13º Congresso Espírita do RS | 2º Dia | Tarde

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 18/10/2025 (há 5 meses) 5:10:08 10,080 visualizações 854 curtidas

De 17 a 19 de outubro de 2025, o 13º Congresso Espírita do RS debaterá o presente à luz da vida futura! Confira a programação deste sábado: 📍 7h30 – Recepção 📍 7h55 às 8h20 – Abertura, Prece e Momento de Arte 📍 8h30 às 9h30 – Painel 01 Tema: A certeza da imortalidade da alma: contribuições da mediunidade com Jesus e Kardec Palestrante: Jacobson Trovão 📍 9h35 às 10h35 – Painel 02 Tema: Educação para a vida imortal Palestrante: Eulália Bueno 📍 10h35 às 11h25 – Intervalo e Momento de Autógrafos 📍 11h30 às 12h30 – Painel 03 Tema: A Justiça Divina segundo a Doutrina Espírita Palestrante: Alessandro de Paula 📍 13h00 – Momento de Autógrafos 📍 14h00 às 14h15 – Abertura e Momento de Arte 📍 14h15 às 15h15 – Painel 04 Tema: A literatura espírita e a educação dos sentimentos Palestrante: Maria Elisabeth Barbieri 📍 15h20 às 16h20 – Painel 05 Tema: Espiritualidade e saúde integral: um olhar desde a vida futura Palestrante: Cezar Braga Said 📍 16h20 às 17h20 – Intervalo e Momento de Autógrafos 📍 17h30 às 18h30 – Roda de Conversa Participantes: Sandra Borba, Eulália Bueno, Jacobson Trovão e Alessandro de Paula Mediação: Vinícius Lousada PIXABAY LICENSE CERTIFICATE ============================================== This document confirms the download of an audio file pursuant to the Content License as defined in the Pixabay Terms of Service available at https://pixabay.com/service/terms/ Licensor's Username: https://pixabay.com/pt/users/clavier-music-16027823/ Licensee: marciaalb Audio File Title: Awakening - Calm Piano Music Audio File URL: https://pixabay.com/pt/music/cl%C3%A1ssico-moderno-awakening-calm-piano-music-350549/ Audio File ID: 350549 Date of download: 2025-09-24 22:03:40 UTC Pixabay, a Canva Germany GmbH brand Pappelallee 78/79 10437 Berlin Germany Pixabay is a user-contributed stock content website. The above-named Licensor is responsible for this audio file. Pixabay monitors uploaded audio files only to a reasonable extent. Pixabay cannot be held responsible for the acts or omissions of its users and does not represent or warrant that any required third-party consents or licenses have been obtained. For any queries related to this document please contact Pixabay via info@pixabay.com. ==== THIS IS NOT A TAX RECEIPT OR INVOICE ====

Transcrição

เฮ Estamos de volta, queridos. Sejam muito bem-vindos à parte da tarde do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Estou aqui de volta com o nosso querido Diogo e convidados muito especiais que a gente achou por aqui, né, Diogo? É verdade, Duda. Vem aí uma tarde com painéis maravilhosos e a gente já começa aqui recebendo também convidados que estão aproveitando essa experiência do congresso. A gente vai começar aqui falando com Eduardo, que é do Rio Grande do Norte, tem passado um tempo aqui no Rio Grande do Sul. Conta pra gente a história, como é que você veio parar aqui no Congresso com a gente. >> Tudo bem? >> Tudo bem. >> Boa tarde a todos. Eu sou Eduardo, vim do interior do Rio Grande do Norte e passei um concurso, fui lotado em Passo Fundo e assim que eu cheguei aqui, eu percebi que ia ter o congresso e eu disse assim: "Rapaz, eu queria ir para esse congresso, né? Mas só que Passo Fundo não é tão próximo daqui." Eu fiquei pensando como eu poderia vir. Mas aí aconteceu que como eu estou no começo da carreira, nós precisamos fazer uma integração, aí fomos pro Rio de Janeiro. Aí o pessoal mesmo não, eu nem contatei nada, aí eles fizeram a nossa integração aqui para Porto Alegre e trouxeram a gente já na na sexta-feira, né? Então eu cheguei aqui ontem e percebi que o Congresso ia ser agora. Rapaz, vou participar porque eu sei que foi Deus quem deu esse jeitinho brasileiro, né, de de estar aqui. E >> a integração com a empresa ainda vai acontecer, mas você chegou um pouco antes, né? >> E aproveitei para >> para estar conosco, >> prestigiar aqui e estou gostando bastante, de verdade. >> Que legal, >> que beleza, amigo. E estamos aqui também com a Valentina. Boa tarde, Valen. Tudo bem? Boa tarde. >> Como é que tá sendo para ti também essa experiência como jovem, né, congressista, a tua primeira vez no congresso geral, né? Como é que tá sendo para ti? >> Tá, é muito divertido, assim, eu acho que é bem legal, é uma nova experiência, né, porque não é igual,

vem, né, congressista, a tua primeira vez no congresso geral, né? Como é que tá sendo para ti? >> Tá, é muito divertido, assim, eu acho que é bem legal, é uma nova experiência, né, porque não é igual, >> mas é muito legal também rever as pessoas, ver como é o congresso. >> É. E como é que tu chegou a esse congresso, né? A gente estava falando antes que tu pediu para se inscrever, foi isso? >> Sim. Eu ia ficar na minha casa com minha tia, só que meus pais que eles iam vir, né? E aí eu me ofereci, falou: "Ah, eu quero ir na real". Isso aí é porque o congresso esse ano tá aberto, né? A juventude como voluntários e também como congressistas. Então, >> e a Valentina tem 13 anos, né? >> Isso. >> Isso. 13 anos do Centro Espírita Leão Denis. >> Leon Denis aqui de Porto Alegre. Então, muito bom te com a gente. Obrigado. >> Isso aí. >> Bom, e a gente quer perguntar aí pro Eduardo, eh, se acompanhou desde ontem as palestras, até agora as da manhã também. Boas reflexões até aqui, Eduardo. >> Eu, no, no meu caso, eu cheguei hoje, né? Porque ontem à noite eu cheguei muito cansada, já mais 9 horas. >> Acompanhar a partir de hoje. Perfeito. >> E como eu percebi que eu lá buen não estaria aqui, né? Porque eu conheço bastante dela e conheço Sandra Borba lá do Rio Grande do Norte. >> Ah, sim. Então, dis, rapaz, Land, eh, eu, Lia Boeno vai vir pro Passo Fundo, então vou antes para conhecê-la, ver como é, porque talvez eu esteja trabalhando naquele momento em que ela esteja lá, né? Então, não prestarei tanta atenção. >> Aham. >> E eu não tô sem palavras para as três palestras que eu ouvi hoje, sabe? Fiz várias anotações e espero que eu possa pegar aqueles livros que foram citados e estudar bastante. >> Com certeza. É, a nossa livraria continua aí aberta, né, amigos? E Valen, como é que tá sendo para ti a experiência da desse congresso também? O que que tu tá sentindo assim de diferente? O que que tu tá gostando aqui? >> Porque é diferente da evangelização, do dia a dia na casa espírita e aqui, né,

i a experiência da desse congresso também? O que que tu tá sentindo assim de diferente? O que que tu tá gostando aqui? >> Porque é diferente da evangelização, do dia a dia na casa espírita e aqui, né, junto com os adultos, os jovens, nós temos muitos aqui. Como é que tá sendo essa experiência hoje para ti? Assim, é muito legal na real ver as palestras com os palestrantes, tals, tipo presencialmente, porque normalmente a gente só vê de vez em quando dentro, a gente assistia dentro ali um pouquinho da palestra e é muito, é muito legal assim, é bem diferente, né, como era antes, mas achei bem legal. >> Legal. Lá lá na casa espírita, no Leon Deni, né? >> Uhum. >> Eh, você já tá ali nas na na Juventude. >> Na juventude. >> E tem um grupo bom lá. >> Tem. São amigos que eu conheço desde os 6 anos. Então, >> desde os se anos >> a gente sim tá muito bem. >> Legal, >> legal. E Eduardo, o meu xará aqui hoje, eh, como é que assim tu enxerga a diferença, né, cultural do Rio Grande do Norte pro Rio Grande do Sul? Como é que tu tá se sentindo, né? Tá se sentindo bem acolhido aqui no Sul? Como é que tá sendo essa recepção para ti? É, a minha primeira recepção não não foi tão agradável porque o pessoal já veio com a ideia de que o pessoal daqui é muito preconceituoso, então eu acabei internalizando isso, né? >> Uhum. >> E aí eu cheguei e aconteceu uma cena que não foi bom, mas depois disso só foi isso. E eu estou aqui há quase dois meses. Eu não tenho nada a reclamar nem dos meus trabalhos, nem dos do voluntariado na casa que eu estou frequentando, né, que é o Dias da Cruz. E >> e tudo tem sido muito bom, né? Só ainda tô me acostumando com frio, porque lá é 40º nessa época, sem dúvidas. E aqui peguei 4°. Hoje, hoje tá 20, eu tô sentindo com muito frio, mas >> a experiência tem sido boa, sabe? Eu não tenho nada a reclamar. >> E aqui no congresso também estão te acolhendo bem? Eu não conversei com ninguém, só pedi orientação a uma mulher lá fora e o pessoal daqui, né, que está >> por trás das câmaras, que foram, me

amar. >> E aqui no congresso também estão te acolhendo bem? Eu não conversei com ninguém, só pedi orientação a uma mulher lá fora e o pessoal daqui, né, que está >> por trás das câmaras, que foram, me viram falar e me chamaram para mim. >> Viu só? foi o teu chamado para conversar com a gente. >> Isso aí. E e Valentina, uma pergunta para ti agora. Você assistindo o congresso, participando dele, você tem vontade de no futuro, quem sabe participar como trabalhadora também do congresso? >> Tem bastante. >> Você viu que tem várias áreas de comunicação, né, de enfim, são várias as áreas que você tem alguma delas que você se identifica mais? Sim, eu acho que eu comunicação. >> É, eu acho que é >> te imagina no estúdio assim ou lá no palco conversando com o pessoal? >> Sim. >> É, ou nas redes, né? Legal. >> Tá convidada, se ainda não foi, conhecer a nossa sala de comunicação lá, onde tá uma equipe enorme lá trabalhando, produção de conteúdo também para você conhecer. Isso aí. >> Ob. E a gente vai aproveitar aqui também para mandar alguns abraços pro pessoal que tá nos assistindo já acompanhando. Lembrando que é um link novo que a gente tem agora à tarde. Eh, nós temos aqui, ó, Odetzen do Grupo Espírita Amor e Consciência de Lagado. Um abraço, Odet. Tem também a Rosângela Chus de Viamão, aqui pertinho na região metropolitana. Sônia de Castro Gonçalves, Cachoeirinha, também aqui na região metropolitana. E são muitos amigos e amigas aqui, né, D? Tem tem até o pessoal do litoral aqui, né, Eloía Cornélio Oliveira lá debé da nossa prainha aqui e também nas nossas redes, né, falando falando um pouquinho disso. O próprio Diogo mostrou os bastidores ali da nossa comunicação, um pouquinho de como tá o clima, né, daquela galera que a gente vê tudo lindo nas redes sociais, tudo lindo aqui, né, no YouTube, no estúdio, mas é uma galera que realmente se une para fazer eh isso acontecer. E Eduardo, tu sente que vai querer retornar ao Congresso gaúcho também em algum momento? >> Ah, com certeza, principalmente como

io, mas é uma galera que realmente se une para fazer eh isso acontecer. E Eduardo, tu sente que vai querer retornar ao Congresso gaúcho também em algum momento? >> Ah, com certeza, principalmente como trabalhador. >> Ah, olha, olha só. >> Eu já eu já estou filiada a amigos da Fegs, viu, para poder >> Olha aí, amigo, que maravilha. >> contribuindo de forma mais ativa com vocês. >> Então, já temos o contato do Eduardo. Esse é o primeiro é o primeiro passo. Coordenação geral está atenta para essa notícia aí. Obrigado. >> Muito bem. Eh, a gente quer só repassar aqui para para vocês que vão aproveitar e para quem tá nos assistindo também a programação da tarde agora, porque a gente tem logo mais o primeiro painel da tarde, que é o painel de número quatro do dia, a literatura espírita e a educação dos sentimentos, que será proferido pela Maria Elizabeth Barbier, que esteve conosco no estúdio aqui de manhã. O painel cinco vai acontecer a partir das 3:20 da tarde. Espiritualidade e saúde integral, um olhar desde a vida futura. do César Braga Said. Aí depois a gente tem um intervalo e o que que acontece, pessoal? >> Estamos aqui de novo, né? Isso. E o que que vai acontecer no intervalo depois desses dois painéis aqui no estúdio? Estarão conosco dois convidados especiais, >> um que Eduardo até já comentou aqui, né? >> Isso. >> Que vão ser os nossos painelistas da manhã. Então vamos receber Jacobson Trovão e Eulália Bueno para falar aqui com a gente. Então mandem suas perguntas, seus comentários, o que que vocês quiserem saber deles, vocês podem nos mandar que a gente a gente tenta perguntar aqui para eles também. E aí depois desse intervalo, o pessoal volta lá pro auditório, onde vai acontecer a roda de conversa, que daí vai finalizar. Eh, depois tem uma prece de encerramento ainda, mas a roda de conversa vai ter a Eália também, a Sandra, o Jacobson Trovão e o Alessandro de Paula. Vai ser muito especial. O mediador vai ser o Vinícius Lima Lousada. Isso. Perfeito. E a gente agradece, né, Diogo, mais uma

vai ter a Eália também, a Sandra, o Jacobson Trovão e o Alessandro de Paula. Vai ser muito especial. O mediador vai ser o Vinícius Lima Lousada. Isso. Perfeito. E a gente agradece, né, Diogo, mais uma vez, os nossos parceiros de transmissão, a Web Rádio Fraternidade, FEB Lives e a Federação Espírita do Paraná, que também estão nos assistindo e colaborando bastante no chat. >> Queremos agradecer vocês que dedicaram um tempinho pra gente. Vai tudo começar agora. Nós vamos assistir juntos a o retorno do nosso congresso a parte da tarde. E muito obrigado pela presença aqui no congresso também. >> Obrigada. >> Bom congresso, queridos. Ânimo renovado agora. Até mais. Obrigado. >> Relembrando então pessoal, vai começar agora o painel que vem com a Maria Elizabete Barbieri, a literatura espírita e a educação dos sentimentos. Pessoal do cerimonial vai receber vocês muito bem. Até logo mais, pessoal. >> Até mais. para que possamos estar totalmente imersos nesta atividade tão edificante. Me chamo Vanessa, tenho cabelos longos, castanhos, olhos também castanhos, 1,70 m de altura e estou vestindo a camiseta roxa do nosso congresso. >> Eu sou Leon, um homem negro de 1,94, cabelo crespo, curto e preto. Tenho barba e uso óculos. Também estou vestindo a nossa camiseta do 13º congresso, dessa vez de cor roxa. E durante o turno da tarde continuamos com todos vocês vivendo este congresso tão especial. Neste momento, chamamos para subir ao palco a secretária do Conselho Federativo Estadual, Liane Stockmans, para conduzir a prece de abertura das atividades desta tarde. Logo após, teremos um momento de arte com a participação do grupo Vozes e dos artistas que trarão um pouco mais da história dos espíritos felizes da obra Céu Inferno. >> Boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs. Me chamo Liane, tenho 1,68 m de altura. cabelo, cabelos claros, curtos, olhos castanhos e estou vestindo chaleco azul de voluntária do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul e faremos juntos a nossa prece de

ne, tenho 1,68 m de altura. cabelo, cabelos claros, curtos, olhos castanhos e estou vestindo chaleco azul de voluntária do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul e faremos juntos a nossa prece de abertura das atividades da tarde. Assim, convido carinhosamente a todos os irmãos aqui presentes, assim como também aqueles que nos acompanham pelas redes sociais, os nossos queridos amigos do plano espiritual, para que juntos elevemos o nosso pensamento a Deus, nosso pai, de infinito amor e bondade, para que a espiritualidade que coordena este nosso evento, nos envolva com muito amor, com muito carinho, para que todas essas sementes que serão lançadas através dos nossos expositores da tarde encontrem nossos corações terra fértil e que estas sementes possam ser replantadas aonde estivermos, sempre tendo nos nossos corações a fraternidade, o amor, que possamos visualizar a figura amorosa de Jesus a nos envolver com as suas vibrações de paz e que nesta esta sintonia, nestas vibrações, possamos seguir nas atividades da tarde. Muita paz e que assim seja. Boa tarde, pessoal. Boa tarde. O vídeo mostra véus em movimento apresentados nas cores rosa, azul e bege. O vídeo apresenta um céu azul como fundo, com um livro iluminado por luzes em destaque e um pô do sol. A narradora Paula, pele clara, cabelos ruivos e ondulados. vestindo calça jeans, camiseta preta escrito Kardec e terninho cor-de-osa. Bailarina em cena com vestido longo e esvoaçante na cor bege, coreografia com movimentos leves e giros. Fim da audiodescrição. >> Boa tarde, pessoal. Agora sim, nós somos o grupo Vozes do Caminho de Barão de Cotegipe e estamos aqui mais uma vez. Gratidão por tudo o que vocês nos permitem sentir. A canção que nós vamos fazer agora é uma canção autoral. Nós somos da rede federativa pertencentes à nona região lá no Crenov, Aúi Erechim. E essa canção Evangelizar com Jesus, ela é uma composição para o encontro de evangelizadores da nossa região, que foi lá em 2019. E a gente vai fazer ela com

s à nona região lá no Crenov, Aúi Erechim. E essa canção Evangelizar com Jesus, ela é uma composição para o encontro de evangelizadores da nossa região, que foi lá em 2019. E a gente vai fazer ela com muito amor e carinho para todos vocês. เฮ Evangelizar é mostrar o caminho do amor. É plantar as sementes que o Cristo deixou. É confiar, cultivar em todos os corações as sementes da vida, as sementes do amor. Evangelizar é sonhar com um mundo novo e fazer este mundo acontecer. Evangelizar é sonhar com um mundo novo e fazer este mundo acontecer com Jesus nos corações. Evangelizar é mostrar o caminho do amor. É plantar as sementes que o Cristo deixou. É confiar, cultivar em todos corações. As sementes da vida, as sementes do amor. Evangelizar é sonhar com um mundo novo e fazer este mundo acontecer. Evangelizar é sonhar com um mundo novo e fazer este mundo acontecer nos corações Evangelizar é viver. O evangelho é plantar. Sem ter pressa de colher. Caminhar de mãos dadas com Jesus. para o amor. Evangelizar é sonhar com o mundo novo e fazer este mundo acontecer. Evangelizar é sonhar com um mundo novo e fazer este mundo acontecer com Jesus nos coraç Oh, Muito obrigado, meus queridos. A próxima canção que a gente vai fazer, a mana Mônica vai falar um pouquinho sobre ela, mas antes eu gostaria de dizer que os nossos paizinhos estão acompanhando lá de casa e a mãezinha recomendava que nós tomássemos cuidado com o frio para nós não ficar doentinho, né? Pode ficar tranquila mãezinha, paizinho, que nós estamos muito bem. E essas canções todas vão para vocês, mana. Aos pés do monte. A próxima canção, né? Com certeza. Nós não podemos fazer esta canção, interpretar aos pés do monte, sem contar com o auxílio do coral mais lindo que nós poderíamos ter neste dia, nesta tarde, que são todos vocês. Então nós pedimos a vocês que cantem conosco, porque vai ser lindo sentir Jesus aos pés do monte, como se estivéssemos ao redor naquele exato momento em que Jesus canta para nós as bem-aventuranças.

. Então nós pedimos a vocês que cantem conosco, porque vai ser lindo sentir Jesus aos pés do monte, como se estivéssemos ao redor naquele exato momento em que Jesus canta para nós as bem-aventuranças. เ Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou que seguir, caminhar. Quis saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. Um sentimento me comunda. Não sei dizer tudo é novo para mim. >> Teu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda e conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu franco, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Eu falar encanto que seguir para minha lá. Que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha voz sereno. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou. que seguir caminhar que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor, sereno. Muito boa tarde. Muito boa tarde a todos. Eu tenho que confessar que eu vou estou entrando um pouco emocionada demais, né, depois dessa bela apresentação, mas sejam todos muito bem-vindos. Neste momento, nós vamos então conhecer um pouco sobre a história da senhora Ana Igor Don. Era uma mulher muito jovem, notável pela doçura de seu caráter e pelas suas eminentes qualidades morais. nos deixou as seguintes respostas ao ser evocada: "Sois feliz como espírito?" Sou feliz, amo e espero. Os céus não me infundem temor e cheia de confiança, aguardo que asas brancas me alcem até eles. Que entendeis por asas brancas? Tornar-me espírito puro, resplandecer como os mensageiros celestes que me ofuscam. As asas dos anjos, arcanjos e serafins que não passam de espíritos puros, são, evidentemente apenas um atributo pelos homens imaginados para dar a ideia da rapidez

mensageiros celestes que me ofuscam. As asas dos anjos, arcanjos e serafins que não passam de espíritos puros, são, evidentemente apenas um atributo pelos homens imaginados para dar a ideia da rapidez com que se locomovem. visto que a sua natureza etéria os dispensa de qualquer amparo para ofender os espaços. Contudo, eles podem se apresentar aos homens com tais atributos, a fim de lhes corresponderem os pensamentos, assim como os espíritos se revestem da aparência terrestre para se fazer incognocíveis. O espiritismo e suas verdades. Nas asas de luz nos conduzem. Conso essências de luzes. Exemplos de amor nos conduzem. Alçando um voo ascendente nas asas de luz da doutrina. planam centelhas brilhantes, orbitando a luz divina. M. Ah. เฮ M. Ва Depois deste momento inspirador, seguimos com a nossa programação. >> Leon, você sabia que os amigos da FERGs são responsáveis por subsidiar grande parte do trabalho da nossa rede federativa? >> Não sabia. Para nos contar mais sobre essa importante frente de atuação, convidamos ao palco o vice-presidente unificação Iracide Oliveira, que vai compartilhar conosco mais informações sobre essa iniciativa apoiada pelos amigos da FERS. >> Boa tarde. >> Boa tarde. >> Que bom que estamos aqui, né, esta tarde iluminada. para falarmos um pouquinho a respeito então dos amigos da Ferg. Para não perder o costume, como foi dito, eu sou Iraci, cabelos brancos, pele clara, olhos castanho usando óculos e um colete aqui laranja da nossa Fergs. Tema do nosso encontro, vida futura, em permanência e imortalidade, à luz do Espiritismo. Será que devemos nos preocupar com a vida futura dos nossos centros espíritas e com a sustentabilidade dos nossos centros espíritas com a sucessão dos nossos trabalhadores nos postos de trabalho? Por certo que sim. Então, para isso, precisamos de trabalhadores capacitados, treinados, de acordo com os ensinos da doutrina espírita, os documentos orientadores e o evangelho de Jesus. Então, para isso, nesse trabalho com Jesus, a nossa federação oferece

lhadores capacitados, treinados, de acordo com os ensinos da doutrina espírita, os documentos orientadores e o evangelho de Jesus. Então, para isso, nesse trabalho com Jesus, a nossa federação oferece aos trabalhadores dos centros espíritas treinamentos nas diversas áreas funcionais para prepará-los para o exercício da tarefa com segurança e confiança e assertividade. também treinamentos para as lideranças espíritas, para exercerem a liderança também líderes servidores com Jesus na liderança servidora. Então, para isso, temos o nosso plano anual de atividades federativas, onde são formados núcleos de treinamentos e estudos nossos órgãos de unificação, onde é possibilitado então esse treinamento dos nossos trabalhadores, dos nossos centros espíritas e os diversos eventos que desenvolvemos também com esse propósito de nos prepararmos. para a continuidade e a sustentabilidade dos nossos centros espíritas e do movimento espírita. Treinamento, então, para todos. Também oferecemos eh apoio aos gestores dos centros espíritas, o trabalho apoio a gestão, quando tiverem alguma dificuldade administrativa, alguma dúvida, eh resolver algum problema, às vezes junto aos órgãos públicos, estatutos que precisam ser registrados, problemas com a Receita Federal que devemos ter o o nosso CNPJ ativo. e entre outros tantos assuntos de interesse da administradão, são do centro espírito. Então, oferecemos apoio aos gestores e nesse apoio tem por objetivo então o quê? assegurar a segurança jurídica da casa espírita e do gestor, aquele que assume a responsabilidade de gerir um centro espírita, de dirigir uma organização. E falando em segurança jurídica, também oferecemos apoio jurídico, né, eh, no sentido de assessorar os centros espíritas desde a sua fundação, eh, alinhamento dos estatutos de acordo com as as normas vigentes e com os interesses do movimento espírita, apoio na filiação de centros espíritas à nossa federativa, para que se juntem a nós nesse trabalho de união e de unificação

acordo com as as normas vigentes e com os interesses do movimento espírita, apoio na filiação de centros espíritas à nossa federativa, para que se juntem a nós nesse trabalho de união e de unificação e eventuais, né, problemas jurídicos que porventura estejam enfrentando. É claro que não se trata de defesa jurídica, porque para isso é preciso contratar então um profissional, um advogado, quando isso ocorrer, mas o nosso assessoramento vai orientá-los, inclusive quando for necessário um assessoramento jurídico. Tudo isso, né, para a garantir o quê? a nossa atividade funcional do Centro Espírito, cumprir os nossos objetivos, as nossas finalidades de acolhimento qualificado nesse trabalho de união e unificação. Portanto, temos o nosso programa Amigos da Fergs como um dos programas que dão sustentação às ações do nosso movimento espírita. Se filem, né? Sejam amigos da Fergs e contribuam com o movimento espírita, com os nossos centros espírita e a continuidade do nosso movimento. É importante que estejamos unidos como pessoas, como centros espíritas, órgãos de unificação federativa, FEB e como todos os espíritas do planeta. Muito obrigado pela atenção. Sejamos amigos da FEX. Obrigado. >> Obrigado, Iracim. Para saber mais sobre como se tornar um amigo da Ferx, procure um dos nossos voluntários localizados no sagão principal do evento. Você que está em casa, acesse www.fergs.org.br/amigosdafers. >> E agora, amigos, queremos saber de vocês. Estão prontos para mais uma palestra? >> Sim. Eu também estou. >> Na obra Florações Evangélicas, Joana de Angeles nos lembra que o livro é o pão da vida preparado com o trigo da sabedoria para sustentação das criaturas todos os dias. Quando o canhão ameaça e a bomba destrói, o livro age em silêncio, mudando a realidade e renovando ideais que estavam sufocados pelo medo, escondidos sobre as cinzas da destruição, ou apagados pelo fogo do ódio, despertando novamente e renovando a vida em nome da paz, do amor e da liberdade. A primeira palestra da tarde está a

pelo medo, escondidos sobre as cinzas da destruição, ou apagados pelo fogo do ódio, despertando novamente e renovando a vida em nome da paz, do amor e da liberdade. A primeira palestra da tarde está a cargo de Maria Elizabe Barbieri, que irá abordar o tema A literatura espírita e a educação dos sentimentos. Bet é ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, bacharel em direito, possui especialização em edição editorial e atua como voluntária no Centro Espírita Leão Deni aqui em Porto Alegre. Com a palavra, Maria Elizabeth Barbieri. Amigos, irmãos, amigas, irmãs, recebam o carinho do nosso coração e a gratidão à coordenação desse evento, aos nossos voluntários e a todos vocês por permitirem este momento, esses instantes de convivência, de reflexões e sobretudo quero agradecer pelo tema que nos é oportunado, o livro espírita, a literatura espírita, que é um dos grandes amores da nossa vida. E para iniciarmos este momento, vamos voltar no tempo, uns 94 anos, para lembrarmos de uma tarde na cidade do Rio de Janeiro. Essa história ela envolve duas almas de escol. Uma delas, a época 1931, um jovem tenente do exército brasileiro, cursando engenharia militar no Rio, o tenente Roberto Pedro Michelena. E o outro, um homem que já havia presidido a Federação Espírita Brasileira e que à época era seu vice-presidente, Manuel Quintão. Amigos, conheceram-se e desenvolveram uma grande amizade. Almoçavam perto da hoje sede histórica da Federação Espírita Brasileira, tomavam um cafezinho e rumavam para as atividades voluntárias na Casa Matter do Espiritismo. Manuel Quintão, receitista, médium receitista, recolhia na recepção, quando chegava as os pedidos de receita que ele ia analisando e um a um ia despachando aqueles pedidos. E Roberto encarregava-se de analisar a correspondência que chegava encaminhar para os setores competentes ali da FEB. Uma certa tarde nos descreve ele no livro Presença de Chico Xavier de Elias Barbosa, que um envelope muito volumoso havia chegado na recepção.

