#02 Revista Espírita em Diálogo | Evocações particulares (RE Janeiro de 1858)

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 20/03/2026 (há 1 semana) 1:04:10 669 visualizações 128 curtidas
Transcrição

A coragem [música] de ser bom é um romance espírita que mergulha nos dilemas humanos diante da injustiça. da dor e das escolhas [música] que moldam destinos. Ao acompanhar Nivaldo Cerqueira e sua família, somos levados a refletir [música] sobre as provas da vida que exigem fé, renúncia e firmeza [música] de caráter. Os espíritos apresentados nos livros CPÉ, o guerreiro da Paz. Os espíritos contaram histórias da [música] pandemia, riquezas da alma peregrina e os mensageiros, poesias e crônicas reaparecem neste livro, [música] dando continuidade aos trabalhos de assistência, amparo, consolo e orientação [música] sobre a luz do Evangelho do Mestre Galileu. A coragem de ser bom. de Maria [música] Elizabeth da Silva Barbieri pelo Espírito Saulo, você encontra [música] nas principais livrarias espíritas do Brasil. >> Boa noite, meus amigos. Sejam bem-vindos a mais um episódio do programa Revista Espírita em Diálogo. Eu sou Vinícius Lousada, estou aqui acompanhado do nosso Cleto, Ticiana e Jeferson e nós vamos nos debruçar essa noite em torno de 2 textos escolhidos da revista Espírita de janeiro de 1858. Lembro já de início de conversa, olha aí a capa, né? Muito bom, Clo. Lembro de início de conversa que nós convidamos todos os amigos que se inscrevam no canal Fergs Play, que é o canal da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul, né? Deem o seu joinha, marquem ali para ter notificações e compartilhem a outros companheiros, porque como já nos lembrou Emanuel, a maior caridade que nós podemos ter na doutrina espírita é a caridade da sua divulgação. Aproveito aqui, antes de dar uma olhadinha no nosso chat, lembrar aos amigos que nos acompanham que fiquem muito à vontade para se manifestar pelo chat, trocar impressões conosco, apresentar questões, contribuir aqui a um encontro de amigos estudando a obra de Allan Kardec. Então, já vou de antemão passando antes de comentar as nossas manifestações no chat para que a Tisana, o Clé, o Jeferson possam aqui dar saudação inicial aos nossos amigos.

ndo a obra de Allan Kardec. Então, já vou de antemão passando antes de comentar as nossas manifestações no chat para que a Tisana, o Clé, o Jeferson possam aqui dar saudação inicial aos nossos amigos. >> Boa noite, amigos. É sempre um prazer poder trabalhar aqui pela federação nesse projeto que é essencial para nosso desenvolvimento espiritual, nosso desenvolvimento educacional dentro da doutrina. Estamos aí muito ansiosas por mais esse capítulo, esse episódio que eu tenho certeza que vai trazer muitas contribuições. Também dizer que estamos muito felizes com essa oportunidade de aprendizado de podermos aprofundar um pouco mais e mergulhar nessa nesses tesouros que nós encontramos na revista Espírita. Então, que tenhamos hoje bons momentos de estudos, de reflexões. >> Boa noite aí, amigas e amigos. É uma alegria poder estar compartilhando esse espaço com vocês. É uma alegria podermos também estar aqui discutindo e aprendendo com a revista espírita, que é um manancial de valor inestimável, de conhecimento nos três aspectos da doutrina, né, no tanto no filosófico quanto no religioso, quanto no científico. E é muito bom nós termos esse espaço para estar aprendendo com Kardec e trazendo esse conhecimento para nosso dia a dia. Muito bom, meus amigos. A gente tem aqui algumas saudações que a gente vai destacar, não é? Nós temos aqui Cleus Aguiar de Santa Maria do Bezerra de Menezes, temos Adriana lá de Charqueadas. Boa noite, Denis. Temos também a Cláudia Freitas também desejando boa noite, informando que é da Sociedade Espírita Irmãos de Caridade, se não me engano de Alvorada. Isso tá alvorada ali embaixo. E o nosso povo vai chegando. A Beatriz Alen vem dizendo boa noite todos. Sociedade Espírita Perseverança Salvadora, lá de Carazinho, a nossa Marlise, o Sandro aqui de Guaíba também se chegando a esse essa roda de diálogo, de convívio, para que nós possamos conhecer um pouco mais juntos o pensamento de Allan Kardec. Mas meus queridos amigos, hoje nós escolhemos dois textos que estão numa

ndo a esse essa roda de diálogo, de convívio, para que nós possamos conhecer um pouco mais juntos o pensamento de Allan Kardec. Mas meus queridos amigos, hoje nós escolhemos dois textos que estão numa sessão com título bem provocativo, evocações particulares. Um subtítulo é mãe, estou aqui e o outro subtítulo, uma conversão. São duas comunicações distintas e que trazem pra gente histórias emocionantes. Eu vou entregar aqui que a gente tava conversando nos bastidores e nos bastidores a gente já tava sensibilizado. Isso que não é a primeira vez que nós lemos esse texto. Nós temos aqui informações preciosas sobre a imortalidade da alma, o estado do espírito na erraticidade e as consequências morais na vida espiritual na nossa conduta diária. É muito importante para que nós possamos pensar que a nossa vida no mundo espiritual depende da vida que nós estamos levando. E aí eu aproveito aqui para trazer a pergunta de começar a conversar, meus amigos, que informações esses dois textos, esses dois relatos nos trazem? E na opinião de vocês, eu até me antecipei em algum comentário, mas agora é a partir da perspectiva de cada um de nós. Qual a utilidade dessas informações? desses relatos em evocações particulares. Para dar tempo de vocês respirarem, eu só vou lembrar um detalhe rápido do livro dos médiuns, que na hora da prece aqui eu me lembrei e abri na página item 269 o livro dos médiuns. Kardec diz assim: "Os espíritos podem, porque pode ser que alguém esteja chegando agora, né, em primeiro contato com o espiritismo, os espíritos podem comunicar-se espontaneamente ou acudir ao nosso chamado, isto é, vir por evocação." Tá aí o título, evocações particulares. Então, Tice, começa aí a os trabalhos trazendo a reflexão pra gente. Bom, eh, como o Vinícius eh bem relatou, são dois textos que são extremamente emocionantes, né? São relatos assim que nos deixam tocados realmente porque são cheios de emoção, de significado, né, de laços familiares que nos trazem. Então, vale muito a leitura para quem ainda não

