreveu e mandar ou desistir deletando. Mas o que quero dizer através disso é a potência da virtude é absolutamente significativa. Como falta e como faz falta a abnegação. Abnegar-se para que o outro fale e nós escutemos. abnegar-se para que a relação conjugal não termine tão rápida, tão acelerada e tão dolorosamente. A humildade, que é uma outra virtude que tá no polo oposto da satisfação do ego. Nós vivemos na era do narcisismo elevada ao extremo. O narcisismo agora ele já existia, há muito que existe. Narciso é a função psicológica fundamental pela qual nós gostamos de nós mesmos. Todos temos naciso. Precisamos preservar o nosso narciso. Porque se você zerar o narcisismo, você perde o gosto por si e cai em depressão. O gosto por si é narcísico. Narciso é uma função psíquica profunda. Todos devemos nos amar para amar ao outro. Todos devemos nos apreciar para apreciar o outro. Agora nós vivemos uma era em que o narcisismo foi elevado ao nível sombrio. É o narcisismo na era das redes sociais que gerou uma dualidade pavorosa. Observem lá nas redes sociais, nós temos um perfil, um perfil no Facebook, um perfil no Instagram, um perfil não sei aonde. E esse perfil ele nos deixa refém. reféns de um fenômeno chamado performance. Performar. Aí o sujeito fica performando um eu narcísico. A sombra psicológica dele, ele projeta lá tudo que ele acredita que ele tem de mais maravilhoso e ele precisa sustentar aquele personagem. Só que o eu das redes sociais elevado à máxima potência do narcisismo é o eu alegre, feliz, endinheirado, o satisfeito, permanentemente satisfeito. E a gente observa aquele mesmo eu no cotidiano que é a mesma pessoa e é um
sociais elevado à máxima potência do narcisismo é o eu alegre, feliz, endinheirado, o satisfeito, permanentemente satisfeito. E a gente observa aquele mesmo eu no cotidiano que é a mesma pessoa e é um outro personagem. É, às vezes o eu deprimido, é o eu deteriorado, é o eu infeliz, é o eu até empobrecido financeira e afetivamente. Essa dualidade é hoje um desastre na sociedade contemporânea por falta de a potência virtuosa da consciência de si, de não elevar ao extremo a satisfação narcísica, que é um verdadeiro tormento. Cada um de nós está vivendo em ilhas isoladas e narcisismo e buscando o quê? Like, like, gratificação, satisfação. E as pessoas ficam tão irritadas quando alguém questiona o que quer que seja do que elas pensam. As pessoas ficam tão aborrecidas quando o seu narcisismo extremado é ferido que as relações se tornaram voláteis. Porque se deleta, não se conversa, se deleta, se termina a relação deletando o outro. Então, meus amigos, a satisfação é primordial, mas as virtudes é aquilo que nos leva ao suficiente equilíbrio emocional, a virtude da abnegação, a virtude da humildade que nos faz perceber no único lugar que é nosso da provisoriedade da vida. A maioria de nós embarcou no mito da eterna juventude e de uma existência física que parece que nunca vai terminar. A pessoa que meditou sobre si e sua vida, o ser humano que aprofundou a relação consciente consigo mesmo, ele integra duas coisas: envelhecimento e morte corporal. Todo ser humano envelhece. Todo ser vivo nasce. Todo ser vivo envelhece. Todo ser vivo um dia morre. E nós, os ocidentais modernos, negamos envelhecimento e morte e não sabemos integrar nenhum dos dois por causa da falência das virtudes. A virtude do despertar da consciência, a virtude da humildade. A palavra humildade vem de humos. Olha que interessante. Humildade do latim vem de humos. Sabe o que é humos? É a palavra que lhe gerou aquilo que gera, que frutifica a terra, que é capaz de fazer a terra frutífera. Humildade vem de húmos. Aquilo que semeia a terra é
do latim vem de humos. Sabe o que é humos? É a palavra que lhe gerou aquilo que gera, que frutifica a terra, que é capaz de fazer a terra frutífera. Humildade vem de húmos. Aquilo que semeia a terra é húmos. Então, nós precisamos admitir a necessidade de construir virtudes, a virtude da coragem, da honestidade, da veracidade. Jesus nos disse: "Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres". E nós vivemos na era da mentira, da simulação do eu que performa nas redes sociais, na era da aparência. E as pessoas às vezes gostam muito de uma aparência de santidade que todos sabemos que não passa de aparência, porque cada um de nós está mergulhado na sombra, a sombra do sujeito inconsciente, que desejando fazer o bem pratica o mal. que desejando ser virtuoso é vicioso, que desejando ser bom é mau, porque o lado sombra da nossa constituição. Então, a doutrina espírita e o evangelho de Jesus nos convida a um movimento de autoconsciência que é maior que a