Comunicação em transição | Alessandro de Paula e Sérgio Bento | Podcast 13º Congresso Espírita RS
Inteligência artificial, novas ferramentas tecnológicas... A comunicação é um campo que segue em constante evolução. Mas como essas mudanças impactam a comunicação no Centro e no Movimento Espírita? E, mais do que isso, como os trabalhadores do Movimento Espírita podem se apropriar e utilizar melhor essas ferramentas para potencializar a divulgação da Doutrina Espírita? Confira no bate-papo inédito gravado no 13º Congresso Espírita do RS sobre este tema! Participam do diálogo Alessandro de Paula, Sérgio Bento e Vergílio Rios.
Olá, queridos amigos. Estamos aqui no 13º Congresso Espírita do nosso Rio Grande do Sul, aqui nesse ambiente do estúdio onde estamos realizando a gravação desse podcasts. Eh, a proposta é de nós trabalharmos algumas temáticas durante esses encontros com alguns convidados. E nesse podcast desse momento, né, gravado aqui no ambiente do 13º Congresso, nós vamos abordar um assunto muito importante e bem relacionado com a nossa área de comunicação social espírita, do nosso movimento espírita, onde vamos trabalhar a comunicação e transição, não somente pelo aspecto da comunicação específica como técnica, mas também voltada a todos os trabalhadores do nosso movimento espírita. Eu sou Virgílio, atualmente diretor da área de comunicação social espírita da nossa federação. Nós estamos aqui com dois convidados do nosso congresso, o nosso amigo Sérgio. O Sérgio é vice-presidente de educação e difusão da da FEC, né, da Federação Espírita Catarinense e é coordenador regional da nossa área de comunicação social espírita da Ser, né, ligado ao nosso Conselho Federativo Nacional. O Alessandro, nosso convidado, foi orador aqui no 13º Congresso deste ano. O Alessandro é escritor, é palestrante espírita, dirigente do Centro Espírita Allan Kardec, Itapetininga, participa do programa Radiofônico Espírita Terceiro Milênio e atua como diretor doutrinário da Abraham, Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas. Alessandro, seja bem-vindo. Receba o nosso o nosso abraço aqui do espírita gaúcho. >> Virgílio Sérgio, é uma alegria muito grande partilhar desse espaço com vocês. Primeira vez no congresso espírita gaúcho. Realmente um ambiente muito acolhedor. Então estamos muito felizes de estar aqui e podendo falar dessa temática da comunicação espírita nos dias atuais. Amigo Sérgio, >> uma alegria também poder compartilhar esses momentos de grandes reflexões no congresso, né? Isso é muito importante para cada um de nós, porque a comunicação, antes de ela se tornar comum, ela precisa ser entendida por
poder compartilhar esses momentos de grandes reflexões no congresso, né? Isso é muito importante para cada um de nós, porque a comunicação, antes de ela se tornar comum, ela precisa ser entendida por mim. E e ao aprofundarmos os conceitos espíritas, nós temos ali a oportunidade do nosso engrandecimento. Então, a nossa gratidão aí a toda Ferges pelo acolhimento, pela pelos abraços carinhosos que temos recebido aqui dos amigos. Obrigado. O, é interessante essa fala do Sérgio de necessidade de nos compreendermos, de nos entendermos, de fazer essa ligação. Porque por vezes quando falamos em comunicação social espírita no movimento espírita, pensamos especificamente em atividades técnicas e talvez não nos percebamos todos os trabalhadores como comunicadores no movimento espírita. em todas as atividades que nós realizamos e precisamos de comunicação. E Sérgio, queria começar contigo, colocando a nossa primeira proposta de reflexão, de entendermos essa essa comunicação que nós temos e a comunicação em transição nesses tempos de comunicação rápida, de mídias sociais, de muito conteúdo de forma virtual. No movimento espírita, a comunicação também se transforma. Com certeza é uma necessidade de transformar-nos, nos renovando diante da desse aprendizado constante que a doutrina espírita nos proporciona. Então, os os meios de comunicação, as novas tecnologias, elas precisam ser entendidas como ferramentas que nos facilitem a nossa comunicação, a essa transmissão de um conhecimento, não apenas de uma informação. E e aí é importante também ressaltar que os princípios da comunicação social espírita, desde os seus princípios técnicos e e claro doutrinários, filosóficos, eles são muito diferentes da comunicação da sociedade comum e então é preciso também entender essas diferenças para que essas técnicas, para que esses modelos de comunicação sejam bem utilizados em favor da divulgação da doutrina. Porque apesar de nós colocarmos comunicação social espírita, ela não tá dissociada da sociedade, né? O espírita
ue esses modelos de comunicação sejam bem utilizados em favor da divulgação da doutrina. Porque apesar de nós colocarmos comunicação social espírita, ela não tá dissociada da sociedade, né? O espírita em si, ele está relacionado na atividade do cotidiano com as demais atividades. Então, é preciso pensar também nessa nesse ponto, né? E pensarmos nesse ponto que nós estamos relacionado com outras atividades, não somente no centro espírito, né? Estamos em pleno contato, no seja no trabalho, na família, com os amigos e também no centro espírita. E por vezes de nós pensarmos a comunicação social no movimento de estar relacionada com outros pontos, surge a ligação com a comunicação, de certa forma do marketing, da propaganda convencional. E aí pensando nessa proposta hoje em dia, assim, qual é a novidade? Qual é a ferramenta que surgiu a mais nova? O que que nós temos de novo no movimento espírito? E às vezes vem alguns argumentos assim: "Bom, mas o espiritismo tá chato?" >> Uhum. >> Não traz nada de novo. O que que a comunicação tem a nos dizer, Alessandro? O que que