mocionantes, né? São relatos assim que nos deixam tocados realmente porque são cheios de emoção, de significado, né, de laços familiares que nos trazem. Então, vale muito a leitura para quem ainda não leu. Eh, são emocionantes mesmo. Então, a importância nessas desses registros trazidos ali por Kardec, porque demonstra a sobrevivência da alma, né, a continuidade desses laços afetivos que nós tivemos aqui enquanto encarnados e que se perpetuam no mundo espiritual também, né? Nos oferece então o consolo do luto, né? a comprovação de que a reencarnação existe, a necessidade das nossas provas, né, e a e a possibilidade de que a gente passe por isso e que isso seja realmente um auxílio na nossa evolução, né, e nos traz nos serve de orientação moral para transformar assim o materialismo, né, nos nos transformar realmente, trazer essa questão de que deixemos de ser materialistas e passamos a pensar muito na nossa questão. espiritual, porque o Vinícius já comentou, né? O nosso reflexo lá vai ser o que nós fizermos aqui. Nós não vamos vamos sair daqui exatamente como nós éramos. Vamos retornar exatamente como nós éramos. Então é importante que a gente tenha esse entendimento, né? E a utilidade está exatamente nessa questão da comunicação, né? Da constatação dessa comunicação, dessa intercomunicação com o mundo espiritual e na continuidade da vida, né? na possibilidade infinita de aperfeiçoamento, assim através da reencarnação. Então são questões assim que realmente nos em dois textos simples de simples leitura, nos traz um uma um um vasto campo de conhecimento para que a gente consiga trabalhar aí os nossos sentimentos e aparar as nossas arestas diante do que acontece na vida, na continuidade da da vida, né? e que a morte é só uma passagem. Realmente bem interessante a alguns pontos que eu destaquei aqui. A Tane também já trouxe, mas eu elencaria no mínimo cinco temas importantes que são abordados nesses dois nesses dois textos. O primeiro deles é a continuidade da vida, a continuidade da

staquei aqui. A Tane também já trouxe, mas eu elencaria no mínimo cinco temas importantes que são abordados nesses dois nesses dois textos. O primeiro deles é a continuidade da vida, a continuidade da vida com vida, né? que essa é a grande notícia que o Espiritismo nos traz. Nós não vamos apenas sobreviver, nós vamos continuar vivendo com experiência, com aprendizado. O outro aspecto que é muito importante também é que a morte não rompe com os vínculos de afeto. Nós, aqueles que nós amamos, nós vamos continuar amando. Isso tá bem expresso ali no diálogo dos textos, né? Então os os encarnados eles vão continuar interagindo conosco. Ali também há no texto e essa informação que eles estão próximos de nós pelo pensamento durante o sono, né, que a gente imagina que é uma ilusão, imaginação, mas é uma realidade vivida, né? Os nossos atos também têm consequências na continuidade da vida. Então isso também está expresso ali, a forma como nós conduzimos aqui vai repercutir lá, porque a vida é uma continuidade, mas também uma consequência daquilo que nós vivemos aqui, né? Outro assunto que tá bem claro ali, que é bem interessante, que os espíritos eles não têm permissão de nos informar aquilo que nós precisamos descobrir por nós mesmos, né? uma das comunicações, ela pergunta, eh, a revelação, ela vem para que a pessoa tenha cuidado com uma determinada pessoa, mas não diz o que que é, qual era o problema, qual é a problemática, por que tem que ter cuidado. É assim, veja que os espíritos são muito delicados, né? Porque nós temos que encontrar as respostas. Então, tudo isso ele é muito esclarecedor para nós, ele é muito útil porque muda a nossa forma de nos relacionar com a morte, né? E a gente vai vivenciar essas experiências de uma forma muito mais tranquila e com a cota bem menor de sofrimento, além da forma de viver aqui, de nos relacionar aqui nesse nesse mundo. Em síntese, nós poderíamos trazer outras também outras informações importantes, mas em síntese seríamos isso. Bem, amigos, trazendo mais uma

ma de viver aqui, de nos relacionar aqui nesse nesse mundo. Em síntese, nós poderíamos trazer outras também outras informações importantes, mas em síntese seríamos isso. Bem, amigos, trazendo mais uma contribuição, eh, depois do que a Tis e o Clet nos trouxeram, eh, vou me apegar aos detalhes daquilo que eu pude notar nas duas comunicações. Primeiro, que a gente tem ali relatos de duas pessoas, né, tanto a filha, a mãe que recebeu a mensagem da filha e o filho que recebeu a mensagem do pai, eram duas pessoas que não tinham contato com a doutrina espírita. Então temos ali o a porta de entrada dessas pessoas no espiritismo. E e essa porta de entrada para essas duas pessoas foi muito importante, porque permitiu a elas uma mudança de paradigmas, um entendimento diferente da vida. Depois nós vamos ter a possibilidade de aprofundar um pouquinho esse tema, mas é um ponto muito importante então entender que a doutrina tem, né, os seus mecanismos de consolo, de esclarecimento, para que nós possamos através do entendimento dessa relação que nós temos com o plano espiritual, entendendo que é sim possível que os espíritos se comuniquem conosco. E aí pegando a provocação que o Vinit fez no início ali, né, nós temos essa essa situação das evocações, eh, que que nós vamos aprofundar depois também, mas entendendo que é uma forma da gente manter esse contato, mas, eh, entendendo eh que é importante nós conhecermos a doutrina e não só procurar, né, o esse contato ou querer eh um consolo automático, né, Jesus já era muito muito claro conosco quando ele nos convocava a transformação íntima, né? Então, pegando a situação do do da pessoa que errava, né? Então, não erres mais, né? Eh, a gente precisa entender que nós precisamos dar um passo adiante e não esperar as as coisas prontas. Uma outra situação muito importante que a gente pode tirar dessas duas comunicações, né, e desses dois relatos que Kardec traz, é que se tratavam de situações que ocorriam numa reunião íntima. Então, era Kardec, o médium e a

importante que a gente pode tirar dessas duas comunicações, né, e desses dois relatos que Kardec traz, é que se tratavam de situações que ocorriam numa reunião íntima. Então, era Kardec, o médium e a pessoa interessada. Então, nós não temos ali uma reunião pública, era um círculo fechado onde se tinha um número restrito de pessoas que permitiam que essas comunicações tivessem, por meio da afinidade que o espírito conseguia ã ter como médium, ser uma mensagem fiel, figa, e que pudesse trazer a comprovação de que quem realmente estava ali se comunicando era o espírito familiar. situação essa que nós vamos explicar também um pouquinho melhor depois, mas é bom a gente entender esses detalhezinhos assim, porque eh nós não podemos levar em consideração que é algo que acontece a todo instante, né? Eh que eu vou evocar, que vai vir e que é realmente o meu familiar. Então a gente precisa ter muito cuidado em relação a isso. O próprio Kardec nos convoca, né, lá no livro dos médiuns, quando ele fala dos escolhas dos médiuns. Então a gente precisa ter muito cuidado em relação a isso, porque não é brincadeira, né? É algo que é extremamente sério, mas é algo que acontece e é muito consolador. Obrigado, amigos. >> Bem lembrado, Jeferson, que nós estamos falando de duas situações acompanhadas pessoalmente por Kardec. São duas reuniões, né, em que não foi demandado por mera curiosidade. Ele não narra aqui, mas a gente pode lembrar o modos operand de Kardec. Aqui ele tá numa fase e que é da investigação, construção do conhecimento espírita. já havia publicado o livro dos espíritos, estava publicando a revista espírita e coletando, como pesquisador, ele usa até uma expressão observadora atento às informações para compreender essa realidade. E essas duas situações, ele não se dedica à curiosidade das pessoas, né? Provavelmente Kardec, como ele fazia na própria sociedade de Paris, deve ter pedido a permissão, inclusive para essa tarefa junto ao espírito de verdade e também São Luís, que era o

