Em Sintonia com o Amor | Lacordaire Faiad
Estudo da obra: A Vivência do Amor, com o título: Em Sintonia com o Amor de autorais de Lacordaire Faiad, cuja apresentação do prefácio é uma mensagem de Joanna de Ângelis endereçada ao autor, pela psicografia de Divaldo Franco, convidando à vivência do amor como base da transformação moral e espiritual, à luz da Doutrina Espírita e do Evangelho de Jesus. 📖 Estudo da obra A Vivência do Amor — Capítulo 1 | Em Sintonia com o Amor ✍️ Autor: Lacordaire Faiad 📅 05/02/2026 ⏰ 21h ✨ Sala Virtual Joanna de Ângelis Espiritismo aplicado à vivência do Evangelho. 👉 Acompanhe esta série de estudos e participe conosco. #EmSintoniaComOAmor #AVivenciaDoAmor #Capitulo1 #LacordaireFaiad #JoannaDeAngelis #DivaldoFranco #Espiritismo #EstudoEspirita #EvangelhoDeJesus #SalaVirtualJoannaDeAngelis
เฮ >> Meu amigo Lacorder, boa noite. Seja muito bem-vindo. >> É uma aleg >> uma alegria ter você aqui conosco na sala de Joana. Seja muito bem-vindo, >> querida Cleid, eu quero lhe agradecer com toda a ternura, com todo o carinho a você e a todos esses corações amigos que nos ouvem nesta oportunidade sublime de estarmos refletindo sobre as lições sublimes do evangelho de Jesus. Que Jesus, este amigo incondicional das nossas vidas, prossiga nos envolvendo na sua paz, no seu carinho. Cumprimentando aqui nossos queridos internautas, sejam todos muito bem-vindo, recebam o nosso carinho, o nosso abraço. E hoje o nosso querido Lacord vai falar para nós, olha o livro que nós vamos estudar, gente. Olha aqui a vivência do amor. É isso. >> É isso mesmo, Cleid. E olha, esse livro é uma surpresa para mim também, sabe? interessante que eh esse livro eu já venho aguardando há algum tempo como um projeto e de repente conseguimos eh realmente efetivá-lo, né, a escrita dele. La Corder, fala para nossos companheiros da onde você é, onde você mora, tem muitas pessoas novas aqui chegando, né, e que ainda não te conhece. Bem, eu chamo Cordeia Faiad, eu moro em Cuiabá, Mato Grosso. Eu já fui dirigente da nossa querida Federação Espírita do Estado de Mato Grosso e hoje eu participo na área da mediunidade. Profissionalmente exerço a profissão enquanto psicólogo e para minha alegria e felicidade temos tido a oportunidade de escrever já dois livros, aliás três que tem um que é profissional, chama Sand Play, que é caixa de areia brincando com areia e dois livros voltados para o movimento espírita, esse a vivência do amor. E um outro livro que se intitula Os mestre da consciência e os aprendizes do amor. O mestre da consciência foi com base no livro Ser Consciente da nossa benfeitura da humanidade, Joana de Ângeles, e a vivência do amor, com várias citações das obras da série psicológica de Joana de >> Isso. E hoje nós vamos estudar qual capítulo mesmo? Nós vamos estar estudando logo o primeiro capítulo, né,
les, e a vivência do amor, com várias citações das obras da série psicológica de Joana de >> Isso. E hoje nós vamos estudar qual capítulo mesmo? Nós vamos estar estudando logo o primeiro capítulo, né, que de uma forma muito prática esse capítulo vem nos falar justamente em sintonia com o amor, né? Que que seria essa sintonia? Como que eu posso efetivar essa sintonia e o que que realmente é o amor? Não é que a gente ouve, olha, como que é o amor realmente, não é? Então nós vamos estar refletindo sobre isso, né? Então, e o que é interessante que este livro, na verdade, ele vem de um seminário. Nós estamos já apresentando um seminário chamado O Espeita e a Vivência do Amor. E naquele sentimento que às vezes é só o o projeto de fazer escrever o livro, mas não saía do projeto, né, da intenção. E minha mãe é uma pessoa muito simples e ela desencarnou em 2006. E eu viajo bastante e ela sempre pergunta: "Meu filho, o que que você faz? Você viaja tanto?" Então eu expliquei. O fato é que ela desencarna em 2006 e 2008. Eu estou numa cidade do Mato Grosso em Nova Multum. Logo ao término do seminário, coloquei uma imagem do Cristo e já momentos finais, quando eu percebo minha mãe adentrando o salão juntamente com meu pai, eu vem de uma família de 14 irmãos e aos 13 anos meu pai desencarna. Então vem ela junto com meu pai, os dois abraçados, ela vê o meu filho agora. Eu vim me dar um abraço especial com carinho. Fiquei muito emocionado, segurei a emoção, mas vi também outras entidades queridas dos familiares que ali estavam. E depois que ela me abraçou, ela foi e disse: "Olha, agora eu entendo o que você está fazendo, mas eu tenho um recado de mãe, de coração para coração, de um filho". E ela foi e disse: "Olha, lembre sempre, este trabalho precisa muito de você". E antes que eu enchesse a bola, ela falou: "Ó, mas você muito mais precisa do trabalho". E ela foi, usou uma metáfora. Ela diz: "Olha, você é como se fosse um garçom. Você está numa festa que não te pertence. A a festa é de Jesus.
, ela falou: "Ó, mas você muito mais precisa do trabalho". E ela foi, usou uma metáfora. Ela diz: "Olha, você é como se fosse um garçom. Você está numa festa que não te pertence. A a festa é de Jesus. O que você tem ofertando na bandeja como garçom também não é seu. São os ensinamentos de Kardec, de Jesus e dos bons espíritos. O que é seu, só o seu jeito. Então, busque sempre se humildar para que você possa ser convidado com as festas e busque sempre falar sempre sobre Jesus, porque ninguém veio aqui para lhe ouvir, vieram ouvir a mensagem do Cristo. E quando você fica falando de questões pessoais, é o tempo que você está roubando do Cristo. Então, busque sempre fazer por onde você possa ser convidado por esta festa. Ela disse mais e eu roguei a a Jesus e a nossa mãe santíssima que dentro do possível eu e seu pai estaremos sempre junto com você no trabalho do bem. E aí com isso, eu voltei e tive a coragem de escrever o livro. E para minha surpresa, uma semana depois, que eu já estava ali organizando, corrigindo o livro, eu recebo um WhatsApp do nosso querido Divaldo, Divaldo Pereira Franco, que carinhosamente foi e perguntou: "Você terminou um livro?" Eu falei: "Terminei, eu quero ver, é possível?" Eu disse: "Não, mas tá em hoje". Não, manda assim mesmo. Aí ingenuamente eu perguntei: "Quem te falou que eu escrevi o livro?" falou assim, um passarinho verde. Aí eu mandei, o fato é que eu estava em Rondônia dois meses depois. Ele então me manda um áudio, olha, a nossa benfeitora está ofertando prefáciil, se você aceitar. Eu falei: "Que aceitar? Não tem o que nem falar, só alegria. Então ela veio nos ofertar com o prefácio. Depois de uma oportunidade, estando com ele, ele foi e disse: "Olha, meu filho, o que a nossa benfeitora está fazendo é um estímulo, porque nós que viemos de outras agremiações religiosas, principalmente da igreja, escrevemos muita coisa que não deve". E hoje a doutrina nos dá oportunidade de estarmos fazendo algo, devolvendo amorosamente o que a vida generosamente
remiações religiosas, principalmente da igreja, escrevemos muita coisa que não deve". E hoje a doutrina nos dá oportunidade de estarmos fazendo algo, devolvendo amorosamente o que a vida generosamente investe em nós. Então, aproveite a oportunidade sempre que possível, escreva, porque há uma carência muito grande da mensagem do Cristo nos corações em dura e em sofrimento. E aí eu me aventurei. Então, já saíram já os dois livros. Já estamos hoje também já no quinto capítulo de um outro livro, Jesus, o maior terapeuta do amor. Já tá já quase já no quinto capítulo já. Muito bem. Então essa é a nossa, inicialmente a nossa história do livro, né? >> Então pra gente dar o início no nosso estudo, vamos fazer uma prece em agradecimento a Jesus. Vamos sim, com carinho. >> Então, vamos agradecer aqui, agradecer a Deus, o nosso Pai celestial, agradecer a Jesus, o nosso mestre, pela oportunidade de trabalhar na sua seara, de sermos os trabalhadores, os servidores na sua seara, Senhor. Obrigada. agradecer também aos espíritos que nos auxiliam nesse trabalho e rogar a ao alto que nos envolva, que nos proteja para que possamos sempre estarmos com a mente, com nossos pensamentos, com o nosso coração ao alto para podermos, Senhor, ter o nosso caminho melhor para podermos melhorar a nossa vida, nossos pensamentos, para podermos auxiliar a quem quer que seja. Senhor, envolva aqui o nosso querido irmão que vai falar para nós outros com propriedade e sabedoria. Obrigada, mestre Jesus. Envolva todos aqueles que aqui neste momento está nos acompanhando e todos aqueles que virão acompanhar depois, que virão ter acesso a essa live, a esse estudo. Obrigada, mestre. E que assim seja. >> Muito bem, Cleid. Eu quero iniciar agradecendo a você e toda essa equipe de trabalhadores do bem que junto com você vem semeando o evangelho de Jesus em outros corações que a dor e o sofrimento batem as suas portas. E agradecer o encorajamento que você me ofertou, dividindo aqui com os corações que nos ouvem. Nossa Cade, nós tivemos
