O bem como o caminho para a felicidade | Lacordaire Faiad | 13º Congresso RS
Lacordaire Faiad (Mato Grosso) emocionou o público do Congresso com o tema O bem como o caminho para a felicidade. Inspirado na questão 922 de O Livro dos Espíritos, Faiad lembrou que a felicidade terrestre é relativa à posição de cada um, e que o critério comum a todos é simples e profundo: “a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.’’ Falando sobre o bem, Faiad nos convidou a lembrar de Jesus, “a presença constante depois de Deus, full time”, como disse citando Emmanuel. “Somos nós que permitimos ou não que Ele esteja conosco. Jesus nos convidou a viajar para dentro de nós.” E o auditório inteiro vibrou quando ele convidou o público para um abraço coletivo — um momento de emoção, energia e comunhão. Faiad citou Sidarta Gautama – o Buda — “sofremos porque não conhecemos a verdade da nossa própria alma”. Joanna de Ângelis, lembrando que “a dor é a bênção que Deus envia aos seus eleitos”. De Allan Kardec (A Gênese), recordou: “Somos amor porque Deus é amor, mas por ignorância ainda agimos com desamor.” Segundo Faiad, sofremos por duas razões: ignorância e rebeldia, e só mudamos por amor. “Deus nos criou para nós mesmos — e somos amor. Cuidemos dos nossos hábitos e pensamentos, pois somos responsáveis por expressar as leis divinas que habitam nossa consciência.” Citando Joanna de Ângelis, Faiad concluiu: “Floresça onde Deus te colocou.” Porque o bem — esse exercício diário de amor e consciência — é o verdadeiro caminho para a felicidade. Lacordaire Faiad é coordenador da Área da Mediunidade da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso (Feemt), psicólogo clínico e organizacional, com especialização em Psicologia e Psicoterapia Transpessoal. #13CongressoEspiritaRS #DoutrinaEspirita #Espiritismo #FergsPlay
Queridas almas e irmãs, que possa Jesus este sol de amor e ternura que aquece, ilumina as nossas almas e este amigo incondicional das nossas vidas. Pross nos envolvendo no seu amor e na sua ternura. Eu estou num corpo de estatura mediana, cabelo grisalhos, vestindo um blazer escuro. E uma alegria estar com vocês neste momento refletindo sobre as lições sublimes do Evangelho de Jesus. Quero agradecer com muita ternura e carinho a toda a direção da Federação Espírita do Estado do Rio Grande do Sul, por este ágape, essa festa espiritual e me desincumbir de uma responsabilidade amorosa, trazendo o abraço do Mato Grosso Espírita, na pessoa da nossa querida presidente Luía Leontina, a todos vocês. O bem como caminho para a felicidade. Quando se fala do bem, de quem nós lembramos? daquele que todos nós temos muita saudade. O que a nossa veneranda Joana de Angeles, essa benfeitora da humanidade o chama o peregrino do amor. Quem de nós não temos saudade de Jesus? Não é verdade? Saudade a gente não mata. Saudade a gente revigora. Saudade nós a revitalizamos. Porque saudade é uma virtude. Ela é filha da gratidão. Só tem saudade quem ama e só temos saudades de quem amamos. E por que temos tanta saudade de Jesus? É o espírito Emmanuel que nos ajuda a refletir do livro Caminho, Verdade e Vida, na lição 142, ele coloca que Jesus, ele além de conquistar a nossa tutela por amor, foi pelo seu testemunho pessoal. E ele coloca que depois de Deus, que é uma presença permanente nas nossas vidas, é Jesus. A presença full time o tempo todo conosco. Somos nós quem o permitimos ou não ele estar conosco? Portanto, se Jesus neste momento estivesse ao seu lado, você assim o permitindo, qual pergunta ele lhe faria? Não precisa responder agora, vamos pensar junto. E para nos ajudar nessa resposta, busquemos meditar desde quando nós chegamos. nesse espaço de amor, a cada exposição, a cada fala de cura, de amparo reflexiva, que nos convidou a viajar para dentro de nós. Estávamos ao término de uma palestra,
meditar desde quando nós chegamos. nesse espaço de amor, a cada exposição, a cada fala de cura, de amparo reflexiva, que nos convidou a viajar para dentro de nós. Estávamos ao término de uma palestra, Jesus, a presença amorosa de Jesus em nossas vidas. E ao término da palestra, acercou-se de nós uma senhora e disse: "Agora eu entendo, eu entendo o que aconteceu comigo. Eu senti Jesus, agora eu sei que é ele me abraçando através da minha amiga. Aquela ali, ó, a Mariana. Aliás, eu estou aqui graças a este abraço. Mariana chegou logo pela manhã, por volta ali, quase o término do expediente da manhã e disse: "Márcia, hoje eu estou tão feliz, mas tão feliz, que eu estou sobrando abraços. E eu quero lhe dar um abraço, mas não do que tá sobrando. Quero lhe dar um abraço muito especial. Eu quero dar um abraço de muita gratidão, porque eu sou uma pessoa antes e depois que eu cheguei aqui. A nossa instituição é uma instituição de saúde, pessoas com câncer. E logo que eu cheguei, você já sabia o meu nome e dizendo: "Que bom que você veio". Porque as pessoas que aqui vem vem como sendo pessoas peteca, porque ela vai de um lado, alguém fala: "Não, não é aqui, vai do outro. Não, não é aqui, vai". E elas ficam perdidas. Nós somos o ponto de apoio, de esperança dessas pessoas. Que bom que você veio e aquilo marcou para mim profundamente. E eu quero lhe dar um abraço. O fato é que quando a Mariana me deu um abraço, que eu fiquei sentada, ela disse: "Não levanta, é um abraço especial, é um abraço de gratidão. Gratidão por Jesus, pelo bem. que você é na minha vida com esse seu jeito de ser. E quando eu levantei, que ela me abraçou, eu senti uma emoção tão intensa, tão forte, e comecei a chorar. Ela disse: "Mas o que foi, Márcia? Eu disse alguma coisa?" Não. E eu mostrei para ela o bilhete que eu estava escrevendo. De onde eu trabalho, é um quarteirão daqui. atravesso um viadulto, estou em casa e eu estava planejando naquela manhã me jogar do viadulto, porque a coisa de 10 vezes, meu filho, o único
