DEIXE PASSAR - Denizard de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/02/2026 (há 1 mês) 43:10 996 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Meus amigos, que sejamos todos fraternalmente acolhidos pela comunhão espírita de Brasília, no horário das 18 horas. que todos aqueles que prestigiam a palestra assistindo dos seus computadores, tabletes, televisores, através do canal YouTube da comunhão, que estejamos todos, sejamos todos alcançados por esse estado de serenidade e paz, daqueles que oram, meditam e se encontram em torno do cultivo da vida espiritual. Que tenhamos muita paz em nosso trabalho. Nós vamos eh nesta tarde abordar o tema deixe passar. Deixe passar. E vamos ler uma página do livro Cartas Vivas, livros, livro nosso psicográfico, está à disposição na livraria Mário Carvalho para que vocês o adquiram, o conheçam, leiam. Então, no Cartas Vivas, capítulo 91, temos a mensagem: Olhos que vem e ouvidos que ouvem. Parcela significativa das criaturas humanas que vivem na Terra. Vem e não enxergam. Ouvem, mas não escutam. Vem em entre aspas e não enxergam. Ouvem entre aspas não escutam. Atentai amigos para o modo como vem e ouvem a vida. Não se pode ver de um modo diferente da maneira como sentimos algo. Olha que coisa profunda, gente. Não se pode ver de um modo diferente da maneira como sentimos algo. Isto ocorre porque a percepção humana é um fenômeno integrado e integral. Por isso mesmo, é primordial harmonizarmos e sincronizarmos o nosso ver, escutar e sentir. Nesse sentido, advertiu o Mestre do Amor, Jesus, que era preciso ter olhos de ver e ouvidos de ouvir. Portanto, é necessário que vejamos com a pureza dos que enxergam com profundidade e sabedoria, assim como é fundamental que ouçamos aquilo que escapa aos ouvidos do vulgo, da maioria, do homem médio, os sonhos ocultos do coração humano, onde estiver o vosso tesouro, aí Também está o vosso coração, ensinou-nos Jesus. Ouçamos as melodias do coração e escutaremos o mistério de nossas vidas e de nossos destinos. Isto significa efetivamente escutar com segurança e profundidade, indo muito além dos ruidos interesses

s. Ouçamos as melodias do coração e escutaremos o mistério de nossas vidas e de nossos destinos. Isto significa efetivamente escutar com segurança e profundidade, indo muito além dos ruidos interesses imediatos e materiais. Sejamos os ouvidos que ouvem o gemido da dor, da fome, dos desamparados e dos esquecidos do mundo. Sejamos os olhos que vem a ignorância e a transforma em ensino, educação e libertação. Adriana de Jesus, espírito. Então, meus amigos, com essa leitura, vamos fazer vivenciar, vivenciarmos juntos esse momento de prece, de harmonia, de quietude, de silêncio interior. Ó criador do universo, a quem nome Deus. Obrigado porque da tua eternidade retiraste-nos a imortalidade. Obrigado, portanto, criador, pelo espírito imortal que somos, pelas existências que atravessamos, pela atual jornada reencarnatória. Obrigado ao criador por esta tarde de estudos, por este momento de reflexão, ensino e oração. Obrigado, fonte suprema do universo, pela ausência de dor crônica, pela nossa saúde física e mental. Obrigado pela assistência espiritual a que todos estamos a buscar. Obrigado pela presença dos iluminados mensageiros espirituais, aos quais evocamos vivamente, pedindo a Jesus que nos envolva a todos e inspire-nos a palavra para que possamos ensinar com sabedoria, aprender com com atenção, ter olhos de ver, ouvidos de ouvir, em nome de Deus, criador do universo, em nome de Jesus, iniciamos os nossos trabalhos dando graças a Deus. Então, meus amigos, o que será que significa a expressão deixe passar? Observe que está no imperativo, né? Deixe passar. Um dos maiores desafios para a mente humana é não se fixar, é não se aprisionar. E quando nós falamos em fixação e prisão mentais, de imediato nós pensamos naquilo que nos habita sem que tenhamos a consciência completa. Nos governa sem que tenhamos capacidade de governá-los. Quando pensamos em deixa passar, nos vem à mente aquilo que não conseguimos deixar pensar, deixar passar. Nos vem à mente, por exemplo, o nosso ressentimento.