autossatisfação. O movimento de construção de virtudes, de pedagogia das virtudes, de autoeducação, de uma vida virtuosa que nos tornaria não santos. Nenhum de nós o é, nem o será nessa existência. Mas podemos ter uma existência regrada pelas virtudes. A virtude de falar a verdade, a virtude de dialogar, a virtude de praticar a caridade, a potência virtuosa da abnegação e da humildade. e com essas duas potências que tanto nos faz falta hoje e que ele salvaria vidas e que nos manteria vivos por longos anos na terra. Porque fora Jesus quem disse: "Bem-aventurados os que são brandos, porque eles herdarão a terra brandura, potente virtude. E nós estamos na era da violência e todas as formas e em todas as expressões dentro de uma perspectiva de virtuosidade, lembrando que virtude é potência porque origina-se de Virtus. Podemos dizer, vamos acionar a potência da consciência desperta no poema que diz: "Desperta a tua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem
acionar a potência da consciência desperta no poema que diz: "Desperta a tua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Segues em oração, sendo a vida na terra passageira. Se caminhas para a libertação, esquece as ofensas e perdoa. Segue para a tua evolução. Se tens conhecimento do evangelho, se praticas um pouco a caridade, não podes dizer que não sabes ou não conheces o que é a felicidade. Ergue teu olhar, vita natureza. Pensa que pode ser leve o teu fardo, suave a tua cruz. Se tiveres no teu coração Jesus, o mestre das virtudes, o arquétipo da perfeição moral, o mestre da potência virtuosa. Assim nós terminamos nossa palestra agradecendo a atenção de vocês, dizendo que em seguida nós estaremos na livraria Mário Carvalho. Quem quiser adquirir o livro Cartas Vivas, que é nosso, porque em parceria com os bons espíritos, lá estaremos. Vamos tomar um café e oferecer o livro. Queremos também convidar vocês ao nosso Pingaluz, que é sempre a terceira sexta-feira do mês. A data não me ocorre agora, terceira, sexta-feira de abril, às 20 horas, nosso pingaluz com o tema do livro dos espíritos, porque estamos no mês da inauguração da era do espiritismo, que surgiu a 18 de abril de 1857, com a publicação do livro dos espíritos, vamos falar desse marco histórico que foi o lançamento do livro dos Espíritos por Allan Kardec em 18 de abril de 1857, na terceira sexta-feira do mês, às 20 horas. Pingaluz oferece palestra e depois abre para debates. Vocês não puderam perguntar hoje, poderão fazê-lo na terceira sexta-feira de abril no Pinga Luz. OK? Obrigado pela atenção de vocês. Deixo deixo o nosso abraço e os melhores votos de muita paz de uma noite e de todo o mês de abril, de toda a nossa vida com muita potência virtuosa. Muito obrigado e até uma próxima oportunidade. Nós agradecemos muito ao Denizar por suas explicações, seus ensinamentos desta tarde
do o mês de abril, de toda a nossa vida com muita potência virtuosa. Muito obrigado e até uma próxima oportunidade. Nós agradecemos muito ao Denizar por suas explicações, seus ensinamentos desta tarde e meditemos seriamente sobre tudo o que nos foi ensinado nesta palestra. E meus irmãos, agradeçamos a Jesus e peçamos a ele que nos abençoe para que nós voltemos aos nossos lares após o passe, com o coração leve, responsável por nossas obrigações familiares, que tentamos, que tenhamos o coração repleto de luz e de bons propósitos para com todos, que nós Nós levamos a todos do nosso convívio o bem-estar, a solicitude, atitudes de fraternidade e principalmente a caridade da delicadeza. Agradeçamos a Deus, nosso divino criador, pai de amor e de bondade. Agradecemos ao divino pastor de nossas almas, Jesus, que derrama sobre todos nós seguidamente suas bênçãos. Agradecemos agora pela palestra deste horário esclarecedora e estimulando-nos ao bendito estudo da doutrina espírita. Agradecemos aos amigos espirituais que nos ampararam e que nos amparam e a todos os benfeitores que aqui trabalham. que todos nós nos comportemos sempre de maneira gentil e coerente para com as recomendações do nosso mestre, Senhor, nosso amigo de todas as horas, Jesus. Muito obrigada a todos e vamos aguardar então a orientação para o passe do nosso irmão lá em cima, que vai nos dar as explicações necessárias. E o Denizar vai para a livraria. Quem se interessar pelo livro, ele estará lá. E uma boa noite a todos. Que nós tenhamos o coração repleto de paz e de amor. Que assim seja. Muito bem. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,
energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos
que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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