COMO SE LIBERTAR DAS EMOÇÕES DESTRUTIVAS - Denizard de Souza [PINGA LUZ]

Comunhão Espírita de Brasília 16/08/2025 (há 7 meses) 1:07:50 364 visualizações

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Transcrição

Valor dessa missão foi nessa casa que a todos. >> Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Eh, sintam-se eh, abraçados, acolhidos nessa casa de fraternidade, nessa casa de prece, de oração. Saudamos também a todos os nossos amigos que estão nos acompanhando pelos nossos canais de transmissão, eh, TV Comunhão, a Rádio Comunhão. também sintam-se acolhidos fraternalmente, sintam-se e recepcionados com a paz de Jesus neste momento, né? Estamos aqui reunidos em nome dele para mais uma noite eh que a gente fala a sexta-feira cultural, né, que nós apresentamos o programa Pinga Luz. Ele ocorre uma vez por mês, eh, geralmente é na segunda quinzena do mês, né? no mesmo horário das 20 horas. Então vocês estão sempre convidados a virem aqui assistir a esta belíssima palestra do nosso irmão Denizá e também eh participar. E o nosso programa ele, a primeira parte e é feito, né, a a palestra do nosso irmão e depois eh serão respondidas as perguntas que vocês porventura queiram fazer no decorrer da palestra, tá? Vocês podem fazer perguntas escritas, o nosso amigo eh que está ali com a prancheta, com a blusa azul da comunhão, ele irá passar eh para que vocês puder para que vocês possam fazer as perguntas por escrito e ele irá trazer aqui para nós para que a gente possa eh respondê-la posteriormente, tá bom? Então, aqueles que se sentirem eh à vontade, né, de fazer a pergunta para ele em relação ao ao a palestra de hoje, que é como se libertar das emoções destrutivas. Tá certo, meus irmãos? Vou fazer uma leitura de harmonização para que a gente possa iniciar os trabalhos da noite de hoje. Então, o livro que eu escolhi foi o livro Cartas Vivas, eh, Mensagens de diversos espíritos, psicografia do nosso médium Denizar, que é o nosso irmão que está aqui ao nosso lado, tá bom? Caso vocês queiram, este livro, ele se encontra na nossa livraria aqui da comunhão, tá bom? Então, o capítulo é o capítulo 38, presença de Deus. nas estrelas que brilham por toda parte, no cosmos, no sorriso da criança, no

te livro, ele se encontra na nossa livraria aqui da comunhão, tá bom? Então, o capítulo é o capítulo 38, presença de Deus. nas estrelas que brilham por toda parte, no cosmos, no sorriso da criança, no abraço de quem ama, no orvalho da manhã, qual beijo divino sobre as vegetação, no canto dos poetas da alegria, eis a divina presença em sinfonia, no movimento da terra que gira o dia e a noite. Presença de Deus nas ondas que se movem a beijar a praia. Presença de Deus no olhar dos que santificam a sua existência, amando e espalhando a paz por onde passam, por onde vão, pelo que são, deixando para trás alegria. Presença de Deus no agora do trabalho dos que se imolam pela edificação do mundo novo na hora de espera da vida que chora e desperta. Presença de Deus na mediunidade bendita, nas vozes imortais que gritam, proclamando a era nova, na fala do educador que ensina, ilumina e liberta, da ignorância malsã que gera sofrimento e degita presença de Deus na chegada e na partida. É Deus sempre presente para manter a vida no corpo e fora dele, no olhar dos pulmões, na sinapses cerebrais, na beleza imortal, na vida do justo, na existência triunfante dos que venceram a morte, Deus sempre presente. o arrependimento dos que choram, os erros praticados na crosta das ilusões, na imensidão da vida infinita, muita além dos umbrais do remorço. Fique na presença de Deus hoje, agora e sempre. Vossa irmã Adriana de Jesus. Que lindo este poema, um poema belíssimo pra gente reflexionar. Eh, vamos agora fazendo a nossa prece, tá? eh de abertura também para harmonizar o nosso ambiente. Aqueles que se sentirem eh à vontade podem fechar os seus olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos ao alto, concitando a presença de Deus Pai, nosso Pai Celestial, o nosso querido Rabi, nosso mestre Jesus Cristo, a nossa mãe santíssima que nos cobre com seu manto, a toda a espiritualidade benfeitora que aqui se faz presente, o benfeitor espiritual desta casa, Dr. Bezerra de Menezes, pedimos a presença de todos vocês para

santíssima que nos cobre com seu manto, a toda a espiritualidade benfeitora que aqui se faz presente, o benfeitor espiritual desta casa, Dr. Bezerra de Menezes, pedimos a presença de todos vocês para que possamos juntos em harmonia, em um só coração, emanarmos luz, amor, por onde quer que nós possamos ir. Agradecemos, Senhor, por mais este momento, por estarmos aqui reunidos em seu nome, Pai, para celebrarmos mais uma noite com um conteúdo tão vasto e tão importante em nossas vidas, que será apresentado pelo nosso querido irmão Denizar Souza. E assim, Senhor, pedimos a sua permissão para darmos início à palestra da noite de hoje, dizendo: "Graças a Deus e graças a ti, Senhor, por mais essa oportunidade. Que assim seja. Muito boa palestra, meu irmão. Meus amigos, amigas, muito boa noite a todos. Sejamos todos e todas fraternalmente acolhidos. É uma alegria voltar mais uma vez ao programa Pinga Luz. cuja diretriz é de diálogo, é dialógica, né? A ideia do programa é que nós dialoguemos com vocês e de alguma maneira que estabeleçamos uma interação dialógica com aqueles que acompanham a palestra pelo YouTube, de modo que vocês possam fazer perguntas. Ah, o tema de hoje ele é demasiadamente humano, demasiadamente espiritual e está na ordem do dia, não é? O tema como se libertar das emoções destrutivas. Vocês conseguem ver à direita do vídeo, né, na imagem para vocês, a obra Como lidar com emoções destrutivas para viver em paz com você e com os outros. Então, o grande desafio eh do espírito humano, do ser humano, enfrentar essas emoções que, de algum modo, algumas delas são adaptativas, adaptativas no sentido da evolução das espécies. Elas favorecem a vida social, não é? a empatia, a compaixão, a capacidade de se colocar no lugar do outro, o perdão, a benevolência, a generosidade. Mas por outro lado, temos as emoções desadaptativas, aquelas que invariavelmente, a depender do grau como são experimentadas, do da intensidade como são vividas, quais sejam o medo, a fúria, o ressentimento,