ngelho de Jesus em outros corações que a dor e o sofrimento batem as suas portas. E agradecer o encorajamento que você me ofertou, dividindo aqui com os corações que nos ouvem. Nossa Cade, nós tivemos um encontro em Uberlândia lá no congresso e ela nos incentivou fazer esse estudo do livro A Vivência do Amor. Nós estaremos capítulo por capítulo. E a intenção e o pensamento que nos alimentou ao escrever este livro é um desdobramento da questão 919 e 919 o livro dos espíritos, quando Allan Kardec pergunta aos benfeitores espirituais qual a forma, o meio prático para que possamos estar desenvolvendo o bem, o bem superando o mal, né? E os benfeitores. Então é o Espírito Santo Agostinho que coloca Jav disse: "Conheça a ti mesmo". E depois Kardec pergunta: "Mas como? De que forma que estão 1919 aí? Santo Agostinho coloca: "Fazei como eu". Então, pensando dessa forma prática, nós buscamos a inspiração nas obras na série psicológica da nossa benfeitora da humanidade, Joana dees, e escrevemos então este livro. E eu peço licença para nós começarmos lendo logo o prefácio. Vamos socializar porque nada disso eh nos pertence, né? Como realmente a eu narrei a mãe, né? com a caridade inspirada pelos bons espíritos, já nos colocando nessa condição de garçom. Então, por ser garçom, eu fico muito à vontade de poder estar dividindo essas pélulas que não nos pertencem, mas pertence ao Cristo e a Jesus, né? Que é o Cristo e os bons espíritos. Então o prefácio que ela nos coloca, nossa benfeitura espiritual, ela começa a vivência do amor. Então ela diz assim: "O amor é a chave sublime que faculta abrirem-se todas as portas e conduzem à plenitude." Então nós vamos perceber que quando Newton, numa carta particular a um amigo, ele diz assim: "Existe a gravidade que é essa força que faz com que os corpos celestes não se choquem com o outro, mas existe uma gravidade muito maior, inteligente e pulsante que criou essa gravidade." Na verdade, estava dizendo do amor de Deus. que Joana nos coloca, então ela diz: "Graças a esta
uem com o outro, mas existe uma gravidade muito maior, inteligente e pulsante que criou essa gravidade." Na verdade, estava dizendo do amor de Deus. que Joana nos coloca, então ela diz: "Graças a esta emoção de qualidade superior, tudo quanto existe resulta de suas transcendentes vibrações. Então tudo que existe de bem, de bom e de belo do universo, é uma expressão do amor de Deus em nós." Então diz, sendo a emanação divina, expande-se a barca todas as demais expressões da vida até comidar no pensamento de Deus, aliás, do qual procede. Enerme no espírito, nos mais variados períodos do processo evolutivo, agiganta-se e qualifica-se de acordo com as conquistas morais que desenvolve. Inicialmente é um instinto aglutinador de moléculas, um automatismo que se agiganta e se transforma sobre os esforços mentais, emocionais e morais dos seus possuidores. Então aqui ela já está nos falando do amor enquanto emoção na prática, fruto dos nossos esforços, porque nós somos uma consciência enquanto espíritos imortais, criada a imagem e semelhança do Criador. Mas nós somos uma consciência em essência. E o grande desafio nosso é colocar essa consciência de essência em vivência. E é esta vivência que é essa expressão do amor. Ela diz assim: "Em forma de sensação, no período primário da vida humana, transforma-se em morção que capacita para tornar-se a força poderosa que vence todos os obstáculos que defronta no seu processo iluminativo." E ela diz: "De começo, em forma do medo, graças à vivência administrada pela própria vida, converte-se em reações de ira preservadora do existir até alcançar as cominâncias da luminosidade afetiva." E aí nós vamos perceber que ela está colocando, fazendo aquele paralelo quando Lázaro coloca do amor, quando ele coloca nesse processo evolutivo da manifestação dessa energia amorosa e poderosa em nós como sendo a presença de Deus. Ela diz assim: "Através da excelsa programação psicoantropológica na sua fatalidade de alcançar a plenitude, faz parte de tudo que se
a energia amorosa e poderosa em nós como sendo a presença de Deus. Ela diz assim: "Através da excelsa programação psicoantropológica na sua fatalidade de alcançar a plenitude, faz parte de tudo que se movimenta em favor do progresso quase infinito do ser integral. Quando a dor se generaliza, o amor observa e convida a compaixão, a fim de que a ação da caridade, no seu humanitarismo, consiga direcionar o sofrimento para tornar-se autoiluminação. Veja como que isso é profundo que ela nos coloca, não é verdade? Então, haja o que houver. O amor está sempre presente. Presente através de corações amigos à nossa volta, encarnados, desencarnados e principalmente a presença de Jesus em nós e do nosso anjo de guarda. lá no no livro dos espíritos, o espírito santo Agostinho, aliás, o espírito São Luís, ele coloca que o anjo de guarda, ele é esse pai que desenvolve o papel amoroso, generoso, amigo, jamais nos abandona. Ele afasta porque ele é amoroso e o amor é indulgente, o amor é compassivo, o amor é respeitador. Então, Joana diz assim: "O amor desse modo é a medicação preciosa para todos e quaisquer males que açoita a humanidade. Todos os seres inteligentes devem vidar esforços para tornar o amor como sendo o seu instrumento de elevação moral e a finalidade especial do processo de conquista, que é a vitória sobre as imposições das paixões inferiores. Quando ela diz assim, todos os seres inteligentes, o que ela quer dizer? Porque os nossos, nós somos os únicos seres da criação. Porque quem é o espírito? é o ser inteligente que povoa o universo. Nós somos diferentes dos animais porque os animais eles são regidos por automatismos. Nós também temos automatismo conosco. O nosso coração pulsa e vibra independente da nossa vontade. As nossas células estão multiplicando independente da nossa programação. Mas nós somos os únicos seres da criação que somos convidados a desenvolver a autoconsciência e que estamos mergulhados dentro de um código moral regido pelo amor. Os os animais não tm a lei de liberdade,
nós somos os únicos seres da criação que somos convidados a desenvolver a autoconsciência e que estamos mergulhados dentro de um código moral regido pelo amor. Os os animais não tm a lei de liberdade, não tem também a lei de responsabilidade, não tem também a lei de sociedade, a lei de solidariedade, a lei de fraternidade, que nós somos convidados a desenvolver com autoconsciência. Então, nós vamos perceber que, por exemplo, o pássaro quando ele ganha todas suas penas, se ele não desce do ninho, a mãe dá um jeito para que ele possa voar. Então, nós somos os únicos seres que somos convidados a agir com essa consciência como a forma amorosa de devolver o amor que Deus investiu em nós, na configuração de cocriadores e colaboradores da divindade. Então veja, ela diz assim: "Vivenciar o amor, pois atingir, pois agindo sempre com brandura e misericórdia, de tal forma que a caminhada seja igual a um evangelho de feitos". Ou seja, é fundamental que nós tenhamos uma congruência, nós tenhamos uma autenticidade aquilo que nós fazemos em sintonia com aquilo que nós professamos. Quando o Santo Agostinho coloca na questão 919, ele diz assim: "Fazei como eu fazia". Que que é isso? Autoridade moral. O que que é autoridade moral? Essa congruência a pessoa fala e age na mesma sintonia daquilo que ele professa, se nós nos perguntarmos aqui tudo que eu sei que é bom para mim, que é importante para nós, nós já fazemos, não. Por quê? Nós ainda temos essa dificuldade de agirmos com essa autenticidade, conforme nós conhecemos. Aí ela diz assim: "Olha, não te descoroçis quando a circunstância não te permite esculpi-lo no coração em toda a sua grandeza. Não desanime. Quando muitas vezes na nossa expectativa nós queremos algo amoroso, principalmente nas nossas atitudes, de repente nós não conseguimos ainda. E ela diz assim: "Quando não o consigas, recomeça a ação que resultou infeliz e sem detença prossegue em júbilo." Então aqui ela está nos falando e nos convidando a agirmos num processo de autacolhimento amoroso