o Espiritismo nos diz sobre a atualidade? Qual é a atualidade do espiritismo nesse ambiente de nos comunicarmos? Será que nós precisamos ou temos que buscar a todo momento novidades? para colocarmos nos nossos canais de comunicação. E que novidades seriam essa se existissem? >> Eu vou aproveitar, Virgílio, essa palavra que você trouxe atualidade. Há uma obra do nosso querido Divaldo Franco pelo espírito Viana de Carvalho que se chama Atualidade do Pensamento Espírita. E diferentemente do que se pode pensar, a obra não está falando que o pensamento está desatualizado, está atualizado. E eu cito a obra porque Viana vai falhar, falar das comunicação nessa obra e vai tocar em pontos que hoje é realidade para nós. A obra tem mais de 20 anos e ele já falava da dessa automação da tecnologia, falava das máquinas inteligentes, entre aspas, né, a inteligência artificial. Então ele já vinha falando dessa realidade que
obra tem mais de 20 anos e ele já falava da dessa automação da tecnologia, falava das máquinas inteligentes, entre aspas, né, a inteligência artificial. Então ele já vinha falando dessa realidade que surgiria para o mundo, para os diversos segmentos na minha área da justiça. Hoje nós vamos ver que essas questões de comunicação, tecnologia, inteligência artificial, que é o que há de mais novo, >> que nós estamos novo, entre aspas, porque já tem tempo, mas agora que está chegando no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, e é algo que o espiritismo tem que se utilizar. A grande barreira, talvez um grande desafio nós podemos trazer nesse início de conversa, é quando nós olhamos a faixa etária do público espírita, do dirigente espírita, que normalmente é uma faixa etária acima dos 50 anos. Alguns são mais engajados e gostam do novo e do desafio. Outros perfil saudosista, olham com ressalvas o novo, não querem se adaptar ao novo e vão manter essa comunicação espírita diante dessas diversas eh nichos que nós temos hoje. E ele vai ficar refratário. Quem perde é a casa espírita onde ele está, o local onde ele está, a comunicação espírita onde ele está. Então, sem dúvida alguma, hoje nós temos um espaço muito amplo para colocar em prática o que Emmanuel disse ser uma das grandes caridades com a doutrina espírita, que é a sua divulgação. E quando se fala de comunicação, é estar aproveitando esses espaços. Como vocês vinham falando, há vários espaços de comunicação espírita, o diálogo com amigo no serviço, o atendimento fraterno, a palestra pública, a palestra num congresso, né? Então são espaços de comunicação, cada um com as suas características. O comunicador, o espírita vai ter que saber ali dosar as informações, como expor, como colocar, porque cada espaço tem a sua característica, o seu perfil. E hoje, quando falamos de comunicação social espírita nas redes sociais, nós precisamos buscar qualidade, às vezes buscar. Eu conheço locais que você contrata alguém, você vai procurar
, o seu perfil. E hoje, quando falamos de comunicação social espírita nas redes sociais, nós precisamos buscar qualidade, às vezes buscar. Eu conheço locais que você contrata alguém, você vai procurar alguém que conheça do assunto, porque é uma área que não adianta você querer só ter boa vontade. A boa vontade é o primeiro passo, mas eu tenho que ter expertise para lidar com isso. E e eu falo por experiência da Abraham, da Associação dos Magistrados Espíritas, que está nas redes sociais e nós temos um eh uma pessoa que cuida disso para nós e ele tem no nós não temos, precisamos ter, estudar. e ele fala: "Não, aí a mensagem tá muito longa paraa rede social, o pessoal não vai se fixar, precisando ter mais imagem". Então, eu quero chamar a atenção dessa faixa etária. Temos que aceitar o novo, nos preparar, ocupar esses espaços e nos qualificar para que esse espaço seja bem aproveitado e a mensagem espírita possa chegar a esses diversos públicos, desde a criança ao jovem que estão nas redes sociais, mas de uma maneira adequada, né? Respeitando até tempo. Ele falou: "Há estudos mais de tantos segundos a pessoa hoje com essa instantaneidade das redes sociais, ela não se fixa muito. Então às vezes tem que criar um marketing de uma mensagem, de um conteúdo que você vai ter que apresentá-lo minimamente em 10 segundos, 15 segundos. Então são grandes desafios que têm surgido, mas ao mesmo tempo oportunidades de crescimento e oportunidades de divulgação da doutrina. É interessante isso. Isso coloca Alessandro assim que é importante nós entendermos que não é só a ferramenta existir, >> mas como nós a percebemos, qual é que nós vamos escolher, qual é que se vai se adequar a nossa realidade, ou seja, a realidade do ser do espírita X, às vezes não é do mesmo ser espírita Y, né? >> E pensarmos também assim, bom, eu preciso às vezes contratar alguém que entenda dessas ferramentas, né? ou chamar alguém que entenda para que faça essa elucidação paraa equipe de comunicação ou pra administração do