m que tenhamos capacidade de governá-los. Quando pensamos em deixa passar, nos vem à mente aquilo que não conseguimos deixar pensar, deixar passar. Nos vem à mente, por exemplo, o nosso ressentimento. A palavra ressentimento, observe, é ressentir. É sentir novamente aquela ruminação de ressentimentos. aquele retorno ao passado que faz com que nós estejamos aprisionados ao que deveria ter passado ou ficado no passado. O conceito de trauma que é ferida e que aqui está no sentido como aquilo que ruminamos. Ruminamos aquela palavra maldita que nos foi dita na infância. desqualificadora da nossa condição de criança. Ruminamos aquele relacionamento doloroso que foi e aconteceu às vezes há tantos anos atrás na nossa juventude e não conseguimos deixar passar. Ele se encontra no passado, mas em nosso coração, em nossa emoção, ele está presente vivo como uma chaga que não passou. Quando pensamos naquilo que deveríamos ter deixado passar e que é necessário deixar passar, pensamos nos pensamentos de natureza automática ou obsessiva. Imagine vocês que toda a área da psicologia clínica detectou que a maioria de nós é habitada por pensamentos automáticos que não conseguimos deixar passar. É aquele pensamento que sempre volta, às vezes o pensamento da autodepreciação. Eu não valho nada mesmo. Ninguém gosta de mim. Eu não sou merecedor de um afeto genuíno. As pessoas me repelem. Aquele pensamento de autodegradação moral, acho que nem Deus se lembra mais de mim. aquele pensamento de autodepreciação emocional que descrencia o sujeito para a oportunidade de relações saudáveis e genuínas, de genuínos afetos. Alguém se sente preso e não deixa passar os pensamentos automáticos de culpa, que faz com que a pessoa se culpe sem se autorizar o autoperdão. Observe que o primeiro movimento que temos que fazer para perdoar o outro é nos autorizar que nos auto pererdoemos naquilo que um dia fizemos e a nossa própria consciência não nos deixa em paz, porque não deixamos passar a culpa. A culpa que volta na forma de sintoma.

outro é nos autorizar que nos auto pererdoemos naquilo que um dia fizemos e a nossa própria consciência não nos deixa em paz, porque não deixamos passar a culpa. A culpa que volta na forma de sintoma. E essa culpa às vezes é aquilo que não deixamos passar de passadas existências, de reencarnações sofridas por ações que as consideramos terríveis e lamentáveis, inaceitáveis, não deixamos passar a culpa. O deixa passar nos faz meditar sobre pensamentos automáticos de revolta. que nunca deixamos passar de mágoa, aquela revolta que diz: "Eu não merecia ter passado por isso. Eu não poderia ter trilhado aquele caminho. E a revolta vai nos digerindo antropofagicamente por dentro, consumindo as nossas melhores energias naquilo que não deixamos passar. Porque o pensamento automático é o pensamento que se impõe para nós e quando menos vemos estamos deixando, não estamos conseguindo deixar passá-lo. O pensamento obsessivo, aquele da vingança que volta, eu vou me vingar. Eu realizarei o meu desforço e o meu desejo de punir aquela que me humilhou, aquele que me traiu, aquela que me execou publicamente ou me rejeitou ou me excluiu. O pensamento de vingança que não conseguimos deixar passar, que em outra visão será chamado de pensamento obsessivo. pensamento obsessivo na análise da psicologia profunda da psicanálise, pensamento obsessivo induzido por obsessores. E será um grande desafio sabermos distinguir uma coisa da outra. A maioria de nós acredita que os espíritos realizam o que querem conosco, quando na verdade é um entrosamento psíquico entre aquilo que não deixamos passar das mazelas que nos consomem com aquilo que é memória dos espíritos que convivem conosco. E eis um fenômeno que parece nunca passar, a memória de sofrimento, a memória do abandono, a memória do desamparo. E na clínica as pessoas voltam à infância apresentando atos falhos ou atos declaratórios que as fazem voltar para a infância no território das experiências que deveriam ter ficado na infância. Então, deixe passar.