outro lado, temos as emoções desadaptativas, aquelas que invariavelmente, a depender do grau como são experimentadas, do da intensidade como são vividas, quais sejam o medo, a fúria, o ressentimento, a raiva, a tristeza extrema, a mágoa, a cólera, a fúria. São inclções emocionais que nos colocam desadaptativos na relação com os outros e os outros conosco. Vocês veem que aí tem uma imagem ah ilustrativa à sua esquerda de emoções eh que são consideradas universais em um ser humano, né? o medo, a alegria, a tristeza, aversão ou o nojo, né, a perplexidade e a raiva, né? Então são emoções consideradas bastante disseminadas em a natureza humana. Ah, essa é a ideia. O livro que vocês veem é uma obra notável, escrita, editada, organizada pelo psicólogo Daniel Goleman, que é psicólogo pela Harvard University, e reflete eventos científicos, encontros científicos que aconteceram entre neurocientistas e pesquisadores norte-americanos e europeus. E do outro lado, staff de monges é em torno de Sua Santidade, o da Lailama, né? Então, figuras que no mundo da academia até hoje é lembrada com muita responsabilidade e interferência, como Francisco Varela, não é? eh Ricard Mati e outros eh diversos científic cientistas que participaram de eventos em Darramamaçala, na Índia e vice-versa. O grupo estivera na Universidade da Califórnia, o grupo do Daailama fora à Califórnia em 90 e no ano 2000 há um retorno dos cientistas a da Ramaçala, porque o dailama queria responder essa pergunta que parece interessar a todos nós. Como lidar com as emoções destrutivas? Como lidar com o medo? Como lidar com a raiva? Como lidar com os ressentimentos? Como lidar com o ódio, que é o oposto do amor. Esse é o tema. Daí a gente avança um pouco mais e coloca como se libertar das emoções destrutivas. Na ideia de provocar, de promover esse debate, nós sempre temos trazido perguntas, questões abertas para vocês. A primeira muito abrangente, o que são emoções? Aqui eu já adianto que a palavra emoção vem do latim na sua origem latina

esse debate, nós sempre temos trazido perguntas, questões abertas para vocês. A primeira muito abrangente, o que são emoções? Aqui eu já adianto que a palavra emoção vem do latim na sua origem latina significa aquilo que move a mente na sua origem etimológica no latim. Emoção é o que move a mente. E o que nós vamos nos perguntar é como é possível que nós movamos a nossa mente, empreguemos as nossas habilidades, desenvolvamos os nossos recursos internos de tal modo que as o as emoções de natureza construtiva, a o amor o amor compassivo, a compaixão, a empatia, a cooperação, a solidariedade e outras emoções, não é? A alegria, a esperança sejam capazes de funcionar como antídoto às emoções destrutivas. O que são emoções destrutivas? O que são emoções construtivas? A pergunta é: lidar com as emoções destrutivas? Tem que ser antes. É antes do ataque de fúria. O ataque de fúria movido pelo ciúme paranoico que gera o feminicídio. O ataque de fúria do pai que bate no filho até espancá-lo e deixá-lo com lesões graves. O ataque de fúria no trânsito que levam as pessoas a se matarem. O lidar com as emoções destrutivas é antes, é durante ou depois delas acontecerem. Nós veremos que são três estágios. Os que lidam antes, os que lidam durante e os que e os que só podem lidar depois após as consequências desastrosas e devastadoras das emoções destrutivas, que impulsionam guerras, que alimentam conflitos passionais. que promovem comportamentos de perseguição, de ódio, de desamor, de violência e de agressividade. O grande fundador da psicanálise, Sigmon Freud, já nos ensina, ensinava quando vivo na Terra, deixa a sua obra dizer-nos que temos dois grandes, duas grandes pulões para sublimar agressividade e sexualidade. E hoje nós estamos tratando das emoções agressivas, destrutivas, cujo controle da agressividade vai além da assertividade. Nós veremos ao longo da palestra, o quanto possível que a assertividade é absolutamente necessária. Jesus foi assertivo. Jesus teve comportamentos de indignação

gressividade vai além da assertividade. Nós veremos ao longo da palestra, o quanto possível que a assertividade é absolutamente necessária. Jesus foi assertivo. Jesus teve comportamentos de indignação e demonstrou sua indignação perante fariseus. perante aqueles que o tentaram, perante aqueles que comercializavam a fé no episódio dos vendilhões do templo. Assertividade é a capacidade de responder rápida e com sabedoria de modo assertivo, não de forma raivosa, de modo assertivo, de modo a intervir em uma situação que merece que haja intervenção. Como se libertar das emoções destrutivas? É possível educar as emoções com o papel da espiritualidade na educação emocional. imagens abaixo do slide, novamente, pânico, medo, alegria, estados desequilibrados e outros. e naturalmente a obra Inteligência emocional, na qual Daniel Golema deixa a sua marca, ele que é psicólogo por R University, doutor em psicologia, ele vai dizer: "É necessário levar civilidade às ruas, envolvimento à comunidade e solidariedade à sociedade, né? Então essa é a ideia do Golem, pensando emoções inteligentes. Como tornar a emoção inteligente? Vamos para o que são emoções. As emoções natas são muito fáceis de perceber. alegria, tristeza, medo, raiva. Medo que gera raiva, insegurança que gera raiva. Raiva resultado de qualquer privação afetiva, qualquer contrariedade, qualquer conflito. Cada um de nós é testado o quão pacífico é e até civilizado provavelmente seja. Todas as vezes que somos privados da satisfação de uma necessidade, todas as vezes que alguém nos provoca o ego, o orgulho, a autoestima, a vaidade ou aos valores. E há e há aqueles que sentem raiva quando são questionados, pouco habituados com o ambiente da investigação científica, quando são questionados, sentem raiva, o que é de todo uma coisa completamente inadequada. Mas tristeza, alegria é outro binômio fundamental. Extremamente alegre, maníaco, extremamente triste, depressivo. Pensamos que as emoções são algo que nos foi dado, talvez por uma espécie