mbém assim, bom, eu preciso às vezes contratar alguém que entenda dessas ferramentas, né? ou chamar alguém que entenda para que faça essa elucidação paraa equipe de comunicação ou pra administração do centro espírita. Sérgio, como é que tu compreende essa proposta de conectar esses dois pontos, a técnica e a e a questão doutrinária? Sem pensarmos numa coisa que o Alessandro falou muito bem de pensarmos assim, não há uma certa concorrência ou digamos assim, elimina a questão técnica, deixa só o doutrinário ou tira doutrinário e deixa só a questão técnica. Como é que a gente chega a um a um consenso? como é que isso pode ser utilizado no movimento espírita, né, no nosso centro espírita e por vezes até nas nossas redes sociais. >> Perfeito. E é, eu vejo uma grande oportunidade porque, como o Alessandro falou, nós temos um trabalhadores com faixa etária mais adiantado, né? E nós temos muitos jovens chegando com vontade de trabalho que entendem muito melhor essas técnicas mediáticas, essas técnicas das ferramentas de comunicação e que nós que já estamos, né, eu sou da da época da máquina de escrever datilografia, fiz curso de datilografia, >> carbono, papel carbono, >> papel carbono, mimiógrafo, né? >> PowerPoint é novidade, hein? >> PowerPoint é, esses dias eu falei: "Ah, eu tenho aqui uma lâmina, pessoa lâmina." O que é lâmina? Eh, uma transparência. Ah, um slide. Isso. Ah, tá. Um slide, né? Eu vejo uma grande oportunidade, porque a comunicação ela precisa trazer esses elementos técnicos, entender a forma técnica da comunicação, porque faz parte da própria do do próprio mecanismo de funcionamento do ser humano, de como que ele lida com a informação que ele recebe. E nós recebemos informações a todo segundo. E então é uma grande oportunidade, porque se nós deixarmos o jovem que tem esse conhecimento técnico, que sabe aplicar essas técnicas, eh, olha, essa comunicação ela precisa ser mais rápida, aqui precisa entrar uma imagem, aqui um texto mais longo, aqui um texto mais
que tem esse conhecimento técnico, que sabe aplicar essas técnicas, eh, olha, essa comunicação ela precisa ser mais rápida, aqui precisa entrar uma imagem, aqui um texto mais longo, aqui um texto mais curto. Aquele trabalhador que tem um pouco mais de experiência com a doutrina espírita, ele vai poder trazer um elemento que é fundamental na comunicação, que é a sua função evangelizadora. Porque nós não podemos comunicar uma verdade através de elementos, por exemplo, que não nos tragam paz, que não nos tragam harmonia. Então, nós podemos ter um cartaz de divulgação belíssimo de uma palestra belíssima, mas a gente olha para aquele cartaz, as cores, a o formato da letra, a cor da letra, aquilo gera uma um o contrário da paz, da reflexão íntima. Então eu vejo uma grande oportunidade pros centros espíritas em nós unirmos essa juventude que precisa do tempo de trabalho dentro da doutrina, construindo a sua própria experiência a partir do contato com o bom, com o belo, não é? Porque é isso que tem que ter, né, essência da comunicação e e esses trabalhadores com mais experiência, então juntando essa essa noção assim de puxa, eh é olhar pra natureza, né? a gente olha para uma flor ali, você, né, andando aqui em Porto Alegre, a gente vê muitas flores, né, e aí você pega uma flor de P, puxa, aquele negócio é lindo, você pega uma margarida, você Então trazer essa simplicidade, mas sempre com o belo. E muitas vezes a comunicação na sua velocidade, ela não se preocupa com o belo, ela se preocupa com a mensagem, com o tempo, com o conteúdo. Mas é uma grande oportunidade pro Centro Espírito, porque nós precisamos aliar essa função evangelizadora da comunicação social espírita, porque há pessoas que não vão se deter no texto, elas vão olhar pras cores, para aquela imagem e aquilo vai fixar nela o conceito espírita. Então, essas cores, esses formatos, o tipo de letra, isso precisa estar presente na composição técnica de uma campanha de divulgação. Então, eu vejo como uma grande oportunidade. É como a gente
írita. Então, essas cores, esses formatos, o tipo de letra, isso precisa estar presente na composição técnica de uma campanha de divulgação. Então, eu vejo como uma grande oportunidade. É como a gente falar assim a outra função da comunicação, né? A função integradora, só abrindo um parênteses, né? >> Eh, a gente fala tanto integração na dificuldade e tal. E e eu digo assim, olha, é uma grande oportunidade também, porque no Centro Espírita, ali aonde a gente efetivamente trabalha, eh são poucos os trabalhadores que atuam em apenas uma atividade. Normalmente nós nós desempenhamos mais de uma atividade, então na realidade já tá tudo integrado. É nós que estamos separando às vezes por atitudes descuidadas, por não refletir, por não sabermos comunicar o nosso entendimento de integração das atividades com a atividade do centro espírita como um todo. Então eu acho que a comunicação tem esse esse lado muito importante assim de puxa, eu vou comunicar, vou, mas o que eu vou comunicar? Primeiro refletir essa mensagem que eu estou aqui codificando na minha mente, no meu entendimento do que a doutrina espírita me proporcionou em termos de paz, em termos de conhecimento, em termos de possibilidade da minha reforma íntima. Será que se eu falar desse jeito que eu entendo para mim, o meu irmão, o meu amigo, ele vai entender da mesma forma? >> Então, a comunicação ela é muito simples, mas ela tem esses lados que são necessários, né, a reflexão, porque eles vão se tornando complexos e exigem técnica, exigem estudo, conhecimento, >> ex refinamento doutrinário, né? Porque hoje com esse espaço aberto da comunicação, é um espaço aberto que pode ser bem ou mal manejado. Então nós vimos nos últimos anos, especialmente no auge da pandemia, onde o virtual ocupou um espaço muito importante na comunicação, nós vimos coisas de boa e má qualidade, né? Então a gente tem que tomar muito cuidado porque essa união da experiência com a juventude vai propiciar isso, né? o jovem trazendo essa pujança, esse
