Como SUPERAR a SOLIDÃO e encontrar CONEXÃO REAL? - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/05/2025 (há 10 meses) 55:41 1,179 visualizações

Explore a fundo a SOLIDÃO: sua verdadeira causa não é a falta de pessoas, mas uma profunda DESCONEXÃO CONSIGO MESMO. Hammed e outros autores apontam a raiz no AUTODESPREZO, na busca por perfeição e em um "eu" idealizado. Entenda por que esse sentimento atinge mesmo quem está rodeado de gente. Descubra como SUPERAR A SOLIDÃO. O caminho é cultivar o AMOR PRÓPRIO e a autoaceitação para curar a DESCONEXÃO interna. Encontre CONEXÃO REAL e PAZ, transformando ANGÚSTIA e VAZIO. A AUTOACOMPANHIA é vital para esse processo. 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que há amigos, uma boa noite a todos, tarde noite, né? Vamos nos preparar para o nosso trabalho de hoje, a nossa reflexão. E nós contamos hoje com a ajuda da Cristiane, que abriu uma página que é o acaso. Eu também não li ainda o que que é que tá nessa página, mas com certeza algo que todos nós precisamos ouvir hoje é do livro Gotas de Esperança de Lorival Lopes. E ele nos diz assim: "Se alguém não o cumprimenta, pense: viu se o viu, ele está distraído. Se virou o rosto, ele está com problemas. Se o tratou secamente, ele está infeliz. Se o tratou formalmente, ele deve ter suas razões. Se o ofendeu, ele está doente. A todos indistintamente deseje. Deus lhe dê a paz. Meus amigos, vamos então unir os nossos pensamentos, a as nossas melhores vibrações. Vamos procurar nesse instante fechar os olhos para que nós possamos entrar em sintonia com o mais alto, os nossos protetores, os mentores dessa casa com o nosso mestre Jesus. Obrigado, Senhor, por esse momento em que a nossa alma busca fortalecimento, busca equilíbrio, busca entendimento. nos abençoa, Senhor, nessa jornada a que nos propusemos de melhoria íntima, nos auxilia para que possamos extrair de cada momento da nossa vida lições preciosas para o nosso crescimento, para a construção da nossa felicidade. Abençoa esses instantes nossos, nos envolvendo, mestre Jesus, no teu abraço de luz. a fim de que o nosso coração tocado pela tua amorosidade possa também responder se abrindo em vibrações de confiança, de esperança e que possamos sentir toda a tua proteção. Mestre Jesus, nós te pedimos a permissão e a proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus. Olha, combinou, viu, Cristiane? Combinou com o nosso tema de hoje,

ntir toda a tua proteção. Mestre Jesus, nós te pedimos a permissão e a proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus. Olha, combinou, viu, Cristiane? Combinou com o nosso tema de hoje, porque essa mensagem aqui que foi lida fala do quanto a gente se chateia, né? Quando alguém não corresponde ao nosso cumprimento, quem gosta, né? a gente fala assim: "Bom dia, todo feliz, o outro vira a cara" ou responde secamente e isso vai fazendo com que a gente vá se acanhando, às vezes se isolando, às vezes a gente vai e me reclamo, né? De alguma maneira do outro, enfim, aquela situação que não foi gerada por nós acaba nos afetando e nos incomodando e acaba nos machucando de alguma forma. Essa mensagenzinha que foi lida, eu falo inha, não para desmerecer, mas porque ela é pequenininha mesmo. Ela é interessante porque ela é assim o pedacinho de areia que vai se avolumando, avolumando. E se a gente juntar aquele tanto de grãozinho de areia, a gente vai formar um monte. E esse monte tem a ver com a rejeição, tem a ver com o nosso medo de ter contato com outra e nos coloca muitas vezes experimentando um sentimento que a gente não gosta, que é muito ruim, que é o sentimento de solidão. Então, meus amigos, a nossa ideia de hoje é refletir sobre a solidão. Nós vamos pedir a ajuda nossa querida mentora Joana de Ângeles, também do nosso querido mentor Ramed e também do Renato Russo para que a gente possa entender o que que é solidão. Renato Russo como um grande poeta tinha e tem, né, do outro lado, com certeza a gente não perde nada do que a gente conquista, ao contrário, a gente vai só os nossos valores, né? Então, com certeza, por isso eu digo, ele tem a grande sensibilidade para perceber e traduzir em palavras aquilo que vai no fundo da nossa alma, da nossa alma humana. E a solidão é um desses sentimentos. E ele dizia na música esperando por mim, uma música linda, lá pelas tantas, no início da música, ele diz: "Digam o que disserem: "O mal do século é a solidão. Cada um de

