Roda de Conversa | Domingo | 13º Congresso Espírita do RS

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 14/01/2026 (há 2 meses) 57:33 203 visualizações

A Roda de Conversa à luz do Espiritismo. Reuniu Maria Elisabeth Barbieri, Cezar Said e Lacordaire Faiad, com mediação de Janete Azambuja e Diego Léon. ✨ Foram mais de uma hora de emoção, risos e reflexões profundas, em um diálogo que uniu aprendizado e descontração, sabedoria e leveza — marcas da Doutrina Espírita quando vivida em sua essência. Entre as perguntas do público, temas fundamentais surgiram: como aproveitar bem cada reencarnação, o verdadeiro significado do bem, as diferenças entre Espiritismo, movimento espírita e Doutrina Espírita, e o cuidado nas relações interpessoais. Cada resposta trouxe luz e serenidade, mostrando que o conhecimento espírita é também um convite ao autoconhecimento e à prática do amor. Com atenção e participação intensa, o público acompanhou cada fala com entusiasmo. A roda proporcionou um espaço coletivo de diálogo fraterno, onde aprender se tornou um ato de afeto e partilha. No encerramento, o sentimento era de gratidão, conforto e alegria espiritual. A plateia aplaudiu de pé os convidados, levando consigo a certeza de que compreender à luz do Espiritismo é também viver melhor, com mais propósito e mais amor. #13CongressoEspiritaRS #DoutrinaEspirita #Espiritismo

Transcrição

Bom dia. >> Bom dia. >> Coisa boa ouvir esse bom dia com Jesus. Vamos de novo. Bom dia. >> Bom dia. >> Muito bom. Eu sou Janete de Azambuja Correia. Estou aqui com os queridos Lacordé, Bet, César e com o nosso jovem maravilhoso, o Leon. Eu sou uma mulher de estatura baixa, tão baixa que se eu ficar de pé ao lado do leão, vocês vão perceber que eu tenho menos de 1,5 m. Eu estou vestindo uma calça preta, uma camisa tom pastel, tem os cabelos louros em tom acinzentado, compridos, pele clara, olhos castanhos. Estou ostentando no peito um broche com formato do mapa do Brasil em Pedro Opala, presente dos amigos da Parnaíba, para não esquecer que o espiritismo no Brasil une todos os corações e é um só. Então, com muita alegria, nós estamos aqui para esta conversa que nos demonstra efetivamente a União dos Espíritas do Brasil na pessoa destas almas tão queridas que estão conosco. A sistemática será a mesma de ontem. Eu farei uma pergunta, o Leon fará a próxima e vamos ouvir os esclarecimentos dos nossos queridos e amados convidados que já ouvimos com tanto carinho neste evento. E a primeira pergunta e vocês decidam quem vai responder. >> Janetinha, Janetinha, eu tenho a questão de ordem nessa roda de conversa. Me desculpe, eu vou quebrar o protocolo, mas nós temos uma pessoa de aniversário hoje, gente. Socorro. >> E eu acho que nós temos que cantar parabéns pra nossa querida Janete. >> Me descobriram. >> Ah, parabéns a você nesta data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida. Viva a nossa janeira. >> Muito obrigada. Parabéns, >> parabéns, saúde, felicidade. Que tu colha sempre, todo dia. Paz e alegria na lavoura da amizade. >> Pronto, desculpe. Vamos nos acordar. >> Muito obrigada, queridos. É uma alegria fazer aniversário neste dia com esta energia tão boa. Mas vamos às perguntas e eu vou passar para Bet em primeiro lugar agora pela referência [risadas] >> com base, vamos colocar o óculos aqui que facilita 54 anos a visão começa a baixar, graças a Deus. 54, com base na

rguntas e eu vou passar para Bet em primeiro lugar agora pela referência [risadas] >> com base, vamos colocar o óculos aqui que facilita 54 anos a visão começa a baixar, graças a Deus. 54, com base na perspectiva da alma imortal, entendendo que a prática do bem é um caminho de aquisição de virtudes e aprimoramento moral, como despertar, Bet, a consciência dos indivíduos para o exercício da caridade, sabendo que ainda existem em nós tendências negativas. que nos induzem ao egoísmo, à vaidade e ao individualismo. Contigo, Bet, e depois na sequência com os nossos irmãos. >> Nossa, é uma pergunta profunda, né? Filosófica. Ainda bem que a gente tem universitários aqui na Mas penso que há uma estrutura que ela é toda voltada para esse projeto de angelitude que somos. Cada um de nós é um projeto de angelitude. Não tem como dar errado. Nela Corderto dizia que não, que isso não é uma escolha. Nós seremos anjos. Como é que é a música da evangelização? Um dia todos nós seremos anjos. Pois é, isto é uma caminhada que, é claro, tem algumas condicionantes, o nosso esforço, as nossas escolhas, o nosso livre arbítrio. Mas a primeira coisa que nós precisamos transformar em relação a nós mesmos é a visão que a gente tem do ser humano. Nós trazemos atavismos desta cultura de que o ser humano é pecaminoso, que ele é só o lado trevas, que ele é só o lado sombrio. Não, nós vamos encontrar em o Evangelho segundo o Espiritismo, aquela afirmativa magnífica que todo o ser humano, todos nós, o amor é de essência divina e todos nós, do primeiro ao último, trazemos em nós essa centelha divina. Então, despertar a consciência me parece que começa por aí, pela forma como nós nos vemos. Entender que eu não sou a, como é que disse a companheira? sua burra, sua atrapalhada, sua. E às vezes nós temos esse vício realmente de nos vermos assim, não, eu sou a pior das criaturas. Nós temos, carregamos conosco uma cultura de escassez muito grande. Nós nos olhamos e eu não sou capaz de fazer isso não. Eu ainda sou muito inferior. Não,

