Roda de Conversa | Sábado | 13º Congresso Espírita do RS
Para encerrar o 2° dia de Congresso Espírita do RS, tivemos uma roda de conversa com a participação dos painelistas Sandra Borba, Eulália Bueno, Jacobson Trovão e Alessandro de Paula, com mediação de Vinicius Lousada e Luísa Dumke. Os convidados responderam perguntas relacionadas ao tema do evento “Vida futura: impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo”. Com bom humor e muitas reflexões, nos despedimos das atividades do sábado com energia e boas vibrações. #13CongressoEspiritaRS #DoutrinaEspirita #Espiritismo #FergsPlay
Boa tarde, meus amigos. >> Agradeço os abraços recebidos enviados pelo César. [risadas] Me sinto para quem não tava assistindo, o César comentou que uma senhora queria abraçá-lo para sugar-lhe as energias. E ele disse que achava ruim, porque ele podia desencarnar, evaporar. Recomendou. Ele disse assim: "Que pena que eu não conhecia o Vinícius, não tinha recomendado ela abraçá-lo". E aí o pessoal me abraçou todo o intervalo, né? Então tô agradecendo os abraços, meus amigos. Vamos então à nossa roda de conversa. É uma alegria recebê-los. Nosso coração tá em festa de acolhê-los as suas palavras, reflexões, mas sobretudo que a gente recorde de cada um de vocês, dos demais painelistas, é essa entrega ao ideal espírita que nos anima e nos fortalece. Então, desde já, meus amigos, recebam o nosso carinho e a nossa gratidão, tá? >> Nossa dinâmica. Isso aí, me abrace no final a nossa dinâmica vai ser assim. Eu vou lançar uma pergunta, vocês vão respondendo na sequência, complementando, refletindo. Depois a Luía vai trazer uma outra questão e seguimos na sequência, tá? Nós precisar, temos microfones aí ao lado. Você, OK, tá tudo certinho. Então, vamos lá. Começo aqui pela Sandra e aí a pergunta circula com vocês. Tá mais perto de mim? >> Então a gente começa. Eu eu eu vou obedecer, né, gente? Tá? Eu vou começar com o Alessandro e aí na sequência é, >> mas é que é a mesma pergunta para todos. >> Olha só, >> autoridade aqui eu não vou falar. >> Então a nossa pergunta é sobre mediunidade, meus amigos. A sugestão da Sandra que comece com Jacobson. E aí vocês >> depois do do abraço a gente não manda mais nada aqui, né? Então, meu irmão, começamos contigo. Depois o Alessandro traz a contribuição. É o Lália e a Sandra de último agora. Tá. Temos na mediunidade uma dádiva que Deus nos concede, permitindo que mantenhamos contato com os espíritos e assim seja comprovada a imortalidade. Mesmo assim, poucas vezes agimos como espíritos portais, vivendo apegados à matéria e à tentações que o plano físico
do que mantenhamos contato com os espíritos e assim seja comprovada a imortalidade. Mesmo assim, poucas vezes agimos como espíritos portais, vivendo apegados à matéria e à tentações que o plano físico nos impõe. Como podemos mudar o contexto íntimo que nos leva a esquecer os reais propósitos da reencarnação? >> Na verdade, nós estamos num processo evolutivo. Então, é natural que nesse desenvolvimento que todos nós estamos tendo de potenciais, os mais variados, esteja também o desenvolvimento da nossa consciência. é esta consciência de realidade existencial que nos chegará um dia na medida do nosso progresso. Então, vamos tendo naturalmente cada vez mais uma autopercepção. Mergulho na matéria, em função do nosso estágio evolutivo, não nos permite uma clareza da realidade espiritual, mesmo porque muitos de nós, ou talvez a maioria de nós, não tem condições de uma percepção de uma vida dupla, a vida material e a vida espiritual. Nós ensaiamos a percepção da vida espiritual na sua plenitude todas as noites quando nos afastamos do corpo físico no momento do sono natural. Então aí nós temos a vida de espírito e entre uma experiência extracorpórea e a experiência corporal, nós vamos então amadurecendo os nossos sentidos espirituais para que a gente tenha condições ao longo do tempo de perceber com maior segurança esta realidade na qual estamos inseridos. É aí que entra a doutrina espírita na oportunidade dos seus estudos, das reflexões, que antecipa o processo evolutivo. Ou seja, na medida em que nós estamos estudando, nós vamos avançando na compreensão de vários fatores da vida, da reencarnação, da mediunidade, da existência espiritual e abreviando esse processo, corroborando com os atos de amor, de caridade, de transformação moral, que nós possamos empreender em nosso benefício. Alguns vão desenvolver essa percepção da realidade espiritual e, portanto, da reencarnação mais brevemente que outros. Aliás, o espírito Emanuel no livro O Consolador, psicografado por Chico Xavier, responde
