Jesus como Modelo e Guia da Humanidade | Estudo A Vivência do Amor – Cap. 2

Feemt Play 20/02/2026 (há 1 mês) 1:14:08 108 visualizações 13 curtidas

📖 Obra: A Vivência do Amor 📌 Capítulo 2 ✍️ Autor: Lacordaire Faiad ✨ Apresentação do livro: mensagem de Joanna de Ângelis ao autor, pela psicografia de Divaldo Franco

Transcrição

Olá, boa noite meu amigo Lacordire. Lord, >> boa noite, querida C. >> É La Corder. Eu ainda tenho um pouco de dificuldade para pronunciar o seu nome. >> Não, mas assim mesmo. Tudo bem. Uma alegria estar com você e todos aqueles que estão nos ouvindo. Muito bom estar aqui com vocês. >> É uma alegria ter você aqui conosco novamente, né, para estudarmos, né, o o este livro aqui, gente. Olha aqui, A Vivência do Amor. Nós estamos estudando este livro. Hoje é o segundo capítulo, capítulo dois, Jesus como modelo e guia da humanidade. É isso, né? é a editora da FEB, né? Prefácia de Joana, né? Ela fez essa caridade conosco. Muito bom, >> muito bom. E eu quero cumprimentar, né, nossos queridos internautas que estão nos acompanhando, que estão chegando agora e cumprimentar também todos aqueles que irão chegar depois. recebam o nosso carinho e o nosso abraço e sejam muito bem-vindo aqui. >> E para dar início, né, no estudo de hoje, eu vou fazer uma prece. É isso. >> Vamos sim com carinho. É verdade. >> Então vamos lá, né? Vamos começar aqui agradecendo, agradecendo ao nosso Pai Celestial, agradecendo a Jesus, o nosso mestre. pelo dia de hoje, agradecendo pelo pela nossa família, pelo nosso trabalho e por estarmos aqui vivenciando o evangelho de Jesus e falar em seu nome, Senhor. E vamos então, Senhor Jesus, neste momento em que nos reunimos para estudar a tua mensagem, aquiieta os nossos corações e e silencia as nossas inquietações. que possamos sentir a tua presença suave e amiga, envolvendo este ambiente, alcançando cada lar, cada coração que se conecta conosco. Mestre amado, és modelo e guia da humanidade. Ensina-nos a caminhar sobre a tua luz. Ajuda-nos não apenas a compreender teus ensinamentos, mas a vivê-los. Que a tua humildade nos inspire, que o teu perdão nos fortaleça, que o teu amor nos transforme, afaste de nós o orgulho que endurece, a impaciência que fere e o egoísmo que nos distancia do bem. Que este estudo não seja apenas palavras, mas semente viva em nossa alma.

o teu amor nos transforme, afaste de nós o orgulho que endurece, a impaciência que fere e o egoísmo que nos distancia do bem. Que este estudo não seja apenas palavras, mas semente viva em nossa alma. Abençoa o nosso irmão Laar Lacordaire, inspirando-lhe a clareza, a serenidade e a e a fidelidade à mensagem do Evangelho. Que ao final dessa live saiamos melhores do que entramos. Fica conosco, Senhor, hoje e sempre. E que assim seja. Meu amigo, >> a palavra está com você e eu estarei aqui. >> Gratidão, Cleide querida, e a todas as almas irmãs que nos ouvem através de vários canais e generosamente, caridosamente nos oportuniza esse momento. Uma alegria muito grande nós darmos continuidade a esse estudo com base no livro A Vivência do Amor. Interessante que esse capítulo Jesus como modelo guia da humanidade, quando nós fomos escrever, aliás, todos os capítulos, nós buscá imaginar uma situação. E aí nos veio aquele momento como quando Humberto de Campos narra no livro Boa Nova encontro de Joana de Cusa com Jesus. E aí a gente vai entender o carinho, a ternura de Joana de Cusa, eh, que hoje a nossa Joana de Ângeles, né, com Cristo Jesus. E somente naquele momento que todos nós passamos por grandes desafios, principalmente de ordem familiar, e ela possivelmente estava com depressão, né? E como diz Emânuel, sempre antes de qualquer problema, a Juda sempre chega na frente. Então, possivelmente naquele momento, os benfeitores espirituais inspiraram aquela que auxiliava Joana de Cusa nas atividades domésticas, a buscar naquela tarde de noite de primavera em Cafarnaum, a figura de Jesus. E quando ela se mistura no meio do povo, disfarçado como dama da sociedade. E quando Jesus fala das bem-aventuranças, vinde a mim todos vós e achais sobrecarregados e opin alipiarei. Joana bebia aquelas palavras com as gotas de orvalhos na dor da sua alma. E o que é muito emocionante é que quando nós queremos algo e temos muito claro onde nós queremos chegar, o como a gente dá um jeito. E foi o que ela fez

as com as gotas de orvalhos na dor da sua alma. E o que é muito emocionante é que quando nós queremos algo e temos muito claro onde nós queremos chegar, o como a gente dá um jeito. E foi o que ela fez naquela tarde de noite, ela ficou sabendo que Jesus estaria na casa de Pedro e ela bate a porta. Quando ela bate a porta, para a surpresa dela, ela ouve aquela voz terna, amiga, canora, carinhosa, acolhedora. Entre, Joana, entre. E quando ela abre a porta para sua surpresa, quem ela vê é Jesus. Naquele momento, então ela pergunta: "Mas Senhor, o Senhor me conhece?" Jesus a abraçando, tocando suavemente suas mãos e aconchegando ao peito, como faz com todos nós, com todo seu carinho, a ternura. Eles: "Ô, minha filha, eu sou o bom pastor". E o bom pastor conhece todas as suas ovelhas nominalmente. Então esse capítulo ele tá vem justamente nos ajudar a entender o carinho de Jesus. E lá no livro Jesus e o Evangelho, a luz da psicologia profunda, psicográfico do nosso querido Divaldo Pereira Franco, essa alma querida que todos nós temos saudades. Lá na página 103, o capítulo inicia com um trecho da fala da nossa veneranda Joana de Angeles. Jesus, na condição de peregrino do amor, demonstrou como é possível curar as feridas do mundo e dos seres humanos, com a exteriorização do amor em forma de compaixão, de bondade, de carinho e de entendimento. Então veja que ela nos traz o amor do Cristo expressado ou ou se expressando em várias modalidades. Então nós colocamos justamente iniciando esse capítulo, Jesus como modelo e guia da humanidade, ele veio nos ensinar e exemplificar que o amor ele não é apenas uma ideia. O amor é real, é presente em todas as criaturas. e em todo o universo. É a presença permanente de Deus em nós, nos convidando a nos sintonizarmos com seu inesgotável amor que vela por toda a sua criação econimente, de forma equânime, promovendo-a de todos os recursos necessários para a nossa interminável evolução. Então o amor ele realmente não é apenas uma ideia. diz que quando Newton escrevendo uma

