13º Congresso Espírita do RS | 2º Dia | Manhã
De 17 a 19 de outubro de 2025, o 13º Congresso Espírita do RS debaterá o presente à luz da vida futura! Confira a programação deste sábado: 📍 7h30 – Recepção 📍 7h55 às 8h20 – Abertura, Prece e Momento de Arte 📍 8h30 às 9h30 – Painel 01 Tema: A certeza da imortalidade da alma: contribuições da mediunidade com Jesus e Kardec Palestrante: Jacobson Trovão 📍 9h35 às 10h35 – Painel 02 Tema: Educação para a vida imortal Palestrante: Eulália Bueno 📍 10h35 às 11h25 – Intervalo e Momento de Autógrafos 📍 11h30 às 12h30 – Painel 03 Tema: A Justiça Divina segundo a Doutrina Espírita Palestrante: Alessandro de Paula 📍 13h00 – Momento de Autógrafos 📍 14h00 às 14h15 – Abertura e Momento de Arte 📍 14h15 às 15h15 – Painel 04 Tema: A literatura espírita e a educação dos sentimentos Palestrante: Maria Elisabeth Barbieri 📍 15h20 às 16h20 – Painel 05 Tema: Espiritualidade e saúde integral: um olhar desde a vida futura Palestrante: Cezar Braga Said 📍 16h20 às 17h20 – Intervalo e Momento de Autógrafos 📍 17h30 às 18h30 – Roda de Conversa Participantes: Sandra Borba, Eulália Bueno, Jacobson Trovão e Alessandro de Paula Mediação: Vinícius Lousada PIXABAY LICENSE CERTIFICATE ============================================== This document confirms the download of an audio file pursuant to the Content License as defined in the Pixabay Terms of Service available at https://pixabay.com/service/terms/ Licensor's Username: https://pixabay.com/pt/users/clavier-music-16027823/ Licensee: marciaalb Audio File Title: Awakening - Calm Piano Music Audio File URL: https://pixabay.com/pt/music/cl%C3%A1ssico-moderno-awakening-calm-piano-music-350549/ Audio File ID: 350549 Date of download: 2025-09-24 22:03:40 UTC Pixabay, a Canva Germany GmbH brand Pappelallee 78/79 10437 Berlin Germany Pixabay is a user-contributed stock content website. The above-named Licensor is responsible for this audio file. Pixabay monitors uploaded audio files only to a reasonable extent. Pixabay cannot be held responsible for the acts or omissions of its users and does not represent or warrant that any required third-party consents or licenses have been obtained. For any queries related to this document please contact Pixabay via info@pixabay.com. ==== THIS IS NOT A TAX RECEIPT OR INVOICE ====
Bom dia, Dia pessoal, sejam todos muito bem-vindos ao nosso segundo dia do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, que está acontecendo na PUC em Porto Alegre, aqui no salão de atos. E hoje nós teremos um dia de muito aprendizado. Eu sou o Diogo Carboneira, eu tenho cabelo, barba e olhos castanhos e estou vestindo a camiseta preta promocional do congresso. E ao meu lado a minha colega Eduarda Duda. >> Isso. Muito bom dia, gente. Espero que estejam todos muito bem, recuperados, né? Com seu cafezinho à mão. E eu sou então a Eduarda ou a Duda, né? Eu estou vestindo também uma camiseta preta promocional do nosso congresso. Tenho cabelos ruivos, a pele clara e muito feliz de estar aqui com vocês na manhã de hoje com muita arte, né, Diogo? Exatamente. A gente já começa muito bem a nossa transmissão. Para você que nos assiste em qualquer lugar do mundo, para quem já tá também acompanhando aqui presencialmente no auditório e nos em todos os ambientes aqui do salão de atos do prédio 40, a gente vai trazer dois convidados muito especiais para falar da música tema do nosso congresso. Sejam muito bem-vindos, Astrid e Guga. Vamos começar com o teu bom dia, Astrid. >> Bom dia, pessoal. Ai, gente, coisa boa tá aqui nesse ambiente maravilhoso. A gente tem flashbacks do último congresso também que teve esse esquema do podcast que foi muito legal, então é muito massa poder estar aqui conversando com vocês. Bom dia, >> Guga. Bom dia. Bom dia, amigos. É, fazendo autodescrição, né? Eu tenho cabelos grisalhos, pele clara, olhos castanhos, tô vestindo uma jaqueta jeans e uma camisa azul. E a minha autodescrição, então, tenho cabelos castanhos, olhos castanhos, pele clara e tô utilizando camiseta roxa promocional do congresso. >> Isso é a do spoiler. >> Isso, essa mes >> spoiler. A vida continua. >> A mesma dessa xícara aqui, ó. Mesmo parecida a estampa, né? Aqui. Isso. Aí, >> muito bem. A Astrid estava falando, né, que no ano passado vocês participaram também, inclusive na transmissão do
nua. >> A mesma dessa xícara aqui, ó. Mesmo parecida a estampa, né? Aqui. Isso. Aí, >> muito bem. A Astrid estava falando, né, que no ano passado vocês participaram também, inclusive na transmissão do sábado, vocês já começaram cantando a música da edição anterior do congresso. No no na edição de 23, nós estávamos com o estúdio no meio, né, do do centro todo de de eventos e hoje nós estamos num local um pouco mais reservado aqui e aguardando da mesma forma vocês dois se apresentarem com a nova música do congresso, que é a super nova. Vamos saber o que que é a super nova, né Duda? >> Vamos saber hoje. E a Astrid então vai tocar para nós. E você aí de casa acompanha cantando, acompanha vibrando com a gente que com certeza até domingo todo mundo sabe a letra, né? Vamos lá. >> Então, vamos lá. >> Adormecer para despertar a certeza de que a vida vai continuar. me entender como imortal, educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dureção. Pequenos instantes em meio à imensidão da existência infinita, vida nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim imortal. É o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou supernova que insiste em evoluir. >> Aê! >> Maravilhoso. Maravilhoso. Agora a gente quer saber um pouquinho como é que foi chegar até esta beleza para os nossos ouvidos. Porque a partir da composição que foi feita por ti, né, Astrid, eh, como é que foi assim? Você recebeu o tema do congresso? Como é que a partir daí >> desenrolou até chegar nessa bela canção? >> Pois é, na verdade, se eu contar para vocês que eu nem sabia o que super nova significava, vocês não acreditam, né? Acho que muita gente, >> nossa, muita gente não sabia, né? o que que esse termo significa assim, e eu lembro que eh nessa nesse momento assim que a gente descobriu, né, o tema do congresso e soubemos sobre o que que o pessoal ia falar, o que que ia ser tratado durante o nossos nossos encontros, eh vocês sabem, né, que o meu pai ele escreve poesias também de vez em
é, o tema do congresso e soubemos sobre o que que o pessoal ia falar, o que que ia ser tratado durante o nossos nossos encontros, eh vocês sabem, né, que o meu pai ele escreve poesias também de vez em quando e tem algumas músicas que a gente já fez em conjunto, que ele escrevia a letra e eu fazia a parte musicada. >> E aí ele ficou, se sentiu inspirado também. Ele também tá trabalhando aqui no congresso, na área do atendimento espiritual, né, do AEC, do atendimento espiritual Centro Espírita. Que >> demais >> isso. E aí ele se sentiu inspirado com o tema e escreveu uma poesia e me mandou. E aí a poesia começava assim: "Ah, não sei o que da extinção de super novas, ah, não sei o quê". E eu, opa, que que é isso, né? Que que significa super nova e tal. E aí fui pesquisar e justamente é isso, né? Essa explosão massiva que tem quando uma estrela chega ao fim da sua vida. E aí eu pensei: "Nossa, que poético isso, que bonito esse termo super nova". E aí a partir dessa poesia que ele fez, sem pretensão nenhuma, assim, se sentiu inspirado, um dia escreveu a poesia, me mandou, né, para dizer: "Olha que eu escrevi aqui e tal". E aí eu me senti inspirada com aquele termo, com aquele nome. E aí pensei: "Nossa, é isso, né? Tem tudo a ver com a nossa vida, com o momento em que a gente desencarna essa explosão da nossa evolução, né? o nosso trilhar, nosso caminho eh evolutivo, enfim, tem tudo a ver com esse processo de renovação da gente, né? Destruição e renovação do nosso corpo físico, mas renovação do espírito. E aí surgiu a partir do termo supernova mesmo, todo o esquema para escrever a música toda. E aí eu e o Guga trabalhamos em conjunto, né, na escrita da letra também. É, o refrão veio assim mais fácil da eu pensei, Guga, não tô conseguindo escrever o resto da música, a gente vai ter que trabalhar juntos para fazer isso acontecer. E aí em tardes incansáveis lá na casa do Guga, a gente ficou em cima e aí surgiu a >> foram horas e horas assim tentando descobrir >> quais os caminhos pra Astrid de escrever
ara fazer isso acontecer. E aí em tardes incansáveis lá na casa do Guga, a gente ficou em cima e aí surgiu a >> foram horas e horas assim tentando descobrir >> quais os caminhos pra Astrid de escrever a letra, né? E eu ficava só dando pitaco, né? Eu falava: "Vas, quem sabe isso, quem sabe aquilo". e ela anotava e e olha só que legal essa informação. E a gente ia conversando, né? >> Só que chegou um momento que a gente tava meio mais ou menos eh empacado, né, digamos assim. >> Ah, sim. >> E um dia eu tava no carro dirigindo e vem aquela ideia mágica, sabe? Momento >> aquela que às vezes vem no banho, né? >> Naquele momento em que a gente não tem como escrever e anotar, né? >> Isso aí. Isso aí. >> Eu sei que logo que eu pude, eu eu gravei um áudio para Astrid e falei: "Astrid, olha só, tem alguns temas que são interessantes, esse, esse, esse e aquele". Ou seja, só pitaco. Daí a Aside, né, com toda a sua, né, capacidade de decomposição, ela ela continua a letra e depois chegou com uma outra parte. Isso. >> E finalmente a super nova nasceu. Pronto. Mas ela, mas ela só tinha o refrão ainda, né? >> Isso é no início só tinha o refrão mesmo. É a música a gente foi construindo aos poucos, assim como a harmonia, né? Os acordes, tudo. A gente sentou, pensou, tá, mas o que que pode ser aqui? Tinha harmonia só do refrão também, melodia só do refrão. E a partir disso a gente vai construindo, que justamente o refrão é onde se fala sobre a supernova, né? Sobre o tema central. Então, a partir dali se ramificou pro resto da música. >> Sim. É. E o refrão ele representa a síntese, né, da música e do da temática do congresso. E só uma informação aqui, a mais especial que chegou para nós, temos Minas Gerais nos assistindo, São Francisco de Assis aqui no Rio Grande do Sul, >> Itaqui, Caxias do Sul também, Osório, um abraço para todos vocês que nos assistem e Duda, a gente tava aqui ouvindo a Astrid de Oguga falando sobre também a montagem da parte da trilha da música, né? Como é que foi isso? Tá, eh,
, Osório, um abraço para todos vocês que nos assistem e Duda, a gente tava aqui ouvindo a Astrid de Oguga falando sobre também a montagem da parte da trilha da música, né? Como é que foi isso? Tá, eh, chegamos a todo esse processo, letra pronta, completa, né? Não só o refrão. A partir daí, vocês como é que fazem? Vão para estúdio, vocês conversam, fazem vários encontros. Olha, eu acho que essa melodia cabe bem aqui. Como é que funciona esse processo para quem entende pouquinho ou quase nada de música, assim que nem eu? Uhum. >> E aí, >> quer que eu diga? É, então e o Guga tem na verdade um home studio, o que facilita bastante, né? O home studio é o equipamento necessário para um estúdio em casa, né? Então a gente faz as coisas mesmo, né? A gravação da última música do último congresso também a gente fez nesse formato assim. Então a gente grava por partes, na verdade. O Guga primeiro teve umas ideias de guitarra, né, para gravar. E aí ele gravou algumas coisas, alguns eh rifs que a gente diz, né, que é umas melodiazinhas na guitarra e foi recortando e colocando. E aí depois veio a minha parte, a gente fez os vocais, né, daí gravei as vozes e a gente vai indo assim, vai acrescentando aos poucos os instrumentos, faz uma estrutura meio e rústica, digamos assim, né, da música com uma bateria, a guitarra e a voz. Isso, um rascunho. E se vai acrescentando coisinhas em cima, né? os detalhezinhos que fazem a diferença. >> É. E amigos, olha só quem tá mais com a gente aqui. Floripa, Deutônia e Rio Grande. Então, muito bem-vindos, gente. Mandem aí seus comentários que a gente vai ficar acompanhando aqui. >> Pessoal de Salvador também, Duda. Salvador na Bahia, Araçatuba, sejam muito bem-vindos. Capão da Canoa, no litoral gaúcho. Sejam todos muito bem-vindos à nossa transmissão, segundo dia do congresso. Lembrando, né, pessoal, hoje serão dois links. Então, você está assistindo já o primeiro link que é o da manhã e à tarde ali na transição da manhã paraa tarde nós faremos a troca por um novo link para
Lembrando, né, pessoal, hoje serão dois links. Então, você está assistindo já o primeiro link que é o da manhã e à tarde ali na transição da manhã paraa tarde nós faremos a troca por um novo link para você acompanhar ininterruptamente o nosso congresso. Porque assim, né, pessoal, o pessoal da arte aqui sabe, né, e quando termina um painel ou depois da apresentação da arte lá no no teatro, a gente continua aqui do estúdio, né, com entrevistas e com pessoal aqui da da arte agora, mas também vai vir os painelistas, né? A gente sempre tem o plus aqui no estúdio, né, Duda? Isso, com certeza, amigo. A gente sempre traz convidados especiais e aqui é o momento pra gente justamente aprofundar, né, certas temáticas e e curiosidades até mesmo, né, da desse processo de criação eh do congresso. E hoje a gente tá aqui com a com a Aset e com o Guga, que estavam falando justamente desse rascunho, desse processo musical. E a gente lembrou aqui antes de estar ao vivo da música muito especial do antigo congresso, né, do congresso anterior. Então a gente queria pedir para ti, Astrid também tocar um pedacinho, né, dessa música para nós tão especial do Sol do Novo Tempo para nós. >> Claro. Os novos tempos estão chegando. Provenes da mudança dentro de nós. O compromisso bate a nossa porta. Basta dar ouvidos à aquela voz que vem de dentro do peito, onde o evangelho do Cristo nasce no horizonte a cada amanhecer com o sol que existe. em nós. É preciso deixar crescer a mudança dentro do coração. Sonhar, construir e viver. Um mundo de regeneração. >> Lindo, lindo, lindo. Astrid, a gente quer só aproveitar aqui informar o pessoal que tá nos assistindo e também você que tá no auditório. Desde ontem à noite, a cidade de Porto Alegre, capital gaúcha, tá enfrentando algumas dificuldades em relação à energia elétrica e por isso nós tivemos ontem e de forma externa uma dificuldade também que afetou aqui a nossa transmissão. Então essa dificuldade ela persiste ainda aqui na capital e por isso nós agradecemos a compreensão. Se por acaso
os ontem e de forma externa uma dificuldade também que afetou aqui a nossa transmissão. Então essa dificuldade ela persiste ainda aqui na capital e por isso nós agradecemos a compreensão. Se por acaso houver algum corte ou algo parecido, você que tá no auditório, se houver alguma queda de iluminação, a gente peç pede que vocês cuidem os degraus, né? Que a gente, caso estejam caminhando no momento, mas a princípio a gente tá aqui na torcida para que nada aconteça, né, Duda? E que a gente tenha aí um segundo dia de congresso muito especial, assim como foi ontem. Com certeza, amigo. E aproveitando para dar as boas-vindas para São Paulo, Goiânia, todo esse pessoal que tá junto aí com a gente, a gente pede a vibração de vocês, né, onde vocês estiverem aí no no nosso Brasil, no nosso planeta, para que a gente consiga eh dar continuidade aí ao nosso ao nosso congresso, né? >> Tramandaí, Erexim, Santo Ângelo, pessoal que tá chegando agora, sejam todos muito bem-vindos também. Bom, a gente ouviu agora a música do congresso passado, né, que assim como a desse congresso, ela nos traz algo assim, ela ela toca. Ontem a gente falou um pouquinho com o pessoal da arte também sobre essa esse impacto que a arte espírita causa na gente, né, nos nossos sentimentos. E o congresso, ele é a culminância desse desse sentimento assim na prática para quem tá aqui, para quem nos assiste, né? Então, eu queria que vocês falassem um pouquinho da música, né, como esse elemento chave para despertar na nossa alma algo melhor, algo diferente. arte, ela tem essa capacidade, né, de eh ao mesmo tempo trazer a mensagem da doutrina espírita, trazer histórias de que nós vivemos no dia a dia, né? Fazer essa ponte entre o que a doutrina nos explica o nosso dia a dia, a nossa vida e toda a transformação que ela é capaz de proporcionar. Porque o que que acontece no momento que a gente eh toma contato com a arte, aí nós nós já não estamos mais no campo apenas da razão. E aí o coração sente >> e fica tudo mais fácil de entender tudo
r. Porque o que que acontece no momento que a gente eh toma contato com a arte, aí nós nós já não estamos mais no campo apenas da razão. E aí o coração sente >> e fica tudo mais fácil de entender tudo aquilo que a gente lê, tudo aquilo que a gente estuda. Então, por exemplo, a questão da música tema, a eh, pelo menos a gente, né, a gente tava comentando aí a, né, >> quando a música tema fica pronta, parece que daí o congresso se materializou pra gente, sabe? E a gente pensa, tá, agora a gente já tá dentro do congresso, porque traz, como vocês estavam falando, né, traz todos esses temas, a gente estuda todo o projeto que é feito, né, >> a gente estuda esses temas que serão abordados no congresso, tenta traduzir isso de uma forma poética. >> Uhum. tenta fazer com que a música eh crie toda essa ambiência para que esse tema eh toque os corações. Então, por exemplo, astde ela traz a harmonia, traz os acordes, traz a melodia. a gente faz esse essa estrutura inicial durante a gravação com a letra, com a melodia e os acordes e aí passa para uma para uma nova fase que é o arranjo, para que cada frase, cada momento da letra traga eh crie um sentido. Então, por exemplo, se a palavra é feliz, às vezes a gente tenta colocar um acorde maior, né? Se precisa, ela precisa ter uma certa dinâmica e e ir crescendo, a gente tem que buscar a instrumentação correta para chegar nesse nesse ponto em que >> vai criar a aquele suspense, né? Então tinha teve até uma partezinha que eu saí ali do do da nossa gravação e quando eu voltei a Astrid tava sorrindo, eu falei assim: "O que que aconteceu?" Astrid, >> fiz uma coisa. Meio aqui a inspiração >> é porque tinha um partes ainda que estava em brancas em branco assim na na gravação, né? >> E precisava ter um toque de algo que tava faltando. Daí quando eu voltei a AS a tinha colocado um violino ali. Bem bem quando vai entrar o refrão, não é isso? >> É. No último refrão, se vocês estiverem escutando a música, né, e perceberem, tem uma uma frase ali de cordas, né,
S a tinha colocado um violino ali. Bem bem quando vai entrar o refrão, não é isso? >> É. No último refrão, se vocês estiverem escutando a música, né, e perceberem, tem uma uma frase ali de cordas, né, cordas friccionadas, que aí é a orquestra, né, violino, violoncelo, é viola, essas coisas assim, contrabaixo. A gente gosta bastante de colocar na música do congresso passado, a gente também fez isso. E aí tem uma frasezinha ali que dá a entender que vai iniciar o refrão novamente, mas são essas pequenas coisinhas assim que dão o toque especial, né? >> Que parece que vem uma inspiração e aquilo cabe perfeitamente onde a gente não imaginava que que poderia acontecer, né? >> E tem e tem a coisa da memória afetiva também, né, Guga? Eu acho que quando a gente fala de música, é, todo mundo tem uma música que escutava na infância e quando a gente escuta aquela música em outro momento da vida, a gente lembra de coisas boas que a gente passou, né? Momentos ali que a gente vivenciou com essa música. Eu acho que a música do congresso traz a mesma coisa, né? A gente escutar ela anos depois, a gente vai lembrar de todos aqueles momentos que a gente teve aqui, conversando com as pessoas, assistindo as palestras, participando dos momentos. E >> é interessante observar que é o próprio processo musical é poético, né? de Então a gente pede para que a gente relembre a música novamente para quem tá entrando agora, né, amiga, se tu puder tocar mais uma vez. >> Só antes, Duda, eu vou mandar um abraço para Taquari, né, o pessoal tá nos assistindo. As a Rio Pardo, né, produção, a produção tá dizendo aqui que Rio Pardo tá bem representado no chat também. E Pernambuco também, o estado aí do nosso nordeste do Brasil. Um abraço para todos e agradecer a presença de vocês, amigos da arte aqui, Astrid, Guga, que são partes importantes, né, como voluntários do nosso congresso. >> E vamos encerrar então a parte da manhã, né, amigo, com música AST, tudo contigo, super nova. Atenção, gente, são bom mesmo.
ga, que são partes importantes, né, como voluntários do nosso congresso. >> E vamos encerrar então a parte da manhã, né, amigo, com música AST, tudo contigo, super nova. Atenção, gente, são bom mesmo. Adormecer para despertar a certeza de que a vida vai continuar. me entender como imortal, educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dores são pequenos instantes em meio à imensidão da existência infinita. Vida nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim imortal. É o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou supernova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste evoluir. Sou super nova que insiste em evoluir. >> Muito obrigado, amigos. Bom, congresso. Mas e aí, prontos para mais um dia de aprendizados? >> Sim, eu estou pronto. Eu estou pronto. E vamos então para mais um dia de intensos aprendizados no 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Antes de começar, pedimos que os celulares sejam desligados ou utilizados no modo silencioso. Assim, vamos conseguir viver cada momento com mais atenção. Nesse sábado, seguimos com a nossa maratona de aprendizados. Lembramos a todos das medidas de acessibilidade do nosso evento. E para melhorar a experiência dos nossos irmãos com deficiência auditiva e visual, teremos o apoio das mãos amigas das nossas colaboradoras que farão a interpretação em Libras durante todo o evento. Também teremos a autodescrição de todos que subirem ao palco. E antes dos momentos de arte vocês ouvirão um aviso como esse, que vai sinalizar quando houver a audiodescrição das atividades que serão desenvolvidas a seguir no palco. Lembramos também que não é permitido tomar chimarrão no teatro. Deixemos esses momentos especiais para os intervalos. E agora, para começarmos nas melhores energias para as atividades que iniciarão, convidamos a coordenadora de infância da área de infância e juventude da FERGs,
momentos especiais para os intervalos. E agora, para começarmos nas melhores energias para as atividades que iniciarão, convidamos a coordenadora de infância da área de infância e juventude da FERGs, Bianca Dávila, para realizar a prece de abertura do evento. >> Bom dia a todos. Meu nome é Bianca, eu tenho pele clara, meus cabelos são loiros da altura dos ombros e estão soltos. Eu tô vestindo uma blusa lilá, manga comprida e em cima ao nosso colete do congresso. Então, que nesse instante possamos conectar o nosso coração a Jesus, trazendo a nossa mente, o rosto bondoso com o olhar brilhante que ele tem para nós. que ao lado dele possamos estar com a criança que de braços abertos nos espera para o abraço apertado. que possamos lembrar que Jesus é sempre nosso grande amigo e que assim então, com esses sentimentos deste amigo querido, possamos agradecer a espiritualidade amiga que neste final de semana nos recebe com muita alegria, com muita amorosidade, para que possamos relembrar o nosso propósito da nossa existência. Obrigada, espiritualidade amiga, por nos trazerem até aqui em segurança e nos auxiliarem cada dia da nossa vida a compreender um pouco mais sobre o que é ser espírito imortal, lembrando das nossas responsabilidades, da nossa tarefa e colocando em nosso coração a semente divina da perfeição. que nesse dia de hoje, que nesse final de semana possamos conseguir manter os nossos ouvidos abertos e o nosso coração em sintonia para que possamos absorver todos os ensinamentos e todas as reflexões. Que possamos voltar para nossa casa com as nossas energias renovadas, prontos pro trabalho no bem. e paraa nossa transformação íntima, a nossa transformação moral. Muito obrigada, querido Jesus. Que assim seja. Um bom evento a todos. >> Obrigado, Bianca. imagens. >> Agora vamos ter um momento de arte desta manhã que vai ajudar a conectar nossas mentes e corações com os temas que serão desenvolvidos durante o dia. Zelão exibe imagens de véus esvoaçantes que se movem lentamente nas cores
nto de arte desta manhã que vai ajudar a conectar nossas mentes e corações com os temas que serão desenvolvidos durante o dia. Zelão exibe imagens de véus esvoaçantes que se movem lentamente nas cores pastéis. Entra em cena a personagem Ema, mulher, pele clara, cabelos longos, castanhos escuros e cacheados presos, vestindo blusa branca com babado, manga e golas de renda. Saia verde clara, longa, faixa na cintura, branca com bordados brilhantes, sapatos pretos. Narradora Paula, pele clara, cabelos ruivos e ondulados. Entra no palco vestindo calça jeans, camiseta preta escrito Kardec e terninho cor-de-rosa. Iluminação do palco diminui gradualmente e o casal de cantores se posicionam no centro e no telão céu estrelado com nuvens brancas e ao centro um raio de luz. À direita escrito 13º Congresso. Vida futura, impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo. 17 a 19 de outubro de 2025. Fim da audiodescrição. เฮ เฮ Bom dia, sejam bem-vindos a mais um dia do nosso congresso. Venho falar do senhor Sanson. O Sr. Sanson, antigo membro da Sociedade Espírita de Paris, morreu no dia 21 de abril de 1862, depois de um ano de cruéis sofrimentos. Cumprindo o desejo do Sr. Sanson de ser evocado o mais cedo possível depois de sua morte. Alguns membros da sociedade foram à casa mortuária e na presença do corpo travaram um diálogo onde obtiveram a seguinte resposta a um dos questionamentos sobre o que se passou no momento da sua desencarnação. >> Parte-se a vida e à vista ou antes. A vista do espírito se extingue. Encontra-se o vácuo, o ignoto, e arrastada por não sei que poder, encontra-se a gente num mundo de alegria e grandeza. Eu não sentia nada compreendia e, no entanto, uma felicidade inefável me extaseava de gozo, livre do peso das dores. não morreu. Ele apenas despertou do sonho da carne. Paguei o preço proposto pela prova edificante e com o coração vivificado, cheio de amor, fui adiante. Nova luz me esclarecendo, me abrindo os olhos de ver e a clareza do espiritismo e proteção de Jesus para crescer.
proposto pela prova edificante e com o coração vivificado, cheio de amor, fui adiante. Nova luz me esclarecendo, me abrindo os olhos de ver e a clareza do espiritismo e proteção de Jesus para crescer. Dois. caminhada. evolutiva. O amor é força da vida. Pro instinto e sensações, aos sentimentos e emoções. O amor é só divino, que ilumina o caminho do ser evolução. O amor é a perfeição. Amor que nos guia, ação do bem que leva o ser mais além, que se instala na alma do ser. Só o amor pode fazer. O amor que nos guia a ação do bem que leva o ser mais além, que se instala na alma do ser. Só o amor pode fazer. เฮ O amor que nos guia ação do bem que leva o ser mais além, que se instala na alma do ser. Só o amor pode fazer o amor que nos guia. Ação do bem que leva o ser mais além, que se instala na alma do ser. Só o amor, só o amor pode fazer. Mais uma bela apresentação dos nossos artistas. Comunicamos que o 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul conta com o apoio de Piraí Alimentos e Arroz Prato Fino. >> Em caso de perda de algum objeto ou pertence pessoal, solicitamos que os interessados dirijam-se ao setor de credenciamento, onde está localizado o nosso ponto de achados e perdidos. Destacamos que já temos eh recebemos informações e que existem objetos à disposição do seu dono no referido setor. >> E da mesma forma, se você encontrar algum material durante o congresso, pedimos a gentileza de entregá-lo à nossa equipe de voluntários desse setor. Informamos também que a cidade Porto Alegre está sofrendo com quedas de energia. Faremos o possível para seguirmos com a programação. Assim, qualquer intercorrência em nossas atividades será em função disto. Agradecemos a paciência e a compreensão de todos. >> Amigos, queremos saber de vocês. Vocês já pensaram e imaginaram qual é o impacto de um simples copo de plástico na natureza? Pois é, Diego. A primeira vista eles podem até parecer inofensivos, mas na realidade o efeito deles é muito maior do que imaginamos. Amigos, como vimos, os copos
simples copo de plástico na natureza? Pois é, Diego. A primeira vista eles podem até parecer inofensivos, mas na realidade o efeito deles é muito maior do que imaginamos. Amigos, como vimos, os copos descartáveis podem parecer práticos, mas a longo prazo representam grande problema para o meio ambiente. Por isso, a FERGs convida a todos nós a repensarmos nossas práticas e adotarmos copos reutilizáveis a partir de agora. >> Nesse ano, vocês todos receberam copos retráteis e reutilizáveis que cabem na bolsa, na mochila, fáceis de levar para qualquer lugar. Juntem-se a nós e promovam boas práticas amigáveis à natureza na sua vida privada e no centro espírita. >> Toda ação em favor do cuidado com o planeta faz diferença. E nós, espíritos imortais temos um papel muito importante no mundo que queremos construir. >> E aí, Luía, pronta pra primeira palestra da manhã? >> Eu tô pronta. Então, vamos lá. >> Vamos lá. Amor de Jesus sobre todos. Verdade de Kardec para todos. Quando caminhamos com Jesus e Kardec, permanecemos em sintonia com o bem. Assim nos tornamos instrumentos capacitados para levar esclarecimento e consolo, não apenas no exercício da mediunidade, mas em todos os setores de nossas vidas. Para dar continuidade aos nossos aprendizados, convidamos Jacobson Trovão para conduzir o painel A certeza da Imortalidade da Alma. Contribuições da mediunidade com Jesus e Kardec. >> Jacobson Trovão é coordenador nacional da área de mediunidade do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Ele é autor do livro Psicofonia na obra de André Luiz. É apresentador do programa Estudando o Livro dos Médiuns pela FEB TV e é articulista da revista Reformador da FEB. Então, sem mais demora, é com vocês, Jacobson Trovão. Estimados irmãos, irmãs, queridos amigos, queridas amigas. Jesus nos abençoe. Para nós é uma imensa satisfação participarmos deste evento organizado pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul, podendo encontrar os amigos, os irmãos desta amada doutrina.
