A Vivência do Amor | Atitudes e Comportamentos | Lacordaire Faiad

Feemt Play 06/03/2026 (há 3 semanas) 1:16:39 75 visualizações 12 curtidas

Estudo espírita do Capítulo 3 da obra A Vivência do Amor, de Lacordaire Faiad, refletindo sobre atitudes e comportamentos à luz da Doutrina Espírita e dos ensinamentos do Evangelho de Jesus. Uma análise profunda sobre a transformação moral, a reforma íntima e a vivência do amor como caminho de crescimento espiritual. Um convite à reflexão sobre como nossas atitudes revelam o grau de amadurecimento da alma e influenciam nossa evolução. 📖 Obra: A Vivência do Amor 📌 Capítulo: 3 — Atitudes e Comportamentos ✍️ Autor: Lacordaire Faiad ✨ Apresentação da obra: Joanna de Ângelis (psicografia de Divaldo Franco) 📺 Realização: Sala Virtual Joanna de Ângelis Espiritismo aplicado à vivência do Evangelho. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5319567864889344

Transcrição

เฮ >> Boa noite, meu amigo. Como vai? >> Boa noite, querida Cleade. Tudo ótimo, tudo em paz, graças a Deus. Muita paz. >> Como está aí? Está calor? Está frio? >> A Cuiabá ela é o concur. É aqui é a capital do calor. Exporta calor. >> Muito quente, né? É verdade. >> Tá muito quente. Isso mesmo. Muito bom. Obrigada igualmente. Vamos cumprimentando aqui os nossos queridos internautas que estão chegando. Sejam aqui muito bem-vindo para mais uma noite de estudo. Hoje o Lorard vai falar sobre atitudes e comportamentos. Nós estamos estudando este livro aqui, ó. Estamos no capítulo três. É isso, né? É isso mesmo. A vivência do amor, capítulo 3, prefácio de Joana de este livro, ela fez essa caridade conosco, né? Isso. E para dar início no nosso estudo de hoje, eu vou fazer uma prece e logo em seguida eu passo a palavra pro nosso companheiro. Vamos então agradecer a Jesus, o nosso mestre, essa oportunidade de estarmos aqui eh falando em seu nome, agradecer essa oportunidade que estamos tendo, o, eh, estamos tendo, estamos podendo conhecer, ter conhecimento, ter compartilharmos estudos, espírit principalmente de Joana dees, a nossa mentora espiritual, que sempre está conosco, que sempre nos acompanha. Vamos agradecer a ela por por esses ensinamentos preciosos que que nos deixou. agradecer o nosso querido Divaldo Franco que foi através dele, que se não tivesse ele talvez nós não teríamos estes ensinamentos, esses estudos. Obrigado, Mestre Jesus. Obrigada pela oportunidade que nos é concedida de falarmos em seu nome. Rogamos aos espíritos amigos, aos benfeitores que aqui estão, que acompanham o nosso querido irmão Lucard, que vai falar para nós com propriedade e sabedoria. E que assim seja, Senhor. >> Como você >> tá bem, C? >> Tem um barulho. >> Deixa eu ver. Deixa eu tirar só um minutinho, então, por favor. OK. Veja se sai >> saiu. >> Saiu. Agora sim. >> Ah, então tá bem. Muito bom, Cleite. Olha, é uma alegria muito grande estar com você e com todas essas almas queridas que nos ouvem para mais um

favor. OK. Veja se sai >> saiu. >> Saiu. Agora sim. >> Ah, então tá bem. Muito bom, Cleite. Olha, é uma alegria muito grande estar com você e com todas essas almas queridas que nos ouvem para mais um momento de reflexão ou de reflexões com a os ensinamentos que a nossa benfeitora espiritual, como você bem colocou, Joana de Anjes, porque todo este livro foi feito, foi escrito com base nas série psicológica de Joana de Angeles. E este capítulo em especial, ele vem foi baseado justamente no momento de renovação, já na numa página que vai nos ajudar a refletir a diferença de atitudes e comportamentos, né? Então veja que o que que é, qual que é a diferença é dentro da nossa referência, né? atitudes. É aquela pessoa que desenvolveu um padrão mental de resiliência, de determinação, de proatividade por excelência Jesus. Então, nós vamos perceber que a pessoa de comportamento, ela fica muitas vezes num padrão repetitivo. Nós temos um padrão de comportamento, porque ninguém é de uma forma depressivo, ansioso. Nós temos padrões. Então, o padrão do comportamento, a pessoa, ela cria o problema do problema, a dificuldade da dificuldade, a doença da doença, não segue a prescrição do remédio do médico, não toma o remédio adequadamente. É a pessoas de atitudes, são pessoas que vem os problemas como sendo instrumento de crescimento, de oportunidade, de avanço, de mudança de nível. E aí eu sempre cito uma metáfora muito interessante que vamos supor que eu tenho uma goteira em casa. Cheguei para você, querida Cleid, perguntei: "Você me empresta o seu balde?" Você me emprestou o balde, eu coloquei na goteira. Aí o balde encheu, eu joguei água fora. O balde encheu, eu joguei a água fora. Então veja, isso é o quê? Atitude ou comportamento? comportamento, a atitude é eu consertar a goteira. Então nós vamos perceber que muitas das nossas dificuldades elas vêm em virtude da nossa menteada. Então esse capítulo Atitudes e Comportamento, ele inicia com uma citação da nossa veneranda Joana de essa

o nós vamos perceber que muitas das nossas dificuldades elas vêm em virtude da nossa menteada. Então esse capítulo Atitudes e Comportamento, ele inicia com uma citação da nossa veneranda Joana de essa bemfeitura da humanidade, que ela diz assim: "O teu amor será verdadeiro se conseguires olhar aquele que te agrediu e ofendeu de tal forma que ele tem a sensação de que o perdoaste, embora não te haja rogado desculpas". Então, a pessoa que tem atitude, ela tá centrada na sua competência, na sua capacidade. Então, ela sabe quem ela é primeiro para si mesma e sabe também quem ela é nos seus diversos papéis, o papel de pai, o papel de mãe, o papel de professor, assim sucessivamente. Então, ela não vai ficar a mercê da validação do outro. Então nós iniciamos o capítulo dizendo, ó, para agirmos de forma exitosa frente aos desafios da nossa caminhada e só nos perguntarmos como agiria Jesus diante desta situação em que nos encontramos, pois ele, além de ser o nosso mestre e bom pastor, é modelo e guia da humanidade, o grande peregrino do amor. Então, quando Allan Kardec ele pergunta lá na questão 625, qual é o ser mais perfeito que Deus nos concedeu como modelo e guia para a humanidade? E a resposta mais sintética é Jesus. E Kardec depois desdobra essa pergunta, essa resposta dos benfeitores espirituais e coloca justamente Jesus é essa referência maior. Por exemplo, por que que Jesus é o modelo e guia? Na neurolinguística nós aprendemos que metamodelar, metamodelar é tomar como referência. O Barack Obama, numa sua autobiografia, ele coloca que quando criança, o pai o colocava para ler as grandes biografias dos homens de referência dos Estados Unidos. Que que o pai estava fazendo ali sem perceber? metamodelando a mente, o padrão mental, o mapa mental do seu filho. E a criança, ela absorve o verbal e o não verbal na relação com os adultos. Então, todos nós metamodelamos alguém, é o pai, é a mãe, são figuras de autoridades. Então, Jesus, ele é o modelo de conduta, de referência, de coerência, de