as pessoas voltam à infância apresentando atos falhos ou atos declaratórios que as fazem voltar para a infância no território das experiências que deveriam ter ficado na infância. Então, deixe passar. É uma técnica de esvaziamento mental. é a capacidade de nos admitirmos consciência que somos maior do que o eu. E o eu, que é o conjunto e repositório das experiências da atual encarnação. Cada um de nós se sente um eu, um ser, um ente vive no mundo. Mas esse eu não entra nos estados de consciência que lhe favoreceria o deixe passar. Esses estados de consciência não são do dia a dia. Porque o que é que acontece na rotina? O aborrecimento da manhã, a frustração do início da tarde, a tristeza do meio da tarde, o sofrimento da noite que se transporta para o outro dia, o aborrecimento da manhã que se prolonga ao longo do dia. Por quê? Porque nós somos reféns daquilo que está em nós e não conseguimos deixar passar. E a pessoa diz assim: "Mas eu gostaria de me libertar dessa experiência. Eu gostaria de me libertar desse vício. Eu desejo que passe. Só que pensamentos é algo que não se controla. Pensamentos não se controla, pensamentos se esvazia. São processos completamente diferentes. Ninguém controla os próprios pensamentos. Eles circulam na casa mental através de uma relação com o meio ambiente que os reforça ou favorece a sua passagem. Mas do lugar do sujeito só tem um lugar na alma que se pode se livrar dos pensamentos, esvaziá-los. E o que é esvaziar pensamentos? é contemplá-los não lugar do eu, porque o eu é refém da memória. Cada um de nós, gente, é refém das memórias que experimentou. O sujeito pensa que é a consciência, mas é a memória. O que é a memória? A memória é RAM, registro automático da memória. Nesse momento vocês estão vindo comigo um ruído aqui de fundo de pássaro. Se alguém buzinar lá fora, a buzina é registrada. Se alguém desse inesperadamente um grito no auditório, esse grito ficaria registrado no lugar do susto. E tudo isso é o registro automático da memória. Nós estamos

inar lá fora, a buzina é registrada. Se alguém desse inesperadamente um grito no auditório, esse grito ficaria registrado no lugar do susto. E tudo isso é o registro automático da memória. Nós estamos processando tudo. Só que o ato inverso disso, de ser alcançado por estímulos externos, de ser capturados por pensamentos que nunca passam, é o esvaziamento mental. é a técnica do deixar passar esvaziando. E só tem um lugar na no qual se pode deixar passar os pensamentos. É observá-los contemplativamente no lugar da consciência meditativa, que é a consciência do silêncio e do vazio, e que nós ocidentais não praticamos. E aí nós vamos ver médiuns com dificuldades de sintonia, pessoas em estado de aceleração permanente. Sabe aquele sujeito muito rápido em tudo, acelerado no pensar, acelerado no dizer. E ele diz: "Eu tenho que dizer tudo e tudo inteiramente e agora, senão eu vou morrer." Ele vai morrer por dizer, porque ele vai dizer a pior parte da sua experiência, a experiência automática, inconsciente e periférica. O que é o deixe passar? É o contrário. É o contrário. Vamos falar logo na prática para vocês entenderem. Deixe passar a primeira onda. Ela é totalmente inconsciente, ela é automática, ela é memória, ela não foi processada adequadamente. Então é a história do bateu levou. Qual é o qual é a causa do caos humano? É o automático. Então, chegou aqui, eu retorno. Perguntou, eu respondo. O que é o automático? que é o periférico, é aquilo que a gente não deixa passar. Experimentemo-nos todos nós funcionarmos no deixe passar. Deixe passar a primeira resposta. Alguém lhe pergunta uma coisa, você diz: "Não, vou ver o que acontece na segunda onda. Se você esperar dois minutinhos e não responder logo, sabe o que vai acontecer? Aquele pensamento primeiro, tolo, superficial, automático, pouco elaborado, reelabora-se numa roupagem melhor. Aí você vai falar melhor e mais adequadamente só porque você esperou 2 minutos. Se você esperar 4 ou 5 minutos, sabe o que vai acontecer? O pensamento