vão desenvolver essa percepção da realidade espiritual e, portanto, da reencarnação mais brevemente que outros. Aliás, o espírito Emanuel no livro O Consolador, psicografado por Chico Xavier, responde a uma pergunta muito interessante. Perguntam a Emanuel: "O que nós podemos fazer para a ampliação ou desenvolvimento da nossa intuição?" E ele diz algumas coisas: o estudo, a prática do bem, a oração, a meditação, como esforços individuais que vão ampliar a nossa intuição. Isso é interessante. Mas mais interessante é por Emanuel prescreve o desenvolvimento da intuição para nós? Porque ele disse que nós devemos nos dedicar a isso, porque na verdade nós vamos entrando no domínio dos nossos potenciais psíquicos, porque intuitivos somos. captando intuições e inspirações, nós eh estamos fazendo continuamente. A questão é que a gente precisa ter mais consciência disso. Então, quando ele diz do desenvolvimento da intuição e orienta-nos a fazer isso, é porque ele está desejando, nos está nos estimulando a ter uma maior consciência das percepções psíquicas que temos. porque todos as temos. Então, com isso, com essa visão mais ampliada da vida, nós vamos entender a nossa reencarnação. Por que reencarnamos continuamente? Porque não temos o hábito ou não temos condição evolutiva de viver exclusivamente a dimensão espiritual. A reencarnação, pra maioria de nós, é a bênção de Deus. A reencarnação é um amortecimento das perturbações que nós criamos para nós mesmos ao longo das existências. Então, quando nós mergulhamos na carne, ao amortecimento do corpo físico, isso nos tira de gravíssimas perturbações. A reencarnação por si mesma é o medicamento da nossa alma. Então, como nós não temos evolução para prosseguirmos apenas na vida espiritual, a gente precisa voltar ao corpo físico. Mas voltar ao corpo físico para progredir. Então, nós precisamos sair dessa ilusão de que somos matéria. O estudante espírita precisa superar certas coisas. Deixar de dizer, eu não sou médium, deixar de dizer eu, os espíritos não me
progredir. Então, nós precisamos sair dessa ilusão de que somos matéria. O estudante espírita precisa superar certas coisas. Deixar de dizer, eu não sou médium, deixar de dizer eu, os espíritos não me influenciam, eu não sinto nada, eu não vejo nada. É a maior ilusão que se tem. Então, quando eu vejo um estudante espírita, um trabalhador dizendo assim: "Eu não sou médium". Eu vejo que ele não está estudando o suficiente. É preciso vencer algumas etapas. Eu sou médio. Eu sou responsável pelos meus pensamentos. Eu sou responsável pelos meus atos. Eu preciso assumir as a minha existência caminhando com meus próprios pés. Eu preciso deixar de ser teleguiado por mentes oportunistas na medida em que eu domino os meus pensamentos. Então aí nós estamos realmente transformando a nossa existência, nos disciplinando. O espiritismo é o grande disciplinador das nossas emoções e nós precisamos fazer isso em nós. Por isso, a mediunidade, a percepção espiritual, nós nos ajuda tanto a entender a reencarnação nesse processo evolutivo. >> Alessandro, por favor, contribua. Eu vou seguir nessa toada do nosso querido Jacobson falando da da importância eh da mediunidade, essa bênção que não é exclusividade do espiritismo, como sabemos, mas a vivência espírita, seja pela literatura, seja pela intuição e por outros meios, nos permite esse contato com o mundo espiritual, a fim de que possamos ter um melhor aproveitamento da reencarnação. Na revista espírita há uma comunicação de Plío, o moço, que viveu no primeiro século e escreveu mais de 240 cartas sobre o cristianismo. E ele traz um alerta muito significativo, porque a pergunta, na sua primeira parte, traz essa questão do intercâmbio e da mediunidade, o porquê. E ele é bem objetivo na sua comunicação. As comunicações espirituais se ampliam porque a criatura humana se afastou dos ensinos de Jesus. Então nós, almas ainda imperfeitas, necessitamos deste constante alerta que nos chega do mundo espiritual. Porque a mediunidade ela não serve tão
que a criatura humana se afastou dos ensinos de Jesus. Então nós, almas ainda imperfeitas, necessitamos deste constante alerta que nos chega do mundo espiritual. Porque a mediunidade ela não serve tão somente para a comprovação da imortalidade da alma. Allan Kardec teve uma grande preocupação de ir além, porque já existia muitas religiões imortalistas, espiritualistas. E aqui nós temos que enaltecer a figura de Kardec. E isso nós podemos notar na revista espírita, que é praticamente uma autobiografia do codificador, quando ali nós identificamos a sua faceta de dialogador. muitos diálogos conduzidos por Allan Kardec na revista espírita e a sua preocupação, além da constatação da imortalidade, era extrair dela todas as consequências morais e espirituais para a nossa vida, como Jacobson vinha apresentando. Certa feita, comentávamos a respeito dessa característica de Kardec, que, aliás, a revista mostra várias facetas do codificador, né? codificador, o bom espírita, o atendente fraterno, o dirigente espírita e o dialogador. Porque se fosse apenas para comprovar a imortalidade por si mesma, ele poderia muito bem evocar um espírito, perguntar o seu nome, tirar mínimas informações e encerrar a comunicação, porque a imortalidade estaria confirmada. Mas ele vai além. quis ouvir através da mediunidade não só a constatação da imortalidade, mas extrair lições para que nós possamos colocar no cotidiano do nosso dia a dia. E o espiritismo nos propicia esta tomada de consciência. Seria muito importante que todos os dias, ao tomar as decisões, ao fazer as nossas escolhas, ao conduzir os nossos passos aqui na Terra, nós jamais nos esquecêssemos que somos almas imortais em trânsito aqui na Terra para este progresso espiritual que é amplo. Cada um traz as suas especificidades. Já paramos para meditar sobre as nossas especificidades espirituais, os nossos pontos cegos da personalidade, os nossos padrões espirituais que nos faz vir errando a muitas reencarnações. Então, nós necessitamos ter este grau de