e o não verbal na relação com os adultos. Então, todos nós metamodelamos alguém, é o pai, é a mãe, são figuras de autoridades. Então, Jesus, ele é o modelo de conduta, de referência, de coerência, de congruência. Tudo que Jesus falava, ele agia no com atitude, superando e nos ajudando a superar os nossos comportamentos viciosos. E por que que Jesus ele é o guia? Por exemplo, se você vai para um país estranho, você vai contratar um guia. O que que você espera deste guia? que ele possa estar, além de lhe orientar por onde você deve passar com segurança, ele também vai lhe dar a história, o porquê dessa ou daquela paisagem ou dessa ou daquela casa. Ele vai lhe lhe munir de todas as informações necessárias para que a sua viagem seja de grande aprendizado e de grande aproveitamento. Então daí nós vamos perceber Jesus é realmente a nossa referência maior. Manuel, no livro Caminho, verdade e vida, na lição 142, ele coloca que Jesus, ele é o nosso tutor do primeiro dia. Que que significa isso? Significa que antes que nós chegássemos à categoria de espíritos, Jesus já nos aguardava amorosamente para estar tutelando a nossa viagem em busca da nossa angelitude. Ele diz mais, depois de Deus, que é uma presença permanente, unisciente nas nossas vidas, Jesus é a presença permanente nas nossas vidas. full time o tempo todo. Então, vejamos a grandeza do Cristo e a referência dele para todos nós. É por isso que ele coloca das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá. Então, todos nós estamos sob a sua tutela. Então diz assim: "Só o amor é capaz de nos oferecer com precisão a indulgência para conosco e com o próximo, nos ajudando a separar o ser amor que somos das atitudes e comportamento que temos, os quais muuit das vezes estão permeados das energias de desamor. Então, a maioria de nós confundimos através desse da nossa mente viciada de de comportamentos, de confundir quem nós somos, conforme tá lá própria gênese bíblica, que nós somos amor, porque Deus é amor. Nós somos criados à imagem e

imos através desse da nossa mente viciada de de comportamentos, de confundir quem nós somos, conforme tá lá própria gênese bíblica, que nós somos amor, porque Deus é amor. Nós somos criados à imagem e semelhança do criador. Então, se Deus é amor, como diz João, nós também somos amor, mas temos atitude de desamor por ignorância. Então, o maior conflito nosso, maior dificuldade nossa, é quando nós confundimos quem nós somos, amor, com aquilo que nós fazemos de desamor. Então, nessa atitude daqui anto, muitas vezes fomos insuficientes nesses comportamentos que nós deixamos a desejar. Porém, esses comportamentos são passíveis de mudança, mas somos imaculados em essência enquanto espíritos imortais. estaremos em nossa companhia pela eternidade com a tarefa amorosa de edificar a estrada da angelitude como através do autodesenvolvimento, conforme está exarado lá na questão 115 do livro dos espíritos. Quando Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade, Deus criou espíritos bons e espíritos maus? E os espíritos respondem. Todos fomos criados com o mesmo carinho, com o mesmo amor. Isso mostra a economidade do amor de Deus. Ou seja, simples ignorantes, simplicidade desprovido dessa complexidade que hoje nós trazemos enquanto homem tecnológicos. Ignorantes do quê? Das verdades, das leis divinas que estão impressos na nossa consciência. Então, quando nós confundimos quem nós somos, com o que nós fizemos, nós ficamos, em vez de estar nos autoacolhendo, ó, com base em quem eu sou, como eu posso me ajudar naquilo que eu fiz, no que eu estou pensando no que eu estou pensando ou no que eu quero fazer? Com isso, o que que eu faço? Eu vou reeducando a minha mente viciada. O apóstolo Paulo em carta aos Romanos, ele coloca: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço. O mal que eu não quero, eu faço." O que que ele está falando? está falando da nossa mente viciada, da predominância da nossa característica instintiva, egóica, humana, em detrimento da nossa característica humana essencial.

eu faço." O que que ele está falando? está falando da nossa mente viciada, da predominância da nossa característica instintiva, egóica, humana, em detrimento da nossa característica humana essencial. Então o instinto ele merece educação, ele merece acolhimento. Então muito importante que nós trabalhemos aquilo que eu tenho enquanto comportamento e transformar em atitude amorosa. Ó, dentro de nós prosseguindo, não há mapas de derrotas e sim fatos. Conforme nós lidamos com as experiências de desamor egoicas, estaremos nos sentindo felizes ou desventurados. Cada erro que cometemos são convites a transformá-los em experiência aprendizados, fruto das reflexões e do discernimento, nos convidando ao desenvolvimento do sentimento de aprendiz da vida. Então, veja, dentro de nós não tem mapa de derrota. Dentro de nós há fatos. Deus é tão bom. e misericordioso, que os nossos defeitos não são de jogar fora. lá no livro Amor imbatível, amor, a nossa benfeitora espiritual da humanidade Joana de Ângeles, ela coloca que nós, enquanto espíritos imortais, nessa nossa viagem em busca da nossa elevação espiritual, nós fazemos alguns descaminhos. Que que ela tá falando de descaminhos? Nós desviamos a nossa rota. Nós saímos da sintonia da lei de amor, justiça e caridade. E ela diz: "E nesses descaminhos nós produzimos experiências não legítimas." Mas olha que interessante. Então ela está chamando os nossos deitos, as nossas derrocadas morais, experiências não legítimas, ou seja, são comportamentos em dessintonia com a lei de amor, justiça e caridade. E ela diz mais. E esses comportamentos, essas experiências não legítimas nos acompanharão. Olha aí a lei de causa e efeito. A semeiatura é livre, mas a colheta ela é inevitável. Dependendo da forma como eu lido diante da lei de liberdade, eu construo a minha libertação. Se eu estou tomando atitudes conscienciais, dependendo de como eu lido nos meus comportamentos egóicos, atitudes de impulsivas, com raiva, com mágoa, com ódio, eu estou construindo a minha

libertação. Se eu estou tomando atitudes conscienciais, dependendo de como eu lido nos meus comportamentos egóicos, atitudes de impulsivas, com raiva, com mágoa, com ódio, eu estou construindo a minha escravização. Então, por isso que isso vai nos acompanhar. E ela diz na configuração do ego mascarado e do ego evidente, que são as máscaras que nós buscamos. E como então superar isso aí? Como estamos trabalhando? Então, tá aqui, ó, somente com os esforços continuados, ó, pacientes, perseverantes e disciplinados. No exercício de agirmos com humildade e responsabilidade, assumiremos uma conduta de reparação, fruto do autoconhecimento, conforme elucidam as questões 919, 919A do livro dos espíritos. Nelas, Santo Agostinho oferece técnicas de autoacolhimento amoroso, autorrespeito e autovalorização, despertando em nós os sentimentos de pertencimento como filho de Deus e herdeiros do seu inesgotável amor. Então, por que que somos convidados a desenvolver esforços continuados, pacientes, perseverantes e disciplinados? Porque nós estamos reencarnados. Tá lá na questão 132 o livro dos espíritos. Qual o sentido da reencarnação? Expiação e provas. Então, nós reencarnamos trazendo vários capítulos da nossa vida, da nossa viagem evolutiva de forma muito exitosa. Esses já estão resolvidos. Então nós vamos fazer manutenção, mas há alguns capítulos que nós deixamos a desejar e aqueles que nós deixamos a desejar vão nos acompanhar porque senão não haveria evolução se não houvesse a lei de causa e efeito. Como é que nós teríamos uma referência de como nós estamos andando? Então, lá na questão 919 e 919, Allan Kardec, o nosso pedagogo por excelência, ele pergunta a Santo Agostima, um meio prático para que nós possamos resistir ao mal e desenvolver o bem. E Santo Agostinho, ele nos fala como autoridade moral. Que que é autoridade moral? Pessoas que já conquistaram atitudes plenas. Aquelas pessoas que conforme tem o seu discurso tem suas atitudes, tem uma coerência, tem uma congruência.