hegava encaminhar para os setores competentes ali da FEB. Uma certa tarde nos descreve ele no livro Presença de Chico Xavier de Elias Barbosa, que um envelope muito volumoso havia chegado na recepção. Ele abriu para ver do que se tratava, para que encaminhar. E ali havia uma cartinha escrita de próprio punho por um jovem que dizia que fazia os seus versinhos para o gasto, mas que ultimamente estava recebendo nas reuniões mediúnicas da qual fazia parte alguns versos de fôlego que ele sabe sabia não serem seus e que então encaminhava ao também poeta, filólogo, autodidata Manuel Quintão, para que ele examinasse. Porque se verdadeiramente se confirmasse que aqueles eram os poetas portugueses e os poetas brasileiros que assim assinavam, estaria também daquela forma comprovada a imortalidade da alma. Michelena descreve que entregou aquelas páginas encimadas por aquela carta na qual a assinatura ao final era Chico Xavier. entregou a Manuel Quintão. Manuel que então começou a ler, leu o primeiro, leu o segundo poema e foi tomado de um entusiasmo e passou a ler em voz alta e percorrer as dependências da FEB, recitando aquelas poesias para aqueles que ali estavam. Depois de ler, analisar, escreveu ao Chico, dizendo: "Mande todos os poemas que tiveres". E um ano depois, a Federação Espírita Brasileira publicava >> Parnaso de Alé túmulo. Roberto, que desencarnou poucos meses antes de completar 100 anos em 2001. presidiu na década de 40, de 1941 a 1947, a nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Presidiu também aqui em Porto Alegre a Sociedade Espírita Allan Kardec, a cruzada dos militares espíritas e foi voluntário do Instituto Espírita Amigo Germano. Quando eu li e já li muitas vezes esta narrativa, eu fiquei pensando por razões Roberto foi a testemunha ocular. Ele estava presente, testemunhou aquele que foi o primeiro ato da implantação na Terra deste programa monumental que é a divulgação do livro espírita através da maior editora que nós temos. que é a editora da Federação Espírita

unhou aquele que foi o primeiro ato da implantação na Terra deste programa monumental que é a divulgação do livro espírita através da maior editora que nós temos. que é a editora da Federação Espírita Brasileira, porque o Parnas foi o primeiro sucesso editorial da FEB. Podemos dizer que naquela tarde nascia ali a editora FEB. Talvez seja por isso, Antônio, que a nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul tenha seguido os mesmos passos. Porque hoje a nossa pequena gigante editora Ferges tem no seu catálogo 250 títulos publicados. Então, a literatura, a literatura espírita é uma literatura sugêneres, porque ela é composta de textos literários que tem uma mescla muito nobre. A literaridade, as as características da nossa literatura espírita transita por um terreno que se compõe da profundidade dos princípios desta doutrina redentora, a qual ela divulga, difunde. Ela tem nobreza de linguagem. A nossa literatura espírita, ela usa, ela tem uma característica muito própria, que é utilizar as figuras de linguagem com uma beleza ímpar. Quem não lembra desta obra? E quem não recorda daquele diálogo da pequena Alciion com o padre Damiano no velho adro de Espanha, perguntando a ele quando levantava os olhinhos para o céu e dizia: "Padre, quem terá feito as nuvens? que parecem flores grandes e pesadas e que nunca caem ao chão. E o velho sacerdote respondia: Deus, minha filha, como se no coração daquele ser pequenino não devesse existir o esquecimento das coisas simples. E ela voltava a perguntar: "E as pedras, padre? Quem criou as pedras que seguram o chão?" Então, nós vamos relendo estas obras clássicas da nossa doutrina espírita e vamos percebendo que na simplicidade das metáforas, das metonímeas e de tantas outras figuras de linguagem, o conhecimento profundo dos princípios espíritas vai fertilizando o solo das nossas almas, dos nossos corações. é tão rica a nossa literatura que ela vai nos permitindo fazer conexões com as vivências que temos, com os conhecimentos de outras áreas

vai fertilizando o solo das nossas almas, dos nossos corações. é tão rica a nossa literatura que ela vai nos permitindo fazer conexões com as vivências que temos, com os conhecimentos de outras áreas que pouco a pouco também vão nos ensinando a aprofundar a sonda do conhecimento dessas lições. atemporais do espiritismo. Esta obra Cauã e os sábios, eu a trago aqui porque é uma obra da nossa editora, uma das mais belas que eu já tive oportunidade de revisar, preparar o texto e ler. Essa obra tem como autor um jovem, o nosso querido Iuri Bandeira narra a história de Cauã, de um jovem naquela fase do vestibular, com muitas lutas, a mediunidade, a incompreensão da mãe, a orfandade do pai, a falta de recursos para estudar e prestar um vestibular. E este jovem vai fazendo a sua viagem no terreno do conhecimento em companhia dos grandes filósofos do passado, Anaximandro, Sócrates, Platão. que vai fazendo o diálogo com os conhecimentos, os princípios da nossa doutrina espírita. É uma obra de escrita criativa fantástica. foi feita para os jovens, mas acordou o jovem que existe em mim e acho que acorda que existe em vocês. Os capítulos mais belos desta obra é a viagem de Cauan com Anaximandro aos anéis de Saturno. essas figuras de linguagem, essa forma de trazer o conhecimento, é algo que a nossa doutrina espírita faculta, porque todo o o escritor espírita é no mínimo um inspirado. E o Jacobson nos dizia, já nascemos médiuns. Muito bem. Quando nos dedicamos à divulgação do espiritismo através do livro, isto nos faz efetivamente aqueles que trazem ao mundo, que trazem para a atualidade, que semeiam nos corações essas intuições ricas, essas inspirações belíssimas, como nós podemos ver nesta obra. E meus amigos, Michelena naquele dia em que ouviu Manuel Quintão recitar os poemas que iam compor aquela primeira edição do Parnas de Leitungo, disse que nasceu ali o seu amor pela poesia. Tanto que a partir daquele momento ele passou a encerrar todas as suas palestras com alguma poesia. E algumas

aquela primeira edição do Parnas de Leitungo, disse que nasceu ali o seu amor pela poesia. Tanto que a partir daquele momento ele passou a encerrar todas as suas palestras com alguma poesia. E algumas décadas depois, Médium acordou numa manhã com aquela voz que lhe dizia: "Tu precisas escrever poesias". e ele passou a escrever, publicar nos jornais de grande circulação da nossa capital. E há uma obra que também foi publicada na década de 70 e que existe alguns raros exemplares por aí. Eu ganhei um deles, ainda autografado pelo próprio Roberto para esse amigo que disse: "Bom, vou passar adiante porque acho que preciso". Credo da pátria do Evangelho. Foi eh editada na gráfica do Instituto Espírita Amigo Germano. Então, Roberto tornou-se um poeta e foi ele que nos convidou a transformarmos em poesia os capítulos do livro Os mensageiros do nosso querido Chico. essa obra tão atual, tão necessária para os nossos dias. Em dois volumes, há 51 poemas de vários estilos inspirados, intuídos pelo nosso querido Roberto Michelena. Esta é a literatura espírita. E nessas duas obras fica o nosso peito de gratidão a esse espírito Michelena que tem nos dito seguidamente: "É preciso ler poesia porque a poesia adossa alma. A poesia nos faz ver o mundo de uma forma musical. terna, doce, principalmente para você, diz ele que é guerreira, né? A nossa gênese do Rio Grande do Sul é bem guerreira, assim, então a gente vai se adoçando, se tornando mais terno, se tornando mais afável. E assim, meus amigos, esta função poética também muitas vezes nos nos faz tratar de temas sérios, temas muito sérios através da poesia. Quem não lembra das quadrinhas psicografadas pelo Chico Cimir Cunha, Cornélio Pires, tem uma que eu vou ler para vocês e vou dizer que eu eu troquei para não dar problema. pedi assim a a compreensão do Cornélio Pires, porque ela fala de adultério, mas como a época era a época, né, ela é dirigida à mulher adúltera. Então eu fiz uma pequena troca e ela ficou assim: "Amigos, tomem cuidado

ompreensão do Cornélio Pires, porque ela fala de adultério, mas como a época era a época, né, ela é dirigida à mulher adúltera. Então eu fiz uma pequena troca e ela ficou assim: "Amigos, tomem cuidado porque eu os vejo onde andam". Beijo de alguém casado é beijo de contrabando, mas não é uma riqueza. a gente ouvi uma coisa séria com este humor todo. Pois então, a poesia nos proporciona isso, mas a nossa literatura espírita, ela também tem um conteúdo eminentemente educativo. Agora aqui eu fico meio complicado assim, porque já passaram educadores por aqui, né? A Sandrinha, estamos com Vinícius aí. Mas educandoos somos todos nós. E ouvia a Eulália, o Alessandro, o Jacobson, a Sandra, trazendo essa perspectiva das nossas dores, dos desafios que nós enfrentamos. E tudo isto nós vamos percebendo a necessidade que temos de trabalhar esta arte de formar o caráter que é a educação. E a literatura espírita é esta literatura que requer esse letramento. Não basta nós lermos um livro no sentido de decodificarmos aquilo que está escrito, mas nós precisamos compreender, analisar, comparar, extrair do texto as aplicações para a vida. É, é um trabalho que o livro espírita vai nos proporcionando na Emanuel, nesta mensagem que se intitula instrução, que está no livro Pensamento e Vida, também já citado aqui hoje, olha aquela mensagem que começa dizendo que duas As asas levarão um homem a Deus, um mau amor, outra sabedoria. Nós vamos extrair daí este parágrafo que diz: "O livro representa um vigorã de força atrativa, plasmando as emoções e concepções de que nascem os grandes movimentos da humanidade em todos os setores da religião, da ciência, da opinião e da técnica do pensamento e do trabalho. É verdade. O movimento espírita, a doutrina espírita nasce de um livro de mais um livro, de muitos livros. Então esse íã de força atrativa para plasmar as nossas emoções, as nossas concepções. Olha o olhar que Emânuel nos faz lançar, nos desafia lançar sobre o livro. Por esse dinamo de energia criadora,

s. Então esse íã de força atrativa para plasmar as nossas emoções, as nossas concepções. Olha o olhar que Emânuel nos faz lançar, nos desafia lançar sobre o livro. Por esse dinamo de energia criadora, continua ele, encontramos os mais adiantados serviços de telementação, porquanto há imensas distâncias, no espaço e no tempo, incorporamos as ideias dos espíritos superiores que passaram por nós há séculos. a necessidade que nós temos de cuidarmos da nossa sintonia com quem nós estamos estabelecendo comunhão de pensamentos. O que estamos pensando? O que estamos captando? Porque é isso que o escritor vai colocar no livro. É isto que o leitor vai recolher. É esta telementação, é esse processo de influência saudável, educativo, que nós precisamos estabelecer a partir dos nossos esforços como trabalhadores, voluntários, espíritas, para que isso atinja o mundo. Quando nós lemos no prefácio do céu e inferno, que Allan Kardec diz assim: "As novas ideias só frutificam quando a terra está preparada para recebê-la. Ora, por terra preparada não se deve entender algumas inteligências precoces que apenas dariam frutos isolados, mas um certo conjunto na predisposição geral, a fim de que não só dê frutos mais abundantes. Está nos chamando ao trabalho de equipe. Este projeto que se inicia lá com o apostolado de Chico Xavier, continua com apostolado de Edivaldo Pereira Franco, de dona Ivone do Amaral Pereira, com o apostolado de todos os escritores espíritas, muitos aqui presentes, com a sua contribuição. precisa do apoio, do amparo da grei espírita, das lideranças, dos trabalhadores. Hoje pela manhã, quando fazíamos uma um bate-papo na sala ali no estúdio, nós dizíamos, pedíamos, rogávamos, dirijam-se à livraria, falem com os autores. Não é uma questão de adquirir o livro, meus amigos. É uma questão de amparar o esforço de divulgação da doutrina espírita através do livro. Quando falando sobre a caridade, indagaram aos espíritos na questão 889, não há homens que se vem condenados a mendigar por culpa sua?

ar o esforço de divulgação da doutrina espírita através do livro. Quando falando sobre a caridade, indagaram aos espíritos na questão 889, não há homens que se vem condenados a mendigar por culpa sua? E eles respondem, Vicente de Paulo, sem dúvida. Mas se uma boa educação moral lhes houver ensinado a praticar a lei de Deus, não teriam caído nos excessos causadores da sua perdição. Disso sobretudo é que depende a melhoria do vosso planeta. E ele não está falando somente na caridade material, mas sobretudo na caridade moral que o livro espírita proporciona. Porque a partir da leitura desta literatura altamente transgressora, que é a literatura espírita é transgressora? Sim, ela é transgressora da normose. Ela é transgressora dos princípios minados pelo materialismo. Ela nos desacomoda, ela desconforta, porque ela nos conclama a adoção de novos hábitos. para que não venhamos a cair na mendicância moral, para que não vivamos perplexos, para que não vivamos angustiados, como diz Paulo aos Coríntios. Porque muitas vezes nós estamos diante dessas situações que ocorrem no dia a dia, os crimes, os vícios, a corrupção. E nos perguntamos: "Mas o que é isto? Por que isto?" Porque na verdade nós ainda não fizemos o letramento necessário. Nós ainda não aprendemos a retirar da obra. a identificação daquilo que nós precisamos aplicar na nossa vida de relação. Nós ainda não estabelecemos paradigmas adequados a nos tornarmos os cocriadores de um mundo melhor. diz dizse diz o a nossa doutrina espírita que a inteligência é rica de méritos para o futuro. E o que vai trazer esses méritos à inteligência, senão esta literatura transgressora do mesmo, da zona de conforto, das viciações inferiores. Então, amigos, agora vamos conversar de perto. Eu diria olho no olho, não posso vê-los daqui, mas sintam-se, sintam a proximidade desse diálogo sem nenhuma imposição, mas é como se estivéssemos numa roda de chimarrão. falando tete a tete, face a face. Vamos falar sobre o leitor espírita. Vou fazer-lhes uma pergunta.

proximidade desse diálogo sem nenhuma imposição, mas é como se estivéssemos numa roda de chimarrão. falando tete a tete, face a face. Vamos falar sobre o leitor espírita. Vou fazer-lhes uma pergunta. Quem aqui leu um livro inteiro nos últimos três meses? Levantem a mão, por favor. E que maravilha. Quem leu dois? Ah, não vou abusar de vocês, né? Mas até nisto o nosso projeto, o nosso programa da espiritualidade já está bafejado pelas brisas do mundo de regeneração. Porque a última pesquisa sobre livros, não sobre livre espírita, sobre livros, publicada em 2024, Retratos da Leitura do Brasil, é a sexta edição. é uma pesquisa feita pelo Instituto Próivro, que é uma uma associação privada que tem por objetivo a difusão, a divulgação da leitura no Brasil. Ela traz um dado que aflige, que é esse aí, pela primeira vez, pela primeira vez. Nas seis edições, nós temos uma informação que o número de não leitores é menor do que o número de leitores. Isso é muito triste. É muito triste porque nós sempre superamos o número de eleitores, mais de 50%. 2024 traz um dado que aflige. Eh, sobre o livro espírita nós pesquisamos muito pouco. Nós não conhecemos a nossa realidade sobre o livro espírita. Não há pesquisa organizada. A a última que encontramos foi essa divulgada em 2019, feita por duas professoras da UnB, uma pesquisa de largo espectro porque ela enviou mais de 15.000 questionários. Então é uma amostra considerável e nós fizemos uma pequena comparação entre a sexta edição da Retratos e a edição única de 2019 desta pesquisa intitulada Quem Lê Livros Espíritos. é majoritário o número de eleitores espíritas que têm nível superior. E na pesquisa retratos também isso se comprova, se confirma. As mulheres leem mais do que os homens. Embora isso na pesquisa retratos esteja diminuindo, aproximando-se, mas o público feminino ainda é o maior público de eleitoras. A faixa etária, tanto na Retratos mostra essa faixa entre 30 a 69 anos e no público espírita 41 a 60. a renda familiar dos leitores

ndo-se, mas o público feminino ainda é o maior público de eleitoras. A faixa etária, tanto na Retratos mostra essa faixa entre 30 a 69 anos e no público espírita 41 a 60. a renda familiar dos leitores majoritariamente acima dos cinco salários mínimos. Isso também se comprova na pesquisa com relação aos aos espíritas. E a etnia, apenas a pesquisa sobre livros espíritas traz que majoritariamente os leitores espíritas são da etnia branca. Muito bem. Mais alguns dados assim, o no retratos da leitura, nós vamos encontrar a lista dos livros mais lidos. A Bíblia, como sempre, em todas as edições, é o livro mais lido no Brasil. Depois vem os contos, os romances, os livros religiosos como um todo, a poesia, os livros didáticos e os infantis. Nesta ordem. alguns escritores espíritas que aparecem na edição do Retratos da Leitura, Alan Kardec, Chico Xavier e a Zíbia Gaspareto. É muito lembrada. Eh, o formato do livro do último livro Lido, Retratos da Leitura em Papel 83% digital 16. A pesquisa sobre leitores espíritas, ela não faz essa diferenciação, mas ela coloca que os espíritas, 93% leem livro de papel. E quando perguntados na pesquisa retratos da leitura no Brasil, que formato você prefere ler? 57 prefere ler em papel, 22 digital e tanto faz 21%. Por que que eu estou trazendo isso? Porque eu queria saber quem é o nosso leitor espírita. A, na cadeia do livro, esta foto que eu printei aí é daquele material que nós utilizamos, que a nossa área do livro estuda, que os nossos centros espíritas fazem treinamento, que é o livro espírita e a sustentabilidade do movimento espírita. E aí tem a cadeia do livro. E eu fiquei olhando essa figura do leitor e fiquei pensando, nossa, é assim que a gente vê o nosso leitor. A gente não sabe o rosto dele. Ele é alguma coisa quase abstrata ali, né? E mais isso reflete o nosso entendimento. Eu fiz parte da comissão que elaborou esse documento, né? Ele já é já tem alguns anos. E eu fiquei vendo o leitor só tem comunicação com as plataformas digitais. Vocês estão

lete o nosso entendimento. Eu fiz parte da comissão que elaborou esse documento, né? Ele já é já tem alguns anos. E eu fiquei vendo o leitor só tem comunicação com as plataformas digitais. Vocês estão vendo as setas aí e com os livreiros, mas ele só tem comunicação e tá bem escrito ali para acessar as obras. Nós não temos nenhum mecanismo de escuta do nosso leitor. A gente não sabe do que ele gosta, a gente não sabe o que ele precisa. Precisamos pensar nisso, porque Allan Kardec quando publica o primeiro primeiro tomo da revista espírita, ele coloca ali toda a metodologia pra gente fazer publicações e nós não estamos atentando para isso. diz que o exame raciocinado dos fatos e das consequências delas decorrentes é, pois, um complemento sem o qual a nossa publicação seria de mediocrire utilidade e apenas ofereceram interesse secundário a quem reflete, quer dar-se conta do que vê. Contudo, diz ele, como o nosso objetivo é chegar à verdade, acolheremos todas as observações que nos forem dirigidas. E tanto quanto permitir o estado dos conhecimentos adquiridos, procuraremos resolver as dúvidas, esclarecer os pontos ainda obscuros. Nossa revista será, portanto, uma tribuna qual, entretanto, a discussão jamais deverá se afastar das normas das mais estritas conveniências. Numa palavra discutiremos, mas não disputaremos. As inconveniências de linguagem jamais foram boas razões aos olhos da gente sensata. e a arma daqueles que não possuem algo melhor e que se volta contra quem a maneja. Ou seja, nós precisamos aprender a conversar, a dar retorno. Não gostei do teu livro, Bet. OK, eu tenho que acolher. O meu leitor tem o direito de me dizer isso. Mas ele precisa me dizer por quê? Porque às vezes o argumento dele é algo que me enriquece. Às vezes é um pedido de socorro. Escreva sobre isto. As editoras espíritas não encomendam obras paraos seus autores. Por quê? Porque a gente não sabe o que que o público quer ler. A gente supõe, é diferente. E às vezes quando a gente recebe, porque

sto. As editoras espíritas não encomendam obras paraos seus autores. Por quê? Porque a gente não sabe o que que o público quer ler. A gente supõe, é diferente. E às vezes quando a gente recebe, porque há leitores bons, né, Janete? e que te mandam devolutiva. Mas não é a devolutiva do ai que livro lindo, que maravilhoso. Não é essa a devolutiva que me faz crescer. A que me faz faz crescer é, olha, eu acho que esse livro tem algum problema aqui. Vamos conversar sobre isto. Pode ser que seja uma visão particular, mas pode ser que seja alguma coisa. que nos impulsione. Então, volto a dizer, não vamos para a fila dos autógrafos apenas para pegar o autógrafo. Vamos conversar com os autores. É o único canal que nós temos hoje, os eventos. Chega e pergunte: "Por que que tu acha que eu tenho que ler esse livro?" O autor vai te dizer, vai, vai te dar o parecer dele. Manda pelo WhatsApp, posta na rede social, quando a gente publica, olha, li, não li. Por que que eu tenho que ler? Do que que trata? Vá na livraria, afague o livro, converse com o colaborador que está lá, leia a quarta capa, leia a orelha, folheie. Não é, não é comprar livro, meus amigos. Nós precisamos nos inserir, nós, os leitores, verdadeiramente nesse projeto de difusão da doutrina espírita. Cada um de vocês é um advogado da leitura espírita. Cada leitor é um divulgador, mas para isso é preciso amar essa literatura. Na Flip do Rio de Janeiro fizeram uma pesquisa de Parati, foram de casa em casa, porque ali eles vivem mergulhados nesse nesse evento internacional que é a Flip. entrevistaram nas ruas o que é preciso para divulgar a leitura, para formar leitores? E a resposta majoritária foi essa: é preciso ter sentimento pelo livro. Vamos amar a nossa literatura espírita, amigos? Amém. >> Vamos, vamos. Desculpem a arrogância, mas vocês são nossos amigos. Eu acho que eu posso dizer isso. Vocês estão convocados a a divulgar o livro espírita. Combinado? >> Que bom. e os nossos escritores, vocês que têm nos auxiliado a pintar o

as vocês são nossos amigos. Eu acho que eu posso dizer isso. Vocês estão convocados a a divulgar o livro espírita. Combinado? >> Que bom. e os nossos escritores, vocês que têm nos auxiliado a pintar o céu nas almas. Porque esta obra, esta efeméride, hoje, 160 anos, este ano do livro Céu e Inferno, para nos dizer que esse espaço do céu ou do inferno é um espaço que nós edificamos, pintamos nas nossas almas. Então, assim como os pintores pintaram muitos céus, como Vanangog pintou a noite estrelada, pintou a noite estrelada sobre o rótano, como este magrite pintou esse pássaro descomunal na promessa. E Georgone pintou a um céu de tempestade. Mente pintou esse céu cor de fogo do grito. A nossa querida Tarcila do Amaral, que pintou muitos céus, né? E pintou este céu sobre o qual se recorta a lua demon. Os nossos escritores também t pintado nas suas obras o céu, assim como o nosso querido Vinícius pintando através desta obra que diz em uma das suas das suas mensagens que a paz é um caminho que deve ser trilhado no cotidiano, que não se configura como recurso urso externo a ser anexado à alma, mas como um estado de espírito a ser construído. É uma obra que vai fazendo a gente esculpir o céu. o nosso querido Saí, que nos entregou o Esperançar, essa obra que tem assinatura da resiliência do nosso povo gaúcho. consegui com a nossa equipe eh da editora que fez a campanha do ano passado e que colocou esse livro no centro desta campanha Esperançar. É o saíde que nos diz que bon inspirado, né? A psicografia é do querido Amazonas Hércules, uma alma que vale a pena conhecer. Eu não conhecia. Quando assisti a cesta literária e outras lives que acompanho o Saí e ouvi ele falar de Amazonas, eu fiquei encantada. E a Amazonas Hércules, que nos diz: "Bons livros, boas relações, dedicação à arte, ao bem e à natureza depura nossos sentimentos. E a nossa querida Eulália, o primeiro romance mediúnico que a nossa editora imprimiu. Esta história linda, quem leu a Moura aqui? o romance de Rodrigo e Ester no Alcázar.