lidão é um desses sentimentos. E ele dizia na música esperando por mim, uma música linda, lá pelas tantas, no início da música, ele diz: "Digam o que disserem: "O mal do século é a solidão. Cada um de nós imerso em sua própria arrogância, esperando um pouquinho de afeição. E essa sensibilidade do Renato Russo vem falar da situação em que às vezes nós nos colocamos. A gente tá ali encolhido no nosso canto, escondido, como ele diz aqui, mesters em sua própria arrogância. Não, eu não vou fazer nenhum movimento. É a nossa arrogância que às vezes nos congela, esperando um pouquinho de atenção, aliás, de afeição. Afeição é o que ele diz. A gente quer que o outro goste da gente, mas muitas vezes a gente diante de um cumprimento que não foi como a gente esperava, a gente falou: "Bom dia" e o outro respondeu seco, olhou para baixo. A gente já se sente assim, já vai se se recolher na nossa arrogância, que muitas vezes, ou talvez a maioria das vezes, é uma defesa. Olha, eu tô aqui, não me machuca, não, não vou falar também. E a gente vai empar, né? É a nossa arrogância. Mas o que a gente quer? O que que a gente espera? Um pouquinho de afeição. Porque a afeição é para nós um alimento da alma. Nós, seres humanos, nós precisamos do afeto. Nós vivemos pelo afeto. Tanto que se a gente pegar um bebezinho, tem uma psicanalista que relata isso num livro muito interessante, a Elizabeth Doutor, ela conta de um bebezinho na França, né, no século passado, na década de 50, se eu não me engano, que a mãe estava muito doente e o bebezinho recém-nascido se recusava a se alimentar. Os médicos olhavam, mas ele não tem nada, tá tudo funcionando. Anorexia em bebê, será que tem isso? Como é que isso? Tava tudo funcionando, o aparelho digestivo, respiratório, tudo ali perfeitinho. O neném não queria comida. E aí essa psicanalista tem uma ideia que eu acho que só pode ter sido, claro, fruto de estudo, né, do esforço pessoal, mas tem também com certeza um tanto de inspiração divina, porque ela liga para

a. E aí essa psicanalista tem uma ideia que eu acho que só pode ter sido, claro, fruto de estudo, né, do esforço pessoal, mas tem também com certeza um tanto de inspiração divina, porque ela liga para o pai da criança, entra em contato e fala: "Olha, a mãe tava no hospital doente". E aí ela conversa com o pai do nenenzinho e fala assim: "Olha, faz o seguinte, tem alguma roupa da sua mulher aí na casa, mas uma roupa que não esteja lavada, uma roupa usada. Você vai levar essa roupa lá pro hospital onde o bebezinho tá e vai enrolar o pescoço dele nessa roupa de maneira que ele sinta o cheiro da mãe. E aí feita essa essa manobra, o bebezinho então começa a aceitar o alimento. Aquele cheiro lembrava o carinho materno, do qual ele não tinha nem tanta lembrança porque era recém-nascido, mas algo que ele recebia lá dentro da barriga da mãe. seja a nossa necessidade de afeição, de cuidado, de amor. Então, a solidão, ela é para nós algo que é muito doído. É interessante a gente perceber como nos dias de hoje, 2025, né, nós estamos, nós nunca tivemos tanta gente no planeta. A gente tá no auge da nossa lotação, né? Pode até ser que aumente ainda mais, mas nós nunca fomos tantos no planeta. Nós nunca tivemos tanta facilidade de alcançar o outro. Telefone, WhatsApp, todas as mídias sociais, toda a tecnologia. É tão fácil. Se a gente quiser falar com alguém que tá lá no Japão agora, a gente fala sem problema nenhum. Então, nunca foi tão fácil atingir o outro. E mesmo assim nós nos sentimos cada vez mais solitários. E as casas religiosas, os consultórios de de psicanálise, de psicologia são lotados de pessoas reclamando dessa dor, dessa angústia da solidão. E a gente se pergunta, mas como se tem mais gente, por is se se é mais fácil a gente chegar até o outro, por que que a gente tá tão sozinho hoje em dia? Isso nos leva a refletir sobre as raízes profundas da solidão. Então, solidão não é falta de gente. E é interessante porque esse sentimento tanto pode nos alcançar se a gente