e das pessoas, né? Provavelmente Kardec, como ele fazia na própria sociedade de Paris, deve ter pedido a permissão, inclusive para essa tarefa junto ao espírito de verdade e também São Luís, que era o diretor espiritual da sociedade espírita de Paris. Então aqui por trás dessa comunicação tem método, tem conhecimento que tá sendo feito. Não se trata de uma atividade fortuita e espontânea. Recomendamos o tópico Considerações Gerais do Livro dos Médiuns, em que Kardec traz uma explicação sobre essas questões e diz o seguinte: cada uma dessas duas maneiras de operar, pela experiência dele, tem suas vantagens e nenhuma desvantagem haveria senão a exclusão absoluta de uma delas. Então aqui não há nenhuma falsa polêmica sobre o tema da evocação. A gente tá buscando compreender das mensagens aquilo que Kardec nos traz. Lembrando que ele utilizava para os fins aos quais ele se dedicou na codificação desses dois métodos de maneira complementar. Eu digo isso porque às vezes ah a as coisas as pessoas vão pro Grenal, né? Com todo respeito ao aos times, a gente vai fazendo a isto ou aquilo. E na verdade o que Kardec nos traz aqui é fruto da experiência dele para que nós possamos compreender como é que se dá essa relação com o mundo invisível de maneira responsável, jamais por curiosidade, por egoísmo, não é? E bem lembrado, meu irmão, sem plateia, porque não é uma atividade pública, mas a gente não pode perder o que vem também de ensinamento disso. São duas mensagens profundamente confortadoras que atestam a imortalidade da alma a pessoas também já sensibilizadas pelo pensamento espírito. Cadec que não deixa de destacar que no segundo caso, o título uma conversão, estamos falando de alguém que já tinha lido o livro dos espíritos, por exemplo, né? Porque o conhecimento é fundamental. Mas sem alongar muito, porque a gente vai ouvindo, vai lembrando vários aspectos das questões aqui, eu não posso deixar, não é, meus amigos, de fazer algumas referências às manifestações fraternas dos nossos amigos que estão

orque a gente vai ouvindo, vai lembrando vários aspectos das questões aqui, eu não posso deixar, não é, meus amigos, de fazer algumas referências às manifestações fraternas dos nossos amigos que estão aqui no chat. E aí eu vou utilizar aqui os recursos ao nosso alcance para poder lembrar. Aqui nós temos Márcia Frota, Santo Espírita Bezerra de Menezes, do Rio de Janeiro. Nós temos também Gisele Malman do Fé Esperança e Caridade Taquari, os companheiros do Clemente Linon de Rio Grande, do Círculo da Luz, pessoal tá dizendo da cidade, mas tá lembrando o centro espírita. Sônia Fortunato, também do Bezerra de Menezes, de Rio de Janeiro. O nosso presidente da Fergus Antônio tá aqui nos acompanhando. Os nossos irmãos do Sociedade Espírita Cáritas de Passo Fundo e diversos confrades fraternalmente abraçando a todos nós. Obrigado, meus amigos, pelas manifestações de vocês, porque a presença de vocês também movimenta os nossos corações paraa tarefa que é uma tarefa para além da de qualquer outra coisa, ela tem por motivo a divulgação da doutrina e uma um estímulo a todos nós estudo da doutrina, tá? Vamos paraa próxima próximo tópico pra gente dialogar, meus amigos. né? E aí começamos com a nossa TIAN, minha amiga, olha só. E depois o Cleto traz sua contribuição. De que que forma esse caso? Mãe, eu estou aqui. Pode ser consolador, conforme a perspectiva de vocês. É interessante porque o primeiro caso, né, o relato da de uma filha que tá passando por um processo, passou por um processo de doença bem doloroso e para uma mãe, né, esse conforto eles ele é essencial. Então eu destaco aqui eh três perspectivas assim que esse caso me trouxe de conforto, que é o fim de sofrimento físico, né? Para uma mãe ver uma filha em situação de debilidade, sofrimento, com muitas dores, saber e ter a certeza de que ela diz para ela na que que ela está ali, que o sofrimento cessou, que ela não tem mais dores, isso é um conforto que que não tem preço paraa mamãe ouvir, né? E o sofrimento, realmente, o sofrimento do corpo físico

la na que que ela está ali, que o sofrimento cessou, que ela não tem mais dores, isso é um conforto que que não tem preço paraa mamãe ouvir, né? E o sofrimento, realmente, o sofrimento do corpo físico é uma coisa que vai além da pessoa. Ela ela ela vai concernar toda a família. E um dos dos motivos, né, que o espiritismo nos traz de consolo neste caso, é isso, é o fim do sofrimento físico que acontece, né, o alívio desse desse padecimento, né? O segundo que eu destaco aqui como conforto é a continuidade da presença. Quando a Júlia afirma, né, eu estou sempre contigo, eu estou sempre ao teu lado, né? A ideia então de que esses entes queridos eles estão sempre num lugar próximo, não longinco e inatingível, mas próximo ali, né, ao nosso lado, zelando, muitas vezes nos inspirando, né, transformando essa saudade numa numa companhia invisível, mas real, né, a certeza de que a gente pode sim ter a presença constante desses nossos entes queridos, mesmo eles após a desencarnação, eles estão ali conosco, podem estar ali conosco, né? E a última que eu destaco, que é uma questão eh que eu acho que é o mais importante assim, principalmente numa relação, eh, pais e filhos, assim, é a perspectiva do reencontro, né, desse dessa certeza de que a gente vai se reencontrar, né? O texto reforça muito isso, que a separação é temporária, que o progresso continua, que em novas existências nós podemos estar juntos novamente, né? Isso dá um sentido, um sentido ao luto, dá, né? Não, que não é um adeus, mas é um até logo, até breve. Então, eh, em resumo, assim, o consolo ele vem dessa clareza de que os laços de afeto eles eles são inquebráveis, né? Inquebráveis e que a vida continua muito mais vibrante e feliz do outro lado, né? Essa continuidade que nos traz essa e essa certeza de que a vida continua. E não é como o Cleto falou, né? não é sobreviver, mas é viver intensamente, continuar vivendo intensamente. E na certeza de que um dia nós nos reencontraremos para continuar essa jornada afetiva e e muito interessante

eto falou, né? não é sobreviver, mas é viver intensamente, continuar vivendo intensamente. E na certeza de que um dia nós nos reencontraremos para continuar essa jornada afetiva e e muito interessante de que que a reencarnação nos proporciona, né? Então são três pontos assim que eu destaco nesse nesse caso que é realmente assim eh ele é muito tocante, né? Muito bonito de de da gente poder apreciar. Então, Clet, >> isto complementando aí o que a nossa amiga trouxe, né? Então, esses são pontos importantes, a questão da continuidade da vida, a questão de não estar mais sofrendo. Eh, eu destaco também que ela que ela mostra que ter tinha um sentido aquele sofrimento, então já solando a mãe, né? Ou seja, já eram provas, porque a mãe perguntava: "Mas você era tão perfeita, né? Você dá dá pelo relato e devia ser uma uma criatura doce, meig, né?" E a mãe questionando. O outro ponto que eu destaco, que a gente observa muito, que é motivo de sofrimento daqueles que ficam, principalmente quando há a morte de uma criança ou de um adolescente, que é aquela preocupação da mãe, quem que vai cuidar, né? Quem que vai cuidar depois, né? Então, o fato dela perceber que a que a que o que a filha está bem, que está bem cuidada, isso é fundamental. Eu gostaria de de de sugerir como leitura, né, esse livro entre a terra e o céu, porque aqui tem um registro, né, na no capítulo no que trata que tem como título No Lar da Bênção e que André Luiz vai até um local de acolhimento de crianças, né? E é bem interessante. E e o ministro Clarêncio que estava com ele, vai dizer o seguinte: "É o lar da bção", informou um instrutor satisfeito nesta hora. Muitas irmãs da terra chegam em visita a filhinhos desencarnados. Temos aqui importante colônia educativo, misto de escola de mães e domicílio dos pequeninos que regressam da esfera carnal. Ou seja, eh, tem aquela aqueles espíritos, né, bondosos, generosos, que vão acolher essas crianças que chegam, né, também como uma preparação para uma futura tarefa na maternidade ou seja em

