13º Congresso Espírita do RS | 3º Dia

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 19/10/2025 (há 5 meses) 5:47:20 11,891 visualizações 1,084 curtidas

De 17 a 19 de outubro de 2025, o 13º Congresso Espírita do RS debaterá o presente à luz da vida futura! Confira a programação do domingo: 📍 7h30 – Recepção 📍 7h55 às 8h20 – Abertura, Prece e Momento de Arte 📍 8h30 às 9h30 – Painel 06 Tema: O bem como o caminho para a felicidade Palestrante: Lacordaire Faiad 📍 9h35 às 10h35 – Roda de Conversa Participantes: Maria Elisabeth Barbieri, Cezar Braga Said e Lacordaire Faiad Mediação: Janete Azambuja 📍 10h35 às 11h25 – Intervalo e Momento de Autógrafos 📍 11h25 às 12h25 – Atividade Lítero-musical Apresentação: Área de Arte Espírita da Fergs 📍 12h25 às 13h00 – Encerramento do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul

Transcrição

เฮ >> H fl >> เฮ >> Bom dia oficialmente agora, meus queridos. Que alegria estar aqui com vocês, amigos e amigas. Mandem o seu bom dia aqui pra gente. A gente vai adorar saber de onde vocês vem. A gente tá muito feliz de receber vocês aqui com a gente no estúdio para o último dia do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. O coração já fica um pouco apertadinho, que é o último dia que tá acabando, né, que foi realmente eh dias de encontros e conteúdos riquíssimos, né, de reencontros, de abraços, de carinho, eh, seja virtualmente ou presencialmente aqui no salão de atos da PUC em Porto Alegre. A gente pede desculpas, né, pelo pelo eh erro técnico que a gente teve aqui, mas o pessoal, os voluntários aqui do do TI são maravilhosos, já consertaram paraa gente em menos de 2 minutos. Então a gente agradece a nossa equipe, agradece a compreensão de vocês e estou aqui com meu colega amado, Diogo, né, Diogo, que vai dar o seu bom dia e também apresentar os detalhes de hoje para vocês. >> É isso aí, Dudinha, bom dia para ti, bom dia para todos. É o nosso terceiro dia e tem sido uma jornada incrível, maravilhosa, que para você que tá aí nos ouvindo e nos assistindo também tem sentido essa ambiência. Para os congressistas que estão também nos assistindo aqui presencialmente no salão de atos da PUC, no auditório, também sabem do que a gente tá falando. Tem sido muito especial mesmo estar com vocês nesses dias. E hoje a gente tá aqui com algumas convidadas especiais e elas fazem parte de um processo importante para o congressista que está presente aqui na PUC. Dudinha, >> o cartão de visita, né? >> É, afinal de contas, elas são as responsáveis pelos abraços quentinhos. A querida Cleusa Shu e também a Martinha. Bem-vindas, meninas. A Cleusa tá na recepção esse ano, né, Cleusinha? Bom dia. >> Bom dia. Bom dia, queridos. Sim. Estamos ali na recepção, como disse o nosso querido Diogo, recebendo abraços e dando abraços e hoje já com gostinho de saudade, Duda. Sim, [risadas]

sinha? Bom dia. >> Bom dia. Bom dia, queridos. Sim. Estamos ali na recepção, como disse o nosso querido Diogo, recebendo abraços e dando abraços e hoje já com gostinho de saudade, Duda. Sim, [risadas] >> verdade. E a Martinha ali no credenciamento, né, Martinha? >> Verdade. Bom dia, Diogo. Bom dia, Dudinha. Bom dia a todos. Hoje, nesse a gente tá finalizando o 13º congresso, né? Como vocês já disseram, com o gostinho de quero mais. >> E como voluntários, nós fomos premiados esse ano porque ficamos no credenciamento entregando um mimo a cada congressista, dando suas boas-vindas, né? Então foi um presente que nós recebemos como voluntárias nesse congresso, assim. >> Ah, que maravilha. >> Perfeito, amigas. É, e a gente estava comentando aqui antes nos bastidores como a gente sente através delas a espiritualidade, né? essa presença amorosa, esse carinho muito gostoso, né, Diogo? >> Com certeza. Bom, a Martinha tá ali, é a primeira pessoa que o congressista vê, né, junto aos demais que trabalham no credenciamento e e é muito importante essa experiência toda pro voluntário desde o início, né? Eh, a gente percebe que receber as pessoas espíritas que têm o mesmo ideal que nós, né, essa busca, essa saudade por Jesus através da doutrina espírita. E a gente vê todo mundo alegre chegando ali, né, Martinha? Deve ser muito legal. >> É verdade. E que bom que tu disse isso, né? Que porque nós estamos em duas aqui, representamos um coletivo muito maior, né? E junto comigo estava uma equipe, então não é a Marta que fez a recepção ali no credenciamento, mas um grupo de pessoas que tinham no mesmo no mesmo olhar, né? A mesma vontade de abraçar, de acolher bem. a quem chegou até aqui esse momento, quem conseguiu chegar, né? Nós tivemos pessoas que se inscreveram e não conseguiram vir na última hora. Então, somos todos presenteados com a possibilidade de estar presente, de poder abraçar, de ter esse olho no olho que faz tão bem a todos nós e discutindo e refletindo sobre um tema que mexe

ima hora. Então, somos todos presenteados com a possibilidade de estar presente, de poder abraçar, de ter esse olho no olho que faz tão bem a todos nós e discutindo e refletindo sobre um tema que mexe muito com a gente, toda >> somos realmente privilegiados neste momento por estar presente aqui, né? E hoje vocês aqui no estúdio estão representando todos os voluntários, porque é a primeira vez que nós aqui na nossa programação do estúdio falamos com os voluntários de fato, né? Embora todas as conversas tenham sido com voluntários de determinados setores, hoje a gente tá aqui para falar do voluntariado, dessa experiência, dessa jornada incrível que a gente tá passando aqui, né, Cleusa? >> Verdade, amigo. Verdade. Somos em torno de 150 voluntários. Sim. >> A força, né, da da união desses voluntários é que faz esse congresso ter, né, todo isso que a gente está vivendo aqui, essas trocas eh intensas de amor, de compreensão, de carinho, de aconchego. Então, os nossos voluntários, eu digo, são porque eu digo nossos, porque eu me incluo no nossos, né? é esse grupo maravilhoso que trabalha com muito amor. Até eu lembrei e quero contar para vocês uma experiência que a gente teve ali na recepção, que, né, somos uma equipe, eh, no na sexta éramos 16 pessoas, depois nós vamos distribuindo as pessoas aonde é necessário. E uma pessoa disse assim, um dos voluntários, que estava sendo voluntário pela primeira vez, >> Uhum. Que alegria, que felicidade em colocar este jaleco. Ai gente, foi tão bonito aquilo, sabe? E aí já veio o outro dizendo assim: "Eu tinha um sonho de colocar esse jaleco." Ou seja, o significado de ser voluntário para aquele companheiro espírita. Então, nós estamos muito felizes nesse. >> Ah, sim. E aqui todos somos afergues, né, amiga? Então esse colete ele ele tem um valor, tem uma responsabilidade, né, de carregar esses valores, né, de fraternidade, de inclusão. Então que coisa mais mais linda, realmente essa essa experiência, né? Perfeito. >> A Elisiane te mandou um beijo, Martinha.

sabilidade, né, de carregar esses valores, né, de fraternidade, de inclusão. Então que coisa mais mais linda, realmente essa essa experiência, né? Perfeito. >> A Elisiane te mandou um beijo, Martinha. Ela dis aqui na no chat da live diz que você recebeu muito bem ela e ela te manda um beijo agora, tá nos assistindo e também aproveitar e mandar um abraço paraa Bahia, para Montevidel, pessoal que tá nos assistindo aí também, >> Herval, Rio Grande, né? Importante também e mencionar, né, amigas, que o nosso voluntariado ele vem de todas as partes do nosso estado, né? Então, a gente tem >> do Brasil, >> do Brasil, do [risadas] Brasil, >> nós recebemos pessoas do Piauí, gente. >> Olha que maravilha. >> Maravilha, né? >> Nossa, incrível. Então, a gente eh carrega esse trabalho por um ano, né, anteriormente, né, e a gente vai conversando online, às vezes presencial, fazendo os treinamentos, se prepara de uma maneira assim muito expressiva, muito profunda para que a gente consiga entregar, né, esses sorrisos. esses carinhos, esses esses abraços, né? E amigas, como é que vocês se prepararam então para essa recepção, para esse credenciamento, né? Como é que foi a preparação de vocês? >> Pode ser, pode. Nós eh fomos montando as equipes, né, e realizamos reuniões sistemáticas, né? E este ano nós inovando, vamos dizer assim, no nosso voluntariado, nós temos os jovens conosco. E certamente vocês encontraram jovens em alguns locais, né, de atendimento ao público, de acolhimento e e está sendo uma experiência fantástica, mas exige realmente um grande preparo da equipe, mas além deste preparo das reuniões, a conexão com a espiritualidade, né? Então a gente convoca juntos, né, a gente vai entrando na sintonia do congresso e e vamos ali somando esforço esforços, aliás, né? E nós dissemos, nós tínhamos muitas lives, podcasts divulgando, né? E a gente falava pra equipe, vamos assistir todos, nós vamos entrando, né, na sintonia do congresso. Então, é um trabalho preparatório de de longo tempo, de muita

uitas lives, podcasts divulgando, né? E a gente falava pra equipe, vamos assistir todos, nós vamos entrando, né, na sintonia do congresso. Então, é um trabalho preparatório de de longo tempo, de muita dedicação e a gente teve assim das equipes todas, de um modo geral, uma adesão maravilhosa, uma, ou seja, uma equipe extremamente motivada. E na nossa recepção, né, também fizemos assim ali com pessoas de várias partes do estado que se reencontram. E aí quando se vem presencialmente o primeiro encontro presencial é muito bacana assim, sabe? É que nem tu disse, é uma troca de energia assim maravilhosa. >> Isso é muito legal. Importante você mencionar, Cleusa, o jovem, porque a gente tem falado desde o início aqui, a própria Dudinha aqui no estúdio, no cerimonial também nós temos jovens, como você falou, em vários pontos também da recepção e e em todo o trabalho, porque na edição anterior, edição inclusive que a Cleusa esteve como vice-presidente doutrinário, né, Cleusa foi outra experiência, eh nós tínhamos o Congresso Jovem e agora nesta edição nós temos o jovem inserido em todos os pontos, em um único congresso. com lugar de fala, com espaço para atuar como voluntário, né? Então isso é muito importante porque o congresso no futuro vai ser o jovem também que vai est tocando junto com os demais, né? Então essa experiência é muito importante, né, Martinha? >> É renovadora, né? Renovadora assim. >> A gente sempre começa a preparar um congresso quando termina outro, né? É, termina um e a gente já se se esforçando e se voltando pra construção de um outro momento, né, de um outro congresso. Então essa preparação vem de longa data, né, Cleusinho? Assim, >> só que a gente nunca sabe se a gente vai trabalhar e aonde a gente vai trabalhar. A gente se disponibiliza para a tarefa, porque é isso que nós somos. Nós somos trabalhadores voluntários espíritas e fazemos aquilo que é necessário para que o evento aconteça. Esse ano em especial nós fomos brindados com a presença dos jovens em todos os setores. No

. Nós somos trabalhadores voluntários espíritas e fazemos aquilo que é necessário para que o evento aconteça. Esse ano em especial nós fomos brindados com a presença dos jovens em todos os setores. No credenciamento nós temos um e que é o nosso braço direito ali, né? [risadas] E ele é nem é gaúcho, gente. Ele é do norte do país. Está trabalhando no movimento espírita do Rio Grande do Sul já há mais de um ano. Muito dedicado assim à tarefa. Então é um braço forte que nós temos assim, né? Mas o que que é importante a gente dizer assim que é um momento sim que a gente se dedica, mas é de data. É uma construção que a gente vem fazendo. A gente não se torna voluntário no congresso da quinta para sexta, [risadas] né? a gente se prepara para isso, vai entrando nessa ambiência até para que a gente não se desconecte, porque é muito fácil e a gente hoje já experienciou isso, né? São muitas eh circunstâncias que acontecem que a gente pode se desequilibrar, mas o nosso papel é estar sintonizado, harmonizado para sempre acolher bem, né, e direcionar para que a pessoa receba aquilo que veio buscar, que é também o nosso carinho, né, o nosso aconchego. Então, a gente gostaria sim de poder abraçar a todos e às vezes nem consegue, porque a gente precisa fazer com que o evento flua, >> né? Mas também é o momento da gente mandar assim um beijo, né? E um abraço a cada coração. >> E nós temos beijos para mandar agora, Dudinha, Natal, pessoal de Natal, pessoal de Fortaleza, a o pessoal do Rio de Janeiro nos ouvindo também. Curitiba entrou na live. Sejam todos muito bem-vindos. E Dudinha, eu não sei se, já que elas estão representando o voluntariado, eu não sei se você eh atentou para esse ano. Todos os anos são especiais, mas a gente precisa aqui mandar um beijo pras meninas da cozinha. Ah, porque todos os voluntários recebem lanche, almoço de manhã, de sala dos voluntários, todo o pessoal que auxilia na Copa, né, Diogo, que serve a gente, que oferece até mesmo café antes do horário previsto, então estão cedo aqui,

recebem lanche, almoço de manhã, de sala dos voluntários, todo o pessoal que auxilia na Copa, né, Diogo, que serve a gente, que oferece até mesmo café antes do horário previsto, então estão cedo aqui, assim, mais cedo do que todo mundo. Então, um grande abraço, um grande beijo pras meninas, pros meninos do voluntariado ali da nossa da nossa cozinha. Perfeito, perfeito. >> E amigas, a gente agradece muito a presença de vocês aqui. O nosso tempo, infelizmente, já está chegando ao fim, né? E eu só um ponto assim que me veio aqui para falar também que esses eventos, né, a gente sabe que primeiro acontece na espiritualidade, né? Primeiro a espiritualidade planeja para depois eles nos envolverem, né, ao longo de todo esse tempo, todo esse compromisso para que a gente chegue nessa culminância do congresso. E com certeza os sorrisos, os abraços que vocês forneceram vão continuar, né, vão seguir essa caminhada para depois ainda do congresso, assim como as nossas trocas aqui com vocês pela internet. Inclusive um abraço pros jovens que estão nos assistindo. Quero saber se tem jovem aí no nosso chat. manda um beijão aqui para nós que a gente vai est interagindo com vocês, né, Diogo? >> E meninas, o nosso parabéns agora para vocês em nome de todos os voluntários aqui representando. Parabéns a todos os voluntários, porque esse congresso precisa muito, né, dessas mãos que estão sempre unidas e que a gente eh com certeza tem um resultado maravilhoso a partir disso. Bom trabalho para vocês. >> Bom trabalho, amigas. >> Muito obrigada. Obrigada. >> E agora a gente vai repassar a programação do domingo para você que tá nos acompanhando, porque daqui a pouquinho começa lá no auditório. Inclusive, eu vou perguntar pra produção aqui, a gente não combinou, mas lá no auditório a gente já tem alguma imagem do pessoal entrando devagarinho pra gente já começar a passar a programação aí para você. Olha aí, >> bom dia, gente auditório. >> Bom dia, pessoal do auditório. >> Bom dia. Estão aparecendo na TV lá em

pessoal entrando devagarinho pra gente já começar a passar a programação aí para você. Olha aí, >> bom dia, gente auditório. >> Bom dia, pessoal do auditório. >> Bom dia. Estão aparecendo na TV lá em cima. Um abraço pro pessoal do Mesan. Um abraço. Pessoal que subiu as escadas, fez esse esforço aí. >> Muito bem. Agora vamos paraa programação. Então nós temos daqui a pouquinho a abertura e a prece, um momento musical após e na sequência, às 8:30 da manhã, o primeiro painel, primeiro e único de hoje, o bem como caminho paraa felicidade do La Corder. La Corder que esteve ontem conosco no estúdio. Às 9:35 tem uma roda de conversa muito especial com a Bet Barbieri, o César Said e o Lacord Corder. A mediação vai ser da Janete Azambuja e do Diego Leon. E aí, então depois vai ter um intervalo especial e aqui no estúdio a gente vai estar com a Sandra Borba e com o Alessandro Viana. Depois tem um encerramento muito lindo, atividade lío, musical e então o encerramento oficial do nosso congresso. >> E falando em La Cordera, a gente tem aqui uma obra muito especial que ele inclusive comentou aqui com a gente ontem, que é o mestre da consciência, né, e os aprendizes da prática do amor. Então, pela editora Espiritizar, tá disponível aqui na nossa livraria para vocês que vão ouvir o Lacir hoje, gostaram, né, da fala, com certeza uma fala muito amorosa, muito rica. E ele ainda nos presenteou com essa obra, O Mestre da Consciência, né, falando em formas de diálogo, né, de mestre para eh aluno, digamos assim. Então, que vocês possam aproveitar também essa obra. E a gente tá acabando o nosso tempo aqui, né, Diogo? Já vamos nos despedindo de você, mas a gente promete voltar com uma conversa muito especial com a Sandra e com La Corder e com o Alessandro, perdão, aqui no nosso estúdio. No estúdio agora na no auditório você vai ter o La Corder, primeiro painel a partir das 8:30. Um abraço a todos, um bom terceiro dia de congresso, né, do dia? >> Aproveitem, amigos. B congresso. Amigos e amigas,

agora na no auditório você vai ter o La Corder, primeiro painel a partir das 8:30. Um abraço a todos, um bom terceiro dia de congresso, né, do dia? >> Aproveitem, amigos. B congresso. Amigos e amigas, bom dia. >> Bom dia. >> Bom dia. Sejam todos muito bem-vindos ao terceiro e último dia do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Eu me chamo Diego, tenho estatura mediana, tenho pele branca, meus cabelos são curtos e grisalhos e estou utilizando uma camiseta preta do 13º Congresso Espírita. >> E eu sou a Luía. Tenho a pele branca, meus cabelos são castanhos e estão soltos. Tem estatura média e estou vestindo uma camiseta escura do nosso congresso e juntos vamos conduzir esse dia tão especial pra família Espírita Gaúcha. Diego, eu preciso confessar, já estou ficando com saudades. >> Eu também já estou com saudades, mas nós temos uma manhã repleta de aprendizados. E para começar com as melhores vibrações, convidamos o vice-presidente de unificação da FERX, Iraci Oliveira, para que proceda à prece de abertura da nossa manhã de trabalhos. Queridos irmãos e irmãs congressistas e de todas as querências do nosso Brasil, um bom dia. Neste terceiro e último dia que estamos aqui no Congresso Espírita, a nossa Federação Espírita, 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, é momento então de nos elevarmos em prece. Eu antes vou me apresentar. Tenho cabelos um pouquinho brancos, pele e clara, olhos castanhos, estou usando óculos e um colete laranja da nossa federação. Então, queridos irmãos, queridas irmãs, nesse dia de graça, convidamos a todos a serenarmos os nossos pensamentos, elevarmos os nossos sentimentos, a providência divina, a Jesus e a espiritualidade mentora. deste evento, louvando a Deus, nosso pai, de infinito amor e bondade, pela sua grandeza e agradecendo por todos os cuidados que tem para conosco, agradecer pela vida e por podermos nos encontrar aqui hoje neste momento e pedir, Senhor, neste terceiro dia, que todos nós aqui presentes, congressistas,

o por todos os cuidados que tem para conosco, agradecer pela vida e por podermos nos encontrar aqui hoje neste momento e pedir, Senhor, neste terceiro dia, que todos nós aqui presentes, congressistas, voluntários, conferencistas, possamos receber as graças divinas e sermos assistidos em todas as nossas necessidades, de tal forma, Senhor, que ao nos despedirmos Hoje deste 13º Congresso Espírita, possamos sair daqui como já estamos alegres, felizes, retornando pros nossos lares com alegria. Assim, Senhor, com a tua permissão, com a tua graça, damos então por iniciadas as tarefas de hoje na paz. e no amor do Mestre Jesus, que ele esteja com todos nós em nossos corações. Que assim seja. >> Obrigada, IC. E para nossa sensibilização, iremos acompanhar agora mais um momento de arte. Chamamos ao palco do 13º Congresso o grupo de música formado por trabalhadores do Movimento Espírita Gaúcho. Dominique Nunes, Felipe Maires, Ciassiano Lousada e Luía Bitencur. >> Bom dia, pessoal. Sejam bem-vindos, então, ao nosso último dia de congresso e pedimos licença, então, para fazer para vocês algumas músicas paraa nossa harmonização da manhã. >> como alguém [música] encontrasse a luz depois de andar e andar procurando o caminho, [música] como alguém que enfim já pudesse ouvir. [música] Respostas que trazem consolo e sentido ao destino. Eu encontrei tuas páginas. e sequei [música] minhas lágrimas. Percebi que a dor [música] da semente é o parto da vida. [música] >> Como alguém que já quer seguir [música] os passos do mestre com fé e razão conscientes, como alguém quem se já [música] soubesse ouvir as vozes dos seres que [música] habitam espaço infinito. Eu encontrei tuas páginas e sequei [música] minhas lágrimas. Percebi que a [música] dor da semente é o parto da vida. [música] Minha dor me trouxe aqui [música] para entender a flor que brota em mim. Meu amor [música] é aprendiz de um bem maior. [música] Que seja assim. >> Esse vai e vem. >> Esse vai e vem. Sei que voltarei. >> Sei que voltarei

aqui [música] para entender a flor que brota em mim. Meu amor [música] é aprendiz de um bem maior. [música] Que seja assim. >> Esse vai e vem. >> Esse vai e vem. Sei que voltarei. >> Sei que voltarei >> para cuidar da flor. >> Para cuidar da flor. >> Para [música] acalmar a dor e ser feliz. Minha dor [música] me trouxe aqui para entender a flor que brota [música] em mim. Meu amor [música] é aprendiz de um bem maior. [música] Que seja assim. >> Nesse vai e vem. >> Nesse vai e vem. Sei que voltarei. >> Sei que voltarei >> para cuidar [música] da flor. >> Para cuidar da flor. >> Para acalmar a dor [música] e ser feliz. >> Hoje eu sei que nada é [música] por acaso que acontece aqui. São marcas do passado, eu vou evoluir. O evangelho é um [música] remédio para essa dor. Eu já sei que tudo o [música] que acontece sem eu entender, tem sempre um motivo que hoje eu posso ver que todo sofrimento tem seu lado bom. Tente buscar a paz. [música] ajudar os demais. Nessa caminhada pra evolução, eu vou aproveitar sempre correndo atrás, tirando a tristeza do meu coração. [música] Eu abro os olhos [música] e vejo um mundo novo em formação, um mundo de paz e união. [música] Eu abro os olhos e vejo uma nova era surgir e junto [música] eu vou evoluir. Tente buscar a paz, [música] ajudar os demais. Nessa caminhada pra evolução, eu vou [música] aproveitar sempre correndo atrás, tirando a [música] tristeza do meu coração. >> Eu abro os olhos [música] e vejo um mundo novo em formação, um mundo de [música] paz e união. Eu abro os olhos e vejo uma nova era surgir e junto [música] eu vou evoluir. Eu abro os olhos e vejo o mundo novo em formação, [música] um mundo de paz e união. Eu abro os olhos [música] e vejo uma nova era surgir e junto eu vou [música] evoluir. Eu abro os olhos e vejo o mundo novo informação, um mundo [música] de paz e união. Eu abro os olhos e vejo uma nova era surgir [música] e junto eu vou evoluir. Ah! [música] Ah! E junto eu vou evoluir. Ah! >> E junto eu vou evoluir.

novo informação, um mundo [música] de paz e união. Eu abro os olhos e vejo uma nova era surgir [música] e junto eu vou evoluir. Ah! [música] Ah! E junto eu vou evoluir. Ah! >> E junto eu vou evoluir. >> Па. Agora sim, era só um teste. Muito bom dia. >> Bom dia. Com a emoção que apenas a arte bem vivida nos proporciona neste domingo pela manhã, eu quero lhes falar sobre o Senhor Samuel Filipe. Ele morreu em dezembro de 1862 aos 55 anos de idade, vitimado por dolorosa enfermidade, sinceramente lamentado pelos seus familiares e alguns amigos. O espírito se manifestou vários meses após a sua morte e dentre tantos ensinamentos, selecionei um trecho de suas sábias palavras. >> De bom grado, tanto mais quanto a narrativa não aproveitará somente a vós, [música] mas a mim próprio. Por isso que, dirigindo o meu pensamento para a terra, [música] a comparação faz-me apreciar melhor a bondade do criador. Sabeis que de tribulações provei na vida. [música] Entretanto, jamais me faltou coragem na adversidade. Graças a Deus. E hoje [música] felicito-me. Quanta coisa perderia se houvesse desanimado. E ainda tremo [música] ao pensar que tudo quanto sofri se anularia caso desfalecesse, tendo de recomeçar novamente as provações. [música] Ó meus amigos, compenetrai-vos firmemente desta verdade, pois nela reside a felicidade do vosso futuro. Não é por certo comprar muito caro essa felicidade por alguns anos de sofrimento. [música] Se soubés o que são alguns anos comparados ao infinito, [música] se de fato a minha última existência teve algum mérito aos vossos [música] olhos, outro tanto, não diriais das que a precederam? E não foi senão a força [música] de trabalho sobre mim mesmo que me tornei o que hora sou. Para apagar os últimos traços [música] das faltas anteriores, era-me preciso sofrer as últimas provas que voluntariamente aceitei. [música] Foi na firmeza das minhas resoluções que escudei a resignação a fim de sofrer [música] sem me queixar. Hoje abençoo essas provações, pois a

frer as últimas provas que voluntariamente aceitei. [música] Foi na firmeza das minhas resoluções que escudei a resignação a fim de sofrer [música] sem me queixar. Hoje abençoo essas provações, pois a elas devo [música] ter rompido com o passado. Simples recordação agora [música] que me permite contemplar com legítima alegria o caminho percorrido. เฮ >> Eou como um canto. [música] tocar minha alma [música] me desfiz em lágrimas [música] ao sentir tanta luz pude ver [música] meu corpo se desp >> da escuridão. Fui liberto da prisão, [música] onde eu fui refém. de mim [música] mesmo. Pude sentir [música] que vai [música] muito mais além do que vejo e do que sei. [música] Me estenderam a mão e hoje [música] estou. >> Na seara do amor. Como um canto [música] ao tocar [música] minha alma me desfiz em [música] lágrimas ao sentir tanta luz pude ver. >> Meu corpo se despir [música] da escuridão. Fui liberto da prisão, onde [música] eu fui refém. de mim mesmo. Pude sentir que vai muito [música] mais além do que vejo e do que sei. estenderam [música] a mão e hoje estou. >> Pude sentir [música] que vai muito mais além do que vejo [música] e do que sei. Estenderam a mão e hoje [música] estou >> na seara do amor. Oh. >> E assim como casulo liberta a borboleta, a dor quando bem compreendida [música] liberta o espírito. E pelas asas da fé [música] e da reforma íntima, Samuel voou em [música] direção à paz que há na vida futura. >> Lembramos a todos que desliguem os seus celulares ou os mantenham no modo silencioso para que possamos ter e aproveitar da melhor maneira as atividades desta manhã. Queridos amigos, antes de darmos prosseguimento com a nossa programação, gostaríamos de chamar a atenção para uma importante iniciativa de apoio ao nosso movimento espírita gaúcho. >> Todos lembramos que no ano de 2024 foi marcado por grandes desafios. No final de abril, o Rio Grande do Sul vivenciou uma tragédia climática que mobilizou o olhar e o coração de todo mundo. >> Mas graças à solidariedade humana e à