e as nossas especificidades espirituais, os nossos pontos cegos da personalidade, os nossos padrões espirituais que nos faz vir errando a muitas reencarnações. Então, nós necessitamos ter este grau de maior seriedade a partir da mediunidade, dos alertas do mundo espiritual, a partir daquilo que a doutrina nos oferece enquanto despertamento da consciência, mas para que isto saia do campo apenas do intelecto e realmente faça parte da educação dos sentimentos. E eu repito, isto foi uma grande preocupação de Kardec. Não é por outra razão que ele se preocupou em classificar tipos de espíritas. Por que será que Kardec se preocupa espírita? No Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos ali aquela tríplice divisão conhecida, mas na revista espírita, nós vamos encontrar mais de oito, nove classificações onde Kardec observa o comportamento do espírita diante do conteúdo espírita. E didaticamente ele vai falar espíritas imperfeitos, espíritas experimentadores, esp os bons espíritas, mas na revista ele vai ali espíritas impacientes, espíritas novidade e ali espíritas desocupados. Para que existe, viu, gente? [risadas] Tem alguns de nós estamos treinando descanso eterno da matéria já, né? Existe. Mas qual era a preocupação? O Kardec queria apontar só por apontar, não era para que nós pudéssemos nos apropriar deste conteúdo e de fato isso pudesse produzir uma grande revolução espiritual em nossas vidas, no dia a dia, no cotidiano, na educação dos sentimentos. E encerro para que possamos ouvir Eulália e Sandra, o Jacobson falou a questão dos sonhos, né? Tom o sono todos os dias dessa oportunidade. E nós temos isto através do conhecimento espírita Druso na obra Ação e reação. Ele é indagado por Hilário. E Hilário diz a ele a partir daquele contato com as informações de Druso, né? Se o homem pudesse morrer alguns dias durante o ano, mas diferente do sono físico, para que ele pudesse ter mais contato, mais lucidez dessa realidade espiritual, o que seria da Terra? E aí Druso responde,
homem pudesse morrer alguns dias durante o ano, mas diferente do sono físico, para que ele pudesse ter mais contato, mais lucidez dessa realidade espiritual, o que seria da Terra? E aí Druso responde, né? isto modificaria a face moral da humanidade. Então, se não podemos trazer ainda de forma tão consciente todos esses registros, mas o fato é que a doutrina espírita pelo céu arsenal nos permite ter esta percepção da vida futura, da vida espiritual, para que isso possa mudar o nosso padrão comportamental e sentimental na condução das nossas vidas. Kardec, com muita propriedade, dissemos agora a pouco, eh coloca no capítulo 14 o livro dos médiuns, item 159, que todos que sentimos em maior ou menor grau a presença dos espíritos, somos médiuns. E muitas pessoas dizem que não são porque não sentem nada. No capítulo 31 do mesmo livro dos médiuns, Dissertações Espíritas, item 11, diz que todos temos um anjo guardião. Nisso concordamos. Esse anjo está numa condição diferente da nossa, está numa outra dimensão e nós o sentimos por diversos meios que sejam arrepio. Então somos médiuns. Infelizmente, o alto grau de obsessão que tem chegado às nossas casas espíritas está sendo o caminho obrigatório de percebermos o quanto o mundo dos desencarnados interfere em nosso mundo. Portanto, é para considerarmos a sua existência. E se a considerarmos, somos obrigados a aceitar que ao desencarnar, ao nos despedirmos daqui, faremos desse mundo espiritual. A pergunta 921 do livro dos espíritas, espíritos é excepcional quando nos diz que a reencarnação é um pernoite, um pernoite numa rude estalagem. O problema é que o nosso corpo biológico é imediatista. alimentarmo-nos, trabalharmos para podermos saldar as nossas contas, tomarmos um remédio para alguma indisposição é imediato, mas não é curativo. Então, nós precisamos aprender a olhar para este pernoite e reconhecer que a grande maioria do tempo nós estamos no mundo espiritual. Isso é fato. Onde quer que nos encontremos, então há que levar grandes provisões
cisamos aprender a olhar para este pernoite e reconhecer que a grande maioria do tempo nós estamos no mundo espiritual. Isso é fato. Onde quer que nos encontremos, então há que levar grandes provisões para lá. E o que é que nós estamos juntando na terra que possamos conduzir conosco? Eu sou um espírito de poico. Eu vou por outro caminho. Eu entendo, né, especialmente com a a questão, né, como é que podemos mudar o contexto íntimo que nos leva a esquecer os reais propósitos da reencarnação. Eu volto à questão do autoconhecimento. Então, se a gente não tiver esse caminho do autoconhecimento, tá difícil a identificação da própria natureza. E um segundo ponto que eu aditaria seria essa capacidade de observação da manifestação do divino em nossa vida. Rapidamente, um homem materialista, não acreditava em Deus, fazendeiro, riquíssimo do agronegócio. E aí uma dívida aparece para ele pagar. Ele então não tem como pagar. Pede ajuda a um amigo, pede a outro, pediu a Alessandro, pediu a Jacobes, nada, né? Aí então ele disse assim: "Olha, eu já