ação, nós vimos coisas de boa e má qualidade, né? Então a gente tem que tomar muito cuidado porque essa união da experiência com a juventude vai propiciar isso, né? o jovem trazendo essa pujança, esse idealismo de querer usar as técnicas, as ferramentas novas e o mais experiente podendo dosar o conteúdo doutrinário, que às vezes nós sabemos que uma vírgula muda o sentido. Uma vírgula muda o sentido, uma palavra mal colocada, porque a doutrina espírita ela é profunda no seu conteúdo. E muitas vezes você apresentar ideias espírit através de espaços às vezes menores, mais curtos, com textos mais curtos, é um desafio. Você tem que ajustar às vezes uma frase, uma imagem que consiga transmitir minimamente aquele conteúdo doutrinário, porque senão pode passar da margem a interpretações eh diferentes. Então, é um grande desafio e nós precisamos aceitar esse desafio e fazer o melhor. >> Sim. E o, e isso que eu penso que é interessante, o Sérgio comentou a respeito da da função integradora e às vezes essa função integradora ela se ela se ela sai da questão meramente mediática, sai pra própria integração dentro do centro espírito dessas dessa relação do jovem com com aquele que já está há mais tempo no movimento espírita, buscando alinhar e todos saem aprendendo, todos ganham com isso, né? E até nessa proposta de pensarmos nesse filtro que nós vamos colocar. E Alessandro, como é que tu vê essa proposta assim? Bom, redes sociais ou as mídias de uma forma geral e nós temos o livro espírita também nos formatos ebook, >> né? Ou seja, nas mídias digitais. Agora, em outros formatos, por vezes, como tu comentaste assim, a resposta, a resposta não, o o a veiculação, ela é curta, é uma mensagem ou às vezes é uma imagem que buscam levar uma reflexão para que conduzam a outro formato de mídias que pode colaborar de uma forma mais profunda, que por exemplo é o caso do livro. E se nós ficarmos apenas nessas mensagens um pouco mais curtas, qual é a a probabilidade ou talvez o risco de nós permanecermos na
aborar de uma forma mais profunda, que por exemplo é o caso do livro. E se nós ficarmos apenas nessas mensagens um pouco mais curtas, qual é a a probabilidade ou talvez o risco de nós permanecermos na superficialidade? É importante nós entendermos o uso das ferramentas. Mas será que é interessante também nós percebermos como usamos isso do nosso comportamento ao utilizarmos as ferramentas ou do nosso comportamento também nas mídias sociais? Que hoje em dia é muito fácil nós abrirmos um canal no YouTube, >> a rede social, >> não só na instituição, mas nós. E há reflexos nesse sentido assim do nosso comportamento ao usarmos isso, ao levarmos pro movimento espírita. Sim, >> do nosso comportamento >> é uma responsabilidade imensa, né? São dois pontos que eu gostaria de chamar atenção, porque às vezes eh outro dia eu li há alguns anos atrás uma síndrome, né? Síndrome do excesso de informação e carência de conhecimento, né? Parece que se parece contraditório, né? Mas é que circula muita informação >> que às vezes não atende o seu objetivo, não é de boa qualidade e o conhecimento fica comprometido. Então nós temos que tomar um cuidado muito grande, porque hoje na doutrina espírita, um dos grandes desafios que nós enfrentamos é isso que você trouxe. 90% do frequentador da casa espírita, ele quer aprofundar conteúdo, ele quer ficar na superficialidade. A gente percebe que eles vão na palestra, aquele espaço de palestra pública e passea, quantos dali? Ali é a superficialidade da informação, porque o tempo é curto e você convida para ir paraa profundidade. Grupo de estudo, quantos vão? Então, a gente tem que tomar muito cuidado, porque as redes sociais, as mensagens mais curtas, ela não pode ser eh o único tornar-se o único espaço de divulgação da doutrina espírita, mas tem que ter, como você falou, essa estratégia de poder despertar um interesse, uma curiosidade. Aí, uma coisa que você trouxe muito importante, o livro físico, você citar fonte. Eu vejo muitos textos que você não sabe, coloca às vezes só lá
tégia de poder despertar um interesse, uma curiosidade. Aí, uma coisa que você trouxe muito importante, o livro físico, você citar fonte. Eu vejo muitos textos que você não sabe, coloca às vezes só lá uma frase Dr. Bezerra de Menezes, que é muito comum. Eu já vi frases que você olha e fala: "Não é Dr. Bezerra". Primeiro e você não citar fonte porque é uma forma de você trazer um conteúdo de início sintético, né? Mais simples, despertar uma curiosidade. Gostei dessa frase. Qual livro é? E hoje, ao mesmo tempo que você vai citando a fonte, o nome do livro, o capítulo, o autor, hoje, com a mesma velocidade das redes sociais, você pode, naquele mesmo instante adquirir a obra e você tê-la na sua casa em 48 horas. Então, dá para casar as duas coisas, né? >> Sim. >> Você acaba fazendo esse casamento porque você leva uma mensagem, mas conduz a pessoa a buscar profundidade se ela desejar. E ela pode ali mesmo já adquirir aquela obra, porque você tá citando fonte, você tá trabalhando uma estratégica aqui, olha que eu trouxe um conceito simples, mas se você quiser se aprofundar, tem um caminho, você consegue fazê-lo. Porque nessa época da pandemia, do virtual, quando surgiu, ele trouxe um grande desafio, porque as lives eram muito curtas. Ah, as pessoas não se concentram, às vezes estão assistindo do celular. Era, eu já peguei lives na época 20 minutos, 30 minutos e até hoje querem manter isso. E você acaba desacostumando as pessoas, porque quando vem para um congresso, para uma palestra, 1 hora, 60, 75 minutos, as pessoas não gostam porque estão acostumad com lives curta, coisas curtas. Então, nós temos que trabalhar com ambas as coisas, né? Porque senão nós vamos continuar mantendo o nosso público espírita, o simpatizante espírita com superficialidade. E nós estamos em tempos que temos que sair da superficialidade e criar esse canal de comunicação das da da superficialidade para a profundidade para quem eu desejar. Então vejo quantos desafios vão surgindo e nesse espaço da comunicação