2024 foi marcado por grandes desafios. No final de abril, o Rio Grande do Sul vivenciou uma tragédia climática que mobilizou o olhar e o coração de todo mundo. >> Mas graças à solidariedade humana e à força que nos foi concedida pelos benfeitores espirituais, conseguimos reunir coragem e esperança para seguir em frente. Em meio a um cenário nunca antes visto, nasceu também uma proposta que possibilitou a arrecadação de recursos para que os centros espíritas pudessem retomar os seus trabalhos, levando consolo, esclarecimento e orientação a tantas almas necessitadas. Com muita alegria, convidamos agora o presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, Antônio Nascimento, para compartilhar conosco a iniciativa do Fundo de Apoio Emergencial aos Centros Espíritas, UFAI. Muito bom dia a todos. É, é realmente uma alegria. Eh, os abraços que a gente já recebeu já nos sustenta pelo menos uns do anos, que até o próximo congresso, né, amigos? Assim, o Fai ele é uma revolução. Uma revolução. A gente precisa prestar atenção nisso. É uma transformação radical, rápida, numa estrutura. Pra gente ver a história, ela é marcada por revoluções que a gente só se dá conta depois que está distante, porque a gente vê os resultados dela quando a gente tá vivendo. Às vezes a gente não se apercebe e nós estamos fazendo parte. Então, na verdade vocês vão receber um convite para serem revolucionários. Uma revolução transforma. A Revolução Francesa transformou a base política social e abriu as portas para uma sociedade diferente que ainda tem problemas para resolver, mas ela é um marco. Falhem com os historiadores, sociólogos, eles vão dizer: "O Iluminismo foi uma revolução cultural e ambas as revoluções permitiram que o espiritismo trouxesse a revolução espiritual que está em curso e que a luta, como já ficou claro, é dentro de nós e nós espalharmos pela luz que conquistarmos ao nosso redor. Nós temos já uma revolução em curso que alguns não também não se apercebem tanto, que é o nosso clube do livro. O

ou claro, é dentro de nós e nós espalharmos pela luz que conquistarmos ao nosso redor. Nós temos já uma revolução em curso que alguns não também não se apercebem tanto, que é o nosso clube do livro. O clube do livro hoje é a base para nós mantermos a nossa editora, porque todo mês nós temos companheiros que antecipadamente escolheram receber um livro e através das casas espíritas ele permite que a editora, a equipe trabalhe porque tem um custo isso mensal. Se a gente dependesse de editar um livro para vender para preço de capa, a editora não se viabilizaria hoje. É muito difícil. Várias editoras do Brasil quebraram ou foram incorporadas por grupos consolidados, as comerciais, o grupo Boa Nova, a FEB, que tem uma missão e uma estrutura e um amparo espiritual das demais federativas, inclusive é uma luta e a Fergesta nessa. Então, o Clube do Livro é uma revolução que tá acontecendo, que começou lá em 2010 e que está à nossa disposição, porque ele deixa recursos para a casa espírita, para o movimento espírita e viabiliza para que a gente possa, como a Bet falou, como Adriana ressaltou ontem, recursos de iluminação de almas. Mas o pai, meus amigos, ele é misericórdia divina. Em [aplausos] 2012, 2022, a gente visitando casas espíritas, a gente encontrava presidentes que nos diziam: "Antônio, nós precisamos de R$ 10.000 aqui para consertar essa calha, porque tá vazando, tá embolorando, mofando as salas de evangelização. A Félix não tem recursos para nos emprestar. de a gente com o coração doído não tínhamos no nosso orçamento, não tínhamos. Além de que a Ferges é uma mãe de 400 casas espíritas e como uma mãe, um pai, ele tem que atender todos os filhos. Quer dizer, se eu ofereço algo para um, eu tenho que oferecer para todos em igualdade de condições. discutindo, a inspiração foi vindo, criamos uma comissão no nosso CFE, Conselho Federativo Estadual, minutamos, foi para inclusive para todas as casas espíritas, tá lá no e-mail institucional das casas o registro do convite para

vindo, criamos uma comissão no nosso CFE, Conselho Federativo Estadual, minutamos, foi para inclusive para todas as casas espíritas, tá lá no e-mail institucional das casas o registro do convite para participar de construir essa revolução e aprovamos no dia 6 de abril o nosso fundo de apoio emergencial, uma iniciativa inédita a nível de movimento espírita e que certamente tá sendo recebeu contribuições de outras federativas, hoje outras estão tentando estruturar os seus mecanismos, mas no final de no final de abril ali, início de maio, uma revolução climática que nos atingiu e que impactou o Rio Grande do Sul. 32 casas atingidas, mas nós tínhamos um mecanismo e com o apoio dos irmãos espíritas, das demais federativas que nos apoiaram institucionalmente, nós colocamos a campanha, recebemos recursos que permitiu que nós recuperássemos praticamente todas as casas espíritas que necessitaram de recursos e também abriu-se uma outra linha para doação para Fergs e a nossa FERGs está recuperada. Inclusive a gente convida para que vocês visitem, para que vá lá na casa do espírita gaúcho. Mas o Fai deixou um legado para nós. Nós temos recursos hoje que na sua essência original ele tá fomentando. Temos várias casas espíritas que estão reformando seus telhados, estão organizando a questão documental, estão fazendo o seu PPCI, estão ampliando. E aí temos Allan Kardec Alvorado, vinha de Luz de Cachoeirinha, Fraternidade de Juiz. poderia citar dezenas de casas que estão os suas lideranças recebendo recursos para apoiar esses recursos num prazo estabelecido, sem juros, voltam para o fundo para beneficiar outros. Mas nós temos um outro desafio hoje, meus amigos, aqui. Dourado do Sul, Francisco de Assisna Vira Farrapos lá antes e depois temos imagens que depois vão ser mais estruturadas lá e vamos lançar no site para ficar um registro histórico da força do movimento espírita e desta revolução que a gente fez e que foi realmente mostrar a força da união, da unificação, a força do amor desta

amos lançar no site para ficar um registro histórico da força do movimento espírita e desta revolução que a gente fez e que foi realmente mostrar a força da união, da unificação, a força do amor desta e eh dessa certeza de que na imperman permanência, a gente não se apega tanto materialmente e às vezes aquele recurso que nos sobra pode ser, como disse Jesus, o óbvulo da viúva. E tivemos doações de 5 centavos no FAI, doações de R$ 20.000, R$ 200.000, cada um com as suas possibilidades econômicas. E isso permitiu e está permitindo que a gente esteja numa condição muito boa de ajudar as casas. Estamos agora estruturando uma segunda fase do FAI. Por quê? Porque tem outras demandas permanentes. Grupo Espírito da Luz da Verdade lá de Horizontina tem a casa alugada. pediram, eles não têm para onde ir, não tem nenhum imóvel que se adecue e eles precisam adquirir um terreno, fazer a construção. Eu tô com um projeto aqui, se alguém quiser, tá aqui, eu posso mostrar para vocês. preciso de alguns recursos que são algumas dezenas de milhares de reais para construir, para comprar um terreno, para ajudar e um trabalho estruturado. Eu conheço com evangelização, com trabalho da família, com grupo de jovens, com arte, com consolação. Quantas pessoas são assistidas numa região que tem alto índice de suicídio. Grupo Espírita Instituto Espírita irmão Reisberg Leninberg, tô falando talvez errado, tá com a sala de evangelização interditada, um bairro extremamente carente lá em Pelotas e os companheiros que trabalham, que lutam para manter a sua própria estrutura e os compromissos familiares. É preciso de um aporte. Luz e esperança aqui de Eldorado do Sul também num há luta. Foi atingido pela enchente. Precisa, eles ainda estão sem um terreno, precisa de recursos. Sociedade Espírita Bezerra de Merez de Constantina tá com um prédio de madeira praticamente condenado e precisa de recursos e uma instituição onde tem três trabalhadores resistindo e a única instituição na cidade e a gente precisa

Merez de Constantina tá com um prédio de madeira praticamente condenado e precisa de recursos e uma instituição onde tem três trabalhadores resistindo e a única instituição na cidade e a gente precisa ajudá-los. Eu poderia citar mais alguns casos aqui, mas não tenho tempo para isso. Então, meus amigos, as almas e os corações que quiserem auxiliar para ajudar distantemente, a gente presta contas, organiza, a gente precisa mostrar a força do movimento espírita auxiliando esses irmãos. Temos inclusive núcleos familiares, sabe aquela aquele estudo que tu faz na casa de alguém que daqui um pouco até abre para fazer uma palestrinha, convida os amigos numa garagem e aí já não comporta mais. Como lá em 3 de maio, o pessoal tá com 40 pessoas reunidas numa garagem, espaço, já conseguiram terreno, mas tem o desafio de construir uma casinha. Será que a gente não pode auxiliar e até o nosso movimento apoiando as nossas lideranças? E é isso que faz com que o nosso movimento esteja aqui. Não foi o Antônio, não foi Adriana, nem o Vinícius, nem o Rasi que construiu esse monumento, esse congresso. Fomos nós todos juntos. A força da união é algo impressionante, meus amigos. E a revolução não se faz com um homem, com uma alma só. Ela se faz com muitos corações, identificando o talento e a possibilidade de cada um. Esta revolução, meus amigos, eu tô convidando vocês a participarem porque ela já está em curso, a gente já iniciou, temos notícias que hoje eu não posso dar ainda para vocês, porque a gente precisa organizar, sistematizar, mas vamos auxiliar e fazer uma das que é diretrizes do nosso movimento espírita, a multiplicação dos centros espíritas. A gente se preocupa com senso, estão diminuindo e tal, não. Nós estamos qualificando o nosso movimento espírita. Capítulo 20 do Evangelho Segundo Espiritismo, Trabalhadores da Última Hora. É o único capítulo que Kardec não faz comentário nenhum. No item quarto, Herasto vem falar da missão dos espíritas como um aspecto geral. Muito bom. Mas no item quinto, o espírito de

s da Última Hora. É o único capítulo que Kardec não faz comentário nenhum. No item quarto, Herasto vem falar da missão dos espíritas como um aspecto geral. Muito bom. Mas no item quinto, o espírito de verdade vem falar de um tipo de espírita, os obreiros do Senhor são aqueles em que efetivamente o Espiritismo transformou e ele não é mais o mesmo. E a sua vida enquanto vive no mundo, ele sabe que não é do mundo. Ele tem uma perspectiva, ele tem uma meta, ele tem um trabalho e ele dá uma atenção àqueles valores que as traças não corroem. e nem os ladrões roubam. Valores impermanentes, valores da imortalidade, valores da espiritualidade. Nosso fai é isso. Temos resultados. Fiquem atentos que a gente vai convidar vocês a nos auxiliar numa revolução maior ainda. Bom congresso, um bom domingo para nós hoje. [aplausos] >> Se tu não bota piscando para bom. Agradecemos ao Antônio por tão importantes informações e vem aí a nossa próxima palestra do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Na questão 92 de O livro dos Espíritos, Allan Kardec nos diz que a felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um constitui a desgraça de outro. E por fim, questiona: haverá, contudo, algum critério de felicidade comum a todos os homens? Os benfeitores da humanidade respondem sobre o aspecto material é a posse do necessário com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro. >> Convidamos ao palco Lacordar Faiad para proferir a palestra O bem como caminho para a felicidade. coordenador da área de mediunidade da Federação Espírita do Mato Grosso. La Corder também é psicólogo clínico e organizacional com especialização em psicologia e psicoterapia transpessoal. >> Agora vamos receber com muito carinho Lacorder Faiad. Queridas almas e irmãs, que possa Jesus este sol de amor e ternura que aquece, ilumina as nossas almas e este amigo incondicional das nossas vidas. seguir nos envolvendo no seu amor e na sua ternura. Eu estou num corpo

rmãs, que possa Jesus este sol de amor e ternura que aquece, ilumina as nossas almas e este amigo incondicional das nossas vidas. seguir nos envolvendo no seu amor e na sua ternura. Eu estou num corpo de estatura mediana, cabelo grisalhos, vestindo um blazer escuro. E uma alegria estar com vocês neste momento refletindo sobre as lições sublimes do Evangelho de Jesus. Quero agradecer com muita ternura e carinho a toda a direção da Federação Espírita do Estado do Rio Grande do Sul, por este ágape, essa festa espiritual e me desincumbir de uma responsabilidade amorosa, trazendo o abraço do Mato Grosso Espírita, na pessoa da nossa querida presidente Luía Leontina, a todos vocês. O bem como caminho para a felicidade. Quando se fala do bem, de quem nós lembramos? daquele que todos nós temos muita saudade. O que a nossa veneranda Joana de Angeles, essa benfeitora da humanidade o chama o peregrino do amor. Quem de nós não temos saudade de Jesus? Não é verdade? Saudade a gente não mata. Saudade a gente revigora. Saudade nós a revitalizamos. Porque saudade é uma virtude. Ela é filha da gratidão. Só tem saudade quem ama e só temos saudades de quem amamos. E por que temos tanta saudade de Jesus? É o espírito Emmanuel que nos ajuda a refletir do livro Caminho, Verdade e Vida. Na lição 142, ele coloca que Jesus, ele além de conquistar a nossa tutela por amor, foi pelo seu testemunho pessoal. E ele coloca que depois de Deus, que é uma presença permanente nas nossas vidas, é Jesus. A presença full time o tempo todo conosco. Somos nós quem o permitimos ou não ele estar conosco? Portanto, se Jesus neste momento estivesse ao seu lado, você assim o permitindo, qual pergunta ele lhe faria? Não precisa responder agora, vamos pensar junto. E para nos ajudar nessa resposta, busquemos meditar desde quando nós chegamos. nesse espaço de amor, a cada exposição, a cada fala de cura, de amparo, reflexiva, que nos convidou a viajar para dentro de nós. ao término de uma palestra, Jesus a presença amorosa de Jesus em nossas

nesse espaço de amor, a cada exposição, a cada fala de cura, de amparo, reflexiva, que nos convidou a viajar para dentro de nós. ao término de uma palestra, Jesus a presença amorosa de Jesus em nossas vidas. E ao término da palestra, acercou-se de nós uma senhora e disse: "Agora eu entendo, eu entendo o que aconteceu comigo. Eu senti Jesus, agora eu sei que é ele me abraçando através da minha amiga, aquela ali, ó, a Mariana. Aliás, eu estou aqui graças a este abraço. Mariana chegou logo pela manhã, por volta ali, quase o término do expediente da manhã e disse: "Márcia, hoje eu estou tão feliz, mas tão feliz, que eu estou sobrando abraços. E eu quero lhe dar um abraço, mas não do que tá sobrando. Quero lhe dar um abraço muito especial. Eu quero dar um abraço de muita gratidão, porque eu sou uma pessoa antes e depois que eu cheguei aqui. A nossa instituição é uma instituição de saúde, pessoas com câncer. E logo que eu cheguei, você já sabia o meu nome e dizendo: "Que bom que você veio". Porque as pessoas que aqui vem vem como sendo pessoas peteca, porque ela vai de um lado, alguém fala: "Não, não é aqui, vai do outro. Não, não é aqui, vai". E elas ficam perdidas. Nós somos o ponto de apoio, de esperança dessas pessoas. Que bom que você veio e aquilo marcou para mim profundamente. E eu quero lhe dar um abraço. O fato é que quando a Mariana me deu um abraço, que eu fiquei sentada, ela disse: "Não levanta, é um abraço especial, é um abraço de gratidão. Gratidão por Jesus, pelo bem. que você é na minha vida com esse seu jeito de ser. E quando eu levantei, que ela me abraçou, eu senti uma emoção tão intensa, tão forte, e comecei a chorar. Ela disse: "Mas o que foi, Márcia? Eu disse alguma coisa?" Não. E eu mostrei para ela o bilhete que eu estava escrevendo. De onde eu trabalho, é um quarteirão daqui. atravesso um viadulto, estou em casa e eu estava planejando naquela manhã me jogar do viadulto, porque a coisa de 10 meses, meu filho, o único filho de 18 anos, ele sempre pedia: "Mãe, quando eu fizer

atravesso um viadulto, estou em casa e eu estava planejando naquela manhã me jogar do viadulto, porque a coisa de 10 meses, meu filho, o único filho de 18 anos, ele sempre pedia: "Mãe, quando eu fizer 18 anos, senhora me ajuda, eu comprar uma moto, eu quero trabalhar". Eu ajudei. E foi justamente quando ele ia fazer 19 anos, um jovem alcoolizado colidiu de frente, ele veio a óbito. Além da dor da morte do meu filho, o meu marido agora estava me acusando que eu era a assassina dele. E eu ia, realmente, a vida para mim não tinha mais sentido. Mas agora, depois que eu fiquei sabendo o que é essa casa espírita, o que é Jesus, esse Jesus não crucificado, uma luz do túnel se faz presente. Eu quero conhecer esse Jesus. Eu quero sentir esse Jesus que me abraçou. através da minha amiga Mariana. Olha pro companheiro ao seu lado. A companheira ao seu lado. Isso. Olha com carinho, com ternura. Isso. Faz isso. Dê o abraço de Jesus ao seu companheiro. Dê isso. Pode dar o abraço. Isso. Esse abraço bem especial. Isso. Sinta Jesus aí neste abraço. É bom abraçar Jesus, não >> Sentiu Jesus a metade da resposta da pergunta de Jesus já está aí para meditarmos muito bem. Se Dartautama Buda, ele coloca o homem sofre porque não conhece a verdade que existe em sua própria alma. Que verdade é essa, gente? Mas ele diz também: "Todos os caminhos da ignorância levam ao sofrimento". A sabedoria está em conhecer a ignorância que ignoramos. Ele poderia ter descido no dcelos, que ele poderia ter regimentado o maior exército. Que jeito que ele veio? Gente, veio na simplicidade de uma manjetora. Emanuel, no livro Caminho, verdade, vida, aliás, a caminho da luz, ele coloca que é Jesus quem recebe das mãos de Deus, poeticamente falando, a terra enquanto uma nebulosa. E é ele quem vem prepará-la com toda a sua equipe de geneticista, de arquitetos, de engenheiros para nos receber. E como que ele veio? Seu pai, sua mãe batendo de porta em porta, pedindo guarida. E ninguém, ninguém até hoje foi capaz de dar um lugar para Jesus.

sta, de arquitetos, de engenheiros para nos receber. E como que ele veio? Seu pai, sua mãe batendo de porta em porta, pedindo guarida. E ninguém, ninguém até hoje foi capaz de dar um lugar para Jesus. E quem deu, deu do que não lhe faltava, do que não lhe incomodava. deu uma estrebaria, um curral, onde seu pai e sua mãe improvisou um coxo como seu berço. E como que ele chega? O espírito Emânuel no livro Caminho Verdade, no livro A Caminho da Luz, uma mensagem que se intitula Mangjedora, ele coloca que Jesus veio inaugurar para a humanidade a era da humildade. Que que é humildade? Uma das grandes virtudes que trazemos nas nossas almas a serem exercitadas é você reconhecer o que Buda coloca, quem você é, sem desconhecer a nossa limitação sem sermos limitados. sem desconhecer o horizonte de oportunidades que desdobram a nossa frente. É valorizar o pouco sentindo muito. É valorizar os pequenos grandes momentos da nossa vida. É grato aquele que exercemos a humildade. Jesus veio nos ensinar a gratidão, o bem maior com o caminho da nossa felicidade. é tão verdade que ele chega dizendo: "Eu não vim para ser servido, eu vim para servir, mostrando, portanto, a equanimidade do amor de Deus, porque ele também diz: "Tudo que eu faço, vós podeis fazer e muito mais, mostrando que Deus não crê ninguém, coitadinho, nem capaz. E não há privilégio. E todos aqueles que vieram antes de Jesus, Sócrates, Pitágoras, Arquimedes, Laudissé, Confúcio, Moisés, Buda e tantos outros vieram sob a tutela de Jesus. E ele veio para inaugurar para a humanidade a era da humildade e veio para startar em nós o despertar do nosso Cristo interno nessa viagem em busca da nossa angelitude. Não é por outra razão que a benfeitura da humanidade, Joana de Anes, coloca. Sabe quem é o anjo de hoje? É o pecador arrependido de ontem. E ele chega dizendo: "Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá". Mostrando, portanto, que a evolução ela não é uma opção, ela é uma determinação divina. Então, a verdade nós vamos entender quando Allan Kardec a

Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá". Mostrando, portanto, que a evolução ela não é uma opção, ela é uma determinação divina. Então, a verdade nós vamos entender quando Allan Kardec a Gênesis ele coloca: "Sendo Deus o princípio de todas as coisas e sendo toda sabedoria, toda bondade, toda justiça, tudo que dele procede há de participar de seus atributos. Porquanto o que é infinitamente sábio, justo e bom, nada pode produzir que seja ininteligente, mal, injusto. E lá na gênese bíblica tá lá, nós fomos criado a imagem e semelhança do criador. Portanto, nós somos amor, como diz João no seu evangelho, Deus é amor. Então, nós somos amor, mas por ignorância temos atitudes de desamor. É por isso que Buda coloca justamente que essa é a grande verdade que nós desconhecemos de quem realmente nós somos. como também ele coloca que todos os caminhos da ignorância levam ao sofrimento. Nós sofremos por duas razões na vida. Uma por ignorância e outra por rebeldia. Porque Jesus coloca o que o Pai quer não é a morte do pecador, é a morte da ignorância. Às vezes nós ouvimos muito assim, olha, quem não muda por amor, muda pela dor. Muda ou não muda? >> Não, gente, não muda. Porque se Deus é amor, qual é a sua pedagogia? Qual que é a sua andragogia? É o amor. Porque eu posso estar sofrendo, mas eu tô culpabilizando o meu pai, a minha mãe, o governo. Tô numa rebeldia. Então diz o espírito amigo que é Joana de Angel lá no Evangelho, a dor é bênção que Deus envia aos seus eleitos. É o carteiro que bate a nossa porta, nos convidando a retomar a trilha do bem para que possamos conquistar a nossa felicidade. O bem cuidar, o bem zelar, o bem se atender, o bem se refletir. E esta é realmente a nossa responsabilidade. Nossa benfeitura Joana de Angeles, neste livro, A vivência do amor, ela nos coloca: "O amor é a chave sublime que faculta abrirem-se todas as portas que conduzem à plenitude." Graças a essa emoção de qualidade superior, tudo quanto existe resulta de sua transcendentes

ela nos coloca: "O amor é a chave sublime que faculta abrirem-se todas as portas que conduzem à plenitude." Graças a essa emoção de qualidade superior, tudo quanto existe resulta de sua transcendentes vibrações. Sendo emanação divina, expande-se e abarca todas as demais expressões da vida até culminar o pensamento de Deus, aliás, do qual procede. num grupo de jovens o ano passado perguntando que que era o amor. Um garotinho de 10 anos falou assim: "O amor é farinha de trigo de Deus". Falei: "Iteressante. Como que você sabe que foi amor? O que que a gente faz com a farinha de trigo? Você faz de tudo que você quiser, ainda mais quando você acrescenta mais alguma coisa. Eu fui, deixa eu te dar um abraço. Quando Newton escreve numa carta, o amigo diz de toda a gravidade que faz com que os corpos celestes não se choquem um com o outro, que pulsa no universo, há uma gravidade maior, amorosa, sábia e justa. É Deus, diz o espírito Joana de Angeles, ama o verme debaixo do solo, ama o homem e a mulher ao solo e ama o pai nas galáxias. Então, nós somos amor. É da nossa identidade amor. Aqui neste neste livro Cântico das Virtudes do Espírito Amigo que dá o nome de Adália. É um livro muito interessante, Asir virtudes falando com amor. Virtude nós somos amor nós somos. A virtude à leis é semelhante uma rosa. As pétalas são as virtudes, o perfume são as leis. Ninguém está vendo a lei da gravidade, ninguém está vendo a lei de liberdade, mas nós sentimos. Então, é através das virtudes que nós vamos expressar as leis divinas. Então, vou colocar aqui até para vocês tirarem um print. Então, veja, eu posso mexer nas leis divinas, eu posso mexer em Deus, mudar alguma coisa? Em quem eu vou trabalhar aqui? Em mim, enquanto eu o espírito imortal. Qual é o nosso convite para desenvolvermos o bem? Nós trazemos conosco um grande manancial infinito de virtudes em estado de latência ou inconsciência com responsabilidade de transformar em vivência. Daí a importância das reencarnações sucessivas ou da vida em

os conosco um grande manancial infinito de virtudes em estado de latência ou inconsciência com responsabilidade de transformar em vivência. Daí a importância das reencarnações sucessivas ou da vida em sociedade, como diz Allan Kardec a Gênese. A vida em sociedade é a pedra de toque do espírito. Então nós só temos um caminho. Nós não temos que contrariar as leis. Eu não quero mais viver sobre a lei da gravidade. Ou nós nos entregamos à leis ou nós nos afastamos. Quando nós nos afastamos, vem a dor e o sofrimento. Quando nós nos entregamos, a felicidade relativa. Então, qual é o nosso convite? Quando o apóstolo Paulo, ele nos coloca: "Tudo posso, mas nem tudo me convém". O que que ele está nos convidando? A educação do espírito em relação às leis. Tudo posso, lei de liberdade, mas nem tudo me convém daqueles que já nos educamos diante da lei de liberdade. Porque quando nós tomamos atitudes inconscientes ou atitudes automatistas, egóicas, com raiva, com mágoa, com ódio, nós estamos construindo a nossa escravização. Quando nós tomamos atitudes conscienciais num processo de autoeducação, que a nossa Sandra colocou muito bem, nós estamos construindo a nossa libertação. Então, dependendo de como eu me coloco diante das leis, eu estou construindo a minha libertação ou a minha escravização. O apóstolo Paulo também diz assim: "O bem que eu quero fazer, este eu não faço. O mal que eu não quero, este eu faço." O que que ele está nos mostrando? A predominância que nós trazemos conosco da nossa mente viciada. Porque nós temos um corpo, mas somos mais do que um corpo. Nós temos uma estrutura psíquica mental, mas nós somos muito mais do que a nossa estrutura mental. Nós vios de um caudo socultural, sócioafetivo, mas nós podemos reprogramar o nosso mapa mental. Filho de alcólatra não quer dizer que tem que ser alcólatra. Não adianta eu ficar culpando o meu passado, a minha mãe, meu pai. Eles deram o que eles tinham para dar. Nós somos um espírito. Então, nós temos uma mente que é intermediária

e tem que ser alcólatra. Não adianta eu ficar culpando o meu passado, a minha mãe, meu pai. Eles deram o que eles tinham para dar. Nós somos um espírito. Então, nós temos uma mente que é intermediária da consciência do espírito. As nossas ações diárias. A nossa mente ela vicia dependendo dos nossos padrões mentais, como nosso Jacob colocou muito bem, baseado na questão 459 do livro dos espíritos, na importância de nós estarmos escolhendo alimente para as nossas mentes. E Allan Kardec coloca muito bem no capítulo 27 e 28 do Evangelho Segundo Espiritismo. Qual capítulo? 27 >> 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Quem não leu, vale a pena ler. Um prazer de casa. Tudo bem? Qual que é o capítulo? >> De onde? Qual livro? >> Muito bem. Então ali Kardec fala da importância do pensamento e a importância da oração. Então aí nós vamos entender quando o apóstolo Paulo diz o bem que eu quero fazer se eu não faço ele está mostrando que ele ainda estava impregnado do Saulo, prepotente, arrogante, e que ele foi construindo paulatinamente o despertar do Saul do Paulo que estava dentro dele. O que nós vamos encontrar na questão 919, 919, tem o livro dos espíritos, quando Kardec pergunta qual a forma, o meio prático para que possamos resistir o mal e desenvolver o bem. E ali ele nos dá o passo a passo. Depois olhemos lá. Então, com isso, ó, eu vou me entregar a vez a Deus e vou fazer um exercício, porque não é entregar no sentido de ficar acomodado. A entrega é um sentido de alta inteligência emocional e espiritual, porque eu não vou me rebelar diante daquilo que eu não tenho como mudar, mas eu sei que eu posso, sou capaz e o universo está ao meu dispor, na minha autorresponsabilidade. Então, nós vamos entender que nada vai nos acontecer que não esteja no nosso programa espiritual, porque não é justo, não é caridoso, não é amoroso. É para isso que Deus, além de nos dar a tutela de Jesus, nos concedeu a bênção do anjo de guarda, que São Luís coloca lá em livro dos espíritos. Ele desempenha o papel de um

é caridoso, não é amoroso. É para isso que Deus, além de nos dar a tutela de Jesus, nos concedeu a bênção do anjo de guarda, que São Luís coloca lá em livro dos espíritos. Ele desempenha o papel de um pai bom, responsável, amoroso, justo, chora conosco se for preciso, mas nunca, nunca nos abandona. Olha que sensação gostosa. Nós nunca estamos desamparado. Então, além daqueles tutores que já alcançaram essa altitude do amor, que estão torcendo por nós. Então, eu vou agora fazer exercícios de estar transformando meus hábitos nocivos. E Joana diante no livro Momento de Saúde, ela diz assim: "Ninguém vive sem hábitos. Nós temos hábitos saudáveis que nos leva ao encontro da nossa essência amorosa, mas nós temos hábitos nocivos. Então não tem como você deletar sua mente, mas tem como reprogramar. Como que eu substituo uma ideia ruim? Me ajuda aí. Como que eu substituo uma ideia ruim? >> Uma ideia boa para responder um com pé nas costas. É ou não é? Agora o desafio tá aí, ó. Por isso que tudo Kardec pergunta como, como eu posso como eu faço? Como que eu vou saber qual que é a ideia boa? Como que eu vou saber? >> Se o que eu fizer para aquela pessoa vai fazer mal a >> Isso. Isso aí eu vou, eu tô vendo como que eu vou fazer, mas como é que eu vou saber o que eu vou fazer? Se, ó, se eu tenho uma ideia ruim, quadrada, adianta eu ter uma ideia boa, redonda, vai encaixar? >> Não. Então, eu vou analisar a ideia ruim, a ideia egóica, a ideia obsessiva. Por isso que Kardec perguntou Santo Agustia, disse: "Fazi como eu fazia, passava em revista as minhas ações." Passar em revista não é autocrítica, não é autocensura. passar em revista é como se você tivesse vendo como tá aqui. Você vai começar a analisar sem criticar, sem censurar, porque se Deus quisesse que nós fôssemos já perfeitos em manifestação, não criaria a lei do trabalho que vai nos levar ao progresso. Nós já somos perfeitos enquanto criação divina. Não falta nada em nós da parte de Deus. Joana utiliza uma metáfora no livro Amor, imbatível amor, eu acho que

o trabalho que vai nos levar ao progresso. Nós já somos perfeitos enquanto criação divina. Não falta nada em nós da parte de Deus. Joana utiliza uma metáfora no livro Amor, imbatível amor, eu acho que formidável. Ela diz assim: "Nós somos a semelhança de uma semente que traz dentro de si todos os elementos necessários para despertar a árvore que a tipifica". Ou seja, ninguém aqui está desprovido de todos os elementos para lhe fazer feliz. Porque não a felicidade, como nós estamos vendo, ela não vem do outro, nem do que você tem, nem do que você faz. nem do conhecimento que eu tenho, não é? Aliás, não é o conhecimento que nos muda. Vocês podem me perguntar, quantos livros você já leu? 50. O que mudou? Ah, não sei. O mais importante não é o quanto você conhece, é o quanto eu me sinto, o quanto eu me acolho, o quanto eu me amo naquilo que eu conheço. E aí nós vamos entender que o quando o apóstolo Paulo coloca tudo posso, mas nem tudo me convém, ele tá falando do exercício consciencial, da busca da felicidade, porque o trabalho da resiliência, da determinação, da humildade, da entrega são virtudes meios. é um meio para que eu possa conquistar a virtude recompensa, que é a alegria, que é a felicidade. Por isso que lá no Evangelho, os trabalhadores da última hora, por que que o trabalhador que chegou primeiro e o último ganharam os mesmos salários? Porque o salário ele não tá fora, ele tá dentro de nós na nossa satisfação, na nossa motivação, na nossa alegria de estar sendo útil. Então, justamente com isso, eu vou trabalhando agora a minha característica egóica, humana e instintiva em prol de uma característica humana essencial, extintiva, amorosa. Por tá lá na questão 132 do livro dos espíritos, qual o sentido da reencarnação, expiação e provas. Nós somos viajores do tempo e a vida na terra. Uma estação já dizia Sócrates. O livro céu e inferno ou justiça divina. Kardec nos traz essa certeza de quem realmente nós somos. Porque às vezes a gente diz assim: "Isso é muito bonito na teoria. Eu quero ver

