A certeza da imortalidade da alma: contribuições da mediunidade com Jesus e Kardec | Jacobson Trovão
A certeza da imortalidade da alma: contribuições da mediunidade com Jesus e Kardec | Jacobson Trovão
Estimados irmãos, irmãs, queridos amigos, queridas amigas. Jesus nos abençoe. Para nós é uma imensa satisfação participarmos deste evento organizado pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul, podendo encontrar os amigos, os irmãos desta amada doutrina. Quando tratamos da questão da mediunidade, há um evento, um fenômeno que nós consideramos sugêneres pela forma com que foi eh desenvolvido. Isso aconteceu com o médium Chico Xavier. Ele narra que certa vez estava psicografando uma mensagem de um jovem desencarnado para sua mãe que estava muito aflita. Então ele estava ali desenvolvendo a atividade de psicografia naturalmente. Quando chega um espírito e diz a ele assim: "Chico, nós estamos te aguardando numa reunião aqui próxima na dimensão espiritual, porque faltou um médium e nós precisamos de você". Então ele disse que recebeu autorização de Emanuel e se dirigiu a esta reunião. Chegando lá, quem coordenava essa reunião era Herculano Pires. Imediatamente, após breves cumprimentos, ele se sentou e começou a psicografar ao mesmo tempo, uma segunda mensagem também para uma mãe desencarnada, que não estava tendo contato ou condições de entrar em contato com o filho também desencarnado. a mediunidade exercida na dimensão espiritual, porque os espíritos não têm muitas vezes facilidade de perceber uns aos outros em função da frequência psíquica. Então ele começou a psicografar consolando esta mãe que anseiava por uma notícia do filho desencarnado, como disse, ocorrido na dimensão espiritual. Quando terminou, Herculano Pires o cumprimentou, que já havia desencarnado há anos antes, e disse: "Chico, você agora entendeu o que é ser interexistente?" Então, Chico se lembrou que conversava muitas vezes com Herculano Pires sobre a questão da interexistência. E ele disseia, dizia que o médium tem esta possibilidade de vivência dupla em duas dimensões. Então, Chico disse que ficou meditando sobre a questão e conseguiu entender o que estava dizendo. que o fenômeno é extraordinário
e o médium tem esta possibilidade de vivência dupla em duas dimensões. Então, Chico disse que ficou meditando sobre a questão e conseguiu entender o que estava dizendo. que o fenômeno é extraordinário porque abre um capítulo totalmente novo em relação à compreensão das nossas possibilidades psíquicas e do que nós chamamos de mediunidade, porque ele estava psicografando ao mesmo tempo no plano físico e no plano espiritual. Ou seja, o corpo físico estava comandado obviamente pela mente de Chico e ele liberto do corpo em atividade espiritual. E aí nos diz Cortino, o que é ser interexistente. Na verdade, segundo Manuel Filomeno de Miranda no livro Entre dois Mundos, ele menciona que nós vivemos duas dimensões ao mesmo tempo. Nós temos essa ilusão de que vivemos exclusivamente a dimensão física e que viveremos a dimensão espiritual somente depois da desencarnação. Não é a realidade. Porque na verdade nós não somos seres presos ao corpo físico. Nós somos ligados ao corpo físico com um grau de liberdade, de movimentação, ou seja, comumente diuturnamente, nas circunstâncias esperadas, nós nos afastamos do corpo físico. Então, Manuel Filomeno de Miranda menciona que a melhor expressão seria dimensões diferentes da vida e não mundos diferentes como o mundo material, o mundo espiritual. Porque às vezes a ideia de mundo dá impressão de algo distante e dimensão nos coloca numa compreensão melhor, porque aí nós vamos identificar que estamos em frequências psíquicas variadas, segundo a nossa realidade individual. Então, nós estamos existindo em duas dimensões ao mesmo tempo. Não temos, a maioria de nós, a condição de perceber em função do amortecimento que o cérebro provoca no espírito quando está encarnado. Então, o cérebro físico é um filtro que impede que se perceba com maior naturalidade a dimensão espiritual. Mas o ato de nós não termos muita consciência dessa dimensão espiritual não quer dizer que não estejamos interagindo ou sofrendo as influências dessa dimensão. É por isso que nós precisamos ampliar as
Mas o ato de nós não termos muita consciência dessa dimensão espiritual não quer dizer que não estejamos interagindo ou sofrendo as influências dessa dimensão. É por isso que nós precisamos ampliar as vistas para entender o que realmente somos e a nossa condição reencarnatória para o melhor entendimento da nossa vida, que é uma vida de relação psíquica contínua. O espírito Emanuel chega a dizer que nessa comunhão de pensamentos que nós vivemos, que caracteriza a mediunidade como expressão de comunicação, nós ingerimos pensamentos. Isso é muito sério. Ou seja, nós estamos assimilando pensamentos continuamente e muitas vezes pensamentos que nos são sugeridos pela intuição e pela inspiração e que vamos acolhendo e pautando a nossa vida conforme essas ideias, sem oposição de de barreira ou de resistência. O que leva uma grave perturbação no nosso relacionamento. Porque o que é a mediunidade? Capacidade psíquica de comunicação. A mediunidade, ela está centrada num processo natural da mente humana de entrar em contato com