a escrevendo. De onde eu trabalho, é um quarteirão daqui. atravesso um viadulto, estou em casa e eu estava planejando naquela manhã me jogar do viadulto, porque a coisa de 10 vezes, meu filho, o único filho de 18 anos, ele sempre pedia: "Mãe, quando eu fizer 18 anos, senhora me ajuda, eu comprar uma moto, eu quero trabalhar". Eu ajudei. E foi justamente quando ele ia fazer 19 anos, um jovem alcoolizado colidiu de frente, ele veio a óbito. Além da dor da morte do meu filho, o meu marido agora estava me acusando que eu era a assassina dele. E eu ia realmente a vida para mim não tinha mais sentido. Mas agora, depois que eu fiquei sabendo o que é essa casa espírita, o que é Jesus, esse Jesus não crucificado, uma luz do túnel se faz presente. Eu quero conhecer esse Jesus. Eu quero sentir esse Jesus que me abraçou. através da minha amiga Mariana. Olha pro companheiro ao seu lado. A companheira ao seu lado. Isso. Olha com carinho, com ternura. Isso. Faz isso. Dê o abraço de Jesus ao seu companheiro. Dê isso. Pode dar o abraço. Isso. Esse abraço bem especial. Isso. Sinta Jesus aí neste abraço. Pronto. É bromar Jesus, não é? [aplausos] Sentiu Jesus. A metade da resposta da pergunta de Jesus já está aí para meditarmos. Muito bem. Se Darta Gautama Buda, ele coloca o homem sofre porque não conhece a verdade que existe em sua própria alma. Que verdade é essa, gente? Mas ele diz também, todos os caminhos da ignorância levam ao sofrimento. A sabedoria está em conhecer a ignorância que ignoramos. Ele poderia ter descido no dcelos, que ele poderia ter regimentado o maior exército. Que jeito que ele veio, gente? Veio na simplicidade de uma manjetora. Emanuel, no livro Caminho, verdade, vida, aliás, a caminho da luz, ele coloca que é Jesus quem recebe das mãos de Deus, poeticamente falando, a terra enquanto uma nebulosa. E é ele quem vem prepará-la com toda a sua equipe de geneticista, de arquitetos, de engenheiros para nos receber. E como que ele veio? Seu pai, sua mãe batendo de porta em
terra enquanto uma nebulosa. E é ele quem vem prepará-la com toda a sua equipe de geneticista, de arquitetos, de engenheiros para nos receber. E como que ele veio? Seu pai, sua mãe batendo de porta em porta, pedindo guarida. E ninguém, ninguém até hoje foi capaz de dar um lugar para Jesus. E quem deu, deu do que não lhe faltava, do que não lhe incomodava. deu uma estrebaria, um curral, onde seu pai e sua mãe improvisou um coxo como seu berço. E como que ele chega? O espírito Emânuel no livro Caminho Verdade, no livro A Caminho da Luz, uma mensagem que se intitula Mangjedora, ele coloca que Jesus veio inaugurar para a humanidade a era da humildade. Que que é humildade? Uma das grandes virtudes que trazemos nas nossas almas a serem exercitadas, é você reconhecer o que Buda coloca, quem você é, sem desconhecer a nossa limitação sem sermos limitados. sem desconhecer o horizonte de oportunidades que desdobram a nossa frente. É valorizar o pouco sentindo muito. É valorizar os pequenos grandes momentos da nossa vida. É grato aquele que exercemos a humildade. Jesus veio nos ensinar a gratidão, o bem maior com o caminho da nossa felicidade. é tão verdade que ele chega dizendo: "Eu não vim para ser servido, eu vim para servir, mostrando, portanto, a equanimidade do amor de Deus, porque ele também diz: "Tudo que eu faço, vós podeis fazer e muito mais, mostrando que Deus não cria ninguém, coitadinho, nem capaz. E não há privilégio. E todos aqueles que vieram antes de Jesus, Sócrates, Pitágoras, Arquimedes, Laudissé, Confúcio, Moisés, Buda e tantos outros vieram sob a tutela de Jesus. E ele veio para inaugurar para a humanidade a era da humildade e veio para startar em nós o despertar do nosso Cristo interno nessa viagem em busca da nossa angelitude. Não é por outra razão que a benfeitura da humanidade, Joana de Anes coloca. Sabe quem é o anjo de hoje? É o pecador arrependido de ontem. E ele chega dizendo: "Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá". Mostrando, portanto, que a evolução ela
Joana de Anes coloca. Sabe quem é o anjo de hoje? É o pecador arrependido de ontem. E ele chega dizendo: "Das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá". Mostrando, portanto, que a evolução ela não é uma opção, ela é uma determinação divina. Então, a verdade nós vamos entender quando Allan Kardec a Gênesis ele coloca: "Sendo Deus o princípio de todas as coisas e sendo toda sabedoria, toda bondade, toda justiça, tudo que dele procede há de participar de seus atributos. Porquanto o que é infinitamente sábio, justo e bom, nada pode produzir que seja ininteligente, mal, injusto. E lá na gênese bíblica, tá lá, nós fomos criado a imagem e semelhança do criador. Portanto, nós somos amor, como diz João no seu evangelho, Deus é amor. Então, nós somos amor, mas por ignorância temos atitudes de desamor. É por isso que Buda coloca justamente que essa é a grande verdade que nós desconhecemos de quem realmente nós somos. como também ele coloca que todos os caminhos da ignorância levam ao sofrimento. Nós sofremos por duas razões na vida. Uma por ignorância e outra por rebeldia. Porque Jesus coloca o que o Pai quer não é a morte do pecador, é a morte da ignorância. Às vezes nós ouvimos muito assim, olha, quem não muda por amor, muda pela dor. Muda ou não muda? >> Não, gente, não muda. Porque se Deus é amor, qual é a sua pedagogia? Qual que é a sua andragogia? É o amor. Porque eu posso estar sofrendo, mas eu tô culpabilizando o meu pai, a minha mãe, o governo. Tô numa rebeldia. Então diz o espírito amigo que é Joana de Angel lá no Evangelho, a dor é bênção que Deus envia aos seus eleitos. É o carteiro que bate a nossa porta, nos convidando a retomar a trilha do bem para que possamos conquistar a nossa felicidade. O bem cuidar, o bem zelar, o bem se atender, o bem se refletir. E esta é realmente a nossa responsabilidade. Nossa benfeitura Joana de Angeles, neste livro, A vivência do amor, ela nos coloca: "O amor é a chave sublime que faculta abrirem-se todas as portas que conduzem à plenitude."