mos assim, não, eu sou a pior das criaturas. Nós temos, carregamos conosco uma cultura de escassez muito grande. Nós nos olhamos e eu não sou capaz de fazer isso não. Eu ainda sou muito inferior. Não, isto ainda não é para mim. Não, isso eu ainda não consigo. E vamos criando essa gama de escassez. Eu acho que despertar a consciência, é claro que tem muitos outros aspectos que com mais propriedade o César, o Lacorder vão abordar, mas primeiro desperte para quem você é, pras potencialidades que você traz, pras capacidades que temos em sementeira, porque somos criaturas divinas e temos esta essência. divina em nós para desabrochar. No momento que me reconheço assim, vou potencializando o que tenho de melhor e pouco a pouco vencendo esse grande espaço que é o mal com o desabrochar o a construção do bem em mim. Parece que para início de conversa a gente pode ir pensando por aí. Bom dia a todos >> e a todas. Eu destacaria dois pontos. O primeiro, me parece que o nosso conceito, a nossa definição de bem, ela está muito atrelada a uma visão teológica, a uma visão religiosa. E me parece importante que a gente dilate o conceito de bem, ainda que tenhamos um direcionamento à luz da doutrina. E é esse o direcionamento que precisamos seguir. Mas de um ponto de vista filosófico, nesse momento, eu entendo que esse microfone ele é uma expressão do bem, porque alguém usou sua inteligência para fabricar esse artefato. As roupas que vestimos são também produto da inteligência, da criatividade, que em algum momento algum ser humano ou alguns seres humanos poderiam ter empregado e encaminhado essa inteligência noutra direção, mas fabricaram nossas roupas, nossos calçados, os aquecedores das nossas casas e lá no Rio de Janeiro o ar condicionado, que também tem aqui aqui nos dias de muito calor, os automóveis, as vacinas, as casas, tudo isso me parece, e fiquem muito à vontade para discordar de mim, porque eu não sou o dono da verdade. Expressões do bem na face da terra. É a missão do homem inteligente na

, as vacinas, as casas, tudo isso me parece, e fiquem muito à vontade para discordar de mim, porque eu não sou o dono da verdade. Expressões do bem na face da terra. É a missão do homem inteligente na terra. Então eu vejo também eh nesse punhado de coisas que a cultura humana ao longo dos séculos foi capaz de elaborar, o livro A inteligência de um Gutemberg, o telefone com Guilherme Marconi, se com a vacina que ajudou a erradicar eh a poliomielite, salvo engano, né? e tantos outros, os inventores da penicilina, essas vacinas que nos ajudaram no período da pandemia, tudo isso é o bem. É que a gente normalmente traz o conceito de bem para a cesta básica, para o atendimento fraterno, para o diálogo com os desencarnados e não deixa de ser uma expressão do bem. Um professor numa sala de aula bem intencionado, consciente, capacitado, que esclarece, ele faz o bem. Então esse é um primeiro ponto. E o segundo ponto está lá com André Luiz no livro Apostilas da Vida. Ele tem uma mensagem de título muito curioso, R auxiliando. E ele diz assim: "Nem que seja por inveja, faça o bem, nem que seja por desfaso, por ambição, por despeito, faça o bem". E no final ele conclui, porque perseverando no bem, apesar de todos esses aspectos que carecem de transformação, chegará um momento que você fará o bem pelo bem. Então, há uma didática. Se nós formos aguardar uma transformação plena, efetiva, televisiva, global, para que possamos fazer o bem, a gente não sai do lugar. E Joana de Angeles, fechando aqui o meu primeiro comentário, diz no livro Jesus e Atualidade que a proposta do Cristo junto a nós, num primeiro momento, a curto e médio prazo, é de humanização e a longo prazo de angelização. >> Como nós vimos no próprio livro dos espíritos, nossos companheiros leram os nossos apresentadores logo no começo, o bem é você estar na sintonia com as leis divinas. Mas eu vou fazer uma pergunta. Quando o pássaro ele assenta no galho, ele está confiando é no galho ou na capacidade de voar? Me ajuda na resposta