pedia todo mundo que eu podia, agora eu vou ter que pedir a esse tal de Deus", né? E aí orou, pediu a Deus, porque ele era um homem, apesar das suas ideias materialistas, um homem de bom procedimento. E aí então ele pede assim, faz aquela prece, né? E aí então batem a porta. Quando bate a porta, ele estava na janela. Quando bate a porta, ele vai lá atender, aparece alguém que ele tinha ajudado fazia muito tempo. E diz assim: "Eu soube que o amigo está numa situação difícil, então eu vim lhe oferecer os recursos para o pagamento. Ele disse: "Pode entrar, espera aí que eu tenho um assunto para resolver ali na janela". Aí foi pra janela e disse: "Deus, não precisa mais de nada não". já veio alguém para resolver. Nós somos assim, nós somos assim, a gente ri, né, da gente mesmo. Então, o que é que ocorre? A gente não faz a avaliação da manifestação divina em nossa vida. Então, como seres imortais, nós vivemos inclusive, né, sob essa ação bemfazja
gente ri, né, da gente mesmo. Então, o que é que ocorre? A gente não faz a avaliação da manifestação divina em nossa vida. Então, como seres imortais, nós vivemos inclusive, né, sob essa ação bemfazja dos companheiros espirituais. Eu gostei muito, Doraavante. Não direi mais que não sou médio, viu, Jacobson? Graças a você. Beijo. >> A nossa segunda pergunta. No universo, somente Deus e suas leis são permanentes. Antes e depois do tempo e do espaço, tudo mais é caracterizado pela impermanência. Chegaremos a alcançar a plenitude? A plenitude divina. Existe um caminho para tal conquista. Eu vou deixar vocês escolherem quem vai ser o primeiro. Quero só ver. Eu começo que aí eu não preciso colar de ninguém. A gente vai chegar, vai. No meu caso, por exemplo, é um problema de anos, luz. Mas a plenitude nos diz Joana deângeles, é a nossa determinação. Por sinal, Jesus já tinha dito sede perfeitos. Então não tem como escapar. Por isso, esse povo rebelde não adianta seis escar, não adianta, porque vai chegar uma vassoura, certo, do progresso e começa a tanger. Vai, vai, vai. Então, antes da vassoura, a gente se habilita a fazer as coisas certas. Só tem um caminho, tá lá no livro dos, no Evangelho segundo o Espiritismo. Reconhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral. Não tem o que fazer. O caminho da plenitude e a transformação. E essa transformação moral, ela se resume numa aprendizagem fundamental, aprender a servir, que é o grande problema nosso, que estamos muito mais acostumados a buscarmos ser >> servidos. Então, o serviço que vai nos ajudar na transformação moral nos auxiliará, porque nós somos peregrinos da vida e a plenitude nos aguarda. Quando? Cada um é que sabe. E Deus sabe de todos nós, mas é a nossa destinação. "Sois deuses", disse Jesus evocando o salmista. Então, deuses, deusas, é só andar. É só andar, certo? É, aqui é o seguinte, ainda bem que botaram a menina e o menino, porque ia ficar bolinhas e luluzinhas, né? Mas ainda bem que misturaram, certo?
. Então, deuses, deusas, é só andar. É só andar, certo? É, aqui é o seguinte, ainda bem que botaram a menina e o menino, porque ia ficar bolinhas e luluzinhas, né? Mas ainda bem que misturaram, certo? Então, é andar, é servir. Essa é a única condição pra gente sair do atoleiro e alcançar a plenitude. Eu vou sempre pro livro dos espíritos na pergunta 540. Ali está roteiro da nossa evolução. Todos alcançaremos a plenitude, todos relativa, porque nunca ninguém se igualará a Deus. Mas do átomo ao arcanjo é um caminho obrigatório a ser percorrido. Quanto tempo ele vai levar? Como disse a Sandra, é a escolha de cada um de nós. Se estamos interessados em acelerar o nosso progresso, a receita está no Evangelho Segundo o Espiritismo. No capítulo 17, no item 4, reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as suas más inclinações. E a pergunta 90 do livro dos espíritos, Kardec inquire os espíritos da codificação, tentando ver pelo lado daqueles que estão reencarnados. Mas é possível vencer as más inclinações se na via da reencarnação não nos lembramos do que fizemos ou das pendências que trazemos? E a resposta é: Ó, sim. E é bem fácil. O problema é que não nos empenhamos. Então, ao nos empenharmos, tornaremos essa estrada muito mais sofrida. Porque se pensarmos que para atingir a plenitude é obrigatório passar pelo estágio em que nós estamos, não é verdade. A dor é exatamente no grau da nossa resistência em aceitar o bem. Então, cada um de nós agora pode fazer a sua média. E se nós formos ao evangelho, nós vamos encontrar essa sinalização através do próprio Cristo. Aqui a própria parábola do filho pródigo, que é uma síntese do processo evolutivo, mostra, né, que o filho imaturo, fazendo escolhas equivocadas, sai da casa do pai e pede a parte da herança, gasta, dissipe esses bens. Num dado momento, ele cai em si. Ao cair em si, ele faz outros tipos de escolha e retorna à casa do pai. Naturalmente que aqui é uma síntese. A nobre benfeitora estuda esta parábola, a Joana de Angeles, numa obra