tão sozinho hoje em dia? Isso nos leva a refletir sobre as raízes profundas da solidão. Então, solidão não é falta de gente. E é interessante porque esse sentimento tanto pode nos alcançar se a gente estiver isolado das pessoas como se a gente estiver no meio da multidão. Quem de nós não experimentou em algum momento está rodeado de pessoas e sentindo imensa solidão. a dois às vezes no relacionamento e se sentir tão sozinho, tão pouco visto pelo outro. Esta desconexão que a gente entende que seja com outro de início é o que causa a solidão, essa tristeza absurda, essa angústia, essa coisa que oprime. E nós vamos nos isolando, como diz Renato Russo, imersos na nossa própria arrogância, esperando um pouquinho de afeição. Interessante que nós sabemos que nós, seres humanos, a gente tem o que se chama de natureza gregária. A gente quer se agregar, a gente quer se agrupar. E Joana de Angeles vai dizer para nós no livro Vida, Desafio, Vida, Desafios e Soluções, é um livro da série psicológica dela. Ela vai nos dizer de uma nutrição muito específica que nós necessitamos. A gente pensa nutrição, bom, é comida, água, né? Basicamente é isso. Talvez luz do sol, né? Também precisamos. A gente não é planta, mas também precisa. Que mais que a gente precisa? E Joana de Ângeles vai nos dizer que nós, seres humanos, como nós temos essa natureza agregada de nos agrupar, a gente se nutre das vibrações do outro. Então, a gente tá falando de uma energia que o outro emana e que eu capto e que preciso dessa energia para me nutrir, para me alimentar, da vibração e da presença do outro igual de um outro ser humano que vai nos estimular a avançar. Então, nós precisamos uns dos outros porque, por incrível que pareça, todos nós no nosso nível de evolução somos mestres uns dos outros. E às vezes a gente é um mestre bem dificilzinho, né, que dá problema, mas a gente tá ensinando alguma coisa para alguém, assim como aquele que nos dá problema também tá de alguma maneira nos ensinando alguma coisa. Então esse

estre bem dificilzinho, né, que dá problema, mas a gente tá ensinando alguma coisa para alguém, assim como aquele que nos dá problema também tá de alguma maneira nos ensinando alguma coisa. Então esse contato é necessário para que a gente possa avançar. Por isso, quando nós não conseguimos estabelecer esse contato, a gente sente essa espécie de vazio, essa espécie de tristeza, de angústia, que é a solidão. E Joana de Angeles vai nos falar sobre os relacionamentos sociais, o quanto que eles são importantes, porque são eles, é no contato com o outro que eu vou desenvolver valores em mim que estão adormecidos lá no meu meu íntimo. E esses valores adormecidos, ela fala nos refolhos do inconsciente, estão lá guardados na nossa natureza divina, tá lá em semente, em germe ainda. Então, esses valores eles estão adormecidos e através do contato com o outro eles são estimulados e eles começam a se desenvolver. Eles começam então a se exteriorizar, a ganhar corpo. A gente começa a perceber. E é interessante que a gente olha algumas situações que a gente passa, eu convido vocês a fazer esse exercício. Uma situação grave no passado. Todo mundo teve um problema, uma dificuldade, uma contrariedade qualquer. Aqueles momentos em que a gente achou, eu não vou dar conta, não dá. Meu Deus, erraram de prova, viu? Não era para mim não. E a gente fala, eu não vou dar conta. Quando o tempo passa e a gente supera aquela situação, a gente olha para trás e fala: "Mas como é que eu consegui? Eu achava que eu não tinha o que precisava dentro de mim para fazer frente à aquele desafio. Mas a gente passou, então de alguma maneira nós fizemos frente ao desafio. São esses valores adormecidos que na hora da necessidade eles aparecem. E assim nós vamos nos desenvolvendo. Interessante que esse contato que ele é necessário é com indivíduos da mesma espécie. Isso me fez lembrar uma tendência nossa. Nós temos assim os nossos animais, né, ao nosso redor. E é muito lindo que a gente vá aprendendo a desenvolver e a cultivar

é com indivíduos da mesma espécie. Isso me fez lembrar uma tendência nossa. Nós temos assim os nossos animais, né, ao nosso redor. E é muito lindo que a gente vá aprendendo a desenvolver e a cultivar o respeito e o amor pelas outras espécies que são criaturas de Deus. Mas o problema está quando, em razão de um sofrimento, eu me recolho naquela arrogância disfarçada de às vezes até de humildade para me proteger, para não sofrer. E eu transformo o animal no meu objeto de interação como se fosse um outro ser humano. Eu não tô dizendo aqui que a gente não deva amar os animais, quanto que eles são importantes na nossa vida. Eu mesmo tenho, tive, né? Já faleceram os dois cachorrões. Ia falar cachorrinhos eram enormes. Os dois ano passado ficaram só os três gatos. Mas enfim, eh eles não substituício que a gente tem na interação com o outro. É importante que o nosso amor pelos animais não nos faça confundir as coisas. Tem gente que fala assim: "Ah, o negócio, meu negócio é com bicho mesmo, que ser humano trai, né? Ser humano é complicado e o bichinho nele é tão fiel, tão amoroso, a gente vê um cachorro, né? A gente deixa ele lá e às vezes não deu nem bola para ele, não tava nem ligando. Quando a gente volta abalando o rabinho, aquela alegria, ah, meu Deus, quem que não se sente a pessoa mais querida do mundo quando encontra com essa reação de um animalzinho? É maravilhoso, mas nós não podemos nos esquecer que nós precisamos do que o outro ser humano tem a nos oferecer, que é o amor, é a amizade, mas é também a frustração, é a contrariedade, é a necessidade de cuidado, a necessidade que a gente tem muitas vezes de passar por cima das nossas convicções ou do que a gente quer fazer aquela hora. Por quê? para compatibilizar com que a com o que o amigo, o companheiro, o familiar, aquela pessoa que tá interagindo conosco quer, porque a gente não quer toda hora todo mundo a mesma coisa. Então é aquela coisa que as crianças fazem. Agora é sua vez de brincar assim, daqui a pouco é