nossa responsabilidade. Nossa benfeitura Joana de Angeles, neste livro, A vivência do amor, ela nos coloca: "O amor é a chave sublime que faculta abrirem-se todas as portas que conduzem à plenitude." Graças a essa emoção de qualidade superior, tudo quanto existe resulta de sua transcendentes vibrações. Sendo emanação divina, expande-se e abarca todas as demais expressões da vida até culminar o pensamento de Deus, aliás, do qual procede. um grupo de jovens o ano passado perguntando o que que era o amor. Um garotinho de 10 anos falou assim: "O amor é farinha de trigo de Deus". Falei: "Interessante como que você sabe que foi amor? O que que a gente faz com a farinha de trigo? Você faz de tudo que você quiser, ainda mais quando você acrescenta mais alguma coisa". Eu fui, deixa eu te dar um abraço. Quando Newton escreve numa carta, o amigo diz de toda a gravidade que faz com que os corpos celestes não se choquem um com o outro, que pulsa no universo, há uma gravidade maior, amorosa, sábia e justa. É Deus, diz o espírito Joana deângeles, ama o verme debaixo do solo, ama o homem e a mulher ao solo e ama o pai nas galáxias. Então, nós somos amor. É da nossa identidade amor. Aqui neste neste livro Cântico das Virtudes do Espírito Amigo que dá o nome de Adália. É um livro muito interessante, Asir virtudes falando com amor. Virtude nós somos amor nós somos. A virtude à leis é semelhante uma rosa. As pétalas são as virtudes, o perfume são as leis. Ninguém está vendo a lei da gravidade, ninguém está vendo a lei de liberdade, mas nós sentimos. Então, é através das virtudes que nós vamos expressar as leis divinas. Então, vou colocar aqui até para vocês tirarem um print. Então, veja, eu posso mexer nas leis divinas, eu posso mexer em Deus, mudar alguma coisa? Em quem eu vou trabalhar aqui? Em mim, enquanto eu o espírito imortal. Qual é o nosso convite para desenvolvermos o bem? Nós trazemos conosco um grande manancial infinito de virtudes em estado de latência ou inconsciência com responsabilidade de transformar em
o imortal. Qual é o nosso convite para desenvolvermos o bem? Nós trazemos conosco um grande manancial infinito de virtudes em estado de latência ou inconsciência com responsabilidade de transformar em vivência. Daí a importância das reencarnações sucessivas ou da vida em sociedade, como diz Allan Kardec a Gênese. A vida em sociedade é a pedra de toque do espírito. Então nós só temos um caminho. Nós não temos contrariar as leis. Eu não quero mais viver sobre a lei da gravidade. Ou nós nos entregamos à leis ou nós nos afastamos. Quando nós nos afastamos, vem a dor e o sofrimento. Quando nós nos entregamos, a felicidade relativa. Então, qual é o nosso convite? Quando o apóstolo Paulo, ele nos coloca: "Tudo posso, mas nem tudo me convém". O que que ele está nos convidando? A educação do espírito em relação às leis. Tudo posso, lei de liberdade, mas nem tudo me convém daqueles que já nos educamos diante da lei de liberdade. Porque quando nós tomamos atitudes inconscientes ou atitudes automatistas, egóicas, com raiva, com mágoa, com ódio, nós estamos construindo a nossa escravização. Quando nós tomamos atitudes conscienciais num processo de autoeducação, que a nossa Sandra colocou muito bem, nós estamos construindo a nossa libertação. Então, dependendo de como eu me coloco diante das leis, eu estou construindo a minha libertação ou a minha escravização. O apóstolo Paulo também diz assim: "O bem que eu quero fazer, este eu não faço. O mal que eu não quero, este eu faço." O que que ele está nos mostrando? A predominância que nós trazemos conosco da nossa mente viciada. Porque nós temos um corpo, mas somos mais do que um corpo. Nós temos uma estrutura psíquica mental, mas nós somos muito mais do que a nossa estrutura mental. Nós vios de um caudo socultural, sócioafetivo, mas nós podemos reprogramar o nosso mapa mental. Filho de alcólatra não quer dizer que tem que ser alcólatra. Não adianta eu ficar culpando o meu passado, a minha mãe, meu pai. Eles deram o que eles tinham para dar.