ssim: "Quando não o consigas, recomeça a ação que resultou infeliz e sem detença prossegue em júbilo." Então aqui ela está nos falando e nos convidando a agirmos num processo de autacolhimento amoroso como aprendiz da vida. Porque mestre só é um, é Jesus. E é por isso que ele diz: "Vinde a mim todos vós que achais sobrecarregados oprimidos e eu vos aliviarei e aprendei comigo." Quer dizer, aprendei com ele que ele é o mestre. Então ela diz justamente nos convidando a nos autoacolher nos nossos equívocos. E aí ela complement assim, ó, me permita aqui dizer, olha, o nosso irmão amigo Lacord sobre a inspiração de benfeitores espirituais ou então como garçom, não é? Escreveu esse delicado livro para melhor contribuir em favor do mundo feliz de amanhã, pelo qual todos anelamos. Aí recordando que nosso Edivaldo falou, meu filho, é um estímulo, porque ontem nós escrevemos muito, mas muitas vezes semeando dores e sofrimento. Hoje estamos devolvendo. Então ela diz assim: "Faz também a tua parte, mesmo que é mínima, e tenha o volume de grão de areia, um grão de mostarda. Nunca desista de amar, especialmente nos momentos desafiadores em que pareça ser a melhor solução. E aí nós vamos ver no decorrer do livro o amar cuidar, o amarelar, o amar compreender, o amar se autacolher. Ela diz, diz assim: "O sol do amor aquece e jamais perde a potência iluminativa de que se constitui." Olha o trocadilo que ela coloca. O que hoje falta não te faz falta, porque estás a caminho de consegui-lo, desde que permaneça fiel ao amor. Esperando que o caro leitor se impregne de perfume do amor que essas páginas exalam. Agradece a servidora humíma Joana de Angeles, página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na sessão mediúnica do Centro Espírita Caminho da Redenção, na noite de 10 de outubro de 2022 em Salvador, Bahia. Então, só recordando aqui, quando ela diz assim, olha, o que hoje falta não te faz falta, porque estás a caminho de consegui-lo, desde que permaneça fiel ao amor. E aí nós
de 2022 em Salvador, Bahia. Então, só recordando aqui, quando ela diz assim, olha, o que hoje falta não te faz falta, porque estás a caminho de consegui-lo, desde que permaneça fiel ao amor. E aí nós vamos perceber que o que ela tá dizendo aqui, em outras palavras, Cleite, é que nós temos um programa ao reencarnar e temos um propósito. Há um livro muito interessante que é da editora Espiritizar, que é o espírito benfeitor chamório e ela também que o apresento no livro Vozes Alerta. A nossa benfeitora Joan de Anes apresenta este benfeitor dizendo que é um daqueles que dos primórdios do cristianismo que volta para nos ajudar. E neste livro tem uma página que se intitula Contratos Espirituais. E nesta página, o benfeitor espiritual Honório, ele nos coloca que todos nós, com raras exceções, passamos por uma assistência amorosa de espíritos que já alcançaram essaitude do amor e que vibram carinhosamente por todos nós e nos ajudaram na nossa programação reencarnatória. E muitos de nós que não tínhamos créditos para reencarnar, eles nos emprestam e vão tutelando a nossa vigiatura carnal. Nós passamos por atendimentos periodicamente, mesmo no corpo físico, desdobrado em espírito, assistindo palestras, seminários, encontro com esses espíritos amigos para ressintronizar a nossa caminhada com o nosso programa e o nosso propósito. O nosso programa está ligado diretamente aos nossos papéis. Papel de pai, o papel de mãe, o papel de professor. Nos nossos papéis, nós poderemos ser substituídos. o nosso propósito, não. Então, o propósito a cada encarnação nós vios desenvolver uma determinada virtude. Então, se eu vim desenvolver a humildade, eu vou ser colocado numo socultural em que eu vou ser testado para poder desenvolver a virtude da humildade, da resiliência e assim sucessivamente. Então, por isso que ela diz: "O que hoje te falta não te faz falta". Dando um exemplo, eu junto com a minha esposa, fomos ao supermercado, era a noite, e percebi quando o lixeiro, o gari, juntou todos os sacos debaixo de um no
z: "O que hoje te falta não te faz falta". Dando um exemplo, eu junto com a minha esposa, fomos ao supermercado, era a noite, e percebi quando o lixeiro, o gari, juntou todos os sacos debaixo de um no ponto e foi para debaixo de um poste e levou um embornal, uma bolsa de tecido e tirou dessa bolsa um livro. E quando eu olhei, era um livro de fisiologia. Curiosamente, eu desci e perguntei: "Boa noite, boa noite. Como é que você chama Armando? Você está lendo este livro?" Não, não, eu estou estudando. Mas não é um livro de medicina? É sim. Mas você faz medicina? Ainda não. Mas eu chego a sonhar fazendo cirurgias. Naquele momento ele foi e contou. Ele encontrou os livros na numa república perto da universidade, um livro de anatomia, fisiologia e foi falando. E ele já leu de anatomia e estava agora lendo de fisiologia. Ele me deu uma aula de como funciona o rim, as células do rim e assim por diante. E eu fui e perguntei: "Por que que você não faz medicina?" porque eu não tenho condições. Aí ele foi aos 18 anos eu engravidei a minha esposa que tinha 14 e eu não poderia deixá-la abandoná-la porque ela morava com os avós, porque os pais foram assassinados na boca de fumo. E aí eu pergunto, poderia ou não ter deixado abandonado? Poderia, que tá dentro da lei de liberdade, mas por que ele não deixou? E aí nós vamos ver na questão 621, quando Allan Kardec perguntou: "Onde se encontra a lei de Deus?" Na consciência. E todos nós, antes de reencarnarmos, passamos por toda uma orientação. E ele, então, na verdade, ele não a abandonou, assumiu uma questão consciencial. E a consciência de Zemânel é a voz de Deus dentro de nós. Então, naquele momento, ele foi e disse: "E quando nasceu meus filhos, eu eram gêmeos. São gêmeos. Um cego, mudo e comprometimento motor. O outro totalmente entrevado. Eu trabalho durante a noite, cuido dele durante o dia e minha esposa trabalha durante o dia e cuida deles durante a noite. Aí eu pergunto, dentro dessa visão que a doutrina espírita nos traz, como Allan
trabalho durante a noite, cuido dele durante o dia e minha esposa trabalha durante o dia e cuida deles durante a noite. Aí eu pergunto, dentro dessa visão que a doutrina espírita nos traz, como Allan Kardec coloca, que ela é uma ciência que estuda a natureza, a origem, o destino dos espíritos e as suas relações com o mundo corporal, ela nos traz, dentre os seus postulados, a reencarnação que a volta do espírito, no mesmo palco da vida, como diz Emmanuel também no livro Fonte Viva, na maioria das vezes nós reencarnamos em grupos Somos mesmos artistas de outrora no mesmo palco da vida com papéis trocados. Então eu pergunto, qual é o compromisso, a área de comprometimento do lixeiro? Não é da saúde? E do médico também não é da saúde? Então, quem é o Armando que ele diz: "Chega a sonhar fazendo cirurgias, senão o médico de outrora que volta hoje na mesma área de comprometimento, que é a área da saúde, mas não com as mesmas condições. Por quê? Misericórdia divina. Nosso Senhor. E a divindade está ligada aquilo que Jesus disse. O que o Pai quer é a morte do pecado e não do pecador. Então o que Deus quer é a morte da nossa ignorância. Então, quem garante que esse Armando não é um ex-médico? Não tem médico fazendo apostos, não tem médico fazendo cirurgias desnecessárias, fazendo falcatruas, é claro, com raras exceções. Então, quem o armando? senão aquele médico de outrora que hoje volta em condições diferentes, quem é a esposa? Senão talvez aquela que arquitetou toda a derrocada moral de ambos? Quem são os filhos? Senão aqueles também que estavam comprometidos nessa onda de comprometimento. Então aí nós vamos perceber a misericórdia divina. Por isso que ela coloca com muito carinho o que hoje te falta. não te faz falta. Por quê? Ela diz, porque estás a caminho de consegui-lo, desde que permaneça fiel ao amor. E com certeza o nosso Armando hoje, possivelmente já cursou já medicina, já está aí trabalhando, porque nós tivemos oportunidade de encaminhá-lo para uma uma instituição onde somos