aquela pessoa que tá interagindo conosco quer, porque a gente não quer toda hora todo mundo a mesma coisa. Então é aquela coisa que as crianças fazem. Agora é sua vez de brincar assim, daqui a pouco é minha vez de brincar assado. E a gente vai aprendendo a ceder. Olha a importância disso. A gente vai aprendendo a ser contrariado. Como é que nós vamos reagir? é de acordo com o que nós podemos oferecer estimulados por aquela circunstância que o outro nos proporcionou experimentar. E aí nós vamos nos desenvolvendo. Eh, interessante que nós estamos rodeados de no mundo, né, de pessoas. Tem a natureza também, mas vamos pensar assim, com que que a gente interage? A gente interage com pessoas e com coisas, não é isso? A gente tá aqui, é o que tem ao nosso redor, é gente, coisa, cadeira, né? Lâmpada, ventilador e os colegas aqui, pessoas e coisas. E nós estabelecemos relações com as pessoas e coisas. As pessoas elas vieram para nos ensinar a amar. Então, as pessoas estão aí, como disse Jesus, né, para que a gente consiga amar uns aos outros e se amar também. Então, as pessoas estão aí para serem amadas. É o nosso treinamento. E as coisas, para que que serve as coisas? Bom, a gente tem a posse das coisas, a gente precisa delas para existir. A gente tá com a nossa roupa, a gente precisa dela para ser proteger do frio, a gente precisa de um banco para sentar. Então, a gente está possuindo esse banco, né, é da comunhão, mas a gente está com a posse provisória porque a gente sentou nele, né? Então, nós possuímos as coisas e às vezes a nossa dificuldade é porque nós invertemos os verbos. Aí as pessoas são para ser amadas, as coisas para serem possuídas temporariamente. Nós queremos fazer o quê? A gente quer possuir a pessoa, ou seja, o outro é meu, ele faz o que eu quero e a gente quer a mais coisas. E aí dá um rolo danado. E aí a gente começa a fazer essa confusão mental em que a gente vai acarretando mais e mais sofrimento para nós. Então vejam a confusão e o desajuste que nós

uer a mais coisas. E aí dá um rolo danado. E aí a gente começa a fazer essa confusão mental em que a gente vai acarretando mais e mais sofrimento para nós. Então vejam a confusão e o desajuste que nós nos encontramos. Mas é bom que na hora que a gente começa a perceber isso, a gente também pode começar a tomar algum tipo de atitude. Quando nós nos isolamos, às vezes é natural que a gente por alguma coisa vai e se isole, uma decepção, uma tristeza, a gente vai e se isola. Quando esse isolamento ele permanece, ele vai perdurando, aí ele se torna patológico. E aí a gente precisa de uma ajuda. Precisamos o quê? De um outro. né, um terapeuta que vai nos ajudar a fazer esse processo, um grupo de autoajuda, enfim, né? Precisamos do outro. A gente não vai romper a barreira dessa desse, meu Deus, isolacionismo. Hoje tá danado aqui sozinhos. A gente precisa de um outro para Mas o primeiro passo é essa conscientização. E o que que está por trás da solidão? Essa pergunta é uma pergunta interessante, porque se a gente fica só assim na superfície, a gente vai falar: "Ah, porque não tem amigo? Eu mudei de cidade, não conheci ninguém ou então: "Ah, me chatei com o povo lá da que eu convivi, acho até melhor eu ficar mais só mesmo, porque pelo menos não me decepciono." Então, se a gente olhar assim as causas eh mais visíveis, a gente vai ficar nessa superfície. Ah, porque o povo da minha família não me dá atenção? Tô mais velho, ninguém quer saber, me largaram. E aí a gente vai ficar nessa superfície. Vejam que todas essas respostas que eu trouxe aqui de brincadeira, brincadeira porque falando de uma maneira descontraída, né? Mas é muito sério. Elas são respostas que atribuem ao outro aquele sentimento meu, a solidão. Porque eu fui abandonada, porque eu fui traída, porque eu tô sozinho, porque o outro não é meu amigo. Tem o outro. Problema é com outro. Mas o que o espírito Ramed vem nos dizer no livro Dores da Alma é que existe realmente na solidão uma desconexão. Eu não estou me conectando