mo autoridade moral. Que que é autoridade moral? Pessoas que já conquistaram atitudes plenas. Aquelas pessoas que conforme tem o seu discurso tem suas atitudes, tem uma coerência, tem uma congruência. Às vezes a gente já ouviu lá na nossa infância, ó, faz o que eu mando, mas não faz o que eu faço. Olha aí, não tem coerência. Porque o irmão diz assim: "As palavras convencem, mas são gestos que arrastam". Então Jesus, por que que ele ficou só 3 anos? Porque a sua essencialidade de ensinamentos e a característica desse espírito puro. Ele fez com 3 anos porque nós estamos aíando, buscando a quantas encarnações para seguir alguns ensinamentos. Então, não é porque eu sei aquilo que é importante para mim, eu já tenho prazer de fazer. Eu pergunto, se nós não temos o hábito de ligar paraa nossa mãe, pro nosso pai, e é importante que a gente faça isso paraos nossos familiares, olá, como vai? Tudo bem? Desenvolvendo espírito de solidariedade, de fraternidade. É, agora eu pergunto, tudo que nós sabemos que é bom para nós, você faz, você realiza? Não. Por quê? Porque tá só no nível do conhecimento. Eu ainda não trouxe para o sentir, para o vivenciar, conforme tá lá no livro dos espíritos, três níveis de ignorância, do não saber, do não sentir e do não vivenciar. Então é fundamental, como o Santo Agostinho coloca, passar em revista as nossas ações. Passar em revista não é autocrítica, não é te censurar, por somos aprendizes da vida. Joana de Angeles, essa benfeitora amada, ela diz assim: "O erro é uma experiência nos convidando a nos acolher, analisá-la e fazer de forma diferente. Nós temos aqui na base do cérebro o cerebelo. Tem várias funções, mas dentre as funções do cerebelo é a função espacial. Então a criança quando ela cai, tá começando a aprender a andar para o cerebelo, aquilo não é um tombo, é uma referência. Logo mais ela vai estar andando. Da mesma forma os nossos equívocos, os nossos equívocos, como Jesus colocou: "Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem."

ilo não é um tombo, é uma referência. Logo mais ela vai estar andando. Da mesma forma os nossos equívocos, os nossos equívocos, como Jesus colocou: "Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem." Por quê? Aquele momento nós enquanto aquela multidão estávamos permeados pela ignorância do não sentir, do não vivenciar e também do não saber porque estáamos intoxicados por informações dominadoras, como o apóstolo Paulo, enquanto Saulo, ele tava bem intencionado em defender Moisés, mas ele tinha a ignorância primeiro de não conhecer a fundo quem era Jesus. Porque a informação que ele tinha era que Jesus era um tubuador que morreu entre dois ladrões essa informação que ele tinha. Então, em cima dessas informações, pela ignorância do não saber sentir e poder vivenciar, ele passou a perseguir os cristãos. Logo depois ele vai então cair na real, já na estrada de Damasco, onde ele vai, com todas as informações que ele já trazia agora da Abigail, da convivência com Gamaliel e tantos outros, ele vai perceber que Jesus não é um mito. Jesus não é uma história somente, Jesus é uma realidade. Então, quando nós buscamos Jesus como modelia, como Santo Agostinho nos coloca, nós vamos estar fazendo essa mudança. E aí, prosseguindo, a gente vai perceber o amor, ele é a presença do criador em nós, que se manifesta ininterruptamente em toda a sua criação, nos estimulando a sedimentar os valores do bem, do bom e do bem, de momento a momento através de do exercício diário, das experiências sucessivas que a vida nos oferece. Então, toda e qualquer virtude é exercício. As virtudes que as trazemos em latência na intimidade do nosso ser é a semelhança da relação do orível fazendo um anel. Como que ele pega? pega o ouro bruto e vai ali depois derretendo, vai moldando, moldando, moldando até chegar a joia preciosa. Assim também são as virtudes. É este anel, essa aliança que nós estamos estabelecendo entre nós e o amor de Deus em nós em ação. Então, quando estamos sintonizados com amor, nós jamais nos diminuímos

Assim também são as virtudes. É este anel, essa aliança que nós estamos estabelecendo entre nós e o amor de Deus em nós em ação. Então, quando estamos sintonizados com amor, nós jamais nos diminuímos ou nos supervalorizamos, pois o amor ele dá a dimensão do equilíbrio, revelando quem somos enquanto seres únicos, sem comparação com pessoas ou situações. Tal movimento nos sintoniza com amor celeste, despertando um sentimento de completude e pertencimento de nós para conosco, em sincronismo com o universo. Quando nós nos comparamos, nós nos coisificamos e a gente compara coisas, sofá, relógio, livro e coisa a gente usa, estraga ou manda consertar ou jogar fora. E gente, que que a gente faz com gente? Gente, a gente ama. Quando que a gente ama a gente? Quando se ama, porque ninguém pode dar do que não tem. Então daí nós vamos perceber não tem ninguém igual a ninguém. Então, por que que eu vou me comparar com A com B? Se nós sabemos que somos viajores do tempo e cada um tem níveis de experiências diferentes e Deus é amante da diversidade. Que seria do verde se todo mundo só gostasse do azul? E que seria do azul se todo mundo só gostasse do amarelo? Mas é a junção das cores que formam arco-íris. Então, Deus, ao nos criar, nos criou como seres únicos. Por isso que nós não temos o porqu estar se comparando. Agora sim, tomando como referência, isso é muito interessante. Por exemplo, nosso Alessandro, este companheiro querido, tá sempre ali nas nossas lives. Veja, eu vou olhar para ele em vez de me comparar, olha, ele é capaz, olha, ele consegue e eu não. Pronto, o que que eu fiz? inibi todo o meu potencial criativo. Agora vou fazer de forma diferente, vou tomar como referência. Aí nós vamos ver Jesus o modelo de guia. Eu vou perceber. Interessante. Olha como nosso don Alessandro está agora conversando. Olha o jeito que ele tá conduzindo o diálogo. Eu não tinha pensado desse jeito. Deixa eu verificar. Eu quero aprender. Então me coloco numa postura de humildade. Então tudo é exercício.