outras mentes e não somente na questão fenomenológica, como comumente se diz. Ou seja, médium é aquele que é psicografa, que tem uma vidência, que tem uma intuição. Essa é uma das expressões da chamada faculdade mediúnica ou sentido mediúnico que somos dotados. Porque a faculdade mediúnica é uma faculdade, é uma percepção multiforme. Existem muitas formas de percepção ou de manifestação ou de exteriorização, que não somente, por exemplo, a visão que nos dá apenas um tipo de percepção, uma capacidade de enxergar. A faculdade mediúnica, ela nos abre possibilidades bastante ampliadas e é exatamente essa capacidade psíquica natural no ser humano que nós chamamos de mediunidade, porque poderíamos chamar de qualquer outra coisa. Kardecu nome de faculdade mediúnica, o sentido espiritual ou sentido mediúnico da qual o ser humano é dotado. Por que é dotado? Porque todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica. Esse sentimento de que todos nós temos
sentido espiritual ou sentido mediúnico da qual o ser humano é dotado. Por que é dotado? Porque todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica. Esse sentimento de que todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica é tão comum que nós fazemos uma prece e temos certeza de que a prece vai ser ouvida. Nós dirigimos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, a um bom espírito. Porque é que nós fazemos naturalmente uma prece? Todas as pessoas e todas as religiões fazem essa prece porque nós sabemos que o nosso pensamento vai atingir o objetivo, aquele com quem nós estamos nos comunicando. Essa certeza natural é porque nós sabemos intimamente que temos a capacidade de exteriorização dos pensamentos. Embora não façamos isso de forma consciente ou em muitos ambientes não se crê nessa capacidade como uma realidade psíquica, mas não há uma pessoa que não faça uma prece. Por que que ela acredita na prece? Porque está gravado no nosso subconsciente. A nossa mente se expande. A nossa mente se comunica com outras mentes. A nossa mente entra em contato com outros com as quais nós nos sintonizamos e afinizamos. Então, a gente faz uma prece, tem aquela certeza, o exercício da prece que nós fazemos todos os dias é um exercício mediúnico, é uma atividade mediúnica, porque nós estamos entrando em contato com outra dimensão e captando de lá as forças, as ideias, as emoçõ que nos vão dar direcionamento no plano físico. Então, a a a consciência mediúnica é inata no ser humano, está gravado no nosso subconsciente. A ilusão de que somos matéria nos impede de avançar nesse processo de maior domínio mental e ficamos então crendo que somos escravos do corpo físico. Quando nós somos senhores do corpo físico, é diferente. Nós é que determinamos e não somos determinados por causa da nossa possibilidade consciencial de determinação das funções psíquicas a partir da existência ou interexistência nossa em relação às diversas dimensões da vida. Então, é preciso que a gente saia dessa
nossa possibilidade consciencial de determinação das funções psíquicas a partir da existência ou interexistência nossa em relação às diversas dimensões da vida. Então, é preciso que a gente saia dessa ilusão de que estamos apenas nos relacionando com seres físicos e as consequências são as mais variadas, porque a partir daí nós começamos a prestar um pouco mais atenção no que pensamos, no que sentimos, para não sermos teleguiados como somos a maioria de nós. nós por mentes oportunistas que nos dominam. Então, nós somos seres que vivem em duas dimensões ao mesmo tempo, a dimensão material e a dimensão espiritual. Por que isso? Nós estamos mergulhados na dimensão espiritual. A dimensão espiritual é aqui, que é outra concepção que precisa ser eh eh ampliada de que o mundo espiritual é lá, espírito é lá, é aqui. Nós estamos dentro do mundo espiritual, porque o mundo espiritual é onde estão os espíritos. E os espíritos estão em todos os lugares. Aqui é o mundo espiritual. Então, nós estamos vivendo duplamente a a a condição física e nos relacionando com o mundo espiritual. Precisamos então começar a entender que esta dimensão está no nosso cotidiano, dentro do nosso lar. Muitas pessoas dizem: "Mas eu não percebo nada, eu não sinto nada". Não quer dizer isso que você não tenha capacidade mediúnica. você simplesmente não percebe, é diferente. Então, a dimensão espiritual é aqui. Muitas pessoas podem estabelecer dúvida. Se você tem dúvida de que a dimensão espiritual é aqui, você desencarne agora que você vai ver onde você tá. Isso é didático, por favor, apenas para reflexão. Mas para quê? Se você se afasta do corpo, eu não vamos ser tão graves assim. Aqueles que já estão dormindo com a palestra, estão vivendo mais de lá do que de cá, ou seja, está percebendo a realidade espiritual. Porque nós fazemos isso continuamente, mas não acreditamos. E o espiritismo vem nos abrir as percepções para a realidade existencial que nós temos. André Luiz menciona que nós, além das duas dimensões