ão já dizia Sócrates. O livro céu e inferno ou justiça divina. Kardec nos traz essa certeza de quem realmente nós somos. Porque às vezes a gente diz assim: "Isso é muito bonito na teoria. Eu quero ver na prática, gente. Evangelho de Jesus e doutrina espírita não é teoria. É um roteiro seguro de prática. Tivemos a oportunidade de ver os nossos queridos colaboradores do nosso querido congresso, um manual para o voluntário e ali tá o passo a passo que somos convidados a nos dedicar. A doutrina espírita, ela não veio criar nada novo. Ela é o telescópio das nossas almas. É um microscópio que não veio criar um mundo novo, mas veio desvendá-lo, mostrando nós somos o ser mais importante que Deus criou e criou o mundo e nos inseriu nele para nós, porque Deus é tudo. Questão 13 do livro dos espíritos. Ele não precisava ter nos criado. Não falta nada para ele. Para quem que ele nos criou? Para nós mesmos. Para quê? Para chegarmos à virtude recompensa, que é a felicidade. Mas como? nos cuidando. Eu fui visitar uma amiga que era contadora e ela não viu a hora que eu cheguei. E quando eu cheguei, eu vi que ela derrubou os papéis, o grampeador e ela já desceu dizendo, falando assim: "Eu sou uma burra mesmo, eu sou uma desastrada, eu sou uma jumenta". E falou mais coisa que eu não vou falar aqui. A hora que ela levantou, que me olhou, ah, você tá aí? Tô, sua burra, sua desastrada, não quis dizer mais. Mas por que que você tá me maltratando assim, me xingando? Não, não tô te xingando, nem te maltratando. Tô fazendo coro, tô repetindo o que você acabou de falar. Ela caiu na real, disse assim: "É verdade, eu sou viciada. Olha aí, eu sou conflito de identidade, eu sou ansioso, isso é coisa permanente, não. Eu sou calmo, eu sou amor, eu sou paz, mas eu tenho um padrão mental de ansiedade, de rejeição, de abandono, mas nós somos amor. Aí ela disse: "Eu sou viciada em me maltratar". Que que é o vício? Ó, Joana dees falando, ó, hábito, coisa repetitiva de se maltratar. Então, Deus nos criou

rejeição, de abandono, mas nós somos amor. Aí ela disse: "Eu sou viciada em me maltratar". Que que é o vício? Ó, Joana dees falando, ó, hábito, coisa repetitiva de se maltratar. Então, Deus nos criou para quem? Para nós mesmos. Esse é o caminho. Por que que eu vou ficar me criticando, me censurando se nós somos o ser mais importante que Deus nos criou e nos deu para nós mesmos? Mais ainda, nós somos os únicos seres da criação responsáveis por expressar as leis divinas. Os animais são regidos por automatismo. Nós também temos automatiso. E é o bem de Deus em nós. Nosso coração pulsa e vibra independente da nossa vontade. Quer ver? Fala pro seu coração parar. Fala. Vê se ele para. Não, não fala não. Vai que ele para. Por que que não para? Para quem que Deus criou a vez divina, as vezes morais? Para quem? Pros animais? Não foram para nós. Para quê? Para nos proteger de quem? >> Ah, vocês estavam lá. Isso mesmo. Olha aí, ó. De nós mesmos. Você já dirigiu numa estrada onde não tinha placas? à noite chovendo, mas também você já dirigiu numa estrada cheio de olho de gato, sinalizado na estrada e mesmo chovendo, faz diferença. Então, a vez divinas são as placas que Deus colocou onde? Na consciência que dizem que é a voz de Deus dentro de nós. Mas nós somos consciência em essência. com a responsabilidade de transformá-la em vivência. Essa é a nossa responsabilidade. Então, por isso, eu vou fazer uma entrega e ação desenvolvendo a fé convicta. Fé, confiança em mim, confiança na vida, confiança em Deus. Portanto, o que que é o bem? Como se pode distinguir o bem do mal? Questão 630 do livro dos espíritos. O bem é tudo que é conforme a lei de Deus. O mal, tudo que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la. Então, quando você tá te criticando, quando você tá te censurando, você tá sendo justo ou injusto? Hã? >> Ó, tô perguntando os encarnados. Justo ou injusto? Injusto. >> Quando você tá te culpando >> também. Com quem?

cê tá te criticando, quando você tá te censurando, você tá sendo justo ou injusto? Hã? >> Ó, tô perguntando os encarnados. Justo ou injusto? Injusto. >> Quando você tá te culpando >> também. Com quem? >> Comigo, >> com a vida e com Deus. E quando você tá te amando, quando você tá te acolhendo, vem eu atendendo um um adolescente depois de algumas sessões, ele chegou na sessão, cara, eu descobri que eu sou agora o cara mais importante da minha vida dentro disso aí eu vivia correndo atrás de sobremesa. Que que os outros vão pensar, que que os outros vão dizer? E agora eu descobri que eu sou o meu banquete. Tem muita gente correndo atrás de sobremesa e desprezando o banquete ou não? >> Então nós vamos perceber que é justamente isso aqui, ó. Dos espíritos terão sido criados eh criados bons e outros maus. O livro dos espíritos, a sabedoria do nosso eminente pedagogo Politar Rivo, foi beber na fonte que é Jesus. Então o livro dos espíritos tem perguntas troncos. Essa aqui é uma das perguntas troncos. 919, pergunta tronco, 621 pergunta tronco, 625 pergunta tronco. São aquelas perguntas que as demais se desdobram dessa aí. Então, veja, ó. Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes. Aliás, ele pergunta: "Dos espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus?" Ele diz lá: Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. E a cada um deu determinada missão, com fim de esclarecer e de os fazer chegar progressivamente à perfeição. Como? De que forma? Pelo conhecimento da verdade para aproximá-lo de si. Quando Jesus diz, "Conheça a verdade, ponto. E a verdade pensada, sentida, aplicada nos libertará. Porque a verdade ela é o GPS. Você põe lá o endereço do GPS. Isso não é a caminhada. A caminhada é o saber por onde eu vou passar. Saber o caminho não é a caminhada. Qual é o caminho que me leva à felicidade? É o bem. Eu vou adiantar algumas lâminas aqui pra gente já adiantar que meu amigo ali tá me dizendo que já tá chegando perto do >> Olha lá o que é a felicidade, ó. Não é?

nho que me leva à felicidade? É o bem. Eu vou adiantar algumas lâminas aqui pra gente já adiantar que meu amigo ali tá me dizendo que já tá chegando perto do >> Olha lá o que é a felicidade, ó. Não é? Então veja, ó. Nossa benfeitora Joana dees, ela diz assim: "Felicidade genuína não é uma posse externa, mas sim um estado profundo e duradouro, inerente ao progresso moral do indivíduo. Então, felicidade genuína, tem felicidade que não é genuína, tem aquela ilusão, não é?" Tem uma pergunta interessante. Você é uma pessoa, é um ser que tem um padrão de atitude ou de comportamento, ó, que tem, não é que você é, tá? Porque o que a gente é qualidade. O que eu tenho por ignorância são as minhas dificuldades, o meu ego, a minha sombra, não é? Irmão, olha, anota aí aquela dor que eu carrego comigo, se eu não me acolho, se eu não me dou atenção, ela vai doer no momento inadequado. Eu vou descontar em quem não tem nada a ver com isso. Então você é uma pessoa de atitude ou de comportamento, uma pessoa que é uma pessoa que tem. Então a pessoa de atitude, qual que é? E a pessoa de comportamento. Lá em casa tem uma goteira. Aí eu fui pedi o Antônio um balde emprestado. Nem balde eu tinha. Botei na goteira. Encheu o balde, eu joguei água fora. Encheu o balde, eu joguei água fora. O Antônio chegou falou: "Cadê? Cadê meu balde?" Não, pessoa de comportamento, você não vai pegar o balde. Eu te ajudo tanto por causa de um balde. É ou não é isso? É atitude, é comportamento. Alô, alô. É atitude ou comportamento? >> Pronto. Vocês estavam lá também. Tá vendo? O Antônio chegou e falou assim, ó: "Me dá meu balde." Falou assim: "Não, você vai tomar uma atitude de arrumar a goteira". Certo? Então, tem gente que tem comportamento de queixar, de lamentar, de reclamar do marido, da esposa, do filho. Tem ou não tem? >> Aí diz Joana adiante dizendo assim, ó: "A queixa e a lamentação ocupa o lugar do pensar responsável". Então, quem tá queixando do marido, da esposa, não quer mudança. Tem o comportamento de ficar numa

Aí diz Joana adiante dizendo assim, ó: "A queixa e a lamentação ocupa o lugar do pensar responsável". Então, quem tá queixando do marido, da esposa, não quer mudança. Tem o comportamento de ficar numa atitude viciosa. E às vezes a gente confunde relacionamento com qualidade de vida. Fica queixando o companheiro de trabalho, queixando queixando o companheiro do centro espírita. Ninguém está onde está porque caiu de paraqueda. De Joana de floresça onde Deus lhe colocou. Então essa é a felicidade. Eu vou adiantar aqui um pouquinho mais, não é? E esse material depois fica disponível pra gente poder pensar junto. Olha. Opa, deixa eu voltar aqui. Esse aqui, o apóstolo Paulo. Quem não leu, vale a pena ler. Já li nove vezes. Tô lendo pela décima vez o livro Paulo e Estevão. É um roteiro seguro para as nossas vidas. O livro Paulo e Estevão, o Emânio nos mostra realmente o caminho para todos nós, que Paulo, o apóstolo Paulo, não é um discípulo de teoria. Ele mostra na prática. Então tem os passos antes, no meio e depois. Antes o doutor orgulhoso, presunçoso, depois o encontro com Cristo, que é o momento de decisão. A decisão não é a mudança. A decisão é uma mudança de atitude. Você vai sair de comportamento para atitude. Ali eu tomei uma atitude. Se eu falar para vocês, vamos supor que eu fome há mais de 30 anos, vamos dizer, ó, como que eu tava viciado. Se eu digo assim, a partir de hoje eu não tenho mais vontade de fumar. É verdade? Não. A partir de hoje eu tomei a atitude de não colocar mais um cigarro na boca. A partir de hoje eu vou estar me autodisciplinando para deixar de entrar no campo da queixa e da lamentação para entrar num processo reflexivo de autorresponsabilidade, porque esse é o caminho do bem, é o caminho da felicidade. Faz sentido? Então, vejamos que o apóstolo Paulo, veja aqui, é o exemplo. Olha, João, isso lá em Éfeso, chegou pro apóstolo Paulo e depois dos apedrejamentos, dos calaboços e ele ainda com machucaduras, fica um pouco mais Paulo e ele descreve a sua missão.

qui, é o exemplo. Olha, João, isso lá em Éfeso, chegou pro apóstolo Paulo e depois dos apedrejamentos, dos calaboços e ele ainda com machucaduras, fica um pouco mais Paulo e ele descreve a sua missão. E ele diz assim da responsabilidade que ele tinha frente ao compromisso com ele diante do Cristo. Porque nós não trabalhamos para Jesus, porque Jesus não precisa do nosso trabalho. Como também nós não trabalhamos para o nosso filho, nem para minha esposa, nem pro meu marido. Nós trabalhamos para nós junto à família. Nós trabalhamos para nós com Jesus na casa espírita. Somos nós o necessitado do trabalho. Então, naquele momento, João abraça com muito carinho, diz assim: "És feliz, Paulo, porque entendeste o programa de Jesus ao teu respeito?" Nossa querida Sandra colocou na sua palestra e é realmente nós temos um programa e um propósito. O programa está ligado diretamente aos nossos papéis. O papel de pai, de mãe, de professor, de voluntário na casa espírita. Nos nossos papéis, nós podemos ser substituídos, mas o propósito é a virtude que eu vim desenvolver comigo nessa atual encarnação. A virtude ela é pessoal e ela é intransferível. Eu venho de uma família de 14, 13 irmãos, 14 comigo. Veja, caímos de para-queda nessa família. Não. O espírito André Luiz no livro sinal, no livro entre o céu e a terra, ele coloca que todo pai e toda mãe é consultado com raras exceções, se aceita ou não aquele filho como filho. Então vejamos que tem o diante do universo, diz Emanuel, não há improviso, há programação. Então nós viemos desenvolver a humildade, nós vios desenvolver a resiliência, o autocolhimento. Cada um de nós viamos desenvolver uma virtude correspondente a cada encarnação. Então, viamos desenvolver uma virtude de mãe que está coroada de outras virtudes filhas, não que sejam menores. Então, o apóstolo Paulo, ele veio com essa sintonia, como diz aqui João, és feliz porque entendeste o programa ao teu respeito. E veja como que isso se deu. Segundo os pesquisadores, o apóstolo Paulo viajou

o apóstolo Paulo, ele veio com essa sintonia, como diz aqui João, és feliz porque entendeste o programa ao teu respeito. E veja como que isso se deu. Segundo os pesquisadores, o apóstolo Paulo viajou aproximadamente 14.000 km e 755 725 km. Olha ele em quatro viagens. A primeira viagem 2.250 km. Segunda viagem 4.500 km. A terceira viagem 4.350 km. A quarta viagem que foi para Roma, cerca de 3.600 km. Como gente na gol, Natã não. E aí ele descreve no livro Paulo e Estevão sendo apedrejado, sendo levado ao calaboço, sendo muitas vezes ali passando por por naufragos, eh, naufrágios. E às vezes a gente reclama do nosso trabalho voluntário dentro da casa espírita. Nós reclamamos nesse padrão de queixa, de lamentação, de comportamento e não atitude. E esse aqui, este benfeitor amado, Chico Xavier, ele veio para psicografar somente 50 livros e Emmanuel não disse nada, foi até o 100. Quando chegou ao 100, disse: "Chico, você está agora livre, pode fazer o que você quiser da sua vida". Ele começou a chorar e pediu ao Emânel: "Enquanto eu puder sustentar um lápis, eu quero continuar escrevendo, principalmente enquanto houver dor e sofrimento das mães que viram seus filhos partirem em terra idade." Então ele veio, além de receber mais de 450 livros, mais de 10.000 1 cartas atendendo corações com dores da alma e todo o dinheiro arrecardado ia para as instituições. E esse aqui está presente conos do Sul está tão próximo que eu estou animado porque estou passando bem em condições, portanto, de fazer a abertura desse ágape monumental. Lá nos veremos, nos abraçaremos e programaremos o futuro espiritual das nosso Divaldo. 3,3, 2023 estava se recuperando e veio ao mato, veio ao Rio Grande do Sul se despedir, como ele acabou de colocar aqui agora. Estou me recuperando. Então, todos aqueles que abraçam Jesus, como diz Dr. Bezerra, aquele que quiser se cristificar, não deve fugir a oportunidade de se crucificar. Veja, mais de 270 livros vendido, milhões de exemplares, mais de 20.000 1 palestras realizadas ao

omo diz Dr. Bezerra, aquele que quiser se cristificar, não deve fugir a oportunidade de se crucificar. Veja, mais de 270 livros vendido, milhões de exemplares, mais de 20.000 1 palestras realizadas ao longo da sua vida. Realizou mais de 643 viagens ao redor do mundo e proferiu conferências em mais de 70 países dos cinco continentes. Que convite é esse, gente? Vocês sabem que Jesus está na rua? Vocês já viram Jesus na rua? Eu senti Jesus no abraço da Mariana. E sabe quem foi que está falando que Jesus está na rua? Nosso querido Francisco Espinelli. Nessa mensagem através do nosso querido Divaldo Pereira Franco neste livro Sementes de Vida Eterna. Olha que que ele coloca. Revivendo a pureza primitiva da boa nova, o espiritismo traz Jesus de volta às praças e ruas movimentadas do mundo, a fim de conviver com os padecimentos que vergastam as multidões atônitas da atualidade, sem quaisquer atavios. Sua presença comove e conquista os que anelam por paz e aguardam a mensagem de esperança. Lá fora há muita dor e há muito sofrimento. Há muita angústia, há muitas márcia por não conhecer o Jesus que conhecemos, querendo pular do viaduto da vida com uma falsa solução. Após as sucessivas desilusões pelas variadas províncias da fé e da intelectualidade, o homem já vencido pela prepotência dos artefatos bélicos, filhos deindosos do avanço tecnológico, que não obstante a contribuição valiosa que vem oferecendo ao progresso da civilização, não consigo lograr a meta de produzir a felicidade humana. Que que nós estamos vendo? na Palestina, a Ucrânia, e nós conhecemos o Jesus que a doutrina nos traz de volta. Tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Venho como outrora entre os filhos deserrados de Israel, trazer-vos a verdade de separar trevas, confundir os orgulhosos. Jesus volveu sim à ruas do mundo, sem abandonar os lares onde agasalham as aflições. Sua voz penetrante dispensa os condicionamentos externos da indução psicológica inconsciente do passado, transformando-se em mecânica de auxílio

ndo, sem abandonar os lares onde agasalham as aflições. Sua voz penetrante dispensa os condicionamentos externos da indução psicológica inconsciente do passado, transformando-se em mecânica de auxílio urgente aqueles para quem viera anteriormente. Manuel, no livro de Cloves Tavares, ele diz: "Amor e sabedoria, o nome do livro. Já cansado de viver o cristianismo sem o Cristo, roguei uma oportunidade renovada e vi descortinar na linha do horizonte um país cuja configuração de um formato de um coração. E ele veio como padre Manuel da Nóbrega. Se todavia ainda não te resolveste encontrá-lo, aquiieta-te, produzindo o silêncio interior, onde quer que estejas, e ouvirás defrontando o próximo de ti, e ansioso por estabelecer contato contigo. Eu fui fazer uma palestra, um seminário Mato Grosso do Sul e contei que estivemos com o nosso querido Antônio, com a nossa Lia, viajando por algumas cidades do Rio Grande do Sul e fomos a Eldorado do Sul. E ao terno chegou uma senhora e disse: "Eu sou de Eldorado do Sul. Eu fui uma daquelas que a enchente levou tudo, tudo, o meu marido, a minha mãe, mas não me levou à esperança. E ela então contou que ela morava num sobrado. O marido foi colocar uma barreira para que a água não adentrasse e se desequilibrou. caiu na correnteza e se foi. A mãe que estava numa cama acamada no andar de cima, a água foi subindo, foi subindo e ela com as duas filhas de 10 e de 8 anos subiu a cama até onde conseguiu, quase encostando ao teto. E num dado momento, a mãe foi, segurou-lhe a mão e disse: "Minha filha, pelo amor de Deus, salva as minhas netas. A água está subindo e nós somos espíritas. Vamos orar. Se eu tiver que desencarnar, eu vou tranquila, porque eu sei da presença dos nossos tutelares. E ali abriu o evangelho e ela fez a leitura do evangelho. Causas atuais e anteriores das aflições. E ao término da oração, el disse: "Minha filha, salva, salva minha neta, água está subindo". E ela disse que ali naquele momento, se apoiando na cama, conseguiu arrombar o forro e foi para o

aflições. E ao término da oração, el disse: "Minha filha, salva, salva minha neta, água está subindo". E ela disse que ali naquele momento, se apoiando na cama, conseguiu arrombar o forro e foi para o telhado. Duas horas depois chegar a ajuda e quando adentram, a mãe já estava o corpo boiando e ela foi para o abrigo aqui em Porto Alegre. Ela diz que estava junto com a filha fazendo um momento de oração, quando uma alma querida que encontrou Jesus na rua acercou-se dela e disse: "Você está lendo esse evangelho?" "Sim, nós somos espíritas, eu também." E ela foi, contou a história dela. A amiga foi e disse: "Eu posso lhe dar um abraço?" Olha Jesus na rua. E ela abraçou e disse: "Não, você não vai ficar no abrigo, você vai comigo". E ela me levou para sua casa e dividiu do pouco que tinha comigo, que o que tinha era a esperança e minhas filhas e o evangelho. E logo depois conversando, eu disse para ela, olha a coisa de três meses atrás, meu esposo disse de um primo que mora no Mato Grosso do Sul e disse a cidade, disse: "Mas que coincidência, nessa cidade eu também tenho familiar." O fato é que ela entrou em contato com este meu primo, que é primo do meu marido, porque ele era filho único e só tinha eu, ele, minha mãe e as duas filhas. E este primo também espírita, contactou-se conosco e nos proporcionou, porque quando passou fui ver, não havia mais nada. A correnteza levou meu marido à casa e só restava eu e minhas duas filhas. E viemos para cá. Ele já adquiriu uma casa para nós e já estamos alojados e entendemos porque aquela lição e tirou de uma bolsa naquele momento uma mensagem da sua mãe. Fazia 15 dias que a mãe deu uma mensagem dizendo mais ou menos assim: "Filha da minha alma, você sabe que a morte não é o fim, como nascimento não é o começo." Eu, e disse o nome do companheiro, estava no nosso programa passar por aquele momento de desencarnação. Você no seu programa A viuvez e suas filhas a orfandade. Mas filha, naquele momento em que nós oramos, a equipe de Dr. Bezerra de Menezes

no nosso programa passar por aquele momento de desencarnação. Você no seu programa A viuvez e suas filhas a orfandade. Mas filha, naquele momento em que nós oramos, a equipe de Dr. Bezerra de Menezes com o índio cepé veio ao meu encontro. Eu só senti aquele momento de um afogamento, mas uma sensação de desmaio. Estamos aqui amparados pelos familiares, amigos que nos aguardam, porque o amor tem a função de unir corações e não separar. E o pouco que fizemos do bem está nos possibilitando desfrutar dessa felicidade, da certeza de que onde estivermos, como estivermos, estaremos sempre no coração de Deus. Que Jesus nos abençoe e guarde em paz. >> Agradecemos ao amigo La Corder pelas belas e profundas palavras que engrandeceram nossa manhã. Agora queremos saber quem aí já decorou a música tema do congresso. Essa música tão tocante, uma bela canção que tenho certeza que está tocando os nossos corações. >> Então, temos um convite a todos. Vamos juntos cantar a música Tema do congresso. Com vocês o clipe de Super Nova >> Ah. adormecer [música] para despertar a certeza [música] de que a vida vai continuar me [música] entender como imortal, educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dores são [música] pequenos instantes em meio à imensidão da existência infinita, vida nova, [música] transformação, justiça divina. [música] É que afinal esse não é o fim imortal. É o que vive dentro de mim. Um amor e explosão [música] já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em [música] evoluir, adormecer para despertar [música] a certeza de que a vida vai continuar. me entender [música] como imortal, educar o coração [música] de forma natural. A dor ensina humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir. Como estrela que ilumina [música] o porv. Vejo renovação e um novo começo [música] que inicia no partir. Que afinal esse não é o fim. [música] Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. [música] Sou super nova que insiste em evoluir.

começo [música] que inicia no partir. Que afinal esse não é o fim. [música] Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. [música] Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. [música] Imortal é o que vive dentro de mim. Amor e explosão já não posso [música] reprimir. super nova que insiste em evoluir. >> Que bela apresentação, amigos. Queremos aproveitar para agradecer aos nossos parceiros Piraí Alimentos e Arroz Prato Fino, sempre apoiadores do nosso congresso. >> Fica também aqui o nosso agradecimento aos irmãos da área de arte espírita que embelezaram tanto nossa manhã com esta arte. >> Dando prosseguimento às atividades, queremos agora convidar a todos, dizer que agora teremos uma roda de conversa e vamos receber novamente no palco Maria Elizabeth Barbieri, César Braga Saí, La Corder Fai, Janete Azambuja e Diego Leon, que possamos ter um momento rico de diálogo e aprendizado. >> Bom dia. Bom dia. >> Coisa boa ouvir esse bom dia com Jesus. Vamos de novo. Bom dia. >> Bom dia. Muito bom. Eu sou Janete de Azambuja Correia. Estou aqui com os queridos La Cordé, Bet, César e com o nosso jovem maravilhoso, o Leon. Eu sou uma mulher de estatura baixa, tão baixa que se eu ficar de pé ao lado do leão, vocês vão perceber que eu tenho menos de 1,5 m. Eu estou vestindo uma calça preta, uma camisa tom pastel, tem os cabelos louros em tom acinzentado, compridos, pele clara, olhos castanhos. Estou ostentando no peito um broche com formato do mapa do Brasil em Pedro Opala, presente dos amigos da Parnaíba, para não esquecer que o Espiritismo no Brasil une todos os corações e é um só. Então, com muita alegria, nós estamos aqui para esta conversa que nos demonstra efetivamente a união dos espíritas do Brasil na pessoa destas almas tão queridas que estão conosco. A sistemática será a mesma de ontem. Eu farei uma pergunta, o Leon fará a próxima e vamos ouvir os esclarecimentos dos nossos queridos e amados convidados que já ouvimos com tanto carinho neste

nosco. A sistemática será a mesma de ontem. Eu farei uma pergunta, o Leon fará a próxima e vamos ouvir os esclarecimentos dos nossos queridos e amados convidados que já ouvimos com tanto carinho neste evento. E a primeira pergunta e vocês decidam quem vai responder. >> Jetinha, Janetinha, eu tenho a questão de ordem nessa roda de conversa. Me desculpe, eu vou quebrar o protocolo, mas nós temos uma pessoa de aniversário hoje, gente. Socorro. >> E eu acho que nós temos que cantar parabéns pra nossa querida Janete. >> Me descobriram. >> Ah, parabéns a você nesta data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Viva a nossa janela. >> Muito obrigada. Parabéns, >> parabéns, saúde, felicidade. Que tu colha sempre, todo dia. Paz e alegria na lavoura da amizade. >> Pronto, desculpe. Vamos nos acomar. >> Muito obrigada, queridos. É uma alegria fazer aniversário neste dia com esta energia tão boa. Mas vamos às perguntas e eu vou passar para Bet em primeiro lugar agora pela referência [risadas] >> com base, vamos colocar o óculos aqui que facilita 54 anos a visão começa a baixar, graças a Deus. 54, com base na perspectiva da alma imortal, entendendo que a prática do bem é um caminho de aquisição de virtudes e aprimoramento moral, como despertar, Bet, a consciência dos indivíduos para o exercício da caridade, sabendo que ainda existem em nós tendências negativas que nos induzem ao egoísmo, à vaidade e ao individualismo. Contigo Betois, na sequência com os nossos irmãos. >> Nossa, é uma pergunta profunda, né? Filosófica. Ainda bem que a gente tem universitários aqui na Mas penso que há uma estrutura que ela é toda voltada para esse projeto de angelitude que somos. Cada um de nós é um projeto de angelitude. Não tem como dar errado, né? Laa Corderto dizia que não, que isso não é uma escolha. Nós seremos anjos. Como é que é a música da evangelização? Um dia todos nós seremos anjos. Pois é, isto é uma caminhada que, é claro, tem algumas condicionantes, o nosso esforço, as nossas escolhas, o nosso livre arbítrio.

