COMPROMISSO DE AMOR - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]
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[música] Buscando [canto] a ti, buscando [canto] a ti. Obrigado. [canto] Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, estou aqui [música] para agradecer [canto] de coração a paz [canto] [música] dentro de mim que encontrei [canto][música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [canto] longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [canto] entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa casa [música] [canto] que aprendi toda a beleza [canto] de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a [canto] ti, buscando >> a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor >> Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília, que nos conforta, nos consola, nos traz tanta serenidade e paz. Para iniciarmos esse momento, eu peguei um no sorteio aqui no meu celular que eu fico olhando, mas não é olhando conversinha, é olhando a própria palestra para ver se alguém precisa de alguma coisa. eh, na realidade de minutos de sabedoria de Carlos Pastorinho. E ele diz assim: "Todas as vezes que olhar para uma criança, levante seu pensamento em as graças a Deus que jamais abandona seus filhos. A criança é a esperança de hoje na realização do amanhã. é a certeza de que a Terra está sempre a renovar-se, recebendo cada dia novos habitantes que lhe vem trazer a contribuição de seu trabalho, de sua capacidade para o progresso no mundo. Gosto muito de pastor e hoje, gente, eu vou sugerir que fechemos os olhos e a abraçados por essa criança que ainda existe em nós, nós vamos agradecer aquele a quem chamamos de pai, Deus que é puro amor, é pura compreensão e misericórdia. que nos auxilia a construirmos em nós o amor. Vamos agradecer a Jesus, nosso irmão, nosso mestre, nosso amigo, que nos ensinou, nos ensinou com o seu exemplo como devemos chegar. Vamos agradecer a Bezerde Menezes, mentor dessa casa, que nos acalma, que
agradecer a Jesus, nosso irmão, nosso mestre, nosso amigo, que nos ensinou, nos ensinou com o seu exemplo como devemos chegar. Vamos agradecer a Bezerde Menezes, mentor dessa casa, que nos acalma, que nos agasalha, que abre o seu coração para nos dizer que nós somos todos muito bem-vindos. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira, essa senhora tão linda que dirige os trabalhos neste momento aqui neste salão e [roncando] que nos traz serenidade, paz e muita força, porque ela também reconstruiu a si mesma, permitiu-se a amar, amar também a si e principalmente Assim, porque é com esse exemplo de amor que nós conseguiremos expandir e levar os outros o nosso coração. Assim, mais serenos, mais tranquilos, nós vamos dizer muito obrigada e pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus, meus amigos. Eu tô aqui com aquela que eu chamo de minha chefinha, né? A única que eu chamo de minha chefinha, a Rute Daia, que vai conversar conosco sobre um tema lindo, compromisso de amor. É um compromisso e tanto com a palavra, Rotinha. Bom dia, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos falar de compromisso de amor, né? Eu acho que todo compromisso deveria ser de amor, né? Não tem compromisso por obrigação, compromisso. Então, mas a gente vai tentar eh trazer para para todos nós que de que amor, que compromisso é esse. A gente tem tantos compromissos, né? Nós temos compromisso de trabalho que tem que ser feito com amor. Nós temos os compromissos eh familiares também, o compromisso social também. E a nossa vida toda é um compromisso. Nós viemos nesse planeta de provas e expiações. Eu não sei quem tá de prova e quem tá indo expiações, mas não tem problema. De todo jeito, nós temos que progredir. E só vamos progredir se nós usarmos o amor em todas as nossas atitudes. Ah, Rute, mas amor é difícil, né? Difícil. O que que é amor? Como que é que eu vou desenvolver isso? Se eu nem sei direito o que é, porque a gente, o amor mesmo, o amor, o amor, eu falo de
s atitudes. Ah, Rute, mas amor é difícil, né? Difícil. O que que é amor? Como que é que eu vou desenvolver isso? Se eu nem sei direito o que é, porque a gente, o amor mesmo, o amor, o amor, eu falo de mãe, né? Desculpa, é de pai também, viu? É o amor de Deus, o amor dos dos nossos mentores, daquele anjo da guarda, né? Eu não sei se a gente ainda tem, né? Porque nós temos um amor assim meio egoísta, mas já queremos bem, já respeitamos, já estamos do lado. Então isso já é uma forma, né? E aí eu peguei, não, nós vamos usar esse livro também, ele é a referência que Valéria me deu, Bilhetes Fraternais, a lição tá na página 99, que fala do compromisso do amor. Aí eu peguei mais uns outros compromissos, né, pra gente sair daqui bem bem bem situado no nosso compromisso. E aí eu peguei o amor. Amor traz na definição, é toda criação, é a base de toda criação divina. Ninguém foi criado, não, eu te crio, você não ama. Sabe quando a gente, no nosso trabalho a gente pega alguém que não tem muita capacidade ainda para aquele serviço e fala: "Não, não tem problema não, ele vai aprendendo, ele vai aprendendo." Eu acho que assim somos nós. Fomos criados pelo um amor do Pai, esse amor maior, mas eh não quer dizer que nós temos o mesmo amor dele. Então, nos colocou aqui e nós fomos tentando a fazer a lição que ele nos deixou. Aí botou Jesus também no nosso caminho para nos ajudar. Mas nós às vezes nos perdemos porque nossa ah não pode deixar que eu sei. Não é isso que a gente fala. pode deixar que eu sei. E nesse deixar que eu sei, às vezes a gente não sabe e aí a gente complica um pouquinho. Aí a gente foge do caminho do amor. Não quer dizer que nós não estávamos no caminho do amor. E aí nós chegamos hoje aqui, hoje na comunhão, hoje aqueles que estão nos assistindo através da comunhão, do TV, comunhão espírita, né, todos os meios, Instagram, Facebook, e aí nós nos perdemos. Mas Deus é tão misericordioso junto com Jesus, ele fala: "Volta, volta e faz de novo." Vamos começar tudo, né?