a conversando. Olha o jeito que ele tá conduzindo o diálogo. Eu não tinha pensado desse jeito. Deixa eu verificar. Eu quero aprender. Então me coloco numa postura de humildade. Então tudo é exercício. Aí nós perguntar lá por então Jesus quando Pedro pergunta: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar meu irmão até sete vezes?" Em outras palavras que Jesus fala: "Pedro, meu amor, vai treinar. Perdão é virtudes. Perdão é uma virtude muito importante. É treino mesmo. Não somente sete vezes, mas 70 vezes sete vezes. É o convite. Então, buscar exercitar o amor nos sintonizamos com sentido existencial. nos traz um preenchimento, olha, despertando sentimento de plenitude no mesmo pulsar dos corações misericordiosos que já alcançaram essa citude do amor, da vivência diária desse amor. e se liga a nós, esses benfeitores que já alcançaram essa atitude do amor por muito nos amar, sempre nos estimulando a prosseguir com humildade e determinação na realização do nosso roteiro evolutivo, em sintonia com um propósito que nos equaliza com amor inesgotável, que emana de Deus e de Jesus. Nós antes de reencarnarmos, tá lá no livro, quem não leu, vale a pena ler, chama o livro é Dias Felizes, é da editora Espiritizar da Federação Espírita do Mato Grosso. Neste livro tem uma mensagem que se intitula Contratos Espirituais. Olha que lindo e como é consolador. Este benfeitor coloca que todos nós, antes de reencarnarmos, temos aquelas almas que já alcançaram a excelitude do amor. E por muito nos amar, eles nos acompanham torcendo por nós. Aliás, neste livro também tem uma outra mensagem, chama amizade interexistenciais. interexistenciais de várias existências, né? E ele diz que esses benfeitores, além de nos ajudar na nossa programação reencarnatória, muitos de nós, aqueles que não tínhamos créditos para reencarnar, eles nos emprestam. E aqueles de nós que temos um compromisso na área da família, na área doutrinária, porque tá lá no nosso contrato o meu compromisso com as atividades doutrinárias.

para reencarnar, eles nos emprestam. E aqueles de nós que temos um compromisso na área da família, na área doutrinária, porque tá lá no nosso contrato o meu compromisso com as atividades doutrinárias. Então, nós recebemos uma equipe multidisciplinar para estar nos ajudando e no desdobramento do sono, aqueles que mantemos nessa sintonia com esses benfeitores, através da oração, como Kardec coloca no capítulo 27, 28 do do Evangelho Segundo o Espiritismo, quem não leu, vale a pena ler este capítulo, ó, 27 e 28 do Evangelho Segundo Espiritismo. El eles nos levam desdobrado em espírito pelo sono a assistir palestras, a fazer inclusive psicoterapia conosco. Então veja a bondade desses benfeitores. Então aí nós vamos perceber que aí é como o olho d'água que percebendo a sua pequenez, ele sente e valoriza a grandeza de si mesmo, porque tem a consciência que traz a certeza que está marchando em direção ao imenso mar de amor inesgotável, que o aguarda generosamente para que suas águas se juntem nessa equanimidade da arte de servir e amar, conforme o peregrino do amor nos recomendou. E o que quiser tornar-se entre vós o primeiro se faça o vosso escravo. Tá lá em Mateus capítulo 207. Então, quando nós temos esta autoconsciência de nós mesmos, nós nos humildamos. Então, a humildade não é você estar se descaracterizando. A humildade é você reconhecer a sua pequenez, a sua ignorância, como o próprio Sócrates. Quanto mais sei, mais sei que nada sei. Então, eu reconheço que o pouco que eu conheço, eu vou valorizar, que é o olho d'água ou a gota d'água. Mas sabendo que eu trago dentro de mim todos os ingredientes necessários para despertar a minha angelitude, produzir a minha felicidade. E Joana Dedes faz uma comparação a semelhança da semente que traz dentro de si todos os ingredientes necessários para despertar a árvore que a tipifica. Então aí nós vamos entender e compreender o nosso papel que tá na horizontal e o nosso propósito que é a virtude que a cada encarnação nós íamos desenvolver.

os para despertar a árvore que a tipifica. Então aí nós vamos entender e compreender o nosso papel que tá na horizontal e o nosso propósito que é a virtude que a cada encarnação nós íamos desenvolver. Então daí vamos perceber a importância que tem de nós estarmos buscando o autoconhecimento. Eu estava com a minha esposa, fomos ao supermercado, era a noite, era uma compra muito rápida. Ela desceu do carro e eu fiquei no carro. E quando eu vi que o lixeiro, o gari foi colocando aquele saco tudo num monte para que o caminão passasse, imediatamente ele foi para debaixo de um luzeiro, de um poste, e retirou de uma bolsa no empornal, bolsa de tecido, um livro grosso. E quando eu vi, ele tava marcado. Ele abriu e eu pude ver o livro e vi que era um livro de fisiologia. Eu achei aquilo interessante. Nesse educar, boa noite. Boa noite. Como é que você chama? Armando. Você está lendo este livro? Não, estou estudando. Mas não é o livro de medicina. É. Mas você faz medicina? Ainda não. Ele me deu uma aula de como funciona o rim. Olha o que que é atitude, diferente comportamento. E naquele momento ele tava me mostrou falando sobre a dando a aula do rim, eu perguntei para ele: "Mas por que que você não faz medicina?" Porque eu não tenho condições ainda. Eu chego sonhar fazendo cirurgias. Olha que interessante. Ele foi e disse: "Eu tinha 18 anos, engravidei minha esposa que tinha 14. Os pais foram assassinados da boca de fume. Eu não poderia abandoná-la porque ela morava com os avós. Aí poderia ou não poderia? Porque é lei de liberdade. Mas veja que quando nós reencarnamos nós temos um programa. Então ele já foi muito bem preparado na espiritualidade, sabendo que ele passaria por aquele gênero de prova de todos nós. Por isso que ele teve naquele momento a sintonia consciencial de uma atitude de assumir uma responsabilidade e não um comportamento da queixa, da lamentação, da negligência. Com a isso, ele foi e disse: "Quando meus filhos nasceram, eram gêmeos. Um cego e mudo e tem um comprometimento,

r uma responsabilidade e não um comportamento da queixa, da lamentação, da negligência. Com a isso, ele foi e disse: "Quando meus filhos nasceram, eram gêmeos. Um cego e mudo e tem um comprometimento, um motor, o outro totalmente entrevado eu trabalho durante a noite, cuido dele durante os dias, no durante o dia, minha esposa trabalha durante o dia e cuida dele durante a noite. Agora eu pergunto, o lixeiro tem compromisso com qual área? E o médico tem compromisso com qual área? Não é da saúde. E o lixeiro também da saúde. Então, quem é o Armando? Senão um ex-médico que hoje volta para desenvolver atitudes diante dos comportamentos desonestos que tinham outrora. Não tem médico fazendo aborto, não tem médicos fazendo cirurgias desnecessárias com foco financeiro, claro, com raras exceções. Então, nós vamos perceber o que que o Armando, ele vem no programa dele receber essas almas. Quem são os filhos, senão os comparsas de ontem? Quem é a esposa, senão talvez a parceira, a autora intelectual. O fato é que diz Emanuel, nenhum aperto de mão é por acaso. Aliás, a doutrina esclarece, a casa e milagre não existem. Aquilo que nós atrimos enquanto a casa e milagre nada mais é do que uma pobreza de instrumentação para ferirmos a intimidade dos fatos. E agora, por que que ele sonha fazendo cirurgias? Porque desdobrado em espírito. Agora, qual virtude ele veio desenvolver? Qual é o propósito que ele veio desenvolver? Então aí nós vamos perceber que ele veio desenvolver a humildade, a resiliência, a proatividade. E aí uma série de virtudes, mas tem uma virtude mãe aí coroada de outras virtudes filhas, que é o propósito. A virtude mãe é o propósito. Acima de tudo, ele assumiu a humildade que vai levar justamente a essa autoconsciência. Então daí nós vamos perceber que ao nos amarmos, passamos a colher os convites amorosos de auxílio ao nosso próximo e ao nosso planeta, agindo dentro de uma visão de ecologia espiritual, com dinamismo, desprendimento e sem ilusão de controle, sem dependência ou exigência,