o é que é a música da evangelização? Um dia todos nós seremos anjos. Pois é, isto é uma caminhada que, é claro, tem algumas condicionantes, o nosso esforço, as nossas escolhas, o nosso livre arbítrio. Mas a primeira coisa que nós precisamos transformar em relação a nós mesmos é a visão que a gente tem do ser humano. Nós trazemos atavismos desta cultura de que o ser humano é pecaminoso, que ele é só o lado trevas, que ele é só o lado sombrio. Não, nós vamos encontrar em o Evangelho segundo o Espiritismo, aquela afirmativa magnífica que todo o ser humano, todos nós, o amor é de essência divina e todos nós, do primeiro ao último, trazemos em nós essa centelha divina. Então, despertar a consciência me parece que começa por aí, pela forma como nós nos vemos. Entender que eu não sou a, como é que disse a companheira? Sua burra, sua atrapalhada, sua. E às vezes nós temos esse vício realmente de nos vermos assim. Não, eu sou a pior das criaturas. Nós temos, carregamos conosco uma cultura de escassez muito grande. Nós nos olhamos e eu não sou capaz de fazer isso. Não, eu ainda sou muito inferior. Não, isto ainda não é para mim. Não, isso eu ainda não consigo. E vamos criando essa gama de escassez. Eu acho que despertar a consciência, é claro que tem muitos outros aspectos que com mais propriedade o César, o Lacorder vão abordar, mas primeiro desperte para quem você é, pras potencialidades que você traz, pras capacidades que temos em sementeira, porque somos criaturas divinas e temos esta essência. divina em nós para desabrochar. No momento que me reconheço assim, vou potencializando o que tenho de melhor e pouco a pouco vencendo esse grande espaço que é o mal com o desabrochar, o a construção do bem em mim. Parece que para início de conversa a gente pode ir pensando por aí. Bom dia a todos >> e a todas. Eu destacaria dois pontos. O primeiro, me parece que o nosso conceito, a nossa definição de bem, ela está muito atrelada a uma visão teológica, a uma visão religiosa. E me parece importante que a gente

u destacaria dois pontos. O primeiro, me parece que o nosso conceito, a nossa definição de bem, ela está muito atrelada a uma visão teológica, a uma visão religiosa. E me parece importante que a gente dilate o conceito de bem, ainda que tenhamos um direcionamento à luz da doutrina. E é esse o direcionamento que precisamos seguir. Mas de um ponto de vista filosófico, nesse momento, eu entendo que esse microfone ele é uma expressão do bem, porque alguém usou sua inteligência para fabricar esse artefato. As roupas que vestimos são também produto da inteligência, da criatividade, que em algum momento algum ser humano ou alguns seres humanos poderiam ter empregado e encaminhado essa inteligência noutra direção, mas fabricaram nossas roupas, nossos calçados, os aquecedores das nossas casas e lá no Rio de Janeiro o ar condicionado, que também tem aqui aqui nos dias de muito calor, os automóveis, as vacinas, as casas, tudo isso me parece, e fiquem muito à vontade para discordar de mim, que eu não sou o dono da verdade. Expressões do bem na face da terra é a missão do homem inteligente na terra. Então eu vejo também eh nesse punhado de coisas que a cultura humana ao longo dos séculos foi capaz de elaborar, o livro A inteligência de um Gutemberg, o telefone com Guilherme Marconi, Sein com a vacina que ajudou a erradicar eh a poliomielite, salvo engano, né? e tantos outros, os inventores da penicilina, essas vacinas que nos ajudaram no período da pandemia, tudo isso é o bem. É que a gente normalmente traz o conceito de bem para a cesta básica, para o atendimento fraterno, para o diálogo com os desencarnados e não deixa de ser uma expressão do bem. Um professor numa sala de aula bem intencionado, consciente, capacitado, que esclarece, ele faz o bem. Então, esse é um primeiro ponto. E o segundo ponto está lá com André Luiz no livro Apostilas da Vida. Ele tem uma mensagem de título muito curioso, R auxiliando. E ele diz assim: "Nem que seja por inveja, faça o bem, nem que seja por desfaso,

do ponto está lá com André Luiz no livro Apostilas da Vida. Ele tem uma mensagem de título muito curioso, R auxiliando. E ele diz assim: "Nem que seja por inveja, faça o bem, nem que seja por desfaso, por ambição, por despeito, faça o bem". E no final ele conclui, porque perseverando no bem, apesar de todos esses aspectos que carecem de transformação, chegará um momento que você fará o bem pelo bem. Então, há uma didática. Se nós formos aguardar uma transformação plena, efetiva, televisiva, global, para que possamos fazer o bem, a gente não sai do lugar. E Joana de Angeles, fechando aqui o meu primeiro comentário, diz no livro Jesus e Atualidade que a proposta do Cristo junto a nós, num primeiro momento, a curto e médio prazo, é de humanização e a longo prazo de angelização. >> Como nós vimos no próprio livro dos espíritos, nossos companheiros leram os nossos apresentadores logo no começo, o bem é você estar na sintonia com as leis divinas. Mas eu vou fazer uma pergunta. Quando o pássaro ele assenta no galho, ele está confiando é no galho ou na capacidade de voar? Me ajuda na resposta aí. Vou perguntar de novo, ó. Quando o passarinho pousa, assenta no galho, ele está confiando é no galho ou na capacidade de voar? Capade de voar. >> Vocês estão certo disso, hein? Galho na metáfora representa apoio à ajuda. Nunca vai nos faltar. Se minha mãe tivesse desencarnado, quando eu nasci, tinha alguém que cuidasse de mim? E o último caso ia me dar para adoção. Tinha ou não tinha? Tinha. >> Então ajuda nunca falta. Então não tem desculpa aí que a gente não dá conta. Não consigo. Certo. O que que é o voo? O passarinho foi criado para ficar em cima do do galho? Não, ali ele tá usando da liberdade, mas quando ele tá voando, ele tá usando o quê? Da liberdade para construir o quê? A sua libertação, cumprindo o seu papel. Então, o voo são nossas escolhas e é a nossa vida. Quando Jesus diz assim, aqueles que têm olhos de ver, ouvidos de ouvir, ó, que que ele tá dizendo? Ninguém muda ninguém. Alguém que

indo o seu papel. Então, o voo são nossas escolhas e é a nossa vida. Quando Jesus diz assim, aqueles que têm olhos de ver, ouvidos de ouvir, ó, que que ele tá dizendo? Ninguém muda ninguém. Alguém que reencarnou para mudar o marido e a esposa, vixe, então ninguém nasceu para mudar ninguém. Nós nascemos para mudar quem? Então, qual que é o maior bem que nós podemos fazer? Cuidar de quem? >> Por isso que o Joana diz assim: "Ninguém dá do que não tem". E mais ainda, Joana de diz assim, olha, quando Jesus diz assim, o filho fica na casa do pai, o mordomo não. E ela explica quem que é o filho. A consciência é que fica permanentemente na intimidade da nossa casa, que é o espírito imortal. e o mordomo, os nossos vícios egóicos, que é importante que nós acolhemos as nossas viciações, é o maior bem que a gente pode se fazer. Questão 93 919 do livro dos espíritos, ó, e colocar essa nossa viciação a serviço da essência. Por exemplo, se eu reencarnei com um magnetismo, que a gente não perde nós, por isso Jesus diz, a cada um conforme as suas obras, nós somos herdeiros de nós mesmos. Então, se eu reencarnei com uma energia, um magnetismo no sexo desequilibrado, em vez de ficar me criticando, me censurando, o que que é importante que eu vou fazer? Eu acolho e vou agora fazer o trabalho de autotransformação amorosa. É por isso que o apóstolo Paulo diz ao assim, ó: "Tudo posso naquele que me fortalece". Naquele que fortalece é quem? É quem? Deus. E como é que Deus se manifesta através da sua criação, das criaturas? Através do quê? lá tava lá, ó. Quem que é das leis? Por isso que Allan Kardec coloca na parte terceira do livro dos espíritos, pelo menos 10 leis básicas. Então, quanto mais eu entendo das leis e me coloco, mais eu desfruto de quem eu sou. Portanto, mais ainda eu vou poder auxiliar enquanto cocriador e colaborador da divindade onde eu estou. Daí nós vamos entender que o maior bem que nós somos convidados a desenvolver e exercer, a maior mediunidade que nós somos convidados a desenvolver e a

riador e colaborador da divindade onde eu estou. Daí nós vamos entender que o maior bem que nós somos convidados a desenvolver e exercer, a maior mediunidade que nós somos convidados a desenvolver e a exercer é cuidar de nós mesmos. Senhoras, senhores, as irmãos encarnados, desencarnados, presentes e online, muito bom dia a todos. >> Bom dia a todos. Bom dia. >> É muito bom fazer isso. Eu sou Leon, um homem negro de 1,94, cabelo preto, curto e crispo. Tenho barba, os óculos, os meus olhos são castanhos. E hoje, no último dia do 13º Congresso Espírita, eu também visto a minha camiseta de cor preta. Muito bem, amigos. O amor é um conhecimento sensível, uma habilidade socioemocional, espiritual e uma atitude cristã indispensável à conquista da plenitude do espírito imortal. O livro espírita pode ser considerado um instrumento para a busca da nossa saúde integral e da educação dos nossos sentimentos? Como materializar tudo isto numa numa experiência reencarnatória >> à direita. >> Eu sou a mulher do livro. >> Eu disse para ela, você é a mulher do livro. [risadas] Do livros. Sim. E o livro espírita, ele é por excelência esse nosso grande companheiro. Os livros espíritas são verdadeiros mapas que nos ajudam a encontrar esse tesouro que se encontra emboscado dentro da nossa própria alma, dentro do nosso próprio coração. Como disse e vem dizendo muito bem o nosso irmão Lacé. É diferente. Eu gosto de ler livros não espíritas também. E me recordo que Allan Kardec, quando sugere a criação lá no tempo dele, na época dele, de uma biblioteca espírita, não havia ainda uma literatura espírita significativa. Então, ele sugere inúmeras obras. Não sei se ele viesse a sugerir nos dias de hoje, provavelmente outras indicações ele daria. Então, quando eu leio uma obra não espírita, eh eu tenho vibratoriamente eh percepções diferentes. Eu já li obras espíritas que não me causaram nenhuma comoção e obras da literatura eh brasileira e universal que me comoveram profundamente e o contrário

enho vibratoriamente eh percepções diferentes. Eu já li obras espíritas que não me causaram nenhuma comoção e obras da literatura eh brasileira e universal que me comoveram profundamente e o contrário também. Mas eu entendo que se somos trabalhadores espíritas, seguidores da doutrina, a gente precisa incluir no nosso campo de nutrição psíquica a boa literatura espírita. E muitas dessas obras foram sugeridas ontem pela Bet. A gente precisa que nosso cardápio, nesse imenso self service literário, o livro espírita esteja ali como arroz e feijão, né? Se você gosta de arroz e feijão, se estivéssemos no Nordeste como seu baião de dois, se na Bahia estivéssemos como seu acarajé, seu sarapatel, seu caruru, aqui no sul também o seu churrasco, para os que não são vegetarianos, tem que tá como parte integrante, indispensável da nossa nutrição espiritual. Agora, como reunir tudo isso numa reencarnação? Eh, o que eu penso é o seguinte, a gente precisa também rever os indicadores, Leon, de progresso, de avanço, de evolução, porque parece que se nós não sairmos daqui com um par de asas e uma auréula na cabeça, a nossa reencarnação tá fracassada. Mas se a gente conseguir sair daqui se amando um pouquinho mais, como diz La Cordé, a gente já terá dado um passo importantíssimo. E pra gente se amar, a gente precisa se aceitar. Eu tenho um amigo que quando eu falo isso, ele briga comigo. Como se aceitar? O espírita se reconhece pelo combate às suas imperfeições. A gente tem que fazer uma releitura, uma ressignificação disso. Porque alguém que viva num combate incessante consigo, num litígio permanente, vai adoecer. Aceitação é um conceito dinâmico, não é inércia, não é cruzar os braços, não é a gente se paralisar, mas é a gente se aceitar com as sombras que nós possuímos, com as imperfeições. Como eu preciso aceitar que a louça está na pia e ela precisa ser lavada, que o cesto de roupa tá sujo e eu preciso pôr na máquina, que a roupa já tá lavada e seca no varal e alguém tem que recolher.

Como eu preciso aceitar que a louça está na pia e ela precisa ser lavada, que o cesto de roupa tá sujo e eu preciso pôr na máquina, que a roupa já tá lavada e seca no varal e alguém tem que recolher. Isso é aceitar. Aceitar que eu chego morto de fome em casa e não tem nada preparado e eu vou encontrar as sobras que estão na geladeira. E reunindo essas sobras, eu vou fazer uma excelente refeição, porque é o que eu tenho para hoje. Então, aceitar é não litigar, é não brigar com quem somos. E esse já me parece um passo essencial paraa gente se amar e aproveitar bem a nossa reencarnação. É essa essa leveza para cumprirmos com o nosso o nosso projeto reencarnatório. muito interessante e importante, né, reconhecer é a gente ver, eh, poder mapear o caminho, poder reconhecer quando temos forças para transformar algum panorama da nossa vida e quando ainda temos que a regimentar. É um exercício muito gostoso de fazer, muito gostoso, né? Mas a questão do livro, lembrando que quando Kardec escreve no primeiro capítulo de A Gênese sobre o caráter da revelação espírita, ele nos chama atenção e diz: "Aqui está o nó da questão. Atentem, porque aqui está o nó da questão." Ele diz-nos o quê? que a revelação divina, o o espiritismo é de origem divina. A iniciativa é dos espíritos, mas a elaboração é humana. E o livro faz parte desta elaboração humana que cabe a a nós elaborarmos, porque a doutrina também nos diz Kardec, ela não foi revelada toda pronta. Claro que não. Ela conta com o raciocínio humano, com a evolução humana, para que possamos ir pouco a pouco compreendendo a extensão da lei divina e aplicando as nossas vidas. E o livro ajuda a fazer isto. trabalho do escritor, o trabalho do leitor, trabalho dos editores, dos distribuidores envolvidos neste grande programa de elaboração através do livro e que não é não, né, trabalho para uma uma encarnação, uma reencarnação. Há uma sequência. Nós vamos percebendo ao longo do tempo, temos muitas dificuldades, que nós ainda trabalhamos

através do livro e que não é não, né, trabalho para uma uma encarnação, uma reencarnação. Há uma sequência. Nós vamos percebendo ao longo do tempo, temos muitas dificuldades, que nós ainda trabalhamos com questões dogmáticas fechadas quando se fala em atualizar alguma coisa no sentido às vezes de linguagem até de uma obra, cai o mundo. Parece que você tá falando, parece que você está cometendo um pecado mortal. E há necessidade de fazer isso. Há termos que estão em desuso, que as pessoas não sabe o que que é. Ainda ontem alguém veio conversar comigo sobre isso. Olha, tô com dificuldade de trabalhar com os jovens determinada obra. Bom, então vamos eh decodificar um pouco melhor, compreender sem fazer alterações, adulterações, seja lá qual for o termo. Então, não é trabalho para uma única vida, mas é um trabalho na sequência, porque essa elaboração, ela é assim como nós somos imortais e vamos percebendo que às vezes a gente quer falar de coisas que a gente não tem como entender. O que que é a perfeição? A gente tem um conceito, mas a gente não sabe o que é. Não chegamos lá. Ah, o que que é a felicidade? Nós sabemos o que é a felicidade relativa que nós experimentamos. Mas aquela felicidade plena que advém do desenvolvimento de todas as virtudes, nós não sabemos o que é. E às vezes ficamos muito focados neste horizonte. tão distante que a gente não consegue traduzir. Então, o nosso dia a dia, esta vida é importante. Acordo plenamente quando o César o Lacorder dizem, se nós saírmos daqui com alguma construção significativa e todos nós saímos. Às vezes a gente quer enxergar isso no outro e não aproveitou nada da encarnação. A gente não sabe. André Luiz em os mensageiros, ele vai narrar aquele momento em que são encaminhados para o gabinete de auxílio as percepções, porque precisam aprender a ver. Nós precisamos aprender a ver os nossos pequenos progressos que às vezes ninguém vê, mas nós sabemos, né? Então, muitas vidas, Leo, muitas vidas e e belas vidas, né? pra gente se trabalhar.

der a ver. Nós precisamos aprender a ver os nossos pequenos progressos que às vezes ninguém vê, mas nós sabemos, né? Então, muitas vidas, Leo, muitas vidas e e belas vidas, né? pra gente se trabalhar. Minha avó dizia assim: "Olha, menino, vai arrumar alguma coisa que fazer cabeça vazia de menino." É, >> vocês conhecem minha avó? >> Isso, menina. Vai arrumar alguma coisa para fazer? Cabeça vazia de guri. Oficina do quê? >> Do diabo. Conhece minha avó, tá vendo? Eu também. >> Ninguém foi criado para não pensar. Ninguém foi criado para não ver, para não ouvir. A ser um amigo meu, né, com de mocidade, não fazia muito tempo, ele diz assim: "Eu não penso besteira. Quando eu vou pensar besteira, eu penso tudo em branco. Eu falei: "Então você me ajuda porque eu penso besteira querendo fazer ao vivo e a cores." Nós fomos criados para ficar com sede ou para ter sede? Ficar com sede o tempo todo ou ter sede? >> Ter sede. >> Aí você bebeu água, cadê a sede? >> Mas ela volta. >> Então, da mesma forma é a sede psíquica. Sede de carinho, sede de afetividade, sede de respeito, sede de valorização, sede de entendimento. Isso é o amor em ação. Agora, sabe a mente, a divindade, pois a fonte aonde? Dentro ou fora da gente? >> Dentro. Que que Jesus disse pra samaritana? Eu tenho a água da vida. E quem dessa água beber? >> Tinha pouca gente lá no poço. É. justamente. Que água que é essa, gente? A água das virtudes. Uma vez que você tá exercitando a sua virtude, nesse capítulo você já tá resolvido. Vem outros, mas nesse você já tá bebendo a sua água. Então o livro ele é o amigo humilde que onde você o colocar ele fica, mas ele tem um manancial na sua intimidade para te oferecer ferramentas para você fazer a sua viagem de autotransformação. O livro edificante já ajuda, mas o livro espírita ajuda e transforma. Hilário Silva conta que um jovem, um coadenador, ele foi numa manhã de primavera, Kardec recebia sacas de correspondência e naquela veio um volume diferente que a doce Gabriel chegou para ele.

sforma. Hilário Silva conta que um jovem, um coadenador, ele foi numa manhã de primavera, Kardec recebia sacas de correspondência e naquela veio um volume diferente que a doce Gabriel chegou para ele. e disse: "Olha, esse é diferente". E ele olhou, não conhecia o messista. E quando abriu, tinha uma carta, Senr. Allan Kardec, e foi justamente no momento de dores testemunho de Kardec, porque os periódicos de Paris vinham acusando de viver a custa dos livros. Ele tirava do próprio recursos que ele tinha para a publicação dos livros, mas a inveja, a acusação tá na intimidade da nossa alma por ignorância. E aquela carta foi um alento, porque dizendo, "Senhor Allan Kardec, eu quero lhe dizer que por tudo que o senhor fez, eu sou muito grato e quero que o Senhor leia essa carta até o fim". E ele conta a história dele, uma pessoa muito bem sucedida enquanto na arte de encadernação. E o sonho dele era realmente casar e ele encontrou a alma da sua alma. E num dado momento ela foi acometida de uma enfermidade em comum que por mais que ele buscasse aqui e a colar os recursos, foi tudo em vão. E quando ela vem a desencarnar nos seus braços, ele incrédulo, achando que tudo aqui era o palco final de todos nós e que o dinheiro podia comprar tudo. E essa dor o marcou profundamente. E ele disse: "Eu busquei a minha doce Anriete em outros braços, em outras noites, mas foi tudo em vão, a dor da saudade, não havia algo que aplacasse esse meu sofrimento." E numa dessas voltas, na madrugada, na ponte Mari, eu não sabia nadar e a vida para mim já não tinha mais sentido. Eu naquele momento eu resolvi por fim a minha vida e quando eu fui saltar o minha mão se apoiou em algo estranho que eu olhei pelo reflexo do luzeiro. Este livro salvou a minha vida. Bem, naquele momento, uma força diferente me envolveu e eu me dei uma oportunidade e comecei folhear o livro. Não dei conta que o dia já raiava. E eu quero lhe dizer que nele eu fui folando quando eu encontrei a certeza de que a vida não começa no nascimento

me dei uma oportunidade e comecei folhear o livro. Não dei conta que o dia já raiava. E eu quero lhe dizer que nele eu fui folando quando eu encontrei a certeza de que a vida não começa no nascimento e a morte não é o fim. Eu encontrei o alento que a minha doce Anriete estaria onde eu a colocasse pela força da saudade. E eu fui lento. Fui lento. O fato é que eu busquei outro livro e esse eu quero lhe devolver. E abra na segunda capa. Quando ele abre, ele vê l em letras garrafais. Este livro também salvou a minha vida. Então, nós vamos perceber que quem de nós não temos uma dor na intimidade das nossas almas, às vezes uma frase, um trecho. E mais ainda naquele momento que você está lendo o livro, além do benfeitor espiritual, muitas vezes responsável, como no caso Paulo e Estevo, renúncia e Emânuel, que foi o porta-voz, você conecta com essa falange de benfeitores espirituais, além da ajuda do nosso anjo de guarda. E aí nós vamos entender a importância que tem. Assim como o nosso estômago precisa de alimento sólido e líquido, a nossa mente também precisa de alimento. Qual é o alimento da mente? Pensamento. Conforme nós pensamos, nosso pensamento conecta com o fluído cósmico universal. E diz o espírito André que ganha, o espírito André Luis que ganha vida em movimento. Então, quando nós buscamos ler, além da força pelo pensamento e da verdade, nós temos as ajudas espirituais. Silveira Sampaio, através de Chico Xavier, que escreveu vários livros de forma trivial, ele dizia que cada pessoa que lia o seu livro, ele recebia no mundo espiritual como dardos mentais. Leonstein também dizendo que no mundo espiritual ele recebia no mundo espiritual a corresponsabilidade daqueles que vinham num fim trágico pela leitura dos seus romances. Mas o mais importante é Jesus. Pedro, quando tu quiseres conversar comigo, tendes o meu evangelho. Então, é importante todas as manhãs leia pelo menos um trecho do Evangelho e uma pergunta, só uma, pode ser do livro dos espíritos. Todas as manhãs você está

conversar comigo, tendes o meu evangelho. Então, é importante todas as manhãs leia pelo menos um trecho do Evangelho e uma pergunta, só uma, pode ser do livro dos espíritos. Todas as manhãs você está garantindo uma aura vibracional. de benfeitores lhe ajudando no seu dia a dia. Que maravilha. Uma pergunta. Quem aqui tem o Evangelho Segundo Espiritismo? Quem não tem o evangelho segundo o Espiritismo, me prometa, como presente de aniversário, não sair daqui sem adquirir o evangelho segundo Espiritismo e fazer o evangelho no lar. 27, 28, >> ler os capítulos 27 e 28 recomendados pelo nosso irmão, fazer o evangelho no lar, estudar esta obra. Vou cobrar o meu presente. Próxima pergunta para os nossos queridos amigos. Considerando os ensinamentos de Allan Kardec sobre a justiça divina e a felicidade futura, como podemos compreender o papel do bem e da caridade como caminhos para a verdadeira felicidade, tanto individual quanto coletiva, à luz das leis morais apresentadas em o livro dos espíritos. La cordel quer começar. [risadas] >> Muito bem. Quando pá assenta no galho, ele tá confiando é no galho ou na capacidade de voar? >> Gravaram bem? Galha é o quê? Ajuda, >> apoio. E o voo é o quê? Minhas escolhas e a minha vida. Sua esposa é galho ou é voo na sua vida? Olha lá, hein? Cuidado. [risadas] É o quê, hein? Aliás, nós fomos fazer, eu, Antônio e Alia um seminário. Então, aí um companheiro, a esposa falou assim: "Não, ele é meu galho". Aí hora que chegou a vez dele, falou: "Não, ela é meu tronco, lembra?" Então, porque o voo é de cada um. Ninguém muda ninguém. Isso é ilusão de controle, não é verdade? Gibranca ali. O gibran diz assim: "Ninguém é de >> vocês já leram esse livro também?" >> Isso olha aí. Então, grande salto quantitativo e qualitativo na nossa vida é não crescer de ninguém e ter a certeza que ninguém também é seu. Somos viajores, parceiros de viagem, tá? Aí, ó, em permanência, não é verdade? Então, a justiça maior está em eu seguir as leis, amar o próximo.

er de ninguém e ter a certeza que ninguém também é seu. Somos viajores, parceiros de viagem, tá? Aí, ó, em permanência, não é verdade? Então, a justiça maior está em eu seguir as leis, amar o próximo. Então, qual que é a referência? Somos nós mesmos, não é isso? Lia, você usa desodorante para quem? Para ela. Tá vendo, ó? Agora não tem dela como ela impedir que o Antônio sinta o perfume dela. É ou não é? Então, o nosso perfume do meu autocuidado, da minha autovalorização, do meu autorrespeito, vai envolver aqueles que gravitem em torno da minha vida. Porque diz o espírito Joana adante, ninguém dá do que não tem e quem dá o que tem está dando tudo. Então, para que nós possamos viver o bem, a justiça divina, é nós cuidarmos de nós mesmos. Eu pergunto qualquer um de nós aqui, nosso filho, nossa filha, qual seria a maior alegria que elas que eles poderiam nos dar? Tornando-se pessoas. >> E se nós pudéssemos dar uma maior alegria para Deus, qual que seria? Ser uma pessoa feliz, me cuidando de mim. Faz sentido? Então, esse é o caminho, gente. Por isso que Jesus coloca com toda a certeza. Primeiro, ó, fazer ao próximo que gostaria que fosse feito a ti, amar o próximo como a si mesmo. Mas aí ele aumenta um degrau, ele aumenta um nível. Ele diz assim: "Amai-vos uns aos outros como eu". >> Aí a referência, quem que é? Já não é mais somente nós, é ele. Ele censurava, ele criticava. No olhar dele, aquela mulher carente afetivamente, quem que era? Uma prostituta? Ele falou: "Sua perdida era?" Ou ele tinha um olhar de uma irmã, uma futura dirigente de uma galáxia. Ela não era o que ela estava fazendo. Ela é um espírito luz, momentaneamente num momento de dificuldade por ignorância. Essa é a maior justiça que a gente faz com a gente. Nossa Bet colocou muito bem. Às vezes nós confundimos quem nós somos com que eu faço, com que eu tenho, com que eu estou. O que eu faço, eu posso mudar. Por isso que o apóstolo Paulo, logo depois de dizer: "Tudo posso naquilo que me fortalece", que são as leis, ele assim:

que eu faço, com que eu tenho, com que eu estou. O que eu faço, eu posso mudar. Por isso que o apóstolo Paulo, logo depois de dizer: "Tudo posso naquilo que me fortalece", que são as leis, ele assim: "Já não sou eu mais quem vivo, e sim o Cristo que vive em mim é a maior justiça. Que definição pode se dar justiça? Perguntaram aos imortais. E eles responderam: "A justiça consiste em que respeitemos o direito de cada um. E essa estrutura, como Allan Kardec vai nos dizer na obra O céu e o Inferno, tanto para o homem perverso quanto para o homem de bem, a esta, o que determina isso é são as relações sociais, porque o tanto a perversidade quanto a bondade A prática do bem ou a prática do mal, ela só se revela na convivência. E é a convivência, esta obrigatoriedade do nosso trânsito evolutivo, porque nós não evoluímos sem convivermos uns com os outros. E a lei divina, ela tem mecanismos. As leis morais, elas têm mecanismos que vão nos conduzindo para este processo de nos transformarmos em seres, como diz Joana, né? Lucigênitos. Nós somos lucigênitos. Então, a luz que nós trazemos, ela vai brilhando. Eu achei extremamente significativa a definição que tu trouxesse do bem. E quanto bem há na humanidade? Quanto bem? Porque a lei de progresso ela é inexorável. Nós hoje somos melhores do que sempre fomos. O mundo nunca foi tão bom quanto ele é hoje. Depende para onde nós olharmos. Mas a lei de progresso, isso é muito importante. Nós que somos espíritas, que estudamos as leis morais, nós precisamos trazer para a nossa vivência. Nós estamos melhores hoje ou não? Sim. Mas isso precisa se refletir nos nossos pensamentos, nas nossas avaliações da realidade. Precisamos compreender esse contexto que, é claro, tem aspectos que são afligentes, são aspectos desafiadores que conclamam o nosso esforço. E é claro que nós sentimos muito mais hoje aquelas coisas, aqueles fatores de violência. aqueles fatores que estão em desacordo com a lei divina, porque a nossa sensibilidade também se apurou.