aneça fiel ao amor. E com certeza o nosso Armando hoje, possivelmente já cursou já medicina, já está aí trabalhando, porque nós tivemos oportunidade de encaminhá-lo para uma uma instituição onde somos voluntários e ele foi todo ajudado com a sua família. Então, nós vamos perceber que é a misericórdia divina. E o nosso primeiro capítulo é em sintonia com o amor. E nós começamos com uma citação da nossa benfeitora espiritual da humanidade, nossa Joangeles, do livro Momentos de Alegria. É a quarta edição da editora Leal. Ela diz assim: "Se desejas uma nova e sábia mensagem para a tua vida, consulta o amor e dá-te a ele. se entregue ao amor no serviço da humanidade, seguindo tranquilo e feliz, sem novas interrogações ou necessidades, porque o amor é Deus, revelando-se ao teu coração e ao coração dos homens. Olha que lindo. Então, veja a profundidade do que ela nos coloca. Então, o que é realmente o amor? Então, o amor ele é o antídoto para todos os nossos males. Ele é o alimento para as nossas almas, demana do criador para todo o universo. E a melhor forma de demonstrar o amor é treinando amar, é praticar, assim como o desenvolvimento de todas as virtudes. Amar é treino. amar, o qual Jesus veio nos exemplificar na sua plenitude como peregrino do amor e que ele vivenciou em espírito e verdade. Então, o amor ele é uma virtude em ação. Quando Jesus é questionado por Pedro, Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão? Até sete vezes? Em outras palavras, porque o perdão ele é uma virtude, como toda e qualquer virtude é treino. Então é como se Jesus falasse assim: "Pedro, meu amor, vai treinar, vai treinar". Por quê? Porque Deus criou a lei do progresso, que vem em função da lei do trabalho. Então o trabalho vem antes, o progresso é uma consequência, assim como a felicidade é uma virtude recompensa. Então, vamos perceber que o amor em ação nos leva a essa felicidade relativa, como está lá na questão 115 do livro dos espíritos, quando Allan Kardec pergunta aos benfeitores da
ma virtude recompensa. Então, vamos perceber que o amor em ação nos leva a essa felicidade relativa, como está lá na questão 115 do livro dos espíritos, quando Allan Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade: Deus criou espíritos bons e espíritos maus? Tem privilégio diante de Deus? Fica subentendido nessa pergunta. E aí nós vamos entender a equanimidade do amor de Deus. Quando os benfeitores respondem, todos nós somos criados simples e ignorantes. Simplicidade desprovido dessa complexidade, como a nossa benfeitora colocou, o amor em princípio era só os instintos. E à medida que nós fomos exercitando o amor, nós fomos ganhando além de uma reflexão mais profunda hoje, como o homem e a mulher tecnológicos, mas ignorantes também do que simplicidade desprovido dessa complexidade que hoje nós trazemos. Ignorante do quê? Da verdade. E onde está a verdade? na consciência, nas leis divinas, que é a voz de Deus dentro de nós, como diz Emanuel. E é por isso que Allan Kardec coloca na parte terceira do livro dos espíritos, pelo menos 10 leis básicas que existem, muito mais, para que nós possamos entender. Então, quanto mais nós entendemos as leis, principalmente a lei de amor, justiça e caridade, mas nós desfrutaremos de quem nós somos. E também desfrutaremos do que a vida e o universo nos oferta incessantemente. Então, o amor ele é ensino vibrante do universo, diz a benfeitora Joana de Angeles. Ama o verme debaixo do solo. ama o homem, a mulher no solo e ama o pai nas galáxias. Então, continuando dizendo assim: mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se altere as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante e indestrutível. O amor nunca se impõe, porque ele é espontâneo com a própria vida. Irradia-se um convite transformador, espargindo energia de júbilos e de paz, sem nada forçar ou impor. Assim como nada no universo, no impulso amoroso de Deus, está forçando alguma coisa. Então, o protótipo do amor é Jesus, é o peregrino do amor, como diz
de júbilos e de paz, sem nada forçar ou impor. Assim como nada no universo, no impulso amoroso de Deus, está forçando alguma coisa. Então, o protótipo do amor é Jesus, é o peregrino do amor, como diz a nossa benfeitora Joana de Angeles. E ele chega dizendo como ele que poderia ter descido num Corcel de astros, ele chega na simplicidade da manjetora. E como que ele chega dizendo: "Eu não vim para ser servido, eu vim para servir. Porque quem se ama se autobasta. se autoacolhe, se autoalimenta. Aqueles de nós que queremos ser servidos, estamos numa carência afetiva, numa codependência da validação do outro. Por isso que ela diz, o o amor ele não se impõe porque ele é espontâneo. O amor ele é como nada no universo está existindo, exigindo nada. O nosso coração não está brigando com pulmão para que ele funcione. O nosso pulmão não está exigindo do nosso rim para que ele também trabalhe. Mas qualquer um desses órgãos que entrar em deficiência, entra a lei de solidariedade, entra a lei de fraternidade. Todo o corpo, todos os órgãos se unem em favor daquele órgão que está deixando a desejar. Assim é um amor. A grande proposta da doutrina espírita é de nos nortear no exercício do amor. Consolar orientando e orientar consolando, nos convidando a tomar como referência a conduta de Jesus e Kardec. Então o amor, pessoa que se autoama, quem de nós não temos essas criaturas na nossa vida que muitas vezes mergulham na nossa ferida. Na nossa dor moral, espiritual, nós sentimos uma alegria, nós sentimos acolhido, porque o amor comunica com amor. Quando o nosso Divaldo disse, "Meu filho, a benfeitora está lhe convidando a um estímulo amoroso para que possas devolver amorosamente o que a vida generosamente vem nos ofertando." Porque ontem nós agimos deixando a desejar. Então, uma forma de você olhar para trás com otimismo, com coragem, com confiança. Se ontem eu utilizei todo esse meu potencial de uma forma menos feliz, hoje eu conheço Jesus. Hoje eu conheço doutrina espírita com o convite a nos reprogramar
om otimismo, com coragem, com confiança. Se ontem eu utilizei todo esse meu potencial de uma forma menos feliz, hoje eu conheço Jesus. Hoje eu conheço doutrina espírita com o convite a nos reprogramar para que possamos desfrutar, como tá lá na questão 115 do livro dos espíritos. Todos fomos criados simples, ignorantes, mas a cada um foi dada uma missão, missão pessoal. Ninguém reencarnou para mudar o outro. Isso é ilusão de controle. E à medida que nós mudamos, nós auxiliamos aqueles que gravitam em torno de nós a mudarem também. a semelhança da flor que quando ela se perfuma, ela perfuma também o jardim sem fazer a larde, porque existe a irmã brisa, existe o irmão vento que vai propagar o seu perfume. E se tem aquela beijar flor que está perdida, fazendo como muitas vezes nossa mãe, nosso pai, alguém, meu Deus, o que eu faço agora para alimentar meus filhos? E aí aquela beijar flor sente o perfume e vai em direção àquela flor. E ao colocar o seu bico desfrutando do néctar, ela lembra dos filhinhos, se alegra ao receber o alimento e ela lança o seu pensamento numa oração silenciosa de agradecimento ao Senhor do universo. Como Deus é tudo, não lhe falta nada. Esse sentimento de gratidão da beijar flor chega até Deus. Chega. Mas Deus é tudo. Que que ele faz? Devolve. Para quem? para bejar flor, para a flor, para o vento, para o universo. Então, quando nós estamos nessa atitude de auto amor, nós estamos contribuindo para o mundo melhor. Como já dizia Confúcio, um grande pensador chinês, ninguém toca numa flor sem comunicar-se com as estrelas. Então, o nosso esforço, nosso compromisso conosco é o de vivenciar os postulados do evangelho de Jesus na nossa vida diária, buscando a vivência do amor cristão e tomando Jesus como modelo e guia da humanidade, conforme se encontra exarado na questão 625 e o livro dos espíritos, quando Allan Kardec carinhosamente pergunta aos benfeitores da humanidade. Qual é o ser mais perfeito que Deus nos concedeu como modelo e guia da humanidade?