a carnal. Ou seja, eh, tem aquela aqueles espíritos, né, bondosos, generosos, que vão acolher essas crianças que chegam, né, também como uma preparação para uma futura tarefa na maternidade ou seja em qualquer outra área. Isso é fundamental, né? Mas nós poderíamos pensar, nisso, também e que eu achei interessante nesse livro aqui, por que que nem todas as mães têm essa possibilidade de ter essa mensagem? Por que que isso essa relação, né, ou seja, como é tão consolador paraa mãe, né, por que que essa esse vínculo ele não é mais forte, ele é mais ostensivo, né? E aqui, eh, mais adiante André Luiz vai relatar sobre a história de uma outra uma outra mãe que foi visitar o filho no mundo espiritual. E quando ela volta, os espíritos vão fazer todo um processo, uma um uma aplicação magnética para que ela esquecesse, né? E aí a lição é essa, que raros espíritos estão habilitados a viver na Terra com as visões da vida eterna. A exata lembrança para ela redundaria em saudade mortal. Então, por isso que não é algo assim como nós, eh, como poderíamos pensar criar um grupo de WhatsApp, incluir os desencarnados, pra gente conversar todo dia, trocar ideia, porque há necessidade dessa ruptura paraa nossa, pra gente conseguir tocar a nossa vida de uma forma mais tranquila e sofrer menos. É a misericórdia divina agindo, né, para nos beneficiar. Muito bem lembrado, meu amigo. E aí, como é rico o estudo da doutrina espírita, que a gente pode conectar com outras referências e olhar essas referências também à luz da produção de Allan Kardec, que é um bom balizador para nós termos esse exercício assim de compreensão daquilo que os espíritos trazem dentro dos parâmetros da concordância universal ou como dizia Kardec, do ensino coletivo dos espíritos. Eu vou destacar aqui alguns comentários, mas eu queria deixar algo assim pra gente também poder trazer ao longo das nossas conversas. Interessante. Primeira mensagem é de uma filha para uma mãe. A segunda mensagem é de um pai para o filho. É o correio funcionando aí dentro

pra gente também poder trazer ao longo das nossas conversas. Interessante. Primeira mensagem é de uma filha para uma mãe. A segunda mensagem é de um pai para o filho. É o correio funcionando aí dentro de uma dinâmica bem afetiva do zelo daqueles que partiram pelos que aqui ficaram. que muitas vezes quando nós, quem já passou por luto sabe, nós já passamos, a gente às vezes imagina em algum momento, apesar do conhecimento até de que tá sozinho, mas nós temos sempre o amparo desses seres queridos, que nós podemos manter uma sintonia positiva, adequada ao seu restabelecimento no mundo espiritual, a um luto responsável e sereno da nossa parte, desde que procuremos esclarecer e entender a dinâmica da providência divina que nos favorece a todos. Nós temos aqui, amigos, alguns comentários, né? Saudação lá da Valesca Carvalho, do Porta de Damasco, de Camacuã, nossa querida irmã Cátia Ramos da União Espírita Portoalegrense. Temos aqui o Eno lá do Amor e Caridade de Vacaria, a Sueli do Amor do Auxílio e Fraternidade, Sandra Vargas do nosso Hospital Espírita de Porto Alegre. Alda Xavier nos diz o seguinte, nossa querida Alda lá de Santana do Livramento, muito emocionante a certeza da continuação da vida. Olha, o Cris aqui no backstage colocou para que nós possamos acompanhar e ter a certeza que continuamos ligados pelo amor. Olha que bacana a revelação espírita, né? Os laços de família não se rompem com o túmulo. Lembrava T aqui também no seu comentário. E a nossa irmã Tam Maciel diz assim: "Essa certeza só se estabelece depois de se entender que a morte não existe e só vem com o estudo da doutrina espírita. Tanto é que hoje a procura por notícias de afetos que estão no além é grande. A nossa Sueli Santos diz que é consolador para uma mãe de uma criança que desencarna saber que seu filho vive, que foi acolhido e está sendo cuidado. E é importante, não é, Jeferson? Antes da gente passar ali para outra ponderação, lembrar que essa ideia confortadora não deve remeter as pessoas

seu filho vive, que foi acolhido e está sendo cuidado. E é importante, não é, Jeferson? Antes da gente passar ali para outra ponderação, lembrar que essa ideia confortadora não deve remeter as pessoas a procurar nas redes sociais ou de pessoas que nem elas não conhecem devidamente, mas daqui a pouco alguém as coloca na condição de médio. Isso aí a cata de recados dos filhos assim, de qualquer forma, não é, meu amigo? É bem importante a gente ponderar sobre isso, Vini. E e foi muito pertinente tu trazer essa lembrança, porque hoje a gente tem uma vulgarização disso, né? E Kardec deixa bem claro para todos nós que é algo que deve acontecer de maneira ã muito particular e a gente precisa levar em consideração que nem sempre o espírito que a gente almeja manter comunicação está disponível, né? Kardec fala que às vezes ele não pode, às vezes eles não ele não quer, outras vezes não lhe é conveniente. Então, quando nós estamos insistentemente procurando a manter o contato com o ente querido, nós estamos abrindo o campo para mistificação, ou seja, para que algum espírito possa nos enganar. E existem muitos irmãos nossos no plano espiritual que gostam de investir o seu tempo para brincar conosco. Então, é preciso muita prudência. E num outro viés, é preciso a gente lembrar que a doutrina espírita é consoladora de maneira muito mais ampla do que nós podemos imaginar, né? Como foi dito antes ali pelo Clet, eh, a gente saber que existe a vida, né, após a morte do corpo físico já é um consolo, né? a gente saber que o o corpo perece, mas o espírito permanece, o espírito tem a eternidade pela frente. E isso é extremamente consolador. Nós temos no Evangelho de Jesus, né, muito consolo também que aguarda os nossos corações estarem receptivos a esse consolo. E nós precisamos nos apegar a isso também, porque nem sempre a gente querer as coisas de maneira escancarada e fenomênica é que vai curar o nosso coração. E muitas vezes, desculpa até exagerar no tempo aqui, Vini, mas muitas vezes, gente, nós precisamos lembrar que