za depura nossos sentimentos. E a nossa querida Eulália, o primeiro romance mediúnico que a nossa editora imprimiu. Esta história linda, quem leu a Moura aqui? o romance de Rodrigo e Ester no Alcázar. E eu quero dizer para Eulal, não sei se ela tá me ouvindo ou não, senão vocês contem para ela que como sua leitora, eu tenho me debruçado, Euulia, na janela do tempo, olhando o horizonte e esperando ver surgir a continuidade da história de amor de Estter e Rodrigo, que segundo você nos disse, continuou em terras americanas. Eu espero que um dia, talvez num pô de sol, surja a continuidade da história da Moura. perguntas que Jesus nos fez, a argúcia da nossa sangra, o seu conhecimento, trazendo as perguntas de Jesus, analisando, falando sobre educação, pintando o céu das nossas crianças no poder da gentileza, o poder do respeito, o poder das palavras. O Alessandro nesta obra que na sua apresentação fala dele como um Orives que distribui joias com o colorido dos sentimentos nobres e que vai pintando os céus para que o nosso olhar se sempre se sensibilize e parta o encontro do significado verdadeiro dos dos ensinamentos da abençoada da doutrina espírita la corder hoje te ouvindo falar do amor com esta doçura, esta simplicidade esta obra, este céu que pintasse para nós e que Joana de Ângeles apresentou. Muito obrigada, amigo. Pode aplaudir. e também o nosso palestrante de hoje e de manhã que escreveu esta obra e ele coloca que quem pode dizer que se faz algo sozinho que considerando a realidade espiritual que nos inserimos, seria ingenuidade crermos noos sós? Pois esta obra de estudo é uma obra psicográfica. que vai fazendo também se desenhar o nosso céu interior. E assim, queridos amigos, nossa editora Ferges tem 75 pintores de céus, para quem eu peço um aplauso. Agora sim. Por isso, como diria Castro Alves, na impaciência dessa sede de saber, como as almas do deserto, como as aves do deserto, as almas buscam beber. Ó bendito, o que semeia livros, livros a mão cheias e manda o povo pensar.

a Castro Alves, na impaciência dessa sede de saber, como as almas do deserto, como as aves do deserto, as almas buscam beber. Ó bendito, o que semeia livros, livros a mão cheias e manda o povo pensar. O livro caindo na alma é germe que faz a palma, é chuva que faz o mar, um mar de bênçãos para todos. Muito obrigado, obrigado. Agradecemos as palavras esclarecedoras da amiga Bet, que nos relembrou algo muito importante. sobre o livro espírita e a sua importância para a educação dos sentimentos. proposta que a doutrina dos espíritos traz para cada um de nós em sua gênese. >> E falando em educação dos sentimentos, a Fergs tem um projeto muito importante que trabalha essa questão. Para falar sobre ele, chamaremos agora Lia Mara Nascimento. é vice-presidente de relações institucionais da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Seja bem-vinda, Lia. >> Boa tarde, queridos amigos, queridas amigas. >> Eraent >> tudo bem? >> Não tá. Então, vou fazer a minha autodescrição porque hoje é outro dia, né? Nós fizíamos ontem a minha autodescrição, então hoje pode ser que alguém esteja iniciando a ver este congresso. Então, eu sou uma mulher de pele clara, cabelos longos, olhos e cabelos castanhos e estou vestindo uma um colete da Fergs Laranja. Então, meus amigos, eu quero saber o seguinte. Quem gosta de histórias levanta a mão. É uma boa história, faz toda a diferença na nossa vida, né? E por isso a gente sempre lembra de Jesus que escolheu sempre contar histórias para ensinar, para nos trazer ensinamentos que até hoje nós estamos buscando entender cada vez mais. E o programa Conte Mais. Quem é que conhece o programa Conte Mais? Olha só, muito bom. Muito bom. Este programa ele visa trabalhar a educação e da inteligência emocional das crianças e dos jovens, levando a eles esse conteúdo rico que é de valores para a vida. Há mais de 20 anos, o Conte Mais está fazendo um trabalho que é muito importante, tanto no movimento espírita quanto para a sociedade como um todo. Então, buscando sempre a valorização

es para a vida. Há mais de 20 anos, o Conte Mais está fazendo um trabalho que é muito importante, tanto no movimento espírita quanto para a sociedade como um todo. Então, buscando sempre a valorização da vida, buscando uma cultura de paz. Você sabe e imagina o que que é chegar a 300.000 crianças atendidas neste período? 300.000 crianças falando, ouvindo sobre o perdão, sobre o amor, sobre boas maneiras, sobre a paz. É uma mudança que nós podemos fazer no mundo, na sociedade, a partir deste trabalho. Já temos mais de 500, 553 contadores de histórias espalhados, mais de 100 vídeos educativos que vocês podem acessar gratuitamente pelo YouTube. E lembrando que estes vídeos eles também, como querem atingir um número maior, contam com Libras e alguns deles já t então a audiodescrição e o projeto Educação dos Sentimentos, que visa então levar as escolas para as crianças este trabalho maravilhoso, contando histórias, fazendo com que as crianças possam fazer a educação dos seus sentimentos e com isso, meus irmãos, construir um mundo melhor, porque elas vão mudar as suas atitudes para melhor. Vocês concordam que é importante este programa? Sim. Então vocês podem ajudar a fazer com que ele se fortaleça, se tornando um amigos da Fergs. Contamos com vocês. Obrigado, Linamara. E você pode ajudar a manter essa e outras ações da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Saiba mais sobre o programa Amigos da Ferrex e seus benefícios no site www.fergs.org.br/amigosdafrex br/amigosdafrex ou no stand do programa no saguão principal do nosso evento. >> Dando sequência às nossas atividades, vem aí mais uma palestra do nosso congresso. Na obra Plenitude, Joana de Angeles nos esclarece que a saúde integral resulta da lucidez mental que elege os atos corretos para a existência modeladora da ascensão. Allan Kardec, através da observância das lições do Evangelho e das diretrizes propostas pelos espíritos superiores, aludindo a Jesus, propôs a caridade como sendo a via real para a salvação, para a

o. Allan Kardec, através da observância das lições do Evangelho e das diretrizes propostas pelos espíritos superiores, aludindo a Jesus, propôs a caridade como sendo a via real para a salvação, para a aquisição da saúde integral. Convidamos o palestrante César Braga Saí para proferir o painel Espiritualidade e Saúde Integral, um olhar desde a vida futura. César Saí nasceu na cidade de Londrina, no Paraná, e hoje reside no Rio de Janeiro. É professor universitário e psicólogo clínico, graduado em pedagogia e psicologia. é expositor e escritor espírita, fundador da ONG Fazendo Bem e colaborador do Grupo de Estudos Espíritas Francisco de Assis em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. >> Recebam com muito carinho César Braga Said. Tá, tá bom. Sou um homem de 1,80 m, branco, magro, pele clara, cabelos pretos e já grrisalhos, olhos claros. Uso um casaco preto e uma blusa azul por baixo, como disse o capitão Rodrigo na obra de Érico Veríssimo O Tempo e o Vento, gosto muito das gentes deste povo. Agradeço a Ferges o convite de novamente vir aqui ao Rio Grande do Sul estar com vocês. Agradeço a livraria e editora da FERGS que nos permite a publicação de algumas obras para a divulgação do pensamento espírita. E quero de início passar para vocês um vídeo de 2 minutos da instituição onde Mourjo, para que vocês conheçam um pouco, um pouco melhor, um pouco mais de onde eu venho e do trabalho que realizamos lá na Baixada Fluminense, no município de Japeri, um dos municípios que no Rio de Janeiro tem o menor IDH. índice de desenvolvimento humano e possivelmente no Brasil para que vocês conheçam e acredito que eu vá me emocionar durante a minha fala. Nosso amigo José Raúl Teixeira diz que o guia dele sempre recomendou que ele não chorasse em público, mas os meus guias reencarnaram várias vezes em Portugal, foram mulheres e foram carpideiras. Então, a emoção chegará. Mas vamos de início ao vídeo que apresenta a nossa instituição. Por favor, >> se você quiser, juntos podemos transformar o mundo. Essa é a Escola

mulheres e foram carpideiras. Então, a emoção chegará. Mas vamos de início ao vídeo que apresenta a nossa instituição. Por favor, >> se você quiser, juntos podemos transformar o mundo. Essa é a Escola Espírita Joana de Angeles em Japeri. 240 alunos em período integral, entram bem cedinho e saem só no final da tarde. Milhares de crianças e famílias já foram beneficiadas pelo ensino forte e ambiente saudável da Escola Espírita Joana de Angeles. Lá se ensina fraternidade e muito amor. Não formamos apenas alunos. São cidadãos espirituais que aprendem a fraternidade cristã para desenvolver não apenas o social e material, mas absorvendo os conceitos de amor pro caráter sentimental e espiritual. E é nessa cozinha afetiva que são produzidas mais de 700 refeições por dia, incluindo café da manhã, almoço e lanche da tarde. Alimentação de qualidade para apoiar esses organismos aí que precisam estar dispostos para absorver tudo de bom que a escola oferece. Mas todo esse carinho e fofura precisam de você. Quem sabe você se torna um voluntário ou um apoiador financeiro. Sem a sua ajuda, a gente não consegue seguir. Só de alimentação são 16.000 refeições por mês, além de salários, manutenção, material. Além do conteúdo educacional com professores dedicados e preparados, temos ainda artesanato, sala de costura com máquinas, sala de música com os instrumentos completos para teoria e prática, apoio psicológico pros alunos, pros familiares, educação física, esportes, enfim, toda a estrutura para manter eles num espaço especializado, repleto de amor. Todo mundo sonha com mundo melhor, mas só sonhar adianta. Sonho que se sonha junto vira a realidade. A gente quer crescer, ampliar, continuar tocando a trajetória de tantos corações. Você pode ajudar como padrinho ou como voluntário. A gente te chama, mas Jesus te convida. Vamos. Vamos lá, então. O nosso tema, espiritualidade e saúde, um olhar desde a vida futura. De início, nós precisamos, de uma forma bastante didática, irmos definindo as palavras, definindo

convida. Vamos. Vamos lá, então. O nosso tema, espiritualidade e saúde, um olhar desde a vida futura. De início, nós precisamos, de uma forma bastante didática, irmos definindo as palavras, definindo os termos para que a gente crie um lugar comum de entendimento, de compreensão em torno do tema que nos foi proposto para essa tarde nesse congresso que nos congraça, que nos envolve em vibrações de amizade, de carinho, de ternura e de muita reflexão em torno do conteúdo espírita. Então, nós temos de início esta frase que aqueles que leram a obra a nosso lar certamente já se depararam com ela no seu prefácio. Em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do espiritismo e do espiritualismo, mas muito mais de espiritualidade. espíritas somos todos nós. Talvez tenhamos aqui também simpatizantes do espiritismo, tenhamos profites de outras religiões e todos são, foram e sempre serão muito bem-vindos. Porque nós espíritas não discriminamos, pelo menos a doutrina nos ensina a não discriminar, a não ter nenhum tipo de preconceito. Mas como disse a nossa querida Sandra ontem, certamente nós os possuímos e procuramos nos despir desses preconceitos na medida em que vamos reconhecendo a incoerência de mantê-los, sobretudo por tudo que o Espiritismo nos ensina e nos toca o coração. O Espiritismo é a doutrina que trata da natureza, origem e destino dos espíritos. assim como da relação deles com o mundo corporal", nos ensinou Allan Kardec na obra publicada no ano de 1859, "O que é o Espiritismo, mas encontramos o mesmo codificador na introdução do livro dos espíritos, que normalmente muitos pulamos logo pra pergunta número um, nós encontramos lá o codificador distinguindo o que é o espiritualismo e o que é o espiritismo. E nos apresentando também uma conceituação sobre o termo alma, nos falando sobre a importância do estudo da doutrina com regularidade, com continuidade, com recolhimento. E já aprendemos que as bases do espiritualismo repousam na ideia de Deus. Na ideia da imortalidade da alma e da

importância do estudo da doutrina com regularidade, com continuidade, com recolhimento. E já aprendemos que as bases do espiritualismo repousam na ideia de Deus. Na ideia da imortalidade da alma e da possibilidade desta alma se comunicar conosco no espiritualismo em geral. No espiritismo não é uma possibilidade, é um fato objetivo e concreto que os espíritos desencarnados se comunicam conosco, interagem conosco e muitas vezes nos dirigem muito mais do que possamos imaginar, como está na questão 459 de O livro dos Espíritos. Mas o que seria espiritualidade? Porque Emanuel, no prefácio da obra Nosso Lar, a primeira da série de livros que André Luiz ditaria por intermédio da sua psicografia, vem encarecer a importância da espiritualidade. Vamos então ao significado do termo a um dos possíveis significados. Espiritualidade é uma busca interior relacionada à conexão com algo maior, a paz interior, ao sentido da vida, com ou sem religião. pode ser vivida através da meditação, do silêncio, do contato com a natureza, do autoconhecimento ou de atitudes compassivas. é uma experiência individual, íntima e subjetiva. para Emanuel ter encarecido a importância da espiritualidade, é porque ele nos faz um convite para irmos além do rótulo, além do conceito, além dos fenômenos, porque já aprendemos que os fenômenos mediúnicos são meios para se comprovar a imortalidade, a sobrevivência da alma. São meios utilizados pelos bons espíritos para nos alertar, para nos confortar, para nos instruir, mas são meios. E às vezes transformamos os fenômenos, enfim, transformamos o conhecimento espírita enfim, quando são ferramentas para a nossa autoiluminação, como disse a querida Sandra, para a nossa autoeducação, para o nosso autoconhecimento, para o nosso autoamor. Espiritualidade é um convite a irmos além do rótulo. Religião é uma forma de crer. Espiritualidade é uma forma de ser. Podemos encontrar ateus e esses ateus serem profundamente espiritualizados. Tem dificuldade com o conceito de Deus,

os além do rótulo. Religião é uma forma de crer. Espiritualidade é uma forma de ser. Podemos encontrar ateus e esses ateus serem profundamente espiritualizados. Tem dificuldade com o conceito de Deus, com os atributos de Deus. Possivelmente são almas que em vidas passadas ou mesmo na atual existência podem ter tido algum problema com religiosos, com religiões. Podem ter sido perseguidos pela Inquisição e tiveram seus bens sequestrados, seus familiares torturados. Podem ser almas perseguidas pelas cruzadas, foram alvo de preconceitos e carregam essas questões na relação direta com Deus nesse patamar. Lembrando que Niet, o filósofo, o filólogo alemão, escreve uma obra a esse respeito intitulada Assim falou ou em algumas traduções, Assim falava Zaratustra. E o personagem principal declara que Deus morreu. Esse Deus antropomórfico, sim, mas esse Deus amor, misericórdia, esse Deus páter mater, esse Deus que transcende as formas que existe em nosso deror e pulsa nas nossas entranhas, no pulsar das nossas veias, nas batidas do nosso coração. Esse não. se permanece vivo, carecendo ser descoberto, conhecido, esperando que com ele estabeleçamos uma relação íntima, amorosa, exatamente como a proposta da espiritualidade, como a proposta da meditação já trazida por Jazon de Camargo no livro Educação dos Sentimentos, trazida por Carlos Torres, Pastor, nessa obra em permanência e imortalidade, trazido por André Luiz, pelo espírito Hilário, pelo espírito Aulos na obra específica sobre mediunidade, trazido por Manuel Filomeno de Miranda em consciência e mediunidade, obra da série de obras do projeto dos amigos da mansão do caminho, trazida por Leon em o problema do ser, do destino e da dor, em o grande enigma, no invisível, quando recomenda essa quietude como uma forma formidável de nos ajudar a abrir os nossos canais para o contato com o mundo maior. Isso tem a ver com espiritualidade. Mas o que é o espiritual? A coisa espiritual. Normalmente temos por hábito colocar o espiritual

os ajudar a abrir os nossos canais para o contato com o mundo maior. Isso tem a ver com espiritualidade. Mas o que é o espiritual? A coisa espiritual. Normalmente temos por hábito colocar o espiritual como o antagônico ao material, como se essas duas dimensões não se completassem, não se harmonizassem. E defendendo esta oposição, muitas vezes corremos o risco de negar a vida terrestre como se ela fosse uma mera passagem, como se ela não tivesse importância e supervalorizássemos apenas a vida espiritual. Como uma senhora me disse uma vez, eu não vejo a hora de desencarnar. Eu como assim? Eu não vejo a hora de desencarnar porque eu estou doida para andar de aeróbos em nosso lar. Ela já sabia que ia para nosso lar e já tinha adquirido o ticket para pegar o aeróbus. Vejam vocês, espiritual não é algo que se opõe ao material, como nos diz o professor aposentado da Unicamp, Réges de Morais, nessa obra formidável Espiritualidade e Educação. Lá ele pergunta o que é espiritual e faz uma releitura, dando-nos um sentido mais amplo para essa palavra e afirmando que espiritual é a cesta de alimentos que trazemos para os nossos familiares. Espiritual é a panela e o bendito fogo. O tricotar ou limpar do nosso espaço cotidiano é o trabalho e o salário, a preocupação de escolher candidatos visando ao bem da comunidade e do país. espiritual é eu entender que o outro tem o direito de pensar diferente de mim, de votar diferente de mim, de torcer por um time diferente do meu, de ter uma forma de expressar a sua religiosidade diferente da minha. É eu entender que ele constrói seu raciocínio e seu saber por caminhos distintos daquele pelo qual eu tenho construído o meu conhecimento e continuarmos amigos, porque a nossa amizade precisa pairar acima dos rótulos. E se ela for verdadeira, ela sempre pairará. Mas se ela for frágil, eu continuarei amando apenas quem reza pela minha cartilha. Daí aquela mensagem linda do espírito Emanuel, a cortina do eu, quando ele diz que nós amamos nas pessoas um prolongamento de

la for frágil, eu continuarei amando apenas quem reza pela minha cartilha. Daí aquela mensagem linda do espírito Emanuel, a cortina do eu, quando ele diz que nós amamos nas pessoas um prolongamento de nós mesmos, porque basta elas discordarem de nós, construírem um raciocínio distinto daquele que exposamos, que a nossa afeição começa a arrefecer, o nosso carinho começa a diminuir. E o benfeitor conclui dizendo que no fundo nós não amamos o outro, nós amamos um prolongamento de nós que se reflete no outro. Então seria um retorno ao mito de Narciso. Eu amo o meu próprio reflexo no outro. Tive um amigo no curso de psicologia lá no Rio de Janeiro e esse amigo era pastor da Igreja Batista, tinha um programa numa rádio evangélica. Esse amigo, o pastor Davi, Davi Baeta, já desencarnado, estava completando 25 anos, jubileu de prata, e me convidou para ir à sua igreja, no bairro de Moça Bonita, no Rio de Janeiro, zona oeste, onde fica o campo do Bangu, o clube Bangu, lá no subúrbio. E eu fui, cheguei um pouco atrasado, me encostei numa pilastra muito discreto e lá na frente, com muita eloquência, discursava o pastor Davi, o meu amigo Davi. Num determinado momento, ele me localiza e havia pastores do Brasil inteiro, porque ele era professor de seminário teológico lá no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. e foram para prestigiar o professor Davi. me divisando encostado na pilastra, ele me chama e eu então vou me esgueirando entre o povo, chego próximo ao púlpito, ele desce do púlpito, me enlaça com um dos seus braços, com o outro, o microfone na mão e diz assim: "Esse é o nosso irmão César, de quem tantas vezes eu falei com vocês. Não sei se ele falou bem ou se ele pediu pra igreja rezar para que o Satanás me deixasse. Mas os nossos diálogos eram sempre muito amistosos. E me disse assim para minha surpresa: "César, você gostaria de se dirigir aos nossos irmãos da igreja batista?" E eu pensei, será que se um pastor da igreja batista chegasse num centro espírita, nós franquearíamos? de uma

minha surpresa: "César, você gostaria de se dirigir aos nossos irmãos da igreja batista?" E eu pensei, será que se um pastor da igreja batista chegasse num centro espírita, nós franquearíamos? de uma forma tão confiante a palavra. E eu disse: "Sim, quero dizer algo, Davi." Peguei do microfone, continuamos abraçados e eu disse assim: "Meus irmãos, permitam-me chamá-los. Irmãos e irmãs, vocês são privilegiados." fez-se um silêncio. Vocês são privilegiados porque vocês têm na figura do pastor Davi, o meu amigo Davi Baeta, um homem que não ama apenas o semelhante, ele ama também os diferentes. Então, Davi, você personifica aquilo que Jesus disse acerca dos seus discípulos, que eles seriam conhecidos por muitos se amarem. Obrigado pelo seu amor como pastor da Igreja Batista a um profitente do Espiritismo, alguém que segue as lições codificadas por Allan Kardec. E nos abraçamos e eu nunca ganhei tanta Bíblia na minha vida. tive que distribuir. E mal sabia ele que eu também falava dele nas minhas palestras. Então é espiritual o sexo que não se perde em desvarios e exageros cheios de grosseria. O real interesse pelo nosso semelhante e a disposição alegre à solidariedade, a nossa busca de intercâmbio com os planos mais elevados da espiritualidade à nossa comunhão com Deus. A vida terrestre precisa ser de forma regrada, com discernimento, sorvida. Porque se nós não precisássemos da vida terrestre, nós não estaríamos aqui reencarnados. Nós estaríamos na erraticidade, aprendendo nas colônias espirituais ou rezando para alguém nos tirar do umbral. Então, se estamos aqui, precisamos valorizar essa passagem, valorizar esse corpo físico, cuidando o bem dele. Quem não se recorda de Francisco de Assis, o jograu de Deus, o pobrezinho, quando nos fala no cântico do irmão Sol ou cântico das criaturas, ele nos faz lembrar do quanto precisamos louvar as coisas da natureza. E Francisco fala do irmão sol, fala do vento, fala do ar, fala das nuvens, fala da chuva e vai concluindo o seu cântico de louvor

ele nos faz lembrar do quanto precisamos louvar as coisas da natureza. E Francisco fala do irmão sol, fala do vento, fala do ar, fala das nuvens, fala da chuva e vai concluindo o seu cântico de louvor ou o cântico das criaturas, falando da irmã morte, morte corporal. Ao contrário dos religiosos do seu tempo, que viviam enclausurados, Francisco divulgava alegria, o diálogo, a festa e a caridade. Não viveu na clausura, no claustro. Francisco buscou viver a religião do seu tempo ancorada no cristianismo primitivo, na essência do evangelho. Por isso cantava, dançava. Precisamos buscar mais esse sentido do que é espiritual na vida de Francisco de Assis. Os que tivemos a oportunidade de conviver um pouquinho mais de perto com Divaldo Franco, sabemos o quanto ele era alegre. Não era uma alegria apenas nas palestras, nos chistes, nas anedotas, para descontrair e entreter. Na intimidade era uma figura alegre. Chico Xavier Iden. Me lembro de uma palestra de Divaldo em que se referindo à alegria, a espontaneidade de Chico Xavier, porque as pessoas vinham os dois juntos e imaginavam, nossa, eles devem estar falando dos planos maiores da espiritualidade, das reencarnações de grandes missionários ou quem sabe recordando vidas passadas. A gente imaginava isso, que poderia até existir em muitos dos encontros e dos colóquios dos dois, mas me recordo de Divaldo dizer que um dia em conversação com Chico, enquanto as pessoas vinham, livros eram autografados, Chico conta para ele o seguinte: a história de um homem que tinha no portão da sua casa uma placa escrita Cuidado com o papagaio, Edivaldo. Como assim, Chico? Cuidado com o papagaio. Sim, mas um encalto resolveu descobrir por, cuidado com o papagaio, avançou o portão adentro e encontrou uma placa ainda maior. Cuidado com o papagaio. Não. Não satisfeito, ele avançou um pouco mais. E no fundo do quintal havia quase que um outdoor. E num puleiro um papagaioziozinho modesto, simples. E o homem se aproximou do papagaio. Como pode alguém ter posto essa sucessão de