econimente, de forma equânime, promovendo-a de todos os recursos necessários para a nossa interminável evolução. Então o amor ele realmente não é apenas uma ideia. diz que quando Newton escrevendo uma carta a um amigo, ele diz que existe a gravidade que faz com que os corpos celestes não se choquem um com o outro, presente em todo o universo. Mas há uma gravidade maior, pulsante e pensante que rege todas as criaturas, toda a sua criação. Na verdade, ele está falando do amor de Deus. Então, o amor de Deus está expresso em toda a sua criação e em todas as suas criaturas, mas em nós enquanto espíritos, que é o ser inteligente que povoa o universo, como está lá em Livro dos Espíritos, este amor em ação que Deus nos dotou e nos deu duas funções amorosas de cocriador, de colaborador na exemplificação deste amor. Então, nós vamos entender que o amor ele é estino vibrante do universo. Nos diz a veneranda Joana de Anjes, essa benfeitora da humanidade. O amor, ele é um hino vibrante do universo. Ama o verme debaixo do solo, o homem, a mulher e o solo, e o pai nas galáxias. E aí nós prosseguimos na nossa condição de filho do seu amor onipotente, inesgotável, que é Deus. Deus nos dotou de todos os seus atributos enquanto criaturas para desfrutarmos dos infindáveis recursos que sua amorosidade disponibiliza para a nossa elevação espiritual. Basta apenas que nos coloquemos em sua sintonia. através das sábias e amorosas leis divinas, as quais Jesus testificou, nos convidando ao esforço de percorrer o longo e infindável caminho da prática do amor, humildade. Amor, humildade, mediante a conquista paulatina da nossa maturidade espiritual enquanto humanidade terrestre. Então, diferente dos animais que são regidos por automatismo, nós trazemos, somos os únicos seres da criação que trazemos um código celeste, um conjunto de leis, que é o código moral. Os animais não têm, não são regidos pela lei de liberdade, portanto também não são regidos pela lei de responsabilidade. nós trazemos conosco esse código moral

conjunto de leis, que é o código moral. Os animais não têm, não são regidos pela lei de liberdade, portanto também não são regidos pela lei de responsabilidade. nós trazemos conosco esse código moral e à medida que nós vamos exercitando através dos nossos esforços incessantes. E foi com essa finalidade que Deus nos criou para estarmos expressando a suas leis através do desenvolvimento das virtudes que nós as trazemos dentro de nós em estado de latência. Então, como o desenvolvimento ele é pessoal e intransferível, ele requer de nós esforços. continuados, pacientes e disciplinados para que nós possamos desenvolver essas virtudes. Por isso que quando Jesus diante de Pedro, quando Jesus, Pedro pergunta: "Senhor, quantas vezes eu vou perdoar meu irmão"? naquele momento é como se Jesus falasse, Pedro, toda e qualquer virtude é exercício. Então, as virtudes é como um horível quando ele vai desenvolver uma uma joia preciosa, ele vai desenvolvendo paulatinamente até chegar ao término da joia. Da mesma forma, à medida que nós vamos desenvolvendo em nós as nossas virtudes, nós vamos construindo essa aliança entre o criador, que é Deus e nós enquanto criaturas. Aí utilizamos também de uma metáfora que Joana dees, essa benfeitora da humanidade, também utiliza no livro Amor imbatível amor. Nós somos a semelhança de uma semente que já traz dentro de si todos os elementos necessários para despertar a árvore que a tipifica. Mas para que nós possamos desfrutar dessa árvore, é fundamental que nós busquemos trabalhar paulatinamente, ou seja, trabalhando de forma contínua com esse processo de autocuidado, que é o que nós somos convidados a desenvolver conosco, um autocuidado amoroso e operoso para estar no desenvolvendo as virtudes latentes dentro de nós, em sintonia com as leis divinas, que se encontram impressa na nossa consciência, produzindo em nós a alegria de viver e o sentido existencial. O espírito Emanuel, no nivo fonte viva, ele disse: "Aquilo que é nosso, nós não precisamos virar atrás". Por quê? Porque

ossa consciência, produzindo em nós a alegria de viver e o sentido existencial. O espírito Emanuel, no nivo fonte viva, ele disse: "Aquilo que é nosso, nós não precisamos virar atrás". Por quê? Porque nós estamos mergulhados na lei de causa e efeito. Por isso que a benfeitora da humanidade, nossa querida Joana de ela diz assim: "O mal que nos faz mal não é o mal que o outro nos faz, porque isso é problema dele. O mal que nos faz mal é o mal que nós fazemos, porque isso nos torna momentaneamente pessoas num estágio de maldade. Então, a lei de causa e efeito, ela vai nos premiar imediatamente, conforme as nossas próprias ações, como está na sintonia dos trabalhadores da última hora. Quando nós perguntamos o senhor Davinha, que saiu buscar trabalhadores e ele logo quando ele ia contratar, ele já falavam que iria pagar X denários. E quando ao final da do dia que ele pediu para acertar, ele foi acertar primeiro os últimos com os últimos para depois chegar aqueles que chegaram primeiro. E quando ele começou para os últimos, ele pagou o mesmo valor que prometeu também para os primeiros. E aí aqueles que chegaram primeiro começaram a dizer: "Então está sendo injusto, nós chegamos antes." Ou então pensando que iriam receber a mais. E aí o senhor Davi pergunta: "Nós eu não paguei o que havíamos combinado?" Então, qual era o pagamento ali? O pagamento não é monetário. Em todo trabalho que nós desenvolvemos, o pagamento é da nossa alegria, da nossa motivação, da nossa satisfação por estarmos no trabalho do autodesenvolvimento das virtudes que trazemos dentro de nós em estado de latência. Então, por menor que venha ser os nossos esforços, na nossa melhoria, nós já recebemos imediatamente a resposta, como também ag. Então aí nós vamos ver, ó, fruto do nosso amoroso trabalho de autodesenvolvimento, iremos paulatinamente desfrutando da felicidade relativa e ao mesmo tempo com a nossa conduta convite ao amor. Conduta, convite ao amor. Por nada no universo está nos forçando. A vida ela não é de obrigação.