Porque nós fazemos isso continuamente, mas não acreditamos. E o espiritismo vem nos abrir as percepções para a realidade existencial que nós temos. André Luiz menciona que nós, além das duas dimensões que nós temos ou que vivemos, a interexistência, nós temos três eh faixas de percepção. Nós temos a percepção física dada pelo corpo físico quando encarnados. a visão, audição, tato. Mas nós temos também a capacidade de percepção perespiritual, porque o perespírito é o órgão sensitivo do espírito. Então, nós percebemos também através do perespírito, não somente do corpo físico, porque o perespírito, ele se expande para além do corpo físico. Em torno de nós, há como que uma atmosfera perespiritual, que André Luiz chamou de aura. Esta aura nos permite também perceber a dimensão espiritual. Nós entramos em contato com os fluidos do ambiente que tecnicamente é chamado de psicometria, uma capacidade da qual o ser humano também é dotado. Então, uma pessoa entra num ambiente, sente bem-estar, no outro ambiente sente mal-estar, vai conversar com uma pessoa, sente algo agradável, com outra desagradável. O que é que está acontecendo? O seu perespírito está fazendo uma leitura dos fluidos ou do perespírito da outra pessoa, dos fluidos irradiados no ambiente. E com isso cria na sua mente uma ideia, uma imagem, uma visão, uma intuição, uma inspiração que a pessoa muitas vezes não percebe conscientemente, mas que lhe afeta emocionalmente, podendo inclusive gerar casos de depressão, de ansiedade, de nervosismo, por causa do ambiente que está convivendo ou com as pessoas com as quais está convivendo. Porque os fluidos de um ambiente, segundo Allan Kardec no livro A Gênese, são mutáveis, são alteráveis segundo as nossas emoções. Então, nós temos fluidos que são extremamente agradáveis, nos trazem saúde. se frequentamos um ambiente saudável de oração, de bons pensamentos, em que se pratica o bem, a caridade, mas noutros ambientes de violência, de criminalidade, de sensualidade, os fluidos do ambiente ficam impregnados
m ambiente saudável de oração, de bons pensamentos, em que se pratica o bem, a caridade, mas noutros ambientes de violência, de criminalidade, de sensualidade, os fluidos do ambiente ficam impregnados dessas imagens mentais. E uma pessoa que adentre esse ambiente pela capacidade perceptiva perespiritual, que é um órgão de sentido. Então nós não temos somente os cinco sentidos básicos, nós temos mais esse órgão sensorial que é o perespírito. Nós vamos identificar esses fluídos e como perespírito é fluídico em contato com os fluídos de um ambiente, você o assimila muito naturalmente. Então, é possível que haja um adoecimento de uma pessoa em função do lugar que ela frequenta, do assunto que ela desenvolve. E com isso, em função dessa percepção perespiritual, você estabelece uma sintonia e pode surgir uma obsessão acidental em que a pessoa não estaria conectada diretamente com o espírito em função de dívidas do passado ou provação, mas acidental em função do contato do vínculo mental estabelecido. pela comunhão de sentimentos ou simplesmente pela frequência no ambiente. Isso não é desamparo divino. Isso decorre de uma lei magnética de atração, de assimilação, de identificação de sentimentos comuns. Então, é preciso que a gente comece a observar o que eu falo, o que eu penso, o que eu desejo. Então, nós já estamos vendo, como André Luiz menciona, duas formas de percepção que a alma tem, através do corpo físico, através do perespírito, mas existe uma terceira faixa de percepção que é a mental. Então, nós fazemos uma leitura dos fluidos, mas também entramos em contato com outras mentes. Por isso, nós temos três níveis de percepção: física, perespiritual e mental. pelo pensamento, nós estamos em comunhão contínua, alimentando-nos, ingerindo pensamentos continuamente. Esses pensamentos é que determin a nossa existência. Eu preciso começar a policiar esses pensamentos, a opor resistência. Não basta pensar. Eu preciso pensar o que eu penso. Não basta eu assimilar um desejo. Eu
amentos é que determin a nossa existência. Eu preciso começar a policiar esses pensamentos, a opor resistência. Não basta pensar. Eu preciso pensar o que eu penso. Não basta eu assimilar um desejo. Eu preciso racionalizar, raciocinar. O que é que eu estou sentindo? Por que é que eu estou sentindo? Isso tem algo a ver comigo? Está ligado ao meu desejo, aos meus sentimentos? Ou isso é estranho a mim? que é, aliás, uma das formas que se tem de identificar esses pensamentos estranhos segundo os espíritos superiores. Eu preciso reconhecer em mim a minha frequência psíquica. Eu preciso identificar em mim os desejos mais íntimos, os sentimentos secretos, aqueles elementos inconfessáveis da minha personalidade. E a partir daí, tudo que for diferente não procede provavelmente de mim. Então, não sou obrigado a acolher. Então, somos seres de uma complexidade muito maior do que simplesmente um corpo físico. Nessa fase de desenvolvimento da humanidade que nós estamos atravessando, em que podemos estudar as leis espirituais com maior amplitude e liberdade, precisamos começar a avançar nesse entendimento existencial para que a nossa vida se equilibre, porque estamos muitas vezes ao sabor do vento. Em função da ausência de domínio interior. Vivemos duas dimensões. Somos seres interesistentes. Temos três níveis de percepção. Eu preciso cuidar disso. Eu preciso cuidar daquilo que eu vejo, do que eu ouço. Mas eu também preciso observar o ambiente que frequento, o que eu estou construindo dentro do meu lar, que tipo de espaço espiritual eu estou alimentando dentro da minha casa e psiquicamente para que eu tenha domínio mental e não seja subjulgado por mentes oportunistas que venham nos perturbar. É por isso que a mediunidade é um sentido natural no ser humano. Muitas pessoas perguntam assim: "Quando é que eu vou? Quando é que a mediunidade surge numa pessoa?" Nós nascemos médiuns. Todas as crianças são médiuns. Então, muitas pessoas ficam buscando: "Ah, mas como é que eu vejo a mediunidade no meu