çou um pouco mais. E no fundo do quintal havia quase que um outdoor. E num puleiro um papagaioziozinho modesto, simples. E o homem se aproximou do papagaio. Como pode alguém ter posto essa sucessão de cartazes? Cuidado com você, louro. Olha só. E o papagaio então disse: "Rex, pega ele, Rex, pega ele". O papagaio chamava o cachorro. Dá para imaginar Chico Xavier contando isso para Divaldo Pereira Fran? Pois ele contou. E outras cocitas más que fica para depois. Saúde integral. Nesse caminhar das nossas reflexões, precisamos ver saúde integral sob um olhar múltiplo, abrangente, amplo. Saúde no sentido social, as nossas relações interpessoais. E lá na Baixada Fluminense, de onde eu venho, eu sei que aqui no Rio Grande do Sul isso não acontece. Maridos enlouquecem esposas, esposas enlouquecem maridos, filhos enlouquecem pais e pais criam problemas para os filhos e enriquecem a nós que somos psicólogos. É a saúde social, é o trânsito. Meus filhos eram pequenos, fui levá-los à escola e havia uma conversão pra direita. Eu embiquei meu carro, já estava atrasado e veio um outro carro, passou na frente, eu tive que frear e eu falei: "Meu Deus do céu, porque sempre a gente acha que a preferência é nossa". O homem ficou na frente e eu nervoso. Eu fico nervoso. Quero dizer isso para vocês. Fico. E o homem então saiu do carro e veio na minha direção. E eu com os dois filhos pequenos no banco de trás. Falei: "Pronto, vai acontecer uma tragédia. Esse homem vai brigar comigo porque quando ele foi à frente, eu pus a mão delicada e gentil para fora do carro e falei: "Vá, meu irmão, vá, meu irmão, vá adiante naturalmente, né, para não revelar o que eu pensei." Ele sai do carro, havia uma senhora do lado dele. O meu carro estava com o vidro entreaberto. Ele abaixa, olha bem dos meus olhos. As minhas pernas já estavam tremendo dentro do carro. E diz assim: "O senhor me desculpe, é que eu tô com a minha esposa aí adoentada e a gente tá querendo chegar logo ao pronto socorro. Eu não aguardei o senhor, né, projetar o seu

mendo dentro do carro. E diz assim: "O senhor me desculpe, é que eu tô com a minha esposa aí adoentada e a gente tá querendo chegar logo ao pronto socorro. Eu não aguardei o senhor, né, projetar o seu carro e estendeu a mão na minha direção. Eu, que esperava uma agressão, fui surpreendido por um gesto de desculpa, de fraternidade, de respeito. Esse homem era espírita, católico, umbandista, candomblecista, não sei. Mas ele teve um gesto de ternura comigo que eu fui incapaz de ter com ele. Saúde social, saúde com os conhecidos e com os desconhecidos. cuidar do corpo físico, como dizia São Francisco de Assis, o nosso jumentinho, quem não se recorda da história de Frei Leão que se aproxima dele e diz: "Pai Francisco, aqui perto de nós vive um homem que maltrata muito o seu animal. Ele o deixa várias horas com sede e com fome, e esse animal sofre demais. Não é possível, Frei Leão. Traga esse homem aqui. Vamos conversar com ele. Vamos ajudá-lo a perceber que não é desse modo que nós devemos tratar os nossos irmãos, os animaizinhos. Pai Francisco, preciso lhe dizer uma coisa. Pois então, diga, Frei Leão, esse homem é o senhor. O senhor não cuida do seu jumentinho, do seu corpo físico. O Senhor o maltrata? E os olhos de Francisco se arregalaram, porque de fato, em função de tudo que ele fazia, ele cuidava pouco do irmão corpo e nós precisamos cuidar. Ouvi uma vez de um paciente, eu prefiro morrer de câncer de próstata a ir num urologista fazer o toque retal. Eu falei: "Mas meu senhor, as mulheres passam uma vida sendo tocadas, fazendo exames ginecológicos, fazendo preventivo. Morreu de câncer de próstata. tamanha era a sua ignorância. Então, nós estamos no mês do outubro >> rosa. Frequentemente existem campanhas para a saúde do corpo feminino, do corpo masculino. Valorizemos, lembremos do livro Missionários da Luz, daquela sessão lá numa das nos departamentos de nosso lar, em que existem moldes de órgãos do corpo físico, todos eles iluminados, e o que possuía mais luz, os órgãos

mos do livro Missionários da Luz, daquela sessão lá numa das nos departamentos de nosso lar, em que existem moldes de órgãos do corpo físico, todos eles iluminados, e o que possuía mais luz, os órgãos genésicos, responsáveis pelo prazer sexual e pela reprodução dos corpos. Então, é um investimento das células reprodutoras dos nossos pais. É um investimento da própria evolução. O nosso corpo físico, tenha ele as limitações que tiver. Nós precisamos desse corpo ainda porque estamos aqui encarnados. Saúde financeira. Eu confesso a vocês que eu não tenho habilidade para ganhar dinheiro. Eu tenho habilidade para encontrar pessoas que precisam de dinheiro, de cesta básica, de atendimento médico, psicológico, encontrar escola paraa criança que tá sem, para que possa se instruir, possa se educar. Mas o dinheiro tem um livro do espírito Emanuel intitulado dinheiro, em que ele fala que não é bom nem é mau. Tudo depende do emprego que venhamos a dar aos recursos financeiros, mas a gente precisa minimamente para sobreviver nesse plano. Saúde ambiental, uma relação que não seja de domínio, mas de integração com a natureza. como essa apresentada por Francisco de Assis no século XI de amor à natureza. Todos os seres são nossos irmãos e nossas irmãs. Quem não se lembra da história do lobo de Gúbio que atacava as pessoas e chamam Francisco e ele entra pela floresta e conversa com o irmão lobo porque entendia a alma dos animais, a linguagem dos animais e entra com o lobo pelas ruas da cidade e as pessoas: "Esse homem é doido." A gente o chamou para que ele desse um fim. mandasse esse lobo embora e ele traz o lobo para dentro da cidade. Meus irmãos, o irmão lobo só ataca porque tem fome. Vamos alimentar o irmão lobo e ele se tornará dócil, será um amigo. E de fato, as pessoas atenderam a sugestão, a orientação de Francisco, e o lobo tornou-se dócil. Passou a brincar com as crianças. da cidade de Gúbio e tornou-se um animal de estimação. Assim era Francisco de Assis, o São Francisco dos Católicos, que veio nos

Francisco, e o lobo tornou-se dócil. Passou a brincar com as crianças. da cidade de Gúbio e tornou-se um animal de estimação. Assim era Francisco de Assis, o São Francisco dos Católicos, que veio nos ensinar que existe uma vida além, mas é preciso amar também essa vida, apesar das suas impermanências, das mudanças que ocorrem continuamente por aqui. saúde ocupacional. Quantas pessoas se licenciam, principalmente no campo do magistério, se licenciam pelo esgotamento, pelo estress, pelas dificuldades causadas por alunos oriundos de famílias disfuncionais, se licenciam, são deslocados da sala de aula para outras funções e muitas vezes são aposentados pela psiquiatria nesse mundo. mundo de aceleração, de manipulação dos algoritmos. Nesse mundo em que nós nos viciamos as telas e abandonamos os livros ressaltados muito bem pela nossa querida Bet. E agora inúmeros médicos na área da neurociência vem nos dizer que a leitura é terapêutica, que a leitura desacelera o nosso pensamento. Se queremos vencer a síndrome do pensamento acelerado, se queremos momentos de pausa, o livro segue sendo o melhor companheiro, a contemplação da natureza, as práticas meditativas, a capacidade de ouvir o outro até o fim sem interrompê-lo, mas não fazendo como uma amiga que foi lá em casa, nós não havíamos há algum tempo, visitou, na verdade minha sogra A mulher falou duas horas sem parar e só falou dela e não perguntou nada da gente, como que a gente estava, se alguém tinha morrido na família, se tinha nascido algum bebê, nada. Ela falou 2 horas sem parar e comeu bem o lanche que foi servido também. Porque eu com a minha mente compassiva e nada julgadora, observei isso tudo. Ô meu Deus! Vida futura é outra expressão que tá no nosso tema. Diz o espírito calderaro no livro No Mundo Maior, que nós carregamos em nós o passado, presente e o futuro. Futuro é daqui a pouco. Futuro pode ser a vida espiritual. Futuro pode ser o que a evolução, o progresso intelectual e moral nos reserva lá paraa frente.

regamos em nós o passado, presente e o futuro. Futuro é daqui a pouco. Futuro pode ser a vida espiritual. Futuro pode ser o que a evolução, o progresso intelectual e moral nos reserva lá paraa frente. Mas verdadeiramente nós só temos o presente. A vida é o grande presente de Deus para nós. Mas o que nós fazemos da vida, eis o nosso grande presente para ele. E todos os dias nós temos a oportunidade de transformar a nossa existência num grande presente para o nosso anjo da guarda, para o espírito familiar que nos inspira, para os bons espíritos que nos legaram à doutrina espírita. Temos a possibilidade de presentear a esposa, o marido com um sorriso, porque às vezes a criatura não sorri. Um amigo me contou que a esposa ficou de mal com ele e ele fez de tudo para que a esposa voltasse a falar com ele e nada. Elogiou a comida, elogiou o penteado dela nas idas sucessivas ao salão, elogiou as unhas, até esses cílios que hoje as mulheres usam. e e elogiou elogiou o fato dela estar na academia, dela tá fazendo dieta, dela ter mudado e nada da criatura se sensibilizar para perdoar. Ele também não me disse o que ele fez, né? E aí então ele teve uma inspiração. Ele foi ao guarda-roupa e começou a tirar toda a roupa. Foi nas gavetas do armário e foi tirando tudo que tinha e jogando. E aí ela, como parece, parece, eu não posso afirmar, tem toque de organização. Você é louco. Como é que pode? Roupa passada, roupa limpa, você tá jogando tudo no chão. É porque eu estou procurando algo. O que que você está procurando? A sua língua. porque você não fala mais comigo. Aí ela riu, riu, descontraiu e fizeram as pazes. Então nós só temos o presente e a possibilidade de fazer desse presente uma dádiva. Com o aqui e o agora. Nós nos reconciliamos com o nosso ontem, com o aqui e o agora. Nós projetamos o nosso amanhã. Por isso, a vida terrestre precisa ser valorizada, eu não estou dizendo hipervalorizada e nem posta acima da nossa destinação espiritual, mas esses são os recursos. Esse é o contexto no qual nós precisamos

sso, a vida terrestre precisa ser valorizada, eu não estou dizendo hipervalorizada e nem posta acima da nossa destinação espiritual, mas esses são os recursos. Esse é o contexto no qual nós precisamos estar e nos envolver com as coisas desse plano, oferecendo o que temos de melhor, sem perder de vista a nossa destinação. Uma forma de aproveitarmos bem o presente, a dádiva do aqui e do agora é essa aqui. É uma publicação da AM Rio Grande do Sul que tem livros extraordinários. Há uma publicação sobre meditação que, no meu entendimento modesto é uma referência e é uma das ames, Associação Médicoespírita do Brasil das mais produtivas. E numa publicação, a AM do Rio Grande do Sul vem nos dizer que templos religiosos podem transformar a nossa saúde. Em tempos de pós-pandemia, nós temos a possibilidade de atuar nas dimensões de um centro espírita, fazer a retomada, sair um pouco dos meios digitais. O povo brinca, né, dizendo que algumas pessoas são raiz e outras são Nutella. Então, vamos voltar às raízes. Existem abraços virtuais, mas eu particularmente prefiro os abraços presenciais, que são formidáveis. É a possibilidade da gente trocar energia. E é muito gostoso quando a gente faz essa troca, diferentemente de uma senhora que uma vez se aproximou de mim e diz disse assim: "Meu filho, quero te dar um abraço". Eu: "Claro, ela: "Eu quero sugar a sua energia". Eu me senti um copo de suco e ela com canudinho. Minha senhora, não faça isso. Procure um médium mais fofo. Se na ocasião eu já conhecesse o meu querido amigo Vinícius Louusada, eu diria: "Abrace o Vini, abrace!" Porque tem fluído sobrando, tem muito afeto. No meu caso, se a senhora sugar, não vai sobrar nada. Eu vou evaporar, vai virar éter, minha senhora. E ela riu. E eu acho que serviu para ela pensar. Então, nós temos a possibilidade nos centros espíritas de melhorar a nossa imunidade, laborapia, estudo fraterno. E esse exercício que nós fazemos de calar ou de falar com educação, mesmo usando essas máscaras as quais

possibilidade nos centros espíritas de melhorar a nossa imunidade, laborapia, estudo fraterno. E esse exercício que nós fazemos de calar ou de falar com educação, mesmo usando essas máscaras as quais Sandrinha aludiu. Mas esse é um espaço, diz Guilhon Ribeiro, que foi presidente da FEB e tradutor das obras de Kardec, disse através da mediunidade de Júlio César Grande Ribeiro, médium de Vila Velha, Espírito Santo, que o Centro Espírita é um espaço prioritariamente de encarnados. Os espíritos têm as esferas, as colônias e é óbvio, são muito bem-vindos nos centros espíritas, mas esse é um espaço nosso. Os espíritos não vão pintar as paredes, os espíritos não vão fazer campanha para arrecadar fundos. Eles não virão evangelizar as crianças e fazer as palestras. Eles fazem por nosso intermédio, envolvendo-nos, inspirando-nos na preparação e na execução. Segundo essa pesquisa, a oração reduz o cortisol, que é o hormônio do stress. A oração melhora a nossa gratidão porque libera a serotonina. O perdão estimula as endorfinas. Nossa força interior é despertada. Ninguém está dizendo que ela só o será na frequência um centro espírita, porque não é fora do centro espírita que não há salvação. É fora do bem, é fora do amor, é fora da >> que não há salvação, é fora do amor ao próximo. Existem práticas também que antigamente eram chamadas de terapias alternativas. Hoje elas são práticas integrativas complementares. O Ministério da Saúde no Brasil e outros ministérios espalhados pelo mundo afirmam que essas práticas são complementares aos tratamentos convencionais. Elas não vieram para substituir os tratamentos médicos, mas elas precisam ser conhecidas. E também não estamos aqui dizendo que todas elas deverão ser incorporadas à dinâmica de um centro espírita. Não, elas precisam ser conhecidas. E certamente alguns de vocês que aqui se encontram presencialmente nessa tarde e nos acompanhando pela internet já lançam mão de algumas dessas práticas e são capazes de dar um testemunho, um

hecidas. E certamente alguns de vocês que aqui se encontram presencialmente nessa tarde e nos acompanhando pela internet já lançam mão de algumas dessas práticas e são capazes de dar um testemunho, um depoimento em torno da eficácia ou não delas. Me recordo que olhando pela internet, a programação do Centro Espírita Caminho da Redenção, era aniversário da mocidade do grupo jovem Nina Arroeira, na cidade de Salvador, Centro Espírita, Caminho da Redenção, anexo à mansão do caminho. E o encontro de jovens na mansão do caminho começava pela programação com uma aula de yoga. Ah, então agora todos não estou falando isso. Estou dizendo que a gente precisa conhecer. Manuel Filomeno de Miranda não viria falar num capítulo portentoso na obra Consciência e Mediunidade sobre a importância da meditação junto ao exercício da mediunidade se ela de fato não tivesse eficácia. Universidades europeias, americanas e brasileiras têm estudos que comprovam a sua eficácia. E Allan Kardec nos disse em gênese que o Espiritismo caminharia par e passo com o desenvolvimento das diferentes ciências. Se essas demonstrassem estar o espiritismo em equívoco, o espiritismo se abriria para incorporar essas descobertas, essas inovações, esses avanços. Então, não estamos aqui a dizer que o espiritismo, enquanto doutrina esteja com qualquer atraso, mas ele nos convida a dialogar com a ciência. E se algumas dessas práticas possuem comprovação científica, no mínimo, mereceria da nossa parte um olhar menos preconceituoso, um pouco mais de abertura, essa condição de seres aprendentes. Um outro tema que me parece que também tem menos valia nos nossos arraiais é esse aqui. Parece que se a gente não se matar de tanto trabalhar, de tanto fazer palestra, de tanto dar passe, de tanto escrever livro, de tanto incorporar espírita, a gente vai pro umbral. E às vezes a gente corre o risco de estar botando o carro na frente dos bois. O trabalho é lei da natureza, mas as próprias leis humanas que regulam o mundo do trabalho estabelecem períodos

ro umbral. E às vezes a gente corre o risco de estar botando o carro na frente dos bois. O trabalho é lei da natureza, mas as próprias leis humanas que regulam o mundo do trabalho estabelecem períodos de descanso. Até o texto bíblico, que naturalmente a gente entende que é simbólico, fala que no sétimo dia Deus descansou. Claro, eu trabalho e o meu pai trabalha", disse o Cristo. "O trabalho é uma bênção, mas eu não posso querer viver a vida amorosa exemplar de Divaldo Pereira Franco. Eu não vim com essa missão. Eu não posso querer viver uma mediunidade nos moldes de Chico Xavier, porque embora médium, a minha mediunidade guarda particularidades de acordo com o meu programa reencarnatório, o meu currículum reencarnatórium espirituales. Esse é o mantra desse congresso, né? Não é o ON dos hindus, é esse que a Sandra acabou de criar. Descansar é fazer pausa. Se até entre as notas musicais, eu que sou tosco para entender de teoria musical, me parece que existem intervalos. Eu falava com Sandra agora, Sandra, você quer um café? que ela tava meio sonolenta, fala: "Quero uma rede". Falei: "Tem a rede do meu coração". Serve. Isso tudo alimenta a nossa criatividade, nos permite, nesses instantes de óscio criativo, abrir espaços para a inspiração dos bons espíritos, contemplar um pô do sol, observar uma noite estrelada. Perceber a sutileza delicada das pétalas de uma flor. Ouvir o canto de um pássaro, observar o boi, a vaca, o cãozinho, o gato. Observar as formigas, perceber as nuvens que passam no céu. Isso tudo são momentos de descanso que nós colocamos no plural descansos. Isso confere saúde, bem-estar. Emanuel vem nos dizer que nós precisamos educar a nossa relação com os nossos órgãos, porque eles são vivos e educáveis. educar o estômago, conversar com ele. Eu sei que você quer mais comida, mas se eu te der mais, o colesterol vai subir. olhar para aqueles chocolates maravilhosos de Gramado e daqui do Rio Grande do Sul e dizer: "Olha, hoje só metade desse pequenininho e assim com todos os alimentos

te der mais, o colesterol vai subir. olhar para aqueles chocolates maravilhosos de Gramado e daqui do Rio Grande do Sul e dizer: "Olha, hoje só metade desse pequenininho e assim com todos os alimentos para que a nossa vida se prolongue e tenhamos prazer e não fiquemos todos encarquilhados". Chico Xavier dizia: "Até certa idade a gente carrega o corpo. Dali paraa frente é o corpo que carrega a gente. Se o corpo vai carregar a gente, a gente precisa ajudá-lo para que ele nos carregue com dignidade e a gente não vai envelhecendo, arrastando os pés e tendo dificuldade para subir uma escada. Tem um amigo professor aposentado, tem 90 anos. tem 90 porque ele é do magistério de antigamente. Se fosse desse, eu acho que ele já teria desencarnado. E eu perguntei para ele, Lidiênio, ele tem um livro, A educação à luz do Espiritismo. Foi um dos primeiros livros com essa temática. Qual o segredo? Eu não te vejo em academia. Você é um homem lúcido. Pensa com lógica. Eu vejo você andando aqui no centro, caminhemos com humildade na cidade de Nilópolis, terra da Beijaflor. Você nunca desfilou na Beijlor? Como que você tem essa saúde toda? E ele me disse: "Tudo que eu posso fazer andando sem ter que pegar o carro, eu ando. Se o médico não é no 15º andar, é no terceiro, no segundo, eu subo as escadas. Então eu me movimento, César. Por isso cheguei aos 90 e pasm. O homem só fez cirurgia de varizes porque andou tanto, ficou tanto tempo em pé que deu varizes. Então os nossos órgãos são educáveis. Conversemos com eles. Meu coração, não sei porquê. Bate feliz. Conversemos com o cérebro. Conversemos com os olhos que não estão enxergando direito. Conversemos com a nossa língua, com o olfato, com os nossos pulmões. Conversemos com os joelhos que parecem dobradiças de porta, um tanto quanto enferrujadas. Conversemos, mas aí vai um conselho. Conversa em voz baixa para ninguém perceber que você tá conversando, porque senão vão julgar que você tá precisando de um psiquiatra. Joana deângeles nos diz que o ser

ersemos, mas aí vai um conselho. Conversa em voz baixa para ninguém perceber que você tá conversando, porque senão vão julgar que você tá precisando de um psiquiatra. Joana deângeles nos diz que o ser consciente não se julga nem se justifica, não se acusa nem se culpa, apenas descobre-se. Eis aqui o grande desafio da saúde integral, olharmos esse olhar, pegarmos esse olhar da vida futura. inspirarmos a vida presente, não nos culparmos, não nos exigirmos tanto. Se o verdadeiro espírita se reconhece pelo esforço que faz em domar suas más inclinações, tenhamos cuidado para que esse esforço não lembre aqueles movimentos dos religiosos enclausurados da Idade Média, que se autoflagiciavam, se autocastigavam e viam nos desejos do corpo, nos instintos, alguma coisa ruim, demonia. Vamos nos comparar menos porque nós somos únicos, somos obras primas da criação. Não tem ninguém idêntico a nós. Você pode não gostar da sua altura, do seu cabelo, dessa circunferência que em nós homens aparece na região abdominal. Você pode não gostar de um traço seu, mas esse traço é que te singulariza, que te torna um ser divino. Estamos nesse mundo de impermanência. E nesse mundo de impermanência, somos chamados a estabelecer um equilíbrio dinâmico para alcançarmos a saúde que necessitamos para dar conta do nosso projeto reencarnatório, para percorrermos as disciplinas desse currículo que é a vida terrestre. E eu me lembro de um de uma criança. Estávamos na evangelização do centro reunidos para uma capacitação. E nessa capacitação, uma vez por mês, que vai das 8:30 às 10 da manhã, de 8 a 8:30 é o café. E uma das evangelizadoras levou um sobrinho que ela está cuidando. Num determinado momento do café, o menino me puxou pela mão. Tio César, vem aqui. E eu fui com ele para debaixo de uma mangueira. Aí eu abaixei. O menino tem 5 anos. Fiquei da altura dele. Fala, João. Tio César, você sabia que a minha mãe morreu? Eu já sabia. Falei: "É, a sua mãe morreu, João". Morreu e o meu pai quase não vem me visitar

ixei. O menino tem 5 anos. Fiquei da altura dele. Fala, João. Tio César, você sabia que a minha mãe morreu? Eu já sabia. Falei: "É, a sua mãe morreu, João". Morreu e o meu pai quase não vem me visitar cinco aninhos. Eu já tinha dito coisas para adultos, para pessoas idosas, para jovens. Respirei fundo e disse: "João, você sabia que a minha mãe também já morreu? Não é, pessoal? Não tinha sua idade. Tio César era um pouquinho mais velho. Ela morreu. Mas você sabia que às vezes ela vem me visitar? Como? Ela vem, João. Ela vem me dar um abraço, ela vem dizer que me ama e a sua também vai vir. Você vai sonhar com ela e quando você tiver com muita saudade dela, olha pro céu. Pro céu, tio César. É, olha pras estrelas. Mas e se tiver chovendo, tio César? Se tiver chovendo, você olha para uma flor, você pode olhar para uma borboleta, você pode olhar pra chuva. Mas por quê? Sua mãe não era bonita? Sim, ela era muito bonita. Se sua mãe era tão bonita, ela tá presente em todas as coisas bonitas que seus olhinhos conseguem enxergar, João, e todas as outras que quando você ficar adulto você conseguir enxergar. É assim que eu tenho feito, João, quando sinto saudades da minha mãe e dei um abraço no menino João e mostrei para ele o que eu vou mostrar para vocês, que foi feito por um evangelizador. E eu estava com um livro e tinha isso aqui. Aqui nós temos um saquinho de pipoca. Falei: "João, olha só que o tio César vai te mostrar. Esse aqui, João, é o corpo da sua mãe. Esse aqui é sua mãe, é o espírito. O que aconteceu, João, foi que esse barbante aqui ele rompeu. Mas se eu cortar esse barbante agora e esconder, tio César, esconder esse saquinho, que que acontece com esse saquinho branco? Ah, eu vou continuar vendo e sabendo que ele tá aí com você. Exatamente, João. É igual quando o sol desaparece. Ele só desaparece aqui, mas ele vai aparecer no Japão. Sua mãezinha, você não vai ver ela com o corpinho dela, mas ela tá aparecendo num outro lugar. E não esqueça de olhar paraas estrelas,

esaparece. Ele só desaparece aqui, mas ele vai aparecer no Japão. Sua mãezinha, você não vai ver ela com o corpinho dela, mas ela tá aparecendo num outro lugar. E não esqueça de olhar paraas estrelas, pras flores, pra chuva. E dei um abraço no menino João. Já tão novo vivendo as impermanências da vida. Consolemo-nos com o Espiritismo. Divulguemos essa doutrina que é um divisor de águas na nossa vida de espírito imortal. E que possamos nesses dias de congresso espírita do Rio Grande do Sul encontrar estímulos, como escreveu um poeta da Baixada Fluminense, o poeta João Prado, chamado por nós lá na Baixada de O poeta do otimismo. Todo mundo lá no fundo tem reserva de coragem. Corre, busca Deus depressa. É a reserva desse mundo. Oi, você que anda triste, cansado da vida e que acha cumprida esta vida sem graça. Oi, você que não passa da imagem sofrida, tendo de sobra para dar tanta raça. Oi, você que chora e lamenta o amor que foi embora e se gasta no fundo da vida? Oi, você que caminha na larga avenida, alheio ao progresso do mundo gigante. Oi, você que nesse instante procura a mesa de um bar ou veneno fatal? Oi, você que cansou de esperar, desperta final, pois a festa há de vir. Se existe um motivo pra gente chorar, há mil pra gente sorrir. Segura a viola, segue o meu canto. Foi feito na raça, é o canto que fica. A dor depois passa e o importante é se dar pro que fica depois. Oi, você que quisera ser dois a lutar, sua força é de dois. Basta crer e enfrentar. Toca o barco sozinho, pois na hora do vinho alguém vem para ajudar. Oi, você que sente um tédio profundo, que se julga tão só nesse mundo. Dá um jeito na vida. Busca esse Deus feito raça, arrojo, otimismo, esperança, altruísmo. As armas mais fortes para o homem lutar. Faça um samba do pranto e segue esse canto que é bom para sonhar. Oi você, oi você. Oi você. Vem comigo sorrir e cantar de uma vez. Oi você. Oi você. Oi você. Oi vocês. Obrigado. Agradecemos ao querido amigo César Saí pelas palavras de esclarecimento.