nvites amorosos de auxílio ao nosso próximo e ao nosso planeta, agindo dentro de uma visão de ecologia espiritual, com dinamismo, desprendimento e sem ilusão de controle, sem dependência ou exigência, mas sim com autoconfiança, enquanto filho de Deus. aprendizes da vida e sempre na tutela amorosa de Jesus. E aí nós vamos nos perguntar, mas eu vou construir essa felicidade? A felicidade ela é uma virtude recompensa. A humildade é uma virtude meio. Eu me humildo e vou desenvolver o discernimento. Eu vou desenvolver a resiliência. Eu vou desenvolver a proatividade, o hábito da oração, da meditação. E a oração, como diz o espírito Emanuel, é esse interfone que nos liga ao criador. E através dos laços invisíveis do pensamento, nós recebemos as respostas que necessitamos por amor. Então o amor ele expande e nós podemos desfrutar desse amor, dessas benéces, desse amor mesmo no aqui e agora. Esse amor que vem nos plenificar na acústica das nossas almas. Então o amor ele expande-se espontaneamente como um perfume que exhala de forma agradável e suave. Porque não é agressivo nem vaasivo e indulgente e acolhedor. Então, quando nós amamos a nós mesmos, nós nos bastamos em um processo de autoconfiança e serenidade. nos entregamos nas relações com a vida sem quaisquer movimento de receio ou medo, a semelhança do pássaro que pousa no galho, independente da sua fragilidade, na confiança da sua capacidade de voar, caso o ramo não suporte. Então, vejam como isso aqui é importante. O amor, ele é o convite celeste de Deus e Jesus de ser sempre o ponto de partida e a etapa final de nossos anelos, dos nossos sonhos. Por consequência, em experiências desafios, que são aquelas experiências dolorosas, desafiadoras, passamos a ter uma visão compreensiva e consciencial destes momentos, os quais são encarados como estágios educativos, que através da força da vontade, em sintonia com o amor que somos em essência, superamos paulatinamente, que É o caso do Armando. Olha, independente de qualquer nível de

ados como estágios educativos, que através da força da vontade, em sintonia com o amor que somos em essência, superamos paulatinamente, que É o caso do Armando. Olha, independente de qualquer nível de religião, porque a maior religião e a melhor religião e a mais profunda é o amor em conduta. É o que disse Jesus: "Os meus discípulos serão conhecidos por muitos se amarem". E aí, ao desenvolvermos a conduta de aprendiz da vida, mediante exercícios das virtudes de humildade, do discernimento, nós somos convidados a operar a cura das nossas feridas morais e ao exercitar escolhas ecológicas, boa para mim, boa pro outro e boa pro cosmo, qualquer uma dessas escolhas que nós fizermos Se não for ecológica, se não tiver dentro da lei de justiça, amor e caridade, abre mão. E o universo é cheio de oportunidades. Aquelas que nós tomarmos e vier estar em sintonia com qualquer uma dessas leis, é dor e sofrimento desnecessários. Então, nas escolhas ecológicas, estaremos de forma consciencial, seguindo o exemplo de Jesus, que assumiu a nossa tutela evolutiva das mãos de Deus, presidindo o despertar consciencial de toda a humanidade através das múltiplas programações reencarnatórias, desde o primeiro impulso vivo da matéria, enriquecendo a vida de todos nós por amor. Então, nós vamos perceber lá no livro A Camil da Luz, o espírito Emmanuel tem uma mensagem que se intitula manjedora. Então ele coloca que é Jesus quem recebe a terra enquanto manipulosa ainda das mãos de Deus, poeticamente falando. E é ele quem vem prepará-la para nos receber através da ajuda dos geneticistas, dos arquitetos, dos engenheiros espirituais. Imagina ele que poderia descer num corcelos. como que ele veio na simplicidade da manjedoura. Então, por isso que emano diz nessa mensagem a um que chama a a manjedora, ele diz que ali ele vem inaugurar para a humanidade a era da humildade e com a sua energia amorosa o despertar do espírito imortal. Então, o amor ele é o alimento das almas, imanente da vontade de Deus que envolve radia em

m inaugurar para a humanidade a era da humildade e com a sua energia amorosa o despertar do espírito imortal. Então, o amor ele é o alimento das almas, imanente da vontade de Deus que envolve radia em toda a sua criação. É a grande força em torno da qual o universo gravita e se equilibra. Newton diz que certa vez escrevendo a um amigo, ele diz que a gravidade é presente em todo o universo. É que faz com que os corpos celestes não se choquem um com o outro. Mas essa gravidade, ela foi criada com uma gravidade muito maior. E aí nós vamos entender lá na questão número um do livro dos espíritos que Allan Kardec é Deus, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Então Deus é o nosso amor de onde nós viemos. Então nós possamos neste coração amoroso inesgotável de Deus. E outra, onde nós estivermos, e como nós estivermos, nós estaremos sempre no coração de Deus. É por isso que a benfeitora espiritual Joana Viângel, ela coloca o seguinte: "Olha, floreça onde Deus te colocou". Humildade, gratidão. Muito bem. Paulo, que não foi um seguidor teórico dos ensinamentos de Jesus, mas sim um apóstolo da prática. Às vezes nós ouvimos o seguinte, ó, isso é muito bonito na teoria, eu quero ver na prática. O evangelho de Jesus, a doutrina espírita que veio revivê-lo em espírito e verdade, não é teoria, é um roteiro vivo para todos nós. Por isso que Amélia Rodrigues diz assim: "O evangelho de Jesus são histórias de vidas para as nossas vidas, para uma vida melhor." Olha como é interessante. Então, o apóstolo Paulo, ele que não é um apóstolo da teoria, por amor, ele entendeu o programa do Mestre ao seu respeito e buscou vivenciar os seus ensinamentos em espírito e verdade, na busca incessante de praticar as virtudes de se humildar, nos oferecendo com a sua conduta um passo a passo das diversas fases de testemunho do amor. como roteiro seguro para todos que almejam a autotransformação amorosa. E aí depois nós vamos ver como prazer de casa. A primeira epístola de Paulo aos Coríntios, ela nos fornece todo um