sforço. E é claro que nós sentimos muito mais hoje aquelas coisas, aqueles fatores de violência. aqueles fatores que estão em desacordo com a lei divina, porque a nossa sensibilidade também se apurou. Há poucos séculos, no amanhã de domingo, como hoje, talvez nós estivéssemos em um largo qualquer de algum aldeamento aplaudindo e assistindo uma execução, um enforcamento, um guilhotinamento e aplaudindo. Hoje isto seria para nós impensável. Estamos aqui no congresso espírita falando sobre a prática do bem, sobre a caridade, sobre a justiça. Então, nós evoluímos, o progresso se faz. E é só observarmos as relações que estamos vivendo hoje, a família que temos, as relações de trabalho, as relações sociais, as relações no movimento espírita e entendermos que direitos nós temos que respeitar para sermos justos. E no esforço de de exercitarmos esse respeito e vivermos estas relações, aplicando nelas aqueles conteúdos que temos estudado, lido, extraído das nossas obras espíritas genuínas, nós vamos estabelecer primeiro naquilo que Jesus nos recomendou que buscássemos no reino, no reino dos céus. E é claro que as luzes do reino que vão pouco a pouco se acendendo em nós também vão auxiliando a que a treva em torno vá pouco a pouco recuando, porque nada é mais forte, mais rigoroso do que o exemplo. que todos nós somos capazes de dar os nossos pequeninos às vezes insignificantes, mas valorosos exemplos. Eu me recordo de uma mensagem do espírito Emanuel que está no livro Visão Nova. E essa mensagem me chamou muito atenção, porque embora tenhamos essa máxima fora da caridade, vou fazer igual o La Cordeira agora, fora da caridade. >> Isso, estou aprendendo. Manuel escreve a seguinte página: "Fora boa vontade não há solução." Então, a boa vontade é também um degrau para chegarmos a esse sentido mais amplo e profundo de caridade, boa vontade para oferecer um copo com água, para ceder a vez. na condução, permitir que o motorista apressado, que tenha uma urgência ou ele é estressado

sse sentido mais amplo e profundo de caridade, boa vontade para oferecer um copo com água, para ceder a vez. na condução, permitir que o motorista apressado, que tenha uma urgência ou ele é estressado mesmo, ultrapasse o nosso automóvel, aguardar que uma pessoa, muitas vezes prolixa, termine sua fala para que possamos estabelecer a nossa. São passos importantes no desenvolvimento da boa vontade e certamente no exercício da boa vontade com vistas à caridade, às vezes lavar a louça, que não foi você quem sujou, quem usou, né, dentro de casa, passar uma vassoura nos cômodos, oferecer auxílio pro vizinho, ajudar o filho nos deveres escolares, nesses pequeninos atos cotidianos da vida doméstica e mesmo dentro da casa espírita, mas a gente vai viver muita ambiguidade. Eu tenho, tento tomar conta da minha própria ambiguidade, das minhas próprias contradições no exercício dessa vera caridade. E uma vez para concluir aqui o meu o meu comentário no Centro Espírita Leon Deni lá no Rio de Janeiro, um centro que muitas vezes eu fui para fazer palestra, mas fui para tomar passe, para receber tratamento, porque todos nós que estamos aqui temos contradições, ambiguidades e somos essa mistura de treva e de luz, buscando fazer com que um dia a luz do conhe conhecimento, do bem e do amor prevaleça. Então lá uma amiga professora, vou dar o nome dela porque ela conta essa história, professora Vera Sá, ela conta que ela tinha acabado de dar passes, era uma reunião pública e ela é evangelizadora, professora, muito dinâmica e foi para o ponto do ônibus e tava aguardando, provavelmente era o último ônibus. E o ônibus veio e ela junto de algumas pessoas esticou o braço, pedindo para que o ônibus parasse. Só que o ônibus passou. E no que o ônibus passou, ela instintivamente disse que você encontre um poste lá na frente. Só que numa fração de segundo ela olhou e ali tinham algumas pessoas que ela tinha dado passe e ela emendou, mas que você consiga se desviar. Somos nós contraditórios, ambíguos,

um poste lá na frente. Só que numa fração de segundo ela olhou e ali tinham algumas pessoas que ela tinha dado passe e ela emendou, mas que você consiga se desviar. Somos nós contraditórios, ambíguos, mas não podemos perder de vista o percurso e a meta. Muito bem, amados irmãos, já nos encaminhando para o final dessa proveitosa roda de conversa e tendo em mente tantos aprendizados e reflexões que foram aqui aidos, eh me recordo de uma frase muito curiosa que um jovem me disse uma vez quando estávamos tratando acerca da importância de cada encarnação aqui, é que nós temos uma verdadeira jornada pela frente. Ninguém consegue percorrer uma jornada com único passo, mas sem um único passo, a jornada nem começa. Pois bem, gostaria de pedir dessa forma que vocês deem uma palavra, um conselho, uma inspiração, uma consideração final, por favor. uma frase como espíritos de luz e uma frase, uma mensagem final. >> Que vigiemos e oremos sempre, disse Jesus. Que todos os postes do caminho [risadas] tenham luz para os corações de vocês. Um beijão. A vida é o grande presente de Deus para nós, mas o que nós fazemos da vida é o nosso grande presente para ele. Muito obrigada, César Bet Lacord Leon. Muito obrigada a cada um de vocês por estarem aqui com tanto amor no coração, porque o amor é valente, porque o amor faz o bem, como nos diz Francisco Espinelli, com amor sigamos, porque nós somos a Ferges de novo, gente. Nós somos a >> Ferges. Muito obrigada. Queridos amigos, muito obrigada por esse bate-papo tão edificante. >> Agora faremos uma pausa. Aproveitem esse intervalo para visitar a livraria do 13º Congresso, onde vocês encontrarão livros que iluminarão suas vidas. Aproveitamos para deixar um recado bem importante. Pedimos que aproveitem também para retirar os pedidos realizados pelos centros espíritas que já estão disponíveis no balcão de credenciamento. Não deixem também de passar pelo bazar, onde estão disponíveis camisetas, copos reutilizáveis, canecas e muitas outras lembranças desse

espíritas que já estão disponíveis no balcão de credenciamento. Não deixem também de passar pelo bazar, onde estão disponíveis camisetas, copos reutilizáveis, canecas e muitas outras lembranças desse evento especial. Informamos que os autores La Corder Fai, César Saí e Maria Elizabe Barbieri participarão de um momento de autógrafos neste intervalo. >> Retomaremos com as atividades às 11:25. Contamos com a presença e colaboração de todos. >> Muito bem, amigos e amigas, estamos de volta aqui do estúdio do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, onde nós estamos aproveitando esse terceiro dia agora com a roda de conversa que foi maravilhosa. O pessoal poôde assistir no auditório e você aí de casa também assistiu, ouviu todas as reflexões dos nossos painelistas e agora para você que tá aí conosco, tem um plus, tem algo mais aqui. Eu tenho certeza que vocês vão gostar, né, Duda? >> Com certeza, amigo. Mas antes da gente ir pros nossos convidados especiais, a gente gostaria de agradecer os nossos parceiros nessa transmissão, a Federação Espírita do Paraná, a Web Live, a Web Rádio Fraternidade e a FEB Lives. Muito obrigada, queridos. E um grande beijo pro pessoal da Bélgica que está nos assistindo, pessoal de Portugal. Mari mandou um beijo paraa Lu, que está em Portugal nos assistindo. Um abraço, Uruguai, queridos amigos, sejam bem-vindos. Continuem aqui com a gente que tá acabando, né, Diogo, mas ainda não é o fim, então vamos pr pra nossa próxima rodada de convidados aqui. >> Exatamente. E agora nós estamos recebendo aqui no estúdio a nossa querida Sandra Borba e o Alessandro Viana. Eles vieram bater um papo muito especial com a gente e a gente quer saber que que vocês acharam desses três dias. Não acabou ainda, mas tá quase lá, quase pegando um avião de volta, né, Sandra? Foi muito legal a experiência para ti. A gente adorou estar contigo aqui, viu S? >> Se quiser ficar também, fica fica à vontade, amiga. >> É, eu tô com medo de pegar avião porque a camiseta que eu ganhei foi próxima

a experiência para ti. A gente adorou estar contigo aqui, viu S? >> Se quiser ficar também, fica fica à vontade, amiga. >> É, eu tô com medo de pegar avião porque a camiseta que eu ganhei foi próxima parada, Vida Futura. >> Aí tem um avião. Aí tem um avião, a ilustração é um avião. Mas eu tô confiando. Quando eu entro no avião, eu digo sempre assim: "Adeus, eh, não que eu acho que ele tenha para memória, mas eu lembro para ele. Eu entro no avião que eu não gosto, né? Há mais de 40 anos que eu viajo. >> Uhum. >> Eu continuo sem gostar. >> E aí quando eu entro no avião, eu digo assim para ele: "Senhor, não te esqueças, somos poucos". Muito bom. Mas é uma alegria muito grande estar aqui. Fazia algum tempinho que a gente não vinha, né, >> desde a pandemia a gente não passava por aqui >> e receber o carinho, o acolhimento, rever os corações queridos, ampliar, né, a noção de família, né, pelos laços da afetividade. E o congresso sempre me trouxe muito boas recordações, mesmo com frio de Gramado, [risadas] mas é um momento muito oportuno de reflexões, de estímulo para que as pessoas elas renovem a esperança, em especial num quadro como nós vivenciamos nos dias de hoje, de guerras, rumores de guerras, problemáticas muito complicadas. Então para nós é muito bom o convívio com os amigos aqui, como Alessandro, Lália, né, o César, Jacobson, o Vinícius que tá sempre conosco também e outros companheiros que integram o grupo de expositores, tanto os daqui como a nossa Bet, como eh companheiros que vieram de fora. E para mim, pessoalmente é uma vitória, né, depois deos processos de doença. Então é uma alegria, um prêmio, uma honra muito grande estar aqui. >> E nós muito gratos, né, Diogo, pela sua presença. >> Com certeza. >> É, com certeza esperamos mais reencontros na nos próximos congressos. >> Eu só fiquei curioso, Duda, se o Alessandro tá indo hoje também. Tu vai pegar o mesmo avião da Sandra ou não? >> Graças a Deus não. >> Porque com esta camiseta que ela adquiriu aqui, que ela ganhou de

Eu só fiquei curioso, Duda, se o Alessandro tá indo hoje também. Tu vai pegar o mesmo avião da Sandra ou não? >> Graças a Deus não. >> Porque com esta camiseta que ela adquiriu aqui, que ela ganhou de presente, eu não entraria. >> Eu já ia trocar o voo. E ele quer que eu eh chegue lá na escada e apresente a camiseta >> e tira uma foto. >> E tira uma foto. [risadas] >> Vai assustar o pessoal da >> É, com certeza. Alessandro, tu fizeste teu painel ontem, eu não sei se ficaste sabendo, mas o teu livro, ele foi o livro mais vendido. A gente falou pro pessoal ontem aqui e o pessoal se interessou pela temática, não só durante o painel, mas foram depois verificar um pouquinho mais de ti. Isso. É muito gratificante pros autores, né? Sim, é gratificante porque nós somos instrumentos e poder levar a mensagem espírita a outros corações, a outras almas, nós ficamos felizes, né? Então, eh, não sabia, né? Fiquei sabendo aqui no estúdio. É a primeira vez participando de um congresso do Rio Grande do Sul. Então >> você teve no aniversário da Fergs de 104 anos, se eu não tô enganado, >> do Evangelho Segundo o Espiritismo, celebrávamos a obra este ano, a obra o Céu Inferno. Então, e temos conhecido aqui um pouco Uruguaiana, São Borja, eh, Alegrete, já estivemos Quaraí e venho muito a Gramado, que a Sandra reclama do frio, né? Mas a comilança lá compensa o frio, o chocolate. >> É o chocolate. Mas também meu [risadas] avô trabalhou no movimento espírita lá. Então, com muita alegria nós estamos aqui participando e conviver esse bom humor da Sandra aqui. >> É, >> não tem preço, >> não tem preço. >> Tem chocolate gramado. [risadas] >> Mas eu fiquei feliz que eu vi ela tomando chimarrão com uma alegria, com uma boa vontade. Já olha, >> é, daqui a pouco vai estar nas redes, eu acho, essa foto circulando, né, gente? vocês [risadas] vão poder ver a reação em primeira mão. Mas a gente tem aqui também com a gente outras obras, né, tanto da Alessandro quanto da Sandra. Começando pela Sandra, amiga. Eh, conta um pouquinho para nós

s] vão poder ver a reação em primeira mão. Mas a gente tem aqui também com a gente outras obras, né, tanto da Alessandro quanto da Sandra. Começando pela Sandra, amiga. Eh, conta um pouquinho para nós sobre essa obra aqui, perguntas que Jesus nos fez, como ela eh te toca, como é especial pro teu coração. É, um dia eu eu faço sempre tenho sempre não, porque eu sou meio preguiçosa, mas de vez quando eu escrevo, né, para alguns órgãos, em especial, né, Alessandra, que a nossa querida e amada Malena nos cobra sistematicamente artigos, né, e um dia me deu vontade de escrever sobre aquela cena eh de Jesus no caminho do Calvário, quando ele diz assim: "Se isso fazem ao lenho verde, o que não farão ao leão seco. Aquela pergunta ficou na minha cabeça. E aí eu escrevi um artigo, mandei pro mundo espírita, mas me veio no campo intuitivo que eu levantasse perguntas que Jesus nos fez. >> Então eu levantei cerca de 100 perguntas. É impressionante, mas é verdade. Que ele nos fez. Selecionei 20 e levei uns dois anos para poder escrever por causa da da preguiça. Exatamente, né? [risadas] Aí nós eh escolhemos essas 20, escrevemos, né, e publicamos pela editora Frata. É a única obra que nós temos fora >> da Federação Espírita do Paraná. Mas eu tenho mais uma para escrever, esperando que depois que eu volte daqui do Rio Grande do Sul e principalmente com esse chimarrão estimulante e uma Copaíba maravilhosa, estimulante que me deram também por causa dos meus problemas de garganta e um chá maravilhoso que a Viviane fez para mim, né? Então depois disso tudo, eu espero que além desses ingredientes ten um ingrediente de tomar vergonha, vergonhol, né? e eu possa fazer o segundo volume, que é perguntas, que fizemos a Jesus. >> Olha, >> e também já estão selecionadas as perguntas, né, para que nós possamos fazer, né, dar continuidade a essa tarefa. Mas é interessante porque a gente não pensa, né? A gente não pensa, a gente lê e muitas vezes a gente não tem, eu gosto muito de ler o evangelho

nós possamos fazer, né, dar continuidade a essa tarefa. Mas é interessante porque a gente não pensa, né? A gente não pensa, a gente lê e muitas vezes a gente não tem, eu gosto muito de ler o evangelho com uma lente meio diferente, né? Então, coisas assim pedagógicas que Jesus fez, né? Algumas situações eh de tradições, de costumes. Jesus é um repórter do seu tempo, né? Jesus como pedagogo, né? Como grande comunicador que ele é. Então, eu gosto dessas dessas lentes um pouco diferentes, mas agora o próximo vai ser perguntas que fizemos a Jesus. >> Perfeito, amiga. E Diogo, a gente tem mais obras aqui para para apresentar, né, amigo? A gente comentou antes aqui da obra que foi vendida, eh, mais vendida de ontem, né, que é a obra Simples e Complexos, Visão Espírita de Temas Diversos, do Alessandro. E nós temos outra obra dele aqui que também tá exposta, que é Enigmas e Soluções, soluções espíritas para enigmas humanos, todas elas disponíveis na nossa livraria. E depois a gente vai falar um pouquinho mais da obra, da obra do Lacer também. Mas eu queria aproveitar, já que falamos das tuas obras, Alessandro, ontem na no teu painel teve um momento que me chamou bastante atenção, que você falou sobre a reencarnação, eh, a justiça divina, perdão, com a misericórdia vinculada, né, como se fosse um atributo, podendo assim dizer. Eh, você poderia contar pra gente um pouquinho mais, você citou o dedo de Deus também, leitura da revista espírita, né? Então, eh, cada vez nesta lei de ação e reação que a gente precisa acertar os nossos débitos, lá está a misericórdia divina contribuindo nessa nossa caminhada, né? >> Atribuha ao Chico Xavier uma resposta, >> falar um pouquinho mais perto. Isso, obrigado. >> Atribuha ao Chico Xavier uma resposta interessante. Ele diz que se fosse só justiça divina, >> hum, >> nós não aguentaríamos. >> Hum. >> Né? E então a misericórdia sempre está presente. Então essa mensagem da revista espírita, o dedo de Deus mostra a presença do divino nos acertos e nos

ina, >> hum, >> nós não aguentaríamos. >> Hum. >> Né? E então a misericórdia sempre está presente. Então essa mensagem da revista espírita, o dedo de Deus mostra a presença do divino nos acertos e nos erros. E no final ele faz essa esse link, essa conexão justiça e misericórdia que caminham de mãos dadas. E a literatura espírita, ela é muito vasta nesse sentido. No congresso aqui, como eu comentei, nós ao longo do ano abordamos muito este tema. Talvez pela profissão como magistrado, eles olhavam, falavam: "Não vai falar de justiça divina, justiça divina". [risadas] E nós amarramos muito, já teve um seminário, uma palestra, perdão, em Vitória da Conquista. Nós podemos pontuar mais a misericórdia. Aqui nós quisemos trabalhar um pouco mais a justiça, mas é um tema belíssimo, porque eh erramos, a divindade nos dá infinitas possibilidades da reabilitação espiritual. Citamos ontem a fala do Cristo, né? Nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá. Nós temos o germe da perfeição da do divino em nós. Mas nesta caminhada da reabilitação espiritual, Kardec trata, estamos homenageando a obra céu inferno, né? após o erro, o arrependimento, a expiação e a reparação, só que nessa trajetória misericórdia divina. E nós não temos nem como esgotar o tema. >> Eu lembro que quando me preparei paraa palestra, buscando algumas obras, a para fins didáticos, nós separamos ali 13 situações da ação da misericórdia divina. E ali eu falei exemplificadamente, porque nós não temos como esgotar. A misericórdia está presente em nossas vidas. Então, o socorro espiritual, às vezes, quando nós temos o débito, a expiação, imaginemos vir paraa próxima reencarnação, se Deus exigisse ou cobrasse de nós, nós pagarmos tudo do nosso passado na próxima. Não daríamos conta. Então, ele fraciona a obra, ação e reação do Chico Xavier. Dá para nós entendermos esse panorama de justiça e misericórdia. E lá eu deixo para aqueles que estão nos acompanhando, procurem lá o débitos congelados. do anão, né, que ele vem com débito

co Xavier. Dá para nós entendermos esse panorama de justiça e misericórdia. E lá eu deixo para aqueles que estão nos acompanhando, procurem lá o débitos congelados. do anão, né, que ele vem com débito congelado por proteção. Então, a misericórdia divina tem essas nuances para que o nossa caminhada fique sempre com este socorro espiritual e fique também possível de nós caminharmos, porque se viesse tudo de uma vez, só justiça, sem misericórdia, não daria certo, né? Por isso Jesus fala do julgo e do fardo, né? leves e suaves para que a gente possa caminhar, porque senão seria uma justiça praticamente nos condenando ao erro eterno. Vem a misericórdia, torna essa essa reabilitação, digamos assim, mais amena. É difícil, necessita do esforço, mas a mão de Deus está sempre conosco, dando esse impulso para que a gente possa caminhar nunca a sós. >> Nunca a sós. >> Isso é legal. antes de passar pra pergunta da Dudinha, a desculpa, Sandra, só mandar um abraço pro pessoal da Austrália que tá nos assistindo. Opa. >> E e também o pessoal de Uruguaiana tá nos ouvindo aí também. Um abraço, pessoal. Muito obrigado, Sandrinha. >> Não, eu tava dizendo é isso mesmo, né? Quando ele evoca aí a questão da misericórdia, eu só me localizo eh preferencialmente na parábola do filho pródigo, né? Né? Porque é aquela questão, pela sua liberdade, o filho mais moço toma posse da parte da sua herança, vai viver dissolutamente, né? Vai, usando a expressão nordestina pintar e bordar, né? E aí quando cai em si, porque acabam os recursos financeiros, os amigos falsos desaparecem, sobrevém aquela região, uma fase difícil e ele então descobre que os funcionários do pai dele tinham pão em abundância, ele que não conseguia comer da comida que dava aos porcos. Então eu entendo que aquela essa misericórdia que Alessandro coloca também, né, ela se manifesta já desde o momento em que ele se arrepende, né? Então arrependimento, primeira etapa, a expiação que é a consequência das escolhas equivocadas e a reparação. E eu fico pensando, e às

ela se manifesta já desde o momento em que ele se arrepende, né? Então arrependimento, primeira etapa, a expiação que é a consequência das escolhas equivocadas e a reparação. E eu fico pensando, e às vezes eu brinco, o pessoal ri, mas eu fico imaginando essa essa volta, porque a ida deve ter sido de Porsche, deve ter sido de uma Ferrari, não é verdade? É, >> mas voltou a pé e parece que nem sandália boa ele tinha, porque assim que ele chegou, o pai viu, deu logo, mandou logo dar um par de sandálias boas para ele, né? Então a situação foi muito difícil. O retorno, a gente não para muitas vezes para pensar como foi esse retorno do filho pródigo. E ele queria dizer ao pai: "Pai, pequei contra o céu e diante de ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como um dos teus funcionários." E ele fez, né? Mas o pai, e aí é que está a grande exemplificação, né, Alessandro, a misericórdia, porque o pai sabia que ele ia voltar. >> Hum >> hum. >> E o pai o esperava. E ainda ele está no caminho, o pai já vai, já abraça, já manda, né? Inclusive eu tenho impressão que tem um pouquinho de participação gaúcha, porque mandou também fazer logo um churrasco, né? Então foi uma alegria completa, né? É. mandou matar um novilho, fazer um um churrasquinho. Foi esse do da Então, essa mensagem ela é tão bonita. E eu tava dizendo na palestra que recebi um cardzinho dizendo assim, eh, quando Jesus contou a palavra do filho prólogo, foi para lhe lembrar que o que quer que você tenha feito, volte, o pai lhe espera. Isso é uma mensagem, né? Linda, >> delícia, né? E Sandrinha, tem muita gente do Rio Grande do Norte nos assistindo agora e mandando um beijo para você. Um beijo para vocês quem me escuta. A tropa aí da federação do lado de São Luís, do movimento espírita de modo geral. Uma alegria >> conexão dos Rio Grandes, né? Do Sul. >> É, são dois rios grandes que se amam. >> Isso aí, graças a Deus. E Sandrinha, Alessandro, a gente entendendo, né, agora a misericórdia divina um pouco

legria >> conexão dos Rio Grandes, né? Do Sul. >> É, são dois rios grandes que se amam. >> Isso aí, graças a Deus. E Sandrinha, Alessandro, a gente entendendo, né, agora a misericórdia divina um pouco melhor. Eh, mesmo sabendo, às vezes as pessoas ainda, a gente ainda se culpa, né? ainda escolhe ã se culpar pelas dores, pelos resgates que a gente ainda tem para fazer. Sandra inclusive comentou ontem na palestra: "Dor que mais nos fere que nós elegemos manter, né?" E Alessandro falou da frase de Jesus, né? A cada um segundo as suas obras, né? E muitas vezes a gente pega isso com uma conotação de culpa, né? De cobrança. Então, como que a gente equilibra, né? tendo essa misericórdia divina, eh, eh, embutir ela dentro de nós também, né? Como a gente consegue atingir esse equilíbrio? É, é difícil. E a benfeitora Joana deângeles sempre bate na mesma tecla. A nossa preservação íntima de sentimento de culpa é uma tragédia, porque inibe, porque faz com que a gente permaneça chorando, talvez estimule sempre um processo de rebeldia, de revolta, né? A gente entra em crises, vamos dizer assim, de nos sentimos incapazes, né? Então, a culpa ela pesa demais, ela tem um peso. Eh, e a gente vê isso em especial na obra, né, de André Luiz, a gente vê o que é esse sentimento de culpa. Então, nós temos que nos liberar. É preciso ter, como diz Emanuel, paciência conosco. >> A gente também tem que ter essa atitude, porque na medida em que nós somos filhos de Deus, esse amparo, essa misericórdia a qual o nosso Alessandro colocou, isso não está longe de nós, né? Então, muitas vezes, sentimento de culpa é também um mecanismo de defesa pra gente permanecer no erro. Então, a gente também tem que fazer essas reflexões, porque na medida em que a gente eh entende que a gente errou, a gente se equivocou, aí a atitude tem que ser outra. A lamentação, a fixação na culpa, isso não vai nos ajudar o processo da reparação, que é fundamental dentro, né, do processo, né, de vivência da justiça divina. Então,

aí a atitude tem que ser outra. A lamentação, a fixação na culpa, isso não vai nos ajudar o processo da reparação, que é fundamental dentro, né, do processo, né, de vivência da justiça divina. Então, sair desse sentimento de culpa para realizar o melhor que nós possamos realizar em benefício de nós e em benefício do nosso próximo. Então, sem culpa, tá? Vamos lá. >> A culpa é no início, né? Outro dia eu vi uma nossa amiga Cristiane Beira, né? Aham. >> Ela ela ela cuida desse a parte da psicologia espírita e ela falando da obra do céu inferno, fala: "A culpa pode ser o nosso céu ou o nosso inferno". >> Que ela vai aparecer. O problema não é não ter culpa, é como a Sandra propõe, é o que fazer com a culpa culpa. >> E é interessante que o Emmanuel trabalha esse assunto na obra consolador e a gente, ele fala de uma etapa que antecede a culpa. Ele fala os o remorço é a energia que prepara, né, a culpa e o arrependimento autêntico, né, porque a culpa tem que gerar esse arrependimento sincero para que a gente possa proceder à transformação. Então, a culpa, nós vemos as pessoas hoje se aprisionando na culpa, né? Então, fica aquela lamúria constante. Por que que eu fiz? Eu sou o espírita vai trazendo uma umas frases de espírita, né? Eu sou alma imperfeita mesmo. Eu nunca vou acertar nesta reencarnação. Não vai. E a pessoa acaba usando conceitos espíritas para se aprisionar cada vez mais na culpa. >> É a vitimização, né? >> É a vitimização. E aí a obsessão faz a sintonia pela culpa, vai potencializar essa culpa que pode virar depressão. >> Uhum. >> Pânico, gatilhos de pânico pela culpa. E a Sandra falou de André Luiz e o tema é vida futura. Muitos espíritos do mal inteligente vão explorar o quê no mundo espiritual? A culpa e aprisionam esses espíritos determinadas regiões do mundo espiritual. Então a lição para nós é de fato. E às vezes até se precisarmos, o espírito às vezes é orgulhoso, às vezes necessitamos até dos apoios terapêuticos para transformar esta culpa em ação de

o espiritual. Então a lição para nós é de fato. E às vezes até se precisarmos, o espírito às vezes é orgulhoso, às vezes necessitamos até dos apoios terapêuticos para transformar esta culpa em ação de reconstrução. A culpa nos destrói ou nos reconstrói. Então, às vezes, um terapeuta, né? Às vezes precisamos de alguém que nos mostre um ângulo e que a gente possa transformar esta culpa inicialmente produtiva e numa reconstrução. Vejamos o evangelho. Simão e Judas tiveram culpa. >> Simão pela negação. Judas por ter vendido Jesus por 30 moedas de prata. O que um fez com a culpa, o suicídio. O que o outro fez com a culpa reabilitou-se espiritualmente. >> É verdade. >> É isso aí. E, e até aproveitando essa linha aí que a gente tá trazendo, eu gostaria de trazer para vocês a grande pergunta deste congresso, seguindo essa linha, o que a gente faz para melhorar o nosso currículum espirituales? >> Quem não assistiu a palestra da Sandra, vai lá, gente. >> Ela disse que vai patentear, viu? Nós vamos nós vamos fazer um meme do congresso. [risadas] >> Olha, eu acredito que eh primeira coisa é a autoconsciência, né? Então a gente precisa fazer esse mergulho interior para identificar, né? E a Hana Wolf, que era uma terapeuta evangélica, né, de formação eh presbiteriana, mas muito interessante, autora do livro Jesus, psicoterapeuta, >> né? e de Jesus, a luz da psicologia profunda, ela escreveu antes, inclusive de Joana, né? E depois escreveu Jesus Universal, >> porque ela viveu um tempo na Índia. Então é, são livros assim maravilhosos e esgotados, inclusive, né? Mas a Hana Wolf diz exatamente o que a Joana vai também dizer para nós. Nesse processo de auto mergulho, identificar a sombra, mas também não é só identificar a sombra e ficar junto dela, né? Então, é preciso a identificação daquilo que nós precisamos de fato melhorar. O investimento vai ser feito onde, né? Qual é a bolsa de valor, né, que eu vou aplicar. Então, a gente não vai sair dessa condição de culpa ou de arrependimento ou de curtir o processo

fato melhorar. O investimento vai ser feito onde, né? Qual é a bolsa de valor, né, que eu vou aplicar. Então, a gente não vai sair dessa condição de culpa ou de arrependimento ou de curtir o processo expiatório, que é natural e inerente ao problema. Mas como é que a gente entra na outra fase que é a fase da reabilitação? Então essa fase é a fase, eu entendo que se é dolorosa a fase da expiação anteriormente do remoço, do arrependimento, né, da culpa, mas a reabilitação ela é muito difícil também, porque a gente tem uma coisa que é muito grave e que Emmanuel trabalha muito bem numa página chamada o cristão no mundo, que a gente deve lembrar que quando a criatura ela tá na mesmice, né, de tá eh vivendo do mundo, as coisas do mundo, ninguém dá atenção para ela. Quando ela diz, eu vou me melhorar, eu vou me renovar, eu vou me iluminar, todo mundo cai de pau em cima, né? Aí começa as cobranças e Emanuel diz uma coisa interessante, às vezes a pressão ela é tão forte que o indivíduo volta >> volta para onde ele estava. Então, é preciso entender que esse processo de reabilitação, ele também é doloroso. É doloroso porque vai trabalhar emoções, né? Vai trabalhar os sentimentos que estão aqui ainda, eh, muitas vezes conflitantes e principalmente vai agir numa área de uma das mais poderosas, a mais poderosa potência da alma, conforme Leão Deni vontade. >> Uhum. Todos nós que estamos aqui já passamos por situações difíceis. É espírita, né? Às vezes é no lar, às vezes é no ambiente de trabalho, ambiente de escola, companheiros, amigos que nos deixam, porque nós nos tornamos espíritas, porque não estamos mais na balada, porque não estamos mais naquele campo. Então, há também grandes perdas no nesse processo de recuperação. a gente perde é como se diz uma capa ruim, uma capa, uma carga e lutar em benefício da luz é difícil e da luz em nós é mais difícil ainda. Então nós temos que ter uma vontade muito grande. E essa vontade eu entendo, né, é que é o grande motor para que nós possamos nos

ar em benefício da luz é difícil e da luz em nós é mais difícil ainda. Então nós temos que ter uma vontade muito grande. E essa vontade eu entendo, né, é que é o grande motor para que nós possamos nos libertar do homem velho, né, né, nos libertar dos atavirnos, das sombras que a Hana e que a Joana colocam para nós para ver o nosso potencial de luz. Só para fechar, Jesus tem algumas afirmativas que eu acho extraordinárias na sua condição de líder. Primeiro tá lá no sermão do monte, sede perfeitos, que ele então aponta para nós o grande objetivo da existência, a perfeição. Mas ele vai dizer algumas coisas fantásticas ainda no sermão do monte. Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo. Olha, pai, isso só vi escuridão, mas ele foi dizendo, né, que é para poder levantar o nosso ego, né? >> Brilha a vossa luz diante dos homens. Vós fareis tudo aquilo que eu faço e muito mais. E evocando o salmista, vós sois deuses. Então tudo isso é para dizer que nós somos de fato filhos da luz e como Joana diz, condenados à luz. Então essa é uma condenação maravilhosa e um exercício de vontade, de superação. E principalmente aquele que nos ouve, com muito carinho nós dizemos: "Deixa o povo mangar, deixa o povo rir, deixa o povo dizer assim: "Agora virou santo, agora virou santa, deixa". Porque nós sabemos o quanto nós necessitamos dessa construção de luz em nossa vida para nossa serenidade espiritual. Hum. Perfeito, amigo. Deseja. >> É uma realidade. Tem uma frase, eu tô tentando lembrar se é de Freud ou Junk, que diz que quem olha para fora, né, ele olha, ele ele sonha, quem olha para dentro desperta, >> né? Então, que a Sandra está propondo e eu acho assim, sempre me cham muito atenção, um dos temas mais estudados na casa espírita, autoconhecimento, um dos menos praticados, autoconhecimento. >> Fala-se demais, >> mas porque o espírita ainda não percebeu esse potencial terapêutico e essencial. Por isso que muitos de nós, mesmo espíritas, conhecendo a vida futura, chegamos do lado de lá ainda como