as. Jesus nos abençoe. Para nós é uma imensa satisfação participarmos deste evento organizado pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul, podendo encontrar os amigos, os irmãos desta amada doutrina. Quando tratamos da questão da mediunidade, há um evento, um fenômeno que nós consideramos sugêneres pela forma com que foi eh desenvolvido. Isso aconteceu com o médium Chico Xavier. Ele narra que certa vez estava psicografando uma mensagem de um jovem desencarnado para sua mãe que estava muito aflita. Então ele estava ali desenvolvendo a atividade de psicografia naturalmente quando chega um espírito e diz a ele assim: "Chico, nós estamos te aguardando numa reunião aqui próxima na dimensão espiritual, porque faltou um médium e nós precisamos de você. Então ele disse que recebeu autorização de Emanuel e se dirigiu a esta reunião. Chegando lá, quem coordenava essa reunião era Herculano Pires. Imediatamente, após breves cumprimentos, ele se sentou e começou a psicografar ao mesmo tempo, uma segunda mensagem também para uma mãe desencarnada, que não estava tendo contato ou condições de entrar em contato com o filho também desencarnado. A mediunidade é exercida na dimensão espiritual, porque os espíritos não têm muitas vezes facilidade de perceber uns aos outros em função da frequência psíquica. Então ele começou a psicografar consolando esta mãe que anseiava por uma notícia do filho desencarnado, como disse, ocorrido na dimensão espiritual. Quando terminou, Herculano Pires o cumprimentou, que já havia desencarnado há anos antes, e disse: "Chico, você agora entendeu o que é ser interexistente?" Então, Chico se lembrou que conversava muitas vezes com Herculano Pires sobre a questão da interexistência e ele disia, dizia que o médium tem esta possibilidade de vivência dupla em duas dimensões. Então, Chico disse que ficou meditando sobre a questão e conseguiu entender o que estava dizendo. que o fenômeno é extraordinário porque abre um capítulo totalmente novo em relação à compreensão
sões. Então, Chico disse que ficou meditando sobre a questão e conseguiu entender o que estava dizendo. que o fenômeno é extraordinário porque abre um capítulo totalmente novo em relação à compreensão das nossas possibilidades psíquicas e do que nós chamamos de mediunidade, porque ele estava psicografando ao mesmo tempo no plano físico e no plano espiritual. Ou seja, o corpo físico estava comandado obviamente pela mente de Chico e ele liberto do corpo em atividade espiritual. E aí nos diz Cortina, o que é ser interexistente? Na verdade, segundo Manuel Filomeno de Miranda, no livro Entre dois Mundos, ele menciona que nós vivemos duas dimensões ao mesmo tempo. Nós temos essa ilusão de que vivemos exclusivamente a dimensão física e que viveremos a dimensão espiritual somente depois da desencarnação. Não é a realidade. Porque na verdade nós não somos seres presos ao corpo físico. Nós somos ligados ao corpo físico com um grau de liberdade, de movimentação, ou seja, comumente diuturnamente, nas circunstâncias esperadas, nós nos afastamos do corpo físico. Então, Manuel Filomeno de Miranda menciona que a melhor expressão seria dimensões diferentes da vida e não mundos diferentes como o mundo material ou mundo espiritual. Porque às vezes a ideia de mundo dá impressão de algo distante e dimensão nos coloca numa compreensão melhor, porque aí nós vamos identificar que estamos em frequências psíquicas variadas, segundo a nossa realidade individual. Então, nós estamos existindo em duas dimensões ao mesmo tempo. Não temos, a maioria de nós, a condição de perceber em função do amortecimento que o cérebro provoca no espírito quando está encarnado. Então, o cérebro físico é um filtro que impede que se perceba com maior naturalidade a dimensão espiritual. Mas o ato de nós não termos muita consciência dessa dimensão espiritual não quer dizer que não estejamos interagindo ou sofrendo as influências dessa dimensão. É por isso que nós precisamos ampliar as vistas para entender o que realmente somos e a
essa dimensão espiritual não quer dizer que não estejamos interagindo ou sofrendo as influências dessa dimensão. É por isso que nós precisamos ampliar as vistas para entender o que realmente somos e a nossa condição reencarnatória para o melhor entendimento da nossa vida, que é uma vida de relação psíquica contínua. O espírito Emanuel chega a dizer que nessa comunhão de pensamentos que nós vivemos, que caracteriza a mediunidade como expressão de comunicação, nós ingerimos pensamentos. Isso é muito sério. Ou seja, nós estamos assimilando pensamentos continuamente e muitas vezes pensamentos que nos são sugeridos pela intuição e pela inspiração e que vamos acolhendo e pautando a nossa vida conforme essas ideias, sem oposição de de barreira ou de resistência, o que leva uma grave perturbação no nosso relacionamento. Porque o que é a mediunidade? Capacidade psíquica de comunicação. A mediunidade, ela está centrada num processo natural da mente humana de entrar em contato com outras mentes. E não somente na questão fenomenológica, como se diz. Ou seja, médium é aquele que psicografa, que tem uma vidência, que tem uma intuição. Essa é uma das expressões da chamada faculdade mediúnica ou sentido mediúnico que somos dotados. Porque a faculdade mediúnica é uma faculdade, é uma percepção multiforme. Existem muitas formas de percepção ou de manifestação ou de exteriorização, que não somente, por exemplo, a visão que nos dá apenas um tipo de percepção, uma capacidade de enxergar. A faculdade mediúnica, ela nos abre possibilidades bastante ampliadas e é exatamente essa capacidade psíquica natural no ser humano que nós chamamos de mediunidade, porque poderíamos chamar de qualquer outra coisa. Kardecu nome de faculdade mediúnica, o sentido espiritual ou sentido mediúnico da qual o ser humano é dotado. Por que é dotado? Porque todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica. Esse sentimento de que todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica é tão comum que nós fazemos uma prece e
? Porque todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica. Esse sentimento de que todos nós temos essa capacidade natural de comunicação psíquica é tão comum que nós fazemos uma prece e temos certeza de que a prece vai ser ouvida. Nós dirigimos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, a um bom espírito. Porque é que nós fazemos naturalmente uma prece? Todas as pessoas e todas as religiões fazem essa prece, porque nós sabemos que o nosso pensamento vai atingir o objetivo, aquele com quem nós estamos nos comunicando. Essa certeza natural é porque nós sabemos intimamente que temos a capacidade de exteriorização dos pensamentos. Embora não façamos isso de forma consciente ou em muitos ambientes não se crê nessa capacidade como uma realidade psíquica, mas não há uma pessoa que não faça uma prece. Por que que ela acredita na prece? Porque está gravado no nosso subconsciente. A nossa mente se expande. A nossa mente se comunica com outras mentes. A nossa mente entra em contato com outros com as quais nós nos sintonizamos e afinizamos. Então, a gente faz uma prece, tem aquela certeza, o exercício da prece que nós fazemos todos os dias é um exercício mediúnico, é uma atividade mediúnica, porque nós estamos entrando em contato com outra dimensão e captando de lá as forças, as ideias, as emoçõ que nos vão dar direcionamento no plano físico. Então, a a a consciência mediúnica é inata no ser humano, está gravado no nosso subconsciente. Mas a ilusão de que somos matéria nos impede de avançar nesse processo de maior domínio mental e ficamos então crendo que somos escravos do corpo físico. Quando nós somos senhores do corpo físico, é diferente. Nós é que determinamos e não somos determinados por causa da nossa possibilidade consciencial de determinação das funções psíquicas a partir da existência ou interexistência nossa em relação às diversas dimensões da vida. Então, é preciso que a gente saia dessa ilusão de que estamos apenas nos relacionando com seres físicos e as consequências são as mais variadas,
stência nossa em relação às diversas dimensões da vida. Então, é preciso que a gente saia dessa ilusão de que estamos apenas nos relacionando com seres físicos e as consequências são as mais variadas, porque a partir daí nós começamos a prestar um pouco mais atenção no que pensamos, no que sentimos, para não sermos teleguiados como somos a maioria. maioria de nós por mentes oportunistas que nos dominam. Então, nós somos seres que vivem em duas dimensões ao mesmo tempo, a dimensão material e a dimensão espiritual. Por que isso? Nós estamos mergulhados na dimensão espiritual. A dimensão espiritual é aqui, que é outra concepção que precisa ser eh eh ampliada de que o mundo espiritual é lá, espírito é lá, é aqui. Nós estamos dentro do mundo espiritual, porque o mundo espiritual é onde estão os espíritos. E os espíritos estão em todos os lugares. Aqui é o mundo espiritual. Então, nós estamos vivendo duplamente a a a condição física e nos relacionando com o mundo espiritual. Precisamos então começar a entender que esta dimensão está no nosso cotidiano, dentro do nosso lar. Muitas pessoas dizem: "Mas eu não percebo nada, eu não sinto nada". Não quer dizer isso que você não tenha capacidade mediúnica. você simplesmente não percebe, é diferente. Então, a dimensão espiritual é aqui. Muitas pessoas podem estabelecer dúvida. Se você tem dúvida de que a dimensão espiritual é aqui, você desencarne agora que você vai ver onde você tá. Isso é didático, por favor, apenas para reflexão. Mas para que se você se afasta do corpo, eu não vamos ser tão graves assim. Aqueles que já estão dormindo com a palestra estão vivendo mais de lá do que de cá, ou seja, está percebendo a realidade espiritual. Porque nós fazemos isso continuamente, mas não acreditamos. E o espiritismo vem nos abrir as percepções para a realidade existencial que nós temos. André Luiz menciona que nós, além das duas dimensões que nós temos ou que vivemos, a interexistência, nós temos três eh faixas de percepção. Nós temos a percepção física
ade existencial que nós temos. André Luiz menciona que nós, além das duas dimensões que nós temos ou que vivemos, a interexistência, nós temos três eh faixas de percepção. Nós temos a percepção física dada pelo corpo físico quando encarnados. a visão, audição, tato. Mas nós temos também a capacidade de percepção perespiritual, porque o perespírito é o órgão sensitivo do espírito. Então, nós percebemos também através do perespírito, não somente do corpo físico, porque o perespírito, ele se expande para além do corpo físico. Em torno de nós, há como que uma atmosfera perespiritual, que André Luiz chamou de aura. Esta aura nos permite também perceber a dimensão espiritual. Nós entramos em contato com os fluidos do ambiente que tecnicamente é chamado de psicometria, uma capacidade da qual o ser humano também é dotado. Então, uma pessoa entra num ambiente, sente bem-estar, no outro ambiente sente malestar, vai conversar com uma pessoa, sente algo agradável, com outra desagradável. O que é que está acontecendo? O seu perespírito está fazendo uma leitura dos fluidos ou do perespírito da outra pessoa, dos fluidos irradiados no ambiente. E com isso cria na sua mente uma ideia, uma imagem, uma visão, uma intuição, uma inspiração que a pessoa muitas vezes não percebe conscientemente, mas que lhe afeta emocionalmente, podendo inclusive gerar casos de depressão, de ansiedade, de nervosismo por causa do ambiente que está convivendo ou com as pessoas com as quais está convivendo. Porque os fluidos de um ambiente, segundo Allan Kardec no livro A Gênese, são mutáveis, são alteráveis segundo as nossas emoções. Então, nós temos fluidos que são extremamente agradáveis, nos trazem saúde. se frequentamos um ambiente saudável de oração, de bons pensamentos, em que se pratica o bem, a caridade, mas noutros ambientes de violência, de criminalidade, de sensualidade, os fluidos do ambiente ficam impregnados dessas imagens mentais. E uma pessoa que adentre esse ambiente pela capacidade perceptiva
as noutros ambientes de violência, de criminalidade, de sensualidade, os fluidos do ambiente ficam impregnados dessas imagens mentais. E uma pessoa que adentre esse ambiente pela capacidade perceptiva perespiritual, que é um órgão desse sentido. Então nós não temos somente os cinco sentidos básicos, nós temos mais esse órgão sensorial que é o perespírito. Nós vamos identificar esses fluídos e como perespírito é fluídico em contato com os fluídos de um ambiente, você o assimila muito naturalmente. Então, é possível que haja um adoecimento de uma pessoa em função do lugar que ela frequenta, do assunto que ela desenvolve. E com isso, em função dessa percepção perespiritual, você estabelece uma sintonia e pode surgir uma obsessão acidental em que a pessoa não estaria conectada diretamente com o espírito em função de dívidas do passado ou provação, mas acidental em função do contato do vínculo mental estabelecido. pela comunhão de sentimentos ou simplesmente pela frequência no ambiente. Isso não é desamparo divino. Isso decorre de uma lei magnética de atração, de assimilação, de identificação de sentimentos comuns. Então, é preciso que a gente comece a observar o que eu falo, o que eu penso, o que eu desejo. Então, nós já estamos vendo como André Luiz menciona, duas formas de percepção que a alma tem através do corpo físico, através do perespírito, mas existe uma terceira faixa de percepção que é a mental. Então, nós fazemos uma leitura dos fluidos, mas também entramos em contato com outras mentes. Por isso, nós temos três níveis de percepção: física, perespiritual e mental. Pelo pensamento, nós estamos em comunhão contínua, alimentando-nos, ingerindo pensamentos continuamente. Esses pensamentos é que determinam a nossa existência. Eu preciso começar a policiar esses pensamentos, a opor resistência. Não basta pensar. Eu preciso pensar o que eu penso. Não basta eu assimilar um desejo. Eu preciso racionalizar, raciocinar. O que é que eu estou sentindo? Por que é que eu estou
os, a opor resistência. Não basta pensar. Eu preciso pensar o que eu penso. Não basta eu assimilar um desejo. Eu preciso racionalizar, raciocinar. O que é que eu estou sentindo? Por que é que eu estou sentindo? Isso tem algo a ver comigo? Está ligado ao meu desejo, aos meus sentimentos? Ou isso é estranho a mim? que é, aliás, uma das formas que se tem de identificar esses pensamentos estranhos, segundo os espíritos superiores. Eu preciso reconhecer em mim a minha frequência psíquica. Eu preciso identificar em mim os desejos mais íntimos, os sentimentos secretos, aqueles elementos inconfessáveis da minha personalidade. E a partir daí, tudo que for diferente não procede provavelmente de mim. Então, não sou obrigado a acolher. Então, somos seres de uma complexidade muito maior do que simplesmente um corpo físico. E nessa fase de desenvolvimento da humanidade que nós estamos atravessando, em que podemos estudar as leis espirituais com maior amplitude e liberdade, precisamos começar a avançar nesse entendimento existencial para que a nossa vida se equilibre, porque estamos muitas vezes ao sabor do vento. em função da ausência de domínio interior. Vivemos duas dimensões. Somos seres interesistentes. Temos três níveis de percepção. Eu preciso cuidar disso. Eu preciso cuidar daquilo que eu vejo, do que eu ouço, mas eu também preciso observar o ambiente que frequento, o que eu estou construindo dentro do meu lar, que tipo de espaço espiritual eu estou alimentando dentro da minha casa e psiquicamente para que eu tenha domínio mental e não seja subjulgado por mentes oportunistas que venham nos perturbar. É por isso que a mediunidade é um sentido natural no ser humano. Muitas pessoas pergunta assim: "Quando é que eu vou? Quando é que a mediunidade surge numa pessoa?" Nós nascemos médiuns. Todas as crianças são médiuns. Então, muitas pessoas ficam buscando: "Ah, mas como é que eu vejo a mediunidade no meu filho?" Você não precisa ver a mediunidade no seu filho com a criança que você convive. Ela é médio, porque
iuns. Então, muitas pessoas ficam buscando: "Ah, mas como é que eu vejo a mediunidade no meu filho?" Você não precisa ver a mediunidade no seu filho com a criança que você convive. Ela é médio, porque todos nós nascemos médiuns, porque todos nós temos essas capacidades todas que estamos mencionando. Então, para isso, desde cedo, nós temos que cuidar também da educação espiritual da criança, não somente da educação intelectual, mas da moral, da espiritual, para que se desenvolva em harmonia. Agora, a mediunidade ostensiva pode surgir em qualquer época da vida, na infância, na adolescência, na idade adulta, até mesmo numa na idade mais avançada. Não me esqueço de uma senhora de 75 anos que mandou uma pergunta para mim que eu achei muito interessante. Ela disse: "Comecei a desenvolver a mediunidade agora. Estava toda feliz e me perguntou: "O que que eu faço?" Eu disse a ela, a senhora trabalhe muito e rápido, porque a mediunidade pode surgir a qualquer época e a gente tem que aproveitar isso. Então, eu não preciso esperar que a mediunidade me surja e nem ter medo dela, como foi o caso de uma outra, mais ou menos na mesma idade. Ela me disse assim: "Quando eu tinha 12 anos de idade, eu vi um espírito no meu quarto. Eu nunca mais apaguei a luz. Olha que ilusão. Eu falei, a senhora perdeu tempo. Espírito tá nem um pouco preocupado com luz, se tem luz ou se não tem luz. Ele não apareceu porque não quis. E a senhora viu porque isso é muito natural. Por que que não viu de novo? Porque o espírito não quis. Então, a senhora viveu com medo irracional, porque a gente não precisa ter esse tipo de medo. E as pessoas vão desenvolvendo, parece que não querem entender muito a questão, exatamente para não ter muita responsabilidade, porque a gente convive mesmo com os espíritos, estão dentro da nossa casa, convivem conosco, muitos dormem conosco. O problema não é ter espírito dentro da casa da gente. O problema é o tipo de espírito que tá dentro da casa da gente. E o tipo de espírito que tá dentro da
a, convivem conosco, muitos dormem conosco. O problema não é ter espírito dentro da casa da gente. O problema é o tipo de espírito que tá dentro da casa da gente. E o tipo de espírito que tá dentro da casa da gente é aquele que nós convidamos, que é outra ideia que precisa ser amadurecida, de que o responsável pelas nossas desgitas é sempre o espírito. Mas isso é natural no ser humano. A gente sempre gosta de colocar no outro a responsabilidade dos nossos problemas. Então, a gente coloca na a culpa nos espíritos e fazemos algo muito interessante. Vamos muitas vezes ao centro espírita, porque se os espíritos são culpados de todos os problemas da minha vida, eles têm que resolver todos os problemas da minha vida. Então, a gente vai para tomar o passe, a gente vai para afastar o espírito e ameaça o espírito e manda o espírito embora, porque a gente acha que é ele o culpado, ele é um convidado, ele foi chamado, ninguém o impôs. Ah, mas existem aqueles perseguidores de outra vida. Mas aí há vínculo, há um compromisso assumido. Nós não podemos alegar ignorância. Ele também é um convidado nosso em função das desditas do passado, mas as entidades que nos acompanham são sempre nossos convidados. Não me esqueço de um fato narrado por André Luiz, muito interessante a esse propósito, de uma senhora que estava num grau profundo de depressão porque tinha ficado viúva. Então ela estava naquela tristeza do passamento do marido. Quando os espíritos chegaram para dar assistência a ela na casa dela, eles viram o marido desencarnado sentado na mesma cadeira que tinha o hábito quando encarnado, completamente dementado, completamente perturbado. Ele não percebia nem que tinha desencarnado. Então eles tomaram a deliberação de levar aquela alma sofredora para uma colônia espiritual, para um hospital, e assim o fizeram. Mas a viúva entrou num grau de depressão tão intenso, com afastamento do marido, ela não percebia, mas sentia a presença. A saudade estava amenizada. Quando ele afastou mais, a saudade aumentou, a
am. Mas a viúva entrou num grau de depressão tão intenso, com afastamento do marido, ela não percebia, mas sentia a presença. A saudade estava amenizada. Quando ele afastou mais, a saudade aumentou, a depressão aprofundou. Ela quase desencarnou e ela desejou tanto a volta do marido que ela atraiu novamente para dentro de casa. Ele voltou para a mesma posição. Ela o prendia pelos seus sentimentos, pelo sentimento de desespero, de inconformidade, o choro sem resignação, a ausência de docilidade à vontade divina. Então ele ficava ali, ela o obsidiava e ele a obsidiava. havia ali uma obsessão recíproca porque ela o segurava ali. Então, a esposa era obsessora do marido. Ainda bem que isso não é uma realidade geral, não é? É apenas um exemplo, que estamos analisando, um fato, não a generalidade, obviamente, porque na verdade nós precisamos melhorar os nossos relacionamentos. E esta imposição dominadora, psíquica acontece mesmo quando nós estamos encarnados. O ciúme, o ódio, a mágoa, o ressentimento são vínculos. são amarras mentais, porque o nosso pensamento é energia. Essa expressividade de domínio mental já é o exercício adoecido da mediunidade, porque mediunidade é pensamento. Deixemos de lado essa ideia de que mediunidade é fenômeno. Mediunidade é pensamento. Nós estamos em exercício mediúnico constante. Aqueles que são médiuns ostensivos, que frequentam reunião mediúnica uma vez por semana, precisam deixar de lado a ideia de que o são ou são médios apenas naquele momento. Não são. Nós estamos num contínuo de exercício mediúnico e nós não podemos dizer nem mesmo que não existam certos fenômenos que nos rodeiam. Porque, por exemplo, a gente diz comumente assim: "Ah, mas a intuição como expressão dessa mediunidade natural ou a intuição, a intuição e a inspiração não são fenômenos ostensivos, são porque muitas vezes são perfeitamente identificáveis. A questão é da sua intensidade. Existem fenômenos intuitivos que são muito claros. Isso é um fenômeno mediúnico. A ideia, veja, as coisas são tão
porque muitas vezes são perfeitamente identificáveis. A questão é da sua intensidade. Existem fenômenos intuitivos que são muito claros. Isso é um fenômeno mediúnico. A ideia, veja, as coisas são tão singelas que às vezes a gente se envolve e não percebe. Quem é que não fez aquele aquele ato, não é, de abrir o Evangelho segundo o Espiritismo, por exemplo, para pedir ali uma ajuda espiritual e abre aparentemente ao acaso o livro e sai exatamente a mensagem que a gente precisava naquele momento. Segundo André Luiz, esse é um exercício de intuição. O espírito, seu anjo guardião, te intuiu a colocar a mão naquele lugar exato e você abriu o evangelho naquele exato assunto útil para você. É um exercício de intuição. Então são fenômenos muito comuns que nós estamos convivendo. Por isso Kardec os pesquisou. Não são coisas extraordinárias, são coisas que estão ao nosso alcance e participando da nossa existência. E é por isso que nós precisamos nos despertar para esse assunto. Não foi sem razão que André Allan Kardec menciona que nós deveríamos estudar o livro dos médiuns na sequência de o livro dos espíritos, porque realmente é o é é a sequência natural, é o complemento, é o desenvolvimento da segunda parte de livro dos espíritos. Mas as pessoas não estudam o livro dos médiuns por alguns por algumas algumas alguns preconceitos, podemos dizer assim, ou mau entendimento. Um deles é de que o livro dos médiuns é para médium ostensivo. Considerando que mediunidade é inerente ao ser humano, o livro dos médiuns é para todos nós, a começar daí. Mas muita gente também não estuda o livro dos médiuns porque tem medo. Morre de medo de desenvolver a mediunidade. Eu não vou estudar porque senão eu vou virar médium. É o livro de médium. Não é. Você não vai desenvolver a mediunidade se você não tiver o compromisso. E se você tiver o compromisso mediúnico, a mediunidade vai surgir em você, querendo ou não, em qualquer época da vida, tendo ou não religião, acreditando ou não nisso, porque é uma capacidade
romisso. E se você tiver o compromisso mediúnico, a mediunidade vai surgir em você, querendo ou não, em qualquer época da vida, tendo ou não religião, acreditando ou não nisso, porque é uma capacidade perceptiva que se desenvolve a partir de uma programação antes da reencarnação. Então, a gente precisa estudar o livro dos médiuns como um livro que nos explique a dinâmica dos nossos pensamentos, das nossas emoções. É o estudo da psiqu, é o estudo da alma humana, das possibilidades mentais do ser humano. Aqueles fenômenos todos que Allan Kardec descreve no livro dos médiuns tem raiz na mente, no pensamento. Então o livro dos médiuns estuda pensamento através da análise fenomênica. É o contrário. Então muita gente não estuda, não tem interesse. Por quê? Porque acha que está estudando ali para ser médium, porque isso é estudo de grupo mediúnico. Quando, na verdade é um estudo para a vida. Porque você vai começar a compreender melhor as suas relações com a dimensão espiritual para que a gente assuma a a o domínio da nossa existência e não sermos teleguiados. Quantas vezes esse vonô do Amaral Pereira, quem mencionava, na madrugada a gente sofre processos hipnóticos, obsessivos, passa o dia teleguiado, telementado por domínios mentais à distância e não percebe. Precisamos perceber. Há uma questão em livro dos espíritos, a 459, que eu coloco ali como a raiz de todo o estudo da mediunidade, ele nasce nessa questão 459 do livro dos espíritos. Quando Kardec pergunta se os espíritos são capazes de nos influenciar, todo estudante básico de doutrina, a primeira questão que decora é essa, influencia muito mais do que nós imaginamos. O comum são eles vos dirigirem. A gente acha isso uma beleza, acredita e pula a questão. Mas precisamos parar e pensar. Por que os espíritos conseguem nos influenciar? Que está nos influenciando e qual a finalidade dessa influência? Essas três questões consequentes são fundamentais para o entendimento da mediunidade, porque os espí são capazes de nos
os influenciar? Que está nos influenciando e qual a finalidade dessa influência? Essas três questões consequentes são fundamentais para o entendimento da mediunidade, porque os espí são capazes de nos influenciar porque somos médiuns. Médium é todo aquele que sofre a influência dos espíritos. Item 159 de o livro dos médiuns. Basta sentir a influência que por esse motivo é médio. Por isso eu disse, nós nascemos médios, porque essa influência é desde o berço. Quem está nos influenciando? Três categorias de espírito, segundo Kardec, o anjo de guarda, que é sempre um espírito elevado, os espíritos protetores, espíritos amigos que todos nós temos desta vida ou de outra. E a terceira categoria que eu digo, que é a categoria problemática, são os afins. Quem são os afins? São aqueles que convivem conosco porque gostam do que nós gostamos, que fazem conosco o que nós fazemos, que desejam conosco. Eu preciso reconhecê-los para modificar esse grau de afinidade e elevar o padrão mental. ee não ficar sujeito a essas ingerências. E há uma outra questão, outro ponto da 459 que às vezes a gente não presta muita atenção. De ordinário são eles que vos dirigem, ou seja, o comum são eles vos dirigirem. É a faixa psíquica mais perigosa que existe. Alguém está me dirigindo. Quem? Por quê? Isso não pode acontecer porque é a faixa da inconsciência. Então tem alguém ditando a minha vida? Ao que parece sim. Pelo que eles dizem, porque influencia mais do que se imagina. Então aí entra numa faixa chamada de obsessão, porque é o domínio mental de uma mente sobre outra. a definição de obsessão, segundo o livro dos médiuns. Quando uma mente domina a outra, aí existe a obsessão. Então, nós não podemos mais permanecer na ilusão e simplesmente crer que os espíritos nos influenciam, mas eles estão nos dominando, porque o comum são nos dirigir. Os bons espíritos não nos dirigem, eles nos inspiram. somente os inferiores como nós. Então, é preciso que a gente comece a perceber a que grau eu estou sendo dominado. Eu
que o comum são nos dirigir. Os bons espíritos não nos dirigem, eles nos inspiram. somente os inferiores como nós. Então, é preciso que a gente comece a perceber a que grau eu estou sendo dominado. Eu posso não perceber conscientemente, mas como quando eu começar a impor sobre mim mesmo uma certa resistência a tudo que for negativo, eu começo a opor, portanto, uma barreira a esse domínio mental. Então, 459 de O livro dos Espos é uma questão muito complexa, porque ela revela uma faixa psíquica da humanidade em que há uma íntima relação entre a dimensão espiritual e a material, interexistência, noutras palavras, e que denota que há uma sobreposição de uma dimensão sobre a outra. Mas como somos seres espirituais, também precisamos assumir o controle da nossa vida. Eu não posso mais continuar vivendo como vivo, ao sabor de mentes oportunistas. Mas para isso eu preciso estabelecer um autodomínio, porque eu não vou dominar o outro, mas eu posso dominar a minha mente, eu posso controlar o que eu penso. Então não basta pensar, como disse, eu preciso pensar o que eu penso. Esse é o grande ganho que o Espiritismo nos traz, essa lucidez espiritual. E nós estamos num processo de desenvolvimento mediúnico coletivo, porque a humanidade está desenvolvendo-se em todos os sentidos psiquicamente, que é o desenvolvimento natural da mediunidade. Toda a humanidade está entrando em contato com a dimensão espiritual de forma mais próxima, digamos assim, e sofrendo essas influências. Isso é muito sério nessa faixa de transição planetária, porque como estamos desenvolvendo a mediunidade, nós estamos percebendo a dimensão espiritual. Mas qual dimensão espiritual? comumente a inferior próxima da nossa natureza ou da maioria de nós. Então, com isso nasce um tipo de obsessão que Dr. Bezerra de Menezes, através de Vô do Amaral Pereira colocou como obsessão decorrente da evolução. É uma obsessão acidental, fruto da ausência de cuidado com os pensamentos. Então, nós temos obsessão por provação,
enezes, através de Vô do Amaral Pereira colocou como obsessão decorrente da evolução. É uma obsessão acidental, fruto da ausência de cuidado com os pensamentos. Então, nós temos obsessão por provação, por expiação e por evolução acidental, porque na verdade estamos ampliando a capacidade psíquica, mas nem todos nós precisamos ter esse tipo de obsessão, porque ela é acidental. Se eu tiver atenção e cuidado com o meu pensamento, e é esse o exercício do desenvolvimento da mediunidade, o domínio, o autodomínio, a disciplina psíquica, que é o que caracteriza a segurança mediúnica numa pessoa. Eu não vou passar por esse tipo de obsessão, mas se eu não tiver cuidado, eu fico batido. Vamos continuamente sendo estimulados por informações exteriores que podem nos induzir a estados obsessivos. Um site que se acessa comumente da violência, do sensualismo, a imagem bela que se cria falsa nas redes sociais, que estabelece a inveja, que estabelece a crise da autenticidade na pessoa, da autoilusão. São fatores indutivos que podem nos conduzir nessa nesse momento evolutivo do planeta a estados de perturbação. O problema não é obviamente o meio de comunicação, mas é o uso que eu faço desse meio de comunicação. Então eu tenho que começar a estabelecer um controle sobre isso, aos poucos, não ficar sujeito a informações que são informações perturbadoras paraa minha mente, sobretudo as crianças, os adolescentes, que sem resistência ou sem conhecimento vão sendo induzidos por mentes encarnadas e desencarnadas que querem a derrocada da pessoa. Então, aquela ideia, aquela imagem fica gravada no pensamento. Há uma informação de Kardec extremamente relevante no estudo do pensamento da mediunidade. Quando ele diz, ele usa uma expressão da época, ele diz que o nosso pensamento se fotografa nos fluidos. É claro que hoje a gente sabe que não é uma fotografia estática, mas são imagens mentais, tridimensionais ou criações mentais. Tudo que se pensa toma vida ao nosso lado. O que você pensa continuamente
É claro que hoje a gente sabe que não é uma fotografia estática, mas são imagens mentais, tridimensionais ou criações mentais. Tudo que se pensa toma vida ao nosso lado. O que você pensa continuamente cria uma imagem correspondente viva, que está ao nosso lado, que nos influencia e que somos influenciados porque são carregadas de fluido ectoplasmático, fluido vital. Portanto, tem energia, tem uma vitalidade enquanto eu estiver pensando. Se você pensa muito numa pessoa com ódio dessa pessoa, você cria uma duplicata da pessoa perto de você e você começa a interagir com essa imagem mental. Não é uma um um desdobramento do outro, uma imagem que se que a gente cria e que a gente vai alimentando com ódio, com mágua. Por isso que a gente precisa perdoar as pessoas. Perdoar é um ato de raciocínio lógico espírita sobre um fato existencial. O perdão é uma necessidade existencial. Não é algo filosófico ou religioso, mas é técnico, é científico, porque eu estabeleço um controle das minhas emoções quando eu barro, quando eu encerro uma conexão psíquica indesejada, mesmo que eu tenha sido a vítima, mesmo que eu considere que eu tenha sido prejudicado, enquanto eu penso numa pessoa, eu alimento aquela imagem. A pessoa pode estar pensando em outra coisa até ter me perdoado ou ter esquecido de mim, mas eu mantenho a imagem viva da pessoa tridimensional, holográfica do meu lado e vou alimentando essa assim. A gente faz com tudo que a gente deseja. São as imagens que nós criamos. Então veja, a nossa capacidade mediúnica, ela é ampla, ela é extrema. E nós que somos estudantes do espiritismo, precisamos avançar nesses conceitos para que a gente entenda a realidade existencial e consiga já no plano físico estabelecer um domínio psíquico que vai ter grande repercussão depois da desencarnação. Quantos espíritos manifestam em reunião mediúnica dizendo que estão sendo perseguidos por animais, por imá, por por eh seres estranhos, com ideias totalmente alucinadas. São imagens mentais que a pessoa criou
espíritos manifestam em reunião mediúnica dizendo que estão sendo perseguidos por animais, por imá, por por eh seres estranhos, com ideias totalmente alucinadas. São imagens mentais que a pessoa criou durante toda a vida e ela sai do corpo com essas mesmas imagens, mesmos desejos. Isso é que é a treva dentro de nós. Esse é que é o verdadeiro umbral. Porque são as aquelas situações perturbadoras que nós criamos para nós mesmos. Então, precisamos ter mais liberdade. Por isso é que o conhecimento liberta. Nós precisamos ter mais domínio da mente. À noite, antes de dormir, faça uma prece. Paulte o seu dia com esforço de autocontrole para que na noite, na madrugada, você tenha bons contatos. espirituais, porque nós vivemos, e aí é uma outra comprovação, vivemos a vida de espírito, mesmo encarnado, todas as noites nos afastamos do corpo. E tem gente que fala assim: "Eu nunca vi um espírito. Você já viu mais espírito do que você imagina. Porque todas as noites quando você dorme, se você já sonhou com alguém que já desencarnou, você estava vendo um espírito. Se você sonhou com a pessoa encarnada, você estava vendo um espírito encarnado. São contatos que nós temos que nos alentam muitas vezes quando é um contato benéfico ou um contato perturbador que estabelece uma obsessão. Então, a gente vive os dois mundos ao mesmo tempo. O Chico Xavier certa vez mencionou numa entrevista que a cada manhã ele vestia o seu uniforme de trabalho para viver a vida menor, porque com a com aqueles com os quais ele convivia fora do corpo, na dimensão espiritual, ele vivia a vida maior. E essa é a realidade. Quando nós acordamos pela manhã, nós estamos passamos a viver a vida menor. Quando nós estamos em contato com a dimensão espiritual, nós estamos vivendo a vida maior. Toda manhã a gente veste uniforme de trabalho. Nos conscientizem-nos disso para que a gente tenha um controle sobre a direção da nossa vida. E muitas pessoas dizem assim: "Mas como eu faço com tanto pensamento? Ingerindo pensamentos.