e sair da superficialidade e criar esse canal de comunicação das da da superficialidade para a profundidade para quem eu desejar. Então vejo quantos desafios vão surgindo e nesse espaço da comunicação espírita. E um outro ponto que você trouxe, eu sempre gosto, eh, trazer a figura de Kardec, qual era a rede social que Kardec tinha à sua disposição, a revista Espírito. >> Revista Espírita. E ali você tem um modelo de dialogador, você tem um modelo de postura diante da rede social, como era Kardec na revista espírito. Eu já construí um texto, né, um capítulo de uma obra, eh, palestra, porque é algo muito interessante, porque nós espíritas somos comunicadores sociais do espiritismo. qualquer coisa que nós colocamos nas nossas redes sociais, grupo de WhatsApp, WhatsApp, e nós vamos estamos divulgando e às vezes de forma inadequada e sem responsabilidade. Às vezes entramos nessa sintonia geral de belicosidade, agressividade, polarização e às vezes vem uma, alguém posta algo e eu naquele momento entro naquela sintonia mais infeliz e ali usando um espaço de rede social enquanto espírita, enquanto cristão. E ali eu extravazo a minha belicosidade, eu extravazo o homem velho, as más inclinações. E Kardec nos ensina o quê? que não, aquele espaço tem que ser um espaço de de um cristão, de um espírita. Então, ele foi sempre muito amoroso, muito educado, muito responsável, eh, quando ele ocupava a revista espírita, a rede social, você não vê. E ele sofreu ataques gravíssimos. A doutrina sofreu ataques levianos a ponto de, por exemplo, acusarem que o espiritismo fomentava o suicídio e Kardec foi atacado pessoalmente a que enriqueceu-se a custa do espiritismo. Aí ele vai, imaginemos hoje com a instantaneidade, alguém acusa nós disso. Você vai nas redes sociais e extravaza, ódio, você quer se vingar, você produz um texto sem nenhuma sintonia com a moral cristã, com a moral espírita. Que fazia Kardec? Kardec orava, não tinha essa instantaneidade, mas a revista espírita era mensal, ele tinha que
ar, você produz um texto sem nenhuma sintonia com a moral cristã, com a moral espírita. Que fazia Kardec? Kardec orava, não tinha essa instantaneidade, mas a revista espírita era mensal, ele tinha que produzir, não era só a revista. Então ele entrava num num momento de reflexão para saber o que colocar ali. Eram textos sempre educados, amorosos, acolhedores. A pedagogia de Kardec, às vezes textos que você lê um texto de Kardec fala: "Quanta informação, quanta seriedade, quanta amorosidade." Então nós podemos e devemos usar Kardec enquanto comunicador espírita na rede social da época revista espírita, como modelo de inspiração para nós nessa comunicação social atual. Eu achei maravilhoso esse esse exemplo do, como Alessandro coloca, do Kardec utilizando a revista espírita como um veículo de comunicação, fazendo um paralelo com as atividades de hoje do nosso comportamento. Ele tem um trecho no projeto de 1 da obras póstumas, né, projeto 1868, que ele fala da divulgação e ele faz aquela reflexão, diz assim, ó, num um uma proposta de divulgação em larga escala, poderia levar as ideias para que despertasse o desejo. Ou seja, ele não coloca aqui, ó, é nesse canal que você vai encontrar todo consolo, esclarecimento e orientação. ele fala despertar o desejo, claro, coloca todo o conteúdo com doutrinariamente seguro, mas que levasse de fato a aprofundar essa reflexão e o comportamento que ele tem de fato nessa na revista espírita é um exemplo a todos nós, né? E o Alessandro comenta a respeito também da produção de textos que ele colocava nessa revista, o que dá para nós ligarmos com hoje também com produção de textos, que hoje nós temos uma facilidade de divulgação de artigos, de livros ou pequeno textos, textos em redes sociais. E aí entra uma que não é nova, como Alessandro mencionou anteriormente, questão da inteligência artificial, mas hoje nós temos mais amplamente falado sobre isso por causa da inteligência artificial generativa que gera novos conteúdos. como que o espírita
ou anteriormente, questão da inteligência artificial, mas hoje nós temos mais amplamente falado sobre isso por causa da inteligência artificial generativa que gera novos conteúdos. como que o espírita nós, se ela existe, nós podemos nos fazer o uso disso e aí podemos, não só na divulgação, mas também nos próprios estudos do Centro Espírita, prepararmos materiais, ferramentas de auxílio ao estudo. Agora, como nós espíritas, buscando buscando o que nós já comentamos, a questão da responsabilidade de fazermos uso dessa ferramenta, tanto no individual como no centro espírita. Como que essa ferramenta agora de ar pode nos auxiliar no movimento espírita, no centro espírita aos nossos estudos e divulgação. Como é que você vê isso, Sérgio, na de nós nos apropriarmos dessa ferramenta? Vou utilizar a bezerra. É urgente, mas não pode ser apressado. Porque a ferramenta ela vem para tornar algo mais fácil. ela não vem para substituir a minha capacidade de entender aquele conteúdo que é apresentado. Então, ao utilizar a inteligência artificial, eu não posso utilizar ela como fonte do meu conhecimento. Eu posso utilizar ela como uma ferramenta que me facilite juntar elementos, textos, diferentes textos sobre determinado assunto que eu tenho que docinar, porque eu preciso observar o que a Iá me indica e ver se aquilo está de acordo com os princípios da doutrina espírita. >> Eu preciso fazer um um crio, ter um um filtro >> de altíssima responsabilidade, não é? Porque isso é responsabilidade de quem vai multiplicar. Isso não tá na responsabilidade da Iá. Ah, não, mas isso foi a IA, esse conceito equivocado foi a IA que me deu. Sinto muito. Você postou ele, você que que construiu aquele prompt que chegou naquele conceito, a responsabilidade é sua. E nós entendemos, né, todo o processo de responsabilidade da doutrina espírita. Então, a Iá é uma ferramenta fantástica. Nós, eu tenho assim na por mim, né, pela minha vida, que eu sei muito poucos, quase nada das suas potencialidades, porque eu não consigo dizer como que nós