-se demais, >> mas porque o espírita ainda não percebeu esse potencial terapêutico e essencial. Por isso que muitos de nós, mesmo espíritas, conhecendo a vida futura, chegamos do lado de lá ainda como grandes desconhecidos de nós mesmos. Emanuel na obra, na introdução da obra nosso lar, eu não sei se está na porque são duas introduções, né, de Emanuel e André Luiz. André Luiz, eu acho, acredito que fala, a morte vai nos fazer encontrar-se face a face com a nossa realidade espiritual. Mas por que esperar desencarnação? Vamos olhar pro nosso currículum, né, espiritual encarnatório [risadas] desde já. >> Mergulhar, é mergulhar para dentro da alma e lidar com coisas que são realmente desconfortáveis. O filme divertidamente o desenho trocou nesse assunto porque a gente acha que tem que estar sempre alegre, que não tem espaço para tristeza. >> Então, e no dois mostrou algo interessante, porque tudo que vinha de desconfortável na bolinha era jogava no inconsciente. Jogava no inconsciente. Então, o desenho divertidamente um e dois trata de coisas profundas. Eu gostei muito dos dois, né? Então, a gente tem uma essas bolinhas desconfortáveis, às vezes são esses essas encrencas da alma. Qual é o meu padrão? O que que eu venho falindo a muitas encarnações? Porque o espírito agora de ficar na superficialidade, a gente tem que mergulhar na alma e olhar para sombra e luz, potencial e defeitos e começar a mudar o padrão. Mas eu só mudo o padrão quando eu me realmente reconheço, né? O meu meu padrão no egoísmo. Eu sou egoísta, em qual situação? Eu sou orgulhoso? Em qual situação? Quais são os gatilhos, né? Tenho virtudes, quais são? Preciso ampliá-las? Em quais situações? Então, quando você começa a fazer o autoconhecimento assim profundo, trazendo pro dia a dia, aí sim nós vamos poder transformar essa existência, essa reencarnação numa alavanca para o nosso progresso, né? Então, precisamos fazer mais sério, né? Vamos encontrar coisas negativas, vamos encontrar coisas boas, porque nós não somos só sombra, a luz

essa reencarnação numa alavanca para o nosso progresso, né? Então, precisamos fazer mais sério, né? Vamos encontrar coisas negativas, vamos encontrar coisas boas, porque nós não somos só sombra, a luz também em nós, mas a gente tem que olhar pro nosso lado sombra, acolher, como ela disse, com amor e falar: "Eu fui assim, trago esta tendência, mas não quero ser mais assim. Eu errei. Errei. A gente se autoama. Kardec fala: "Faço freio moral, não repito mais aquele padrão, ainda que haja tendência. E a partir do autoconhecimento, eu começo então a construir novos padrões, novos comportamentos. Somente assim é que há evolução." >> E aí a gente vai ver o que de fato Paulo disse, né? Aquele que conhece a Jesus, nova criatura passa a ser. Então não tem como. Às vezes também, Alessandra, eu acho que a gente, você usou uma expressão muito muito dura, mas muito certa, a gente fica na superficialidade. >> Aí talvez por isso quando a gente desencarna e chega do outro lado, aí a surpresa, né? A gente não tem tanta luz quanto a gente, né? Eu até brincava com os amigos dizendo, eu peguei leve ontem, porque se eu tivesse ido por um pensamento original meu, que era pegar o livro, voltei. >> Ah, [risadas] >> Frederico Fig, né, irmão Jacó. Aí nem todo mundo ia rir, né? Nem eu também, claro, né? Porque quando eu cheguei à dos 60, eu fui reler, né? Digo, vala-me Cristo Jesus. A coisa é mais embaixo, né? O problema é mais sério, né? problema de luz interior, que é o que Emanuel diz, o que nós estamos precisando é um processo de iluminação interior e isso significa afasta treva, porque a luz afasta a treva. Agora é preciso saber onde é que está a treva, né? Estatisticamente os profissionais da área de saúde mental, >> psicólogos, psiquiatras, eh, quando começa a trabalhar com o paciente, começa a chegar nesses pontos profundos que traz desconforto, >> abandona o tratamento. >> Ab, >> olha só, >> não aqui eu não quero tocar nesse assunto. [risadas] Eu vou vou pedir pro pessoal que tá nos assistindo, a gente

pontos profundos que traz desconforto, >> abandona o tratamento. >> Ab, >> olha só, >> não aqui eu não quero tocar nesse assunto. [risadas] Eu vou vou pedir pro pessoal que tá nos assistindo, a gente tem mais alguns minutos ainda com a Sandra e com a Alessandro. Se vocês quiserem participar enviando as suas perguntas, fiquem à vontade no chat. A nossa produção tá de olho ali e vai passar pra gente as perguntas para que a gente possa encaminhar aos nossos queridos amigos estudiosos aqui da doutrina. E aproveito para mandar um abraço para Alagoas que tá conosco também. Um abraço especial Minas Gerais também ouvindo no nosso chat que tá nos acompanhando. Um beijo, >> sejam todos bem-vindos. Bom, Alessandro, você falava agora a pouco e de algo muito importante, né, que é o autoconhecimento. A Sandra também trouxe algo muito legal. Eh, eu só queria e falar um pouquinho com a relação do materialismo e e hoje a gente se encontra numa era tecnológica onde há tantas distrações. Pra gente enxergar esse espelho de si mesmo, não seria o materialismo ali um pó muito denso na frente desse espelho que a gente precisa dar uma limpadinha para poder se enxergar melhor? Com certeza, porque o materialismo nos permite diversos tipos de fugas. >> Exato, >> né? O materialismo cria e hoje em dia nós temos diversos tipos de fugas, né? A gente pode inclusive se esconder na no ambiente virtual. Lá eu consigo criar um nome, uma imagem falsa, um nome falso. Eu, Alessandro, tenho 1,72. Lá eu posso colocar Alessandro 1,95. É, né? Igual o companheiro da Fergs que tá ajudando lá na apresentação, era autodescrição dele 1,9, né? A gente pode criar. Então, hoje em dia o materialismo cria as distrações do mundo, hoje prazeres refinados. Então, hoje é muito fácil eu me esconder de mim mesmo dentro desse materialismo que o Camilo, eu citei na obra O Tempo de Deus, ele chama de materialismo vivencial. Não é que não acredita na alma, não acredita em Deus, não acredito, mas o homem velho, as velhas inclinações, então eu me escondo, né? E

i na obra O Tempo de Deus, ele chama de materialismo vivencial. Não é que não acredita na alma, não acredita em Deus, não acredito, mas o homem velho, as velhas inclinações, então eu me escondo, né? E hoje em dia a gente vê rede social, você quer apostar o quê? Sempre um momento feliz, um momento de viagem, um momento que você tá numa boa refeição. Então criou-se essa cultura de que eu tenho que estar sempre bem, sempre feliz. E aí quando eu não estou, eu vou para este padrão materialista e tento desconstruir. Só que a gente vê que a saúde mental tá esgarada. Por quê? Porque você vai até um ponto, logo vem depressão, ansiedade, pânico, vazio, infelicidade. Nós não conseguimos isso por muito tempo. Então hoje é bem verdade. Então nós temos que sair deste padrão materialista que é uma autoilusão e começar realmente a olhar para si próprio, né? Porque o mundo nos distrai. Eu tava comentando há pouco que as estatísticas mudam a cada mês. Do tempo que nós ficamos nas redes sociais, no celular, hoje tá perto de 6 horas por dia. >> Não tô dizendo que é improdutivo, tem as coisas boas, mas ali é um mecanismo de fuga. A Joana de Angeles, quando ela escreveu a obra Conflitos existenciais, são 20 conflitos e ali também não estão todos. É só para ter uma noção qual é o capítulo primeiro. Tem uma estratégia, tem uma metodologia, né, quando um benfeitor coloca a ordem, qual é o primeiro capítulo? Fugas psicológicas. Porque se eu fico aprisionado nas fugas psicológicas para não olhar para assim, não adianta eu reler o resto da obra. Não vou identificar ciúme, eu não vou identificar ansiedade, eu não vou identificar violência, eu não vou identificar porque eu tô nessa esse viver eh a o materialismo. Então eu vou me distraindo, eu vou e hoje é uma expressão que eu uso, muitos estão sobrevivendo, >> porque a ideia de um céu fácil, é onde eu não faço mal para ninguém. Eu vi aqui, sobrevivo, às vezes até me escoro no medicamento e o medicamento tem o seu papel importante. O problema é quando eu

>> porque a ideia de um céu fácil, é onde eu não faço mal para ninguém. Eu vi aqui, sobrevivo, às vezes até me escoro no medicamento e o medicamento tem o seu papel importante. O problema é quando eu uso só ele para sobreviver. Aí os as fugas que o padrão materialista propicia. Aí eu vou sobrevivendo, sobrevivendo, chega a desencarnação, como vou despertar lá? Aí eu vou ter que olhar para as encrencas da alma, né? Então, o padrão materialista ele cria sim, são diversos os prejuízos do materialismo e um deste é esse que você aponta realmente da gente poder aqui se encharcar do materialismo, sobreviver e achar que está tudo bom, que daqui a pouco e qual é o grande prejuízo. Isso eu gosto de falar. Porque se eu acredito numa vida única e no céu fácil, eu vou sobreviver, não faço mal. E qual é a concepção? Hora que eu morro e vou para o céu, lá todas as minhas encrencas desaparecem. Eu vou ficar à direita de Deus no descanso eterno. Então desaparece e nós sabemos que nada desaparece, que é da alma, né? Então o espiritismo é um convite para que a gente fuja desses padrões materialistas, né? A fim de que possamos, como você usou, tirar as lentes do materialismo, buscar a lente da espiritualidade, este olhar sincero para nós, a fim de que possamos realmente avançar a partir desta reencarnação. >> Perfeito, amigos. E antes da gente ir pra próxima pergunta, a gente tem um recadinho pro pessoal da recepção que está nos ouvindo, nos assistindo. A gente pede para que vocês comecem a fazer o seu retorno ao auditório, porque daqui a pouco vamos mais uma vez iniciar a nossa programação da tarde. Então, amigos, por favor, aí se dirijam ao auditório para que vocês também possam nos assistir, nos ouvir melhor também, né, nessa experiência. E queridos, a gente comenta eh sobre céu inferno esse ano nesse congresso. E eu queria ouvir de vocês assim como essa obra complementa e ainda aprofunda, né, conceitos que Kardecem o Livro dos Espíritos e, enfim, nas nas três anteriores. e como que a gente vive

se congresso. E eu queria ouvir de vocês assim como essa obra complementa e ainda aprofunda, né, conceitos que Kardecem o Livro dos Espíritos e, enfim, nas nas três anteriores. e como que a gente vive de forma mais equilibrada, né, tanto é a ao materialismo e também ter priga essa perspectiva um pouco mais real, né, de onde estamos, é o nível que estamos, né, porque tem muitas pessoas, né, espíritas ou espiritualistas que quando começam a estudar, principalmente também a mediunidade, né, querem viver sempre no plano espiritual, só que a gente tá no plano físico, né, então como a gente vive é mais equilibrado e quais as contribuições que o céu e inferno nos traz em relação a isso também. >> Antes do céu e inferno, eu vou pro evangelho. Quando Kardec foi e formatar a obra, ele foi para uma praia, né? Então, tá vendo como é interessante? [risadas] Ele foi para uma praia, Sant. Isso aí, >> muito bem. não disse a ninguém no que estava trabalhando, mas curioso como ele era, mandou perguntar lá na reunião mediúnica da sociedade parisense que é que os espíritos achavam que ele tava fazendo, da obra que ele estava fazendo. Então, tem uma comunicação do espírito que diz que a obra ela realmente é como se fosse o seguinte, as bases estavam ali, agora, né, se abria, vamos dizer assim, né, o espaço, né, para o alto, para a visão do alto, mas que ele tivesse cuidado. Por quê? Porque a obra que ele estava escrevendo ia bater de frente com uma um dogma da Igreja Católica que era, né, exatamente a doutrina das penas eternas. Então que ele tivesse, né, preparado porque viria. E ele logicamente na sua coragem, isso que a gente admira muito o glorificador, um ano depois ele tava publicando o céu inferno, né? >> Então, quando ele publica seu inferno, ele vai pegar de frente exatamente, né, essas questões da vida futura e em especial a doutrina, né, das penas eh eternas, né, vai nos trazer a aquele maravilhoso código penal da vida futura, mas o que é também muito rico na obra é que a obra é dividida em duas partes e a

em especial a doutrina, né, das penas eh eternas, né, vai nos trazer a aquele maravilhoso código penal da vida futura, mas o que é também muito rico na obra é que a obra é dividida em duas partes e a primeira parte é teórica, mas a segunda parte é prática, ou seja, é de depoimentos. Aí nós somos depoimentos e espíritas, espíritos recalcetrantes, rebeldes, eh eh suicidas e também espíritos felizes. Então a obra ela é acho que é a menos lida, né, Alessandro? junto com a gente as duas menos lidas da codificação. Mas é um banho. A obra é um banho para que nós possamos compreender em Deus a justiça, conforme o nosso Alexandre colocou, mas ao lado da justiça o amor, né, e a sabedoria misericordiosa. Então, quando a gente reúne esses elementos, a gente tem uma outra percepção. E aí, voltando para aquela sua pergunta anterior, essa percepção de que nós temos de fato a possibilidade da renovação, da autorização da vontade >> testar >> para mudar os nossos caminhos, os nossos rumos. Então, a obra é uma obra que tá sendo muito, vamos dizer assim, comemorada esse ano e é em especial esse chamamento, a nossa compreensão. O mundo não está ao Léo, a Terra não está a deriva. Nós temos todo um conjunto de leis que aí estão e nós somos convidados exatamente a identificar a nossa posição, onde é que nós estamos, em que lado, né, nós estamos. nesse momento e principalmente você colocou algo interessante, né? Como seres humanos, nós somos tendentes aos extremos. Oh meu Deus. >> Então tem aqueles que vivem no materialismo completo e tem os que eu digo que vivem no universo paralelo. [risadas] Exatamente, né? É como se não existisse vida material. Então nós somos sempre desafiados ao equilíbrio, ao equilíbrio. Então o espírita quando ele se converte, né, quando de fato ele faz a sua adesão ao programa espírita, aí ele se dedica aquela coisa toda. E tem casas espíritas que tem tarefas todos os dias da semana e a pessoa muitas vezes quer estar lá todos os dias da semana. Só que essa pessoa casou, essa pessoa tem filho,

dedica aquela coisa toda. E tem casas espíritas que tem tarefas todos os dias da semana e a pessoa muitas vezes quer estar lá todos os dias da semana. Só que essa pessoa casou, essa pessoa tem filho, essa pessoa tem pai, tem mãe, tem emprego, né? Então nós estamos na terra e Jesus pediu, não vos peço, Pai, que os tireis do mundo, mas que os livreis do mal. Então, a gente tá no mundo. Então, todo mundo que está aqui tem a sua tarefa, tem o seu ganhaapão, tem a sua responsabilidade com os espíritos com os quais tem compromisso, na condição de filhos, na condição de parentes, na condição de amigos. E temos todo um projeto, vamos dizer assim, de viver para que, conforme, né, nós sabemos na doutrina espírita, aquele reino, claro, que está em nós, Jesus disse, mas a gente quer que ele dê uma palhinha no mundo, né, para que ele possa, né, ajudar com a nossa ação a que este mundo seja menos violento, menos cruel, né, menos discriminatório. E principalmente que seja um lugar onde não seja tão traumático o nosso processo de evolução. Então, a gente tem obrigação da construção do reino em nós, mas é um processo de exalar, tem que exalar de nós para o mundo para que nós transformemos, né, as paisagens da nossa terra, conforme a última questão do livro dos espíritos. Então, quando nós pudermos realmente exteriorizar toda essa possibilidade e que haja um reino de paz, de concórdia, de menos preconceito, menos desigualdade, nós estaremos ajudando a terra em seu, né, objetivo de regeneração. Agora, equilíbrio é a grande palavra que a gente tem que ter, em especial os jovens espíritas, viu, Duda? Porque quando eu fui jovem espírita, fui criança espírita, adolescente espírita e jovem espírita, aí a gente acha que a gente tem que tá ali tudo. Então é um problema de, né, de equilíbrio que nos falta, de maturidade pra gente poder. E tem aqueles outros que são engraçados, diz assim, eu vou me afastar um pouco porque eu tô fazendo doutorado, por exemplo, >> aí não volta nunca, >> né? Então, a gente vai eh tendo uma

a gente poder. E tem aqueles outros que são engraçados, diz assim, eu vou me afastar um pouco porque eu tô fazendo doutorado, por exemplo, >> aí não volta nunca, >> né? Então, a gente vai eh tendo uma vivência em que cada vez mais o equilíbrio, o bom senso, né? Há coisas que não a gente não pode, né, deixar de de ter, de acompanhar, de observar. >> Fiz mestrado, fiz doutorado e encontrei amigos que diz assim: "Não, eu tô afastado porque eu tô fazendo doutorado". E você disse: "Eu tô fazendo doutorado, mas para terminar eu tenho que estar na casa espírita, porque senão não vou conseguir terminar". Então a gente vai, né, equilibrando, que é a grande, vamos dizer assim, o grande desafio para todos nós. Perdão, amiga, engraçado que tu comentou isso, porque nesse momento eu estou no meu TCC, finalizando o meu TCC na faculdade e se não fosse o atendimento da casa espírita, não estaria aqui. Então, um beijo para todas as casas espíritas do do Rio Grande do Sul, do Brasil aí. E em cima [risadas] dessa reflexão de agenda, aproveitando agenda cheia, distrações, daria para dizer assim numa reflexão meio fora da caixa assim que dá para dizer que tá mais difícil agora de de evoluir ou se a gente olhar por outro lado, a gente avançou em ciência, avançou em muita coisa. Tem que encerrar, pessoal. Então essa vai ficar pro próximo congresso essa resposta. >> Então pessoal, muito obrigado. A gente vai voltar lá agora. O o auditório tá chamando. >> A gente quer agradecer muito vocês, viu? Agradecer muito. >> Não, eu que agradeço o espaço e vou usar as frases da da santa de ontem. Acompanha tudo que ela falou. [risadas] Concordo com tudo. Nada a acrescentar. Muito obrigado. Obrigada. >> Termine seu TCC, Duda. Deus te abençoe. >> Obrigado todos os irmãos que nos acompanham. >> Obrigada, amigos. Bom congresso. Espírito chegava as regiões queridos amigos, bem-vindos de volta. Pedimos que ocupem seus lugares pra gente retornar com as nossas atividades. Já estamos nos aproximando do encerramento do 13º

gresso. Espírito chegava as regiões queridos amigos, bem-vindos de volta. Pedimos que ocupem seus lugares pra gente retornar com as nossas atividades. Já estamos nos aproximando do encerramento do 13º Congresso e temos um aviso muito importante que vai contribuir para a construção e definição dos próximos encontros da família Espírita Gaúcha. Convidamos vocês todos a participarem da avaliação do evento. É muito simples. >> Basta acessar o Qcode disponível na parte da frente do seu crachá. Ao apontar a câmera do seu telefone, vai aparecer um menu. Clique no botão indicado e você será direcionado à avaliação do evento. >> E para facilitar ainda mais, todos os congressistas receberão por e-mail esse mesmo link. É muito importante que todos deixem sua opinião para que o nosso Congresso Espírita do Rio Grande do Sul seja cada vez melhor. No prefácio da obra O céu e o inferno, Allan Kardec registra: "Reunimos aqui todos os elementos necessários e capazes de esclarecer o homem sobre o seu destino." O livro dos espíritos contém as bases fundamentais do Espiritismo. É a pedra angular da edifício. Todos os princípios da doutrina estão ali colocados. Mas era preciso aprofundar esses princípios, mostrando suas consequências e aplicações, conforme sendo reveladas pelos espíritos e por novas observações. >> E foi justamente isso que ocorreu em o livro dos médiuns, o Evangelho segundo o Espiritismo, a Gênese e naturalmente em Ou e Inferno. valioso mapa do tesouro da imortalidade. Se antes, filósofos, pensadores e religiosos necessitavam apenas imaginar como seria a vida após a morte, com a chegada da obra o céu e o inferno, foi possível obter informações precisas dos próprios espíritos que, após viverem entre nós, voltaram por meio de comunicações mediúnicas para mostrar que continuavam vivos e mostrar sua sorte no mundo espiritual. >> Com as informações de o céu e o inferno, quantas dores podemos evitar, quantas alegrias podemos esperar. >> Não basta crer, é preciso compreender,

vam vivos e mostrar sua sorte no mundo espiritual. >> Com as informações de o céu e o inferno, quantas dores podemos evitar, quantas alegrias podemos esperar. >> Não basta crer, é preciso compreender, sentir e viver as verdades eternas. Kardec, tua obra é luz acesa no mundo. E luz não morre, luz ilumina. Convidamos todos, de mentes e corações abertos, a se deixarem tocar pelo nosso momento artístico com a apresentação do lítero musical Entre Céus e Cores. No palco, dois músicos, um homem e uma mulher, ambos de pele clara. Uma narradora, mulher de pele clara, cabelos ruivos e ondulados, vestindo calça jeans, camiseta preta, escrito Kardec e terninho cor- deosa. No telão: Cenas da natureza e da vida humana. Ato um. Cenário de reunião mediúnica composta por quatro pessoas. Senhora Fulon. Mulher de pele clara, cabelos loiros, vestindo saia azul escuro, camisa branca com manga longa e colete azul royal. Ameli, mulher pele clara, cabelos ruivos e ondulados, vestindo camisa branca com um laço dourado, casaco preto e saia longa preta. Narradora Camila. Uma mulher pele clara, cabelos castanhos escuros e cacheados, vestindo calça preta, blazer de linho, blusa preta, sapatos da cor caramelo. Ato dois. Médico russo, homem alto, moreno, com barba, vestindo calça preta, casaco preto, colete verde e óculos redondos. Conversando com um dos médiuns da mesa mediúnica. Ato três. Nut telão, céu estrelado, um livro e Kardec escrevendo com uma pena. Narradora Camila. Ato quatro. Narradora Camila e grupo de pessoas que representam os espíritos em diferentes estágios de evolução. Vestem camisetas do congresso de cores diferentes. Ao final entram todos os artistas em cena. Fim da audiodescrição. Levanta-te, homem no mundo, que a tua missão te espera. [música] As cores da primavera, quando o inverno se for, serão dádivas de amor, de um sentimento profundo. Mas és tu, homem no mundo, por tudo que realizas, que a humanidade precisa na carência de valores, levanta-te e rega as flores que o mundo se moraliza.

erão dádivas de amor, de um sentimento profundo. Mas és tu, homem no mundo, por tudo que realizas, que a humanidade precisa na carência de valores, levanta-te e rega as flores que o mundo se moraliza. Levanta-te, [música] homem no mundo, vais reunir teu rebanho. Nunca serás um estranho a [música] quem estendas a mão. Terás admiração de pouco bem verdade, mas é na dificuldade que o forte se realiza, que sonha, [música] que idealiza com os recursos que tem. É pelos homens de bem que o mundo se moraliza. A sombra desaparece quando acendemos a luz. Força que vem de Jesus para iluminar as consciências. Apesar das resistências, é o bem que prevalece. As energias da prece com a intenção mais sincera estimula, recupera, revigora e tranquiliza. O mundo se moraliza e o planeta regenera. >> Boa sorte, amores. Tudo certo. >> Pois bem. Oi, >> meu amigo. Considero-me feliz agora. Estes míseros olhos que se enfraqueceram a ponto de não me deixarem mais que a recordação de coloridos prismas da juventude de esplendor cintilante. [música] Estes olhos, digo, abriram-se aqui para rever horizontes esplêndidos. idealizados em vagas e produções [música] por alguns dos vossos geniais artistas. Mas cuja exuberância majestática, severa e consequentemente grandiosa, tem o cunho da mais completa realidade. Não há mais de três dias que desencarnei e sinto que sou artista. As minhas aspirações atinentes ao ideal do belo artístico, mas não eram que a intuição de [música] faculdades adquiridas em anteriores existências e na última [música] encarnação desenvolvidas. Por que vos incomodar assim, minha boa amiga? [música] com o motivo da minha morte. Vós, principalmente [música] vós, que conheceis as decepções e amarguras da minha existência, deveris antes regozijar-vos em sabendo que não bebo mais [música] na taça amarga das dores terrenas? Tá se esgotada até as féses. Crede-me, os mortos são [música] mais felizes que os vivos. E prantiá-los é duvidar das verdades espíritas. Tornareis a ver-me. Ficai certa.