do TV, comunhão espírita, né, todos os meios, Instagram, Facebook, e aí nós nos perdemos. Mas Deus é tão misericordioso junto com Jesus, ele fala: "Volta, volta e faz de novo." Vamos começar tudo, né? Não precisa fazer de novo, mas vamos fazer do novo. Eu sei, por exemplo, que no serviço eu não quero muito bem aquelas pessoas de lá. Então, o que que eu vou fazer? Eu vou começar do novo, vou começar a apreciar talvez o terno que ele usa, talvez o cabelo que eu gostei. A gente vai querendo bem aquilo que a gente tá vendo de fora, porque a gente não dá conta ainda de tirar de dentro esse sentimento. Aí passa daqui a pouco é a empatia, né? a gente tem a a antipatia, não tá não estamos desenvolvendo esse amor relativo para aquela, para função nossa de serviço, mas vendo a pessoa e pegando o que tem exteriormente, não, olha, faz até um bom relatório, ele até na reunião ele falou coisa boa, a gente vai criando a empatia devagarzinho, de repente, depois de um tempo bom, a Você nem sabe que você teve aquela antipatia, porque já existe a empatia, já é uma forma de amar. É bem lá atrás, mas a gente vive ainda nesse planeta. Assim também é na nossa família. A gente veio com compromissos com aquelas pessoas que estão lá. São pessoas às vezes muito fácil de lidar, que é um encanto, como diz a Valéria, tudo ela é um doce. Toda pessoa é um doce. Quer dizer, ela é o invés de mim. Eu primeiro vejo o lado amargo, depois que eu chego no doce, ela tá mais evoluída, viu, gente? Então, a gente não tem só aquele familiar que é um doce. Nós temos aquele azedinho, aquele que pisa no calo, no no dedinho todos os dias, entendeu? Mas está lá conosco. Às vezes a gente não desenvolveu uma afetividade, não é nem uma afetividade, um relacionamento melhor como eu tenho com outro. Mas se nós pararmos, porque nós já somos essa pessoa amorosa, porque fomos criado por um amor muito grande, se nós começarmos a ver como alguém que eu pedi para estar comigo, eu não posso ter um outro sentimento. Então também vou
ós já somos essa pessoa amorosa, porque fomos criado por um amor muito grande, se nós começarmos a ver como alguém que eu pedi para estar comigo, eu não posso ter um outro sentimento. Então também vou começando a ter trabalhar a paciência, o querer bem, estimulando o outro, me estimulando para que aquele sentimento passa. E ele vai passar assim. Por quê? Porque ele é a base de toda criação divina. Ninguém fez a gente para não ter esse amor. Não é apenas um sentimento, mas é uma lei. A lei do amor. Ela é a lei universal. Não você vai ter ou você não vai ter. Não é lei, tem que ter. É uma lei criada por Deus, criada ali por Jesus, né? A lei maior ensinada por Jesus. Ele só ensinou isto. Agora, claro que ele falou do perdão, ele falou de muitas outras coisas, mas tudo isso tinha referência o amor. Porque eu só perdoo quando eu tenho um sentimento bom aqui dentro de mim. Se eu não tenho, é, fica difícil. Eu ainda tô no ódio, na raiva, na indignação, mas se eu já começo a ter aquela simpatia, aquele momento que eu vejo que tem alguma coisa que me toca, eu já tô começando a entrar nessa lei do amor. Amar a Deus sobre todas as coisas. Jesus disse, né? Sobre todas as coisas. Amar o próximo como eu me amo. Difícil porque eu me amo muito, muito, né? O, mas amar o próximo, como eu me amo, já é mais difícil. Mas se eu me amo, aí é aí é o contrário. Se eu me amo, eu tenho recurso para amar o próximo. Gente, tô falando de amor. A gente fala, pode falar, querer bem, pode qualquer outra coisa que vocês quiserem que seja um sentimento agradável, né, a Deus, a próximo e principalmente a nós mesmos. Porque quando existe a antipatia, isso aí corrói a gente, sabe? É tão bom você falar assim: "Olha, acho que eu gosto de todo mundo." Eu falei assim: "Gosto de todo mundo, a gente tá sossegado com a gente, a gente tá tranquilo conosco mesmo, né? Então, quando eu for amar ao próximo como a si mesmo, então eu vejo que eu me amo, então eu posso amar o próximo, sim, porque eu já tenho essa centelha divina dentro de mim. Porque