ta. Então, a Iá é uma ferramenta fantástica. Nós, eu tenho assim na por mim, né, pela minha vida, que eu sei muito poucos, quase nada das suas potencialidades, porque eu não consigo dizer como que nós vamos estar daqui a um ano com relação a IA, mas eu sei que eh é preciso fazer o dever de casa, é preciso estudar, é preciso conhecer os princípios da doutrina espírita para que a Iá seja uma ferramenta que realmente nos auxilie a construir conceitos senão as redes sociais a própria IA. É como eh André Luiz no livro Libertação lá no capítulo dois, salvo engano, quando ele diz assim que eh o objetivo daqueles que não querem o bem é nos manter distraídos e ofuscados. E é porque a gente passa o dedo tão rápido, a gente constrói um prompt na iá buscando um conceito e e aí você se contenta com aquilo. Será que é aquilo, né? Masonde está a fonte? E nós precisamos beber na fonte. O cristão precisa beber na fonte. Então, é uma ferramenta fantástica, mas ela precisa ser utilizada com muita responsabilidade, com muito cuidado e não como algo que apenas facilite o meu tempo. Ah, eu não vou ter tempo de estudar essa exposição, então eu vou querer falar aqui sobre o o perdão, por exemplo. Então, eu pego aqui, ah, construa aí uma palestra com slide sobre perdão. Ela vai construir. Mas se você não conhece, né, o perdão a partir do que Jesus nos exemplificou de perdão, daquilo que Kardec nos deixou escrito, né, sobre o que é o perdão. E além, eu não vivo o perdão. E se eu não vivo o perdão, como que eu vou comunicar sobre o perdão? Então eu tô comunicando algo que eu não vivo, então aquilo também não é verdadeiro. Então a Iá é ferramenta, ela não é a solução dos nossos problemas, das nossas dificuldades de construção de texto, seja do que for, de imagem. Ela é uma ferramenta, ela vai facilitar, mas e eu tô cumprindo com a minha responsabilidade, tô fazendo o meu trabalho no limite das minhas forças, porque é preferível fazer menos, mas fazer bem feito. A qualidade é fundamental, né? Então aí há, eu hoje
cumprindo com a minha responsabilidade, tô fazendo o meu trabalho no limite das minhas forças, porque é preferível fazer menos, mas fazer bem feito. A qualidade é fundamental, né? Então aí há, eu hoje tenho essa preocupação porque eu vejo algumas pessoas utilizando sem critérios e sem critérios ela não será uma ferramenta útil à divulgação da doutrina espírita. >> É, eu tenho uma aquela frase de João, né? Não acreditar em todos os espíritos, mas provar ess de Deus trazendo para Iá, né? Não acreditar em tudo que a Iá traz, mas provar se é doutrinário, né? Se realmente vem ao encontro daquilo que a gente está querendo oferecer. Eh, pessoalmente, eu acho que a inteligência artificial é assim um ponto, um parênteses. Na obra que eu citei do Ven de Carvalho, né, eu vejo espíritas preocupados com esse crescimento da IA e às vezes até querer trazer do da ficção científica exterminador do futuro, Arnold Schwazneger, para a nossa realidade, as máquinas vão dominar o mundo, vão e ele e o Vian é claro, não há minada que possibilite isso. sempre o homem estará à frente da máquina, que é mais ou menos o que o Sérgio trouxe. A gente tem que estar à frente da máquina. Não vai acontecer. Não criemos teorias da conspiração que não existem. E para nós também é um exercício de humildade. Eu vou falar uma experiência profissional. Exatamente. Neste momento na minha vida profissional, com quase 30 anos de juiz, eh surge para nós o uso da inteligência artificial. sentenças que eu demorava 3 horas, 4 horas para produzir. Mas não é que a Ia vai julgar o processo, porque às vezes você fala: "Nossa, o juiz tá usando inteligência artificial hoje". Então ele delegou paraa inteligência artificial a responsabilidade dele, que é o que o Sérgio vinha falando. Não, o juiz ele dá o caminho. Eu falo, estudei o processo, li o processo na casa espírit, estudei o tema, eu sei, ela vai dar uma um auxílio, eu dou o caminho e o que eu demorava horas para fazer, a Iá faz uma sentença para mim dentro da dos
tudei o processo, li o processo na casa espírit, estudei o tema, eu sei, ela vai dar uma um auxílio, eu dou o caminho e o que eu demorava horas para fazer, a Iá faz uma sentença para mim dentro da dos prompites que eu coloquei, dos comandos. 30 segundos. 30 segundos. E aí o grande desafio para nós, porque eu tenho dito que a é um exercício de humildade, ser ela fez melhor do que eu. A produção ali, a linguagem, a coordenação, concordância verbal, a objetividade, a exposição da ideia. E eu tenho que reconhecer que muitas vezes, muitas vezes, muito melhor do que eu iria produzir. Ela seguiu minha linha de raciocínio, >> seguiu o comando que eu dei. Esta ação é procedente, o pedido do autor é procedente nesses termos. Ou é improcedente. Eu já dei o que eu quero. E ela fez muito melhor do que eu. Na doutrina espírita, nós vamos ter que lidar com esse exercício de humildade, porque eu ainda tô nessa fase de transição. Eu raramente eu uso slide só em seminários. E eu tenho vergonha de dizer que o meu último seminário que eu fiz ainda foi no PowerPoint. Eu ainda esse final de ano, começo de ano, eu tô, eu já coloquei na minha agenda para estudar essa geração de slides, porque ela vai fazer muito melhor. Ela vai coordenar cor, tamanho de fonte, o texto, vai ficar uma produção ali de slides muito melhor do que eu produzindo no PowerPoint. Então é um exercício de humildade e porque ela vai fazer muitas coisas melhor, mas sob o nosso comando. Usando uma linguagem técnica, a inteligência artificial ela tem as alucinações no campo profissional às vezes ela traz uma citação jurisprudencial, uma jurisprudência que nós chamamos que não existe, ela criou. E outro ponto, nós sabemos que o custo não é tão alto, mas como você vir tocou num ponto essencial, cada casa espírita tem a sua especificidade. >> Tem casa espírita que não tem internet ainda. Não tem internet e se você paga a inteligência artificial, ela vai melhorando de qualidade. E às vezes é R$ 100 por mês, que é conforme a tamanho da casa, os