paulatinamente desfrutando da felicidade relativa e ao mesmo tempo com a nossa conduta convite ao amor. Conduta, convite ao amor. Por nada no universo está nos forçando. A vida ela não é de obrigação. vida é de responsabilidade amorosa. O amor ele é brando, ele é sereno, ele é respeitador. Então é um convite à nossa conduta ao amor. Aí nós vamos envolvendo as almas irmãs também de jornad evolutivas que gravita em nossa psicosfera de vida, a viajarmos juntos e irmanarmos sobre a tutela amorosa do grande peregrino do amor. Quem é? É Jesus que nunca nos abandonará. afasta por respeitar o nosso direito de fazer escolhas. Sua presença em nossas vidas, além de ser por amor, a sua presença é permanente. A sua companhia é uma missão amorosa que assumiu perante Deus, o supremo e amoroso criador do universo, conforme ele mesmo nos narra em João, no capítulo 17, versículo 6. Olha que que Jesus coloca. Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste, eram teus e tuos deste e guardaram a tua palavra. Então, vejamos o que que Jesus está colocando aqui, porque toda a sua mensagem, que são palavras de vida eterna, vem demonstrar o seu inesgotável amor por toda a humanidade. Manuel, no livro Caminho, Verdade e Vida, na lição 142, ele coloca que Jesus, depois de Deus, que é uma presença permanente em nossas vidas, é Jesus. Jesus, ele é a presença permanente nas nossas vidas. É por essa razão que ele diz, nas ovelhas que o pai me confiou, nenhuma se perderá. E o espírito emânio prossegue dizendo, ele a sua tutela, ele nos conquistou a a tutelar a humanidade não só por amor, mas por testemunho pessoal. Ele é o nosso tutor do primeiro dia. Olha, tutor do primeiro dia. Que quer dizer isso? Quer dizer que antes que nós chegássemos à categoria de espíritos, Jesus já nos aguardava amorosamente para tutelar a nossa viagem na busca da nossa angelitude. Tem um teórico da psicologia infantil, Tev Valalon, psicólogo francês, sociólogo. Ele coloca, toda criança tem necessidade do adulto socializado para inseri-la no

viagem na busca da nossa angelitude. Tem um teórico da psicologia infantil, Tev Valalon, psicólogo francês, sociólogo. Ele coloca, toda criança tem necessidade do adulto socializado para inseri-la no social. Então, ou seja, todos nós tivemos um tutor, é o pai, a mãe, a avó, os professores, aqueles que desempenham o papel de autoridade. Mas Piagê, que também é um teórico da da psicologia infantil, ele coloca que aquela criança menor, que o irmãozinho menor, ele copia o maior. Então, nós temos todo o jeito do pai, da mãe, da avó, dos professores. Há um pensamento da psicologia tibetana que diz assim: "Nós somos uma somatória de não nós, mas a síntese é pessoal. Não adianta eu falar: "E não quero esse jeito do meu pai, quero esse jeito da minha mãe, eu já tenho." Não adianta eu culpar meu pai e a minha mãe. Eles deram o que eles tinham para dar. A grande questão é, eu posso reprogramar a minha história? Posso. Filho de alcólatra? Não quer dizer que tem que ser alcólatra. Então, todos nós socialmente temos um tutor e espiritualmente nós temos Jesus. A grandeza de Jesus, ela é incalculável. Nós não temos a dimensão da sua grandeza na sua profundidade. O espírito Emanuel no livro A Caminho da Luz, ele coloca que é Jesus que recebe a terra como a nebulosa que se desplende do sol das mãos de Deus, poeticamente falando. E é ele quem vem prepará-la com toda a sua equipe de geneticistas, de arquitetos, de engenheiros para nos receber. Olha a grandeza de Jesus. E ele, Emanuel, ele nos coloca, ele podendo descer num corcel de astros, como que ele veio? na simplicidade da manjedoura, primeiro batendo de porta em porta os seus pais pedindo guarida. E quem deu? Quem deu deu do que não lhe faltava, do que não lhe incomodava. Deu um curral, uma estrebaria. Seu pai teve que improvisar um coxo para ter como berço. No entanto, foi ele quem veio preparar a terra para receber. E aí o espírito emano diz: "Jesus veio inaugurar para a humanidade a era da humildade. Essa é a grandeza de Jesus.

oxo para ter como berço. No entanto, foi ele quem veio preparar a terra para receber. E aí o espírito emano diz: "Jesus veio inaugurar para a humanidade a era da humildade. Essa é a grandeza de Jesus. Então, prosseguindo na condição de aprendizes da vida, vamos desfrutando da felicidade relativa através dos nossos esforços continuados, ó, continuados, pacientes, perseverantes e disciplinados. esforços continuados, pacientes, perseverantes e disciplinados em nos entregarmos à suprema vontade de Deus, que se manifesta através das suas sábias e amorosas leis, as quais formam um código moral que trazemos inscrito na nossa consciência como se fosse a voz de Deus dentro de nós, conforme se encontra lá O livro dos espíritos da questão 615 e a questão 621. Na questão 615 as leis de Deus são permanentes. Dia 621, onde se encontra escrito a lei de Deus que benfeitores espirituais responde Allan Kardec na consciência. Agora, o que que é importante nós observarmos? Não é porque eu sei aquilo que é bom para mim, eu já tenho prazer de fazer. Por exemplo, se eu quero passar num concurso, mas eu não tenho hábito de estudar, mas eu estou me propondo agora a estudar. Se eu não tenho hábito, em primeiro momento é desconfortável. Agora é fundamental que eu me programe para isso. Então vou agora me programar meia hora por dia. Naquela hora a meia hora, eu vou desenvolver agora justamente a disciplina. Eu vou desenvolver a paciência, os meus esforços continuados, pacientes, perseverantes e disciplinados. Porque se eu não me programar dessa forma, eu acabo me negligenciando. Então, da mesma forma, se nós queremos tomar Jesus como nosso modelo e guia. E o que que é o modelo e guia? Na neurolinguística quando coloca que metamodelar é tomar como referência. E o que é o guia? Por exemplo, se nós vamos a uma cidade num num numa excursão, nós vamos eh contratar um guia. O que que você espera deste guia? que ele entenda profundamente de todo o roteiro e que venha também nos favorecer as informações de cada detalhe daquele