uco elaborado, reelabora-se numa roupagem melhor. Aí você vai falar melhor e mais adequadamente só porque você esperou 2 minutos. Se você esperar 4 ou 5 minutos, sabe o que vai acontecer? O pensamento vai e volta, vai e volta, vai começar a se reelaborar em um nível que ele vai ficar num nível ainda melhor. E se você esperar a terceira onda, você diz: "Provavelmente não vou responder agora". Por quê? Porque a resposta que você traria, mesmo elaborada naquele contexto, não deveria ser dada e você responderá com silêncio. Eu vou contar uma história de para vocês, para vocês entender como funciona a mente meditativa e como funciona a mente barulhenta. Os senhores sabem que os monges budistas, os hinduístas, os iogens e os meditadores experientes, eles são mais do silêncio do que da palavra. A palavra é uma característica da nossa cultura ocidental moderna e cultura ocidental que fala, que aposta que na palavra. Então, um meditador experiente estava com o seu discípulo e eles meditavam caminhando das 4 horas da manhã, pegava o alvorecer, o nascer do sol e iam prosseguiam caminhando. E eles faziam isso há muitos anos na Índia. E num dado momento esse discípulo disse: "Mestre, posso convidar um amigo jornalista para participar da caminhada?" Ele disse: "Pode desde que eles fiqu em silêncio". E aí o sujeito chegou e falou em inglês good morning, deu um bom dia e o o outro não respondeu. E eles começaram a caminhada. E eles caminharam longamente em silêncio, apenas contemplando as paisagens. E quando terminou tudo, que aquela pessoa se foi, ele disse pro seu discípulo: "Não convide mais ele, porque ele é muito falante. Bom dia. Como assim falante? Isso é só para vocês entenderem que o estado de silêncio é qualquer coisa que nos leva para o esvaziamento da linguagem, para o deixe passar de todos os impulsos. Então, nós precisamos aprender a técnica pela qual o deixa passar começa a funcionar. Gente, isso impacta tudo. Impacta as organizações, o casamento, as relações, o trânsito, o crime, a taxa de

ulsos. Então, nós precisamos aprender a técnica pela qual o deixa passar começa a funcionar. Gente, isso impacta tudo. Impacta as organizações, o casamento, as relações, o trânsito, o crime, a taxa de criminalidade, tudo. Imaginem vocês o que tiveria, o que teria acontecido. E eu vou trazer a cena, ainda que dolorosa, se os dois jovens que se programaram para a luta corporal que levou um deles a óbito, se eles tivessem tido o mínimo de técnica de deixar passar aquela luta, de contorná-la, deixando-a passar. Então nós não meditamos sobre o poder do deixar passar, deixar passar a fome implacável que produziu a obesidade, a compulsão alimentar na primeira onda, deixa passar o desejo na primeira onda, inclusive de natureza sexual, para a terceira, quarta onda. Deixa passar a vontade compulsiva de falar e fazer silêncio. Nós podemos transformar a nossa experiência se formos para o chamado equilíbrio dos estados meditativos. Silêncio que deixa passar. Agora imagine se nós treinássemos isso pela manhã, quando todos dormem, 4, 5, 6 horas da manhã, no máximo, entregássemos a um estado de observar os próprios pensamentos, pensamentos como nuvens que passam se nós nos observarmos e brigarmos com ele. Vou ser reprovado hoje de manhã porque não estudei ontem à noite. Preocupação com a prova. Vou me vou me atrasar paraa reunião mediúnica na comunhão às 8 horas da manhã. Preocupação com o horário. Meu Deus, como é que eu vou pagar esse carnê hoje que o dinheiro tá em completo preocupação com dinheiro? Não brigue com os pensamentos. E esqueci de fazer o café para meu esposo ou minha esposa, vai dar um problema. Não brigue com pensamento, só deixe passar como se fosse um filme que você tá assistindo. E você fará isso em silêncio, sozinho, de preferência com uma música que a a comunhão espírita coloca o tempo todo nesse auditório, suave, indutora das ondas cerebrais que transitam entre a vigília e o sono. Aí vocês vão observar uma coisa curiosa, que ao treinar a meditação, ao deixar os pensamentos passarem, vocês