inadequada. Mas tristeza, alegria é outro binômio fundamental. Extremamente alegre, maníaco, extremamente triste, depressivo. Pensamos que as emoções são algo que nos foi dado, talvez por uma espécie ancestral de hominídios que existiam antes do Homo Sapiens. O Homo sapiens, a nossa espécie que de certo modo substituiu o homem de Nendertal, nosso primo, há 100.000 1 anos atrás, a antropologia, a arqueologia, a pré-história da humanidade dá conta que a espécie do sapien sai da África e vai paraa Europa e ainda encontra presente o homem de Nendertal. Antes dele, antes dele, o australopitecos, australopitecos afarenses, antes destes os hominídios, os antropoides, uma escala de primatas que vão compartilhar conosco algumas emoções. Não sei se sabem, mas elefantes, macacos, cavalos e outros animais, inclusive baleias, ah, equinos, cães, eles têm algumas emoções básicas que chamados mamíferos sociais que compartilham com sapiens. E tudo indica que as emoções necessárias à nossa evolução, que foi se estabelecendo de forma adaptativa, que nos deu adaptação ao meio ambiente, a capacidade de sentir o que o outro está sentindo, a capacidade de empatia, a cooperação em grupo que envolve solidariedade, a emoção em relação à prol, o cuidado com a próle e tudo isso são características revolucionárias de espécies que partilharam conosco a genética. As emoções são o tipo de resposta adaptativa da nossa espécie face à evolução e necessidade de vida social. As emoções que geram cooperação entre os seres humanos. Vida social. Emoções instituídos da experiência humana. raiva, desprezo, indignação, medo, felicidade, tristeza, alegria, amor, amizade, perdão, gratidão, arrependimento por remoço e assim sucessivamente, vergonha e culpa. Cada uma dessas emoções surge em reação à situações sociais. Ora, se o grupo precisa defender-se de outro grupo que o ataca na ancestralidade da história humana antes da civilização e depois dela, esse grupo se protege no uso da força, criando um sentido coletivo de partilhamento de

a defender-se de outro grupo que o ataca na ancestralidade da história humana antes da civilização e depois dela, esse grupo se protege no uso da força, criando um sentido coletivo de partilhamento de emoções, de partilhamento de sentimentos face à situações sociais de conflito ou guerra. A argumentação lógica fundamental para inserir essas emoções na lista está vinculada ao modo como se pensa a evolução. Achamos que os seres humanos evoluíram como animais sociais. Existem emoções relacionadas à nossa sociabilidade. Precisamos uns dos outros. Daí empatia, daí compaixão, daí colaboração, daí solidariedade de grupo. Por exemplo, fico temeroso quando alguém ameaça me prejudicar. Sinto amor quando a pessoa me trata bem. talvez essa reação, uma reação por tê-la tratado bem. Então, essa condicionalidade da reciprocidade emocional aparece aí se sou maltratado, tendo a maltratar. Isso do ponto de vista do comportamento emocional mais antigo. É a reciprocidade emocional que a civilização, a cultura, a evolução espiritual vai transformar em categorias maiores, como o perdão e como a compaixão. Sinto-me ameaçado como indivíduo, recorro ao coletivo. Sinto-me ameaçado pelo coletivo, posso recorrer à individuação ou outros coletivos. Assim, a ideia unificadora, subjacente emoções, ditas morais, é que são usadas para estruturar a nossa vida social de maneira mais tranquila possível. Que vou fazer para poder dar conta do horário? Vamos rapidamente aqui as emoções destrutivas. Mas o que exatamente significa prejudiciais? Quais são as nuances? Os graus, a maneira como alguém, algo pode parecer prejudicial? Na verdade, não seja. Emoções destrutivas são as prejudiciais. a si mesmo a outremin potencial que eu tenho de sentir raiva, não se esqueçam, às vezes sentimos raiva diante de uma injustiça. A depender do uso adequado ou inadequado da raiva, a raiva se torna cólera, ação violenta e destrutiva. Isso vem de estados mentais destrutivos, mas todas as emoções humanas são respostas a ao modo como se dá a

do uso adequado ou inadequado da raiva, a raiva se torna cólera, ação violenta e destrutiva. Isso vem de estados mentais destrutivos, mas todas as emoções humanas são respostas a ao modo como se dá a interação. Você não pode ver um adulto batendo numa criança até lesioná-la e ficar sorrindo. Se você ficasse sorrindo, não tivesse tristeza, não sentisse indignação e até raiva, alguma coisa estaria errada com você. É natural a empatia com aquele que está sendo sofrendo, que está sendo objeto da violência. Daí nós temos dois modelos, o Platônico e o Aristótele, como veremos. E o Aristóteles fala do uso e adequado das emoções e não apenas da evitação delas, de evitá-las. Estados mentais destrutivos. Qual é a fonte das emoções destrutivas? De onde elas vêm? Baixa autoestima, levando muitas vezes à deterioração do humor e depressão, excesso de confiança levando ao narcisismo, a abrigar emoções negativas, ódio, por exemplo, ciúme, inveja, o ciúme, não é? Eu me aproprio de um objeto, de uma pessoa, de uma ideia, de uma coisa, sobretudo de pessoas nas relações conjugais. E eu me inclino nessa apropriação a desenvolver grande sofrimento toda vez que eu vejo o objeto do meu afeto, o objeto do meu desejo ameaçado pelo ciúme e pela inveja em outra posição, quando abiciona aquilo que é do outro e não disponho falta de compaixão e capacidade de ter relações interpessoais íntimas. Vivemos uma era em que a intimidade, que é um grande desafio. Intimidade não é apenas e tão somente muito exclusivamente relação sexual. A intimidade é um processo intersubjetivo que a sociedade contemporânea está privativa, carente em crise em relação a ela. Medo de estar em estado de intimidade, evitação da experiência da intimidade, a intimidade que olha no olho, a intimidade que manifesta afetos. Temos muito medo de manifestar afetos. Sabe-se lá o que o outro vai fazer com a manifestação do sentimento que faço para com ele. Medo da intimidade, dificuldade emocional de ter relações íntimas, intensobjetivas, partilhadas, partilhar