o outro não é meu amigo. Tem o outro. Problema é com outro. Mas o que o espírito Ramed vem nos dizer no livro Dores da Alma é que existe realmente na solidão uma desconexão. Eu não estou me conectando ao outro, mas a desconexão com o outro é só a superfície. A raiz profunda é a desconexão comigo mesmo. Essa é a raiz da solidão. É aquele momento em que de alguma maneira me separei de mim mesmo. Não sei quem eu sou. Eu não sei o que que eu quero. Não sei o que que eu tenho de de talento, de eu não sei quem eu sou. Eu me afastei de tal maneira. Nós somos tão convidados a olhar para fora. Os estímulos de fora são tantos. E é assim mesmo, né? Que às vezes eu me não fico sozinha comigo, não me percebo, não me escuto. E essa desconexão comigo mesmo é que traz esse sentimento de solidão. Interessante isso que Ramed nos fala. Ele vai dizer que a desconexão com o outro é apenas o resultado de uma causa mais profunda que a desconexão comigo. E como é que essa desconexão ocorre? Vamos assim pra gente entender bem o que ele tá falando. Como é que eu vou me desconectar de mim? Que coisa doida eu sou eu? Como é que eu desconectar de mim? Esse espírito remédio não tá batendo bem. Ele quer dizer o quê? Como é que isso acontece? E ele vai dizer que nós sofremos de solidão toda vez que a gente despreza as nossas vocações, as nossas tendências naturais da alma. Veja que ele não tá falando do capricho natural. Ah, minha tendência eu sair por aí brigando com todo mundo. Então, se eu desprezar isso, eu vou me desconectar de mim mesma. Não é isso? Ele fala tendências da nossa alma. A nossa alma foi criada para o amor. A nossa alma foi criada para a solidariedade, para alegria. A nossa tendência principal é a iluminação. Na hora que eu me desconecto disso, eu começo a experimentar esse esse meio que estou fora do meu lugar, esse essa esse sentimento de estar isolada, de estar sozinha. Então ele diz assim: "Assim que nos distanciamos de quem realmente nós somos, criamos um autodesprezo. Olha aí a fonte de tudo.

meu lugar, esse essa esse sentimento de estar isolada, de estar sozinha. Então ele diz assim: "Assim que nos distanciamos de quem realmente nós somos, criamos um autodesprezo. Olha aí a fonte de tudo. Na hora que eu não me aceito como eu sou, ah, mas eu que eu não sou perfeita, gente, paciência. Nenhum de nós é, mas a gente precisa se aceitar como é e começar a fazer as mudanças necessárias, aceitar quem nós somos. Porque na hora que eu me desconecto e não aceito, o que que eu tô fazendo? Eu tô me desprezando. Eu não estou gostando de mim. E vocês já viram? Vamos pensar na nossa casa e nos nossos objetos. Todo mundo tem um objeto que gosta, né? Seja um sapato, um uma óculos, qualquer coisa que a gente gosta, um tênis, né? Uma boneca. As crianças, né? Os adultos estão com esse bebê reborne agora, né? Enfim, algo que a gente gosta. Vamos pensar. Quando a gente gosta de uma coisa, que que a gente faz com aquela coisa? A gente cuida. Vê uma criança que ganhou um brinquedo que ela adora, mas não pode nem chegar perto, ela quer cuidar. Assim é com a gente também. A gente só vai se cuidar se a gente gostar da gente. Não tem quem cuide do que não gosta. A gente não cuida. Então, na hora que a gente se afasta mesmo, que a gente sente esse desprezo, a gente começa a não se cuidar. E aí a gente começa a se sentir solitário. Ramédio vai falar assim: "Assim que nos distanciamos de quem realmente nós somos, criamos um autodesprezo, passando a partir daí a desenvolver um sentimento de solidão, mesmo rodeado de pessoas importantes e queridas na nossa vida. Puxa, mas você tá cheio aí de filho, de irmão. Como que você se sente solitário? né? Não são as pessoas. Então, vejam que a solidão não tem nada a ver da gente estar materialmente acompanhado ou desacompanhado. Nós podemos estar sozinhos, vivendo sozinhos na nossa casa e não sermos pessoas solitárias. E a gente pode estar rodeado de uma família de 20 irmãos, nem tem mais isso, né? Antigamente tinha, meu pai tinha 10 irmãos. Eh, a gente pode estar rodeado e se