m para sonhar. Oi você, oi você. Oi você. Vem comigo sorrir e cantar de uma vez. Oi você. Oi você. Oi você. Oi vocês. Obrigado. Agradecemos ao querido amigo César Saí pelas palavras de esclarecimento. >> Agora faremos um intervalo até às 17:30. No salão principal estão os autores Maria Elizabeth Barbieri, Alessandro Viana de Paula e César Braga Said, aguardando a todos na sessão de autógrafos. >> Logo após o intervalo, teremos uma roda de conversa com Sandra Borba, Eulália Bueno, Jacobson Trovão, Alessandro de Paula. Então não percam. >> Duda Diogo, com vocês aí no estúdio. Olá, mais uma vez, amigos e amigas. Estamos de volta aqui do podcast do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, que está acontecendo no salão de atos da PUCIA em Porto Alegre e que você que nos assiste em casa tem também essa programação ininterrupta aqui através do Ferg Play no nosso YouTube e também através do Fergs.oficial, as nossas redes sociais no Instagram e Facebook. E agora nós temos de volta aqui à programação dois convidados muito especiais, estudiosos da nossa doutrina, né, Duda? >> É verdade. Boa tarde, pessoal, novamente. Sejam muito bem-vindos, né, a nossa transmissão, agora o nosso estúdio, né, que virou a nossa casa, né, está sendo a nossa casa por esses três dias. E que alegria poder estar com vocês novamente, com os nossos convidados. E a gente pede então que vocês aí em casa ou pessoal que está no auditório, que está nos acompanhando, que gostaria de fazer uma pergunta, né, algum questionamento paraa Eulha e pro Jacobson que vão estar aqui com a gente, fiquem à vontade que a nossa produção aqui vai repassar essas perguntas e a gente vai iniciando por aqui. Então, queridos, muito bem-vindos, né? Por favor, se apresentem aí pelo pro pessoal. Pode começar, por favor, Eulha. Pois não, Duda, Diogo, é uma honra estarmos aqui, vermos que este congresso não para, que nos reunimos e damos sequência. Então, eu sou de São Paulo. Hoje tive a oportunidade de estar conversando sobre

ois não, Duda, Diogo, é uma honra estarmos aqui, vermos que este congresso não para, que nos reunimos e damos sequência. Então, eu sou de São Paulo. Hoje tive a oportunidade de estar conversando sobre o espírito imortal, a sua evolução e é uma honra estar aqui ao lado do Jacobson. Muita gratidão. >> A honra é toda minha, Dália, uma amiga querida, uma irmã, na verdade, de longa data, companheira que a gente admira muito no trabalho do movimento espírita e estou muito feliz também de participar aqui do 13º congresso, tá aqui com vocês. >> Uhum. >> A oportunidade de conhecer a família espírita aqui do do Rio Grande do Sul. Eu sou de Goiânia, Jacobson, que é o primeiro congresso espírita do Rio Grande do Sul, que tá participando e foi muito bem recebido pelos gaúchos, né, Jacobson? >> Os gaúchos sempre recebem bem, então, então não é novidade aí. é um povo muito carinhoso, caloroso, que realmente deixa a gente assim muito feliz e até constrangido de tão carinhosos que são e o quanto a gente gostaria de retribuir. >> Sim, Lália esteve conosco no último congresso, né, o Sol do Novo Tempo também no estúdio onde a gente tinha as janelas abertas, o pessoal ficava passando, né, e também com a sua presença muito marcante, né, e calorosa pros nossos corações. Então, estamos muito felizes, né, e gratos que vocês estão aqui com a gente. E para começar a nossa conversa, a gente queria eh muito conectar, né, as temáticas que vocês falaram, que são de certa forma complementares, né, educação, mediunidade, né, educação paraa vida imortal. Então, como na visão na visão de cada um de vocês e e trazendo, né, a bagagem espírita que vocês carregam, como vocês enxergam, né, essa interligação entre a mediunidade e a educação paraa vida imortal? Como essas duas coisas se interligam, né, e se doam, né, uma uma outra? Na verdade, a temática da mediunidade ainda eh envoltam num tanto, podemos dizer assim, numa aura de misticismo, de fenomenologia. Porque quando nós falamos de mediunidade, se pensa na psicografia, na

Na verdade, a temática da mediunidade ainda eh envoltam num tanto, podemos dizer assim, numa aura de misticismo, de fenomenologia. Porque quando nós falamos de mediunidade, se pensa na psicografia, na psicofonia, na vidência. Então, é o aspecto do fenômeno mediúnico, de uma reunião mediúnica, de manifestação de espíritos. Então a gente fica assim por com uma certa dificuldade de estabelecer uma conexão entre mediunidade e educação. Mas na verdade o que é a mediunidade? É uma faculdade psíquica humana. A palavra faculdade eh significa sentido. É uma é um sentido psíquico. A Allan Kardec usava muito a expressão sentido espiritual. Eh, como nós temos a visão, a audição, o tato, nós temos o sentido espiritual, que Kardec também chamou de faculdade mediúnica. poderia ter dado qualquer outro nome para essa capacidade psíquica do ser humano de entrar em contato com outras mentes. Então, esse processo de comunicação mental, ele é contínuo e precisa ser educado, porque a educação ela expressa exatamente a transformação interior do indivíduo. E no espiritismo nós temos o foco em Jesus. Então, a educação do ser humano tem repercussão direta na mediunidade que a pessoa tem. A mediunidade é um sentido neutro, como ver, ouvir, falar, né, os sentidos que nós temos. Mas a qualidade que nós podemos dar aos nossos sentidos é que expressa a nossa educação. Então o a mediunidade está colocada, portanto, no pensamento. É a mente que determina a comunicabilidade nossa. Se vai se vai acontecer um fenômeno ou não. Isso é irrelevante, porque a questão é de que a mediunidade ela é inerente à psiquana. Então, há há necessidade realmente de que nós nos eduquemos. Nesse processo de educação, a gente melhora as nossas relações psíquicas, a gente consequentemente se equilibra, se harmoniza. O que a mediunidade permite é exatamente a percepção de uma realidade existencial na qual estamos colocados e a importância que se tem de nós estarmos atentos ao comportamento e ao pensamento para o nosso progresso,

dade permite é exatamente a percepção de uma realidade existencial na qual estamos colocados e a importância que se tem de nós estarmos atentos ao comportamento e ao pensamento para o nosso progresso, paraa nossa harmonia. >> Então, a mediunidade ela necessita da educação, não essa educação como as pessoas pensam de reunião mediúnica, mas a educação para a vida. Porque a mediunidade ela se expressa na vida e não reunião mediúnica 2 horas por semana. >> Uhum. >> Inclusive você citou e em um momento do seu painel de manhã, não adianta apenas aquela hora na semana. O médium precisa estar atento e ter a responsabilidade de usar essa capacidade psíquica para que possa gerir melhor o seu tempo aqui na sua existência material, né? E ele comentou da da questão da mediunidade, ser pensamento, né, ser o nosso pensamento. Eu citou Pensamento e Vida também na sua fala, justamente, né, esse livro tão tão marcante, né, onde Emanuel cita todos esses esses mecanismos e também como o nosso pensamento cria, né, a nossa realidade. Então, para ti, amiga, como é que tu tu enxerga essa conexão? É muito interessante você ir ao item, eu vou falar o item que as pessoas gravam melhor, 159 do livro dos médiuns, que é o capítulo 14, onde a afirmativa de qualquer pessoa que sente em maior ou menor grau a presença dos espíritos é médio. No livro dos espíritos, já na questão 459, diz que todos somos influenciados, todos, sem exceção, pelos espíritos e que na grande maioria das vezes são eles que nos conduzem advertências que precisam ser consideradas. Porque há pessoas que dizem assim: "Eu não sou médium, não sinto absolutamente nada". >> Uhum. Aí a gente dá um pulinho lá no último capítulo do livro dos médiuns, o 31, dissertações espíritas. Eh, Kardec sabiamente recolhe as mensagens de espíritos que contribuíram com a codificação e as classifica em sobre espiritismo, sobre médiuns, sobre as casas espíritas. E no item 11 diz assim: "Todos temos um anjo de guarda". ou vocês conhecem alguém desguardado.

ribuíram com a codificação e as classifica em sobre espiritismo, sobre médiuns, sobre as casas espíritas. E no item 11 diz assim: "Todos temos um anjo de guarda". ou vocês conhecem alguém desguardado. O médium, a palavra médium quer dizer intermediário. O nosso anjo guardião se encontra em plano diferente do nosso e nós o sentimos. Até criamos aquela história de que aqui tem a voz de um anjinho, aqui tem a voz de um demônio. O problema, e o Jacobson colocou muito bem, é nós não percebermos, porque estando no pensamento, você confunde com o seu próprio pensamento. Então, eu particularmente considero que todo ser humano deveria se interessar pelo conhecimento da mediunidade para conseguir avaliar as interferências que sofre diariamente e que considera uma flutuação do seu próprio pensar. >> Uhum. e que vem interferir, infelizmente, na maioria das vezes, negativamente na condução da nossa própria existência. Logo, ao conhecer o fenômeno que me é natural e que sabiamente foi denominado o sexto sentido, tem até um filme com esse nome, >> né? Então o sexto sentido, nós temos cinco com os quais já nos habituamos. A mediunidade é um sexto sentido que de fato à frente ela vai estar definitivamente instalada no nosso campo biológico >> e que temos que aprender a educar automaticamente. Como é que se educa a mediunidade? educando as nossas inclinações para sermos literalmente apenas influ influenciados pelos bons espíritos. Logo, conhecendo o mecanismo da mediunidade, você tem uma capacidade maior de administrar a sua própria existência com menos sofrimento. >> Interessante essa tua linha de raciocínio. É, porque às vezes a gente acaba resvalando muito por conta de dessa desse fato de ignorar que existe a mediunidade, que ela tá no pensamento, como Jacobson disse. E e a esse essa esse fato de ignorar pode ser por conta de um medo que eu tenha de assumir de fato, >> é o misticismo que ele falou, é uma uma aura mística. Mas como trabalhador da doutrina, em que eu tenho acesso a essas

fato de ignorar pode ser por conta de um medo que eu tenha de assumir de fato, >> é o misticismo que ele falou, é uma uma aura mística. Mas como trabalhador da doutrina, em que eu tenho acesso a essas perguntas, porque ainda de repente eu eu fico com esse essa retração de de saber que existe a influência e que eu devo eh me dedicar a esse cuidado diário? >> Eu penso que nós precisamos avançar os nossos estudos e termos uma reflexão mais verticalizada das temáticas que a doutrina espírita traz. Então, quando nós falamos de espíritos ou de mediunidade, a gente ainda tem a tendência de achar que é algo distante, o espírito, o mundo espiritual, como se fossem coisas longe de nós. Então, nós não desenvolvemos esse essa maturidade de entender que nós somos espíritos, que estamos ligados ao corpo físico e interagindo com outros espíritos. E, portanto, essa interação, ela é que é a chamada mediunidade. Então, a nós precisamos avançar nesses estudos. A mediunidade ainda está, na maioria das vezes, circunscrita, seu estudo, a um pequeno grupo de pessoas. Então isso é uma distorção. Allan Kardec menciona que o livro dos médiuns é uma sequência natural do livro dos espíritos, mas muitas vezes as pessoas não estudam. Estudam o livro dos espíritos. E até tempos atrás me chegou uma consulta muito interessante de um grupo que eles estavam discutindo qual livro deveria estudar. Tinham terminado o livro dos espíritos, o grupo espírita. Então eles me telefonaram e eu disse: "Olha, agora vocês têm que partir para o livro dos médiuns, porque Kardec disse que é a sequência natural". Ah, mas nós estamos tendo uma divergência e as pessoas estão assim analisando. Eh, e aí eu perdi o contato, tempos depois voltaram, não é, para conversarmos. Aí eu perguntei: "Qual livro, né? Você já estava estudando o livro dos médos?" falou: "Não, nós resolvemos pular, fomos pro evangelho." Então, as pessoas fogem desse estudo >> porque acreditam que o estudo da mediunidade, o livro, a simples leitura, vai causar um desenvolvimento mediúnico.

, nós resolvemos pular, fomos pro evangelho." Então, as pessoas fogem desse estudo >> porque acreditam que o estudo da mediunidade, o livro, a simples leitura, vai causar um desenvolvimento mediúnico. Lá não tem grupo mediúnico, então não tem que se estudar a obra. para você ver como nós estamos dentro de uma doutrina libertadora, uma doutrina que enseja a oportunidade da gente ampliar conhecimentos e ainda existe preconceito no que se estuda. >> Então isso pode ou não pode estudar. Quando eu comecei o o o programa Estudando o Livro dos Médiuns pela FEB TV, eh eu sofri muitas críticas. Uma delas foi de que eu não deveria fazer esse programa em público, porque isso não é assunto de se colocar para todas as pessoas. >> Nossa. >> Ah, uma pessoa me disse que eu deveria fazer uma triagem das pessoas que deveriam estudar, assistir o programa, que não eram todos que poderiam assistir o programa. E eu respondi: "Olha, por semana 15.000 pessoas assistem o programa. é praticamente impossível fazer uma seleção. E outra, qual é o assunto proibido que existe dentro do espiritismo? Eh, então a gente vê que existem distorções, existem pessoas que querem determinar o que o outro pode ou não pode saber quando na doutrina espírita não existem líderes. Então, eu que eu que decido se você estuda isso ou aquilo. Isso é uma forma de controle. >> Uhum. >> Não é? Isso é um atavismo. Isso é ancestral. a gente querer dominar o que o outro sabe, que é uma forma de controle social. Isso não pode acontecer no espiritismo. Nós temos que ter a oportunidade de conhecer tudo e refletir por nós mesmos. Tanto que Kardec menciona que dentro dessa temática, Lara, de que todos nós somos médiuns, que a mediunidade foi dada para todos, para que a gente não precise procurar outras pessoas, outros médiuns para saber da realidade espiritual, porque cada um de nós tem condições de perceber essa dimensão espiritual e aproveitar o o desse dessa possibilidade para o nosso desenvolvimento, paraa nossa evolução.

a saber da realidade espiritual, porque cada um de nós tem condições de perceber essa dimensão espiritual e aproveitar o o desse dessa possibilidade para o nosso desenvolvimento, paraa nossa evolução. Gente, não depende de que outros venham trazer as informações. Isso é muito sábio, porque se Kardec tivesse colocado na mão de alguns, olha, somente detenho o conhecimento da vida espiritual, os médiuns, seria uma forma de controle, >> coisa que alguns tentam inclusive fazer. >> Eu sou o médium, eu sou >> o principal, o mentor manifesta por mim. Portanto, eu que tenho que dizer para você como é que deve ser sua vida, como é que você deve resolver os seus problemas. E muitas vezes as pessoas caem nessa ilusão. Uhum. >> Mas o que o Espiritismo vem fazer é completamente diferente, é o oposto, é nos libertar >> de quaisquer amarras, >> não é? Eh, e preconceitos que nós possamos ter dentro desse processo de ampliação do entendimento de quem somos realmente. >> Uhum. Perfeito, amigo. E eu tive a oportunidade de assistir eh alguns programas, né, que que você realizou da pela FEBT. Inclusive, um abraço paraa FEB Lives, que tá transmitindo aqui a nossa o nosso estúdio pra Web Rádio Fraternidade, pra Federação Espírita do Paraná também, um abraço, queridos. Não esqueçam de mandar seus questionamentos que a gente vai estar também complementando aqui. >> Inclusive chegou um questionamento, produção passou aqui, só me recorda o nome do nosso >> Aldir. O Aldir tá nos assistindo e ele pergunta em relação ao medo. Como lidar com a mediunidade se a pessoa tem medo? >> Uhum. Eu >> olha, na realidade o fato do medo é porque nós, os próprios espíritas mal informados, canalizamos uma obra monumental, aqueles que a conhecem, o livro dos médiuns, como se fosse um manual apenas de reuniões mediúnicas. E a reunião mediúnica, por ser uma reunião privativa >> Uhum. E Kardec explica muito bem, porque quando você se dirige a uma reunião mediúnica, tudo ali está potencializado. Então, se você não tem conhecimento,

o mediúnica, por ser uma reunião privativa >> Uhum. E Kardec explica muito bem, porque quando você se dirige a uma reunião mediúnica, tudo ali está potencializado. Então, se você não tem conhecimento, você pode sair prejudicado. É como eu me apaixonar por um laboratório de química, adentrar, ter liberdade de, ai, olha que cor linda esse produto, vou misturar com aquele, de repente eu causo uma explosão. >> Excelente comparação. É, então é essa comparação na realidade não é minha, é de Kardec, né? Ele coloca em o que é o espiritismo e é muito importante de ser citada, né? Então ali tudo está em alto grau, está potencializado, está envolvido pelos benfeitores. Quando nós vamos, por exemplo, ao memórias de um suicida, há um capítulo chamado comunhão com o alto, é o capítulo seis, que vai mostrar toda a estrutura espiritual para eh dar segurança a uma reunião mediúnica. Então, aquele que se candidata a uma reunião mediúnica. E vamos aqui desmistificar uma coisa, porque eu acho que o Jacobson até via febre, ele sabe disso mais do que eu, que até hoje há pessoas que vão, processos obsessivos, transtornos psicológicos ou psiquiátricos confundidos com mediunidade >> no centro espírita. E a orientação é: se você não trabalhar, nada na sua vida vai dar certo. A mediunidade é um sacerdócio por opção, porque senão nós caiíamos no mesmo equívoco que muitas religiões já caíram desse. Se você não for espírita e não exercer a mediunidade, nada na sua vida vai dar certo. O espiritismo liberta. Uhum. >> Então, por conta disso, nós acabamos eh fazendo com que as pessoas tenham medo, porque é tão místico, é tão reservado, mas você não entra num hospital num momento que necessita de cuidado porque você tem medo de ir pra UTI, não. Você entra exatamente para não ter que ir para a UTI. Então, consideremos a reunião mediúnica como uma UTI. Mas pensemos, aqueles espíritos que se comunicam na reunião mediúnica só interagem conosco ali, não. Ali é a forma consciente em que nós nos colocamos em comunicação com eles.

mediúnica como uma UTI. Mas pensemos, aqueles espíritos que se comunicam na reunião mediúnica só interagem conosco ali, não. Ali é a forma consciente em que nós nos colocamos em comunicação com eles. >> Quando eles vão e dizem assim: "Eu não quero sair de lá. Eu vou prejudicar aquela pessoa, vou me vingar dela, de quem ele está falando e onde ele interage com essa pessoa na vida comum. >> Uhum. >> Não é dentro do centro espírita, não é dentro da reunião mediúnica. Se é na vida comum, opa, pode ser comigo, pode ser com você, pode ser com ela, pode ser com qualquer um de nós. >> Então, em que momento esse espírito pode estar interagindo comigo? É saber da minha vida. Então, somos nós, os espíritas mais experientes, que temos lutado muito para que o livro dos médiuns seja uma literatura comum e indispensável para qualquer pessoa. O conhecimento é o único caminho capaz de te libertar do medo. E a gente vê, né, amiga, essa relevância do livro dos médiuns e como Jacobson também comentou, eh, que essa privação muitas vezes prejudica, né, o estudo e o desenvolvimento, né, da muitas vezes dos trabalhadores. E a gente vê o chat, eh, das lives na FEB, né, recheado de questionamentos. E inclusive a gente recebeu também mais uma mais uma pergunta, amigo, eh, que a Nair mandou pra gente, que ela sente eh as mãos vibrarem, né, enquanto ela ela está em prece. E ela questionou isso talvez poderia ser um convite à mediunidade, esses esses sinais assim de vibração, essa essas sensibilidades, né? >> Pode ser. A a Eli colocou aqui muito bem a questão de da gente estudar. Ah, essa sensação, ela pode ser exatamente uma forma de interpretação do da mente da pessoa, da percepção dos fluidos ou de presença de espíritos, normalmente de fluidos, que pode dar essa agitação na mão. Então, mostra que essa pessoa tem uma sensibilidade se ela vai ou não desenvolver uma tarefa mediúnica. Daí é um espaço maior. Ela precisa então se interessar pela matéria, estudar um pouco mais para que ela consiga entender o que está

ma sensibilidade se ela vai ou não desenvolver uma tarefa mediúnica. Daí é um espaço maior. Ela precisa então se interessar pela matéria, estudar um pouco mais para que ela consiga entender o que está acontecendo com ela. Eh, e não não eh supervalorizar esse essa sensação, >> mas também não menprezá-la, não é? Não é algo espetacular, mas realmente é uma percepção que ela está tendo. Então não quer dizer só isso, que ela é médium para atividade de reunião mediúnica, mas o estudo que ela fizer do que é a mediunidade para que ela possa entender esse essa como ocorrem essas sensações, vai ajudá-la a definir um compromisso. E também a gente não precisa ser um médium ostensivo para ir para uma reunião mediúnica, não é? A pessoa tem outras oportunidades de trabalhar, como no passe, não é? Ah, na oratória, na evangelização infantil. Porque quando nós estamos fazendo uma palestra pública, quando estamos conversando com uma pessoa no atendimento espiritual, quando estamos no passe, eh, ou num orientação ao jovem, à criança, nós estamos trabalhando a nossa intuição. Estamos sendo canais dos espíritos superiores que querem o auxílio. Isso é um exercício de mediunidade. Mas também existem pessoas que frequentam reunião mediúnica, que não tem mediunidade ostensiva, que vão se dedicar ali ao apoio, as orações, ao passe e eventualmente até o esclarecimento das entidades que se manifestam. Então, acredito que o primeiro passo dessa senhora agora deveria ser se dedicar ao estudo aprofundado do que a mediunidade para tirar da mente qualquer ideia que seja distorcida do que realmente é a mediunidade, tirar qualquer ideia fantasiosa do que seja para que ela perceba que é uma que é um sentido natural. e tendo interesse em trabalhar na mediunidade, ela se dedicar à participação de uma instituição que lhe dê oportunidade para isso. >> O pessoal que tá nos assistindo eh tá comentando bastante, provavelmente, possivelmente, melhor dizendo, que já assistiram ou ainda estão assistindo os estudos do livro dos médiuns pela FEB

a isso. >> O pessoal que tá nos assistindo eh tá comentando bastante, provavelmente, possivelmente, melhor dizendo, que já assistiram ou ainda estão assistindo os estudos do livro dos médiuns pela FEB contigo, estão agradecendo pela facilitação no entendimento, né, da obra. Então, eh, que siga o nosso reconhecimento como forma de inspiração para que siga nos oportunizando novos aprendizados. E tem uma nova pergunta, eu vou pedir pra minha produção, desculpa, a Beatriz, eu acabo esquecendo os nomes porque eu mergulho no que vocês estão falando. A Beatriz, ela tá conosco, nossa internauta, e ela tá perguntando eh com relação aos primeiros passos eh para pro estudo da mediunidade, agora colocando o medo de lado, que foi a outra pergunta. Ela quer começar os primeiros passos. Por onde ela começa? Air. >> Bom, o perdão. >> É o mas até foi bom você citar Nair porque eu ia dizer a ela, a sensação das mãos não obrigatoriamente significa que ela tem uma mediunidade ostensiva, que ele já falou, né? Mas são fluidos e precisam ser questionados. De onde eles vêm? de que tipos de espíritos eles vêm. Outra coisa que merece ser falada é de pessoas que chegam ao centro espírita movidos por um processo obsessivo terrível que a gente assiste e muitos já dizem: "Tem que ir pra reunião mediúnica e pasmem." Quando a mãe naquele processo obsessivo, nem sempre a pessoa tem uma mediunidade realmente ostensiva. >> Exatamente. >> Não é isso? Alguns até a partir desse momento não demonstram nenhum tipo de mediunidade, digamos assim, visível, tá? H, a mediunidade ela vai ser certificada, não a sua qualidade, a sua presença ostensiva vai ser eh certificada com a frequência às reuniões mediúnicas, que nunca deve ser feita sem o prévio conhecimento do livro dos espíritos. Ele já colocou primeiro começa pelo começo. Qual é o começo? o livro dos espíritos, mas não se atulehe de conhecimento sem a preocupação de colocá-la em prática. Conforme você aprenda, vá colocando em prática. Por exemplo, Anair, eu estou sentindo uma vibração e

livro dos espíritos, mas não se atulehe de conhecimento sem a preocupação de colocá-la em prática. Conforme você aprenda, vá colocando em prática. Por exemplo, Anair, eu estou sentindo uma vibração e eu sei que essa vibração é boa. Meta a mão na massa de qualquer coisa. A comida que você faz em casa, o trabalho que você realiza profissionalmente, um abraço que você dá a uma pessoa, às vezes vale mais do que uma tarefa que você realiza dentro da casa espírita, porque não há chave liga desliga. >> Uhum. Perfeito. >> Logo na na primeira reflexão, o Jacobson disse: "Mediunidade não foi criada para ser utilizada 2 horas por semana". >> Então, a pergunta, onde você exerce a sua mediunidade em grande maioria? No restante do tempo que você passa onde interagindo com o mundo. Você acha que aqueles espíritos que vão à reunião mediúnica para serem esclarecidos não poderiam já ter sido esclarecidos pelo meu comportamento moral? Então, Kardec coloca lá no capítulo 17 de o livro o Evangelho Segundo o Espiritismo, que reconhece se o verdadeiro espírita, está no item quatro, né? pelos esforços que empenha em domar as suas más inclinações. Ou seja, trocando em miúdos, você vai pra reunião mediúnica, você se compromete com o mundo espiritual a vigiar as suas atitudes. Não é o fato de você ir à reunião mediúnica que vai te tornar um espírito melhor. Até, pelo contrário, se você não tiver o cuidado em se esforçar para domar as más inclinações, você vai uma reunião mediúnica e diz assim para um espírito: "Mas a vingança é só te faz mal. É como se você estivesse querendo e matar o outro, mas quem tá tomando veneno é você. a gente vai cheio de ditados, né, de capacitações, de logística que nós não aplicamos à nossa vida. E aí, se você não tá fazendo esse esforço, esse espírito ou outros do porte dele se afinizam com você. E a ignorância no fato não pejorativo, mas do não saber, tem feito com que muitas pessoas digam assim: "Você viu? Nada bom esse negócio de reunião mediúnica porque fulano entrou e não

inizam com você. E a ignorância no fato não pejorativo, mas do não saber, tem feito com que muitas pessoas digam assim: "Você viu? Nada bom esse negócio de reunião mediúnica porque fulano entrou e não ficou muito bem da cabeça. Tudo na vida dele deu errado. Essas coisas de centro espírita não tem a ver com o centro espírita, tem a ver com a nossa condução moral. Então eu me comprometo, acima de tudo, comigo mesmo, como se aquele aquela tarefa fosse um aguilhão semanal que me dissesse que que você fez de bom essa semana, o qual foi a tendência ruim que você já conseguiu frear, né? E e eu acho assim magistral. Eu agora não tô me lembrando o número da pergunta, mas de repente o Jacobson vai lembrar. Eh, a pergunta que diz assim que toda vez que você resiste a uma má inclinação, você eh 893, você está adquirindo uma virtude. E a gente fala assim, uma virtude é uma coisa santificante, não o fato de eu resistir a uma reação que para mim é habitual. Uhum. >> Mas que é capaz de criar uma conexão com espíritos infelizes e eu já me dou conta, eu freio, eu estou adquirindo virtude. >> Hum. E é a virtude que convence, que arrasta, é o exemplo, não é o trabalho na mediunidade. Eu passei por uma experiência recente na nossa casa espírita de uma pessoa eh um trabalhador recém incorporada a uma equipe, ele saiu e disse assim: "Nossa, Lália, você hoje falou com o espírito que deixou ele sem fala." Aí eu disse: "É, talvez ele tenha se calado e dito: "Meu Deus, nem vou responder, porque ela tá dizendo para mim coisas que ela não põe em prática na vida dela, né? Então ela tá querendo me convencer de algo que eu que ela não se convenceu, então nem merece resposta. >> Nesse ponto calar não é consentir, pode ser extremamente discordar." >> E a gente só aprendo, né, amiga? O campo do estudo do livro dos médiuns é excepcional. >> Uhum. >> É você é o conhece-te a ti mesmo. >> Exato. Eu tava mesmo pensando nessa palavra que ficou tão em vogga, né? Famoso autoconhecimento, mas parece que as pessoas ainda não, a gente ainda não