s. Sabe-se lá o que o outro vai fazer com a manifestação do sentimento que faço para com ele. Medo da intimidade, dificuldade emocional de ter relações íntimas, intensobjetivas, partilhadas, partilhar a vida, contar sobre si, falar dos seus medos, falar das suas limitações, abrir o seu coração para outra em medo da intimidade, característica da situação contemporânea do mundo. um dos modelos eh remonta a Platão, não é? Ele usa a metáfora de que a razão é um coxeiro com dois cavalos selvagens, a emoção e a índole, que estão sempre tentando fugir ao controle. Então ele imagina o cocheiro como a razão e aposta que a racionalidade precisa controlar emoção e temperamento, emoção e índole, emoção e característica individual. como fazê-lo e como como equilibrar na visão de Platão, usando a lógica, a razão, a racionalidade. Entre os filósofos gregos, existe uma tradição segundo a qual a razão precisa dominar as emoções. Nós vamos ver que essa não é mais a visão contemporânea. Ninguém controla emoções, mas pode esvaziá-las. Tente controlar a raiva e você que vai perceber que por minutos, por horas, mesmo que não faça aquilo chamado passagem ao ato, você está com pensamento raivoso e ele não te desabita. Você continua com raiva e você não quer tê-lo. Você toma o passe e a raiva não passa. Você vai pra mediúnica, a raiva não passa. Porque as emoções habitam-nos e estão na na camada mais periférica da psiquê e elas inundam os nossos pensamentos e vice-versa. Pensamento que interessa é pensamento envolvido em afetos do ponto de vista da clínica. E emoções se esvazia, mas não se consegue dizer emoção. Apertei um botão, fiquei sem raiva, não vai conseguir. Apertei outro botão cognitivo, não preciso ter medo. Por mais que eu repita, continuo sentindo medo. Por mais que eu diga: "Eu não quero ter raiva, tanto mais digo: "Não quero me sinto raivoso". Então nós vamos ver que emoções não se controla como se fosse uma técnica objetiva que você controla máquinas, mas se pode esvaziá-la. E a educação emocional é o

is digo: "Não quero me sinto raivoso". Então nós vamos ver que emoções não se controla como se fosse uma técnica objetiva que você controla máquinas, mas se pode esvaziá-la. E a educação emocional é o esvaziamento através do equilíbrio dos estados meditativos, da meditação e de técnicas de esvaziamento. Agora sim, esvaziar conseguimos. A raiva é uma emoção. A pessoa de temperamento irracível tem tendência constante para ira. Então eu estou permanentemente estado irritadiço. Eu tenho uma inclinação à irabilidade. Eu não sei responder à situação de conflito usando a linguagem. A linguagem foi a característica evolucionária que os humanos desenvolveram para através da palavra ele falar o que sente, elaborar o que não sente, elaborar o que sente e elaborar o conflito. Nesse momento, vai dar certo ou não, já teve o encontro dois presidentes, Trump e o Putin está real ou simuladamente, não sei, se encontrando para tratar de um conflito entre dois povos, o caso, a Rússia e a Ucrânia. De alguma maneira, a palavra, a linguagem, o discurso é o elemento que entra no lugar da violência. A palavra, o discurso é o elemento mediador capaz de transformar em palavra aquilo que seria ação violenta. Passagem ao ato de natureza violenta. A raiva é uma emoção. A pessoa de temperamento irracível tem tendência constante para a ira. Platão afirmava que as emoções, a a índole, o apetite sexual e alimentar são causas do problema e que a razão humana precisa assumir o controle. Vamos fazer o seguinte, apenas citar emoções construtivas, estados mentais construtivos, amor próprio e e e autoestima se merecida. Vamos explicar. Ninguém vive sem a sua liga nacísica, sem amor, sem o gosto de si. O amor próprio é o gosto de si, é o gosto da sua própria vida, é a necessidade de ter uma relação de afeto consigo, que justamente porque você se ama, você sabe como funciona a possibilidade de amar e amar ao outro. Fundamental, amor próprio, autoestima se merecida. Se o sujeito matou 100 pessoas e ele disse: "A minha autoestima está se

você se ama, você sabe como funciona a possibilidade de amar e amar ao outro. Fundamental, amor próprio, autoestima se merecida. Se o sujeito matou 100 pessoas e ele disse: "A minha autoestima está se elevando", ele está colapsando uma função de consciência moral. Ele está anulando a capacidade de se culpar e a culpa na dose certa é absolutamente dispensável. Só não sente culpa os psicopatas. A cada 100.000 pessoas, um é psicopata. A pessoa saudável sente culpa e ainda bem que sente. Ela sente remo, ela reconhece que errou. Se eu destruo, se eu promovo guerra, se eu mato e estou rindo e digo que minha autoestima tá se elevando, eu não mereço ela. E uma função chamada consciência dos atos que tenho, consciência dos valores que alimenta meus atos, está eclipsada por óbvio. Sentimentos e integridade. Eu sou alguém, disponham de um lugar no mundo e tem uma integridade psíquica. mente, emoção, corpo estão integradas de forma harmônica. Compaixão, benevolência, generosidade, perceber o verdadeiro, o bom e o certo, coisa que exige refinamento cognitivo. É por falta de refinamento cognitivo que é a capacidade de apreciar, pensar. Daí o espiritismo dizer: "Espíritas, amai-vos". Eis o primeiro mandamento, instruí-vos. Eis o segundo. Porque uma pessoa absolutamente eh negligente ou rejeitando a capacidade de desenvolver a sua intelecção, ela também é um problema paraa sociedade, porque ela vai perceber de forma distorcida, limitada, eh reduzida situações complexas por falta de elementos cognitivos para compreendê-las. o amor à amizade. Tais estados mentais são fruto da expansão da consciência. São estados de espécie da alma. Então atenção aqui agora um dia, Sua Santidade da Lailama, estando em um seminário na Rafa Universal, no caso budismo, foi convidado para uma universidade norte-americana para fazer conferência. Perguntaram-lhe para ele: "Qual sinônimo Vossa Santidade atribuiria?" Primeiro perguntaram: "Perdão, qual o fenômeno que a ciência não explicou ainda?" Ele respondeu: "A consciência.