conosco mesmo, né? Então, quando eu for amar ao próximo como a si mesmo, então eu vejo que eu me amo, então eu posso amar o próximo, sim, porque eu já tenho essa centelha divina dentro de mim. Porque nós amamos a Deus, amamos a Jesus, amamos nosso guia, nosso guia anjo da guarda, amamos outras família, né? Mas se eu tenho esse esse desenvolvido, então eu tenho a centelha. Então para fazer para amar o próximo fica mais fácil, né? Falar em compromisso de amor, que é o compromisso de amor, é compreender que amar algo ocasional. Aí eu amo hoje eu amo amanhã não sei não. Amanhã acho que eu não amo não. Mas eu posso amar daqui um mês dependendo, né? Que a gente tudo a gente depende, né? Mas uma escolha consciente, um dever espiritual e uma construção diária. Eu gostei do construção diária. Por quê? Porque eu ele tá me dando a chance que se eu não amo agora, eu posso ir construindo devagarzinho, dia a dia. Quantas pessoas aí eu posso até perguntar e só porque vocês não podem responder, né? Aqui é ruim por isto, né? Mas vocês podem falar, a Rute tá não tá bem não. Eu prefiro a minha opinião. Essa construção diária que significa que eu tenho a possibilidade de desenvolver pelo outro diariamente 1 mil, 1 démo de milímetro, qualquer coisa de sentimento que que vai me levar a amar. Quantas vezes eu já ouvi isso e já aconteceu comigo, teve pessoas que realmente foram muito difíceis para eu entender esse querer bem e consegui com o tempo. E tem uma uma regrinha, um um um remedinho, aliás, muito bom, que é a oração, é pedir para Deus que nos ajude a enfrentar aquela divergência, aquela antipatia, aquele aquele não dou, não dá certo, não combina comigo. Meu santo não bate. Não é assim que fala? Meu santo não bate. Santo bate com qualquer pessoa, né? com qualquer santo, é eu que não bato com o outro. Então a gente pode fazer isso devagar e nos bilhetes fraternais, aí a gente volta pro livro, senão Valéria que tá ali, que me indicou, ela não vai ficar satisfeita, né? E não me convida,
com o outro. Então a gente pode fazer isso devagar e nos bilhetes fraternais, aí a gente volta pro livro, senão Valéria que tá ali, que me indicou, ela não vai ficar satisfeita, né? E não me convida, aliás, ela já convidou, não pode desconvidar para abril, né? Eh, o aqui o A aulos, o espírito aulos falou assim: "O tempo utilizado, o tempo que nós utilizamos, quantas vezes nós não damos atenção para esse nosso tempo e o tempo passa e eu não faço nada, mas ele tá falando de um tempo útil, um tempo que eu fiz. O tempo utilizado a benefício do próximo é bênção que entesouramos em nosso próprio favor para sempre." Aí a gente já gostou porque a gente vai ganhar, a gente quer sempre ganhar alguma coisa, né? Mas então o tempo utilizado em benefício do outro, ele é bênção que o quê? Que eu vou guardar numa poupança espiritual, que eu acho que é isso que nós viemos fazer. Nós viemos aqui para fazer uma poupança. Vamos voltar mais rico ou menos rico ou pobre. Eu acho que ninguém volta pobre, volta pelo menos com um fundozinho de poupança, né? eh em nosso próprio favor para sempre, porque tudo que nós fizermos em função do querer bem, do amor, a gente tá entesourando. Isso não some. Pode até ser que eu hoje desenvol tenho e futuramente por uma coisa, um acidente ou uma ou uma ou uma discórdia, eu venha não ter tanto quanto eu tinha por aquela pessoa ou a decepção. Apesar que amor não acaba, né? Amor, se eu amo, eu amo para sempre. Não tem jeito de você apagar o amor. Eu lembro, eu vejo muito, eu tô falando até de mim. Quando a gente fica inviúva, eu não sei se tem algum viúvo aqui, mas tem eu, né? Entendeu? Então, o que que acontece? Tem uns 36 anos, eu tinha 38 anos quando meu marido desencarnou. E eu lembro muito do filme O Gost que nós vimos juntos no final, não sei quem viu o Gost, né? No final ele falou assim: "Iteressante que o grande amor nós levamos conosco, né? E o grande amor fica com a gente também. Fica com a gente. É, se você ama uma vez, aquele amor continua, não importa.