de trabalho. Nos conscientizem-nos disso para que a gente tenha um controle sobre a direção da nossa vida. E muitas pessoas dizem assim: "Mas como eu faço com tanto pensamento? Ingerindo pensamentos. Ore, faça uma meditação. Mas existem outras formas de oração. Perdoe. Não cultive a mágoa. Renuncie. busque o sacrifício. Aquele esforço de transformação moral são outras formas de oração que nós temos, que nós criamos em quadros mentais positivos. E são formas de domínio mental, porque não basta captar o pensamento, eu preciso pensar o que ato de pensar. E tomando essa consciência, eu preciso estar adiante dessas emoções perturbadas. E outra coisa, ocupe as mãos, trabalhe, faça alguma coisa boa para alguém, faça alguma coisa útil, porque quando você ocupa suas mãos, você ocupa a mente. Mas coloque o pensamento e as mãos no mesmo lugar. Não adianta você estar fazendo alguma coisa com a mão e pensando em outra coisa. Faça esse exercício. Se você está aqui ouvindo essa palestra, preste atenção na palestra. Esquece todos os problemas que te acompanharam até aqui para que você se refaça. Isso a gente faz no trabalho. Olha, não tem nada mais desagradável para um obsessor do que uma pia cheia de louças para lavar. Porque você está concentrado ali. Se você tem lava louça, abandone. Não por causa da louça, por causa de você. Porque você precisa fazer alguma coisa, porque tem gente que não tem nada para fazer. Faça isso dentro de casa, porque é uma forma de atenção. Máquina de lavar roupa nem pensar. Eu não sei porque que esse exemplo não agrada, porque na verdade o problema não é a roupa, é a quantidade da roupa. A quantidade da roupa está ligada diretamente ao grau de obsessão. Então você escolha o tanto de roupa que você vai lavar. Porque na verdade é o domínio que a gente faz. Se você está concentrado ali, faça com amor e não achando aquilo desagradável. Olha que beleza, eu estou podendo fazer alguma coisa útil. Mas saia de casa também, porque existem outros lugares de trabalho para o
á concentrado ali, faça com amor e não achando aquilo desagradável. Olha que beleza, eu estou podendo fazer alguma coisa útil. Mas saia de casa também, porque existem outros lugares de trabalho para o próximo. Na instituição espírita existem muitas possibilidades de você fazer algo. E quando você faz algo para alguém, você está fazendo para si mesmo. Não de uma forma egoística, obviamente, mas para manter o controle dos pensamentos e das emoções. Porque se a gente não se relacionar com as outras pessoas, se a gente não fizer algo de bom pras outras pessoas, não ouvir, não conversar, nós vamos criando um mundo interior muito próprio e muitas vezes perturbador, porque as nossas deficiências interiores vão se aflorando. É preciso que na análise da autopsiquê eu perceba esse exatamente momento em que eu passo a me dominar ao invés de ser dominado. Isso se chama, noutras palavras, desenvolvimento da mediunidade. Porque as pessoas pensam que o desenvolvimento da mediunidade está na sala mediúnica. Não é ali na reunião mediúnica, você faz um adestramento, você faz um exercício físico fisiológico do trans e vai ficando mais fluente no processo do transe, mas o verdadeiro desenvolvimento se dá na vida. Na vida. Então, muitas pessoas dizem assim: "Eu gostaria muito de frequentar a reunião mediúnica. Estude primeiro e desenvolva. Durante o tempo que está estudando, você está desenvolvendo, que é uma pergunta que as pessoas fazem muito. Como é que faz para um jovem que tem a mediunidade ali com seus 16, 17 anos? Ele não tem condição de ind paraa reunião mediúnica? Como é que estabelece o controle? da forma que nós estamos comentando aqui, que é geral, o estudo, a prática do bem, a prática da caridade, a convivência com os saudável e com os jovens. Isso é desenvolvimento da mediunidade. Porque o desenvolvimento da mediunidade é o desenvolvimento da personalidade com base em Jesus. Enquanto nós não estabelecermos esse novo paradigma existencial, nós continuaremos sendo médium das forças do
e o desenvolvimento da mediunidade é o desenvolvimento da personalidade com base em Jesus. Enquanto nós não estabelecermos esse novo paradigma existencial, nós continuaremos sendo médium das forças do mal. todos nós. E precisamos nos tornar médium das forças do bem para que a gente auxilie no progresso da humanidade, porque a mediunidade veio para a humanidade e não para uma ou duas pessoas. Ampliemos as vistas sobre o que seja mediunidade. Ampliemos o nosso entendimento sobre a nossa existência. Percebamos que somos seres espirituais. Nos vinculemos psiquicamente aos bons espíritos pela atitude positiva, pela prática do bem. Porque é isto, é este amadurecimento psíquico que a doutrina espírita nos traz. Não é apenas uma compreensão psicológica, mas é uma compreensão existencial. Muito obrigado. Nossa gratidão ao Jacobson por suas contribuições que enriqueceram o nosso aprendizado. >> Sem dúvida, colega. Muito obrigada, Jacobson. Amigos, o nosso presidente Antônio Nascimento tem um recado muito importante para nos dar. Antônio é com você, amigo. >> Amigos, amigas, >> ontem a Sandra, quem prestou atenção na palestra dela, >> falou do momento e do mundo que a gente vive, né? Falou das aflições, das dificuldades. E elas não são teóricas, elas são práticas. O nosso congresso fala da espiritualidade, do sentido da vida, do propósito. A Sandra nos propôs e tenho certeza que também vamos ouvir mais isso. O Jacobs já falou que o importa não é o que acontece, mas é como nós reagimos ao que acontece. E aí é que a gente vê quem já permitiu que o espiritismo entrasse dentro do seu coração. Uma subestação de Porto Alegre de energia foi comprometida e isso tá impactando vários pontos da cidade, inclusive o nosso auditório aqui. Nós, apesar da equipe ter passado a noite inteira tentando trabalhar, resolver fazer as adequações adequadas, nós estamos com utilização parcial, estamos fazendo um esforço para manter as transmissões e manter o evento. em condições normais, talvez a gente vai
rabalhar, resolver fazer as adequações adequadas, nós estamos com utilização parcial, estamos fazendo um esforço para manter as transmissões e manter o evento. em condições normais, talvez a gente vai se cancelar, mas nós estamos aqui, somos espíritas, nós temos bom ânimo e não vai ser uma pequena desafio assim que vai nos afetar. Nós poderíamos estar num uti, a gente poderia estar com um filho com uma série de problemas, tantas aflições que talvez alguns de nós carreguemos e estamos aqui, estamos acompanhando. Mas o que a gente quer pedir desculpas para vocês pela aquilo que a gente não consegue controlar e dizer para vocês que tudo que está nas nossas mãos nós estamos fazendo para manter o nosso evento da melhor forma possível. O Jacobson falou de que nós somos médiuns e independente de estarmos participando do grupo mediúnico, ele disse que a mediunidade é pensamento. Então os nossos pensamentos agora vão caracterizar que tipo de assembleia nós temos hoje. Se nós nos permitirmos irritação, impaciência, intolerância, o ambiente ficará o umbral da espiritualidade. Se a gente quiser viver isso, é o inferno, do céu inferno. Mas se a gente trazer com mais leveza, superação, gentilez, nós estamos com torno de 1200 pessoas aqui, que é a capacidade aqui embaixo. Temos algumas pessoas em pés, os a equipe, então está sob controle, tá? Vamos transformar esse momento num exercício prático de superação das adversidades. E isso vai nos fortalecer. A gente vai ver que certamente quando a dificuldade verdadeira vier, nós já treinamos aqui no nosso congresso. Vamos prosseguir. >> Obrigado, Antônio, pelas informações. E dando sequência, a próxima palestra nos convida a refletir sobre algo muito importante, a educação para a vida imortal. Educar para a vida imortal é preparar o ser humano para desenvolver os valores espirituais e para a vivência responsável das suas escolhas. Luz da doutrina espírita, a existência terrena se apresenta como uma valiosa oportunidade de aprendizado e progresso,
esenvolver os valores espirituais e para a vivência responsável das suas escolhas. Luz da doutrina espírita, a existência terrena se apresenta como uma valiosa oportunidade de aprendizado e progresso, no qual a educação intelectual deve caminhar em harmonia com a educação moral, formando consciências mais justas, fraternas e comprometidas com o bem. E seguindo essa linha de reflexão, a próxima palestra será proferida por Eulália Boeno, que irá desenvolver o tema Educação para a vida imortal. natural de Portugal. Ealia Bueno, veio para o Brasil em 1960, no município de Santos, São Paulo, em 1994, ela fundou o Lar Espírita Caminho do Cristo, onde trabalha até hoje. >> Palestrante reconhecida em todo o Brasil. Eulalia é autora de diversos livros, incluindo o romance espírita Amoura, lançado pela Fergs Editora. Com muito carinho vamos receber Eulália Bueno. >> Bom dia. >> Bom dia. Eu estou me sentindo no umbral, iluminada por vocês. Primeiro eu tenho que me descrever e vou começar dizendo que sou uma mulher de estatura mediana, 1,61 m de altura. Meus cabelos são quase à altura do final do pescoço, castanhos, olhos castanhos. Estou usando um vestido de fundo branco com rosas e um casaquinho preto. Meus cabelos perderam a cor. São brancos como a neve da saudade da mocidade que foi, mas que guardam em si todas as alegrias vividas, a maior parte delas, porque sou espírita. E o espiritismo nos abre um horizonte infinito de possibilidades. quando se trata de nos encontrarmos assim neste meio amoroso que tão bem representado esteve aqui ontem com a diretoria executiva da FERGs, cada um falando de si, nos dando a dimensão do obstáculo que se ergueu de alguns anos para cá. nas sequências da pandemia e posteriormente a grande enchente que tomou de assalto os ricos pampas do Rio Grande do Sul, esse povo corajoso, valente e que luta diariamente pela reconstrução. Me recordo de uma imagem que nos chegou nos primeiros dias do prédio da Fergs, a livraria, o depósito totalmente inundado
do Sul, esse povo corajoso, valente e que luta diariamente pela reconstrução. Me recordo de uma imagem que nos chegou nos primeiros dias do prédio da Fergs, a livraria, o depósito totalmente inundado e ver que eles não desistiram. ouvir do Antônio ontem os esforços, o sacrifício e chegar aqui, juntar todos nós e dizer: "Nós somos espíritas cristãos". Se a arena nos convida ao desafio que seja da própria existência física, nós adentraremos cantando como os mártires do primeiro século, porque seguimos os passos do mestre Jesus. Gratidão, Ferges, por vocês serem essa família de amor e nos permitirem estar aqui com vocês, com todos os nossos amigos que pudemos nos juntar para falar de espiritismo, nos pedem a educação do espírito imortal. Isso nos convoca algumas reflexões muito importantes e fomos buscar, obviamente no livro dos espíritos, na sua questão 917, qual o meio de destruir-se o egoísmo, a educação conveniente entendida constitui a chave do progresso moral. Quando se conhecer a arte de manejar os caracteres, como como a de manejar as inteligências, que somos tão hábeis hoje, conseguirse a corrigi-los do mesmo modo que se aprumam as plantas novas. Essa arte, no entanto, exige muito tato, muita experiência e profunda observação. onde estabeleceremos esse processo educativo que vai conosco para a imortalidade, permitindo que o nosso currículum espirituales reencarnatório seja mais suave. A gente aprende com a Sandra, não é à toa que ela é doutora em educação, né? Então, onde onde vamos ao livro Entre a Terra e o Céu de André Luiz, capítulo 39, ponderações. Aliás, o próprio tema do capítulo já nos convida a sermos ponderados. No santuário doméstico, as afeições transviadas se recompõe, a fim de que possamos demandar o futuro. Ao clarão da felicidade, ninguém avança sem saudar as dívidas do passado. Pois é, mas na maioria das vezes esse santuário evolutivo do espírito permanece abandonado como se ele fosse uma máquina que se autogerisse. Bastaria conectá-la a uma corrente
r as dívidas do passado. Pois é, mas na maioria das vezes esse santuário evolutivo do espírito permanece abandonado como se ele fosse uma máquina que se autogerisse. Bastaria conectá-la a uma corrente elétrica ou a uma bateria e por si só esse equipamento funciona, mas não é verdade. Então, nós fomos resgatar a história de Ise, esse homem das primeiras décadas do século XX, que se tornou famoso, para não dizer, o mais famoso advogado do mundo, o mais bem sucedido não perdia uma causa. Interessante, ele era advogado de uma única pessoa, Alaponi, um gangster, um criminoso que burlava todas as leis, que sabiamente Ed. ouer conseguia blindar e livrar de todas as acusações. ISED Ed tornou-se milionário, já não conseguia mais avaliar o porte das suas posses. na maior mansão de Chicago. Era um local invejado. E quando seu único filho completou 15 anos no meio daquela festa que reunia a nata da elite daquela cidade e de outras, ele parou. num canto do salão, vendo seu filho adulado pelos seus amigos ante as suas possibilidades, porque não o poder que talvez teria no futuro. E ele refletiu: "Meu Deus, o que é que de verdade eu vou deixar para o meu filho? Não tenho dúvida. Uma fortuna imensa. Talvez ele possa viver várias vidas e a fortuna permanecerá inabalável. Porém, ele vai ficar conhecido como o filho do advogado que defendeu o maior criminoso, o maior gangster de todos os tempos. Isso vale a pena? Será que é esse tipo de herança que Deus espera que eu deixe para o meu filho? E nós abrimos aqui um parênteses do que aconteceu exatamente em 1929 e que se for projetado para a atualidade, com absoluta certeza pode se repetir que não causará estranheza a grande maioria das criaturas humanas. nesse ano de 1929, concorrendo ao título de O homem mais importante do ano, repito, concorrendo ao título de homem mais importante do ano, par a par, com Albert Einstein e Mahattima Gandy. Al Capone levou o título: "Vejam a sociedade naturalmente corroída nas suas bases morais. e trago a lembrança
título de homem mais importante do ano, par a par, com Albert Einstein e Mahattima Gandy. Al Capone levou o título: "Vejam a sociedade naturalmente corroída nas suas bases morais. e trago a lembrança de uma forma muito clara e que nos convoca a responsabilidade, o livro Vidas vazias da benfeitora Joana de Ângeles Por Divaldo Pereira Franco, onde ela nos alerta que sem nos darmos conta, porque seguimos os preceitos que a sociedade adota. Já deixamos de questionar se são morais, são normais. Todo mundo faz. Nós vimos nos esvaziando de humanidade. E humanidade é composta de moral ilibada, olhar em direção ao nosso próximo. conceito de dignidade estabelecida para seguir os parâmetros do modelo e guia que é Jesus e que nos deixou resumido numa única frase: "O que devemos fazer para a educação do espírito imortal que somos? Ama a Deus sobre todas as coisas, de todo o teu entendimento, de todo o teu coração e ao teu próximo como a ti mesmo. Ed levou ao FBI exatamente a denúncia e ofereceu toda a manipulação processual que a sua inteligência e habilidade conseguiram estabelecer para livrar ao Capone de todas as acusações. E o órgão governamental pediu que ele teria que fazer a acusação cara a cara com Alcapone durante o tribunal, durante a sessão do tribunal. Pensando no filho, ele aceitou. Sabia que ia morrer, mas que importava. Se ele conseguisse deixar para o filho aquele bem imperecível, valia a pena. Ele foi, fez toda a sua parte, conseguiu a condenação de Al Capone, ganhou a proteção do FBI e aguardou a morte. que veio a breve tempo. Ele foi metralhado nas ruas de Chicago, numa armadilha bem feita, com o mesmo comando de Alcapone que estava prisioneiro. A polícia, ao abordá-lo, abordar o corpo, encontrou em seus bolsos um rosário, a esfinge de um santo e um pequeno bilhete que eu faço questão de ler tal qual se encontrava e que façamos de conta que o recebemos agora aqui no Congresso, estamos lendo, vamos botar no bolso e todos os dias a gente tira, só para dar uma olhadinha,
faço questão de ler tal qual se encontrava e que façamos de conta que o recebemos agora aqui no Congresso, estamos lendo, vamos botar no bolso e todos os dias a gente tira, só para dar uma olhadinha, o relógio da vida recebe corda apenas uma vez. Nenhum homem tem o poder de decidir quando os ponteiros irão parar, se mais cedo, se mais tarde. Agora é o único tempo que você possui. Viva, ame e trabalhe. com vontade. Não ponha nenhuma esperança no tempo, pois o relógio pode parar a qualquer momento. Esse era o ano de 1929. Em 1942, logo após o trágico ataque a Pe Harbor, os Estados Unidos viajava pelo Oceano Pacífico com tropas de alto poder destruidor a bordo de um enorme porta-aviões, USS. Lexington e muitos aviões iriam decolar em direção às Filipinas, onde uma base japonesa concentrava os grandes aviões de ataque que destruíram a base no Havaí. Eles iriam bombardeá-las. levantou um esquadrão e um dos pilotos já quase a meio caminho, percebeu que o seu painel começou o do avião, a dar aviso de baixo combustível. Primeiro pensou, talvez um botão, mas não era. Alguém havia esquecido de colocar o combustível no seu avião. Ele comunicou o comandante que imediatamente mandou-o retornar, mandou-o voar pelo caminho mais curto para garantir que iria chegar ao porta-aviões e mesmo assim não seria 100%. Esse homem, Edward Henry Butther, ele simplesmente cruzou com uma frotilha de aviões e sem pensar duas vezes, percebeu que voam em direção ao porta-aviões. Eram seis. Com o risco da própria vida, ele lembrou-se de que seu pai dizia: "Melhor morrer a serviço da da dignidade do que ser um herói da imoralidade que as multidões aplaudem." Ele atacou e derrubou três aviões. Os demais fugiram e com todas aquelas manobras, quase tinha certeza que não conseguiria pousar, mas conseguiu. E no início desse ano, de 1942, ele foi homenageado pelo Alto Senado Americano, exatamente como um herói da pátria. O seu nome hoje é o nome de um dos maiores aeroportos do mundo, Butir, em Chicago.