a casa e não sermos pessoas solitárias. E a gente pode estar rodeado de uma família de 20 irmãos, nem tem mais isso, né? Antigamente tinha, meu pai tinha 10 irmãos. Eh, a gente pode estar rodeado e se sentir extremamente sozinho. Então, não é isso. Olha como o Ramed vem nos ajudar a que a gente possa se compreender melhor, para que a gente se cuide, que a gente se goste. Então, nesse processo, a gente experimenta uma espécie de autorejeição. E aí vem uma out um outro detalhe muito importante. Quando eu estou me autorejeitando, eu estou rejeitando também a presença de Deus que eu trago, que nós somos divinos, é do nosso DNA espiritual. Nós somos filhos de Deus. Então, na hora que eu me distancio da minha essência, eu também tô me esquecendo ou deixando de perceber a presença de Deus em mim. Às vezes o que eu tenho que não me agrada, se eu não me agrada eu vou trabalhar, eu vou modificar, eu vou procurar lidar com aquilo da melhor maneira possível. Mas tem coisas em mim que me agradam e que vem me falar dessa presença divina, vem me falar desse meu eu superior, que é esse eu divino que nós viemos aqui desenvolver. Então, quando a gente se distancia da gente mesmo, é como se a gente anulasse a nossa força interior. Olha que grave. E aí a gente experimenta esse sentimento, esse vazio, essa esse isolamento, essa falta de propósito. E aí vem a pergunta, tá? Entendi, né? Muito bom essa essa esse convite que Ramed nos faz. Mas como é que faz isso na prática? Tá, entendi. Vou me conectar comigo mesmo. OK. Como que eu faço isso? Porque nós estamos na fase em que os conceitos a gente entendeu, tá ótimo. Evangelho entendidíssimo. Como é que eu boto em prática? Então, assim também em relação a esse cuidado com a nossa essência, eu me afastei. Como é que eu vou atrás de mim? Como é que eu me encontro? E Ramed vai nos dizer, para que a nossa essência emerja, é preciso abandonarmos a nossa compulsão de fazer nos seres idealizados. Aí a razão do afastamento. Eu sou uma pessoa boa, eu

e eu me encontro? E Ramed vai nos dizer, para que a nossa essência emerja, é preciso abandonarmos a nossa compulsão de fazer nos seres idealizados. Aí a razão do afastamento. Eu sou uma pessoa boa, eu sou maravilhosa, sou justa. Hã, quem nesse planeta? Não, não é você não. Você está se idealizando. Então essa compulsão de eu me ver dessa maneira idealizada me afasta de mim. E aí eu sinto a solidão. Ele vai falar a compulsão de nos fazermos seres idealizados. A nossa expectativa de perfeição, isso é horrível para nós. Uma coisa a gente querer acertar, mas precisamos saber que o erro faz parte da nossa trajetória. Nós não somos perfeitos. Vamos viver com isso. Vamos nos amar do jeito que a gente é. Não somos perfeitos, mas estamos caminhando. Então, abandonar a expectativa de perfeição, porque senão na hora que eu erro, eu vou errar mais cedo ou mais tarde, que que eu vou fazer? Vou me descolar de mim? vou me esconder. Eh, como é que falava um amigo meu uma vez? Fiquei com tanta vergonha que se o meu esp meu perespírito saiu e foi se esconder lá longe. Não dá, gente. Não tem como. A gente não vai se afastar da gente. Então, eh abandonar essa fantasia de perfeição e o nosso modelo social de felicidade. Ah, felicidade para mim precisa ser assim, assim, assado. A gente começa a construir aquelas caixinhas. Ah, mas a minha vida não quer caber nas caixinhas que eu idealizei. Ah, então não tá bom. Ah, para o mundo que eu quero descer. Não é como eu queria. Gente, a nossa vida, ela vai ter diversos aspectos que não são os que a gente queria. E o que que a gente pode fazer com isso? A gente pode fazer alguma coisa diferente? A gente pode reunir esses cacos e fazer algo com isso. Então, abandonar aqueles aquele modelo social de felicidade. Eu só vou ser feliz se eu tiver emprego tal. Só vou ser feliz se eu for casado, se eu for solteiro, se eu tiver filho, se não. A gente não sabe as experiências pelas quais a gente vai passar. Claro que a gente pode ter ideais e procurar e

o tal. Só vou ser feliz se eu for casado, se eu for solteiro, se eu tiver filho, se não. A gente não sabe as experiências pelas quais a gente vai passar. Claro que a gente pode ter ideais e procurar e trabalhar por aquilo, mas quantas vezes os nossos planos são frustrados? Serão frustrados outras vezes. E aí a gente vai por acaso deixar de acreditar, de ser feliz, de tentar fazer o melhor? Não, a gente vai pegar aquilo que a vida nos ofereceu e ver o que que nós podemos fazer dentro da das nossas crenças, das nossas ideias. Então, esse esse esse abandono, na hora que a gente abandona a compulsão da gente eh da gente se ver como essas pessoas idealizadas, o ser ideal, na hora que a gente abandona a nossa expectativa, essa fantasia de perfeição, deixa para lá, na hora que a gente abandona o nosso modelo social de felicidade, ah, só vai ser se for assim, aí a gente começa a descobrir outras possibilidades e assim nós vamos exterminar o clima de pressão que nós exercemos sobre nós mesmos. Vamos exterminar o clima de abandono, a tensão e a solidão que nós sentimos interiormente. Porque nós vamos em busca da nossa essência, em busca nos do que nós trazemos, renunciando a esse eu idealizado. Porque esse eu idealizado é uma fantasia que a gente traz e que precisa ser abandonada. É uma fantasia neurótica que precisa ser abandonada. Na hora que eu adoto padrões super rígidos. Ah, eu vejo às vezes até eh vejo isso até na minha família, né? Ah, não posso tirar menos de de nove, senão não cai o mundo numa prova. Como assim, gente? Quem não tira nota ruim na vida tem essa pessoa? Não tem. Às vezes a gente vai, estuda e não dá certo, estuda mais, não caiu o que a gente sabia na prova. Ah, porque eu tinha que passar no concurso tal, mas não passou. E aí, então na hora que a gente começa a se desapegar desses padrões rígidos e a gente começa a deixar de alimentar esse orgulho que nós temos de nos acreditarmos onipotentes, superiores, invulneráveis. Isso é difícil. Nós não, a gente não