azer conferência. Perguntaram-lhe para ele: "Qual sinônimo Vossa Santidade atribuiria?" Primeiro perguntaram: "Perdão, qual o fenômeno que a ciência não explicou ainda?" Ele respondeu: "A consciência. Conhece-se o cérebro, mas não se sabe exatamente o que é a consciência. A consciência é um fenômeno tão complexo que envolve tantos aspectos e alguns a têm em grau tão elevado e outros tão reduzido. É um fenômeno tão complexo que se conhece os efeitos sem se saber exatamente o que é. No entanto, quando perguntaram para ele qual o sinônimo Vossa Santidade atribuiria a paz, ele respondeu: "Consciência desperta". Então, todo o nosso projeto de neutralizar as emoções destrutivas passa por despertar estados de consciência que são neutralizadores do ódio. O pensamento não dá conta de neutralizar a emoção. Você pensa, pensa, pensa e você diz: "Eu pensei, pensei, pensei, filosofei, interpretei, critiquei, continuo com raiva." Eu pensei, lembrei da doutrina religiosa que eu faço parte. e continuo sentindo esse sentimento que nunca deveria sentir por essa pessoa, porque a emoção é tão poderosa quanto o pensamento. Daí falasse-se dos equilíbrios dos estados meditativos, da expansão da consciência, de visitar um território no qual no qual essas emoções não habitam. Já adiantos para vocês, existe uma dimensão da nossa alma, da psiquê humana, que as emoções destrutivas não estão nela. É mais ou menos, é qualquer coisa que nós chamaríamos da psicologia profunda de do self após a individuação, de uma consciência desperta, de um estado luminoso de consciência, qualquer coisa que é luz dentro de nós e que quando nós esvaziamos a memória RAM, o registro automático da memória, quando esvaziamos a nossa cognição de pensamentos, esse vazio visita esses estados meditativos que fazem expandir a consciência. O despertado da alma ocorre pelo equilíbrio dos estados meditativos. A palavra tibetana, que significa meditação, conosa, na verdade, familiarização. Então, meditar é se familiarizar com estados de consciência

ado da alma ocorre pelo equilíbrio dos estados meditativos. A palavra tibetana, que significa meditação, conosa, na verdade, familiarização. Então, meditar é se familiarizar com estados de consciência inabituais. O estado de vigília nos é habitual. O estado onírico de quem sonha relativamente habitual para quem sonha. O estado de raibe habitual, o estado de violência, o estado de agressividade, o estado de medo, que são todos os estados provocadores de pensamentos, de afetos e emoções, os são muito familiares. Mas esses estados meditativos que há milhares de anos a tradição oriental, a sabedoria perene e o próprio evangelho recomenda, afinal de contas, um dia perguntar a Jesus: "Onde está o reino de Deus?" Ele respondeu: "Ficai sabendo que o reino de Deus está dentro de vós, porém ele é um tesouro oculto que deveis descobri-lo. Opa, se é oculto, não está imediato, não é visível, não está na periferia dos estados de consciência. É qualquer coisa que é profundo, que exige interiorização muito maior do que os estados habituais de consciência. Então, meditar é se familiarizar com esses estados. A prática, essa maneira de ver os pensamentos, irem vir e gera familiarização. Técnica de meditação. A gente olha para uma nuvem escura, carregada, escura, preta, em dia de tempestade. Uma nuvem escura. E você diz que coisa densa e poderosa vai cair uma tempestade, vai destruir o mundo. E você se assusta com raios, relâmpagos e com a nuvem escura. O céu é encoberto primeiro, a nuvem é apenas gases e os efeitos elétricos, o choque delas provoca o relâmpago. Ali só tem gases em choque. Não tem nada sólido se você passasse sua mão, o avião, o que quer que seja, atravessaria a nuvem. Ela é absolutamente vazia. Agora, além disso, para além das nuvens que você dirá, o dia hoje está feio. As nuvens esconderam o sol, não temos o sol, o sol foi embora, o dia tá triste. Tudo isso é uma percepção ilusória, porque o sol, o sol continua brilhando. Tire-se as nuvens que estão na frente do sol. Tire-se os

conderam o sol, não temos o sol, o sol foi embora, o dia tá triste. Tudo isso é uma percepção ilusória, porque o sol, o sol continua brilhando. Tire-se as nuvens que estão na frente do sol. Tire-se os estados habituais nossos que tenta resolver emoção com pensamento. Tire as nuvens da consciência egoidentificada. Tire a escuridão psicológica que nos caracteriza. Tire o ego e seus condicionamentos que você tem atrás. O sol, um tesouro oculto que deve descobri-lo, Jesus. Então, no fundo, nós apostamos que a psicologia profunda há de descobrir esses estatus meditativos que é do vazio, que é exatamente o oposto de pensar, esvaziar, deixar o pensamento passar, observar o próprio pensamento de embora, observar a própria emoção e de embora desde que no estado de esvaziamento. Agora, se você pensa e você diz: "Não, eu sou um sujeito racional e não vou fazer isso". A pessoa ali aparece na frente e por um impulso automático da única resposta que você conhece, que é a palavra dura, você fala a palavra dura e por o impulso automático que é da espécie que é ancestral de agressividade, não sublimamos agressividade, não tomamos consciência dela, pessoalmente emoção se juntas e praticamos um crime. Tudo isso porque não esvaziamos, não meditamos. É esvaziar a mente, deixar os pensamentos ir e virem. Os pensamentos são nuvens escuras. Deixa eles irem. Só isso. Não briga com eles. Não tenta controlar porque não vai conseguir. Agora, se você parar, desacelerar, esvaziar e a oração é apenas uma das formas de meditar, se você esvaziar, desacelerar e começar a observar seus pensamentos, os mais raivosos, eles vão passar feito nuvens e não vão se transformar em comportamentos, que é o problema. Você pode pensar no que quiser. Ninguém controla o pensamento, gente. Isso é bobagem. Esvazia-se a mente. Pensa o que você quiser, com tanto que não faça passagem ao ato. E você só não fará a passagem ao ato, não transformará pensamento em discurso, pensamento em palavra, pensamento em texto, pensamento