. E no início desse ano, de 1942, ele foi homenageado pelo Alto Senado Americano, exatamente como um herói da pátria. O seu nome hoje é o nome de um dos maiores aeroportos do mundo, Butir, em Chicago. E quando ele foi chamado a se pronunciar, no momento em que recebia a condecoração, alguém lhe perguntou: "Ei, meu jovem, que coragem?" Ele sorriu e disse: "Meu pai aboliu deixar-me a herança em dinheiro para me deixar a herança da dignidade. Ele era o filho de Ised, o advogado de Alcapone, que preferiu morrer e deixar para o filho o maior de todos os exemplos. Diz-nos, André Luiz, também nesse mesmo capítulo ponderações, identificamos no lar humano o caminho de nossa regeneração. A família consanguínea na Terra é o microcosmos de obrigações salvadoras em que nos habilitamos para o serviço. A família maior que se constitui a humanidade inteira. A família consanguínea é a microumanidade. podem ter absoluta certeza que os problemas que iremos enfrentar no transcorrer das nossas reencarnações não serão diferentes daqueles que enfrentamos nessa microhumanidade ou família consanguínea e que é o reduto de amor amorosamente preparado. décadas antes da nossa chegada à Terra, onde se congregam os espíritos que mais se afinizam conosco, mas também os nossos desafetos, para aprendermos a resolver nesse reduto que é a primeira reunião mediúnica da qual participamos na Terra, onde na aprendizagem da convivência. Vamos à reunião mediúnica, temos o dialogador, temos os médiuns de sustentação. Algumas poucas palavras podem colocar em cheque toda a conduta do espírito até então, mas não a modificarão, porque ninguém se modifica instantaneamente. Nessa reunião mediúnica chamada família, nós podemos nos transformar moralmente. Andra colocou ontem aqui que procuramos nos entregar às tarefas espíritas, dizendo: "Dialoguei com tantos espíritos, dei passe em tantos espíritos, recebi tantos espíritos, entreguei tantas cestas sociais, mas eu me autoiluminei, eu me auto modifiquei, aproveitando exatamente ente essa
ialoguei com tantos espíritos, dei passe em tantos espíritos, recebi tantos espíritos, entreguei tantas cestas sociais, mas eu me autoiluminei, eu me auto modifiquei, aproveitando exatamente ente essa microumanidade que se talvez faltasse um único membro não poderia se constituir. ao livro Ação e Reação de André Luiz no seu nono capítulo, a história de Silas, que eu não vou narrar porque quero que vocês busquem para compreender o quanto estava a reencarnação de toda uma família porque faltava um membro. Ali estão nossas disciplinas morais, porque o processo de educação do espírito não é o processo cultural que nós buscamos nas escolas da vida, mas a educação familiar pode modificar o nosso comportamento em qualquer local, em que nos encontremos. diz prosseguindo André Luiz que a humanidade é a macrofamília ou família do Cristo. Ele nosso modelo e guia, nossa disciplina mais difícil que vamos aprendendo exatamente no dia a dia de nossas existências. Diz-nos o livro Família, um livro pequenino, mas portentoso de Emanuel por Chico Xavier, página aos pais. Só haverá educação se ajudarmos a criança a caminhar na estrada produtiva da disciplina. Então, prestemos atenção. Já a pergunta 385 do livro dos espíritos traz a questão em que muitos de nós, pais nos debatemos. Qual a razão da mudança que se opera no caráter do indivíduo em certa idade, especialmente ao sair da adolescência? É o espírito que se modifica. É o espírito que retoma sua natureza e se mostra tal qual era. Os espíritos só entram na vida corporal para se aperfeiçoarem. É caminho único para se melhorarem. A fragilidade dos seus primeiros anos os torna brandos, possíveis ao conselho das experiências e dos que devam fazê-los progredir. É quando se pode reformar o seu caráter e reprimir os seus maus pendores. Não é qualquer coisa que está na resposta dessa pergunta. Quando vamos ao consolador, Emanuel nos alerta exatamente na pergunta 109, dizendo que a reencarnação apenas se completa em torno dos 7 anos de idade.
alquer coisa que está na resposta dessa pergunta. Quando vamos ao consolador, Emanuel nos alerta exatamente na pergunta 109, dizendo que a reencarnação apenas se completa em torno dos 7 anos de idade. Demorei muito para compreender isso. Então, até os sete a gente tá meio reencarnado. ficava pensando, mas é o equipamento cerebral, o equipamento biológico, sendo devagarinho assomado pelo espírito. O primeiro um hemisfério, o hemisfério das reações espirituais. do entrelaçamento, depois o hemisfério esquerdo, da convivência, da fala, nós vamos nos assenando assim de forma sutil, daquele equipamento magistral. E acho interessante porque no livro Pensamento e Vida, que é uma leitura obrigatória que deveria ser estudado nos Evangelhos do Lar com os filhos, pensamento e vida, vida e sexo. a sua lição eh intitulada Filhos, pensamento e vida, percebam a destreza de Emanuel, porque ele diz assim: "Nasce a criança trazendo consigo o patrimônio moral que lhe marca a individualidade, primeira parte. Tudo que ele traz da reencarnação impressiona-lhe o corpo que corresponde àelas vivências indispensáveis para a aquisição de um patrimônio moral diferenciado. Abe, no entanto, aos pais e aos mestres, os exemplos morais que lhe imprimirão na nova chapa cerebral as imagens que lhes influenciarão a vida inteira. Quando nós investimos e muitas vezes nos sobrecarregamos excessivamente, conversando com os amigos aqui que já são avós, nós lembramos que, de certa forma não tivemos tanto tempo para curtir os nossos filhos, para acompanhar-lhes os primeiros passos, mas para sentir-lhes as inclinações da alma. Porque desde o berço onde eles aportam na insegurança de uma nova vida, onde nós vemos aquele corpo terro quase desaparecido no berço que idealizamos, eles olham para nós aguardando que os nossos braços os acolham encontro ao coração e possamos sentir-lhes a necessidade como espíritos que são, talvez tendo uma oportunidade que há muito há muito não lhes fora possibilitado. É um recomeço.
ossos braços os acolham encontro ao coração e possamos sentir-lhes a necessidade como espíritos que são, talvez tendo uma oportunidade que há muito há muito não lhes fora possibilitado. É um recomeço. Depositam em nós as esperanças da sua transformação moral. para receber exatamente nessa primeira infância os exemplos morais que Ised, embora o seu filho já tivesse 15 anos, não temeu fazer um grande movimento de transformação que lhe legasse a maior e mais segura de todas, que ele fazia. tornar-se um espírito diferenciado a ponto de não hesitar em dar a sua vida a favor do seu próximo. emos para perguntar ao nosso coração que herança estamos deixando para os nossos filhos e que filhos estamos deixando de herança para o planeta. Será que serão espíritos que muito mais do que nós, porque nos amolentamos, se entregarão a estabelecer de fato a regeneração na Terra? Ou serão aqueles que a complicarão, antepondo-se ao cristianismo? Porque os espíritos não confrontam com o Cristo. Eles sabem quem é o Cristo. Já eles também sabem quem são os supostos cristãos. Então eles nos disputam para diminuir aqueles que seguem, capazes do próprio martírio para seguir Jesus. O que estamos oferecendo, com o que contribuímos para dar a esses espíritos que retornam ao nosso lar, à nossa família. que segundo Emanuel também no livro Vida e Sexo, na lição 17, aborto diz que de todos os institutos sociais da terra é sem dúvida nenhuma, a família o mais importante em questão dos alicerces morais. Querem sim destruir-lhe esses alicerces. Querem sim que nos desvinculemos desses espíritos que não de hoje, mas de muito tempo fazem parte da nossa história, que estão se colocando novamente em nossa vida, não apenas para que lhes oportunizemos um processo de recuperação, mas para que na companhia deles possamos acima de tudo nos recuperarmos dos deslizes do nosso passado. Necessariamente esse deve ser um processo de dor intensa? Não, a dor é exatamente da grandeza ou da distância em que nós desviamos do caminho.
a de tudo nos recuperarmos dos deslizes do nosso passado. Necessariamente esse deve ser um processo de dor intensa? Não, a dor é exatamente da grandeza ou da distância em que nós desviamos do caminho. Conforme nos distanciamos do caminho da moralidade, passamos a confrontar as leis divinas, é claro que sentiremos sobre nós as consequências desse afastamento. É por isso que Chico dizia com plena sabedoria: "Nós estamos com muitas saudades de Jesus". Recolhemos uma história impressionante de um jovem e promissor casal norte-americano, ele senador dos Estados Unidos, que concorreu e venceu para governador da Califórnia. Ele procedia de uma família riquíssima, dona das maiores ferrovias dos Estados Unidos, chamado LAN Stanford. Ela, Jane Stanford, uma mulher de uma beleza ímpar, que também procedia de uma família de grandes posses econômicas na área bancária. fútil, ocupava o papel que a sociedade lhe impunha aceitá-la, para adulá-la. Eles tinham um filho, Lelan Stanford Júnior. Quando ele foi para São Francisco assumir o seu cargo, mandaram construir ali próximo em Palo Alto, uma mansão que seria também a residência do governador em forma de u, a parte frontal, a parte governamental. Um dos lados, a ala de convivência do casal, o outro a ala reservada ao filho, cercado por uma babá irlandesa, dona de uma disciplina ímpar e uma francesa dona de uma etiqueta incomparável. Mas Leland vivia numa ilha isolada. Vez por outra, ouvia falar do governador e sua esposa, muito comentados nas redes de convivências sociais. Ela supostamente uma dama caridosa que comparecia a todos os eventos, mas ele não conhecia nem o pai, nem a mãe. jornalista porque nunca conseguira uma entrevista com Jane Stanford. Vingou-se dela. Descobriu uma tia que acabara de morrer num gueto, uma rua estranha, uma casa pobre de São Francisco. Era de uma linha não muito bem quista da família. Ninguém sequer foi ao seu sepultamento e ele fez questão de estampar no jornal como uma grande manchete, impondo a senora Jane Stanford
São Francisco. Era de uma linha não muito bem quista da família. Ninguém sequer foi ao seu sepultamento e ele fez questão de estampar no jornal como uma grande manchete, impondo a senora Jane Stanford um luto que ela odiaria. 6 meses, vestindo-se totalmente de negro, sem poder comparecer a eventos sociais, nem tampouco usar joias. Esses eram os valores dela. E nesse sonho considerava que estava deixando para o seu filho um verdadeiro império que ele talvez nem precisasse trabalhar, pudesse usufruir melhor do que eles. e entediada, revoltada, certa feita, desabafou com uma amiga e ela lhe disse: "Horas, eu posso arranjar algo para você sair de casa, qualquer coisa". Então elas resolveram visitar o maior orfanato de São Francisco, encher carruagens de golose, levar animadores, ela ia poder sair de casa em grande estilo. Claro, ela convocou todos os jornalistas alguns dias antes, porque estava totalmente sozinha. Ela lembrou-se que tinha um filho e foi a ala em que ele residia. Quando adentrou, ouviu uma balada ao piano, linda, triste, parece que lhe apunhava o coração. Ela sentiu-se mãe, adentrou a sala, sentou-se ao lado de Leland, deitou a cabeça sobre as suas pernas, ouviu até o fim. era seu filho que dedilhava o piano. Ele estava aproximadamente com 10 anos. E ela disse: "Leland, eu não sabia que tocavas com tanta maestria, mas é uma música tão triste, Leland. É a minha história, mamãe. É uma balada que a minha a minha ama da Irlanda me ensinou a tocar. Conta a história de um casal de pescadores que tinham apenas um filho. Todo dia pela manhã eles iam até a praia. Ela tomava o filho nos braços, subia uma pedra e ficava acenando para o barco que partia até que ele desaparecesse do horizonte. Mas um dia, mamãe, um dia o barco não voltou e ela ficou ali naquela pedra úmida e fria, noite e dia, embalando seu filho, aguardando que o barco voltasse. Todas as demais esposas haviam ficado viúvas e já sabiam, mas ela não aceitava. E não suportando, sentou a criança naquela pedra úmida e
te e dia, embalando seu filho, aguardando que o barco voltasse. Todas as demais esposas haviam ficado viúvas e já sabiam, mas ela não aceitava. E não suportando, sentou a criança naquela pedra úmida e fria e atirou-se às ondas do mar. Leland, é muito triste. É, mamãe. Aquela criança ficou lá sozinha numa pedra fria. É a minha história, mamãe. Não digas isso, Leland. Tu és o filho do governador da Califórnia. Sua mãe é Jane Stffford. E eu continuo sozinho na pedra fria. Ela saiu. Dois dias depois. O burburinho, os repórteres, tudo cobrindo a saída das carruagens. Leland ouviu aquele alvoroço, invadiu a área governamental, foi a sacada e disse: "Mamãe, o que está acontecendo? Uma festa e obviamente os repórteres voltaram-se para aquele ser estranho para eles. Quem era? Quem é? Quem é? é meu filho. A senhora tem um filho. Então a senhora vai levá-lo, está indo ao orfanato. Ela constrangida e porque Lela de descobrir e disse: "Sim, eu vou com mamãe". E já desceu e já tomou assento na carruagem e foram. E Leland apaixonou-se pelos órfãos. Mamãe, veja, meus irmãos, os órfãos. Ela procurou desvencilharse, sair. Aquela não era convivência para o seu filho. Eram crianças descartadas, pobres, sem nenhum tipo de nobreza, educação, cultura. Ela tomou Land a força pela mão, encerrou o passeio e encerrou a alegria de Leland. Um dia depois, a ama veio e disse: "Senhor, ele queima em febre. Ele quer voltar para ver os irmãos, os órfãos por nada nesse mundo. Os dias se passaram e Leland não melhorava. O médico veio, chamou-a e disse: "Senhora, em seus delírios da febre, ele fala dos irmãos, os órfãos. O que é isso?" Ela contou-lhe revoltada e ele disse: "Então, a senhora só tem duas saídas. Essa febre é emocional, mas ele está definhando, senhora. Ele é uma criança léve. Nunca. Então, tire-o daqui. Tirarei. Ensetou uma viagem de Cruzeiro por vários países do mundo. E Leland, fragilizado, por onde o navio passava, ele ia à poa, a popa, apontava e dizia: "Mamãe, para que lado fica São
ire-o daqui. Tirarei. Ensetou uma viagem de Cruzeiro por vários países do mundo. E Leland, fragilizado, por onde o navio passava, ele ia à poa, a popa, apontava e dizia: "Mamãe, para que lado fica São Francisco?" Para lá. Ah, mamãe, é lá que estão meus irmãos, os órfãos. Leland. Dias no navio. Leland contraiu difiteria. Agravou-se o estado. Precisaram desembarcar. Ela conduziu para a Viapia em Roma, o hotel mais famoso. Mandou buscar o médico da rainha Vitória da Inglaterra. Ela era Lelan Stanford. Ele e tantos outros médicos se desprenderam. Lela agonizava. Os seus olhos verdes pousavam nos olhos verdes de sua mãe e só sabiam dizer: "Mamãe, me leve para casa, me leve para que eu possa ser feliz junto dos meus irmãos, os órfãos". Ela começou a fechar-se numa tristeza imensa. E certa feita, o médico lhe diz que não haveria salvação. O filho olha para ela e diz: "Mamãe, pegue-me no colo, como há muito tempo você não faz. Agora era fácil. Lelan dehara. Era uma folha de outono que se desprendera de uma árvore sem a seiva da vida. Ela tomou em seus braços corroída de arrependimento. Leve-me à janela, mamãe. Ela o levou. Para que lado fica São Francisco? Ela olhou para o médico, ele apontou-lhe, ela disse para lá, Leland, mamãe, me leve para casa para os meus irmãos, os órfãos e mamãe nunca mais os deixe. E morreu. A senhora de Stufford embalsamou-o, colocou-o numa urna de cristal, era um príncipe. Aportou em São Francisco vestida de negro, despida de todas as joias, mas despida da sua presunção. Ela naquele momento era mãe e dava-se conta que perdera a grande oportunidade da vida de dar aquele que lhe fora confiado por filho, a maior de todas as heranças, aquela que a traça não corroi, que a ferrugem não consome e que poderia estar lhe abastecendo aquele corpo frio, inerte. parou a porta do orfanato. As crianças correram, ela olhava-o, de fato, o estava enlouquecendo. Parecia que Leland sorria. Ela chegou a ver um átimo de cor tomar o seu rosto, mas era tarde demais. E ali ajoelda ante o esquif do filho,
nças correram, ela olhava-o, de fato, o estava enlouquecendo. Parecia que Leland sorria. Ela chegou a ver um átimo de cor tomar o seu rosto, mas era tarde demais. E ali ajoelda ante o esquif do filho, ela disse: "Leland, eu te juro, meu filho, nunca mais deixarei de ser a mãe de teus irmãos, os órfãos. Lhes darei não apenas a cultura, o amparo, que por falta deles foram atirados a este local segregado do mundo. Eu lhes serei mãe de amor, nada lhes faltará. Leland foi sepultado nessa mesma propriedade, num pequeno altiplano sobre uma árvore de flores vermelhas que caíam como lágrimas de sangue sob o singelo túmulo, onde Jane fez questão de escrever: "Aqui descansam para sempre." Os olhos verdes de meu filho. Lelan Stanford nunca mais usou uma joia, nunca mais vestiu outra cor que não fosse o negro. E junto a seu esposo LAN Stanford, em honra ao filho, eles fundaram uma das maiores, uma das 10 maiores universidades do mundo, a Universidade de Stanford, a casa mãe onde Leland, por certeza voltou a viver, voltou a sonhar. voltou para descobrir que, enquanto ele não pôde usufruir da verdadeira arte da educação que é conquistada nos braços de pai e mãe sob a disciplina da matéria do amor, porque só o amor cobrirá a multidão de pecados. Só quando descobrirmos o valor do amor, nós deixaremos ruir todo o egoísmo, toda a ânsia de dominação. Nós também saberemos, sentiremos que somos imortais porque nos esquecemos disso no dia a dia. Somos espíritas, acreditamos, temos certeza da reencarnação, mas a maioria das vezes agimos como se esta fosse a única vida. Sim, como disse Isiede, o relógio da vida só dá corda uma vez por cada vida. Nós não sabemos quando ele vai parar, mas tenhamos cuidado para que no momento em que tiver estipulado a sua parada obrigatória, nós possamos descer desta carruagem iluminada chamada reencarnação, carregados de amor. que deixemos saudades nas lágrimas dos olhos de nossos filhos, que se eles tiverem algo para reclamar de nós, que só possam dizer: Estreitaram-me
em iluminada chamada reencarnação, carregados de amor. que deixemos saudades nas lágrimas dos olhos de nossos filhos, que se eles tiverem algo para reclamar de nós, que só possam dizer: Estreitaram-me tanto em seus braços e incansavelmente me disseram que me amavam e que queriam que através dos seus exemplos, não das suas conquistas, da fortuna que angarearam, das roupas de grife, do lar luxuoso, do bairro que todos almejam, da escola mais cara. Não, não, eles não foram buscar os valores amoedados, porque você ganha hoje, pode nem ganhar licitamente e perde amanhã. Mas quando a fortuna procede do coração, ela acompanha-nos por toda a eternidade, oferecendo-se, oferecendo-nos nessa disciplina ímpar a conquista de nós mesmos, para, como disse Jesus, atravessarmos todas as aflições e vencermos. o mundo. Muita paz e profunda gratidão a todos. Agradecemos a participação de Olália, que nos convida a refletir com profundidade sobre o tema Educação para a vida imortal. Lembramos aos amigos que caso haja perda de algum objeto ou pertence pessoal, nosso ponto de achados e perdidos está localizado no setor de credenciamento. Informamos inclusive que alguns cartões de estacionamento foram encontrados, assim como um documento da identidade. >> E agora vamos pensar juntos qual o mundo que nós espíritas queremos. E para isso convidamos a vice-presidente administrativa da FERGs, Adriana Pisuti, que irá nos contar sobre uma iniciativa muito importante da nossa federação. Bom dia, pessoal. >> Bom dia. >> Pode faltar energia elétrica, mas a nossa energia, o nosso bom ânimo não pode faltar. Eu gostaria de fazer um pedido para vocês. Eh, em função de toda essa situação inesperada que estamos vivenciando, nós estamos com alguns participantes, alguns congressistas neste momento ocupando o nosso mesanino, mas que por situações de necessidade, de dificuldade até de subir uma escada, precisariam estar aqui conosco. Então eu rogo a vocês, aqueles que puderem após este intervalo ocuparem o mesanino, alguns para que a
situações de necessidade, de dificuldade até de subir uma escada, precisariam estar aqui conosco. Então eu rogo a vocês, aqueles que puderem após este intervalo ocuparem o mesanino, alguns para que a gente possa acomodar os nossos companheiros aqui na plateia baixa. Nós agradecemos muito aqueles que puderem nos auxiliar. Bem, eu sou por natureza uma pessoa muito curiosa, quem me conhece sabe disso, né, Rogério? E eu quero conhecer um pouquinho melhor vocês. Então eu peço assim que levante a mão, levante a mão quem acha, quem concorda que é fundamental que nos centros espíritas os trabalhadores estejam bem preparados, bem preparados para acolher, esclarecer e orientar aqueles que lhes procuram. levanta a mão. Ótimo. Agora eu quero assim que dê um sorriso bem bonito, mas bem bonito mesmo. Quem acha importante estimular a difusão da nossa amada doutrina espírita por meio do livro edificante com conteúdo, com fidelidade doutrinária, levando luz a todos os lugares em que o livro alcança. Para quem tá nos acompanhando na internet, o pessoal riu bastante aqui, viu, pessoal? Tava muito bonito aqui, inclusive iluminou mais ainda o nosso auditório. E agora sim, última pergunta, juro para vocês. Bata palmas. Quem gostaria de contribuir com projetos que promovem uma cultura de paz entre as crianças e os jovens? Quem levantou a mão? Quem sorriu? E quem bateu palmas precisa conhecer o programa Amigos da Ferg. Você sabia que pode promover a paz, a dignidade, o bem e a espiritualidade nas relações, transformando a sociedade em que vivemos e contribuindo para um mundo mais fraterno e feliz. Conheça o programa Amigos da Fergs e participe dessa iniciativa. Os amigos da Fergs subsidiam o programa Conte Mais, que visa a inclusão social, a educação dos sentimentos, a formação de contadores de histórias e a divulgação de ideias para a sustentabilidade ambiental. Com doações mensais a partir de R$ 25, você fortalece as ações que incentivam a educação integral de crianças, jovens e adultos promovidas pelo movimento
o de ideias para a sustentabilidade ambiental. Com doações mensais a partir de R$ 25, você fortalece as ações que incentivam a educação integral de crianças, jovens e adultos promovidas pelo movimento espírita no nosso estado, que contribuem para a difusão dos valores morais propostos no Evangelho de Jesus. Sendo um amigo da FERGs, você terá descontos no valor da inscrição dos eventos presenciais, nas compras feitas na nossa livraria e poderá receber os lançamentos da FERGs Editora. Ser um amigo da FERGs é investir no processo de autoaperfeiçoamento moral. Seja um promotor de nossos projetos e ações e ajude a transformar o mundo. Seja um amigo da Fergs, juntos pelo mundo que queremos. Hoje nós contamos com muitos corações generosos que participam do programa Amigos da Ferges, que contribuem mensalmente para que a Federação Espírita do Rio Grande do Sul possa subsidiar ações que impactam positivamente, não apenas nos centros espíritas, em vários outros setores da sociedade, transformando vidas para melhor. Mas precisamos fazer mais, muito mais. Então, quem quiser conhecer melhor o programa e se juntar a Ferges nessa corrente de fraternidade, eu convido a conhecerem o espaço dedicado que está no nosso round de entrada e conversar com a equipe de voluntários que está ali esperando para conversar com vocês e contar um pouco mais sobre esse programa. Amigos da FERG, nós que somos amigos da FERG, com toda a certeza, somos parte ativa na construção de um mundo melhor. Muito obrigada e que Jesus nos abençoe a todos. Adriana, muito obrigado. E para saber mais sobre o programa Amigos da Féx e como se tornar num amigo da nossa federativa, procurem os nossos voluntários localizados no saguão principal do evento. Se você está em casa, acesse o site www.fer. fergs.org.br/amigosdafers. >> Faremos agora o nosso intervalo e informamos que neste momento está prevista uma sessão de autógrafos na livraria do 13º congresso com os autores Eulalia Bueno, Jacobson Trovão e Sandra Borba. No saguão também poderão ser
intervalo e informamos que neste momento está prevista uma sessão de autógrafos na livraria do 13º congresso com os autores Eulalia Bueno, Jacobson Trovão e Sandra Borba. No saguão também poderão ser adquiridas as camisetas e outras lembranças desse encontro. Retornamos com nossas atividades no auditório às 11:30 com uma fala muito especial de Alessandro Viana Vieira de Paula. Diogo e Eduarda é com vocês aí do estúdio. Estamos de volta, queridos, como prometido, né, Diogo, antes das atividades, nos intervalos das palestras e ainda depois nós estamos aqui no estúdio acompanhando todo esse congresso com vocês. E a gente não podia deixar de agradecer toda a presença massiva de vocês na internet, nos nossos canais de transmissão. Muito obrigada a FEB Lives, muito obrigada à Web Fraternidade e a Federação Espírita do Paraná que está transmitindo o nosso congresso pelas nossas redes. A gente relembra a importância de se inscrever aqui no nosso canal da Ferg Play para que vocês possam receber todos os links e as atualizações do nosso congresso. E seguindo a nossa programação aqui, né, Diogo? Isso. >> Que que temos agora com a gente aqui? Agora nós temos dois convidados especiais, painelistas do nosso congresso, nossa 13ª edição do Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. E a gente tem o prazer de receber a Bet Barbieri, que é uma longa conhecida de longo tempo, nosso presidente da FERX, de 2010 a 2015, se eu não tô enganado, né, Bet? e também o nosso amigão aqui, o La Corder Faiad, que tá conosco nessa edição. E a gente vai ter agora o privilégio de ouvi-los, né, e conversar um pouquinho, não só sobre as os painéis que eles vão fazer, mas também sobre as obras, né? Afinal de contas tem obra da Bet, que saiu agora recente pela Fergora e a gente vai conversar um pouquinho sobre isso. Mas, primeiramente, o bom dia de vocês, amigos. Bom dia, Bet, bem-vinda. >> Bom dia. Obrigado. Sempre um prazer, uma alegria estarmos trabalhando nesses eventos tão significativos que são os
bre isso. Mas, primeiramente, o bom dia de vocês, amigos. Bom dia, Bet, bem-vinda. >> Bom dia. Obrigado. Sempre um prazer, uma alegria estarmos trabalhando nesses eventos tão significativos que são os nossos congressos e junto com o nosso querido Lacet, essa alma que é parceira desde a retomada do no sexto congresso em Gramado, né, La Corder esteve conosco. Seja bem-vindo, amigo querido. Um grande abraço >> lá Cordé. Bom dia. Então, te cumprimentando e cumprimentando quem tá nos assistindo. >> Bom dia, querido Diogo, todos vocês e essas almas queridas irmãs que nos ouvem, né, presencial e também através das ondas retesianas da internet conosco aí no 13º Congresso Espírita da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Uma alegria muito grande estarmos tratando desses assuntos tão importantes com esses colegas, os palestrantes e falando da mensagem de Jesus. É o mais importante. >> Maravilha. Bom, a gente ouvi agora a pouco Adriana falar do livro Espírita e eu acho que a gente pode começar falando um pouquinho da obra desses autores. Nós temos a algumas obras, por exemplo, a Bet tem aqui pra gente inclusive mostrar pro pessoal aqui que tá nos assistindo. Com licença aqui, Bet. Eu vou mostrar aqui, ó, os mensageiros, poesias e crônicas, que é um livro de estudos do livro dos mensageiros do Chico. E a Bet traz esta edição, que é a primeira e a segunda edição que está aqui ao lado. A gente vai mostrar também pro pessoal aqui, ó, você que tá nos assistindo, estas duas edições que trazem poesias ali em cada capítulo e também os estudos que foram feitos pela Bet em cima da obra, né, dos das reflexões da obra do Chico. E a gente vai conversar um pouquinho, então, eh, sobre essa segunda edição, Bet, que chegou agora a pouco. Para quem tá no Clube do Livro, né, da FEX, já recebeu, já pôde dar uma olhada nessa obra. O que que ela traz? Qual é o o ponto principal da obra? >> Pois então, esta obra ela nasce depois de uma releitura por ocasião da do do filme, né? Quando o filme veio as