reprogramar o nosso mapa mental. Filho de alcólatra não quer dizer que tem que ser alcólatra. Não adianta eu ficar culpando o meu passado, a minha mãe, meu pai. Eles deram o que eles tinham para dar. Nós somos um espírito. Então, nós temos uma mente que é intermediária da consciência do espírito à nossas ações diárias. A nossa mente ela vicia dependendo dos nossos padrões mentais, como nosso Jacob colocou muito bem baseado na questão 459 do livro dos espíritos, a importância de nós estarmos escolhendo alimente para as nossas mentes. E Allan Kardec coloca muito bem no capítulo 27 e 28 do Evangelho Segundo Espiritismo. Qual capítulo? 27 >> 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Quem não leu, vale a pena ler. Um prazer de casa. Tudo bem? Qual que é o capítulo? >> De onde? Qual livro? >> Muito bem. Então ali Kardec fala da importância do pensamento e a importância da oração. Então aí nós vamos entender quando o apóstolo Paulo diz: "O bem que eu quero fazer se eu não faço". Ele está mostrando que ele ainda estava impregnado do Saulo, prepotente, arrogante, e que ele foi construindo paulatinamente o despertar do Saul do Paulo que estava dentro dele. O que nós vamos encontrar na questão 919, 919, tem o livro dos espíritos, quando Kardec pergunta qual a forma, o meio prático para que possamos resistir o mal e desenvolver o bem. E ali ele nos dá o passo a passo, depois de olhos lá. Então, com isso, ó, eu vou me entregar a vez a Deus e vou fazer um exercício, porque não é entregar no sentido de ficar acomodado. A entrega é um sentido de alta inteligência emocional e espiritual, porque eu não vou me rebelar diante daquilo que eu não tenho como mudar, mas eu sei que eu posso, sou capaz e o universo está ao meu dispor, na minha autorresponsabilidade. Então, nós vamos entender que nada vai nos acontecer que não esteja no nosso programa espiritual, porque não é justo, não é caridoso, não é amoroso. É para isso que Deus, além de nos dar a tutela de Jesus, nos concedeu a bênção do anjo de guarda,
ntecer que não esteja no nosso programa espiritual, porque não é justo, não é caridoso, não é amoroso. É para isso que Deus, além de nos dar a tutela de Jesus, nos concedeu a bênção do anjo de guarda, que São Luís coloca lá em livro dos espíritos. Ele desempenha o papel de um pai bom, responsável, amoroso, justo, chora conosco se for preciso, mas nunca, nunca nos abandona. Olha que sensação gostosa. Nós nunca estamos desamparad. Então, além daqueles tutores que já alcançaram essa altitude do amor, que estão torcendo por nós. Então eu vou agora fazer exercícios de estar transformando meus hábitos nocivos. E Joana no livro Momento de Saúde, ela diz assim: "Ninguém vive sem hábitos. Nós temos hábitos saudáveis que nos leva ao encontro da nossa essência amorosa, mas nós temos hábitos nocivos. Então não tem como você deletar sua mente, mas tem como reprogramar. Como que eu substituo uma ideia ruim? Me ajuda aí. Como que eu substituo uma ideia ruim? >> Uma ideia boa para responder um com pé nas costas. É ou não é? Agora o desafio tá aí, ó. Por isso que tudo Kardec pergunta como, como eu posso como eu faço? Como que eu vou saber qual que é a ideia boa? Como que eu vou saber? >> Se o que eu fizer para aquela pessoa vai fazer mal a minha >> isso. Isso aí eu vou, eu tô vendo como que eu vou fazer, mas como é que eu vou saber o que eu vou fazer? Se, ó, se eu tenho uma ideia ruim, quadrada, adianta eu ter uma ideia boa, redonda, vai encaixar? >> Não. Então, eu vou analisar a ideia ruim, a ideia e a ideia obsessiva. Por isso que Kardec perguntou Santo Agustia disse: "Fazer como eu fazia, passava em revista as minhas ações." Passar em revista não é autocrítica, não é autocensura. passar em revista é como se você tivesse vendo como tá aqui. Você vai começar a analisar sem criticar, sem censurar, porque se Deus quisesse que nós fôssemos já perfeitos em manifestação, não criaria a lei do trabalho que vai nos levar ao progresso. Nós já somos perfeitos enquanto criação divina. Não falta nada em nós da parte
eus quisesse que nós fôssemos já perfeitos em manifestação, não criaria a lei do trabalho que vai nos levar ao progresso. Nós já somos perfeitos enquanto criação divina. Não falta nada em nós da parte de Deus. Joana utiliza uma metáfora no livro Amor imbatível Amor, eu acho que formidável. Ela diz assim: "Nós somos a semelhança de uma semente que traz dentro de si todos os elementos necessários para despertar a árvore que a tipifica". Ou seja, ninguém aqui está desprovido de todos os elementos para lhe fazer feliz. Porque não a felicidade, como nós estamos vendo, ela não vem do outro, nem do que você tem, nem do que você faz. nem do conhecimento que eu tenho, não é? Aliás, não é o conhecimento que nos muda. Vocês podem me perguntar, quantos livros você já leu? 50. O que mudou? Ah, não sei. O mais importante não é o quanto você conhece, é o quanto eu me sinto, o quanto eu me acolho, o quanto eu me amo naquilo que eu conheço. E aí nós vamos entender que o