. Pensa o que você quiser, com tanto que não faça passagem ao ato. E você só não fará a passagem ao ato, não transformará pensamento em discurso, pensamento em palavra, pensamento em texto, pensamento em discurso, pensamento escrito na internet, pensamento em imagem, pensamento e comportamento. Se você esvaziar, se você meditar, esvazia. Se esvaziar, resolve o problema das emoções destrutivas. familiarizasse com o fluxo dos pensamentos e emoções, se deixasse escravizasse por eles. Meditar e familiarizasse com os estados espertos da consciência. Que farei por causa do tempo? Vou pular aqui e vou aqui paraas duas últimas, que aí a gente pega o mais importante aqui, ó. Como se libertar das emoções destrutivas? Para isso encara-se o pensamento recém-nascido da maneira que descrevemos antes. Indagamos se tem forma local, coa, etc. para descobrir que sua verdadeira natureza vazio. Depois que meditamos, esvaziamos, descobrimos que a cognição é apenas uma forma de funcionar em nossa psiqua. Não é toda ela. A consciência é maior do que o pensamento. A consciência é maior do que a atividade discursiva. A consciência é maior do que a consciência discussiva da palavra, da linguagem. Se nos tornarmos experientes desse método, os pensamentos, as emoções vem e vão sem dar a luz uma multidão de pensamentos correlados. O problema é que há um efeito em cadeia, não é? E assim como o pássaro, que passa voando no céu, não deixa vestígios ou como um desenho feito na água que desaparece imediatamente. Faça essa brincadeira de desenhar água, algo na água no mar. Você consegue desenhar um coraçãozinho, na mesma hora desaparece. Você coloca manteiga congelada, coloca, faz uma decoração no piso da sua casa e ela vai desvanecer assim que aumentar a temperatura. Tudo aquilo que nos ensinar que pensamentos são como pássaros que atravessam o céu e vão embora. É a técnica da meditação de esvaziamento. Isso é algo que requer longa prática, é claro, mas com treinamento, de certo pode tornar sua reação perfeitamente natural.

que atravessam o céu e vão embora. É a técnica da meditação de esvaziamento. Isso é algo que requer longa prática, é claro, mas com treinamento, de certo pode tornar sua reação perfeitamente natural. A palavra tibetana que significa meditação com nosotos na verdade familiarização. Já vimos a pessoa se acostuma, depois quando se está bem experiente vem o último passo. Mesmo antes do surgimento da emoção, já se está pronto de tal maneira que ela não surge com a mesma força, com o mesmo poder irresistível, escravizante. Ou seja, aquela raiva, aquele ciúme, aquele medo vai voltar. Só que ele não vai voltar na intensidade de sempre, porque você usou a técnica da primeira, segunda, terceira, quarta onda. Primeira onda veio, deixa passar. Segunda onda veio, deixa passar. Terceira onda, se todos os seres humanos na terra só agissem na quinta onda, sabe o que aconteceria? Nem agiria, porque já deixou de ser inconsciente, já tornou-se consciente, esvaziou. Na quinta onda não vira ato mais. Gente, o nosso problema é que nós vivemos em um bateu levou, em um comportamento automático efeito de pensamentos automáticos que nos escravizam. Por isso respondemos de forma destrutiva. Esse passo está ligado a uma percepção, um estado de transformação alcançado, no qual as emoções destrutivas surgem sem ter a mesma força. Chega-se a um ponto com a experiência que o amor afetuoso inundamente os praticantes. Qual é o antídoto ao ódio? Amor afetuoso. O amor, ele é o antídoto de neutralização do ódio. Quando nós nos deixamos inundar pelo amor, o amor, o o amor afetuoso, ele é como a luz que ilumina uma sala e desfaz a escuridão. O ódio é apenas a ausência do amor, assim como a escuridão é tão somente a ausência da luz. Não existe uma natureza intrínseca à escuridão. Ela é ausência da luz. Não tem ontologia, não tem natureza. Escuridão. É ausência da luz. O que é o ódio? Ausência do amor. Na hora que o amor compassivo nos inunda, ele é o antídoto ao ódio. Isso marca a validação do método espiritual. passa a fazer parte de sua

uridão. É ausência da luz. O que é o ódio? Ausência do amor. Na hora que o amor compassivo nos inunda, ele é o antídoto ao ódio. Isso marca a validação do método espiritual. passa a fazer parte de sua natureza. O ódio é expulso do fluxo mental e não há como prejudicar alguém voluntariamente. O ódio não surge mais e nada mais a reprimir. Não há como reprimir. Emoções destrutivas que você tenta reprimir, recalca, põe nas zonas obscuras do inconsciente, volta na forma de sintoma a enorme raiva que você sentiu. Por isso alguns psicólogos trabalham com a ideia da catarse. Não, vamos fazer uma cate. Vamos fazer um psicodrama, vamos colocar a cena novamente para você assistir do trauma para fazer catá para ver se sai. Sai pelos poros, sai pela sudorese, sai pela frequência cardíaca. Só que existe uma maneira introspectiva de sair, que é a meditação, que não precisa usar essa outra dimensão. Vou terminar com isso aqui pra gente terminar mesmo. É possível educar as emoções. Emoções movem a mente, mas quem move as emoções, não é? Quer dizer, eh, a emoção move a mente, se torna autônoma. O sujeito não tendo os dispositivos internos da quietude para ver a própria emoção e movimento, não dispondo desses dispositivos de claridade cognitiva, de silêncio interior, de capacidade de observar os próprios pensamentos, quem vai mover as emoções é a cadeia das emoções. É como se fosse uma reação nuclear em cadeia, gerando a energia atômica. A raiva se junta ao medo, o medo se junta à revolta, a revolta se junta ao ciúme. E há uma cadeia de sentimentos que gera um turbilhão e gera sequestro emocional. O sequestro emocional é qualquer coisa terrível, porque perdemos o controle do nosso comportamento emocional. Uma tríade fundamental, pensamentos, emoções e comportamentos. Quem analisa os pensamentos, as emoções, essa consciência quando em estado de consciência está a consciência e o eu. Existe o eu e a consciência. O tempo todo você é um eu agindo e uma consciência aprovando e reprovando. E