unho do amor. como roteiro seguro para todos que almejam a autotransformação amorosa. E aí depois nós vamos ver como prazer de casa. A primeira epístola de Paulo aos Coríntios, ela nos fornece todo um critério de referencial, um programa, um ciclo virtuoso para que nós possamos desenvolver em nós uma vida plena, um sentido existencial, para que nós saiamos daquela postura de comportamento para atitude com Jesus. O apóstolo Paulo tá lá no livro Paulo e Estevo. Quem não leu, busquemos ler lá. Ele coloca que quando Paulo estava em Éfesos, depois da tenda de Prisca, que era um casal muito amigo e Joana de diz: "O amor ele é desenvolvido na solidariedade e também na dor." Então, Paulo, enquanto Saulo lá no deserto de Dã, conviveu com e Prisca e eles estavam em Éfesos. E naquela manhã o a tenda de Acreprisca foi totalmente quebrada, disforçada e acharam que Paulo estaria ali, mas Paulo não estava naquela manhã na tenda. E depois de tirar os amigos que foram presos e ele ainda trazia as marcas dos apedrejamentos, dos calabolços no próprio corpo e ele querendo viajar e João dizendo: "Paulo, fique conosco, fique conosco um pouco mais. Você não disse que iria escrever o evangelho fazendo consulta com Maria?" Ele disse: "Não posso, não posso porque o meu destino, o meu programa é estar viajando e a mensagem de Jesus urge." Naquele momento, João emocionadamente abraça Paulo e diz assim: "És feliz, Paulo, porque entendeste o programa de Jesus ao teu respeito. És feliz, Paulo? Porque entendeste o programa de Jesus a teu respeito. Então a pergunta é: o que é que eu tenho de comportamento me convidando a desenvolver minha atitude? E será que eu já estou realmente cumprindo o meu programa? E se estou, como eu posso melhorar? O que eu posso fazer de melhor? Porque nada está tão bom que não possa ser melhorado, não é verdade? Muito bem, pegue caneta e lápis. Aí nós vamos fazer uma técnica de mudança de comportamento. Pode pegar. Então vamos pegar uma essa técnica. Ela é muito interessante

ossa ser melhorado, não é verdade? Muito bem, pegue caneta e lápis. Aí nós vamos fazer uma técnica de mudança de comportamento. Pode pegar. Então vamos pegar uma essa técnica. Ela é muito interessante porque ela vem nos ajudar a um processo de ressignificação de atitude, de comportamentos mentais para atitudes. Tá bem? Então vamos lá, vamos pegar uma dificuldade que a maioria de nós temos, medo. OK? Então vamos primeiro identificar a questão do medo. Por exemplo, o medo. O medo é uma energia. É. como também a insegurança, porque nós temos um pensamento que estimula neuroquimicamente o nosso cérebro e ao mesmo tempo vai também despertar um sentimento. O pensamento mais o sentimento vai nos trazer a sensação, porque conforme nós pensamos, o nosso cérebro vai ser estimulado pelo pensamento, porque o nosso cérebro, a semelhança do estômago que precisa de alimento líquido e sólido, o nosso cérebro precisa de alimentos que são os nossos pensamentos. Então, conforme nós pensamos, nós vamos estimular neuroquimicamente as enzimas correspondentes aos nossos padrões mentais. Ah, eu não dou conta, eu não sou capaz, eu não consigo. Vem o medo, mas vem taquicardia, sudorese é abudante, o sentimento da incapacidade. Então é importante que eu identifique lá na questão 919 do livro dos espíritos, passar em revista as minhas ações. Então eu vou identificar os meus pensamentos, as minhas crenças limitadoras. Jesus nos ajudou a desenvolver crenças proativas, crenças amorosas, que nos leva ao encontro da nossa essência. Crença, ela não é fato, é a roupa que eu visto o fato, é o jeito que eu vejo o fato. Então, nós estamos dividindo didaticamente, mas é uma sinergia entre pensamento, sentimento. E aí nós temos um campo mental chamado energia mental. Por isso que lá na questão 500 459 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Interfere os espíritos da nossa vida e nosso pensamento muito mais do que imaginais, porque eles alimentam do nosso campo mental, dessa energia mental. Então, conforme nós pensamos,

Kardec pergunta: "Interfere os espíritos da nossa vida e nosso pensamento muito mais do que imaginais, porque eles alimentam do nosso campo mental, dessa energia mental. Então, conforme nós pensamos, nós vamos estimular neuroquimicamente o nosso cérebro. Por isso, eu vou transformar: "Ah, não dou conta, não sou capaz, porque eu posso, eu sou capaz, eu mereço, sou filho de Deus". E aí nós vamos agora identificar, trabalhar, fazer uma técnica agora. Então pega por referência o medo. O medo não é uma energia. Joana diz assim: "O ego, ele não é para ser rechaçado lá no livro amor, imbatível amor, é para ser acolhido e ressignificado, colocá-lo a serviço da essência". Então, nosso movimento egóico, mentais, medo, insegurança, rejeição, abandono e capacidade, na maioria das vezes tudo isso vem da nossa criança interna. Então, vamos lá. O medo, se ele é uma energia, quem criou esse medo? Eu. Quem é o dono dele? Eu. Só que na hora que eu tô com medo, eu acho que é ele que é meu dono. Não, mas eu que sou o dono. Então, qual é a técnica? Anota aí. vai dizer assim: "Meu medo, você é uma energia, fui eu quem o criei. Eu te acolho com carinho e te envolvo na minha energia amorosa da coragem. Meu medo, você é uma energia, fui eu quem te criei. O acolho com carinho e o envolvo na minha energia amorosa da coragem. Com isso eu posso também usar para a incapacidade. Meu sentimento de incapacidade. Fui eu quem te criei. Eu te acolho com carinho e te envolvo na minha energia amorosa da capacidade. Ansiedade, você é uma energia, fui eu quem te criei. Eu te acolho com carinho e te envolvo na minha energia amorosa da serenidade. Essa técnica, uma técnica de reprogramação mental, uma técnica da neurolinguística com apoio da psicologia profunda, da psicologia transpessoal. Então, nesse esforço, encerrando a nossa live de alto amor, nós vamos nos tornando colaboradores e cocriadores da divindade em sintonia do que disse Jesus amorosamente, quando ele coloca amar o teu próximo como a ti mesmo. E logo depois ele diz:

de alto amor, nós vamos nos tornando colaboradores e cocriadores da divindade em sintonia do que disse Jesus amorosamente, quando ele coloca amar o teu próximo como a ti mesmo. E logo depois ele diz: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei, sem censura, sem crítica, sem recriminação. Amar você primeiro, porque ninguém dá do que não tem. E conforme eu me amo, eu vou oferecer ao outro. é Jesus conosco. Então, nossa gratidão por este momento. Na próxima live nós vamos falar sobre a expansão da consciência, o quarto bódulo deste livro que a nossa Cleid caridosamente, carinhosamente apresentou, ó, a vivência do amor. Tá bem? E aqui ficamos com carinho. Fid, agora é com você. Nossa, maravilhoso. Eu adorei essa essa vibração que você pediu pra gente fazer. Meu medo, você é uma energia. Eu vou fazer. Ah, >> eu anotei. Eu anotei. Eu vou fazer. >> Eu te acolho com carinho. Não, você é uma energia. Fui eu quem te criei, ó. Então, eu tenho domínio sobre você. >> Isso. >> E eu te acolho com carinho, >> te envolvo na minha energia amorosa da coragem. >> Ah. Ah, vou fazer. Olha a dor. Sabe por quê? >> Você sabe por quê? Porque a nossa mente ela funciona por ondas mentais. Então, a nossa mente é igual uma cebola cortada ao meio. São várias camadas. Então, quando você fala do medo, você entra na camada do medo. Mas quando você fala na camada da coragem, você entra na camada da coragem. Então, a luz ela é soberana. O bem não tem vencimento, o mal é temporário. Então, todos os nossos movimentos e é temporário. Os virtuosos é para sempre. Porque todos nós, né, a gente sempre tem um medo, um medinho daqui ou de lá ou de cá, né? Faz parte da nossa vida isso daí, né? Ansiedade, >> a ansiedade, né? Então, e todo sentimento, eh, grande, e todo pensamento, ele tem uma intenção positiva. Quando é góico com uma direção equivocada, mas quando proativo é a intenção positiva com a direção amorosa. Por exemplo, qual a intenção positiva do medo? Proteção. >> Sim. >> Qual que é a intenção positiva da raiva?