sse auditório, suave, indutora das ondas cerebrais que transitam entre a vigília e o sono. Aí vocês vão observar uma coisa curiosa, que ao treinar a meditação, ao deixar os pensamentos passarem, vocês vão descobrir que a nossa experiência é sempre a dois. Você não é um sozinho, você é sempre dois, eu e todos nós. A consciência e o eu, a consciência contemplativa, consciência de silêncio meditativo que observa os próprios pensamentos. sem brigar com eles. Já lembrei, passou, vem o outro, deixa passar. Meditar é deixar passar a primeira, segunda, terceira, quinta, sexta onda. Descobriremos que o silêncio é absolutamente prazeroso. Descobriremos que a meditação e a oração são técnicas profundas com as quais navegamos em nós mesmos, mas nós somos o contrário. Síndrome do pensamento acelerado, multiprocessamento de tarefas, 1000 pensamentos abarrotando a alma. chega o final do dia, você está exausto mentalmente falando, porque em momento algum você desacelerou. Então, a palestra de hoje é: passar, deixe passar a primeira onda que te levaria a uma compra inadequada. Na terceira onda, você vai acertar a compra. Na quarta a melhor. Deixe passar. Deixe passar o primeiro desejo de lazer e veja o que acontece com o próprio desejo de lazer. Ele vai vir amadurecido na quarta onda. Então, o grande desafio do autogoverno, da autoconsciência e do despertar espiritual é desacelerar e admitir que existem estados de consciência silenciosos que são mais poderosos do que estados movidos pela palavra. Que a palavra é o lugar da interação humana. Para interagir falamos, para interagir escrevemos no zap. para interagir, nos comunicamos. Só que o lugar da interação deveria ser precedido pelo lugar do silêncio, porque o silêncio é o lugar da escuta de si. Isso é autoconhecimento. A maioria de nós pensa que orar é falar com Deus, como se ele tivesse lá em cima e a gente aqui embaixo. Falar não é olhar para o céu, orar. é olhar para dentro, é conectar-se com aquilo que o livro dos espíritos

nós pensa que orar é falar com Deus, como se ele tivesse lá em cima e a gente aqui embaixo. Falar não é olhar para o céu, orar. é olhar para dentro, é conectar-se com aquilo que o livro dos espíritos chamam de consciência. Onde está escrita as leis de Deus? Na consciência, o lugar mais próximo de Deus para nós é a nossa própria consciência, que se a habitarmos no lugar contemplativo de meditação e de oração, teremos conexão com Deus. O problema é que a gente não habita, não nos autoabitamos no lugar da consciência, habitamos no lugar do pensamento acelerado e da memória, que é outra coisa. E a memória te suga porque ela é traumática. Ela faz você ir para onde aconteceu o sofrimento. Então nós estamos aqui a nos autonvocar. Deixe passar. Deixe passar a primeira onda em tudo. São poucas situações que você não pode deixar passar. O semáforo que abriu, você tem que transitar. Só se o carro tiver quebrado. A hora do sim no casamento, não deixe passar porque vai dar problema. Não deixe passar a hora de entrar no concurso público que vai fechar a porta. No entanto, no que se refere ao controle dos impulsos, das respostas, todas elas periféricas quando não contemplativas. Por que que os grandes sábios são demorados na resposta, gente? perguntava se a Chico Xavier, Marcel Solto Maior contou essa história. Ele chega pro Chico e faz assim, ele era um jornalista, autor do livro As vidas de Chico Xavier e por tr de do vel de Is que tá na livraria Mário Cavalho. Aí o Marcel conta que chega pro Chico e diz: "Chico, eu queria fazer a sua biografia, você me autoriza?" Aí o Chico Xavier para 4 minutos e fica em silêncio. E ele, Marcel diz a jornalista apressadinho que era jovem. E aí? E ele em silêncio, 4, 5 minutos depois ele disse: "Não sou eu quem autoriza, quem autoriza é Deus". Aí o Marcelo na mesma hora perguntou: "E ele autoriza?" Aí o Chico sorriu e disse: "Autoriza". 4 minutos depois. Por que demorou esse tempo? Perguntem-nos sobre o papel da desaceleração na sabedoria dos sábios.