numa excursão, nós vamos eh contratar um guia. O que que você espera deste guia? que ele entenda profundamente de todo o roteiro e que venha também nos favorecer as informações de cada detalhe daquele roteiro. Então Jesus é o nosso modelo que convidados a tomá-lo como referência, conforme tá na questão 625 de o livro dos espíritos e também como guia, porque todos os seus ensinamentos, toda a sua orientação é um roteio seguro para que nós possamos agir de forma exitosa. Mas ainda neste capítulo nós colocamos, refletindo, o amor é também um sentimento que pode ser sentido e vivido a todo momento, sempre nos alimentando e motivando ao exercício de se humildar diante dos convites, desafios da vida, os quais fazem parte da nossa programação espiritual, que foi amorosamente mente muito bem elaborada pelos nossos tutelares, naturalmente com a nossa anuência, fruto de um minucioso estudo do tipo de provas, queremos nos deparar para o nosso aprendizado nessa busca evolutiva, a que todos inevitavelmente nos encontramos mergulhados como uma programação de Deus para com todos os seus filhos e sempre na guarda benevolente de Jesus. Por todos aqueles que reencarnaram no seio da coletividade humana, antecedendo Jesus, Sócrates, Pitágoras, Arquimedes, Lautissé, Confúcio, Moisés, todos Sócrates, Buda, vieram sobre a tutela amorosa de Jesus. E esses tutelares continuam ainda guindados, ligados a nós enquanto corações que estamos na retaguarda. Há um livro muito interessante que se chama Dias Felizes. É da editora Espiritizar. O espírito é Honório. Joana Dianes o apresenta num livro chamado Vozes Alerta. como sendo um daqueles dos primórdios do cristianismo que vem para nos auxiliar nas reflexões profundas do evangelho de Jesus. E há uma mensagem neste livro que se intitula Contratos Espirituais. Olha que interessante, o benfeitor espiritual coloca que todos nós, na maioria, com raras exceções, temos conosco espíritos tutelares que já alcançaram essa altitude do amor e que torcem por nós.

ais. Olha que interessante, o benfeitor espiritual coloca que todos nós, na maioria, com raras exceções, temos conosco espíritos tutelares que já alcançaram essa altitude do amor e que torcem por nós. Por exemplo, quem não leu, vale a pena ler? Ave Cristo. Ali nós vamos perceber um benfeitor da humanidade com personagem com o nome de Quinto Varro, que ele reencarna, já não precisava mais reencarnar no ano de 250. E ele reencarna para resgatar uma alma querida que estava nas regiões de sofrimento da terra e que vem como o personagem de Taciano. E esse espírito, ele vem e o próprio filho, por situações as mais diversas, o leva ao calaboço e ele desencarna. No momento que o filho fica sabendo quem ele era, que era o seu pai por uma trama lá, ele foi levado a ser criado por uma outra família. Quem não leu deve pena ler. Não vamos fazer um spoiler maior. E ele volta para resgatar o filho por amor a Jesus. volta duas encarnações numa encarnação do filho. Ele volta, ele vem como quinto varro e volta como quinto co. Neste livro também tem um personagem chamado Rufo. E no livro Amor e Sabedoria de Cloris Tavares, numa intimidade com o Emânio e o Chico, ele narra que quinto Varro era o Dr. Bezerra e Rufos é o nosso querido Euripes Barçanufo. Então nós vamos perceber que todos nós temos esses tutelares que já alcançaram essa altitude do amor e que vibram por nós. E ainda o espírito diz, muitos de nós, aqueles que não temos, não tínhamos crédito para reencarnar, esses benfeitores espirituais nos emprestam os seus créditos e ficam tutelando a nossa vilegiatura carnal. Mas ainda com o desdobramento do sono, esses amigos espirituais nos levam em reuniões do mundo espiritual para assistirmos palestras. simpósios e muitas vezes somos levados a um processo de psicoterapia com terapeutas no mundo espiritual. E aqueles de nós que temos um compromisso na área da família, no trabalho, na área doutrinária, nós recebemos uma equipe multidisciplinar de espíritos pedagogos, psicólogos, os mais diversos para nos orientar e nos

ós que temos um compromisso na área da família, no trabalho, na área doutrinária, nós recebemos uma equipe multidisciplinar de espíritos pedagogos, psicólogos, os mais diversos para nos orientar e nos ajudar nessa nossa viagem evolutiva. Então, vejamos o carinho e a ternura de Jesus conosco. E aí, prosseguindo, somente estaremos em real segurança quando nos permitimos tomar o amor como referência, utilizando para aclarar e discernir as nossas atitudes internas e externas, perguntando a nós mesmos diante de quaisquer escolhas ou tomadas de decisões. O que eu estou querendo realizar é amoroso? É justo? É caridoso comigo, com meu próximo e com o universo? Se essa resposta ou se as respostas estiverem em sintonia com a lei de amor, justiça e caridade, a felicidade nos sorri. No entanto, se não estiverem sendo ecológicas, é melhor pensarmos em outras alternativas, pois a vida é generosa, inesgotável em oportunidade de escolhas. Então, a vida é cheia de oportunidades. Diante de qualquer situação, nós nos perguntarmos, essa atitude eu estou querendo tomar comigo ou com o outro? é ecológica, é bom para mim, é bom para o outro, é bom para o cosmo, ou seja, está dentro da lei de justiça, amor e caridade. Então eu vou perguntar: Essa minha atitude é amorosa? É justa? É caridosa? Senão busquemos outras oportunidades, porque dentro da lei de liberdade somos livres para fazer o que quisermos. Agora, é importante que nós nos eduquemos dentro da lei de liberdade. Vamos um exemplo maior. O apóstolo Paulo, o apóstolo Paulo, ele coloca: "Tudo posso, mas nem tudo me convém". O que que ele está falando da educação diante da lei de liberdade? Porque dependendo da escolha que nós fizermos, nós estaremos construindo a nossa libertação. Se é uma escolha amorosa, justa e caridosa. Se não, se é uma escolha extintiva, impulsiva, egóica, eu vou estar construindo a minha escravização. Porque a lei de liberdade, ela anda de mão dada com a lei de responsabilidade. Como diz o espírito emâno, nós somos

escolha extintiva, impulsiva, egóica, eu vou estar construindo a minha escravização. Porque a lei de liberdade, ela anda de mão dada com a lei de responsabilidade. Como diz o espírito emâno, nós somos livres na semeiadura, mas a colheta ela é inevitável. Então, daí nós vamos perceber que nem sempre o caminho mais fácil significa que é o melhor caminho, pois cuidar de nós mesmos é muito trabalhoso e quem se ama busca se dar o melhor, fruto do seu esforço em buscar a melhor escolha em sintonia que nos asseverou, o nosso querido, amoroso e bom pastor. Tudo aquilo, portanto, que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles, porque isto é a lei de os profetas. Está no registro de Mateus, no capítulo 7, versículo 2. Então, vejamos como que isso é importante. A nossa referência somos nós mesmos. Porque como é que eu posso amar alguém? Se eu não tiver me amando, como é que eu posso ensinar matemática para alguém se eu não sei matemática? Então é muito importante que nós busquemos nos autoacolher, nos autorrespeitar, nos autoamar. Ah, mas isso é egoísmo? Não, isso é autoamor. Egoísmo é eu querer algo para mim, prejudicando alguém. Pensar em si mesmo no sentido de se autorresponsabilizar é fundamental. A própria psicologia nos coloca nunca colocar no outro ou nas situações a responsabilidade pelo que eu sinto, pelo que eu penso, pelo que eu faço, pelo que eu fiz, pelo que eu quero fazer. Por quê? O outro não cria nada em nós, desperta o que há em nós. É uma música que eu ouço, é um perfume que eu sinto, é uma figura que eu vejo. Não vai despertar aquilo que está dentro de nós. Como está lá na questão 459 do livro dos espíritos. interfere os espíritos na nossa vida e nossos pensamentos muito mais do que imaginais a tal ponto que de ordinário são eles quem vos dirige. Então uma questão de afinidade. Aí nós vamos ver lá na questão 625 do livro dos espíritos, o codificador ele questiona amorosamente os benfeitores da humanidade que colaboraram na codificação da doutrina