, o bem é você estar na sintonia com as leis divinas. Mas eu vou fazer uma pergunta. Quando o pássaro ele assenta no galho, ele está confiando é no galho ou na capacidade de voar? Me ajuda na resposta aí. Vou perguntar de novo, ó. Quando o passarinho pousa, assenta no galho, ele está confiando aí, é no galho ou na capacidade de voar? Capcade voar. >> Vocês estão certo disso, hein? Galho na metáfora representa apoio ajuda. Nunca vai nos faltar. Se minha mãe tivesse desencarnado, quando eu nasci, tinha alguém que cuidasse de mim? E o último caso ia me dar para adoção. Tinha ou não tinha? Tinha. >> Então ajuda nunca falta. Então não tem desculpa aí que a gente não dá conta. Não consigo. Certo. O que que é o voo? O passarinho foi criado para ficar em cima do do galho? Não, ali ele tá usando da liberdade, mas quando ele tá voando, ele tá usando o quê? Da liberdade para construir o quê? A sua libertação, cumprindo o seu papel. Então, o voo são nossas escolhas e a nossa vida. Quando Jesus diz assim, aqueles que têm olhos de ver, ouvidos de ouvir, ó, que que ele tá dizendo? Ninguém muda ninguém. Alguém que reencarnou para mudar o marido e a esposa, vixe, então ninguém nasceu para mudar ninguém. Nós nascemos para mudar quem? Então, qual que é o maior bem que nós podemos fazer? Cuidar de quem? >> Por isso que o Joana diz assim: "Ninguém dá do que não tem." E mais ainda, Joana de diz assim, olha, quando Jesus diz assim, o filho fica na casa do pai, o mordomo não. E ela explica quem que é o filho. A consciência é que fica permanentemente na intimidade da nossa casa, que é o espírito imortal. e o mordomo, os nossos vícios egoicos, que é importante que nós acolhemos as nossas viciações, é o maior bem que a gente pode se fazer. Questão 930 919 do livro dos espíritos, ó, e colocar essa nossa viciação a serviço da essência. Por exemplo, se eu reencarnei com um magnetismo, que a gente não perde nós, por isso Jesus diz a cada um conforme as suas obras, nós somos herdeiros de nós mesmos. Então, se eu

a serviço da essência. Por exemplo, se eu reencarnei com um magnetismo, que a gente não perde nós, por isso Jesus diz a cada um conforme as suas obras, nós somos herdeiros de nós mesmos. Então, se eu reencarnei com uma energia, um magnetismo no sexo desequilibrado, em vez de ficar me criticando e censurando, o que que é importante que eu vou fazer? Eu acolho e vou agora fazer o trabalho de autotransformação amorosa. É por isso que o apóstolo Paulo diz ao Senhor: "Tudo posso naquele que me fortalece." Naquele que fortalece é quem? É quem? Deus. E como é que Deus se manifesta através da sua criação, das criaturas? Através do quê? lá tava lá, ó. Quem que é das leis? Por isso que Allan Kardec coloca na parte terceira do livro dos espíritos, pelo menos 10 leis básicas. Então, quanto mais eu entendo das leis e me coloco, mais eu desfruto de quem eu sou. Portanto, mais ainda eu vou poder auxiliar enquanto cocriador e colaborador da divindade onde eu estou. Daí nós vamos entender que o maior bem que nós somos convidados a desenvolver e exercer, a maior mediunidade que nós somos convidados a desenvolver e a exercer é cuidar de nós mesmos. >> Senhoras, senhores, aos irmãos encarnados, desencarnados, presentes e online, muito bom dia a todos. Eu, >> Bom dia a todos. Bom dia. >> É muito bom fazer isso. Eu sou o Leon, um homem negro de 1,94, cabelo preto, curto e crispo. Tenho barba, os óculos, os meus olhos são castanhos. E hoje, no último dia do 13º Congresso Espírita, eu também visto a minha camiseta de cor preta. Muito bem, amigos. O amor é um conhecimento sensível, uma habilidade socioemocional, espiritual e uma atitude cristã indispensável à conquista da plenitude do espírito imortal. O livro espírita pode ser considerado um instrumento para a busca da nossa saúde integral e da educação dos nossos sentimentos. Como materializar tudo isto numa numa experiência reencarnatória >> à direita. >> Eu sou a mulher do livro. >> Eu disse para ela, você é a mulher do livro. Do livros.