ôde dar uma olhada nessa obra. O que que ela traz? Qual é o o ponto principal da obra? >> Pois então, esta obra ela nasce depois de uma releitura por ocasião da do do filme, né? Quando o filme veio as telas, nós fomos reler a obra e ali então tivemos a o convite do dessa dessa entidade amiga, o espírito de Roberto Pedro Michelena, que foi presidente da nossa federativa na década de 40, nos convidando a transformar cada capítulo. Olha só o desafio, né? Cada capítulo do livro Os Mensageiros, psicografado pelo querido Chico, em poemas que, claro, foram inspirados e intuídos por ele. E como o livro eh o o livro ele teria também em razão das características do nosso público leitor espírita. Uhum. Ele teria que trazer crônicas também. Então a gente faria para cada capítulo o poema do general Michelena e uma crônica, algumas psicografadas, outras é fruto da nossa pesquisa, enfim. E aí ficaria uma obra muito grande, um número de páginas que inviabilizaria a edição. Uhum. Então, a nossa editora prudentemente nos propôs eh fazermos dois livros, uma obra com dois livros. O primeiro saiu e agora por ocasião do congresso, esta este segundo volume, né, com a mesma estrutura, tem um poema para cada capítulo e uma crônica que aborda um aspecto, né? São muitos. esse este essas lições de André Luiz, elas são atemporais >> e profundas, mas elas são contextualizadas no tempo em que o livro foi psicografado. Então, tem muitas lições que trazem os exemplos do cotidiano daquela época, da metade do século XX. E aí o que que nós fizemos? Trouxemos para as nossas vivências, as nossas necessidades, o o nosso momento vivencial. Então, as crônicas elas versam sobre muitos assuntos que hoje nós estamos buscando apreciar, entender, dar tratamento à luz da doutrina espírita. Então, é isso que a obra traz >> e fica o convite para todos que nos assistem do auditório, mas também você que está em casa para fazer aí eh você eh adquirir a obra e fazer a leitura, né? Na verdade, a leitura é muito importante, porque eh na parte da poesia
s que nos assistem do auditório, mas também você que está em casa para fazer aí eh você eh adquirir a obra e fazer a leitura, né? Na verdade, a leitura é muito importante, porque eh na parte da poesia a gente também eh deixa os nossos sentimentos falarem um pouco mais alto. E e eu tive a oportunidade de ler agora da segunda obra algumas poesias ali e foi escrita de uma forma belíssima, Bet. E e até tenho visto que a poesia ela ela mexe com o nosso cérebro, porque o cérebro ele não consegue entender se é música ou se é texto. E isso é bom porque o cérebro ele ele vivifica com a poesia. Então, muito legal eh você inserir com essa proposta, né, com o espírito parceiro, autor, eh, as poesias e as crônicas em na decorrência do estudo, né? Exato. Essa essa linguagem poética, essa função poética da literatura que vem no texto lírico, dessa forma lúdica, realmente ela ela nos faz extrair de nós essa percepção mais profunda. E a gente vê assim que a literatura, a a esse grande projeto do livro espírita, ele começa com uma obra de poesia que é o Parnaso de Alentum. >> E o Chico ao longo da sua da sua trajetória, ele vai recebendo as poesias com várias eh propostas, né? o humor, tratando de coisas sérias através das trovas bem humoradas de Cornélio Pires, por exemplo, >> e outros eh >> Dolores, né? >> Exato, né? É verdade. E os os poetas portugueses trazendo assim aquela a aquela perspectiva de mundo que é muito relacionado também com a visão do autor espiritual. O general Michelano era poeta. >> É. E eu hoje não vou antecipar porque hoje à tarde na nossa fala a gente vai contar uma história muito interessante dele com relação a isso, né? E continua tanto que a gente vê eh depois depois dos poemas escritos a variedade de estilos de poesia, né? Tu tu vai ter versos, versos brancos, versos livres, rimas emparelhadas, rimas alternadas. A as métricas são várias métricas. Então, foi muito bom assim fazer a releitura dessas poesias inspiradas por ele. Depois, assim, eh, o conjunto da
versos livres, rimas emparelhadas, rimas alternadas. A as métricas são várias métricas. Então, foi muito bom assim fazer a releitura dessas poesias inspiradas por ele. Depois, assim, eh, o conjunto da obra nos surpreendeu bastante. Eu imagino que ele tenha tido um trabalho imenso, né, pela qualidade do filtro que é reduzida assim, mas a gente procurou entregar isso, a gente sempre faz, né, entregar para esse projeto do livro espírita o melhor que a gente pode, né, Cordé? melhor assim, é, é, é pouquinho. É uma contribuição muito eh modesta, mas é entregue assim com muito amor, né? >> Com certeza. Modesta e moderna também, né? como tu comentou, né, Bet, de trazer a contextualização dos mensageiros pros dias atuais, né, através das crônicas pro nosso leitor espírita e perceber a riqueza que é uma obra como essa que gerou um filme, que gerou agora Mensageiros um, Poesias e Crônicas e os Mensageiros dois, eh, pela Maria Elizabeth Barbieri, que está aqui com a gente. E falando em mais obras queridas ao nosso coração, queridas aí a nossa a nossa livraria aqui do congresso, a gente tá aqui com La Corder, que também trouxe, né, as suas obras, né, amigo. Então, pode contar um pouco pra gente do objetivo das suas obras e qual a sua relação com essas leituras. Estamos tendo a oportunidade de apresentar o livro A vivência do amor. É um livro baseado nas obras da nossa querida benfeitora da humanidade, Joana de Angeles. E para a nossa surpresa, quando nós a terminamos, Divaldo depois nos liga perguntando se havíamos terminado um livro e aí sim, mas está em ordem. Não, eu gostaria de ver. Manda para mim mesmo assim, sem ser corrigido, sem nada. E quando nós mandamos, ele disse: "Olha, a nossa benfeitura tá oferecendo o prefácio." >> Olha só, >> né? Então o prefácio é da nossa benfeitura Joana de que teve a caridade de nos ofertar. >> E é muito interessante que no prefácio ela nos fala da trajetória do amor, como sendo assim no vibrante do universo, não é? E ela mostra a importância do amor em
que teve a caridade de nos ofertar. >> E é muito interessante que no prefácio ela nos fala da trajetória do amor, como sendo assim no vibrante do universo, não é? E ela mostra a importância do amor em ação, como Jesus nos exemplificou. E ela diz justamente numa parte aqui, ó, quando ela diz assim, ó, não na no final do prefácio, não te descoroçis quando as circunstâncias não te permitem esculpi-los no coração em toda sua grandeza. Quando não consiga, recomeça a ação que resultou infeliz e sem detença, prossegue em júbilo. E ela diz assim, ó: "Faz também tua parte, nunca desista de amar, especialmente nos momentos desafiadores e que não pareça ser a melhor solução." Ela diz: "O sol de do amor aquece e jamais perde a potência iluminativa de que constitui." Olha o que que ela diz aqui. Um trocadilo muito interessante. Ela diz assim: "O que hoje falta não te faz falta. Ó, o que hoje falta não te faz falta." Interessante. >> Eu fiquei muito pensativo. O que que isso quer dizer? Não é? E ela diz assim mais ainda, ó. Porque estás a caminho de consegui-lo, desde que permaneça fiel ao amor. O que te falta hoje e não te faz falta? Nós vimos ontem a nossa Sandra querida falando a respeito dos projetos de vida, né? Todos nós estamos aqui, não caímos de para-queda, não há imprevisto na parte da providência divina, há todo um planejamento. Então, muitas vezes aquilo que nos falta no momento é porque não está na nossa programação reencarnatória. E a misericórdia divina nos poupando muitas vezes de dores desnecessárias. Mas se nós realmente nos reeducarmos naquilo que nós muitas vezes malbaratamos, tá de volta, porque Deus é amor, é misericórdia, né? Então este livro fala justamente dessa possibilidade de colocar o amor em prática. Ele tá muito baseado na questão 919 e 19a de O livro dos Espíritos quando Santo Agostinho, não é? responde a Kardec depois de ter perguntado qual é a forma, o meio prático para que possamos resistir ao mal e desenvolver o bem, né? Então eles um sabe da antiguidade já vou
do Santo Agostinho, não é? responde a Kardec depois de ter perguntado qual é a forma, o meio prático para que possamos resistir ao mal e desenvolver o bem, né? Então eles um sabe da antiguidade já vou diz conheça a ti mesmo. Com base nessa questão, nós desdobramos o livro com base também nas obras da nossa querida veneranda Joana de Anes. >> E é interessante, La Cordner como o que a Joana diz ali na apresentação da obra sobre seguir com amor, mesmo que muitas vezes pareça que o mundo esteja desabando em cima da gente. E e esse olhar da vida futura como um elemento que contribui para que a gente suporte. para que a gente se resigne e siga amando. Mesmo que os desafios sejam gigantescos, vale a pena, porque o sol ele virá, né? A oportunidade nova ela virá mesmo adiante, mesmo com os desafios. >> É verdade. Pegando essa metáfora que você usa, a neblina ela não nubra o sol, ela nubra a nossa percepção, assim a nossa ignorância, né? Como tá lá na questão 115 do livro dos espíritos. Nós fomos criados simples e ignorantes. Nós temos três níveis de ignorância. A ignorância do não saber, a ignorância do não sentir e a ignorância do não vivenciar. Então, não tocou o coração, não há mudança. Porque o mais importante não é o quanto nós conhecemos, é o quanto eu me sinto, eu me vejo no que eu conheço. Eu posso usar o conhecimento muitas vezes para estar me autodescaracterizando, entrar num padrão muitas vezes de rigidez, de exigência, de perfeccionismo. Mas eu posso também usar este mesmo conhecimento me sentindo um aprendiz da vida, né? um filho de Deus, saber que onde eu estiver e como eu estiver, estamos sobre o amparo amoroso de Deus, não é verdade? É verdade. >> Olhar para si, para sua caminhada também com o olhar do amor, né, da vivência do amor. Então é muito muito rica essa essa obra e e que presente, né, da Joana para pras nossas vidas e pra nossa trajetória. E é interessante notar que o sol é sempre usado como essa essa metáfora do amor, né? No congresso passado foi o sol do novo tempo,
presente, né, da Joana para pras nossas vidas e pra nossa trajetória. E é interessante notar que o sol é sempre usado como essa essa metáfora do amor, né? No congresso passado foi o sol do novo tempo, representando Jesus, essa luz que que permeia as nossas vidas. E continuando aqui o nosso bate-papo sobre o livro, >> eu acho que a gente pode olhar a segunda obra aqui também do La Corder, já mostrar pro público aqui, Então, eh, esse aqui é o mestre da consciência e os aprendizes do amor. >> Eu participo no movimento espírita desde os 13 anos, tô com 72, mas de reunião mediúnica, quase 50 anos de atividades. E ao longo do tempo eu fui fazendo algumas anotações e achamos que essas anotações são muito ricas e que não deveríamos deixar ali guardadas, né? Então, nós utilizamos o título como sendo o mestre da consciência, porque eh são mensagens, muit delas vieram através dos bons espíritos, então são os mestres da consciência e nós os aprendizes do amor. E tomamos como referência o livro Ser Consciente da nossa benfeitora Joana de Angeles. Então, com base cada mensagem, nós buscamos no livro Ser Consciente algo correspondente. E ali nós então desdobramos este diálogo. É um livro feito em diálogo. É como se um mestre, ele de uma instituição convidando trabalhadores para o trabalho do bem. E logo no primeiro capítulo, ele fala do papel da instituição nosso enquanto trabalhadores, mostrando que toda instituição quando está na sintonia com o trabalho com o Cristo, ela tem essa responsabilidade como sendo um laboratório moral. Porque Deus não cria ninguém coitadinho nem incapaz. Ninguém nasceu na favela, nasceu nessa condição socioeconômica, sociocultural, em dificuldade, por acaso. É um convite ao desenvolvimento da resiliência, da determinação, porque nós somos espíritos imortais, nós somos espíritos viajores do tempo, como já dizia Sócrates, e que a vida na Terra é uma estação. Então, ele mostra logo no primeiro capítulo que toda a instituição ela é o local, ela o laboratório, como é uma família. com a
es do tempo, como já dizia Sócrates, e que a vida na Terra é uma estação. Então, ele mostra logo no primeiro capítulo que toda a instituição ela é o local, ela o laboratório, como é uma família. com a responsabilidade, nós está nos trabalhando, como diz Allan Kardec em a Gênesis, que a vida em sociedade ela é a pedra de toque do espírito. Nós somos o diamante de Deus. E através das reencarnações sucessivas, do processo do interrelacionamento, nós vamos nos autorrevelando quem nós somos para nós mesmos enquanto aprendiz da vida com duas responsabilidades amorosas de devolver o que a vida carinhosamente e amorosamente investe em nós como cocriador e colaborador. Então, nesse primeiro capítulo, o mestre nos fala da importância de nós não nos isolarmos, de nós estarmos eh nos colocando em condição. E ali um aprendiz quando o mestre convidou, olha, vem trabalhar conosco nessa instituição, porque é um trabalho, a instituição vem trabalhar eh aqueles que os corações que Jesus encaminha, porque não existe o acaso. E um dos aprendizes, mas será que eu estou em condição? E aí ele diz assim: "Olha, todo aprendiz que se coloca com sinceridade de propósito e com boa vontade no trabalho do bem, nosso Senhor tem escada. Então, todos nós estamos em condições, desde que busquemos fazer a nossa parte." Que lindo isso. E e mandar um abraço, já que nós temos dois autores aqui, estamos falando de livros. A produção nos informa que nós temos um amigo que está nos assistindo, Valdemar. e ele disse que há muitos congressos ele não perde uma sessão de autógrafos e tem todos os livros autografados pelos autores, pelos painelistas dos últimos congressos também. Então, um abraço especial ao mais de 10 livros. Então, Valdemar, um abraço especial para você e e reforçando a importância também da sessão de autógrafos, né, em que vocês já estiveram, vão estar aí ao longo desses três dias, né? >> Uhum. interessante que o título Mestre da Consciência me fez lembrar do o líder espírita, né, Bet, que que a gente
grafos, né, em que vocês já estiveram, vão estar aí ao longo desses três dias, né? >> Uhum. interessante que o título Mestre da Consciência me fez lembrar do o líder espírita, né, Bet, que que a gente trabalha tanto na nas oficinas também de liderança aqui da nossa federação, que é justamente a gente se apoderar, né, dessa posição de que nós somos os próprios líderes das nossas vidas, né, e assim e ir ocupando espaços e também deixando as pessoas eh florescerem dentro desses desses contextos e oportunidades que a gente tem ao longo da vida, né? E o livro líder espírita veio ocupar um espaço que o nosso movimento espírita carecia muito, não é? Porque toda instituição ela tem um papel eh social, administrativo e liderança, né? O livro vem nos ajudar a ver a importância de nós estarmos dando espaço aqueles que Jesus encaminha, né, para o trabalho do bem. E o livro Líder Espírito, ele veio sistematizar como fazer. Isso é muito importante. O >> o líder espírita que foi também feito em conjunto com o Gabriel Salum, né, Bet? >> Foi. Na verdade, nós, o Gabriel, a Tereca e eu, nós sistematizamos um aprendizado que é do movimento espírita, né? a própria Federação Espírita de eh Mato Grosso, de onde é o Lacorder, já desenvolvia também um trabalho voltado à liderança. E todas essas experiências das oficinas, dos seminários, elas foram gerando aqueles conteúdos do líder espírita. Quando ele foi publicado, ele já refletiu uma implantação de cultura que nós estávamos em conjunto já desenvolvendo. E esta federativa de Mato Grosso, então, foi também uma das pioneiras >> a olhar para esse para essa necessidade do nosso movimento espírita. Bem lembrado, Líder Espírita é uma obra que hoje tem facilitado assim a compreensão, o aprendizado. Nós fizemos todo o treinamento com, por exemplo, com o Conselho Espírita do Canadá. >> Olha só que legal. >> E com o a Federação Espírita do Uruguai e sem falar no nosso estado. >> E fez um trabalho também com o CFN, né? federativas foi feito falando em Uruguai, o pessoal
do Canadá. >> Olha só que legal. >> E com o a Federação Espírita do Uruguai e sem falar no nosso estado. >> E fez um trabalho também com o CFN, né? federativas foi feito falando em Uruguai, o pessoal do Uruguai tá nos assistindo também. Legal um abraço aos companheiros, >> Rio de Janeiro, Pernambuco, Bajé, um abraço para todo o pessoal que tá nos assistindo. E o Líder Espírita são dois, é o um e o dois, né, Bet, se eu não tô enganado. >> Isso, isso. O Líder Espírita é o volume um e o volume dois também e liderança para a nova era. Saiu com novas abordagens assim de outros aspectos, né? E porque é um programa, então a gente ainda vai e e foi tão interessante, nós nós vamos percebendo que esse programa de formação de lideranças Uhum. >> Ele faz parte inclusive da proposta trazida na obra CPÉ, o Guerreiro da Paz, que também é uma liderança exponencial. Quase todas as lições que tem ali são lições de liderança. e depois na sequência utilizando algumas a algumas narrativas em forma de contos de novelas, no os espíritos contaram histórias da pandemia, riquezas da alma peregrina, é o trabalho liderado por Cepete Araju, essa grande falange que trabalha sob a ege de Cepé e Divaldo. fala isto no doama, que Francisco Espinelli ao desencarnar retorna à espiritualidade e toma conhecimento de que CPET Araju já trabalhava, né, lá na década de 50, há muito tempo pelo Movimento Espírita do Rio Grande do Sul. Então agora a gente vai nas obras, vai tomando contato com essas entidades, a dona Diná, >> sim, >> Cecília Rocha, a dona Alba Salcedo, Francisco Espinelli e outros espíritos, né, que atuam sob a a a EG de de CPÉ, >> com certeza. E o eu fiz o link, né, do mestre da consciência com o líder espírita, porque o líder espírita também traz, né, todas essas lições de Jesus de uma maneira muito prática e dinâmica para que a gente consiga entender como de fato, né, ser pacificador no momento de liderança ou de conflito que a gente tá enfrentando, né, como a gente pode se portar à frente a a toda essa jornada de
para que a gente consiga entender como de fato, né, ser pacificador no momento de liderança ou de conflito que a gente tá enfrentando, né, como a gente pode se portar à frente a a toda essa jornada de autoconhecimento que a gente tem que percorrer aqui, né? Então, muito interessante como elas se complementam, né, na sua na sua proposta. >> E antes de antes de passar a palavra para ti, amigo, eu só queria mandar um abraço pros nossos queridos amigos de Paraíba, Rio Grande do Norte e Guarulhos, São Paulo. Um abraço, queridos. >> Que bom. Gratidão. Um abraço a todos. E você veja o seguinte, como a Bet tá colocando, a a vida continua, além da vida continuar, o trabalho continua. Olha o nosso querido Francisco Espinelli coordenando toda essa equipe para trazer e materializar de forma muito objetiva a importância da organização do nosso movimento espírita. Porque nós vamos perceber quando lá João, no capítulo 14, 15, 16 lá do Evangelho, ele diz: "Quando Jesus diz: "Olha, se me amais, guardai os meus mandamentos, eu enviarei outro consolador". E chega a doutrina espírita. Então, quando a doutrina espírita chega como sendo consolador, se Jesus já previa o consolador, não é? E Joana de no livro SOS família diz, ela diz assim: "A família é a célula matter da sociedade". Então, parafraseando essa benfeitura espiritual, nós podemos dizer: "Quem é a célula matter do movimento espírita?" É a casa espírita. Então, nós podemos dizer que Jesus também já havia previsto o surgimento da casa espírita. Por isso que é a importância que tem, né? a gente vai perceber esses benfeitores espirituais, eh, nos trazendo essas orientações para que nós eh possamos ir além das questões administrativas, né, das questões que são necessárias e burocráticas, porque é uma instituição eh que deve à sociedade a a ali como sociedade civil, mas que vai além sem deixar de desenvolver e ampliar criar o espírito de fraternidade entre trabalhador com trabalhador, porque é a somatória de todos nós que vamos fazer
a a ali como sociedade civil, mas que vai além sem deixar de desenvolver e ampliar criar o espírito de fraternidade entre trabalhador com trabalhador, porque é a somatória de todos nós que vamos fazer essa mudança, não é? Então, daí a gente vai perceber a importância que tem esses benfeitores espirituais nos trazendo essa mensagem. E a gente vai perceber enquanto os trabalhadores, >> nós temos aqueles que são os catalisadores. >> Por exemplo, o Chico Xavier é um catalisador por excelência, Divaldo Franco, né? e tantos outros, nosso querido Raul, que capta do mundo espiritual, né, os escritores, essas mensagens. Mas além dos catalisadores, tem os propagadores, que são aqueles que os palestrantes aquele vai que irão fazer a divulgação deste trabalho. Mas tem também os aplicadores. E quem são os aplicadores? Somos todos nós, desde o catalisador, o divulgador e o aplicador, porque se não houver da nossa parte essa dedicação e essa coerência no que a gente fala e no que a gente faz, não teria sentido. É por isso que manda dizer assim: "As palavras convencem". Mas é o exemplo que vai realmente fazer a diferença. Então, olha a importância que tem de nós estarmos absorvendo eh no movimento espírita essa literatura e mais ainda estudando-a >> e sentindo para poder aplicar, >> né? Porque é uma ciência. Quem ninguém aprende ciência por osmose, não é verdade? Verdade. >> Tem tem uma pessoa que tá nos assistindo que disse que recebeu um livro da Bet pelo Clube do Livro e gostou muito. E a gente tem o nome da da pessoa, produção, que tá nos assistindo aí, só pra gente mandar um abraço especial e a própria a a Lara, Bet, para você mesmo mandar um abraço pra Lara aí. Então, >> Lara, um abraço. Você eh, como nós colocamos no prefácio, o leitor, como diz Cal Gibran, é o nosso bem amado. Então, você é a nossa bem amada, né? Nósemos com os fios do amor na cordela, cada frase, cada palavra do livro para que isto sirva, né, de de manto, acolhedor, eh, enfim, para para o nosso leitor. Muito obrigado. Nosso abraço.
amada, né? Nósemos com os fios do amor na cordela, cada frase, cada palavra do livro para que isto sirva, né, de de manto, acolhedor, eh, enfim, para para o nosso leitor. Muito obrigado. Nosso abraço. >> Bom, e a gente já faz, então, um link com a palestra que eles vão fazer agora à tarde, né? A Bet vai falar sobre literatura, espírita e educação dos sentimentos dentro desse guarda-chuva central da vida futura, né, imortalidade, em permanência. E a gente quer assim um spoiler bem de leve, né, porque assim, a gente a gente vai assistir a palestra depois na íntegra. A, a Bet já comentou antes que vai contar um pouquinho sobre o general Michel na história dele, mas assim, o que que o pessoal pode esperar hoje pro teu painel? Olha, eh, a gente pretende fazer uma convocação. A verdade é isso, fazer uma convocação, porque nesta cadeia do livro, que é esse projeto do auto paraa divulgação, paraa difusão do espiritismo, o leitor é uma figura de muita relevância. Então, a gente pretende fazer um questionamento, quem é o nosso leitor? >> Perfeito. >> E o que o nosso leitor está fazendo e pode fazer para ter o seu papel próativo na divulgação, na difusão da doutrina espírita através do livro. E e eu achei interessante o peso da palavra que tu usou convocação, porque hoje em dia a gente percebe que o livro ele tem a concorrência das redes sociais, dos vídeos rápidos, né, daquela ânsia por dopamina e e isso é muito importante, esse reforço, né, Bet? É porque a nossa doutrina é uma doutrina que tem no livro a sua principal base de difusão. Agora, não basta eu adquirir o mestre da consciência e decodificar o que está aqui. Eu preciso fazer um letramento. >> Uhum. preciso fazer letramento, eu preciso analisar, comparar, aplicar, porque hoje nós estamos eh como diz Paulo, né, nós nós podemos estar perplexos, mas não aturdidos. Só que hoje nós estamos perplexos e aturdidos. Por quê? Porque nós não estamos fazendo letramento deste conteúdo magnífico que a doutrina espírita nos traz, porque
estar perplexos, mas não aturdidos. Só que hoje nós estamos perplexos e aturdidos. Por quê? Porque nós não estamos fazendo letramento deste conteúdo magnífico que a doutrina espírita nos traz, porque senão nós saberíamos dar resposta, dar tratamento a todas as dores, a todos os desafios que nós temos. >> E como é importante a gente cuidar do nosso tempo também, né, Bet? gente priorizar a leitura, né, dentro da nossa rotina, dentro do nosso eh consumo de conteúdo, né, já como o Diogo falou, a gente tem tantas telas, tantos recursos, tantas informações hoje em dia, o que a gente prioriza, né, o que de fato a gente se aprofunda, porque a doutrina espírita é uma doutrina que a gente precisa estudar a vida inteira, né, e segue estudando, relendo, né, e até a tua série de livros mostra isso, né, os mensagens rendeu dois livros de poesias e crônicas de um livro livro. Então é essa continuidade que o livro espírita traz, que essa profundidade de de de conhecimento e e e que nos desperta também esse sentimento de mudança, né? É a verdade. E sabe que a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que foi de 224, ela traz em primeiro lugar nos argumentos para não ler isso que tu trouxestes, a falta de tempo. >> Sim. maciçamente. As pessoas não estão lendo porque elas estão dizendo que não tem tempo. Ou seja, a prioridade não é ler. >> Uhum. >> É verdade. >> E e é interessante que você falou eh para nós trabalhadores, cooperadores do Cristo, né? A importância de ler, de entender, de viver e de eh buscar viver a obra. E e para isso, já fazendo um link com o que o Lacorder falou antes do consolador prometido por Jesus, né, de realmente nós sermos eh bons instrumentos, porque se nós estamos agora vivendo um momento de transição, o remédio já chegou antes, o espiritismo tá aí há algum tempo, mas será que a gente eh se faz bons enfermeiros para quem, como a Bet disse, está com a dificuldade e precisa de uma palavra, de um alento, será que nós estamos preparados para isso, né?