ão uma questão de afinidade. Aí nós vamos ver lá na questão 625 do livro dos espíritos, o codificador ele questiona amorosamente os benfeitores da humanidade que colaboraram na codificação da doutrina espírita. Ele pergunta: "Qual é o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para lhe servir de guia e modelo?" Não é qualquer tipo, não. Vejamos a excelência do pedagogo, trazendo para as reflexões da doutrina espírita todo o seu cabedal de conhecimento. Qual é a diferença de Allan Kardec por em relação aos espíritos que auxiliaram na codificação? Santo Agostinho, São Luís, Sansão e tantos outros? A única diferença é que ele estava encarnado, mas o seu cabedal, a sua envergadura moral era tanto quanto também desses benfeitores da humanidade. Então, Kardec trouxe essas reflexões para todos nós. E por que que Kardec compôs o livro dos espíritos em perguntas? Ele foi beber aonde? Na fonte que é Jesus. Tu crês que eu possa te curar? Saulo, Saulo, porque me persegue? Quem me tocou? Sempre Jesus perguntando para nos remeter essa viagem para dentro de nós. Então, Kardec pergunta aos bons espíritos de uma forma muito clara, qual é o tipo mais perfeito, ó? Não é qualquer tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para receber de guia e modelo. Ó, os espíritos então responderam: É Jesus. É a resposta mais sintética do livro dos espíritos. Mas Kardec complementa. Olhe como ele complementa. Ele diz assim, falando a respeito da amorosidade de Jesus para com toda a humanidade. Diz assim: "Para o homem, Jesus constitui o tipo de perfeição moral. a que a humanidade pode aspirar na terra. Deus nos o oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor. Porque sendo ele mais puro de quantos têm aparecido na terra, o espírito divino o animava. Quando Dr. Bez diz assim, ele era o médium de Deus. Olha aí, ó. Portanto, Jesus é o nosso roteiro seguro e amoroso a ser metamodelado de forma eficiente e eficaz como verdadeiro roteiro de auto amor, do amor

Dr. Bez diz assim, ele era o médium de Deus. Olha aí, ó. Portanto, Jesus é o nosso roteiro seguro e amoroso a ser metamodelado de forma eficiente e eficaz como verdadeiro roteiro de auto amor, do amor ao próximo de alto amor. Ele diz: "Dou-vos um novo mandamento. Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado, assim também vós devereis amar-vos uns aos outros". Tá lá em João, no capítulo 13, versículo 34. Veja quando ele diz assim: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". Ele está dando um roteiro. Nós busquemos tomá-lo como a sua referência, a nossa referência. Por quê? Qual era o olhar de Jesus diante da mulher carente? afetivamente. Ele havia como sendo uma desequilibrada, uma perturbada, não era o olhar da indulgência e nos convidando a indulgência para conosco e para com o próximo. O olhar de Jesus não era o olhar do que ela estava fazendo, era o olhar de quem ela era e de quem ela é. uma filha de Deus, um aprendiz da vida, uma futura dirigente de uma galáxia. Por isso que Jesus coloca: "Amai-vos uns aos outros, como eu vos tenho amado". Em nenhum momento Jesus censurou, em nenhum momento Jesus criticou. Em nenhum momento Jesus utilizou de descaracterizar as criaturas diante daqueles que ele auxiliou. a andar, a ouvir, a enxergar. Em nenhum momento ele trouxe para ele o mérito e dizia: "A tua fé te salvou, a tua fé te curou". Mas ele também não colocou, porque ele sempre trabalhou naquilo que é o positivo que nós somos. Nós somos amor, mas temos atitudes de desamor. Nós somos filhos deste pai de amor e de ternura. E quando diz João, Deus é amor, se Deus é amor, nós fomos criado a sua imagem e semelhança, nós também somos amor. Então, Jesus a todo momento, ele vem a nos convidar a enxergarmos a nós mesmos e o próximo, nãoquilo que nos apresenta ou nos aparenta, mas naquilo que realmente somos na nossa identidade real, na nossa identidade essencial. Jesus diante da samaritana, naquele momento, ele não a censura, ele não a critica. Mas ele mostra aquela mulher que ela não era acomodada,

omos na nossa identidade real, na nossa identidade essencial. Jesus diante da samaritana, naquele momento, ele não a censura, ele não a critica. Mas ele mostra aquela mulher que ela não era acomodada, tanto é que ela tava no sexto marido. E o sexto marido também não era dela. Então tamanho era a sede de autoencontro que ela trazia com ela mesma, só que ela estava buscando fora. Então o poço de Jacó é o símbolo da sabedoria. Eu vou dizer, nossa cleide é um poço de bondade. Nossa Cade é um poço de generosidade. Então aí nós vamos entender que naquele momento o símbolo do poço é onde nós somos convidados a buscar no poço das nossas virtudes a água da vida. E a água da vida, ela é resultado dos nossos esforços, tomando Jesus como modelo e guia e no exercício de desenvolver as virtudes que já trazemos dentro de nós, nessa fonte inesgotável do amor de Deus em nós. E esse é o grande convite quando Jesus diz, "Eu tenho a água da vida e quem desta água beber, jamais sentirá sede." E essa água da vida é realmente o nosso esforço continuado, perseverante, disciplinado em estarmos trabalhando conosco os valores que Jesus vem nos incentivar. Nós vamos perceber que nós fomos criados para ficar com sede o tempo todo ou para termos sede? E aí vocês vão me responder. Para ter sede? E aí você bebeu água? Cadê a sede? Foi embora. Mas ela volta. Volta. Da mesma forma é a sede psíquica, a sede de carinho, a sede de afetividade, a sede de respeito, a a sede de acolhimento. Só que sabiamente a divindade pôs a fonte aonde? Dentro de nós. Esta fonte que Jesus ajudou Joana de Cusa a encontrar. E naquele encontro com Jesus foi amor à primeira vista, de tal forma ela teve a coragem, como diz Humberto de Campos no livro Boa Nova. Quem não leu, vale a pena ler Joana de Cruz, a história dessa benfeitora da humanidade, que de tal forma Jesus a envolveu e ela se permitiu porque ela acessou a lei de permissão. é uma das vezes mais importantes da nossa relação com o criador. Somos nós quem nos permitimos