nte querer as coisas de maneira escancarada e fenomênica é que vai curar o nosso coração. E muitas vezes, desculpa até exagerar no tempo aqui, Vini, mas muitas vezes, gente, nós precisamos lembrar que as comunicações dos nossos entes queridos não chegarão da forma como a gente almeja, porque nem sempre os nossos familiares estão na situação que a gente espera que eles estejam. E há vários relatos na revista espírita de situações em que os espíritos estão em sofrimento e isso às vezes pode nos prejudicar também. Então é muito importante a gente ter um pouquinho de paciência e entender que na hora certa, não porque a gente quer, mas por estarmos preparados, a comunicação chegará até nós. >> Tice e Cleto, vamos abrir. Acho que vocês também, se quiserem complementar algum aspecto aqui que o Jefferson trouxe dessa desse anseio, às vezes a pessoa enlutada no desespero acaba procurando, a gente tem visto aparecer pelo Instagram, pelas redes sociais, pessoas supostamente médiuns. Às vezes a gente não tem como as pessoas alerirem, né? E a não ser quando se tem conhecimento da doutrina. Como é que vocês vê essa questão? como é que a gente pode daqui a pouco se direcionar a um coração amigo que tá vivendo o luto para que ele possa ter uma certa tranquilidade e não correr atrás de pessoas que às vezes podem estarem atendendo assim a outros expedientes que não o do consolo e do esclarecimento. Por ele motivos, não sei. Queria deixar um pouco para vocês também comentarem. Bom, é eh essa questão que o Jeferson traz, né, que o Vini agora vem nos nos também questionar, é uma coisa que me aflige bastante, né, essa esse esse aproveitamento que muitas vezes as pessoas fazem das da sensibilidade da daquele momento que está se vivendo, né? É uma tristeza para quem tá fazendo, porque tá se comprometendo também na vida, né? né, tá comprometendo a sua a sua existência através da da mistificação, né, da questão de de trazer para as pessoas um uma falsa ideia de que estão sendo atendidas. E o

mprometendo também na vida, né? né, tá comprometendo a sua a sua existência através da da mistificação, né, da questão de de trazer para as pessoas um uma falsa ideia de que estão sendo atendidas. E o que que o que que eu sempre digo quando nos questionam assim, quando me questionam geralmente grupos de integração que os o pessoal chega na casa ou através de um atendimento fraterno que elas mencionam essa necessidade muito grande de ter essa comunicação, de se comunicar. Eu sempre digo assim, tudo a seu tempo. E o Espiritismo nos ensina isso, que tudo tem o seu tempo, a sua hora. Então, eh eh o o que mais o Espiritismo me ensinou na vida foi a ter paciência e a saber que cada um tem o seu tempo para que a gente possa se comunicar, porque de repente aquela comunicação que eu recebi naquele momento não fez sentido para mim. Não vai fazer sentido, porque eu tô num momento tão enlutada, eu tô tão eh descontente com o que aconteceu que eu posso encarar aquilo de uma forma equivocada. Então é o tempo que vai nos dizer, é é como o Jefferson falou, às vezes não, ele ele não pode, às vezes ele não quer, às vezes não é conveniente para que o espírito naquele momento se comunique, porque vai ser sofrimento para quem está encarnado e sofrimento para aquele que desencarnou. Ele não tá preparado para isso. Então eu sempre digo, tudo ao seu tempo. Espiritismo é perfeito. Kardec nos deixou isso muito bem claro na na codificação. E Jesus já nos dizia desde sempre, né, que a gente vá conforme a nossa evolução, que a gente não tenha pressa, que a gente faça as coisas da maneira que nos deixem contentes e felizes assim com o que a gente tá desempenhando aqui. Acho que isso é uma questão que eu que eu levo pra vida, assim quando quando toca nessas questões que sensibiliza muitas pessoas. E é interessante, né, amigos, a por que que nós precisamos desse porque a morte ela gera uma um rompimento na vida de relação. Ele é um rompimento. Se é assim, é porque a providência divina tem os seus motivos, as suas razões, né?

a por que que nós precisamos desse porque a morte ela gera uma um rompimento na vida de relação. Ele é um rompimento. Se é assim, é porque a providência divina tem os seus motivos, as suas razões, né? Então, e às vezes é eh é a prova que nós precisamos, né? É a dificuldade que nós precisamos para desenvolver em nós essa fé, né? Porque às vezes a construção da da do entendimento acerca da continuidade da vida, ele precisa de uma base lógica. Nós precisamos raciocinar. Então a mensagem ela é consoladora, ela vai ajudar, mas talvez num primeiro momento. Depois nós temos que dar esse segundo passo de procurar entender o processo, entender como é que é essa vida, porque só o estudo vai nos possibilitar isso. Só na medida que nós começamos a compreender como que é essa essa continuidade da vida, né? O que os espíritos fazem lá, né? O sobre a vida que já aconteceu antes. E aí tudo vai começar a fazer sentido para nós, né? e até as questões que aparecem nessas mensagens, né, de algumas algumas respostas que comprovam a veracidade, né? A menina, por exemplo, ela ela ela refere uma um apelido, um nome carinhoso, né, que que só a mãe conhecia e ultimamente não tava sendo usado, né? Isso são informações, né? São informações importantes, cuidar também esses detalhes, né? Então, eh, mas eu que queria complementar nesse sentido, né? que formação ela é importante, a mensagem ela é importante, mas nós temos que depois dar esse segundo passo, é buscar estudar, buscar entender a vida, né? E eu sempre digo que a melhor homenagem que nós podemos fazer para aquele que parte é a gente viver bem aqui, né? cumprir com os nossos compromissos, viver de uma forma digna, de uma forma cristã, que com certeza eles vão se sentir muito felizes vendo nós, né, dentro dessa perspectiva. >> Bem lembrado. O Kardec conclui essa sessão. Mãe, eu estou aqui dizendo o seguinte, amigos. Em presença de semelhantes casos, quem ousaria falar do vazio do túmulo? Aí eu pulo um pouquinho para repetir uma frase dele aqui. Essa

clui essa sessão. Mãe, eu estou aqui dizendo o seguinte, amigos. Em presença de semelhantes casos, quem ousaria falar do vazio do túmulo? Aí eu pulo um pouquinho para repetir uma frase dele aqui. Essa mãe minada pelo desgosto experimenta hoje uma felicidade inefável. Em poder conversar com a filha, não há mais separação entre elas. Suas almas se confundem e se expandem no seio uma da outra pela permuta dos seus pensamentos. Olha que beleza, né? o encontro de almas afins sobo de Kardec. Lembrando que era uma reunião que Kardec estava secundando a busca de duas senhoras em torno da situação da filha de uma delas. Então nós temos um outro caso aqui que a gente precisa explorar. Então, vindo as contribuições, a gente vai aproveitando também logo mais que é uma conversão. Aí eu pergunto aqui, a gente fica para começar com o nosso Jeferson com Cleto a respeito desta página. O que que esta comunicação nos traz de lições paraa nossa vida, meus amigos? Bom, Vine, a gente pode começar analisando essa esse trecho do artigo, refletindo sobre a postura que a gente assume em relação ao nosso modo de ver a vida, né? Ah, Kardec relata, né, que nesse artigo, eh, tanto o o senhor que quando reencarnado era extremamente materialista e totalmente desligado de religiosidade, eh refutava tudo aquilo atinente a à religiosidade, também a imortalidade da alma. E o filho seguia pelo mesmo caminho, né, seguindo os passos do pai. Porém, quando existe, né, a situação da morte do do genitor, e aí a gente relembra a fala do Cleto que existe uma uma quebra, né, existe uma uma ruptura de relação e aí a gente começa a sentir algo diferente, a necessidade de buscar algo que possa consolar o coração e aí a gente esquece, né, aquela aquele nosso ponto de vista, o que era antes refutado acaba sendo uma possibilidade e o nosso coração eh, tende a procurar esse consolo através da comunicação que pode acontecer, né, do plano extrafísico pro plano físico. Nós temos na mensagem o exemplo dessa comunicação em que,