algum tempo, mas será que a gente eh se faz bons enfermeiros para quem, como a Bet disse, está com a dificuldade e precisa de uma palavra, de um alento, será que nós estamos preparados para isso, né? >> Então, o nosso querido Jacobes, ele colocou do processo da influenciação espiritual, principalmente a questão 459, não é, da influência dos espíritos em nossas vidas e que os obsessores nada mais são do que sócios de dificuldades. E hoje a neurociência mostra, por exemplo, o a nossa mente ela é igual o estômago. O estômago precisa de alimento sólido e líquido. Qual que é o alimento da mente? é o pensamento. Então, a leitura ela é fundamental para que nós possamos fazer uma mudança de padrões mentais. A nossa mente funciona por camadas mentais. É como se fosse uma cebola cortada ao meio. São várias camadas. Cada pessoa, cada situação atua numa camada, mas todas elas se interagem, a uma sinergia. Então, nós vamos perceber que a importância que tem a leitura eh para que nós possamos fazer esse alimento da nossa mente. E mais ainda, quando Jesus diz assim: "Pedro, queres falar comigo? Estou no meu evangelho." >> Então, veja, eh, o Leon Tstein, né? Ele coloca que era esse dramaturgo, escreveu vários romances, diz: "Cada pessoa que lia o romance dele suicidava, isso ele sentia como responsabilidade, né?" Silveira Sampaio, através do Chico Xavier, ele também coloca que cada pessoa que liu os livros dele, que eram livros de uma característica mais eh não profunda, né? E ele também recebia isso. Então, imaginemos a importância que tem quando você lê uns mensageiros, quando lêu um livro nosso lar, quando você por é importante, é fundamental que nós busquemos alimentar nossa mente de algo muito saudável. O espírito emânio diz assim: "Jesus quando falava, ele não falava paraa palavra de Jesus era paraa intimidade do nosso ser, para o ser essencial, como diz Joana deângeles." Por isso que são palavras de vida eterna. E o livro é um repositório quando o livro saudável, como o livro
de Jesus era paraa intimidade do nosso ser, para o ser essencial, como diz Joana deângeles." Por isso que são palavras de vida eterna. E o livro é um repositório quando o livro saudável, como o livro espírita, nos convidando a reconectar com aqueles corações que já alcançaram a exaucitude do amor e que vibram carinhosamente por nós, porque o amor tem a função de unir corações e não separar. Então é um elo de ligação nós com a nossa persona e também com esse volume amoroso de conhecimento que a espiritualidade nos oportuniza. A gente vai convidar agora vocês junto com o pessoal que nos assiste nas suas casas, né, nos seus lares, a dar uma olhadinha no auditório, porque o pessoal já tá voltando devagarinho, né, aos poucos paraa continuidade. pessoal do auditório tá nos vendo aí. Dá um oizinho pra gente aqui no estúdio. >> Oi, pessoal. >> Olha aí, >> tudo bem? Olha só. >> Estamos vendo al >> E lembrando que vocês que estão aí nos acompanhando do auditório podem interagir aqui com a gente no chat também. a gente faz essa intercomunicação e colaborando todos juntos, construindo esse evento maravilhoso. >> E e avisando e avisando o pessoal também que a gente tá assim, ó, pegou emprestado aqui o La Corder e a Bet, mas eles são de vocês, eles vão daqui a pouquinho também fazer aí os painéis ao longo da programação ali do auditório, né, Duda? >> Sim, com certeza. E ah, ó, nossa produção deu uma bela sugestão aí, pessoal do do auditório, quem tá nos acompanhando, conversando aí, quem é que já foi na livraria, levanta a mão para nós, por favor. >> Eu tô vendo uma pessoa com livro ali, ó, >> ó. Olha aí quem é que já adquiriu seu livro, quem é que tá pensando em adquirir? >> Muito legal. >> Ai, que legal, que beleza, gente. >> Adquir conhecimentos, né? É, >> agora imagina isso depois espalhado como luzes >> do evangelho de Jesus, semeando palavras que consolam, que curam, que amparam, não é verdade? >> É verdade. Deixa eu comentar com eles aqui um bastidor. A gente tava lá na
pois espalhado como luzes >> do evangelho de Jesus, semeando palavras que consolam, que curam, que amparam, não é verdade? >> É verdade. Deixa eu comentar com eles aqui um bastidor. A gente tava lá na sala de comunicação e aí a gente se lembrou do treinamento pro pro congresso, onde a gente teve a dádiva, né, de participar. O o La Corder ele contou uma história, >> isso, abertura dos nossos voluntários na sexta-feira tivemos aqui presencial e o o La Corder >> foi na sexta, né? Isso. >> E aí ele ele contou uma história e aí eu vou vou deixar você bem tranquilo. Esse aqui é um bate-papo, né? Mais mais leve. Se você quiser contar também pro público aquela história da sua família que você contou e aí a gente já vai entrando aí pro teu tema da palestra também, o caminho pra felicidade. Que que você acha lá, Cordel? Então, nós tivemos a oportunidade de contar uma história. O trabalho do bem faz tão bem para quem faz o bem e muito mais. O trabalho do bem, ele se estende até os nossos familiares. Nosso querido Raul Teixeira, no livro O chamado dos irmãos da Luz, ele conta de uma moratória que ele teve, de um acidente em que nós também estávamos presente e havia um amigo que durante 10 anos ele fez um trabalho de unificação no estado do Mato Grosso, fora de série. É uma região que ele levou luzes com a conduta dele. E segundo o nosso Raul, estava na sua programação, ele passar por um acidente, o esse companheiro e vira ficar em cima de uma cama. Mas como ele tinha mérito, os benfeitores espirituais o recolheram. Então, naquele acidente que o nosso Raul também passou, ele teve a moratória, nós também tivemos, e o companheiro teve o mérito de desencarnar porque ele iria ficar em cima de uma cama, resgatando em dores e sofrimento por um longo período e trazendo algumas dificuldades para a família. O que a espiritualidade fez? Olha, veja, a misericórdia divina o recolheu. O fato é que dois meses depois nós já tivemos a notícia através do nosso querido Divaldo, que o companheiro
s para a família. O que a espiritualidade fez? Olha, veja, a misericórdia divina o recolheu. O fato é que dois meses depois nós já tivemos a notícia através do nosso querido Divaldo, que o companheiro já estava se recuperando para voltar ao trabalho do movimento espírita e assistir a sua família. E aí nós contamos uma história que havia um casal de protestantes que emocionava multidões fazendo uma turnê e uma senhora eh acompanhando aquele casal por um período e ela percebia que ao término ali naqueles intervalos o jovem pastor, ele se distanciava do povo e ia até a uma uma senhora sentada ali na plateia e com essa senhora ele tinha aqueles momentos de afetividade. tarde de abraço, ela enxugava ali o suor do rosto e tal. E essa senhora que estava já o acompanhando, acompanhando a torne já alguns dias, intrigada com aquilo e com a sua dor na alma, foi e perguntou: "O que que você é do pastor?" Ela foi assim: "Olha, do pastor eu não sou nada, mas eu vejo você com tanta intimidade e tal". Bom, primeiro porque ninguém é de ninguém. Hum. >> Eu estou enquanto esposa dele e ele está enquanto meu esposo porque são papéis e são temporários. Eu falei: "Ah, impossível. Como pode você ser esposa dele? Você não tem ciúme dele não, mas não tem inveja. Olha, ele tá cercado as mulheres mais bonitas do salão. Ela disse: "Não, porque eu e ele estamos a serviço junto com uma alma muito querida que nos recompensa com muito amor." E ela foi e disse: "Mas como assim? Você não tem ciúme e você esposa dele, você e aí aquela dificuldade, a projeção do ego, ela que se sentia muito machucada por dentro. E ela foi disse: "Não pode, você é uma mulher baixinha, feia, ser esposa um homem tão bonito". E aí ela foi disse: "Olha, a beleza real está na alma e ela se expressa através das nossas ações, principalmente no trabalho do bem". E a senhora então começou a chorar. Eu quero que você me ensine então como fazer isso. Como eu posso encontrar esse grande amor? Olha, esse grande amor, ele já lhe encontrou
mente no trabalho do bem". E a senhora então começou a chorar. Eu quero que você me ensine então como fazer isso. Como eu posso encontrar esse grande amor? Olha, esse grande amor, ele já lhe encontrou há muito tempo. Basta que você acesse a lei de permissão. Permita que ele acesse o seu coração. Este grande amor é Jesus. O que você está vendo ali, o pastor, ele é a árvore, mas eu sou a raiz. E ele só está ali porque nós nos intercambiamos junto a este grande amor de Jesus. Porque a noite é no meu colo que ele coloca a sua cabeça e pede para eu cantar as canções que alimenta a sua alma para que no outro dia estejamos juntos nas novas jornadas. É Jesus o antídoto para todas as nossas dores. Então o trabalho do bem é um trabalho de raízes e Jesus está sempre presente conosco. Que lind! >> E com certeza também o caminho pra nossa felicidade, né, amiga? Verdade. >> E Bet, a gente tá recebendo algumas perguntas aqui no nosso chat relacionado relacionadas ao livro espírita, né? O o Giovanele perguntou algo nessas linhas de como a gente incentiva a leitura edificante nos dias de hoje frente às dificuldades que a gente comentou, né? sabe que essa pergunta eh o Sindicato Nacional das Editoras de Livro, claro que convista a questão econômica do livro, mas foi muito interessante porque eles saíram às ruas de Parati durante a a Flip, que é a festa literária internacional do livro feito em Parati todos os anos eles saíram às ruas, foram inclusive nas casas de Parati que vive essa história e fizeram essa pergunta: "O que fazer para incentivar a leitura?" Muitas respostas, mas a resposta preponderante foi a seguinte: é preciso ter sentimento pelo livro. É preciso amar o livro, porque aquilo que a gente ama, aquilo que é o objeto do nosso amor, nós conseguimos compartilhar e influenciar. Então, quando eu vejo assim os os nossos autores, eles vão para o espaço do autógrafo, você não precisa comprar o livro. Muitas vezes você não tem recursos. >> Uhum. >> Para adquirir o livro, mas vá lá, abrace
ando eu vejo assim os os nossos autores, eles vão para o espaço do autógrafo, você não precisa comprar o livro. Muitas vezes você não tem recursos. >> Uhum. >> Para adquirir o livro, mas vá lá, abrace o autor, pergunte para ele: "Por que que tu achas, Lacorder, que eu devo ler esse livro?" Legal. >> Eu preciso saber. Às vezes, às vezes eu não sei. >> Uhum. >> Fala a livraria. Folhei o livro, leia a quarta capa. Esses dias eu estava ouvindo o André Trigueiro e ele disse que uma das maiores contribuições que ele recebeu foi da Sandra Borba, porque ela levou ele ainda jovenzinho. Uhum. para a livraria da Federação Espírita do Rio Grande do Norte. E ele achou, eu vou para lá para carregar a caixa e ela disse para ele: "Meu filho, você vá lá, pegue todos os livros e leia a quarta capa". Ele disse que foi a maior lição que ele recebeu de estímulo, de amor ao livro espírito. >> Legal. >> Criando conexões, né? E e Bet, eh, falta pouco agora pra feira do livro de de Portão Alegre. A Fergs normalmente está e e esse também é seria um objeto para que os pais possam despertar nos filhos eh esse colorido que o livro tem, né? E a gente não tá falando de cor aqui, tá falando de sentimento, né? >> De sentimento. Então, precisa amar o livro. Vá na livraria, pegue o livro, abrace, folhei, sinta esse cheirinho das páginas, desenvolva sentimento. É tão frustrante a gente ver a abordagem sobre o livro espírita começando pelo preço. O livro espírita não tem preço, ele tem valor. >> Perfeito. >> Tá. Então nós não vendemos livros, nós divulgamos espiritismo. Verdade. >> A contrapartida financeira é pra gente manter esse grande projeto. Uhum. >> Então, meu amigo, ame o livro e você vai encontrar todos os caminhos para estimular a leitura. Quando as pessoas te vêm lendo, quando você oferta um livro a aqui em Porto Alegre, agora no dia mundial do livro, as editoras, as bibliotecas fizeram uma ação belíssima que muitas vezes a gente também faz. Deixaram livros nos ônibus, nos coletivos, para as pessoas chegarem,
Alegre, agora no dia mundial do livro, as editoras, as bibliotecas fizeram uma ação belíssima que muitas vezes a gente também faz. Deixaram livros nos ônibus, nos coletivos, para as pessoas chegarem, >> né, lerem. Eu fiquei pensando, será que tem livro espírita nesta ação, não é? Então, é por isso que eu te digo, hoje nós pretendemos fazer modestamente, é claro, a gente não tem a pretensão de de transformar qualquer situação, porque nós precisamos da adesão voluntária das pessoas. Uhum. >> Mas a nossa voz não pode se calar, não é? Ela >> É feito. >> A gente precisa, até porque a gente ama o livro. Não dá para deixar debaixo daqu. Muita clareza. O progresso, ele pode ser mas nunca impedido. >> Nós vamos ver que na área da música nós tínhamos lá o VHS, né? Depois o DVD, né? E hoje nós temos Spotify, né? Hoje nós temos outros recursos, mas o livro sempre está >> sempre está >> presente. Então a todas as mudanças por exemplo no rádio, na televisão, mas o livro nunca caiu de moda, né? >> É verdade. Temos até os livros virtuais também, né? Hoje em dia que as pessoas conseguem levar, né? Ser portátil, né? Para para todos os ambientes. Isso, Kindle. >> A gente também tem essa essa oportunidade. >> Não, uma coisa não exclui a outra, né? Exato. Ainda a a grande preferência do leitor espírita. Eh, são quase inexistentes as pesquisas sobre a literatura espírita, >> mas nós temos uma de 2019, feito por duas pesquisadoras de Brasília e que 93% dos espíritas preferem o livro físico. >> Uhum. Isso no no grande no grande contexto dos leitores leigos cai um pouco, mas ainda é predominantemente o livro físico, né? E e é interessante até e isso que a Bet tá falando com que o a comparação que o La Corder fez com a música, porque eu trabalho no rádio e havia uma preocupação com o avanço da internet que o rádio fosse acabável, Spotify e tal, mas o rádio tem a magia. O livro impresso, ele tem aquilo que a Bet falou. Você vai na livraria, você leva as crianças, você f você folheia o livro, você olha a quarta capa, né? e
ável, Spotify e tal, mas o rádio tem a magia. O livro impresso, ele tem aquilo que a Bet falou. Você vai na livraria, você leva as crianças, você f você folheia o livro, você olha a quarta capa, né? e dizem que você, quando você lê o livro, você se conecta com o autor, né? Então, eh seja pelo Kindle, seja pela eh pela obra eh física, né? É da editora, da da que vai paraa livraria, é muito importante a gente nunca perder essa magia que o livro tem também. >> E tem estudos, né, amigos, mostrando justamente a diferença de da nossa compreensão perante o livro físico e o livro digital, né? escolas, em países mais desenvolvidos, já retiraram os tablets da sala de aula para voltar o papel e caneta, né? concentração, né? Concentração, a >> é porque tem todo um movimento. Hoje a gente tem na psicologia a psicometria. Então, quando você tá escrevendo, quando você está lendo, você está acessando eh certas áreas do cérebro e também trabalhando neuroquimicamente com um processo de produção das enzimas correspondente às próprias emoções quando você entra no livro. Então, quando você escreve a própria movimento que você faz hoje, por exemplo, a neurolinguística mostra que os movimentos atuam no nível também psiconeurológico. >> Então, veja a importância que tem de nós estarmos eh trabalhando, porque hoje nós estamos vivendo hoje muita informação. Uhum. >> A garotada tem muita informação, principalmente do quando pega do mestre Google, né? Agora, o que que tá nos faltando e que é fundamental trabalhar é a sedimentação dessa informação de uma forma amorosa, equilibrada, que é o que realmente a doutrina espírita e a literatura espírita nos oferece enquanto os valores do espírito imortal, né? >> Com certeza. E Diogo, acho que a gente agora, né, nos nossos minutos finais, podemos perguntar pro Lacorder, que tem esse tema tão rico, né, na sua fala, o caminho para a felicidade. O que que tu vai nos trazer, amigo, em relação a isso? >> Um spoiler bem de leve, né? Muito bem. >> Isso. O livro tá relacionado a isso
sse tema tão rico, né, na sua fala, o caminho para a felicidade. O que que tu vai nos trazer, amigo, em relação a isso? >> Um spoiler bem de leve, né? Muito bem. >> Isso. O livro tá relacionado a isso também, né? Conta pra gente. >> Tá baseado na questão 919 a e do livro dos espíritos e a questão 919. Porque muita gente, olha, isso é muito bonito na teoria, quero ver a prática. O evangelho de Jesus é um verdadeiro roteiro para nossa viagem na busca da nossa angelitude. Então, quando Santo Agostinho responde, quando Kardec pergunta qual a forma, o meio prático para que possamos existir ao mal e desenvolver o bem? Então ele responde: "Conheça a ti mesmo." E a maior caridade, o maior bem que a gente pode se fazer é apoçar de nós mesmos enquanto filho de Deus, aprendiz da vida. Deus sendo tudo conforme tá na questão 13 de o livro dos espíritos, não precisa de nada. Ele não precisava ter nos criado. Para quem que ele criou a nossa bet? Para ela mesma. Para quê? Para se autocuidar. Mas Deus, além de nos criar por amor, mais ainda, ele nos dotou de todos os recursos necessários para que sejamos felizes. O que nossa benfeitora Joana de Angeles traduz numa metáfora no livro Amor imbatível, amor. Nós somos a semelhança de uma semente que traz dentro de si todos os atributos necessários para nos tornarmos felizes. Então, Deus nos dotou de todas as suas virtudes, mas sabiamente em sementes, porque ele criou a lei do trabalho, que vai através da lei do trabalho e do trabalho, nós vamos chegar à evolução. E aí o caminho para a felicidade é viajar para dentro de nós, desenvolvendo as nossas virtudes, que as trazemos em estado latente, em sintonia com as leis divinas. Esse é o caminho. E a felicidade, ela é uma virtude recompensa. Nós temos felicidade de meio e felicidade fim. A humildade é uma felicidade, é uma virtude meio. A resiliência é uma virtude meio. E através da resiliência, da humildade, da serenidade, da indulgência, que são virtudes, meios, nós chegaremos à recompensa que é a felicidade, a
é uma virtude meio. A resiliência é uma virtude meio. E através da resiliência, da humildade, da serenidade, da indulgência, que são virtudes, meios, nós chegaremos à recompensa que é a felicidade, a virtude, enfim, como os trabalhadores da última hora. Por que que o primeiro recebeu o mesmo do último? Porque o salário não é o salário externo, é o salário da satisfação, da boa vontade. E ninguém pode fazer isso por nós senão nós mesmos. >> Então daria para dizer La Corder, que a grande obra que Deus espera de nós é a obra em nós mesmos, né? >> Pronto. Isso aí legalade, né? Você cuidar de você, é você ver o amor, cuidar, amar, zelar, amar, respeitar, amar, valorizar. Aí eu dou ao outro. >> Porque que disse Jesus? amar o próximo como a si mesmo. Como é que eu posso ensinar matemática se eu não sei? Como é que eu posso amar alguém se eu não sei, não tô me amando? Como é que eu vou respeitar a lei de liberdade no outro se eu não respeito a mim mesmo? >> É verdade, amigo. E perguntando agora mais aqui da nossa região, da tua experiência aqui no no Sul, como é que tá sendo essa tua receptividade da amorosidade gaúcha? Como é que tu tá assim se sentindo aqui no ambiente gaúcho no nosso congresso? Olha, é o que a nossa Sandra, a nossa Olália e todos colocaram. O espírito, ele é um cidadão do universo. Então, ninguém é brasileiro, ninguém é japonês, ninguém é gaúcho. Nós somos espíritos e reencarnamos no ambiente necessário para a nossa elevação espiritual. É por isso que Joana diz assim: "Floreço onde Deus lhe colocou". E esse campo, esse esse campo gaúcho é um laboratório de almas muito nobres, de resiliência, de proatividade. Imaginemos depois dessa enchente, onde houve uma comoção que desenvolveu quanta solidariedade, quanta fraternidade. Então, não é por acaso. Só pessoas que t uma tpera moral, espiritual de previsão naquela certeza que eu posso, eu sou capaz, eu mereço e o universo tá junto. Deus coloca em lugares de testemunho. E o povo gaúcho é essa alma muito querida,
t uma tpera moral, espiritual de previsão naquela certeza que eu posso, eu sou capaz, eu mereço e o universo tá junto. Deus coloca em lugares de testemunho. E o povo gaúcho é essa alma muito querida, muito nobre, que vem colaborar com essa elevação dessa virada de página de mundo de expiação e provas para mundo de regeneração. E, e agora a gente pergunta pra Bet que é gaúcha, é daqui, né? Salvo engano de Lavras, né? Lavras. >> E e como é que você vê, Bet, e esse público que vem de fora até o Rio Grande do Sul? >> Rio Grande do Sul. Acho que isso é uma Primeiro, deixa eu fazer uma uma retificação aqui naquilo que eu falei que eu acho que eu troquei os Andrés. O André que a Sandra levou para a Federação Espírita Paraibana é o André Siqueira. André Siqueira. Ah. Acho que eu troquei a diretor da >> que é o diretor da área de comunicação social da FE do do CFN da FEP. >> Uhum. Ah, nós temos uma uma característica que eu acho que a gente eh deflagra uma correspondência na lei de causa e efeito. Nós também andamos muito, fizemos, cultivamos muitas amizades, né? Então a gente faz a cara a caravana da fraternidade daqui para lá e os nossos irmãos fazem de lá para cá. Tava lembrando aqui la corder que doílio Lenaber Gaunch vice presidente da Fergs na gestão de Espinelli. Aí tu imagina a situação, nós somos resilientes mesmo. Aquele ano de 55, 56, 55, Espinelli desencarna >> e um dos seus vice-presidentes >> militar da ativa é transferido para o Mato Grosso. >> Imagina como ficou >> uma uma direção federativa assim, sem o presidente, sem um dos vices no mesmo ano. Um ano depois do ilun com o seu pra >> fundando >> a Fiberação Espírita de Mato Grosso. >> É verdade. Então você vai perceber que essa ligação >> Sim, >> ela é muito profunda. >> É muito profunda, né? >> Essa ponte aérea da vida que Jesus utiliza, não é verdade? É verdade. >> Então a gente está em todos os lugares. Todos os lugares estão aqui. >> E nos abastecemos mutuamente nessa troca, nesse intercâmbio amoroso que
da vida que Jesus utiliza, não é verdade? É verdade. >> Então a gente está em todos os lugares. Todos os lugares estão aqui. >> E nos abastecemos mutuamente nessa troca, nesse intercâmbio amoroso que Jesus nos ofer. >> A gente complementando, amigos, a gente agradece a vocês que estão nos assistindo, a vocês do auditório e a gente passa agora pro nosso próximo painel com Alessandro de Paula, a justiça divina. >> Até mais, gente. Até mais. >> Obrigada, queridos. Retomando as atividades, pedimos a todos que tomem os seus lugares. Vamos nos acomodar para que possamos assistir confortavelmente à próxima atividade. Aproveitamos para agradecer aos amigos que se disponibilizaram e estão ocupando o mesanino. >> Então, muito obrigado a todos, obrigado aos amigos. Temos um recado. Solicitamos e lembramos aos amigos que ao saírem para o intervalo, levem seus pertences pessoais para uma melhor organização do auditório. Diego, você sabia que eventos como esse geram impacto ambiental? Grande parte vem no deslocamento, consumo de energia e produção de resíduos. No no no transporte, por exemplo, palestrantes, equipes, públicos, por meio de aviões, carros aumentam bastante a pegada de carbono. >> Diante disso, a Fergs reafirma seu compromisso com a sustentabilidade. No 12º Congresso, o carbono foi compensado com um plantil de 244 árvores na cidade de Jaguari. Agora, no 13º Congresso, a FERG segue na mesma linha, compensando carbono gerado e incentivando ações conscientes durante todo o evento. Acessando Qrycode disponível na parte da frente do seu crachá, você encontra essas e outras ações que visam a construção de um mundo mais sustentável. >> Na construção de um mundo melhor, até o menor gesto floresce. Seguindo com nossa programação de hoje, teremos na sequência mais uma palestra. Conforme registrado no Evangelho de Mateus, a cada um será dado segundo suas obras. Não existem privilégios concedidos por Deus, nem a eliminação automática das nossas faltas. Cabe a cada um de nós, espíritos imortais,
o no Evangelho de Mateus, a cada um será dado segundo suas obras. Não existem privilégios concedidos por Deus, nem a eliminação automática das nossas faltas. Cabe a cada um de nós, espíritos imortais, escolher o quanto antes o caminho do bem, da verdade e do amor, para que o céu interior possa surgir em nosso ser. Pois o reino de Deus está dentro de nós. >> Com essa inspiração, seguimos para a próxima palestra que será proferida por Alessandro Viana Vieira de Paula, cujo tema será a justiça divina segundo a doutrina espírita. Alessandro é juiz de direito, dirigente do Centro Espírita Allan Kardec em Itapetininga, São Paulo, e participa do programa Radiofônico Espírita O terceiro milênio. >> Além disso, Alessandra é diretor doutrinário da Abraame, Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas, e é articulista da revista Reformador e do jornal Mundo Espírita. Com vocês, Alessandro Viana Vieira de Paula. Bem, bom dia a todos. Bom dia. >> É uma alegria imensa podermos partilhar deste espaço de alta espiritualidade nestes tempos desafiadores que vivenciamos. Para mim, pessoalmente, tem sido uma alegria imensa poder conhecer o movimento espírita dessas terras gaúchas. Já tive a oportunidade de visitar algumas regiões, Uruguaiana, Alegrete, São Borja, Quaraí e também aqui essa cidade maravilhosa, próxima, né, Gramado, Canela. E tive a felicidade do meu avô Neco de Paula ter ajudado muito no movimento espírita de Gramado e Canela. Ele inclusive citado naquele vídeo institucional da Fergs quando completa 100 anos. E meu avô, embora de São Paulo, quando aposentou-se veio para Gramado e Canela, onde pôde ajudar no movimento espírita. Eu era muito novo, ele convidava para conhecer Gramado e eu falava: "Não vou passar frio aí, né, vô? Eu não gostar, preferi o calor frio." E fiquei anos sem conhecer Gramado. Ele voltou pro interior de São Paulo e depois de muitos anos pude visitar, fazer palestras e conhecer o movimento espírita. Então, este espaço, esta confiança que a Ferges
i anos sem conhecer Gramado. Ele voltou pro interior de São Paulo e depois de muitos anos pude visitar, fazer palestras e conhecer o movimento espírita. Então, este espaço, esta confiança que a Ferges nos dá, nos convidando, a fim de que possamos estreitar laços, compartilhar informações à luz da doutrina espírita, é um tesouro espiritual nos dias atuais. A temática central, a vida futura, a vida espiritual, é algo que nós necessitamos debater, dialogar, pensar e sentir, porque nestes tempos atuais vivemos tempos de materialismo. é o nobre benfeitor Camilo, o benfeitor do nosso querido José Raúl Teixeira, muito conhecido aqui no estado, numa obra chamada O Tempo de Deus. Camilo tem essa característica de um grande educador de almas. Ele tem uma facilidade, uma qualidade para diagnosticar as dificuldades que vivemos na atualidade e na obra O Tempo de Deus. Ele fala tempos de violência, tempos de descomprometimentos e vai tocar no assunto tempos de materialismo. E é tão interessante porque ele adota, usa uma palavra que ele chama de materialismo vivencial, não mais aquele materialismo clássico que ainda existe, que o nobre codificador Kardec encontrou naquele século XIX, quando o espiritismo, o cristianismo rediv vivo, vinha para a Terra, onde se negava a alma, se negava Deus, negava-se a vida futura. Hoje vivemos um tempo, conforme Camilo fala, desse materialismo vivencial, onde acredita-se no espírito, mas vive-se prioritariamente para atender as questões da matéria. O Papa Leão X, na sua primeira homilia, iria também tocar neste assunto, porque é algo visível para aqueles que buscam enriquecer-se de espiritualidade e transmiti-la ao mundo. Ele chamaria, na sua primeira homilia de ateísmo prático. Nós acreditamos em Deus, mas vivemos como se Deus não existisse. Então, quando uma temática como esta, a vida futura, esta vida pujante do mundo espiritual, surge como temática central, naturalmente que muitas questões vão nos enriquecer o intelecto e o sentimento para que possamos modificar o nosso
a, a vida futura, esta vida pujante do mundo espiritual, surge como temática central, naturalmente que muitas questões vão nos enriquecer o intelecto e o sentimento para que possamos modificar o nosso cotidiano, as nossas decisões, as nossas escolhas. Tema que homenageia os 160 anos da obra O céu e Inferno, a quarta obra da codificação. Estatisticamente a obra menos lida, menos estudada pelos frequentadores da casa espírita, inclusive por dirigentes e trabalhadores. Então, neste momento de ápice da transição, necessitamos trazer uma temática como essa para a pauta do nosso dia a dia, mas trazer com profundidade para ver se temos modificado a nossa vida a partir desta certeza. Para nós já não é mais uma expectativa, uma possibilidade, é algo real. Allan Kardec, numa obra que ele praticamente na sua vida doutrinária toda, de janeiro de 58 a dezembro de 1869, a a abril de 1869, ele escreveria todo mês um jornal, uma revista espírita, pouco conhecida, onde ele trataria desses e outros temas tão relevantes. E nós vamos, ao longo da nossa fala compartilhar algum desses textos. Vejam a preocupação de Kardec na revista espírita de abril de 1862, um texto de sua autoria quando ele nos faz pensar, veja que que peculiar, a criatura humana passa metade da sua vida trabalhando, afadigando-se, preocupada com o sustento, com o salário, para que possa, na segunda parte da vida física, na outra metade, diria ele, poder desfrutar da sua aposentadoria em razão daquilo que amealhou na primeira parte da vida. Isto é um texto que está chamado consequências da doutrina da reencarnação sobre a propagação do espiritismo. E ele fala: "Naturalmente nós deveríamos ter esta mesma preocupação para a vida espiritual porque a criatura humana passa, hoje, vamos até trazer, fazer um upgrade dessa informação, né? Hoje já não é mais metade da vida, né? Hoje é 2/3 da vida trabalhando para poder desfrutar 1/3. Mas vejam, nós nos preocupamos com essa primeira parte para poder desfrutar da última parte. Com a certeza da vida
o é mais metade da vida, né? Hoje é 2/3 da vida trabalhando para poder desfrutar 1/3. Mas vejam, nós nos preocupamos com essa primeira parte para poder desfrutar da última parte. Com a certeza da vida futura, diz Kardec, nós deveríamos ter o mesmo empenho, o mesmo cuidado, a mesma responsabilidade, cuidando da vida material, para que possamos desfrutar no sentido espiritual e moral da outra parte da vida, a vida verdadeira, o mundo espiritual, o mundo normal primitivo, conforme fala o livro dos espíritos. Então, Kardec, naquele momento de grande materialismo, trouxe à tona este assunto, mas naturalmente que Allan Kardec foi se aprofundando porque essa temática vida espiritual, vida futura, a obra, o céu e inferno, que é um desdobramento da quarta parte de o livro dos espíritos, das consolações e das esperanças, onde Os benfeitores tratam do tema as penalidades, entenda-se as consequências, né, as alegrias e os sofrimentos da vida presente e da vida futura. Então, uma temática que a doutrina espírita consegue enriquecer de tal forma que é para nós uma luz a nortear os nossos passos. Porque a criatura humana sempre procurou entender como é que funciona a justiça divina, como é que Deus interpreta, como é que ele se sente, como ele avalia os nossos erros e os nossos acertos. Deus castiga, Deus pune, Deus abandona, Deus dá uma ajuda nesse processo evolutivo da criatura humana. São questões de que desde que o homem está na Terra, ele naturalmente para para pensar. e imatur ignorância espiritual ainda nos norteando, principalmente naqueles tempos recuados, fomos construindo teses equivocadas, teses onde nós achávamos que Deus se assemelhava a um monarca humano. é Emanuel na obra consolador, na questão 227, que nos fala que Deus não concede favores. Deus não se assemelha ao monarca humano, atendendo a favores pessoais das pessoas ou se submetendo a caprichos pessoais de pessoas e grupos. Cada um através do trabalho edifica este céu e este inferno dentro de si mesmo. O Espiritismo trouxe
atendendo a favores pessoais das pessoas ou se submetendo a caprichos pessoais de pessoas e grupos. Cada um através do trabalho edifica este céu e este inferno dentro de si mesmo. O Espiritismo trouxe um avanço para o pensamento religioso. Porque quando nós estamos tratando dessa temática, naturalmente que muitas questões entram em jogo. Aqui falamos de justiça divina, falamos de misericórdia divina, porque justiça e misericórdia andam conectadas, lincadas, de mãos dadas. E o espiritismo trouxe um avanço nessa forma de entender Deus agora para nós, justo e amoroso, justo e bom, conforme os seus atributos na obra O livro dos espíritos. Só que nós temos dificuldade de entender a humanidade de uma maneira geral, temos dificuldade de conceber um ente, um ser que ao mesmo tempo é justo e bom. Porque para nós ou é justo ou é bom. Porque na nossa concepção de misericórdia e bondade, nós achamos que a divindade tem que facilitar, privilegiar, apagar os nossos erros, nos permitir um céu fácil. Isto é o que paira na mente de muitos, esta facilidade. Porque se Deus é justo e vai pedagogicamente exigir de nós a colheita, como a Sandra falou ontem, daquilo que nós semeamos, daquilo que nós realizamos, nós temos uma dificuldade de fazer este ajuste, essa adaptação. E a doutrina espírita tocando nesse papel vem nos ensinando. E nós temos na revista espírita um texto, que eu diria um texto marco, uma comunicação espiritual extraordinária, onde o espírito que não se identifica assina apenas um espírito, ele traz para nós um norte para que possamos entender justiça e misericórdia nos acertos e nos erros. esta justiça e esta misericórdia presente no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, seja na vida presente, seja na vida futura, na vida do mundo espiritual. Naturalmente que a comunicação ela é longa e em momentos deste como palestras nós procuramos sintetizar, trazer alguns trechos, mas fica aqui o convite, né, como eu lá fez, deixando uma lição de casa para que vocês pudessem ver a história de Silas.