da humanidade, que de tal forma Jesus a envolveu e ela se permitiu porque ela acessou a lei de permissão. é uma das vezes mais importantes da nossa relação com o criador. Somos nós quem nos permitimos Jesus conosco. Da mesma forma que sou eu quem me permito me colocar na sintonia do sol. O sol tá sempre brilhando, mas às vezes eu me coloco na sombra do medo, da insegurança, da rejeição, do abandono. Aí eu me sinto desamparado. Tão sabiamente a divindade pôs essa fonte. dentro de nós. E foi realmente que Joana de Cusa fez de tal forma, no ano de 65, quando César foi inaugurar o circo, lá estava dentre tantas cruzes de uma mulher já com cabelo repleto daquela névoa do tempo, todo esbranquiçado, ao lado o filho quando pede e o soldado diz: "Abjura o Cristo e eu lhe retirarei daí". E o filho então pede: "Abejura, mamãe, abejura". E ela olhando para o diz: "Não posso, não posso, porque aquele de nós que encontramos Jesus na intimidade das nossas almas, falando na acústica de toda a intimidade do nosso ser, a minha paz eu vos dou, a minha paz eu vos deixo, jamais o esqueceremos". Naquele momento, o soldado então diz a Joana de Cusa: "É isso que ensinou este Cristo a morrer tão covardemente. E ela olhando com ternura, com indulgência, disse: "Não, meu filho, me ensinou também a amar-te como um filho. O soldado ateia fogo primeiro na cruz do filho, mas logo depois é Jesus que vem ao encontro de Joana de Cuza no mundo espiritual. Agora sim, minha filha estará para sempre comigo no reino do meu pai. É Jesus. E quem de nós não temos saudade de Jesus? Não é verdade? Saudade, ela é filha. de uma das virtudes chamada gratidão. Saudade a gente não mata, saudade a gente revigora. Saudade a gente revive. Só tem saudade de quem ama. E nós só temos saudade também de quem nós amamos. Então, tomar Jesus como modelo dia é nós buscarmos permitir que Jesus esteja para sempre conosco. Então, recordando a fala dessa nossa benfeitora Joana de Cruza ou Joana de Angeles, Jesus, na condição de

ão, tomar Jesus como modelo dia é nós buscarmos permitir que Jesus esteja para sempre conosco. Então, recordando a fala dessa nossa benfeitora Joana de Cruza ou Joana de Angeles, Jesus, na condição de peregrino do amor demonstrou como é possível curar as feridas do mundo dos seres humanos com a exteriorização do amor em forma de compaixão, de bondade, de carinho e de entendimento. Que Jesus nos abençoe e nos guarde sempre em paz. Gratidão. La corder. Eh, quando a gente fala em Joana, nosso coração chega a tremer, né? Próximo capítulo, né, Cid? >> Estaremos estudando atitudes e comportamentos de uma forma muito prática. como que nós poderemos estar colocando em prática este amor em processo de autoencontro, de autotransformação, né? Também será um capítulo muito interessante. >> Nossa, nosso coração chega até a tremer. Olha, nós temos aqui a Fernanda, ela fez uma pergunta aqui. Ela pergunta o seguinte: "Boa noite, professor Lacord. Eu me desentendi com o meu irmão. A intenção foi defender nossos pais. Ele melhorou com o pai e ficou indiferente comigo. Já pedi desculpas sem sucesso. Como agir? Como devo agir? orando por ele. E o perdão não é que você oferece ao outro, é a você mesmo. Então, se você fez uma pontuação ao seu irmão de uma forma como nós colocamos, amorosa, justa e caridosa, a forma como ele acolheu, você não tem domínio, senão nós entramos na ilusão de controle. Nós temos três ilusões de controle, a do outro, a do tempo e da circunstância. do outro. Eu quero mudar o outro. Eu quero mudar o jeito da minha esposa, pensar o jeito do meu marido. Então você não muda, você oferece informações. Como nós vimos no próprio capítulo, à medida que nós vamos mudando, nós também convidamos o outro a estar conosco, mas ele tem um livre arbítrio. Então, a outra ilusão é das circunstâncias. Você fez a pontuação amorosa com a intenção positiva, deu o melhor de você. A forma como ele acolheu não te pertence. Então, prossiga, continue orando por ele. E o que é o principal? Ele melhorou

ias. Você fez a pontuação amorosa com a intenção positiva, deu o melhor de você. A forma como ele acolheu não te pertence. Então, prossiga, continue orando por ele. E o que é o principal? Ele melhorou com seus pais. Então, já está tendo o resultado do objetivo pelo qual você pontuou para ele. Isso é o mais importante. Eu tenho uma perguntinha aqui pequena, simples, que vai para todo mundo, não em geral. É assim, ó. Eh, quais os conflitos emocionais nos impede de viver o evangelho com naturalidade? Quais os nossos conflitos emocionais que nós enfrentamos a maior parte das vezes que nos impede de viver o evangelho de Jesus? Muito interessante. Primeiro deles, o que é o mais forte é quando nós confundimos quem nós somos com o que nós fizemos. Por quê? Allan Kardec, quando vai denominar o verdadeiro espírito o verdadeiro cristão, ele coloca, reconhece o verdadeiro espírito, verdadeiro cristão pela sua transformação moral e pelos esforços que empreende em dominar as suas más inclinações. Jesus diz assim: "Vigiai e orai para não cairdes em tentação." Então, tava previsto que nós caíamos em tentação. Que que é a tentação? São os nossos equívocos. Então, o primeiro passo para que nós possamos viver o evangelho em espírito e verdade é nós nos reconhecermos como aprendizes da vida. Mestre só é um, é Jesus. senão nós caímos no risco de entrar na exigência de perfeição. E aí nós entramos numa postura de pseudo mestre, porque não é pelo fato de eu conhecer o evangelho, eu já o tenho nas minhas atitudes. Então, conhecer o evangelho de uma forma primeiro, mas é importante que nós venhamos digerir, trazer para o sentimento qual o sentido dessa leitura para mim, como eu posso aplicar no meu dia a dia. Então, isso é um esforço constante, permanente, que todos nós somos convidados a a vivenciar. A maior dificuldade é quando nós nos desfocamos de nós mesmos. Ninguém muda ninguém. Ninguém reencarnou para mudar o outro. Nós reencarnamos para mudar a nós mesmos. Então, o evangelho de Jesus é