ento, ele cai em si. Ao cair em si, ele faz outros tipos de escolha e retorna à casa do pai. Naturalmente que aqui é uma síntese. A nobre benfeitora estuda esta parábola, a Joana de Angeles, numa obra específica, mas é uma síntese do processo evolutivo para realmente à luz da doutrina espírita entendermos este germe da perfeição, aquela frase, né? Fomos criados a imagem e semelhança de Deus, que muitas vezes foi interpretada dentro da perspectiva material e construímos um Deus idoso, velho, de barba, sentado com um cajado. Na verdade, Viana de Carvalho interpreta esta fala no seu sentido espiritual. É o germe da perfeição que todos nós trazemos. é a marca de Deus em nós. Nenhuma das ovelhas que o meu pai me confiou se perderá. E é somente com esta visão de que todos atingiremos a plenitude porque trazermos este GPS divino dentro de nós. Podemos atrapalhar, dificultar, mas chegaremos lá. Encerro com uma frase de Kardec que está na revista espírita e ele põe o seguinte raciocínio: "Imaginemos a crença numa vida única, o céu como descanso eterno e o inferno como castigo. Só temos uma única vida para lançar os nossos destinos". E aí ele propõe, mas se Deus é preciente, ele sabe do futuro como ninguém de forma absoluta. Antes de criar uma alma, um espírito, ele já sabe de antemão que aquele espírito, dentro da perspectiva da uma única vida, ele vai tomar o caminho errado e vai sofrer eternamente no inferno, o criaria mesmo assim? Olha a proposta de Kardec. E ele fala, mas dentro da visão espírita, desta plenitude que todos nós atingiremos, a perspectiva é diferente. Deus, ao nos criar sabe que alguns de nós faremos um caminho mais ascensional, mais rápido, exceção. Outros farão o caminho mediano e outros demorarão mais. pegarão atalhos, demorará mais, mas Deus sabe que ele chegará neste estado de plenitude. Então, a doutrina espírita nos traz assim um conforto, né, uma esperança e uma alegria imensa, porque esta lei inevitável do progresso se aplica a nós e também se aplica a muitos
estado de plenitude. Então, a doutrina espírita nos traz assim um conforto, né, uma esperança e uma alegria imensa, porque esta lei inevitável do progresso se aplica a nós e também se aplica a muitos dos nossos afetos que convivem conosco, que hoje estão fazendo escolhas equivocadas, seguem no materialismo, nesse padrão do entí, do egoísmo, filhos, pais, mães e irmãos, com a certeza da plenitude, nós sabemos que são momentos tempos de cada um, mas que esta alma atingirá a plenitude, assim como nós. A plenitude, numa expressão simbólica, seria vestir a túnica no psial. Há uma parábola que nos toca bastante em relação a esta questão do processo evolutivo, a parábola do festim das bodas. Ela é extremamente interessante, se os companheiros se recordarem, é uma festa, a festa de casamento que o rei preparou, mas que os convidados não compareceram. Então, em se recusando, eu estou simplificando por causa do nosso tempo, ele determina que se convidasse todas as pessoas que fossem encontradas pela rua. O festim das botas é o encontro da alta espiritualidade com o plano físico, o reino de Deus, o encontro de Jesus com a humanidade. Então, a festa que já estava pronta para que se realizasse, foram convidadas todas as pessoas que que se encontrasse pelos caminhos. Então, as pessoas já estavam nas mesas. Quando o rei resolve caminhar por entre as pessoas e chega perto de um e observou que ele não estava vestido com a túnica nupcial própria para aquele ambiente. E ele diz isso ao homem. Como é que ele estava ali se ele não estava devidamente vestido? A tradução bíblica diz que aquele homem emudeceu. Todas as traduções dizem isso. O homem emudeceu. E aí há uma passagem, a fala seguinte é extremamente curiosa. Quando o rei determina que se atassem as mãos e os pés daquele homem e o lançasse fora, onde haveria o pranto e o ranger de dentes. A parábola aparentemente é trágica, porque aquele homem foi convidado, mas ela tem um sentido espiritual muito profundo. Por que que aquele homem
asse fora, onde haveria o pranto e o ranger de dentes. A parábola aparentemente é trágica, porque aquele homem foi convidado, mas ela tem um sentido espiritual muito profundo. Por que que aquele homem calou? Por que que ele não respondeu ao rei? O silêncio dele disse muito, porque na verdade foi o momento que ele percebeu que não estava apropriadamente vestido, ou seja, ele não reunia as condições espirituais para a os planos elevados da vida. Ele não resumia em si a alta espiritualidade. Então é a parábola do insight, é o momento da autopercepção. Ele olhou para si, ele viu que precisava algo mais para estar naquele ambiente, no ambiente da alta espiritualidade. E aí ele então, simbolicamente lançado para fora, ele precisaria do enfrentamento pessoal no processo de transformação interior. O pranto e o ranger de dentes representa exatamente aquele momento em que a gente começa a lutar conosco mesmos. é o sofrimento do crescimento, é o esforço para que a gente se torne aquilo que deseja ser. E um dia então nós estaremos vestidos com a túnica nupcial, que Emmanuel diz que a túnica de Jesus não tinha costuras. Nós também vamos um dia vestir essa túnica sem costuras no processo de crescimento. Vamos muitas vezes no processo da dificuldade, do autoconhecimento, do pranto, do ranger de dentes, estabelecer em nós um padrão de alta espiritualidade. Então, essa festa mística, essa festa simbólica colocada por Jesus representa exatamente o instante em que a alma se descobre. Todos nós um dia observaremos a nós mesmos. Eu não estou vestido com a túnica nupcial. Eu preciso me perceber porque aí eu vou crescer, porque eu saí da ilusão do que eu era e já sei onde devo chegar. Muito bem, vamos para uma nova rodada. A temática da próxima pergunta é sobre justiça divina. >> Sandra, >> ó, a Sandra aqui disse que é pro Alessandro começar. >> Eu concordo. Vamos lá. >> Que médium, hein? Que médium você é? Segundo Emanuel, a justiça divina é um sistema perfeito e amoroso que visa o progresso e a felicidade de todos os