educação dos nossos sentimentos. Como materializar tudo isto numa numa experiência reencarnatória >> à direita. >> Eu sou a mulher do livro. >> Eu disse para ela, você é a mulher do livro. Do livros. Sim. E o livro espírita, ele é por excelência esse nosso grande companheiro. Os livros espíritas são verdadeiros mapas que nos ajudam a encontrar esse tesouro que se encontra emboscado dentro da nossa própria alma, dentro do nosso próprio coração. disse e vem dizendo muito bem o nosso irmão Lacorder é diferente. Eu gosto de ler livros não espíritas também. E me recordo que Allan Kardec quando sugere a criação lá no tempo dele, na época dele de uma biblioteca espírita, não havia ainda uma literatura espírita significativa. Então ele sugere inúmeras obras. Não sei se ele viesse a sugerir nos dias de hoje, provavelmente outras indicações ele daria. Então, quando eu leio uma obra não espírita, eh eu tenho vibratoriamente eh percepções diferentes. Eu já li obras espíritas que não me causaram nenhuma comoção e obras da literatura eh brasileira e universal que me comooveram profundamente e o contrário também. Mas eu entendo que se somos trabalhadores espíritas, seguidores da doutrina, a gente precisa incluir no nosso campo de nutrição psíquica a boa literatura espírita. E muitas dessas obras foram sugeridas ontem pela Bet. A gente precisa que nosso cardápio, nesse imenso self service literário, o livro espírita esteja ali como arroz e feijão, né? Se você gosta de arroz e feijão, se estivéssemos no Nordeste como seu baião de dois, se na Bahia estivéssemos como seu acarajé, seu sarapatel, seu caruru, aqui no sul também o seu churrasco, para os que não são vegetarianos, tem que tá como parte integrante, indispensável da nossa nutrição espiritual. Agora, como reunir tudo isso numa reencarnação? Eh, o que eu penso é o seguinte, a gente precisa também rever os indicadores, Leon, de progresso, de avanço, de evolução, porque parece que se nós não sairmos daqui com um par de asas e uma auréula na cabeça, a nossa

so é o seguinte, a gente precisa também rever os indicadores, Leon, de progresso, de avanço, de evolução, porque parece que se nós não sairmos daqui com um par de asas e uma auréula na cabeça, a nossa reencarnação tá fracassada. Mas se a gente conseguir sair daqui se amando um pouquinho mais, como diz Lacé, a gente já terá dado um passo importantíssimo. E pra gente se amar, a gente precisa se aceitar. Eu tenho um amigo que quando eu falo isso, ele briga comigo. Como se aceitar? O espírita se reconhece pelo combate às suas imperfeições. A gente tem que fazer uma releitura, uma ressignificação disso. Porque alguém que viva num combate incessante consigo, num litígio permanente, vai adoecer. Aceitação é um conceito dinâmico, não é inércia, não é cruzar os braços, não é a gente se paralisar, mas é a gente se aceitar com as sombras que nós possuímos, com as imperfeições. Como eu preciso aceitar que a louça está na pia e ela precisa ser lavada, que o cesto de roupa tá sujo e eu preciso pôr na máquina, que a roupa já tá lavada e seca no varal e alguém tem que recolher. Isso é aceitar. Aceitar que eu chego morto de fome em casa e não tem nada preparado e eu vou encontrar as sobras que estão na geladeira. E reunindo essas sobras, eu vou fazer uma excelente refeição, porque é o que eu tenho para hoje. Então, aceitar é não litigar, é não brigar com quem somos. E esse já me parece um passo essencial pra gente se amar e aproveitar bem a nossa reencarnação. É essa essa leveza para cumprirmos com o nosso o nosso projeto reencarnatório. Muito interessante e importante, né, reconhecer é a gente ver, eh, poder mapear o caminho, poder reconhecer quando temos forças para transformar algum panorama da nossa vida e quando ainda temos que a regimentar. É um exercício muito gostoso de fazer, muito gostoso, né? Mas a questão do livro, lembrando que quando Kardec escreve no primeiro capítulo de A Gênese sobre o caráter da revelação espírita, ele nos chama atenção e diz: "Aqui está o nó da

, muito gostoso, né? Mas a questão do livro, lembrando que quando Kardec escreve no primeiro capítulo de A Gênese sobre o caráter da revelação espírita, ele nos chama atenção e diz: "Aqui está o nó da questão. Atentem, porque aqui está o nó da questão." Ele diz-nos o quê? que a revelação divina, o o espiritismo é de origem divina. A iniciativa é dos espíritos, mas a elaboração é humana. E o livro faz parte desta elaboração humana que cabe a a nós elaborarmos, porque a doutrina também nos diz Kardec, ela não foi revelada toda pronta. Claro que não. Ela conta com o raciocínio humano, com a evolução humana, para que possamos ir pouco a pouco compreendendo a extensão da lei divina e aplicando as nossas vidas. E o livro ajuda a fazer isto. trabalho do escritor, o trabalho do leitor, trabalho dos editores, dos distribuidores envolvidos neste grande programa de elaboração através do livro e que não é não, né, trabalho para uma uma encarnação, uma reencarnação. Há uma sequência. Nós vamos percebendo ao longo do tempo, temos muitas dificuldades que nós ainda trabalhamos com questões dogmáticas fechadas quando se fala em atualizar alguma coisa no sentido às vezes de linguagem até de uma obra, cai o mundo. Parece que você tá falando, parece que você está cometendo um pecado mortal. E há necessidade de fazer isso. Há termos que estão em desuso, que as pessoas não sabe o que que é. Ainda ontem alguém veio conversar comigo sobre isso. Olha, tô com dificuldade de trabalhar com os jovens determinada obra. Bom, então vamos eh decodificar um pouco melhor, compreender sem fazer alterações, adulterações, seja lá qual for o termo. Então, não é trabalho para uma única vida, mas é um trabalho na sequência, porque essa elaboração, ela é assim como nós somos imortais e vamos percebendo que às vezes a gente quer falar de coisas que a gente não tem como entender. O que que é a perfeição? A gente tem um conceito, mas a gente não sabe o que é. Não chegamos lá. Ah, o que que é a felicidade? Nós sabemos o que é a