dade e o nosso coração eh, tende a procurar esse consolo através da comunicação que pode acontecer, né, do plano extrafísico pro plano físico. Nós temos na mensagem o exemplo dessa comunicação em que, atendendo ao chamado do filho, o pai se comunica demonstrando através da sua forma de respostas que era realmente ele. Respostas curtas, respostas breves, extremamente diretas. H, falando da maneira que habitualmente se comunicava, dando a entender ao filho que realmente se tratava do pai, mas que eh nas suas entrelinhas demonstram uma postura diferente, né? E por isso nós temos o título da mensagem como uma conversão, né? Então, esse nosso amigo desencarnado converteu-se a à visão espiritualista. O filho, depois de ter o contato com o pai, através da mensagem que recebeu, também passou a tornar-se um um divulgador da doutrina espírita e muito valoroso, segundo Kardec afirma, mostrando para todos nós que é possível, sim, que nós tenhamos a possibilidade de mudar as escolhas que a gente faz. Mas para isso nós precisamos entender, nós precisamos buscar, nós precisamos conhecer. Então, a reflexão que eu trago dessa mensagem, dessa situação que CADEC retrata para nós nesse artigo, é que nós precisamos, antes de ter uma posição ã firme, nós analisarmos o contexto e procurarmos entender de verdade, não com ideias preconcebidas, mas abrindo o nosso coração para novas possibilidades e entendendo que há algo em nós que nos liga a Deus, é algo nato. na gente, nós somos criados, né, por Deus. E algo nos leva a a entender que existe sim uma divindade criadora de tudo e de todos. E nós precisamos nos render a essa divindade, abrindo o nosso coração para que venhamos nos conectar com ele. Outro ponto de vista que é importante em relação a essa situação, Vini, e que é muito importante nós refletirmos, quando o nosso amigo busca o contato com o seu pai, né, contando com o auxílio de Kardec, aí a gente remete a tua reflexão inicial, né, ã, quando a gente trouxe o começo da nossa conversa, lembrando que

ando o nosso amigo busca o contato com o seu pai, né, contando com o auxílio de Kardec, aí a gente remete a tua reflexão inicial, né, ã, quando a gente trouxe o começo da nossa conversa, lembrando que Kardec tem a sua metodologia, apesar de não estar descrita aqui no artigo, mas Kardec era muito muito metódico, né, muito sério em relação a um trabalho que estava iniciando. Tu lembraste bem, Vini, e é algo muito importante. Na época da publicação desse artigo, nós não tínhamos ainda o livro dos médiuns. Então, a doutrina espírita estava engatinhando ainda nos seus primeiros passos e Kardec estava construindo uma ideia ainda. Então, esse trabalho dele de manter a comunicação, de fazer uma análise criteriosa, tanto é que no começo do artigo ele diz que é uma mensagem extremamente simples e que aparentemente não teria valor algum, né, a não ser para o rapaz, porém ela é muito valorosa para nós pelo exemplo que ela nos traz, entendendo que nós podemos mudar, que nós precisamos mudar, que existe à nossa volta os os artifícios e os mecanismos que nos ajudarão nesse processo de mudança, mas é preciso que estejamos abertos a essa mudança. E em relação à comunicação, nós precisamos lembrar, como falado antes, pela Tice, pelo pelo Clet, pelo próprio Vini, né? Nós precisamos estar atentos de que tudo tem um momento certo. Então, muitas vezes nós vamos estar sedentos pela comunicação, pelo contato com o nosso ente querido, mas nem sempre nós estamos dispostos a ouvir, porque aqui a gente tem relatos de situações que acontecem através da psicofonia ou da psicografia, mas o contato, como o próprio, as próprias mensagens nos trazem, acontece muito intensamente por meio da inspiração, da intuição. os nossos entes queridos estão muito próximos de nós, nos trazendo o o as suas ideias, nos incentivando, nos direcionando muitas vezes em em algumas eh opiniões. E nem sempre nós estamos dispostos a ouvir ou não estamos atentos o suficiente para entender essas inspirações e essa presença junto a nós.

do, nos direcionando muitas vezes em em algumas eh opiniões. E nem sempre nós estamos dispostos a ouvir ou não estamos atentos o suficiente para entender essas inspirações e essa presença junto a nós. Então, é muito mais fácil nós esperarmos o maravilhoso e o sobrenatural, mas nós nem sempre aproveitamos o corriqueiro que acontece conosco todo dia. Lembrando que a mediunidade é algo inerente a todos nós, né? Kardec fala pra gente lá no livro dos do dos médiuns que a mediunidade é uma característica comum a todos nós, todos nós a temos, em graus maiores ou menores, e que a inspiração, que a intuição é um mecanismo comum de ação, né, dos espíritos para conosco. E essa intuição acontece em todos os instantes. Então, inúmeras vezes, nós somos inspirados pelo nosso espírito protetor, pelos nossos espíritos familiares, né? Lembrando daquela situação de Kardeco, ã não é o termo sofreu, né? Mas quando passou por aquela situação de ouvir as as batidas na parede do seu escritório e depois foi investigar e ficou sabendo, né, que era o espírito familiar que queria falar com ele. E quando foi saber quem era, era o espírito de verdade, né? se usou de um de um outro espírito para para fazer o ruído na parede para chamar a atenção de Kardec para que ele pudesse estar mantendo esse contato com o espírito de verdade. Todos nós temos isso muito próximo de nós. Então é preciso que nós estejamos atentos também, né? Não esperando coisas espetaculares, mas procurando manter a sintonia para que a gente possa usufruir de tudo aquilo que os espíritos têm a nos oferecer. Obrigado, amigos. Eh, é interessante, né, a forma como que aconteceu essa conversão, né, complementando que o Jeferson trouxe, né, é que às vezes a gente acredita na imortalidade, mas não muda a nossa conduta, né? A gente estuda, acredita e não muda, né? E foi tão impactante porque mudou. Ele apena, ele passou a viver com um espírito imortal efetivamente, né? Esse que é o que é o interessante, né? Eh, como o Jeferson já disse, ele ele se tornou uma pessoa boa,