>> Uhum. >> É você é o conhece-te a ti mesmo. >> Exato. Eu tava mesmo pensando nessa palavra que ficou tão em vogga, né? Famoso autoconhecimento, mas parece que as pessoas ainda não, a gente ainda não entendeu o pôr em prática mesmo, como que a gente lê através disso, a gente vivencia durante a nossa vida, não só dentro dos centros espíritas, né? Eh, por isso que a gente também recebeu aqui uma uma pergunta do Paulo relacionada aos sonhos, que é uma experiência que dentro do Santo Espírito a gente não tem, né? Então, é ali no momento do nosso sono, do nosso eh descanso que acontecem também. Talvez essa conexão mediúnica. E o Paulo pergunta justamente isso, os sonhos eles são também sinais e formas de mediunidade? Eh, na verdade o sonho é uma lembrança de uma experiência extracorpórea. Então, quando a gente dorme, nós nos afastamos do corpo e temos a vida de espírito. Vamos conviver na dimensão espiritual. O que é que nós fazemos durante o sono? Nós somos normalmente atraídos pelos lugares de nosso interesse. Então o estudante vai para o lugar de estudo, o trabalhador vai buscar o seu local de trabalho, mas a pessoa viciosa, licenciosa, ela vai buscar o vício e aí ela poderá manter um equilíbrio ou um desequilíbrio nessa vida, nessa vivência extracorpórea. É uma emancipação da alma. Então, quando nós voltamos ao corpo, nós temos uma lembrança parcial, porque o cérebro físico não tem capacidade de absorver todas as percepções do cérebro espiritual. As percepções do cérebro espiritual são muito mais amplas. Então, quando nós acordamos, nós temos uma lembrança parcial que ainda sofre interferência das nossas preocupações, das coisas, das nossas lembranças, daquelas ideias que nos são fixas. Até mesmo questões fisiológicas interferem no processo de lembrança, que não é muito claro. >> E isso é natural no nosso estágio evolutivo, porque nós não temos condições de ter uma vida dupla. Embora nós vivamos em duas dimensões ao mesmo tempo, a nossa mente não suporta a consciência de uma vida dupla. Então

no nosso estágio evolutivo, porque nós não temos condições de ter uma vida dupla. Embora nós vivamos em duas dimensões ao mesmo tempo, a nossa mente não suporta a consciência de uma vida dupla. Então isso tem que ser um de cada vez. Quando nós voltamos pro corpo, a gente então vai ter essa lembrança parcial e ainda mesclada por outros fatores que interferem, não é, nessa conscientização do que foi visto. Isso a gente chama de sonho. Então, a gente deve entender que é um uma experiência muito pessoal que muitas vezes pode nos trazer alguma informação ou simplesmente ser muito desconexo e não nos dá realmente a ideia do que aconteceu. O que a gente precisa saber é que nós nunca ficamos no corpo todas as noites. A gente dorme e se afasta do corpo. A questão é o que nós estamos fazendo fora do corpo. E aí a gente consegue ter um controle na medida em que a gente ora, busca um comportamento reto, deseja o bem para que a gente nesse afastando do corpo, a gente tenha boas relações espirituais e não ideias obsessivas, não é? Não podemos dizer efetivamente que seja uma uma um tipo de mediunidade, porque isso é muito comum, essa vivência. Alguns querem dizer que já ouvi muito essa expressão, você deve ter ouvido também uma mediunidade onírica, não é? Pois é, >> como se houvesse uma mediunidade de sonho, mas isso não é corroborado por por Allan Kardec, >> na verdade é uma vivência extracorpórea. Agora, quando nós estamos fora do corpo físico, nós estamos desligados, pelo menos parcialmente, dos sentidos físicos, >> qual é o sentido que acompanha o espírito fora do corpo? o sentido mediúnico. Então, nesse momento que nós estamos fora do corpo, nós estamos nos comunicando com outros espíritos ou percebendo a dimensão espiritual através da faculdade mediúnica. Então, não é propriamente um exercício de mediunidade, é ela que permite eu perceber a dimensão espiritual. Porque os sentidos físicos eles são do corpo físico, eles não acompanham o espírito. O como é que o espírito vê, conversa,

xercício de mediunidade, é ela que permite eu perceber a dimensão espiritual. Porque os sentidos físicos eles são do corpo físico, eles não acompanham o espírito. O como é que o espírito vê, conversa, sente? Através da mediunidade ou faculdade mediúnica ou sentido espiritual ou sentido mediúnico, qual o nome que se queira dar. Então, afastamos do corpo, qual o sentido que permanece? O sentido espiritual. Quando a gente desencarna, qual é o sentido que permanece? O sentido espiritual. E é através dele que eu continuo vendo, interagindo. E aí envolve o perespírito, que é o que é o órgão sensorial do espírito, que cujas informações captadas pelo perespírito chega no cérebro espiritual através da faculdade mediúnica, que é o ponto de interação entre o espírito e a matéria. André Luiz disse que é o ponto de interação entre as forças espirituais e as forças fisiopsicossomáticas, que na no na dimensão física está colocada na glândula pineal ou epífese. Então é esse sentido que nos acompanha. Então, a pessoa está vendo espíritos, interagindo por causa da mediunidade que ela tem, mas não é um exercício mediúnico no sentido de manifestação mediúnica ou fenômeno mediúnico, mas é um fenômeno psíquico. Então isso é mais ou menos a questão que os espíritos tratam o sonho. Amigos, eu acho que a gente tem o tempo paraa última pergunta que veio também do nosso chat, que pergunta, a questão é a seguinte, é tentar relacionar mediunidade e depressão, como é que a gente pode fazer uma uma relação? Olha, eu acho que a Sandra Borba ontem na palestra dela, trazendo aquela definição de um amigo dela, que depressão é excesso de passado, eu achei fantástico porque recordando ou não, fisicamente falando, espiritualmente, e agora a explicação ficou muito clara, né? Eh, o sentido do espírito é a mediunidade, né? Então, mesmo em forma consciente, eu não me recordando, está gravado no meu íntimo as pendências do passado. E é óbvio que elas vão interagir com o meu presente. E dependendo de do campo em que eu

né? Então, mesmo em forma consciente, eu não me recordando, está gravado no meu íntimo as pendências do passado. E é óbvio que elas vão interagir com o meu presente. E dependendo de do campo em que eu estiver atuando e das atitudes que eu esteja repetindo, isso vai me dar uma uma certa lembrança de que foi ali que eu me equivoquei, >> né? E se eu não estiver realmente vinculada a fazer o bem, tome-se aí fazer o bem em qualquer campo da vida, >> né? Porque eu não me canso de ressaltar a revista espírita, dezembro de 1861, organização do espiritismo. Lá no item 11 diz assim: "O espiritismo veio para promover a melhoria moral da humanidade, porque derrama o véu da materialidade, derruba e te deixa ver um horizonte completamente diferenciado." Então eu costumo dizer assim, se você estacionar, teu passado te alcança. Então caminhe e de preferência caminhe fazendo o bem. Não fique preocupado que tipo de mal você fez, como você vai resgatar aquele mal, porque aí você tá viajando em direção à lei de Talião, olho por olho, dente por dente. Todo o bem anula o mal que fizemos. Se todo o ato de resistência cria virtude, por si só quebra as algemas do meu passado. Então, claro que a depressão, e eu já passei por ela, ela não dispensa o cuidado da medicina da Terra, que vai aliviar os sintomas, vai reorganizar o cérebro, tem uma gastrite, eu não vou vencer a gastrite sem tomar um medicamento. O cérebro é um órgão que precisa ser cuidado, né? Na realidade a maior glândula que nós temos no corpo. Mas de fato, só o bem vai te curar. Espírito que é. Só o bem vai nos libertar do nosso passado. E quando nós descobrirmos que o passado eu não mudo, mas que o presente é o trampolim, para que eu faça um futuro muito melhor, eu não vou mais me deprimir. É o estado de alma daqueles que reconhecendo a culpa, muitas vezes não sabem como se mobilizar para se libertar dela. >> Perfeito. Eh, isso me fez lembrar a frase de Jesus, né, que o amor cobre a multidão de de pecados, né, amigos? E olha, o papo está maravilhoso, mas,

o sabem como se mobilizar para se libertar dela. >> Perfeito. Eh, isso me fez lembrar a frase de Jesus, né, que o amor cobre a multidão de de pecados, né, amigos? E olha, o papo está maravilhoso, mas, infelizmente estamos chegando ao fim. Então, eu queria pedir eh rapidamente as considerações finais, alguma mensagem, algum recado que vocês desejam eh passar pros nossos eh ouvintes aqui do auditório que talvez estejam nos assistindo também presencialmente, o pessoal, a gente consegue dar uma olhadinha no auditório rapidinho, só pro pessoal poder ver aqui, interagir também com Jacobson e comalha. Pessoal, vocês estão nos vendo aqui no estúdio e aqui Jacobson a >> muito bem. Um abraço a todos. Bom, a gente já vai ter que devolver eles pro auditório porque vai iniciar a roda de conversa, as considerações finais. Então, >> só agradecer a oportunidade de estarmos aqui com vocês. Muito obrigado. >> É agradecer e dizer uma coisa, até hoje nós aceitamos Jesus, mas ainda definitivamente não estamos indo com ele. Então, não desanimemos. Nunca mais desistemos de estar com ele, Jesus. Muita paz. Amamos vocês. >> Ah, nós também, né? >> Voltem sempre, queridos. E bom trabalho, né, que a gente segue aqui na nossa programação. Em seguida, vamos ter uma roda de conversa com vocês e mais alguns dos outros palestrantes, né, Diogo? Exato. A gente aproveita inclusive para lembrar, pessoal, nós estamos no segundo dia de congresso. Amanhã nós teremos ainda também uma programação muito especial, Duda. Vai começar cedinho, inclusive vale relembrar a fala do presidente Antônio. O presidente disse o seguinte, ó, fiquem até a última o último momento, porque vai ter uma atração especial. Vai ser revelado também uma surpresa muito legal que vem aí em breve. Então todos fiquem ligados até o domingo aí porque a nossa programação segue, né Duda? >> Que surpresa será essa, hein, Diogo? >> A gente não vai falar aqui por enquanto não, né, gente? >> Dão se po podem dar seus palpites aí, hein, gente. Que que vocês querem ver aí

ção segue, né Duda? >> Que surpresa será essa, hein, Diogo? >> A gente não vai falar aqui por enquanto não, né, gente? >> Dão se po podem dar seus palpites aí, hein, gente. Que que vocês querem ver aí no nosso encerramento? Que que vocês esperam ver >> isso >> da gente, né? >> Bom, a gente tem aqui, importante lembrar os nossos amigos que nos assistem para novamente, né, seguir a FER, se inscrever no canal. Isso é muito importante pra gente. Se inscreva lá no canal Ferg Play para você acompanhar todos os conteúdos. Imagina só desta conversa que a gente teve agora aqui com o Jacobson e com a Eulália, quantos cortes importantes, né, a gente pode ter aí e também o material na íntegra vai ficar disponível a todos que nos acompanham e estão lá, né, se inscrevem e recebem esses conteúdos. É verdade, Diogo. A gente tem mais uma perguntinha pro pessoal do auditório. Conseguimos aí, produção, mudar rapidamente. Gente, quem você quem de vocês passou aí na livraria? Levanta a mão pra gente só dar. Olha aí. Vocês querem saber qual foi o livro mais vendido? >> Sim. Aí é o pessoal da internet também, quem quiser saber, né? Vamos, vamos contar de qualquer forma, né? Perfeito. >> E olha só que bacana, a gente teve a o painel hoje do Alessandro Viana, eh, Vieira de Paula. Eh, e o livro mais vendido foi Simples e Complexos, Visão espírita de temas diversos. Então, temos parentes com problemas morais, apontamentos espíritas sobre a barriga de aluguel, a evolução no espírito no reino mineral, a visão espírita da homossexualidade e mortes violentas. Então, o livro aqui Simples e Complexos do Alessandro Viana Vieira de Paula. >> Que legal. A gente tinha hoje, foi hoje pela manhã ou foi ontem à noite? Foi ontem à noite. A gente tinha na, digamos assim, na perspectiva ali parcial dos durante os três dias do Congresso, o imparcialidade, o, aliás, o impermanência e imortalidade >> como sendo o livro mais vendido. Agora a gente tem aí no sábado, então, essa obra do Alessandro, né? Muito legal.

três dias do Congresso, o imparcialidade, o, aliás, o impermanência e imortalidade >> como sendo o livro mais vendido. Agora a gente tem aí no sábado, então, essa obra do Alessandro, né? Muito legal. >> E agora também chegou o nosso momento de de devolver o carinho que a gente recebeu ao longo dessa transmissão, né, Diogo, das pessoas no chat, do pessoal de diversos estados que estão aqui com a gente. Então, Santa Cruz do Sul, Gravataí, um grande abraço. Itaqui, aqui no Rio Grande do Sul, um grande abraço para vocês que estão nos assistindo. Continuem com a gente. >> Também, né, Rio de Janeiro, >> Mata de São João, Bahia, >> Mata de São João na Bahia também. Muito obrigado, meus amigos. A gente tem de todos os lugares aí o carinho de vocês e a gente fica muito feliz que vocês estejam conosco aqui na nossa programação do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. >> É verdade, né, Diogo? Então, a gente segue, né, a nossa programação em seguida com a nossa roda de conversa. Vamos, vamos repassar aqui quem vai estar nela, né, Diogo? >> Perfeito. Eu tô aqui, ó, chegando na programação geral pra gente trazer. A gente vai ter agora a roda de conversa que inicia daqui a pouquinho, neste sábado. E quem vai estar nessa roda de conversa vai ser a Sandra Borba, que esteve ontem à noite fazendo seu painel, a Lália Bueno, que estava conosco agora a pouco, o Trovão que também estava aqui e o Alessandro de Paula. Então, serão aí quatro dos nossos painelistas na roda de conversa que finaliza esse sábado e a mediação vai ser do Vinícius e da Luía. >> É verdade. E gente, um lembrete importante que às vezes a gente esquece, né, que é de se hidratar bem num evento como esse, né, a gente para conseguir ter a concentração, conseguir estar presente ali, a gente precisa nos hidratar. E a gente ganhou, né, na bolsinha o nosso copo retrátil. Então, quero saber aí, pessoal do auditório, estão bebendo água? Estão usando o nosso copinho sustentável? Sim. Quem tiver ele quiser levantar aí para mostrar pra gente, ó. Vi, vi umas

copo retrátil. Então, quero saber aí, pessoal do auditório, estão bebendo água? Estão usando o nosso copinho sustentável? Sim. Quem tiver ele quiser levantar aí para mostrar pra gente, ó. Vi, vi umas garrafinhas também. Tá, tá valendo. Tá valendo. Muito bom, gente. Então, continuamos nesses hábitos saudáveis, que isso também perdure aí ao longo da nossa existência e da nossa vida futura, com certeza. E essa iniciativa do COP é interessante, o pessoal já deve ter assistido, quem chegou agora, talvez não tenha visto. Tem um vídeo que foi gravado na própria Federação Espírita do Rio Grande do Sul, em que mostra ali um dos colaboradores da FERS com um copinho plástico, né, e que ele leva poucos segundos e esse copo vai ao lixo. É claro, é uma simulação para mostrar que esse copo leva depois centenas de anos, né, na natureza. E é por isso que essa iniciativa do copo reutilizável, ele foi eh feita nesse congresso para que além de toda a ação de compensação de carbono, né, a gente também não tenha esse depósito de copos após o Congresso, porque imagina, são mais de 16 pessoas aqui presente na PUC. >> Se cada um tomar com um copinho da água, se usasse o copinho uma vez nos três dias, seriam 16 copos. Mas como a gente acaba pegando mais de um quando eles estão disponíveis, acaba que esse número seria muito maior e isso gera impacto no meio ambiente, né? >> É verdade, amigo. E tu sabe que eu eu ouvi relatos de congressistas que vão até levar essa iniciativa pros seus negócios, né, pros seus trabalhos, né? Ouvi ontem, né, uma pessoa falando assim: "Ah, eu gostei muito desse copinho, eu vou vou colocar lá na minha empresa, vou colocar lá no meu no meu negócio, né?" E a gente tem também a bucha vegetal, que vai nos auxiliar ali a, enfim, tomar banho, lavar louça, enfim, podemos ter diversos usos para ela, né? E >> porque a esponja, como a gente conhece, ela também é um material que acaba poluindo, né? Então, a gente tem a iniciativa da bucha vegetal, que ela é biodegradável e acaba se tornando mais

la, né? E >> porque a esponja, como a gente conhece, ela também é um material que acaba poluindo, né? Então, a gente tem a iniciativa da bucha vegetal, que ela é biodegradável e acaba se tornando mais um item que contribui, né, nesse auxílio ao nosso lar, que é o planeta Terra, ao meio ambiente. Então, todas essas iniciativas são válidas, né? >> É, e a gente recebeu mais cidades que estão conosco agora, né? Uruguaiana, Cachoeira do Sul, Santo Ângelo. Então, um grande abraço para vocês, amigos que estão nos assistindo. Continuem aqui com a gente. >> Pessoal de Pato Branco, no Paraná também, um abraço especial. Pessoal de Jaguari também conosco e também outras cidades, né, Duda? >> Isso. Temos São Paulo, temos Capivari do Sul. Então, realmente uma gama muito muito diversa e rica aqui no nosso chat nos acompanhando. Muito obrigada, queridos. >> Isso. E fiquem conosco, pessoal. Daqui a pouquinho vai iniciar a nossa roda de conversa, tá tudo preparado, eh, se preparando lá para acontecer. Enquanto isso, eh, vale lembrar a programação do domingo, né? Porque é o seguinte, amanhã nós temos o dia derradeiro do nosso do nosso congresso e começa no mesmo horário que começou hoje, às 5 paraas 8 da manhã. A gente começa um pouquinho antes aqui no estúdio às 7:40 com a nossa programação e >> com convidados especiais também, né? Muito bem lembrado, Duda. E 7:30 para os congressistas, a livraria também já está aberta, é o horário da recepção de todos, né? Então, a partir das 8:30 da manhã, depois da abertura, apresentação musical do da da nossa área de arte, nós temos o painel seis, que será feito pelo nosso amigo La Corder, que esteve conosco hoje aqui no estúdio e vai trazer o tema o bem como a o caminho pra felicidade. O bem como o caminho pra felicidade. >> É, conversamos um pouquinho sobre isso hoje, né, amigo? vai ser o nosso último painel do congresso, porque logo em seguida, às 9:35 da manhã, a gente vai ter mais uma roda de conversa, então, com a Maria Elizabeth Barbieri, com o

obre isso hoje, né, amigo? vai ser o nosso último painel do congresso, porque logo em seguida, às 9:35 da manhã, a gente vai ter mais uma roda de conversa, então, com a Maria Elizabeth Barbieri, com o César Saí e com o Lacord, com a mediação da Janete Azambuja e o Diego Leon. >> Maravilha. >> E agora chegou o momento então da gente partir pra próxima parte da nossa programação, né, Diogo? Então a gente deseja um ótimo congresso, uma ótima continuação e fiquem aqui com a gente. >> Vem aí uma roda de conversa muito interessante. Bom congresso a todos e daqui a pouquinho a gente volta para fazer o encerramento do dia. Amigos e amigas, estamos de volta ao 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Convidamos a todos a retomarem os seus lugares para que possamos dar continuidade à programação. >> Recebam com carinho Vinícius Lousada e Luía Dunque, que vão coordenar a roda de conversa da tarde. E junto deles os nossos convidados Sandra Borba, Eulália Bueno, Jacobson Trovão e Alessandro de Paula. Bem-vindos, amigos. Não disser que aproveitar bolinhas. >> Vamos lá então. Boa tarde meus amigos. Agradeço os abraços recebidos enviados pelo César. Me sinto para quem não tava assistindo, o César comentou que uma senhora queria abraçá-lo para sugar-lhe as energias. E ele disse que achava ruim, porque ele podia desencarnar, evaporar. Recomendou. Ele disse assim: "Que pena que eu não conhecia o Vinícius, não tinha recomendado ela abraçá-lo". E aí o pessoal me abraçou todo o intervalo, né? Então tô agradecendo os abraços, meus amigos. Vamos então à nossa roda de conversa. É uma alegria recebê-los. Nosso coração tá em festa de acolhê-los as suas palavras, reflexões, mas sobretudo que a gente recorde de cada um de vocês, dos demais painelistas, é essa entrega ao ideal espírita que nos anima e nos fortalece. Então, desde já, meus amigos, recebo o nosso carinho e a nossa gratidão, tá? >> Nossa dinâmica. Isso aí, me abrace no final a nossa dinâmica vai ser assim. Eu vou lançar uma pergunta, vocês vão

alece. Então, desde já, meus amigos, recebo o nosso carinho e a nossa gratidão, tá? >> Nossa dinâmica. Isso aí, me abrace no final a nossa dinâmica vai ser assim. Eu vou lançar uma pergunta, vocês vão respondendo na sequência, complementando, refletindo. Depois a Luía vai trazer uma outra questão e seguimos na sequência, tá? Nós precisar, temos microfones aí ao lado, você OK, tá tudo certinho. Então vamos lá. Começo aqui pela Sandra e aí a pergunta circula com vocês. Tá mais perto de mim? >> Então a gente começa. Eu eu eu vou obedecer, né, gente? Tá? Eu vou começar com o Alessandro e aí na sequência é, >> mas é que é a mesma pergunta para todos. >> Olha só, >> aqui eu não vou falar. >> Então a nossa pergunta é sobre mediunidade, meus amigos. A sugestão da Sandra que comece com Jacobson. E aí vocês >> depois do do abraço a gente não manda mais nada aqui, né? Então, meu irmão, começamos contigo. Depois o Alessandro traz a contribuição. É o Lália e a Sandra de último agora. Tá. Temos na mediunidade uma dádiva que Deus nos concede, permitindo que mantenhamos contato com os espíritos e assim seja comprovada a imortalidade. Mesmo assim, poucas vezes agimos como espíritos imortais, vivendo apegados à matéria e à tentações que o plano físico nos impõe. Como podemos mudar o contexto íntimo que nos leva a esquecer os reais propósitos da reencarnação? >> Na verdade, nós estamos num processo evolutivo. Então, é natural que nesse desenvolvimento que todos nós estamos tendo de potenciais, os mais variados, esteja também o desenvolvimento da nossa consciência. é esta consciência de realidade existencial que nos chegará um dia na medida do nosso progresso. Então, vamos tendo naturalmente cada vez mais uma autopercepção. Mergulho na matéria em função do nosso estágio evolutivo, não nos permite uma clareza da realidade espiritual. Mesmo porque muitos de nós, ou talvez a maioria de nós, não tem condições de uma percepção de uma vida dupla, a vida material e a vida espiritual. Nós ensaiamos a percepção da vida

alidade espiritual. Mesmo porque muitos de nós, ou talvez a maioria de nós, não tem condições de uma percepção de uma vida dupla, a vida material e a vida espiritual. Nós ensaiamos a percepção da vida espiritual na sua plenitude todas as noites quando nos afastamos do corpo físico no momento do sono natural. Então aí nós temos a vida de espírito e entre uma experiência extracorpórea e a experiência corporal, nós vamos então amadurecendo os nossos sentidos espirituais para que a gente tenha condições ao longo do tempo de perceber com maior segurança esta realidade na qual estamos inseridos. É aí que entra a doutrina espírita na oportunidade dos seus estudos, das reflexões, que antecipa o processo evolutivo. Ou seja, na medida em que nós estamos estudando, nós vamos avançando na compreensão de vários fatores da vida, da reencarnação, da mediunidade, da existência espiritual e abreviando esse processo, corroborando com os atos de amor, de caridade, de transformação moral, que nós possamos empreender em nosso benefício. Alguns vão desenvolver essa percepção da realidade espiritual e, portanto, da reencarnação mais brevemente que outros. Aliás, o espírito Emanuel no livro O Consolador, psicografado por Chico Xavier, responde a uma pergunta muito interessante. Perguntam a Emanuel o que nós podemos fazer para a ampliação ou desenvolvimento da nossa intuição? E ele diz algumas coisas, o estudo, a prática do bem, a oração, a meditação, como esforços individuais que vão ampliar a nossa intuição. Isso é interessante. Mas mais interessante é por Emanuel prescreve o desenvolvimento da intuição para nós? Porque ele disse que nós devemos nos dedicar a isso, porque na verdade nós vamos entrando no domínio dos nossos potenciais psíquicos, porque intuitivos somos. captando intuições e inspirações, nós eh estamos fazendo continuamente. A questão é que a gente precisa ter mais consciência disso. Então, quando ele diz do desenvolvimento da intuição e orienta-nos a fazer isso, é porque ele