falar de coisas que a gente não tem como entender. O que que é a perfeição? A gente tem um conceito, mas a gente não sabe o que é. Não chegamos lá. Ah, o que que é a felicidade? Nós sabemos o que é a felicidade relativa que nós experimentamos. Mas aquela felicidade plena que advém do desenvolvimento de todas as virtudes, nós não sabemos o que é. E às vezes ficamos muito focados neste horizonte. tão distante que a gente não consegue traduzir. Então, o nosso dia a dia, esta vida é importante. plenamente quando o César e o Lacorder dizem: "Se nós sairmos daqui com alguma construção significativa e todos nós saímos, às vezes a gente quer enxergar isso no outro e não aproveitou nada da encarnação, a gente não sabe." André Luiz em os mensageiros, ele vai narrar aquele momento em que são encaminhados para o gabinete de auxílio as percepções, porque precisam aprender a ver. Nós precisamos aprender a ver os nossos pequenos progressos que às vezes ninguém vê, mas nós sabemos, né? Então, muitas vidas, Leo, muitas vidas e e belas vidas, né, pra gente se trabalhar. Minha avó dizia assim: "Olha, menino, vai arrumar alguma coisa que eu fazer cabeça vazia de menino". É, >> como é? >> Vocês conhecem minha avó? >> Isso, menina. Vai arrumar alguma coisa para fazer? Cabeça vazia de guriê. Oficina do quê? >> Do diabo. >> Mas conhece minha avó, tá vendo? >> Eu também. >> Ninguém foi criado para não pensar. Ninguém foi criado para não ver, para não ouvir. A ser um amigo meu, né, com de mocidade, não fazia muito tempo, ele diz assim: "Eu não penso besteira. Quando eu vou pensar besteira, eu penso tudo em branco. Eu falei: "Então você me ajuda porque eu penso besteira querendo fazer ao vivo e a cores." Nós fomos criados para ficar com sede ou para ter sede? Ficar com sede o tempo todo ou ter sede? >> Ter sede. >> Aí você bebeu água, cadê a sede? >> Mas ela volta. >> Então, da mesma forma é a sede psíquica. Sede de carinho, sede de afetividade, sede de respeito, sede de valorização, sede de entendimento. Isso é o amor em

beu água, cadê a sede? >> Mas ela volta. >> Então, da mesma forma é a sede psíquica. Sede de carinho, sede de afetividade, sede de respeito, sede de valorização, sede de entendimento. Isso é o amor em ação. Agora, sabe a mente, a divindade, pôs a fonte aonde? Dentro ou fora da gente? >> Dentro. Que que Jesus disse pra samaritana? Eu tenho a água da vida. E quem dessa água beber? Ó, tinha pouca gente lá no poço. É. justamente. Que água que é essa, gente? A água das virtudes. Uma vez que você tá exercitando a sua virtude, nesse capítulo você já tá resolvido. Vem outros, mas nesse você já tá bebendo a sua água. Então o livro ele é o amigo humilde que onde você o colocar ele fica, mas ele tem um manancial na sua intimidade para te oferecer ferramentas para você fazer a sua viagem de autotransformação. O livro edificante já ajuda, mas o livro espírita ajuda e transforma. Hilário Silva conta que um jovem, um coadenador, ele foi numa manhã de primavera, Kardec recebia sacas de correspondência e naquela veio um volume diferente que a doce Gabriel chegou para ele. e disse: "Olha, esse é diferente". E ele olhou, não conhecia o messista. E quando abriu, tinha uma carta, Senr. Allan Kardec, e foi justamente no momento de dores testemunho de Kardec, porque os periódicos de Paris vinham o acusando de viver a custa dos livros. Ele tirava do próprio recurso que ele tinha para a publicação dos livros, mas a inveja, a acusação tá na intimidade da nossa alma por ignorância. E aquela carta foi um alento, porque dizendo, "Senhor Allan Kardec, eu quero lhe dizer que por tudo que o senhor fez, eu sou muito grato e quero que o senhor leia essa carta até o fim". e ele conta a história dele, uma pessoa muito bem sucedida enquanto na arte de encadernação. E o sonho dele era realmente casar e ele encontrou a alma da sua alma e num dado momento ela foi acometida de uma enfermidade incomum, por mais que ele buscasse aqui e a colar os recursos, foi tudo em vão. E quando ela vem a desencarnar nos