om uma direção equivocada, mas quando proativo é a intenção positiva com a direção amorosa. Por exemplo, qual a intenção positiva do medo? Proteção. >> Sim. >> Qual que é a intenção positiva da raiva? Fazer justiça é uma raiz, né? Vai puxando uma, uma vai puxando da outra. Olha, então a dor ela é um amor educativo. Toda dor é um amor educativo. >> É ela, a dor é o carteiro, né, que vem nos convidar a repensar nossos comportamentos e desenvolver atitudes. Por quê? A dor, Jonas Dian diz assim: "Olha, a dor ela é muitas vezes inevitável. Agora o sofrimento é voluntário, porque eu posso estar sofrendo. Por isso que é aquela história, quem não muda por amor, muda pela dor. Não, não muda. Porque eu posso estar sofrendo, mas eu tô culpando o meu pai, tô culpando a minha mãe, tô na rebeldia. O que muda é o amor. Deus é amor. Então, a dor, ela vem me convidar a retomar a linha do amor. >> Sim, sim. >> Não é? Então ela é o carteiro. Por isso que Joana Joana a a o espírito amigo que é na verdade Joana de lá na na codificação, ela disse: "A dor é bênção que Deus envia aos seus eleitos". Você já imaginou se a gente não tivesse dor quando virasse o pé? Iria macerá-lo? E aí que acontece? Você ia precisar dele. Aí então a dor ela é o carteiro. Agora, como que eu vou fazer? Deixa eu ler essa carta. O que que eu tô fazendo? Por que que eu tô nessa situação? Como é que eu posso fazer para me ajudar? Como é que eu quero, posso mudar? Então, a dor ela faz isso. Eh, também é o que você falou, eu anotei algumas assim, algumas coisas que eu gostei muito, muito importante, modelar, né? Nós modelamos alguém, >> né? Eh, a gente modela o nosso pai, a nossa mãe, sempre a pessoa que está mais próximo de nós, né? Verdade. >> E é por isso que >> pode dizer, >> não pode falar. >> Pag é um teórico da psicologia infantil, ele coloca a criança, ela ela copia o verbal e o não verbal na relação com o adulto. Então você tem tudo do jeito da sua mãe, você tem tudo do jeito do seu pai, da sua avó, dos seus professores.

ntil, ele coloca a criança, ela ela copia o verbal e o não verbal na relação com o adulto. Então você tem tudo do jeito da sua mãe, você tem tudo do jeito do seu pai, da sua avó, dos seus professores. Então não adianta falar: "Ah, eu não quero esse jeito da minha mãe, eu já tenho". Por isso que é muito importante um dos postulados da psicologia nunca colocar no outro a responsabilidade pelo que eu penso, pelo que eu sinto, pelo que eu faço. Por quê? Meu pai, seu pai, a sua mãe, minha mãe deram o que eles tinham para dar. Qual era a intenção deles assim me chamar de burro? Vou ter um trauma na cabeça desse guri, não. Do jeito que eles sabiam para que eu pudesse fazer de forma diferente. Qual era a razão dele nos bater do jeito dele? A intenção no fundo era educar. Então, por isso que o o mais importante não é o que eles fizeram, é como eu estou lidando com o que eles fizeram. Por quê? Eles deram o que eles tinham para dar. É muito interessante. Você vê que eu atendi uma cliente e ela veio buscar ajuda porque a mãe teve um CA de mama e ela única filha, mas ela morou mais com a avó. E aí a mãe agora veio morar com ela. Ela tinha dificuldade de lidar com a mãe muito grande. E uma das crenças dela era que a mãe a abandonou, que a mãe não gostava dela e ela tinha uma relação com a mãe muito superficial. E como a mãe veio tratar do câncer, foi morar com ela, ela essa dificuldade aumentou e ela foi buscou ajuda. Então aí você vai perceber a importância da gente ver texto e contexto. E a gente vai aprender isso lá com Jesus diante da mulher carente afetivamente. O texto é assim: "Olha, essa mulher foi apanhada em adultério, diz a lei que devemos apedrejar, então vamos apedrejar". Não, isso é texto. Jesus nos ensinou e ver além do texto, em que situação aquela mulher estava ali num conjo sexual. O que a levou a isto? Ela tava sozinha. Se tava com o outro, cadê o outro? A lei não é para todos. Então, naquele momento, o que que Jesus pergunta de forma consciencial, abrangendo tudo? Porque toda a pergunta

vou a isto? Ela tava sozinha. Se tava com o outro, cadê o outro? A lei não é para todos. Então, naquele momento, o que que Jesus pergunta de forma consciencial, abrangendo tudo? Porque toda a pergunta do Cristo de Jesus era paraa nossa alma, não paraa persona, para o espírito imortal. Então ele pergunta, aquele que tiver nem nenhum pecado, atire a primeira pedra, nos convidando a refletir a cera de indulgente. E quando nós fomos perguntar para essa cliente, ela foi, eu perguntei: "Mas você conversou com a sua mãe sobre isso? Quem lhe falou que ela não quis te amamentar, que ela não gostava de você?" A minha avó. E você perguntou sua avó? Não, ela já faleceu. Aí eu fui e perguntei: "E você já perguntou sua?" Não, não. Eu nunca perguntei porque eu não queria machucá-la. Olha só a intenção e a direção. E aí ela foi, então foi e disse: "Olha, faz o seguinte, você pergunta pra sua mãe se você tem álbum de fotografia." Não, eu acho que eu tenho sim. Então, pergunta e pergunta, aproveita o momento que ela está lá junto com você, mãe, como é que foi a minha gestação pra senhora? E ela foi e disse: "Olha, depois ela voltando, dizendo: "Eu tenho uma nova mãe sem perceber e não sabe o quanto eu deixei de desfrutar da mãe que eu tenho. Porque eu fui perguntar pra minha mãe, ela foi e disse que foi muito desafiador, que eu fui muito desejada. A partir do oitavo mês, do sétimo para o oitavo mês, ela disse: "A minha mãe disse que teve uma complicação que ela teve ficar em cama, na cama, deitada por um longo período e ela tomou remédio muito forte para me reter, manter a gravidez." E depois o médico disse que ela não podia me amamentar, porque conforme o remédio que ela tomou poderia faz trazer complicações para mim neurologicamente. E ela foi e disse, minha mãe disse que foi a maior dor dela não poder me amamentar. Olha só no que que ela estava. Então daí nós vamos perceber que o mapa mental dela era de abandono. Mas na verdade que que tava faltando? o esclarecimento, nós buscarmos