iar. A maior dificuldade é quando nós nos desfocamos de nós mesmos. Ninguém muda ninguém. Ninguém reencarnou para mudar o outro. Nós reencarnamos para mudar a nós mesmos. Então, o evangelho de Jesus é uma mensagem intimista para cada um de nós. >> Muito bem. Então, eh, nós buscamos Jesus, eh, a maior parte das vezes nós buscamos Jesus mais como um refúgio emocional ou como uma eh uma referência de transformação moral? Nós buscamos das duas formas, né, como refúgio, no sentido de que ele mesmo colocou: "Vinde a mim todos vós que achais sobrecarregados e oprimidos e eu vos aliberei." Então, o primeiro passo é reconhecer, ó, mim, todos vós que reconheceis, reconhecer a nossa vulnerabilidade, reconhecer a nossa fragilidade, reconhecer a nossa ignorância e depois tomá-lo como uma referência, como nós colocamos a própria mensagem, nosso capítulo, o que eu quero fazer comigo ou com o outro é justo, é amoroso, é caridoso, senão eu vou buscar uma nova alternativa. Então Jesus, ele é o modelo para que nós possamos proceder conosco. E conforme nós procedemos conosco, eu vou proceder também com o próximo. nos diz a benfeitura da humanidade, Joana assim: "Ninguém dá do que não tem e quem dá o que tem está dando tudo e buscar também Jesus como sendo essa referência amorosa de amparo, de aconchego, porque ele coloca: "Eu sou o bom pastor e o bom pastor dá vida para suas ovelhas." Então, Jesus está sempre conosco, só que somos nós quem permitimos ou não percebê-lo ou senti-lo. Assim como também o nosso anjo de guarda, conforme coloca também o Espírito São Luís em Livro dos Espíritos, o anjo de guarda, ele tem um papel amoroso, justo, desempenha um papel de um pai na nossa relação, jamais nos abandona, afasta porque respeita o livre arbítrio. Então, não, perante Deus não há ninguém abandonado no universo. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Só um minutinho. Eu fiz algumas anotações aqui, sabe? Então, olha, eh, a nossa fé, ela depende das circunstâncias ou nasce de uma consciência mais amadurecida?

xa eu ver se tem mais alguma coisa aqui. Só um minutinho. Eu fiz algumas anotações aqui, sabe? Então, olha, eh, a nossa fé, ela depende das circunstâncias ou nasce de uma consciência mais amadurecida? A fé, ela é fruto da confiança. Nós vamos desenvolvendo paulatinamente à medida que nós vamos amadurecendo psicologicamente, emocionalmente, cognitivamente nos nossos entendimentos. Porque quando nós não temos conosco essa autoconfiança, que é fruto do autoconhecimento, nós entramos num processo de insegurança, numa relação a dois, é onde entra o ciúme, o apego, o medo, a rejeição, o sentimento de abandono. Mas quando nós temos uma autoconfiança conosco mesmo, nós vamos desenvolvendo esse processo de autonomia. É como se diz assim: "Eu me basto". E é verdade, porque quem nós somos? Nós somos um ser convidado a desenvolver conosco a autoconsciência, de trazermos conosco todos os ingredientes necessários para nos tornarmos pessoas felizes. Não somos nós quem vamos desenvolver conosco mesmo fruto do autoconhecimento que gera o autodomínio e vai gerar automotivação num processo de autoacolhimento amoroso, desenvolvendo a fé raciocinada, como Allan Kardec coloca, fé inabolável só o é aquela que é capaz de enfrentar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. Então nós vamos construindo esta fé fruto desse processo de ruminação, de reflexão dos ensinamentos que a doutrina espírita nos oferece no evangelho de Jesus. E a grande proposta da doutrina espírita é justamente essa, querida C. Nós revivemos o evangelho em espírito e verdade. E a doutrina espírita nos ajuda profundamente. >> Olha, e qual a virtude é qual a a virtude de Jesus é mais difícil para nós? A humildade, o perdão ou a paciência? >> Muito bem. Nós vamos trocar, se me permite, a palavra difícil para trabalhosa, né? usando o termo da neurolinguística, porque quando a gente fala, olha, é difícil, é como se lá dentro do meu cé fala assim, você não vai dar conta, você não consegue então tudo na vida é trabalhoso, porque o que que é o fácil?

nguística, porque quando a gente fala, olha, é difícil, é como se lá dentro do meu cé fala assim, você não vai dar conta, você não consegue então tudo na vida é trabalhoso, porque o que que é o fácil? O difícil trabalhado. Que que é o difícil? Aquilo que não foi trabalhado. Então, todas as virtudes são trabalhosas. Mas quando Jesus coloca, olha, tudo que eu faço vós podeis fazer e muito mais, se tiverdes fé, confiança em mim. confiança na vida, confiança no criador. Isso mostra a economidade do amor de Deus, porque todos nós trazemos dentro de nós um Cristo interno. Por isso que o espírito Emânio coloca que Jesus veio inaugurar para a humanidade com a manjedor a era da humildade e com seu psiquismo despertar do nosso Cristo interno, inaugurando o nascimento da nossa maturidade espiritual. Então, todas as virtudes requer muito carinho, requer muito cuidado, como o Orive trabalhando a construção de um anel, ele vai trabalhando o paulatinamente. Por isso que todas e qualquer virtudes elas são desenvolvidas de uma forma não abrupta, né? Como diz o espírito André Luiz, a natureza não dá salto. O dia não amanhece de uma hora para outra, nem anoitece. Então, ninguém muda abruptamente o que o apóstolo Paulo coloca do homem velho e do homem novo. E ele ainda diz mais quando no em cartas aos romanos, ele diz assim: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço. O mal que eu não quero, esse eu faço." O que que ele tá falando? Da nossa mente viciada está apegada. de uma forma desequilibrada, a nossa característica humana instintiva de uma forma egóica, em detrimento da nossa característica humana instintiva essencial, porque o instinto ele pede também educação. Então a nossa mente ela vicia a consciência não. A consciência é imaculada, é a voz de Deus dentro de nós. A nossa mente sim, porque a consciência é a semelhança de um olho d'água. que tá sempre produzindo aquela água pura e cristalina. Só que essa água, ela vai através de um canal, de um rego, chegar no poço. O poço são nossas