é que eu vou? Quando é que a mediunidade surge numa pessoa?" Nós nascemos médiuns. Todas as crianças são médiuns. Então, muitas pessoas ficam buscando: "Ah, mas como é que eu vejo a mediunidade no meu filho?" Você não precisa ver a mediunidade no seu filho com a criança que você convive. Ela é médio, porque todos nós nascemos médiuns, porque todos nós temos essas capacidades todas que estamos mencionando. Então, para isso, desde cedo, nós temos que cuidar também da educação espiritual da criança, não somente da educação intelectual, mas da moral, da espiritual, para que se desenvolva em harmonia. Agora, a mediunidade ostensiva pode surgir em qualquer época da vida, na infância, na adolescência, na idade adulta, até mesmo numa na idade mais avançada. Não me esqueço de uma senhora de 75 anos que mandou uma pergunta para mim que eu achei muito interessante. Ela disse: "Comecei a desenvolver a mediunidade agora. Estava toda feliz e me perguntou: "O que que eu faço?" Eu disse a ela, a senhora trabalhe muito e rápido, porque a mediunidade pode surgir a qualquer época e a gente tem que aproveitar isso. Então, eu não preciso esperar que a mediunidade me surja e nem ter medo dela, como foi o caso de uma outra, mais ou menos na mesma idade. Ela me disse assim: "Quando eu tinha 12 anos de idade, eu vi um espírito no meu quarto. Eu nunca mais apaguei a luz. Olha que ilusão. Eu falei: "A senhora perdeu tempo. Espírito tá nem um pouco preocupado com luz, se tem luz ou se não tem luz. Ele não apareceu porque não quis. E a senhora viu? Porque isso é muito natural. Por que que não viu de novo? Porque o espírito não quis. Então, a senhora viveu com medo irracional, porque a gente não precisa ter esse tipo de medo. E as pessoas vão desenvolvendo, parece que não querem entender muito a questão, exatamente para não ter muita responsabilidade, porque a gente convive mesmo com os espíritos, estão dentro da nossa casa, convivem conosco, muitos dormem conosco. O problema não é ter espírito dentro da
tamente para não ter muita responsabilidade, porque a gente convive mesmo com os espíritos, estão dentro da nossa casa, convivem conosco, muitos dormem conosco. O problema não é ter espírito dentro da casa da gente. O problema é o tipo de espírito que tá dentro da casa da gente. E o tipo de espírito que tá dentro da casa da gente é aquele que nós convidamos, que é outra ideia que precisa ser amadurecida, de que o responsável pelas nossas desgitas é sempre o espírito. Mas isso é natural no ser humano. A gente sempre gosta de colocar no outro a responsabilidade dos nossos problemas. Então, a gente coloca na a culpa nos espíritos e fazemos algo muito interessante. Vamos muitas vezes ao centro espírita, porque se os espíritos são culpados de todos os problemas da minha vida, eles têm que resolver todos os problemas da minha vida. Então, a gente vai para tomar o passe, a gente vai para afastar o espírito e ameaça o espírito e manda o espírito embora, porque a gente acha que é ele o culpado, ele é um convidado, ele foi chamado, ninguém o impôs. Ah, mas existem aqueles perseguidores de outra vida. Mas aí há vínculo, há um compromisso assumido. Nós não podemos alegar ignorância. Ele também é um convidado nosso em função das desditas do passado, mas as entidades que nos acompanham são sempre nossos convidados. Não me esqueço de um fato narrado por André Luiz, muito interessante a esse propósito, de uma senhora que estava num grau profundo de depressão porque tinha ficado viúva. Então ela estava naquela tristeza do passamento do marido. Quando os espíritos chegaram para dar assistência a ela na casa dela, eles viram o marido desencarnado sentado na mesma cadeira que tinha o hábito quando encarnado, completamente dementado, completamente perturbado. Ele não percebia nem que tinha desencarnado. Então eles tomaram a deliberação de levar aquela alma sofredora para uma colônia espiritual, para um hospital, e assim o fizeram. Mas a viúva entrou num grau de depressão tão intenso, com afastamento do marido,