r dela não poder me amamentar. Olha só no que que ela estava. Então daí nós vamos perceber que o mapa mental dela era de abandono. Mas na verdade que que tava faltando? o esclarecimento, nós buscarmos sair dessa zona de comportamento para tomar atitude. Atitude. Nós vamos ver o problema e buscar solução. Nós vamos ver o problema ou a dor como carteiro. Não para a queixa, não para a lamentação. A queixa, lamentação está naquele comportamento que eu quero alguém ou alguma coisa mágica. para resolver os meus problemas. E aquilo que é da gente não vai pra porta do vizinho, nem o que é do vizinho vem pra gente, porque não tá na lei de justiça, amor e caridade. Ninguém passa por um problema e não dê conta de resolver. >> Outra coisa aqui que eu anotei que foi assim muito muito forte, sabe? >> Hum. >> Eh, Jesus fez em 3 anos aquilo que nós não fizemos. em tantas reencarnações. >> Verdade. >> Meu Deus. >> Você vai perceber a característica dos espíritos superiores. Caré, quando vai nos orientar para fazer uma distinção e analisar uma mensagem, eles têm o poder de falar muito em poucas palavras. Você pega uma mensagem de Joana, olha o que que ela fala aqui neste livro, no prefácio que ela diz com tanta propriedade e a gente fica pensando: "Meu Deus, que que é isso? Quando ela diz aqui, olha, ela diz assim, olha, o que te falta não te faz falta, ó. Nunca desista de amar, especialmente nos momentos desafiadores, em que não pareça ser a melhor solução. Olha o que que ela tá falando. Ela diz assim, ó, o que hoje falta não te faz falta, porque estáais a caminho de consegui-lo, desde que permaneças fiel ao amor. Você veja, olha, no caso do Armando que eu contei, por que que ele não foi fazer psicina? Nosso Senhor errou no programa dele. Se ele fosse fazer medicina imediatamente, sem trabalhar a tempera moral do testemunho por amor, ele não poderia falir novamente. Ele voltou na mesma área de comprometimento, que é a área da saúde, mas não com as mesmas condições. Olha, é misericórdia

alhar a tempera moral do testemunho por amor, ele não poderia falir novamente. Ele voltou na mesma área de comprometimento, que é a área da saúde, mas não com as mesmas condições. Olha, é misericórdia divina para que ele pudesse agora criar condições para que no momento oportuno, como Jonas diz aqui, ele conquistar. Nessa encarnação mesmo, nós podemos mudar o nosso programa, desde que eu busque dar o melhor para mim, que é o que ele vinha fazendo, ó. Tanto é que logo depois nós o encaminhamos na instituição que nós participamos e a família foi ajudada e ele conseguiu concluir. Ele foi, fez, foi oportunizado a ele fazer estudar, fazer um cursinho, fazer o Enem e que você veja como que a gente pode mudar, né? programa da gente. >> Por isso que Jesus diz, ó, que o Pai quer não é a morte do pecador, a morte do pecado, da nossa ignorança. Você pode mudar o seu programa. Nós somos filhos do amor e não da dor. >> Outra coisa aqui muito importante aqui, eu vou anotando as coisas que eu acho importante. Tudo foi importante, né? Mas algumas palavrinhas aqui, ó. Quando quando nós comp eh coesificamos. É verdade. >> Essa foi maravilhosa, né? >> Verdade. Então eu ah, não, a Cleid é capaz, eu não. Ó, me comparei. Olha, ela consegue, eu não. Então, a gente compara coisa, porque não há ninguém igual a ninguém. você sempre vai encontrar alguém que sabe mais do que você, deixa naquele capítulo, como também você vai encontrar alguém que sabe menos do que você. Então, tanto numa situação quanto outra, nós vamos nos humildar. Eu vou me humildar diante daquilo que eu não sei crer. Você pode me ajudar? Como é que você chegou a esse resultado? Então a gente toma como referência, que é diferente de comparar, porque quando a gente compara no fundo eu entro também numa autodescaracterização. Aí eu entro também na timidez. E o irmã diz assim: "Timidez é orgulho disfarçado. Eu quero ser melhor do que você. Como eu eu tenho uma crença limitadora de comportamento que eu não sou capaz, então eu fico me descaracterizando

ez. E o irmã diz assim: "Timidez é orgulho disfarçado. Eu quero ser melhor do que você. Como eu eu tenho uma crença limitadora de comportamento que eu não sou capaz, então eu fico me descaracterizando porque eu tô me comparando. >> Muito importante esses detalhes. >> Nós vamos nós vamos terminando, né? Estamos na na hora. Nós temos aqui bastante pessoas que nos acompanhou, nos cumprimentando. >> Legal. E La Corder, eu eu quero te agradecer imensamente pelo estudo. >> Eu que agradeço a oportunidade. Eu não posso perder o emprego. >> Então, agradeço a oportunidade. >> Agradeço. Maravilhoso, né? muito, muita coisa aqui. Essa live merece ser vista duas vezes. Depois, depois eu vou passando ela, vou revendo tudo de novo. >> Ai, então >> e faço e faço os faço os videozinhos e coloco nas mídias sociais. >> Muito bom. Doutrina encantadora, né? Realmente a gente >> é é ela que nos alimenta. >> É verdade. É o mau investimento nosso, né? Esse a gente leva, >> é o alimento, né, da nossa alma. Verdade. >> Não tem alimento melhor, não é? >> É, tem certas emoções, certos sentimentos que nós só os alcançamos em momentos específicos, momentos quando a gente conecta, né, com essa energia, >> é, >> né, de amor, de ternura, porque nós conectamos com Jesus. >> Sim, sim. >> Não é? >> É, >> é o corguinho conectando com o mar. E principalmente quando a gente necessita, precisa, né? Tá precisando de alguma coisa, é a primeira coisa, né? Que a gente vai é lá no nosso cantinho e chama ele, busca ele, traz dele aqui dentro da gente, dentro de nós. Verdade. >> Então, pra gente agradecer todo mundo, né, que esteve aqui conosco, aqueles que virão ter, né, o conhecimento dessa live depois. Eu eu quero pedir para você fazer a prece de encerramento para nós. >> Ah, faz com maior carinho, maior ternura. Então vamos agradecer, vamos lembrar com muita ternura, com muito carinho o amor de Jesus. Vamos sentir como se estivesse conosco. Como está a sua energia amorosa e o seu carinho? pensando que lá fora há tanta dor,

radecer, vamos lembrar com muita ternura, com muito carinho o amor de Jesus. Vamos sentir como se estivesse conosco. Como está a sua energia amorosa e o seu carinho? pensando que lá fora há tanta dor, há tanto sofrimento e é uma carência tão grande de mãos amigas a colaborar com Jesus. Mestre querido e bom, sol de amor e ternura que aquece, ilumina as nossas almas. Nós lhe agradecemos, Senhor, com ternura e carinho a vossa bondade, o vosso amparo. E rogamos, Jesus que nos ajude a internalizar essas lições sublimes do vosso evangelho. E com as nossas mãos ocupadas o trabalho do bem, através da nossa autotransformação, em atitudes de autorrespeito, de autovalorização, nós possamos também auxiliar aqueles que gravitaem em torno das nossas vidas. Que possa, Jesus, essa energia amorosa do vosso amor chegará aos nossos lares, aos nossos familiares, aos lares em que o desespero e a desunião batem as suas portas em favor, Jesus, dos nossos irmãos que estão padecendo os horrores da guerra. Abençoe, Jesus os nossos governantes temporais. E recordando Jesus querido, nosso amado pobrezinho de Assis, nós lhe suplicamos, ó Senhor, onde estivermos, como estivermos, fazei-nos instrumentos da sua paz hoje e sempre. Que assim sejam. Que assim seja. Tá fácil. >> Próximo. O próximo estudo então vai ser dia 2 de abril. Eh, não, 19. 19/03. >> Tá bom. 19 de março. Então, >> isso, 19 de março. Avisar todo mundo. Obrigada. Um beijo. Boa noite. >> Paz. Jesus abençoe sua caminhada. Muito e a todos os corações que nos ouvem. เฮ

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