casa espírita que não tem internet ainda. Não tem internet e se você paga a inteligência artificial, ela vai melhorando de qualidade. E às vezes é R$ 100 por mês, que é conforme a tamanho da casa, os trabalhadores podem se cotizar, né? 120, 150, 200, não é um absurdo. E quanto você paga, ela ganha em qualidade, porque as alucinações acontece. Então, eu só vou trazer dois exemplos lá. Nós temos, você citou na apresentação que a gente faz parte de um programa de rádio espírita, onde chega a comunicação e a >> E lá normalmente a gente faz um roteiro com de seis a oito perguntas, é um espaço de 50 minutos. Meu pai, ele veio para mim, ele tá ia fazer o roteiro, tava com dificuldade, ele falou: "Não tô sabendo aqui eh formular bem as perguntas e tal, com esse tema eu tenho dificuldade." Eu peguei o meu celular, a que tem no WhatsApp, a Meta Ia, né? >> Meta I. >> Falei, vamos pôr aqui, olha só. Falei: "Ó, você daí aí você tem que estudar, tem cursos básicos no YouTube até gratuitos para você tem que entender, porque senão aí há para nós espíritas vira um Google melhorado. E ela não é um Google, ela vai além porque como você falou, ela cria, ela aperfeiçoa, ela traz um resultado, você vai e ela vai eh personalizando. Quando a gente cria uma conta num chat GPT e outros, você vai alimentando e vai dizendo, ela vai personalizando com você, né?" E eu peguei o meta e a propus, falei: "Ó, do tema é tal, você precisa preparar um roteiro espírita de tal assunto com oito perguntas, eh, com objetividade." Ela trouxe oito perguntas, só que as primeiras oito perguntas, mostrei pro meu pai já tava assim razoável, mas ela tava usando mais termos espiritualistas do que espíritas. E aí eu propus para ela falar: "Olha, o as perguntas estão muito em tom espiritualista. Queremos que você traga, reformule essas mesmas perguntas com a com palavras mais espíritas. E ela reformulou as oito perguntas e trouxe termos mais espíritas. E eu olhei, avaliei, como o Sérgio falou, a gente já tem anos de
reformule essas mesmas perguntas com a com palavras mais espíritas. E ela reformulou as oito perguntas e trouxe termos mais espíritas. E eu olhei, avaliei, como o Sérgio falou, a gente já tem anos de programa, ficou bom. Mostrei pro meu pai, isso foi feito em 2 minutos. >> Ele ficou, meu pai já tem 70 e poucos anos, já >> ficou impronado. >> Já ficou impressionado. Tá aqui, pronto o roteiro. >> Agora você vai estudar. né, o tema, vai estudar os roteiros que ela os pontos que ela trouxe para apresentar um programa com qualidade. Mas ele ficou assustado e e e já usei depois que a palestra que eu tinha a ideia do que eu queria falar num numa determinada palestra, eu já tava com os pontos, já estudei, eu falei: "Será que ela pode me trazer alguma coisa que eu não pensei." Eu falei: "Olha, você é um palestrante, você vai dando comandos, né? Você é um palestrante espírita, >> vai falar para um público tal". Então, eh, e tá o tema, traga cinco pontos, era reencarnação. Eu falei, traga cinco pontos, eh, aspectos científicos da reencarnação. Ela trouxe um se encaixou perfeito na palestra. Eu não havia pensado naquela perspectiva. Eu eu acrescentei na minha palestra, na minha fala, algo que ela trouxe. Então, vejam, o uso é responsável da inteligência artificial. E aí nós podemos avançar conforme o tempo paraa infância, paraa evangelização. As nossas lá ainda estão meio tem dificuldade. São evangelizadoras já 50, estão surgindo as novas que aceitam o desafio. Eu já propus lá, falei: "Ó, quer ver?" Ó, crie. Você é um evangelizador espírita para crianças de 5 a 7 anos. Já definiu o público? A Iá já vai trazer algum conteúdo para essa faixa etária. Você para jovem, é de 12 a 17, construa uma história que aborde reencarnação e obsessão. Ela construiu uma história pra infância de 5 a 7 e pro jovem de 12 a 17. E aí, se não ficou bom, ficou curto, aí essa você vai interagir, vai cobrando dela um resultado melhor. Amplie a história, traga mais personagens e torne mais infantil ou melhore ou acrescente tal
17. E aí, se não ficou bom, ficou curto, aí essa você vai interagir, vai cobrando dela um resultado melhor. Amplie a história, traga mais personagens e torne mais infantil ou melhore ou acrescente tal ponto, ela vai criando e às vezes vai trazer um conteúdo para uma aula de evangelização infantil e de jovem. Maravilhoso. E para você tornar essa aula para esse público dinâmico, você pode construir junto com eles, usando ali a inteligência artificial. principalmente para os jovens durante a >> já vai educando. >> Exatamente. Então é algo extraordinário. >> O Sérgio, lógico que o Alessandro acalma o nosso coração no movimento espírito em dois pontos. Eh, por vezes a nossa ânsia de ter ou pensar que tem que usar Iá. E as realidades dos centros espíritas são diferentes. >> Sim. >> Então, de termos calmas. >> Sim. E uma coisa muito importante deixou muito claro para nós nesse sentido de pensarmos assim, bom, para eu usar a inteligência artificial, eu tenho que entender a doutrina espírita, >> porque senão eu não sei o que que eu vou digitar, qual é o prompt que eu vou colocar. Então eu preciso estudar, preciso conhecer os termos, a terminologia, preciso conhecer doutrina espírita. Então não é só usarmos a ferramenta, né? o em outra gravação do podcast que nós brincávamos a questão de de evangelizar os promptes. Uhum. >> Só que nós temos que evangelizar quem quem vai digitar o prompt, né? Eh, amigos, nosso tempo já tá escoando e esse é um assunto muito interessante que, como Alessandro falou, se outros campos que a gente pode comentar a respeito da da inteligência artificial, mas em breves minutos, Sérgio, qual é a tua dica? O que que tu deixaria pros nossos comunicadores do movimento espírito? Quando falamos em comunicadores, aqui vamos abranger, né, todos os trabalhadores do movimento espírito. Qual é a mensagem que tu deixa pela perspectiva da comunicação e essas novas ferramentas que nós possamos usar, em especial inteligência artificial? >> É difícil falar isso em poucos minutos,