tomaram a deliberação de levar aquela alma sofredora para uma colônia espiritual, para um hospital, e assim o fizeram. Mas a viúva entrou num grau de depressão tão intenso, com afastamento do marido, ela não percebia, mas sentia a presença del a saudade estava amenizada. Quando ele afastou mais, a saudade aumentou, a depressão aprofundou. Ela quase desencarnou e ela desejou tanto a volta do marido que ela atraiu novamente para dentro de casa. Ele voltou para a mesma posição. Ela o prendia pelos seus sentimentos, pelo sentimento de desespero, de inconformidade, o choro sem resignação, ausência de docilidade à vontade divina. Então ele ficava ali, ela o obsidiava e ele a obsidiava. havia ali uma obsessão recíproca porque ela o segurava ali. Então, a esposa era obsessora do marido. Ainda bem que isso não é uma realidade geral, não é? É apenas um exemplo, estamos analisando um fato, não a generalidade, obviamente, porque na verdade nós precisamos melhorar os nossos relacionamentos. E esta imposição dominadora, psíquica acontece mesmo quando nós estamos encarnados. O ciúme, o ódio, a mágoa, o ressentimento são vínculos, são amarras mentais, porque o nosso pensamento é energia. Essa expressividade de domínio mental já é o exercício adoecido da mediunidade, porque mediunidade é pensamento. Deixemos de lado essa ideia de que mediunidade é fenômeno. Mediunidade é pensamento. Nós estamos em exercício mediúnico constante. Aqueles que são médiuns ostensivos, que frequentam reunião mediúnica uma vez por semana, precisam deixar de lado a ideia de que o são ou são médiuns apenas naquele momento. Não são. Nós estamos num contínuo de exercício mediúnico e nós não podemos dizer nem mesmo que não existam certos fenômenos que nos rodeiam. Porque, por exemplo, a gente diz comumente assim: "Ah, mas a intuição como expressão dessa mediunidade natural ou a intuição, a intuição e a inspiração não são fenômenos ostensivos. São porque muitas vezes são perfeitamente identificáveis. A questão é da sua
a intuição como expressão dessa mediunidade natural ou a intuição, a intuição e a inspiração não são fenômenos ostensivos. São porque muitas vezes são perfeitamente identificáveis. A questão é da sua intensidade. Existem fenômenos intuitivos que são muito claros. Isso é um fenômeno mediúnico. A ideia, veja, as coisas são tão singelas que às vezes a gente se envolve e não percebe. Quem é aqui não fez aquele aquele ato, não é, de abrir o Evangelho segundo o Espiritismo, por exemplo, para pedir ali uma ajuda espiritual e abre aparentemente ao acaso o livro e sai exatamente a mensagem que a gente precisava naquele momento. Segundo André Luiz, esse é um exercício de intuição. espírito, seu anjo guardião, te intuiu a colocar a mão naquele lugar exato e você abriu o evangelho naquele exato assunto útil para você. É um exercício de intuição. Então, são fenômenos muito comuns que nós estamos convivendo, por isso Kardec os pesquisou. Não são coisas extraordinárias, são coisas que estão ao nosso alcance e participando da nossa existência. E é por isso que nós precisamos nos despertar para esse assunto. Não foi sem razão que a André Allan Kardec menciona que nós deveríamos estudar o livro dos médiuns na sequência de o livro dos espíritos, porque realmente é o é é a sequência natural, é o complemento, é o desenvolvimento da segunda parte de livro dos espíritos. Mas as pessoas não estudam o livro dos médiuns por alguns por algumas algumas alguns preconceitos, podemos dizer assim, ou mau entendimento. Um deles é de que o livro dos médiuns é para médium ostensivo. Considerando que mediunidade é inerente ao ser humano, o livro dos médiuns é para todos nós a começar daí. Mas muita gente também não estuda o livro dos médiuns porque tem medo. Morre de medo de desenvolver a mediunidade. Eu não vou estudar porque senão eu vou virar médium. É o livro de médium. Não é. Você não vai desenvolver a mediunidade se você não tiver o compromisso. E se você tiver o compromisso mediúnico, a mediunidade vai
estudar porque senão eu vou virar médium. É o livro de médium. Não é. Você não vai desenvolver a mediunidade se você não tiver o compromisso. E se você tiver o compromisso mediúnico, a mediunidade vai surgir em você, querendo ou não, em qualquer época da vida, tendo ou não religião, acreditando ou não nisso, porque é uma capacidade perceptiva que se desenvolve a partir de uma programação antes da reencarnação. Então, a gente precisa estudar o livro dos médiuns como um livro que nos explique a dinâmica dos nossos pensamentos, das nossas emoções. É o estudo da psique humana, é o estudo da alma humana, das possibilidades mentais do ser humano. Aqueles fenômenos todos que Allan Kardec descreve no livro dos médiuns tem raiz na mente, no pensamento. Então, o livro dos médiuns estuda pensamento através da análise fenomênica. É o contrário. Então, muita gente não estuda, não tem interesse. Por quê? Porque acha que está estudando ali para ser médium, porque isso é estudo de grupo mediúnico. Quando, na verdade, é um estudo para a vida. Porque você vai começar a compreender melhor as suas relações com a dimensão espiritual para que a gente assuma a a o domínio da nossa existência e não sermos teleguiados. Quantas vezes esse vô do Amaral Pereira, quem mencionava, na madrugada a gente sofre processos hipnóticos, obsessivos, passa o dia teleguiado, telementado, por domínios mentais à distância e não percebe. Precisamos perceber. Há uma questão em livro dos espíritos, a 459, que eu coloco ali como a raiz de todo o estudo da mediunidade, ele nasce nessa questão 459 do livro dos espíritos. Quando Kardec pergunta se os espíritos são capazes de nos influenciar, todo estudante básico de doutrina, a primeira questão que decora é essa. Influencia muito mais do que nós imaginamos. O comum são eles vos dirigirem. A gente acha isso uma beleza, acredita e pula a questão. Mas precisamos parar e pensar. Por que os espíritos conseguem nos influenciar? Quem está nos influenciando? E qual a finalidade dessa influência?