lo na mesma hora perguntou: "E ele autoriza?" Aí o Chico sorriu e disse: "Autoriza". 4 minutos depois. Por que demorou esse tempo? Perguntem-nos sobre o papel da desaceleração na sabedoria dos sábios. Perguntemo-nos sobre o papel do silêncio na preservação da vida. Perguntemo-nos sobre o papel dos estados de consciência nobilíssimos que não cultivamos na oração e na meditação. Isso é autêntica espiritualidade. Então, um dia Chico Xavier tava em apuros sofrendo muito nos anos 60, porque a revista Cruzeiro tinha feito uma reportagem desfavorável a ele. Essa revista não existe mais no Brasil. época das revistas impressas, circulou em todo o país e era uma coisa terrível de acusação contra ele. E ele tava muito sofrido. O Emanuel aparece e diz para ele: "Por que você tá tão choroso, Chico?" Não, seu é porque o senhor viu as reportagens da matéria. Ele disse: "Chico, acalme-se. Jesus foi para a cruz, você foi só paraa revista Cruzeiro." Mas depois o Emanuel disse: "Tá certo. O que que você quer saber?" Ele disse: "Seu Emanu: "Eu queria que o senhor trouxesse uma mensagem para mim do mundo espiritual superior, o que eu devo fazer?" E o Emanu disse: "Aguarde." E aí ele vai e volta e diz: "Maria lhe mandou um recado." Ah, é, seu Emanuel, qual é o recado? Eu vou anotar. Pegou caneta e sentou para anotar o recado de Maria. E Maria disse para ele, Manuel disse, ela disse duas palavras para eu dizer para você. Isso. Três. Aliás, isso passa. Isso também passa. Isso também passa. Só isso, seu irmão. Só isso. Coloque escrito na cabeceira da sua mesa. Isso passa. Deixe passar. Não coloquemos, não substantivemos a realidade, porque tudo é absolutamente provisório. Até os amores que sentimos se transformarão. A nosso corpo passará, nossa vida transcorrerá. E se deixarmos passar, retirando a substância definitiva nas situações, mas olhando-as do lugar do contemplativo, do silêncio, da consciência e não apenas do eu, deixaremos passar a nossa dor, o nosso impulso de violência, a palavra

a substância definitiva nas situações, mas olhando-as do lugar do contemplativo, do silêncio, da consciência e não apenas do eu, deixaremos passar a nossa dor, o nosso impulso de violência, a palavra agressiva, o gesto irresponsável, o acidente de trânsito e até o relacionamento que não deveria acontecer. Deixe passar do lugar da consciência desperta, da consciência meditativa, da consciência contemplativa, da consciência desperta que diz no poema: "Desperta tua alma adormecida nas ilusões perigosas desta vida. Não te detenhas ante as sombras do caminho. As belas rosas também trazem seus espinhos. Se alguém magoou teu coração, não te entristeças. Segues em evolução. Se tens conhecimento do evangelho, se praticas um pouco a caridade, não podes dizer que não sabes ou não conheces o que é evolução. O que é felicidade? Ergue teu olhar, pinta a natureza. Pensa que pode ser leve o teu fardo. Suave a tua cruz se tiveres no teu coração, Jesus. Deixemos passar e no ato profundo da consciência tudo será luz, sabedoria, adequação. Nos tornaremos adequados. Se soubermos deixar passar esta, este poema servirá como nossa oração. Teremos agora o passe. Nosso irmão já está ali para vos chamar a todos, a nos chamar. E aqueles que quiserem, nós estaremos na livraria Mário Carvalho autografando o livro nosso psicográfico, Cartas Vivas para vocês, tá bom? Se puderem, deixe passar o carnaval. Mas não deixe passar o descanso que o carnaval enseja. Continuemos a deixar passar tudo, porque tudo é absolutamente provisório de passageiro. Muita paz e até a próxima oportunidade, que no nosso caso será o Pingaluz de fevereiro com o tema a espíritos. É a essa sexta-feira, a outra terceira sexta-feira do mês, às 20 horas aqui no auditório Pingaluz. Tá bom? Até a próxima oportunidade. Um grande abraço a todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, [música] Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e

isitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem [música] e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso [música] que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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