No final ele falou assim: "Iteressante que o grande amor nós levamos conosco, né? E o grande amor fica com a gente também. Fica com a gente. É, se você ama uma vez, aquele amor continua, não importa. Mesmo que possa aparecer uma outra pessoa na sua vida e que você desenvolve, porque o amor a gente desenvolve. O amor é uma árvore que você aduba, que ele dá galho, ele dá flor, ele dá fruto e cada vez que você ama, você ama mais o outro, entendeu? Então eu achei muito interessante que o amor não morre. E aqui o o o espírito Eliel, né? Eu sempre faço desse livro Rodrigo, hoje é Liel, mudou de espírito, né? Ele fala muito do amor daquele que assume compromisso com o serviço do bem. Eu fiz uma uma uma um material bem grande do amor daquele do daquele companheiro, daquela companheira, daquele que está ao meu lado, daquele que eu escolhi. Mas o livro ele tá mostrando desde amor no serviço do bem, no compromisso do serviço do bem. Mas tudo é serviço do bem. Quando eu me me disponho a estar com alguém, é um serviço. Nós vamos trabalhar juntos por uma melhora. Não é só o trabalho é de do ganha pão de todos os dias. Não é só o trabalho voluntário com a comunhão aqui que a gente faz, né? Não é só o trabalho lá no lá no na creche, lá no asilo, lá em qualquer outra coisa ou eu assumi uma família que eu tô lá trabalhando com eles. Não é o trabalho eh eh de caridade, não é todo trabalho. Todo trabalho tem que ser um trabalho do bem dentro da nossa casa, eu não sei, eu tô com renite, viu, gente? Desculpa. Eu não sei quantas pessoas tem na casa de vocês, mas quando meus filhos eram solteiros, nós éramos, ficamos só quatro, né? Era cinco, mas o outro ficou, o outro não saiu nunca da família, né? Porque quando a gente ama, ele não sai da nossa vida, mesmo que ele esteja em um outro plano, né? Então esse esses da família a gente tem que falar: "Olha, nós estamos em família, é uma sociedade. Se é uma sociedade é um compromisso de serviço, viemos juntos para trabalharmos". Às vezes trabalhar, lavar vasilha,
s da família a gente tem que falar: "Olha, nós estamos em família, é uma sociedade. Se é uma sociedade é um compromisso de serviço, viemos juntos para trabalharmos". Às vezes trabalhar, lavar vasilha, arrumar casa, é, às vezes é trabalhar é entendendo o outro que o outro tá mais fragilizado, que o outro tem menos condições, talvez de fazer, de tocar sua vida. É, de alguma forma cada um vai se ver dentro da sua família. Todo esse compromisso desse serviço que eu falei no programação eh [limpando a garganta] reencarnatória, eu falei: "Não, pode deixar que eu vou na família e vou fazer o que for necessário". Agora mesmo eu estou indo para uma cidade aqui vizinha resolvendo um problema que é um serviço mais familiar também. Uniu as duas coisas, né? Então esse compromisso serviço do bem coloca-se, ele fala pra gente colocar em alerta. Eu achei interessante isso, pois é necessário a gente concretizar o compromisso, colocar. Eu entendi que o Eliel tá falando aqui para mim, eu tenho que ficar em estado de alerta, porque a gente se perde tão fácil quando a gente assume um compromisso e depois fala: "Não, acho que eu não queria bem isto, não acho que, né, a gente conquista igual o pequeno príncipe. Príncipe, tudo se torna eternamente responsável por aquilo que cativa. a gente está com ele no serviço, a gente procurou fazer o melhor ali, conquistou todo mundo, ajeitou e depois qualquer coisa a gente dá as costas. Então a gente precisa de honrar, vamos dizer honrar, concretizar esse compromisso nosso de estar no bem, de fazer o bem, fazer o serviço com o bem. Então ele fez essa colocação. Então quando nós tivermos assim a beira do falar: "Ah, não, não vou, não vou continuar, essa pessoa é muito difícil, né? E ontem eu atendi alguém que falou: "Cur do céu, eu tô passando por um problema muito grande lá no meu serviço porque olha, tá complicado isso, isso, isso". Falou. Aí eu falei: "Nossa, vamos botar todo mundo para tratamento". Mas eu falei: "E se for 50 pessoas, né? Todo mundo eu ponho para tratamento aqui na