gente acha isso uma beleza, acredita e pula a questão. Mas precisamos parar e pensar. Por que os espíritos conseguem nos influenciar? Quem está nos influenciando? E qual a finalidade dessa influência? Essas três questões consequentes são fundamentais para o entendimento da mediunidade. Porque os espíritos são capazes de nos influenciar porque somos médiuns. Médio é todo aquele que sofre a influência dos espíritos. Item 159 de o livro dos médiuns. Basta sentir a influência que por esse motivo é médio. Por isso eu disse, nós nascemos médios, porque essa influência é desde o berço. Quem está nos influenciando? Três categorias de espírito, segundo Kardec, o anjo de guarda, que é sempre um espírito elevado, os espíritos protetores, espíritos amigos que todos nós temos desta vida ou de outra. E a terceira categoria que eu digo, que é a categoria problemática, são os afins. Quem são os afins? São aqueles que convivem conosco porque gostam do que nós gostamos, que fazem conosco o que nós fazemos, que desejam conosco. Eu preciso reconhecê-los para modificar esse grau de afinidade e elevar o padrão mental. e não ficar sujeito a essas ingerências. E há uma outra questão, outro ponto da 459 que às vezes a gente não presta muita atenção. De ordinários são eles que vos dirigem, ou seja, o comum são eles vos dirigirem. É a faixa psíquica mais perigosa que existe. Alguém está me dirigindo. Quem? Por quê? Isso não pode acontecer porque é a faixa da inconsciência. Então tem alguém ditando a minha vida? Ao que parece sim. Pelo que eles dizem, porque influencia mais do que se imagina. Então, aí entra numa faixa chamada de obsessão, porque é o domínio mental de uma mente sobre outra. a definição de obsessão, segundo o livro dos médiuns. Quando uma mente domina a outra, aí existe a obsessão. Então, nós não podemos mais permanecer na ilusão e simplesmente crer que os espíritos nos influenciam, mas eles estão nos dominando, porque o comum são nos dirigir. Os bons espíritos não nos dirigem, eles nos inspiram.
emos mais permanecer na ilusão e simplesmente crer que os espíritos nos influenciam, mas eles estão nos dominando, porque o comum são nos dirigir. Os bons espíritos não nos dirigem, eles nos inspiram. somente os inferiores como nós. Então, é preciso que a gente comece a perceber a que grau eu estou sendo dominado. Eu posso não perceber conscientemente, mas como quando eu começar a impor sobre mim mesmo uma certa resistência a tudo que for negativo, eu começo a opor, portanto, uma barreira a esse domínio mental. Então, 459 de O livro dos Espos é uma questão muito complexa, porque ela revela uma faixa psíquica da humanidade em que há uma íntima relação entre a dimensão espiritual e a material, interexistência, noutras palavras, e que denota que há uma sobreposição de uma dimensão sobre a outra. Mas como somos seres espirituais, também precisamos assumir o controle da nossa vida. Eu não posso mais continuar vivendo como vivo, ao sabor de mentes oportunistas. Mas para isso eu preciso estabelecer um autodomínio, porque eu não vou dominar o outro, mas eu posso dominar a minha mente, eu posso controlar o que eu penso. Então não basta pensar, como disse, eu preciso pensar o que eu penso. Esse é o grande ganho que o espiritismo nos traz, essa lucidez espiritual. E nós estamos num processo de desenvolvimento mediúnico coletivo, porque a humanidade está desenvolvendo-se em todos os sentidos psiquicamente, que é o desenvolvimento natural da mediunidade. Toda a humanidade está entrando em contato com a dimensão espiritual de forma mais próxima, digamos assim, e sofrendo essas influências. Isso é muito sério nessa faixa de transição planetária, porque como estamos desenvolvendo a mediunidade, nós estamos percebendo a dimensão espiritual. Mas qual dimensão espiritual? comumente a inferior próxima da nossa natureza ou da maioria de nós. Então, com isso nasce um tipo de obsessão que Dr. Bezerra de Menezes, através de Vô do Amaral Pereira colocou como obsessão decorrente da evolução.