impactante porque mudou. Ele apena, ele passou a viver com um espírito imortal efetivamente, né? Esse que é o que é o interessante, né? Eh, como o Jeferson já disse, ele ele se tornou uma pessoa boa, caridosa, divulgador do espiritismo. Isso é ele ele é interessante porque é isso que vai fazer sentido. Não basta nós acreditarmos que que a vida continua, né? E isso às vezes as pessoas buscam a informação, né? E e essa informação ela não gera uma mudança de atitude, né? E é isso que nós precisamos pensar também. Eh, o que que é importante na forma como que nós lidamos, né, com a nossa vida? Porque o materialista ele projeta, ele coloca todas suas forças na vida presente, né? Então, e é natural que ele vai viver com muito mais aflição, né? Porque na medida que as minhas expectativas elas estão centradas naquilo que é transitório, que que vai acontecer, né? As perdas são naturais, né? perda da das questões dos bens, a própria a própria saúde física que com o envelhecimento, né, a gente vai vai diminuindo as as possibilidades, as forças e se a gente não tem entendido isso, a gente vai sofrer muito mais. Então, a continuidade da vida, ela nos possibilita viver e conviver aqui de uma forma muito mais tranquila. E como diz lá no texto, uma luz inteiramente nova passou a clarear as suas ideias, né? Isso é interessante perceber que o espiritismo nos faz com que a gente possa eh clarear as nossas ideias e fazer uma leitura diferenciada da vida, né? Um outro ponto que que ele faz ele faz uma pergunta a respeito da doença, né? Que tá tinha uma tinha uma uma dificuldade física, né? Ele pensava em algo grave e aí o pai diz diz para ele que não era, né? E aí é o recado, deixa a natureza agir, confia. Essa é a mensagem que os espíritos nos nos trazem também. Ah, um outro ponto que é importante destacar aqui, que além da gente perceber melhor o sentido das dificuldades, dos obstáculos, nós passamos entender uma utilidade, né, que a prova ela não é apenas justa, porque justo nos remete uma questão de justiça

ue além da gente perceber melhor o sentido das dificuldades, dos obstáculos, nós passamos entender uma utilidade, né, que a prova ela não é apenas justa, porque justo nos remete uma questão de justiça e às vezes a gente associa justiça com punição, com castigo, né, que é um equívoco nosso, né, no sentido de utilidade, porque a prova tem uma utilidade que é pro nosso nosso aprendizado, que é pro nosso desenvolvimento, que é pro nosso crescimento. Então, o quanto a perspectiva da quantidade da vida pode mudar a nossa a nossa vida, a forma com que gerimos a nossa existência, mas isso é algo que depende de nós. Não basta apenas conhecer, a gente precisa vivenciar tudo isso também. >> Nós temos assim excelentes comentários, não é? Lembrando aqui, eu vou trazer um comentário bem sensível, bem do coração que está dentro desse tema que nós estamos conversando. A nossa irmã Estela Mares diz assim: "Queridos irmãos, estou me esforçando para ter o merecimento de quando fizer minha passagem possa me encontrar com a minha filha através dessa doutrina maravilhosa, estudando, me dedicando. Sei que ela está bem, eu preciso me melhorar para ter esse merecimento. Olha que beleza, né? a compreensão aqui da da reforma íntima como uma chave para que se haja se tenha possibilidade de acesso a partir do próprio equilíbrio aos seres amados dentro de uma visão mais ampla de quem entende que a educação da alma é que garante uma condição de serenidade e esses encontros felizes. A nossa querida Eline Cota, lá de Canoas, nossa companheira também da área de estudos da FERGs, o seguinte: "Uma provocação a nós mesmos. Estamos esperando quais evidências para nos entregarmos à ação do bem, né? Nós já temos, eu lembrei do Paulo aqui, Eline, já vós tendes, Paulo, o apóstolo, vós tendes salmo e doutrina. Faça-se de tudo, portanto, para edificação. Mas, amigos, a gente tem um aspecto que é importante aqui considerar também trazido nos comentários. AT T me lembra algo que a gente passou rapidamente, mas é importante deixar

tanto, para edificação. Mas, amigos, a gente tem um aspecto que é importante aqui considerar também trazido nos comentários. AT T me lembra algo que a gente passou rapidamente, mas é importante deixar registrado, que a base metodológica do espiritismo, no que diz respeito às reuniões mediúnicas, está essencialmente em o livro dos médiuns. E Kardec não se furta de não recomendar reuniões mediúnicas abertas ao público, muito menos sessões de psicografias e entes lotados com as várias motivações possíveis que as pessoas procurem. Para que o fenômeno seja autêntico, para que o fenômeno traga realmente algum esclarecimento ao consolo, é preciso ter conhecimento, ter as condições adequadas. A gente lembra muito bem que aprende com Kardec no livro dos médiuns que uma comunicação para que se dê não é com agendamento, não. Ela no mínimo tem três questões que Kardec destaca. Primeiro, a permissão de Deus. Segundo, a condição e a disponibilidade do espírito se comunicar. E terceiro, a possibilidade do médium. Porque médium não é um sapato velho que um pega e toma. axitena no fenômeno mediúnico, sintonia afinidade. Então, o que que a gente sugere aqui? retomando algo que já foi dito nesse nosso encontro, aqueles nós que temos o coração por demais sensibilizado pelo luto, que nós procuremos o apoio psicológico, mas também o apoio da doutrina a partir das reuniões dos centros espíritas sérios de de atendimento espiritual, onde a gente ouve a palestra, pode participar de um atendimento fraterno, conversar com alguém sobre a nossa dor que é legítima. luto é uma experiência legítima da criatura humana e que nós possamos estudar a doutrina espírita, porque ela vai ampliando o nosso horizonte e nos trazendo uma tranquilidade a partir da compreensão da imortalidade da alma. E eu queria lembrar que o mundo espiritual não é lá, é aqui também. E nós estamos em relação permanente com os espíritos. E durante o sono não raro, os benfeitores espirituais patrocinam nessa experiência de desdobramento natural,

o espiritual não é lá, é aqui também. E nós estamos em relação permanente com os espíritos. E durante o sono não raro, os benfeitores espirituais patrocinam nessa experiência de desdobramento natural, encontros confortadores comos nossos seres amados, quando é útil, quando é necessário para que nós sigamos em frente na luta por aqui e eles possam dar encaminhamento às aprendizagens necessárias na vida espiritual. Falando em aprendizagem, meus amigos, o que mais vocês destacariam dessas lições que nós estudamos hoje, esses registros preciosos de Allan Kardec? E aí começamos pela Tana mais uma vez e vamos em frente. >> Bom, o principal eh lição, né, e reflexão que nos traz aqui Kardec é que isso funciona como um guia prático pra gente, né, mudar a postura diante do cotidiano. Acho que um é um das principais características que nos traz a reflexão esses dois textos, né? O amor como elo real entre as partes, né? Entre entre encarnados e desencarnados, entre espíritos, porque todos nós somos espíritos, né? Alguns em corpo carnal, outros já na no plano espiritual. Mas isso é uma lição que nos traz, né? saber que que os nossos entes continuam ali nos amando e nos acompanhando também. A lei de causa efeito, como já bem colocado aqui pelos colegas, né, no diálogo, principalmente ali no segundo caso, que fica claro que não é um julgamento divino, não é um castigo, é consequência natural, né? E o texto nos diz, ele e e o espírito nos diz: "Se fazes o mal, sofrerás as consequências. Se fazes o bem, avançarás, né? O valor educativo que traz a dor, né? É, é difícil às vezes a gente compreender, mas a dor nos faz realmente ter esse caráter educativo, nos reeducarmos através de um de um problema, enfim, que nos traz esse sofrimento, que é uma prova a ser suportada com paciência, com abnegação, né, que são oportunidades de fortalecimento e purificação do espírito. A morte como uma mudança de estado e não de de essência, né? Nós não mudamos as essências, nós só mudamos o estado. Eu costumo dizer que a gente