Alessandro começar. >> Eu concordo. Vamos lá. >> Que médium, hein? Que médium você é? Segundo Emanuel, a justiça divina é um sistema perfeito e amoroso que visa o progresso e a felicidade de todos os seres através da lei de causa e efeito, da misericórdia divina e da oportunidade de aprendizado e renovação. Como entender a justiça divina em meio a tanto caos, guerras? fome, miséria, atrocidades, disputas de pontos de vista, enfim, as tantas imperfeições morais. >> Já que a Sandra jogou eu na fogueira, né? Eu vou usar a resposta dela de ontem. Lembra que você citou, né? Quando nós estamos na semeadura, Deus observa o livre arbítrio. Na colheita, ele aparece. Então, vivemos este ápice da transição planetária. Deus não constrange, não impõe a nossa mudança. É um convite para cada um de nós, de forma que nós, habitantes da terra, e é sempre bom lembrar, né, na quase na sua totalidade, há exceções, espíritos de >> terceira. Terceira ordem, espíritos imperfeitos, onde ainda predomina o egoísmo, o orgulho, as ambições, os interesses materialistas. Então, o que nós estamos vendo esse cenário descrito das guerras, as guerras exteriores são reflexo das guerras íntimas que nós trazemos dentro de nós, da insatisfação da criatura humana, a sua bilicidade, o seu distanciamento do Cristo. Então, vivemos tempos assim. É interessante que a transição planetária, naturalmente que ela se dará, mas nós estamos atrasando. Nós podemos dificultar, podemos impedir, não, mas dificultar nós podemos. Certa feita, um orador nos chamou atenção numa de suas falas falando para que estudássemos e voltássemos a ler o a caminho da luz de Chico Xavier no seu último capítulo, quando Emanuel ali na década 30, 40, 50, né, Jacobson, sei que lembra bem as datas, falava de algo que estava programado para o século XX, que nós deveríamos realizar humanidade em perspectiva moral. E hoje, quando nós olhamos já no século XX, vamos perceber que pouco fizemos. Então nós estamos sim dificultando e por isso vemos essas
XX, que nós deveríamos realizar humanidade em perspectiva moral. E hoje, quando nós olhamos já no século XX, vamos perceber que pouco fizemos. Então nós estamos sim dificultando e por isso vemos essas questões que foram citadas difíceis. E muitas pessoas perguntam: "Mas não está previsto a vinda da nova geração?" Então a gente acha que a mudança da Terra é essa mudança mágica que simplesmente viria a nova geração e tudo se modificaria. Não é bem assim, porque ainda espíritos de terceira ordem, espíritos ainda afetos ao mal, estão tendo oportunidades, a última oportunidade aqui na Terra. E espíritos chamados da nova geração, espíritos que vem colaborar com o bem, estão vindo. Então, vivemos esse cenário de luta, de disputa, de choque, de interesses variados, mas nós sabemos que isto é transitório, que a Terra avançará. A grande questão e a grande pergunta é: de que lado estamos? Camilo tem uma frase belíssima na obra Justiça e Amor através de Raul. São tempos difíceis e definidores estes tempos atuais. São tempos para que a alma humana possa escolher de que lado deseja estar, na treva ou na luz. Nós somos aqueles que ainda fomentamos guerras, divisões, disputas, miséria moral. Hoje já somos aqueles que estamos dando um passo adiante na direção da regeneração, porque o mundo de regeneração começa em nossa morada íntima. Então, sem dúvida alguma que a justiça divina não falha. Tudo isto ainda é produto do nosso livre arbítrio, mas a grande questão de que lado desejamos estar e como demonstrão através das nossas atitudes, das nossas escolhas? Que possamos estar do lado da luz. Quando eh essa temática é posta e as dificuldades se exibem em relação à humanidade, nós pensamos num caos. O caos na Terra, se ele existisse, como nós imaginamos, seria um descontrole divino em relação à humanidade, mas não há. Então, nós estamos vivendo um aparente caos, porque nós estamos experienciando o que a nossa faixa evolutiva permite para o nosso progresso definitivo. Então, as lutas que a humanidade