do na questão 625 e o livro dos espíritos, quando Allan Kardec carinhosamente pergunta aos benfeitores da humanidade. Qual é o ser mais perfeito que Deus nos concedeu como modelo e guia da humanidade? E a pergunta mais sintética é Jesus. E quem de nós não temos saudade de Jesus? Não é verdade? E por que temos tanta saudade de Jesus? Porque ele nos ama e nós também o amamos. Só tem saudade de quem ama. Saudade é uma virtude, filha da gratidão. Então Jesus é o nosso modelo e guia. Então, o mestre Nazareno, ele veio pessoalmente nos exempar o exercício do amor, mostrando que todo poder ele é autoconcedido. Olha, todo poder ele é autoconcedido. Quando nós v na parábola dos dois filhos, um chegou ao pai, pediu a herança e foi buscar os prazeres que o mundo oferece. E aquele outro que estava na casa do pai, mas nem sabia que o filho havia chegado porque ele estava um ausente presente como muitos de nós. Às vezes não desfrutamos de quem nós somos, nem do que a vida nos oferta carinhosamente. Às vezes estamos casados, mas não estamos casados porque não estamos casados conosco, não estamos casados com o nosso trabalho, não estamos casados com a atividade doutrinária. Não é porque é voluntário, eu vou fazer de qualquer jeito. Então, quando nós estamos casado conosco, tudo que nós fazemos, nós fazemos dando o melhor de nós. Então, naquele momento, o filho vai e diz para o pai, mas pai, esse aí foi, gandaiou, gastou tudo que tinha, o senhor faz a festa. E aí a gente vai entender que o olhar de Deus e o olhar de Jesus para nós é um olhar de espírito imortal. Qual era o olhar de Jesus paraa mulher carente afetivamente? Um olhar de profundo amor. Ele não havia como sendo uma perdida, ele havia como sendo uma futura dirigente de uma galáxia, uma filha de Deus. Então este é o convite de nós também desenvolvermos este olhar conosco para que nós possamos realmente estar nos sentindo como filho de Deus. Por isso que todo poder ele é autoconcedido. E quando o filho diz assim: "Mas pai, o
nós também desenvolvermos este olhar conosco para que nós possamos realmente estar nos sentindo como filho de Deus. Por isso que todo poder ele é autoconcedido. E quando o filho diz assim: "Mas pai, o Senhor nunca me deu nenhum cabrito." Quer dizer, nem era para ele, olhe, para eu festejar com os meus amigos. Porque ele não se percebia enquanto filho de Deus. Ele não se merecia. E merecer não é uma coisa ganhada. Mercer é fruto dos esforços que nós somos convidados a desenvolver conosco. E automaticamente quando você se esforça, diz Emanuel no livro Fonte Viva, aquilo que é nosso, nós não precisamos ir atrás. Por quê? Existe a lei de causa e efeito. Joana diz assim: "O mal que nos faz mal não é o mal que o outro nos faz. Isso é problema dele. O mal que nos faz mal é o mal que nós fazemos. que nos torna momentaneamente pessoas más. Então, quando nós vamos perceber que todo o poder é auto concedido, o filho diz pro pai: "O senhor nunca me deu nenhum cabrito para eu festejar com meus amigos." E o pai disse: "Ó meu filho, tudo que é meu é seu". Então somos nós quem acessamos a lei de permissão. Por isso que todo poder é autoconcedido. Vocês vão chegar acordeir, você é uma pessoa muito inteligente, muito car, mas acredito em mim? Ainda vou olhar para você e fazer o bando de falso. Agora se você acredita em você, pode chegar alguém, colocar a sua opinião, muitas vezes o depreciando, você vai pela autoconfiança dizer: "Ok, eu respeito o seu ponto de vista, mas eu sei quem eu sou". E prossegue, porque você se autoama. Quem se autoama se autoacolhe, sabe realmente quem é. Então, vejamos que diz justamente, olha, a divindade por amor nos criou a sua imagem e semelhança, nos dotou de todos os seus atributos enquanto filhos, como todas as qualidades, com todas as qualidades, em estado de latência, para nos tornarmos colaboradores e cocriadores das suas obras e, ao mesmo tempo, construtores da nossa própria felicidade. Manuel, no livro Camilo, verdade e vida, ele diz: "Quando
estado de latência, para nos tornarmos colaboradores e cocriadores das suas obras e, ao mesmo tempo, construtores da nossa própria felicidade. Manuel, no livro Camilo, verdade e vida, ele diz: "Quando a borboleta senta numa flor ou a beijar flor ou abelha leva o po a outra flor, estão sendo colaboradores e cocriadores da humanidade, mas nós somos os únicos seres da criação que somos conv convidados a ter essa autoconsciência. enquanto cocriadores e colaboradores da divindade. Por isso que é muito importante nós estarmos internalizando essas lições do evangelho de Jesus. Porque quando nós vamos encontrar na gênese bíblica, nós somos criada a imagem e semelhança do criador. Que que significa? Nós trazemos conosco todos os atributos do criador em nós, em latência, em semente. É por isso que a benfeitora espiritual Joana de Ângeles, no livro Amorbativo e Amor, ela uma metáfora formidável. Ela diz assim: "Nós somos a semelhança de uma semente que traz dentro de si todos os ingredientes necessários para despertar a árvore que a tipifica. Nós também somos sementes de Deus que trazemos em estado de latência todas as qualidades necessárias para nos tornarmos felizes. Daí a importância da reencarnação como está lá na questão 132 de O livro dos Espíritos. Através das reencarnações sucessivas, nós somos convidados a desenvolver as nossas virtudes. Toda a mensagem de Jesus é um convite amoroso para que percebamos, enquanto espíritos imortais o ser cósmico que somos, estagiando temporariamente na Terra, na característica humana, com o chamado de pautar toda a nossa conduta de forma consciencial, refletindo na sua exemplificação e vivenciando de conformidade com seus ensinamentos. enquanto filhos de Deus e aprendizes da vida. Olha o que que ele diz. Tudo que eu faço vós podeis fazer e muito mais se tiverdes fé em si, na vida e em Deus, mostrando essa eanimidade do amor de Deus. O espírito Emanuel no livro A Camil da Luz, no livro, numa lição que se intitula A manjedora, ele diz assim: "A
mais se tiverdes fé em si, na vida e em Deus, mostrando essa eanimidade do amor de Deus. O espírito Emanuel no livro A Camil da Luz, no livro, numa lição que se intitula A manjedora, ele diz assim: "A manangedoura assinalava o ponto inicial da lição salvadora do Cristo, como a dizer que a humanidade representa a chave de todas as virtudes. começava a era definitiva da maioridade espiritual da humanidade terrestre, de vez que Jesus, com a sua exemplificação divina entregaria o código da fraternidade e do amor a todos os corações. Nós já temos a chave necessária para estar constantemente abrindo este cofre amoroso chamado consciência de uma forma respeitosa e amorosa para desfrutarmos do auto amor. E por nos amarmos desenvolvermos também o alo amor, que o amor a Deus, o amor à vida, o amor ao próximo. É no exercício da humildade que encontraremos com o amor do nosso Cristo interno, nendo a nossa viagem evolutiva em sintonia com o amor inesgotável de Deus e do nosso querido Jesus. E aí recordando como colocamos a minha mãezinha querida disse: "Busque se humildar". Humildar é um verbo que a nossa benfeitora espiritual utiliza. A humildade é um profundo ato de inteligência. E como coloca nos Emanuel, Jesus vem inaugurar para a humanidade esse despertar consciencial do nosso Cristo interno e nos convidando a vivenciar a humildade, que é a chave para que possamos vivenciar o amor e a espitade. em espírito e verdade. Humildade é um profundo ato de inteligência. nos diz a benfeitora Joana de Angeles, equivoque-se aquele que diz ser quem não é, porque isso é presunção. Tanto quanto aquele que não ser quem é, isso é omissão. Então, a humildade é eu reconhecer como Sócrates, quanto mais sei, mais sei que tem muito a saber diante desse oceano de oportunidade inesgotável. que a vida nos oferece. Então, humildade é você oferecer e valorizar até onde você chegou, sabendo que você pode mais e você merece mais. E o merecer é fruto do nosso trabalho. Como disse Jesus, aquele que quiser vir após mim,