o porque olha, tá complicado isso, isso, isso". Falou. Aí eu falei: "Nossa, vamos botar todo mundo para tratamento". Mas eu falei: "E se for 50 pessoas, né? Todo mundo eu ponho para tratamento aqui na comunhão e dá certo". Ele nem sabe que tá em tratamento, mas a pessoa tá fazendo tratamento, então ela vai mentalizar. El falou: "Não, são 20, mas que tem problema com cinco?" Eu falei: "Pois então, eu lembrei da lição, então vamos fazer um serviço do bem, vamos fazer um serviço de amor. Me passa só o primeiro nome." Aí a Fotá, botamos todos para fazer tratamento no dia dela, porque quem reclama, quem pediu ajuda foi ela. Então é ela que vai receber toda a energia e passar para eles. A espiritualidade usa o você para passar para você. Então esse é um trabalho, um serviço do bem, tá vendo? É um serviço de amor que nós podemos, tá com vizinho difícil, vem aqui, bota o nomezinho dele ali, ó, né? Faz um tratamento por você, mas pensando nele, esse é um trabalho de amor. Esse é um compromisso de amor. Ele é difícil, é, mas com o tempo você vai ver que ele vai mudando. Não é você que muda, porque você que pediu, né? Então ele ele falou também, o Eliel, que nós precisamos eh intensificarmos a preparação e a prontidão para o trabalho. Preparar e suspender, né? Fala, arregaçar as mangas, né? E ir ao trabalho, quer dizer, eu preparo e eu tô pronta para esse trabalho, né? E ele deu quatro coisinhas, parece. É quatro itenzinho. Primeira vigilância. Vigilância é a atitude primeira que eu tenho que ter, porque se eu não vou acho que até que a gente tem que vigiar a gente, porque a gente desiste fácil, né? Fácil, fácil, fácil. É, basta surgir alguma coisa ou a gente troca por outra. Vigilância é atitude primeira. Por quê? Porque a gente tem um assédio de de pensamentos que nos tira do objetivo principal que eu determinei de fazer aquele bem, de estar naquele bem, tá? Preparei, tô pronta, mas esqueci de vigiar. Esqueci de vigiar. Então, se a gente for seguir o evangelho, é mais ou menos assim, o evangelho. Eu tô
rminei de fazer aquele bem, de estar naquele bem, tá? Preparei, tô pronta, mas esqueci de vigiar. Esqueci de vigiar. Então, se a gente for seguir o evangelho, é mais ou menos assim, o evangelho. Eu tô completando um pouquinho do evangelho de Jesus. prepotência, né? Ele disse que a gente tem que orar e vigiar. Vigia, ora, né? Mas e se eu só orar e não vigiar, né? Eu preparo, tô pronta, né? Eu quero, mas eu esqueci de vigiar, de me vigiar. E aí eu começo a fazer tudo pelas metades. Por quê? Porque eu vou deixando, porque surge outra coisa. É assim na nossa vida. Aí a gente eh cita um exemplo bem pobre, bem pobre mesmo na nossa casa. Você começa, vou arrumar essas gaveta, alguém fala, ô fulano, não sei quem. Ah, tá. Tu fecha, passa pra outra. De repente você tem cinco coisas que você não fez. Por quê? Porque você não vigiou. Você preparou para fazer. Você teve a prontidão, mas você não te vigiou. qualquer outra coisa te chama atenção. Às vezes alguém tem fal, vem aqui para você ver aquilo na televisão que você queria, que tava querendo, aquele aquele programa, aquele lugar. Então nós temos que ter muito, muito, porque ele fala que é o assédio ao trabalho, né? Esse assédio intensifica tanto pro bem como para pra gente não fazer. Não fala, não fale que é o mal pra gente nós nos distrairmos, né? Então esse vig vigilância ele vai nos transformando moralmente, né? E o planeta precisa de pessoas que t mais ação e mais atitude. Nós temos muita vontade, mas nós temos pouca ação e pouca atividade. A gente precisa, aliás, ora ação, orar com ação, senão não vai resolver. Eu oro, oro, peço, peço e depois pronto. Pedi, mas não aconteceu nada. Claro, não aconteceu porque você não fez, né? A gente quando a gente pede, a gente tem que arregaçar as mangas. E acho que ele aquele querer, aquele amor mesmo, né? Agora eu posso passar pro outro, né? A segunda atitude necessária para esse processo que é essencial é o estudo. Tudo isso, se eu me preparo, se eu tenho prontidão, se eu tô vigilante,
amor mesmo, né? Agora eu posso passar pro outro, né? A segunda atitude necessária para esse processo que é essencial é o estudo. Tudo isso, se eu me preparo, se eu tenho prontidão, se eu tô vigilante, eu preciso de algo que me dê capacidade, que seria o estudo. Sem eu estudar aqui, eu ia chegar, eu podia falar alguma coisinha, mas não era aquilo que a pessoa que me chamou quer, me deu a a responsabilidade. Nós temos que ter o estudo. E o estudo que é? Ah, eu ir para matricular na faculdade. É, você vai adquirir um estudo, né, e intelectual, não é o estudo. É o estudo através do evangelho, né? É aquele estudo que eu vou me aprender antes de qualquer coisa, antes de agir, eu tenho que pensar. É bom. Eu vejo muitas três peneiras, né? Não vou contar por causa do nosso tempo. É bom para mim? É muito bom. É bom pra senhora? É bom. É bom para todos nós aqui? Não. Então não é bom para ninguém. Só é bom. Só é bom se for para todo mundo. E o evangelho nos ensina, sabe porque ele nos ensina não