quando o apóstolo Paulo coloca tudo posso, mas nem tudo me convém, ele tá falando do exercício consciencial, da busca da felicidade, porque o trabalho da resiliência, da determinação, da humildade, da entrega são virtudes meios. é um meio para que eu possa conquistar a virtude recompensa, que é a alegria, que é a felicidade. Por isso que lá no Evangelho, os trabalhadores da última hora, por que que o trabalhador que chegou primeiro e o último ganharam os mesmos salários? Porque o salário ele não tá fora, ele tá dentro de nós na nossa satisfação, na nossa motivação, na nossa alegria de estar sendo útil. Então, justamente com isso, eu vou trabalhando agora a minha característica egóica, humana e instintiva em prol de uma característica humana essencial, extintiva, amorosa. Por tá lá na questão 132 do livro dos espíritos, qual o sentido da reencarnação, expiação e provas. Nós somos viajores do tempo e a vida na terra. Uma estação, já dizia Sócrates, o livro céu e o inferno ou justiça divina, Kardec nos traz essa certeza
ual o sentido da reencarnação, expiação e provas. Nós somos viajores do tempo e a vida na terra. Uma estação, já dizia Sócrates, o livro céu e o inferno ou justiça divina, Kardec nos traz essa certeza de quem realmente nós somos. Porque às vezes a gente diz assim: "Isso é muito bonito na teoria. Eu quero ver na prática, gente, evangelho de Jesus e doutrina espírita não é teoria. É um roteiro seguro de prática. Tivemos a oportunidade de ver os nossos queridos colaboradores do nosso querido congresso, um manual para o voluntário e ali tá o passo a passo que somos convidados a nos dedicar. A doutrina espírita, ela não veio criar nada novo. Ela é o telescópio das nossas almas. É um microscópio que não veio criar um mundo novo, mas veio desvendá-lo, mostrando nós somos o ser mais importante que Deus criou e criou o mundo e nos inseriu nele para nós, porque Deus é tudo. Questão 13 do livro dos espíritos. Ele não precisava ter nos criado. Não falta nada para ele. Para quem que ele nos criou? Para nós mesmos. Para quê? Para chegarmos à virtude recompensa, que é a felicidade. Mas como? nos cuidando. Eu fui visitar uma amiga que era contadora e ela não viu a hora que eu cheguei. E quando eu cheguei, eu vi que ela derrubou os papéis, o grampeador e ela já desceu dizendo, falando assim: "Eu sou uma burra mesmo, eu sou uma desastrada, eu sou uma jumenta". E falou mais coisa que eu não vou falar aqui. A hora que ela levantou, que me olhou, ah, você tá aí, tô, sua burra, sua desastrada, não quis dizer mais. Mas por que que você tá me maltratando assim, me xingando? Não, não tô te xingando, nem te maltratando. Tô fazendo coro. Tô repetindo o que você acabou de falar. Ela caiu na real, disse assim: "É verdade, eu sou viciada. Olha aí, eu sou conflito de identidade, eu sou ansioso, isso é coisa permanente, não. Eu sou calmo, eu sou amor, eu sou paz, mas eu tenho um padrão mental de ansiedade, de rejeição, de abandono, mas nós somos amor. Aí ela disse: "Eu sou viciada em me maltratar". Que que é o vício? Ó, Joana
ou calmo, eu sou amor, eu sou paz, mas eu tenho um padrão mental de ansiedade, de rejeição, de abandono, mas nós somos amor. Aí ela disse: "Eu sou viciada em me maltratar". Que que é o vício? Ó, Joana Dias falando, ó, hábito, coisa repetitiva de se maltratar. Então, Deus nos criou para quem? Para nós mesmos. Esse é o caminho. Por que que eu vou ficar me criticando, me censurando se nós somos o ser mais importante que Deus nos criou e nos deu para nós mesmos? Mais ainda, nós somos os únicos seres da criação responsáveis por expressar as leis divinas. Os animais são regidos por automatismo. Nós também temos automatiso. E é o bem de Deus em nós. Nosso coração pulsa e vibra independente da nossa vontade. Quer ver? Fala pro seu coração parar. Fala. Vê se ele para. Não, não fala não. Vai que ele para. Por que que não para? Para quem que Deus criou as leis divina, as leis morais? Para quem? Pros animais? Não foram para nós. Para quê? Para nos proteger de quem? >> Ah, vocês estavam lá. Isso mesmo. Olha aí, ó. De nós mesmos. Você já dirigiu numa estrada onde não tinha placas? à noite chovendo, mas também você já dirigiu numa estrada cheio de olho de gato, sinalizado na estrada e mesmo chovendo, faz diferença. Então, a leis divinas são as placas que Deus colocou onde? Na consciência que dizem que é a voz de Deus dentro de nós. Mas nós somos consciência em essência. com a responsabilidade de transformá-la em vivência. Essa é a nossa responsabilidade. Então, por isso, eu vou fazer uma entrega e ação desenvolvendo a fé convicta. Fé, confiança em mim, confiança na vida, confiança em Deus. Portanto, o que que é o bem? Como se pode distinguir o bem do mal? Questão 630 do livro dos Espíritos. O bem é tudo que é conforme a lei de Deus. O mal, tudo que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la. Então, quando você tá te criticando, quando você tá te censurando, você tá sendo justo ou injusto? Hã? >> Ó, tô perguntando os encarnados.
ceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la. Então, quando você tá te criticando, quando você tá te censurando, você tá sendo justo ou injusto? Hã? >> Ó, tô perguntando os encarnados. Justo ou injusto? >> Quando você tá te culpando >> também. Com quem? >> Comigo, >> com a vida e com Deus. E quando você tá te amando, quando você tá te acolhendo, vem eu atendendo um um adolescente depois de algumas sessões, ele chegou na sessão, cara, eu descobri que eu sou agora o cara mais importante da minha vida dentro disso aí eu vivia correndo atrás de sobremesa. Que que os outros vão pensar, que que os outros vão dizer? E agora eu descobri que eu sou o meu banquete. Tem muita gente correndo atrás de sobremesa e desprezando o banquete ou não? >> Então nós vamos perceber que é justamente isso aqui, ó. Dos espíritos terão sido criados eh criados bons e outros maus. O livro dos espíritos, a sabedoria do nosso eminente pedagogo Politar Rivo, foi beber na fonte que é Jesus. Então o livro dos espíritos tem perguntas troncos. Essa aqui é uma das perguntas troncos. 919, pergunta tronco, 621, pergunta tronco, 625, pergunta tronco. São aquelas perguntas que as demais se desdobram dessa aí. Então, veja, ó. Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes. Aliás, ele pergunta: "Dos espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus?" E ele diz lá: Deus criou todos os espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. E a cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecer e de os fazer chegar progressivamente à perfeição. Como? De que forma? Pelo conhecimento da verdade para aproximá-lo de si. Quando Jesus diz, "Conheça a verdade, ponto. E a verdade pensada, sentida, aplicada nos libertará. Porque a verdade ela é o GPS. Você põe lá o endereço do GPS. Isso não é a caminhada. A caminhada é o saber por onde eu vou passar. Saber o caminho não é a caminhada. Qual é o caminho que me leva à felicidade? É o bem. Eu vou adiantar algumas lâminas aqui pra gente já adiantar que meu amigo ali tá me dizendo
or onde eu vou passar. Saber o caminho não é a caminhada. Qual é o caminho que me leva à felicidade? É o bem. Eu vou adiantar algumas lâminas aqui pra gente já adiantar que meu amigo ali tá me dizendo que já tá chegando perto do >> Olha lá o que é a felicidade, ó. Não é? Então veja, ó. Nossa benfeitora Joana dees, ela diz assim: "Felicidade genuína não é uma posse externa, mas sim um estado profundo e duradouro, inerente ao progresso moral do indivíduo". Então, felicidade genuína, tem felicidade que não é genuína? Tem aquela ilusão, não é? Tem uma pergunta interessante. Você é uma pessoa, é um ser que tem um padrão de atitude ou de comportamento, ó, que tem, não é que você é, tá? Porque o que a gente é qualidade. O que eu tenho por ignorância são as minhas dificuldades, o meu ego, a minha sombra, não é? Irmão, olha, anota aí. Aquela dor que eu carrego comigo, se eu não me acolho, se eu não me dou atenção, ela vai doer no momento inadequado. Eu vou descontar em quem não tem nada a ver com isso. Então você é uma pessoa de atitude ou de comportamento, uma pessoa que é uma pessoa que tem. Então pessoa de atitude, qual que é? E a pessoa de comportamento. Lá em casa tem uma goteira. Aí eu fui, pedi o Antônio um balde emprestado. Nem balde eu tinha. Botei na goteira. Encheu o balde, eu joguei água fora. Encheu o balde, eu joguei água fora. O Antônio chegou, falou assim: "Ah, cadê meu balde?" Não, pessoa de comportamento, você não vai pegar o balde. Eu te ajudo tanto por causa de um balde. É ou não é? Isso é atitude ou é comportamento? Alô, alô. É atitude ou comportamento? >> Pronto. Vocês estavam lá também. Tá vendo? O Antônio chegou e falou assim: "Ó, me dá meu balde." Falou assim: "Não, Corde, você vai tomar uma atitude de arrumar a goteira". Certo? Então, tem gente que tem comportamento de queixar, de lamentar, de reclamar do marido, da esposa, do filho. Tem ou não tem? >> Tem. Aí diz Joana adiante dizendo assim, ó: "A queixa e a lamentação ocupa o lugar do pensar responsável".
mento de queixar, de lamentar, de reclamar do marido, da esposa, do filho. Tem ou não tem? >> Tem. Aí diz Joana adiante dizendo assim, ó: "A queixa e a lamentação ocupa o lugar do pensar responsável". Então, quem tá queixando do marido, da esposa, não quer mudança. Tem o comportamento de ficar numa atitude viciosa. E às vezes a gente confunde relacionamento com qualidade de vida. Fica queixando companheiro de trabalho, queixando queixando companheiro do centro espírita. Ninguém está onde está porque caiu de paraqueda. De Joana de floresça onde Deus lhe colocou. Então essa é a felicidade. Eu vou adiantar aqui um pouquinho mais, não é? E esse material depois fica disponível pra gente poder pensar junto. Olha. Opa, deixa eu voltar aqui. Esse aqui, o apóstolo Paulo. Quem não leu, vale a pena ler. Já li nove vezes. Tô lendo pela décima vez o livro Paulo e Estevão. É um roteiro seguro para as nossas vidas. O livro Paulo e Estevão, o Emânio nos mostra realmente o caminho para todos nós, que Paulo, o apóstolo Paulo, não é um discípulo de teoria. Ele mostra na prática. Então tem os passos antes, no meio e depois. Antes o doutor orgulhoso, presunçoso, depois o encontro com Cristo, que é o momento de decisão. A decisão não é a mudança. A decisão é uma mudança de atitude. Você vai sair de comportamento para atitude. Ali eu tomei uma atitude. Se eu falar para vocês, vamos supor que eu fome há mais de 30 anos, vamos dizer, ó, como que eu tava viciado. Se eu digo assim, a partir de hoje eu não tenho mais vontade de fumar, é verdade? Não. A partir de hoje eu tomei a atitude de não colocar mais um cigarro na boca. A partir de hoje eu vou estar me autodisciplinando para deixar de entrar no campo da queixa e da lamentação para entrar num processo reflexivo de autorresponsabilidade, porque esse é o caminho do bem, é o caminho da felicidade. Faz sentido? Então, vejamos que o apóstolo Paulo, veja aqui, é o exemplo. Olha, João, isso lá em Éfeso, chegou pro apóstolo Paulo e depois dos apedrejamentos, dos calabolços e ele