tão, humildade é você oferecer e valorizar até onde você chegou, sabendo que você pode mais e você merece mais. E o merecer é fruto do nosso trabalho. Como disse Jesus, aquele que quiser vir após mim, tome sua cruz. São os nossos conflitos, são as nossas dores. E aquela dor que eu tenho comigo, que é minha, se eu não cuido, se eu não me acolho, ela vai doer num momento inadequado. Ou eu vou descontar em quem não tem nada a ver com isso, principalmente no corpo, na forma de doença. Então, a vivência do amor vem para nós, nos convidando a nos manter nessa sintonia do autoacolhimento amoroso, do autorespeito, da autovalorização e tomando Jesus como modelia. Gratidão, nossa Cleide, vamos ver se tem alguma pergunta. >> Eh, deixa eu te perguntar. >> Hum. Eh, como que como que a gente faz para se descobrir? Eh, por exemplo, a gente vive muito no automático o tempo todo. Verdade. Verdade. >> E e assim, ah, eh, tem amor pelo outro, faz pelo outro e assim vai. E trabalho e rotina e correria e e ama outra pessoa e tal e tal e tal. Mas como descobrir que a gente se ama? Primeiro a gente tem que se amar para amar o outro. E como você saber que você se ama? >> Então, o amor é algo que nós somos. Então você já é amor. João no seu evangelho diz assim: Deus é amor. E se nós fomos criada a imagem e semelhança de Deus, nós também somos amor. Então, em essência, nós nos amamos. Agora, é importante que esse amor ele se coloca em ação. É a virtude em ação. Então, como eu me amo? Como que eu vou estar percebendo que eu me amo? Quando eu me coloco numa postura de humildade, me sentindo filho de Deus e sabendo através do discernimento, me autoacoler e discernindo, separando o que eu faço, o que eu tenho, o que eu estou, com quem eu sou. Por exemplo, nós somos amor. Acred, você é amor, mas você tem atitude de desamor. Na maioria das vezes, a nossa mente viciada, ela confunde quem você é, com o que você faz. Às vezes a gente ouve muito, ah, eu sou muito ansiosa. Ah, eu sou uma incapaz. Ah, eu sou uma pessoa má. Que que eu
oria das vezes, a nossa mente viciada, ela confunde quem você é, com o que você faz. Às vezes a gente ouve muito, ah, eu sou muito ansiosa. Ah, eu sou uma incapaz. Ah, eu sou uma pessoa má. Que que eu estou fazendo? Eu estou confundindo a minha identidade essencial com aquela atitude que eu tenho, porque ninguém é ansioso, ninguém é depressivo, ninguém é maldoso. Eu tenho um padrão mental que me leva a depressão. Eu tenho um padrão mental que me leva uma atitude egoística. Eu tenho um padrão mental que me leva a um processo de autodescaracterização. Por isso que Jesus coloca: "Conheça a verdade e a verdade vos libertará. Conheça a verdade, vírgula, porque nós temos três níveis de ignorância, como tá lá na questão 115. A ignorância do não saber, a ignorância do não sentir e a ignorância do não vivenciar. Você conhece? Eu também conheço médico que fumam. Então ele não tem a ignorância do não saber o quanto o alcatrão, a nicotina faz mal. Mas por que fuma? Tá faltando a conscientização, o sentir para poder vivenciar. Então, como eu vou perceber que eu estou me autoamando? Quando eu me autoacolho, quando eu me autorespeito, quando eu me autovalorizo? Como Jesus diz assim? amar o próximo como a si mesmo. Ó, qual que é a referência? É você. Como é que eu posso ensinar matemática se eu não sei matemática? Ah, mas isso é egoísmo, não. Egoísmo eu queria algo para mim, prejudicando alguém ou prejudicando a mim mesmo. O autoamor eu me autorresponsabilizar. Eu errei, eu me acolher como filho, fazer o que o pai fez com o filho que que foi que para para gandaiar, que foi lá gastou tudo que tinha. O que que o pai fez? Acolheu. Então, nosso convite, Jesus é nosso modelo e guia. Modelo por quê? Ele é a referência de como nós devemos nos moldar, nós devemos tomar como referência. Piagê, que é um teórico da psicologia infantil, assim, toda criança precisa de um adulto para inseri-la no social. Você copiou muito do seu pai, da sua mãe. Então, nós somos convidados a modelar, copiar. No caso aí modelar é mais do que
a infantil, assim, toda criança precisa de um adulto para inseri-la no social. Você copiou muito do seu pai, da sua mãe. Então, nós somos convidados a modelar, copiar. No caso aí modelar é mais do que copiar, é tomar como referência Jesus, por isso que ele é um modelo. E que que é o guia? Por exemplo, você vai para uma cidade, para um país estranho, você contratou um guia, que que o guia vai falar? Olha aqui morou alguém. Aqui foi isso aqui. O guia sabe tudo, não é verdade? Então Jesus é o nosso modelo guia porque ele é a nossa referência de orientação. Por isso que ele é o caminho. É por onde nós devemos trilhar. Então como eu vou sentir o autoamor quando eu me acolho profundamente num processo de humildade, de auto perdão, como filho de Deus e aprendiz da vida? Mais uma pergunta, >> pois não. >> Porque o amor no processo de crescimento espiritual muitas vezes vem acompanhado da dor? >> Muito bem. Aliás, você tá lembrando a nossa benfeitora como espírito amigo lá no evangelho que diz: "A dor é bênção que Deus envia aos seus eleitos". Nós vamos ver na parábola do festim, a grande festa, o senhor da festa mandou o primeiro servo, não foi? >> Foi. >> Mas todos aqueles que foram convidados não vieram. Mandou o segundo servo, não é? Ele trouxe alguns, mas faltavam. Então ele mandou o terceiro servo, não foi? Então, na parábola, o primeiro servo é o amor. Então, ninguém está aqui para sofrer. Nós estamos aqui para o aprendizado. A gente vai perceber, Buda diz assim: "Nós sofremos por desconhecer a verdade que existe na intimidade da nossa alma. Ele diz: "Todo caminho da ignorância leva ao sofrimento." Então, o amor é o primeiro convite. Por isso que a gente diz assim: "Olha, quem não muda por amor, muda pela dor". Não, não muda. Se dor mudasse alguém, penitenciária, era fábrica de anjo. Porque eu posso estar sofrendo, mas eu tô revoltado. Eu tô comapilizando meu pai, a minha mãe. Então, nós mudamos por amor. Então, a dor ela vem como um carteiro, nos convidando a refletir,
a de anjo. Porque eu posso estar sofrendo, mas eu tô revoltado. Eu tô comapilizando meu pai, a minha mãe. Então, nós mudamos por amor. Então, a dor ela vem como um carteiro, nos convidando a refletir, analisar e amorosamente fazer a nossa mudança. Então, o primeiro servo é o amor, o segundo servo é a dor, o terceiro servo é o sofrimento. Por isso que a benfeitura espiritual Jo diz assim: "A dor muitas vezes é inevitável, o sofrimento é voluntário. Então eu posso estar doendo, mas eu vou tomar uma atitude. Mas pode tá doendo, eu entro na rebeldia. Eu crio a dor desnecessária, eu crio o sofrimento do sofrimento, eu crio a doença da doença, eu crio a rebeldia. Então o que que acontece lá no livro Plenitude? Joana de diz assim: "A dor e o sofrimento só se faz presente quando o amor se fez ausente." >> Mais uma pergunta. [risadas] >> Vamos lá. Se eu não souber, eu tô tranquilo. Você vai responder. >> Olha, eh, é possível amar sem, é possível amar sem se amar primeiro. >> Tem como eu te ensinar matemática se eu não sei? É, é possível amar sem se amar primeiro. >> É possível te ensinar algo que eu não sei não. >> Interessante que você tá perguntando, Joana diz assim: "Ninguém dá do que não tem e quem dá o que tem tá dando tudo. Olha como é interessante. Então não adianta eu ficar culpando meu pai, a minha mãe, o prof, porque eles deram o que eles tinham para dar. O jeito deles amarem era aquele jeito, não é? na mão tem uma música do Roberto Car assim: "Esse meu jeito rude de amar". Por isso que Joana no prefácio do livro ela coloca que o amor vem num gradiente. Tem gente que ama dando coisas. >> Isso, >> né? Eu digo assim, a minha mãe 14 filhos, eu nunca minha mãe me colocou no colo, mas eu me lembro dela dizer assim: "Meu filho, eu guardei aquela sobremesa para você, guarde aquela mistura para você. Que que é isso, né? Então, a gente vai perceber. Interessante. Eu fiz um seminário respeito e a vivência do amor e e olha, medo, insegurança, rejeição, abandono, incapacidade, não é do adulto,