encontrou a alma da sua alma e num dado momento ela foi acometida de uma enfermidade incomum, por mais que ele buscasse aqui e a colar os recursos, foi tudo em vão. E quando ela vem a desencarnar nos seus braços, ele incrédulo, achando que tudo aqui era o palco final de todos nós e que o dinheiro podia comprar tudo. E essa dor o marcou profundamente. E ele disse: "Eu busquei a minha doce Anriete em outros braços, em outras noites, mas foi tudo em vão, a dor da saudade, não havia algo que aplacasse esse meu sofrimento." E numa dessas voltas, na madrugada, na ponte Mari, eu não sabia nadar e a vida para mim já não tinha mais sentido. Eu naquele momento eu resolvi por fim a minha vida. E quando eu fui saltar o minha mão se apoiou em algo estranho que eu olhei pelo reflexo do luzeiro. Este livro salvou a minha vida. Bem, naquele momento, uma força diferente me envolveu e eu me dei uma oportunidade e comecei folhear o livro. Não dei conta que o dia já raiava. E eu quero lhe dizer que nele eu fui folando quando eu encontrei a certeza de que a vida não começa no nascimento e a morte não é o fim. Eu encontrei o alento que a minha doce Anriete estaria onde eu a colocasse pela força da saudade. E eu fui lento. Fui lento. O fato é que eu busquei outro livro e esse eu quero lhe devolver. E abra na segunda capa. Quando ele abre, ele vê l em letras garrafais. Este livro também salvou a minha vida. Então, nós vamos perceber que quem de nós não temos uma dor na intimidade das nossas almas, às vezes uma frase, um trecho, e mais ainda naquele momento que você está lendo o livro, além do benfeitor espiritual, muitas vezes responsável, como no caso Paulo e Estevo, renúncia de Emanuel, que foi o porta-voz, você conecta com essa falange de benfeitores espirituais, além da ajuda do nosso anjo de guarda. E aí nós vamos entender a importância que tem. Assim como o nosso estômago precisa de alimento sólido e líquido, a nossa mente também precisa de alimento. Qual é o alimento da mente? pensamento.

arda. E aí nós vamos entender a importância que tem. Assim como o nosso estômago precisa de alimento sólido e líquido, a nossa mente também precisa de alimento. Qual é o alimento da mente? pensamento. Conforme nós pensamos, nosso pensamento conecta com o fluido cósmico universal e diz o espírito and que ganha, o espírito andrelis que ganha vida em movimento. Então quando nós buscamos ler, além da força pelo pensamento e da verdade, nós temos as ajudas espirituais. Silveira Sampaio, através de Chico Xavier, que escreveu vários livros de forma trivial, ele dizia que cada pessoa que lia o seu livro, ele recebia no mundo espiritual como dardos mentais. Leonstein também dizendo que no mundo espiritual ele recebia no mundo espiritual a corresponsabilidade daqueles que vinham num fim trágico pela leitura dos seus romances. Mas o mais importante é Jesus. Pedro, quando tu quiseres conversar comigo, tendes o meu evangelho. Então, é importante todas as manhãs leia pelo menos um trecho do evangelho e uma pergunta, só uma, pode ser do livro dos espíritos. Todas as manhãs você está garantindo uma aura vibracional. de benfeitores lhe ajudando no seu dia a dia. Que maravilha. Uma pergunta. Quem aqui tem o Evangelho Segundo Espiritismo? Quem não tem o Evangelho segundo Espiritismo, me prometa, como presente de aniversário, não sair daqui sem adquirir o evangelho segundo Espiritismo e fazer o evangelho no lar. 27. >> Ler os capítulos 27 e 28 recomendados pelo nosso irmão. Fazer o evangelho no lar, estudar esta obra. Vou cobrar o meu presente. Próxima pergunta para os nossos queridos amigos. Considerando os ensinamentos de Allan Kardec sobre a justiça divina e a felicidade futura, como podemos compreender o papel do bem e da caridade como caminhos para a verdadeira felicidade, tanto individual quanto coletiva, à luz das leis morais apresentadas em O Livro dos Espíritos. La Corder quar [risadas] >> muito bem. Quando o pássaro assenta no galho, ele tá confiando é no galho ou na capacidade de voar?

o coletiva, à luz das leis morais apresentadas em O Livro dos Espíritos. La Corder quar [risadas] >> muito bem. Quando o pássaro assenta no galho, ele tá confiando é no galho ou na capacidade de voar? >> Gravaram bem? Galha é o quê? Ajuda, >> apoio. E o voo é o quê? Minhas escolhas e a minha vida. Sua esposa é galho ou é vô na sua vida? Olha lá, hein? Cuidado. [risadas] É o quê, hein? Aliás, nós fomos fazer, eu, Antônio e Alia, um seminário. Então, aí um companheiro, a esposa falou assim: "Não, ele é meu galho". Aí, hora que chegou a vez dele, falou: "Não, ela é meu tronco, [risadas] lembra?" Então, porque o voo é de cada um. Ninguém muda ninguém. Isso é ilusão de controle, não é verdade? Gibranca ali. O gibran diz assim: "Ninguém é de >> Vocês já leram esse livro também? >> Isso. Olha aí. Então, o grande salto quantitativo e qualitativo na nossa vida é não crescer de ninguém e ter a certeza que ninguém também é seu. Somos viajores, parceiros de viagem. Tá aí, ó, em permanência, não é verdade? Então, a justiça maior está em eu seguir as leis, amar o próximo. Então, qual que é a referência? Somos nós mesmos, não é isso? Lia, você usa desodorante para quem? Para ela. Tá vendo, ó? Agora não tem dela como ela impedir que o Antônio sinta o perfume dela. É ou não é? Então, o nosso perfume do meu autocuidado, da minha autovalorização, do meu autorrespeito, vai envolver aqueles que gravitem em torno da minha vida. Porque diz o espírito Joana de ninguém dá do que não tem e quem dá o que tem está dando tudo. Então, para que nós possamos viver o bem, a justiça divina, é nós cuidarmos de nós mesmos. Eu pergunto, qualquer um de nós aqui, nosso filho, nossa filha, qual seria a maior alegria que elas que eles poderiam nos dar? Tornando-se pessoas. >> E se nós pudéssemos dar uma maior alegria para Deus, qual que seria? Ser uma pessoa feliz e cuidando de mim. Faz sentido? Então, esse é o caminho, gente. Por isso que Jesus coloca com toda a certeza. Primeiro, ó, fazer ao próximo que gostaria que fosse