de, mas não há. Então, nós estamos vivendo um aparente caos, porque nós estamos experienciando o que a nossa faixa evolutiva permite para o nosso progresso definitivo. Então, as lutas que a humanidade enfrenta coletivamente, ela representa o cadinho necessário para a sua evolução. Nós todos estamos aprendendo com isso. A lágrima de um canto da terra repercute no outro. Nós precisamos perceber a família universal que somos, orarmos uns pelos outros. desejarmos o bem. Por que o planeta Terra hoje é envolto numa atmosfera escurecida que nós chamamos de umbral, que muita gente morre de medo desse umbral. E dizer a vocês, todos nós vamos para o umbral. Não tem como sair da terra sem passar pelo umbral, porque umbral significa portal. É aquele espaço do portal que se chama umbral. André Luiz usou essa expressão. Então a gente colocou na ideia que é algo terrível. O umbral da terra é escuro porque é o reflexo da treva interior que trazemos em nós. É o somatório dos pensamentos das pessoas que vivem na Terra. Porque o umbral dos planetas evoluídos é luminoso, porque é o resultado do pensamento das almas sublimadas que ali vivem. Um dia o umbral da terra será luz, porque nós vamos evoluir. Então esse caos é aparente. Deus está no controle de tudo. Se nos permite agir assim, é porque nós estamos num exercício de livre arbítrio. Mas o nosso livre arbítrio, ele é relativo, porque nós temos a programação reencarnatória, que é um limite na reencarnação do livre arbítrio. e também o direito do próximo. Verificando assim, nós vamos observar que a misericórdia divina está presente em todos os cantos. E que se reencarnamos nos bolsões de miséria, nos ambientes de luta e de dor e de sofrimento, é porque isso representa para nós uma oportunidade de crescimento e para que os outros que vivem na relativa paz possam se solidarizar com aqueles que estão em sofrimento e que o sofrimento do outro possa tocar o meu coração. Então, nós não podemos jamais imaginar que a terra está a deriva. Não está. Deus está no comando. Então,
izar com aqueles que estão em sofrimento e que o sofrimento do outro possa tocar o meu coração. Então, nós não podemos jamais imaginar que a terra está a deriva. Não está. Deus está no comando. Então, nós estamos vivendo aquele exato momento da esquina da nossa evolução e devemos aproveitar isso. Já sabemos muito, já aprendemos bastante. Hoje nós temos um código moral que nós não podemos negar para o nosso progresso. O evangelho de Jesus, o perdão incondicional, a fraternidade pela caridade, a compreensão da lei de amor, de justiça e de caridade. Nós precisamos exercer assim. E há uma frase, como sempre temos analisado e buscado compreender o pensamento dos espíritos em relação ao aspecto da mediunidade, quase que uma dedicação, como o nosso irmão aqui tem feito com a revista espírita Alessandro. Eh, nós temos uma frase que eu acho muito interessante do André Luiz. Ele diz que o médium deve viver o futuro da humanidade se ele pretende servir. Generalizando essa colocação, nós precisamos viver o futuro da humanidade. Nós não podemos permanecer no terra a terra. fazemos algo diferente. Guardar mágoa, guardar o ódio, desejar a destruição do próximo, são faixas inferiores. Nós podemos superar isso com o mínimo de esforço e devemos fazer. O que nos falta é a vontade. E a vontade está à nossa disposição. Tenhamos vontade de sermos melhores hoje do que fomos ontem. Vençamos passo a passo. E nós vamos ver que a misericórdia divina está adiante, dirigindo os destinos da humanidade. Então, não pensemos na humanidade em termos de caos, mas numa humanidade família. que tem ambientes de dessor, momentos de sofrimento, mas que isso representa muito para o progresso coletivo. >> Permitam-me falar de justiça e misericórdia através de uma pequena história de uma mulher que ficara viúva com sete filhos. Então, o mais velho tinha 12 para 13 anos e ela não conseguia creche, não podia trabalhar, foi consumindo todos os seus bens para alimentar os filhos. Depois foi vendendo tudo que tinha e
sete filhos. Então, o mais velho tinha 12 para 13 anos e ela não conseguia creche, não podia trabalhar, foi consumindo todos os seus bens para alimentar os filhos. Depois foi vendendo tudo que tinha e permaneceu apenas com um rádio. Porque aquele rádio no momento da fome, no dia que ela não tinha absolutamente nada para dar, ela colocava uma música, dançava, dançava, dançava com eles até a exaustão. Eles tinham sede, ela dava água, a água promovia uma aparente saciedade e eles adormeciam. Certa feita, já há vários dias passando por essa condição, ela ouviu num programa o locutor dizer: "Ei, você aí que está me ouvindo, se você tem certeza da existência de Deus, liga para mim". E ela viu ali a grande oportunidade de provar que Deus existia. Correu uma vizinha, tomou o telefone, ligou pro locutor, pra rádio e disse: "Eu tenho absoluta certeza da existência, da justiça e da misericórdia de Deus. Como o Senhor me dê outra explicação que não essa, para que sete crianças sobrevivam sem nenhum alimento por mais de uma semana? E o locutor ficou calado e ela disse: "Não desligue, eu sei que o meu bom Deus está agindo nessa hora. Eu sei que ele vai tocar o coração de alguém que possa me oferecer o recurso da alimentação aos meus filhos e um emprego para que eu possa sobreviver e subsistir, porque era subsistir dignamente. E estava um ateu, dono de uma grande rede de lojas, supermercados. Ele viu aí a grande oportunidade de dizer: "Eu vou ter que interceder porque o teu Deus não existe". Então ele ligou pra rádio e disse: "Pode mandar cobertura lá pra porta da mulher, eu vou mandar um enorme caminhão de compras para ela." E claro, tudo que promove curiosidade tem cobertura. Ele dispensou dois funcionários com esse caminhão e disse: "Vocês, quando ela perguntar quem foi que mandou tudo para ela, tem que dizer que foi o diabo. E se vocês não disserem, estarão despedidos". Eles foram quando começaram a descarregar o caminhão e a mídia fazendo a cobertura, aquela mulher se pôs de joelhos e dizia: "Muito obrigado,