a se desapegar desses padrões rígidos e a gente começa a deixar de alimentar esse orgulho que nós temos de nos acreditarmos onipotentes, superiores, invulneráveis. Isso é difícil. Nós não, a gente não pode tudo. A gente vai falhar, a gente vai cair, não tem problema. A gente vai cair, vai pedir ajuda e vai se levantar juntos. É assim a vida e nós vamos nos fortalecendo dessa maneira. Então, meus amigos, Ramed nos fala que para sair dessa prisão a esses padrões idealizados, a esse ideal de perfeccionismo, que nos afastam de nós mesmos e que são assim a causa mais profunda da solidão, a gente precisa começar a desenvolver o amor e respeito a nós mesmos. Lembra? A gente só cuida do que a gente gosta, o amor e respeita. Nós vamos nos respeitar, vamos nos amar. E aí nós vamos criando uma atmosfera ao nosso redor que vai favorecer a nossa verdadeira natureza, que a gente possa se perceber, a nossa identidade da alma. Nós não somos almas iguais. Nenhuma alma é igual à outra. Nós temos o nosso brilho próprio, nós temos as nossas cores que vão brilhar da nossa maneira. E aí vamos facilitando então o nosso crescimento espiritual, porque abraçando a minha essência e vendo o que está de acordo com a a felicidade que eu busco, o que não está mais de acordo, a minha essência é muito controladora, mas não tá bom, então vou precisar ser menos controladora. E aí eu vou, mas num clima de acolhimento, não clima de crítica, de desprezo por mim mesma, de não vale a pena, não. Isso vai nos provocar solidão. Então esse amor e esse respeito que a gente precisa começar a desenvolver. Nem sempre estar só significa estar triste. Estar só muitas vezes é o momento em que a gente precisa. Para que tá o ruído de fora? para que a gente possa estar com a gente mesmo. A gente gosta de estar mal acompanhado, geralmente não gosta, né? Ah, eu vou atrás daquela pessoa tão chata, adora ficar perto dela. Não, a gente não faz isso. A gente quer estar bem acompanhado. Se a gente tá com dificuldade de ficar com a gente mesmo,

o gosta, né? Ah, eu vou atrás daquela pessoa tão chata, adora ficar perto dela. Não, a gente não faz isso. A gente quer estar bem acompanhado. Se a gente tá com dificuldade de ficar com a gente mesmo, é porque precisamos fazer esse movimento de nos aceitar como nós somos, de nos compreender, de nos amar. E aí a gente vai poder ouvir essa voz interior, senão a gente se deixa arrastar pelo turbilhão das coisas. Ah, e diversão e trabalho e não sei quê. Encontrar, ah, dormir, acabou o dia, no dia seguinte, cadê? E que dia que eu fiquei comigo mesmo? Que dia que eu parei, que eu pensei, que eu aproveitei os meus pensamentos, que eu pude refletir sobre o que tá me acontecendo, da onde que eu sinto assim? Por que será? E a gente vai e pensa nas nossas experiências e lembra das pessoas com que a gente conviveu e se vê no passado, se compara com a gente no presente. Porque nós viemos aqui para que a gente possa crescer. E meus amigos, para que a gente possa finalizar falando em convivência, a gente lembra a fábula que foi proposta para nós, que foi trazida pelo filósofo Schopenhauer. É uma história que é bastante conhecida. a gente de vez em quando conta, é aquela fábula dos porcos espinhos, né? Aqueles bichos lá com aqueles espinhos espetando, que nessa fábula eh ele conta que eh teve um período de muito frio e aqueles animais eles começaram a sofrer muito com frio. Então eles se agruparam e se agrupando eles se feriram porque porcos espinhos cada um espetava o outro. Era aquela confusão, o frio diminuiu, mas a dor era terrível. sa, aquela aquela dor, aquele sofrimento imenso. Então, vamos se afastar. E se afastaram um pouco e viram que aí vem o frio até que resolveram fazer um equilíbrio para que a distância fosse a suficiente para promover o aquecimento múltuo deles e suficiente também suficientemente afastados para que os espinhos não ferissem uns aos outros. Assim somos nós na nossa convivência. Se a gente se afasta completamente do outro, a gente cai no isolamento. Eh, complicado para nós,