irações, nós eh estamos fazendo continuamente. A questão é que a gente precisa ter mais consciência disso. Então, quando ele diz do desenvolvimento da intuição e orienta-nos a fazer isso, é porque ele está desejando nos está nos estimulando a ter uma maior consciência das percepções psíquicas que temos. porque todos as temos. Então, com isso, com essa visão mais ampliada da vida, nós vamos entender a nossa reencarnação. Por que reencarnamos continuamente? Porque não temos o hábito ou não temos condição evolutiva de viver exclusivamente a dimensão espiritual. A reencarnação, pra maioria de nós, é a bênção de Deus. A reencarnação é um amortecimento das perturbações que nós criamos para nós mesmos ao longo das existências. Então, quando nós mergulhamos na carne ao amortecimento do corpo físico, isso nos tira de gravíssimas perturbações. A reencarnação por si mesma é o medicamento da nossa alma. Então, como nós não temos evolução para prosseguirmos apenas na vida espiritual, a gente precisa voltar ao corpo físico. Mas voltar ao corpo físico para progredir. Então, nós precisamos sair dessa ilusão de que somos matéria. O estudante espírita precisa superar certas coisas. Deixar de dizer, eu não sou médium. Deixar de dizer eu, os espíritos não me influenciam, eu não sinto nada, eu não vejo nada. É a maior ilusão que se tem. Então, quando eu vejo um estudante espírita, um trabalhador dizendo assim: "Eu não sou médium". Eu vejo que ele não está estudando suficiente. É preciso vencer algumas etapas. Eu sou médio. Eu sou responsável pelos meus pensamentos. Eu sou responsável pelos meus atos. Eu preciso assumir as a minha existência caminhando com meus próprios pés. Eu preciso deixar de ser teleguiado por mentes oportunistas na medida em que eu domino os meus pensamentos. Então aí nós estamos realmente transformando a nossa existência, nos disciplinando. O espiritismo é o grande disciplinador das nossas emoções e nós precisamos fazer isso em nós. Por isso, a mediunidade, a percepção espiritual,

ente transformando a nossa existência, nos disciplinando. O espiritismo é o grande disciplinador das nossas emoções e nós precisamos fazer isso em nós. Por isso, a mediunidade, a percepção espiritual, nós nos ajuda tanto a entender a reencarnação nesse processo evolutivo. >> Alessandro, por favor, contribua. Eu vou seguir nessa toada do nosso querido Jacobson falando da da importância eh da mediunidade, essa bênção que não é exclusividade do espiritismo, como sabemos, mas a vivência espírita, seja pela literatura, seja pela intuição e por outros meios, nos permite esse contato com o mundo espiritual, a fim de que possamos ter um melhor aproveitamento da reencarnação. Na revista espírita há uma comunicação de Plío, um moço, que viveu no primeiro século e escreveu mais de 240 cartas sobre o cristianismo. E ele traz um alerta muito significativo, porque a pergunta, na sua primeira parte, traz essa questão do intercâmbio e da mediunidade, o porquê. E ele é bem objetivo na sua comunicação. As comunicações espirituais se ampliam porque a criatura humana se afastou dos ensinos de Jesus. Então nós, almas ainda imperfeitas, necessitamos deste constante alerta que nos chega do mundo espiritual. Porque a mediunidade ela não serve tão somente para a comprovação da imortalidade da alma. Allan Kardec teve uma grande preocupação de ir além, porque já existia muitas religiões imortalistas, espiritualistas. E aqui nós temos que enaltecer a figura de Kardec. E isso nós podemos notar na revista espírita, que é praticamente uma autobiografia do codificador, quando ali nós identificamos a sua faceta de dialogador. muitos diálogos conduzidos por Allan Kardec na revista espírita e a sua preocupação, além da constatação da imortalidade, era extrair dela todas as consequências morais e espirituais para a nossa vida, como Jacobson vinha apresentando. Certa feita, comentávamos a respeito dessa característica de Kardec, que, aliás, a revista mostra várias facetas do codificador, né? codificador, o bom

a nossa vida, como Jacobson vinha apresentando. Certa feita, comentávamos a respeito dessa característica de Kardec, que, aliás, a revista mostra várias facetas do codificador, né? codificador, o bom espírita, o atendente fraterno, o dirigente espírita e o dialogador. Porque se fosse apenas para comprovar a imortalidade por si mesma, ele poderia muito bem evocar um espírito, perguntar o seu nome, tirar mínimas informações e encerrar a comunicação, porque a imortalidade estaria confirmada. Mas ele vai além. quis ouvir através da mediunidade não só a constatação da imortalidade, mas extrair lições para que nós possamos colocar no cotidiano do nosso dia a dia. E o espiritismo nos propicia esta tomada de consciência. Seria muito importante que todos os dias, ao tomar as decisões, ao fazer as nossas escolhas, ao conduzir os nossos passos aqui na Terra, nós jamais nos esquecêssemos que somos almas imortais em trânsito aqui na Terra para este progresso espiritual que é amplo. Cada um traz as suas especificidades. Já paramos para meditar sobre as nossas especificidades espirituais, os nossos pontos cegos da personalidade, os nossos padrões espirituais que nos faz vir errando a muitas reencarnações. Então, nós necessitamos ter este grau de maior seriedade a partir da mediunidade, dos alertas do mundo espiritual, a partir daquilo que a doutrina nos oferece enquanto despertamento da consciência, mas para que isto saia do campo apenas do intelecto e realmente faça parte da educação dos sentimentos. E eu repito, isto foi uma grande preocupação de Kardec. Não é por outra razão que ele se preocupou em classificar tipos de espíritas. Por que será que Kardec se preocupa espírita? No Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos ali aquela tríplice divisão conhecida, mas na revista espírita, nós vamos encontrar mais de oito, nove classificações onde Kardec observa o comportamento do espírita diante do conteúdo espírita. E didaticamente ele vai falar espíritas imperfeitos, espíritas experimentadores,

ncontrar mais de oito, nove classificações onde Kardec observa o comportamento do espírita diante do conteúdo espírita. E didaticamente ele vai falar espíritas imperfeitos, espíritas experimentadores, os bons espíritas, mas na revista ele vai ali espíritas impacientes, espíritas novidade e ali espíritas desocupados. Para que existe, viu, gente? Tem alguns de nós estamos treinando descanso eterno da matéria já, né? Existe. Mas qual era a preocupação? Kardec queria apontar só por apontar, não era para que nós pudéssemos nos apropriar deste conteúdo e de fato isso pudesse produzir uma grande revolução espiritual em nossas vidas, no dia a dia, no cotidiano, na educação dos sentimentos. E encerro para que possamos ouvir Eulália e Sandra, o Jacóp falou a questão dos sonhos, né? Tom o sono todos os dias dessa oportunidade. E nós temos isto através do conhecimento espírita. Druso na obra ação e reação. Ele é indagado por Hilário. E Hilário diz a ele a partir daquele contato com as informações de Druso, né? Se o homem pudesse morrer alguns dias durante o ano, mas diferente do sono físico, para que ele pudesse ter mais contato, mais lucidez dessa realidade espiritual, o que seria da Terra? E aí Druso responde, né? isto modificaria a face moral da humanidade. Então, se não podemos trazer ainda de forma tão consciente todos esses registros, mas o fato é que a doutrina espírita pelo céu arsenal nos permite ter esta percepção da vida futura, da vida espiritual, para que isso possa mudar o nosso padrão comportamental e sentimental na condução das nossas vidas. Kardec, com muita propriedade, dissemos agora a pouco, eh coloca no capítulo 14 o livro dos médiuns, item 159, que todos que sentimos em maior ou menor grau a presença dos espíritos, somos médiuns. E muitas pessoas dizem que não são porque não sentem nada. No capítulo 31 do mesmo livro dos médiuns, Dissertações Espíritas, item 11, diz que todos temos um anjo guardião. Nisso concordamos. Esse anjo está numa condição diferente da nossa, está numa

em nada. No capítulo 31 do mesmo livro dos médiuns, Dissertações Espíritas, item 11, diz que todos temos um anjo guardião. Nisso concordamos. Esse anjo está numa condição diferente da nossa, está numa outra dimensão e nós o sentimos por diversos meios que sejam arrepio. Então somos médiuns. Infelizmente, o alto grau de obsessão que tem chegado às nossas casas espíritas está sendo o caminho obrigatório de percebermos o quanto o mundo dos desencarnados interfere em nosso mundo. Portanto, é para considerarmos a sua existência. E se a considerarmos, somos obrigados a aceitar que ao desencarnar, ao nos despedirmos daqui, faremos desse mundo espiritual. A pergunta 921 do livro dos espíritas, espíritos é excepcional quando nos diz que a reencarnação é um pernoite, um pernoite numa rude estalagem. O problema é que o nosso corpo biológico é imediatista. alimentarmo-nos, trabalharmos para podermos saldar as nossas contas, tomarmos um remédio para alguma indisposição é imediato, mas não é curativo. Então, nós precisamos aprender a olhar para este pernoite e reconhecer que a grande maioria do tempo nós estamos no mundo espiritual. Isso é fato. Onde quer que nos encontremos, então há que levar grandes provisões para lá. E o que é que nós estamos juntando na terra que possamos conduzir conosco? Eu sou um espírito de poico. Eu vou por outro caminho. Eu entendo, né, especialmente com a a questão, né, como é que podemos mudar o contexto íntimo que nos leva a esquecer os reais propósitos da reencarnação. Eu volto à questão do autoconhecimento. Então, se a gente não tiver esse caminho do autoconhecimento, tá difícil a identificação da própria natureza. E um segundo ponto que eu aditaria seria essa capacidade de observação da manifestação do divino em nossa vida. Rapidamente, um homem materialista, não acreditava em Deus, fazendeiro, riquíssimo do agronegócio. E aí uma dívida aparece para ele pagar. Ele então não tem como pagar. Pede ajuda a um amigo, pede a outro, pediu a Alessandro, pediu a

a, não acreditava em Deus, fazendeiro, riquíssimo do agronegócio. E aí uma dívida aparece para ele pagar. Ele então não tem como pagar. Pede ajuda a um amigo, pede a outro, pediu a Alessandro, pediu a Jacobes, nada, né? Aí então ele disse assim: "Olha, eu já pedia todo mundo que eu podia, agora eu vou ter que pedir a esse tal de Deus", né? E aí orou, pediu a Deus, porque ele era um homem, apesar das suas ideias materialistas, um homem de bom procedimento. E aí então ele pede assim, faz aquela prece, né? E aí então batem a porta. Quando bate a porta, ele estava na janela. Quando bate a porta, ele vai lá atender, aparece alguém que ele tinha ajudado fazia muito tempo. E diz assim: "Eu soube que o amigo está numa situação difícil, então eu vim lhe oferecer os recursos para o pagamento. Ele disse: "Pode entrar, espera aí que eu tenho um assunto para resolver ali na janela". Aí foi pra janela e disse: "Deus, não precisa mais de nada não". Já veio alguém para resolver. Nós somos assim. Nós somos assim. A gente ri, né, da gente mesmo. Então, o que é que ocorre? A gente não faz a avaliação da manifestação divina em nossa vida. Então, como seres imortais, nós vivemos inclusive, né, sob essa ação bemfazja dos companheiros espirituais. Eu gostei muito, Doraavante. Não direi mais que não sou médio, viu, Jacobson? Graças a você. Beijo. >> A nossa segunda pergunta. No universo, somente Deus e suas leis são permanentes. Antes e depois do tempo e do espaço, tudo mais é caracterizado pela impermanência. Chegaremos a alcançar a plenitude? A plenitude divina. Existe um caminho para tal conquista. Eu vou deixar vocês escolherem quem vai ser o primeiro. Quero só ver. Eu começo que aí eu não preciso colar de ninguém. A gente vai chegar, vai. No meu caso, por exemplo, é um problema de anos, luz. Mas a plenitude nos diz Joana deângeles, é a nossa determinação. Por sinal, Jesus já tinha dito sede perfeitos. Então não tem como escapar. Por isso, esse povo rebelde não adianta seis escar, não

luz. Mas a plenitude nos diz Joana deângeles, é a nossa determinação. Por sinal, Jesus já tinha dito sede perfeitos. Então não tem como escapar. Por isso, esse povo rebelde não adianta seis escar, não adianta, porque vai chegar uma vassoura, certo, do progresso e começa a tanger. Vai, vai, vai. Então, antes da vassoura, a gente se habilita a fazer as coisas certas. Só tem um caminho, tá lá no livro dos, no Evangelho segundo o Espiritismo. Reconhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral. Não tem o que fazer. O caminho da plenitude e a transformação. E essa transformação moral, ela se resume numa aprendizagem fundamental, aprender a servir, que é o grande problema nosso, que estamos muito mais acostumados a buscarmos ser >> servidos. Então, o serviço que vai nos ajudar na transformação moral nos auxiliará, porque nós somos peregrinos da vida e a plenitude nos aguarda. Quando? Cada um é que sabe. E Deus sabe de todos nós, mas é a nossa destinação. "Sois deuses", disse Jesus evocando o salmista. Então, deuses, deusas, é só andar. É só andar, certo? É, aqui é o seguinte, ainda bem que botaram a menina e o menino, porque ia ficar bolinhas e luluzinhas, né? Mas ainda bem que misturaram, certo? Então, é andar, é servir. Essa é a única condição pra gente sair do atoleiro e alcançar a plenitude. Eu vou sempre pro livro dos espíritos na pergunta 540. Ali está roteiro da nossa evolução. Todos alcançaremos a plenitude, todos relativa, porque nunca ninguém se igualará a Deus. Mas do átomo ao arcanjo é um caminho obrigatório a ser percorrido. Quanto tempo ele vai levar? Como disse a Sandra, é a escolha de cada um de nós. Se estamos interessados em acelerar o nosso progresso, a receita está no Evangelho Segundo o Espiritismo. No capítulo 17, no item 4, reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as suas más inclinações. E a pergunta 90 do livro dos espíritos, Kardec inquire os espíritos da codificação, tentando ver pelo lado daqueles que estão

rdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as suas más inclinações. E a pergunta 90 do livro dos espíritos, Kardec inquire os espíritos da codificação, tentando ver pelo lado daqueles que estão reencarnados. Mas é possível vencer as más inclinações se na via da reencarnação não nos lembramos do que fizemos ou das pendências que trazemos? E a resposta é: Ó, sim. E é bem fácil. O problema é que não nos empenhamos. Então, ao nos empenharmos, tornaremos essa estrada muito mais sofrida. Porque se pensarmos que para atingir a plenitude é obrigatório passar pelo estágio em que nós estamos, não é verdade. A dor é exatamente no grau da nossa resistência em aceitar o bem. Então, cada um de nós agora pode fazer a sua média. E se nós formos ao evangelho, nós vamos encontrar essa sinalização através do próprio Cristo. Aqui a própria parábola do filho pródigo, que é uma síntese do processo evolutivo, mostra, né, que o filho imaturo, fazendo escolhas equivocadas, sai da casa do pai e pede a parte da herança, gasta, dissipe esses bens. Num dado momento, ele cai em si. Ao cair em si, ele faz outros tipos de escolha e retorna à casa do pai. Naturalmente que aqui é uma síntese. A nobre benfeitora estuda esta parábola, a Joana de Angeles, numa obra específica, mas é uma síntese do processo evolutivo para realmente à luz da doutrina espírita entendermos este germe da perfeição, aquela frase, né? Fomos criados a imagem e semelhança de Deus, que muitas vezes foi interpretada dentro da perspectiva material e construímos um Deus idoso, velho, de barba, sentado com um cajado. Na verdade, Viana de Carvalho interpreta esta fala no seu sentido espiritual. É o germe da perfeição que todos nós trazemos. é a marca de Deus em nós. Nenhuma das ovelhas que o meu pai me confiou se perderá. E é somente com esta visão de que todos atingiremos a plenitude porque trazermos este GPS divino dentro de nós. Podemos atrapalhar, dificultar, mas chegaremos lá. Encerro com uma frase de Kardec que está na revista espírita e ele põe o

odos atingiremos a plenitude porque trazermos este GPS divino dentro de nós. Podemos atrapalhar, dificultar, mas chegaremos lá. Encerro com uma frase de Kardec que está na revista espírita e ele põe o seguinte raciocínio: "Imaginemos a crença numa vida única, o céu como descanso eterno e o inferno como castigo. Só temos uma única vida para lançar os nossos destinos". E aí ele propõe, mas se Deus é preciente, ele sabe do futuro como ninguém de forma absoluta. Antes de criar uma alma, um espírito, ele já sabe de antemão que aquele espírito, dentro da perspectiva da uma única vida, ele vai tomar o caminho errado e vai sofrer eternamente no inferno, o criaria mesmo assim? Olha a proposta de Kardec. E ele fala, mas dentro da visão espírita, desta plenitude que todos nós atingiremos, a perspectiva é diferente. Deus, ao nos criar sabe que alguns de nós faremos um caminho mais ascensional, mais rápido, exceção. Outros farão um caminho mediano e outros demorarão mais. pegarão atalhos, demorará mais, mas Deus sabe que ele chegará neste estado de plenitude. Então, a doutrina espírita nos traz assim um conforto, né, uma esperança e uma alegria imensa, porque esta lei inevitável do progresso se aplica a nós e também se aplica a muitos dos nossos afetos que convivem conosco, que hoje estão fazendo escolhas equivocadas, seguem no materialismo, nesse padrão do entí, do egoísmo, filhos, pais, mães e irmãos, com a certeza da plenitude, nós sabemos que são momentos tempos de cada um, mas que esta alma atingirá a plenitude, assim como nós. A plenitude, numa expressão simbólica, seria vestir a túnica no psial. Há uma parábola que nos toca bastante em relação a esta questão do processo evolutivo, a parábola do festim das bodas. Ela é extremamente interessante, se os companheiros se recordarem, é uma festa, a festa de casamento que o rei preparou, mas que os convidados não compareceram. Então, em se recusando, e eu estou simplificando por causa do nosso tempo, ele determina que se convidasse todas as

ta, a festa de casamento que o rei preparou, mas que os convidados não compareceram. Então, em se recusando, e eu estou simplificando por causa do nosso tempo, ele determina que se convidasse todas as pessoas que fossem encontradas pela rua. O festim das botas é o encontro da alta espiritualidade com o plano físico, o reino de Deus, o encontro de Jesus com a humanidade. Então, a festa que já estava pronta para que se realizasse, foram convidadas todas as pessoas que que se encontrasse pelos caminhos. Então, as pessoas já estavam nas mesas. Quando o rei resolve caminhar por entre as pessoas e chega perto de um e observou que ele não estava vestido com a túnica nupcial própria para aquele ambiente. E ele diz isso ao homem. Como é que ele estava ali se ele não estava devidamente vestido? A tradução bíblica diz que aquele homem emudeceu. Todas as traduções dizem isso. O homem emudeceu. E aí há uma passagem, a fala seguinte é extremamente curiosa. Quando o rei determina que se atassem as mãos e os pés daquele homem e o lançasse fora, onde haveria o pranto e o ranger de dentes. A parábola aparentemente é trágica, porque aquele homem foi convidado, mas ela tem um sentido espiritual muito profundo. Por que que aquele homem calou? Por que que ele não respondeu ao rei? O silêncio dele disse muito, porque na verdade foi o momento que ele percebeu que não estava apropriadamente vestido, ou seja, ele não reunia as condições espirituais para a os planos elevados da vida. Ele não resumia em si a alta espiritualidade. Então é a parábola do insight, é o momento da autopercepção. Ele olhou para si, ele viu que precisava algo mais para estar naquele ambiente, no ambiente da alta espiritualidade. E aí ele então, simbolicamente lançado para fora, ele precisaria do enfrentamento pessoal no processo de transformação interior. O pranto e o ranger de dentes representa exatamente aquele momento em que a gente começa a lutar conosco mesmos. é o sofrimento do crescimento, é o esforço para que a gente se torne

formação interior. O pranto e o ranger de dentes representa exatamente aquele momento em que a gente começa a lutar conosco mesmos. é o sofrimento do crescimento, é o esforço para que a gente se torne aquilo que deseja ser. E um dia então nós estaremos vestidos com a túnica nupcial, que Emmanuel diz que a túnica de Jesus não tinha costuras. Nós também vamos um dia vestir essa túnica sem costuras no processo de crescimento. Vamos muitas vezes no processo da dificuldade, do autoconhecimento, do pranto, do ranger de dentes, estabelecer em nós um padrão de alta espiritualidade. Então, essa festa mística, essas festa simbólica colocada por Jesus representa exatamente o instante em que a alma se descobre. Todos nós um dia observaremos a nós mesmos. Eu não estou vestido com a túnica nupcial. Eu preciso me perceber porque aí eu vou crescer porque eu saí da ilusão do que eu era e já sei onde devo chegar. Muito bem, vamos para uma nova rodada. A temática da próxima pergunta é sobre justiça divina. >> Sandra, >> ó, a Sandra aqui disse que é pro Alessandro começar. >> Eu concordo. Vamos lá. >> Que médium, hein? Que médium você é? Segundo Emanuel, a justiça divina é um sistema perfeito e amoroso que visa o progresso e a felicidade de todos os seres através da lei de causa e efeito, da misericórdia divina e da oportunidade de aprendizado e renovação. Como entender a justiça divina em meio a tanto caos, guerras? fome, miséria, atrocidades, disputas de pontos de vista, enfim, as tantas imperfeições morais. >> Já que a Sandra jogou eu na fogueira, né, eu vou usar a resposta dela de ontem. Lembra que você citou, né? Quando nós estamos na semeadura, Deus observa o livre arbítrio. Na colheita, ele aparece. Então, vivemos este ápice da transição planetária. Deus não constrange, não impõe a nossa mudança. É um convite para cada um de nós, de forma que nós, habitantes da terra, e é sempre bom lembrar, né, na quase na sua totalidade, há exceções, espíritos de >> terceira ordem. Terceira ordem,

a mudança. É um convite para cada um de nós, de forma que nós, habitantes da terra, e é sempre bom lembrar, né, na quase na sua totalidade, há exceções, espíritos de >> terceira ordem. Terceira ordem, espíritos imperfeitos, onde ainda predomina o egoísmo, o orgulho, as ambições, os interesses materialistas. Então, o que nós estamos vendo esse cenário descrito das guerras, as guerras exteriores são reflexo das guerras íntimas que nós trazemos dentro de nós, da insatisfação da criatura humana, a sua bilicidade, o seu distanciamento do Cristo. Então, vivemos tempos assim. É interessante que a transição planetária, naturalmente que ela se dará, mas nós estamos atrasando. Nós podemos dificultar, podemos impedir, não, mas dificultar nós podemos. Certa feita, um orador nos chamou atenção numa de suas falas falando para que estudássemos e voltássemos a ler o a caminho da luz de Chico Xavier no seu último capítulo, quando Emanuel ali na década 30, 40, 50, né, Jacobson, sei que lembra bem as datas, falava de algo que estava programado para o século XX, que nós deveríamos realizar humanidade em perspectiva moral. E hoje, quando nós olhamos já no século XX, vamos perceber que pouco fizemos. Então nós estamos sim dificultando e por isso vemos essas questões que foram citadas difíceis. E muitas pessoas perguntam: "Mas não está previsto a vinda da nova geração?" Então a gente acha que a mudança da Terra é essa mudança mágica que simplesmente viria a nova geração e tudo se modificaria. Não é bem assim, porque ainda espíritos de terceira ordem, espíritos ainda afetos ao mal, estão tendo oportunidades, a última oportunidade aqui na terra. E espíritos chamados da nova geração, espíritos que vem colaborar com o bem, estão vindo. Então, vivemos esse cenário de luta, de disputa, de choque, de interesses variados, mas nós sabemos que isto é transitório, que a Terra avançará. A grande questão e a grande pergunta é: de que lado estamos? Camilo tem uma frase belíssima na obra Justiça e Amor

de interesses variados, mas nós sabemos que isto é transitório, que a Terra avançará. A grande questão e a grande pergunta é: de que lado estamos? Camilo tem uma frase belíssima na obra Justiça e Amor através de Raul. São tempos difíceis e definidores estes tempos atuais. São tempos para que a alma humana possa escolher de que lado deseja estar, na treva ou na luz. Nós somos aqueles que ainda fomentamos guerras, divisões, disputas, miséria moral. Hoje já somos aqueles que estamos dando um passo adiante na direção da regeneração, porque o mundo de regeneração começa em nossa morada íntima. Então, sem dúvida alguma que a justiça divina não falha. Tudo isto ainda é produto do nosso livre arbítrio, mas a grande questão de que lado desejamos estar e como demonstrão através das nossas atitudes, das nossas escolhas, que possamos estar do lado da luz. Quando eh essa temática é posta e as dificuldades se exibem em relação à humanidade, nós pensamos num caos. O caos da Terra, se ele existisse, como nós imaginamos, seria um descontrole divino em relação à humanidade, mas não há. Então, nós estamos vivendo um aparente caos, porque nós estamos experienciando o que a nossa faixa evolutiva permite para o nosso progresso definitivo. Então, as lutas que a humanidade enfrenta coletivamente, ela representa o cadinho necessário para a sua evolução. Nós todos estamos aprendendo com isso. A lágrima de um canto da terra repercute no outro. Nós precisamos perceber a família universal que somos, orarmos uns pelos outros. desejarmos o bem. Por que o planeta Terra hoje é envolto numa atmosfera escurecida que nós chamamos de umbral, que muita gente morre de medo desse umbral e dizer a vocês, todos nós vamos para o umbral. Não tem como sair da terra sem passar pelo umbral, porque umbral significa portal. É aquele espaço do portal que se chama Umbral. André Luiz usou essa expressão. Então a gente colocou na ideia que é algo terrível. O umbral da terra é escuro porque é o reflexo da treva interior que trazemos em nós. É

o portal que se chama Umbral. André Luiz usou essa expressão. Então a gente colocou na ideia que é algo terrível. O umbral da terra é escuro porque é o reflexo da treva interior que trazemos em nós. É o somatório dos pensamentos das pessoas que vivem na Terra. Porque o umbral dos planetas evoluídos é luminoso, porque é o resultado do pensamento das almas sublimadas que ali vivem. Um dia o umbral da terra será luz, porque nós vamos evoluir. Então esse caos é aparente. Deus está no controle de tudo. Se nos permite agir assim, é porque nós estamos num exercício de livre arbítrio. Mas o nosso livre arbítrio, ele é relativo, porque nós temos a programação reencarnatória, que é um limite na reencarnação do livre arbítrio. e também o direito do próximo. Verificando assim, nós vamos observar que a misericórdia divina está presente em todos os cantos. E que se reencarnamos nos bolsões de miséria, nos ambientes de luta e de dor e de sofrimento, é porque isso representa para nós uma oportunidade de crescimento e para que os outros que vivem na relativa paz possam se solidarizar com aqueles que estão em sofrimento e que o sofrimento do outro possa tocar o meu coração. Então, nós não podemos jamais imaginar que a terra está a deriva. Não está. Deus está no comando. Então, nós estamos vivendo aquele exato momento da esquina da nossa evolução e devemos aproveitar isso. Já sabemos muito, já aprendemos bastante. Hoje nós temos um código moral que nós não podemos negar para o nosso progresso. O evangelho de Jesus, o perdão incondicional, a fraternidade pela caridade, a compreensão da lei de amor, de justiça e de caridade. Nós precisamos exercer assim. E há uma frase, como sempre temos analisado e buscado compreender o pensamento dos espíritos em relação ao aspecto da mediunidade, quase que uma dedicação, como o nosso irmão aqui tem feito com a revista espírita Alessandro, eh, nós temos uma frase que eu acho muito interessante do André Luiz. Ele diz que o médium deve viver o futuro da