momentos deste como palestras nós procuramos sintetizar, trazer alguns trechos, mas fica aqui o convite, né, como eu lá fez, deixando uma lição de casa para que vocês pudessem ver a história de Silas. Depois eu deixo aqui o convite também para que busquem a revista espírita setembro de 1863. E o título da mensagem já é bem peculiar, o dedo de Deus. Olha a imagem, porque normalmente nós usamos o dedo para apontar para as pessoas, julgando, apontando os defeitos, falando verdades. Então, normalmente o apontar o dedo é nós avaliando o que o outro fez, mas com a nossa visão imperfeita, a nossa avaliação é imperfeita. Mas a avaliação de Deus é perfeita, justo e bom. Não falha nos acertos e nos erros nessa contabilidade divina. O texto é muito bonito. Ele diz assim: "Nos erros, o dedo de Deus é o remorço que lhe roi o coração, censurando-lhes os crimes a cada momento. É o horrível pesadelo que tortura durante longas noites sem sono. É a febre que atormenta o egoísta. São as angústias perpétuas do mal rico que vem todos os que se lhe aproximam, espolhadores, dispostos a lhe roubar um bem. É a dor que ele experimenta em sua última hora por poder não levar os seus tesouros inúteis. Então, o dedo de Deus no erro é esta voz da consciência que cedo ou tarde vai nos apontar os caminhos corretos para a nossa reabilitação espiritual dentro da justiça e com as mãos da misericórdia. Mas o dedo de Deus também está presente nas nossas escolhas acertadas, nas boas atitudes. O dedo de Deus é a paz do coração reservada ao homem justo. É o suave perfume que vos enche a alma após uma boa ação. É o doce prazer que se experimenta sempre ao fazer o bem. É a prece forvorosa da pobre mãe a quem se proporcionou o trabalho. É o contentamento consigo mesmo. E aí o fecho da comunicação extraordinária. O dedo de Deus é a justiça grave e austera, temperada pela misericórdia. Então, a doutrina espírita vai nos trazendo estes conceitos doutrinários que de início são conceitos onde nós, seres imortais, que estamos
eus é a justiça grave e austera, temperada pela misericórdia. Então, a doutrina espírita vai nos trazendo estes conceitos doutrinários que de início são conceitos onde nós, seres imortais, que estamos muitas vezes cristalizados em nossas vivências anteriores com conceitos antigos. Deus castiga, Deus pune, Deus abandona. E nós vamos agora, à luz do Espiritismo, reconstruindo, ressignificando estes conceitos para entender esta amplitude e esta perfeição da justiça e da misericórdia divina, que são expressões da sua amorosidade incomparável, inesgotável, absoluta. Claro que nós, seres ainda imperfeitos, temos uma dificuldade de entender o absoluto dos atributos de Deus, mas nós vamos pouco a pouco entendendo estes conceitos para que na caminhada da evolução, mais adiante possamos entender estas qualidades absolutas da divindade. E é interessante que vivemos um período, conforme falamos, de ápice da transição. E muitas almas procuram entender, porque o tópico justiça divina talvez seja uma das temáticas que mais trazem à casa espírita os chamados simpatizantes do espiritismo. Porque muitas vezes situações lhes acontecem, perdas, acidentes, doenças. E hoje com a globalização do mundo, as redes sociais, uma tragédia que acontece do outro lado do mundo, instantaneamente já nos impacta a alma e o coração. Então, vemos tragédias coletivas, tragédias individuais, tragédias pessoais e a criatura humana quer entender a justiça divina. Então, muitas sem abrir mão da sua religião original, o que não é problema nenhum para o espiritismo, porque o espiritismo não faz proselitismo. A nossa preocupação é iluminar consciências, formar homens de bem. Então, muitos de outras religiões aportam na casa espírita querendo entender justiça divina. Tenho muitos amigos, amigas nesta situação que já não aceitam mais o inferno, a justiça divina nos colocando num local de eterno sofrimento. E falam: "Eu sou de tal religião, mas não aceito o céu e inferno como a minha religião me apresenta. A minha percepção de vida se
nferno, a justiça divina nos colocando num local de eterno sofrimento. E falam: "Eu sou de tal religião, mas não aceito o céu e inferno como a minha religião me apresenta. A minha percepção de vida se ajusta mais ao que o Espiritismo ensina. me parece mais racional, mais justo, mais concentâneo com a amorosidade de Deus. Tanto é assim que estatísticas apontam no Brasil que 50 60% das pessoas admitem a ideia da reencarnação porque de alguma forma querem entender a justiça divina. Então, vão fazendo estes movimentos para que possamos ir entendendo esta justiça, como é que ela se dá. Vamos comparando com a justiça humana e vamos entendendo a partir dali a perfeição da justiça divina. Existem obras espíritas que homenageiam as obras fundamentais de Allan Kardec. Muitos espíritos aproveitam para homenagear. E uma dessas obras do espírito Camilo, que nós já citamos é a obra Justiça e Amor, onde um livro pequeno, de tamanho, mas grande de conteúdo, o benfeitor usando esta pedagogia comparativa para que possamos entender a justiça divina a partir das imperfeições e das falhas da justiça humana. Então ele começa nos falando a respeito disto, até porque nós temos como marco muito importante e está na obra o céu o inferno. E não podemos esquecer no capítulo séo, na primeira parte algo extraordinário que Kardec nos trouxe. Da onde ele trouxe? Através do diálogo com o mundo espiritual. O nosso querido Jacobson falou da mediunidade, este intercâmbio, a revelação espiritual que nos chega. Kardec, ouvindo os espíritos, foi capaz de construir o que nós chamamos o Código Penal da Vida Futura, as leis que regem a vida do espírito no mundo espiritual. E ali são 33 itens. Dois deles são importantes neste momento para esta temática. Um deles, a justiça divina é infinita e registra toda ação boa e má, inclusive das nossas ações, palavras e pensamentos. E o outro item, a misericórdia divina também é infinita, mas não é cega. Então, Kardec, o espiritismo, trazendo o evangelho do Cristo, consegue ajustar
lusive das nossas ações, palavras e pensamentos. E o outro item, a misericórdia divina também é infinita, mas não é cega. Então, Kardec, o espiritismo, trazendo o evangelho do Cristo, consegue ajustar justiça divina infinita, misericórdia divina infinita. Mas é claro que quando nós passamos a olhar através da perspectiva da justiça humana que hoje eu estou transitoriamente em minha profissão, nós vamos entendendo que ela realmente é falha. Se nós olharmos aqui numa síntese muito curta a respeito do histórico da justiça humana, ela começou muito primitiva. A ideia de justiça para os homens era vingança. O indivíduo se equivocava, cometia um deslize, um crime e a única preocupação era punir, se vingar. E a pena maior aplicada no passado era a pena de morte. errou, mata-se, elimina-se aquele que faliu. Não havia espaço para outra concepção, mas o tempo foi passando, missionários mergulharam na carne e foram melhorando, aprimorando os nossos conceitos da justiça humana, para que pouco a pouco, degrau a degrau, ela pudesse ir se aproximando da justiça divina. É claro que está muito distante, mas nós não podemos negar que nesses últimos séculos, milênios, a justiça humana, a legislação humana foi avançando, porque conforme dissemos lá atrás, era vingança, punição. Não se pensava na reabilitação, no suerguimento, estender a mão para aquele que faliu, para que ele pudesse se reabilitar. E nós projetávamos em Deus as nossas imperfeições. Porque se a ideia era se vingar daquele que faliu, nós achávamos também que Deus se vingava de nós quando nós falíamos. E aí ele nos castigava, nos punia e a figura do inferno, dos deuses que castigavam. Daí nasceu o temor a Deus, que até hoje vigora em alguns corações. E a doutrina espírita vem nos ensinar que se Deus é justo e bom, não há espaço para temor. Há um espaço de respeito e de profunda amorosidade em relação a este pai que vai cuidar do nós, de nós com a sua justiça e com a sua misericórdia infinitas. Mas a legislação humana avança, ela foi modificando, abriu o
espeito e de profunda amorosidade em relação a este pai que vai cuidar do nós, de nós com a sua justiça e com a sua misericórdia infinitas. Mas a legislação humana avança, ela foi modificando, abriu o espaço para a reeducação do indivíduo. Ela continua ainda punindo as penas. Ela continua ainda tendo um caráter repressivo para servir de exemplo para a sociedade, para aqueles que erram, cometem crimes para que a sociedade veja que há uma norma, um regulamento. Mas hoje já se pensa muito em reabilitação. A lei avançou muito. Hoje pena de morte em muitos países existe, mas já é exceção. No Brasil tem pena de morte na Constituição. Quando nós estamos em estado de guerra declarado, pode se aplicar excepcionalmente a pena de morte, mas no comum, quando não estamos em estado de guerra e esperamos que o Brasil nunca entre neste estado, existem outras penalidades. Eu trabalho com sistema prisional, trabalho com infância e juventude e presídios. E nós percebemos o quanto avançou o processo, as defesas, as penalidades, penas alternativas, serviço comunitário. Olha, serviço comunitário para delitos mais leves e médios, onde o indivíduo agora, repetindo a proposta do evangelho, mal comparando, o amor cobre uma multidão de erros, conforme Simão Pedro fala, porque ouviu de Jesus. Ali o indivíduo, através do serviço comunitário, ainda que forçado, não voluntário, já começa a se rehabilitar do crime que ele cometeu. Então, a legislação humana avança, prevê muitos institutos, cursos são dados nos presídios para recuperar o indivíduo, prepará-lo para a vida fora do presídio. Porque nós falamos de justiça humana, queremos que o indivíduo se recupere, mas nós somos aqueles da sociedade que não dá chance para o indivíduo se recuperar. E se a justiça humana então vai avançando, preocupando-se agora com a recuperação do indivíduo, a justiça divina que é perfeita tem isto como premissa, como cláusula pétria, sempre agirá para a recuperação do indivíduo, o que é inevitável, porque nós trazemos
gora com a recuperação do indivíduo, a justiça divina que é perfeita tem isto como premissa, como cláusula pétria, sempre agirá para a recuperação do indivíduo, o que é inevitável, porque nós trazemos dentro de nós um GPS divino. Podemos fazer atalhos, escolhas equivocadas, a justiça e a misericórdia age e nós vamos então retomando a rota. Alguns buscando mais atalhos, demorando mais, outro fazendo caminhos e escolhas mais acertadas, uma evolução um pouco mais eh ascensional. Mas assim vai funcionando. E hoje, à luz daquilo que nós estudamos na literatura espírita, não há margem mais para duvidar da justiça divina. quão perfeita, quão equilibrada ela é. Na justiça humana nós podemos enganar. Há inocentes sendo condenados. Sem dúvida acontece. Inocentes hoje. Muitos dos inocentes condenados hoje são aqueles que estão em nome da justiça divina, resgatando os crimes cometidos no ontem, que ficaram impunes para a lei humana. Há criminosos sendo absolvidos. Sim, acontece absolvidos pela lei humana, mas jamais abarcados pela justiça, né? Esquecidos da justiça divina. Portanto, nós vamos aprendendo a confiar nesta justiça perfeita. E isto tem um impacto no nosso dia a dia, porque vemos pessoas que ficam profundamente perturbadas e desequilibradas diante dos criminosos que conseguem se evadir da justiça humana. Mas não deveríamos, porque se confiamos na justiça divina, sabemos que cedo ou tarde eles terão que dar conta já nesta vida ou em vindas, vidas por vindouras. De forma que não devemos odiar, malquerer, vibrar contra aqueles que cometem delitos mais variados e escapam da lei humana, porque nós temos a certeza que a lei divina age. Mas não podemos nos indignar, claro, indignar-se com a falha moral do outro, com a nossa, sim, mas não desequilibrar-se, porque sabemos que Deus cuida, Deus não falha. quando nos foi apresentado essa temática da justiça humana, eh, algo assim muito interessante. Eu tava pensando como abordar essa temática, porque eu ao longo deste ano tive a oportunidade de abordar algumas
nos foi apresentado essa temática da justiça humana, eh, algo assim muito interessante. Eu tava pensando como abordar essa temática, porque eu ao longo deste ano tive a oportunidade de abordar algumas vezes este tema, às vezes, ao separar o tema para os oradores, talvez pela profissão, mais apropriado alguém da área falar da justiça divina até para que haja essas comparações. E como já abordei este tema algumas vezes, fiquei pensando aqui neste congresso como poderíamos falar de justiça divina, digamos assim, com eh um toque, um olhar diferente daquilo que habitualmente eu abordei e muitas vezes é abordado. Porque quando falamos de justiça divina, nós costumamos olhar para aquilo que nos acontece e buscamos e entendemos que há um componente da justiça divina aí agindo. Colhemos o que fizemos hoje e ontem, as falhas que tem causa nesta vida e noutra. Então, às vezes, uma desencarnação que acontece, uma doença que aparece, um revés, um desafio. Então nós olhamos e procuramos hoje equilibradamente entender, fazer este encaixe com a justiça divina, a lei de causa e efeito, a lei da reencarnação, a lei do progresso, etc. E deveremos eleger ali a resiliência, a resignação, o bem sofrer conforme está em o Evangelho segundo o Espiritismo. Mas eu gostaria de chamar atenção para algo muito peculiar, um olhar sobre a justiça divina para coisas que não nos acontecem na vida. A literatura espírita nos mostra esses bastidores do mundo espiritual, incontáveis almas abnegadas que agem em nome da amorosidade de Deus, evitando que coisas nos aconteçam que não fazem parte. Vou usar Sandra Borba agora, gente. Vocês vão me ajudar aqui. Não fazem parte do nosso currículum espirituales reencarnatórium. Não faz parte. E se não faz parte do nosso planejamento reencarnatório e não tem conexão com as nossas ações de hoje, porque as nossas ações de hoje vão moldando e ajustando o nosso planejamento, elas não devem acontecer. Vocês já pararam para pensar nisso? Quantas coisas na revista espírita de
nossas ações de hoje, porque as nossas ações de hoje vão moldando e ajustando o nosso planejamento, elas não devem acontecer. Vocês já pararam para pensar nisso? Quantas coisas na revista espírita de junho de 1866, há um fato real e uma nota de Kardec Pérola. Eu sempre digo que a revista espírita ela é toda uma pérola, mas você acha pérola da pérola às vezes. É um fato real. Kardec tomou contato com a notícia de um imperador da Rússia de nome Alexandre, que ele sofreu uma tentativa de assassinato. Kardec narra que inclusive houve uma comunicação espiritual antes do assassinato. Catarina I, Catarina a Grande se comunica espiritualmente num grupo lá da Rússia, tinha movimento espírita naquela época. se comunica avisando o imperador vai sofrer um atentado. Não deram bola e eis que de fato aconteceu. Kardec narra que um camponês, Joseph, ele saiu de casa para atravessar o rio e ir para uma capela. O rio que estava congelado uns dias atrás começou ao degelo. Ele não conseguiu fazer a passagem. Ficou do lado então da margem onde ele estava. E ali perto havia o castelo desse imperador, quizar Alexandre. E aí ele se aproxima porque ele estava ali no jardim de verão saindo, o público olhando e ele se aproxima e nota algo l algo lhe chama atenção, uma pessoa estranha na multidão que vai, ele percebe, fica atento, num dado momento tira uma arma para atirar na direção do imperador. Ele vem por trás, bate no braço da pessoa, hora que ela vai atirar, o disparo sai para o alto e o assassinato do imperador é evitado. E aí Kardec comenta, né, que tudo está submetido a uma ação inteligente, que a sua hora não havia chegado, que os espíritos usam às vezes os homens como instrumentos da justiça divina. Ele foi um instrumento da justiça divina. Os espíritos estão aí nas estradas, nos hospitais, na via pública, neste local, nos aeroportos, em todos os locais, para que a justiça divina se cumpra. Deus está em tudo. Nós estamos mergulhados no psiquismo divino. Não há como Deus descuidar de nós um segundo
lica, neste local, nos aeroportos, em todos os locais, para que a justiça divina se cumpra. Deus está em tudo. Nós estamos mergulhados no psiquismo divino. Não há como Deus descuidar de nós um segundo que seja. Se não é devido, não acontece em nome da justiça divina. E às vezes nós vamos ver que a divindade usa dos mais variados recursos e eles têm recursos inumeráveis para evitar. Kardec fala aqui, né? Mas se aquele jovem camponês estivesse distraído com outra coisa e não recebesse essa inspiração, não captasse esta ideia do mundo espiritual, o alerta ficar observando a pessoa os bons espíritos em nome da justiça divina que nunca falha, usaria de outros recursos. uma outra pessoa. Kardec fala uma ação fluídica sobre o atirador, certa feita, fazendo visitas espíritas ao presídio antes de ser magistrado junto com um colega. Este outro colega conta uma história interessante que ele conversou no presídio com um matador de aluguel. Matador de aluguel. E ele falou: "Olha, aconteceu coisas estranhas comigo. Eu programei matar uma pessoa. Fui contratado para isso, tudo certinho, uma noite limpa, a pessoa ia entrar com o carro na garagem, estava com a arma. A hora que eu fui atirar, um vento do nada levantou poeira em meus olhos. Eu perdi o foco. A hora que eu olhei, a pessoa entrou na casa. Outro caso, arrumei, testei a arma, testei a arma, funcionando perfeito. A hora que eu fui atirar, falhou. Então, vejam quantos as assassinatos, mortes indevidas são eh evitadas. Existe uma obra do Divaldo que eu recomendo a leitura. Entre os dois mundos, o nobre espírito Filomeno de Miranda ali visita trabalhadores do movimento espírita. Não que apenas nós recebamos esta ajuda do mundo espiritual. A justiça divina é para todos as pessoas de bem. E ele visita instituições, trabalhadores que tinham direito ao socorro espiritual em nome da justiça divina, por conta dos méritos que angaram em outras vidas e na atual. Na atual, porque a cada um será dado segundo as suas obras. Emanuel na obra consolador tem uma
corro espiritual em nome da justiça divina, por conta dos méritos que angaram em outras vidas e na atual. Na atual, porque a cada um será dado segundo as suas obras. Emanuel na obra consolador tem uma interpretação extraordinária de uma passagem muito enigmática do evangelho. A quem mais tem, mais se dará. E ele fala: "Quem mais tem méritos espirituais pelas ações no bem em nome da caridade, é uma pessoa útil, preocupada com o próximo, com o coletivo, age no bem, quem mais tem méritos, mais se dará ajuda espiritual. Porque os benfeitores sempre agem dentro dos limites da lei de causa e efeito, porque senão seria privilégio, favores pessoais. E isto não existe. É nós que vamos agindo no bem e vamos moldando a ação da justiça divina. Mesmo que esteja no currículum espirituales reencarnatórium, mas não é lei de italião, o amor vai modificando e os benfeitores vão agindo. Ali tem um caso muito interessante no capítulo 15 de um nobre trabalhador espírita que cuidava de um lar de idosos, tinha uma casa espírita, trabalhador abnegado, incansável, bom coração. Não é porque era trabalhadora espírita, mas era porque era um homem de bem, que o espiritismo não traz privilégio. Sabemos, leia-se a obra Voltei de Francisco Cândido Xavier. E aí ele estava à noite na instituição, mora na própria instituição, um terreno grande, casa espírita, lar deoses e a sua casa Silvério, nome fiquício. E ele sai da casa espírita à noite e um antigo funcionário da obra social, um enfermeiro ao mério, que vendia drogas para os pacientes, foi descoberto, foi mandado embora. Mas pela amorosidade de Silvério não foi denunciado à polícia, mas ele ficou bravo porque foi mandado embora. Vou matá-lo. Ficou era meia-noite atrás de uma árvore com um punhal. Silvério passaria sozinho ali à noite. Os benfeitores em nome da justiça divina não era devido. Tinha méritos para permanecer mais tempo. Dá havia obsessores intuicio com os obsessores. Ele meio atordoado. A hora que vai atacar com o punhal outra descarga magnética. Ele desmaia. Se o
era devido. Tinha méritos para permanecer mais tempo. Dá havia obsessores intuicio com os obsessores. Ele meio atordoado. A hora que vai atacar com o punhal outra descarga magnética. Ele desmaia. Se o velho vê, ele se assusta, vê o punhal ao lado, percebe a intenção que faz seu velho? Acolhe-o na sua casa e cuida dele. E ele naturalmente, ao despertar e ver aquela cena, cuidado, a vibração afetuosa desiste. Mas vejam aqui, são exemplos que nós estamos trazendo em nome dessa justiça divina. Nós poderíamos ficar aqui horas e horas citando, né, quantas doenças evitadas em nome da justiça divina. Às vezes está no perespírito, antes de vir para o corpo, ganhamos méritos. Os benfeitores agem no perespírito e a doença nem se manifesta no corpo físico. Quantas vezes nos passes da casa espírita, durante a nossa oração, durante a prática do bem, durante uma palestra como esta, os benfeitores agem em nome da justiça divina. Se não impedem acontecer, é porque são das nossas necessidades evolutivas, expiatórias ou provacionais. Vocês já pararam para pensar, gente, quantas coisas evitadas, né? Quantas eles dão esse Demer espírito, Dr. Demer, que era desencarnado, médico, atende a saúde de Kardec e na revista espírita ele diz: "Houve uma situação que se eu não intervie a seu benefício teria desencarnado e nós não teríamos a obra o céu inferno e nem a obra Gênese." E a continuidade da revista espírita, que foi ali começo de 1865, 1864. Então eles vão agindo acidentes nas estradas. Quantas vezes nós estamos dirigindo um carro e aí vem uma ideia, às vezes até uma vontade de ir ao banheiro, parar para ir no p, mas acabei de ir no banheiro, não faz nem meia hora. Ou vontade de ir no banheiro de novo, a gente para no posto ou vem aquela inspiração boa, né? Pare para tomar um cafezinho. Aí o benfeitor não precisa nem insistir muito, né? A gente para, toma um cafezinho e a gente mal sabe que o que evitou-se foi um acidente lá à frente que não nos era devido. Quantos trabalhadores nas estradas, nos
r não precisa nem insistir muito, né? A gente para, toma um cafezinho e a gente mal sabe que o que evitou-se foi um acidente lá à frente que não nos era devido. Quantos trabalhadores nas estradas, nos aeroportos, se a gente for ficar contando história de pessoas que deveriam estar no avião e não estavam também, nós vamos ficar tarde. Mas eu não quero estragar o almoço de vocês, tá gente? F, daqui a pouco nós vamos almoçar. Quantos mesmo? Algo que me impressionou muito, conversando com um orador espírita de autorespeito doutrinário, a justiça divina, ela é tanta, nos escapa às vezes até a sua ação, mas não duvidamos dela, antecipa até a falha humana. Teve um caso conhecido de um avião aqui com time de futebol e outras pessoas. Foi falha humana, pane seca. A divindade antecipa mesmo a falha humana para que se não so a hora para esta ou aquela pessoa não aconteça. E acidentes de carro, acidentes de avião que às vezes se a pessoa está lá, mas em nome da justiça divina não soou a hora como está em O Livro dos Espíritos, eles agem e tem como agir, fazendo uma proteção fluídica. este ano 2025 que é uma cena mais emblemática do que o avião na China que explodiu. Esse caso levantou mal, levantou, subiu, aparece a imagem, explodiu e sai uma pessoa lá de dentro caminhando como proteção fluídica. A moratória do Raul Teixeira no acidente de carro, que eu tomei conhecimento que o La Corder estava junto, a inspiração para sair do carro, cumprimentar alguém que havia esquecido, voltar para o carro, trocar de lugar e aí o acidente. Ah, mas então alguém morreu no lugar dele? Não, ninguém morre no lugar de ninguém. É porque o outro estava no período, porque não há data e hora certa, é um período para voltar ao mundo espiritual. Então nós vamos v esse acidente, crimes sexuais. Normalmente nós vemos a notícia quando o crime sexual acontece. Eu trabalho com infância e juventude, com abrigos, acolhimentos. Ficamos triste quando acontece. Mas quantas vezes não aconteceram? Quando acontece, Camilo,
s a notícia quando o crime sexual acontece. Eu trabalho com infância e juventude, com abrigos, acolhimentos. Ficamos triste quando acontece. Mas quantas vezes não aconteceram? Quando acontece, Camilo, obra, educação e vivências do Raul, sabemos justiça divina. A vítima traz débitos do passado, exalam odor psíquico da consciência que deve a um ajuste com o criminoso. Infelizmente acontece. O nosso olhar sempre é de solidariedade. Antes do olhar de justiça divina, o olhar de amor, de solidariedade para acolher e atender. Mas se houve, não foi impedido, era devito. Mas se quantos não acontecem? Obra, sexo e obsessão de Divaldo. Lá, o sacerdote da obra adentra uma sala numa instituição educacional com uma criança com o intuito de abusar sexualmente. Uma sala que não se usava, a diretora passando os benfeitores. Algo estranho na sala. sentiu algo estranho, abriu a porta e antes que o ato fosse realizado, ela pega o sacerdote com uma criança. Opa, abono. Então nós vamos entendendo esta justiça divina no nosso cotidiano, no nosso dia a dia. Então, paremos para pensar quantas coisas não nos acontecem em nome da justiça divina. Enquanto estamos no corpo físico e falando de vida futura, naturalmente há uma justiça divina no postmortem, conforme nós falamos. Isto é importante. Vamos despertar lá conforme os nossos méritos espirituais, de acordo com aquilo que realizamos ou deixamos de realizar. Era um tema tão importante que o Cristo não deixaria de tratá-lo. Leiam a parábola do Rick Lázaro. Conhecem parábola de Rick Lázaro? Algumas religiões têm dificuldade de interpretar a fundo sair da letra que mata e adentrar o espírito que vivifica. Porque o Cristo ali está falando de justiça divina após a desencarnação. O rico mau rico que não cuidou daquele que tinha chagas na porta da sua casa, egoísta apegado, desperta onde? no mundo espiritual, na região do sofrimento, no Ades, o pobre com as chagas, mas resignado, não consta ali que ele reclamava das chagas, ficava guardando as migalhas. Então, o bem
ado, desperta onde? no mundo espiritual, na região do sofrimento, no Ades, o pobre com as chagas, mas resignado, não consta ali que ele reclamava das chagas, ficava guardando as migalhas. Então, o bem sofrer diante das doenças, da pobreza, méritos, justiça desperta onde? Ao lado de pai Abraão, numa região boa no mundo espiritual. Méritos de cada um, colhendo o que semearam. Justiça divina. E há algo tão interessante na parábola que eu demorei muito para entender, mas muito, porque ele lá diz assim: "Porque Abraão em sofrimento vê o rico, vê o Lázaro e o pai Abraão, né? Lá em ele". E pai Abraão diz assim: "Você que está a ir para cá e nós que estamos aqui não podemos vir para aí. Há uma distância entre vós." E o espiritismo nos fala das distâncias vibratórias. Tudo bem, aquele que está em sofrimento, ainda sem méritos de ser socorrido, não pode ir para lá. Mas por que que os bons espíritos não vir para cá? Não é não vir, não é o ato de ir e vir, porque quanto mais equilibrado o espírito, mais ele tem essa liberdade de locomoção. É que ainda não era devido o socorro espiritual do rico, que deveria permanecer mais tempo nas regiões de sofrimento, até que tivesse o arrependimento sincero, etc. a mudança íntima que o habilitaria a receber este socorro espiritual. Veja como Cristo tratou de tantas coisas. E hoje, à luz da doutrina espírita, nós podemos eh ter este entendimento. Então, quando nós vamos falando de justiça divina, nós vemos os benfeitores agindo. Mesmo num acidente coletivo de grandes proporções, um aéreo, um tsunami 2004, na Indonésia, mais de 250.000, 200.000 1 pessoas. A obra Transição Planetária de Edivaldo, parte da obra retratando a ajuda a movimentação dos benfeitores ali agindo dentro da justiça divina. Vamos pensar rapidinho. Justiça divina após terem morte. Como nós queremos a nossa desencarnação, a nossa chegada, a nossa permanência lá. é através de atitudes. Agora, desde o desligamento mais rápido ou mais demorado, mais doloroso, é a justiça divina.
e. Como nós queremos a nossa desencarnação, a nossa chegada, a nossa permanência lá. é através de atitudes. Agora, desde o desligamento mais rápido ou mais demorado, mais doloroso, é a justiça divina. Os benfeitores intervém quando é para um rompimento mais rápido, mais espiritualizado, uma pessoa que tem méritos. Então, esse desligamento mais ou menos rápido já é a aplicabilidade da justiça divina. Há uns que há alguns que em horas se desconectam, outros dias, semanas, meses. Morrem, mas não desencarnam. Conforme fala Filomeno de Miranda, morrer é biológico. O corpo morre, mas o espírito não desencarna porque fica com a mente conectada às coisas da terra. aquilo, as ideias e as atitudes materialistas, sensualistas, utilitaristas que ele cultivou. E um ponto, já que congresso, conferência também é um espaço para aprofundamento doutrinário, algo muito interessante que já é justiça divina, o fluido vital. Porque quando nós desencarnamos, a maioria de nós, como diz André Luiz, não somos completistas, seja no que diz respeito ao tempo da reencarnação e especialmente a qualidade da reencarnação. Então, muitos de nós, antecipando consciente ou inconscientemente o tempo de vida, despertamos, morremos com ainda uma cota de fluido vital. Quando temos merecimento em nome da justiça divina, que fazem os benfeitores espirituais? Agem na obra transição planetária mostra os benfeitores dão um passe, uma ação magnética e este fluído vital que é a realidade no corpo físico, dispersa e retorna à origem, a matéria prima, o fluido cósmico universal. E aí isso ajuda no desligamento, ajuda no despertar, na lucidez. Porque quando remanece fluído vital no corpo físico de início dos primeiros momentos da desencarnação, podemos, se não temos merecimento, sofrerar sédio dos obsessores que se alimentam deste fluído vital, que nos aguardam, porque mantínhamos e nutríamos esta parceria com eles aqui pelas nossas escolhas doas e equivocadas. desencarnamos, eles estão lá, são comparsas, estamos ligados mentalmente.