qual que seria? Ser uma pessoa feliz e cuidando de mim. Faz sentido? Então, esse é o caminho, gente. Por isso que Jesus coloca com toda a certeza. Primeiro, ó, fazer ao próximo que gostaria que fosse feito a ti. Amar o próximo como a si mesmo. Mas aí ele aumenta um degrau, ele aumenta um nível. Ele diz assim: "Amai-vos uns aos outros como eu". >> Aí a referência, quem que é? Já não é mais somente nós, é ele. Ele censurava, ele criticava. No olhar dele, aquela mulher carente afetivamente, quem que era uma prostituta? Ele falou: "Sua perdida era?" Ou ele tinha um olhar de uma irmã, uma futura dirigente de uma galáxia. Ela não era o que ela estava fazendo. Ela é um espírito luz, momentaneamente num momento de dificuldade por ignorância. Essa é a maior justiça que a gente faz com a gente. Nossa Bet colocou muito bem. Às vezes nós confundimos quem nós somos com que eu faço, com que eu tenho, com que eu estou. O que eu faço, eu posso mudar. Por isso que o apóstolo Paulo, logo depois de dizer: "Tudo posso naquilo que me fortalece, que são as leis, ele assim: "Já não sou eu mais quem vivo, e sim o Cristo que vive em mim é a maior justiça. Ah, que definição pode se dar justiça? Perguntaram aos imortais. E eles responderam: "A justiça consiste em que respeitemos o direito de cada um. E essa estrutura, como Allan Kardec vai nos dizer na obra O céu e o Inferno, tanto para o homem perverso quanto para o homem de bem, a esta o que determina isso é são as relações sociais, porque o tanto a perversidade quanto a bondade A prática do bem ou a prática do mal, ela só se revela na convivência. E é a convivência, esta obrigatoriedade do nosso trânsito evolutivo, porque nós não evoluímos sem convivermos uns com os outros. E a lei divina, ela tem mecanismos. As leis morais, elas têm mecanismos que vão nos conduzindo para este processo de nos transformarmos em seres, como diz Joana, né? Lucigênitos. Nós somos lucigênitos. Então, a luz que nós trazemos, ela vai brilhando. Eu achei extremamente significativa

duzindo para este processo de nos transformarmos em seres, como diz Joana, né? Lucigênitos. Nós somos lucigênitos. Então, a luz que nós trazemos, ela vai brilhando. Eu achei extremamente significativa a definição que tu trouxesse do bem. E quanto bem há na humanidade? Quanto bem? Porque a lei de progresso ela é inexorável. Nós hoje somos melhores do que sempre fomos. O mundo nunca foi tão bom quanto ele é hoje. Depende para onde nós olharmos. Mas a lei de progresso, isso é muito importante. Nós que somos espíritas, que estudamos as leis morais, nós precisamos trazer para a nossa vivência. Nós estamos melhores hoje ou não? Sim. Mas isso precisa se refletir nos nossos pensamentos, nas nossas avaliações da realidade. Precisamos compreender esse contexto que é claro, tem aspectos que são afligentes, são aspectos desafiadores que conclamam o nosso esforço. E é claro que nós sentimos muito mais hoje aquelas coisas, aqueles fatores de violência. aqueles fatores que estão em desacordo com a lei divina, porque a nossa sensibilidade também se apurou. Há poucos séculos, no amanhã de domingo, como hoje, talvez nós estivéssemos em um largo qualquer de alguma aldeamento, aplaudindo e assistindo uma execução, um enforcamento, um guilhotinamento e aplaudindo. Hoje isto seria para nós impensável. Estamos aqui no Congresso Espírita falando sobre a prática do bem, sobre a caridade, sobre a justiça. Então, nós evoluímos, o progresso se faz. E é só observarmos as relações que estamos vivendo hoje, a família que temos, as relações de trabalho, as relações sociais, as relações no movimento espírita e entendermos que direitos nós temos que respeitar para sermos justos. E no esforço de de exercitarmos esse respeito e vivermos estas relações, aplicando nelas aqueles conteúdos que temos estudado, lido, extraído das nossas obras espíritas genuínas, nós vamos estabelecer primeiro naquilo que Jesus nos recomendou que buscássemos no reino, no reino dos céus. E é claro que as luzes do reino que vão