entos, as emoções, essa consciência quando em estado de consciência está a consciência e o eu. Existe o eu e a consciência. O tempo todo você é um eu agindo e uma consciência aprovando e reprovando. E olha que essa é a consciência de vigília, nem é a meditativa. Emoções não se controla, mas se esvazia. esvaziamento da memória RAM, nós passamos o dia inteiro acumulando estímulos e quando chega no final do dia, nós estamos eh indigesto de emoções perturbadoras. Eh, docere refere-se à ideia de desenvolver potenciais internos de um indivíduo em contraste com educare, que significa nutrir e moldar. A educação treina o pensamento, a razão, o raciocínio. É do série, é aquilo que torna dócil um ser humano. Desenvolve potenciais internos. Eu vou parar por aqui, não deu tempo de tudo, senão a gente não responde as questões de vocês, OK? Realmente não dá tempo e a gente acaba tendo que excluir alguma coisa. Vamos lá. Vamos às questões. >> Excelente, Danisá. Então vamos às questões. Eh, tem como identificar se uma emoção destrutiva tem origem nesta vida ou encarnações anteriores? tem como, vamos dizer assim, ter uma aproximação do mapeamento dessa emoção. Primeiro que, nesse caso é muito mais do que emoção, é um afeto. Afeto é o vínculo sentimental que nos integra a um outro objeto ou a um outro sujeito. >> Emoção é uma resposta neurobiológica. Então, afeto. O que é um afeto? Por exemplo, o ódio é um afeto. Porque eu odeio, odeio a alguém. E se eu odeio a se eu odeio é a natureza do vínculo que me faz odiar. Então, o que nós trazemos de passadas existências são o trauma de uma situação, a resposta de medo a uma situação traumática que já se deu. E aí nós temos uma resposta de medo e pânico quando o objeto reaparece. o avião, o fala-se muito que pessoas que desencarnaram, antigamente as pessoas morriam, ficava em morte clínica e depois elas eram sepultadas, não havia o devido cuidado, a capacidade de verificar, porque a pessoa não estava realmente morta, mas estava em coma profundo e às

soas morriam, ficava em morte clínica e depois elas eram sepultadas, não havia o devido cuidado, a capacidade de verificar, porque a pessoa não estava realmente morta, mas estava em coma profundo e às vezes a pessoa acordava no túmulo e estava viva ainda e não tinha mais como evitar a morte. morre de forma sufocada. Esse sufocamento resultado do sepultamento inadequado sem que a pessoa tenha morrido. A medicina no passado era muito atrasada nessa avaliação. Enterrava-se e o sujeito traz um pavor terrível, obviamente, por lugares fechados. Muitas vezes desenvolve crise de asma, muitas vezes desenvolve sufocação respiratória de natureza psíquica, resultado de trauma de passada existência. Claro que é possível, mas o o mais comum são os afetos. O que são os afetos de passadas existências? Eu sinto por alguém ou por um dado personagem algo que eu não deveria sentir, né? Eu sinto um desejo, alguém sente um desejo sexual absurdo pela irmã, um afeto, um desejo incestuoso. Pessoa entra em conflito, procura clínica, psicoterapia e aquilo dali precisa ser compreendido, seja na infância, seja em passadas existências. Mas o fato é que é um afeto incongruente com a natureza da relação. Ou um pai que diz: "Não sei explicar, mas meu filho me odeia desde sempre, tem 40 anos e continua me odiando. E o nosso relacionamento é permanentemente culubado. E eu me dediquei afetuosamente a ele. Ora, natureza de relação que precisa ser investigada na história desta vida ou de passadas existências é um afeto. É um afeto que não faz sentido dentro da relação. casais que se odeiam e não se largam, sentem tal clicidade entre si, que se odeiam e brigam muito, mas na hora de propor o divórcio não querem porque estão absurdamente apegados um ao outro. É preciso entender que o afeto é aquilo que tá na mediação dos vínculos. As emoções são mais básicas, né? Medo é medo por uma situação ameaçadora. Eh, raiva é uma resposta agressiva a uma situação de privacidade ou conflito, mas são mais os afetos que voltam de

s vínculos. As emoções são mais básicas, né? Medo é medo por uma situação ameaçadora. Eh, raiva é uma resposta agressiva a uma situação de privacidade ou conflito, mas são mais os afetos que voltam de passadas existências devem ser trabalhados na clínica, seja quando nessa história de vida, através das psicoterap psicoterapias disponíveis, psicanálise, terapia cognitivo comportamental, psicologia fenomenológica existencialista e por aí vai, psicologia analítica de Jung, as abordagens terapêuticas ou na psicologia transpessoal para quem trabalhar com a hipótese de uma reprogramação terapêutica de acontecimentos traumáticos de passadas existências. >> Eh, boa noite. Gostaria de saber como fazer para conviver com um familiar que reage com violência a quaisquer tipo de situações, ainda que alegres. O que fazer? Eis uma situação absolutamente desafiadora para todos que convivem com essa pessoa. Muitas vezes o sujeito que tem uma resposta automática de agressividade e um precário controle dos impulsos, porque essa que é a questão, toda vez que se apresenta uma situação de contrariedade, ele responde de forma agressiva. É claro que se essa pessoa age assim com diversas pessoas, com várias pessoas e com a maioria delas dentro de casa, é óbvio que é este sujeito que precisa ser alcançado por uma assistência terapêutica, às vezes até de natureza medicamentosa, para diminuir o grau de ansiedade. Ah, as tem acontecimentos até relacionados ao cérebro, né? Há um caso contado no livro Wolf Singer de um sujeito que envolveu-se em um conflito de trânsito, matou o outro 3 meses depois, três meses depois ele desmaiou no presídio já condenado e descobriu-se que ele tava com um tumor em uma área do cérebro que faz o controle dos impulsos, não é? Então ele já estava prejudicado quando ele cometeu aquele assassinato. Não estamos colocando na conta do cérebro tudo, mas tem um sentido neuropsicológico. Agora, como lidar com isso, né? Eh eh são vínculos de parentesco incontornáveis. Se o filho,