minho da felicidade. Faz sentido? Então, vejamos que o apóstolo Paulo, veja aqui, é o exemplo. Olha, João, isso lá em Éfeso, chegou pro apóstolo Paulo e depois dos apedrejamentos, dos calabolços e ele ainda com machucaduras, fica um pouco mais Paulo e ele descreve a sua missão. E ele diz assim da responsabilidade que ele tinha frente ao compromisso com ele diante do Cristo. Porque nós não trabalhamos para Jesus, porque Jesus não precisa do nosso trabalho. Como também nós não trabalhamos para o nosso filho, nem para minha esposa, nem pro meu marido. Nós trabalhamos para nós junto à família. Nós trabalhamos para nós com Jesus na casa espírita. Somos nós o necessitado do trabalho. Então, naquele momento, João abraça com muito carinho, diz assim: "És feliz, Paulo, porque entendeste o programa de Jesus ao teu respeito." Nossa querida Sandra colocou na sua palestra e é realmente nós temos um programa e um propósito. O programa está ligado diretamente aos nossos papéis. O papel de pai, de mãe, de professor, de voluntário na casa espírita. Nos nossos papéis, nós podemos ser substituídos, mas o propósito é a virtude que eu vim desenvolver comigo nessa atual encarnação. A virtude ela é pessoal e ela é intransferível. Eu venho de uma família de 14, 13 irmãos, 14 comigo. Veja, caímos de para-queda nessa família. Não. O espírito André Luiz no livro sinal, no livro entre o céu e a terra, ele coloca que todo pai e toda mãe é consultado, com raras exceções, se aceita ou não aquele filho como filho. Então, vejamos que tem o diante do universo, diz Emanuel, não há improviso, há programação. Então, nós viemos desenvolver a humildade, nós vios desenvolver a resiliência, o autocolhimento. Cada um de nós viamos desenvolver uma virtude correspondente a cada encarnação. Então, viamos desenvolver uma virtude de mãe que está coroada de outras virtudes filhas, não que sejam menores. Então, o apóstolo Paulo, ele veio com essa sintonia, como diz aqui João, és feliz porque entendeste o programa ao teu respeito. E
mãe que está coroada de outras virtudes filhas, não que sejam menores. Então, o apóstolo Paulo, ele veio com essa sintonia, como diz aqui João, és feliz porque entendeste o programa ao teu respeito. E veja como que isso se deu. Segundo os pesquisadores, o apóstolo Paulo viajou aproximadamente 14.000 km e 755 725 km. Olha ele em quatro viagens. A primeira viagem 2.250 km. Segunda viagem 4.500 km. A terceira viagem 4.350 km. A quarta viagem que foi para Roma, cerca de 3.600 km. Como gente na gol, Natã? Não. E aí ele descreve no livro Paulo e Estevão sendo apedrejado, sendo levado ao calaboço, sendo muitas vezes ali passando por por naufragos, eh, naufrágios. E às vezes a gente reclama do nosso trabalho voluntário dentro da casa espírita. Nós reclamamos nesse padrão de queixa, de lamentação, de comportamento e não atitude. E esse aqui, este benfeitor amado, Chico Xavier, ele veio para psicografar somente 50 livros e Emmanuel não disse nada, foi até o 100. Quando chegou ao 100, disse: "Chico, você está agora livre, pode fazer o que você quiser da sua vida". Ele começou a chorar e pediu ao Emânel: "Enquanto eu puder sustentar um lápis, eu quero continuar escrevendo, principalmente enquanto houver dor e sofrimento das mães que viram seus filhos partirem em terra idade." Então ele veio, além de receber mais de 450 livros, mais de 10.000 1 cartas atendendo corações com dores da alma e todo o dinheiro arrecadado ia para as instituições. E esse aqui está presente no Congress Rio Grande do Sul, está tão próximo que eu estou animado porque estou passando bem em condições, portanto, de fazer a abertura desse ágape monumental. Lá nos veremos, nos abraçaremos e programaremos o futuro espiritual das nosso Divaldo 20003, 2023 estava se recuperando e veio ao veio ao rio Rio Grande do Sul se despedir, como ele acabou de colocar aqui agora. Estou me recuperando. Então, todos aqueles que abraçam Jesus, como diz Dr. Bezerra, aquele que quiser se cristar, não deve fugir a oportunidade de se
e despedir, como ele acabou de colocar aqui agora. Estou me recuperando. Então, todos aqueles que abraçam Jesus, como diz Dr. Bezerra, aquele que quiser se cristar, não deve fugir a oportunidade de se crucificar. Veja, mais de 270 livros vendido, milhões de exemplares, mais de 20.000 palestras realizadas ao longo da sua vida. Realizou mais de 643 viagens ao redor do mundo e proferiu conferências em mais de 70 países dos cinco continentes. Que convite é esse, gente? Vocês sabem que Jesus está na rua? Vocês já viram Jesus na rua? Eu senti Jesus no abraço da Mariana. E sabe quem foi que está falando que Jesus está na rua? nosso querido Francisco Espinelli nessa mensagem através do nosso querido Divaldo Pereira Franco neste livro Sementes de Vida Eterna. Olha que que ele coloca. Revivendo a pureza primitiva da boa nova, o Espiritismo traz Jesus de volta às praças e ruas movimentadas do mundo, a fim de conviver com os padecimentos que vergastam as multidões atônitas da atualidade, sem quaisquer atavios. Sua presença comove e conquista os que anelam por paz e aguardam a mensagem de esperança. Lá fora há muita dor e há muito sofrimento. Há muita angústia, há muitas márcia por não conhecer o Jesus que conhecemos, querendo pular do viaduto da vida com uma falsa solução. Após as sucessivas desilusões pelas variadas províncias da fé e da intelectualidade, o homem já vencido pela prepotência dos artefatos bélicos, filhos deinditosos do avanço tecnológico, que não obstante a contribuição valiosa que vem oferecendo ao progresso da civilização, não consigo lograr a meta de produzir a felicidade humana. Que que nós estamos vendo? na Palestina, a Ucrânia, e nós conhecemos o Jesus que a doutrina nos traz de volta. Tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Venho como outrora entre os filhos deserrados de Israel, trazer-vos a verdade de separar trevas, confundir os orgulhosos. Jesus volveu sim à ruas do mundo, sem abandonar os lares onde agasalham as aflições. Sua voz penetrante dispensa os