rior próxima da nossa natureza ou da maioria de nós. Então, com isso nasce um tipo de obsessão que Dr. Bezerra de Menezes, através de Vô do Amaral Pereira colocou como obsessão decorrente da evolução. É uma obsessão acidental, fruto da ausência de cuidado com os pensamentos. Então, nós temos obsessão por provação, por expiação e por evolução acidental, porque na verdade estamos ampliando a capacidade psíquica, mas nem todos nós precisamos ter esse tipo de obsessão, porque ela é acidental. Se eu tiver atenção e cuidado com o meu pensamento, e é esse o exercício do desenvolvimento da mediunidade, o domínio, o autodomínio, a disciplina psíquica, que é o que caracteriza a segurança mediúnica numa pessoa. Não vou passar por esse tipo de obsessão, mas se eu não tiver cuidado, eu fico batido e vamos continuamente sendo estimulados por informações exteriores que podem nos induzir a estados obsessivos. Um site que se acessa comumente da violência, do sensualismo, a imagem bela que se cria falsa nas redes sociais, que estabelece a inveja, que estabelece a crise da autenticidade na pessoa, da autoilusão. são fatores indutivos que podem nos conduzir nessa nesse momento evolutivo do planeta a estados de perturbação. O problema não é obviamente o meio de comunicação, mas é o uso que eu faço desse meio de comunicação. Então eu tenho que começar a estabelecer um controle sobre isso, aos poucos, não ficar sujeito a informações que são informações perturbadoras para minha mente, sobretudo as crianças, os adolescentes, que sem resistência ou sem conhecimento vão sendo induzidos por mentes encarnadas e desencarnadas que querem derro da pessoa. Então aquela ideia, aquela imagem fica gravada no pensamento. Há uma informação de Kardec extremamente relevante no estudo do pensamento da mediunidade. Quando ele diz, ele usa uma expressão da época, ele diz que o nosso pensamento se fotografa nos fluidos. É claro que hoje a gente sabe que não é uma fotografia estática, mas são imagens mentais, tridimensionais
diz, ele usa uma expressão da época, ele diz que o nosso pensamento se fotografa nos fluidos. É claro que hoje a gente sabe que não é uma fotografia estática, mas são imagens mentais, tridimensionais ou criações mentais. Tudo que se pensa toma vida ao nosso lado. O que você pensa continuamente cria uma imagem correspondente viva, que está ao nosso lado, que nos influencia e que somos influenciados porque são carregadas de fluido ectoplasmático, fluido vital. Portanto, tem energia, tem uma vitalidade enquanto eu estiver pensando. Se você pensa muito numa pessoa com ódio dessa pessoa, você cria uma duplicata da pessoa perto de você e você começa a interagir com essa imagem mental. Não é uma um um desdobramento do outro, uma imagem que se que a gente cria e que a gente vai alimentando com ódio, com mágoa. Por isso que a gente precisa perdoar as pessoas. Perdoar é um ato de raciocínio lógico espírita sobre um fato existencial. O perdão é uma necessidade existencial. Não é algo filosófico ou religioso, mas é técnico, é científico, porque eu estabeleço um controle das minhas emoções quando eu barro, quando eu encerro uma conexão psíquica indesejada, mesmo que eu tenha sido a vítima, mesmo que eu considere que eu tenha sido prejudicado, enquanto eu penso numa pessoa, eu alimento aquela imagem, a pessoa pode estar pensando pensando em outra coisa até ter me perdoado, ter esquecido de mim, mas eu mantenho a imagem viva da pessoa, tridimensional, holográfica do meu lado e vou alimentando essa assim. A gente faz com tudo que a gente deseja. São as imagens que nós criamos. Então, veja, a nossa capacidade mediúnica, ela é ampla, ela é extrema. E nós que somos estudantes do espiritismo, precisamos avançar nesses conceitos para que a gente entenda a realidade existencial e consiga já no plano físico estabelecer um domínio psíquico que vai ter grande repercussão depois da desencarnação. Quantos espíritos manifestam em reunião mediúnica dizendo que estão sendo perseguidos por animais, por imá, por
estabelecer um domínio psíquico que vai ter grande repercussão depois da desencarnação. Quantos espíritos manifestam em reunião mediúnica dizendo que estão sendo perseguidos por animais, por imá, por por eh seres estranhos, com ideias totalmente alucinadas. São imagens mentais que a pessoa criou durante toda a vida e ela sai do corpo com essas mesmas imagens, mesmos desejos. Isso é que é a treva dentro de nós. Esse é que é o verdadeiro umbral. Porque são as aquelas situações perturbadoras que nós criamos para nós mesmos. Então, precisamos ter mais liberdade. Por isso é que o conhecimento liberta. Nós precisamos ter mais domínio da mente. À noite, antes de dormir, faça uma prece. Pauteo, autocontrole para que na noite, na madrugada, você tenha bons contatos. espirituais, porque nós vivemos, e aí é uma outra comprovação, vivemos a vida de espírito, mesmo encarnado, todas as noites nos afastamos do corpo. E tem gente que fala assim: "Eu nunca vi um espírito você já viu mais espírito do que você imagina. Porque todas as noites quando você dorme, se você já sonhou com alguém que já desencarnou, você estava vendo um espírito. Se você sonhou com a pessoa encarnada, você estava vendo um espírito encarnado. São contatos que nós temos que nos alentam muitas vezes quando é um contato benéfico ou um contato perturbador que estabelece uma obsessão. Então, a gente vive os dois mundos ao mesmo tempo. Chico Xavier certa vez mencionou numa entrevista que a cada manhã ele vestia o seu uniforme de trabalho para viver a vida menor, porque com a com aqueles com os quais ele convivia fora do corpo, na dimensão espiritual, ele vivia a vida maior. E essa é a realidade. Quando nós acordamos pela manhã, nós estamos passamos a viver a vida menor. Quando nós estamos em contato com a dimensão espiritual, nós estamos vivendo a vida maior. Toda manhã a gente veste uniforme de trabalho. Nos conscientizemo-nos disso para que a gente tenha um controle sobre a direção da nossa vida. E muitas pessoas dizem assim: "Mas como eu faço