ue uma dedicação, como o nosso irmão aqui tem feito com a revista espírita Alessandro, eh, nós temos uma frase que eu acho muito interessante do André Luiz. Ele diz que o médium deve viver o futuro da humanidade se ele pretende servir. Generalizando essa colocação, nós precisamos viver o futuro da humanidade. Nós não podemos permanecer no terra a terra. fazemos algo diferente. Guardar mágoa, guardar o ódio, desejar a destruição do próximo são faixas inferiores. Nós podemos superar isso com o mínimo de esforço e devemos fazer. O que nos falta é a vontade. E a vontade está à nossa disposição. Tenhamos vontade de sermos melhores hoje do que fomos ontem. Vençamos passo a passo. E nós vamos ver que a misericórdia divina está adiante, dirigindo os destinos da humanidade. Então, não pensemos na humanidade em termos de caos, mas numa humanidade família. que tem ambientes de dessor, momentos de sofrimento, mas que isso representa muito para o progresso coletivo. >> Permitam-me falar de justiça e misericórdia através de uma pequena história de uma mulher que ficara viúva com sete filhos. Então, o mais velho tinha 12 para 13 anos e ela não conseguia creche, não podia trabalhar, foi consumindo todos os seus bens para alimentar os filhos. Depois foi vendendo tudo que tinha e permaneceu apenas com um rádio. Porque aquele rádio no momento da fome, no dia que ela não tinha absolutamente nada para dar, ela colocava uma música, dançava, dançava, dançava com eles até a exaustão. Eles tinham sede, ela dava água, a água promovia uma aparente saciedade e eles adormeciam. Certa feita, já há vários dias passando por essa condição, ela ouviu num programa o locutor dizer: "Ei, você aí que está me ouvindo, se você tem certeza da existência de Deus, liga para mim". E ela viu ali a grande oportunidade de provar que Deus existia. Correu uma vizinha, tomou o telefone, ligou pro locutor, pra rádio e disse: "Eu tenho absoluta certeza da existência, da justiça e da misericórdia de Deus. Como o Senhor me dê outra

que Deus existia. Correu uma vizinha, tomou o telefone, ligou pro locutor, pra rádio e disse: "Eu tenho absoluta certeza da existência, da justiça e da misericórdia de Deus. Como o Senhor me dê outra explicação que não essa, para que sete crianças sobrevivam sem nenhum alimento por mais de uma semana. E o locutor ficou calado e ela disse: "Não desligue, eu sei que o meu bom Deus está agindo nessa hora. Eu sei que ele vai tocar o coração de alguém que possa me oferecer o recurso da alimentação aos meus filhos e um emprego para que eu possa sobreviver e subsistir, porque era subsistir dignamente. E estava um ateu, dono de uma grande rede de lojas, supermercados. Ele viu aí a grande oportunidade de dizer: "Eu vou ter que interceder porque o teu Deus não existe". Então ele ligou pra rádio e disse: "Pode mandar cobertura lá pra porta da mulher, eu vou mandar um enorme caminhão de compras para ela." E claro, tudo que promove curiosidade tem cobertura. Ele dispensou dois funcionários com esse caminhão e disse: "Vocês, quando ela perguntar quem foi que mandou tudo para ela, tem que dizer que foi o diabo. E se vocês não disserem, estarão despedidos". Eles foram quando começaram a descarregar o caminhão e a mídia fazendo a cobertura, aquela mulher se pôs de joelhos e dizia: "Muito obrigado, meu bom Deus. Muito obrigado, meu bom Deus. E nada de perguntar quem foi que mandou. Daí para não perder o emprego, os meninos perguntaram: "Dona, a senhora não vai querer saber mesmo quem mandou?" Como Sandra Borba, ela disse: "Vou não, meu filho, vou não, porque quando o meu bom Deus manda, até o diabo obedece. Justiça, a intercessão de Deus a uma mulher que não desistiu. Não desistiu. Misericórdia. Usar por instrumento um suposto ateu que mesmo por interesse pessoal promoveu o bem na terra. Concordo com todos. Eu ia fazer isso. Eu acho que a gente pode dar um minutinho pra consideração final de cada um. O que que tu acha, Luí? >> Eu acho que é muito justo porque a gente teve várias colocações muito importantes

ia fazer isso. Eu acho que a gente pode dar um minutinho pra consideração final de cada um. O que que tu acha, Luí? >> Eu acho que é muito justo porque a gente teve várias colocações muito importantes e como a Sandra falou, né, concordamos com todos. Ela que começa agora. >> Você que comece agora, Sandra. Senão vai chegar em você, você vai falar: "Concordo com todos?" Não. Olha, irmão, amanhã nós estaremos juntos. Não te esqueças disto. Mas meus amores, meus queridos amigos, irmãos, os nossos amados aqui mediadores, de fato, nós somos espíritos imortais. Nós não podemos esquecer jamais a presença de Deus, sua misericórdia, sua justiça e seu amor em nossa vida. Lembrava a partir da fala do nosso Alessandro de um cardzinho que recebi dizendo assim: "Quando Jesus contou a parábola do filho pródigo, é a minha favorita, ele nos lembra que o que quer que tenhamos feito, voltemos para ele." Então, nós estamos, conforme Amélia Rodrigues diz, de retorno. É uma mensagem, anote aí, pesquise na internet, psicografia de Divaldo em Jerusalém. Imagina de retorno a Amélia Rodriguez. Ele dizia, acho que e Lália lembra que coisa rara, mas ela psicografou lá em Jerusalém. Nós ontem queríamos reformar, transformar a partir dos outros. Descobrimos que a nova Jerusalém dos dias de hoje é cruel, terrível. E nós estamos de retorno porque Jesus não desistiu de nós e estamos para realizar a grande obra a partir agora, não da nossa influência no outro, mas naquilo que nós pudermos realizar em nós. Se Amélia Rodrigues já é excepcional em Salvador, >> imagina em Jerusalém, né? Mas já que você tocou em Jerusalém, para finalizar, recordemos o momento final da crucificação, quando Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: "Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem." O Congresso do Rio Grande do Sul vem nos lembrar da impermanência na terra e da imortalidade que aguarda por nós. Então, ajamos de tal forma que quando partirmos, os amigos de lá estejam felizes pelo nosso retorno e os amigos daqui estejam

s lembrar da impermanência na terra e da imortalidade que aguarda por nós. Então, ajamos de tal forma que quando partirmos, os amigos de lá estejam felizes pelo nosso retorno e os amigos daqui estejam saudosos das nossas atitudes, para que Jesus, ao olhar o que vimos fazendo, não refaça a sua frase, dizendo: "Pai, perdoai-os. Eles sabem, mas ainda não fazem. E eu trouxe uma história do meu pai durante a palestra do Varreu Chão, né, durante o sonho. E eu gostaria de finalizar com uma outra inspiração eh que o meu pai teve, certa feita, passando por muitos já espírita e passando por desafios. profissionais, outros desafios. E é justamente aquele momento temos que colocar o espiritismo na pauta das nossas vidas, o evangelho. E ele naquela luta orando e aí um benfeitor espiritual se aproximou dele, né? E ele naquela luta se seguir por este caminho, por aquele diante das agruras do momento. E aí o benfeitor para ele disse assim: "Ivã, não faça nada aí que você não se arrependa aqui depois. Então, que essa mensagem óbvia, né, fique em nossos corações, que a gente não faça nada aqui na terra, que a gente vá se arrepender depois e que possamos buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça e tudo mais nos será acrescentado. Concordo com todosais. Mas para não deixar de falar alguma coisa, eu me lembro de uma passagem de Jesus que eu acho que nós que participamos desse momento de estudo, de reflexão, vocês vão continuar até amanhã. Apropriar do saber espírita é ensejar para nós mesmos maior responsabilidade. Então Jesus tem uma fala belíssima. dirigindo-se aos seus apóstolos: "Eis que vos mando". A partir de agora, ele nos manda. Ele nos determina seguir avante, levando o evangelho dele no próprio coração. Esta ordem de Jesus, este imperativo, significa muito para a alma no processo de crescimento espiritual, porque chega um momento em que é necessário nós abraçarmos a tarefa dele em nossa vida. Ele nos manda. Sigamos com Jesus. Muito obrigado. Agradecemos aos nossos queridos amigos

crescimento espiritual, porque chega um momento em que é necessário nós abraçarmos a tarefa dele em nossa vida. Ele nos manda. Sigamos com Jesus. Muito obrigado. Agradecemos aos nossos queridos amigos com os esclarecimentos a vocês pela presença e devolvemos a palavra ao cerimonial do nosso congresso. Угу. A nossa gratidão a vocês, queridos amigos, que com grande dedicação inspiram todos os trabalhadores espíritas. pelo exemplo de entrega e compromisso com a seara do Cristo. >> E já nos encaminhando para o encerramento das nossas atividades, gostaríamos de convidar vocês para assistirem a um vídeo muito especial que nos transportará para o segundo Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, realizado em 1951. Naquele naquele tempo, em meio a tantos desafios, homens e mulheres abnegados lutaram pela causa espírita, deixando-nos um legado de pioneirismo, coragem e lealdade à mensagem de Jesus. Entre eles recordamos com carinho Francisco Espinelli, que nos legou uma mensagem capaz de encorajar e iluminar os corações até os dias de hoje. agora que os nossos corações em festa custodiem as vibrações fraternas desta ordem inesquecível. se cale o nosso falar para que o espírito viva no silêncio a alegria desta comunhão onde voz íntima diz-nos que todos caminhamos para Deus. Não perturbemos a felicidade que invade nosso ser, rompendo resistências para dizer-nos que ela se instala na alma do peregirino quando deixa-se bafejar pela verdadeira vida onde as criaturas seanam, se entendem, se querem, se amam. Temos um ideal que nos liga para tudo e sempre. Esse ideal traz em si o poder de propiciar-nos uma vida de graças dos céus. E na hora que paz somos nós, os cristãos novos, portadores de uma grande mensagem para o mundo, a mensagem de salvação efetiva da humanidade. Mensagem onde não se prega conquista de poderes, de riqueza de mando, onde não se pleiteiam territórios. luxos, competições, mensagem em que o servidor não condiciona serviços, não pede recompensas, não exige retribuições,

rega conquista de poderes, de riqueza de mando, onde não se pleiteiam territórios. luxos, competições, mensagem em que o servidor não condiciona serviços, não pede recompensas, não exige retribuições, não impõe sacrifícios para satisfações mundanas. mensagem de salvação, de redenção, porque mensagem de fraternidade e de amor é a mensagem do Espiritismo calcada e iluminada pela vida e pela obra do Cristo, única capaz de visitar gente, peregrinos que escalam a estrada do Calvário do mundo para ascender asências que conduz a criatura ao plegas do criador. É a mensagem que o Espiritismo envia o mundo nesta hora que passa. Amigos, nós temos um último recado. Lembrando que na região dos achados e perdidos temos localizados algumas coisas, dentre elas ticketes de estacionamento. E depois desse vídeo inspirador, convidamos a diretora e o vice-diretor da área de atendimento espiritual no Centro Espírita da FERGs, Luciane Bandeira e Leandro Godói, para conduzirem a prece de encerramento do segundo dia do 13º Congresso Espírita Gaúcho. quer pegar isso aqui. >> Deixa eu dar >> hora de falar com Deus, né? Então vamos neste momento imaginar o Mestre Jesus à nossa frente, nos envolvendo com sua luz, envolvendo cada um de nós no seu amor e pedimos em gratidão por este momento. agradecidos pela oportunidade deste banquete espiritual que tivemos. Espíritas gaúchos, unidos no pensamento de amor à espiritualidade benfeitora. Agradecemos por tudo que nos foi trazido até o momento de hoje. Esclarecimentos, fortalecimentos, caminhos para percorrer, porque sabemos que temos nossas dificuldades e nossos desafios, mas sabemos que não estamos sós. temos essa espiritualidade amiga que nos ampara e que nos assiste a todo momento. E fica então a nossa gratidão e pedimos que o amparo do alto não nos falte nunca, que essa mão amiga do Mestre Jesus nos conduza no caminho da evolução que temos a seguir como espírito imortal que somos. Gratidão por tudo, mestre Jesus. >> Queridos amigos, irmãos de Ideal

te nunca, que essa mão amiga do Mestre Jesus nos conduza no caminho da evolução que temos a seguir como espírito imortal que somos. Gratidão por tudo, mestre Jesus. >> Queridos amigos, irmãos de Ideal Espírita, que possamos levar em nossos corações os eflúvios de luz recebidos nesse dia extraordinário aqui no 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Que essa luz, que esses ensinamentos possam ser transformados em ferramentas de construção de desse ser novo, através do entendimento da impermanência e da imortalidade da alma, para transformarmos o nosso mundo íntimo e o mundo à nossa volta em regeneração com Cristo, com Deus, com os espíritos de luz que nos circundam. E assim, humildemente, com muito espírito de aprendiz, com coração transbordando de alegria, pedimos permissão paraa espiritualidade para encerrar mais um dia do congresso. Muito obrigado e que assim seja. >> Que assim seja. Acho que já vamos entrando, né, que agora todo mundo leva. >> Muito obrigado pela companhia de todos. Contamos com vocês às 7:55 do dia de amanhã para o último dia do nosso congresso. Duda Diogo é com vocês. >> Até amanhã, amigos. Obrigado, Leon. Obrigado, Vanessa. De volta aqui no estúdio, onde nós estamos o dia todo, neste sábado com convidados especiais, trazendo muita interação também com você que nos assiste em casa. E antes da gente conversar aqui com mais uma pessoa muito especial da nossa federação, a Duda tem um recado também muito legal pra gente, né, Duda? >> Sim. Nossa, amigos, a gente fica emaranhado por essas vibrações tão ricas, né, que foram trazidas hoje no primeiro dia, eh, incluindo os painéis, incluindo agora o vídeo, né, emocionante do nosso Francisco Espinelli e a prece e realizada pelos nossos voluntários. E a gente ainda tem esse programa maravilhoso que a gente tá divulgando, né, ao longo do nosso congresso e ao longo de todos os eventos da FERGs, né, que é o Amigos da FERGs, esse programa que através das contribuições de vocês, a Fergs consegue atuar em ações, em

ulgando, né, ao longo do nosso congresso e ao longo de todos os eventos da FERGs, né, que é o Amigos da FERGs, esse programa que através das contribuições de vocês, a Fergs consegue atuar em ações, em projetos que fortalecem o bem, as relações, a espiritualidade na sociedade como um todo. E através dessas contribuições mensais que começam a partir de R$ 25, você já t acessos a descontos na nossa livraria e a descontos inclusive nos eventos da nossa própria FERGs. Então não deixem de aproveitar, de se vincular com esse projeto maravilhoso. Eh, e também, né, tem a chance de receber os livros, né, os lançamentos da livraria da Fergs na sua casa. Então não deixe de se vincular e de aproveitar ainda mais os nossos eventos e as nossas ações, né, Diogo? >> Exato, Duda. A gente tá recebendo agora aqui no nosso estúdio a Roseni. A a Roseni é gerente da editora Féx e ela também vai conversar conosco, porque a feira do livro de Porto Alegre tá chegando em breve e você representa a Fergs na Câmara do Livro. É isso? >> Isso. Na Câmara Rio Grandense do Livro. Perfeito. E aí a feira tá logo aí e a expectativa grande também, né, Rosen? >> Muito grande, porque no dia 31 de outubro começa a feira. Então é uma feira longa, ela vai até 16 de novembro. Então são dias assim de muita divulgação na praça, né? Então essa é a nossa alegria. >> E também nós estamos nessa feira há 71 anos. >> Uau! É muito tempo. E quando eu assisti aquele vídeo do Spinelli, não tem como a gente não se emocionar, porque nós estamos na feira do livro de Porto Alegre, a maior feira do livro da América Latina, >> a céu aberto da América Latina. Porque Spinelli naquele ano recebeu um convite e ele aceitou esse convite porque ele sabia da importância da divulgação do livro espírita. Então a feira começou com 13 bancas e hoje, nesse ano, nós vamos estar com 85 bancas na feira. Nossa, então é é um evento lindo, é é cultura na praça e tem uma programação muito grande e também nós vamos levar muitos autores da Fergs Editoraum

nesse ano, nós vamos estar com 85 bancas na feira. Nossa, então é é um evento lindo, é é cultura na praça e tem uma programação muito grande e também nós vamos levar muitos autores da Fergs Editoraum >> para essas atividades na praça. E, e reforçando a importância do evento, a gente falava hoje com a Maria Elizabeth Barbieri, ela também falou um pouquinho no painel dela sobre a a importância da gente voltar a conectar as pessoas ao livro. E essa feira ela é estreita, ela ela facilita essa conexão, porque você pode, inclusive, que nem os pais, por exemplo, levar os filhos para conhecer, né? É um momento muito agradável pra gente participar em família, por exemplo. >> Exatamente. E também a feira é esse incentivo à leitura, todos esses movimentos e nos trazem esse incentivo. Levar as crianças pra feira é mais um desses incentivos, porque a criança ela vai através do lúdico, de brincadeiras, de contação de história, ela vai se interessar pelo livro, né? >> E amiga, falando um pouquinho agora da nossa experiência dentro do congresso, né? como é que tá sendo essa experiência para FEGS editora aqui em relação a aos momentos especiais no presencial que a gente tem de troca de autógrafos, né? O que que tá representando esse momento pro nosso movimento e pro nosso congresso? Exato. Eu eu vejo assim, ó, que os autógrafos é esse momento nobre de qualquer evento, porque é a troca, é onde o autor vai escutar o que que o leitor está dizendo. E pro leitor também ele vai poder perguntar o que você quis dizer em determinada capítulo, naquela página tal. Então, essa troca, esse enriquecimento e eh eu que participei agora, saímos de um autógrafos, teve a de manhã e à tarde, a a as pessoas, o carinho com seu autor e também os nossos autores, eles são demais >> e abraçam e não tem pressa. E é isso aí. Eu acho que esse é o momento de carinho e isso que quer dizer esse nosso congresso, né? Essa troca é estarmos colocando em prática o que a gente lê. >> Eu passei por ali bem no momento que a

isso aí. Eu acho que esse é o momento de carinho e isso que quer dizer esse nosso congresso, né? Essa troca é estarmos colocando em prática o que a gente lê. >> Eu passei por ali bem no momento que a Sandra Borba tava autografando e aí a gente percebe que de fato o autógrafo não é só aquela assinatura no nome a você, meu amigo Diogo, te dedico nesta obra. Não é só o que é muito legal, mas a Sandra, por exemplo, tava interagindo, brincando com todo mundo, né? Sim. É, é o autógrafo. Eu consigo ver e passar que é uma experiência a mais que tu está passando. O, tu pega o livro, tu lê o livro e o autógrafo te proporciona essa experiência mais, >> né? De estar com o autor, >> de conhecer a pessoa um pouco mais, né? >> É, com certeza. E a gente percebe, né, esses momentos de troca do presencial tão importantes, né, esses reencontros, eh, que você que está nos assistindo online, a gente tem também a oportunidade da do site, né, da FEGS Livraria, onde vocês podem acessar e adquirir aí os nossos lançamentos que estão dispostos aqui no nosso congresso também, os livros que a gente comentou dos mais vendidos, né? H, ontem até esgotou o livro em Permanência e Mortalidade, né, da temática do nosso do nosso congresso. Então, uma uma alegria imensa, né, querida. E >> e você falou em troca de carinho. A troca de carinho tá enorme através do nosso chat. São Gabriel, pessoal de São Paulo, enfim, toda o pessoal da Rio de Janeiro também, Rio de Janeiro capital, São Leopoldo, aqui no Vale dos Sinos, né, próximo à capital gaúcha. Então, muito obrigado a todos vocês que nos assistem. >> Com certeza. >> E Roseni, eh, você participa do movimento da cadeia do livro, né, desde o início, desde do momento da concepção, do contato com o autor, né? Olha, temos uma nova obra, ela vai passar pela análise de obras até chegar na mão das pessoas. Então, eh, eu imagino que o teu carinho pessoal com cada livro que é editado pela Fergora, é como de de mãe para filho, né? Porque você vê e a obra iniciando e atéonde ela pode chegar no

das pessoas. Então, eh, eu imagino que o teu carinho pessoal com cada livro que é editado pela Fergora, é como de de mãe para filho, né? Porque você vê e a obra iniciando e atéonde ela pode chegar no coração das pessoas. >> Eu sempre brinco, eu me sinto assim madrinha dos livros, né? Porque mãe, eu não sou em função de que são dos autores dos livros, né? >> Mas eu eu me sinto madrinha desses livros. E exatamente é isso, essa construção, né? Começa o contato com o autor, o original que nos enviam >> e todo aquele processo. Depois vem a parte aprovado, aí começa o processo da produção editorial, né? Desse projeto que a gente faz editorial, tem os o diagramador, quando é livro infantil, >> né? já tem o ilustrador e e é tudo a revisão ortográfica, que é muito importante, >> e a capa eh tu te conectar com o texto, a obra, o autor para aquela escolha daquela capa. Então é, ele tem é todo esse trabalho e a gente vai, né, se conectando cada vez mais e quando ele chega da gráfica é sempre uma festa. A editora ela tem 250 obras editadas. É, >> e cada uma é diferente da ú >> saiu o selo agora na última obra >> da última tem o selinho de 250. Chegou há duas semanas atrás a obra 250. E a gente pega assim, é, cada livro tem uma história, tem uma particularidade, >> inclusive tem um livro que a gente contou a história dele hoje aqui, que é o Esperançar junto com César Braga Saíd, porque a letra do Esperançar na capa é a junção de muitas eh caligrafias. dos funcionários da FX que passaram, assim como nós aqui no sul pela enchente, pela enchente. E o esperançário que é muito interessante, nós recebemos esse livro do César em fevereiro de 2024 >> e o título era esperançar e tudo certo, aprovado, vamos fazer esse livro. >> E depois em maio aconteceu, né, a nossa enchente e >> o consolo chegou antes. >> Chegou antes. É. E começou esse projeto após, né, de se recuperar e tudo mais. E o nome do projeto era Esperançar, sem ter essa conexão, o pessoal não sabia que essa obra já estava aprovada.

antes. >> Chegou antes. É. E começou esse projeto após, né, de se recuperar e tudo mais. E o nome do projeto era Esperançar, sem ter essa conexão, o pessoal não sabia que essa obra já estava aprovada. >> E quando sai assim, esperançar, >> mas esperançar que nós já tínhamos o livro. Então eu acho que é bem como tu disse, já veio o consolo antes. >> Exato. >> Que maravilhoso, né? É. E a agora a gente poderia continuar aqui falando e conversando, né? Porque são temáticas tão lindas pro nosso coração, mas a gente precisa rever nossa programação de amanhã, né, Diogo? Temos aí mais alguns minutinhos. Então vamos, >> primeiro agradecer a Roseni, né, e dizer pro pessoal que acompanhe a obra de número 250 é a do Gustavo Roman. >> Isso. Entre Dores e Flores >> que saiu agora. O pessoal pode acessar livrariaespespírita.org.br. BR. Ou aqui na nossa livraria presencial, quem está aqui pertinho com a gente. >> Presente, Roseni, muito obrigado. Bom trabalho, amiga. Vamos, vamos repassar então, pessoal, a programação de amanhã, domingo, para você que vai acompanhar o último dia. Passou rápido, né, Duda? >> Nossa, gente, passou muito rápido e a gente não quer ir embora. É, mas >> a gente quer ficar aqui >> amanhã. Então, olha só, o nosso amigo Leon já falou, às 7:55 da manhã tem abertura e a prece lá no auditório, a abertura oficial do terceiro dia, mas um pouquinho antes a gente chega aqui no estúdio. 7:40, lembrando 7:30 já tem a recepção e a livraria abre e aí depois tem o primeiro primeiro e único painel do domingo, né? >> Isso, primeiro e único. Eh, e a gente convida, né? Reforça esse convite, mandem o o link, né, da live que a gente vai vai atualizar também. Se inscrevam no nosso canal. Agradecemos os parceiros também que estão com a gente nessa transmissão, Federação Espírita do Paraná, Web Rádio Fraternidade e a FEB Lives, para que a gente consiga crescer, né, e espalhar essa mensagem de consolo da nossa doutrina. E em seguida, então, né, teremos o painel do Lacorder, o bem

Paraná, Web Rádio Fraternidade e a FEB Lives, para que a gente consiga crescer, né, e espalhar essa mensagem de consolo da nossa doutrina. E em seguida, então, né, teremos o painel do Lacorder, o bem como caminho para a felicidade às 8:30. E em seguida a nossa última roda de conversa, né, Diogo? Exato. Maria Elizabe Barbieri, César Saí e o La Corder Faiad, com a mediação da Janete e do Diego. Nós temos depois também uma atividade lío, musical e o encerramento oficial. Fique conosco amanhã em toda a transmissão. Mas eu quero mandar um abraço pro pessoal de São Borja, Cachoeira do Sul e mais uma cidade que o meu benfeitor aqui no ouvido vai dizer. Araranguá, Santa Catarina. Um abraço a todos que estão nos >> um abraço também, querido. São Borg aqui no nosso estado. Um grande abraço para vocês. A gente espera vocês amanhã. >> O pessoal de São Paulo em peso aqui com a gente ao longo de toda a transmissão. Então abraço para vocês, queridos. E >> a cidade que nunca dorme não dormiu durante o nosso congresso também. Muito obrigado, São Paulo. >> São Gabriel, um grande abraço para vocês. A gente espera vocês então até o final. Amanhã e pós final encerramento, estaremos aqui também conversando com os nossos organizadores. E agora a gente se despede, né, amigo? >> Tá na hora de ir, né, Duda. >> É, felizes, né? Muito gratos por mais um dia de tantos aprendizados. Então, a gente deseja um bom descanso para vocês e a gente espera, é, todos aqui amanhã. >> Beijo no coração de todos. Até amanhã. Fi com Deus. Ciao

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