ser egoísta? É só isso. Ele não ensinou. Não seja egoísta. Tem um capítulo lá do egoísmo. Eu não sei qual é não, mas tem. Vão, vão lá que vocês acham, né? Então esta, esse estudo é o segunda atitude necessária. Para eu fazer tudo, eu tenho que saber se é bom para todo mundo. E nós hoje o que que nós fazemos? Vamos supor que fala: "Olha, o óleo, o óleo de cozinha está em falta. Qualquer marca, eu não vou falar, né? Mas pode ser de soja, de amendoim, de girassol, tá em falta. E nós estamos passando por uma crise. O que que uma minoria faz? Vai nos mercados e compra tudo. E não deixa a gente, deixa muitas pessoas sem óleo. É uma atitude egoísta. É egoísta. Porque ele num tempo de 2 meses ele vai usar 5 litros só. Por que que ele compra 30? Aí depois ele fica com 30. Tudo bem se doar aqui pra comunhão, né, pra cesta básica, a gente aceita. Mas e os outros? A gente já viveu isso, não viveu? Eu já vivi isso com leite ninho. Quando meus filhos tomava leite ninho, teve uma crise e todo mundo comprou os leite ninho. Foi
sica, a gente aceita. Mas e os outros? A gente já viveu isso, não viveu? Eu já vivi isso com leite ninho. Quando meus filhos tomava leite ninho, teve uma crise e todo mundo comprou os leite ninho. Foi ótimo que aí eles pararam de tomar leite. Eu tirei o leite deles, né? Já eram maiorzinhos, não precisa, né? E passamos para dar outra coisa, né? Mas teve isso e depois veio a água mineral, veio o óleo, sempre tem alguma coisa. Esse é o segundo. Então nós temos que estudar. A gente vai chegar no último, viu? A terceira tarefa surge o trabalho íntimo no autoaprimoramento. Agora chegou só na gente também. Eu tenho que me aprimorar, eu tenho que me conhecer, eu tenho primeiro eu tenho que me aceitar, né? Eu tenho que me aceitar, eu aceito todo mundo, mas eu não. Ah, tá vendo como que eu sou? Ó, o cabelo tinha que ser mais anelado, eu tinha que ser mais alta, eu tinha que ser mais magra, eu ser mais gorda, eu podia saber mais. Nossa, eu vi fulano falando na palestra, eu queria tanto ser igual ela. Tem gente que quer ser igual Chico Xavier. Olha que coisa mais engraçada, né? Eu não queria ter a vida do Chico Xavier, mas eu queria ter a mediunidade do Chico Xavier. Ninguém queria sofrer aquelas dores, ter aquela família, não. Mas eu queria ter a mediunidade dele, porque a gente só quer a parte boa. E quem diz que mediunidade é a parte boa que não dá trabalho? da trabalho, dá dor de cabeça. Você tem eh tem um o seu corpo modifica para o trabalho espiritual. Então, o autoaprimoramento, eu tenho que me acolher do jeito que eu sou, eu tenho que me conhecer. Aí eu vou fazer a transformação, que é uma transformação de consciência, né? É essa que precisa. Esse servidor que somos nós tem que desenvolver essa essa atitudes e às vezes a meditação, né, diária, a autoanálise, a revisão dos compromissos íntimos. Eu penso, por que que eu vim? Eu nasci, né, naquela família, foi uma família tão boa, um pai tão tranquilo, uma mãe tão tranquila, não tivemos problemas assim maiores. Hoje tá falando com a Valéria, né? Eu tô
, por que que eu vim? Eu nasci, né, naquela família, foi uma família tão boa, um pai tão tranquilo, uma mãe tão tranquila, não tivemos problemas assim maiores. Hoje tá falando com a Valéria, né? Eu tô indo lá para poder se ajeitar alguma coisa enquanto ninguém tá sabendo, porque ninguém ofende ninguém, ninguém fala nada, nada, nada. Ó, você cortou o cabelo, não ficou bem, podia ter deixado cumprido. Ninguém, todo mundo tem um respeito assim tão absoluto, né? Mas eu preciso, né? Eu preciso de me conhecer para fazer tudo isso. Eu preciso de me respeitar para que eu possa respeitar aquele que tá mais próximo. Respeitando que tá mais próximo, eu respeito o que tá mais longe. Esse é um compromisso de amor, amigos. É um compromisso de amor, não é de outra coisa. E o último que nós estamos em cima, continuando, o Eliel fala, continuando os nossos passos em prol desse processo evolutivo nosso, que hoje nós demos uma caminhada boa, né? Uma caminhada boa. Surge a necessidade de trabalhar em favor do próximo. Agora nós chegamos o próximo, viu o que a gente falou? Não falamos o próximo mesmo. A gente tá falando sempre do outro, agora é o próximo. O que que ele falou? trabalhar este que não se circunscreve as atividades. Não, aqui falou da casa espírita, não trabalhar o próximo. Eu só vou trabalhar bem para o próximo se eu trabalhar bem para mim. Se eu trabalhar, nós temos uma formação em atendimento fraterno na casa, né, Valéria? Já é o nono ano que eu tô à frente dessa formação. E é muito interessante porque a gente faz uma formação, como atender o próximo na casa espírita. Eu acolho, eu consolo e eu esclareço se for necessário. Esclarecimento é aqui, não é lá. Só se for necessário. Por quê? Porque nós atendemos evangélico católico, quem não acredita em Deus. Como que eu vou falar da doutrina para essas pessoas? Mas para eu fazer isso, eu primeiro eu tenho que aprender quem eu sou, ver minhas qualidades. E com essa formação eu vou vendo também meus defeitos, minhas indignações. Não, não acredito. Ser