ida maior. Toda manhã a gente veste uniforme de trabalho. Nos conscientizemo-nos disso para que a gente tenha um controle sobre a direção da nossa vida. E muitas pessoas dizem assim: "Mas como eu faço com tanto pensamento? Ingerindo pensamentos. Ore, faça uma meditação, mas existem outras formas de oração. Perdoe. Não cultive a mágoa. Renuncie, busque o sacrifício. Aquele esforço de transformação moral são outras formas de oração que nós temos, que nós criamos em quadros mentais positivos. E são formas de domínio mental, porque não basta captar o pensamento, eu preciso pensar o que ato de pensar. E tomando essa consciência, eu preciso estar adiante dessas emoções perturbadas. E outra coisa, ocupe as mãos, trabalhe, faça alguma coisa boa para alguém, faça alguma coisa útil, porque quando você ocupa suas mãos, você ocupa a mente. Mas coloque o pensamento e as mãos no mesmo lugar. Não adianta você estar fazendo alguma coisa com a mão e pensando em outra coisa. Faça esse exercício. Se você está aqui ouvindo essa palestra, preste atenção na palestra. Esquece todos os problemas que te acompanharam até aqui para que você se refaça. Isso a gente faz no trabalho. Olha, não tem nada mais desagradável para um obsessor do que uma pia cheia de louças para lavar. Porque você está concentrado ali. Se você tem lava louça, abandone. Não por causa da louça, por causa de você. Porque você precisa fazer alguma coisa, porque tem gente que não tem nada para fazer. Faça isso dentro de casa, porque é uma forma de atenção. Máquina de lavar roupa, nem pensar. Eu não sei porque que esse exemplo não agrada, porque na verdade o problema não é a roupa, é a quantidade da roupa. A quantidade da roupa está ligada diretamente ao grau de obsessão. Então você escolha o tanto de roupa que você vai lavar. Porque na verdade é o domínio que a gente faz. Se você está concentrado ali, faça com amor e não achando aquilo desagradável. Olha que beleza, eu estou podendo fazer alguma coisa útil. Mas saia de casa também, porque existem
mínio que a gente faz. Se você está concentrado ali, faça com amor e não achando aquilo desagradável. Olha que beleza, eu estou podendo fazer alguma coisa útil. Mas saia de casa também, porque existem outros lugares de trabalho para o próximo. Na instituição espírita existem muitas possibilidades de você fazer algo. E quando você faz algo para alguém, você está fazendo para si mesmo. Não de uma forma egoística, obviamente, mas para manter o controle dos pensamentos e das emoções. Porque se a gente não se relacionar com as outras pessoas, se a gente não fizer algo de bom pr as outras pessoas, não ouvir, não conversar, nós vamos criando um mundo interior muito próprio e muitas vezes perturbador, porque as nossas deficiências interiores vão se aflorando. É preciso que na análise da autopsiquê eu perceba esse exatamente momento em que eu passo a me dominar ao invés de ser dominado. Isso se chama, noutras palavras, desenvolvimento da mediunidade. Porque as pessoas pensam que o desenvolvimento da mediunidade está na sala mediúnica. Não é? Ali na reunião mediúnica, você faz um adestramento, você faz um exercício físico fisiológico do trans e vai ficando mais fluente no processo do transe, mas o verdadeiro desenvolvimento se dá na vida. Na vida. Então, muitas pessoas dizem assim: "Eu gostaria muito de frequentar a reunião mediúnica. Estude primeiro e desenvolva. Durante o tempo que está estudando, você está desenvolvendo, que é uma pergunta que as pessoas fazem muito. Como é que faz para um jovem que tem a mediunidade ali com seus 16, 17 anos? Ele não tem condição de ind paraa reunião mediúnica? Como é que estabelece o controle? da forma que nós estamos comentando aqui que é geral, o estudo, a prática do bem, a prática da caridade, a convivência com os saudável, com os jovens. Isso é desenvolvimento da mediunidade. Porque o desenvolvimento da mediunidade é o desenvolvimento da personalidade com base em Jesus. Enquanto nós não estabelecermos esse novo paradigma existencial, nós
o é desenvolvimento da mediunidade. Porque o desenvolvimento da mediunidade é o desenvolvimento da personalidade com base em Jesus. Enquanto nós não estabelecermos esse novo paradigma existencial, nós continuaremos sendo médium das forças do mal. todos nós. E precisamos nos tornar médium das forças do bem para que a gente auxilie no progresso da humanidade, porque a mediunidade veio para a humanidade e não para uma ou duas pessoas. Ampliemos as vistas sobre o que seja a mediunidade. Ampliemos o nosso entendimento sobre a nossa existência. Percebamos que somos seres espirituais. Nos vinculemos psiquicamente aos bons espíritos pela atitude positiva, pela prática do bem, porque é isto, é este amadurecimento psíquico que a doutrina espírita nos traz. Não é apenas uma compreensão psicológica, mas é uma compreensão existencial. Muito obrigado.
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