eu aquele assassinato. Não estamos colocando na conta do cérebro tudo, mas tem um sentido neuropsicológico. Agora, como lidar com isso, né? Eh eh são vínculos de parentesco incontornáveis. Se o filho, se a esposa, se a irmã, é um vínculo de parentesco incontornável. Essa pessoa precisa minimamente de uma assistência resiliente que aleve ao tratamento. Muitas vezes é desafiador convencer aquele sujeito a se tratar, mas o fato é que essa essa resposta é típica de uma resposta completamente inconsciente e de uma disfunção numa área que a gente chama de eh função superegóica, né? Nós, o aparelho psíquico no modelo frodiano tem ego, superego e id. É de lugar das pulsões, ã, o ego, o próprio eu da vigília consciente e o supergo ou sobreego é aquilo que faz o controle das reações. Então, tá funcionando ou não a função sobreegóica, sobre o ego. Quero falar, mas não falo. Quero gritar, mas não grito, né? Eu consigo controlar a minha resposta emocional. No caso desse sujeito, antes de mais nada, muita resiliência da família, muita resiliência, porque é um grau de parentesco incontornável. Não se jogar a pessoa no meio da rua, não se excluí-la tão somente, mas é preciso que familiares com ajuda de profissional, de amigos, de outros graus de parentesco possa girar em torno desse sujeito, dessa alma, dessa vida e convencê-lo a se tratar. Porque existem técnicas da abordagem cognitivo comportamental que ensina o sujeito como treinar para que ele responda de forma forma próximo ao razoável, próximo à civilidade, para que ele não faça passagem ao ato de violência física, assim como no decorrer do tratamento, ele será será levado a um processo de autoconsciência, de descobrimento das razões da sua fúria, das razões da sua, do seu comportamento, que de certo modo pode ser maníaco, pode estar polarizado, pode ser um comportamento emocional que se instaurou de forma viciada e o sujeito perdeu o controle, mas muita resiliência na família, tratamento psicoterápico, às vezes farmacológico, mas sobretudo

, pode ser um comportamento emocional que se instaurou de forma viciada e o sujeito perdeu o controle, mas muita resiliência na família, tratamento psicoterápico, às vezes farmacológico, mas sobretudo assistência terapêutica para que esse indivíduo seja acolhido, assistido e tratado. Infelizmente nosso horário, né, ele já extrapolou aí, né, ou não dá tempo ainda de uma pode mais uma. >> Então, tá. Eh, a pergunta, a última pergunta é: sabemos que as emoções, que emoções destrutivas podem causar doenças, inclusive sintomas físicos. É possível identificar com clareza quando a causa desses sintomas é emocional ou fisiológica e quando a causa é espiritual. Obrigada. >> Muito bom. É toda a área da psicossomática, não é? E da somatização de emoções, de comportamento emocional, né? Então, por exemplo, hoje se sabe que o intestino, que no passado, há 30 anos atrás era apenas uma parte do aparelho digestivo, ele é um órgão altamente sensível. Ele está ligado pelo nervo vagal ao sistema nervoso central. E o intestino é hoje, depois do sistema nervoso central, da medula, o terceiro órgão mais inervado. Ele é muito sensível. Então, emoções de pânico, de medo, de tristeza, emoções que deprim humor, emoções de raiva excessiva, vai tocar no intestino, obviamente. Então, eh, as razões emocionais do nosso comportamento somente na escuta do paciente. É preciso saber. É possível saber. É preciso que ele fale. É preciso que ele conte a história da vida dele. É preciso que ele ele volte à cena traumática, ele volte ao desconforto, ele fale daquilo que ele próprio nunca disse para si próprio. Na hora que ele fala, ele elabora. Na hora que ele narra e elabora, ele transforma do em palavra, narrativa, discurso. Aquilo já se torna uma primeira etapa da consciência do que está acontecendo, porque conseguiu ser dito. Porque a maioria das nossas dores são inomeáveis, indescritíveis, inenarráveis. E mal a gente dá conta de dizer para nós mesmos que nós não sabemos nem o que que é. Então, a causa pode ser emocional,

Porque a maioria das nossas dores são inomeáveis, indescritíveis, inenarráveis. E mal a gente dá conta de dizer para nós mesmos que nós não sabemos nem o que que é. Então, a causa pode ser emocional, a causa de sintomas físicos às vezes é uma somatização evidente, que tem um registro traumático por trás e que tem comportamentos que se viciaram, né? Nós vivemos uma era da aceleração. Nós vivemos uma era em que toda a vida acelerada nos coloca em perda de contato conosco mesmo. Então a gente não se observa, não se sente, não se escuta por causa do grau de aceleração. Esse estress promove eh sintomas orgânicos, né? Os senhores devem ter ouvido falar. Existem os quadros transtorno de ansiedade generalizado, generalizado, o Tag, e existe o transtorno de pânico, né, as crises do transtorno de pânico. No transtorno de pânico, a pessoa sente a partir de um fundo anciogênico, uma sensação que vai morrer, fica sufocada. E essa sensação de morte é só, não só iminente, como é desesperadora. Isso gera sintomas físicos. aceleração da frequência cardíaca, sudorese, respostas orgânicas, colapso da consciência, desmaio, alteração da frequência respiratória e tudo mais. E tudo isso é de fundo emocional, que por sua vez pode ser de fundo espiritual, mas só na clínica nós somos capazes de responder alguma coisa ao escutar o sujeito. Tudo é no só depois. Só depois que escuta, só depois que diz, só depois que narra. é capaz de saber alguma coisa. OK, gente, o tempo terminou mesmo. A gente vai terminar por aqui, não deu para tudo. Aí eu deixo vocês com a bibliografia, vocês deram darem uma olhada e de uma próxima vez a gente retoma e retoma alguma coisa que ficou, tá bom? Obrigado pela atenção de vocês. A ideia do pingaluz é essa. E na próximo setembro teremos um outro pingaluz. Contamos com a presença de todos e sempre à disposição para tentar responder as questões de vocês em setembro, que é a terceira semana é possível que tenhamos novamente como sempre o pingaes. Obrigado, um boa noite, um bom descanso e muita paz.

disposição para tentar responder as questões de vocês em setembro, que é a terceira semana é possível que tenhamos novamente como sempre o pingaes. Obrigado, um boa noite, um bom descanso e muita paz. >> Excelente, professor. Muito obrigada, meus irmãos. Nós vamos fazer uma prece pra gente encerrar e logo em seguida a gente tomar o nosso passe. Então, elevemos nossos pensamentos agradecendo a Deus Pai, a Jesus Cristo e ao nosso irmão pela excelente palestra da noite de hoje, um conteúdo extremamente importante para cada um de nós e que eu acredito que tenha respondido muitas perguntas internas, né? Então, que a gente possa levar isso com conhecimento, reflexionando em nossas vidas. E assim, Senhor, pedimos a sua permissão e toda a espiritualidade maior para que possamos encerrar os trabalhos da noite de hoje, dizendo graças a Deus e graças a ti, Senhor, por mais essa oportunidade. Que assim seja. Bom passe a todos meus irmãos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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