mente afastados para que os espinhos não ferissem uns aos outros. Assim somos nós na nossa convivência. Se a gente se afasta completamente do outro, a gente cai no isolamento. Eh, complicado para nós, porque nós estamos perdendo a oportunidade que a convivência nos dá de crescimento, de troca. É como se fosse o frio da fábula. Na hora que a gente tá muito grudado, não separa de ninguém, meu Deus do céu, eu também me desconecto de mim mesmo. Então é aquele momento em que eu posso estar com o outro, eu posso estar comigo, eu posso me conhecer e aí nós vamos aprendendo o quão valiosa é a nossa própria companhia. Porque nós nascemos, né, de pais e mães, né, todos nós, não tem jeito. A gente tem às vezes irmãos, tem parentes, tem os amores que a gente encontra pela vida, tudo lindo, mas a única companhia que nós teremos para sempre é a nossa. Então, precisamos chegar perto de nós, precisamos nos acolher e precisamos nos amar. Meus amigos, eu agradeço, chegou o nosso tempo, né? Agradeço a vocês esses momentos e convido a todos para que a gente faça a nossa prece. Antes eu queria só dar um recado. Tá frio, né, gente? Tá frio abessa em Brasília. Então a como meu espírito iniciou a campanha do agasalho. São 150 famílias atendidas e toda sexta-feira quem vem aqui de manhã vê aquele trabalho lindo lá de fora que é com os moradores de rua, né? As pessoas em situação de rua. São 40 pessoas em situação de rua que são atendidas e que precisam de agasalho. Então nós pedimos a doação de cobertores, agasalhos, femininos, masculinos, infantis, calçados, meias, toucas e bonéis. Onde entregar aqui no almoxarifado aqui do lado, né? Sábado e quarta-feira, de 7 às 15 às 17:30 e de mais dias de 7 às 19:30. Ou seja, pode entregar todo dia a partir de 7 da manhã, só que sábado e quarta-feira fecha mais tarde, fecha 5:30 e se tiver fechado, tem uma caixinha ali que a gente coloca, não tem problema nenhum. Ou entregar na portaria, então não é por falta de lugar para entregar que nós vamos deixar de colaborar. Outra vez a

se tiver fechado, tem uma caixinha ali que a gente coloca, não tem problema nenhum. Ou entregar na portaria, então não é por falta de lugar para entregar que nós vamos deixar de colaborar. Outra vez a nossa festa junina do nosso lar, né, que vai acontecer dia 1eo de junho, domingo. Vocês já viram lá as cartelas sejam vendidas. É uma festa maravilhosa, vale muito a pena e essa arrecadação é necessária para a manutenção do trabalho tão lindo que o nosso lar faz com tantas crianças. Bom, então vamos fazer a nossa prece, quem quiser fechar os olhos e vamos procurar, já que nós falamos de solidão, de conexão com o nosso eu, vamos procurar fazer uma viagem interna para dentro do nosso coração e vamos nos colocar lá dentro, como se nós estivéssemos em um lugar acolhedor, tranquilo, um lugar de carinho, aquele lugar que nós Nós sabemos que não há julgamentos, que é apenas compreensão. E de dentro do nosso coração vamos falar com o nosso mestre Jesus para agradecer por todo o amor que nós recebemos. Obrigado, Senhor, porque sabemos que tu nos conheces profundamente, mesmo aqueles aspectos nossos que nós temos vergonha, que não queremos contar nem pra gente mesmo, o Senhor conhece e ainda assim nos ama. E ainda assim confia na nossa possibilidade de crescimento, confia em nos ver florescer. Mestre Jesus, então nos ensina a nos amar, nos ensina a nos respeitar, a nos acolher. Que não nos falte, Senhor, a força necessária nessa jornada de autoconhecimento, nessa jornada de iluminação. Ampara os nossos passos, nos dá a coragem necessária para diante dos equívocos seguirmos adiante. Sabemos que temos, sabendo que temos em nossas mãos capacidade para abençoada reparação. Obrigada, Senhor, pelas oportunidades que nos são renovadas a todos os dias. Abençoa os nossos lares, abençoa as pessoas da nossa convivência e abençoa, Senhor, especialmente aquelas com quem temos dificuldade, os nossos mestres da paciência, para que possamos extrair de cada momento, de cada situação material para o nosso

nossa convivência e abençoa, Senhor, especialmente aquelas com quem temos dificuldade, os nossos mestres da paciência, para que possamos extrair de cada momento, de cada situação material para o nosso crescimento, para a construção da nossa felicidade. Muito obrigada, Senhor, por esses momentos. Graças a Deus. Meus amigos, muito obrigada. Boa noite. Agora com a Evanas conduzindo paz, né? Bom final de semana. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do

a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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