a você. Que que é isso, né? Então, a gente vai perceber. Interessante. Eu fiz um seminário respeito e a vivência do amor e e olha, medo, insegurança, rejeição, abandono, incapacidade, não é do adulto, é da criança interna. Joana coloca isso no livro Amor imbatível amor. Eu no seminário, um cidadão, ele chegou e disse assim: "Olha, agora eu tô entendendo porque eu tenho 56 anos, a minha mãe tem 87. Meu pai era mais na maciota, mas há mais de 40 anos ele faleceu. E a minha mãe, ela era aquela pessoa muito rígida, era uma general. Até hoje eu tenho vontade de abraçá-la, mas eu ainda tenho medo. Eu não tenho jeito. Por isso que afetividade é uma virtude. Então é também é treino. E eu só abraço a minha mãe é de aniversário, época de Natal, coisas assim. Mas agora você falando isso, eu tô entendendo. E aí quando eu voltei, dois meses depois naquela instituição, eu encontrei o cidadão, disse: "Olha, eu quero te contar um segredo. Eu ganhei uma nova mãe sem largar dela e ela ganhou um novo filho sem largar de mim." E ele foi disse: "Naquele domingo, quando eu voltei, a minha mãe perguntou: "Meu filho, você pode me levar à missa das 18 horas?" Minha mãe tava com começo de Alzheimer, de Paxon. Aí eu falei: "Claro, mãe". E ela perguntava de novo: "E como tempo eu fiz?" Eu a deixei na ponta do banco, sentei na outra ponta. E quando eu comecei a olhar aquela mulher com dedo no queixo trêmula, eu comecei a voltar na linha do tempo, na magia do pensamento, vendo aquela mulher que era toda cheia de etiqueta. E de repente agora para tomar café tinha que ser na caneca com pão do lado porque caía dos lados pela boca. E eu fui começar a ver e comecei a ver que o quanto minha mãe me amava, eu não me dava conta. Eu comecei a ver eu criança, minha mãe encapando meus cadernos, meus ainda falando: "Cuidado para não virar, virar orelha de purro, a lancheira, aquele guardanapo ponto cruz." E aquilo foi me dando uma saudade. A roupa cheirosa na beira da cama, o bolo que ela fazia de de laranja.
o: "Cuidado para não virar, virar orelha de purro, a lancheira, aquele guardanapo ponto cruz." E aquilo foi me dando uma saudade. A roupa cheirosa na beira da cama, o bolo que ela fazia de de laranja. para mim. Eu sou o único filho. E aquilo foi me dando me deu a vontade de abraçar minha mãe e eu fiz como quem não quer nada. Fui chegar devagarzinho. Quando eu encostei, eu senti uma energia quando meu corpo encostou na minha mãe. Olha lá, naquele momento, ele acessou a lei de permissão. E ao acessar a lei de permissão, ele se abriu ao bem, o bom e o belo, que a vida sempre nos oferta. E a mãe quando o filho nasce corta o cordão belical físico, mas mantém um cordão belical energético. Por isso que quando a mãe tá dormindo, faz barulho, ela não acorda. A criança gêmea, ela acorda. Então naquele momento, ele reatou psiquicamente, energeticamente, ele diz: "Eu me senti como se tivesse algo me unindo a minha mãe. O meu corpo dela era um. Eu me senti como se eu tivesse dentro do útero dela. Ele teve uma experiência úterina. E aí ele foi, agora eu quero abraçá-la. Ele diz: "Eu joguei o braço como quem não quer nada. Fui trazendo quando meu braço, a minha mão encaixou no ombro dela. Fui trazendo, trazendo quando eu encostei. Passado um pouco, eu vejo a minha mãe tava chorando e eu perguntei: "Mãe, a senhora tá emocionada com o sermão do padre? Ela foi disse: "Não, meu filho, é a primeira vez que você me abraça espontaneamente. Você pode fazer isso de outras vezes, meu filho. Eu tô sentindo aqui o seu pai também nos abraçando." Ele falou: "Eu tinha sentido, só que eu não falei nada antes que a minha esposa dava banho na minha mãe, falava: "Bem, vem, B, me ajuda a pentear o cabelo da sua mãe". falou: "Não, não, não tem jeito para isso. Hoje quando ela dá o banho, eu passo o pente no cabelo dela com todo carinho, lembrando lá minha lancheira. E não é que a minha mãe tá melhorando o Alzheimer, o Paxon. Olha aí quando Jesus diz, Pedro, o amor cobra multidão de pecados. >> Muito lindo, né?
dela com todo carinho, lembrando lá minha lancheira. E não é que a minha mãe tá melhorando o Alzheimer, o Paxon. Olha aí quando Jesus diz, Pedro, o amor cobra multidão de pecados. >> Muito lindo, né? Verdade. >> Olha, eh, tem mais algumas perguntas aqui. Até que ponto o amor exige renúncia sem anular a própria dignidade? O amor não exige nada, como disse a benfeitura no prefácio, porque o amor é então a renúncia é uma das virtudes expressivas do amor. A pessoa que autorrenuncia, ela tem uma autoconsciência de si mesma, ela está completa, ela se basta. É aquela pessoa que, em vez de ter razão, ela sente que ela pode ser feliz. E nem sempre quem tem razão vai se sentir feliz. Então é aquele momento, como diz Emanuel, em que a pessoa desce sem perder a altura. Ó, olha a metáfora. Desce sem perder a altura, desce sem perder a dignidade, descem perder o respeito. A gente vê muito isso com mães. Você que também esteve está enquanto mãe, porque você não é, nem eu sou pai, nós estamos, é, são papéis, não é? Quantas vezes as suas adolescentes ou seus adolescentes chegavam a mãe naquele momento ela não revida, depois para vem cá meu filho, viu como a casa tá arrumada? Me ajuda, arruma isso aqui. Então nós vamos perceber que a renúncia ela é uma virtude de autoconsciência. Então ela é uma virtude meio que nos leva a recompensa, à felicidade. Nós temos aqui a Rosângela e ela pergunta assim: "A consciência é um é um sentimento?" A consciência ela é muito mais do que um sentimento. Ela é um código divino em nós. O sentimento é uma expressão da manifestação do espírito imortal. Então, o sentimento de amor é uma expressão da energia amorosa consciencial. Amo, ressentimento é o amor doente, como diz o espírito Joana adiante. Todo sentimento e todo pensamento tem uma intenção positiva. Quando equilibrado, com uma direção adequada. Quando desequilibrado, uma direção inadequada. Por exemplo, qual é a intenção positiva da raiva, da mágoa, do ódio? fazer justiça, mas com uma direção inadequada, porque a
o, com uma direção adequada. Quando desequilibrado, uma direção inadequada. Por exemplo, qual é a intenção positiva da raiva, da mágoa, do ódio? fazer justiça, mas com uma direção inadequada, porque a justiça real somos nós quem podemos nos fazer. Por isso que o diz, existem injustiças, mas não existem injustiçados, com exceção Jesus. >> Nós temos aqui eh uma pessoa aqui que me chamou muita atenção, a Leide. Então ela fala assim: "Estou aceitando ajuda. Meu esposo teve uma parada cardíaca de 15 minutos. voltou totalmente sequelado, quase enlouquecendo. Tem uma filha PCD, deficiente cognitiva. E aqui ela continua. Agora meu esposo, Agora meu esposo, fiquei perdida e ainda estou tentando entender o que está acontecendo. Preciso encontrar encontrar a paz para aceitar. Leite, minha irmã querida, nos diz o espírito Emânel que antes de qualquer problema, a Juda sempre chega na frente, porque Deus é amor. Ninguém passa nada por acaso. Acaso e milagre não existem. Aquilo que nós atribuímos enquanto a casa e milagre nada mais é do que uma pobreza de instrumentação para ferirmos a intimidade do fato. Você está num momento desafiador, num momento que requer de você muita serenidade, oração e confiança, porque você está diante de entes queridos que hoje voltam para que você possa, com maior condição e melhor entendimento, ser para eles uma ponte para que eles possam prosseguir na prova muitas vezes expiatória em que eles se encontram. Para eles é uma expiação, para você é uma prova, porque você pode abandoná-los se você assim quiser, mas não é que você vai fazer porque uma questão circunstancial é consciencial e você não está nessa situação por acaso. Então confie, busque lá no capítulo 27, 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo, o poder do pensamento, o poder da oração. E Allan Kardec nos traz, não que oração tenha fórmula, mas ele nos dá algumas dicas, como superar momentos de desafios, uma tentação, oração pelo. Então isso vai lhe ajudar muito, tá bem, Cleit? leite e qualquer