pessoas? Mas para eu fazer isso, eu primeiro eu tenho que aprender quem eu sou, ver minhas qualidades. E com essa formação eu vou vendo também meus defeitos, minhas indignações. Não, não acredito. Ser fazer eu não acredito em Deus. Já pensou se fala isso pra gente? A primeira vez que eu vi alguém no hospital de apoio, que eu fiquei lá 18 anos com os terminais de câncer, a gente falava: "Olha, nós viemos aqui para fazer uma oração, porque prece tem uma diferençazinha, né? Uma hora a gente fala sobre isto, mas eh a gente fala oração que atinge todo mundo. Não, não, não quero oração, não, não tô precisando." Gente, tá no último minuto dele naqu nesse planeta, né? nessa terra e ele não quer. Aquilo me tocava profundamente até que eu aprendi que é um problema dele, não é meu, entendeu? Então eu tava trabalhando contra ele, eu tava sendo voluntária contra ele, porque ele tem todo o direito de querer ou não querer, mas eu posso com o esse compromisso de amor que eu assumi, de estar no hospital, entender esse esse momento. Então o próximo, às vezes a gente quer que o próximo faça aquilo que eu quero. Eu te ajudo, mas isso, ó. Tô te ajudando. Ou você tá comprando cachaça com o dinheiro que eu tô te dando? dinheiro, ele faz o que ele quer. A gente fica meio indignado. Então, se a gente não quer, a gente compra alguma coisa de comer, ele vai vender, ele vai vender aquilo para comprar aquilo que ele precisa, que já tem uma doença já instalada que é do alcoolismo, né? Então, nós queremos ajudar aquele, fazer bem ao próximo, né? está trabalhar em favor dele, desde que ele faça do jeito que eu quero. E geralmente a gente faz isso, né? A gente vai no asilo e aí a gente faz uma crítica em função daquele que tá lá. Acho que não precisava bem de estar aqui. A família que não dá apoio, vai no orfanato também. A gente, o menino é rebelde, briga, chuta a perna da gente, a gente reclama. Quer dizer, e a gente tá lá para fazer para um compromisso de amor. Então, a gente precisa, a gente
vai no orfanato também. A gente, o menino é rebelde, briga, chuta a perna da gente, a gente reclama. Quer dizer, e a gente tá lá para fazer para um compromisso de amor. Então, a gente precisa, a gente chegou ao final, falar do amor entre os as os companheiros fica para depois, né, Valéria? Às vezes pode ser que hoje na nossa vida surja uma situação que a gente precisa de trabalhar esse compromisso de amor, porque é nosso. O que é nosso ninguém vai fazer por nós. Isso me pega assim meio preocupada. Podia terceirizar, né? E a gente terceiriza. A gente terceiriza. Eu e eu lembro terceirizando, só para encerrar mesmo, uma vez eu falei pra minha mãe: "Ah, ora pelo meu filho, minha filha do meio passou no vestibular antes." Eu falei: "Nossa, se ele vai ficar preocupado, ele ele nem tava preocupado, eu que estava preocupado. Olha aí." E pedi, ela falou assim: "Por que que você não ora, seu filho é seu? Por que que você tá pedindo para mim? Pede também pro seu filho orar." Quer dizer, e eu não não esqueço mais. A gente é assim, fulano, olha para mim, pede Nossa Senhora, pede que santo que for, pede e Bezerra de Menez, Euripes, Barçanufo, ué, pede você, vai mais direto, entendeu? Então, se você não quer, pede pro seu anjo da guarda pedir para para Jesus e Jesus pedir para Maria, porque nenhum nenhuma mãe nega um pedido do filho. Isso eu aprendi com a pessoa espírita. Muito interessante, sabe? Então, não vamos ter nosso compromisso de amor. Não vamos terceirizar aquele que tá sobre o nosso caminho, que é aquele que eu preciso de estar com ele naquele amor que eu tenho, porque eu fui criada. amor pel um amor maior que é do pai. Depois veio meus pais que criaram amor do jeito que eles sabem, né? A gente tem que colocar dessa forma, não vamos ter que o outro ame aquele que é responsabilidade minha, né? Então, com isso, a gente termina com esse compromisso de amor, que eu acho que é muito bom, né? e sempre estar atenta no nosso caminhar, onde é que exige, não, onde é que tá me chamando para esse