que a consciência é a semelhança de um olho d'água. que tá sempre produzindo aquela água pura e cristalina. Só que essa água, ela vai através de um canal, de um rego, chegar no poço. O poço são nossas crenças e valores. Ah, eu não dou conta, eu não sou capaz, eu não consigo. Pronto, a água pura poluiu. Não, eu posso, eu sou capaz, eu mereço. Então, eu tô na sintonia consciencial. Então, quando eu trabalho isso com consciência, eu vou já sentindo a felicidade relativa aqui e agora eu já tô vivenciando o meu Cristo interno. >> Mais uma perguntinha, a última. Eh, olha, eu vou fazendo algumas anotações aqui. O pessoal do chat não perguntou nada, mas eu eu fiz algumas. Olha, eh, hoje nós estudamos muito, né, principalmente nós espíritas, a gente lê muito, estuda muito. >> Então, o que nós estamos fazendo mais? Nós estamos estudando mais ou nós estamos vivenciando mais o evangelho? Praticando o evangelho, que tá acontecendo? mais estudo, menos evangelho. Nós estamos estudando para depois praticar mais o evangelho. >> Então, nós podemos dizer que hoje nós estamos muito melhores, né? Então, na humanidade hoje você vai ver, você tem o direito ao idoso, o direito à criança, pega a época do Cristo. Individo valia mesmo que é um burro de carga. Então, hoje nós estamos vendo são poucos os países ditatoriais. Então, a humanidade como um todo, ela tá vivenciando um momento melhor. Só que nós estamos na madrugada dia de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Então, nós estamos vivendo um momento, a semelhança de alguém que tá reformando uma casa. Os móveis da cozinha estão na sala, os da sala estão na área. Então, como é importante dizer, Manel, né, que das pessoas das coisas sempre o melhor lado, mas também das pessoas das coisas que para aquele que não sabe olhar pelo melhor melhor lado, vai vir pelo pior lado. Então, nós estamos vivendo um momento, principalmente com advento da internet que socializou a área do conhecimento. Então, nós estamos vivendo realmente um momento de muita informação

pelo pior lado. Então, nós estamos vivendo um momento, principalmente com advento da internet que socializou a área do conhecimento. Então, nós estamos vivendo realmente um momento de muita informação com o convite a fazer a internalização para que nós possamos vivenciar. Então, nós estamos vivendo um momento muito oportuno. Então, nós vamos ver lá no livro Transição Planetária, há espíritos que já não mais reencarnam na Terra. Há espíritos que estavam na psicosfera da Terra de sofrimento e tormentos. aqueles ausentes do bem que estão sendo levados coletivamente para mundos menos evoluídos. Então, nós estamos vivendo um momento de convite à conscientização. E aí entra o papel nosso enquanto espíritas e é da doutrina espírita. Porque a responsabilidade não é porque nós sejamos melhores, não é? É porque nós somos aqueles, conforme está no livro eh após a tempestade, última mensagem da benfeitora Joana de labor em equipe. Então ela diz que muitos de nós, aqueles que hoje estamos nas hostes doutrinárias, somos aqueles espíritos falidos de outrora pela misericórdia divina e principalmente sobre a tutela do pobrezinho de Assis, fomos recolhidos e tirados do velho para o mundo novo, no caso seria o Brasil, para ter a oportunidade abençoada, alcançado pelo esse guarda-chuva da doutrina espírita. vivenciar o Cristo descrucificado, este Cristo de amor, de justiça, este Cristo que veio nos ensinar na sua simplicidade, falando do pão, do peixe, da pedra, do denário, a profundidade do amor de Deus em nós. >> Eu ficaria aqui até amanhã com você, mas nós nós temos que terminar a nossa live, né? Então, >> e é muito aprendizado, muita, muito, muito aprendizado. Depois eu vou fazer vários videozinhos e jogar aí no YouTube pro pessoal >> acompanhar. >> Muito bom. >> Eu >> eh nós estamos no término, né, do nosso estudo. Eh, daqui 15 dias a gente volta, não nessa quinta-feira, na outra quinta-feira, sempre às 21 horas. E aí, como >> é um horário bom, né? Ah, >> horário que o pessoal está em casa.

né, do nosso estudo. Eh, daqui 15 dias a gente volta, não nessa quinta-feira, na outra quinta-feira, sempre às 21 horas. E aí, como >> é um horário bom, né? Ah, >> horário que o pessoal está em casa. >> Eh, e aí então com o capítulo três, atitudes e comportamentos. >> Verdade. >> E para tanto, eu quero agradecer todos aqui que nos acompanharam e todos que virão nos acompanhar depois. E eu passo a palavra pro nosso irmão Lord, La Cordaire. Eu tenho dificuldade ainda de falar seu nome, mas >> imagina quando eu fui me alfabetizar, então, né? >> Verdade. >> E eu passo a palavra para você fazer o encerramento e uma prece para nós. >> Ah, com maior carinho. Tá bem. Muito bem. Então, vamos orar. Vamos lembrar de Jesus, o seu carinho, da sua ternura, da sua bondade. Imaginemos. Nós estamos agora à margem do lago de Genesaré. Uma manhã radiosa, a brisa chegando até nós com cheiro das flores, o perfume, o canto dos pássaros, o sol por as folhas das árvores. E quando alguém chega muito próximo de nós e diz: "É Jesus que está chegando". Olhando para aquele barco que vai chegando, ele ancora bem próximo de ti. E quando Jesus desce, o seu olhar cruza com o seu olhar e ele abre os braços e num abraço terno, amigo, tão afetoso, ele fala: "A minha paz eu vos dou". A minha paz eu vos deixo. Sintamos o abraço de Jesus. Sintamos Jesus conosco. E neste momento Senhor Jesus, vem ao nosso encontro, Senhor, como vieste ao encontro de Saulo na estrada de Damasco e o transformaste. do poeta cantor do vosso evangelho aos gentios. Vem Jesus ao nosso encontro, como vieste ao encontro de Maria de Magdala, a vendedora de ilusões, e penetraste na intimidade da sua alma com seu amor e a transformaste na poetiza do seu evangelho junto aos leprosos, rancelianos. Vem Jesus querido, ao nosso encontro. Como vieste ao encontro de Pedro e o ajudaste a sair daquela dúvida da insegurança da sua dobiedade e o transformaste no estandarte do vosso evangelho. Ajude-nos, Jesus a internalizarmos as lições sublimes do

ste ao encontro de Pedro e o ajudaste a sair daquela dúvida da insegurança da sua dobiedade e o transformaste no estandarte do vosso evangelho. Ajude-nos, Jesus a internalizarmos as lições sublimes do vosso evangelho e através da nossa melhoria, da nossa conduta no trabalho do bem e das nossas mãos ocupadas no trabalho ao nosso próximo, nós possamos comprovar a nós mesmos o quanto lhe amamos, o quanto somos grato a ti, pela bção do corpo perfeito. pela bênção da amizade, da família. E te rogamos, Jesus que as nossas humildes vibrações sirvam de alguma forma para ajudar-te a envolver os lares em que o desespero e a desunião batem suas portas. Abençoe, Jesus, os nossos governantes temporais, os nossos irmãos que estão padecendo os conflitos das guerras. Ó Jesus, nós vos rogamos a semelhança do pobrezinho de Assis, onde estivermos, como estivermos, fazzei-nos instrumentos da sua paz hoje e sempre. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Muita paz. Jesus nos abençoe. >> Boa noite. Boa noite. Boa noite a todos. เฮ

Mais do canal