rtunidades de fortalecimento e purificação do espírito. A morte como uma mudança de estado e não de de essência, né? Nós não mudamos as essências, nós só mudamos o estado. Eu costumo dizer que a gente muda como se a gente fosse fazer uma viagem, né, e o familiar ficasse em outro estado, em outro lugar, né, que e aí traz Kardec nos mostra que o caráter e as convicções nos acompanham, porque ali o pai do do Jorges, que é o segundo caso, continuou racional, mas expandiu a visão, né? expandiu a sua visão, descobriu e e aceitou o espiritismo porque entendeu o que realmente era importante, né? E a vigilância dos pensamentos, eu acho que esse é o principal, né? A gente tem que vigiar os nossos pensamentos para que a gente possa realmente aí trazer vibrações que determinem quais as companhias espirituais nós atraímos pro nosso dia a dia, o que que nós queremos paraa nossa vida, o que que nós traçamos pro nosso destino, né? A utilidade dos textos é realmente transformar o medo da morte e entusiasmo pela vida, né? Esse entusiasmo de continuidade, focando realmente no que nós vamos daqui, o bem que fazemos e o conhecimento que a gente adquire ao longo da nossa jornada. Em resumo, enquanto o primeiro caso nos consola pelo sentimento, né, e o segundo nos consola pela razão, substituindo então esse vazio do materialismo que a gente vive desenfreado pela esperança de uma vida futura, ativa e consciente. Acho que esse é o principal que nos traz os casos. >> Muito bom. E os cavaleiros aí? Vamos lá. Tendo então trazendo meu ponto de vista em relação à à construção que a gente fez de hoje, esses dois textos, né, que que compõe esse artigo são um uma convocação à fé raciocinada que Kardec tanto nos traz. Lembrando que a vida não tem fim, que a morte é uma transição. Ensega-se a vida do corpo físico, porém o espírito segue. E Deus nos traz mecanismos para que a gente possa manter esse contato de maneira perene entre o plano material e o plano espiritual. E nós precisamos aprender a nos utilizarmos

porém o espírito segue. E Deus nos traz mecanismos para que a gente possa manter esse contato de maneira perene entre o plano material e o plano espiritual. E nós precisamos aprender a nos utilizarmos desses mecanismos para que possamos acerenar os nossos pensamentos, acalmar os nossos corações, trabalhar os nossos sentimentos para que assim possamos seguir as nossas existências aqui no plano material, de acordo com as previsões que nós mesmos ajudamos construir antes de reencarnaros. Temos na doutrina espírita um manancial enorme de conhecimentos que é importante nós procurarmos compreender e vivenciar para que através da doutrina dos espíritos nós possamos seguir um rumo reto nas nossas experiências. Lembrando que o Cristo nos convoca a passarmos pela porta estreita. E para isso nós precisamos trabalhar muito os nossos sentimentos, precisamos trabalhar as nossas virtudes e muito disso passa pela compreensão intensa e profunda daquilo que o Cristo nos ensina e de que os bons espíritos nos trazem. Temos aqui na revista espírita, já que é o o tema do nosso trabalho aqui por por longos meses daqui paraa frente, né, Vini? >> Uhum. Temos um uma fonte muito rica de conhecimento que é importante nós nos aprofundarmos, que vai nos ajudar nesse projeto de transformação íntima e de ampliação de conhecimento que é tão necessário para todos nós. Obrigado, >> Cleto. Só considerar também um aspecto, né, como o Jeferson falou, que a raciocinada, a gente compreender as coisas. E um ponto que eu que eu não lembrei de falar antes, né? Por que que mesmo a gente sabendo que que a morte não mata a vida, que a gente vai continuar vivendo, por que que nós somos impactados tanto? Por que que a gente sente bastante? Isso também faz parte da estratégia divina para porque isso é educativo para nós, né? Então nós precisamos sentir porque se nós não sentíssemos, nós não iríamos valorizar a presença das pessoas na nossa vida. Então essa é a lição. Eh, nós precisamos sentir esse impacto, essa dor para

? Então nós precisamos sentir porque se nós não sentíssemos, nós não iríamos valorizar a presença das pessoas na nossa vida. Então essa é a lição. Eh, nós precisamos sentir esse impacto, essa dor para valorizar a presença das pessoas na nossa vida, né? O quanto nós precisamos do outro, né? Então, quando se a gente tivesse sentindo isso, né? Não, no sentido de não se culpar também, eu não deveria sentir, a gente vai sentir e é preciso que a gente sente. Porque se a gente não sentíssemos, se não sentíssemos a morte do outro, nós estaríamos muito embrutecidos, né? Então, se alguém está vivendo essa experiência do luto e e talvez com dificuldade de vivenciar essa experiência, né, isso faz parte da do processo nosso de aprendizado, né, da gente eh ser impactado para que isso gere uma mudança, gere uma transformação. E para finalizar, uma frase que até nós conversamos, Vine, nos bastidores aqui, que é uma frase muito bonita, né, da mensagem do pai pro filho que diz dizendo assim: "Cada vez que um impulso te conduzir ao bem sou eu, serei eu a inspirar-te". É, eu é o amor, é a amorosidade daquele que parte, que continua, né, firme a nos orientar, a nos guiar, a estar conosco, né? E a gente precisa também valorizar isso, né, nas nossas preces, agradecer a eles, porque às vezes a gente não consegue dimensionar o quanto eles nos ajudam, o quanto eles estão próximos, né? Então, quanto mais a gente agradecer essa presença também é fundamental. >> Muito bem, meus amigos, nós estamos nos aproximando da finalização do nosso programa, não sem trazer uma frase de Kardec também como lição paraa nossa vida. Kardec encerra essa sessão, esse artigo, uma conversão dizendo assim: "Para o observador atento, tudo tem uma importância e é assim que a cada passo encontra a confirmação das grandes verdades ensinadas pelos espíritos". Temos aqui bastante material de estudo, reflexão. Sintam-se sensibilizados, amigos que nos acompanham, para ler, estudar a revista espírita. E eu vou dar um spoiler aqui rapidamente antes da

píritos". Temos aqui bastante material de estudo, reflexão. Sintam-se sensibilizados, amigos que nos acompanham, para ler, estudar a revista espírita. E eu vou dar um spoiler aqui rapidamente antes da gente dar o nosso tchau. Nós temos dia 2 de abril, encontro marcado, o programa mudou para as 21:30. Então começamos um pouquinho mais tarde. E o tema é um tema instigante, médiuns julgados. Esperamos todos então dia 2 de abril no nosso próximo encontro. Obrigado meus amigos pela participação, contribuição de vocês. Obrigado os que estiveram em casa nos acompanhando. Uma boa noite a todos. Fiquem com Deus. Dê uma pausa nos ruídos do mundo. >> É assim então que aí os ensinamentos de Jesus voltam com toda a força a partir dos preceitos da [música] doutrina espírita. Todos somos aqui chamados ao processo de autoeducação, [música] de autoiluminação como prática existencial. [música] >> Os espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais [música] nem em poder, nem em inteligência. >> Ferges no Spotify. Sintonize e reflita.

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