né? Então, com isso, a gente termina com esse compromisso de amor, que eu acho que é muito bom, né? e sempre estar atenta no nosso caminhar, onde é que exige, não, onde é que tá me chamando para esse compromisso? Não vamos esquecer disso. Todos os dias é dias de rever o que, qual o meu compromisso de amor hoje? Ah, lá no meu serviço. Ah, esse problema, esse problema não tem problema. Eu vou chegar lá antes de entrar, eu vou fazer a prece e vou devagarzinho, destilando. Sabe quando você pulveriza com aquele cheirinho gostosinho? a casa devagarzinho, um pouquinho, porque em volta de você forma uma energia amorosa muito grande que o outro não tem como não sentir aquele perfume, tá certo? Um abraço, um beijo no coração de cada um de vocês e vocês que nos assistem também, o beijo chega até vocês e um bom dia para todos nós. Um bom dia amoroso. Obrigada, Rutia. É minha chefinha. Viram por quê? Eu vou sugerir que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir a força desse amor, desse consolo, desse abraço que veio em forma de palavras, onde nós também nos comprometemos com o amor imenso de Jesus. Vamos agradecer a Bezerde Menezes que nos auxilia a cumprirmos com esse compromisso. E vamos agradecer a dona Ivone da Maral Pereira, que demonstrou com muita serenidade, com muita paz, que é possível refazermos os passos e construirmos em nós o reino de amor. Muito obrigado, Senhor, pela oportunidade, pelas palavras e por nos trazer tanto consolo e conforto. Que assim seja, meus amigos. Me permitam, antes de vocês irem para o passe que a nossa querida Denise vai convidá-los, só dar alguns recadinhos, tem o passe virtual também. Eh, nós temos o atendimento fraterno. A Rute até falou algumas vezes, né, na casa todos os dias da semana. De segunda a quinta é de 8:30, aliás, de segunda a sexta é de 8:30 a 10:30. Aí na de terça a quinta de tarde é de 15:30 às 21, mas sexta tem uma colher de chá. A colher de chá começa às 13:30 e vai até às 21. Temos no sábado também pela manhã às 10 da manhã até às 11:30 e à
. Aí na de terça a quinta de tarde é de 15:30 às 21, mas sexta tem uma colher de chá. A colher de chá começa às 13:30 e vai até às 21. Temos no sábado também pela manhã às 10 da manhã até às 11:30 e à tarde 15:30 até às 19:30. E no domingo também temos o plantão aqui de 17:30 a 19:30. Mas se porventura você não mora aqui ou se está com dificuldade de se locomover ou não quer vir, também temos o virtual. É só mandar entrar no site da comunhão ou mandar um e-mail que é comunhão e@comunhãoespíritatudojo.org.br. br. E de vez em quando eu falo para vocês, né, de vez em sempre, que todas as quintas-feiras eu falo que nós temos uns grupos especiais aqui na casa que basta chegar, basta ir. Temos o grupo Acolher, que vai nos auxiliar na questão da ansiedade, quinta e sexta, das 19 até às 21 horas, mais ou menos 19, 20:30 >> 20:30, ó, já me corrigiu, tá vendo? E aí, eu que sou chefinha, hein? Eh, às 20:30, então, quinta e sexta, esse grupo ele nos acolhe no coração. É só chegar na sala 13. O grupo viver é um grupo que foi criado para acolher aqueles que estão em sofrimento profundo, pensando em desistir de si próprio ou que tiveram alguém no seu que amam que desistiu de si ou que tá pensando em desistir de si. Esse grupo auxilia se chama grupo viver e ele está nas quartas-feiras às 19 horas na sala 14. E temos o grupo de dependência química, que de vez em quando a gente escorrega ou temos algum amigo que escorregou ou algum parente que escorregou e ele auxilia não só quem escorregou, mas quem viu ou vive com quem escorregou. >> É, tá doente, ó. Tá vendo? É de segunda, é segunda e quarta às 19 horas na sala 13. E agora, gente, o passe é uma energia de amor. Então, a Denise muito linda, vai chamar e eu vou pedir a vocês a compreensão e o carinho de permitirem que aqueles que tm que voltar correndo para o trabalho sejam os primeiros a irem tomar o passe. sequência, aqueles como eu, que estão mais antigos aqui, vieram primeiro para essa encarnação e depois aqueles que nos seguiram de
tar correndo para o trabalho sejam os primeiros a irem tomar o passe. sequência, aqueles como eu, que estão mais antigos aqui, vieram primeiro para essa encarnação e depois aqueles que nos seguiram de exemplo, né, que seguiram o nosso exemplo e vieram depois, são jovenzinhos. Então, é só acompanhar a nossa querida Denise. Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra,
o for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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