serrados de Israel, trazer-vos a verdade de separar trevas, confundir os orgulhosos. Jesus volveu sim à ruas do mundo, sem abandonar os lares onde agasalham as aflições. Sua voz penetrante dispensa os condicionamentos externos da indução psicológica inconsciente do passado, transformando-se em mecânica de auxílio urgente aqueles para quem viera anteriormente. Manuel, no livro de Cloves Tavares, ele diz: "Amor e sabedoria, o nome do livro. Já cansado de viver o cristianismo sem o Cristo, roguei uma oportunidade renovada e vi descordinar na linha do horizonte um país cuja configuração de um formato de um coração. E ele veio como padre Manuel da Nóbrega. Se todavia ainda não te resolveste encontrá-lo, aquiieta-te, produzindo o silêncio interior, onde quer que estejas, e ouvirás defrontando o próximo de ti, e ansioso por estabelecer contato contigo. Eu fui fazer uma palestra, um seminário Mato Grosso do Sul e contei que estivemos com o nosso querido Antônio, com a nossa Lia, viajando por algumas cidades do Rio Grande do Sul e fomos a Eldorado do Sul. E ao terno chegou uma senhora e disse: "Eu sou de Eldorado do Sul. Eu fui uma que a enchente levou tudo, tudo, o meu marido, a minha mãe, mas não me levou à esperança. E ela então contou que ela morava num sobrado. O marido foi colocar uma barreira para que a água não adentrasse e se desequilibrou. caiu na correnteza e se foi. A mãe que estava numa cama acamada no andar de cima, a água foi subindo, foi subindo e ela com as duas filhas de 10 e de 8 anos subiu a cama até onde conseguiu, quase encostando ao teto. E num dado momento, a mãe foi, segurou-lhe a mão e disse: "Minha filha, pelo amor de Deus, salva as minhas netas. A água está subindo e nós somos espíritas. Vamos orar. Se eu tiver que desencarnar, eu vou tranquila, porque eu sei da presença dos nossos tutelares. E ali abriu o evangelho e ela fez a leitura do evangelho. Causas atuais e anteriores das aflições. E ao término da oração, el disse: "Minha filha, salva, salva, minha neta, a água
os nossos tutelares. E ali abriu o evangelho e ela fez a leitura do evangelho. Causas atuais e anteriores das aflições. E ao término da oração, el disse: "Minha filha, salva, salva, minha neta, a água está subindo". E ela disse que ali naquele momento, se apoiando na cama, conseguiu arrombar o forro e foi para o telhado. Duas horas depois chegar a ajuda. E quando adentram, a mãe já estava o corpo boiando e ela foi para o abrigo aqui em Porto Alegre. Ela diz que estava junto com a filha fazendo um momento de oração, quando uma alma querida que encontrou Jesus na rua acercou-se dela e disse: "Você está lendo esse evangelho?" "Sim, nós somos espíritas, eu também." E ela foi, contou a história dela. A amiga foi e disse: "Eu posso lhe dar um abraço?" Olha Jesus na rua. E ela abraçou e disse: "Não, você não vai ficar no abrigo, você vai comigo". E ela me levou para sua casa e dividiu do pouco que tinha comigo, que o que tinha era a esperança e as minhas filhas e o evangelho. E logo depois conversando, eu disse para ela, olha a coisa de três meses atrás, meu esposo disse de um primo que mora no Mato Grosso do Sul e disse a cidade, disse: "Mas que coincidência, nessa cidade eu também tenho familiar". O fato é que ela entrou em contato com este meu primo, que é primo do meu marido, porque ele era filho único e só tinha eu, ele, minha mãe e as duas filhas. E este primo também espírita, contactou-se conosco e nos proporcionou, porque quando passou, fui ver, não havia mais nada. A correnteza levou meu marido à casa e só restava eu e minhas duas filhas e viemos para cá. Ele já adquiriu uma casa para nós e já estamos alojados e entendemos porque aquela lição e tirou de uma bolsa naquele momento uma mensagem da sua mãe. Fazia 15 dias que a mãe deu uma mensagem dizendo mais ou menos assim: "Filha da minha alma, você sabe que a morte não é o fim, como nascimento não é o começo. Eu e disse o nome do companheiro, estava no nosso programa passar por aquele momento de desencarnação. Você no seu programa A viúvez
você sabe que a morte não é o fim, como nascimento não é o começo. Eu e disse o nome do companheiro, estava no nosso programa passar por aquele momento de desencarnação. Você no seu programa A viúvez e suas filhas a orfandade. Mas filha, naquele momento em que nós oramos, a equipe de Dr. Bezerra de Menezes com o índio cepé veio ao meu encontro. Eu só senti aquele momento de um afogamento, mas uma sensação de desmaio. Estamos aqui amparados pelos familiares amigos que nos aguardam, porque o amor tem a função de unir corações e não separar. E o pouco que fizemos do bem está nos possibilitando desfrutar dessa felicidade, da certeza de que onde estivermos, como estivermos, estaremos sempre no coração de Deus. Que Jesus nos abençoe e guarde em paz.
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