vital, que nos aguardam, porque mantínhamos e nutríamos esta parceria com eles aqui pelas nossas escolhas doas e equivocadas. desencarnamos, eles estão lá, são comparsas, estamos ligados mentalmente. Não temos mérito para que os benfeitores venham e nos desconectem deles e nos levem para outras regiões. Eles nos aguardam. Foi o que nós fizemos em vida. As escolhas, as atitudes, os padrões mentais são comparsas nós. Que bom que você veio para cá. Vamos. E aí vamos para as regiões trevosas ou umbralinas. ou se temos merecimento, atendidos nos postos de socorros no mundo espiritual, ou se temos merecimento, já vamos para uma colônia intermediária ou as felizes, tudo em nome da justiça divina. O fluído vital, eu falei do aprofundamento doutrinário, até conversamos com a Lali há pouco tempo, para mim eu achei assim uma um achado na obra Memória de um suicida. Já tinha lido. Por quê? Porque sempre ouvimos que estes sensualistas suicidas, alguns reto o fluído vital, essas energias vitalizantes os atormentavam, gerando sofrimento durante muito tempo no mundo espiritual. Mas eu falei, mas o fluído vital é realidade no corpo físico. Daqui a pouco ele começa a se decompor, como é que isto impacta o espírito? E achei na obra, quem quiser lá, capítulo primeiro da obra Memória de um suicida, olha a ilucidação. Eu achei para mim foi, sabe quando a gente começa a estudar doutrina e você vai conectando as informações e vem aquela alegria do saber. Ali na obra fala sim a sobra do fluido vital, a falta de merecimento. Aí este fluído vital em excesso no corpo agora passa por uma adaptação e torna-se energias vitalizantes que se agregam agora ao perespírito e nos passam a afligir no mundo espiritual com diversas consequências que o tempo não nos permite. Então, vejam justiça divina, vida futura. Então, desde o despertar, o desligamento, a questão do fluído vital, né? A questão do socorro espiritual de imediato, ser tirado do corpo e levado para qual local, para onde vamos? Merecimento. Não há como momentos antes
rtar, o desligamento, a questão do fluído vital, né? A questão do socorro espiritual de imediato, ser tirado do corpo e levado para qual local, para onde vamos? Merecimento. Não há como momentos antes de desencarnar, fazer uma prece bonita e inspirada e achar que isso vai abrir para nós favores pessoais. A morte nada mais é do que nos colocar com a nossa realidade espiritual numa outra dimensão, exatamente como somos aqui. Colheremos aquilo que merecemos em nome da justiça divina, mas também receberemos o que nos é devido em nome da misericórdia divina. Socorro divino não falta para ninguém, seja nas trevas, num bral, em qualquer região, ou bem ali está, mas vai agir em nome da justiça no momento certo, de acordo com os merecimentos de cada um, arrependimento e tal. E se não houver arrependimento, em nome da misericórdia, trazem os espíritos para as reencarnações compulsórias. Compulsórias. Quanta coisa chegar no mundo espiritual. Ah, eu vou quero trabalhar. Mas para isso tem que ter méritos. Em nome da justiça divina, você tem que estar acostumado a trabalhar aqui na terra. Se eu não estou acostumado a trabalhar aqui, como é que na minha chegada lá eu vou trabalhar? Eu vou ter que me qualificar, vou ter que aprender vencer as más inclinações. Se eu trabalho aqui, é mais fácil, é uma continuidade. Eu sempre conto a história do meu pai, bem curta. Ele certafeita em vida, sonhando, estava numa região espiritual belíssima, um salão como este, repleto de espiritualidade, bons espíritos, uma preleção e ele no canto do salão. Aí um benfeitor se aproximou e ele achou que iam expulsá-lo do salão. E aí ele falou: "Não, não permita-me ficar aqui algum tempo desse ágape espiritual, nem que seja para varrer o salão". Aí o benfeitor falou para ele assim: "Você varre a sua casa? Não. Então vai aprender a varrer primeiro lá para depois vir varrer aqui. Aí ele acordou, né? Porque no mundo espiritual, em nome da justiça divina, só tem duas situações. Ou nós trabalhamos ou damos trabalho.
o vai aprender a varrer primeiro lá para depois vir varrer aqui. Aí ele acordou, né? Porque no mundo espiritual, em nome da justiça divina, só tem duas situações. Ou nós trabalhamos ou damos trabalho. Alguém tem que estar cuidando de nós, ajustando, adaptando. Então, vejam quantas coisas ser acolhido por Jesus. Alguns têm este mérito, mas é mérito. Simão Pedro, Maria Madalena, Chico Xavier, nossa, mas são pessoas ilustres. Mas o mendigo Jorge também foi recebido por Jesus, conforme narra Chico Xavier. mendigo, pobre na miséria, que visitava o Chico e o beijava e deixava marcas de sangue em sua bochecha, boca rachada, mas o pouco que tinha na pobreza dividia com todo mundo. E aí o Emanuel fala: "Lembra do Jorge Chico numa reunião mediúnica assim, desencarnou, puxa". Aí foi recebido por Jesus. Por Jesus, sim, pelos méritos, né? Quantas coisas. Então, como despertamos lá a revista espírita, tem uma mensagem lida, a chegada de um irmão, maio de 1861, as festas que acontecem no mundo espiritual, quando nós aqui na terra somos vencedores, temos méritos e passamos para esta vida futura, esta vida espiritual com méritos, acolhido, desligando-se mais naturalmente do corpo, despertando lá alguns dias, dois, tr dias, c dias para algum a relativa lucidez e os bons espíritos, festas espirituais, em razão do êxito, ainda que relativo, mas o êxito da nossa reencarnação. Então, é assim que nós vamos entendendo a justiça divina na sua amplitude vida física e na sua amplitude vida no mundo espiritual. E vamos a partir deste conhecimento. Não é um conhecimento só para nós acharmos bonito. É para que desde já vamos nos educando para a desencarnação, para que desde já o conhecimento espírita nos toque a alma e nós em vida possamos ser expressões da justiça e da misericórdia divina. Este é o convite. Já que eu entendi como funciona a justiça divina, eu sou uma pessoa justa. dentro dos padrões do evangelho. Já que eu entendi misericórdia divina, sou no meu dia a dia uma pessoa misericordiosa,
vite. Já que eu entendi como funciona a justiça divina, eu sou uma pessoa justa. dentro dos padrões do evangelho. Já que eu entendi misericórdia divina, sou no meu dia a dia uma pessoa misericordiosa, amorosa. Daí o Cristo, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, não for melhor. Então nós passamos agora a partir deste conhecimento, sabendo que não há como burlar nada, nós vamos desde exar sendo justo. não fazendo outro aquilo que nós gostaríamos, não gostaríamos que nos fosse feito. E vamos andando na direção da misericórdia juntos, fazendo ao outro bem, aquilo que gostaríamos para nós, a fim de que cuidando da vida dentro dessa perspectiva espiritual, estejamos prontos a qualquer momento para que a justiça divina incida sobre nós, porque confiamos que ela não falha. Encerrando, não é por outra razão que na chamada oração dominical Jesus propõe, né? Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus, assim na vida física como na dimensão espiritual. Pai, hoje eu entendo a tua justiça e a tua misericórdia. Que eu possa fazer a minha parte no bem, mas eu sei que a tua vontade é soberana, é perfeita e agirá sempre de acordo com as nossas necessidades evolutivas, a fim de despertar em nós o germe divino, para que possamos caminhar na direção da plenitude, que é inevitável. Pai, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. Muito obrigado. Obrigado. Aguardando os aplausos. Agradecemos ao Alessandro pelas profundas reflexões que encerram as nossas atividades de manhã. Mas antes nós temos um pedido e um agradecimento a realizar aqui. Nós agradecemos novamente e pedimos uma salva de palmas aos amigos que gentilmente cederam seus lugares e ocuparam ao mesanino. Este gesto, este gesto define caridade cristã. Lembramos que às 13 horas haverá sessão de autógrafos com os autores Cláudia Schmith, Cláudia Sha e Gustavo Roman. >> Convidamos a >> Amigos, informamos que foram encontrados
o define caridade cristã. Lembramos que às 13 horas haverá sessão de autógrafos com os autores Cláudia Schmith, Cláudia Sha e Gustavo Roman. >> Convidamos a >> Amigos, informamos que foram encontrados dois cartões de hotel, Hotel Continental e Hotel Fest 10, que se encontram à disposição no setor de achados e perdidos. Vamos fazer o intervalo para o almoço e retornamos às atividades pontualmente às 14 horas. A programação continua para quem está em casa. Vamos direto ao estúdio da Ferg Play, onde nossos amigos recebem César Saíd. Aproveitem o intervalo e nos veremos daqui a pouco. Agora é com Diogo e Duda no estúdio Ferg Play. Muito obrigado, amigos do Cerimonial. Estamos de volta porque com você que nos assiste em casa, a nossa programação ela segue. É uma jornada de muito aprendizado nesses três dias do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. E agora, Duda, nós temos um convidado muito especial. >> Temos mesmo, né? O pessoal ali do cerimonial já anunciou essa pessoa tão querida pro nosso estado, que está retornando agora pro 13º Congresso Espírita, o nosso César Braga Saíd. Bem-vindo, amigo. >> Obrigado, Duda. Obrigado, Diogo. Obrigado aos nossos amigos da técnica e obrigado à Federação Espírita do Rio Grande do Sul também. E e a gente quer saber como é que é esse sentimento de retornar, porque na 12ª edição César estava conosco e agora mais um ano novamente voltando até o Rio Grande do Sul, trazendo esse coração tão lindo lá do Rio de Janeiro pra gente aqui. É sempre uma emoção diferente, porque a gente reencontra amigos, almas queridas, pessoas que nós aprendemos a admirar, a querer bem, a torcer. por elas, cada uma em suas vidas, é a possibilidade de conhecer pessoas novas, criando novos vínculos, novos laços e sempre um desafio, >> porque a gente precisa abordar o tema à luz da doutrina espírita e isso exige criatividade, estudo. Então, mas tudo isso somado, Diogo e Duda, é algo muito agradável, muito, muito prazeroso. Legal. Eu quero contar um bastidor, mas
o tema à luz da doutrina espírita e isso exige criatividade, estudo. Então, mas tudo isso somado, Diogo e Duda, é algo muito agradável, muito, muito prazeroso. Legal. Eu quero contar um bastidor, mas antes agradecer a Nova Harts Vacaria, o pessoal que nos assiste e também do Rio de Janeiro que tá nos assistindo através da nossa live. Um grande abraço a todos. no na edição anterior, eh, Duda, eu tava no cerimonial e aí teve algo que me impactou muito e eu quero contar um pouquinho aqui, porque assim, quando a gente chama o painelista para ele entrar, né, e hoje os o o a as duplas estão fazendo isso muito bem, eh é toda uma emoção. O o painelista ali já vai entrando em direção ao microfone. E na edição anterior, o César fez algo assim muito inesperado e bonito, né? Ele ele parou no meio do caminho até o até o púlpito e ele me deu um abraço, né? E e também pediu palmas e é algo que que normalmente não tá no roteiro e e ele fez isso e o coração dele assim brilhou e conectou com o meu. Achei muito lindo, né, de comentar esse esse bastidor porque foi muito legal. Você me impactou muito com aquele momento e e e por falar em impactar, né? Eh, o César, ele tem um trabalho muito lindo no no Rio de Janeiro. É um trabalho que já vem eh eh antes do César, que é lá na escola Joana de Angeles. >> Escola Joana de Angeles, que fica na Baixada Fluminense. >> E há um ano você está à frente, no sentido administrativo, contribuindo, né, com a a escola que ela visa justamente auxiliar os jovens eh de baixa renda, né? Então, conta um pouquinho desse trabalho lá no Rio de Janeiro pra gente. >> Bom, voltando primeiro ao seu bastidor. >> Sim. >> Eh, eu já admirava o seu trabalho, né, como radialista, a maneira como você usa a sua voz como um instrumento para levar boas notícias, esclarecer. E muitas vezes vocês que atuam no nos bastidores, é claro, vocês não estão procurando nenhum tipo de holofote, de incensamento, mas eu tenho esse hábito. Às vezes eu vou em restaurante com a esposa, eu
muitas vezes vocês que atuam no nos bastidores, é claro, vocês não estão procurando nenhum tipo de holofote, de incensamento, mas eu tenho esse hábito. Às vezes eu vou em restaurante com a esposa, eu falo: "Que comida gostosa, preciso ir lá agradecer pro cozinheiro." >> Então eu entro, olha, sua comida tá maravilhosa. >> E artistas de rua, essas pessoas que às vezes estão ali invisíveis. Então, como eu já admirava o seu trabalho, falei: "Acho que dificilmente alguém vai pedir um aplauso exclusivo aqui pro Diogo. Ele vai ficar no rall com todos os trabalhadores. Vou aproveitar esse momento de reconhecimento ao valor dele." Então, foi por essa razão. Deus, meu amigo. A a instituição é a Escola Espírita Joana de Angeles, existe há 45 anos, foi fundada por uma nordestina, uma senhora chamada Terezinha, que dedicou sua vida a essa instituição. Fica no município de Japeri, é um dos municípios com menor IDH no estado do Rio de Janeiro. Lá nós temos 240 crianças do pré ao 9o ano, três refeições, material escolar, uniforme, tudo o que a gente pode a gente leva para essa instituição. 30 funcionários vivendo de doações, >> doações, >> doações. E há um ano, eu que sempre estive na equipe, há 30 anos, 35, fui chamado a assumir a direção da instituição, porque a diretora, que era uma ex-aluna, né, uma pessoa que cresceu ali, foi beneficiada pelo projeto, foi fazer pedagogia, >> que lindo. >> Assumiu pela desencarnação da fundadora, ficou 3 anos, surgiu um câncer, ela não conseguiu, né? Eh, a doença venceu nesse aspecto ou cumpriu a finalidade >> Uhum. >> Para a qual estava com ela. E há um ano a gente assumiu a direção dessa instituição. Ija RJ. IJ RJ@. Eu acho que é isso, né? Então essa é a sigla. I e a RJ@. >> Uhum. >> Qualquer coisa, o pessoal pode te seguir também, né, amigo? no Instagram, nas redes, para acompanhar esse trabalho tão bonito que além deste trabalho, o César tira um tempinho para escrever livros, né? Consegue ainda escrever. Consigo. >> A gente tava falando antes do tempo, né,
edes, para acompanhar esse trabalho tão bonito que além deste trabalho, o César tira um tempinho para escrever livros, né? Consegue ainda escrever. Consigo. >> A gente tava falando antes do tempo, né, de como a gente precisa priorizar o tempo nas nossas vidas. E para ti, amigo, como é que é esse processo de escrita e em especial desses desses livros aqui que a gente tem? O lançamento >> o Crescendo com você. Isso. Tem o Esperançar, que ele veio próximo ao setembro do ano passado, se eu não me engano, >> fazendo referência ao Setembro amarelo. E anterior o Mulheres Segundo Espiritismo, que tem eh eh também ali uma eh é pelo espírito >> Francisca Clotilde. Francisca Clotilde. A gente pode mostrar pro pessoal aí. Isso. Isso. >> Bem, eh, a gente tem que encontrar esse tempo, Duda, porque como vem a inspiração >> Uhum. >> E e enquanto um livro não sai, ele ele me incomoda, >> ele me dá insônia, ele fica igual antigamente existia a bala soft, que era uma bala dura. Quando a gente engolia, parece que ela tinha que demorar para se desgastar na garganta da gente. Então, são alguns livros aqui pela Fergs. Temos também dois infantis, a Bailarina e As viagens de Bill pela Fergs. >> Temos também um livro que foi por ocasião de um congresso, foi o primeiro congresso que eu vim, Educação com Jesus. Sim, >> ali a gente tem um capítulo junto com outros autores. Então, esse livro eh me causou estranhamento, porque até algumas mulheres feministas vieram me questionar: "Mas por que que você, um homem recebe um livro direcionado para as mulheres?" Falei: "Olha, tem que perguntar pro espírito, porque não é para mim, né?" né? Eh, mas foi muito bem aceito pela Fergs e Francisca Clotild tem dois livros infantis pelo Chico Xavier. Eh, Tintino, o espetáculo continua e Natal de Sabina foi uma educadora, viveu no estado do Ceará e na dúvida se era ou não o espírito, eu mandei uma mensagem pro Divaldo. Divaldo ainda estava encarnado e ele falou: "Fique tranquilo, porque eu já vi esse espírito várias vezes com
o estado do Ceará e na dúvida se era ou não o espírito, eu mandei uma mensagem pro Divaldo. Divaldo ainda estava encarnado e ele falou: "Fique tranquilo, porque eu já vi esse espírito várias vezes com você". Eu falei: "Graças a Deus". >> Legal. E aí, eh, a Fergs resolveu publicar e é um livro que traz, tem uma particularidade, gente. >> Uhum. >> Eh, a Lei Maria da Penha. >> Olha só, >> porque o espírito pediu, a Ferges aceitou >> que saísse lá no finalzinho a Lei Maria da Penha para que quem lesse livro, sendo homem ou mulher, tivesse acesso também à Lei Maria da Penha, né? >> Que legal. Então esse essa é a história do Mulheres Segundo o Espiritismo. >> Uhum. >> Nós temos o Esperançar. Posso mostrar também? >> Claro. >> Então tá. O livro Esperançar, o espírito Amazonas Hércules, um ranceniano que viveu 50 anos na colônia, colônia de Kuruupaiti, no Rio de Janeiro. >> Uhum. >> Numa época que pela lei federal quem tinha ranceníase tinha que ser segregado. >> Uhum. Eu conheci, convivi com ele, uma alma boníssima. Tinha esse nome porque nasceu no estado do Amazonas. >> E a mãe botou esse nome dele, Amazonas Hércules. Era amigo de Divaldo Franco, que eu visitava na colônia, ajudava católicos, evangélicos >> e ele já não tinha as falanges dos dedos. Então ele segurava lápis e ia pra máquina de escrever e datilografava mensagens de consolo para pessoas do Brasil inteiro. Diogo e Duda. >> Uma alma boníssima. >> E esse livro também tem uma outra particularidade. Quando a Roseni >> me mandou a capa, eu falei: "Meu Deus, mas por que que o título tá com essas pareciam arabescos?" >> Falei: "O que que é isso? Por que que não veio com uma letra diferente?" Aí Roseni me explicou. que essa letra aqui da capa, ela é a fusão da caligrafia de vários funcionários da livraria que perderam tudo nas enchentes. Nossa. >> Então, criou-se essa fonte. >> Uhum. >> O livro carrega esse simbolismo de um renascimento após tudo aquilo que afetou vocês que vivem aqui no Rio Grande do Sul. Então, na impossibilidade de estar aqui
ntão, criou-se essa fonte. >> Uhum. >> O livro carrega esse simbolismo de um renascimento após tudo aquilo que afetou vocês que vivem aqui no Rio Grande do Sul. Então, na impossibilidade de estar aqui para ajudar, o livro, eu acredito que vem como um símbolo. >> Com certeza. >> Com certeza. >> E o mais recente, vamos mostrar também aqui, ele tá >> é o crescendo com você, que são mensagens, né, César? >> São pequenas mensagens. Ele não é mediúnico. Uhum. >> E esse livro ficou órfão porque a editora que eu publicava acabou, editora do Leon Deni lá do Rio de Janeiro. Uhum. Então ele e outros ficaram órfãos. Eu falei: "Roseni, eu estou procurando uma adoção literária". >> Ela falou: "Manda para cá pra gente analisar se é possível adotar". >> E aí adotaram esse livro. Tem outros também eh meditando com você, conversando com você, que a Fergs vai avaliar para ver se sai também. >> Eh, e pelo selo da da nossa querida editora aqui do Rio Grande do Sul. Então são pequenas mensagens, serve para espírita, não espírita, né? Espiritórico, espiritado, espiriteiro, todo mundo. Muito bem. A gente vai mandar um abraço para São Paulo, eh, São Paulo capital, tem outras cidades também, é Santo André, >> Bauru, um abraço para todos que estão nesse estado tão amigo nosso aqui também. Santa Catarina, aqui do ladinho, Paraná, um pouquinho acima. todos vocês que estão conectados coração a coração através da nossa live aqui do congresso. Lembrando que à tarde tem outro link, né, Duda? >> Verdade, amigos. À tarde. Então a gente pede que vocês fiquem atentos ao nosso canal. Não esqueçam de se inscrever também, né, para que vocês recebam então a atualização do novo link da parte da tarde que o César vai estar, né, fazendo ali o seu painel, a sua palestra. >> Isso >> com a temática, né, Diego? Fala para nós. >> É, hoje nós temos então o o painel. A gente tem o tema central. Todos os temas são abaixo do guarda-chuva vida futura em permanência e imortalidade. E hoje o César vai tratar um pouquinho do que
s. >> É, hoje nós temos então o o painel. A gente tem o tema central. Todos os temas são abaixo do guarda-chuva vida futura em permanência e imortalidade. E hoje o César vai tratar um pouquinho do que assim, conta um spoiler para para quem tá nos assistindo. >> Nós vamos falar um pouquinho, vai ser um recorte mesmo, sobre espiritualidade e saúde. Ótimo. Saúde e espiritualidade, um olhar desde a vida futura. Então, a gente vai definir, procurar definir o que que é espiritualidade, o que que é saúde, o que que é vida futura, de uma forma bem didática. E vamos envolver isso tudo em muitas histórias, histórias reais que eu vivi, histórias que eu presenciei. Então eu acho que vai ficar assim um um self service muito agradável e muito nutritivo para quem puder nos acompanhar ou de forma presencial ou de forma virtual. A, o, a, o painel tá previsto para começar às 13:20 da tarde. Então, o pessoal que tá nos acompanhando, isso, 15:20, 15:20 até às 16:20 é o painel de número 5. Nós ainda temos antes o painel 4, que é com a Maria Elizabeth Barbieri a partir das 2:15. Lembrando que a transmissão à tarde inicia às 2 horas, né, com o link ali, né, no >> Isso com a nossa abertura e e mais um momento musical, né, trazendo a arte, mais uma vez permeando o nosso querido evento. >> Perfeito. Bom, a gente gostou muito que você veio aqui nesse tempinho conosco, já fez uma gravação aqui também que a gente soube, porque a Fergs tem o Sexta Literária, que é um é um programa que a gente traz é justamente os autores da Fergora para conversar um pouquinho sobre o livro. Esse conteúdo vai sair mais além, né? Isso. >> E estamos encerrando, então. >> Isso. A gente tá encerrando aos pouquinhos, né? Ah, ganhamos uma moratória. Temos, temos mais um tempinho. É isso aí. Então, a gente vai ficar um pouquinho mais, aproveitando para mandar mais um abraço pro pessoal do do chat. Pode ser, produção, pessoal que tá nos assistindo. Muita gente de Porto Alegre nos assistindo e também o pessoal ansioso aí no bom sentido da
eitando para mandar mais um abraço pro pessoal do do chat. Pode ser, produção, pessoal que tá nos assistindo. Muita gente de Porto Alegre nos assistindo e também o pessoal ansioso aí no bom sentido da palavra, né, para para conferir o restante da programação à tarde conosco. Isso é é muito especial. E falando em livros, né, né, Diogo e César, fica o convite pro pessoal que está aqui, que em algum outro momento pode vir visitar a nossa livraria na Fergs, né, que agora a gente reformou pós enchentes. Então, tá um espaço muito bacana para vocês de fato irem lá folhar os livros, darem uma olhada, terem essa experiência e receber todo o acolhimento também da equipe da nossa livraria aqui. Às vezes eu vejo o César no, eu sigo ele no Instagram e vejo ele em contato com a natureza, né? Às vezes um final de tarde com com a tua esposa, com a família. É muito importante pra gente ter esse contato, né? C >> Nossa, Diogo, isso isso nos renova, nos reenergiza e eu não consigo, quando eu fico muito tempo sem esse contato, me faz falta. Então, botar o pé na grama, andar descalço, contemplar um pô do sol, ouvir o canto dos passarinhos, observar as borboletas, um céu estrelado. Eu lembro do Leon Deni no livro Grande Enigma, que é um livro bonito, ele é poesia pura. Então, eu penso que isso tudo, esses momentos de pausa, eles trazem renovação pra nossa vida, né? E e todo mundo de alguma forma, às vezes eu até abraço árvores também, mas não abraço para sugar energia, não. Abraço e fico ali, irmã árvore, uma coisa meio franciscana, >> que bom que você está aqui. Quantos ninhos você oferece pros passarinhos, quanta sombra. Eh, então a natureza é esse livro vivo, né, >> que nos ensina tantas coisas e e a gente tem livros da nossa literatura onde os autores espirituais fazem link. >> Tem um livro lindo do Casimiro Cunha, poeta carioca lá da cidade de Vassouras, >> chamado Cartilha da Natureza. >> Perfeito. >> Vale a pena, quem não conhece esse livro, todo em forma de trovas, >> ele pega temas diversos.
Casimiro Cunha, poeta carioca lá da cidade de Vassouras, >> chamado Cartilha da Natureza. >> Perfeito. >> Vale a pena, quem não conhece esse livro, todo em forma de trovas, >> ele pega temas diversos. E é um livro que recentemente completou 50 anos e é um ilustre desconhecido de muitos espíritas. >> Cartilha da natureza. >> Natur. >> É um belo exemplo de como a gente nos pequenos detalhes, né, da natureza, a gente consegue tirar tanta poesia, tanta riqueza, né, de detalhes. E amigo, só para te dar um retorno do nosso chat aqui, o pessoal tá ansioso, tá muito animado paraa sua palestra hoje à tarde, né? algumas pessoas, a Shirlei, a Sabrina aqui, toda tod alguns nomes, né, que a gente que a gente tem, a Vera, a Fabiana, né, queridas amigas, nos vemos à tarde, então, né, e que bom que estão aqui com a gente para para conversar um pouquinho. >> E eu peço aos bons espíritos que não me deixem só essa hora. E quero dizer que gostei muito do seu penteado. Ah, é >> esse penteado cabelo arrepiado. Você ficou muito bem com esse penteado. >> Obrigado, >> né? Duda, tão jovem e tão solta, tão comunicadora, tão expressiva. Parabéns também. >> Sabe que, César, e falando, já que tu falou na Duda, eh, essa edição do Congresso, ela tem como característica colocar os jovens inseridos em vários setores de trabalho, né? Então a gente tem no cerimonial a Duda representando os jovens aqui. >> Isso na comunicação, né, como um todo, né, Diogo, a gente tem no auditório, né, o abraço aí pro pessoal que também tá acompanhando os autógrafos, os palestrantes, né, todos os nossos voluntários, que é assim, ombro a ombro, de mãos dadas, que a gente a gente faz o movimento e e faz esse lindo evento acontecer. Isso. Ombro a ombro e lado a lado me lembra um grande incentivador da juventude. Lembram daquela canção Sempre ombro a ombro, sempre lado a lado. Leopoldo Machado. >> É verdade. >> Que viveu na cidade onde eu estou, Nova Iguaçu, na Baixada. >> Música clássica das evangelizações, né? Música clássica dos domingos, sábados,
ro, sempre lado a lado. Leopoldo Machado. >> É verdade. >> Que viveu na cidade onde eu estou, Nova Iguaçu, na Baixada. >> Música clássica das evangelizações, né? Música clássica dos domingos, sábados, enfim, o dia que que a gente tem a evangelização aqui. E realmente, amigo, como tu se conecta também com a juventude? como tu busca eh conectar o trabalho espírita eh dentro ali da Jona de Angeles, né, da escola que tu comentou e e na tua vida no geral. >> Eu penso que sem juventude tem gente que que às vezes fala de juventude como a continuação da casa, do movimento espírito, OK? Não, não deixa de ser um dado importante, mas eu acho que mais importante é mostrar que a mensagem espírita ela dialoga com todas as faixas etárias. Ela tem diretrizes, tem orientações e eu penso que se a gente quer um movimento que se renove, a gente precisa abrir espaço pra juventude, abrir espaço paraa diversidade, Duda, abrir mais espaço para as mulheres. Que coisa boa esse congresso. Tem três mulheres falando, >> porque existem congressos espíritas, com todo respeito, meus irmãos e minhas irmãs, que só tem homem falando. Então, a gente tem que ter, sim, eh, se for o caso, se tivermos um indígena estudioso do Espiritismo, que ele esteja presente. Se tiver um quilombola, todas as as classes, todos os gêneros, o movimento espírita precisa eh ser plural, porque a doutrina é plural. >> Uhum. >> Né? Então, na nossa casa espírita, eh, o espírito Leopoldo Machado deu uma comunicação e disse assim: "Chamem jovens para fazerem as palestras. Vocês que são experiente, falem junto com os jovens, dividam o tempo da palestra para que o jovem não fique confinado à reunião de mocidade. O jovem tem muito mais a oferecer, senão a gente perde vista esse caráter reencarnatório imortalista. a gente só olha paraa faixa etária, cria um segmento para ele estar ali e essa integração e essa interação ela precisa existir. Então, nas nossas reuniões de estudo sistematizado, às vezes a gente tem eh adolescentes, temos algumas crianças e a grande
o para ele estar ali e essa integração e essa interação ela precisa existir. Então, nas nossas reuniões de estudo sistematizado, às vezes a gente tem eh adolescentes, temos algumas crianças e a grande maioria é o público adulto e nós interagimos, mas também temos a reunião específica paraa mocidade e temos paraa infância, mas não impedimos e até gostamos disso. Esse ano eu fiz três palestras com jovens que nunca tinham feito palestras. Então nós dividimos o tempo, programamos juntos, né? Um de 16, outra de 18 e outro de 19. >> E >> e no Instagram da instituição foram as palestras mais acessadas. >> Olha só, minha gente, >> que coincidência, não é, amigo? Mas muito obrigada então pela tua participação. Eh, a gente como um toda aqui como equipe, o pessoal do chat também agradece. Estamos vibrando pela tua palestra hoje à tarde e a gente segue então pro nosso intervalo, né, Diogo? Exato. Só lembrando, pessoal, que vai agora se encerrar esse link que tá ali configurado como manhã do segundo dia do congresso e tem um outro link que será disponibilizado com a faixa ali tarde, bem específico para que você possa continuar conosco. A partir das duas nós voltamos com a abertura oficial e sigam conosco porque tem muito mais aí na nossa jornada de aprendizados aqui no 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Isso mesmo. Até já.
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