aça amarga das dores terrenas? Tá se esgotada até as féses. Crede-me, os mortos são [música] mais felizes que os vivos. E prantiá-los é duvidar das verdades espíritas. Tornareis a ver-me. Ficai certa. Se partir primeiro, é [música] porque finda estava a tarefa, que aliás cada qual tem na terra. Assim, quando a voz for completada, [música] vireis repousar um pouco junto de mim. Para recomeçar mais tarde, atento ao [música] princípio de que nada é inativo na natureza. Voltarei a conversar [música] convosco, pois não vos esqueçais de que sou uma conversadora infatigável. Ai, mas quanto trabalho para reproduzir uma obra prima digna da cena que sentou-lhe o espírito chegado às regiões da luz. Pincéis, pincéis. E eu provarei ao mundo que a arte espírita é o complemento da arte pagã, da arte crista que pereclita, cabendo somente o espiritismo, a glória de revivê-la com todo o esplendor sobre o vosso mundo deserdado. possam essas comunicações fortalecer-vos na fé, no amor de Deus. Esse Deus que tantos benefícios nos prodigalizou, que tantas e tantas vezes socorreu a vossa mãe. Orai sempre, [música] que a prece revigora. Adeus. Até breve. [música] Eu vlo suplico por vós. Crede na bondade divina. Até sempre. >> Quando me deparei [música] com o fim desse existir, precisei me despedir. [música] >> Apenas para anotar [música] uma missão a continuar. A velha casa retornar nas [música] vicissitudes do mundo, no pranto dos dias escuros, encontro o meu [música] porto seguro na infinita bondade de Deus, já que as dores [música] são só temporárias, são lágrimas que ensinam calma. [música] Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. >> Nas vicissitudes o mundo no pranto dos [música] dias escuro. Encontro o meu porto seguro na infinita bondade de Deus. Já que as dores são só temporárias, [música] são lágrimas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. Os olhos da alma. >> já que as dores são só temporárias, são lágrimas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei

imas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. Os olhos da alma. >> já que as dores são só temporárias, são lágrimas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da senta. Pinos. Estáis presente? >> Sim. No dia da minha morte vos persegui com a minha presença e resistes às tentativas que fiz para escreverdes. As palavras que a meu respeito dissestes deram ocasião a que vos reconhecesse. E daí o desejo de me entreter convosco para vosso benefício. Bom, comois, por sofrestes tanto? Porque ao Senhor aprouve fazer-me sentir duplamente por esse meio o preço da minha libertação, querendo ao mesmo tempo que na terra progredisse o mais possível. A ideia da morte causou-vos terror. Tinha bastante fé em Deus para que tal não sucedesse. O desprendimento foi doloroso? Não. Isso que denominais últimos momentos nada é. Eu apenas senti um rápido abalo para encontrar-me logo feliz. inteiramente desembaraçado da míera carcaça. E que sucedeu depois? Tive o prazer de ver aproximarem-se inúmeros amigos, notadamente os que tive a satisfação de ajudar, dando-me todos as boas-vindas. Que regiões habitais? Acaso algum planeta? Tudo que não seja planeta constitui o que chamais espaço, e é neste que permaneço. O homem não pode, contudo, calcular, fazer uma ideia sequer do número de gradações desta imensidade. Logo, deveis ter tido muitas existências. >> Nem podia ser de outra maneira. Nada há excepcional na ordem imutável do universo estabelecida por Deus. A recompensa só pode vir depois da luta vencida. Assim, se grande for aquela, é que também esta o foi. Enecessariamente. Em que consiste a vossa felicidade? Isso é mais difícil de vos fazer compreender. Essa aventura que gozo é uma espécie de contentamento extremo de mim mesmo, não pelos meus merecimentos, o que seria orgulho. E este é predicado de espíritos atrasados, mas contentamento como que saturado, imerso no amor de Deus, no reconhecimento da sua infinita bondade. Tivestes a bondade de exprimir o desejo

eria orgulho. E este é predicado de espíritos atrasados, mas contentamento como que saturado, imerso no amor de Deus, no reconhecimento da sua infinita bondade. Tivestes a bondade de exprimir o desejo de me ser útil. Peço-vos me digais em que posso ajudar-vos e amparar nos desfalecimentos, fortalecer-nos momentos de desânimo, consolar-nos de aflição. Se a vossa fé se abalar e qualquer comoção vos perturbar, evocai-me, porque Deus me permitirá. Vou-lo fazer lembrado, atraindo-vos para ele. Porque faço ju essa proteção que quereis dispensar-me? Eis a razão. A vóz me afeiçoei logo no dia da minha morte. É que como espírito vos vi do Espiritismo adepto, sincero e bom médium. E como dentre tantos que aí deixei, fostes vós que vi primeiramente, logo me propus contribuir para o vosso progresso. Não me julgo digno de tão grande favor, >> mas por certo que bem longe estais da perfeição. Não obstante o vosso ardor na divulgação das sãs doutrinas, o cuidado em manter a fé dos que vos ouvem, em aconselhar a caridade, a bondade e a benevolência, mesmo para os que convosco mal se conduzem, a resistência aos instintos de cólera, que, aliás, facilmente poderíis descarregar nos que vos afligem, por ignorantes da vossa intenções. Tudo isso atenua à maldade que ainda possuí. Convém que o diga: O perdão das ofensas é de tantas uma das mais poderosas atenuantes do mal. Deus vos cumula de graças pela faculdade que vos concedeu e que deveis desenvolver pelo esforço próprio, a fim de cooperardes na salvação do próximo. Vou deixar-vos, porém contai sempre comigo. Preciso se faz. Modereis as ideias terrenas, vivendo o mais possível com os amigos do espaço. >> O que eu sou? [música] O que há dentro de mim para onde vou? >> Como enfrentar a vida e, apesar da dor, compreender [música] o amor. Tente [música] ouvir o coração, perceber a voz de Deus. Deus dizendo que há um mundo novo para [música] conquistar, aprendendo a amar. >> Alimente o perdão. [música] Lembre de sorrir. Vamos tentar [música]

[música] ouvir o coração, perceber a voz de Deus. Deus dizendo que há um mundo novo para [música] conquistar, aprendendo a amar. >> Alimente o perdão. [música] Lembre de sorrir. Vamos tentar [música] descobrir a paz de quem tira a mágua [música] do coração. Sinta o amor, a presença de Deus. >> E se somos todos filhos seus, não há rea noite escura vai passar, que o amanhã será melhor. É só você acreditar. >> Tente ouvir [música] o coração. Perceber a voz de Deus, [música] dizendo que há um mundo novo [música] para conquistar, aprendendo a amar. Sinta o amor, a presença de Deus. Deus. [música] E se somos todos filhos céus, nós para se entregar. A noite escura vai passar e [música] o amanhã será melhor é só você. acreditar. >> No. >> Não basta crer. É preciso compreender, sentir e viver as verdades eternas. Você me pergunta, alma querida, quais as minhas impressões [música] sobre a obra de Allan Kardec, especialmente o céu e o inferno? Recebo essa questão com profundo respeito, pois sei [música] que se trata de um interesse sagrado para a sua instrução [música] e para o coração de muitos outros. Houve um tempo em que eu vivia na terra, conhecia a dor das perdas, vi partir aqueles que eu amava e no [música] íntimo algo em mim também morria, não me revoltava, mas a dor e a perplexidade eram minhas companheiras. >> Chegou então o meu dia, a desencarnação. [música] Não era incrédula, mas também não sabia o que me aguardava. O corpo velho e cansado tornou-se cárcere e quando [música] parti, mergulhei em confusão [música] e silêncio. Até que despertei, vi acolhida num asilo espiritual, jardins, flores, serenidade. enfermeiros e médicos me explicaram, a vida continua. Eu, que nunca seguir a religião alguma, percebi [música] que o bem que tentei praticar, a responsabilidade familiar, a dedicação simples haviam se tornado minha prece [música] silenciosa. Logo passei a estudar. a viver e [música] aprender em um lar espiritual erguido sobre obras de amor. [música] Ali ouvimos palestras,

edicação simples haviam se tornado minha prece [música] silenciosa. Logo passei a estudar. a viver e [música] aprender em um lar espiritual erguido sobre obras de amor. [música] Ali ouvimos palestras, lições, aprendizados e pela primeira vez escutei no além [música] sobre o céu e o inferno de Allan Kardec. Ah, que lógica sublime, [música] que clareza para explicar a morte, a justiça divina, a vida. E o [música] que mais me tocou foi o Código Penal da Vida Futura. Não precisamos morrer para aprender as leis da felicidade. Podemos vivê-las já, aqui e agora? Descobri que o bem e a virtude [música] são defesas naturais da alma e que o amor, diante da misericórdia divina cobre a multidão de pecados. Por isso, hoje [música] agradeço a Kardec, esse cartógrafo da imortalidade, por nos entregar um verdadeiro mapa do tesouro eterno. Amigos, estudem, vivam, amem. Conhecer para viver melhor, amar para regenerar-se. Eis o que desejo a todos. [música] Um espírito renovado pelo espiritismo. passos que caminhei no escuro. a luz depois dos pés [música] machucados. Só sabemos, eu e Jesus paguei [música] o preço proposto pela prova edificante e com o coração vivificado, cheio de amor, [música] fui adiante, nova luz me esclarecendo. [música] me abrindo os olhos de ver e a clareza do espiritismo [música] e proteção de Jesus para crescer. [música] O Espiritismo e suas verdades. A Deus, nosso pai conduzem. Com suas asas de luzes, exemplos de amor nos induzem, alçando um voo ascendente nas asas de luz da doutrina, planam centelhas brilhantes, [música] orbitando. A luz divina. Meus queridos, chegamos ao final de nossa jornada, onde a luz da espiritualidade se encontra com as cores da vida. >> Hoje celebramos as verdades eternas que nos unem, a fé, o amor e a [música] compreensão. Em o céu e o inferno, Allan Kardec [música] nos ensina que a vida continua. que cada [música] um de nós é responsável por sua própria evolução. Não basta crer. É preciso compreender, sentir [música] e viver as verdades eternas.

Kardec [música] nos ensina que a vida continua. que cada [música] um de nós é responsável por sua própria evolução. Não basta crer. É preciso compreender, sentir [música] e viver as verdades eternas. >> Assim como a nossa querida [música] Madame Ful, sagem de amor [música] e superação. E o médico russo [música] que compartilhou a sua alegria em ajudar [música] e a sua fé. A nossa querida Gabi [música] Amel Gabriel Bud, pilar fundamental [música] na codificação da nossa amada doutrina, exemplo de força e [música] de perseverança. Nós também somos convidados a [música] refletir sobre as nossas próprias vidas. A vida, [música] uma série de provas e conquistas. E cada um de [música] nós tem um papel fundamental a desempenhar. Devemos nos levantar [música] e regar as flores do bem, como nos lembrou a poesia. [música] >> Allan Kardec, tua obra [música] é luz acesa no mundo e luz não morre. Ilumina. É nosso dever seguir em frente, [música] apoiar-nos uns aos outros, contribuindo na construção de um mundo mais justo [música] e amoroso. cada um de nós. Lembre do chamado à ação, [música] da responsabilidade que temos em nossas mãos. Devemos [música] ser luz, luz na vida uns dos outros, ajudando assim a moralizar o mundo com amor e com [música] caridade. >> Venho dizer Obrigado, amigo, [música] por ter desvendado o dom [música] de saber de onde vim, porque estou aqui para onde vou, como ser feliz, Vamos encontrar [música] Jesus com seu trabalho. Hoje temos o [música] consolador que nos trouxe o Cristo [música] rede vivo e a nossa fé. Hoje é raciocinada. Não há mais nada o que temer [música] apenas caminhar e a sua [música] luz vai brilhar na terra. Porque a verdade encerra e assim [música] digo Kardec, obrigado [música] pelo Espiritismo, por ter renunciado pelo Espiritismo e a vida dedicado ao espírito. >> e a sua [música] luz vai brilhar na terra, porque a verdade encerra. E assim [música] digo, Kardec, obrigado pelo Espiritismo, por ter anunciado pelo Espiritismo e a vida dedicado

cado ao espírito. >> e a sua [música] luz vai brilhar na terra, porque a verdade encerra. E assim [música] digo, Kardec, obrigado pelo Espiritismo, por ter anunciado pelo Espiritismo e a vida dedicado ao Espiritismo, ao espiritismo. Pera aí, pera aí, pera aí. >> Que a paz e a luz de Deus nos acompanhem sempre e que possamos nos reencontrar. >> entre céus e cores para celebrar a vida [música] e a evolução espiritual. >> adormecer [música] para despertar a certeza [música] de que a vida vai continuar. me [música] entender como imortal, educar o coração de forma natural, com amor [música] que as dores são pequenos instantes em meio à imensidão da essência infinita. [música] Vida nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que [música] vive dentro de mim. Amor e explosão já não posso reprimir. Sou supernova que insiste em evoluir, adormecer para despertar [música] a certeza de que a vida vai continuar. Me entender como imortal. [música] Educar o coração de forma natural. [música] A dor ensina humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir. Como estrela que ilumina o [música] porv. Vejo renovação e um novo [música] começo que inicia no partir. É que final este não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. [música] Imortal é o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. [música] Sou super nova que insiste em evoluir. [música] Só gente é que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso repreir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. Ah, sou super. Nova que insiste [música] em evoluir. Sou supernova que insiste em evoluir. Mais uma vez, [música] sou super nova que insiste em evoluir. >> Vamos juntar todo mundo ali.

ste em evoluir. Ah, sou super. Nova que insiste [música] em evoluir. Sou supernova que insiste em evoluir. Mais uma vez, [música] sou super nova que insiste em evoluir. >> Vamos juntar todo mundo ali. >> Muito obrigado, muito obrigado pela bela apresentação que emocionou a todos. Realmente foi muito emocionante. Registramos e agradecemos a nossa equipe da área de arte espírita da FERGs, que abrilhantaram todo o nosso congresso e convidamos os trabalhadores da arte para que permaneçam no palco conosco. Amigos, gostariam de relembrar que há documentos e pertences que foram encontrados que estão à disposição no setor de achados e perdidos. E agora chamamos ao palco o presidente da FERGS, Antônio Nascimento, e os vice presidentes. Vinícius Lousada, Iraci Oliveira, Lia Mara Nascimento [aplausos] e Adriana Pis. >> Afinal, Este não é o fim, é o fim só do congresso. Mas nós continuaremos na nossa jornada de amor, de esperança. Como disseram aqui, devemos todos levantar e regar as flores. Que façamos o nosso melhor aqui enquanto estamos aqui. Quando retornarmos à pátria espiritual, que a gente possa fazer ainda mais, tendo a certeza de que a espiritualidade superior está sempre conosco. Muito obrigada a cada um de vocês que nos trouxe tanto carinho, que nos pelos abraços maravilhosos que eu me reenergizei e que vou levar esse carinho, esse amor no meu coração. Que cada um de vocês siga fazendo a sua parte, o seu melhor. Gratidão. A vida futura começa no próximo milissegundo. Que maravilha que estivemos aqui nesses dias. Só nos resta da nossa parte agradecer a todos estes momentos maravilhosos de união, de fraternidade, de abraços. agradecer a Deus, né, a espiritual mentora que esteve conosco, a todos os nossos amigos conferencistas, os expositores e essa equipe de trabalho aí que desde muito antes do Congresso vem trabalhando para planejar e executar este evento, um evento com Jesus. gratidão e que essas luzes que caem sobre nós neste momento permaneçam conosco na nossa vida futura

muito antes do Congresso vem trabalhando para planejar e executar este evento, um evento com Jesus. gratidão e que essas luzes que caem sobre nós neste momento permaneçam conosco na nossa vida futura hoje, agora e sempre. Gratidão. Meus amigos, nós recolhemos durante esses dias lições maravilhosas. Lições de paz, de caridade, de esperança. O nosso mundo precisa de paz. Precisa, como dizia o Antônio, que os obreiros do Senhor se coloquem à disposição do trabalho no bem. Nós vamos retornar aos nossos lares, as nossas ocupações comuns, as responsabilidades diárias, que Jesus abençoando-nos através de nós semeie esperança e paz nos corações. Muito obrigado. Amigos, esta noite eu não conseguia dormir porque eu ficava escutando assim: "Abre na escuta, Adre na escuta". E quando isso parava, aí eu escutava assim: "É que é a final, esse [risadas] não é o fim imortal". Pelo jeito vocês também não parar para escutar [risadas] essa música. É que eu lei a Sandra que me inspirei para fazer umas gracinhas para vocês. Eu tô muito feliz. Nós tivemos um belíssimo congresso. Tivemos abraços, conversas fraternas, tivemos arte. E que arte, pessoal. Parabéns pros nossos artistas. >> Tivemos os nossos convidados e que convidados. Graças a vocês, nós vivemos dias cheios de evangelho e cheios de espiritismo. E vamos sair daqui muito melhor preparados para viver no corpo e continuar vivendo fora dele. Vocês sabem que nós trabalhamos muito, você sabem. E não trabalhei sozinha, nenhum de nós trabalhou sozinho. Nós trabalhamos com uma grande equipe. E para representar essa grande equipe, eu chamo aqui ao palco os meus queridos coordenadores de setor. Podem passar aqui. >> Isso, amigos. Primeiro eu quero dizer que eu concordo com todos. O trabalho é uma bênção para todos nós. É a nossa redenção. E como disse Adriana e todos nós falamos, aqui a gente se rebastece, aqui a gente renova o nosso compromisso. Aqui a gente esquece os problemas, como a gente sabe, porque muitos vieram para cá e vão encontrar quando retornar

odos nós falamos, aqui a gente se rebastece, aqui a gente renova o nosso compromisso. Aqui a gente esquece os problemas, como a gente sabe, porque muitos vieram para cá e vão encontrar quando retornar desafios, dificuldades, lutas. Mas esse também é o objetivo do congresso, nos abastecer para que a gente possa viver no mundo carregando as marcas do Cristo, mas sendo aquele sal da terra, escolhendo ser espírita, mas não somente espírita, experimentador, imperfeito. Não podemos mais nos conformar com isso. Exaltados, espíritas verdadeiros. E para isso temos que nos ligar com a mensagem do Cristo. Temos que ser espíritas cristãos. Esse evento vai prosseguir porque tem um desdobramento nas várias atividades que estão acontecendo. Palestrantes aqui, o Lália vai pra Serra, temos atividades. O movimento espírita tá muito dinâmico, porque a luz reflete em todos nós. E basta que a gente espalhe essa luz no trabalho, na sociedade, na família, onde quer que a gente esteja naquele momento, que a gente floresça. Mas o evangelho é essencial. Aprendemos as consequências das nossas escolhas, né, que são livres, mas Deus estará presente então na colheita. que a nossa vida tenha cada vez mais sentido e valor, porque ela é muito rápida, passa muito rápido. Não podemos perder um dia sequer, não podemos ficar abandonar as fileiras. E se eventualmente a gente se extraviou, a gente se confundiu, a gente se acomodou, vamos voltar, vamos trabalhar junto, a gente precisa. A seara é grande, são poucos os trabalhadores. E o trabalho pro Cristo. O ano que vem, fevereiro, a Féx faz 105 anos. O aniversário da Féx é dia 17, vai dar bem no carnaval, ali nos feriados. É difícil da gente mobilizar. Então, nós ampliamos, transferimos um pouquinho. O nosso evento de aniversário vai ser no dia 28 de fevereiro. Vamos trabalhar o evangelho como obra essencial para a nossa transformação e para sustentar o cristão no mundo. Teremos como convidados já confirmados, anotem aí, Carlos Campete e o Artur Valadares.

. Vamos trabalhar o evangelho como obra essencial para a nossa transformação e para sustentar o cristão no mundo. Teremos como convidados já confirmados, anotem aí, Carlos Campete e o Artur Valadares. Só nós temos um problema, meus amigos. Ele vai ser, o evento vai ser no Teatro do Burbon Country. Ele tem só 110 lugares. Não vai caber todo mundo. Então não deixem para última hora para se inscrever. Assim que sair se inscrevam, senão vão ter que se acompanhar virtualmente. Muito obrigado. Muito obrigado pela presença de todos. [aplausos] >> Para nós encerrar, a gente tá aqui com duas almas queridas. Cleusa foi a nossa vice doutrinária na primeira gestão e num processo necessário da gente trabalhar junto, em conjunto e com estratégia. Inclusive ela foi pra área do livro para liberar Rosi, para o I Vinícius entrar e pra gente ir se preparando para os desafios pela frente. Então a gente trabalhando junto em nome de toda a equipe, porque esse é o sentido, trabalho conjunto, comum e impessoal. A gente vai fazer uma prece conjunta. Então, amigos queridos, neste momento, o ápice deste reencontro, reencontro de almas nos dois planos da vida. [música] O convite primoroso chegou. Que possamos aceitar o convite de Jesus, vivenciando [música] dia a dia os seus ensinamentos. [música] Temos conhecimento [música] da nossa pequeneza, mas a certeza que esses benfeitores amigos [música] reconhecem o esforço que cada um de nós faz para nos tornarmos pessoas melhores. >> Então, aceitemos esse convite e sigamos unidos, fortalecidos [música] por esse sentimento de união e unificação. que o espiritismo, essa doutrina que [música] é luz na vida de cada um de nós, nos vem ensinando [música] e mostrando o caminho da luz. Façamos brilhar a nossa luz. >> Mestre, amigo de todas as horas. Não há como não nos dirigirmos a ti com o coração enternecido, guardando a certeza [música] que nos escutas e vibras por todos nós. Não nos cabe diante de tantas emoções e felicidades [música] que esses dias dispuseram a todos nós, [música]

o coração enternecido, guardando a certeza [música] que nos escutas e vibras por todos nós. Não nos cabe diante de tantas emoções e felicidades [música] que esses dias dispuseram a todos nós, [música] senão pedir, pedir que essas vibrações de paz, amor e elevação alcancem os filhos do Calvário, os nossos irmãos [música] em dores. físicas e sofrimentos morais, os que se encontram [música] naquelas regiões em que o bem parece demorar a chegar, onde a violência tem campeado, [música] onde o abandono pareça ser uma constante Espalhe até eles, amigo divino, [música] através das falanges dos teus servidores, essas mesmas vibrações que aqui sentimos, [música] que uma esperança se faça nesses corações doloridos [música] e que os trabalhadores do evangelho >> Acordemos para espalhar as boas sementes [música] da boa nova iluminada pelo pensamento espírita. Mestre [música] amigo, benfeitores, amigos, vocês sabem das nossas [música] sombras, nas nossas imperfeições, queremos nos tornar dignos [música] de que o reino de Deus, de paz, de [música] bem-aventuranças, de bênçãos, esteja dentro de nós, nos nossos olhos. nos [música] nossos ouvidos, no nosso coração, nas nossas ações, no nosso pensamento. E por isso te pedimos a oportunidade de trabalharmos na tua seara com afinco, [música] nos dê trabalho, nos dê oportunidade, crianças para evangelizar, almas para estudarmos juntos a doutrina espírita. oportunidade de orientar no atendimento fraterno, na recepção, [música] no trabalho com as famílias, na assistência social, na mediunidade, na arte, [música] em todas as partes. Senhor, que o trabalho nos oferecido possa permitir [música] que a nossa multidão de equívocos do passado seja [música] coberto com o manto do amor que também tu nos envolve. [música] Muito obrigado, mestre, por esses dias, [música] pela nossa vida e pelo por vir. Que assim seja. >> Está encerrado então o nosso 13º congresso, liberados [música] os abraços finais e só uma pequena indiscrição que eu não me aguentei, Sandra. [música]

ela nossa vida e pelo por vir. Que assim seja. >> Está encerrado então o nosso 13º congresso, liberados [música] os abraços finais e só uma pequena indiscrição que eu não me aguentei, Sandra. [música] Quando a Sandra chegou aqui, a gente não poôde atender alguma uma solicitação dela de última hora que era uma rede e não conseguimos achar porque não deu para furar a parede do hotel lá para botar, tá? Mas vai e vem, a gente conversa, nós conseguimos fazer com que ela experimentasse daqui, ela saísse gaúcha. Olhe nas redes sociais a foto da alegria da Sandra tomando um legítimo chimarrão. Que bom. Um abraço a todos. Vão em paz, meus amigos. Obrigado pelas caravanas. Obrigado por tudo. Vocês são demais. [música] Obrigado. >> Melhor que encomenda que eu não faço com a com a boa logística, né? Coisa boa. Tu confessou porque eu não gosto desse volta, meus queridos, dessa vez, pela última vez, nos despedindo dessa transmissão online também, né, querido Diogo? Quanta emoção, né, Duda? O nosso último dia do nosso 13º Congresso Espírita trouxe um momento de arte belíssimo, um momento de sensibilização agora com o pessoal que tá aí nos ouvindo e tem abraços na tela. É isso, produção aqui, ó, pra gente assistir junto, pessoal tá assistindo aí na live também. Abraço pro pessoal do auditório que tá indo embora, gente. >> Olha só, quanto abraço maravilhoso. >> Abra vocês >> aí em casa também. Sinta o nosso abraço. Duda, quero te dar um abraço aqui também. >> Olha aí, ó. Vamos dar um jeito. >> Ai, que prazer, amiga. >> Maravilhoso, amiga. E a gente quer aproveitar aqui também, mandar um abraço pro pessoal que tá no chat aqui comentando. Eh, Luciana Cardoso, maravilhoso, emocionante. A Carmen Cailava tá dizendo aqui, ó, eh, gratidão a todos os envolvidos, tudo maravilhoso. Parabéns, Ana Jara Tavares, Aninha dizendo que lindo >> isso. A Isabel Cristina também, que cada supernova retorne para seus lares, iluminando caminhos e recebendo as bênçãos amorosas de Deus. Amém, amiga. Olha só que legal também aqui, ó. Eh,

que lindo >> isso. A Isabel Cristina também, que cada supernova retorne para seus lares, iluminando caminhos e recebendo as bênçãos amorosas de Deus. Amém, amiga. Olha só que legal também aqui, ó. Eh, que assim seja e assim será. Um abraço de Carazinho no Rio Grande do Sul, estudante da casa espírita Perseverança Salvadora, >> pessoal de Bajé, de Viamão, Vitória da Conquista na Bahia. Eu vi um pessoal também aqui de Brasília no chat. Um grande abraço, gente. >> É, nós temos aqui também, ó, e a Elga dizendo muito obrigada, queridos organizadores desse congresso. Acreditem que muita luz foi espalhada nesse final de semana sobre o nosso querido Rio Grande do Sul. E senhor presidente da Félix, cada vez que falaste chorei contigo. >> Sim, é a Maria Aparecida fala da gratidão a todos os envolvidos por tantos momentos de luz. Deus os abençoe e fortaleça nessa caminhada. Fraterno abraço. Obrigada, amigo. >> Um abraço também para o representando o Novo Hamburgo no Vale dos Sinos. Que maravilha esse 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. >> E o pessoal já tá empolgado para 2027, né, Diogo? No chat. As expectativas já estão lá em cima, já tá, já estão ansiosos para continuar vivendo essa experiência, né? E como o nosso presidente anunciou antes de 2027, né? >> Não precisa esperar tanto, né, Duda? Não [risadas] precisa esperar tanto. A gente vai ter os 105 anos da FERGS, dia 28 de fevereiro de 2026, >> que será transmitido também tem espaço de 1000 e alguma coisinha de vagas ali na eh era 100, um pouquinho menos talvez, salvo engano. E o pessoal vai poder, além de estar presente no Burbon Country lá conosco também assistir, porque é tudo transmitido, né, Duda? Sim, vai ser tudo transmitido e a gente vai contar então com esses convidados maravilhosos, incluindo aí o Artur Valadares e o Campete. E olha só quem chegou aqui no nosso estúdio, Diogo, >> agora nós vamos receber esse pessoal que vai nos contar como é que foi esse final lá no palco. Inac >> Ai, [risadas] >> acho que ele já disse,

e. E olha só quem chegou aqui no nosso estúdio, Diogo, >> agora nós vamos receber esse pessoal que vai nos contar como é que foi esse final lá no palco. Inac >> Ai, [risadas] >> acho que ele já disse, >> foi maravilhoso, né? uma chuva de luzes, de abraço, de fraternidade, um alto astral, como se diz, né? O fruto do trabalho de de toda essa preparação, dessa equipe, essa dedicação ao longo desses tempos, né? a participação do público, dos nossos conferencistas que vieram, os nossos expositores e esse momento de encerramento, né, que como a gente disse, né, a vida futura começa agora e ela está começando, né, e o nosso congresso foi esse start para que a gente melhore cada vez mais paraa nossa vida futura, né, >> sabendo que tudo é impermanente, né, mas no mundo físico, mas o espírito vai ficar. E o espírito do 13º Congresso, espírito do Rio Grande do Sul, vida futura, permanência, imortalidade, a luz do Espiritismo está nas nossas mentes, nossos corações e vai contribuir sempre para a nossa evolução espiritual. >> E vamos continuar vivenciando esses ensinamentos, se Deus quiser, né? E agora chegou o nosso a nossa celebridade do chat que todo mundo se emocionou, que todo mundo agradeceu, o nosso querido presidente da FEGs, Antônio, amigo, o que que tá passando nesse coração agora? >> Eu confesso para vocês que eu não consigo processar ainda, né? >> Não caiu a ficha, >> é muita coisa, né? [risadas] Porque a gente começa um congresso com os desafios, redução de espaço, com muitas, muitas dúvidas assim, né? Apostando, né? Mas a equipe realmente superou, o público atendeu e a espiritualidade assim presente, esse clima, né? O que a gente mais ouviu foi que o pessoal, a a diminuição de espaço, ela beneficiou, tornou mais intimista e fez com que as pessoas estivessem mais próximas, né? e de várias pessoas que são sempre muito atentas, assim, aquela pessoa crítica a crítica construtiva que ela sempre tem um detalhe assim, fizeram questão de vi antônio, o congresso superou, eu não

né? e de várias pessoas que são sempre muito atentas, assim, aquela pessoa crítica a crítica construtiva que ela sempre tem um detalhe assim, fizeram questão de vi antônio, o congresso superou, eu não esperava tanta coisa boa, realmente é um envolvimento, é uma vibração. Esse realmente é um congresso espírita que é o que a gente sempre luta para fazer, né? Cada congresso tem a sua realidade, um grupo que se reúne, as dificuldades, o espaço, né? Mas certamente a temática nos ajudou muito. Os nossos expositores, né, que vocês viram, né, as rodas de conversa, tudo muito boa, o público, né, >> realmente é algo fantástico. pra gente que tem nessa eh que trabalha junto com equipes que se desdobram, né? Ali no palco foi só uma parte dos coordenadores de setores, são vários voluntários que estão trabalhando aqui, outros que trabalham ao longo do tempo, né? Que vibram, que constróem, né? é um congresso do movimento espírita e por isso toda essa pujança, por isso todo esse investimento da espiritualidade é algo fantástico. >> E mesmo com todo esse feedback positivo, a Ferg sempre se preocupa em colocar um canal de disponibilidade pros nossos congressistas eh darem a sua opinião no sentido de construção para uma próxima edição, né, Antônio. Sempre é congresso, porque a gente sempre fica atento o que que você pode melhorar, onde a gente atendeu, aonde não atendeu, né? e são oportunidades. Então essa crítica é fundamental que os que participaram aqui presencialmente, virtualmente nos auxiliem para que cada no congresso ou cada evento que tu faça, você possa melhorar em detalhezinhos ali, né, que não são detalhes meramente estéticos, que não são eh qualquer algo sem muito sentido, mas que tem fundamento e que vai ajudar num aquele avanço, né, progressivo para que a gente possa oferecer cada vez mais espaços melhores. Eh, as avaliações você pode fazer aqui nesse QR code, só colocar ali os seus dados e vai contribuir muito, com certeza. E Antônio, aqui no chat o pessoal diz: "Cada vez que você se