lido, extraído das nossas obras espíritas genuínas, nós vamos estabelecer primeiro naquilo que Jesus nos recomendou que buscássemos no reino, no reino dos céus. E é claro que as luzes do reino que vão pouco a pouco se acendendo em nós também vão auxiliando a que a treva em torno vá pouco a pouco recuando, porque nada é mais forte, mais rigoroso do que o exemplo. E todos nós somos capazes de dar os nossos pequeninos às vezes insignificantes, mas valorosos exemplos. Eu me recordo de uma mensagem do espírito Emanuel que está no livro Visão Nova. E essa mensagem me chamou muito atenção, porque embora tenhamos essa máxima fora da caridade, vou fazer igual o La Cordeira agora, fora da caridade. >> Isso, estou aprendendo. Manuel escreve a seguinte página: "Fora boa vontade não há solução." Então, a boa vontade é também um degrau para chegarmos a esse sentido mais amplo e profundo de caridade, boa vontade para oferecer um copo com água, para ceder a vez. na condução, permitir que o motorista apressado, que tenha uma urgência ou ele é estressado mesmo, ultrapasse o nosso automóvel, aguardar que uma pessoa, muitas vezes prolixa, termine sua fala para que possamos estabelecer a nossa. São passos importantes no desenvolvimento da boa vontade e certamente no exercício da boa vontade com vistas à caridade, às vezes lavar a louça, que não foi você quem sujou, quem usou, né, dentro de casa, passar uma vassoura nos cômodos, oferecer auxílio pro vizinho, ajudar o filho nos deveres escolares, nesses pequeninos atos cotidianos da vida doméstica e mesmo dentro da casa espírita. Mas a gente vai viver muita ambiguidade. Eu tenho, tento tomar conta da minha própria ambiguidade, das minhas próprias contradições no exercício dessa vera caridade. E uma vez para concluir aqui o meu o meu comentário no Centro Espírita Leon Deni, lá no Rio de Janeiro, um centro que muitas vezes eu fui para fazer palestra, mas fui para tomar passe, para receber tratamento, porque todos nós que estamos aqui temos

io no Centro Espírita Leon Deni, lá no Rio de Janeiro, um centro que muitas vezes eu fui para fazer palestra, mas fui para tomar passe, para receber tratamento, porque todos nós que estamos aqui temos contradições, ambiguidades e somos essa mistura de treva e de luz, buscando fazer com que um dia a luz do conhe conhecimento do bem e do amor prevaleça. Então lá uma amiga professora, vou dar o nome dela porque ela conta essa história, professora Vera Sá, ela conta que ela tinha acabado de dar passes, era uma reunião pública e ela é evangelizadora, professora, muito dinâmica e foi para o ponto do ônibus e tava aguardando, provavelmente era o último ônibus. E o ônibus veio e ela junto de algumas pessoas esticou o braço pedindo para que o ônibus parasse. Só que o ônibus passou. E no que o ônibus passou, ela instintivamente disse que você encontre um poste lá na frente, só que numa fração de segundo ela olhou e ali tinham algumas pessoas que ela tinha dado passe e ela emendou, mas que você consiga se desviar. Somos nós contraditórios, ambiguos, mas não podemos perder de vista o percurso e a meta. Muito bem, amados irmãos, já nos encaminhando para o final dessa proveitosa roda de conversa e tendo em mente tantos aprendizados e reflexões que foram aqui aidos, eh me recordo de uma frase muito curiosa que um jovem me disse uma vez quando estávamos tratando acerca da importância de cada encarnação aqui, é que nós temos uma verdadeira jornada pela frente. Ninguém consegue percorrer uma jornada com único passo, mas sem um único passo, a jornada nem começa. Pois bem, gostaria de pedir dessa forma que vocês deem uma palavra, um conselho, uma inspiração, uma consideração final, por favor. >> Uma frase >> como espíritos de luz e uma frase, uma mensagem final. >> Que vigiemos e oremos sempre, disse Jesus. Que todos os postes do caminho tenham luz para os corações de vocês. Um beijão. A vida é o grande presente de Deus para nós. Mas o que nós fazemos da vida é o nosso grande presente para ele.

se Jesus. Que todos os postes do caminho tenham luz para os corações de vocês. Um beijão. A vida é o grande presente de Deus para nós. Mas o que nós fazemos da vida é o nosso grande presente para ele. Muito obrigada, César Bet Lacord Leon. Muito obrigada a cada um de vocês por estarem aqui com tanto amor no coração, porque o amor é valente, porque o amor faz o bem, como nos diz Francisco Espinelli, com amor sigamos, porque nós somos a Fergeso, gente. Nós somos ó >> Ferges. Muito obrigada. เ

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