foi o diabo. E se vocês não disserem, estarão despedidos". Eles foram quando começaram a descarregar o caminhão e a mídia fazendo a cobertura, aquela mulher se pôs de joelhos e dizia: "Muito obrigado, meu bom Deus. Muito obrigado, meu bom Deus. E nada de perguntar quem foi que mandou. Daí para não perder o emprego, os meninos perguntaram: "Dona, a senhora não vai querer saber mesmo quem mandou?" Como Sandra Borba, ela disse: "Vou não, meu filho, vou não, porque quando o meu bom Deus manda, até o diabo obedece. Justiça, a intercessão de Deus a uma mulher que não desistiu. Não desistiu misericórdia. Usar por instrumento um suposto ateu que mesmo por interesse pessoal promoveu o bem na terra. Concordo com todos. Eu que fazer iso que a gente pode dar um minutinho pra consideração final de cada um. O que que tu acha, Luí? >> Eu acho que é muito justo porque a gente teve várias colocações muito importantes e como a Sandra falou, né, concordamos com todos. que começa agora. >> Você que comece agora, Sandra. Sen não vai chegar em você. Você vai falar: "Concordo com todos?" Não. Olha, irmão, [risadas] amanhã nós estaremos juntos. Não te esqueças disto. Mas meus amores, meus queridos amigos, irmãos, os nossos amados aqui mediadores, de fato, nós somos espíritos imortais. Nós não podemos esquecer jamais a presença de Deus, sua misericórdia, sua justiça e seu amor em nossa vida. Lembrava a partir da fala do nosso Alessandro de um cardzinho que recebi dizendo assim: "Quando Jesus contou a parábola do filho pródigo, é a minha favorita, ele nos lembra que o que quer que tenhamos feito, voltemos para ele." Então, nós estamos, conforme Amélia Rodrigues diz, de retorno. É uma mensagem, anote aí. Pesquise na internet, psicografia de Divaldo em Jerusalém. Imagina de retorno a Mélia Rodriguez. Ele dizia, acho que e Lália lembra que coisa rara, mas ela psicórafou lá em Jerusalém. Nós ontem queríamos reformar, transformar a partir dos outros. Descobrimos que a nova Jerusalém dos dias de hoje é cruel, terrível. E nós
lia lembra que coisa rara, mas ela psicórafou lá em Jerusalém. Nós ontem queríamos reformar, transformar a partir dos outros. Descobrimos que a nova Jerusalém dos dias de hoje é cruel, terrível. E nós estamos de retorno porque Jesus não desistiu de nós e estamos para realizar a grande obra a partir agora, não da nossa influência no outro, mas naquilo que nós pudermos realizar em nós. Se Amélia Rodrigues já é excepcional em Salvador, >> imagina em Jerusalém, né? Mas já que você tocou em Jerusalém, para finalizar, recordemos o momento final da crucificação, quando Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: "Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem." O Congresso do Rio Grande do Sul vem nos lembrar da impermanência na terra e da imortalidade que aguarda por nós. Então, ajamos de tal forma que quando partirmos, os amigos de lá estejam felizes pelo nosso retorno e os amigos daqui estejam saudosos das nossas atitudes, para que Jesus, ao olhar o que vimos fazendo, não refaça a sua frase, dizendo: "Pai, perdoai-os. Eles sabem, mas ainda não fazem. E eu trouxe uma história do meu pai durante a palestra do Varreu Chão, né, durante o sonho. E eu gostaria de finalizar com uma outra inspiração eh que o meu pai teve, certa feita, passando por muitos já espírita e passando por desafios. profissionais, outros desafios. E é justamente aquele momento temos que colocar o espiritismo na pauta das nossas vidas, o evangelho. E ele naquela luta orando e aí um benfeitor espiritual se aproximou dele, né? E ele naquela luta se seguir por este caminho, por aquele diante das agruras do momento. E aí o benfeitor para ele disse assim: "Ivan, não faça nada aí que você não se arrependa aqui depois. Então, que essa mensagem óbvia, né, fique em nossos corações, que a gente não faça nada aqui na terra, que a gente vá se arrepender depois e que possamos buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça e tudo mais nos será acrescentado. Concordo com todos. Mas para não deixar de falar alguma coisa, eu me lembro de uma passagem de Jesus
ois e que possamos buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça e tudo mais nos será acrescentado. Concordo com todos. Mas para não deixar de falar alguma coisa, eu me lembro de uma passagem de Jesus que eu acho que nós que participamos desse momento de estudo, de reflexão, vocês vão continuar até amanhã. Apropriar do saber espírita é ensejar para nós mesmos maior responsabilidade. Então Jesus tem uma fala belíssima dirigindo-se aos seus apóstolos: "Eis que vos mando a partir de agora ele nos manda. Ele nos determina seguir avante, levando o evangelho dele no próprio coração. Esta ordem de Jesus, este imperativo, significa muito para a alma no processo de crescimento espiritual, porque chega um momento em que é necessário nós abraçarmos a tarefa dele em nossa vida. Ele nos manda. Sigamos com Jesus. Muito obrigado. Agradecemos aos nossos queridos amigos com os esclarecimentos a vocês pela presença e devolvemos a palavra ao cerimonial do nosso congresso. Угу.
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