s espaços melhores. Eh, as avaliações você pode fazer aqui nesse QR code, só colocar ali os seus dados e vai contribuir muito, com certeza. E Antônio, aqui no chat o pessoal diz: "Cada vez que você se emociona, eles se emocionam contigo". Então é sempre uma emoção coletiva, viu, And? >> E para vocês, amigos que estavam ativamente no presencial, né? Contar para vocês dos estados, dos países, né? A gente teve aqui Bélgica, Austrália, Portugal, né? assim, convivendo com a gente no online. A gente teve isso, Uruguai, Brasília, eh Maceió em Alagoas, Natal, Rio Grande do Norte. Então todos os estados realmente eh presentes e todos os cantos aqui do nosso estado também presentes, né? >> É, isso é importante, né, Dud? Quanto faz um evento, ele tem uma localização numa cidade, numa região, num estado, mas é um congresso do espiritismo, né? Hoje a gente, né, tem um congresso que denomina mundial, eh, nacional, eh, estadual, né, algum algum evento regional, municipal, mas pelo alcance, né, e logicamente por todo o preparo, pela eh a gente tem que valorizar muito ali o nosso trabalho da mídia, né, do marketing. No marketing no sentido de divulgação, a gente vê um trabalho fantástico, né? Eu tô meus aplicativos aqui do celular, ele travou porque só tá o espiritismo, só tá, só tá a congresso espírita. Então, não consegui nem processar, né? conseguir nem postar, mas assim, vendo as manifestações, isso ele amplia, né? Ele envolve envolve os companheiros que não vieram até aqui, que estão em casa e que participaram ativamente. A gente teve notícias também, certamente aqui de vários centros espíritas que o pessoal se reuniu no centro para assistir juntos lá, né, para confraternizar, para tomar o chimarrão, tomar o seu café, o bolinho e tal. Isso é uma experiência também interessante porque leva de alguma forma esse esse senso de reunião da família espírita pro local lá. Muito bom. Muito legal. A nossa transmissão vai ficar depois gravada, né, nos nossos canais. A gente agradece os parceiros dessa

guma forma esse esse senso de reunião da família espírita pro local lá. Muito bom. Muito legal. A nossa transmissão vai ficar depois gravada, né, nos nossos canais. A gente agradece os parceiros dessa transmissão, a FEB Lives, a Web Rádio Fraternidade e a Federação Espírita do Paraná, que o pessoal também contribuiu bastante no chat. Abraços. >> Bom, você trouxe uma notícia muito boa agora sobre os 105 anos da FERX, que vem aí dia 28 de fevereiro. >> 28 de fevereiro. >> E vai ser mais uma oportunidade pro pessoal. >> Isso é evento de dia todo, tá? logo a gente vai, nós precisamos porque todos os eventos eles são construídos com um movimento espírita, né? Uma decisão de gabinete de uma diretoria fechada numa sala. E esse é o sucesso dos eventos, né, dessa energia, porque tu constrói com todo mundo, tu oportuniza, tu escuta, tu aprimora de evento a evento, né? E esse evento, então agora nós teremos o nosso Conselho Federativo Estadual que se reúne agora no final de novembro, no último sábado de novembro, dia 29, se não me falha a memória, né? Exato. >> Aonde nós vamos aprovar o projeto e uma vez aprovado daí a nossa equipe de comunicação prepara e possivelmente início de janeiro a gente deve ao final do ano ali a gente tá tá lançando as inscrições, né, que como a gente já manifestou ali vai ser uma preocupação, né, porque o local é limitado, né, e a gente sabe que certamente os espíritas, o movimento espírita, você companheiro, trabalhador, simpatizante, vai estar lá porque são 105 anos na nossa fitiva. temática, né, mais uma vez, né, com Artur Valadares, que não pôde ver, ele foi convidado, mas a agenda não permitiu que ele viesse no nosso congresso, 13º, mas daí diz: "Olha, eu vou no Rio Grande do Sul, então onde você vem no nosso aniversário e junto com Carlos Campete, que trabalha, coordena a questão do da a área de unificação, a vice de unificação lá da FEB, trabalha a questão do evangelho Rio de Vivo. Vamos trabalhar a temática do evangelho como algo essencial para as nossas vidas, para a

uestão do da a área de unificação, a vice de unificação lá da FEB, trabalha a questão do evangelho Rio de Vivo. Vamos trabalhar a temática do evangelho como algo essencial para as nossas vidas, para a nossa transformação. >> Perfeito, amigos. E o nosso tempo aqui é curto, a gente vai deixar vocês descansar um pouquinho que depois tem mais trabalho, com certeza. Mas a gente pede rapidamente as considerações finais de vocês. Então, Iraci, amigo, por favor. >> As considerações finais é só gratidão, né? eh pelo trabalho de todos, pelo trabalho de de equipe de planejamento, como Antônio falou, desde o ano passado que vem trabalhando no planejamento, na organização e na execução de toda a equipe de voluntários, também dos expositores que vieram de alto nível, como dissemos, né, eh, de todos os os o pessoal, os que veio a este congresso, os congressistas que tiveram conosco nesse congresso, que é para os congressistas, né, a todos que assistem né, pela a oportunidade da lei do progresso de levar um congresso espírita como este é o mundo inteiro, né? E é claro, Deus que nos dá toda a luz, o mestre Jesus e a espiritualidade que esteve conosco sempre nos iluminando. A vida futura começa, sigamos em frente, eh, levando essas luzes que aprendemos aqui neste congresso espírita. >> Legal, Graci. >> Obrigada também. é muito gratificante, porque esta energia que nos envolve, ela nos fortalece, ela faz com que nós possamos ter a oportunidade de tomar algumas definições ou redefinições dos rumos da nossa vida. A gente continua sendo trabalhador, pai, cidadão, filho, primo, parente, colega. Vamos continuar enfrentando os desafios do mundo, né, como Jesus nos fala, das aflições. Mas um congresso como esse nos convida a sermos diferentes e a gente avança um pouco mais, mesmo que seja pouco, esse avanço é significativo na nossa jornada espiritual. Então, que a gente aproveite e nos comprometa com o Cristo, como disse Jesus, pegue a sua charrua e não olhe para trás. Seja efetivamente aquele

sse avanço é significativo na nossa jornada espiritual. Então, que a gente aproveite e nos comprometa com o Cristo, como disse Jesus, pegue a sua charrua e não olhe para trás. Seja efetivamente aquele homem de bem, seja aquele espírita, seja aquele aquele que leva a mensagem de amor, de espiritualidade, porque a as lutas da matéria, do sensualismo, daquilo que é permanente, que de certa forma intoxica, vicia, distrai a muitos, ele tá muito forte. Nós precisamos ver além do horizonte, enxergar o além e desta forma redirecionar o nosso esforço, a nossa vida. Vamos juntos, meus amigos, porque essa é a nossa oportunidade de redenção. Talvez um convite único nesse momento está chegando até você. >> Muito obrigada, queridos. Aproveitem agora, descansem, né, pessoal? A gente tem mais convidados especiais para receber aqui. E, Diogo, a gente tem tanto assunto para falar, né? Tem tanta coisa que a gente, >> eu queria mandar alguns abraços, pode ser, Duda. >> Ah, claro, claro. Depois a gente fala. Então, a gente quer aproveitar aqui, mandar um abraço para o pessoal que tá em Angola, no país Angola, né, na África. E também abraço aqui especial pra Elizabeth Fernandes, dizendo: "Parabéns, belíssimo congresso, a Saionara Antônio Nascimento superando todas as as dificuldades e junto com toda a equipe fazendo o nosso coração pulsar emocionado e feliz." Olha que legal, Duda. >> Ai, demais, né, amigo? Demais. E olha só, já estão chegando aqui, né? magicamente >> mais amigos para colaborar com o nosso bate-papo aqui. Então, temos a Adri, temos o Vini, né, Adri? Conta para nós, começa contando para nós quantas coordenações você assumiu esse ano e qual o sentimento agora vosso congresso, amiga. >> Eh, é, esse ano assim, eu confesso para vocês que eu trabalhei um pouquinho mais, né? Eu tava ali na coordenação da infraestrutura e do voluntariado e a secretaria executiva. Então, acumulou um pouquinho, né? Mas eh acho que nunca na minha vida eu aprendi tanto em tão pouco tempo, né? Aprendi muito. Aprendi sobre o trabalho,

tura e do voluntariado e a secretaria executiva. Então, acumulou um pouquinho, né? Mas eh acho que nunca na minha vida eu aprendi tanto em tão pouco tempo, né? Aprendi muito. Aprendi sobre o trabalho, claro. Aprendi sobre pessoas, sobre convivência, sobre transformação. E isso nós sabemos o quanto é valioso essa possibilidade. Essa possibilidade é muito valiosa eh de na convivência e no exercício de alguma liderança. O Pinício tá aqui, é formado em liderança. a gente tem esse, a liderança tem esse condão assim de nos auxiliar a nos perceber enquanto criaturas, os sentimentos, as emoções e assim lapidando, percebendo, avaliando, né, o nosso comportamento e os nossos sentimentos diante de algumas situações, a gente vai também tendo essa possibilidade de avaliar e se aprimorar. Então, eu tô muito feliz, um pouquinho cansada, vou ter que descansar uns dois dias agora, né? Confesso [risadas] vocês, eu vou medar talvez uns dois dias. A gente vai encomendar uma rede especial paraa Adre, né? Que nem a Sandra pediu. Agora vamos dar uma redinha para >> Ah, me dei uma redinha, uma aguinha de coco, uma areiazinha, uma beira de mar. Não, não, não, não, não, não vai ter, porque eu tenho que estar aqui em Porto Alegre. >> E agora a gente já sabe para quem pedir bônus hora, né? Com certeza emprestar. >> Se vocês quiserem trabalho direto na área, me deem trabalho para eu não ficar fazendo bobagem. >> Bom, agora a gente vai falar com o Vinícius também, que é da viceidência doutrinária da FEG e falar um pouquinho sobre o tema do 13º Congresso. Necessário sempre a gente repassar esse tema para que a gente não viva só para essa existência, pra materialidade e também enxergue lá adiante, né, Vinícius? >> Então, Diogo, Duda, Adre, a gente tá muito feliz porque a gente pôde nesse congresso homenagear a obra Hercúlia de Allan Kardec. Perfeito. >> Nós espíritas não podemos nos descuidar da base doutrinária do espiritismo. E a gente pode trazer isso assim com profundidade e leveza. E a arteve um

gear a obra Hercúlia de Allan Kardec. Perfeito. >> Nós espíritas não podemos nos descuidar da base doutrinária do espiritismo. E a gente pode trazer isso assim com profundidade e leveza. E a arteve um papel fundamental. A gente brincava ali nos bastidores que a arte fez uma costura entre os painéis e a roda de conversa no mesmo patamar que eles, né? É uma outra linguagem apresentando a mensagem como deve ser. E a gente teve oportunidade de se emocionar, sorrir e meditar sobre a nossa vida enquanto espírito imortal. Esse foi um convite do congresso, que a gente pense sobre a vida espiritual, da qual nós só nos afastamos por alguns momentos, porque durante o sono eu brinco que a gente remorre porque nós voltamos ao mundo espiritual e logo mais nós vamos de vez. E a gente precisa viver a vida com sabedoria, trazendo os valores éticos, morais do espiritismo pro nosso cotidiano. Acredito, todas as atividades que foram desenvolvidas, os companheiros, como nós, a gente faz uma média por nós, foram sensibilizados para levar a vida sob o prisma da vida futura. E esse é o convite que o Espiritismo nos faz através da obra O céu e Inferno, com seus 160 anos. É verdade, amigo. Não só o pessoal que tá presencial aqui, eh, mas o pessoal que tá nos assistindo online, a gente tem mais abraços para mandar aqui para Itaguaí, no Rio de Janeiro, a Guirlanda Ribeiro, abraço, amiga. E a Viidiane de Campo Bom, um abraço, querida. Bom, a gente quer abraçar esses dois amigos, né? Vinícius de longa data, a Adre, que eu conhecia há um pouco menos de tempo, mas que tem um coração lindo, maravilhoso. E dizer que toda a dedicação de vocês e de todos os voluntários, mais de 150 pessoas, né, eh, pegando junto com Jesus nessa causa tão linda, né, que é levar a doutrina adiante. Então, eh, eu acho que agora em nome de vocês, assim, um abraço para esses colaboradores também, né, que estiveram, vocês já falaram no palco, mas eu acho que vale reforçar para que quem esteja nos vendo também sinta essa energia, essa vontade de dar a mão e

braço para esses colaboradores também, né, que estiveram, vocês já falaram no palco, mas eu acho que vale reforçar para que quem esteja nos vendo também sinta essa energia, essa vontade de dar a mão e caminhar junto com a gente >> e de ser um voluntário, né? Isso é um voluntário. [risadas] >> Isso mesmo. É quando a gente escolhe o time, né, que a gente vai convocar, enfim, nós temos sempre essa essa esse olhar de que seja alguém que esteja obviamente ligado a um centro espírita, trabalhando em um centro espírita e que tenha alguma afinidade ou com a gente ou com alguém que tá compondo a equipe, porque é uma grande equipe que define, né? Eh, e a gente sabe que ainda assim, por vezes, pode haver uma escolha que talvez não feche tanto, mas esse time desse ano, eu posso dizer para vocês, é a primeira vez que eu coordeno voluntariado, assim, eh, as escolhas foram muito felizes, assim, todos eles extremamente empenhados, aquele espírito de serviço, aquele bom ânimo, né? E nós ficamos muito contentes e não só os voluntários, mas os funcionários da FERX, né? esse grupo assim fantástico de colaboradores que a maioria deles já está junto da Fergs há muito mais tempo do que eu e a gente diz assim que realmente vestem a camiseta, dão muito mais do que a gente imagina, muito mais do que seria a obrigação, né? Então não tem como deixar de reconhecer esse super esforço que eles também fizeram. Estavam todos trabalhando nesse congresso, né? Todos felizes. A gente via rostinhos cansados, mas não faltava o sorriso, não faltava o abraço, desempenhando a perfeição dentro do possível, né, aquilo que eles competia, suas atribuições. Então, realmente, e como na condição de coordenadora do voluntariado, eu não poderia estar mais contente, né? E a infraestrutura, claro, contando também com a LB Eventos, que nos deu todo o suporte. Vocês sabem que nós tivemos algumas situações inesperadas, né, da questão da energia elétrica, mas assim, tudo absolutamente gerido com com muito cuidado, com muita presteza, diligência

odo o suporte. Vocês sabem que nós tivemos algumas situações inesperadas, né, da questão da energia elétrica, mas assim, tudo absolutamente gerido com com muito cuidado, com muita presteza, diligência para que a gente pudesse resolver as situações que surgiram, né? Então, a gente quer deixar aquele abraço bem apertado para todos mesmo. >> E hoje o Basso me dizia que ele faz 15 anos dessa parceria com a FR, debutou hoje nossa nossos parceiros, né? Um abraço pros nossos parceiros também. E o nosso tempo aqui já está se encaminhando pro final, amigos. Mas a gente queria expressar mais uma vez a nossa gratidão, né? E e que vocês sigam aí nessa caminhada com a gente, né? >> Exato. Parabéns, amigos. Muito [risadas] obrigado. Um abraço. >> Parabéns, queridos. Tá certo? A gente vai voltar pro chat aqui enquanto a gente recebe os nossos dois novos convidados que estão vindo aqui para conversar um pouquinho. >> Eh, o pessoal de Itaguaí, no Rio de Janeiro, um abraço especial para vocês. Pessoal >> de Camacuã também, aqui >> pertinho região sul do estado, né? Indo em direção a região sul. Quem mais aqui? Duda? >> A Saonara mandando abraços com muito carinho a todos. >> Campo Bom também. Um abraço para todos de Campo Bom. E agora nós vamos conversar com a Lia. Que bom que a Lia tá aqui, porque a gente ficou assim com um assunto que não deu tempo. Lá no primeiro dia, lembra, Lia, que a gente ia falar sobre acessibilidade e que exemplo maravilhoso a gente teve nessa 13ª edição do Congresso, né, Lia? >> É verdade. Sabe que assim, ó, às vezes a gente pensa, ã, o espiritismo sabemos que é para todos, né? E aí a gente disse: "Não, mas está tendo uma palestra, ele está sendo transmitido, mas quantas pessoas não ouvem? Quantas pessoas não enxergam?" E nós precisamos dar a elas a possibilidade também dessa mesma ã condição de receber essa doutrina que tanto ilumina os nossos corações e as nossas vidas. Então, a gente tinha Libras o tempo inteiro, tínhamos a autodescrição. Então, cada um

ade também dessa mesma ã condição de receber essa doutrina que tanto ilumina os nossos corações e as nossas vidas. Então, a gente tinha Libras o tempo inteiro, tínhamos a autodescrição. Então, cada um dos palestrantes, cada pessoa que chegava ao palco fazia sua autodescrição. E quando tinha um momento de arte também era feito a audiodescrição, não é? Então, possibilitando para que aqueles que não têm a condição de ver possam entender o que que está acontecendo, não é? >> É, foi muito bonito. Todos os momentos, né, Duda? Foi foi maravilhoso, amiga, a gente poder observar esse esse esforço, né? E a gente tá aqui também com o Virgílio, o nosso coordenador da da comunicação. Amigo, conta um pouco para nós esse desafio de comunicar um congresso, né? Como que é esse processo, como que tu tá se sentindo agora com com o resultado. >> É, o desafio de comunicar nesse formato do congresso, ele é sempre desafiador, né? Mas com os com tantos corações e mãos unidas, isso fica muito fácil, apesar de sempre da necessidade da dedicação, do esforço, da compreensão. Além da divulgação posta em si, da questão das palestras, nós temos a oportunidade de vivência do evangelho entre a equipe, que também exerce atividade de comunicação interna dentro da nossa atividade de comunicação, da equipe em si, né? Então, nessa proposta desse grande evento de divulgação, né, de comunicação social espírita, que é o Congresso, assim como nós não contamos apenas com os trabalhadores encarnados, nós contamos muito e sentimos durante esse esse evento a espiritualidade amiga amparando a todos nós, assim como nenhuma atividade não fazemos nada sozinho entre a equipe encarnada, nós temos a equipe do plano espiritual que colabora muito conosco. E ao término dessa atividade, o coração fica pleno. >> E e Virgílio, durante os treinamentos, inclusive sempre foi falado da responsabilidade que todos temos enquanto voluntários, porque afinal de contas a gente não comunica só para 16 pessoas, o que não é pouco, a gente

rante os treinamentos, inclusive sempre foi falado da responsabilidade que todos temos enquanto voluntários, porque afinal de contas a gente não comunica só para 16 pessoas, o que não é pouco, a gente comunica pro mundo inteiro é o a mensagem de Jesus, né? Então a gente tem que fazer o nosso máximo também, né? Isso é muito legal da gente ver que o mundo inteiro está com Porto Alegre, está com Jesus nesse momento, né? >> Perfeito. É, é essa colocação interessante como o Lacorder fez uma fala inicial aos trabalhadores durante o homelaria, antes de nós iniciarmos as atividades, o nosso trabalho, uma coisa que nós não podemos esquecer é com Jesus. Então, a proposta também de divulgarmos é impessoal. Então, todo trabalhador dedicado, seja na área de comunicação, seja na recepção, em qualquer dos trabalhos que foram postos, nós estamos ao lado de Jesus. >> Exato. >> E nós aqui na na Feg em especial, né, amigos, a gente tem esse conjunto de valores que conduzem até essa persona que a gente denominou aí, que seria aí o modo de agir dos voluntários, né, da gente falar, da gente se comunicar, da gente realizar. os as nossas ações e Lia, como que tá sendo para ti também esse esse desafio com as tuas equipes e dentro da experiência do congresso? Todos nós somos afergs. De fato, >> nesses momentos a gente consegue ver assim o quanto que o trabalho nos une, o quanto que no momento que a gente está em atividade, nós nos sentimos envolvidos pelas vibrações superiores. A gente consegue se sentir, é o espírito de grupo mesmo, não é? E e voltando a falar da acessibilidade, uma uma coisa assim que nos marcou muito, a gente entrou em contato com todas as pessoas que fizeram a sua inscrição como PCD, ã, seja aí a gente entrava em contato e aí assim a gente perguntava para elas o que que elas precisavam, de que forma nós poderíamos auxiliar para que a sua experiência aqui no Congresso fosse a melhor possível. E nós fizemos amigos porque eh ao entrarmos em contato, as pessoas se sentiram emocionadas, se sentiram

ma nós poderíamos auxiliar para que a sua experiência aqui no Congresso fosse a melhor possível. E nós fizemos amigos porque eh ao entrarmos em contato, as pessoas se sentiram emocionadas, se sentiram valorizadas, se sentiram amadas, diziam assim: "Eu quero te conhecer pessoalmente para te dar um abraço", >> sabe? Então isso eh realmente assim nos enche o nosso coração de alegria e faz com que a gente veja viver o evangelho, né? Viver o amor, viver tudo isso que nós tivemos, essa possibilidade nesse final de semana é fundamental. >> E também nos e também nos, desculpe, Vergilo, nos cuidados com o planeta, porque nós também podemos aprender muito com as iniciativas da FERGS no sentido de não usarmos copos plásticos, por exemplo, a Ecobag, que é reciclável, né, e tantas outras, né, Lia? Isso assim, ó, nós precisamos mudar a nossa postura, né, eh, frente a àilo que nós utilizamos. Então, a gente a gente ainda está na época do descartável. >> Por quê? Porque é mais fácil, é mais prático, mas é algo que polui demais o nosso planeta. Então, a gente a gente sabe o quanto nós precisamos da natureza. E essa conexão com a natureza nos conecta também com Deus. nos conectamos com a criação e isso faz muito bem para todos nós. Então, a gente precisa realmente de que forma cada um de nós pode fazer a sua parte. Um pouquinho que eu faço, que vocês de cada um faz, faz uma grande diferença. >> Então, não podemos pensar, não, mas porque é pouco, não vai fazer diferença. Faz assim. Se todos nós fizermos, nós vamos construir esse mundo melhor, né? É verdade, amiga. E em meio ao mundo onde as coisas são tão transitórias e e impermanentes, o nosso impacto, né, ação do bem que a gente faz, ela é permanente. >> É verdade. É verdade. Sabe que isso que tu falaste, >> eu trabalhei com evangelização há alguns anos atrás e aqui no congresso eu tive a grata satisfação de uma evangelizanda que foi minha eh evangelizanda há 20 anos atrás. Ela veio e me abraçou e disse: "Olha, eu quero te agradecer por

á alguns anos atrás e aqui no congresso eu tive a grata satisfação de uma evangelizanda que foi minha eh evangelizanda há 20 anos atrás. Ela veio e me abraçou e disse: "Olha, eu quero te agradecer por tudo que eu aprendi na evangelização, né, e que eu estou hoje fazendo o trabalho que você fazia. E isso me me traz muita alegria." Então, assim, são é é esse todas as sementes que a gente planta do bem, elas um dia irão germinar. Pode demorar, mas elas vão germinar. a gente fez um vídeo, o que você leva desse congresso que se torna permanente nas pessoas e você acabou de dar um exemplo disso, né? Aí a evangelizando que se tornou evangelizadora. Mas queremos agradecer, amigos o por tudo e também por estarem aqui conosco. Considerações finais de vocês. >> Lia, por favor. Amigos, nós nós só temos agradecer e pegando um gancho muito da fala da Lia, que a respeito do exemplo que o Congresso, para além de pensarmos a divulgação pela oratória dos palestrantes ou dos diálogos aqui nesse podcast, o exemplo é muito importante. Esse exemplo que a Lia colocou aqui é uma coisa interessante. Nós conversávamos com os trabalhadores da área de comunicação hoje mais cedo, uma colocação da Joana de Angângeles que ela nos diz assim: "Mesmo que nós não saibamos ou talvez pensamos que não saibamos, nós somos exemplo para alguém". Então, a vivência do Cristo a todos os trabalhadores é muito importante. Talvez ilusoriamente pensamos que algumas atitudes são mais fáceis, mas talvez esse não seja o caminho. Então fica o nosso agradecimento a todo o público, quem assistiu pela live ou quem esteve aqui presente. E aqui eu agradeço em nome de toda a equipe de comunicação que na figura não é na figura de uma pessoa, mas tivemos vários trabalhadores dedicados. Então, coração, o nosso agradecimento. >> É, a gente sai com o nosso coração transbordando de alegria. E o que que eu levo daqui? Eu levo muita esperança. Esperança no ser humano, esperança de que realmente nós temos muito amor para dar. Basta que a gente realmente aprenda

ção transbordando de alegria. E o que que eu levo daqui? Eu levo muita esperança. Esperança no ser humano, esperança de que realmente nós temos muito amor para dar. Basta que a gente realmente aprenda a despertar em cada um de nós, né, esse amor. Então assim que cada um, tenho certeza que a participou desse congresso vai levar muito amor no seu coração e vai acender a sua luz e fazê-la brilhar por esse mundo, fazendo um mundo de mais luz, de mais paz, de mais amor, de mais união, de mais concórdia, de mais esperança. Esse mundo que nós queremos. >> Com certeza. Amigos, muito obrigada. Bom descanso agora, né, nesse final de semana, que vocês aproveitem e fiquem com Deus e, se Deus quiser, até o próximo congresso. >> Isso, [risadas] até o próximo. >> Até o próximo. >> Bom, e agora a gente vai trazer mais alguns recados de quem tá nos assistindo aqui. Eh, gratidão, diz a Dilce de Bajé. Um abraço para todos de Bajé. Eh, o Jorge Luiz, parabéns pelo excelente trabalho. Um abraço, Jorge. >> Um abraço pra Marlene, que está falando aqui do Dinilópolis, Rio de Janeiro. Amiga, >> o Jorge e que é de Novo Hamburgo, a gente falou antes do Jorge Luiz Terres, agora o Jorge é de Novo Hamburgo, ele tá acompanhando o congresso e tá junto com a Lúcia. Um abraço para todos de Novo Hamburgo também nos assistindo. >> Ei, um abraço pra Mariana Pimentas. Um beijo, amiga, lá de Cachoeira do Sul. >> A gente quer agradecer toda a equipe do Congresso, né, por esse maravilhoso momento que tivemos, três dias de intensos aprendizados. agradecer ao Rafa, que quem sabe um dia ele possa aos Rafas, né, um dia a gente possa pegar a câmera, virar o contrário e mostrar essa equipe maravilhosa do estúdio que trabalha conosco aqui também, o Vini, o Cris, né, todo o pessoal, >> é toda a equipe do congresso, né, todas as áreas, até o pessoal que talvez vocês de casa, o pessoal do auditório não viu, né, o pessoal do cerimonial da TI que estão nos bastidores, o pessoal da cozinha que alimentou os nossos voluntários. Então, muito obrigada a

que talvez vocês de casa, o pessoal do auditório não viu, né, o pessoal do cerimonial da TI que estão nos bastidores, o pessoal da cozinha que alimentou os nossos voluntários. Então, muito obrigada a todas as equipes que realmente fizeram a diferença nesse evento. >> Gente, é hora de se despedir, mas em breve vem uma nova edição do congresso. Vem aí um pouco antes o aniversário da FERX. Muito obrigado a todos por terem estado conosco. Obrigado, Duda, e até uma próxima. >> Obrigada, amigo. E fiquem conectados com a gente pelas nossas redes sociais. Se inscrevam aqui no canal da FX Play porque tem muito conteúdo ainda para vir. E a gente agradece a presença de vocês nesses três dias e encerramos com o clipe da música oficial do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, Super nova. Um abraço, amigos. Fiquem com Deus. Adormecer para despertar. [música] A certeza de que a vida vai continuar me entender [música] como imortal, educar o coração de forma natural. O amor [música] ensina que as dores são [música] pequenos instantes em meio à imensidão da existência [música] infinita, vida nova, transformação, justiça [música] divina. É que afinal esse [música] não é o fim imortal. É o que vive [música] dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou super [música] nova que insiste em evoluir, adormecer para [música] despertar a certeza de que a vida [música] vai continuar. me entender como imortal, [música] educar o coração de forma [música] natural. A dor ensina humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir. Como estrela [música] que ilumina o porv. Vejo renovação [música] e um novo começo que inicia no partir. Que afinal esse [música] não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. [música] Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. [música] Imortal é o que vive dentro de mim. Amor e explosão [música] já não posso reprimir. Super nova [música] que insiste em evoluir. Sì.

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