spírito. Qual é a mensagem que tu deixa pela perspectiva da comunicação e essas novas ferramentas que nós possamos usar, em especial inteligência artificial? >> É difícil falar isso em poucos minutos, né? Mas o nosso desafio ainda não é externo. O nosso desafio é interno. O desafio do trabalhador espírita é viver os princípios da doutrina espírita, viver como cristão. Porque se nós conseguirmos viver como cristão, tudo vai ser mais fácil. E a Iá, ela é um grande repositório. Se nós formos lembrar, né, eu faço exposição doutrinária, né, auxilio na exposição doutrinária há 20 anos, pouquinho mais. Mas quando a gente ia fazer há 20 anos atrás uma exposição doutrinária, você, ah, eu vou falar desse tema. Puxa, então eu vou pegar esse livro do Chico com Humberto, esse Caminho Verdade e Vida Emanuel por Chico e o Evangelho Segundo Espiritismo. Então, eu tinha três livros e ali eu ia construindo, eu ia trazendo. A Iá, ela é um repositório de tudo que foi produzido. Então, saber utilizar isso a partir da vivência é fundamental. E a doutrina espírita, eu gosto de pensar assim e entendo assim, a doutrina espírita é o o o conteúdo mais rico que existe por ser humano. Não existe ciência que nos ofereça um conteúdo tão rico em termos, né, pro espírito imortal. Então esse conteúdo rico a Iá pode nos facilitar, mas eu preciso viver, eu preciso ser cristão. Não adianta eu ser um expert em IA e eu não aplicar nada disso na minha vida, porque a vida material, como a gente viu, o Alessandro abordou isso e outros expositores, é tema do Congresso, né? a a essa impermanência, isso é impermanente. Agora, aquilo que nós vivemos, isso é permanente. Então, viver, acho que esse é é fundamental. Vamos começar a ser cristãos dentro do centro espírita e aí construir projetos de comunicação, de evangelização, de comunicação, de exposição, do que for, mas sermos cristãos. Eu, o congresso homenageou merecidamente Divaldo Pereira Franco. Eu tive a oportunidade nos últimos 10, 15 anos conviver bastante com Divalto e
unicação, de exposição, do que for, mas sermos cristãos. Eu, o congresso homenageou merecidamente Divaldo Pereira Franco. Eu tive a oportunidade nos últimos 10, 15 anos conviver bastante com Divalto e vi muitas vezes ele usando as ferramentas das redes sociais mesmas já acima dos seus 80 na época 80 poucos anos. Ele com vi muito, sentei ao lado dele, ele abriu o notebook, conectava na internet e ali usando, digitando, mandando naquela um pouco mais atrás, mandando e-mail e o WhatsApp e na rede social ele aceitou o desafio. Então, a mensagem que eu deixo é: "Aceita este desafio." Doutrina espírita é um convite para aprendizar, aprendizagem sempre, sem, como tu falou, urgente, mas sem pressa, com responsabilidade, né? Com vivência. Aceitemos esse desafio de usar, né? O Divaldo é um modelo uma inspiração para nós de alguém assim que aceitou o desafio de aprender essas coisas novas para poder usar com responsabilidade. O Sérgio falou: "Daqui um ano nós vão ficando, nós vamos vão ficando parado no tempo." Divaldo disse uma vez e falou publicamente que as as comunicações sociais iriam se ampliar mais ainda. Só não se amplia porque a velocidade de dados não permite. Daqui a pouco já já tem o 6G, daqui a pouco vai chegar uma hora com a velocidade de dados. Não se assuste no que eu vou falar. Não vai acabar com o presencial, com a convivência, com a interação e nem com o palestrante visitando a casa espírita. Mas às vezes um Alberto Almeida, uma Sandra Borba que sai lá do norte, uma viagem cansativa. Será que mais daqui um tempo, pouco tempo, nós não podemos ter uma palestra com o público presencial e com um deles projetado holograficamente no ambiente? Já existe o aparelho, >> sim, >> mas ainda não tem velocidade de dados. E isto a cada ano, a cada se meses, aceitemos o desafio de aprender, porque nos próximos anos poderemos usar essa revolução da tecnologia para melhorar e muito a qualidade da comunicação social espírita. Muito obrigado, Sérgio. Muito obrigado pela presença. Nós te agradecemos pela
róximos anos poderemos usar essa revolução da tecnologia para melhorar e muito a qualidade da comunicação social espírita. Muito obrigado, Sérgio. Muito obrigado pela presença. Nós te agradecemos pela essa participação aqui para dialogarmos a respeito de comunicação e transformação. Alessandro, nosso agradecimento também participar com nesse momento e agradecemos a todos os amigos que vão assistir essa gravação ao longo do do do ano, nos anos seguintes. Nós nem comentamos a respeito das ferramentas atuais, porque a cada dia muda, surge uma ferramenta nova, mas trabalhamos muito essa questão, nesse diálogo aqui da questão de ética, de responsabilidade, de entendermos que ela, essa ferramenta de de inteligência ela é auxiliar. O Sérgio comentou agora aqui a respeito de entendermos da vivência cristã, de utilizarmos a ferramenta da inteligência artificial de forma cristã. Então, agradecemos aos nossos amigos e agradecemos a todos em casa. Um grande abraço a todos.
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