dec nos traz, não que oração tenha fórmula, mas ele nos dá algumas dicas, como superar momentos de desafios, uma tentação, oração pelo. Então isso vai lhe ajudar muito, tá bem, Cleit? leite e qualquer coisa, né? Busca uma casa espírita onde você possa levar teu esposo, levar tua filha, receber uma orientação mais aprofundada ou busca um profissional na área da psicologia, da psiquiatria para estar lhe ajudando neste momento de desafio. Tá bem? Gratidão pela pergunta. Corder, eh, assim, existe alguma técnica, né, que tem pessoas que é mais difícil? Existe alguma técnica para desenvolver o amor? >> Existe lá na questão 919 tem várias técnicas, né? E a técnica principal é da autopercepção amorosa com você mesmo. É a você está fazendo aquilo que Santo Agostinho coloca. Então tem exercício de você passar em revista as suas ações, de você estar se autopercebendo, nomeando seus sentimentos. Olha, o que que eu tô sentindo agora? É raiva, é mágua. Então tem três perguntas, porque o que que é o autoamor? O autoamor é autocuidar, é autovalorizar, é autoperceber, é se autoentender. Então, quando eu faço isso, tô exercitando o amor. O amor ele está presente em tudo, até na raiva, na mágoa, é o amor doente. Então, o amor ele é realmente presente em nós. Nós somos amor. Agora, quando você exerce o processo da humildade se colocando como aprendiz da vida, você é uma das grandes técnicas para que nós possamos desenvolver o autoamor. Em contrapartida, o alo amor. Três perguntas conscienciais para nos ajudar. Pegue o papel e o lápis aí, quem quiser. Vamos anotar uma delas. Por que estou nessa situação? O que que eu fiz? Que que eu deixei de fazer? Por que que eu estou nessa situação? Essa é uma pergunta, vai nos ajudar muito. São perguntas conscienciais. A outra pergunta, o que que esta situação quer me dizer? Porque toda situação, a gente chama na neurolinguística, ela tem uma metaresposta, já tá embutido nela. Então, o que que essa situação quer me dizer? Ou seja, diante da minha esposa,
ão quer me dizer? Porque toda situação, a gente chama na neurolinguística, ela tem uma metaresposta, já tá embutido nela. Então, o que que essa situação quer me dizer? Ou seja, diante da minha esposa, nessa situação do desafio, que virtude eu tô sendo convidado a desenvolver? diante do meu filho, que virtude eu tô sendo convidado a desenvolver? E todas as virtudes são expressões do amor. A terceira, a primeira porque estou nessa situação, a segunda, o que que a situação quer me dizer? E a terceira, como eu posso agir, como eu posso agir para fazer essa mudança de nível comigo mesmo de forma amorosa e respeitosa? Está tão bom aqui, né? Tão bom. >> Olha, você fala tão amorosamente conosco que pessoal do chat aqui estão encantados com você. >> Que bom. Isso é doutrina espírita, né? Nossa, muita gratidão. >> As pessoas aqui estão encantadas, estão agradecendo muita gratidão. Estão nos cumprimentando. Você fala conosco amorosamente, sabe expor, com carinho, com sabedoria. Isso é muito bom, isso é muito importante para nós. >> Que Jesus retribui a generosidade desses corações, né? Olha gente. Estamos aqui, estávamos com 90 pessoas agora a pouco. >> Que bom, muito bom. >> Acompanhando nós. E essa live vai chegar a muitos corações, com certeza. >> Muita paz. >> Nós estamos no final, né? Olha, eu quero avisar o pessoal aqui que a próxima live vai ser dia 19/02, né? Pessoal ficar sabendo. Dia 19/2 teremos a próxima, o próximo estudo do livro. E o capítulo é Jesus como modelo e guia da humanidade. >> Isso, isso é isso daí. Eu quero te agradecer imensamente. Eu fiquei tão feliz. Muito obrigada. muito obrigada por aceitar o meu convite. >> Eu que agradeço, >> eu falei para todo mundo, eu avisei todo mundo, todos os meus amigos lá no congresso, que você viria estar conosco na sala de Joana e eles estão todos aqui. >> Então, que bção, né, que realmente existe tantos garçons, você é uma delas, estamos juntos uma garçonete do trabalho com Jesus, >> servidoras do nosso mestre Jesus.
e Joana e eles estão todos aqui. >> Então, que bção, né, que realmente existe tantos garçons, você é uma delas, estamos juntos uma garçonete do trabalho com Jesus, >> servidoras do nosso mestre Jesus. >> Verdade. É verdade, né? Vamos terminando a nossa live, então porque estamos dentro do horário. E aí eu quero te agradecer imensamente por essa oportunidade de estar com você, de aprendermos junto aqui com você. Eh, e pedir para você fazer uma prece de encerramento e agradecer todos po todas as pessoas que estão aqui conosco. Todo mundo >> sim, com maior e todos queão >> com maior gratidão. Vamos orar assim. O Maand coloca que orar é respirar com a alma. Não vamos respirar com a nossa alma. >> É nosso alimento. >> É verdade, né? Busquemos lembrar do carinho, da ternura, do amor de Jesus e visualizando como se nós tivéssemos neste momento a margem do lago de Genesaré. E nós estamos vendo um barco vindo em nossa direção sobre o reflexo do sol. Alguém chega muito próximo de nós e diz: "É Jesus, é Jesus que está chegando para sua prevenção matinal. E quando o barco chega, ancora muito perto de ti, Jesus desce. O seu olhar cruza com o seu olhar e ele abre os braços num movimento de imensa ternura, de carinho e de amor. Ele nos fala na acústica da nossa alma: "A minha paz eu vos dou. A minha paz eu vos deixo. Vem, Jesus ao nosso encontro. Como vieste ao encontro de Saulo na estrada de Damasco e o transformaste no poeta cantor do vosso evangelho. Vem Jesus ao nosso encontro das nossas fragilidades, como verte ao encontro de Pedro e o ajudar-te. a transmutar a sua insegurança, vulnerabilidade e o transformaste no estandarte do vosso evangelho. Vem Jesus ao nosso encontro, nos ajudando a superar as nossas maseras, os nossos conflitos. Conviese ao encontro de Maria de Magdala e amorosamente a ajudar a se colocar com a poetisa do vosso amor diante daqueles que traziam a carne por treffação da lepra. Mestre querido, nós te agradecemos por este reencontro contigo através da doutrina espírita e te
ar a se colocar com a poetisa do vosso amor diante daqueles que traziam a carne por treffação da lepra. Mestre querido, nós te agradecemos por este reencontro contigo através da doutrina espírita e te rogamos que nos fortaleça e ajude a fim de que possamos internalizar os vossos ensinamentos e com as nossas mãos ocupadas no trabalho do bem, estarmos comprovando a nós mesmo o quanto lhe amamos, o quanto somos grato a ti. ti, pela bênção do corpo perfeito, da amizade, da família, do trabalho. E te rogamos, Senhor, que as nossas humildes vibrações sirvam de alguma forma para ajudar-te a envolver os nossos governantes temporais, envolver os nossos irmãos em guerras, os lares em que o desespero e a desjunão batem suas portas. E recordando, Senhor, o nosso querido pobrezinho de Assis, nós lhe pedimos, ó Senhor, fazei-nos instrumentos da sua paz hoje e sempre. Que assim seja. Gratidão. >> Obrigada. Muito emocionada. Obrigada. >> Gratidão. >> Gratidão a todos que estiveram aqui conosco. Veja a todos. >> Muita paz. Que Jesus abençoe nossos lares. Muita paz.
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